Você está na página 1de 18

A Nova Energia O intelecto e a intuição O Dia Mundial do Ambiente

Hotel Holiday Inn, Lisboa - Sábado 5 de Junho de 2004 Lançamento do livro - “O Jesus Da Nova Energia”

Palestra de Vitorino de Sousa

(com a ajuda dos Amigos Mais Leves do outro lado do vé u)

Parte I

Intervenção de António Rosa, responsável pela Editora Angelorum Novalis, que publicou o livro que esta- va em cerimónia de lançamento naquela tarde:

Boa tarde a todos. O nosso papel aqui em baixo, nesta 3ª dimensão é publicar obra que permaneça, que não seja efémera, que sirva de reflexão, de emoção de quem se sentir emocionado, e de ajuda de estudo, também. É esse o nosso papel. É nesse sentido que, para nós, é perfeitamente natural estarmos aqui,

estarmos com a Alexandra Solnado 1 , estarmos, amanhã, com a Isabel Oliveira 2 ou com a Teresa Guerra 3

(ela está por aí

Mais Leves e nós, cá em baixo, em forma de livro. Nada mais! Não pretendemos nem fazer filmes, nem edi-

tar discos

pessoa que já me substitui, que já se ocupa das minhas coisas; ele também tem, na vida, a mesma tarefa

que eu: pôr em livro aquilo que achemos que deve ser posto. É o Paulo Oliveira. Toda a gente já o conhece. (Fazes favor de te pores de pé). Vocês já o conhecem. É o Paulo; estamos na mesma equipa. Obrigado Pau- lo! Agora, mesmo para terminar, eu quero agradecer aos nossos Irmãos Mais Leves (Eles estão cá!) esta enorme oportunidade que nos têm dado, de sermos os editores Deles, cá em baixo. Utilizo o plural porque a

porque é Deles: Deus, Kryon, os Arcturianos, etc. Adoraria que, um dia, o Arcanjo Miguel

editora é Deles

também dissesse qualquer coisa para publicar. Adoraria ter na capa de um livro: “Arcanjo Miguel”. Olha! Fica feita esta co-criação! Vamos ver o que isto vai dar! (Risos). De facto, muito obrigado a todos, e muito obri- gado ao meu Patrão, Jesus Cristo!

não a vejo). É natural. É a nossa missão – a nossa missão é fazer a ponte entre os Amigos

apenas livros – é aquilo que sabemos fazer. Aproveito para dizer, publicamente, que há uma

Palavras de Vitorino de Sousa:

Bom, como vêm, começa a diminuir, obviamente, a distância que existe, ou que nos parecia existir, entre nós e Eles! Hoje fala-se destas Entidades como se fala do nosso amigo, que não está presente, porque foi fazer não sei o quê, que está ocupado noutra coisa. E eu acho isso uma coisa extremamente saudável – se querem que vos diga - porque nós ainda temos imensa dificuldade em lidar com a transcendência ou com essas Entidades, independentemente da forma como lhe queremos chamar. E essa dificuldade decorre, exacta- mente, de nós acharmos que eles estão muito longe. Aliás, antes, nem sequer era “Eles”, era mais “ELE”, porque, para a maior parte de nós - e não estou a referir-me apenas a esta encarnação – era Deus, e ponto final. Noutras encarnações estivemos ligados, obviamente, à Igreja, enquanto encarnados num Mundo cris- tão e seus derivados. Portanto, era Deus e, vá lá, um santozinho ou outro, que era o santo da nossa devo- ção pessoal. (Risos). Não utilizávamos a designação de “Mestre Ascensionado” mas não tinha importâ ncia absolutamente nenhuma. Aliás, quem, já nessa altura, utilizava tal linguagem, também devia sentir essa distância que nos separava da Divindade, tal como sentiam os que estavam ligados à Igreja Católica. Estou a falar daqueles que, dentro dos conventos, tentavam melhorar a sua condição chegando-se um pouco mais para cima! Hoje, porém, as coisas estão bastante diferentes devido àquilo a que se chama Nova Energia, uma expressão que surge no título do livro que hoje é lançado: O Jesus da Nova Energia.

1 - Autora dos livros “Este Jesus Cristo que vos fala” editados pela Angelorum Novalis.

2 - Responsável pela vinda de Rodrigo Romo a Port ugal e da publicação dos seus livros na Angelorum Novalis.

Quando aquelas pessoas, que estão mais familiarizadas com estes temas, falam em Nova Energia, acham que isso é uma benesse do Espírito, que é uma prenda de Kryon. Não é bem assim! E Kryon teve o cuidado de, desde o princípio, desmistificar isso, nos seus livros. (Abro aqui um parêntesis, para dizer a quem não tem Internet que as fotocópias dos livros de Kryon estão ali naquela mesa; é uma gentileza do Pedro Mandana). Portanto, Kryon teve o cuidado de esclarecer que, se nós, hoje, estamos aqui, dentro da Nova Energia,

beneficiando, mais ou menos, do seu potencial máximo, isso não se deve a nenhuma Entidade do outro lado do véu. É bom que isso fique perfeitamente claro! Nós, hoje, estamos aqui, nestas condições, com todas

Como foi

isso?

zonas onde encarnámos e das diversas religiões às quais aderimos. Sim, foi através de todos os esforços - feitos ao longo de eons de tempo, ao longo de múltiplas encarnações, desde o fundo do coração - para que a Paz parasse nesta Terra! Sempre que nos dirigimos ao alto, a Deus, a Alá, ao Manitu ou a quem quer que fosse, manifestando a intenção profunda e o desejo ardente de que a Paz descesse sobre a Terra e crescesse nos corações dos Humanos de boa vontade, produzimos – vamos dizer assim – de uma determinada vibração energética que foi sendo acumulada. E essa vibração, como Kr yon explicou, foi sendo periodicamente medida. Mas, para que a Humanidade pudesse dar o salto em frente, era necessário que atingisse um certo quantum de ener-

Mas o papo nunca mais estava cheio, de forma que a

gia. Era o “grão a grão enche a galinha o papo”

estas potencialidades e com estas ferramentas, porque as conquistámos. Mas, através de quê?

Foi através do trabalho que todos fizemos, independentemente da época em que encarnámos, das

coisa demorou milhares de anos. Mas, devido à nossa perseverança, aos nossos esforços e à nossa dedica- ção a coisa acabou por resultar!

Deve dizer-se, porém, que, em muitos casos, a prece não era feita com essa intenção, porque cada vez

que rezávamos – tal como ainda hoje acontece – não nos apercebíamos que estávamos a contribuir para a ascensão do planeta! E se, genericamente, isso ainda não acontece hoje (as pessoas rezam por questões meramente individuais!), por que razão haveria de ter acontecido ao longo da história da Humanidade, nomeadamente na Idade Média que, como sabemos, foi a idade das trevas, foi onde batemos no fundo?

Simplesmente, o que aconteceu é

que a Convergência Harmónica, de Agosto 1987, foi o momento em que se atingiu esse tal mínimo de mas-

sa crítica, necessária para se poder dar o salto

para a Humanidade poder fazer um salto quântico, que já

tinha sido tentado duas vezes antes mas não tinha sido bem sucedido: uma vez na Lemúria e, outra vez, na Atlântida, onde estivemos, colectivamente, à beira de dar o salto para 4D e 5D. Ora, quando não se conse- gue dar esse salto, não se fica no mesmo sítio: volta-se para trás! Era como se, aqui na Terra, um ser humano que não passasse no 12º ano, tivesse de voltar para o 5º.

Bom, mas a verdade é que isso foi assim e continua a ser, não é?

Mas, desta vez, aconteceu! Por isso é que se diz que não há duas sem três; desta vez foi! OK?

Já foi!

Bom, já foi… em termos de potencial! Ou seja, conseguimos reunir as condições mínimas para o salto… mas ainda não demos o salto! São duas situações diferentes. Alguns Humanos têm vindo a aproveitar esse potencial, outros não. Esta observação não significa, evidentemente, nenhum juízo de valor, pois esse apro- veitamento do “potencial de salto” depende bastante do empenho e da entrega que as pessoas fazem, ind i- vidualmente, em relação a esse projecto; depende muito do historial da própria pessoa; depende da linhagem daquela Alma – vamos dizer assim - depende do que é que essa entidade pretendeu, ao princípio,

quando se ofereceu como voluntária para participar neste Projecto Terra. Enfim, depende de muitos facto- res, aliás como o próprio Jesus refere neste livro, na sua canalização ocorrida em 20 de Março.

A história não é igual para todos, e ninguém tem de se sentir menosprezado ou diminuído, pelo facto de se achar abaixo de qualquer outro. Isso é, apenas, um erro de visão; é, apenas, o ego da pessoa a dizer:

“Tu ainda és muito pequenino. Tu não podes participar nos seminários de canalização porque, ainda só leste 3 ou 4 livros e só tens 1º nível de Reiki.” (Risos). Mas não tem nada a ver uma coisa com a outra! Isso é o ego humano a achar-se despreparado. Todo este movimento está a ser feito no sentido de levar as pessoas – nós! – a olharem para os outros e a posicionarem-se correctamente do ponto de vista espiritual!

para aquilo que ele

diz e para as opiniões que manifesta !

espiritual que sou, eu, potencialmente, estou tão preparado como qualquer Mestre Ascensionado está; a

diferença é que Ele já fez o trajecto, Ele transformou o potencial em realização… e eu ainda não. Ainda

Isto é extremamente importante. Portanto tenham

não!

cuidado, quando se ouvirem a dizer: ”Ah! Isso ainda não é para mim

O que é que isto significa?

Significa que eu estou-me nas tintas para o meu ego

Eu tenho de olhar para mim como um ser espiritual. Então, como ser

Eu ainda não chego lá

Eu

”.

A coisa não tem nada a ver com hierarquia!

Conversa!

Tretas do ego!

Balelas!

Então, dizemos outra vez, nós agora temos as ferramentas da co-criação 4 . E temos que passar a utilizá-

las. O que significa isto?

outra parte da co-criação. Eu co-crio com Eles. Eu + Eles!

que quero passar a manifestar, claramente, todo o meu potencial adquirido em vidas anteriores. E, se possí- vel, ir muitíssimo mais longe: pretendo ser preparado para absorver e aguentar a voltagem do meu Eu Superior a fim de poder ser um canal da Sua expressão. E, com isso, eu faço um link, dou um hipersalto, por cima de todas aquelas mentiras do ego, as quais é necessário transcender rapidamente. Então, eu salto por cima disso tudo e vou direito ao que interessa. Não há um currículo a cumprir, antes de fazer o download do Eu Superior para dentro do meu sistema! Antes de tudo, está a decisão de o fazer, seja qual for o “grau” espiritual em que me encontre.

Expressando a intenção de

Significa eu manifestar a minha intenção ao outro lado do véu, que é a

Como faço isso?

“Ah! Não! Não, não

Espera aí!

Eu, primeiro, tenho de ler os livros do Paulo Coelho (com todo o respei-

to pelo Paulo Coelho!) e, depois, tenho que ler a Profecia Celestina e, depois, ainda tenho de ler os livros do ”

Brian Weiss. Por esta ordem! E depois

festar a intenção de que a sabedoria que está guardada (no ADN) nas nossas células – porque é lá que está tudo – se manifeste. É exactamente ao contrário. Enquanto eu estou a gastar um monte de dinheiro nestes seminários, naqueles livros… (sem desprimor, evidentemente, para as pessoas que fazem seminários; eu

também os faço. Como compreenderão, não estou a dizer “os nossos é que são bons

tam para nada”). Não é disso que se trata. O que é preciso saltar por cima de todas essas pretensas fases!

Não! Não tem nada a ver com isso! Nós temos, apenas, de mani-

os outros não pres-

Do meu ponto de vista, este tipo de raciocínio é equivalente a eu ir para o psicoterapeuta despejar o meu “saco de defeitos”, porque sou inseguro, tenho falta de auto-estima, tenho medo, porque estou receoso,

porque

Ora, como já toda a gente percebeu, hoje, o ritmo é perfeitamente alucinante! dos antigos, a que estávamos habituados ainda não há muito tempo atrás

anos atrás, estou a falar de há meia dúzia de meses atrás!)… se vamos continuar a utilizar esses velhos métodos, nunca mais saímos da cepa torta! “Ah, eu leio isso quando estiver de férias; agora não tenho tempo”. Oh! Valha-me Santo Antão! Assim é que não há hipótese! Quando chegas de férias, aquele livro já está

ultrapassado; já saíram mais 14 depois desse! Percebem?

Se vamos utilizar os méto- (não estou a falar de há 10

sei lá! E fico ali, a moer, a moer

e o comboio vai passando… A coisa vai andando e eu naquilo!

Hoje é muito difícil mantermo-nos actualizados!

Muito sinceramente, o trabalho que nós estamos a fazer no Entroncamento e o trabalho que está a ser feito aqui, nestas Reuniões, por mim, por outras pessoas e outras Entidades, é absolutamente fundamental. É um trabalho que tem de ser feito, independentemente das outras pessoas que fazem outros trabalhos. Mas do que não há dúvida nenhuma é que estamos a receber informação inédita. Ainda anteontem, estava numa estação dos Correios e deparei com uma daquelas estantes giratórias da Editora Pergaminho onde, entre outros, estavam os livros da Louise Hay. “Você Pode Mudar a Sua Vida” Ah! Óptimo! Vinte valores para a Louise Hay! Mas isso é do tempo do D. Sancho! A Louise Hay já cheira a mofo, comparativamente com aquilo que está, hoje, disponível, quer através dos canais com os quais nós traba- lhamos, quer através de outros canais que nos chegam pela Internet, do Brasil ou de outras partes do Mun- do! Não estou a dizer mal do método da Louise Hay (neste momento temos um curso do método Louise Hay anunciado para a Nave Dourada 5 ); estou a dizer que há coisas mais recentes! Todos os métodos são preci- sos. Cada qual que escolha o que mais o atrai! A minha função é divulgar e promover as novidades. Se não fosse assim não estava trabalhar com Kryon! Se calhar andava a ver se publicava os “meus” livros. Tentei durante sete anos e não consegui. Agora, num semestre, são publicados quatro, três deles canalizados pelos Amigos Mais leves. Dá para notar a diferença?

Estão a acontecer milhares de reuniões de canalização, por esse mundo fora, permanentemente! E nós

vamos ler um livro que tem 10 anos?

no livro das canalizações do Grupo do Entroncamento ou nos livros de Kryon, é provável que possam ter algumas dificuldades de entendimento. Mas a linguagem é extremamente acessível, como toda a gente já

viu. Não tem vocabulário próprio

ou “Convergência Harmónica”, mas enfim

também não é nada do outro mundo. Poderá ser uma dificulda-

de intelectual… mas nós não estamos a trabalhar para o intelecto! Estamos a trabalhar para quem abandona o intelecto e opta por sentir. Ora, sentir, até os analfabetos sentem!

Tudo bem! Se as pessoas que nunca leram coisa nenhuma pegarem

Qualquer um pode ler aquilo. Há 2 ou 3 termos, como seja “co-criação”,

4 - Veja no final do texto, excertos dos Livros 2, 3 e 6 de Kryon sobre a co-criação.

O intelecto é aquele que “acha”: “Ah! Eu acho que não vou perceber aquilo.” O intelecto é aquilo que me

impede de sentir o que está ali; o intelecto acha que, no livro, estão letras que formam um alinhamento de

palavras, supostamente com algum sentido. Não é bem assim!

parativamente com a vibração que embrulha cada letra daquelas palavras, que formam aquelas frases, que

compõem aqueles textos. É por isso que as pessoas se emocionam

bom “naco de prosa”!

Linguística, nem de Filologia. Não precisamos de chamar os críticos literários para apreciarem estes livros.

Não é preciso ir para a Universidade tirar um curso de

É isso que toca as pessoas, não é um

Isso é pouquíssimo!!! Isso é nada

com-

Percebem? Não, não é isso

Mas nós temos de criar uma cultura – eu não diria alternativa – mas uma cultura complementar. Eu não posso ficar à espera que os críticos literários critiquem este livro ou aqueles que estão ali, naquela mesa. Deus queira que eles não reparem neles! (Risos) Para o bem deles! Se repararem e lerem, decerto vão ficar

sem dormir

tar como qualquer uma das Almas das pessoas que estão aqui; simplesmen te, vocês, que estão aqui e vão ao encontro desse anseio da vossa Alma. Todos nós percebemos (espero eu!) que a razão principal pela qual nascemos é dar vazão, é dar satisfa- ção, é dar provimento aos anseios da Alma, não aos anseios do ego. Portanto, não há cá poleiros, não há cá

títulos, não há cá currículos, não há nada… Não há cá jornais, não há parangonas, não há televisão, não há

coisíssima nenhuma! Porque isso, meus filhos, é para cair! Esse tipo de coisas é para cair

Fede! Não sei se já repararam! (Risos). No entanto, como a televisão continua a dar voz a isso, parece-nos que está tudo muito sólido. É mentira! É men-ti-ra! Cada um sabe as linhas com que se cose. Mas a mim não me interessa muito as linhas com que os

outros se cosem. Procuro prestar atenção, dentro da medida do possível, às linhas com que me coso. E, quem me conhece bem, sabe que também tenho as minhas “descoseduras”. Como qualquer um, também ando com bainhas rotas e, às vezes, não é muito agradável quando se espreita lá para dentro. Mas procuro prestar atenção. Então, estamos a fazer uma apreciação, não uma crítica; estamos somente a chamar a atenção de que, do meu ponto de vista, já não merece a pena ir por aí.

porque eles também têm uma Alma! Percebem?

E a Alma deles está tão pronta para desper-

Está podre!

No entanto, também não podemos ficar outsiders, não podemos ficar completamente marginais. A ver- dade é que eu, ontem à noite, sentei-me na minha caminha, como é costume, e co-criei, com Jesus, que este livro fosse um êxito de vendas e de divulgação, maior do que o da Alexandra Solnado 6 (Risos). Não! Mais ainda do que a Alexandra, não é para eu passar, de nariz levantado, ao pé dela! (Risos).

Estou a brincar, evidentemente. A verdade, porém, é que nós temos de pôr a fasquia cada vez mais alto.

Ainda não me atrevi a querer que este livro se venda tanto como o Harry Potter (Risos), porque compreendo

as limitações. Nós somos 10 milhõezinhos, com uma larga percentagem de analfabetos!

der 800 livros é um êxito editorial!

nária! Estou a falar de um livro normal! O Harry Potter vende milhares de exemplares, e ainda bem. Mas reparem: nós andamos a publicar livros canalizados… mas o Harry Potter não está fora deste contexto!

Não é António? Em Portugal, vender 800 livros é uma coisa extraordi-

Imagi nem: ven-

(Comentário de um elemento da assistência, em voz pouco audível, mas que transmitiu a ideia de que as histórias como a do Harry Potter estão a ser um êxito porque, neste momento cósmico, até os adultos já estão predispostos a aceitar assuntos (histórias) não muito explicáveis no mundo do visível.)

Tem toda a razão. É como o filme do Mel Gibson 7 ! É a mesma coisa contexto.

também está dentro do mesmo

Estou a falar numa perspectiva tridimensional, de realidades culturais, número de habitantes no país e,

portanto, do potencial de leitores. Bastava que nós fossemos o dobro, para, teoricamente, as vendas subi- rem para o dobro. É por isso que, nos Estados Unidos, qualquer livro vende milhões, porque eles são aos milhões! Não admira! Então? Nós somos aqui esta coisinha pequenina, com esta mentalidadezinha pequeni-

na, mesquinha, merdosa – desculpem, mas é a palavra que sempre me sai, porque é esverdeada É mesmo para agoniar.

(Risos).

Veja-se o lindo serviço que

-

vamos descer, agora, um bocadinho à piscina da ETAR 8 , para referir a

graciosidade da linguagem desta campanha para as Europeias 9 (Risos). De facto, é de um refinamento, de

6 - Veja nota 1.

7 - A Paixão de Jesus Cristo.

Mas eu

fico conte n te por os dirigentes deste país terem estas oportunidades para mostrarem o que costumam esconder por debaixo do “verniz”. A nossa vida cultural e económico-financeira pode depender deles… mas a minha sanidade mental não pode depender de ninguém! Aí é que é preciso ter muito cuidado. É preciso que a gente não “emprenhe pelos ouvidos”, como se costuma dizer. Por isso é fundamental que ganhemos discernimento.

uma delicadeza, é de uma doçura e de um respeito, é de uma finura que nos espanta. Realmente!

O Dia Mundial do Ambiente

Eu tinha a intenção de relembrar que hoje é o Dia Mundial do Ambiente. E, quando se fala do Dia Mun- dial do Ambiente, ou de qualquer outro Dia Mundial, das crianças, por exemplo, ou da mulher ou do que seja, estamos a falar de um Dia Mundial na 3ª dimensão: O Dia Mundial das Crianças – aquelas coisinhas

pequeninas com duas pernas, que andam aí de um lado para o outro e que nos moem o juízo; o Dia Mundial da Mulher – aquelas pessoas que são um bocadinho mais altas, que também têm duas pernas e que andam por aí a levar nas orelhas de uns senhores do sexo masculino, que são tão medrosos, mas tão medrosos… tão acagaçados que proíbem que elas se desloquem de um lado para o outro, com medo do que possa

acontecer a eles. Por isso as dominam

e elas deixam! (Palmas e risos).

Mas hoje é o Dia Mundial do Ambiente. Ora, nestas circunstâncias, o que é que as pessoas pensam logo? ”

“Vamos tratar das florestas, vamos seleccionar o lixo, vamos

ambiente, na parte ecológica. Perfeito! Este mundo está cheio de lixo, portanto, precisa de ser limpo. Está

sujo! Está cheio de cascas de banana, de sacos de plástico e latas de Coca-Cola. Porquê?

soas deitam isso fora. Sim, porque o lixo não cai do céu. Então, se há lixo, é porque fomos nós que o puse-

mos lá. Porquê?

costumo falar da 3D, apenas para fazer as pessoas rir. A nossa função não é referir o “esverdeado” da 3ª dimensão; a nossa função aqui é elevar um bocadinho o nível da conversa. Por isso, vamos abordar agora, até onde for lícito e saudável, o que é que poderia ser o Dia Mundial do Ambiente, do ponto de vista espiri- tual. Vamos falar naquilo que sempre temos falado, porque não há outra coisa a dizer.

Porque as pes-

Aquelas coisas! Portanto, focam-se no

Porque não temos qualquer espécie de educação (genericamente falando). Mas eu não

Da mesma forma que ingerimos alimentos físicos, supostamente de qualidade, igualmente deveríamos ter um pouco de cuidado com o “cheiro energético” que largamos permanentemente, quando andamos por

aí. Em relação à maior parte dos Humanos, como se sabe, isto é um atentado ao ambiente, energeticamente

falando!

dade, porém, é todos nós já passámos pela experiência de não nos apetecer estar junto de certas pessoas. A gente não consegue perceber porquê, nem consegue explicar porquê, mas o ambiente “está pesado” ali. Pelo menos, é essa a explicação que costumamos dar. O ambiente está pesado ali. Não é porque há fumo, porque há incêndio nas florestas. Não! É porque está ali uma pessoa deprimida ou um grupo de pessoas deprimidas ou medrosas ou com falta de auto-estima - tudo sinónimos, como sabem. Então, nesta perspec- tiva, só há uma maneira de respeitarmos espiritualmente o ambiente (e, com isto, voltamos, outra vez, à história do discernimento): é, quando discernimos que estamos ma, pormos, imediatamente, um ponto final na “poluição ambiental energética”.

Dá-se a circunstância de que a energia negativa não tem cheiro para o narizinho comum. A ver-

Bom, seja dito que temos todo o direito de estar mal. Em certa medida, até é saudável que estejamos

é só de vez em quando, pois é nesses momentos que

podemos perceber que temos de nos transformar mais um bocadinho para, assim, darmos outro salto para a frente. O desconforto e a doença servem só para isso.

mal de vez em quando; não é permanentemente

Então, tenho de ter capacidade de discernir que, naqueles momentos de depressão, tristeza, etc., eu não

não estou “aconselhável”. E isto deve ocorrer

apenas num curto lapso de tempo, o suficiente para eu perceber: “Espera aí! Se eu estou no escuro é por- que estou à beira de um salto para a Luz”. É isto o que estes momentos mais desagradáveis significam… ou deviam significar! Quando o alcatruz passa pelo fundo do poço, só pode subir, não pode descer. Já não pode descer mais. Por isso é que se diz que a “hora mais negra é a que antecede o amanhecer”. E isso é verdade,

estou “comestível”, não estou “utilizável”

como quiserem

do ponto de vista espiritual. Portanto, quando vocês estiverem no fundo do poço, a sentirem-se muito mal, tratem de activar o discernimento! Estão pessoas nesta sala que já passaram por isso; hoje, podem dizer que já bateram no fundo e que subiram… Não tinham outra hipótese. Aliás, foi o que aconteceu à Humani-

dade, como um todo: sempre que bateu no fundo, começou a subir

quando baterem no fundo, mas reconheçam que, energeticamente, estão muito mal cheirosos. Se estives- sem fisicamente mal cheirosos, iam tomar um banho ou, se fossem Espanhóis, punham perfume (Risos) 10 . (Isto é uma piada, sem ofensa para os Espanhóis, porque eu gosto muito deles. A Espanha é uma pátria muito querida para mim; sinto-me melhor em Espanha do que em Portugal).

Então, não desesperem

Claro!

Então, como será tomar banho, do ponto de vista espiritual?

Será o equivalente ao banho físico?

Antigamente, eu tomaria esse “banho” recebendo uma sessão de Reiki, tomando um “Xanax”… pondo-me

em cima da minha mulher, sem perguntar se ela queria (risos)… indo ao psicanalista

Hoje, porém, como é que se toma banho, energeticamente? Como é que se transforma o Dia Mundial do

Ambiente em Dia Permanente do Ambiente, como se diz que devia ser o Natal, o Dia das criancinhas, o

Dia da Mulher, o Dia dos tuberculosos, o Dia dos cancerosos

mesma história, pois vamos sempre parar ao mesmo sítio: para tomar esse “banho” vamos, antes de mais nada, ficar quietos porque não é preciso fazer nenhum movimento. Vamos ficar quietos. Não é preciso, no sentido de movimento, fazer absolutamente nada. O que havia a fazer por fora (ir aqui e ali, consultar este e aquele), já foi feito, e não resultou ou resultou escassamente. Portanto, o que há a fazer agora é agir por dentro. Por isso, é que os orientais têm o “princípio da não acção”. É uma coisa estranha, incompreensível para a maior parte dos ocidentais. Os budistas dizem: “Meditar para quê? Para aprender a agir”. E têm toda a razão, porque a grande atitude decide-se no silêncio e o grande movimento faz-se na imobilidade. Pessoal- mente, não tenho qualquer dúvida a este respeito. Portanto, se eu sinto, se o meu discernimento me diz

se o sinal de alarme está a tocar - tanto assim que eu não

que algo se passa no meu sistema energético

me sinto grande coisa! – então, está na altura de eu fechar os olhinhos (ou não fechar os olhinhos, depende

da escolha), e restabelecer o “contacto”. Reparem: se eu não tivesse perdido o “contacto”, se eu não tivesse “desligado” o telefone com o Outro lá de cima, a coisa teria sido bem diferente. Nesse caso, certamen te eu iria sentir esse “ressalto” na minha vida de uma forma muito diferente. Então, é uma maneira de eu religar com o Alto (é daí - religare - que vem a palavra “religião”, como sabem). Eu, pura e simplesmente, deter- mino que isso seja feito. Posso evocar Jesus, posso evocar Kryon, posso evocar aquele nome que me sur-

gir

Bom… talvez tenhamos uma surpresa na 2ª parte 11 ). Não interessa a Entidade de Luz que evoco no sentido de elevar a minha vibração, de forma a voltar a sintoniza-me naquele plano.

Fazer isto seria, de facto, honrar o Dia Mundial do Ambiente! te seja todos os dias, é:

essas coisas!

quer dizer

o Dia de todos?

Outra vez a

(e, agora, está a surgir-me Lúcifer!

Vejam lá, como as coisas são! Havemos de falar dessa entidade.

Fazer com que o Dia Mundial do Ambien-

Acordar, de manhã, por os pézinhos no chão, esfregar o olhinho e dizer assim:

“Conduz Tu, hoje:”

No outro dia, estivemos aqui a falar de “integração”. Integridade… Ser íntegro, ou seja, integrar as outras partes do ser multidimensional que todos nós somos. Kryon fez, aqui em Portugal, uma canalização notável sobre isso, que vai estar no segundo livro de “ Kryon/PT”, a sair ainda este ano. 12

Então, outra forma de celebrar, todos os dias, o Dia Mundial do Ambiente, é eu co-criar a integração das outras partes do meu ser. Como diz Kryon, esta integração é uma “reconciliação com as outras partes do ser”: as que estão acima e, principalmente, as que estão abaixo. Toda a gente olha para cima, para o Anjo Dourado e, naturalmente, toda a gente anseia refastelar-se no seu colo. Muitíssimo bem. Acho óptimo, pois isso é fundamental. Mas o que acontece é que não podemos esquecer as partes de nós, porque as há, que ficaram para trás. Ora, a noção de “integridade” na Nova Energia, significa a integração de todas as par tes, mesmo que eu não saiba quais são ou quantas são. Eu só sei que há várias, umas acima, outras abaixo. Eu não tenho de escrever, num cader ninho, o nome delas se são 14 ou se são 7. Ou se são 3 ou 4. Isso não me interessa; eu só sei que sou um comício, eu só sei que

10 - Esta piada de mau gosto remonta ao tempo da Guerra Civil espanhola (imediatamente anterior da Segunda Guerra

Mundial, cuja crueldade e desumanidade ficou famosa através do painel “Guernica” de Picasso). Na verdade, nessa

altura, imensas prostitutas - carregadíssimas de perfumes tipo “mata moscas” -

para Lisboa, para “tratar” dos inúmeros exilados e fugitivos, de todos os tipos, que abandonaram a sua pátria e aqui

vieram refugiar-se.

11 - De facto, foi Lúcifer quem canalizou na segunda parte desta sessão. Veja mais adiante a transcrição da poderosís-

sima transmissão daquela entidade.

12 - O Espírito na Voz Humana - Canalizações amorosas de Kryon, recebidas em Portugal (por Vitorino de Sousa) entre

Fevereiro e Julho de 2004. Edição Angelorum Novalis.

vieram para Portugal, especialmente

sou um colectivo. Quantas são e que natureza têm, pouco me importa. De facto, estamos a querer integrar as partes que estão acima de nós… enquanto esquecemos as partes que estão abaixo.

É como está escrito no artigo sobre os terroristas 13 : rezarmos uma missa pelas vítimas e esquecemo-nos

Morte aos carrascos!” Bom! Que raio de integração é esta? Que

raio de Humanidade é esta?

sem nossos Irmãos

nós compomos – as que estão aqui, e os outros triliões por esse Mundo fora - não fizessem parte do Todo! Claro que fazem! Ora, o Órgão está doente exactamente porque terroristas, carrascos, pedófilos e assassi- nos estão lá na condição em que estão! Então, seria bom que nós, quando fazemos uma sessão grupal de

geração e envio de energia, não nos esqueçamos deles. Seria excelente que não preferíssemos uns e excluíssemos os outros. Mas, ao fim e ao cabo, é isso mesmo que fazemos. Da mesma forma, quando estamos a trabalhar individualmente, também conviria que não tivéssemos preferências pelo nosso Eu Superior… desprezando os outros todos, que não sabemos muito bem o que sejam e que andam sabe-se lá por onde. É necessário resgatar esses “bocados” de nós. Reparem: quando

caímos no buraco e entramos numa crise, daquelas a sério, quem julgam vocês que está a estrebuchar den-

Toda a gente sabe que Plutão é o reino do

submundo, do escuro, do túnel

quem é que vocês julgam que está aos gritos lá no fundo da gruta? Decerto são aquelas partes de nós, que estão presas nas nossas próprias catacumbas internas! Por isso é necessário trazer esses conteúdos à Luz e reciclá-los. Essas partes de nós não precisam de ser vistas como seres com perninhas, cabecinhas e braci-

nhos; podem ser vistas como vocês quiserem, como monstrosinhos, como minhocas, como bichos

interessa! O “bicho” pode até não ser nosso, pode ser que venha de outra área, quer seja humana, quer não. Esta mos na mesma: todos eles são seres que, de algum modo, ou fazem parte de nós, ou estão cola- dos a nós ou vêm visitar-nos, porque precisam de Luz, embora, por vezes, (segundo creio, pois essa não é da minha área), não tenham consciência disso. Mas, de facto, precisam de Luz. Como refere Kryon: todos eles estão aqui com autorização!

tro de nós?

dos carrascos. “Coitadinhas das vítimas!

Como se os terroristas e os carrascos, os pedófilos e os assassinos não fos-

como se não fizessem parte do Todo! Como se cada celulazinha do Órgão que todos

É aquilo a que, em Astrologia, se chama Plutão!

não é?

Então, quando ele começa a “dar ao rabinho” e a mostrar-se,

não

Então, para respeitar o Dia Mundial do Ambiente, é necessário que se perceba que a “luz” não está no mesmo nível do que as “trevas”, porque vocês, por muitas “trevas” que gerem aqui, neste momento, não conseguem pôr esta sala às escuras! A menos que apaguem a luz e fechem tudo. Ora ponham-se lá todos a

fazer trevas, para ver se conseguem pôr isto às escuras!

Vai ser difícil! Podem chamar o Bin Laden e os

todos os terroristas de todas as nações! Não vai ser possível. Pode ficar aqui um ambiente desgraçado, energeticamente falando, mas não fica às escuras. Agora, o inverso já é verdadeiro! Quando, ao longo da História, divulgámos que a coisa funcionava com Deus de um lado e o Diabo de

nem sei como

hei-de dizer

andámos a cometer, que todos cometemos.

um perfeito disparate! Porque, enfim, começa a perceber-se a asneira que fizemos, o erro que

outro, escolhemos uma jogada arriscada. Hoje, começa a perceber-se que isso é um pouco

Tenho consciência de ter cometido esse erro, muitas vezes, noutras encarnações, de servir a esse lado, convencidíssimo de que era “um” de um lado e o “outro” do outro, em igualdade de circunstâncias. Bom, vendo a coisa como um jogo de forças, naquela altura, talvez pudesse ser. Hoje, não é. E Kryon veio dizer-

nenhuma Entidade, seja ela qual for, capaz de perturbar um ser

humano, desde que esteja sintonizado no pla no do seu Eu Superior. Qualquer ser humano que se tenha repimpado no colo do seu Anjo Dourado não poder molestado, atacado, suga do, inquietado, seja por que Entidade for! Então, por que há tantas obsessões e tantos “encostos?”, poderão perguntar. Porque os seres humanos que estão “obsessionados” e “encostados”, não acreditam nisto que acabou de ser dito, e, portanto, funcio- nam na base da lei da ressonância. Qualquer ser humano que tenha discernimento e, portanto, o grau de Luz (são sinónimos) suficiente para co-criar e determinar que isso acabou: “Não te quero aqui”, não mais será importunado. A sua própria Luz enxota a entidade! Se a pessoa for capaz de dizer isso a 100%, desde o alto do seu Trono Dourado, a entidade “maçadora” não tem como ficar. Mas, se diz isso com a mesma convicção com que sacode um mosquito, a entidade até se ri! Por isso é que, hoje, há pessoas que

nos que não há Mestre neste Universo

declaram essa intenção e as entidades tipo “melga” vão-se embora. No caso de serem curadores, harmoni- zadores, terapeutas, ou como lhes quiserem chamar, fazem isso pelos outros, porque sabem que o paciente não é capaz de introduzir tamanha “potência” no seu pedido. Nes te caso, operam como um substi tuto.

13 - O Livro em lançamento naquele dia – Jesus na Nova Energia – tem, em apêndice, um artigo intitulado: “A propósito de terrorismo e outras actividades espirituais não propriamente luminosas”, escrito em 17 de Março de 2004, seis dias depois dos atentados bombistas em Madrid.

“Ah, mas esses terapeutas trabalham com seres do outro lado do véu!” OK!

Lá estamos nós, outra vez,

na questão da auto-estima. Será que os terapeutas, que trabalham com o outro lado do véu, são espe-

ciais?

isso, amam-se o suficiente para optarem por essa co-criação. Ora, isto é algo que está completamente ao alcance seja de quem for… mesmo que não esteja na função de terapeuta!

Não! Determinaram, co-criaram que queriam estar nessa função. Têm a auto-estima em alta e, por

Tal como Jesus diz em Um Curso em Milagres, não é: “Uns são os chamados e poucos são os escolhi- dos”, porque isso dá a sensação de que, do lado de lá, há preferências. Não! Nós é que preferimos, aqui! Como Jesus diz, a versão correcta desta frase é: “Todos são chamados, mas poucos resolvem responder”. Assim é que está certo. Tanto assim que, noutras circunstâncias, dizemos: “O Sol, quando nasce, é para

Sol, quando nasce, é

para todos, o que significa que o Sol ama incondicionalmente: o que é para um, é para todos! A mesa está posta para todos; só que há uns erram na escolha do que querem comer, outros escolhem só petiscar, e outros resolvem abandonar o banquete. Tudo bem! Não há juízos de valor, em relação ao livre arbítrio das pessoas. Na verdade, é assim que nós continuamos a fazer. Todavia, as pessoas que apenas petiscam ou as que têm medo de se aproximar da mesa, não podem é dizer baixinho: “Sabes, eu também queria, mas…“. Não! É necessário afoiteza! E, com isto, voltamos ao tema deste livro, onde se fala sobre o medo! É preciso não ter medo!

É

todos”. Bem, então é para todos, ou não é para todos?

Há preferências ou não?

O

preciso não ter medo de optar pela co-criação so não ter medo das consequências da co-criação!

do fundo do coração. E, o mais importante de tudo, é preci-

“Tá bem. Eu co-crio isso e depois?

Sei lá o que me vai acontecer!

Ai, não, nem pensar!

disserem o que é que me espera, eu não faço a co-criação.”

Senão me

Bom! Quem opta por esta renitência, devia andar com a lista das boas funerárias desta cidade, não é? Ou, pelo menos, a lista dos hospitais com vagas. Aliás, devíamos criar uma organização para fornecer essas informações. Se, agora, já vários hospitais disponibilizaram umas quantas vagas por causa do Euro 14 (seria uma vergonha não haver vagas para acolher as pessoas com as cabeças e os braços partidos!), também devia haver vagas para os “deficientes espirituais”. Devia haver sanatórios para esse tipo de recuperação! Agora não são 30 Avé- Marias, são 50 co-criações! Já! 50 co-criações, ajoelhado em cima do milho! Enquanto não acabar, nada feito! (Risos).

Temos esta dissertação sobre o Dia Mundial do Ambiente e hoje está um calor danado; vai haver mais incêndios, está claro. Porque esta é a fórmula dos outros. Eles também têm direito, não é?

Hoje põe-se mais fogo do que nos outros

dias”. Assim fala quem está no fim da fila! Eles também têm o direito de comemorar, não é verdade? Pois se a ideia deles é pôr fogo nas florestas, porque é que não hão-de pôr, hoje? “Pessoal! Hoje, é o Dia Mundial do Ambiente! Vamos dar cabo dele, de uma vez por todas” Outros dizem:

“O quê?

É Dia Mundial do Ambiente? É para pôr fogo, pá!

“O quê? Hoje é o Dia Mundial das Crianças? Porrada nelas, já!”

Seria para rir, se não fosse trágico! Estou a brincar, evidentemente, mas a verdade é que cada um esco- lhe e manifesta-se de acordo com o seu grau de consciência. Por isso é tão importante que esse grau se expanda. Para isso trabalhamos, fornecendo a farinha; cada um que faça o seu pão!

Todos os esforços, que qualquer ser humano possa fazer, com intenções de Paz, de limpeza, de sanea- mento e de harmonia, já demonstraram que dão resultado. Esse resultado foi uma coisa a que se chamou Convergência Harmónica. Ocorreu em Agosto de 1987, e permitiu o salto quântico potencial da Humanidade e do planeta para a 5ª dimensão.

Vamos fazer um intervalo. Quando ouvirem o sininho, voltamos para a parte prática.

Os meus agradecimentos a Carolina Jácome pelo seu trabalho de transcrição.

14 - “O Campeonato Europeu de Futebol – 2004” estava a realizar-se, nesta altura, em Portugal.

Parte II

A abolição dos preconceitos

Na segunda parte da “Reunião da Família… com Kryon”, (durante a qual ocorreu o lançamento do livro “O Jesus da Nova Energia” contendo uma palestra sobre o medo e uma canalização daquela entidade), foi dito o seguinte:

“Vamos colocar a nossa atenção no centro do peito visualizando o chacra cardíaco a abrir-se como se

Vamos levar essa

fosse uma flor que se abrisse ao Sol

abertura um pouco mais longe do que aquele ponto em que estava, na última vez que fizemos este exercí-

cio

Assu-

E, ao sermos a Fonte, dispomos de todas as

Vamos esticar as pétalas dessa for até ao máximo

Em silêncio, vamos dizer ao chacra cardíaco: "Abre-te um pouco mais"

Através deste gesto, ligamo-nos à Fonte

Com este gesto tornamo-nos capazes de ser a Fonte

mimos que somos a Fonte

nossas capacidades criativas enquanto seres galácticos

Sentimos que somos a Fonte

Nesse sentido vamos utilizar a nossa capacidade de visualização para imaginar uma gigantesca campânu-

A vibração desta campânula

de ionizar, com a frequência dourada, todo o éter que está sob ela, ou seja,

la de luz dourada

uma calote esférica

pousada sobre a cidade de Lisboa

tem a capacidade de irradiar

todo o espaço abrangido pela cidade de Lisboa, contribuindo, assim, para dissolver

dissipar

quaisquer

intenções menos luminosas que possam existir como potencialidades Utilizamos esta vibração sonora 15 para mais facilmente conseguirmos penetrar

perfurar

fragmentar

não só quaisquer bolhas de intenção de desamor, principalmente daquelas pessoas que pretendam efectuar

algum acto menos luminoso, mas também as bolhas do medo dos habitantes da zona algo pouco recomendável. 16

não ter medo do que acontece, quer estejamos envolvidos quer não. Um

Farol de Luz sabe que está onde tem de estar

co-criação sua

e que o que acontece no momento e no local onde está é

de que aconteça

É necessário não ter medo

Portanto, não há vítimas!

O medo atrai aquilo de que se tem medo!

Então, vamos manter a visualização da campânula dourada sobre a cidade de Lisboa, não só sobre uma

área específica, mas sobre toda a zona

intraterrenos de outros lugares do planeta, como se fosse um jogo de espelhos reflectores - vamos ver um foco de luz, com a vibração do amor de Gaia, a atingir a mesma zona da cidade, mas de baixo para cima

E vamos ver, vindo do centro da Terra - reflectido pelos centros

O diâmetro desse foco, vindo do centro da Terra para a superfície, para a zona abrangida pela cidade,

tem, exactamente, o mesmo diâmetro do que a campânula que está sobre ela, acima da superfície.”

(Pausa longa)

Eu sou Lúcifer, e gostaria de vos falar sobre o medo.

Noto a oportunidade e a necessidade de falar sobre o medo, porque apenas a pronúncia da palavra que

No

entanto, chegou o momento de dizer que os Humanos não têm medo de mim; os Humanos têm medo da minha representação dentro deles, o que completamente diferente

representa o nome com que sou conhecido na Terra

só isso já é o suficiente para provocar medo

Como sabem, uma profunda limpeza tem vindo a ocorrer, tem sido proposta aos Seres Humanos. Ora, os

níveis dessa limpeza estão a ser cada vez mais profundos

tipos

que o meu nome quer dizer - vocês têm de se transformar em Portadores da Luz!

Diria que estamos a chegar ao nível dos arqué-

E o meu nome é um arquétipo!

Para que eu retorne à condição de Portador da Luz - que é isso

Quando a Luz imperar, quando a Luz ligar as estrelas

quando a Luz ligar os povos estelares e as tribos

galácticas

eu serei, aos vossos olhos e à vossa percepção, a Luz que sempre fui.

Talvez se perguntem, talvez nunca tenham reparado, talvez nunca se tenham deparado com uma canali-

Mas decerto percebem que há uma

Decerto entendem que há fases que não podem ser antecipadas, sob pena de se porem em

zação, com uma transmissão da entidade que tem o meu nome

sequência

risco os resultados que se pretendem atingir

Estou a falar da recuperação da mestria pelos Humanos

Mas um dos aspectos essenciais à perda desse

medo significa a reposição da verdade

significa o desmantelar dos mitos

15 - Pedro Soares estava manipulando as suas taças tibetanas, gerando um silvo contínuo, agudo.

16 - No dia desta "Reunião da Família

tinham-se aperc ebido da possibilidade de haver um atentado. Daí este trabalho de meditação.

com Kryon" estava a decorrer, em Lisboa, o Rock in Rio, e algumas pessoas

Como também sabem, o Ser Humano, enquanto foi incapaz de enfrentar a sua própria escuridão, sempre

precisou de um bode expiatório

confundido com o Diabo

fosse confundido com outras entidades, e que sobre mim recaísse uma reputação Eu sou o vosso espelho!

Por isso me confundiram com o Diabo

ou fizeram com que eu fosse

Dito de outra forma: convinha aos interesses de quem reinava então, que eu

pouco interessante.

E, se querem fazer uma limpeza profunda, têm de retirar dos vossos registos a ideia que guardam a meu

respeito

dessa Fonte e, portanto, se instalasse o máximo da separatividade, e eu fui o criador dessa situação

Era necessário criar uma situação em que a energia da Fonte se sentisse afastada, ao máximo,

Eu sou o criador do Ego

simplesmente porque, para vocês fazerem o que tinham de fazer, precisavam

E

de um ego

compreendo que o arquétipo do ego cumpriu perfeitamente

Mas eu, como um anjo de alta estirpe, assumo a responsabilidade pelas minhas criações

Sei o que foi feito

Sei as consequências do que foi feito, tal como o médico sabe a dor que inflige a um

Talvez em certas circunstâncias não tivesse sido

Mas o livre-arbítrio do ego humano leva-o, por vezes, a ultrapassar as intenções do E, como compreenderão, eu não podia dizer aos meus seguidores: "Não é preciso

doente quando tem de operar

necessário ir tão longe seu próprio criador! fazer tanto mal "!

Diria que era inevitável

Tenho aguardado o momento ideal para fazer a minha aparição e, assim, confrontar-vos com um dos

níveis mais profundo do vosso medo

porque têm andado ocupados com o medo, diria menor, de ir aqui ou ali

ou não fazer

amigo Kryon revelou, o medo-essência é o medo da Iluminação

Portador da Luz, e que, portanto, não atingirão a Iluminação sem lidar comigo. Quem tem medo da Luz, necessariamente cria aquilo a que a na Terra se chama "trevas"

Aquele medo que muitos Humanos nem sequer sabem que têm

de dizer algo ou não dizer

Mas eu estou a falar-vos do medo-essência!

fazer

Como o nosso

Mas não se esqueçam de que eu sou o

Ou seja, medos-detalhe!

Mas também

já vos foi dito que têm de agradecer ao medo, pois ele é a mola propulsora que vos faz evoluir

Eu sou o Portador da Luz!

Sou o Portador da Luz disfarçado do Senhor do Medo, tal como vocês são

anjos como eu, mas disfarçados de Humanos

medrosos!

Então, estamos bem uns para os outros!

Um dos maiores desafios que, neste momento, se coloca à Humanidade, é amar incondicionalmente

E eu venho provocar-vos nesse sentido, pois pretendo que me amem incondicionalmente!

Poderão dizer que é um grandessíssimo descaramento

Mas julgam que, por ser Lúcifer, não vos

e sendo vocês a Luz, embora se

amo?

tenham esquecido disso?

Acham que, nestas circunstâncias, nesta cerimónia em que o eixo é Jesus 17 , acaso vos parece que eu me

Acham que anestesiei as outras

entidades

gada no "painel". Há tanto tempo apagada que poucos eram aqueles que supunham que, um dia, essa Luz poderia vir a acender-se! Imaginem o impacto de, numa sessão de lançamento de um livro de Jesus, canalizar Lúcifer! Isto é o que se chama "oportunidade"!

Como poderia eu não vos amar sendo eu o Portador da Luz

esgueirei para aqui e usurpei a vez de qualquer outra entidade canalizar?

ou que as enxotei?

Não

Apenas chegou o momento de se acender uma Luz, há muito apa-

Já imaginaram as consequências?

Já foi dito que é necessário desalojar os Seres Humanos da cristalização mental em que se encontram

Já imaginaram a confusão que isto vai causar?

E, neste momento, há que colocar o Ser Humano na posição de ir de surpresa em surpresa!

abrir o leque totalmente!

a "lâmpada", verão a Luz

É necessário

Quando tirarem o pano negro que e nvolve

É necessário limparem - me em vós!

e, então, chamar-me-ão de outra forma!

Sim, também eu estou ao vosso serviço

Vêem-me como masculino, mas

será que sou?

Não me transformem num ser tridimensional, porque eu sou da sexta dimensão, e na sexta dimensão não há diferenciação de géneros

E, por-

As minhas asas não geram sombras!

As minhas asas, abertas, não fazem sombra, fazem Luz!

porque chegou o momento de vocês abrirem as

vossas asas, gostaria que me considerassem como vosso igual. Não tenham medo, porque não há medo para ter! Não continuem a projectar sobre mim o medo que sentem acerca do que o vosso "lado sombra" poderá ser capaz de fazer Têm aberto muitas portas e passado através delas, mas, agora, chegou o momento de abrirem a porta

que tem o meu nome

é uma ilusão

acreditar

É com esse medo que eu pretendo que se confrontem, apenas para verificarem que

para perceberem que o jogo galáctico é muito mais complexo do que aquilo que vos fizeram

que chegou o momento de as vossas asas serem abertas

17 - Esta "Reunião da Família

rum-Novalis) contendo uma palestra sobre o medo e a canalização de Jesus sobre o mesmo tema.

com Kryon" foi dedicada ao lançamento do livro "O Jesus da Nova Energia" (Ed. Angelo-

(Pausa)

Olá, meus anjos, eu sou Yasmin. Outra surpresa! Desta vez do "lado contrário"

pensam vocês

Mas apresento-me, apenas, para vos dizer: Abram o

Não se trata de ignorância, trata-se, apenas, de falta de

vosso coração

amplitude espiritual Para algumas pessoas presentes, não é fácil

Abram o vosso coração!

É demais!

Decidam-se a acabar com essa história de espreitarem pelo buraco de uma agulha! Esta transmissão poderia ter como tema: A Abolição dos Preconceitos.

Esta transmissão é um desafio para amarem o Espír ito em todas as suas formas de manifestação.

Gostaria de vos pedir que não fugissem

lembrem-se de

que estão a fugir de vós mesmos de fugir.

Esse é o desafio que aqui fica, embrulhado no amor de todas as entidades presentes - que são muitas e de vários géneros - mas todas elas empenhadas no mesmo objectivo. Que não fique qualquer dúvida acerca disso!

Lembrem-se de que, como foi dito, a ascensão trata de integrar, não

E, se fugirem, se acaso se sentirem a fugir

Antes de emitirem qualquer juízo de valor

antes de julgarem

antes de darem opinião, façam um pou-

co de silêncio e oiçam o vosso coração a respeito do que foi dito.

Alguns dados sobre a Co-Criação

Excerto do Capítulo 11 do Livro 2 de Kryon – Não Pense como um Humano

O que se segue, diz respeito às «ferramentas» que referi e que vocês utilizarão para co-criar. Há quatro

aspectos que convém saber acerca da co-criação:

1)

Intenção

2)

Realidade

3)

Verbalização

4)

Autocriação

Se desejam utilizar este Novo Poder da co-criação, têm, pois, que considerar o seguinte:

INTENÇÃO - Para co-criar e permitir que a electricidade – o Espírito – flua para o vosso corpo humano (para que a vossa plena essência espiritual flua para a vossa essência física), têm que mostrar, previamente, ao Universo a intenção de que tal aconteça. Nesse sentido, têm que reconhecer o vosso carma, caminhar através dele ou solicitar o Implante Neutralizador, pois é muito importante que se desprendam do carma e adquiram a «leveza» necessária para que o poder criativo possa ocorrer. Esta é a razão pela qual o Livro 1 de Kryon, tal como foi traduzido pelo meu sócio, abordou sobretudo o Implante Neutralizador, precisamente para vos dar a conhecer a possibilidade de se desprenderem do carma. A intenção é, pois, o primeiro passo essencial. No entanto, desde que tenham verbalizado a intenção através dos vossos guias, e que esta tenha sido reconhecida pelo Universo, não têm que ficar à espera (o Universo é concreto e respeita a vossa inte n- ção, como se anos de trabalho tivessem passado).

A vossa mensagem põe em movimento os mecanismos que vos permitirão desprenderem-se do carma, e

fará surgir situações que, de outro modo, teriam permanecido enterradas no fundo da vossa existência. Acresce que esta situação também produzirá uma troca de guias. Mas, enquanto tudo isto se passa, vocês podem começar a co-criar imediatamente, pois a intenção é tudo. É absoluta. Não se pode desfazer uma intenção manifestada. Tenham muito cuidado antes de a verbalizarem, pois decerto vos acontecerão coisas – no mais puro Amor e total propriedade, simplesmente porque as pediram. Reconheçam o que é a intenção (como expressá-la). É um momento sereno no qual falam com o Espírito; é um momento sagrado, que

vocês mesmos elegem, no qual dizem ao Espírito:

Desejo assumir o meu poder e co-criar. A minha intenção é prosseguir (converter-me) num ser de luz. A minha intenção é usar o dom da Nova Energia correctamente.

Eis tudo o que é necessário. (Este «ser de luz» é o nome que Kryon dá àqueles que expressaram a inte n- ção, que se desprenderam do carma e permitiram que todo o potencial da essência espiritual fluísse para o seu corpo físico.)

e é o mais duro. Como Humano, vocês passam a vida a sen-

tarem-se numa cadeira

humana, esta realidade da cadeira é como uma ferramenta: suporta-vos enquanto estão sentados nela. A

Nova Energia do poder co-criativo também é uma ferramenta: suporta-vos enquanto estão vivos. E nada se passará, a menos que lidem com ela com a mesma naturalidade com que lidam com a cadeira. Permitam-me dar-lhes um exemplo de Realidade, enquanto vos levo numa viagem imaginária. Não se trata de uma viagem a um período situado há 3.200 anos, como na época de Moisés e do Mar Vermelho, mas de uma viagem a um período situado somente há 200 anos. Convido-vos, em fantasia, a visitarem comigo a costa leste deste país (Estados Unidos). Quando os Humanos lidam com o Espírito e com Kryon, estão a lidar com uma Entidade sem tempo, que desconhece o tempo linear, tal como os Humanos o conhe-

cem. De facto, eu vejo tudo como se estivesse a ocorrer agora

Então, imaginem que vão assistir a uma reunião comunal numa pequena cidade da costa leste do vosso país, numa época em que, tanto o país como a sua cultura eram muito jove ns, e em que toda essa região vivia de forma muito «quente». Levem convosco uma pequena calculadora electrónica portátil e, quando

REALIDADE - Este é o segundo aspecto

sem nunca considerarem se a cadeira aguentará o peso! Para a vossa mente

tal como acontece com esta fantasia.

chegarem, mostrem-na aos presentes. Sorriam-lhes com Amor e, nesta fantasia, observem a reacção deles, por lhes terem apresentado um instrumento mágico. Observem o medo deles! Se esta viagem não fosse imaginária, se não pudessem interrompê-la em qualquer momento, a situação decerto evolucionaria até se transformar numa verdadeira tragédia para vocês. Sim, eles acabariam por classificá-los de «malignos», garantindo que vocês tinham vindo da escuridão. E decerto vos destruiriam somente por lhes terem apre- sentado um instrumento do «futuro». Como compreenderão, esse instrumento ou ferramenta, não se encontrava na realidade deles. A sua cultura rejeitava-o, pois não estavam preparados para entender tal objecto. Nas suas mentes, era algo mágico, tão trágico que o consideravam diabólico. Podem agora perceber o medo que a vossa pequena máquina causou nessas pessoas, assim como a sua incapacidade de aceitarem que tal objecto poderia representar, para elas, algum tipo de «realidade». Examinemos este objecto que levaram convosco: na sua forma actual, custa menos do que a comida para um só dia. É um objecto sem qualquer importância; se o perderem, não perdem grande coisa. Acaso é algo mágico? Claro que não. É algo compreendido? Claro que sim. É comum? Evidentemente. O que aconte- ceria se vocês levassem a máquina de calcular para uma reunião do tempo actual? A resposta é muito sim-

ples: não aconteceria nada, porque, hoje em dia, é uma coisa totalmente aceite; faz parte da vossa realida-

de actual. Vocês continuam a ser Humanos, e esta fantasia só ocorreu há 200 anos. Mas

ça?

Por conseguinte, este segundo aspecto da nossa série de quatro, consiste em ser capaz de aceitar as

novas ferramentas como Realidade

embora possam parecer «mágicas». Lidem com elas como se fossem a

cadeira onde se sentam. Usem-nas e esperem pelos resultados. E saibam que são vossas, pelo simples facto de as terem solicitado e de terem passado a ser propriedade vossa. Estas ferramentas não se encontram na

imaginação de alguém, mas, se se aproximarem delas com curiosidade e incredulidade, elas não funciona- rão. Então, irão sentir-se frustrados e tudo isto não vos servirá como gostariam que tivesse servido.

qual é a diferen-

Ah! Compreendem agora como a «magia do passado» se converte na realidade do presente?

VERBALIZAÇÃO

O terceiro aspecto refere-se ao mecanismo da verbalização

um tema igualmente fundamental.

Vocês começaram por oferecer e o Universo recebeu a mensagem da vossa Intenção; depois, viram a verdade nas ferramentas que têm ao vosso dispor como Realidade e, agora, verbalizarão a sua utilização para o Universo, através dos guias, de modo que, enquanto Seres Humanos em aprendizagem, possam comprovar por vós mesmos a sua eficiência. Não desprezem estes detalhes, meus caros, porque a verbaliza-

ção tem um objectivo. Se não conhecem este objectivo, ele aqui está:

É importante que os vossos próprios ouvidos oiçam o que é dito pela vossa própria boca.

As palavras são projectadas para o ar e regressam à vossa mente humana, que ouve o que está a ser pedido. E, neste processo, tais palavras «confirmam» o que o Espírito deseja ouvir, vindo de vós. Desta forma, dado que o corpo físico e o corpo astral ouvem, simultaneamente, a mesma mensagem, produz-se a fusão das duas mentes (a física e a astral). Já vos falei aqui de Amor e de luz, e disse que ambos são a mesma coisa. Nesta mesma sala, levei-os pessoalmente a uma viagem à parte mais interna do átomo. Mostrei como este poder invisível de Amor defi- ne actualmente os arcos (as órbitas) dos átomos, mantendo-os separados uns dos outros, contendo-os, e mostrando que a «matéria», que é feita de Amor, está presente no nível celular, no nível atómico, assim como no nível astronómico. Referimo-nos a este Amor como algo que tem substância e é denso. Agora mesmo, ao sentirem os braços do Universo à vossa volta, sabem que isto é assim, porque é fluído.

É através da verbalização que o fluído do Amor se distribui entre a vossa essência, enquanto «peças de Deus», e a vossa essência, enquanto Humanos em aprendizagem.

Isto é essencial! Portanto, a verbalização do que desejam e necessitam deve ser feita em voz alta. Quando, na velha energia, vocês pensavam os vossos pensamentos, eles produziam-se e convertiam-se em realidade, porque, naquele tempo, podiam «levantar» o véu temporariamente e recolher o que tinham pedido, até que o véu regressasse ao seu lugar. Para que isto fosse possível, bastava pensar nas coisas, pois o pensamento também é energia, Agora, porém, para alcançarem e desfrutarem do vosso poder absoluto, têm que acrescentar a verbalização.

AUTOCRIAÇÃO

O último aspecto é outro atributo crítico da consciência, pelo que devem aprender como funciona.

Vocês podem co-criar, com propriedade, tudo o que desejam. Se já se desprenderam do carma, se são iluminados, é claro que não criarão acontecimentos inoportunos, quer para vós mesmos, quer para todos aqueles que vos rodeiam. Se tal não se verificar, mas, mesmo assim, tentarem co-criar, não criarão nada. Ao co-criarem vocês somente autocriam. Vejamos isto mais detalhadamente, pois é um conceito difícil:

O que vocês fazem permanentemente é aumentar a vibração do planeta. É certo que existe o carma de grupo, a acção de grupo e o poder de grupo. É certo, igualmente, que, formam um grupo enquanto estão reunidos aqui, nesta sala, diante do Espírito. Mas, quando utilizarem o poder, utilizam-no pessoalmente. Estar aqui é algo pessoal para cada um de vós, a fim de poderem criar, pessoalmente, para vós mesmos. Não façam com que nenhum outro ser intervenha nas vossas criações; se o fizerem, o vosso poder não fun- cionará. Poderão ripostar: «Mas como é que pode ser isso, se o meu desejo é somente criar paz numa rela- ção, ou benesses para os meus filhos?». Permita que lhe ofereça um exemplo de como isto funciona:

Parábola do poço de alcatrão

Imagine-se junto de outros seres humanos, dentro de um poço de alcatrão, coberto de alcatrão,

envolto nessa sujidade da cabeça aos pés. Este é o vosso estado imaginado. Então, de repente, você

ain-

da que continue totalmente submerso no alcatrão. Ao utilizá-la, você surgirá diante dos outros como alguém que se «destaca», pois será diferente: será branco e limpo, enquanto que todos os outros à sua volta continuam cobertos de alcatrão. Por conseguinte, você co-criou a limpeza para si mesmo. Agora, vejamos:

Julga que quem o rodeia o ignorará? Irão os outros ignorá-lo enquanto caminha livremente, sem que o alcatrão o suje ou dificulte o movimento dos seus pés? Serão capazes de o ignorar enquanto observam como o alcatrão toca o seu corpo mas não o mancha? Ah! Repare! Eles, agora, estão pres- tes a mudar! Então, o que irá acontecer em função desta limpeza? Primeiro, passará a ter paz, vá você aonde for, pois eles deixar-lhe-ão o caminho desimpedido; segundo, irão perguntar-lhe como é que conseguiu. Então, quando descobrirem a «ferramenta secreta de Deus», cada um deles começará a utilizá-la para si mesmo, pelo que passará a haver cada vez mais «limpos». Ou seja, cada um criará, pessoalmente, para si mesmo. Depois de um certo tempo, ao observar aqueles que o rodeiam, verá que metade deles, ou mais, já estarão «limpos». Então, detenha-se e pense um pouco no que realmente aconteceu. Você não pediu

a nenhum deles para que se «limpasse». No entanto, tal «limpeza» é o resultado criado por um, para

muitos. Ora, acontece exactamente o mesmo quando você se encontra «coberto» por uma situação compli- cada com outra pessoa, cheia de atributos cármicos negativos e obscuridade. No entanto, a única coi-

sa que você deseja - que desejam todos – é a criação de paz ao redor da situação: então crie essa paz

e fique a observar o que acontece à outra pessoa. Porque, quando você recebe paz sobre uma situa-

descobre uma ferramenta «mágica» de Deus, capaz de limpar o seu corpo e de o manter limpo

ção, o carma (que gerou a negatividade), ter-se-á desprendido, pelo que a continuação da interacção negativa entre os dois, deixará de fazer sentido. Lembrem-se, meus queridos Seres Humanos: se detectam algo relacionado com um indivíduo, que vos parece doloroso ou problemático, isso deve-se, pelo menos em 50%, ao vosso próprio carma pes-

soal. Assim, desde que se tenham desprendido da vossa parte pessoal do carma, ficará a faltar «metade». Deste modo, a razão cármica será «desarmada», e evitarão o contrato cármico, assim como o respectivo «embate» que seria necessário para a eliminar. Em consequência, quem está ao vosso lado mudará. Ocorre o mesmo quando pedem pelos vossos filhos. Rezem e criem para vós mesmos, e observem

o que lhes acontece, pois produzir-se-á uma reacção instantânea em todos aqueles que vos rodeiam,

enquanto vocês estão em processo de mudança.

Quais são as coisas adequadas que se podem pedir? Para vós mesmos, podem pedir abundância. Na vossa cultura, podem pedir uma corrente de depósitos bancários; podem pedir paz para aqueles casos que parecem impossíveis de pacificar; podem pedir objectivos; podem pedir tolerância acerca daquelas coisas e situações que, antes, «excitavam» o vosso carma e vos punham coléricos. Peçam, e obterão resultados.

Todas estas co-criações são correctas, mas, antes de as fazerem, convinha saberem o seguinte:

a) Não solicitem nada específico. Por exemplo, se precisam de dinheiro, não peçam ao Espírito para que os devedores lhes paguem; confessem que, para viverem decentemente na vossa cultura, precisam de

abundância financeira. Depois, permitam que seja o Universo a encontrar os caminhos para satisfazer esse pedido.

b) Não façam suposições acerca de «como» pretendem ver realizados os resultados do que pediram, pois

isso será limitar o Espírito. Lembrem-se que nós (o Espírito) somos literais e tratamos de satisfazer, realmen- te, as petições que vocês nos apresentam.

Por conseguinte, agora que já conhecem os quatro aspectos da co-criação, podem solicitar os vossos

objectivos

Talvez vos pareça estranho que, numa cultura que ensinou os Seres Humanos a menosprezarem-se a si mesmos, alguém surja agora a dizer para se considerarem como um «fragmento de Deus». Numa cultura em que cada Ser Humano é visto como um entre muitos, talvez pareça estranho que o Espírito vos peça para co-criarem somente para vós mesmos. Porém, os mecanismos são maravilhosos e o poder é imenso,

pois cada um de vós será visto como especial, e quem vos rodeia abandonará as suas interacções cármicas

para que as vossas se esvaziem, se anulem e desapareçam

mas não digam ao Espírito como eles haverão de ser alcançados.

Notam como a interacção se apresenta?

Excerto do Capítulo 3 do Livro 3 de Kryon – A Alquimia do Espírito Humano

O novo Ser Humano é um dos que está capacitado. Já utilizámos esta palavra, o que significa que uma dessas capacidades é a co-criar. Este é, talvez, um dos dons mais elevados desta Nova Energia. Pois co-criar significa que vocês, o Espírito e os outros Humanos que vos rodeiam, são os criadores a sua própria realida- de. Talvez isto pareça um paradoxo, pois foi dito que devem co-criar só para vós próprios. Porém, quando alguém começa a co-criar para si próprio, afecta positivamente quem o rodeia. Revejam a parábola do poço de alcatrão, previamente publicada (Livro II de Kryon), para saberem do que estamos a falar. Esta é, pois, a forma como funciona a co-criação: você co-cria para si mesmo, mas outros são afectados

e ajudados; alguns deles são, inclusive, iluminados. Tudo isto só porque co-criou para si mesmo.

Há vários atributos da co-criação que devem relacionar com a vossa cultura, para melhor poderem compreender estas coisas.

1) O primeiro é a abundância. O Espírito utiliza esta palavra com o significado de suficiência numa

base quotidiana. Ora, se vocês estão sempre no “agora”, também cada dia está. Suficiência, portanto, significa suficiência para a vida, tal como se vive no “agora”. Isto é abundância. Acaso a definição de um Ser Humano rico seria diferente de: uma suficiência para toda a vida? Embora esta seja uma das novas ideias mais difíceis de compreender, é algo que, efectivamente, podem compreender. Ao “gra- duarem-se”, com a intenção de receberem o Implante Neutralizador como Humanos da Nova Era,

começarão a aprender como criar a própria abundância. No passado, utilizámos o exemplo da ave mas talvez achem o exemplo demasiado simplista. No entanto, meus queridos, apesar de a ave des- perta r com apetite, a primeira coisa que faz é pôr-se a cantar. Ela sabe que tem abundância e suste n- to, pois co-criará o seu alimento numa base diária. Não se preocupa com a proveniência do alimento,

pois sabe que se alimenta diariamente - habituou-se a isso - e que as suas necessidades serão satisfei-

Ao fim

tas. Porém, alguns dizem: “Sim, mas como se pode comparar uma ave com um Ser Humano?

e ao cabo, os Seres Humanos têm intelecto, inteligência e tendem a preocupar-se. São muito diferen- tes das aves”. E eu, querido Ser Humano, digo o seguinte: a capacidade que o leva a saber que o

intelecto e a inteligência “se preocupam” por si, também lhe permite compreender que o intelecto e a

inteligência “se preocupam”

go. Podem intelectualizar-se até à morte, até à doença e ao desequilíbrio, mas só quando isso se com-

Ah!, quando a natureza intelectual

binar com o plano espiritual, com a intuição e com o Eu Superior

e a inteligência se combinarem com o Eu Espiritual, isso significará o equilíbrio do Humano da Nova

Era. Esta tríade que surge aqui - intelecto/inteligência/Eu Espiritual - é perfeitamente clara para aque- les que, novamente, vêem em tudo isto o poder do “três”.

contra si! Voltamos a dizer que o intelecto sem intuição é o vosso inimi-

2) O segundo atributo da co-criação - que devem relacionar com a vossa cultura, para melhor compreen-

derem estas coisas – diz respeito às relações. Nem é preciso dizer que, por vezes, este atributo é o mais difícil. Falamos das relações de todo o tipo: de mães e filhas, de pai e filhos, e de relações entre sócios. Todo o âmbito das relações vos foi oferecido como prova. Cada vez que experimentar dificuldades neste âmbito, convido-o a co-criar a sua própria forma de sair delas. E, ao fazê-lo, observe como a situação muda,

repare na reacção do seu companheiro ou companheira. Neste âmbito esperam-no verdadeiros milagres sempre e quando esteja disposto a acei tá-los. Alguns dos presentes ainda estão à espera de encontrar o parceiro ou a parceira adequada. Mas, o que estamos a dizer é que estas coisas se podem co-criar com

resultados maravilhosos. Somente pedimos paciência, pois as “janelas da oportunidade” estão a ser prepa- radas enquanto esperam.

3) O terceiro atributo do Humano da Nova Era encontra-se no âmbito da saúde e da cura. O Humano da Nova Era compreende o conceito da autocura, pois descobriu algo muito importante. É crítico o matrimó-

nio do intelecto/inteligência/Eu Espiritual (uma vez mais encontramos a tríade), com a biologia. Não podem

deambular por aí com a vossa natureza humana e biologia pensando que o Espírito reside na cabeça

quanto que o resto é só carne (o público ri). No entanto, há quem faça isso. E, quando as coisas correm mal para o corpo, dizem: “Isto ou aquilo funcionou mal”, ou então: “Isto ou aquilo fez-me mal”. Assim, comece por fazer um matrimónio com a sua biologia. Peça-lhe que fale consigo e que seja una consigo mesmo. E,

quando algo o irritar ou causar dor, examine porquê. Comece por pensar no seu corpo como “nós”, em vez de pensar nele como uma coisa. Isso servi-lo-á, pois o Humano da Nova Era vê todas essas partes apenas como uma. Isto é uma informação fundamental para quem deseja viver muito te mpo! E, falando disso, para aqueles que se desprenderam do carma, dizemos o seguinte:

en-

O motor do carma é, de facto, a morte e o renascimento. Ora, quando alguém se desprende dele deixa de haver razão para a morte.

Em consequência, convidamos o Humano da Nova Era a viver uma vida muito prolongada, muito mais prolongada do que poderá imaginar. Tornem mais lento o processo de envelhecimento e procurem co-criar espiritualmente para eliminar a “hormona da morte”. Tal como já canalizámos, isto está ao alcance da vossa

capacidade

para vós, que vai contra tudo o que vos foi dito até ao momento.

4) O quarto atributo do Ser Humano da Nova Era é a magia . No planeta, há quem seja capaz de ter a magia. Tal como o meu sócio vos disse anteriormente, meus queridos, isto significa o que foi explicado no 11:11 e no 12:12: as entidades que, gradualmente, estão a abandonar este planeta passam-vos o archote. Portanto, este Humano da Nova Era - que é você - é capaz de ter a magia. Oh, alegre-se com esta notícia, pois é a primeira vez que dizemos isto desta forma.

ainda que requeira prática. Nem todos poderão fazê-lo imediatamente, pois é uma novidade,

Aqueles que desejam mover-se até à ascensão, terão a magia. Os que não desejam mover-se até à ascensão, mas desejam ser Portadores da Luz e Trabalhadores da Luz, também terão a magia.

até certo ponto. Cada um ocupa um lugar, é detentor da iluminação e guar dião da

verdade, pois o archote foi-vos passado pelos Devas, pelos que vivem nas rochas da terra mas estão a desaparecer. Todos eles, ao respeitarem quem são, ao sorrirem para o que são e ao deixarem o planeta, fazem-no com respeito, não com tristeza, pois nunca acreditaram que uma coisa assim pudesse acontecer. Aqui a palavra-chave é apreço. Toda a magia que vocês lhes atribuíram é vossa, agora. Passaram a ser os únicos detentores da energia do planeta, e já não têm de a compartilhar com quem a guardou, para vós, durante tanto tempo. Não há tristeza alguma na sua partida, acreditem! ?

Todos podem tê-la

5) O quinto atributo do Humano da Nova Era é a paz. Portanto, ele é pacífico. É pacífico porque recorre

à visão global e compreende o que está a acontecer. Por vezes chamámos a isto “paz injustificada”. Esta

ainda que a desordem

reine à sua volta. É possível que o caos venha a desencadear-se muito perto de si. No enta nto, ao olhar quem se encontra submergido no caos, você está em paz, pois sente-se seguro no plano que criou, experi- mentando uma sensação de serenidade, à margem do que esteja a acontecer. Este atributo diz, inclusive, que até diante do falecimento das pessoas queridas podem permanecer em paz, pois sabem perfeitamente

expressão talvez surpreenda. Trata-se, porém, de uma espécie de paz que se sente

que elas assim planificaram o sucedido, antes de aqui terem chegado. Este tema já foi referido no passado, tal como é incorrecto lamentar a ausência de alguém. Talvez algum dos presentes tenha perdido uma pes- soa querida, recentemente. Saiba, porém, que ela se encontra entre aqueles que, agora, nesta mesma sala,

o amam. Por conseguinte, meus queridos, acaso se apercebem da visão global?

“vir”?

reconhece que é o seu próprio antepassado. Ah! quanto humor cármico existe em tudo isto! Imaginem-se deixando mensagens destinadas a vós próprios, uma e outra vez, para, muito tempo depois, regressarem para as procurar e encontrar. Vocês perte ncem a todos os tipos de culturas e cores, inclusive enquanto permanecem nesta sala ou lêem estas palavras. Este é o atributo do Humano da Nova Era.

Dão-se conta do “ir” e do O Ser Humano da Nova Era

E da unicidade do planeta com todos vós, também se apercebem?

6) O sexto e último atributo, resulta ser o mais difícil para muitos Humanos, pois vai sendo adquirido com

o decorrer do tempo: paciência e tolerância. O Humano da Nova Era é tolerante com o seu “próximo”

que não está iluminado. Por ser um tema muito delicado, dificilmente se aperceberão enquanto não o reco- nhecerem em vós próprios. Quando outros vos criticarem, somente a tolerância, paz e a paciência vos aju- dará a voltar a amá-los, pois aperceber-se-ão que eles estão a passar por onde vocês já passaram. Por isso, não os julgarão. A admirável característica do Humano da Nova Era quando se vê acusado, é a de pensar no acusador e amá-lo, em vez de pensar em si próprio. É algo fácil de fazer, pois fará parte integrante da sua natureza enquanto Humano da Nova Era. E, ainda que os adversários sintam dificuldade em acreditar nesse sentimento, ele seguirá o seu caminho sem julgar, considerando-os como parte do seu próprio processo tal como planificou antes de aqui chegar. Esses adversários fazem parte da sua vida por acordo prévio, mas,

desde que ele se tenha desprendido do carma, encontra-se perante um muro de ladrilhos

veu retirar um por um! Assim, considerando seu processo de vida, é correcto que eles façam parte desse jogo. Meus queridos, é fundamental saberem do seguinte: talvez alguns desses “parceiros de jogo” nunca venham a receber o vosso nível de iluminação. No entanto, encontram-se no caminho que vocês estão a percorrer! Não são diferentes; a sua presença foi planificada com antecipação. Eles têm um caminho e uma viagem própria para realizar. Assim, criticá-los e julgá-los seria como criticar e julgar a vós mesmos, pois cada um deles faz parte do vosso plano colectivo.

os quais resol-

Excerto do Capítulo 6 do Livro 6 de Kryon – Em Sociedade com Deus

Regras da co-criação

“Quais são as regras da co-criação?”, poder-me-ão perguntar. Não há muitas, mas, geralmente, uma das principais é mal interpretada. Por isso, vamos clarificá-las:

Vocês só podem co-criar realidades para vós mesmos. Alguns perguntaram-me: “Kryon, isto, porventura, quer dizer que não podemos rezar pelos outros? O que acontece com a energia de um grupo, que reza em conjunto, pela cura dos que mais necessitam?”. Vamos dar-vos um exemplo e vamos, mais uma vez, usar o do comboio. Então, é assim: Numa linha estão dois comboios; um é o vosso e o outro pertence a outro ser humano. Cada um de vós pode fazer o que quiser com o comboio do outro, sempre que seja para o melhorar. A máquina ali está, resfolegando, pronta para avançar. Em relação à máquina do outro ser humano, e se assim o entenderem, é-vos permitido oleá-la, limpá-la, pintá-la, puxar-lhe o brilho, enfim, pô-la mais bonita, fazê-la sentir-se em paz e dar-lhe confiança. Tudo vos é permitido, excepto uma coisa: não podem alimentar o seu fogo (não podem fazer nada para fazê-la avançar). Quanto ao vosso comboio, é-vos permitido tudo, incluindo alimentar o fogo, colocando carvão na caldeira, para que avance. Assim, a velocidade e a direcção que a vossa máquina tiver, é decisão vossa e só vossa. Só vocês podem fazer movimentar a vossa própria máquina. Acaso estamos querendo dizer que não podeis rezar por outros? Não. O que dizemos é que podem transmitir-lhes boas energias para que alcancem a sua Paz, a sua preparação e cura. Mas, meus queridos:

Só eles podem fazer com que as suas vidas avancem. Só eles podem equilibrar-se a si próprios com a sua própria intenção.

Curadores, oiçam isto, pois já o dissemos antes e está directamente ligado à co-criação (e muitos de vós

já o entenderam claramente) - alguns facilitadores receberam pessoas que voltam uma e outra vez pedindo-

lhes sempre a mesma cura. Vocês preparam-nos, equilibram a energia à sua volta e fazem com que a cura esteja disponível para eles (ou seja, preparam tudo para que eles possam avivar o fogo do seu comboio).

Vocês tiram as pedras do caminho e, quando eles se levantam da marquesa estão novamente em Paz e

prontos para desenvolver o seu potencial Divino. O processo é deles. E, conforme escolham, podem activar

a máquina do seu caminho com intenção ou não. Podem, inclusive, escolher fazer marcha-atrás e voltar às

marquesas para que vocês os preparem novamente. Para além do que fazem, não há mais nada que, como curadores, vocês acrescentar para eles avançarem. Compreendam, no entanto, que os facilitadores têm um papel muito importante, pois existem muitos Humanos que necessitam deste tipo de equilíbrio até que, eles próprios, possam alimentar as suas máquinas e avançar com a sua própria Intenção. Como resultado, o facilitador de cura é, frequentemente, o catalizador para que os seres humanos se liguem ao seu poder, equilibrando-lhes a energia e preparando-os para avançarem por si mesmos. Quando chega a hora de fazer avançar o comboio pelo seu próprio percurso, o caminho é feito individualmente… e não se leva ninguém a acompanhar. Esperamos que este exemplo deixe bem claro como podem rezar pelos outros e como só

podem co-criar para vós próprios, através da intenção. Só podem movimentar a vós próprios, dentro dos vossos próprios contratos.

Sobre a intenção

Já vos dissemos que a Intenção é extremamente poderosa, uma vez que ela contém a sabedoria do pró- prio Espírito. Pense um pouco no significado de “co-criação” - aqui reside a mecânica da nova ferramenta e da nova dádiva - visto que “co” significa “você e o Espírito”. Neste caso, o Espírito é o seu Ser Superior, a “peça” de Deus e a peça do Amor, que transporta consigo, proveniente da Grande Fonte Central. Cria-se negatividade para os outros? Algumas pessoas disseram-me: “Esta história da co-criação é uma coisa perigosa. Nós, humanos, podemos criar coisas más para os outros. Se não tivermos cuidado pode, inclusive, levar-nos a criar coisas más para nós próprios!”. A isto, nós dizemos: “Oh queridos! Libertem-se dos vossos medos”. Lembrem-se dos axiomas:

1) Só podem criar para vós próprios (não o podem fazer para outros). 2) A palavra “co-criação” refere-se à sociedade com Deus!

Vocês não percebem o ponto sagrado que cria a inte nção espiritual! Ainda não entenderam o significado deste “co”. Quando, por qualquer motivo, expressam a intenção de querer caminhar de mãos dadas com o Espírito de Deus, não há nada de diabólico ou obscuro que possa chegar às vossas vidas. O “diabólico” define-se como uma essência totalmente carecida do amor de Deus. Enquanto permanecerem de mão dada com a “co-criação” espiritual, estão a criar com Deus; não podem criar nada de mal para ninguém porque isso é, simplesmente, impossível, dentro do esquema de um coração puro ou dentro do que é permitido por esta dádiva. Não é possível fazer tal coisa. Não entra na consciência do Amor. Por isso, deixem de se preocupar; permitam que a vossa intenção seja pura e avançarão na vossa co-criação. É impossível expressar uma intenção pura, de mãos dadas com o vosso Ser Superior e, ao mesmo tempo, causar algo de negativo para as vossas vidas. Escutem bem o que vos digo pois esta é a verdade pura: o processo co-criativo é um mila- gre da sociedade homem/Deus e contém as sementes para que todos, à vossa volta, sejam beneficiados. É a consciência da vossa dualidade, baseada no medo, que vos diz o contrário. E, quanto a prejudicarem-se a vós próprios, a única forma de isso ocorrer é fazendo uso da intenção sem a “sociedade”, fazendo uma ver- balização negativa em vez de uma co-criação. A ausência do “co” não inibe o poder humano da intenção, que continua muito activo e potente. Quando assimilarem este conceito, na sua totalidade, perceberão como podem instruir os vossos corpos e consciência, face ao medo, à ansiedade, ao sentimento de vítima e à ausência de auto-estima. Eles “ouvem” tudo o que vocês dizem.

Este texto pode ser divulgado sem restrições

Vitorino de Sousa www.velatropa.com