Cerimonial de Investidura e Passagem

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Cerimônias

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VIVÊNCIA E ANIMAÇÃO

DA FÉ
Assistência Nacional
Colecção: SEMPRE ALERTA!
- A.E.A -

8.3
cerimoniais
INVESTIDURA
PASSAGEM
PARTIDA1
(Agrupamento S. Paulo da Cruz) - CELEBRAÇÕES - ESCUTEIROS
PERTENCE A :
___________________________________________________

AGRUPAMENTO: ____________________________________
REGIÃO: ___________________________________________
BAIRRO/RUA ONDE VIVO: ____________________________
CONTACTO: _____________________

Colecção SEMPRE ALERTA


VIVÊNCIA E ANIMAÇÃO DA FÉ
8.1 Velada de Armas (Vigilias de Oração)
8.2 Promessas
8.3 Cerimoniais

ASSISTÊNCIA NACIONAL DA A.E.A


CHEFE ESCUTA
D. Óscar
ASSISTENTE NACIONAL
P. Zézinho
ASSISTENTES - IGREJAS
Igreja Evangélica Congregacional: Diácono Anibal Felizardo.

DESIGN / EDIÇÃO / CONTEÚDOS


P. Rui Carvalho, Missionário Passionista, CP
(Assistente do Agrupamento S. Paulo da Cruz - Região do Uíge)

Colabora connosco enviando sugestões, dúvidas e correcções para:


2 ESCUTEIROS
domzeca63@[Link]; - CELEBRAÇÕES
ruicarvalho20@[Link]; (Agrupamento S. Paulo da Cruz)
cerimoniais
INVESTIDURA
PASSAGEM
PARTIDA
(Agrupamento S. Paulo da Cruz) - CELEBRAÇÕES - ESCUTEIROS
3
RG A.E.A.

ANIMAÇÃO DE FÉ NA A.E.A.
Art.º 216°
(Formação na Fé)
A formação na fé deve ser proporcionada regularmente, de acordo com
o método específico de cada Secção e nesta integrada, tendendo a criar
um espírito de justiça social.

Art.º 217°
(Participação em celebrações)
1. Recomenda-se que o Agrupamento, Unidade, Bando, Patrulha ou
Equi­pa, participem regularmente em celebrações de ordem religiosa,
devendo os seus Membros apresentar-se correctamente uniformiza-
dos.
2. Recomenda-se, em relação ao ponto anterior, o escrupuloso cumpri-
mento do artigo 23° deste Regulamento.

Artº 218°
(Actividades de campo)
Nas actividades de campo devem ser previstos tempos de reflexão re-
ligiosa, que ajudem a conferir um sentido de fé a todas as experiências
fortes da vida.

Art.º 219°
(Velada de Armas)
Todos os Aspirantes e Noviços, na véspera da sua Promessa ou In-
vestidura, devem ter um tempo de «Velada de Armas», se possível que
se associem todos os outros Escutas e Dirigentes, as famílias e a comu-
nidade social.

Art.º 220°
(Assistentes)
Os Assistentes devem esforçar-se para que todos os Escutas cumpram
os Princípios Fundamentais das Religiões a que estão ligados.

Art.º 221°
(Rituais)
A vivência de Fé na A. E. A., quanto à formação e rituais, é regulada por
manual próprio, editado sob a orientação da Assistência Nacional.
4 ESCUTEIROS - CELEBRAÇÕES (Agrupamento S. Paulo da Cruz)
INVESTIDURA, PASSAGEM E PARTIDA

Introdução

Investidura é o acto de dar posse ou a cerimónia em que alguém, a


quem é reconhecida capacidade, é investido no exercício responsável
de um cargo ou dignidade. É a aquisição de um estatuto novo, como se
de um novo “vestido” se tratasse. Tanto é dar posse, como tomar posse
de um cargo, dignidade ou oficio. A Investidura faz-se através duma cele-
bração em que alguém com autoridade, o Chefe, entrega simbolicamente
um objecto que é representativo do novo cargo ou dignidade. É simultan-
eamente uma honra e uma obrigação, livremente assumidas, através de
um compromisso de honra em que o investido se coloca ao serviço de
alguém (bando, patrulha, equipa).
É o que acontece na Investidura de Guia ou Chefe de Equipa quanto
ao cargo e obrigação. No caso da Investidura do Cavaleiro da Pátria, é
um reconhecimento e uma dignidade que comportam também o espírito
de serviço.
Os símbolos da Investidura são as fitas, a Bandeirola do Bando, da
Patrulha ou da Equipa, a insígnia de Chefe de Equipa.
Passagem é a celebração do acto de passar, de fazer caminho, de uma
Secção para outra. Significa mudança de situação, motivada pelo Pro-
gresso e pela idade. É o reconhecimento comunitário desse crescimento.
Nao e um fim em si, mas é sempre o termo de uma etapa e o tmcto de
percurso para outra etapa de crescimento mais exigente. . .
Pode e deve ser criado um ambiente ou imaginário que reforce a ideia
da Passagem. Haverá uma despedida do grupo anterior e um acolhimen-
to no grupo de chegada que devem ser marcantes e um estímulo ao pro-
gresso humano e cristão, individualmente e em grupo. Este será ajudado
e ajudará no crescimento de cada um dos elementos.
Passagem é também o significado da palavra Páscoa. Esta é a pas-
sagem da morte à vida, do Homem Velho ao Homem Novo, pela Ressur-
reiçao.

(Agrupamento S. Paulo da Cruz) - CELEBRAÇÕES - ESCUTEIROS


5
Partida é o acto de partir, de sair de um lugar para outro. Melhor
ainda, é a celebração comunitária e festiva da despedida de alguém
que, no Clã e com o Clã, completou a fase de ser ajudado a crescer e a
quem é reconhecida a capacidade de, sozinho e por seus próprios mei-
os, como cidadão e como cristão, escolher sempre o caminho do bem.
Nos que partem esta implícita a vontade de continuar a viver sempre o
Escutismo.
Pode ser feita só no Clã. Tomar-se-á, no entanto, mais rica se for
feita a nível do Agrupamento, e muito mais rica ainda, se for na pre-
sença da Comunidade.
Aqueles que partem são símbolo e estímulo ao crescimento para os
que ficam.

6 ESCUTEIROS - CELEBRAÇÕES (Agrupamento S. Paulo da Cruz)


INVESTIDURA DE GUIA / CHEFE DE EQUIPA

Introdução
Reunida toda a Unidade na Sede ou no campo, o Chefe fará ler a parte da
Ordem de Serviço do Agrupamento sobre nomeações de Guias/Chefes de
Equipa. Ao ouvir(em) o seu nome, o(s) Escuteiro(s) responde(m) com a sua
Divisa e avança(m) para junto do Chefe, saudando-o. O Chefe corresponde
à saudação. Depois poderá mandar ler o texto de B.P dirigido aos Guias de
Patrulha, como se segue:

CHEFE: que leu a Ordem de Serviço:


Uma palavra aos Guias de Patrulha
«Quero que vós, Guias de Patrulha, instruais as vossas
Patrulhas inteiramente por vossa iniciativa, porque vos é
possível conquistar cada um dos jovens da Patrulha e fazer
dele um Homem bom. De nada serve terdes um ou dois
jovens excelentes, se o resto não prestar para nada. Deveis
procurar tomá-los a todos razoavelmente bons.
O meio mais eficaz para o conseguir é o vosso próprio
exemplo, porque, o que vós mesmo fizerdes, os vossos
Escuteiros farão também. Mostrai-lhes que sabeis cumprir
ordens, quer vos sejam dadas verbalmente, quer sejam im-
pressas ou escritas, e que as executais, quer o vosso Chefe
esteja presente, quer não. Mostrai-lhes que podeis alcançar
distintivos de especialidades, e os vossos jovens irão atrás
de vós sem precisardes de os convencer. Mas lembrai-vos
de que os haveis de guiar e não empurrar».
Baden-Powell

CHEFE: Por estas ou outras palavras e no plural, se for caso disso, dirá:
A tua (vossa) escolha e esta investidura são sinal do reconhecimento
da tua (vossa) capacidade, mas significam também maiores responsabili-
dades que te (vos) são confiadas. Qual é a tua (vossa) missão?

(Agrupamento S. Paulo da Cruz) - CELEBRAÇÕES - ESCUTEIROS


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GUIA/CHEFE EQUIPA:
- Esforçar-me pelo meu Progresso Pessoal, para estar em
condições de melhor servir o (a) meu (minha) Bando (Patrulha/
Equipa).
- Ser, em todas as circunstâncias, o melhor amigo de cada ele-
mento.
- Ajudar cada um no desempenho do seu cargo e no seu próprio
progresso.
- Dinamizar o Bando (Patrulha/Equipa) para a participação nos
projectos da Unidade.
- Ser fiel ao (à) meu (minha) Bando (Patrulha/Equipa) no respeito
das (dos) Máximas (Princípios), Lei, Promessa e normas da As-
sociação de Escuteiros de Angola (conforme a Secção de cada
um).
(Lobito) - Imitar S. Francisco que mostrou Jesus aos seus irmãos.
(Júnior) - Imitar S. Jorge que fez a opção pelo bem na aventura da vida.
(Sénior) - Imitar S. João Baptista que foi o Precursor da vinda de Jesus
Cristo.
(Caminheiro) - Imitar S. Paulo que procurou ser modelo de vida em
Jesus Cristo, o Homem Novo.

CHEFE: Confiando na tua (vossa) lealdade, convido-te (vos) a fazer o


teu (vosso) compromisso de Guia (C.E.).
GUIA/CHEFE EQUIPA: (Individualmente ou por grupos, conforme a Secção)
Eu, N. (Nome do Lobito), tendo sido nomeado (a) Guia (Chefe
Equipa) do (da) Bando (Patrulha/Equipa) (cor ou nome), recor-
dando a minha Promessa de Escuteiro, comprometo-me a
procurar, com a ajuda de Deus, honrar a confiança que esta
nomeação implica.
CHEFE: Entrega a bandeirola (ou forquilha para os Caminheiros) e in-
sígnias de função e cumprimenta cada um.
ASSISTENTE: Rezemos todos por este(s) Escuteiro(s) que aceitou
(aceitaram) as novas responsabilidades de Guia(s) e
Chefe(s) de Equipa(s). Dai, Senhor, prudência e fortaleza

8 ESCUTEIROS - CELEBRAÇÕES (Agrupamento S. Paulo da Cruz)


àquele(s) que chamastes a servir, a fim de que, vivendo na
alegria a sua missão, possa(m) também ele(s) crescer na
Vossa amizade. Por nosso Senhor Jesus Cristo... Ámen.

Depois disto, todos rezam a Oração do Guia/Chefe de Equipa.

ORAÇÃO DO GUIA/CHEFE DE EQUIPA - I


Senhor Jesus,
Quiseste que eu fosse escolhido para Guia/Chefe de Equipa.
Fazei que, pela palavra, pelo exemplo
e pela correcção fraterna,
nos ajudemos todos a progredir
no amor fraterno e no Vosso Amor.
Ámen.

ORAÇÃO DO GUIA/CHEFE DE EQUIPA- II


Dai-me, Senhor, um coração sempre desperto;
Um coração nobre, um coração recto;
Um coração firme, um coração livre;
Que nenhum pensamento curioso me afaste da Vossa Lei;
Que nenhum afecto indigno a profane;
Que nenhuma intenção má dela me desvie;
Que nenhuma adversidade me consiga abalar;
Que nenhuma paixão violenta seja capaz
de me escravizar.
Ámen.

No final, todos regressam ao seu lugar.

(Agrupamento S. Paulo da Cruz) - CELEBRAÇÕES - ESCUTEIROS


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10 ESCUTEIROS - CELEBRAÇÕES (Agrupamento S. Paulo da Cruz)
JÚNIORES
SÉNIORES
CAMINHEIROS
(Agrupamento S. Paulo da Cruz) - CELEBRAÇÕES - ESCUTEIROS
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12 ESCUTEIROS - CELEBRAÇÕES (Agrupamento S. Paulo da Cruz)
CELEBRAÇÃO DE PASSAGEM
DA II e III SECÇÃO
Insígnia de Ligação

As duas Unidades formam em rectângulo ou círculo, constituindo cada


uma um semi-círculo ou meio rectângulo. Como linha divisória pode uti-
lizar-se uma corda. Nos topos desta, alinham os elementos das outras
Secções.
No interior do círculo ou rectângulo, de um lado e outro da divisória, as
bandeiras Nacional e do Agrupamento/AEA. Por detrás das bandeiras, em
alinhamento circular ou rectangular, o Assistente. Do lado oposto, o Chefe
do Agrupamento.
De um lado e outro da divisória, junto ao centro, os dois Chefes de
Unidade.

1 - Introdução
O Chefe de Agrupamento ou outro Dirigente explicará, em breves pa-
lavras, o significado da cerimónia, pondo em evidência a unidade do Es-
cutismo na especificidade de cada Secção.

2- Canção
Hino da AEA, Radiosa Floração, do Agrupamento, ou Patrono,
ou outra adequada.

3 - Despedida
3.1 - O Chefe da Unidade faz referência breve ao desenvolvimento já
verificado, de acordo com a Mística da Secção e faz apelo à conti­
nuação do crescimento.
3.2 - Para reforçar a opção pessoal, o Chefe chama, um por um, os que
vão passar e convida-os a despedirem-se dos restantes elemen-
tos. Voltam-se para trás e despedem-se.
3.3 - De seguida, cada elemento despede-se do Chefe, dizendo:
“Obrigado, Chefe”.

4 -Acolhimento
4.1 - O Chefe da outra Unidade convida os elementos a passarem a
‘divisória’.
4.2 - O novo Chefe dirige aos novos membros palavras de entusiasmo,
colocando em evidência a Mística e a Simbologia da nova Secção.
(Agrupamento S. Paulo da Cruz) - CELEBRAÇÕES - ESCUTEIROS
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4.3 - Faz a entrega da Insígnia de Ligação (caso seja possível) ou,
de preferência, convida o Chefe de Agrupamento a fazê-lo, e diz:
“Cultiva os talentos que Deus pôs em ti”.
4.4 - Cada Guia/Chefe de Equipa conduz os seus Noviços, sendo es-
tes acolhidos com um grito ou aclamação de alegria.

5- Bênção
Após breves palavras, tomando Jesus por modelo e acentuando a
esperança e a alegria de crescer em idade, sabedoria e graça, o Assis-
tente dará a bênção e fará despedida/envio.

6 - Canto final.

Esquema da Passagem de Secção

N N

A B B C

LEGENDA:
A Assistente de Agrupamento Escuteiros da Secção que vão receber os Noviços

C Chefe de Agrupamento Escuteiros da Secção dos que vão passar

B Bandeira Outros Escuteiros familiares e amigos

Dirigentes N Noviços

Corda de divisória

14 ESCUTEIROS - CELEBRAÇÕES (Agrupamento S. Paulo da Cruz)


(Agrupamento S. Paulo da Cruz) - CELEBRAÇÕES - ESCUTEIROS
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16 ESCUTEIROS - CELEBRAÇÕES (Agrupamento S. Paulo da Cruz)
LOBITOS

(Agrupamento S. Paulo da Cruz) - CELEBRAÇÕES - ESCUTEIROS


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18 ESCUTEIROS - CELEBRAÇÕES (Agrupamento S. Paulo da Cruz)
ACOLHIMENTO DOS
ASPIRANTES A LOBITOS

1º - Acolhimento
(primeiro contacto do Àquêlá)

2º - Apresentação aos “Amigos da Selva”


Bálú, Bagueera, etc.

3º - Grande Uivo
Início do Conselho de Alcateia
Leitura / Dramatização da passagem da aceitação

4º - Apresentação ao Conselho pelo Lobito

5º - Boas Vindas
Aceitação pelos “Amigos da Selva”

6º - Aceitação pelo Àquêlá

7º - Cumprimento aos Guias

8º - Integração no bando

9º - Canção “Bem Vindo Irmão Lobito”

10º - Fim do Conselho de Alcateia.

(Agrupamento S. Paulo da Cruz) - CELEBRAÇÕES - ESCUTEIROS


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INTRODUÇÃO
Quando um dia perguntaram a Baden-Powell que grau escolhe­ria
nos quadros do escutismo se não fosse Chefe Mundial, ele respon­deu:
"Se me permitissem escolher um posto no
Movimento, escolheria o de Guia".

O Guia é oficialmente nomeado, depois de ter sido escolhido


pelo Àquêlá, em sintonia com o Bando. Compete-lhe:
- Dirigir e animar o seu Bando;
- Ajudar o seu Bando a progredir;
- Transportar a bandeirola do Bando;
- Representar o Bando nos Conselhos de Guias;
- Distribuir tarefas e cargos;
- Nomear o Sub-guia, ouvindo o Bando e os Dirigentes;
- Formar a Alcateia em Círculos (se for escolhido).

O Sub-Guia é oficialmente nomeado, por proposta do Guia.


Compete-lhe:
- Auxiliar o Guia sempre que necessário;
- Substituir o Guia sempre que este esteja ausente

O Guia de Alcateia é oficialmente nomeado, por escolha (votação


secreta) do Conselho de Guias. É escolhido de entre os Guias de
Bando. O Cargo pode ser rotativo num mesmo ano.
Compete-lhe:
- Representar a Alcateia;
- Orientar os Círculos, se for nomeado para tal.

20 ESCUTEIROS - CELEBRAÇÕES (Agrupamento S. Paulo da Cruz)


CELEBRAÇÃO DA
INVESTIDURA DE GUIAS
- ALCATEIA -
A Investidura de Guias é um momento alto da vida da Alcateia.
Podem ser convidados os pais ou outros elementos. Pode ser realizada
fora do Covil/Sede do Agrupamento.
Primeiro devem ser investidos os Guias de Bando. Seguidamente os
Sub-guias de Bando. Por fim, se existir, o Guia da Alcateia.
A investidura deve fazer-se sob o Totem ou Mastro de Honra.
As nomeações devem ser registadas na Ficha do Lobito.

ÁQUÊLÁ: A vossa escolha e esta Investidura são sinal do re-


conhecimento da vossa capacidade, mas significam
também maiores responsabilidades para vós. Qual é a
vossa missão?
GUIAS:
- Esforçar-me pelo meu Progresso Pessoal, para estar
em condições de melhor servir o meu Bando;
- Ser, em todas as circunstâncias, o melhor amigo de
cada elemento;
- Ajudar cada um nas tarefas do seu cargo e no seu
próprio progresso;
- Animar o bando para a participação nos projectos da
Alcateia.
- Ser fiel ao meu bando, no respeito das Máximas, Lei,
Promessa, Regulamentos e Normas da Associação
de Escuteiros de Angola.
- Imitar (ECA: S.) Francisco de Assis que mostrou Jesus
aos seus irmãos.

(Agrupamento S. Paulo da Cruz) - CELEBRAÇÕES - ESCUTEIROS


21
CHEFE: Confiando na vossa lealdade, convido-vos a fazer o
vosso compromisso de Guias de Bando.

Cada Sub-Guia pode estar por detrás do seu Guia.

GUIAS: Eu N. (Nome próprio), tendo sido nomeado Guia do Ban-


do N. (Nome do Bando), recordando a minha Promessa
de Lobito, comprometo-me a procurar, com a ajuda
de Jesus, honrar a confiança desta nomeação.

CHEFE: Entrega a Bandeirola de Bando e as fitas a cada Guia e diz:


Confiando na vossa lealdade, convido-vos a fazer o
vosso compromisso de Sub-Guias de Bando.

(Cada Guia pode estar por detrás do seu Sub-Guia).

SUB-GUIAS: “Eu N. (Nome próprio), tendo sido nomeado Sub-


guia do Bando N. (Nome do Bando), recordando a minha
Promessa de Lobito, comprometo-me a procurar,
com a ajuda de Jesus, honrar a confiança desta no-
meação”.

Em seguida o Chefe entrega a fita a cada Sub-guia.

22 ESCUTEIROS - CELEBRAÇÕES (Agrupamento S. Paulo da Cruz)


CELEBRAÇÃO DE PASSAGEM
Passagem de Secção

- I SECÇÃO -
O Agrupamento forma em rectângulo e a Alcateia em (semi)círculo.
Os Lobitos que vão passar ao Grupo Júnior colocam-se no centro do círculo
e escutam o clamor de despedida que a Alcateia lhes dá. Depois saúdam to-
dosOos
Agrupamento forma
Lobitos que ficam em rectângulo
e cantam o “Adeuse Alcateia“
a Alcateiaouem (semi)círculo.
a “Canção do Adeus”.
Os lobitos noviços ou aspirantes a explorador colocam-se no centro.

Grupo
Expedição
Alcateia Júnior
Corda ou pau

Aspirantes
Noviços
e Noviços

Áquêlá
Aquela Chefe
Chefe de
de
Grupo
Expedição
Júnior

ÁQUÊLÁ: Apresenta os Noviços ao Chefe dos Júniores, dizendo:


Estes são os Lobitos que conseguiram concluir eficien-
temente a sua formação. Querem entrar para o Grupo
Júnior e continuar o seu Progresso, para que chegue o
dia da sua ‘nova Promessa’.

CHEFE DA II SECÇÃO: Dirige a palavra aos noviços, perguntando:


Que desejais?
NOVIÇOS: Desejo pertencer ao Grupo Júnior.

CHEFE DA II SECÇÃO: Para quê?


NOVIÇOS: Para continuar o meu Progresso e, um dia, ser dig-
no de realizar o meu Compromisso, a minha nova
Promessa.

(Agrupamento S. Paulo da Cruz) - CELEBRAÇÕES - ESCUTEIROS


23
CHEFE DA II SECÇÃO: Se assim é, nós vos admitimos a fa­
zer parte da nossa Unidade. Sede bem-vindos! Não
esqueçais o que aprendestes na Alcateia. Recordo-vos
Passagem
que deveis continuar a aprender para de Secção
chegardes a ser
bons Júniores, cidadãos responsáveis (e cristãos com-
prometidos).
O Áquêlá ajuda o Lobito a retirar a sua fita do Totem. Depois de lido
o “Adeus à Selva”, as fitas são queimadas. Despedem-se do Áquêlá e
O Aquela ajuda
saltam umaovara
lobito
ou auma
retirar a sua
corda, fita do de
símbolos toten.
separação entre as duas
Secções,
Depois de lidorecebendo
o “Adeus as Insígnias
à Selva”, asde Ligação.
fitas De seguida, o Chefe con-
são queimadas.
duz os noviços aos Guias das Patrulhas.
Despedem-se do Aquela e passam a “barreira”.
A cerimónia termina com um cântico de aclamação.

Grupo
Expedição
Alcateia Júnior
Corda ou pau

Aspirantes Aspirantes
e Noviços e Noviços

Chefe de
de
Áquêlá
Aquela Grupo
Expedição Passagem de Secção
Júnior

Recebem
CHEFE aDA Insígnia de Ligação
II SECÇÃO: do Chefea de
Recebem Expedição:
Insígnia de Ligação (caso seja
Este diz:
possível) diz: A vindos.
e “Bem partir deste
A partirmomento,
deste momentodeixais dedeser
deixais ser Lobitos.
lobitos”.
São
Sãoacolhidos
acolhidoscom
combravos
bravosnas novas
nas patrulhas.
novas Patrulhas.

Grupo
Expedição
Júnior
Alcateia
Corda ou pau

Áquêlá
Aquela

Chefe
Chefede
Grupo Júnior
Expedição

24 ESCUTEIROS - CELEBRAÇÕES (Agrupamento S. Paulo da Cruz)


CERIMONIAIS E FORMATURAS
Na Alcateia há cerimoniais e formaturas específicos que ajudam a criar
o sentido de corpo. Para além da Promessa, que segue um cerimonial
próprio e diferente do das outras Secções (ver livro de cerimoniais da
AEA), existem o Grande Uivo, do Círculo de Conselho e do Círculo de
Parada. Eis as suas características gerais:

GRANDE UIVO
(RG Artº 160 e anexo ‘Nota Explicativa’ da Secção II dos RG)

É a saudação colectiva que os Lobitos fazem habitualmente aos seus


Formando
Chefes ou a um visitante. o daCirculo,
Executa-se ao grito de “Aq
seguinte maneira:
a) Por ordem de Àquêlà,
designado, todos
o Guia desi­ os Conselho
gnado pelo Lobitosde Guias,
se aco
ou na falta deste, o Guia mais antigo (ou outro Guia) gritará com
calcanhares
tom agudo e prolongado: unidos e levantados, joelh
«Ah-Lá-iii...»;
dedos
b) Ao ouvir este grito, em
todos os apoio
Lobitos,no solo. Imitam assim, a p
correndo e uivando “Hiaúu” formam
face deve estar erguida para o Chefe fitan
o Círculo de Parada em torno de
Àquêlà, por Bandos, ficando cada
Guia à direita do seu Bando e os
Logo que
Bandos à esquerda tomam
uns dos outros esta posição os Lobitos
pela ordem seguinte:
uníssona branco, pausadamente: “Aquêlá!
e cinz-
ento, preto, castanho e ruivo;
melhor!
c) Formando o Círculo, ao grito prolongado de
“Àquêlà” soltado pelo Guia de Alcateia (ou o
designado), todos os Lobitos se acocoram, fi-
cando com os calcanhares unidos e levanta-
dos, jo­elhos afastados, braços estendidos por
entre os joelhos e pontas dos dedos em apoio
no solo. Imitam assim a posição do lobo sen-
tado. A face deve estar erguida para o Chefe
fitando-o com satisfação;
d) Logo que tomam esta posição os Lobitos gritam a plenos pulmões,
uníssona e pausadamente: “Àquêlà! Serei melhor! Melhor! Mel-
hor!”;

(Agrupamento S. Paulo da Cruz) - CELEBRAÇÕES - ESCUTEIROS


25
Ao g
e) Ao gritar “melhor” pela terceira vez, todos se
levantam num movimento rápido e simultâneo,
mo
ficando bem direitos, com as mãos aos lados
da cabeça, em saudação dupla, imitando as mã
orelhas de um Lobo;
f) Então Àquêlà interroga, dizendo a primeira pa-
ore
lavra pausadamente e as sílabas seguintes rá­
pidas, mas destacadamente: “Quereis cap, cap, Entã
cap, cap? ”; (‘cap’ significa cumprir a Promessa).
g) Num grito prolongado, todos respondem: pau
“Sim... (e baixando o braço esquerdo) cov, cov,
cov, cov!”. E baixando o braço direito, ficam des
em sentido, aguardando as ordens de Àquêlà.
(‘cov’ significa com vontade). vos
Num
CÍRCULO DE CONSELHO bra
(RG Artº 160 e anexo ‘Nota Explicativa’ da Secção II dos RG)
É formado pelos Lobitos, colocados na mesma disposição do Grande
bai
Uivo, e deve ter de cinco a sete passos de diâmetro, consoante o número
de Lobitos. O local que Àquêlà ocupa no centro do Círculo denomina-se
ord
‘Rocha do Conselho’ e é demarcado por um pequeno círculo de pedras
(de cal) ou de giz traçado no solo. Os Lobitos formam o Círculo do Consel-
ho para receber instruções ou ouvir belas histórias contadas por Àquêlà.
O Guia de Alcateia, ou na sua falta o mais antigo dos Guias de Bando,
comanda a formação do ‘Círculo de Conselho’, procedendo como nas
alíneas a) e b) do Grande Uivo. À voz de “Lobitos! Formar Con­selho”,
dada pelo Chefe de Alcateia, os Lobitos dão cinco a sete passos para o
centro do Círculo.

“Deve ser absolutamente proibida a formatura a quatro (...). A


formatura da Alcateia é o Círculo e não a fila, e não haverá
dificuldades em o formar se os Lobitos compreenderem a voz
de ‘Alcateia!! Alcateia! Alcateia!!!’”
Baden-Powell, Manual do Lobito, 168

26 ESCUTEIROS - CELEBRAÇÕES (Agrupamento S. Paulo da Cruz)


CÍRCULO DE PARADA
(RG Artº 160 e anexo ‘Nota Explicativa’ da Secção II dos RG)

O ‘Círculo de Parada’ destina-se à execução das ‘Danças da Selva’, de


certos jogos e Cerimónias e forma-se como se descreve nas alíneas a) e
b) do ‘Grande Uivo’.

ATENÇÃO! Na Alcateia não se usam sinais manuais nem sinais por


apitos e as Matilhas não se apresentam ao Chefe, como
se faz nas outras Secções...

(Agrupamento S. Paulo da Cruz) - CELEBRAÇÕES - ESCUTEIROS


27
Associação de Escuteiros de Angola (A.E.A.)

ASSISTÊNCIA NACIONAL DA A.E.A


CHEFE ESCUTA
D. Óscar
ASSISTENTE NACIONAL
P. Zézinho
ASSISTENTES - IGREJAS
Igreja Evangélica Congregacional: Diácono Anibal Felizardo.

DESIGN / EDIÇÃO / CONTEÚDOS


P. Rui Carvalho, Missionário Passionista, CP
(Assistente do Agrupamento S. Paulo da Cruz - Região do Uíge)

Colabora connosco enviando sugestões, dúvidas e correcções para:


28domzeca63@[Link];
ESCUTEIROS - CELEBRAÇÕES (Agrupamento S. Paulo da Cruz)
ruicarvalho20@[Link];

(Agrupamento S. Paulo da Cruz) - CELEBRAÇÕES - ESCUTEIROS
1
8.3
cerimoniais
INVESTIDURA
PASSAGEM 
PARTIDA
VIVÊNCIA E ANIMAÇÃ
ESCUTEIROS - CELEBRAÇÕES (Agrupamento S. Paulo da Cruz)
2
PERTENCE A :
___________________________________________________
AG
 (Agrupamento S. Paulo da Cruz) - CELEBRAÇÕES - ESCUTEIROS
3
cerimoniais
INVESTIDURA
PASSAGEM 
PARTIDA
ESCUTEIROS - CELEBRAÇÕES (Agrupamento S. Paulo da Cruz)
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RG A.E.A.
ANIMAÇÃO DE FÉ NA A.E.A.
Art.º 216°
(Formação na Fé)
A fo
(Agrupamento S. Paulo da Cruz) - CELEBRAÇÕES - ESCUTEIROS
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INVESTIDURA, PASSAGEM E PARTIDA
Introdução
Investidura é o acto
ESCUTEIROS - CELEBRAÇÕES (Agrupamento S. Paulo da Cruz)
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Partida é o acto de partir, de sair de um lugar para outro. Melhor
(Agrupamento S. Paulo da Cruz) - CELEBRAÇÕES - ESCUTEIROS
7
INVESTIDURA DE GUIA / CHEFE DE EQUIPA
Introdução
Reunida toda a
ESCUTEIROS - CELEBRAÇÕES (Agrupamento S. Paulo da Cruz)
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GUIA/CHEFE EQUIPA:
- Esforçar-me pelo meu Progresso Pessoal, para e
(Agrupamento S. Paulo da Cruz) - CELEBRAÇÕES - ESCUTEIROS
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àquele(s) que chamastes a servir, a fim de que, vivendo na 
aleg
ESCUTEIROS - CELEBRAÇÕES (Agrupamento S. Paulo da Cruz)
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