DECRETO Nº 14.

876/91 e alterações
(atualizado até 30 de junho de 2011)

Decreto nº 14.876/91

ÍNDICE SISTEMÁTICO
LIVRO PRIMEIRO

DO SISTEMA GERAL DE TRIBUTAÇÃO
TÍTULO I

DA OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA PRINCIPAL
CAPÍTULO I CAPÍTULO II CAPÍTULO III CAPÍTULO IV CAPÍTULO V CAPÍTULO VI CAPÍTULO VII CAPÍTULO VIII DA INCIDÊNCIA DA NÃO-INCIDÊNCIA DA ISENÇÃO DA SUSPENSÃO DO DIFERIMENTO DA BASE DE CÁLCULO DA ALÍQUOTA DO CRÉDITO FISCAL Seção I Seção II Seção III Seção IV Seção V Seção VI Seção VII CAPÍTULO IX - Do Direito - Da Vedação - Do Estorno - Do Crédito Presumido - Da Recuperação e do Crédito Restituído - Da Manutenção - Do Crédito Acumulado

arts. 2º a 6º art. 7º arts. 8º e 9º arts. 10 e 11 arts. 12 e 13 arts. 14 a 24 art. 25 art. 26 arts 27 a 30 arts. 31 e 32 arts. 33 e 34 arts. 35 a 44 art. 45 arts. 46 e 47 arts. 48 a 50

DA APURAÇÃO E DOS PRAZOS DE RECOLHIMENTO Seção I Seção II - Da Apuração do Imposto - Dos Prazos de Recolhimento

art. 51

Subseção I - Do Imposto de Responsabilidade Direta Subseção II - Do Imposto de Responsabilidade Indireta CAPÍTULO X DO SUJEITO PASSIVO Seção I Seção II CAPÍTULO XI - Do Contribuinte - Do Responsável

art. 52 arts. 53 a 55

arts. 56 e 57 arts. 58 e 59

DO ESTABELECIMENTO Seção I - Da Natureza

arts. 60 e 61

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ÍNDICE SISTEMÁTICO

Seção II

- Do Código de Atividade Econômica

art. 62

TÍTULO II

DA OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA ACESSÓRIA
CAPÍTULO I DO CADASTRO DE CONTRIBUINTES DO ESTADO DE PERNAMBUCO - CACEPE Seção I Seção II Seção III Seção IV Seção V CAPÍTULO II - Do Cadastro - Da Inscrição - Da Baixa - Do Cancelamento - Da Atualização Cadastral

art. 63 arts. 64 a 72 arts. 73 a 76 art. 77 arts. 78 e 79

DOS LIVROS E DOCUMENTOS FISCAIS Seção única - Das Disposições Comuns

arts. 80 a 84

CAPÍTULO III

DO DOCUMENTO FISCAL RELATIVO À OPERAÇÃO E À PRESTAÇÃO Seção I - Das Disposições Comuns - Das Disposições Gerais - Da Nota Fiscal Resumo - Do Documento Fiscal de Correção

Subseção I Subseção II Subseção III Seção II

arts. 85 a 113 art. 114 arts. 115 e 116

- Do Documento Fiscal Relativo à Operação - Da Nota Fiscal - Da Nota Fiscal de Venda a Consumidor e da Nota Fiscal - Da Nota Fiscal de Entrada - Da Nota Fiscal de Produtor - Da Nota Fiscal Avulsa - Da Nota Fiscal/Conta de Fornecimento d’Água - Da Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica

Subseção I Subseção II Simplificada Subseção III Subseção IV Subseção V Subseção VI Subseção VI

arts. 117 a 129-A arts. 130 a 134 arts. 135 a 139 arts. 140 e 141 art. 142 art. 143 arts. 144 a 147 arts. 148 e 149

Subseção VII - Do Aviso de Retenção Seção III - Do Documento Fiscal Relativo ao Serviço de Transporte - Das Disposições Gerais - Da Nota Fiscal de Serviço de Transporte

Subseção I Subseção II

arts. 150 a 156 arts. 157 a 162 arts. 163 a 168 arts. 169 a 175 arts. 176 a 182 arts. 183 a 187 arts. 188 a 191

Subseção III - Do Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas Subseção IV - Do Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas Subseção V - Do Conhecimento Aéreo Subseção VI - Do Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas Subseção VII - Do Bilhete de Passagem Rodoviária

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ÍNDICE SISTEMÁTICO

Subseção VIII - Do Bilhete de Passagem Aquaviária Subseção IX - Do Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem Subseção X - Do Bilhete de Passagem Ferroviária

arts. 192 a 195 arts. 196 a 199 arts. 200 a 203 art. 204 art. 205 art. 206 arts. 207 e 208 art. 209 arts. 210 a 215 arts. 216 a 218 art. 219

Subseção XI - Do Redespacho Subseção XII - Do Transporte Intermodal Subseção XIII - Do Despacho de Transporte Subseção XIV - Do Conhecimento de Transporte Simplificado de Excesso de Carga Subseção XV - Da Ordem de Coleta de Cargas Subseção XVI - Da Autorização de Carregamento de Transporte Subseção XVII - Do Resumo de Movimento Diário Subseção XVIII (ACR) – Do Conhecimento de Transporte Multimodal de Cargas Seção IV - Do Documento Fiscal Relativo à Comunicação - Da Nota Fiscal de Serviço de Comunicação - Da Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações

Subseção I Subseção II CAPÍTULO IV

arts. 220 a 226 arts. 227 a 230

DO DOCUMENTO RELATIVO ÀS INFORMAÇÕES Seção I - Das Disposições Comuns Seção II - Dos Documentos Subseção I - Da Guia de Informação e Apuração do ICMS - GIA

art. 231

art. 232 art. 233 art. 234 arts. 235 a 240 art. 241 arts. 242 e 243 art. 244 art. 245

Subseção II - Da Guia de Informação e Apuração do ICMS (Mensal/Anual) –GIAM Subseção III - Da Guia de Informação das Operações do Município GIOM Subseção IV - Da Relação de Saída de Mercadorias Subseção V - Da Relação das Operações por Município -Contribuinte substituído – ROM Subseção VI - Da Relação do ICMS Retido na Fonte Subseção VII - Do Desembaraço de Mercadorias Importadas Subseção VIII - Da Relação de Mercadorias e Bens Adquiridos CAPÍTULO V DO DOCUMENTO DE ARRECADAÇÃO Seção I - Do Documento de Arrecadação Estadual – DAE Subseção I - Do Documento

art. 246 art. 247 arts. 248 e 249 arts. 250 e 251

Subseção II - Do Código de Receita Subseção III - Da Arrecadação da Receita Seção II - Da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE

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ÍNDICE SISTEMÁTICO

CAPÍTULO VI

DOS LIVROS FISCAIS Seção I - Disposições Comuns Seção II - Do Registro de Entradas Seção III - Do Registro de Saídas Seção IV - Do Registro de Controle da Produção e do Estoque Seção V - Do Registro de Impressão de Documentos Fiscais Seção VI - Do Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências Seção VII - Do Registro de Inventário Seção VIII - Do Registro de Apuração do ICMS Seção IX - Do Registro de Veículos

arts. 252 a 259 arts. 260 a 262 arts. 263 e 264 arts. 265 a 269 art. 270 art. 271 art. 272 art. 273 art. 274

CAPÍTULO VII

DAS OPERAÇÕES OU PRESTAÇÕES REALIZADAS ATRAVÉS DE SISTEMA ELETRÔNICO DE PROCESSAMENTO DE DADOS Seção I Seção II Seção III - Do Pedido e da Comunicação para Utilização ou Alteração do Sistema - Das Condições para Uso do Sistema - Dos Documentos Fiscais

art. 275 arts. 276 a 278

Subseção I - Das Disposições Com2uns Subseção II - Da Nota Fiscal Subseção III - Da Nota Fiscal de Entrada Subseção IV - Do Conhecimento de Transporte Subseção V - Dos Formulários Destinados à Emissão de Documentos Fiscais Seção IV - Da Escrita Fiscal

arts. 279 a 281 arts. 282 a 288 art. 289 art. 290 arts. 291 a 293-B

Subseção I - Do Registro Fiscal Subseção II - Da Escrituração Fiscal Seção V Seção VI CAPÍTULO VIII - Da Fiscalização - Das Disposições Gerais

arts. 294 a 299 arts. 300 a 306 arts. 307 e 308 arts. 309 a 312

DAS OPERAÇÕES OU PRESTAÇÕES REALIZADAS ATRAVÉS DE TERMINAL PONTO DE VENDA - PDV Seção I - Das Disposições Gerais

Subseção I - Da Utilização Subseção II Das Características Seção II - Do Credenciamento, da Suspensão, do Descredenciamento e do Recredenciamento Subseção I - Das Disposições Comuns Subseção II - Do Credenciamento Subseção III- Da Suspensão Subseção IV- Do Descredenciamento

art. 313 arts. 314 e 315

art. 316 arts. 317 a 323 art. 324 art. 325

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ÍNDICE SISTEMÁTICO

Subseção V - Do Recredenciamento Seção III - Do Uso de Terminal Ponto de Venda - PDV

art. 326 arts. 327 a 328 art. 329

Seção IV - Da Cessação do Uso de Terminal Ponto de Venda - PDV Seção V - Dos Documentos Fiscais

Subseção I - Da Nota Fiscal Subseção II - Dos Formulários Destinados à Emissão de Notas Fiscais Subseção III - Do Cupom Fiscal - PDV Subseção IV- Do Cupom Fiscal PDV - Redução Subseção V - Da Listagem Analítica Subseção VI - Das Disposições Comuns Seção VI CAPÍTULO IX - Da Escrita Fiscal

arts. 330 a 332 arts. 333 e 334 arts. 335 a 339 art. 340 art. 341 arts. 342 a 345 art. 346

DAS OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES REALIZADAS ATRAVÉS DE MÁQUINA REGISTRADORA Seção I Das Disposições Gerais Das Características da Máquina Registradora Do Documento Fiscal Da Entrega a Domicílio Do Cancelamento do Cupom Fiscal ou de Item

arts. 347 a 354 art. 355 arts. 356 a 363 art. 364 arts. 365 e 366 art. 367 art. 368 art. 369 arts. 370 a 374 arts. 375 a 380 art. 381 art. 382 art. 383 arts. 384 a 386 arts. 387 a 391 art. 392

Seção II Seção III Seção IV Seção V -

Seção VI - Da Emissão Conjugada de Cupom e de Nota Fiscal Seção VII - Da Devolução de Mercadoria Seção VIII - Da Operação com Vasilhame Seção IX - Da Escrituração Fiscal Seção X - Do Credenciamento Seção XI - Da Suspensão do Credenciamento Seção XII - Do Descredenciamento Seção XIII - Do Recredenciamento Seção XIV- Do Pedido de Uso ou para Cessação de Uso de Máquina Registradora Seção XV - Da Compensação Seção XVI - Da Máquina de Uso Não Fiscal CAPÍTULO X DAS OPERAÇÕES ATRAVÉS DAS BOMBAS DE COMBUSTÍVEIS Seção I - Das Características das Bombas de Combustíveis Seção II - Do Credenciamento Seção III - Da Suspensão do Credenciamento Seção IV - Do Descredenciamento Seção V - Do Recredenciamento Seção VI - Das Disposições Gerais

art. 393 arts. 394 e 395 arts. 396 a 401 arts. 402 e 403 art. 404 arts. 405 a 410

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ÍNDICE SISTEMÁTICO

LIVRO SEGUNDO DOS SISTEMAS ESPECIAIS DE TRIBUTAÇÃO E DAS OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES ESPECIAIS
TÍTULO I

DOS SISTEMAS ESPECIAIS DE TRIBUTAÇÃO
CAPÍTULO I DO SISTEMA RELATIVO À CANA-DE-AÇÚCAR E SEUS DERIVADOS Seção I - Das Disposições Gerais Subseção I - Das Disposições Preliminares

art. 411 art. 412

Subseção II - Da Base de Cálculo Seção II - Das Operações Realizadas pelo Produtor Subseção I - Da Saída de Cana-de-açúcar

arts. 413 e 414 art. 415 art. 416 arts. 417 e 418 art. 419

Subseção II - Do Crédito Fiscal Subseção III - Do Recolhimento do Imposto Subseção IV - Do Confronto Subseção V - Da Escrita Fiscal Seção III - Das Operações Realizadas pelo Estabelecimento Industrial Subseção I - Das Disposições Gerais

art. 420 art. 421 arts. 422 a 429 art. 430 arts. 431 a 433 art. 434 art. 435 art. 436 art. 437 arts. 438 a 442 arts. 443 a 454 arts. 455 a 462

Subseção II - Do Crédito Fiscal Subseção III - Dos Documentos Fiscais Subseção IV - Da Escrituração Fiscal Seção IV - Das Operações com a Cooperativa Seção V - Da Venda à Ordem ou Para Entrega Futura Seção VI - Do Recolhimento Seção VII- Da Perda Seção VIII- Da Isenção Seção IX - Das Operações Relativas a Aguardente CAPÍTULO II CAPÍTULO III CAPÍTULO IV DO SISTEMA RELATIVO A ALGODÃO, MAMONA, SISAL E MILHO DO SISTEMA RELATIVO A BRINDE

DO SISTEMA RELATIVO A FARINHA DE TRIGO, CERVEJA E REFRIGERANTE Seção I Seção II Seção III Subseção I - Das Disposições Comuns - Das Operações Relativas a Farinha de Trigo - Das Operações Relativas a Cerveja e Refrigerante - Das Operações Internas e de Importação

arts. 463 a 473 arts. 474 a 478

arts. 479 a 488

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ÍNDICE SISTEMÁTICO

Subseção II - Das Operações Interestaduais CAPÍTULO V DO SISTEMA RELATIVO A CIMENTO Seção I - Da Antecipação Tributária - Do Desconto

arts. 489 a 491

Subseção I

art. 492 art. 493 art. 494 art. 495 arts. 496 e 497 arts. 498 e 499 arts. 500 a 502 arts. 503 e 504 arts. 505 a 508 arts. 509 a 511 arts. 512 a 514 arts. 515 e 516 art. 517 arts. 518 a 521

Subseção II - Da Base de Cálculo Subseção III - Da Apuração Subseção IV - Do Recolhimento Subseção V - Da Informação Subseção VI - Do Credenciamento e do Descredenciamento Seção II Seção III Seção IV Seção V Seção VI Seção VII Seção VIII Seção IX CAPÍTULO VI - Do Ressarcimento - Do Cimento Proveniente Deste Estado - Do Cimento Proveniente de Outro Estado - Da Devolução - Da Mercadoria Não Entregue ao Destinatário - Do Procedimento Relativo ao Estoque - Dos Livros Fiscais - Das Disposições Gerais

DO SISTEMA RELATIVO A VEÍCULO Seção I - Da Antecipação Tributária - Das Operações Sujeitas à Antecipação Tributária

Subseção I

arts. 522 e 523 art. 524 arts. 525 a 528 art. 529 art. 530 arts. 531 e 532 arts. 533 a 540 arts. 541 a 545 art. 546 arts. 547 e 548 arts. 549 a 554 arts. 555 a 565

Subseção II - Da Desoneração Subseção III - Do Cálculo Subseção IV - Do Desfazimento Subseção V - Da Devolução Subseção VI - Do Ressarcimento Subseção VII - Da Nota Fiscal Subseção VIII - Do Livro Fiscal Subseção IX - Do Ativo Fixo Subseção X - Do Recolhimento

Subseção XI - Das Disposições Finais Seção II CAPÍTULO VII - Da Isenção

DO SISTEMA RELATIVO ÀS OPERAÇÕES COM A COMISSÃO DE FINANCIAMENTO DA PRODUÇÃO Seção I Seção II Seção III Seção IV Seção V - Do Sistema - Da Base de Cálculo - Dos Documentos Fiscais - Dos Livros Fiscais - Do Recolhimento

arts. 566 a 569 arts. 570 e 571 arts. 572 a 576 arts. 577 a 581 arts. 582 e 583

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ÍNDICE SISTEMÁTICO

CAPÍTULO VIII

DO SISTEMA RELATIVO A GADO E PRODUTOS DERIVADOS DO RESPECTIVO ABATE, ARROZ, FEIJÃO E FARINHA DE MANDIOCA Seção I Seção II Seção III Seção IV Seção V Seção VI - Da Saída Interna - Da Saída para Outra UF - Da Saída do Produto Resultante da Industrialização - Da Saída com Incidência do Imposto Sobre o Valor Real da Operação - Das Operações com Outros Produtos Resultantes do Abate do Gado - Das Disposições Gerais

art. 584 art. 585 art. 586 art. 587 art. 588 arts. 589 a 592 arts. 598 e 599

CAPÍTULO IX CAPÍTULO X

DO SISTEMA RELATIVO A LEITE DO SISTEMA RELATIVO AO COMÉRCIO EXTERIOR Seção I - Do Sistema Relativo a Importação de Mercadoria

Subseção I - Das Disposições Gerais Subseção II - Da Admissão Temporária Seção II - Do Sistema Relativo a Exportação de Mercadoria

arts. 600 a 614 art. 615

S ubseção I - Das Disposições Gerais Subseção II - Da Exportação Indireta de Produto Semi-Elaborado CAPÍTULO XI CAPÍTULO XII CAPÍTULO XIII CAPÍTULO XIV CAPÍTULO XV CAPÍTULO XVI DO SISTEMA RELATIVO A PEIXE FRESCO OU FRIGORIFICADO DO SISTEMA RELATIVO A PRODUTO AGROPECUÁRIO ADQUIRIDO EM OUTRO ESTADO DO SISTEMA RELATIVO A SORVETE DO SISTEMA RELATIVO A LINGOTES E TARUGOS DE METAIS NÃO-FERROSOS E A SUCATA DO SISTEMA RELATIVO A TRIGO TRITICALE NACIONAIS DO SISTEMA RELATIVO A REVENDEDOR AUTÔNOMO Seção I Seção II Seção III Seção IV Seção V Seção VI Seção VII - Das Disposições Gerais - Do Pedido - Do Termo de Compromisso e Responsabilidade e da Inscrição - Do Recolhimento Antecipado - Dos Documentos Fiscais - Dos Livros Fiscais - Do Sistema a partir de 01 novembro de 2005

art. 616 art. 617 arts. 618 a 622 art. 623 arts. 624 a 627 arts. 628 a 630 arts. 631 a 637

art. 638 art. 639 arts. 640 e 641 arts. 642 e 643 arts. 644 a 648 arts. 649 arts. 650

TÍTULO II

DOS OPERAÇÕES ESPECIAIS
CAPÍTULO I CAPÍTULO II DAS OPERAÇÕES COM DEPÓSITO FECHADO DAS OPERAÇÕES COM ARMAZÉM-GERAL

arts. 651a 654

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ÍNDICE SISTEMÁTICO

Seção I Seção II CAPÍTULO III CAPÍTULO IV CAPÍTULO V CAPÍTULO VI CAPÍTULO VII

- Das Operações Internas - Das Operações Interestaduais

arts. 655 a 662 arts. 663 a 668 art. 669 arts. 670 a 673 arts. 674 e 675 art. 676

DAS OPERAÇÕES À ORDEM OU PARA ENTREGA FUTURA DAS OPERAÇÕES REALIZADAS FORA DO ESTABELECIMENTO DA REMESSA PARA INDUSTRIALIZAÇÃO DA REMESSA PARA CONSERTO DA DEVOLUÇÃO DE MERCADORIA Seção I Seção II - Das Disposições Gerais - Da Devolução Promovida por Contribuinte

arts. 677 e 678

Subseção I - Da Operação Interna Subseção II - Da Operação Interestadual Seção III Seção IV CAPÍTULO VIII - Da Devolução Promovida por Não-Contribuinte - Da Devolução por Repartição Pública

art. 679 arts. 680 e 681 art. 682 art. 683

DA MERCADORIA NÃO ENTREGUE AO DESTINATÁRIO Seção I - Da Mercadoria que Tenha Saído do Estabelecimento

Subseção I Subseção II - Do Estabelecimento Transportador Seção II CAPÍTULO IX CAPÍTULO X - Da Mercadoria que Não Tenha Saído do Estabelecimento

arts. 684 e 685 arts. 686 e 687 arts. 688 e 689 arts. 690 a 696 arts. 697 a 700

DAS OPERAÇÕES PARA A ZONA FRANCA DE MANAUS DAS OPERAÇÕES RELATIVAS AO COMÉRCIO AMBULANTE

TÍTULO III DOS REGIMES ESPECIAIS
CAPÍTULO I CAPÍTULO II CAPÍTULO III DAS DISPOSIÇÕES GERAIS DO REGIME ESPECIAL INOMINADO DO REGIME ESPECIAL NOMINADO Seção I Seção II Seção III Seção IV Seção V - Do Transporte Aeroviário - Do Transporte Ferroviário - Do Transporte de Valores - Da Empresa de Serviço de Telecomunicação - Da Empresa Prestadora de Serviço de Comunicação

art. 701 art. 702

arts. 703 a 713 arts. 714 a 722 arts. 723 a 728 arts. 729 a 732 art. 733

LIVRO TERCEIRO

DOS INCENTIVOS FISCAIS
arts. 734 e 735

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ÍNDICE SISTEMÁTICO

LIVRO QUARTO
DA INFRAÇÃO TRIBUTÁRIA E DAS DISPOSIÇÕES TRIBUTÁRIAS PENAIS TÍTULO I DA INFRAÇÃO TRIBUTÁRIA
arts. 736 a 740

TÍTULO II DAS DISPOSIÇÕES TRIBUTÁRIAS PENAIS
CAPÍTULO I CAPÍTULO II CAPÍTULO III CAPÍTULO IV CAPÍTULO V CAPÍTULO VI CAPÍTULO VII DAS DISPOSIÇÕES GERAIS DOS VALORES DAS MULTAS DA GRADUAÇÃO DAS MULTAS REGULAMENTARES DA APROPRIAÇÃO INDÉBITA DA IMPUNIBILIDADE DA PROIBIÇÃO DE TRANSACIONAR COM AS REPARTIÇÕES E OUTRAS ENTIDADES DO SISTEMA ESPECIAL DE CONTROLE E FISCALIZAÇÃO

arts. 741 a 744 arts. 745 e 746 arts. 747 e 748 art. 749 art. 750 art. 751 art. 752

LIVRO QUINTO DA ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA E DOS JUROS DE MORA
TÍTULO I

DA ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA
arts. 753 a 757

TÍTULO II

DOS JUROS
art. 758

LIVRO SEXTO

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
TÍTULO I

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
arts. 759 a 780

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ÍNDICE SISTEMÁTICO

TÍTULO II

DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS
arts. 1º a 16

NOTAS
De 1 a 32

ANEXOS
ANEXO 1 ANEXO 2 ANEXO 3 ANEXO 4 ANEXO 5 ANEXO 6 ANEXO 7 ANEXO 8 ANEXO 9 ANEXO 10 ANEXO 10-A ANEXO 10-B ANEXO 11 ANEXO 12 ANEXO 13 CAE-CÓDIGO DE ATIVIDADE ECONÔMICA CÓDIGO FISCAL DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES – CFOP VEÍCULOS RELAÇÃO DOS VEÍCULOS RELAÇÃO DOS VEÍCULOS SUJEITOS À SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA TRATORES FERROVIAS ABRANGIDAS PELAS NORMAS DO ART. 714 OPÇÃO PELO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA RELAÇÃO DE PRODUTOS CONSIDERADOS COMO DE BASE TECNOLÓGICA CÓDIGO DE SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA – CST NOTA FISCAL MODELO 1 NOTA FISCAL MODELO 1-A PEDIDO DE AUTORIZAÇÃO DE IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS AUTORIZAÇÃO PARA IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS MANUAL DE ORIENTAÇÃO PREVISTO NO ART. 295 FERROS E AÇOS NÃO-PLANOS MÁQUINAS, APARELHOS, EQUIPAMENTOS, PARTES, PEÇAS E COMPONENTES PRODUTOS BENEFICIADOS COM CRÉDITO PRESUMIDO PEDIDO DE CREDENCIAMENTO DE ESTABELECIMENTO GRÁFICO LISTA DE SERVIÇOS MÁQUINAS E IMPLEMENTOS AGRÍCOLAS MÁQUINAS, APARELHOS E EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS PRODUTOS SEMI-ELABORADOS VALOR AGREGADO DE QUE TRATA O ART. 19, I, “b” LISTA DOS PRODUTOS SUJEITOS À ALÍQUOTA DE 25% DO ICMS, SEGUNDO A NOMENCLATURA BRASILEIRA DE MERCADORIAS – NBM/SH

arts. 3º, IV, V e 7º, IV art. 9º, XXIV art. 9º, XXV

art..19, I “b” art. 25, I, “a”, 1 art. 47, I, “a” art. 62

art. 522, III, “a” art. 522, III, “b” art. 522, III, “d” art. 523, V art. 714 art. 522, § 3º, IV, “a” art. 13, XXX, § 14, II arts. 92 e 119, II, “d”

ANEXO 14

ANEXO 15 ANEXO 16 ANEXO 17 ANEXO 18 ANEXO 19 ANEXO 20 ANEXO 21 ANEXO 22 ANEXO 23 ANEXO 24

art. 98, II, “a” art. 98, II, “b” art. 295 art. 14, XLV art. 52, XIX art. 36, IX

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ÍNDICE SISTEMÁTICO

ANEXO 25 ANEXO 26 ANEXO 27 ANEXO 27 -A ANEXO 28 ANEXO 29

FORMULÁRIO PARA DEVOLUÇÃO DE SELOS FISCAIS EQUIPAMENTOS OU ACESSÓRIOS DESTINADOS A PESSOA COM DEFICIÊNCIA FÍSICA OU AUDITIVA OPERAÇÕES COM MEDICAMENTO PARA TRATAMENTO DA AIDS PRODUTOS PARA TRATAMENTO DE PORTADORES DO VÍRUS DA AIDS EQUIPAMENTOS E COMPONENTES PARA O APROVEITAMENTO DA ENERGIA SOLAR E EÓLICA VACINAS, IMUNOGLOBULINAS, SOROS, MEDICAMENTOS, INSETICIDAS E OUTROS PRODUTOS DESTINADOS Á VACINAÇÃO E AO COMBATE À DENGUE, MALÁRIA E FEBRE AMARELA

art. 9º, CXXVIII, “b” art. 9º, XC, “c” art. 9º, XC, “c” art. 9º, CLVI art. 9º CLIX

ANEXO 29-A

VACINAS, IMUNOGLOBULINAS, SOROS, MEDICAMENTOS, INSETICIDAS E OUTROS PRODUTOS DESTINADOS Á VACINAÇÃO E AO COMBATE À DENGUE, MALÁRIA E FEBRE AMARELA

art. 9º CLIX

ANEXO 30 ANEXO 30-A ANEXO 31 ANEXO 31 – A ANEXO 32 ANEXO 33

EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS DE TELECOMUNIICAÇÃO BENEFICÍÁRIAS DE REGIME ESPECIAL DE TRIBUTAÇÃO EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS DE TELECOMUNIICAÇÃO BENEFICÍÁRIAS DE REGIME ESPECIAL DE TRIBUTAÇÃO EQUIPAMENTOS E INSUMOS DESTINADOS À PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE EQUIPAMENTOS E INSUMOS DESTINADOS À PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE PRODUTOS IMPORTADOS POR INDUSTRIA BENEFICIADOS COM DIFERIMENTO PRODUTOS IMPORTADOS POR INDÚSTRIA BENEFICIADOS COM DIFERIMENTO UNIDADES DA FEDERAÇÃO QUE ADOTAM A SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA PARA CERVEJA, REFRIGERANTE E OUTROS PRODUTOS

art. 729 art. 729

art. 9º, CLX art. 13, LI art. 13, LV “caput” do art. 489 art. 489, § 1º, III

ANEXO 34

ANEXO 35

UNIDADES DA FEDERAÇÃO QUE ADOTAM A SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA PARA ÁGUA MINERAL OU POTÁVEL

REVOGADO. (Dec. 28.323/2005 e Errata, DOE 10/09/2005)

ANEXO 36

PRODUTOS BENEFICIADOS COM DIFERIMENTO DESDE QUE IMPORTADOS POR INDÚSTRIA FABRICANTE DE POLÍMERO, DE FIBRAOU FILAMENTO DE POLIÉSTER, DE ÁCIDO TEREFTÁLICO, DE PARAXILENO E DE POLIMERO DE POLIETILENO TEREFTALATO - PET RELAÇÃO DOS VEÍCULOS SUJEITOS À ALÍQUOTA DE 12% DO ICMS, SEGUNDO A NOMENCLATURA BRASILEIRA DE MERCADORIAS NBM/SH MEDICAMENTOS RELACIONADOS NO CONVÊNIO ICMS 140/2001 ORGANIZAÇÕES SOCIAIS COM CONTRATO DE GESTÃO COM O MINISTÉRIO DA CIÊ.NCIA E TECNOLOGIA BENEFICIÁRIAS FÁRMACOS E MEDICAMENTOS DESTINADOS A ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIRETA E INDIRETA FEDERAL, ESTADUAL E MUNICIPAL PRODUTOS IMPORTADOS POR INDÚSTRIA DE EQUIPAMENTO DE REFRIGERAÇÃO BENEFICIADOS COM DIFERIMENTO

art. 13, XL

ANEXO 37 ANEXO 38 ANEXO 39

art. 25, I, “e”, 6 art. 9º, CLXXV art. 9º, CLXIII, “f” art. 9º, CLXXVIII art. 13, LXXV

ANEXO 40

ANEXO 41

Decreto nº 14.876/91 e alterações

ÍNDICE SISTEMÁTICO

ANEXO 42-A ANEXO 42-B ANEXO 42- C

PRODUTOS DE INFORMÁTICA SUJEITOS À ALÍQUOTA DE 12% PRODUTOS DE INFORMÁTICA SUJEITOS À ALÍQUOTA DE 7% PRODUTOS DE INFORMÁTICA SUJEITOS À ALÍQUOTA DE 12%, NO PERÍODO DE29/09/2003 A 31/12/2003 PRODUTOS DE INFORMÁTICA SUJEITOS À ALÍQUOTA DE 12% V PRODUTOS DE INFORMÁTICA SUJEITOS À ALÍQUOTA DE 7% MEMORANDO - EXPORTAÇÃO GUIA DE TRANSPORTE DE VALORES – GTV LISTA DOS PRODUTOS SUJEITOS À ALÍQUOTA DE 27% DO ICMS CONHECIMENTO DE TRANSPORTE MULTIMODAL DE CARGAS CTMC - modelo 26 PRODUTOS IMPORTADOS POR INDUSTRIA DE MATERIAL ELÉTRICO COM DIFERIMENTO DO ICMS DECLARAÇÃO DE DISPONIBILIDADE FINANCEIRA OU PATRIMONIAL AUTORIZAÇÃO PARA AQUISIÇÃO DE VEÍCULO COM ISENÇÃO DO ICMS POR PORTADOR DE DEFICIÊNCIA FÍSIC’A BENS DESTINADOS À MODERNIZAÇÃO DE ZONAS PORTUÁRIAS PRODUTOS IMPORTADOS BENEFICIADOS COM DIFERIMENTO PRODUTOS PARA FABRICAÇÃO DE GRUPO GERADOR BENEFICIÁDOS COM DIFERIMENTO NA IMPORTAÇÃO DEMONSTRATIVO DE PAGAMENTO EQUIPAMENTOS E PEÇAS PARA UTILIZAÇÃO NA MANUTENÇÃO DO GASODUTO BRASIL - BOLÍVIA

art. 25, I, "e", 8 art. 25, I, "f", 1.1.2 art. 25 , I, “e”, 8.2 art. 25 , I, “e”, 8.3
art. 25 , I, “f”, 1.3

ANEXO 42-D ANEXO 42-E ANEXO 43 ANEXO 44 ANEXO 45 ANEXO 46 ANEXO 47 ANEXO 48 ANEXO 49 ANEXO 50 ANEXO 51 ANEXO 52 ANEXO 53 ANEXO 54 ANEXO 55 ANEXO 56 ANEXO 56-A ANEXO 57 ANEXO 58 ANEXO 59 ANEXO 60 ANEXO 61 ANEXO 62

art. 7º, § 16, IV art. 728 art. 25, I, “k” art. 219 art. 13, LXXVII art.9º, XCIX e § 57, II, ”c” art. 9º, XCIX e § 57, VII, “c” art. 9º, CLXXXV art. 13, LXXXII art. 13, LXXXIII art. 733, § 2º, VII art. 9º, CXCII art. 13, XC

MEDICAMENTOS E REAGENTES QUÍMICOS DESTINADOS A PESQUISAS QUE ENVOLVAM SERES HUMANOS MEDICAMENTOS E REAGENTES QUÍMICOS DESTINADOS À PESQUISAS QUE ENVOLVAM SERES HUMANOS MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS, PARTES E ACESSÓRIOS DESTINADOS A EMPRESA DE RADIODIFUSÃO PRODUTOS PARA UTILIZAÇÃO NA FABRICAÇÃO DE ARTEFATOS DE AÇO PRODUTOS PARA UTILIZAÇÃO NA FABRICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS PRODUTOS IMPORTADOS PELA APAE INSUMOS E MATÉRIAS-PRIMAS PARA UTILIZAÇÃO NA FABRICAÇÃO DE GERADORES EÓLICOS DE ENERGIA MÁQUINAS PESADAS BENEFICIADAS COM REDUÇÃO DE BASE DE CÁLCULO E CRÉDITO PRESUMIDO DO ICMS MERCADORIAS IMPORTADAS BENEFICIADAS COM REDUÇÃO DE BASE DE CÁLCULO E CRÉDITO PRESUMIDO DO ICMS PRODUTOS IMPORTADOS, PARA UTILIZAÇÃO NO PROCESSO PRODUTIVO DE “FREEZERS”, BENEFICIADOS COM DIFERIMENTO DO ICMS BENS E MERCADORIAS FABRICADOS NO PAÍS COMPONENTES ELETRÔNICOS

art. 9º, CC art. 9º, CC art. 9º, CCIV art. 13, C art. 13, CI art. 9º, “C”, f art. 13, CII art. 14, LXXIII e art. 36, XXXVI art. 14, LXXIV e art. 36, XXXVII art.13, XXXIX art. 9º,CCXII,

ANEXO 63

ANEXO 64

ANEXO 65 ANEXO 66

CCXIII e CCXIV,

e art. 24, XXXIII art. 13, CXI

Decreto nº 14.876/91 e alterações

ÍNDICE SISTEMÁTICO

Decreto nº 14.876/91 e alterações

DECRETO Nº 14.876, DE 12 DE MARÇO DE 1991
Consolida a Legislação Tributária do Estado O GOVERNADOR DO ESTADO, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo inciso IV do art. 37 da Constituição Estadual, DECRETA:

DISPOSIÇÃO PRELIMINAR
Art. 1º As normas legais e regulamentares do Estado de Pernambuco que tratam do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS ficam consolidadas pelo presente Decreto.

LIVRO PRIMEIRO Do Sistema Geral de Tributação
TÍTULO I Da Obrigação Tributária Principal CAPÍTULO I Da Incidência
Art. 2º O Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS incide sobre: (Dec. 19.527/96) I - operações relativas à circulação de mercadorias, inclusive o fornecimento de alimentação e bebidas em bares, restaurantes e estabelecimentos similares; (Dec. 19.527/96) II - prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal, por qualquer via, de pessoas, bens, mercadorias ou valores; (Dec. 19.527/96) III - prestações de serviços de comunicação, por qualquer meio, inclusive a geração, a emissão, a recepção, a transmissão, a retransmissão, a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza, sendo, a partir de 01 de novembro de 1996, apenas as onerosas; (Dec. 19.527/96) IV - serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior;
19.527/96) (Dec.

V - fornecimento de mercadoria com prestação de serviço não compreendido na competência tributária dos Municípios; (Dec. 19.527/96) VI - fornecimento de mercadoria com prestação de serviço sujeito ao Imposto sobre serviços, de competência dos Municípios, quando a lei complementar aplicável à matéria expressamente o sujeitar à incidência do imposto estadual; (Dec. 19.527/96) VII - entrada de mercadoria importada do exterior, por pessoa física ou jurídica, para qualquer finalidade, inclusive, em se tratando de pessoa física ou jurídica titular de estabelecimento, quando a mercadoria importada se destine ao uso ou consumo ou ativo permanente do respectivo estabelecimento; (Dec. 19.527/96) VIII - entrada, no território de Pernambuco, de energia elétrica e petróleo, inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, quando procedentes de

DECRETO 14.876/91 - atualizado até 30 junho 2011

outra Unidade da Federação e não destinados à comercialização ou à industrialização, cabendo o imposto a este Estado. (Dec. 19.527/96) § 1°. Relativamente à cobrança do imposto sobre a prestação de serviço de transporte aéreo, o termo inicial de vigência será 01 de janeiro de 1997. (Dec. 19.527/96) § 2º Na hipótese do inciso VIII do "caput", relativamente à energia elétrica, a incidência do imposto alcança desde a geração ou importação até a última etapa destinada ao consumo final, aí incluídas a conexão, a conversão, a transmissão, a distribuição e a comercialização.
(Dec. 24.864/2002)

Art. 3º Considera-se ocorrido o fato gerador do imposto: (Dec. 19.527/96) I - na saída de mercadoria do estabelecimento de contribuinte, inclusive cooperativa, ainda que para outro estabelecimento do mesmo titular; II - no fornecimento de alimentação, bebidas e outras mercadorias em bares, restaurantes, cafés e outros estabelecimentos; (Dec. 19.527/96) III - relativamente à importação do exterior: (Dec. 19.112/96) a) até 25 de novembro de 1991, na entrada, em estabelecimento importador, de mercadoria importada do exterior pelo titular do estabelecimento; (Dec. 19.112/96) b) de 26 de novembro de 1991 a 31 de outubro de 1996, no recebimento, pelo importador, de mercadoria ou bem importados do exterior (Lei nº 10.650, de 25.11.91); (Dec. 19.527/96) c) a partir de 01 de novembro de 1996, no desembaraço aduaneiro de mercadoria importada do exterior, observando-se (Lei nº 11.408, de 20.12.96, e Lei nº 12.335, de 23.01.2003): (Dec. 25.350/2003) 1. após o desembaraço aduaneiro, a entrega, pelo depositário, de mercadoria ou bem importados do exterior deverá ser autorizada pelo órgão responsável pelo respectivo desembaraço; (Dec. 19.527/96) 2. o desembaraço referido no item anterior somente se fará mediante a exibição do comprovante de pagamento do imposto incidente no ato do despacho aduaneiro, observado o disposto no art. 600, §§ 6º a 8º, e no Decreto nº 19.005, de 15 de fevereiro de 1996; (Dec. 19.527/96) 3. a partir de 01 de janeiro de 2003, na hipótese de a entrega da mercadoria importada do exterior ocorrer antes do desembaraço aduaneiro, considera-se ocorrido o fato gerador no momento do mencionado desembaraço, devendo a autoridade responsável, salvo disposição em contrário estabelecida em decreto do Poder Executivo, exigir a comprovação do pagamento do imposto (ACR Lei nº 12.335, de 23.01.2003); (Dec.
25.350/2003)

IV - na prestação de serviço, não relacionado no Anexo 1, quando houver fornecimento de mercadoria; V - na prestação dos serviços de competência municipal (Anexo 1), com fornecimento de mercadoria, quando prevista a incidência em relação a esta, nos termos de lei complementar; VI - na prestação dos serviços de transporte interestadual e intermunicipal de qualquer natureza: (Dec. 19.527/96) a) até 31 de outubro de 1996, no término da prestação do serviço; (Dec. 19.527/96) b) a partir de 01 de novembro de 1996, no início da prestação do serviço; (Dec. 19.527/96) VII - na prestação de serviço de comunicação, feita por qualquer meio, inclusive a geração, a emissão, a recepção, a transmissão, a retransmissão, a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza, observando-se: (Dec. 19.527/96) a) quando o serviço for prestado mediante o pagamento em ficha, cartão, selo postal ou assemelhados, a ocorrência do fato gerador se dará no momento do fornecimento desses instrumentos ao usuário; (Dec. 19.527/96)

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b) a partir de 01 de novembro de 1996, a incidência ocorrerá apenas em relação à prestação onerosa; (Dec. 19.527/96) VIII - na prestação de serviço iniciada no exterior: (Dec. 19.527/96) a) até 31 de outubro de 1996, no término da prestação do serviço de transporte ou comunicação, relativamente a cada beneficiário; (Dec. 19.527/96) b) a partir de 01 de novembro de 1996, no ato final do serviço de transporte; (Dec. 19.527/96) IX - na prestação de serviço de transporte e de comunicação realizada no exterior:
19.527/96) (Dec. (Dec. (Dec.

a) até 31 de outubro de 1996, no momento fixado para pagamento do serviço;
19.527/96)

b) a partir de 01 de novembro de 1996, no recebimento do serviço pelo destinatário;
19.527/96)

X - na arrematação em leilão ou na aquisição em licitação, promovidos pelo Poder Público, de mercadoria, inclusive importada do exterior, apreendida ou abandonada; (Dec. 19.527/96) XI - na adjudicação ou arrematação, em hasta pública, de mercadoria de contribuinte; XII - na entrada de mercadoria no estabelecimento do adquirente, quando procedente de outra Unidade da Federação e destinada a integrar o respectivo ativo permanente ou ao seu próprio uso ou consumo; (Dec. 19.527/96) XIII - na utilização, por contribuinte, de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outra Unidade da Federação e que: (Dec. 19.527/96) a) até 31 de outubro de 1996, não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente alcançada pela incidência do imposto; (Dec. 19.527/96) b) a partir de 01 de novembro de 1996, não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente; (Dec. 19.527/96) XIV - na saída de mercadoria de estabelecimento extrator ou produtor para qualquer outro estabelecimento, de idêntica titularidade ou não, localizado na mesma área ou em área contínua ou diversa, para que seja submetida a qualquer processo de industrialização; XV – até 29 de fevereiro de 2000, na hipótese de saída de mercadoria amparada pelo regime especial aduaneiro de admissão temporária de que trata o Decreto Federal nº 91.030, de 05 de março de 1985, sob a responsabilidade de contribuinte localizado neste Estado: (Dec.
22.075/2000 - EFEITOS A PARTIR DE 01.03.2000)

a) na data em que expirar o prazo concedido para a admissão temporária, com a permanência da mercadoria em território nacional; (Dec. 22.075/2000 - EFEITOS A PARTIR DE
01.03.2000)

b) antes de expirado o prazo de que trata a alínea anterior, na ocasião em que a mercadoria: (Dec. 22.075/2000 - EFEITOS A PARTIR DE 01.03.2000) 1. for alienada; 2. perder-se, seja qual for a causa; XVI - na entrada, no território do Estado, de energia elétrica e petróleo, inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, oriundos de outra Unidade da Federação, quando não destinados à industrialização ou à comercialização. (Dec. 19.527/96) § 1º Equipara-se à saída: I - a transmissão da propriedade de mercadoria, decorrente de alienação onerosa ou gratuita de título que a represente, ou a sua transferência, mesmo que não haja circulação física; II - a transmissão da propriedade de mercadoria estrangeira, efetuada antes de sua entrada no estabelecimento importador;

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III - a transmissão da propriedade de mercadoria, quando efetuada em razão de qualquer operação, ou a sua transferência, antes de sua entrada no estabelecimento do adquirentealienante; IV - a posterior transmissão da propriedade ou a transferência de mercadoria que, tendo transitado, real ou simbolicamente, pelo estabelecimento, deste tenha saído sem débito do imposto; V - a mercadoria constante do estoque final na data do encerramento da atividade do contribuinte; VI - a carne ou subproduto de gado abatido existente em matadouro: a) público; b) particular, não pertencente este a quem tenha promovido a matança. § 2º Para o fim do disposto no inciso III do "caput": (Dec. 19.112/96) I - até 25 de novembro de 1991, equipara-se à entrada no estabelecimento importador a transmissão da propriedade ou a transferência de mercadoria, quando esta não transitar pelo respectivo estabelecimento; (Dec. 19.112/96) II - a partir de 26 de novembro de 1991, considera-se recebimento pelo importador (Lei nº 10.650, de 25.11.91): (Dec. 19.112/96) a) a transmissão de propriedade ou a transferência de mercadoria ou bem sem que estes transitem pelo estabelecimento importador; b) a retirada da mercadoria ou bem do local de importação ou a remessa destes para armazenamento, ainda que naquele mesmo local. § 3º Quando a mercadoria for remetida para armazém-geral ou para depósito fechado do próprio contribuinte, neste Estado, considera-se ocorrido o fato gerador: I - no momento da saída da mercadoria do armazém-geral ou do depósito fechado, salvo se para retornar ao estabelecimento de origem; II - no momento da transmissão da propriedade da mercadoria depositada em armazémgeral ou em depósito fechado. § 4º O disposto no inciso III do "caput" aplica-se, inclusive, sobre a entrada, em estabelecimento importador, de bens importados do exterior por seu titular, com destino a uso, consumo ou ativo fixo do referido estabelecimento. § 5º Até 31 de maio de 2000, o disposto nos incisos XII e XIII do “caput” aplica-se, inclusive, relativamente às mercadorias e serviços para utilização, em obra própria ou de terceiro, por empresa de construção civil, obras hidráulicas e outras obras semelhantes, inclusive serviços auxiliares ou complementares. (13) (Dec. 22.328/2000 – EFEITOS SUSPENSOS ATÉ 30.09.2000,
CONFORME Dec. 22.601/2000)

§ 6º O disposto no inciso XIII, “a” do “caput” não se aplica quando a operação ou a prestação subseqüente for sujeita a isenção, suspensão ou diferimento do imposto. (Dec. 19.527/96) § 7º O fato gerador do ICMS, quanto à prestação de serviço de comunicação, conforme previsto no inciso VII do “caput”, ocorre inclusive em relação àqueles classificados pelas empresas de telecomunicações sob as denominações a seguir indicadas, devendo a base de cálculo corresponder ao respectivo preço (Convênio ICMS 02/96): (Dec. 19.337/96) I - "assinatura de telefonia celular"; (Dec. 19.337/96) II - “salto”; (Dec. 19.337/96) III - “atendimento simultâneo”; (Dec. 19.337/96) IV - “siga-me”; (Dec. 19.337/96) V - “telefone virtual”. (Dec. 19.337/96)

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19. 25. o do estabelecimento onde ocorrer a entrada física. (Dec. pertencendo a contribuinte de outra Unidade da Federação. 19. consumo ou ativo fixo do contribuinte ou a não-contribuinte do imposto. observado o disposto no art.527/96) g) aquele em que ocorrer arrematação.805/2006) [N1] I . para os efeitos da cobrança do imposto e definição do estabelecimento responsável. 25. novo ou usado. 3º.para efeito do disposto na legislação tributária estadual: (Dec. na falta deste. (Dec.350/2003) Parágrafo único.atualizado até 30 junho 2011 . 19. quando não estabelecido.876/91 . X e XI.527/96) 2. 19. ou ainda quando. (Dec. (Dec.350/2003) Art. i) o do Estado de onde o ouro tenha sido extraído.tratando-se de mercadoria ou bem: (Dec. (Dec. 25. ainda que destinado a uso ou consumo ou ativo fixo do estabelecimento. 19.527/96) 1.876/91 DECRETO 14. é: (Dec.527/96) (Dec. 19. somente se aplica quando a mercadoria for adquirida no País. 4º Considera-se mercadoria qualquer bem. § 10. suscetível de avaliação econômica.2.350/2003) b) na hipótese de importação. de mercadoria por ele adquirida e que por ele não tenha transitado.1. Decreto nº 14. até 31 de outubro de 1996. quanto a esta regra: (Dec. (Dec.527/96) c) o do estabelecimento remetente-depositante.527/96) 1.350/2003) I .527/96) a) o do estabelecimento onde se encontre no momento da ocorrência do fato gerador. 19. o do domicílio do adquirente.527/96) 2. nas hipóteses do art. por estar desacompanhada de Nota Fiscal ou com documentação inidônea. ou o título que a represente. nesta ingressar sem destinatário certo.350/2003) II . não reputado como imóvel por natureza ou acessão física. não se aplica às mercadorias recebidas em regime de depósito de contribuinte localizado em outra Unidade da Federação que não a do depositário. quando em situação irregular.350/2003) a) a referência a bem é utilizada para designar especificamente a mercadoria destinada a uso. h) o do Estado da situação da respectiva orla marítima. quando estes e o depositante estiverem situados neste Estado. 19. 61. 5º O local da operação ou prestação. (Dec. produção ou comercialização. 19. o do estabelecimento destinatário ou. em operações realizadas em plataforma continental. em relação à operação em que deixar de ser considerado como ativo financeiro ou instrumento cambial. (Dec.Art. o do domicílio do adquirente.527/96) e) no caso de mercadoria ou bem importado do exterior: (Dec. nos termos da alínea anterior. a partir de 01 de novembro de 1996.527/96) 2. 25. 28. nos termos da lei civil. Relativamente ao disposto no "caput": (Dec. 19. 19. 19. (Dec. (Dec.527/96) f) aquele onde se encontrar a mercadoria. salvo se para retornar ao estabelecimento remetente. 25. (Dec. na hipótese de atividades integradas.compreendem-se no conceito de mercadoria a energia elétrica. b) o do estabelecimento que transfira a propriedade. os lubrificantes e minerais do País. mar territorial ou zona econômica exclusiva. 25.527/96) 2.527/96) d) aquele onde for realizada cada atividade de industrialização. aquisição ou adjudicação. 19. (Dec. na hipótese de a mercadoria sair diretamente do depósito fechado ou armazém-geral. a partir de 01 de novembro de 1996: (Dec. os combustíveis líquidos e gasosos. a referência a mercadoria é utilizada para designar inclusive bem. observando-se.

XIII. onde seja cobrado o serviço. n) o do estabelecimento destinatário da mercadoria adquirida em outra Unidade da Federação. ampliação e recepção. 19.tratando-se de prestação de serviço de transporte ocorrida no território nacional: a) o do estabelecimento destinatário do serviço. selo postal ou qualquer outro instrumento assemelhado. 3º.527/96) b) o do estabelecimento da concessionária ou permissionária que fornecer a ficha. m) aquele onde se encontrar o estabelecimento remetente.180/2001) (17) IV .527/96) b) onde se encontre o transportador.527/96) Decreto nº 14. (Dec.846. pela falta de documentação fiscal ou quando com documentação inidônea. (Dec.j) o de desembarque. (Dec. 2. sendo. para efeito do pagamento do diferencial de alíquota. 19. o do estabelecimento ou do domicílio do destinatário. destinada a integrar o respectivo ativo permanente ou ao seu próprio uso ou consumo. 23. na primeira operação com o produto. 3º. assim entendido o da geração. (Dec. nas operações interestaduais com energia elétrica e petróleo.805/2006) [N2] a) o da prestação do serviço de radiodifusão sonora e de som e imagem. XII. crustáceos e moluscos.atualizado até 30 junho 2011 .527/96) c) onde tenha início a prestação. apenas quando onerosa. cuja prestação se tenha iniciado em outra Unidade da Federação e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. 23. (Dec. observado o disposto nos §§ 3º. o Estado a que se destina o produto. 19.2000). 19. até 08 de fevereiro de 1990. 28. (Dec. a sede social do mencionado Banco. de 22. 19. cuja prestação se tenha iniciado em outra Unidade da Federação e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente.tratando-se de serviço de transporte ou de comunicação prestado ou iniciado no exterior: (Dec. 19.180/2001) (17) 2. na hipótese de captura de peixes. 19. conforme a hipótese. quando em situação irregular. quando a prestação for efetuada por meio desses instrumentos. (Dec. nos termos do art. 3º.527/96) a) até 31 de outubro de 1996.527/96) b) a partir de 01 de novembro de 1996. para efeito do pagamento do diferencial de alíquota. nos demais casos. (Dec. a partir de 01 de agosto de 2000.527/96) o) o da Unidade da Federação onde estiver localizado o adquirente. por qualquer meio. inclusive consumidor final. nos termos do art. “a” ou “b”. conforme a hipótese. o do estabelecimento encomendante situado neste Estado. 19. (Dec. o do estabelecimento ou domicílio do tomador do serviço. a partir de 09 de fevereiro de 1990. 7º e 9º: (Dec. (Dec. 19.876/91 DECRETO 14. nos termos da legislação tributária. c) o do estabelecimento destinatário do serviço. a partir de 01 de novembro de 1996. cartão.527/96) II . quando não destinados à industrialização ou à comercialização.876/91 .527/96) III . emissão. XIII. nos termos do art. bem como lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados.tratando-se de prestação de serviço de comunicação.180/2001) (17) 1. na hipótese de remessa sem destinatário certo dentro do Estado. nos demais casos. transmissão e retransmissão. quando prestado por meio de satélite (ACR Lei nº 11. “a” ou “b”. 23. (Dec. 19.09.527/96) d) os seguintes locais: (Dec. para efeito do pagamento do diferencial de alíquota. repetição. l) relativamente ao trigo importado sob o regime de monopólio do Banco do Brasil S/A: 1.

§ 8º Para fim do disposto na alínea “c” do inciso II do “caput”. considera-se como local da operação o do estabelecimento do contribuinte .o fato de uma mesma pessoa atuar. (Dec.530/92) II . 19.o fato de a operação realizar-se entre estabelecimentos do mesmo titular. o imposto será devido ao Estado ou Distrito Federal onde se iniciar a prestação. § 2º Para fim do disposto na alínea “c” do inciso II do “caput”.na hipótese de o transportador ter efetuado coleta de mercadoria para o seu depósito. no local onde tiver início cada uma dessas prestações. 733 (Lei nº 11. III . para retorno com mercadoria. 19. considera-se radiodifusão sonora aquela recebida pelo público em geral exclusivamente por meio da propagação do som. com estabelecimentos de natureza diversa. no estabelecimento remetente da mercadoria.876/91 . ainda que se trate de atividades integradas. tratando-se de serviços não-medidos que envolvam localidades situadas em diferentes Unidades da Federação e cujo preço seja cobrado por períodos definidos.527/96) I .805/2006) [N3] Art. (Dec. sacaria e assemelhados. (Dec. § 4º No caso de transporte de passageiros.09.a natureza jurídica da operação relativa à circulação da mercadoria e prestação relativa ao serviço de transporte interestadual ou intermunicipal e de comunicação.876/91 DECRETO 14. nos termos do inciso III do "caput".o título jurídico pelo qual o sujeito passivo se encontre na posse da mercadoria que efetivamente tenha saído do seu estabelecimento.na hipótese de remessa de vasilhame. observando-se o disposto nos §§ 2º ao 6º do art. Decreto nº 14. considera-se como local da prestação o local onde a carga tiver sido apanhada. 15. (Dec. o ouro. a partir de 01 de agosto de 2000. terá identificado o local da extração. 15. para a caracterização da incidência: I . simultaneamente. 6º É irrelevante.2000). cuja venda de bilhete de passagem ocorra em outra Unidade da Federação.527/96) § 9º Na hipótese de a prestação do serviço de comunicação. 28.§ 1º Para efeito do disposto na alínea "i" do inciso I do "caput". § 6º Não se aplica o disposto no parágrafo anterior às escalas e conexões no transporte aéreo.530/92) § 3º Para efeito do disposto na alínea "a" do inciso III do "caput". II . quando definido como ativo financeiro ou instrumento cambial. o imposto devido será recolhido em partes iguais para aquelas onde estiverem localizados o prestador e o tomador.substituído. o início da prestação do serviço será havido: (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . § 5º Considera-se local de início da prestação de serviço de transporte de passageiros aquele onde se iniciar trecho da viagem indicado no bilhete de passagem. quando o transportador sair de um local para receber carga em outro.846. § 7º Nos casos em que tenha sido atribuída a condição de responsável pelo pagamento do imposto a terceiros. a partir de 29 de dezembro de 1989. IV . de 22.

XII . observado o disposto nos §§ 15 e 16. transferidas ou compactadas durante a execução das obras de construção e conservação de estradas de rodagem.527/96) IV . XI .527/96) (Dec. barragens e outras obras semelhantes.527/96) VIII . contratados por escrito. excluídos os semielaborados definidos nos termos dos §§ 2º e 3º.a saída de mercadoria que tenha entrado em estabelecimento de empresa transportadora. frigorífico ou depósito fechado e o retorno ao estabelecimento remetente. 19. observado o disposto no § 5º. X . b) contrato escrito de agenciamento da venda do veículo. em exposição ou em trânsito. (Dec. operações e prestações que destinem ao exterior mercadorias. 19. desde que decorrente de operação de simples agenciamento ou corretagem.relativamente à exportação para o exterior: (Dec.CAPÍTULO II DA NÃO-INCIDÊNCIA Art.527/96) IX . inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. II . túneis. quando destinados à industrialização ou à comercialização. 19.942/97) 1. comprovada com os seguintes documentos: a) documento de propriedade do veículo. pelo próprio autor da saída. permaneça na posse do agente ou vendedor. (Dec. empresa comercial exportadora. c) autorização expressa do proprietário do veículo para que este. (Dec. quando situados dentro deste Estado. novos ou usados. (Dec. 19. 19. pistas de aeroportos. DECRETO 14. contratado por escrito. desde que tenha sido enviada para o destinatário indicado na documentação fiscal que a acompanhe. (Dec. quando destinada a (Convênio ICMS 113/96): (Dec.a saída de mercadoria para análise laboratorial ou operação semelhante. simplesmente escavadas. mediante laudo escrito.527/96) (Dec. onde estejam fixados o preço e as condições. 19.operações de arrendamento mercantil. 19. quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial.operações relativas a mercadorias que tenham sido ou que se destinem a ser utilizadas na prestação. portos. (Dec.a extração e remoção de terras e rochas.527/96) VI .527/96) VII . (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . 19.527/96) b) a partir de 16 de setembro de 1996. periódicos e o papel destinado à sua impressão. 7º O imposto não incide sobre: I .527/96) a) até 15 de setembro de 1996.876/91 .saída de bem em decorrência de comodato ou locação. ressalvadas as hipóteses de incidência previstas na mesma lei complementar e indicadas no referido Anexo. sob sua inteira responsabilidade. exclusivamente para fim de transporte.operações com ouro. de serviço de qualquer natureza definido em lei complementar como sujeito ao imposto sobre serviços. desde que comprovado seu resultado.527/96) III . 19. especificados na lista constante do Anexo 1. devidamente firmado pelo proprietário do veículo e pelo agente. do estabelecimento do contribuinte. 19. V . equiparando-se às referidas operações.saída de mercadoria destinada a armazém-geral. de competência dos Municípios. saída de produto industrializado. a saída de mercadoria realizada com o fim específico de exportação para o exterior. ou serviços. (Dec.operações interestaduais relativas a energia elétrica e petróleo.operações com livros. inclusive “trading” ou outro estabelecimento da mesma empresa. inclusive produtos primários e produtos industrializados semi-elaborados.a saída de veículos. 19. 19.527/96) 2. armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro. jornais.

atualizado até 30 junho 2011 . desaguamento . acabamento. pulverização. III . lapidação.876/91 DECRETO 14. 19. d) fragmentação.os catálogos. inciso I. ou dependa. esquadriamento. aglomeração realizada por briquetagem. f) salga e secagem de produtos animais. possa constituir-se em insumo agropecuário ou industrial.até 31 de outubro de 1996. sinterização.527/96) I . desdobramento. (Dec.a partir de 01 de novembro de 1996. polimento ou qualquer outro processo de beneficiamento de produtos extrativos e agropecuários. 19. além de montagem.527/96) XV . descaroçamento.527/96) XIV . não se considera livro: I . para o consumo. a partir do momento em que a opção de compra prevista no contrato tiver sido efetivamente exercida pelo arrendatário. 19. serragem de toras e carvoejamento. ainda que submetido a qualquer forma de acondicionamento: a) abate de animais. c) desfibramento.XIII .aqueles pautados de uso comercial. § 4º Na hipótese do inciso II do “caput”. (Dec. transformação ou aperfeiçoamento.inclusive por separação magnética e flotação . inclusive a operação efetuada pelo credor em decorrência do inadimplemento do devedor. inclusive mediante o exercício da opção de compra prevista no respectivo contrato.876/91 .a partir de 01 de novembro de 1996. lavagem. classificação. II . 19. para fazer parte de novo produto. concentração . calcinação.inclusive secagem. pelotização e serragem para desdobramento de blocos.aqueles em branco ou simplesmente pautados. (Dec.527/96) § 1º Para os efeitos do inciso I do "caput". em qualquer hipótese. descascamento.as agendas e todos os livros deste tipo. b) abate de árvores e desbastamento.a partir de 01 de novembro de 1996. desidratação. comercial ou de outra espécie.527/96) Decreto nº 14. de substâncias minerais bem como demais processos. submetido à industrialização. prensagem. “a” do “caput”.levigação. operações decorrentes de alienação fiduciária em garantia.527/96) I . 19. 19. que. operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de bens móveis salvados de sinistro para companhias seguradoras. tornar-se-á exigível o imposto quando a mercadoria exportada for reintroduzida no mercado interno. secagem. de complemento de industrialização. § 3º Excluem-se das disposições do parágrafo anterior. listas e outros impressos que contenham propaganda comercial.o produto resultante dos seguintes processos. descascamento.527/96) § 5º A não-incidência relativa ao arrendamento mercantil de que trata o inciso V do “caput” não se opera: (Dec. IV . desidratação e filtragem . bem como os riscados para escrituração de qualquer natureza.o produto de qualquer origem. 19. (Dec. em relação à venda do bem arrendado ao arrendatário. partes e componentes. e) resfriamento e congelamento. operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de propriedade de estabelecimento industrial. esterilização. § 2º Para efeito do inciso II. modulação. semi-elaborado é: (Dec.homogeneização.527/96) II . as peças. assim entendidos os produtos que não dependam de qualquer forma de industrialização. (Dec.a partir de 01 de novembro de 1996. (Dec. 19. ainda que exijam adição de outras substâncias. II .

717/93) II .a que.942/97) Decreto nº 14. quando contiver reconhecimento de firma das partes contratantes. este somente produzirá efeitos tributários: (Dec. IV . 16. do "caput". exercida sobre partes remanescentes de produtos deteriorados ou inutilizados. observar-seá (Convênios ICMS 113/96. Quando a não-incidência do imposto estiver condicionada à celebração de contrato por escrito.a partir de 01 de abril de 1993. § 11.717/93) I . funcionamento.montagem . (Dec.a que consista na reunião dos produtos. (Dec. relativamente ao inciso II. no campo “Informações Complementares”.876/91 . 34/98. 19. 9º. 107/2001 e 61/2003): (Dec. utilização. III . XII. considera-se armazém-geral o estabelecimento destinado à recepção e movimentação de mercadoria de terceiros. "b". peças ou partes. § 12. Para os efeitos deste Decreto. sem a vinculação de que trata o parágrafo anterior. do “caput”. tendo o exterior como destino final. A partir de 08 de janeiro de 1997. § 8º Para efeito do disposto no parágrafo anterior. a expressão “Remessa com fim específico de exportação”. § 10.a que importe em restaurar.876/91 DECRETO 14. 3º.§ 6º Para o fim do disposto no inciso X do "caput". apresentação ou aperfeiçoamento do produto. 16. para estabelecimentos do mesmo titular. situados no Estado. quando registrado em cartório. V . ressalvado o disposto na parte final da alínea “b” do inciso II do “caput”. inclusive “trading” ou outro estabelecimento da mesma empresa do remetente.até 31 de março de 1993. o acabamento ou a aparência do produto. ao imposto complementar referido no art. A não-incidência de que trata o inciso I do "caput" aplica-se. Ocorrendo duas ou mais operações de circulação com a mesma mercadoria no território nacional.transformação . apenas a última será considerada exportação para efeito de não-incidência do imposto. até 07 de janeiro de 1997. 16. 19. de qualquer forma. 54/97. situado neste Estado e destinado à recepção e movimentação de mercadoria própria. tais como: I .995/2003) I . § 9º Poderá ser admitido um depósito fechado único. além dos requisitos exigidos pela legislação. os renove ou lhes restaure a utilização.a que.renovação ou recondicionamento . de que resulte obtenção de um novo produto ou unidade autônoma. exercida sobre a matéria-prima ou produto intermediário. a utilização. § 15. salvo quando a embalagem colocada se destine apenas ao transporte da mercadoria. desde que observado o disposto em portaria do Secretário da Fazenda.atualizado até 30 junho 2011 . o depósito fechado deverá ser vinculado a um dos estabelecimentos do contribuinte. o estabelecimento que realizar a operação deverá emitir Nota Fiscal contendo. com simples função de guarda e proteção.beneficiamento . Para o fim desde Decreto.a que importe em alterar a apresentação do produto quanto ao seu acondicionamento. podendo o contribuinte manter quantos depósitos fechados necessitar. considera-se industrialização qualquer operação de que resulte alteração da natureza. acabamento. 25. II . aperfeiçoar ou.942/97) § 16. Na hipótese do inciso II. isolada ou conjuntamente com mercadoria própria. 19. § 7º Considera-se depósito fechado o armazém pertencente ao contribuinte. resulte na obtenção de espécie nova.na saída da mercadoria para empresa comercial exportadora. serão observadas.acondicionamento . “b”.717/93) § 13.527/96) § 14. alterar o funcionamento. (Dec. (Dec. com a simples função de guarda e proteção. considera-se operação de agenciamento aquela promovida por estabelecimento devidamente regularizado perante a prefeitura do Município de sua localização. (Dec. mediante colocação de embalagem ou substituição da original. inclusive. as normas previstas nos §§ 37 a 42 do art.

(Dec.o estabelecimento exportador encaminhará ao estabelecimento remetente. para exibição ao Fisco. no campo “Informações Complementares”. ficando estes documentos no estabelecimento exportador. 19.o estabelecimento destinatário. que poderá ser apresentada em meio magnético.942/97) VII . com os acréscimos previstos na legislação. contendo.942/97) g) número do Despacho de Exportação. (Dec.II . (Dec. endereço e número de inscrição. e do comprovante de exportação. 19. a 1ª (primeira) via do Memorando-Exportação. no mínimo. 19. estadual e no CGC.o estabelecimento remetente recolherá o imposto devido. número e data da Nota Fiscal do estabelecimento remetente e do destinatário exportador da mercadoria. (Dec. o estabelecimento referido no inciso anterior encaminhará à repartição fazendária do seu domicílio as informações contidas na Nota Fiscal. a série. contado da data da referida saída. (Dec.942/97) Decreto nº 14. as seguintes indicações. a partir de 01 de janeiro de 2002. (Dec. durante o prazo de 5 (cinco) anos. 19. será anexada à 1ª (primeira) via da Nota Fiscal do remetente ou à sua cópia reprográfica. (Dec. devendo este ser identificado individualizadamente no mencionado Registro de Exportação (NR Convênio ICMS 107/2001): (Dec. à repartição fazendária do seu domicílio. que. monetariamente atualizado. conforme o Manual de Orientação previsto no art.atualizado até 30 junho 2011 .ao final de cada período fiscal. nos casos de não se efetivar a exportação: (Dec. conservando os comprovantes da venda.942/97) d) nome. será indicado por Estado produtor/fabricante. observado. (Dec.942/97) VIII . endereço e número de inscrição. podendo as referidas informações. 19.876/91 DECRETO 14. fará constar. ainda. nos termos do Anexo 20.942/97) VI . o modelo previsto no Anexo 43 (NR Convênio ICMS 107/2001): (Dec.a 2ª (segunda) via do Memorando-Exportação. 19. referido na alínea “h” do inciso anterior. de que trata o inciso IV. (Dec. ser apresentadas em listagem. 19.942/97) IV .942/97) i) discriminação do produto exportado. 19.942/97) e) nome.942/97) a) após decorrido o prazo de 180 (cento e oitenta) dias. 25.942/97) c) data da emissão.942/97) III . 295. em substituição ao meio magnético. o número e a data de cada Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento remetente. estadual e no CGC. o estabelecimento que promover a exportação somente emitirá o Memorando-Exportação após a efetiva contratação cambial e até o último dia do mês subseqüente ao da referida contratação. a partir de 01 de janeiro de 2002. quando se tratar de produto industrializado. (Dec. 19. (Dec. que será acompanhada de cópia do Conhecimento de Embarque. a 3ª (terceira) via do memorando. data de seu ato final e número do Registro de Exportação.relativamente às operações de que trata o "caput". 19.942/97) b) número de ordem e número da via.942/97) f) série. emitido pelo órgão competente: (Dec. em 3 (três) vias. do estabelecimento emitente. quando da emissão da Nota Fiscal destinada ao exterior.942/97) l) data e assinatura de representante legal do emitente. 19. (Dec. a contar da saída por ele promovida.942/97) V . 19. 19. o referido estabelecimento encaminhar. 25. o estabelecimento destinatário deverá emitir o documento denominado "Memorando-Exportação".995/2003) a) denominação: “Memorando-Exportação”. do estabelecimento remetente da mercadoria. devendo. bem como nas exportações em consignação.942/97) j) país de destino da mercadoria. 19. (Dec. 19.nas saídas para feiras ou exposições no exterior.876/91 . 19. (Dec. (Dec. até o último dia do mês subseqüente ao da efetivação do embarque da mercadoria para o exterior.995/2003) h) número e data do Conhecimento de Embarque. em meio magnético. 19.

25. relativamente aos últimos 5 (cinco) anos.995/2003) 2. quanto aos classificados no código NBM/SH 2401. 19.876/91 . uma única vez. (Dec. do Comércio e do Turismo. relativamente a operações de comércio exterior.na hipótese de devolução da mercadoria. (Dec. comunicará ao referido Ministério as situações seguintes em que o exportador esteja enquadrado: (Dec. nos termos do Decreto-Lei nº 1. 25. (Dec. 19. (Dec. designar funcionários para exercerem atividades de interesse da Unidade da Federação junto às repartições da outra.110/98) c) em razão da perda da mercadoria.os procedimentos previstos nos incisos VIII a X aplicam-se também às operações que destinem mercadoria a armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro. contado da data da referida saída. Indústria e Comércio Exterior. 19. a partir de 14 de julho de 1998. de 12 de julho de 1995.942/97) XI .b) após decorrido o prazo de 90 (noventa) dias. 21.942/97) d) em virtude da reintrodução da mercadoria no mercado interno.942/97) X . a critério do Fisco do Estado do remetente. (Dec.942/97) XV .942/97) a) se está respondendo a processo administrativo. para a liberação das mercadorias. 19.942/97) IX .248. denominação alterada para Ministério do Desenvolvimento.as referidas Secretarias. hipótese em que o mencionado prazo poderá ser de 180 (cento e oitenta) dias.atualizado até 30 junho 2011 . exigindo os referidos depositários. mediante acordo prévio. exceto. caso o adquirente haja efetuado o recolhimento do imposto ao Estado de origem da mercadoria. aquela classificada como "trading company". o estabelecimento remetente ficará dispensado do recolhimento do imposto nos prazos previstos nas alíneas “a” e “b” do inciso VIII. (Dec.para efeito do disposto em ato normativo do Ministério da Indústria.995/2003) (Dec. que estiver inscrita como tal.942/97) XII . do Comércio e do Turismo. a Diretoria de Administração Tributária da Secretaria da Fazenda.995/2003) 1. por igual período. aquela que estiver inscrita como tal no Cadastro de Exportadores e Importadores da Secretaria de Comércio Exterior .995/2003) b) a partir de 29 de julho de 2003: (Dec. Finanças ou Tributação das Unidades da Federação envolvidas prestarão assistência mútua para a fiscalização daquelas operações. as demais empresas comerciais que realizem operações mercantis de exportação. 19.942/97) b) se tiver sido punido em decisão administrativa. (Dec.relativamente às operações que destinem mercadorias a outras Unidades da Federação.SECEX.os prazos estabelecidos nas alíneas “a” e “b” do inciso anterior poderão ser prorrogados. inscritas no registro do sistema da Receita Federal – SISCOMEX. (Dec. 19.876/91 DECRETO 14. 25. 19. 25. ainda. qualquer que seja a causa. a partir de 29 de julho de 1999. do Ministério da Indústria. 19. (Dec. a critério do Fisco do Estado do remetente. (Dec. observar-se-á: (Dec. do Ministério do Desenvolvimento.entende-se como empresa comercial exportadora (NR Convênio ICMS 61/2003): 25.o estabelecimento remetente ficará exonerado do cumprimento da obrigação prevista no inciso VIII.942/97) XIII . (Dec. 19.942/97) XIV . 19. a) no período de 08 de janeiro de 1997 a 28 de julho de 2003.942/97) b) poderão. por infringência à legislação fiscal de âmbito estadual. de 29 de novembro de 1972. o comprovante do recolhimento do imposto. (Dec. Indústria e Comércio Exterior. (Dec.SECEX. 19. no Cadastro de Exportadores e Importadores da Secretaria de Comércio Exterior . 19. em especial a Portaria nº 280.942/97) a) as Secretarias de Fazenda. (Dec. quando se tratar de produto primário ou industrializado semi-elaborado. na hipótese de não se efetivar a exportação.995/2003) Decreto nº 14.

894/2009 .894/2009 . suas obras e artefatos de joalheria. 30. quando se tratar de exportação direta em que o adquirente da mercadoria. no campo "Informações Complementares":(Dec. 30. fazendo constar do documento: (Dec. 30. conforme o caso.RE do Siscomex .RES ou da Declaração Simplificada de Exportação .876/91 .978/2007) b) por ocasião do transporte. fornecidos pelo Sistema Integrado de Comércio Exterior Siscomex.894/2009 . demais obrigações definidas na legislação.RE do Siscomex . 33. 30.978/2007) 3. 30.978/2007) 2. (Dec.2.978/2007) § 17. 33.atualizado até 30 junho 2011 . Indústria e Comércio Exterior. realizadas no mercado interno com pagamento em moeda estrangeira. concernentes ao mês-base. obrigatoriamente.978/2007) 2. situado no exterior. fazendo constar do documento: (Dec.1. quando solicitado: (Dec. 33. dele constando.EFEITOS A PARTIR DE 01/09/2009) Decreto nº 14. a não-residentes no País. metais preciosos. do Registro de Exportação Simplificado . o regime aduaneiro utilizado e o valor das operações em moeda estrangeira realizadas no mês-base.XVI – a partir de 12 de julho de 2007. determinar que a referida mercadoria seja remetida diretamente para outra empresa. 33. no campo do CFOP: o código 7. situada em país diverso daquele do referido adquirente. 30. o número do Registro de Exportação . bem como o número.Sistema Integrado do Comércio Exterior.978/2007) c) uma cópia da Nota Fiscal prevista na alínea "a" deverá acompanhar o trânsito da mercadoria até a transposição da fronteira do território nacional. contendo a relação dos Registros de Exportação . o número do Registro de Exportação . (Dec.978/2007) 3.894/2009 EFEITOS A PARTIR DE 01/09/2009) II –efetivação do cadastro da pessoa jurídica alienante no Registro de Exportadores e Importadores – REI da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento. 30. (Dec.Sistema Integrado do Comércio Exterior.949 . observado o cumprimento dos seguintes requisitos.EFEITOS A PARTIR DE 01/09/2009) III –manutenção dos seguintes documentos para exibição à fiscalização. no campo do CFOP: o código 7.EFEITOS A PARTIR DE 01/09/2009) I –comprovação da saída efetiva das mercadorias do território nacional no prazo de 180 (cento e oitenta) dias.101 ou 7.(Dec.102.RE ou. sob condição resolutória da respectiva cobrança do ICMS com os acréscimos legais cabíveis: (Dec. 30.(Dec.EFEITOS A PARTIR DE 01/09/2009) b) resumo dos Extratos de Declaração de Despacho Aduaneiro.978/2007) 3.894/2009 .Outras Saídas de Mercadorias NãoEspecificadas. contados da data da correspondente alienação. no campo "Informações Complementares":(Dec. 33. considera-se exportação as operações de vendas de pedras preciosas e semipreciosas. 30. bem como das Notas Fiscais respectivas. 30. (Dec. (Dec.EFEITOS A PARTIR DE 01/09/2009) a) comprovantes de exportação.978/2007) 1.1.978/2007) 1.978/2007) 3. (Dec.2. no campo natureza da operação: "Remessa por conta e ordem". o estabelecimento exportador deverá emitir Nota Fiscal em nome do adquirente. a partir de 01 de setembro de 2009. o estabelecimento exportador deverá emitir Nota Fiscal em nome da empresa situada em país diverso daquele do adquirente.978/2007) 3. 30.DSE. 30. 30.978/2007) (24) a) por ocasião da exportação da mercadoria. no campo natureza da operação: "Operação de exportação direta".876/91 DECRETO 14. (Dec.894/2009 . 33. (Dec. situado no exterior. conforme o caso. Para efeito do disposto no inciso II do "caput".(Dec. a série e a data da Nota Fiscal citada na alínea "a". (Dec. 30.978/2007) 3. (Dec. será observado o seguinte (Convênio ICMS 59/2007): (Dec. demais obrigações definidas na legislação.

33.atualizado até 30 junho 2011 .EFEITOS A PARTIR DE 01/09/2009) d) cópia do passaporte dos adquirentes das mercadorias. quando for o caso. (Dec. (Dec. especificando os valores expressos em moeda nacional e estrangeira e os números dos Registros de Exportação concernentes às Notas Fiscais relacionadas.c) relação das Notas Fiscais emitidas no mês-base.894/2009 .EFEITOS A PARTIR DE 01/09/2009) Decreto nº 14. com o respectivo visto.876/91 . 33.876/91 DECRETO 14.894/2009 .

osso ou sangue. nas operações interestaduais. b) farelo e torta de soja. contra pagamento com recursos oriundos de divisas conversíveis provenientes de financiamento a longo prazo de instituições financeiras internacionais ou entidades governamentais estrangeiras. obras ou serviços referidos. sarnicidas e vacinas contra febre aftosa.até 30 de abril de 1989. sendo. 2. II . de concentrado ou de suplemento. real ou simbólico. a cargo do remetente. IV . de estabelecimento de empreiteiro de construção civil. concentrados e suplementos fabricados por indústria de ração animal. as saídas promovidas entre si. 9º A partir de 01 de março de 1989 ou das datas expressamente indicadas neste artigo.CAPÍTULO III Da Isenção Art.940/2002) I . b) estabelecimento produtor agrícola. fosfato natural bruto e enxofre dos estabelecimentos fabricantes ou importadores para: a) estabelecimento onde sejam industrializados adubos.até 30 de junho de 1991. nas operações internas e interestaduais. de linhaça. de trigo. de babaçu. assim entendido o produto obtido através do processo de extração do óleo contido no farelo de arroz integral por meio de solvente. d) milho e sorgo. inclusive serviços auxiliares ou complementares. c) farelo de casca e de semente de uva.atualizado até 30 junho 2011 . de mamona e de farelo estabilizado de arroz.876/91 . até 30 de abril de 1989. fungicidas. III . na hipótese do inciso anterior. aparelhos e equipamentos. Art. a título de retorno. c) qualquer estabelecimento do mesmo titular daquele onde se tiver processado a industrialização. obras hidráulicas e outras obras semelhantes. b) adubos simples ou compostos e fertilizantes. V . ácido fosfórico. 15. pelos estabelecimentos referidos nas alíneas do inciso anterior. de mercadoria adquirida de terceiro e destinada às construções. sendo. formicidas. bem como de suas peças e partes destinadas ao mercado interno e produzidas em estabelecimento industrial como resultado de concorrência internacional. as saídas de máquinas. nas operações interestaduais. sendo: (Dec. nitrato de amônia e de suas soluções. 8º As isenções do imposto com relação às operações e prestações serão definidas em convênio homologado conforme o disposto em legislação específica. fosfato de amônia. quando destinados à fabricação de ração ou alimentação animal. fertilizantes e fosfato bicálcio destinado à alimentação animal. ácido sulfúrico. c) destinados exclusivamente ao uso na pecuária e avicultura: rações para animais. d) quaisquer estabelecimentos com fim exclusivamente de armazenagem. haja o respectivo rótulo ou etiqueta identificando o produto. são isentas do imposto: (Dec. sendo. herbicidas. carne. as saídas de amônia.as saídas dos seguintes produtos. simples ou compostos. as saídas dos seguintes produtos: a) destinados exclusivamente ao uso na pecuária. nas operações interestaduais. de amendoim. ostra.até 30 de abril de 1989. VI . ácido nítrico. com participação de indústria do País. bem como as saídas. desde que: 1. até 30 de abril de 1989. até 30 de abril de 1989.530/92) DECRETO 14. da mercadoria remetida para fim de armazenagem. estas quando tenham por origem ou destino os Estados das Regiões Norte e Nordeste: a) farinhas de peixe.as saídas. de algodão. 23. de milho.até 30 de abril de 1989. avicultura e agricultura: inseticidas. esteja registrada no órgão competente do Ministério da Agricultura e o número do registro seja indicado no documento fiscal.

1. e as exigências estabelecidas pelos órgãos do Ministério da Agricultura ou por outros órgãos e entidades da Administração Federal. b) embrião: (Dec.04. (Dec. 15. do Distrito Federal ou dos Territórios que mantiverem convênio com aquele Ministério. apenas de bovino.530/92) VII .a partir de 01 de novembro de 1990. desde que venha a ser identificada como semente a que se refere a alínea anterior. as saídas internas dos seguintes produtos: a) sementes e mudas de plantas certificadas ou fiscalizadas. destinadas à semeadura e plantio. as saídas de batatasemente. ainda que triturada. 21.12. regulamentada pelo Decreto nº 81. desde que venha a ser identificada como semente a que se refere a alínea anterior. as operações de importação dos seguintes produtos Decreto nº 14. 24. as saídas internas e interestaduais.2002. até 16 de agosto de 1999. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 .as saídas de mudas de plantas: (Dec.013/91). 15.UBS. 15. 21. a partir de 01.04. (Dec. b) semente não limpa ou não beneficiada. de bovino.813/92) a) nas operações internas.2002.421/91) b) a partir de 17 de outubro de 1991. 15. de 19 de dezembro de 1977. (Dec. caprino.12. do campo de produção com destino à Unidade de Beneficiamento de Semente . destinadas à semeadura. 2.876/91 . 15.91. 124/93. atendidas as disposições da Lei Federal nº 6.até 30 de abril de 1989. 21.267/2002) IX . bem como as importadas. (Dec. XII .876/91 DECRETO 14. apenas bovino. a partir de 09. dos Estados. as saídas internas e. ovino ou suíno (Convênio ICMS 27/2002). 15. 21. a partir de 09. até 28 de fevereiro de 1989. desde que produzidas sob o controle de entidade certificadora ou fiscalizadora.739/99) (Dec. 21. as saídas dos seguintes produtos: a) sementes certificadas ou fiscalizadas.UBS. 16. caprino e ovino. do campo de produção com destino à Unidade de Beneficiamento de Sementes .530/92) 2.421/91) XIII . (Dec. 24. de 07 de junho de 1978. nas operações interestaduais. 15.813/92) b) nas operações interestaduais realizadas no período de 24 de abril de 1992 a 30 de abril de 1999 (Convênios ICMS 03/92.as operações internas e interestaduais com: (Dec.417/93) a) sêmen resfriado ou congelado (Convênios ICMS 70/92 e 36/99): (Dec. nas operações internas. de caprino ou de ovino. ovino ou suíno (Convênio ICMS 27/2002).2002. e seus derivados: (Dec. nas operações internas. 20. bovino. X . a partir de 01. cumpridas as exigências do Ministério da Agricultura. bem como as importadas. XI . localizada em outra Unidade da Federação. 21. 121/95 e 23/98).267/2002) (Dec. excetuadas as mudas de plantas ornamentais.421/91) a) até 31 de dezembro de 1989. caprino. a partir de 17 de agosto de 1999. a partir de 17 de agosto de 1999.01. bovino.92.no período de 01 de janeiro de 1990 a 31 de julho de 1991. do Distrito Federal ou dos Territórios que mantiverem convênio com aquele Ministério. desde que produzidas sob controle de entidade certificadora ou fiscalizadora. no período de 16 de julho de 1992 a 16 de agosto de 1999. (Dec. ou de outros órgãos e entidades da Administração Federal ou dos Estados.739/99) 1. (Dec.739/99) 3. b) semente não limpa ou não beneficiada. até 31 de maio de 1989.677/98) VIII . (Dec.507.739/99) 2.739/99) 1.771.as saídas de algaroba.até 31. de bovino. 15. (Dec. (Dec.739/99) 3.

hortelã. erva-de-santa-maria. maçã.as saídas de pintos de um dia: (Dec.097/97) (Dec. 20. XVI . repolho. (Dec. broto de vegetais. aves e produtos resultantes de sua matança. camomila. erva-doce. ruibarbo. alecrim. 78/91 e 124/93): (Dec.as operações com os seguintes produtos. XVIII . exclusive tomate. gobo.09. quando resfriados.2003) (Dec. quando destinado diretamente a consumidor final. nas saídas internas. macaxeira. pimentão. chuchu. tampala.2003) 1.930/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29. almeirão. as saídas interestaduais de caju "in natura". 25. anis. agrião. excetuando-se deste benefício. 29 de setembro de 2003. abobrinha. tomilho.097/97) c) cacateira. (1) XIV .até 4 de outubro de 1990. g) mandioca. 29. quando em estado natural. cará. cogumelo. (Dec. alfavaca. de caroá. couve-flor. coentro.09. ervilha. b) batata-doce. kenaf e respectivas fibras. broto de bambu. em estado natural.2003) (Dec. as saídas de peixe fresco. até 24 de maio de 1993. 25. 17/93 e 124/93): (Dec. chicória. rami. rúcula. quando congelados. observado o disposto no § 12 (Convênios ICM 44/75 e ICMS 68/90. aipo. 20. nas saídas interestaduais de ovos. palmito.930 /2003– EFEITOS A PARTIR DE 2. desde que promovidas por produtor. (Dec. amêndoa. moranga. manjerona. jiló. bertalha. malva. maxixe. alcachofra. broto de feijão e broto de samambaia. espinafre. 20. mostarda. avelã. pimenta. 61 e 62 (Convênios ICM 44/75 e ICMS 68/90.09. 20. catalonha. inhame. noz.096/97) a) até 30 de junho de 1992. berinjela. pepino.24.hortifrutícolas em estado natural. 20. h) nabo. a partir das datas respectivamente indicadas. nos respectivos períodos. frutas frescas nacionais ou provenientes dos países-membros da Associação Latino-Americana de Integração . Decreto nº 14. alfazema. manjericão.ALADI. aneto. repolho chinês. aspargo.876/91 DECRETO 14. f) gengibre. azedim. pêra. segurelha. cambuquira. nas saídas internas e interestaduais. salsa. losna. 15. (Dec. endívia. cenoura. XV . milho verde. rabanete. salsão. raiz-forte. araruta.até 4 de outubro de 1990. para dentro do Estado. vagem. cardo. nabiça.até 31 de maio de 1989.096/97) c) nas saídas internas de aves e produtos resultantes de sua matança. arruda. d) erva-cidreira. j) taioba. nas saídas internas de ovos. 15. embalado e acondicionado. e) folhas usadas na alimentação humana. couve. castanha. frangos e produtos resultantes de sua matança: (Dec.876/91 .atualizado até 30 junho 2011 .558/92) (Dec. i) quiabo. a partir de 25 de maio de 1993.097/97) 1. aipim. beterraba. 2. acelga. 15. funcho. congelados ou simplesmente resfriados. 618 a 622.930/2003 – EFEITOS A PARTIR DE XVII . observado o disposto nos §§ 12.558/92) b) no período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 1992. alface. observado o disposto nos arts. 01 de novembro de 1997. 20. 25. cebolinha. cominho.558/92) a) até 31 de dezembro de 1991. 29. congelados ou simplesmente resfriados. brócolis e: (Dec. escarola.950/2002) a) abóbora. as saídas.096/97) b) até 31 de março de 1994 e a partir de 01 de abril de 1994. uácima.

940/2002) 2. (Dec. Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte (Convênios ICMS 63/2000. quando destinados a estabelecimento agropecuário devidamente registrado nos cadastros de contribuintes dos Estados. 121/95 e 23/98): (Dec. 21. 34. estas quando o produto for engarrafado ou envasado em embalagem inviolável.122/96) b) no período de 01 de outubro de 1991 a 31 de dezembro de 1998. 69/2009.876/91 . dispensada a respectiva Nota Fiscal para acobertar o trânsito do mencionado gado. congelado. 19. 10/2001. resfriado. as saídas para dentro do Estado.109/98) Decreto nº 14. 117/2007. desde que esteja este acompanhado do respectivo Certificado de Registro. (Dec. 148/2007. no período de 25 de outubro de 2000 a 31 de dezembro de 2012: as saídas para os Estados de Alagoas. 60/91. (Dec. puros de origem ou por cruza ou.615/2010) XXI . Piauí. 121/97. a partir de 19 de outubro de 2004. apenas nas operações internas. 76/2007.XIX . 78/91 e 124/93): (Dec. 18. 71/2008. observando-se (Convênios ICM 07/77 e ICMS 43/90. até 31 de janeiro de 1993.95: além da hipótese contida na alínea anterior. 71/2008. 48/97. (Dec. (Dec. 138/2008. a partir de 01. 138/2008. 48/2007.046/93) b) a partir de 10 de novembro de 1993.813/95) a) nas operações com leite fresco destinado a consumo final.813/95) c) quando se tratar de leite de cabra: (Dec. quando destinados a produtor agropecuário. bem como para os Estados das Regiões Norte e Nordeste. quando destinados a produtor agropecuário.813/95) b) a partir de 19 de julho de 1993. 53/2008. 119/2009 e 01/2010). (Dec. filetado. 22/95. 48/2007. 21. 17. ovino. 18. 18. 18.as seguintes operações com rapadura (Convênios ICMS 74/90. (Dec.615/2010) a) até 31 de dezembro de 1997. 10/2004. 124/2007. 20/97. (Dec. observado o disposto no § 14. 67/97. internas e interestaduais. (Dec. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . 10/2004. 23/98. Minas Gerais. sendo o produto pasteurizado ou não. 119/2009 e 01/2010). a partir de 01 de fevereiro de 1993. 86/98 e 74/2004): (Dec. excluído o leite esterilizado ou tipo longa vida. quando destinada diretamente a consumidor final. Maranhão. 48/2007. 117/89. (Dec. 53/2008. seco. 124/93.as saídas de leite nas seguintes hipóteses: (Dec. 124/2007. 106/2007.as saídas de reprodutor ou matriz de animal vacum. 138/2008. Ceará. desde que não enlatado ou cozido (Convênios ICM 26/89 e ICMS 25/89.926/2005) a) até 09 de novembro de 1993. 69/2009. Espírito Santo. observando-se: (Dec. 124/93. ficando convalidadas as operações realizadas nestas condições no período de 01 de maio a 12 de junho de 2003 (Convênios ICMS 48/2003. observado o disposto no § 14. em estado natural. 76/2007. suíno ou bufalino. nas condições da alínea anterior e seu item 2. 30/2003.813/95) 1. 124/2007. 27. 117/2007.046/93) c) a partir de 15 de outubro de 1998. 20.120/98) XX . 21. definitivo ou provisório.as operações internas com pescado. postejado ou defumado para conservação. bem como as interestaduais com destino aos Estados das Regiões Norte e Nordeste. eviscerado. Bahia.813/95) 2. 18.940/2002) 1.876/91 DECRETO 14. 23. 119/2009 e 01/2010): (Dec.049/98) a) até 30 de setembro de 1991. 148/2007. sendo o produto pasteurizado ou não ou reidratado. 106/2007. as saídas internas. 34. 106/2007. 53/2008. 17. 23. esterilizado ou reidratado.330/98) b) nos períodos de 01 de janeiro de 1998 a 30 de abril de 2003 e de 13 de junho de 2003 a 31 de dezembro de 2012. nas operações internas (Convênios ICM 56/86 e ICMS 25/95). 148/2007.615/2010) Vejamais XXII . 71/2008. 76/2007. 21/2002. de livro aberto de vacuns. 148/92. 34. 69/2009. Paraíba.10. 10/2004. 48/2003. 95/90. 117/2007. desde que possuam registro genealógico oficial (Convênios ICM 35/77 e 9/78 e ICMS 78/91. 05/99.

103/90. a condição de produtor agropecuário deverá ser comprovada através da inscrição no Cadastro Geral de Contribuintes do Ministério da Fazenda ou no Cadastro do Imposto Territorial Rural. (Dec.424/94) XXVII . sem utilização do trabalho assalariado. conforme relação constante do Anexo 2. 15. de 19 de dezembro de 1986.22. nas saídas efetuadas pelo autor. classificada no código 84.310/2010) b) a partir de 1º de outubro de 1991.até 31 de julho de 1991.01. 148/92 e 151/94). (Dec.626/2006) XXIX .01. que estejam relacionados para gozar de crédito relativo ao IPI. (Dec.00. 21.310/2010) Decreto nº 14. bem como de máquina apanhadora e carregadora de cana. quando confeccionado na residência do artesão. as saídas de máquinas. desde que aprovado pelo Conselho Federal de Entorpecentes (Convênios ICM 10/87 e ICMS 148/92 e 124/93): (Dec.808/2004) XXIII . a partir de 28 de abril de 2004. assinado pelo autor e não reproduzido em série: (Dec.02. b) partes e peças que não estejam citadas nominalmente no referido Anexo. (Dec. 555 a 565.326/95) XXXI – relativamente às operações com obra de arte. os quais fiquem impossibilitados de utilizar os modelos comuns.01. V (Convênios ICMS 59/91. (Dec. as saídas de automóveis de passageiros destinados a motoristas profissionais.até 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de janeiro de 1995. máquinas. (Dec.as saídas de veículos. 21. excluídas em qualquer hipótese: (Dec. 36.013/91) XXIV . 15. XXVI .876/91 . autopropelida. 17.310/2010) c) a partir de 1º de agosto de 2010.876/91 DECRETO 14.424/94) b) no período de 01 de janeiro de 1994 a 31 de dezembro de 1995.09. 18. a critério da repartição fazendária. as saídas de máquinas e implementos agrícolas produzidos no País. 80/91 e 151/94). todos da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias NBM/SH.a partir de 4 de outubro de 1990. XXX . aparelhos e equipamentos produzidos pelos estabelecimentos fabricantes e adquiridos exclusivamente com recursos provenientes de divisas conversíveis doadas por organismos ou entidades internacionais ou estrangeiras ou governos estrangeiros para o programa de combate às drogas de abuso. conforme relação constante do Anexo 3. (Dec.1.109/98) 2. nos termos da Lei Complementar nº 53. 35. 15.00 a 87. definitivo ou provisório. sem utilização de trabalho assalariado (Convênios ICM 32/75 e ICMS 40/90. XXVIII . 35. as saídas de veículos automotores nacionais que se destinarem a uso exclusivo de paraplégicos ou de pessoas portadoras de defeitos físicos. fica dispensada a respectiva Nota Fiscal para acobertar o trânsito do mencionado gado. as saídas de produto típico de artesanato regional. equipamentos industriais de produção nacional. observado o disposto no art. (Dec.013/91) XXV . (Dec.até 31 de julho de 1991.as saídas de produto confeccionado em casa residencial. 26. 35. desde que este esteja acompanhado do respectivo Certificado de Registro. 29.310/2010) a) REVOGADA (Dec.109/98) 3.até 31 de março de 1989. nos termos dos arts. na importação de obra recebida em doação realizada pelo próprio autor ou adquirida com recursos da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura (Convênio ICMS 56/2010). sendo admitido outro tipo de comprovante. aparelhos. (Dec. (Dec.99. 35.424/94) a) até 31 de dezembro de 1993. as saídas de tratores classificados nos códigos 87.atualizado até 30 junho 2011 . 17.até 31 de julho de 1991. por encomenda direta do consumidor ou usuário. o benefício também se aplica ao animal que ainda não tenha atingido a maturidade para reproduzir (Convênio ICMS 12/2004). como tal considerado o objeto resultante de processo artesanal.013/91) a) máquinas e aparelhos de uso doméstico. 17.

20. 36.876/91 . observando-se que. com exceção dos antibióticos. registrada e comercializada.01. em caracteres bem visíveis.371/2010) d) no rótulo e no envoltório. (Dec. da qual se fez a amostra. ao quantitativo de 4.b.98) b) a partir de 01 de janeiro de 1998. (Dec. declarada por ato expresso da autoridade competente. 100% (cem por cento). (Dec.371/2010) e) a partir de 1º de março de 2011. (Dec. inclusive o retorno da referida mercadoria ao estabelecimento de onde tenha saído.312/2011) c) o número de registro com 13 (treze) dígitos. a entidades assistenciais sem fins lucrativos.262/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. a partir de 23 de abril de 2010. observado o disposto no § 67 e no art.312/2011) 1. 47/89 e ICMS 52/90.as saídas de mercadoria em decorrência de doação para assistência às vítimas de calamidade pública. 35.98) a) até 31 de dezembro de 1997. declarada por ato expresso da autoridade competente. as demais indicações de caráter geral ou especial exigidas ou estabelecidas pelo órgão competente do Ministério da Saúde. na hipótese de anticoncepcionais. na hipótese de saída de medicamento. 35. sem distribuição de qualquer parcela a título de lucro ou participação e cujas vendas. 50/2010 e 171/2010): (Dec. 124/93 e 121/95): (Dec. (Dec. 35. (Dec.312/2011) 2. quantidade suficiente para o tratamento de um paciente.876/91 DECRETO 14. vigente no mencionado ano anterior.01.222/2010) b) no período de 23 de junho a 30 de setembro de 2010.as saídas de mercadorias de produção própria. “VENDA PROIBIDA”.01.222/2010) a) a partir de 1º de janeiro de 1995. 56/85. 47. nos demais casos. 50% (cinquenta por cento) do conteúdo da apresentação original registrada na Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA. 50% (cinquenta por cento). (Dec. 80/91. (Dec. não tenham ultrapassado o equivalente (Convênios ICM 38/82. da expressão “distribuição gratuita”. na hipótese de antibióticos.98) XXXIII . 20. 35. (Dec. desde que contenha a indicação.262/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. as expressões “AMOSTRA GRÁTIS” e. correspondentes à embalagem original. 36.312/2011) f) a partir de 1º de março de 2011. promovidas por instituição de assistência social ou de educação. 20.222/2010) Decreto nº 14. cujas rendas líquidas sejam integralmente aplicadas na manutenção de suas finalidades assistenciais ou educacionais no País.312/2011) a) no período de 23 de abril de 2010 a 28 de fevereiro de 2011. ao valor previsto na legislação como limite máximo de receita bruta para o contribuinte inscrever-se no CACEPE na condição de microempresa. a partir de 1º de março de 2011. em quantidade necessária para dar a conhecer sua natureza. também se aplica na hipótese de vítimas de situação de emergência. 36.atualizado até 30 junho 2011 .312/2011) XXXIV .XXXII .262/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.312/2011) b) na embalagem. volume líquido ou unidades farmacotécnicas da apresentação registrada na ANVISA e comercializada pela empresa: (Dec. que deverão ter a quantidade de 100% (cem por cento) do conteúdo da apresentação original registrada na referida Agência. pelo valor vigente no mês de janeiro do mencionado ano anterior. convertido pelo valor de janeiro do mesmo ano. a título de distribuição gratuita. de forma clara e não-removível. (Dec. (Dec. 36. 35.as saídas de amostra grátis.222/2010) c) o disposto na alínea .600 (quatro mil e seiscentas) UFIRs. na hipótese de o referido limite não estar expresso em moeda corrente. no ano anterior. os percentuais a seguir indicados da quantidade de peso. 36. espécie e utilização. 14 do Código Tributário Nacional (Convênios ICM 26/75 e ICMS 80/91 e 151/94). 35. será considerada amostra grátis a que contiver (Convênios ICMS 29/90. 36. de diminuto ou nenhum valor comercial. 36. (Dec. a entidades governamentais ou às entidades assistenciais reconhecidas de utilidade pública que atendam aos requisitos do art. que deverão ter a quantidade suficiente para o tratamento de um paciente. V: (Dec. e dos anticoncepcionais e medicamentos de uso contínuo. sem finalidade lucrativa.

Sumidouro. observado o disposto no § 56: (Dec.12.326/95) XXXVII . 18.01.91. 15.91.Mistura Láctea Enriquecida com Minerais e Vitaminas. 151/94 e 102/96): (Dec. da Administração Pública Federal. (Dec.326/95) c) classificadas sob a posição 8905.Mistura Enriquecida para Sopa.445/93 . 18. 19. em retorno ao estabelecimento remetente ou a outro do mesmo titular ou depósito em seu nome. 148/92. e a comercialização subseqüente desses cartões. São José do Rio Preto e Teresópolis. produzidos no Estado de São Paulo.GEIN. XXXIX . inclusive fundações. que se incluem no benefício qualquer que seja a sua tonelagem.EFEITOS A PARTIR DO DIA 01.464/2011) XXXV . (Dec. 15. Bom Jardim. (Dec.as saídas de impressos personalizados promovidas por estabelecimento gráfico com destino a usuário final.876/91 DECRETO 14.até 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de janeiro de 1995. Petrópolis.326/95) a) SOO3 . 36.01.93) XLI . as saídas. inclusive sacaria. 18. (Convênio ICMS 148/92). 44/90. e ICMS 18/89. (Dec. a aplicação de peças.LBA.558/92) b) a partir de 01. 15.326/95) b) recreativas e esportivas de qualquer porte. partes e componentes utilizados no reparo.Mistura Láctea Enriquecida para Mamadeira. (Dec. recipiente e embalagem. as saídas de embarcações construídas no País.12. localizados no Estado do Rio de Janeiro (Convênios ICMS 2/2011 e 5/2011). 148/92.558/92) a) até 31.841/97) a) que tenham menos de 3 (três) toneladas brutas de registro. 44/90. 80/91. quando promovidas por empresa existente em 28 de fevereiro de 1967. (Dec. 18.558/92) XLII .558/92) a) até 31. o disposto neste inciso também se aplica às doações destinadas às vítimas das calamidades climáticas ocorridas nos Municípios de Areal. dos seguintes produtos (Convênios ICM 34/77 e 37/77 e ICMS 80/91 e 151/94): (Dec.558/92) b) a partir de 01. as saídas de indústria de construção e reparos navais. salvo as de madeira utilizadas na pesca artesanal. inclusive sacaria. Estadual ou Municipal.92.as saídas de vasilhame.as saídas de vasilhame.até 31 de dezembro de 1996 e a partir de 01 de janeiro de 1997. c) MO 2 . Decreto nº 14. conserto e reconstrução de embarcações de que trata o inciso anterior (Convênios ICM 33/77. por preço não superior ao custo do produto (Convênios ICM 40/75 e ICMS 41/90. (Dec. e ICMS 18/89.10. realizadas pela Fundação Legião Brasileira de Assistência Social . sob encomenda da LBA. b) GH 3 . 43/87 e 59/87.558/92) XLIII .até 31 de dezembro de 1993. (Dec. 15.até 31 de julho de 1989.até 31 de dezembro de 1997.92. 43/87 e 59/87.841/97) XXXVIII . (Dec. 19. desde que retornem ao estabelecimento remetente ou a outro do mesmo titular: (Dec. 15. 80/91 e 151/94). recipiente e embalagem.876/91 . 15. (Dec. as saídas de cartões de Natal e respectivos envelopes.326/95) XXXVI . quando não cobrados do destinatário ou não computados no valor das mercadorias que acondicionam.até 31 de dezembro de 1996 e a partir de 01 de janeiro de 1997. 18. (Dec. bem como destes órgãos ou entidades para consumidor final. cuja instalação tenha sido implantada por projeto aprovado pelo extinto Grupo Executivo da Indústria Naval .0000 da NBM/SH. direta ou indireta. XL . as saídas de produtos farmacêuticos realizadas entre órgãos ou entidades.d) no período de 16 de fevereiro a 31 de julho de 2011. 16.atualizado até 30 junho 2011 . efetuada pela própria LBA ou por terceiros em seu nome. excetuando-se aquelas (Convênios ICM 33/77. Nova Friburgo.01. absorvido posteriormente pela Comissão de Marinha Mercante. 80/91. 151/94 e 102/96). internas e interestaduais.

404/2007) 2. c) energia produzida para consumo próprio e uso exclusivo.2001) 1.06. dispensado o estorno de crédito previsto no art. (Dec.818/2005) a) até 31 de dezembro de 1994 e no período de 01 de janeiro de 1995 a 17 de abril de 2005. clubes e outras propriedades destinadas ao lazer.724/2006) 2. até a faixa de consumo de 100 kwh/mês. de 18 de novembro de 1966.151/94 e 136/2004): (Dec.677/98) Decreto nº 14. independentemente da faixa de consumo. (Dec. 15. cumulativamente. XXVII (Convênios ICMS 76/91 e 08/98). repartição consular.06.as saídas de produto siderúrgico importado para complementar a produção nacional. desde que. 20. a partir de 01 de junho de 2007.2. de bem destinado à utilização por outra empresa concessionária dos mesmos serviços públicos de energia elétrica.876/91 . desde que os mesmos bens ou outros de natureza idêntica devam retornar ao estabelecimento da empresa remetente. quando gerada por fonte termoelétrica. 15. o fornecimento rural de energia elétrica. representação de órgão internacional e seus integrantes.558/92) a) a aquisição se efetue em substituição ao direito de importar mercadorias com a isenção prevista no art. nas seguintes hipóteses (Convênios ICMS 20/89.212. 23. b) a saída esteja isenta de IPI. 80/91 e 151/94): (Dec. 29. d) a partir de 01 de janeiro de 1992.1. 27.246/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2. 23. 47. até a faixa de consumo de 50 KWh/mês (cinqüenta quilowatts-hora por mês).até 31 de maio de 1989.438. nos termos da Lei Federal nº 10. 30.2.XLIV . para consumo em estabelecimento de produtor rural. de 21 de agosto de 1974. até 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de janeiro de 1995. 1º da Resolução nº 2249. (Dec.326/95) XLVIII . 29.atualizado até 30 junho 2011 .até 31 de dezembro de 1994. desde que preencham. de bem destinado à utilização em suas próprias instalações ou guarda em outro estabelecimento da mesma empresa. com destino a empresa que tenha obtido isenção do Imposto de Importação do mesmo produto. nos limites das quantidades constantes dos projetos aprovados pelo órgão governamental próprio. nos termos do art. (Dec.1. 80/91.relativamente ao fornecimento de energia elétrica: a) para consumo residencial. 100/90. XLVI . com a nova redação dada pelo art. 27. de 24 de setembro de 1974. II. até a faixa de consumo de 30 KWh/mês (trinta quilowatts-hora por mês).724/2006) 2. quando gerada por outras fontes: (Dec.788/2010) 2. observados os requisitos e condições mencionados no art.as saídas de estabelecimento de concessionária de serviços públicos de energia elétrica (Convênios AE-5/72 e ICMS 33/90. 15 do Decreto .2. a partir de 14 de abril de 1998. até 31 de outubro de 2010. as saídas decorrentes de compra realizada por missão diplomática.876/91 DECRETO 14. de 20 de janeiro de 2010: (Dec. 30.246/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 18.2001) 2. § 2º. do Conselho de Política Aduaneira. 67. a partir de 1º de novembro de 2010. nos termos do art. a empresa fornecedora repasse este benefício ao consumidor.818/2005) b) até 31 de dezembro de 1994. (Dec. e.404/2007) b) até 31 de dezembro de 1989.Lei Federal nº 37. a partir de 09 de outubro de 2006. as saídas de mercadoria e prestações de serviço de transporte e comunicação realizadas por microempresa. XLVII . (Dec. nos termos da Lei Federal nº 12. quando promovidas pelo respectivo importador. (Dec. até 31 de dezembro de 1994 e no período de 01 de janeiro de 1995 a 31 de maio de 2001. de 26 de abril de 2002.530/92) XLV . 35. (Dec. mediante redução no valor da operação. 1º da Resolução nº 2215. 34. excluídas as granjas. os seguintes requisitos: (Dec. quando se tratar de consumidor residencial de baixa renda.

veículos de embaixadas estrangeiras.e) no período de 01 de maio de 1996 a 23 de outubro de 2005. 148/2007. (Dec.660/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.07. como operação de entrada.530/92) f) até 30 de abril de 1989. que operam na navegação de cabotagem. 119/2009 e 01/2010).2001) XLIX – no período de 01 de junho de 1989 a 31 de maio de 2001. 18.DNC. c) até 30 de abril de 1989. 124/2007. emitida pelo destinatário. por varejistas e pela Petrobrás S. (Dec. (Dec. para seu uso próprio. mantidas pelo Poder Público Estadual e regidas por normas de Direito Público. para consumo no Distrito Estadual de Fernando de Noronha. (Dec. as saídas de óleo diesel e óleos lubrificantes utilizados pelas embarcações de navegação de longo curso. autorizado pelo Departamento Nacional de Combustível . as saídas de óleo diesel e óleos lubrificantes utilizados pelas embarcações de navegação de cabotagem. tratamento e distribuição. mediante a redução do valor da operação. 138/2008. III. os óleos lubrificantes refinados. observado o disposto no inciso CLXXXII. 21. devendo o benefício ser transferido aos beneficiários. 71/2008. (Dec. 15. 53/2008. 151/94. (Dec. 67/92 e 151/94).as seguintes operações e produtos: a) até 30 de abril de 1989.06.06.246/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. destinado a matéria-prima para produção de óleos brancos.. 07/91.99) LI . as saídas de óleo lubrificante usado ou contaminado para estabelecimento rerrefinador ou coletor revendedor.A. 23. modelo 1 ou 1-A.2001) L .COMPESA para os consumidores em geral. de 28 de dezembro de 1994 (Convênios ICMS 03/90. nas operações internas destinadas a consumo por órgão da Administração Pública Estadual Direta e suas fundações e autarquias.876/91 DECRETO 14.727/2005) f) a partir de 01 de junho de 2001. 80/91. independentemente do nível de consumo e do destinatário (Convênios ICMS 98/89. fluvial e lacustre. as saídas de óleo diesel para concessionárias de geração de energia termoelétrica. h) até 30 de abril de 1989. as saídas de álcool carburante promovidas por distribuidores. 23.no período de 01 de março de 1989 a 30 de junho de 1999 e a partir de 01 de julho de 1999. o fornecimento de água natural por meio de serviço público de captação.atualizado até 30 junho 2011 . refinação e filtragem. 18/2005. 69/2009. 121/97. registrados no Itamarati.326/95) Decreto nº 14. 28. no montante correspondente ao imposto dispensado (Convênios ICMS 107/95 e 101/2005). o óleo lubrificante básico. (34. 2º. d) até 30 de abril de 1989. 10/2001. LII .876/91 . produzidos a partir de óleos lubrificantes usados através de destilação. prestado pela Companhia Pernambucana de Saneamento . LIII . e) as saídas de combustíveis e lubrificantes adquiridos diretamente pela Itaipu Binacional.294. dispensado o estabelecimento remetente da emissão de documento fiscal e observado o disposto no art.629/2010) j) saídas de combustível e lubrificante utilizados por embarcações nacionais ou afretadas com as prerrogativas de bandeira brasileira. 05/99.no período de 31 de dezembro de 1990 até 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de janeiro de 1995. 30/2003.até 30 de abril de 1989. 80/91. as saídas de energia elétrica fornecida por sistema gerador constituído de usina termoelétrica.148/92 e 151/94). b) até 30 de abril de 1989. i) até 31 de dezembro de 2012. derivado do petróleo. devendo o trânsito das mercadorias até o mencionado estabelecimento ser acompanhado por Nota Fiscal. 23/98. g) até 30 de abril de 1989.246/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. do Decreto nº 18. 76/95. substituído pela Agência Nacional do Petróleo – ANP. as saídas de combustíveis e lubrificantes para abastecimento de embarcações e aeronaves nacionais com destino ao exterior (Convênios ICMS 84/90. as saídas de óleo diesel utilizado por embarcação de pesca exportadora de pescado.

os serviços locais de difusão sonora (Convênios ICM 51/89 e ICMS 08/89. as saídas de substâncias minerais para utilização como matéria-prima na indústria de adubo. 19. 19. LVIII .876/91 .527/96) LIX . (Dec.558/92) LV . 3º. 93/90.326/95) a) estabelecimento industrial. através de apresentação do "Certificado de Recebimento". (Dec. a saída de bem enquanto objeto de alienação fiduciária em garantia. os serviços interiores de telegrama. e) até 31 de março de 1989. as saídas de calcário destinado a uso exclusivo na agricultura como corretivo de solo. quando o serviço for utilizado por órgão da Administração Pública Estadual Direta e suas autarquias e fundações mantidas pelo Poder Público Estadual e regidas por normas de Direito Público.337/96) 2.727/2005) 1. subseqüentes à primeira operação tributada pelo imposto.LIV . as saídas. 19.relativamente à comunicação: a) até 31 de março de 1989. b) até 31 de março de 1989. diretamente aos empregados. o fornecimento de mercadoria com prestação de serviço de que trata o art. comercial ou produtor. realizado por empresa devidamente homologada pelo Centro Técnico Aeroespacial e que se dedique aos trabalhos de lubrificação. no mínimo. no período de 01 de maio a 25 de junho de 1996. no período de 26 de junho de 1996 a 23 de outubro de 2005. as saídas de mercadorias destinadas a Itaipu Binacional. as chamadas locais originadas de telefones públicos e semipúblicos. LXI . devendo o benefício ser transferido aos beneficiários. conforme o caso. peças e componentes.até 30 de abril de 1989.727/2005) Decreto nº 14. (Dec. no montante correspondente ao imposto dispensado (Convênios ICMS 107/95 e 44/96): (Dec.até 31 de outubro de 1996. quando prestada em localidade servida unicamente por posto de serviço público ou por centrais locais de até 500 terminais. b) agremiação estudantil. o fornecimento de refeição por preço inferior ao custo.até 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de janeiro de 1995. quando se tratar de prestação de serviço de telecomunicação (Convênios ICMS 44/96 e 101/2005). bem como de água mineral e sal de cozinha. data e valor da respectiva Nota Fiscal.até 30 de abril de 1989. quando se tratar de prestação de serviço de comunicação na modalidade de telefonia (Convênio ICMS 107/95). LX . 113/89. V. seus motores. pedra britada e seixos destinados à construção civil. alunos ou beneficiários. ou por qualquer outro documento que por ela venha a ser instituído para o mesmo fim. 18. a televisão e radiodifusão sonora.até 31 de dezembro de 1992. observado o disposto no inciso CLXXXII. LVI . desde que a entrega fique efetivamente comprovada. diretamente a seus empregados. 7o. observado o disposto no art. associados. contados da data da saída. (Dec. sindicato e associação de classe de assalariados. 28. dentro de 180 (cento e oitenta) dias. professores.até 30 de abril de 1989. d) até 31 de março de 1989. a telefonia. c) até 31 de dezembro de 1989. em refeitório próprio de (Convênios ICM 1/75 e ICMS 80/91 e 151/94): (Dec.840/97) g) nas seguintes hipóteses. instituição de educação ou assistência social. 15.876/91 DECRETO 14. referência ao número. 28. 151/94 e 102/96). f) até 31 de dezembro de 1996 e a partir de 01 de janeiro de 1997.atualizado até 30 junho 2011 .até 30 de abril de 1989. (Dec. 80/91. emitido pela mencionada entidade. os correios e telégrafos. fertilizante e defensivos agrícolas ou na agricultura como corretivo de solo. de areia. XIII. LVII . mediante a redução do valor da prestação. contendo tal documento. conserto e recondicionamento de aeronaves.

relativamente às alíneas “d” e “e”. b) de bens destinados à utilização por outra operadora. (Dec. o transporte de produtos hortifrutigranjeiros realizado ou contratado pelo produtor. das zonas de produção diretamente para o primeiro local de comercialização.09. desde que com características de transporte urbano ou metropolitano (Convênios ICMS 37/89. 15. LXVI . em retorno ao estabelecimento de origem.676/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. em decorrência de operação realizada na forma e condições previstas no Decreto-Lei Federal nº 1.TELEBRÁS. nas operações internas. transporte de leite "in natura". c) aos entrepostos industriais de que trata o Decreto-Lei Federal nº 37.até 30 de abril de 1989. de 29 de dezembro de 1972. localizadas neste Estado. 80/91 e 151/94). 21. LXIV . b) a armazéns alfandegados e entrepostos aduaneiros. d) a empresas comerciais exportadoras. (Dec.no período de 01 de outubro de 1990 a 30 de setembro de 1991. transporte de gado em pé. inclusive "trading company".408.248. e) a empresas exportadoras.876/91 DECRETO 14. promovidas pelo estabelecimento fabricante ou por suas filiais. a prestação do serviço de transporte aéreo de passageiro. na condição de usuárias finais (Convênios ICM 04/89 e ICMS 126/98). c) dos bens referidos na alínea anterior.relativamente a transporte: a) até 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de janeiro de 1995.527/96) a) empresa comercial: (Dec. LXIX . administrado pela entidade federal competente . as saídas de produto industrializado para fim de exportação.108/94) Decreto nº 14. (Dec.até 31 de julho de 1989. à saída dos produtos primários e semi-elaborados.09. nas operações internas.atualizado até 30 junho 2011 . d) até 31 de março de 1989. desde que esses bens ou outros de natureza idêntica devam retornar a estabelecimento da remetente. industrialização ou beneficiamento. LXVIII . 18. (Dec. 21. as sucessivas saídas de produtos do estoque regulador do Governo Federal.99) LXIII – até 31 de agosto de 1999. a partir de 16 de setembro de 1996.108/94) 1. as saídas de produto industrializado para fim de exportação. com destino a (Convênios ICMS 88/89.a partir de 01 de setembro de 1989. as prestações de serviço de transporte intermunicipal de passageiros. estendendo-se o benefício. as saídas de estabelecimento de operadora de telecomunicação (Convênios ICM 04/89 e ICMS 126/98): (Dec. 18. destinados à doação às populações da região Nordeste do País atingidas pela estiagem prolongada.96): (Dec. 18.013/91) LXV .99) a) de bens destinados à utilização em suas próprias instalações ou à guarda em outro estabelecimento da mesma empresa. c) até 31 de março de 1989. os serviços de transporte rodoviário de passageiros realizados por veículos registrados na categoria de aluguel (táxi).676/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 19. LXVII . inclusive da Telecomunicações Brasileiras S.A. de 18 de novembro de 1966.CFP/CNA. obedecidas as normas constantes dos §§ 35 a 43. . 127/93 e 73/94 e Lei no 11. de 20 12.LXII – até 31 de agosto de 1999.a partir de 14 de novembro de 1989.876/91 . do estabelecimento fabricante ou de seus depósitos com destino: a) a empresas comerciais que operem exclusivamente no ramo de exportação.326/95) b) até 31 de março de 1989. os serviços de telecomunicação efetuados a partir de equipamentos terminais instalados em dependências de operadora. nas operações internas. até 30 de abril de 1994: empresa comercial exportadora.

2. banana. na forma das normas estabelecidas pelo Conselho Nacional de Comércio Exterior .942/97) LXX . de 29 de novembro de 1972. aportada no País. relativamente a produtos primários e semi-elaborados. 18.108/94) 3. uvas finas de mesa. as saídas para o exterior de pescado. d) que o pagamento seja efetuado em moeda estrangeira conversível.até 31 de dezembro de 1990. 437. melancia. 17. d) ovos. mamão. c) flores e planta ornamental. 19. a indicação: "Fornecimento para consumo ou uso de embarcação e aeronave de bandeira estrangeira". alcachofra. outro estabelecimento da mesma empresa. no período de 16 de setembro de 1996 a 07 de janeiro de 1997. pagamento direto.2. c) até 15 de setembro de 1996. laranja. (Dec. Decreto nº 14. (Dec. 18.942/97) 2. salsão. figo. conforme o disposto no art. morango. de 20. observadas as seguintes condições (Convênios ICM 12/75 e ICMS 124/93): (Dec. 437. c) que haja comprovação do embarque pela autoridade competente. batata-doce. 19. quiabo. 19. nectarina. pepino.942/97) 1. tangerina. no período de 01 de setembro de 1989 a 07 de janeiro de 1997.527/96) d) consórcio de exportadores. pomelo. relativamente a produtos industrializados. a débito da conta de custeio mantida pelo agente ou representante do armador adquirente do produto. mediante fechamento do câmbio em banco devidamente autorizado. 18.atualizado até 30 junho 2011 . 19.as saídas de açúcar e álcool promovidas por estabelecimento industrial ou cooperativa. LXXI .408. manga.as saídas e os retornos do açúcar e do álcool. como natureza da operação. armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro. as saídas para o exterior dos seguintes produtos (Convênios ICMS 67/90. (Dec. 19. melão. LXXII . 19. vagem. qualquer que seja a finalidade do produto a bordo. gengibre.527/96) b) até 15 de setembro de 1996. (Dec. 19. as saídas de produto industrializado de origem nacional. através de uma das seguintes formas: 1. observando-se: (Dec.106/94) e) pintos de um dia. cebola.876/91 .527/96) (Dec.424/94) a) que a operação seja efetuada ao amparo de guia de exportação.CONCEX. repolho. (Dec. para embarcação ou aeronave de bandeira estrangeira. ao uso ou consumo durável da própria embarcação ou aeronave. observado o disposto no art.96): (Dec. (Dec. observando-se os itens 1 e 2 da alínea anterior.248. pimentão. pagamento indireto. (Dec.527/96) a) abóbora. inhame. 19. LXXIII . caqui. ameixa. b) que o adquirente tenha a sede de seus negócios no exterior. cogumelo.942/97) e) consórcio de fabricantes formado para fim de exportação. limão. podendo destinar-se ao consumo da tripulação ou passageiro. de 01 de maio de 1994 a 30 de novembro de 1994: empresa comercial que opere exclusivamente no comércio exterior ou empresa comercial exportadora enquadrada nas disposições do Decreto-Lei Federal nº 1.até 15 de setembro de 1996. devendo constar do documento. b) abacate.106/94) LXXIV .12. (Dec. 124/93 e 12/94 e Lei nº 11. para estabelecimento industrializador. berinjela.876/91 DECRETO 14. no período de 01 de dezembro de 1994 a 15 de setembro de 1996: empresa comercial exportadora.até 31 de dezembro de 1993 e a partir de 01 de janeiro de 1994.

junto aos Estados e ao Distrito Federal. desde que esse material não se destine a utilização ou consumo em processo de comercialização ou de industrialização. de competência da União.530/92) LXXIX – até 30 de setembro de 2007. LXXVIII . desde que: (Dec. as saídas de produtos manufaturados de fabricação nacional. para estabelecimento da mesma natureza e pertencente à mesma empresa. b) a partir de 01 de setembro de 1990.as transferências.326/95) Decreto nº 14. nos termos do disposto nos arts. à reciprocidade de tratamento no Estado de destino. XIV. 18. equipamentos. ao ativo fixo de pessoa jurídica. maquinarias. c) a partir de 02 de janeiro de 1995. 47 e ainda (Convênios ICM 4/79 e ICMS 124/93 e Lei nº 11. 7º do referido Decreto-Lei. equipamento. de propriedade de empreiteiros de obras hidráulicas e de construção civil. nas seguintes hipóteses (Convênios ICMS 130/94 e 130/98): (Dec. provenientes de almoxarifado e destinados à respectiva obra e vice-versa. desde que em pagamento de capital social subscrito. instalações.atualizado até 30 junho 2011 . amparada por Programas Especiais de Exportação (Programa BEFIEX) aprovados até 28 de fevereiro de 1989. peças sobressalentes. que se dediquem à construção de sistemas de produção. fusionada ou cindida. de 09 de agosto de 1978. 19. 2.876/91 DECRETO 14.as saídas internas destinadas à incorporação. desde que não se destinem a incorporar-se à referida obra e sejam acompanhadas do respectivo documento fiscal. a partir de 18 de julho de 1991. (Dec. aquelas destinadas a outras Unidades da Federação. LXXVI . transmissão ou distribuição de energia elétrica. excetuando-se. quando promovidas por fabricantes e destinadas às empresas nacionais exportadoras dos serviços relacionados na forma do art. e. dentro do Estado (Convênios ICMS 70/90 e 81/2007). LXXVII .12.850/2007) LXXX . de mercadoria estrangeira. de entidades. ou seus respectivos acessórios. sobressalentes ou ferramentas. de máquinas. 19. 10 do mencionado Decreto-Lei.as transferências de material de uso ou consumo de um estabelecimento para outro do mesmo titular. constante de norma legal vigente. 30. ou de obra para obra. em decorrência da incorporação. b) as empresas nacionais exportadoras de serviços devam estar registradas.as transferências de equipamentos. ferramentas. isenta do Imposto de Importação de produtos estrangeiros. de mercadoria cuja importação estiver isenta do Imposto de Importação e amparada por Programas Especiais de Exportação (Programa BEFIEX) aprovados até 28 de fevereiro de 1989.527/96) a) a isenção somente se aplica aos produtos a serem exportados em decorrência de contratos de prestação de serviços no exterior e que constam da relação a que alude o inciso II do art.96): (Dec. 7o. observado o disposto no art. inclusive cooperativas. 690 a 696. fusão ou cisão de sociedade e provenientes do ativo fixo da pessoa jurídica subscrita. aparelho. até 31 de outubro de 1996.527/96) LXXXII . 15.154/91) LXXXI . 1º do Decreto-Lei Federal nº 1. nas operações interestaduais. a esse título. materiais de andaime e de construção.342/99) 1. (Dec.LXXV . quando a mercadoria for importada do exterior. de 20. de matérias-primas. desde que a respectiva importação esteja. observando-se o disposto no inciso IV do art.633. incorporada. cuja entrada seja isenta nos termos dos incisos LXXXII e LXXXIII. comprovado o atendimento aos requisitos estabelecidos no art. condicionada a isenção. (Dec. móveis e utensílios.até 15 de setembro de 1996. as transferências de bens do ativo fixo de um estabelecimento para outro do mesmo contribuinte.408. instrumento ou material. com destino à Zona Franca de Manaus. 21. transformação. (Dec. 15.as entradas: a) no período de 01 de abril de 1989 até 31 de agosto de 1990. de máquina.as saídas de produto industrializado de origem nacional. observado o disposto no § 48.876/91 . importadas por estabelecimento industrial. simultaneamente: 1.

36.Central de Medicamentos do Ministério da Previdência e Assistência Social.312/2011) LXXXIV . o disposto nesta alínea também se aplica as saídas e retornos.4 a mercadoria destine-se a integrar o ativo fixo da empresa industrial adquirente e.3 a operação esteja beneficiada com isenção do Imposto de Importação. (Dec.INTERBRÁS e as subseqüentes saídas para a CEME .342/99) 2.A.312/2011) b) a partir de 1º de setembro de 1990. (Dec.342/99) 2.000 (sessenta milhões) de doses de vacina contra poliomielite. 18.312/2011) a) REVOGADA (Dec. a ser utilizada exclusivamente na sua atividade produtiva.312/2011) 1. 26. (Dec.326/95) 1. 18. 21. aparelhos e equipamentos. 18. hipótese em que a base de cálculo será reduzida em idêntico percentual.aprovado até 31 de dezembro de 1989.326/95) 1. (Dec. como resultado de concorrência internacional com participação de indústria do País.326/95) 2. as operações de importação com as referidas mercadorias.326/95) 1.2 o adquirente da mercadoria seja empresa industrial. b) a partir de 28 de abril de 2004. o benefício também se aplica ao animal que ainda não tenha atingido a maturidade para reproduzir (Convênio ICMS 12/2004). para o mercado interno.326/95) 2.1 o adquirente da mercadoria deverá ser empresa industrial. quando for o caso: (Dec. em estabelecimento comercial ou produtor. suíno e bufalino. XXXVIII. quando importada do exterior.até 31 de dezembro de 1993 e a partir de 01 de janeiro de 1994. as entradas no estabelecimento de mercadoria importada do exterior. utilizada exclusivamente na sua atividade produtiva.876/91 .808/2004) a) os animais devem ter condições de obter no País registro genealógico oficial.326/95) 2. 26. empregadas ou consumidas no processo de industrialização do produto final a ser exportado. contra pagamento com recurso proveniente de divisa conversível. a serem importadas pela PETROBRÁS . ovino.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. até 28 de fevereiro de 2011. (Dec.312/2011) 2. nas aquisições no mercado interno.1 a operação esteja amparada por programa especial de exportação . 94/94 e 185/2010)): (Dec. 36.2 a mercadoria será destinada a integrar o ativo fixo da empresa industrial adquirente e.Programa BEFIEX . destinada à fabricação de máquinas.as entradas em estabelecimento do importador de 60. 21.1. decorrentes de importação do exterior pelo titular do estabelecimento.808/2004) LXXXV . 18.876/91 DECRETO 14. 18.808/2004) (Dec. 18. as entradas. desde que destinadas a campanhas de vacinação pública. (Dec. 124/93 e 12/2004): (Dec. a partir de 07 de janeiro de 1999. oriunda de financiamento a longo prazo de instituição financeira internacional ou entidade governamental estrangeira. (Dec.3 a isenção não prevalecerá quando a mercadoria adquirida puder ser importada com o benefício previsto no art. 36.000. 36. dos produtos importados com destino à industrialização por conta e ordem do importador. (Dec. 18. dentro do Estado. (Dec. (Dec.4 o fornecedor deverá manter comprovação de que o adquirente preenche a condição do item 1. (Dec. 36. de reprodutor ou matriz de animal vacum. . observado o disposto no § 50. observando-se (Convênios ICM 35/77 e 9/78 e ICMS 78/91. Decreto nº 14. a partir de 07 de janeiro de 1999.326/95) LXXXIII – relativamente a mercadorias sujeitas ao regime de drawback (Convênios ICMS 27/90. a partir de 1º de março de 2011.até 30 de junho de 1991. LXXXVI . as entradas de mercadoria em estabelecimento importador.312/2011) 3. 77/91.Comércio Internacional S. puros de origem ou por cruza.1. 26. bem como de suas peças e partes. 36. 14. observadas as seguintes condições: (Dec.

vinculados a projetos aprovados. observado o disposto no art. 138/2008. 71/2008.LXXXVII . sem fins lucrativos. 34. 88/96. que tenha o fármaco-AZT como princípio ativo básico.0300 . (Dec. e. pela Secretaria Especial de Desenvolvimento Industrial. 141/2001. e de um ou do outro imposto. (Dec. 24/97. 119/2009 e 01/2010): (Dec. XC .629/2010) Decreto nº 14. em estabelecimento do importador. 84/2010 e 150/2010).231/95) 1. quando destinados a emprego no processo de industrialização de livros. 32/2004.814/93) 2. As saídas internas e interestaduais do fármaco-AZT. (Dec. de competência da União. nos seguintes períodos (Convênios ICMS 24/89. 05/99. 30/2003.as entradas de equipamentos gráficos importados do exterior. provenientes do Marrocos. 16. as entradas do exterior e as saídas internas e interestaduais do medicamento de uso humano denominado "RETROVIR" (AZT). o recebimento pelo importador dos seguintes produtos destinados à fabricação do fármaco-AZT. 80/91. ou de sua embalagem. 121/2006. destinados à impressão de livros.417/93) 3. 137/2008. 75/2010. Zidovudina. 614. as saídas internas e interestaduais do medicamento de uso humano. 121/95.atualizado até 30 junho 2011 .876/91 DECRETO 14.814/93) 1. 46/96. desde que a importação do exterior tenha sido beneficiada com isenção ou alíquota zero do Imposto de Importação: (Dec.as entradas de mercadoria importada do exterior a ser utilizada no processo de fracionamento e industrialização de componentes e derivados do sangue.814/93) 1.876/91 . classificado no código NBM/SH 3003. 16. a partir de 02 de janeiro de 1995. 66/99. a partir de 25 de maio de 1993.9900.as entradas decorrentes de importação das seguintes mercadorias: a) frisa. classificada no código NBM/SH 2933. 35. (Dec. (Dec. chapas e demais matérias-primas e produtos intermediários importados do exterior por empresas jornalísticas e editoras de livros. LXXXIX .90. 114/98.59.2. 59/2000. 64/2005.1.424/94) b) de 01 de agosto 1989 a 31 de dezembro de 2012. 21/2001. 16. 16.0301. no período de 26 de julho de 1994 a 1º de janeiro de 1995. LXXXVIII . 87/89. desde que a respectiva importação tenha sido feita com alíquota zero do Imposto de Importação. jornais e periódicos. a partir de 09 de abril de 2002.611/2010) a) até 15 de outubro de 1992. com alíquota zero ou isenção do Imposto de Importação. 18/2005. 110/89.fármaco-AZT encapsulado. até 31 de março de 1989.as operações com medicamentos para tratamento de portador do vírus da AIDS e com produtos destinados à respectiva fabricação.0301.até 12 de outubro de 1989. 16. 96/99. desde que a importação seja realizada por órgão ou entidade de hematologia e hemoterapia do governo federal. 10/2001. 13/2000. b) matérias-primas e demais insumos destinados à fabricação de papel de imprensa.90. 18. para o tratamento da AIDS. Thimidina. destinado ao tratamento da AIDS (Convênio ICMS 130/92). 53/2008. 80/2008. (34. 42/98. código NBM/SH 3003. 10/2002. 17. 35.417/93) b) no período de 16 de outubro de 1992 a 25 de julho de 1994 (Convênios ICMS 130/92 e 23/93): (Dec.629/2010) a) de 01 de março a 30 de maio de 1989. destinado à produção do medicamento de uso humano. 164/94. de ácido fosfórico e fosfato natural bruto.956/2010) XCI . 69/2009. 90/90. 16. (Dec. 124/93. jornais e periódicos. filme. 95/2000. estadual ou municipal.417/93) c) que o produto esteja beneficiado com isenção ou alíquota zero do Imposto de Importação e do IPI. acondicionamento ou recondicionamento.90. classificada no código NBM/SH 3003. as entradas. nos termos do Anexo 27-A (Convênios ICMS 51/94. (Dec. nos termos do Anexo 27. observadas as seguintes condições: (Dec.

71/2008.417/93) b) no período de 27 de agosto a 31 de dezembro de 1991. 124/2007. obedecido o disposto no § 55 (Convênios ICMS 104/89. 90/99 e 90/2010): (Dec. relativamente a veículo nacional. 17. 71/2008. 07/2000. contratados em 24 de janeiro de 1983.as saídas de veículo automotor que se destinar a uso exclusivo do adquirente. observando-se (Convênio ICMS 43/94): (Dec.as entradas de equipamentos importados do exterior. para distribuição gratuita em programas implementados por instituição educacional ou de assistência social relacionados com suas finalidades essenciais.513/94) c) no período de 01 de janeiro de 1992 a 31 de dezembro de 1993. paraplégico ou com deficiência física. de 27 de novembro de 2009. de bulbos de cebola.615/2010) b) no período de 01 de março de 1997 a 31 de dezembro de 2012. (Dec. (Dec.316/2007) a) até 31 de março de 1989.atualizado até 30 junho 2011 . 20/99. 17. efetuada pela Companhia Energética de Pernambuco . no período de 1º de maio de 1999 a 31 de agosto de 2010.421/91) XCVI . até 30 de abril de 1999. 53/2008. sob o nº 2138-BR-BIRD-ELETROBRÁS.REVOGADO a partir de 20.CELPE. as saídas promovidas por produtor. (Dec. realizada diretamente por órgãos ou entidades da administração pública.876/91 DECRETO 14. 148/2007. 119/2009 e 01/2010). serão cumpridas as normas contidas no inciso II nos §§ 57 a 59. 10/2004. máquinas. adquiridos com recursos financiados por instituições financeiras internacionais ou organizações e países estrangeiros. 148/92 e 151/94).91. adquiridos pela Companhia Energética de Pernambuco . 34. destinados à implementação de melhorias no setor elétrico do Estado. 17. no Ministério da Fazenda.876/91 . observadas as normas dos §§ 57 a 59 (Convênio ICMS 40/91). 69/2009. 21/2002. XCIII . 34. direta ou indireta. 21/2002.no período de 01 de outubro de 1991 a 31 de dezembro de 1995. (Dec. 35.506/91) XCVIII . sem similar produzido no País. 69/2009. destinados à implementação de melhorias do setor elétrico do Estado. 24/2007. devidamente cadastrado. 138/2008. sejam portadoras do Certificado de Entidade de Fins Filantrópicos. 121/95. observado o disposto no § 54. 30. certificados ou fiscalizados. XCV .12. 18. preencham os requisitos previstos no art.a partir de 01 de junho de 1989. desde que as aquisições daqueles equipamentos tenham sido contratadas até 31 de dezembro de 1991. nos termos do inciso XXVII. e sob o nº ECR 198/82. 17. 95/95. sejam certificadas nos termos da Lei Federal nº 12.101. 14 do CódigoTributário Nacional.615/2010) XCVII . 121/95. 124/2007. impossibilitado de utilizar o modelo comum: (Dec. (Dec.a importação do exterior dos seguintes produtos. XCIV . 20/99. (Dec.a partir de 01 de novembro de 1989.513/94) d) no período de 22 de abril a 31 de dezembro de 1994.CELPE.611/2010) a) no período de 14 de novembro de 1989 a 31 de dezembro de 2012. o medicamento albumina (Convênios ICMS 104/89. fornecido pelo Conselho Nacional de Serviço Social e. 119/2009 e 01/2010). observadas as normas dos §§ 57 a 59 (Convênios ICMS 80/91. 10/2004. (Dec. com recursos financiados por instituições financeiras internacionais ou organizações e países estrangeiros. relativamente a veículo nacional. 15. desembarcados no território do Estado até 31 de outubro de 1989 e contratados até 28 de fevereiro de 1989.513/94) 1. (Dec. 148/2007. a partir de 1º de setembro de 2010. 07/2000. as entradas decorrentes de importação de mercadoria doada por organizações internacionais ou estrangeiras ou países estrangeiros.XCII .as saídas decorrentes da distribuição gratuita prevista no inciso anterior. 53/2008. 16. a entrada de equipamentos do exterior. na ELETROBRÁS. 124/93.691/94) Decreto nº 14. 24/2007. (Dec. destinados à produção de sementes. conforme o disposto em portaria do Secretário da Fazenda (Convênios ICMS 58/91. aparelhos. equipamentos e instrumentos médico-hospitalares ou técnico-científicos laboratoriais (Convênios ICMS 104/89. 44/92 e 148/92). bem como fundações ou entidades beneficentes ou de assistência social que.326/95) XCIX . 15. 138/2008.

67/97. 93/99.. de 01 de fevereiro de 2007 a 27 de julho de 2009: R$ 60. 71/99..808/2004) 1.no período de 01 de janeiro de 1992 a 31 de dezembro de 2012. 138/2008. o mencionado benefício: (Dec.. com até 1... do § 57 será fornecido pelo Departamento de Trânsito do Estado – DETRAN ou por outro Órgão.. 30/2003.896/2009) 2... o laudo de perícia médica referido no § 57. 18/2005...558/92) 21. 47. alcançará os pedidos que tenham sido protocolizados na Secretaria da Fazenda até 31 de outubro de 2004 e cuja saída do veículo ocorra até 31 de dezembro de 2004 (Convênios ICMS 35/99. 158/2008.9901.. sem similar nacional. 21. 20/97.711/2011) 2. 27. 23.1.000 (um mil) cilindradas de potência (Convênio ICMS 35/99). importados diretamente pela Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais . II. até 05 de janeiro de 2000. 138/2008. (Dec. no que couber. a partir de 17 de agosto de 1999. 46/95..... observando-se: (Dec.. 53/2008. 26. não se exigirá o estorno do crédito fiscal relativo às aquisições do remetente. (Dec. 18.896/2009) C . (Dec.015/2000) 4. 30.. obedecidas as normas contidas nos §§ 57 a 59..1 somente se aplicará a veículo novo: (Dec..1. serão cumpridas.. 35/99. 71/99.2. cuja saída ocorra a partir do referido termo inicial até 31 de maio de 2007 (Convênios ICMS 77/2004. (Dec. (Dec. (Dec.015/2000) 4.. 10/2001.812/95) 2.APAE (Convênios ICMS 41/91. a partir de 02 de janeiro de 1998.... nos termos da alínea anterior.1..231/94) e) no período de 01 de janeiro a 30 de junho 1995. 28 de julho de 2009: R$ 70.3.2. as normas contidas nos §§ 57 a 59.. (Dec.812/95) f) no período de 19 de julho de 1995 a 30 de abril de 1999 e a partir de 17 de agosto de 1999.391/2001) 4. incluídos os tributos incidentes. veículo com preço de venda ao consumidor sugerido pelo fabricante. 84/2000. com até 127 (cento e vinte e sete) HP de potência bruta-SAE (Convênio ICMS 85/2000).... (Dec. observando-se (Convênios ICMS 43/94. 15. 148/92. 102/97.015/2000) 4. onde residir em caráter permanente o interessado. as entradas dos seguintes remédios.06. 36. 33...9901.atualizado até 30 junho 2011 21. "b".1. (Convênio ICMS 16/95).876/91 . 119/2009..000.600 (um mil e seiscentas) cilindradas de potência (Convênio ICMS 93/99). 33. cuja saída ocorra a partir das seguintes datas até 31 de dezembro de 2012 (Convênios ICMS 03/2007. XXV...90. 48/97. 22. 71/2008. 29/2000. 69/2009.. 18.558/92) . igual ou inferior aos valores respectivamente indicados. 121/95..06. apenas em relação àqueles que tenham requerido e se habilitado à fruição do benefício até a data de 31 de março de 1995.342/99) 4. 80/91. 05/99. a critério de cada Estado.. .. o laudo de perícia médica referido no inciso II. no período de 06 de janeiro de 2000 a 08 de janeiro de 2001... (Dec. (Dec.DETRAN ou por outro órgão. 21/2002 e 40/2004).876/91 DECRETO 14. 23.2..90.263/2004) g) relativamente a veículo novo. (Dec.2 a partir de 01 de junho de 2002. 18... 150/2006 e 07/2007).711/2011) a) Milupa PKV 1 b) Milupa PKV 2 . "b". (Dec. 01/2010 e 18/2011): (Dec.1. 33. (Dec..00 (setenta mil reais).. o que não autoriza a restituição ou compensação de importâncias já recolhidas. 15. 121/95. com até 1....812/95) 3.000. 22.. de 01 de novembro de 2004 a 31 de janeiro de 2007: veículo com até 127 HP de potência bruta (SAE). 121/97. será fornecido pelo Departamento de Trânsito do Estado .. 23/98.. nos termos do art.. 124/93. 18. onde residir em caráter permanente o interessado. (Dec. 105/2008. Decreto nº 14. a critério de cada Estado. a partir de 09 de janeiro de 2001. 84/2000 e 85/2000): (Dec. 36.316/2007) 2. alcançando o benefício os pedidos que tenham sido protocolizados na Secretaria da Fazenda. 22.00 (sessenta mil reais). respectivamente especificado.896/2009) 1.391/2001) 4. 52/2009 e 27/2011): (Dec.

. em devolução de mercadoria importada que tenha sido recebida com defeito impeditivo de sua utilização.... de valor FOB não superior a U$ 50.812/95) 1.812/95) 3.2. contendo defeito impeditivo de sua utilização.... pelo respectivo exportador......90. localizado no exterior..... destinados a pessoas físicas. de mercadoria remetida pelo exportador localizado no exterior.... pelo respectivo exportador. 18....812/95) 1. 18.. 33.. 18/95.. ... desde que o imposto relativo à importação original tenha sido pago.. (Dec.226/2009) 21. 60/95. (Dec.812/95) 6.. em retorno. 18.c) no período de 01 de janeiro de 1991 a 19 de outubro de 2008..812/95) (Dec... as saídas de mercadoria para o exterior não oneradas pelo Imposto de Exportação: (Dec. 18. (Dec. 19. (Dec.. nos termos do item 5. (Dec. para fins de substituição de mercadoria importada que tenha sido devolvida por conter defeito impeditivo de sua utilização... tenha sido remetida com destino a exposição ou feira... (Dec... sem valor comercial..876/91 . 18..812/95) 1..... 18.... o recebimento.atualizado até 30 junho 2011 ...... (Dec. observado o disposto no § 60. 18..812/95) b) a partir de 27 de abril de 1995: (Dec.. estritamente necessários para dar a conhecer a sua natureza.. contidos em encomendas aéreas internacionais ou remessas postais.. 21.. o recebimento de bens do exterior. 21.1.. d) Leite especial sem fenillamina e) Farinha hammermuhle. pelo respectivo importador. 18.4.226/2009) CI . (Dec. (Dec. 15. o recebimento de medicamentos importados do exterior por pessoa física....812/95) 1.9901....558/92) (Dec....as seguintes operações relativas ao comércio exterior (Convênios ICMS 89/91. (Dec. a partir de 14 de julho de 1998.00 (cinqüenta dólares dos Estados Unidos da América) ou equivalente em outra moeda. o recebimento..812/95) 5. 33..3 relativas a amostras comerciais de produtos nacionais.... . espécie e qualidade... para fins de exposição ao público em geral. f) a partir de 20 de outubro de 2008. de mercadoria exportada que: (Dec. relacionados no Anexo 60. a diferença existente entre o valor do imposto apurado com base na taxa cambial vigente no momento da ocorrência do fato gerador e o valor do imposto apurado com base na taxa cambial utilizada pela Secretaria da Receita Federal para cálculo do Decreto nº 14..527/96) 5. 5.. em retorno.. o recebimento. 18.812/95) 4... até 15 de setembro de 1996..2 tenha sido recebida pelo importador.812/95) 1.. 18..812/95) 5. 106/95 e 56/98): (Dec.. 18. (Dec.......110/98) a) no período de 27 de dezembro de 1991 a 26 de abril de 1995.. (Dec.. desde que o imposto relativo à primeira saída para o exterior tenha sido pago. 18... em face de defeito impeditivo de sua utilização.558/92) (Dec...3 tenha sido remetida para o exterior a título de consignação mercantil e não tenha sido comercializada.1 promovidas pelo respectivo importador..1 não tenha sido recebida pelo importador localizado no exterior. para efeito de substituição de mercadoria que tenha recebido em devolução de importador localizado no exterior.06.110/98) 2. .2 promovidas pelo respectivo exportador..876/91 DECRETO 14.. desde que o retorno ocorra dentro de 60 (sessenta) dias contados da data da saída para o exterior. de mercadoria exportada que não tenha sido recebida pelo importador localizado no exterior..... nos termos do item 1. fragmentados ou partes de qualquer mercadoria. Kit de radioimunoensaio. . representadas por quantidade. 15..

138/2008.812/95) b) a partir de 27 de abril de 1995. (Dec.312/2011) a) adubos e fertilizantes. soros e vacinas. (Dec.061/2006) 1. representadas por quantidade. conforme especificadas na alínea "e" do inciso XLI do art. de sangue e de vísceras.612/92) Decreto nº 14. 15. realizada apenas por indústria de ração animal. mediante importação do exterior: (Dec. fragmentos ou partes de qualquer mercadoria. herbicidas. (Dec. no período de 01 de agosto a 30 de outubro de 2006. 30. formicidas. 71/2008. 01/2010 e 195/2010): (Dec. 15. bactericidas. de ostras. 25/2003. (Dec.812/95) b) a partir de 27 de abril de 1995.812/95) a) no período de 27 de dezembro de 1991 a 26 de abril de 1995. de carnes. 10/2001. Pecuária e Abastecimento . (Dec. 18.812/95) CIII . de penas. observado o disposto no § 63 (Convênios ICMS 36/92. 57/2003. independentemente da restrição prevista na alínea anterior. 106/2002. identificando o produto. as saídas internas realizadas com os seguintes produtos de uso exclusivo. devendo as mencionadas indústrias.812/95) c) a partir de 02 de janeiro de 1996. 119/2009. 48/97. tal como definida pela legislação federal que outorga a isenção do Imposto de Importação (Convênio ICMS 60/95). o recebimento de mercadorias ou bens importados do exterior que estejam isentos do Imposto de Importação e também sujeitos ao regime de tributação simplificada. 15. 19. desde que: (Dec. observado o disposto no § 60.nos períodos de 1º de fevereiro de 1992 a 30 de setembro de 1997 e de 1º de janeiro de 1998 a 31 de dezembro de 2012. pecuária e agricultura. 69/2009. 16/2005. 22/95.812/95) a) no período de 27 de dezembro de 1991 a 26 de abril de 1995. 20.612/92) e) sementes.876/91 DECRETO 14.01. estritamente necessários para dar a conhecer a sua natureza. 100/97.122/96) CII . (Dec. na avicultura. estar devidamente registradas no Ministério da Agricultura. (Dec. carrapaticidas. de amostras comerciais sem valor comercial. 55/2009. a partir de 01 de janeiro de 1998.926/2005) f) calcário e.061/2006) 2. 14. 21/96. 124/93. haja o respectivo rótulo. 20/97. (Dec. 93/2006. 149/2005. concentrados e suplementos. 15. 18. 15. 58/2001. vermicidas ou vermífugos. sendo a referida fabricação. 41/92. 54/2006. 148/92. 93/2003. (Dec. (Dec. 27. conforme o caso.MAPA. sarnicidas.imposto federal na importação de mercadorias ou bens sujeitos ao regime de tributação simplificada. (Dec. 68/94.MAPA e o número do registro seja indicado no documento fiscal.612/92) b) acaricidas. 05/99. bem como de remessas postais sem valor comercial. desde que isentos do Imposto de Importação ou aos quais se aplique o regime de tributação simplificada em que não haja obrigatoriedade de apresentação da Declaração de Importação. 21/2002.296/98 . etiqueta ou impressão. 18.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. 151/94. Pecuária e Abastecimento . utilizados como corretivo ou recuperador de solo. todos fabricados pelas respectivas indústrias. 18/2005. observado o disposto no § 60 (Convênio ICMS 89/91). 29/94. 152/2002. fungicidas. 53/2008. os produtos estejam registrados no órgão competente do referido Ministério da Agricultura.876/91 . espécie e qualidade. (Dec. inseticidas. gesso. nos dois casos. 36. 30.98) g) farinhas de peixes. 18. 18. 18. 18. (Dec.o recebimento. 67/97. 156/2008. 150/2005. espalhante adesivo.612/92) c) medicamentos.EFEITOS A PARTIR DE 01. todos exclusivamente de uso veterinário.612/92) d) rações para animais. a partir de 01 de agosto de 2006. aditivos e premix ou núcleo. de osso.812/95) CIV . de amostra sem valor comercial.o ingresso de bens procedentes do exterior integrantes de bagagem de viajante (Convênios ICMS 89/91 e 18/95): (Dec. bem como.

01. 20. 20. farelo e torta de canola. 24.h) destinados à alimentação animal ou ao emprego na fabricação de ração animal: 20.01.296/98 - 3. a cooperativa de produtores. raticida.05.EFEITOS A PARTIR DE 01.98) (Dec.095/98) 5.01.98) 2. de cacau.01.876/91 DECRETO 14. (Dec.4. enzimas preparadas para decomposição de matéria orgânica animal. caroço de algodão.98) 1. congelado ou resfriado. estimulador e inibidor do crescimento (reguladores). nitrocálcio.296/98 . EFEITOS A PARTIR DE 01. alho em pó (Convênio ICMS 40/98).98) 5.01.296/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01. calcário calcítico.296/98 - 1. (Dec.291/2005) m) a partir de 03 de novembro de 2003. de soja. 20. EFEITOS A PARTIR DE 01. esterco animal. fertilizantes e fosfato bicálcio destinados à alimentação animal. 20. farelo de girassol (Convênio ICMS 97/99). observada a isenção prevista no inciso VIII. sêmen.98) 1.2. (Dec. de linhaça. DAP (di-amônio-fosfato). 20. de casca e semente de uva e resíduos industriais. 20.291/2005) l) a partir de 01 de setembro de 2003. germicida. 25. 28.01.296/98 .1. gipsita britada destinada ao uso na agropecuária ou à fabricação de sal mineralizado (Convênio ICMS 106/2002). farelo de polpa cítrica.98) 1. feno.EFEITOS A PARTIR DE 01.98) 1.EFEITOS A PARTIR DE 01.EFEITOS A PARTIR DE 01. 28.98) (Dec. uréia. (Dec. 21.296/98 . que tenham saído dos estabelecimentos extratores.296/98 .EFEITOS A PARTIR DE 01. 28. farelos e tortas de algodão. amônia. (Dec. nitrato de amônia.90.877/2006) o) a partir de 09 de janeiro de 2006. desfolhante. de babaçu.296/98 . quaisquer estabelecimentos com fins exclusivos de armazenagem.876/91 . MAP (mono-amôniofosfato). quando destinado a produtor. (Dec. fabricantes ou importadores para: (Dec. 36. farelos de arroz. 20. 20. (Dec.EFEITOS A PARTIR DE 01. girino e alevino.296/98 EFEITOS A PARTIR DE 01. casca de coco triturada para uso na agricultura (Convênio ICMS 25/2003). ácido nítrico. nematicida. fosfato natural bruto e enxofre.EFEITOS A PARTIR DE 01. 21. vermiculita para uso como condicionador e ativador de solo (Convênio ICMS 93/2003). e embrião.296/98 . aveia e farelo de aveia. (Dec. farelo de glúten de milho e glúten de milho (Convênio ICMS 29/94). a partir de 1º de março de 2011. sal mineralizado. óleos de aves (Convênio ICMS 55/2009).280/2002) j) a partir de 14 de outubro de 2002.998/2000) (Dec.98) (Dec. a partir de 14 de julho de 1998.2002. (Dec.877/2006) Decreto nº 14.01. a partir de 01 de janeiro de 1998. a indústria de ração animal ou a órgão ou entidade oficial de fomento e desenvolvimento agropecuário vinculada a Estado ou Distrito Federal (Convênio ICMS 57/2003).181/2003) n) a partir de 09 de janeiro de 2006. de mamona. 28. a partir de 01 de dezembro de 1994.EFEITOS A PARTIR DE 01. de amendoim. sorgo. 6.312/2011) i) a partir de 01 de janeiro de 1998: (Dec. sulfato de amônia.atualizado até 30 junho 2011 . de trigo e raspa de mandioca e. parasiticida.296/98 . (Dec. k) a partir de 01 de julho de 2003. (Dec. cloreto de potássio.EFEITOS A PARTIR DE 01.01. sojas desativadas e seus farelos. até 02. classificadas no código NBM/SH 3507.01. 20. (Dec.4. 1.3. estabelecimento onde sejam industrializados adubos simples ou compostos. milheto. 26.589/2003). de milho.296/98 . a partir de 01 de janeiro de 2000. ácido sulfúrico. DL metionina e seus análogos.98) 3. 20.98) 4. estabelecimento produtor agropecuário. (Dec. 20. (Dec.296/98 . 20. dessecante.98) 4. outro estabelecimento da mesma empresa daquela onde se tiver processado a industrialização. (Dec.01.01. (Dec.01. (Dec. ácido fosfórico.98) 2.

observado o disposto no § 65. 15. 7/2000. 18/2005. Juss) (Convênio ICMS 55/2009). sem similar nacional. as operações interestaduais de ovos. (Dec.876/91 . concedidos por instituições financeiras internacionais ou entidades governamentais estrangeiras. 69/2009.739/99) b) de radiodifusão. silício líquido piro alho e bio bire plus. equipamentos. extrato seco e torta de Nim (Azadirachta indica A. na forma estabelecida pela Secretaria de Agricultura e Reforma Agrária (Convênios ICMS 20/92. (Dec. piro alho. de reprodutores e matrizes caprinos de comprovada superioridade genética. extrato pirolenhoso decantado.247/2001) a) jornalística ou editora de livros. 19/92. 121/97. óleo. 131/98. as entradas. a entrada de máquinas.no período de 01 de janeiro a 30 de junho de 1992.312/2011) CV .nos períodos de 27 de abril de 1992 a 01 de janeiro de 1998 e de 01 de setembro de 1999 a 30 de abril de 2001.813/92) CVIII . Pecuária e Abastecimento e que o número do registro seja indicado no respectivo documento fiscal (Convênio ICMS 195/2010). equipamentos e respectivas partes e peças.841/97) a) no período de 01 de janeiro de 1992 a 07 de janeiro de 1997.312/2011) r) a partir de 1º de março de 2011. 30/2003. provenientes de financiamento a longo prazo. 71/2008. vinculadas a programas habitacionais para a população de baixa renda e promovidas por Municípios ou por associações de Municípios e por órgãos ou entidades da administração pública. por meio da Secretaria de Defesa Social. 10/92 e 103/96): (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . desde que os produtos estejam registrados no órgão competente do Ministério da Agricultura.876/91 DECRETO 14. (Dec. 33. 36. recepção. 15. para reequipamento da fiscalização estadual (Convênios ICMS 34/92 e 56/2000). (Dec. transmissão. quando efetuada diretamente por produtor. direta ou indireta. destinados ao acondicionamento de gás liquefeito de petróleo . (Dec. (Dec. aparelhos.739/99) CIX . as saídas internas de veículos quando adquiridos pelo Estado. 05/99. as saídas de trava-blocos para a construção de casas populares. jornal ou periódico. contra pagamento com recursos oriundos de divisas conversíveis. 15. quando promovidas por distribuidor de gás.615/2010) CX . condicionadores de solo e substratos para plantas. em estado natural.247/2001) CXI . emissão.GLP (Convênios ICMS 88/91. (Dec. 58/2000 e Decreto nº 21. a importação do exterior de máquinas. (Dec.985/99): (Dec. (Dec. 34.612/92) CVI . (Dec.841/97) CVII . 19. 21/95.a partir de 27 de abril de 1992.as saídas decorrentes de destroca de botijões vazios (vasilhames). (Dec.813/92) Decreto nº 14. 21. instrumentos e suas respectivas partes. 19. aparelhos. ou por meio da Secretaria da Fazenda. retransmissão. 148/2007. 26/98. 53/2008. 119/2009 e 01/2010). quando promovidas por distribuidores de gás ou seus representantes. 138/2008.no período de 27 de abril a 30 de junho de 1992. com participação de indústrias do País.204/2009) q) a partir de 1º de março de 2011. 124/2007. sem similar nacional. 36. vinculados ao Programa de Reequipamento Policial da Polícia Militar. para emprego exclusivo na geração.a partir de 27 de abril de 1992. inclusive fundações. 21. 19. como tal definido pela legislação federal específica. aves e produtos de sua matança. 23. 90/99.p) a partir de 01 de janeiro de 2009. como resultado de concorrência internacional. importados do exterior por empresa de energia elétrica. congelados ou simplesmente resfriados.no período de 27 de abril de 1992 a 31 de dezembro de 2012. seus revendedores credenciados e estabelecimentos responsáveis pela destroca dos botijões. (Dec. 23. 10/2001. repetição ou ampliação de sinais de comunicação. peças e acessórios.841/97) b) a partir de 08 de janeiro de 1997. 121/95. destinados a emprego exclusivo no processo de industrialização de livros. decorrentes de importação do exterior. estadual ou municipal. efetuada por empresa (Convênios ICMS 53/91. 44/99.

atualizado até 30 junho 2011 . biseladora e retificadora de esteira Motosserras para abertura de mármore em pedreiras CÓDIGO NBM/SH 8464.90.9900 (Dec. 16.16.417/93) 8464. 16.16. (Dec.90. sem similar nacional.90.417/93) 8464.16. acabamento e execução de furos e bordas não retas de pias. as saídas internas e interestaduais de mercadorias. 20/97. para distribuição.90.417/93) 8464.no período de 16 de julho de 1992 a 31 de dezembro de 1994. para os Centros de Formação de Recursos Humanos do Sistema SENAI. as saídas internas e interestaduais das mercadorias constantes das posições NBM/SH 8444 a 8453.a partir de 16 de julho de 1992.417/93) 8508.90.9900 (Dec. para integrar o ativo imobilizado do importador adquirente.16.10.417/93) 8464. 34.16.16. 71/2008.417/93) 8464. 16.876/91 .876/91 DECRETO 14.9900 (Dec. lustradeira de esteira para tiras de espessura até 20 mm e largura até 61 cm. lavatórios. à rede oficial de ensino (Convênios ICMS 78/92. doadas por contribuinte do imposto à Secretaria de Educação. efetuadas por indústria de máquinas e equipamentos.417/93) MERCADORIA Máquina para cortar rocha com água e alta pressão Máquina automática seqüenciada para flamear. em regime de comodato.16.9900 (Dec. 124/93.9900 (Dec. desde que isentas do Imposto de Importação e do Imposto sobre Produtos Industrializados ou tributadas pelos referidos impostos com alíquota zero (Convênio ICMS 92/92): (Dec.9900 (Dec.16.90.no período de 16 de outubro de 1992 a 31 de dezembro de 1994. as entradas das mercadorias abaixo relacionadas. para integrar o ativo imobilizado do importador adquirente (Convênio ICMS 62/92): (Dec. visando o reequipamento destes centros (Convênio ICMS 60/92).90. 48/97. 67/97.CXII .417/93) 8464. 30/2003.16.417/93) 8464.417/93) Decreto nº 14. 69/2009.9900 (Dec. 22/95.417/93) CXIV .417/93) 8464. importadas diretamente do exterior do país. 53/2008. constituída de talha-blocos multidisco com ciclo programável. sem similar nacional.20. 18/2005. 05/99.9900 (Dec.417/93) 8464.90. 10/2001. importadas diretamente do exterior do país. 119/2009 e 01/2010).417/93) 8464.9900 (Dec. também por doação.417/93) CXIII .16. 138/2008. 121/97.9900 (Dec. em razão de doação ou cessão. as entradas das mercadorias abaixo relacionadas. mesas e afins de granito Esticador hidráulico para tensionamento de lâminas de aço para serrar granito Lixadeira pneumática de lixa diamantada Equipamento para abertura de rocha granítica por perfuração térmica Encunhador hidráulico para abrir rocha granítica e mármore Almofadas expansoras pneumáticas para abrir cortes em rocha Equipamento a fio diamantado para corte de rocha em pedreira Máquina para acionamento do fio diamantado para corte de rocha Linha automática seqüencial e simultânea para produção de lajotas de granito de baixa espessura.16.9900 (Dec. (Dec.90.16. 23/98.9900 (Dec. apicoar e jotear peças de granito Máquina automática copladora para produção.90.615/2010) CXV .no período de 21 de agosto de 1992 a 31 de dezembro de 2012. calibradora de espessura com sistema eletrônico de leitura digital. cortadora multidisco.

microajustamento de cabeçote e indicação eletrônica de largura e espessura de trabalho Lixadeira para madeira com unidade de fitas para bordas fresadas e perfis e unidades de lixamento de ângulos Máquina troncadeira eletrônica.876/91 . 78/91 e 124/93). para a fiação e tecelagem de fibras de sisal. as operações internas e interestaduais com pós-larva de camarão (Convênios ICMS 123/92. (Dec. quando importados diretamente do exterior. equipamentos. (Dec.MERCADORIA Máquina para aplainar com mais de 4 eixos.16. (Dec.16.16. 71/2008. as saídas internas de cebola. 25. guilhotina e inversora de lâminas em 180 graus CÓDIGO NBM/SH 8465. neste caso desde que os produtos objeto da importação estejam isentos do Imposto de Importação e do Imposto sobre Produtos Industrializados ou contemplados com alíquota zero desses tributos. com serra circular e mesa com alimentador giratório Linha especial para laminação de toras. observado o disposto no § 73.as operações relativas à importação do exterior de máquinas. as operações internas. laminadora rotativa.9900 (Dec.440/94) Decreto nº 14. adotando-se. as saídas internas de máquinas.92. aparelhos.no período de 13 de setembro de 1993 a 31 de março de 1994 e a partir de 01 de abril de 1994.773/93) CXXI .16.417/93) 8465. b) no período de 29 de setembro de 2003 a 31 de agosto de 2006. 18/2005.no período de 16 de outubro de 1992 a 31 de dezembro de 2012.819/93) CXXII . 124/2007. a partir de 01 de setembro de 2006. 121/97.99. 48/97.424/94) c) a partir de 01 de maio de 1994. 67/97.96. 32. observado o disposto nos §§ 12 e 61. 119/2009 e 01/2010). serviço de transporte rodoviário de carga. 121/95. 69/2009. 17.no período de 01 de outubro de 1992 a 31 de dezembro de 1994.9900 (Dec. para integrar o ativo imobilizado do importador adquirente.19.417/93) 8465. inclusive. 25. aparelhos e equipamentos integrantes do ativo fixo do estabelecimento. inclusive de importação.928/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29. 17. (Dec. 16. sem similar nacional. 16.93. (Dec. promovidas a título de doação.a partir de 01 de agosto de 1993.a partir de 01 de julho de 1993. realizadas com combustível e lubrificante destinados exclusivamente ao abastecimento de aeronave ou embarcação em viagem internacional. que não tenham similar nacional e quando destinados a integrar o ativo fixo da empresa industrial (Convênios ICMS 66/91. observado o disposto no inciso CXCIV.615/2010) CXVIII . com destino a órgãos da administração direta do Estado de Pernambuco. 16. 17. (Dec. automática.876/91 DECRETO 14. utilizados para beneficiamento do algodão. 148/2007. serviço de transporte ferroviário de cargas.424/94) CXIX .194/2008) CXX . (Dec. composta entre outras de máquina para laminação de toras de madeira.424/94) a) no período de 01 de janeiro a 30 de junho de 1993. (Dec. com dispositivo de centralização.417/93) 8465. 17. 30/2003. 05/99. instrumentos e seus respectivos acessórios. suas autarquias ou fundações. 10/2001.417/93) CXVI . (Dec. as entradas dos produtos classificados no código NBM/SH 8445. 138/2008.0299. nas modalidades a seguir especificadas: (Dec.0100 (Dec. desde que isentas do Imposto de Importação e do Imposto sobre Produtos Industrializados ou tributados pelos referidos impostos com alíquota zero (Convênio ICMS 118/92).417/93) CXVII .atualizado até 30 junho 2011 . 20/97.928/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29.9900 (Dec.09 2003) (Dec. 53/2008. 23/98. 148/92.424/94) b) no período de 01 de julho de 1993 a 30 de abril de 1994. 148/92 e 44/93): (Dec. 34. 17.09 2003) a) a partir de 01 de junho de 1993. o que este prevê para as operações interestaduais (Convênios ICM 44/75 e ICMS 68/90.as prestações internas de serviço de transporte.

em outra Unidade da Federação. o valor do imposto a ser recolhido.06. (Dec.06.1.2004) 2.2004) (Dec.a partir de 01 de outubro de 1993. os destinatários relacionados no inciso LXIX.2004) c) a partir de 01 de outubro de 2004. dos seguintes subprodutos. 26. 01. (Dec.06. as saídas internas.2004) 1.06. quando promovidas pelo respectivo fabricante ou. em transferência. o disposto nos §§ 35 a 43: (Dec. quando a exportação não se efetivar. computando-se ainda os acréscimos previstos na legislação. ressalvando-se que: (Dec. comprovada a não-ocorrência da exportação. EFEITOS A PARTIR DE 01.2004) a) no período de 01 de outubro de 1993 a 31 de maio de 2004. o produtor agrícola ou avicultor.06. 16.06.06.a partir de 10 de novembro de 1993.2004) 1.937/94) Decreto nº 14. 26. no que couber. nos termos do art.atualizado até 30 junho 2011 . 26. 26.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. qualquer que seja a causa.2004) 1.728/2004 – EFEITOS A 2.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE b) a partir de 01 de junho de 2004. o imposto incidente sobre as referidas saídas deverá ser recolhido pelo adquirente.06. 27. (Dec. o fabricante dos produtos industrializados e respectivas filiais. 17.3.2004) 1.237/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. independentemente do produto acondicionado e do destinatário. 26. de bens para o ativo fixo de estabelecimento industrial ou agropecuário e de empresa de serviço de diversão pública.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.06.2004) 1.2004) (Dec. deverá ser atualizado. que tenha recebido. reintroduzida no mercado interno.728/2004 – EFEITOS (Dec. 26. 26. inclusive fenada ou filada. 17.2004) (Dec. o referido produto do mencionado fabricante: (Dec.876/91 DECRETO 14. necessária à exportação.1. observado o disposto na alínea "b".1. as saídas dos produtos mencionados no inciso LXXIII.no período de 01 de junho a 30 de setembro de 1994. 26.06.046/93) c) ponta ou palha da cana-de-açúcar.982/93) CXXIV . (Dec. 26. (Dec. (Dec. a partir de 01 de outubro de 2004.2. calculados a partir do momento em que tenha ocorrido qualquer das hipóteses ali indicadas.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 1. (Dec.06.2004) (Dec.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 2. 17. (Dec. aqueles relacionados no inciso LXIX.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. dos produtos industrializados de que trata o inciso LXIX para: A PARTIR DE 01. 01.728/2004 – 1.as saídas de embalagem. observado. apenas quando as mencionadas saídas forem internas. quando a saída for do estabelecimento comercial. as aquisições.2. 17. por estabelecimento comercial do mesmo titular.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.046/93) CXXVI .10. os destinatários relacionados no referido inciso LXIX. em razão de a embalagem vir a ser: (Dec.06. 3º. para produtor agropecuário. utilizada para fim diverso de exportação.046/93) a) bagaço de cana-de-açúcar "in natura" ou hidrolisado.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE (Dec. dos produtos mencionados no inciso LXXIII para: 01. quando destinados à alimentação animal ou à fabricação de ração: (Dec. 01. o disposto nos §§ 35 a 43.2004) (Dec. relativamente à diferença de alíquota devida a este Estado.06. nos termos do item 1. 26. 26. quando tiverem como destinatários. 26.2. (Dec. 26.CXXIII .046/93) b) levedura seca do álcool. observado.2004) 2.876/91 . 17. no que couber. 27. para fim de exportação. XII (Convênio ICMS 55/93). objeto de perda.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. observadas as condições indicadas em ato normativo da Secretaria da Fazenda.237/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. PARTIR DE 01.2004) CXXV .10.

com destino a entidades. (Dec.2001) a) com a data de validade vencida.10. (Dec. classificadas na subposição 9021. 18. aos respectivos funcionários estrangeiros indicados pelo Ministério das Relações Exteriores. do Instituto de Integração e de Promoção da Cidadania (INTEGRA). no período de 02 de janeiro de 1995 a 30 de junho de 1997.99 e a partir de 01. (Dec.CXXVII . 23.2001. 38/2005 e 126/2010). 19. condicionando-se o benefício à comprovada existência de acordo de reciprocidade de tratamento tributário. (Dec.231/94) CXXVIII . para distribuição a pessoas carentes. antebraços. considerando-se "perdas". as saídas dos produtos recuperados.887/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 22. 35.a partir de 02.10. as operações com os produtos a seguir indicados.946/97) 1.01.relativamente a operações com equipamentos ou acessórios (Convênio ICMS 126/2010): (Dec. (Dec. 18.946/97) b) a partir de 16 de junho de 1997. 23.946/97) 2. as saídas internas de produtos resultantes do trabalho de reeducação dos detentos promovidas pelos estabelecimentos do sistema penitenciário do Estado (Convênio ICMS 85/94).30. 18.2001) b) pelas entidades. associações e fundações.876/91 .95. pernas. em razão de distribuição a pessoas carentes.95.01.720/2001) Decreto nº 14. de distribuição a entidades. os produtos que estiverem (Convênio ICMS 136/94 e ACR Convênio ICMS 99/2001): (Dec.04. o benefício previsto neste inciso somente se aplica na hipótese de os produtos se destinarem a pessoa portadora de deficiência física ou auditiva (Convênio ICMS 126/2010).a partir de 02.2001) a) pelos estabelecimentos do Banco de Alimentos (Food Bank) e. 121/95 e 20/97): (Dec.887/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 22.03.326/95) c) com a embalagem danificada ou estragada. sociedades civis sem fins lucrativos.876/91 DECRETO 14.97.312/2011) a) no período de 24 de outubro de 1994 a 01 de janeiro de 1995. (Dec.10. Repartições Consulares e Representações de Organismos Internacionais.720/2001) a) as seguintes prestações e operações destinadas a Missões Diplomáticas. de caráter permanente. classificados no código 9021. a partir de 22. 23. prótese femural e outras próteses articulares.2001. 36. com a finalidade. e. LXIII (Convênios ICMS 47/97. as saídas. (Dec. e. 137/94. 47.Sistema Harmonizado.10. (Dec. 90/97 e 34/2001): (Dec. cadeira de rodas e outros veículos para deficientes físicos. com os respectivos códigos da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias .a partir de 26 de julho de 1994. a título gratuito. as saídas de produtos alimentícios considerados "perdas". (Dec.no período de 02. classificados na posição 8713.326/95) b) impróprios para comercialização.Sistema Harmonizado NBM/SH (Convênios ICMS 98/94. mãos.312/2011) CXXIX . classificados na posição.326/95) CXXX . a partir de 22.9900. 19. anualmente. em razão de doação que seja feita às referidas sociedades. com destino aos estabelecimentos do Banco de Alimentos (Food Bank) e.946/97) 3. 36. 18. pelo mencionado Ministério: (Dec. associações e fundações que os entregue a pessoas carentes. (Dec.887/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 22. de que trata o inciso anterior. declarada.326/95) CXXXI . (Dec. 19.10.11. 23.01. observando-se o disposto no art. para efeito do benefício. promovidas (Convênio ICMS 136/94 e ACR Convênio ICMS 99/2001): (Dec.95 a 31.99 (Convênios ICMS 158/94. as operações com os produtos relacionados no Anexo 26. do Instituto de Integração e de Promoção da Cidadania (INTEGRA). 23.10. associações e fundações.atualizado até 30 junho 2011 . após a necessária industrialização ou recondicionamento. subposição ou código da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias . 94/2003. braços. 19. 18. a partir de 21.956/2010) c) até 30 de novembro de 2010. pés e articulações artificiais para quadris ou joelhos.NBM/SH.

no período de 27 de abril de 1995 a 30 de abril de 1997.629/2010) CXXXIV . (Dec. máquinas e equipamentos. desde que a mercadoria esteja isenta do Imposto de Importação e do IPI ou contemplada com a redução para zero da alíquota desses impostos.876/91 . 71/2008. como resultado de concorrência internacional com participação de indústria do País. em face de requerimento do interessado.876/91 DECRETO 14. a operação de importação não seja tributada ou tenha tributação com alíquota reduzida a zero do Imposto de Importação e do IPI.atualizado até 30 junho 2011 . 69/2003. bem como fundações ou entidades beneficentes ou de assistência social que preencham os requisitos previstos no art. pela Companhia Pernambucana de Saneamento . 53/2008. 69/2009. partes e peças de reposição. não haja contratação de câmbio. 51/2001. 34. 23. 69/2003. 123/2004. 123/2004.COMPESA. para fins de inseminação e inovulação com animais de raça. 148/2007. 119/2009 e 01/2010). realizada diretamente pela EMBRAPA. 18. 2. 23. acessórios. instrumentos técnico-científicos laboratoriais. 18. de produtos importados do exterior. (Dec. importados do exterior.964/96) a) a fruição do benefício fica condicionada a que: 1. 53/2008. (Dec.08. (Dec. 138/2008.629/2010) d) no período de 14 de julho de 1998 a 31 de dezembro de 2012. 23. 51/2001. relativamente ao diferencial de alíquotas. 71/2008. 138/2008. 14 do Código Tributário Nacional.720/2001) 2.110/98) a) a partir de 19 de julho de 1995. firmados pelo Governo Federal. matérias-primas e produtos intermediários. a partir de 09.2001. serviço de telecomunicação. b) o benefício será concedido caso a caso. 3.405/95) CXXXII . os produtos recebidos sejam utilizados na consecução dos objetivos-fins do importador. fornecimento de energia elétrica. dispensado o exame de similaridade (Convênio ICMS 64/95).1. observando-se (Convênios ICMS 20/95 e 80/95): (Dec. 53/2008. 138/2008. 69/2009. a saída de bens do ativo imobilizado e de uso ou consumo de estabelecimento da EMBRAPA para outro estabelecimento da mesma empresa ou para estabelecimento de empresa estadual integrante do Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária (Convênios ICMS 47/98. 148/2007.as entradas de bens destinados à implantação de projeto de saneamento básico.110/98) b) no período de 14 de julho de 1998 a 31 de dezembro de 2012. a importação do exterior de aparelhos. 18.629/2010) c) no período de 14 de julho de 1998 a 31 de dezembro de 2012. 119/2009 e 01/2010).720/2001) 3. com financiamentos de empréstimos internacionais. mediante despacho da Diretoria de Administração Tributária. o recebimento. 34. (Dec. direta ou indireta. 34. desde que o veículo esteja isento do IPI ou contemplado com redução para zero da alíquota desse imposto. 148/2007. CXXXIII . diretamente por órgãos ou entidades da administração pública.as seguintes operações relativas à Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária EMBRAPA: (Dec.405/95) c) as entradas de mercadorias adquiridas diretamente do exterior pelos órgãos referidos na alínea "a" e respectivos funcionários estrangeiros.720/2001) b) as saídas de veículos nacionais adquiridos pelos órgãos referidos na alínea anterior e respectivos funcionários estrangeiros. (Dec. destinados à pesquisa científica e tecnológica. saída de mercadoria destinada à ampliação ou reforma de imóveis de uso das mencionadas entidades. por doação. 69/2003. (Dec. a remessa de animais para a EMBRAPA. 69/2009. 123/2004. (Dec. 21. 71/2008. Decreto nº 14. 51/2001. e respectivo retorno (Convênios ICMS 47/98. a aquisição interestadual pela EMBRAPA de bens do ativo imobilizado e de uso ou consumo (Convênios ICMS 47/98. podendo a Secretaria da Fazenda estabelecer mecanismos de controle relativamente às respectivas operações. desde que isentos do Imposto de Importação e do IPI ou por estes tributados com alíquota zero. (Dec. 21. 119/2009 e 01/2010).

atualizado até 30 junho 2011 .332/96) b) o transporte internacional de carga por ferrovia seja efetuado na forma prevista no Decreto nº 99. exceto a transferência da carga de vagão nacional para vagão de ferrovia de outro país e vice-versa. 48/2007. 23.no período de 01. 53/2008.615/2010) a) no período de 19 de julho de 1995 a 13 de julho de 1998. 148/2007.721/2001) CXXXVIII . (Dec. 124/2007. 124/2004. 19. junto aos respectivos usuários.PASEP e para o Financiamento da Seguridade Social . XXXIX.10. nos termos do art. de equipamentos de sua propriedade. 69/2009. 138/2008. 106/2007. contrato de empréstimo a longo prazo.PIS e de Formação do Patrimônio do Servidor Público .01.721/2001) 1. 163/2002. 34.876/91 DECRETO 14. 19.a partir de 26 de junho de 1996. 71/2008.TIF/ Declaração de Trânsito Aduaneiro .01. (Dec. as seguintes situações (Convênio ICMS 30/96): (Dec.TSE.095/98) b) no período de 14 de julho de 1998 a 31 de dezembro de 2012. partes. 138/2008. 124/2007. de 20 de novembro de 1990.2002. promovidas pela Empresa Brasileira de Telecomunicações S/A . 18. as saídas interestaduais. 76/2007. e na Instrução Normativa nº 12. devendo os referidos bens retornarem ao estabelecimento remetente ou a outro da mesma empresa. 148/2007. 84/00. suas partes.058/2003-EFEITOS A PARTIR DE 01. 34.876/91 . de 21 de agosto de 1997 a 31 de dezembro de 2006 e de 05 de fevereiro de 2007 a 31 de dezembro de 2012. peças e acessórios destinados à produção dos mencionados coletores. (Dec.704. da Secretaria da Receita Federal. celebrado entre o Brasil e entidades financeiras internacionais. 19.987/96) CXXXVII . (Dec.nos períodos de 05 de março a 31 de dezembro de 1996.332/96) c) verifique-se a inexistência de mudança no modal de transporte.987/96) a) quando destinados à prestação de seus serviços.629/2010) a) o benefício fica condicionado a que: (Dec.DTA. 71/2008.704. 10/2001. 23.332/96) Decreto nº 14. as operações de entrada decorrente de importação e de saída de Coletores Eletrônicos de Voto . as prestações de serviço de transporte ferroviário de carga vinculadas a operações de exportação e importação de países signatários do Acordo sobre o Transporte Internacional. 106/2007. 05/2007. 55/2001. 53/2008. cumulativamente. 69/2009. 05/99. (Dec. 21. 61/98. 47.COFINS (ACR Convênio ICMS 55/2001). 23. peças de reposição e acessórios. 18. 48/2007. 23. 21/2002. desde que ocorram. o produto esteja beneficiado com isenção ou alíquota zero do Imposto de Importação ou do IPI. observando-se (Convênios ICMS 01/96. 01/2007. (Dec. 117/2007. celebrado entre o Brasil e o Banco Mundial. (Dec.721/2001) b) fica assegurada a manutenção do crédito relativamente às aquisições dos insumos.contra pagamento com recursos oriundos de divisas conversíveis provenientes de (Convênios ICMS 42/95.332/96) a) seja emitido o Conhecimento . contrato de financiamento a longo prazo. (Dec.12.721/2001) 2.EMBRATEL. nos seguintes casos: (Dec. 10/2004. 34/99. de 25 de janeiro de 1993. 19. 119/2009 e 01/2010): (Dec.CEV.25. a parcela relativa à receita bruta decorrente das operações previstas neste inciso esteja desonerada das contribuições para os Programas de Integração Social . 75/97. 34.a partir de 02 de janeiro de 1996. (Dec. 119/2009 e 01/2010): (Dec. as saídas de gado ovino e dos produtos comestíveis resultantes do seu abate (Convênio ICMS 24/95).987/96) b) quando do retorno de que trata a alínea anterior. a partir de 01.2003) CXXXVI . conforme previsto no Decreto nº 99. 76/2007. (Dec. 117/2007. (Dec. de 20 de novembro de 1990.Carta de Porte Internacional .615/2010) CXXXV .2002. 18. quando adquiridos diretamente pelo Tribunal Superior Eleitoral .95 a 31.

destinados à comercialização. exceto. no corpo da respectiva Nota Fiscal. às operações interestaduais. as seguintes operações com álcool.780/2010) 1. a exclusão do ICMS do valor da operação.979/97) a) no período de 1º de junho de 1996 a 31 de julho de 2010.337/96) a) as saídas de produtos industrializados promovidas por lojas francas (“free-shops”) instaladas nas zonas primárias dos aeroportos de categoria internacional e autorizadas pelo órgão competente do Governo Federal.979/97) 2.780/2010) b) o benefício também se aplica: (Dec. 19. 1.05. 19. em outra Unidade da Federação. para o fornecimento de óleo diesel a ser consumido por embarcação pesqueira nacional que esteja registrada no órgão controlador ou responsável pelo setor. de 14. este até 31 de julho de 1997.337/96) c) as entradas de mercadoria importada do exterior pelos estabelecimentos referidos na alínea “a”. como insumo. relativamente às mercadorias adquiridas até 31 de maio de 1996. o transporte ao destinatário. sendo. diretamente. hipótese em que: (Dec.96.314.atualizado até 30 junho 2011 .876/91 DECRETO 14. (Dec. e Convênios ICMS 02/97 e 34/97): (Dec. 19.114. de 03. até 31 de julho de 1997.DNC e desde que devidamente credenciada pela Secretaria da Fazenda. 21. 34. anidro e hidratado.a partir de 01 de outubro de 1996. (Dec. promovidas pelo respectivo fabricante.979/97) b) REVOGADO. 19. a partir de 01 de fevereiro de 1999. (Dec. às operações internas com melaço e mel rico com a destinação mencionada na alínea "a". exceto quando o importador ou o destinatário da mercadoria for estabelecimento industrial que a utilize para integrar. (Dec. quando destinada à comercialização. as saídas promovidas por distribuidora de combustível. mediante operação de venda à ordem ou para entrega futura.780/2010) 2.relativamente ao álcool: (Dec.99) CXLII .314/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. quando se tratar de fabricação de álcool etílico hidratado combustível. em relação ao hidratado. o respectivo processo de fabricação de produto diverso do álcool: (Dec.780/2010) 2.780/2010) a) o produto deve se destinar: (Dec. 34. 34. e alterações. como tal definida pelo Departamento Nacional de Combustíveis . inclusive se adquirido em outra Unidade da Federação ou importado do exterior. 19. 19. na hipótese de álcool etílico hidratado combustível. observando-se (Convênio ICMS 58/96): (Dec. 34. 34.337/96) CXL .a partir de 01 de janeiro de 1996 (Convênio ICMS 91/91): (Dec. 34.780/2010) CXLI . (Dec.979/97) 2. e nº 21. 35. no corpo da respectiva Nota Fiscal. em razão da existência de bitolas diferentes nas linhas ferroviárias dos países de origem e de destino.1 deverá ser demonstrada.03. a exclusão do ICMS do valor da operação.2 à opção do contribuinte. 34. poderá não ocorrer a isenção.337/96) b) as saídas dos mencionados produtos. para os estabelecimentos referidos na alínea anterior. observando-se (Decretos nº 19.528/2010) Decreto nº 14.99. saídas internas do produto.a partir de 01 de junho de 1996. (Dec.02. à produção de aguardente e rapadura (Dec.d) a empresa transportadora contratada esteja impedida de efetuar. 34. entradas do produto importado do exterior.381/2010) 1. 19. quando promovidas pelo próprio fabricante.780/2010) 1. à fabricação do álcool por usina ou destilaria deste Estado. a partir de 01 de agosto de 1997.979/97) 2.876/91 . (Dec. (Dec. (Dec. a partir de 01 de abril de 2010. (Dec.780/2010) c) deve ser demonstrada.332/96) CXXXIX . as operações internas com cana-de-açúcar. 19. (Dec. 34. (Dec. 19. 19.

(Dec. 67/97. (Dec.07. 26. quando for o caso (Convênio ICMS 34/96). 32.07.2002 (Convênios ICMS 48/93 e 55/2002): (Dec. 67/97. bem como. (Dec.a) a implementação do benefício fica condicionada à celebração de protocolo pelas Unidades da Federação para o estabelecimento das condições e mecanismos de controle. através de lei municipal. aparelhos e equipamentos com abrangência em todo território nacional. adquiridas Decreto nº 14.231/2008) 2.01. (Dec.no período de 01 de janeiro de 1997 a 30 de abril de 2005. destinadas ao Programa de Fortalecimento e Modernização da Área Fiscal. as operações internas. (Dec.2002) a) a comprovação da inexistência de similaridade deverá ser feita por laudo emitido por entidade representativa do setor produtivo de máquinas. 121/97. (Dec. (Dec. (Dec.664/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 23. as operações internas com medicamentos quimioterápicos usados no tratamento de câncer. 34. 32.2002) CXLV . 24.876/91 DECRETO 14.07.664/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 23. (Dec.854/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 32. o recebimento de mercadoria importada do exterior. para utilização nas respectivas atividades específicas.010. quando adquiridos pelos Corpos de Bombeiros Voluntários. 121/97.99. bem como as prestações de serviços de transporte a elas relativas.03. devidamente constituídos e reconhecidos de utilidade pública.385/96) CXLVI . a operação esteja isenta do IPI.2002) b) ficam dispensadas da apresentação do atestado de inexistência de similaridade nacional de que trata a alínea "a" as importações beneficiadas com as isenções previstas na Lei Federal n° 8. 72/2007 e 76/2007): (Dec.337/96) b) fica o benefício condicionado ainda ao aporte de recursos do Governo Federal em valor equivalente à isenção concedida. de sua obrigação tributária principal.96 a 31. 20/97. (Dec. 19.atualizado até 30 junho 2011 . 10/2004.99 e a partir de 01.231/2008) 1.no período de 01 de outubro de 1996 a 31 de dezembro de 2011. 32. sem similar nacional.05.no período de 08 de janeiro de 1997 a 31 de dezembro de 2005. observado o disposto na alínea “d”. 05/99. 21/96. as operações internas com veículos e equipamentos. 48/97. as operações com mercadorias. 21/2002. mediante despacho da Diretoria de Administração Tributária da Secretaria da Fazenda. 20/97.03. com veículos automotores.231/2008) a) fruição do benefício fica condicionada a que: (Dec. 19. 23/98. aparelhos e equipamentos com abrangência nacional ou por órgão federal especializado. 19. a partir de 23.04.876/91 . 24.2004) CXLVII . condicionada a fruição do benefício ao cumprimento. 07/2000.90.07. 05/99.337/96) CXLIII . de 29. III. 24. observando-se (Convênios ICMS 32/95.a partir de 01 de outubro de 1996. não será exigido o estorno do crédito fiscal relativo às aquisições do remetente.no período de 01. 23/98. quando adquiridos pelo Corpo de Bombeiros Militar (Convênios ICMS 62/96. ou por órgão federal especializado.231/2008) CXLIV . 19.337/96) d) a comprovação da inexistência de produto similar produzido no país deve ser efetuada por meio de laudo emitido por entidade representativa do setor produtivo de máquinas. por órgãos da Administração Pública Estadual Direta e suas autarquias e fundações. 32. relativamente à operação de importação. em petição do interessado. de forma a possibilitar a equiparação do preço do produto ao preço com que são abastecidos os barcos pesqueiros estrangeiros. 19. pelo beneficiário. 10/2001 e 30/2003). 48/97. (Dec. a partir de 01 de setembro de 2008. 48/2007. conforme prevê o art. as operações de importação.337/96) c) o benefício será concedido caso o caso. máquinas e equipamentos. a mercadoria não possua similar produzido no país. no período de 01 de setembro de 2008 a 31 de dezembro de 2011.231/2008) b) nas operações amparadas pelo benefício de que trata este inciso. observando-se.664/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 23. destinada a integrar o respectivo ativo imobilizado ou para seu uso ou consumo.

nos períodos de 21 de outubro de 1997 a 31 de dezembro de 1998 e de 07 de janeiro de 1999 a 31 de dezembro de 2011. 23/98. 27. (Dec. 69/2009. 119/2009 e 01/2010): (Dec. classificado no código NBM/SH 4014. nos termos do art. a quantidade de preservativos vendidos por mês a partir de 22 de outubro de 1997. demonstrativo que contenha. da Secretaria da Fazenda. 138/2008. (Dec.20.no período de 21 de outubro de 1997 a 31 de dezembro de 2012. bem como suas autarquias e fundações (Convênios ICMS 84/97.840/97) CXLIX . as operações de saída de veículos de bombeiros. desde que seja abatido do preço da mercadoria o valor equivalente ao imposto que seria devido se não houvesse a isenção. 20.926/2005) CXLVIII . 19. através de licitação. as seguintes indicações. 20/97. 18/2005. 51/2001.905/2003) (Dec. 34. 20. observando-se (Convênio ICMS 61/97): (Dec.860/2007) a) o mencionado abatimento deverá constar expressamente no respectivo documento fiscal. as operações com os seguintes produtos e equipamentos utilizados em diagnóstico em imunohematologia. (Dec. (Dec.556/99) a) os referidos veículos serão adquiridos pela Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária . 71/2008. 55/2003.905/2003) 1. direta ou indireta. 30. (Dec. 20.596/2004) CLI .atualizado até 30 junho 2011 . 60/98. 121/97. 21. destinados a equipar os aeroportos nacionais.INFRAERO.264/97) b) reagentes para diagnóstico: (Dec. na modalidade Concorrência Internacional nº 011/DADL/SEDE/96.no período de 01 de junho de 1997 a 12 de maio de 1999. Decreto nº 14.10.00.104/97) b) as indústrias fabricantes e os importadores do produto deverão entregar à repartição fazendária a que estiverem vinculados. 26. 23/98. de enfermidades transmissíveis.104/97) 2. XLVI (Convênio ICMS 119/2003). 05/99. 05/99. (Dec.00.DAT.através de licitações ou contratações efetuadas dentro das normas estabelecidas pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento-BID (Convênios ICMS 94/96. 25. classificados nos respectivos códigos NBM/SH. 119/2003 e 40/2007): (Dec. 20. (Dec.424/98) CL . 127/2001. as operações com preservativo.00. 19. 10/2001. desde que destinados a órgãos ou entidades da administração pública. no mínimo. 30/2003. 120/2003 e 123/2004). as importações e as saídas internas de mercadorias destinadas à ampliação do Sistema de Informática da Secretaria da Fazenda do Estado de Pernambuco. fica assegurada a manutenção do crédito nas operações amparadas pelo benefício de que trata este inciso. NBM/SH 3822. pela técnica ID-PaGIA. (Dec.876/91 DECRETO 14. 14/2001. a quantidade de preservativos vendidos por mês e o seu valor unitário em 21 de outubro de 1997.a partir de 21 de agosto de 1997. 21/2002. 20. observando-se (Convênios ICMS 96/96 e 13/99): (Dec.840/97) b) o benefício previsto neste inciso estende-se às operações de saída e à importação do exterior de chassis e componentes de superestrutura. 20. 85/98. (Dec. 21. e o seu valor unitário. observando-se (Convênios ICMS 89/97. 90/99. 20.424/98) a) o benefício será reconhecido mediante requerimento à Diretoria de Administração Tributária . até 31 de outubro de 1998. 53/2008. 48/97.104/97) c) a partir de 01 de janeiro de 2004.342/99) 1. 67/97. painéis de hemácias e diluentes destinados à determinação dos grupos ou dos fatores sangüíneos pela técnica Gel-Teste. sendo dispensada esta condição a partir de 07 de janeiro de 1999: (Dec.876/91 . 10/2001.00. 25. sorologia e coagulação. 116/98. quando destinados a integrar os mencionados veículos. desde que o contribuinte apresente planilha de custos na qual comprove a efetiva desoneração do ICMS no preço final do produto. 47.615/2010) a) reagentes.424/98) b) o requerimento de que trata a alínea anterior deverá ser instruído com a planilha a que se refere este inciso. (Dec. NBM/SH 3006.

05. 32 (trinta e dois) "hubs".503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13.05.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13. 119/2009 e 01/2010): (Dec. PARTIR DE 13. as operações internas com veículos automotores tipo ônibus.721/2001) Decreto nº 14. de malária e leishmaniose.00.905/2003) 3.05.99) 7. observando-se (Convênios ICMS 57/98.074/2003) CLII . (Dec. (Dec. 21.25. 21. 14 do Código Tributário Nacional. (Dec.no período de 01 de maio de 1998 a 31 de dezembro de 2012.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13.05. 21. 21.90.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13. 18/2005. (Dec.629/2010) a) o benefício previsto neste inciso não se aplica às saídas promovidas pela Companhia Nacional de Abastecimento-CONAB.99) 2.99) 1.25.19. 21.876/91 DECRETO 14.05. 46 (quarenta e seis) estações de trabalho. 53/2008. 556 (quinhentos e cinqüenta de seis) microcomputadores.25. (Dec. 21. 34. de malária.99. 25 (vinte e cinco) servidores de rede. 117/98.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13. 138/2008. Imunocromatografia ou em qualquer suporte.a importação do exterior dos equipamentos de informática a seguir discriminados. 10 (dez) "notebooks". (Dec. (Dec.Convênios ICMS 19/98 e 15/99): (Dec.074/2003) e) incubadoras para diagnósticos em imunohematologia/sorologia/coagulação pelas técnicas de Gel-Teste e ID-PaGIA.10.99) 4. a partir de 03 de maio de 2001. (Dec. (Dec.876/91 .99) 3. 41 (quarenta e uma) impressoras.25. NBM/SH 8479.05.05. 25.05. 10/2001.10. NBM/SH 3006.05. (Dec. NBM/SH 3822.99) b) a partir de 13 de maio de 1999 (Concorrência Internacional 01/98 – Convênio ICMS 15/99): (Dec. 03 (três) "scanners".503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13. quando adquirido por órgão da administração pública direta e destinado ao uso exclusivo de transporte escolar (Convênios ICMS 117/97 e 23/98).12.05. a partir de 29 de julho de 2003. (Dec.20.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13. (Dec.905/2003) c) reagentes para diagnóstico de coagulação pelas técnicas de Gel-Teste e ID-PaGIA. 21. NBM/SH 3822. 21.Projeto Nordeste II . 30/2003. 21.074/2003) g) samplers (pipetado rautomático) para diagnósticos em imunohematologia/sorologia/coagulação pelas técnicas de Gel-Teste e ID-PaGIA. NBM/SH 8471. 20.264/97) d) centrífugas para diagnóstico em imunohematologia/sorologia/coagulação pelas técnicas de Gel-Teste e ID-PaGIA.99) a) a partir de 14 de abril de 1998 (Concorrência Internacional 02/97 . 21.05. em qualquer suporte.99) (Dec. as saídas de mercadoria em decorrência de doação a órgãos e entidades da administração direta e indireta da União. 21.90.2. pelas técnicas de Elisa.99) 2. 20. (Dec. 39 (trinta e nove) servidores de rede. (Dec.05.503/99 – EFEITOS A 3. 47 (quarenta e sete) "hubs". 21.90. 05/99.12.99) 5. 25. NBM/SH 8421. 69/2009. classificados no código NBM/SH 8702. (Dec.074/2003) f) readers (leitor automático) para diagnósticos em imunohematologia/sorologia/coagulação pelas técnicas de Gel-Teste e ID-PaGIA. 25 (vinte e cinco) "racks".99) 6.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13. NBM/SH 8419. (Dec. (Dec. 388 (trezentos e oitenta e oito) impressoras. 21.89. dos Estados e dos Municípios ou às entidades assistenciais reconhecidas de utilidade pública e que atendam aos requisitos do art. (Dec. para assistência às vítimas de situação de seca nacionalmente reconhecida.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13.00.89.Banco Mundial: (Dec.677/98) CLIII .00. 21.99) 1. 23.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13.00.atualizado até 30 junho 2011 .05. (Dec.no período de 02 de janeiro de 1998 a 30 de abril de 1999. adquiridos através de Concorrência Internacional .503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13.05.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13. 71/2008.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13.99) CLIV .99) 4. destinados à Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco.

23/98. (Dec. as saídas de formulário contínuo produzido mediante encomenda direta de consumidor final. de 14.721/2001) CLVIII . 69/2009. 47/2004. 97/2001.07. excluída. de 24. 79/2002.01. 53/2008. e nº 23. no Anexo 29-A. de 09.668. 10/2004. as saídas internas de queijo de coalho e queijo de manteiga. e Convênio ICMS 46/2006). ou às instituições beneficiadas.DAT. de etapas seguintes de circulação de mercadoria. devendo este ser instruído com cópia do empenho relativo à aquisição. 05/99. (Dec. soros. 34. promovidos pelo Governo Federal(Convênios ICMS 95/98. (Dec. XIX (Lei nº 11. 108/2002. do Ministério da Educação e do Desporto. 117/2007. 31/2003. as operações com os equipamentos e componentes para o aproveitamento da energia solar e eólica.734.no período de 25 de julho de 1997 a 31 de dezembro de 2001 e a partir de 01 de janeiro de 2002. medicamentos. 124/2007. 46/2007. 148/2007. 47. relacionados no Anexo 28. imunoglobulinas.711/2011) CLVII . as operações com equipamentos didáticos. 23/98. Decretos nº 20.no período de 02 de janeiro de 1998 a 31 de dezembro de 2012.877/2006) Decreto nº 14. 119/2009. (Dec. 10/2001.303/2003) CLIX . fabricados artesanalmente. 35. 29. 147/2005. 69/2009. 71/2008. de vacinas. o número do despacho concessivo referente ao requerimento de que trata a alínea anterior. febre amarela e outros agravos. (Dec.97. 138/2008. 21. de 30. 40/2007.b) fica assegurada a manutenção relativa às entradas da mencionada mercadoria. inclusive peças de reposição e os materiais necessários às respectivas instalações.98. quando destinados a campanhas de vacinação. observados os respectivos termos iniciais de vigência ali especificados. aquela destinada à comercialização ou industrialização ou em que o produto participe.99. 61/2000. 120/2003. 76/2007. 18/2005.no período de 15 de outubro de 1998 a 31 de dezembro de 2011. 56/2001.atualizado até 30 junho 2011 . em qualquer hipótese.07. 187/2010. 21. quando promovidas por produtor ou cooperativa de produtores. 138/2008. 148/2007.985. 21/2002. XXVI. XL. o disposto no § 91 (Convênios ICMS 101/97. realizadas pelas entidades a seguir indicadas. de 25 de março de 1997. (Dec. 05/99. 46/98. 71/2008. 25. ficando assegurada a manutenção do crédito fiscal relativo às aquisições do remetente. 106/2007.nos períodos de 01 de novembro de 1998 a 31 de dezembro de 1999 e de 01 de janeiro de 2000 a 31 de março de 2003. a parcela relativa à receita bruta decorrente das operações previstas neste inciso deverá estar desonerada das contribuições do PIS/PASEP e COFINS (ACR Convênio ICMS 56/2001). 129/2008 e 18/2010):(Dec. Programas Nacionais de combate à dengue. 01/2010.342/99) c) a respectiva Nota Fiscal deverá conter. 07/2000.876/91 DECRETO 14. nos termos do art.342/99) d) a partir de 01. desde que observadas as seguintes condições (Convênios ICMS 123/97.no período de 02 de janeiro de 1998 a 31 de dezembro de 2012. 23. 53/2008. 28. 124/2007.MEC. a partir de 12 de novembro de 2008. para atender ao Programa de Modernização e Consolidação da Infra-Estrutura Acadêmica das Instituições Federais de Ensino Superior e Hospitais Universitários instituído pela Portaria nº 469. 47. 78/2000. observado.464. 21. malária. nos termos do art.342/99) b) o fornecedor ou importador deste Estado solicitará o reconhecimento do benefício mediante requerimento à Diretoria de Administração Tributária .593/2006) CLVI . quando da respectiva distribuição pelo MEC.876/91 .127/2001. científicos e médico-hospitalares.2001. a partir de 01 de junho de 2011. as importações do exterior. no campo “Dados Adicionais – Informações Complementares”. (Dec. 119/2009 e 01/2010): (Dec. desde que isentos ou tributados com alíquota zero do IPI. nº 21. 36. 19/2010. promovida por estabelecimento gráfico. inseticidas e outros produtos relacionados no Anexo 29 e. observado o disposto no art.721/2001) CLV .12. 23.10. 11/2011 e 25/2011). de alguma forma. (Dec.167/2010) a) Fundação Nacional de Saúde.2002.629/2010) a) os produtos devem ser contemplados com isenção ou com redução a zero das alíquotas dos impostos federais e destinados ao Ministério da Educação e do Desporto . classificados no respectivo código ou posição da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias NBM/SH. 93/2001. (Dec. 36.

em petição do interessado.441/2008) 2. da Gerência Geral da Administração Tributária . condicionada a fruição do benefício. 31. 25/93. (Dec.615/2010 ) CLXIII . 111/2004. e. 34. 36/2006. (Dec. 96/2001. 18/2005. desde 26 de março de 1999.876/91 DECRETO 14. 30/2003. à concessão de isenção ou alíquota zero do IPI ou do Imposto de Importação.a partir de 17 de novembro de 1999. 10/2004. 57/2005.12.891/2002) b) o disposto na alínea anterior não autoriza a restituição ou compensação das importâncias já pagas relativas ao imposto ali referido. equipamentos e instrumentos.441/2008) 1. a importação deve estar amparada por outras isenções previstas na Lei Federal nº 8.818/2005) Decreto nº 14. 27. 138/2008.b) a partir de 09 de janeiro de 2006. Ministério da Saúde. 176/2010 e 181/2010):(Dec. 31. 41/2010 e 131/2010): (Dec. no período de 01 de junho de 2003 a 29 de fevereiro de 2008. e de matérias-primas e produtos intermediários.no período de 26 de março de 1999 a 31 de dezembro de 2011. 75/2005. 31.GLO. 35. as operações decorrentes da importação do exterior de aparelhos. (Dec. (Dec. com a respectiva classificação na NBM/SH. 30/2003. pela unidade da Secretaria da Fazenda responsável pelo controle das operações de importação e de exportação. suas partes e peças de reposição e acessórios. 119/2009 e 01/2010).2001 a 22.956/2010) a) a importação deve estar amparada por isenção ou alíquota zero do Imposto de Importação ou do Imposto sobre Produtos Industrializados.441/2008) d) além da hipótese referida na alínea "a". efetuadas diretamente por empresas fabricantes ou suas filiais (Convênio ICMS 43/99). (Dec. 55/99. 113/2005. mediante despacho: (Dec. CNPJ base 00.891/2002) CLXI .877/2006) CLX .739/99) CLXII . associações destinadas a portadores de deficiência e comunidades carentes.1 até 31 de janeiro de 2002. XXIX. observando-se (Convênios ICMS 93/98. 30/2009. (Dec. 10/2001.441/2008) 1. 24. a partir de 23 de julho de 2002. (Dec. 27. 96/2010. após análise dos documentos necessários para a concessão do benefício. as operações realizadas pela Fundação Pró-TAMAR com produtos que tenham por objetivo a divulgação das atividades preservacionais vinculadas ao Programa Nacional de Proteção às Tartarugas Marinhas (Convênios ICMS 55/92. 28. 47. 31. da Diretoria de Administração Tributária – DAT.818/2005) c) o benefício deve ser concedido: (Dec.2 no período de 01 de fevereiro de 2002 a 31 de maio de 2003. 31. apresentados pelo contribuinte juntamente com o Desembaraço de Mercadorias Importadas – DMI. ainda (Convênios ICMS 01/99. 141/2002. ficando dispensado pedido específico. conforme relação constante do Anexo 31. 24. observado o disposto no art. 53/2008. 77/99.3. 71/2008. 40/2007. 149/2002. máquinas. por meio da Coordenação-Geral de Recursos Logísticos. 05/99. 21. 1. (Dec. e. ou qualquer de suas unidades.876/91 . 31.atualizado até 30 junho 2011 .394. 84/2000. 127/2001.818/2005) b) as mercadorias mencionadas neste inciso devem destinar-se a atividades de ensino e pesquisa científica ou tecnológica. 27. (Dec.441/2008) 1.07. 90/2004. do Coordenador de Administração Tributária. pelos órgãos da Secretaria da Fazenda a seguir indicados. 05/99.2002 com os equipamentos e insumos relacionados no Anexo 31-A não constantes do Anexo 31. 80/2002. (Dec. de 29 de março de 1990. do Anexo 31-A. as operações com equipamentos e insumos destinados à prestação de serviços de saúde. 43/2002. 41/99. doação de microcomputador usado para escolas públicas especiais e profissionalizantes. 36.GAT ou da Gerência de Legislação e Orientação Tributárias .a partir de 17 de agosto de 1999. (Dec. 69/2009.544.010.441/2008) (Dec. a partir de 01 de março de 2008.no período de 01 de dezembro de 1999 a 31 de dezembro de 2012.312/2011) a) fica dispensado o recolhimento do ICMS relativo às operações realizadas no período de 26. 90/99.

27. por órgão federal competente ou por entidade representativa do setor produtivo de máquinas. de 20 de dezembro de 1994. até 30 de abril de 2010. (Dec. (Dec.956/2010) Decreto nº 14. a partir de 17 de abril de 2002. universidades federais ou estaduais. (Dec.4. que tenham resultado em dispensa do ICMS incidente na importação de que trata este item realizada pelas mencionadas associações.1.958. (Dec.876/91 DECRETO 14. o benefício estende-se à importação de artigos de laboratório.818/2005) 2.876/91 . pesquisadores e cientistas credenciados e no âmbito de projeto aprovado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq. 28. institutos de pesquisa sem fins lucrativos instituídos por leis federais ou estaduais. a partir de 01 de novembro de 2005.623/2005) 2.818/2005) 2. (Dec. que atendam aos requisitos do art. ficando convalidados os procedimentos adotados pela Administração Fazendária. 14 do Código Tributário Nacional. 28. (Dec. (Dec. (Dec.e) a partir de 22 de outubro de 2001.371/2010) f) relativamente às organizações sociais com contrato de gestão com o Ministério da Ciência e Tecnologia.623/2005) 2.623/2005) 2. não possuam similar produzido no País.3. para o estrito atendimento de suas finalidades estatutárias de apoio às mencionadas entidades. desde que. 27. 27. organizações sociais com contrato de gestão com o Ministério da Ciência e Tecnologia. 111/2004 e 41/2010): (Dec. o bem importado passará a integrar o patrimônio da entidade à qual o pesquisador ou cientista estiverem vinculados.623/2005) 2. fundações de direito privado. no período de 17 de novembro de 1999 a 16 de abril de 2002.818/2005) 2. (Dec.818/2005) 2. após a conclusão do projeto. (Dec.371/2010) 1.818/2005) 1. 27. o interessado deverá anexar comprovante da aprovação do projeto junto ao CNPq. desde que os bens adquiridos integrem o patrimônio da contratante (Convênio ICMS 131/2010). devendo essa condição ser atestada (Convênios ICMS 96/2001.818/2005) h) as disposições previstas neste inciso aplicam-se: (Dec. que. até 07 de janeiro de 2003.2.818/2005) 2.atualizado até 30 junho 2011 .6. o benefício somente se aplicará àquelas constantes do Anexo 39 (Convênio ICMS 43/2002).8. fundações sem fins lucrativos das instituições referidas neste item. a partir de 18 de abril de 2005. ainda. por órgão federal competente. associações sem fins lucrativos das instituições referidas neste item. 35. sem fins lucrativos. 27. 27. (Dec. 14 do Código Tributário Nacional. quando a importação for realizada por: (Dec. no período de 08 de janeiro de 2003 a 17 de abril de 2005. nos termos da Lei Federal nº 8. 28. por órgão ou entidade relacionados em portaria do Secretário da Fazenda. (Dec.5.818/2005) 2. indicadas neste inciso. 28. observando-se (Convênio ICMS 57/2005): (Dec. institutos de pesquisa federais ou estaduais. 28. contratadas pelas instituições ou fundações referidas nos subitens anteriores. no período de 18 de abril de 2005 a 30 de abril de 2010. e respectivas fundações ou associações sem fins lucrativos. aparelhos e equipamentos com abrangência em todo o território nacional ou.2. a partir de 1º de dezembro de 2010.623/2005) 2. 27. 27.818/2005) 2. 27. 27. (Dec.7.818/2005) g) a concessão do benefício somente deve ocorrer quando houver credenciamento prévio das instituições pela fundação estadual de amparo à pesquisa ou entidade equivalente (Convênio ICMS 43/2002). (Dec.7. 35. no período de 22 de outubro de 2001 a 17 de abril de 2005. atendam aos requisitos previstos no art.1.7. 35. quando a importação for realizada por universidades federais ou estaduais ou por intermédio das respectivas fundações de apoio ao ensino e pesquisa.

(Dec. (Dec. somente se aplica aos produtos contemplados com isenção ou alíquota zero do IPI.DAF. instituído pela Lei Complementar Federal nº 89. 28. adquiridos pelo Ministério da Defesa. atendendo-se ao que dispõe a alínea ‘d".25. contemplados (Convênio ICMS 75/2000): (Dec.188/2005) d) a partir de 01 de agosto de 2005.CLXIV . de 18 de fevereiro de 1997.atualizado até 30 junho 2011 . as operações com veículos adquiridos pelo Departamento de Polícia Federal. 23. a isenção prevista neste inciso aplica-se às operações amparadas por regime aduaneiro especial de depósito afiançado . 23. através da Diretoria de Engenharia da Aeronáutica. 23. com isenção ou alíquota zero do IPI. (Dec.391/2001) 1. 23. (Dec. nas operações de saída de veículos de bombeiros. 2.391/2001) a) os veículos devem estar.DAF.a partir de 07 de novembro de 2000.a partir de 01 de março de 2000. XV. de 12 de novembro de 1997. a isenção prevista neste inciso não se aplica às operações realizadas com álcool. (Dec. observando-se o seguinte (Convênios ICMS 58/99 e 09/2005): (Dec. sem similar produzido no País. e regulamentado pelo Decreto Federal nº 2. previsto na legislação federal específica. 11.188/2005) CLXV . pelo beneficiário. (Dec.a partir de 07 de novembro de 2000. (Dec.876/91 DECRETO 14. desde que (Convênio ICMS 09/2005): (Dec. destinados à manutenção e ao reparo de aeronave pertencente a empresa autorizada a operar no transporte comercial internacional.558/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2003) b) a partir de 01 de julho de 2003.188/2005) 1.188/2005) a) o disposto neste inciso somente se aplica quando o respectivo desembaraço aduaneiro for efetuado sem o pagamento dos impostos federais.876/91 . cumulativamente. nos termos do art. representado pelo Comando da Aeronáutica.391/2001) b) fica assegurada a manutenção do crédito fiscal relativo à aquisição das mercadorias que venham a ser objeto do benefício. 47. no âmbito do Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-Fim da Polícia Federal.247/2001) 1. 23.391/2001) (Dec. destinados a equipar os aeroportos nacionais. de materiais sem cobertura cambial.381. por meio de licitação na modalidade da Concorrência nº 006/DIRENG/2000. 25. 28. as operações de importação amparadas pelo regime especial aduaneiro de admissão temporária. (Dec. (Dec. 28. cuja exigência do imposto tenha sido objeto de suspensão. (Dec.247/2001) c) o valor correspondente à desoneração de que trata este inciso deverá ser demonstrado. observando-se que (Convênio ICMS 75/2000): (Dec. 23. 23.247/2001) 2.391/2001) Decreto nº 14. 28.558/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2003) c) a partir de 01 de dezembro de 2004. 23. estende-se às operações de saída e aos recebimentos decorrentes de importação do exterior de chassis e componentes de superestrutura. tenham sido cumpridas as condições para admissão da mercadoria ou bem no DAF. nos termos da mencionada legislação. (Dec.188/2005) 2. 23. quando destinados a integrar os veículos referidos neste inciso. realizada no âmbito federal.247/2001) b) na hipótese da importação prevista no item 2 da alínea anterior. 28. na respectiva composição do preço. no processo de licitação nº 05/2000-CPL/CCA/DPF. a isenção prevista neste inciso aplica-se às operações de importação. 23. observando-se (Convênio ICMS 76/2000): (Dec. administrado pela Secretaria da Receita Federal.247/2001) CLXVI . a inexistência de produto similar produzido no País será atestada por órgão federal competente. nos termos do art. 23. a mercadoria tenha sido utilizada para o fim previsto no regime mencionado no item 1. XXXVII.247/2001) a) o benefício previsto neste inciso: (Dec. e utilizada nessa atividade para estocagem no regime aduaneiro especial de depósito afiançado .

(Dec.596/2004) 1.409/2011) a) o contribuinte que. promover a saída da mencionada mercadoria com a isenção prevista neste inciso. nº 08650.391/2001) CLXVII – no período de 19.32.373/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 19.601/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.00. atendendo à condição estabelecida em instrução normativa da Diretoria de Administração Tributária – DAT da Secretaria da Fazenda.código NBM/SH 8539. 23. (Dec.09. 23. nº 08650. celebrado entre as Secretarias de Fazenda.1 nº 05/2000-CPL/DPRF: 09 de agosto de 2001 (Convênio ICMS 69/2001).c) o valor correspondente ao incentivo deverá ser deduzido do preço de aquisição dos respectivos veículos. após a celebração e enquanto vigorar o Convênio ICMS 112/2003. somente será considerada empresa produtora de energia elétrica aquela que. 1. 23. seja reconhecida como tal mediante ato específico idêntico. 36. com ou sem reator eletrônico incorporado.10.09.09. a partir de 1º de setembro de 2001. (Dec. devendo as respectivas operações estar contempladas cumulativamente: (ACR Convênio ICMS 69/2001 e NR Convênio ICMS 122/2003) (Dec.876/91 DECRETO 14.00.2001) c) para efeito do benefício previsto neste inciso. 23.2.001237/2003-16 (aquisição de veículos caracterizados). por sistema gerador. Tributação.2 nº 08650.2001. de cooperação mútua. 23. observando-se: (Dec. tendo adquirido.06.601/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. com eficiência superior a 40 (quarenta) lúmens por W código NBM/SH 8539. 26.06.31.596/2004) (Dec.2001 a 31.06.2001) b) a Nota Fiscal de ressarcimento de que trata a alínea anterior será visada pela repartição fazendária da jurisdição do contribuinte. Finanças ou Gerências de Receitas dos Estados signatários e o Departamento de Polícia Rodoviária Federal – DPRF. incidentes sobre a receita bruta resultante das operações decorrentes do processo de licitação previsto Decreto nº 14.596/2004) 2. 26. diretamente pela própria empresa adquirente. óleo diesel com recolhimento antecipado do ICMS. de acordo com o previsto no Plano Anual de Reaparelhamento da Polícia Rodoviária Federal. mediante requerimento específico instruído com demonstrativo do valor a ser ressarcido junto ao fornecedor e cópia das Notas Fiscais referentes às vendas efetivadas com a isenção prevista neste inciso. produzindo efeitos.373/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 19.596/2004) 1. com a desoneração das contribuições para o PIS/PASEP e COFINS.876/91 . (Dec. de base única. 26. as saídas internas de óleo diesel para empresa produtora de energia elétrica.001982/2003-65 (aquisição de veículos caracterizados tipo microônibus): 06 de janeiro de 2004 (ACR Convênio ICMS 122/2004).atualizado até 30 junho 2011 . 23. 26.601/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. observada a classificação nos respectivos códigos NBM/SH (Convênios ICMS 27/2001 e 70/2001): (Dec. que tenha efetuado a referida retenção. 23. mediante emissão de Nota Fiscal de ressarcimento. (Dec.596/2004) a) a isenção prevista neste inciso tem como termo inicial de vigência as datas respectivamente indicadas no item 1. 23. nos seguintes processos de licitação: (Dec. neste Estado. na produção da mencionada energia elétrica.2001) (Dec.001896/2003-52 (aquisição de motocicletas caracterizadas) e nº 08650. as operações realizadas com os produtos a seguir relacionados.001895/2003-16 (aquisição de veículos caracterizados tipo camioneta).721/2001) 3.as operações de saída de veículos destinados à Polícia Rodoviária Federal. Economia. poderá proceder ao ressarcimento do imposto recolhido antecipadamente junto ao respectivo fornecedor.2001) CLXIX . CLXVIII . observando-se o disposto no § 90 e ainda: (Dec. (Dec.2001) b) lâmpadas de vapor de sódio. relativamente ao subitem 1. 26. nº 08650.650/2001) a) lâmpadas fluorescentes de descarga em baixa pressão. a ser utilizado.001894/2003-63 (aquisição de veículos caracterizados tipo caminhonete 4x4). de alta pressão . com isenção ou alíquota zero do IPI.

as operações de devolução obrigatória de embalagens vazias de agrotóxicos e respectivas tampas.LAFEPE.2002.126/2002) b) 1 (uma) Mamografia com dispositivo biópsia estereotaxia . dos processos de licitação mencionados no subitem 1.25.267/2002) 1.2002) CLXXI . e.280/2002) MEDICAMENTO a) 12.a importação de microcomputadores.280/2002) 3003.432. realizadas pelo Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco . do Ministério da Saúde ( Convênios ICMS 77/2000 e 126/2001): (Dec. (Dec. (Dec. XLII.a partir de 09. adquiridos através da Concorrência Internacional 02/2001.01.280/2002) CLXXIV . cumulativamente.2002 a 31.90.2 (NR Convênio ICMS 01/2004). com desoneração das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/PASEP) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) incidentes sobre a receita bruta decorrente das operações previstas neste inciso. as operações que destinem ao Ministério da Saúde os equipamentos médico-hospitalares. com a respectiva classificação NBM/SH.52 (Dec. destinados à Secretaria de Educação do Estado.00.073/2003) CLXXIII . dos seguintes medicamentos. (Dec. nos termos do art. 47.000 (doze mil) caixas de CAPTOPRIL 25mg b) 12. adquiridos através da Concorrência Internacional 11/2001 (Convênio ICMS 164/2002).02.11. 204 (duzentos e quatro) microcomputadores. conforme convênio celebrado com o Fundo de Fortalecimento da Escola . helicópteros e outros veículos automotores adquiridos pelo Departamento de Polícia Federal e pelo Departamento de Polícia Rodoviária Federal. 24. 24.12.14. de 23.267/2002) 2. (Dec.721/2001) CLXX .280/2002) 3003. as importações. adquiridos através do Processo Licitatório nº 104/01(Convênio ICMS 36/2002): (Dec.1. com isenção ou tributação com alíquota zero pelo Imposto de Importação ou pelo IPI.20.2002.03. 3750 ( três mil setecentos e cinqüenta) microcomputadores.2001 – ERRATA EM 23. 24. (Dec. observando-se: a) a partir de 10 de janeiro de 2002.08. contidos nas propostas vencedoras do processo licitatório indicado na alínea "a".45 (Dec. (Dec. instituído pela Portaria nº 2. (Dec.625/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 09.49 (Dec. as operações com motocicletas. 24. 23. (Dec.073/2003) b) a partir de 08 de janeiro de 2003.a partir de 09. contempladas: (Dec.000 (doze mil) caixas de CEFALEXIN 500 mg c) 12. 24. 24.126/2002) a) 1 (uma) Processadora Automática Filme Convencional Mamografia .126/2002) CLXXII . a seguir relacionados. (Dec.2002. 24. e as seguintes condições (Convênio ICMS 25/2002): (Dec. 26. 24.no período de 09.a partir de 10.Código NBM/SH 9022.no subitem 1. 24. (Dec.876/91 DECRETO 14. 24.2001.30. 23. 24.267/2002) Decreto nº 14.90. XLI.08. para atender ao Programa de Modernização Gerencial e Reequipamento da Rede Hospitalar.98.04.FUNDESCOLA (Convênio ICMS 134/2001). 24. até 17 de fevereiro de 2004.04.267/2002) b) que as aquisições sejam realizadas: (Dec.Código NBM/SH 8442.atualizado até 30 junho 2011 . caminhões.596/2004) b) o valor correspondente à desoneração do ICMS deverá ser deduzido do preço dos respectivos veículos.721/2001) c) fica assegurada a manutenção do crédito relativo à entrada da mercadoria no estabelecimento que promover a respectiva saída. realizadas sem ônus para o fornecedor destinatário.267/2002) a) que as referidas operações estejam.876/91 .25. 47. observando-se o disposto no art. 23.000 (doze mil) caixas de METHYLDOPA 500 mg CÓDIGO NBM/SH 3003.

2002) (Dec. (Dec. 106/2007.074/2003) 1. 24. 24. 24. 49/2002. 53/2008.25. 01/2010. 42/2010. (Dec. a parcela relativa à receita bruta decorrente das operações realizadas com os referidos medicamentos esteja desonerada das mencionadas contribuições. 48/2007. 2.2002) 2.atualizado até 30 junho 2011 . 124/2007. 36. 24. 01 de maio de 2002 a 02 de junho de 2002.267/2002) CLXXV . (Dec.no período de 15 de janeiro de 2002 a 31 de dezembro de 2002 e de 20 de fevereiro de 2003 a 31 de dezembro de 2012. 10/2004.97. as operações de importação de obras de arte destinadas ao acervo das fundações. o descumprimento das condições estabelecidas na alínea anterior implicará a perda do benefício nela previsto e a exigibilidade do imposto não pago (Convênio ICMS 35/2002).650/2002 – RETROAGINDO b) a partir de 08.2002): (Dec.267/2002) 3. 138/2008. prorrogado para 01 de setembro de 2002 (Convênio ICMS 49/2002) e para 01 de outubro de 2002 (Convênio ICMS 119/2002): (Dec.2003) c) ficam convalidadas as operações realizadas com a isenção prevista neste inciso no período de 01 de janeiro de 2003 a 19 de fevereiro de 2003 (Convênio ICMS 04/2003). 01 de setembro de 2002 a 13 de outubro de 2002. 30/2003. observando-se (Convênios ICMS 125/2001.1. 100/2010.371/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 20. instituído pela Lei Complementar nº 89. no âmbito do Programa Segurança das Rodovias Federais.711/2011) a) fica convalidada nos períodos indicados a isenção prevista neste inciso. 71/2008. no âmbito do Fundo de Reaparelhamento e Operacionalização das Atividades-Fim da Polícia Federal.PIS/PASEP e para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS e. 24. 119/2009 e 01/2010): (Dec. 119/2009. no período de 1º de setembro de 2002 a 30 de setembro de 2002. (Dec. 117/2007. 24. 71/2008. estejam isentas ou tributadas à alíquota zero das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público . a partir de 1º de outubro de 2002.650/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 08. 25. 25. 148/2007. de 18. a saída interna de programas de computador ("software") não personalizado.06. (Dec. com termo inicial de vigência fixado em 01 de maio de 2002 (Convênio ICMS 140/2001).2002.650/2002 – RETROAGINDO SEUS 1. b) o disposto nas alíneas "a" e "c" não autoriza a restituição ou compensação das importâncias já pagas (Convênios ICMS 49/2002 e 119/2002). quando o produto for destinado a empresa que desenvolva o mencionado programa ou a prestadora de serviço de informática.2002) (Dec.a partir de 01. (Dec. com recursos oriundos das transferências voluntárias da União a partir do Fundo Nacional de Segurança Pública – FNSP. 04/2003.615/2010) a) o benefício previsto neste inciso somente se aplica: EFEITOS A 10. conforme relacionados em portaria do Secretário da Fazenda.650/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 10. 24. observando-se (Convênios ICMS 140/2001.02. 159/2010 e 33/2011): (Dec. 138/2008. às importações realizadas pelas próprias entidades culturais ou por suas instituições mantenedoras.234. 24. desde que.2003) CLXXVI . museus ou centros culturais. ainda que não atendida a condição nele estabelecida.01.876/91 .01. constante do Plano Plurianual 2000/2003. SEUS EFEITOS A 10.07.04. às obras de arte que se destinam à exposição pública.876/91 DECRETO 14. 76/2007. (Dec. 69/2009. as operações realizadas com os medicamentos relacionados no Anexo 38. 34. classificados nos respectivos códigos NBM/SH.01. 24.no período de 10 de janeiro de 2002 a 31 de dezembro de 2012.2002.2002) CLXXVII . 53/2008.267/2002) 2. de 26. 18/2005.04. observando-se (Lei nº 12.267/2002) c) que o valor correspondente à isenção do ICMS seja deduzido do preço dos respectivos produtos contido nas propostas vencedoras do correspondente processo licitatório.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) Decreto nº 14.02. 119/2002.02.371/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 20. 69/2009. nas operações realizadas com os referidos medicamentos. (Dec.

as saídas de 150.a) considera-se. placas.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) c) a utilização do benefício não deve implicar diminuição da arrecadação do ICMS relativa aos segmentos beneficiários. 35.891/2002) c) até 22 de abril de 2010. 138/2008.891/2002) b) a parcela relativa à receita bruta decorrente das operações previstas neste inciso esteja desonerada das contribuições do PIS/PASEP e da COFINS.CD-ROM.06.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) 2. promover. destinados a órgãos da Administração Pública Direta e. 24. 71/2008. 24. (Dec. total ou parcial. DVD. circuitos magnéticos ou similares. a suspensão. "eproms". (Dec.25.no período de 01 de junho de 2002 a 31 de outubro de 2002.000 (cento e cinqüenta mil) CDs (compact discs) contendo gravações do Hino de Pernambuco em diversas versões. (Dec. (Dec. indicando expressamente o mencionado abatimento no respectivo documento fiscal (Convênio ICMS 57/2010). (Dec.25. ao programa de computador pré-gravado em processadores. (Dec.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) 2. nos termos ali indicados. 113/2008.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) CLXXVIII . expressamente. (Dec. 119/2009. a partir de 14 de outubro de 2002. Federal. 54/2009. 24. a partir do mês subseqüente ao da constatação.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) 1. passando a ser adotada a carga tributária vigente em 30. 82/2008. Estadual e Municipal. no documento fiscal (Convênio ICMS 57/2010). incluídas suas fundações. observado o disposto no § 85. 01/2010.073/2003) Decreto nº 14.00 (três reais) cada unidade.2002. a entidades da Administração Pública Indireta. 24. (Dec. devendo o contribuinte demonstrar a mencionada dedução. identificar as respectivas causas. 160/2010 e 26/2011): (Dec. e alterações. o contribuinte abata do preço da mercadoria o valor equivalente ao imposto que seria devido se não houvesse a isenção.876/91 . 35. observando-se (Convênio ICMS 110/2002): (Dec. seja deduzido do preço dos respectivos produtos o valor correspondente à isenção do ICMS contido nas propostas vencedoras do processo licitatório. no caso de ocorrer a mencionada diminuição: (Dec. 36. as operações realizadas com os fármacos e medicamentos relacionados no Anexo Único do Convênio ICMS 87/2002. 24. disquete e outros. 24. 24. ao programa de computador ("software") não personalizado. 24. fornecida pela empresa que desenvolva o respectivo programa. 20/2010. 18/2005.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) b) o benefício não se aplica: (Dec. 99/2010.até 31 de dezembro de 2012. 24. 24. licença de uso: a permissão para uso do "software". do referido benefício. (Dec. (Dec. (Dec.310/2010) d) não haja redução no montante de recursos destinados ao co-financiamento dos Medicamentos Excepcionais constantes da Tabela do Sistema de Informações Ambulatoriais do Sistema Único de Saúde . (Dec. repassados pelo Ministério da Saúde às Unidades da Federação e aos Municípios. sendo de responsabilidade da Secretaria da Fazenda. para efeito do benefício: (Dec. realizadas por empresas jornalísticas. 24.SIA/SUS. 24. suporte informático: a mídia magnética onde o "software" é gravado .711/2011) a) os fármacos e medicamentos estejam beneficiados com isenção ou alíquota zero do Imposto de Importação e do IPI.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) 2. (Dec. programa de computador ("software") não personalizado: o suporte informático e a licença de uso. instalado sem a devida comprovação de licenciamento ou cessão de uso.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) 1.876/91 DECRETO 14. condicionando-se a fruição do benefício a que (Convênios ICMS 87/2002. 24.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) 3.atualizado até 30 junho 2011 . 57/2010.073/2003) a) os CDs serão vendidos ao preço de R$ 3.310/2010 – ERRATA DOE 22/07/2010) CLXXIX . 53/2008.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) 1. 118/2002. 69/2009. 126/2002. na hipótese de ser constatada como causa a utilização do benefício.891/2002) e) a partir de 23 de abril de 2010.

no respectivo documento fiscal. no período de 27 de maio de 2003 a 31 de dezembro de 2012.2004): (Dec. no respectivo fornecimento a consumidores residenciais de baixa renda.528/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 27.528/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 27.2004) b) condicionado à manutenção da alíquota estabelecida para o fornecimento de energia elétrica em percentual não inferior a 25% (vinte e cinco por cento). (Dec.604.2003) e) a distribuição das referidas mercadorias deve envolver estabelecimento credenciado pelo mencionado Programa. 35. 119/2009. 53/2008.07.528/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 27. no preço dos referidos bens. destinadas ao atendimento do Programa Fome Zero. 25. a parcela da subvenção da tarifa de energia elétrica. 2.611/2010) Decreto nº 14. 27.371/2010) CLXXXI . 71/2008. (Dec.07. observado o disposto nos §§ 82. (Dec.370/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 27. do valor equivalente ao imposto dispensado.IMIP.05. internas e interestaduais. de 17 de dezembro de 2002. 25. (Dec.05. internas ou de importação. reconhecidas como de utilidade pública nos termos do art. o disposto neste inciso aplica-se às saídas de mercadorias em decorrência de aquisições efetuadas pela Companhia Nacional de Abastecimento .073/2003) 1. 27.371/2010) a) as mercadorias objeto das operações e prestações de que trata este inciso devem ser identificadas.2003) f) a partir de 1º de maio de 2010.05. a título de doação. observarão o disposto em portaria do Secretário da Fazenda. 26. (Dec.876/91 DECRETO 14.2003) b) o disposto neste inciso aplica-se apenas às operações e prestações em que estejam envolvidas entidades assistenciais. CLXXX . com destino a órgãos da Administração Pública Estadual Direta e respectivas fundações e autarquias. CONAB junto a produtores rurais. de 15. 35. 3. as operações com mercadorias ou bens ou as prestações de serviço. (Dec. nos termos de convênio celebrado com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.05. mercadorias ou serviços. 138/2008. os mecanismos de controle e os procedimentos relativos às operações e prestações de que trata este inciso.876/91 .2003) c) a isenção prevista neste inciso exclui a utilização de quaisquer outros benefícios fiscais. mensalmente. (Dec. as saídas de mercadorias.ANEEL.2004) CLXXXII . 69/2009. 25.a partir de 1º de janeiro de 2005.25.05. (Dec. Associação de Assistência à Criança Deficiente . Núcleo de Assistência à Criança com Câncer . suas cooperativas ou associações. de acordo com as condições fixadas por resolução da Agência Nacional de Energia Elétrica . 25. (Dec. ficando este benefício (Lei Complementar nº 062. indicado no Despacho da ANEEL nº 520.NACC. de 30 de junho de 2004. estabelecida pela Lei Federal nº 10.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 148/2007. conforme previstas no Ajuste SINIEF 02/2003. ficando a fruição do benefício condicionada (Convênios ICMS 73/2004 e 110/2010): (Dec. e os Municípios participantes do mencionado Programa. observando-se o seguinte (Convênios ICMS 18/2003. com a indicação: "Mercadoria destinada ao Programa Fome Zero".07. 01/2010 e 34/2010 e Ajuste SINIEF 02/2003): (Dec.07.b) a totalidade da receita advinda da comercialização dos CDs será destinada às seguintes instituições filantrópicas: (Dec.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.CTN. bem como as prestações de serviço de transporte para distribuição das referidas mercadorias.2004) a) limitado.528/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 27. ao montante da subvenção relativo ao Estado de Pernambuco. 83 e 89.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 27. 14 do Código Tributário Nacional . 35. 35. Instituto Materno-Infantil de Pernambuco .a partir de 01 de julho de 2004.2003) d) as condições.AACD.611/2010) a) até 29 de julho de 2010. devendo este valor ser indicado no respectivo documento fiscal.atualizado até 30 junho 2011 . ao desconto.

69/2009.90 e 8433. 69/2009. nos termos e condições estabelecidos pela Lei referida neste inciso.IPI. autorizada pela Secretaria da Receita Federal. 53/2008. instituído pela Lei Federal n° 11. na hipótese de as mencionadas operações ocorrerem com mercadoria ou bem que tenham sido importados do exterior. REPORTO. classificados. observando-se (Convênios ICMS 77/93 e 24/2005): (Dec. (Dec. a qualquer título.918/0001-72. 28.188/2005) 2.108.COFINS e do Imposto de Importação. 35. quando destinados a integrar o ativo imobilizado do adquirente. de 21 de dezembro de 2004. com abrangência em todo o território nacional. nos termos da Lei referida neste inciso. (Dec. 28.818/2005) CLXXXIV – a partir de 01 de agosto de 2005.507/2006) CLXXXIII . 27. 148/2007. (Dec. ficando condicionado (Convênios ICMS 28/2005. observadas as seguintes normas (Convênios ICMS 28/2005.188/2005) b) a importação deve estar amparada por isenção ou alíquota zero do Imposto de Importação e do Imposto sobre Produtos Industrializados . para utilização exclusiva em portos.033. (Dec.876/91 .818/2005) b) ao atendimento. da contribuição para o PIS/PASEP. nesse caso quando a responsabilidade pelo pagamento do imposto seja atribuída à mencionada organização. 34. recebidos em doação.188/2005) a) os produtos importados deverão ser integrados ao ativo imobilizado do estabelecimento importador e destinados ao uso exclusivo na respectiva atividade agrícola.188/2005) Decreto nº 14. com CNPJ/MF nº 05.1. 34.371/2010) a) no período de 01 de agosto de 2005 a 31 de dezembro de 2012.IPI. as operações especificamente indicadas.no período de 18 de abril de 2005 a 31 de dezembro de 2012. isenção ou alíquota zero. 27. descarga e movimentação de mercadorias. respectivamente. o benefício se aplica às operações de importação. 138/2008. 71/2008. atestada por órgão federal competente ou por entidade representativa do setor produtivo da mercadoria ou do bem com abrangência em todo o território nacional.615/2010) 1. do efetivo uso do bem em porto localizado neste Estado na execução dos serviços previstos neste inciso. (Dec. 28. a importação do exterior de tratores agrícolas de quatro rodas e de colheitadeiras mecânicas de algodão. bem como as prestações de serviço de transporte para distribuição das referidas mercadorias.876/91 DECRETO 14. ficando a isenção condicionada (Convênios ICMS 129/2004. nos códigos da NBM/SH 8701. 28. as saídas de bens e mercadorias. 53/2008. promovidas pela organização não-governamental "Amigos do Bem – Instituição Nacional contra a Fome e a Miséria no Sertão Nordestino". na execução de serviços de carga. (Dec.2. à comprovação de inexistência de similar produzido no país.188/2005) CLXXXV . 29. realizadas com os bens relacionados no Anexo 50. 138/2008. (Dec. aparelhos e equipamentos. pela beneficiária. 28. à permanência pelo prazo mínimo de 5 (cinco) anos: (Dec. 28. 71/2008. 28. da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social .188/2005) c) a inexistência de produto similar produzido no país deve ser atestada por órgão federal competente ou por entidade representativa do setor produtivo de máquinas. 03/2006 e 40/2010): (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . 119/2009 e 01/2010): (Dec.188/2005) 2. da integração do bem ao ativo fixo do importador.615/2010) a) à caracterização da operação ou prestação como integrantes de ações da beneficiária para melhoria da situação alimentar e nutricional de famílias em situação de pobreza nas regiões do Norte e Nordeste do País. 119/2009 e 01/2010): (Dec. empresa beneficiada pelo Regime Tributário para Incentivo à Modernização e à Ampliação da Estrutura Portuária . (Dec. em razão de suspensão. (Dec.188/2005) 2. sem similar produzido no país. dos requisitos previstos no art. 28.59. 148/2007.b) até 30 de junho de 2006. ressalvada a hipótese de transferência de propriedade. 14 do Código Tributário Nacional – CTN. à integral desoneração da operação de importação do Imposto sobre Produtos Industrializados .

que contenham em sua composição chumbo. 28. 28.(Dec. 28.186/2005) b) o contribuinte deverá emitir diariamente Nota Fiscal para documentar: (Dec.876/91 . 29.. observando-se (Convênio ICMS 27/2005): (Dec. (Dec. tratamento ou disposição final ambientalmente adequada. a entrada. 28. isenção ou alíquota zero.371/2010) CLXXXVI – a partir de 25 de abril de 2005. dos produtos mencionados neste inciso.188/2005) b) a inobservância das condições previstas na alínea "a" acarretará a obrigação do recolhimento do imposto acrescido de multa de mora e de juros moratórios. 53/2008. cádmio. 75/2006. auferida com as mencionadas saídas.186/2005) 2. 28.32. (Dec. com lança telescópica.188/2005) 4. consignando no campo "INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES": "Produtos usados isentos do ICMS coletados de consumidores finais – Convênio ICMS 27/2005". transporte e armazenagem de contêineres de 20. em relação às operações beneficiadas com a isenção prevista neste inciso. (Dec. Industrial e Comércio Exterior.186/2005) 1. (Dec. nos termos e condições estabelecidas na da Lei referida neste inciso.atualizado até 30 junho 2011 . consignando no campo "INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES": "Produtos usados isentos do ICMS nos termos do Convênio ICMS 27/2005". acarretará a obrigação do recolhimento do imposto acrescido de multa de mora e de juros moratórios. da suspensão do IPI em isenção.186/2005) a) fica dispensado o estorno de crédito previsto no art. reciclagem. com abrangência em todo território nacional. 28. não será exigida a comprovação de inexistência de similar nacional. 4. . 29.186/2005) CLXXXVII – as saídas do sanduíche “Big Mac” promovidas por estabelecimentos integrantes da Rede McDonald’s que participarem do evento “Mc Dia Feliz”. mercúrio e seus compostos e que tenham como objetivo sua reutilização.876/91 DECRETO 14.3.458/2010) a) as saídas discriminadas neste inciso serão efetuadas nas datas do aludido evento. 29. expedida pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento. à integração do bem ao ativo imobilizado da empresa adquirente e seu efetivo uso na execução dos serviços referidos neste inciso. 69/2009. o benefício se aplica às saídas internas. que deverá ser efetuada mediante apresentação.313/2006) e) a partir de 23 de abril de 2010. (Dec. junto à Secretaria da Fazenda. por qualquer motivo. (Dec. 35. observadas as seguintes condições para a fruição do benefício (Convênios ICMS 84/2005.. (Dec. 33. a que o desembaraço aduaneiro seja efetuado diretamente pelo importador. a remessa dos produtos coletados aos respectivos fabricantes ou importadores ou a terceiros repassadores.209/2008) Decreto nº 14. 60/2009 e 106/2010): (Dec. (Dec. de laudo emitido por órgão federal especializado ou por entidade representativa do setor produtivo. nos termos das normas específicas em vigor. 148/2007.188/2005) c) no período de 18 de abril de 2006 a 31 de dezembro de 2012. às entidades respectivamente indicadas: (Dec.615/2010) 1. no período de vigência do § 2º do artigo 35 da Portaria SECEX nº 25. 119/2009 e 01/2010): (Dec.4190 da NCM. acionados por motor a diesel. classificados no item 8426. 35.reach stacker. 71/2008. 69/2008. (Dec. inclusive a não-conversão. à Gerência Geral de Planejamento e Controle da Ação Fiscal – GPC.313/2006) 2. ficando condicionado (Convênios ICMS 03/2006. 34. de que trata a alínea . e 40. 85/2007. após seu esgotamento energético. para os guindastes autopropelidos sobre pneumáticos. devendo os referidos estabelecimentos comprovarem. quando o remetente não for contribuinte obrigado à emissão de documento fiscal. próprios para elevação. em razão da suspensão. à comprovação de inexistência de similar produzido no país. as saídas de pilhas e baterias usadas. de 30 de novembro de 2008. à integral desoneração da operação dos impostos federais. no estabelecimento. conforme a seguir relacionadas. 28.a. 138/2008.313/2006) d) a inobservância do disposto na alínea "c". a doação do total da receita líquida. 28.

11.061.2.458/2010) 6. e de saídas. nos termos do Decreto Federal nº 3. promovida pela Fundação Oswaldo Cruz – FIOCRUZ com destino às farmácias que façam parte do "Programa Farmácia Popular do Brasil". 6. fazendo constar.803.NACC .2005) c) a FIOCRUZ deve disponibilizar. (Dec.723/2007) 4. 28. 27 de agosto de 2005: Núcleo de Apoio à Criança com Câncer . 33.2.11.793/2009) 5.4. via INTERNET.atualizado até 30 junho 2011 . a quantidade e o valor total das mencionadas saídas.226/2009) 1. quando os referidos produtos forem destinados a pessoa física. (Dec. bem como.793/2009) 5. (Dec.33. de fraldas geriátricas. correspondente ao custo de produção ou aquisição. ser inscritas no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco – CACEPE. 33. (Dec.1.3.1. a relação de farmácias que façam parte do Programa referido na alínea "a".226/2009) Decreto nº 14. (Dec. 29.2005) d) a partir de 25 de julho de 2008. por estabelecimento fornecedor. (Dec.793/2009) (Dec.335/2005 – ERRATA DOE 02. conforme identificado no item 1. 29 de agosto de 2009 (Convênio ICMS 60/2009): (Dec. 29. bem como o montante do respectivo crédito do ICMS a ser estornado.2. deverão: (Dec. instituído pela Lei Federal nº 10. de 13 de abril de 2004. (Dec.335/2005 – ERRATA DOE 02.226/2009) 1.2.2005) b) a parcela relativa à receita bruta decorrente das operações previstas neste inciso deve estar desonerada das contribuições do PIS/PASEP e COFINS. (Dec.858.33. (Dec. 28. distribuição e dispensação. a saída de produtos farmacêuticos. os documentos fiscais de entradas.226/2009) 1. conforme identificado no subitem 5. arquivar.593/2006) CLXXXVIII – a partir de 22 de julho de 2005.33. conforme identificado no item 1 (Convênio ICMS 69/2008). e alterações.226/2009) a) a entrega do produto ao consumidor deve ocorrer pelo valor de ressarcimento à FIOCRUZ.593/2006) 3.226/2009) 1. (Dec. 25 de agosto de 2007: NACC. (Dec. 30 de agosto de 2008: NACC. 35. (Dec. (Dec. 28. 29.33. no referido arquivo digital. 28 de agosto de 2010 (Convênio ICMS 106/2010): (Dec. 33.32.458/2010) b) os referidos estabelecimentos deverão informar.876/91 DECRETO 14. em ordem cronológica. referência a este dispositivo e ao Convênio ICMS correspondente à hipótese.335/2005 – ERRATA DOE 02.11. pelo prazo decadencial previsto na legislação. devendo ser atendidas as seguintes condições para a fruição do benefício (Convênios ICMS 56/2005 e 81/2008): (Dec. 35.422/0001-53.33.33. de 24 de abril de 2001. (Dec. 30. nos termos da legislação específica.876/91 . a partir de 25 de julho de 2008.458/2010) 6. ICIA. 26 de agosto de 2006: NACC. NACC. NACC. (Dec. conforme identificado no item 1 (Convênio ICMS 85/2007).1.CNPJ: 10.554.226/2009) 1. apresentar anualmente a Guia de Informação e Apuração do ICMS – GIA-ICMS.593/2006) 2. 35.1.33. no arquivo digital relativo ao Sistema de Escrituração Fiscal – SEF. ser usuárias do Equipamento Emissor de Cupom Fiscal – ECF.426/0001-40 (Convênio ICMS 84/2005). Instituto do Câncer Infantil do Agreste – ICIA – CNPJ nº 06. conforme identificado no item 1 (Convênio ICMS 75/2006). as farmácias integrantes do referido Programa que comercializarem exclusivamente os produtos de que trata este inciso (Convênio ICMS 81/2008): (Dec. consumidor final. e saída interna promovida pelas mencionadas farmácias.209/2008) 5. conforme identificado no item 1.

2004).313/2006) 1.33.876/91 .33. sem similar produzido no País.313/2006) CXCIII . 64/2007. com abrangência em todo o território nacional. 119/2009 e 01/2010): (Dec. 47. 35. ficando a fruição do benefício condicionada à desoneração dos impostos e contribuições federais (Convênio ICMS 80/2005).no período de 01 de setembro de 2006 a 31 de dezembro de 2012. do cumprimento das demais obrigações acessórias. promovidas pela Casa da Moeda do Brasil.28. e o livro Registro de Entrada. respectivamente. (Dec. 69/2009 .828/2006) CXCII .TBG.226/2009) CLXXXIX – no período de 22 de julho de 2005 a 31 de dezembro de 2012. a importação.SEF. 28.04. escriturar o livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência.611/2010) a) áreas de gestão. ou por órgão federal especializado. as saídas de selos destinados ao controle fiscal federal. promovida pela Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil . da entrega do Sistema de Escrituração Fiscal .313/2006) (Dec. de 07. (Dec. destinadas ao Programa de Fortalecimento e Modernização das Áreas a seguir indicadas. a saída interestadual subsequente.593/2006) c) a importação deve estar amparada por isenção ou alíquota zero do Imposto de Importação e. (Dec. das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Decreto nº 14. 29. b) não se exigirá o estorno do crédito fiscal relativo às aquisições do remetente. no período de 01 de setembro de 2008 a 31 de dezembro de 2012. classificados. (Dec.615/2010) a) os produtos beneficiados com a isenção devem ser utilizados na prestação de serviço de transporte ferroviário de cargas.629/2010) a) o benefício previsto neste inciso fica condicionado: (Dec.877/2006) b) a partir de 09 de janeiro de 2006. 148/2007. nos códigos da NBM/SH 8602. no período de 01 de setembro de 2006 a 08 de maio de 2007.00 e 7302. 34. a transferência dos bens constantes do Anexo 54.226/2009) 2. aparelhos e equipamentos.1. 71/2008.atualizado até 30 junho 2011 . de locomotiva do tipo dieselelétrico. 29.000 (três mil) HP.10.556. a saída interna subsequente. 138/2008. (Dec.1.226/2009) 2. 53/2008. com potência máxima superior a 3. à comprovação do efetivo emprego dos bens na manutenção do Gasoduto BrasilBolívia. no território nacional.313/2006) 2. as operações com mercadorias e as prestações de serviços de transporte a elas relativas. quando solicitado.335/2005) CXCI – a partir de 01 de janeiro de 2004. 138/2008. as saídas internas de gás natural termoelétrico a ser utilizado por usina termoelétrica para geração de energia elétrica (Lei nº 12. (Dec.226/2009) 2.593/2006) b) a comprovação da inexistência de produto similar produzido no país deve ser efetuada por meio de laudo emitido por entidade representativa do setor produtivo de máquinas. (Dec. quando destinados à manutenção do Gasoduto Brasil-Bolívia. 132/2005 e 97/2010): (Dec.2. 69/2009. (Dec.10. (Dec. XLVII. contratadas no âmbito das normas estabelecidas pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID (Convênios ICMS 79/2005.876/91 DECRETO 14. nos termos do art. observandose (Convênios ICMS 32/2006. (Dec. 29.877/2006) CXC – a partir de 22 de julho de 2005.33. 28. 45/2007. e.28. observando-se (Convênios ICMS 09/2006. (Dec. e de trilho para estrada de ferro.no período de 18 de abril de 2006 a 31 de dezembro de 2012. ficam dispensadas: (Dec. para apresentação à Secretaria da Fazenda. modelo 6. 34. modelo 1 ou 1-A.5.33. 119/2009 e 01/2010): (Dec. 29. área fiscal. 29. no período de 09 de maio de 2007 a 31 de dezembro de 2012. a outros controles específicos previstos pela legislação tributária deste Estado. efetuadas por empresa concessionária de serviço de transporte ferroviário de cargas.10. 29. na transferência contemplada com o benefício previsto neste inciso. planejamento e controle externo do Estado.

32. como ativos financeiros.039/2008) 1.039/2008) Decreto nº 14. desde que o remetente e o destinatário da mercadoria sejam contribuintes estabelecidos neste Estado e regularmente inscritos no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco .Servidor Público . 29. a partir de 16 de maio de 2008.641/2006) 3. no mercado atacadista regional. será observado disciplinamento específico a ser previsto na legislação tributária estadual. 69/2009. desde que a respectiva saída interestadual tenha sido alcançada por benefício idêntico àquele previsto neste inciso (Convênio ICMS 45/2007).641/2006) d) considera-se depositário a pessoa jurídica apta a exercer as atividades de guarda e conservação dos produtos de terceiros e. de 30 de dezembro de 2004. (Dec.2. 53/2008. (Dec. 71/2008. 34.039/2008) 1.876/91 DECRETO 14. 34. anexará à Nota Fiscal referida na alínea "d".CDA e do Warrant Agropecuário .2. (Dec.641/2006) 2. 32. (Dec. (Dec. bem como nas situações em que o depositante receber valores de seguro sobre os bens depositados. (Dec.876/91 . será aplicada a alíquota correspondente à operação interna ou interestadual.1.641/2006) 1. a prestação interna de serviço de transporte ferroviário de cargas. na sua falta. 148/2007.atualizado até 30 junho 2011 . a partir de 16 de maio de 2008. 29. (Dec.1. (Dec.860/2007) CXCIV . 69/2009. para o depositante original. de acordo com a localização do estabelecimento destinatário. observando-se: (Dec. 29. emitir Nota Fiscal modelos 1 ou 1-A : (Dec. 1. 29. 29. para circular junto com a mercadoria.2. nos casos de compensação financeira por diferenças de qualidade e quantidade pagas pelo depositário ao depositante.076.860/2007) d) não será exigido do adquirente localizado em Pernambuco o recolhimento do ICMS relativo à diferença de alíquota na aquisição feita em outra Unidade da Federação. a base de cálculo será o preço corrente da mercadoria ou de seu similar no mercado atacadista do local do armazém geral ou. único documento hábil para o aproveitamento do crédito correspondente. para o cálculo do imposto.1. sem destaque do imposto. além do CDA. 32.1.039/2008) (Dec. 32. uma via do Documento de Arrecadação Estadual . quando houver a retirada da referida mercadoria do estabelecimento depositário. 29.615/2010) CXCV . observando-se: 32. no caso de cooperativa. 30. para o endossatário do CDA. juntamente com o WA ou com o documento comprobatório do depósito consignado. 29. de terceiros e de associados.641/2006) c) o endossatário do CDA que requerer a entrega do produto: (Dec.641/2006) 1.641/2006) 1.641/2006) 1. 48/2008. (Dec. observando-se (Convênios ICMS 30/2006.CACEPE (Convênios ICMS 35/2006. entregará ao depositário. 119/2009 e 01/2010). 104/2006.641/2006) b) fica dispensada a emissão de Nota Fiscal. com destaque do ICMS.DAE que comprove o recolhimento do ICMS devido. o DAE original. (Dec. instituídos pela Lei Federal nº 11. 30. 29. observando-se: (Dec. 1.WA. recolherá o ICMS em favor da Unidade da Federação onde estiver localizado o depositário.PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS (Convênio ICMS 45/2007).no período de 31 de julho de 2006 a 31 de dezembro de 2012. 138/2008.039/2008) 1. nos mercados de bolsa e de balcão.1. devendo o referido depositário: (Dec. 29. deverá constar no campo Informações Complementares a observação: "ICMS recolhido nos termos do Convênio ICMS 30/2006".629/2010) a) o benefício não se aplica à operação relativa à transferência de propriedade da mercadoria ao credor do CDA. 119/2009 e 01/2010): (Dec.no período de 01 de setembro de 2006 a 31 de dezembro de 2012. a operação de circulação de mercadoria caracterizada pela emissão e negociação do Certificado de Depósito Agropecuário . (Dec.

partes e peças necessários à instalação do Sistema de Controle de Produção de Bebidas . aprovada pelo Decreto Federal nº 4.860/2007) Decreto nº 14.039/2008) 1.atualizado até 30 junho 2011 . 30. as operações internas com farinha de mandioca (Convênio ICMS 162/2006). (Dec.745/2007) CC – no período de 1º de setembro de 2007 a 31 de dezembro de 2012. (Dec. interestaduais e de importação com os medicamentos e reagentes químicos.2.de 12 de agosto de 2008. para apresentação ao Fisco. 78/2009. nos termos ali indicados. quando adquiridos pelos estabelecimentos industriais envasadores de bebidas para atendimento ao disposto no artigo 6º da Instrução Normativa RFB nº 869. COFINS.876/91 .2. passando a ser solidariamente responsável pelo pagamento do ICMS devido quando agir de forma diversa. 30. 32. pelo depositante. (Dec. 149/2010 e 180/2010): (Dec. SICOBE. a via do DAE entregue pelo endossatário do CDA.1. classificado no código da NBM/SH 3004. anexar à via fixa da Nota Fiscal. 49/2010.20.a partir de 31 de julho de 2006. bem como suas partes e peças. objetivando o desenvolvimento de novos medicamentos. 29. a importação do exterior do medicamento anfotericina lipossomal (ambisome).PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social . observando-se que (Convênios ICMS 69/2006 e 38/2010): (Dec.2. somente fazer a entrega do produto requerido mediante cumprimento do disposto na alínea "c". 29. (Dec.3. que atendam às especificações fixadas pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. registro e gravação dos quantitativos medidos. (Dec. destinados a pesquisas que envolvam seres humanos. 62/2008. de 26 de dezembro de 2002. 32. 2. (Dec. 30. 30.876/91 DECRETO 14. kits laboratoriais e equipamentos. 30. (Dec. o valor da operação deverá ser o mesmo adotado como base de cálculo nos termos do subitem 1.371/2010) b) a partir de 1º de maio de 2010.542.1. 36. (Dec. comprova a baixa do estoque da mercadoria. 35. 32.(Dec. quando adquiridos por estabelecimentos industriais fabricantes dos produtos classificados nas posições 2202 e 2203 da Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados TIPI. quando promovida por oficina autorizada ou credenciada e destinada a fabricante de mercadoria diversa de veículo (Convênio ICMS 27/2007). as operações internas.039/2008) 2. a Nota Fiscal emitida nos termos deste subitem. deverá constar no campo Informações Complementares a observação: "Nota Fiscal emitida para efeito de baixa do estoque do depositante".1. inclusive em programas de acesso expandido.312/2011) a) a isenção prevista neste inciso fica condicionada a que: (Dec. a remessa da peça defeituosa. conforme o caso. 27/2009.371/2010) CXCVII – a partir de 01 de fevereiro de 2007.039/2008) 1. 35.641/2006) CXCVI . quando promovida por estabelecimento concessionário ou por oficina autorizada e destinada a fabricante de veículo (Convênios ICMS 129/2006 e 28/2007).2.272/2007) CXCIX – na hipótese de substituição de peça em virtude de garantia.745/2007) b) a partir de 01 de maio de 2007. quando solicitado.99 (Convênio ICMS 161/2006).371/2010) a) o benefício fica condicionado a que os produtos sejam desonerados das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público . desde que ocorra no prazo de até 30 (trinta) dias contados do vencimento da garantia constante do respectivo certificado: (Dec.745/2007) a) a partir de 08 de janeiro de 2007. observando-se o seguinte (Convênios ICMS 09/2007. que atendam às especificações fixadas pela Secretaria da Receita Federal.108/2006) CXCVIII – a partir de 08 de janeiro de 2007.641/2006) 3. (Dec. devidamente registrada ou arquivada. as saídas de medidores de vazão e condutivímetros. relacionados no Anexo Único do Convênio ICMS 09/2007 e alterações. bem como de aparelhos para o controle. o benefício aplica-se também às saídas de equipamentos. 35.2. 30. (Dec.

(Dec. quando adquiridos pelo Estado ou pelos Municípios. 119/2009 e 01/2010): (Dec. no âmbito do Programa Caminho da Escola.860/2007) 2.860/2007) c) não se exigirá o estorno do crédito fiscal relativo às aquisições do remetente.860/2007) 1. ao desconto. (Dec. 30. nos termos do art. observando-se que a comprovação da não-similaridade deverá ser feita mediante apresentação de laudo emitido por entidade representativa do setor produtivo de máquinas. de 28 de março de 2007. 30. na Nota Fiscal.860/2007) b) a aquisição dos mencionados produtos deverá ser efetuada por meio de Pregão de Registro de Preços realizado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE. suas autarquias e fundações. aparelhos e equipamentos com abrangência em todo o território nacional ou por órgão federal especializado. (Dec.ANVISA/MS ou.PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social . suas partes e peças. no preço. 30. (Dec. do Ministério da Educação – MEC.226/2009) CCI – no período de 23 de abril de 2007 a 31 de dezembro de 2012. 69/2009. a respectiva importação seja contemplada com isenção. destinados ao transporte escolar. instituído pela Resolução FNDE/CD nº 003. observando-se o seguinte (Convênios ICMS 23/2007. 34. a saída de reagente para diagnóstico da doença de Chagas pela técnica de enzimaimunoesai (ELISA) em microplacas.860/2007) Decreto nº 14. utilizando uma mistura de antígenos recombinantes e antígenos lisados purificados. (Dec.860/2007) CCII – no período de 06 de junho de 2007 a 31 de dezembro de 2012. 47.860/2007) b) não se exigirá o estorno do crédito fiscal relativo às aquisições do remetente. (Dec.33. (Dec. microônibus e embarcações. tenham sido aprovados pelo Comitê de Ética em Pesquisa . se estes estiverem dispensados de registro na mencionada Agência. do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI e das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social . do valor do desconto. 30. nos termos do art. 30. (Dec. observando-se (Convênios ICMS 53/2007.860/2007) 3.COFINS. os produtos sejam desonerados das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público . quando destinado a órgão ou entidade da administração pública direta.860/2007) c) não se exigirá o estorno do crédito fiscal relativo às aquisições do remetente. 30. na hipótese de as mencionadas mercadorias constarem da lista da Tarifa Externa Comum – TEC.629/2010) a) a operação deve estar amparada por isenção ou alíquota zero do Imposto de Importação. à indicação. 30. LI. 30. as operações com ônibus.876/91 . 47.860/2007) b) na hipótese de importação de equipamentos. do valor equivalente ao imposto dispensado.860/2007) d) a partir de 25 de julho de 2008. (Dec. (Dec.629/2010) a) a isenção prevista neste inciso fica condicionada: (Dec. (Dec. o benefício somente se aplica se não houver similar produzido no País. alíquota zero ou não seja tributada pelo Imposto de Importação e pelo Imposto sobre Produtos Industrializados IPI.860/2007) 2. L. 30. 47. 30. 34.CEP da instituição que for realizar a pesquisa ou o programa.COFINS. LII. 30. a pesquisa e o programa sejam registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária .atualizado até 30 junho 2011 . a isenção somente se aplica se a importação for contemplada com isenção ou alíquota zero ou não for tributada pelos Impostos de Importação ou sobre Produtos Industrializados (Convênio ICMS 62/2008).29.10. para detecção simultânea qualitativa e semiquantitativa de anticorpos IgG e IgM antitrypanosoma cruzi em soro ou plasma humano.876/91 DECRETO 14. 119/2009 e 01/2010): (Dec.1. classificado no código da NBM/SH 3002. (Dec. 138/2008. 30. nos termos do art.

direta ou indireta. e com kit completo para a respectiva montagem. a importação de máquinas. 01/2010 e 172/2010): (Dec. a saída de óleo comestível usado destinado à utilização como insumo industrial (Convênio ICMS 144/2007).641/2008) b) ficam convalidadas as operações realizadas com a isenção prevista neste inciso.30. a prevenção e a repressão à violência. 30. instrumentos. 32.099/2007) b) a comprovação da inexistência de produto similar produzido no País deve ser atestada por órgão federal competente ou por entidade representativa do setor produtivo de máquinas.394. (Dec. (Dec. observando-se (Convênios ICMS 10/2007.876/91 . 35.860/2007) a) a operação deve estar amparada por isenção ou alíquota zero do Imposto de Importação e das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público . as aquisições por adjudicação de mercadorias que tenham sido oferecidas à penhora.COFINS. 31. suas respectivas partes. instituído pela Portaria nº 522. 119/2009. 119/2009. 31.231/2008) CCVII . que serão realizados na cidade do Rio de Janeiro – RJ. nos meses de julho e agosto de 2007. Orçamento e Administração da Secretaria Executiva do Ministério da Justiça. para utilização no âmbito dos XV Jogos Pan-americanos e dos III Jogos Parapan-americanos. (Dec. com a observância das normas contidas no Convênio ICMS 57/2000. peças e acessórios constantes do Anexo Único do Convênio ICMS 10/2007. observando-se (Convênios ICMS 147/2007. 31. 01/2010 e 52/210): (Dec.312/2011) Decreto nº 14.12. do Programa Um Computador por Aluno – PROUCA e do Regime Especial para Aquisição de Computadores para Uso Educacional – RECOMPE. de 11 de junho de 2010. com CNPJ/MF nº 00. com abrangência em todo o território nacional.30. aparelhos. objetivando a segurança. 30. 31. 8471.249. efetuada por empresa concessionária da prestação de serviços públicos de radiodifusão sonora e de sons e imagens de recepção livre e gratuita. do Ministério da Educação.PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social . efetuadas por órgão ou entidade da Administração Pública. observando-se o disposto no § 84 e ainda (Convênio ICMS 57/2000): (Dec. destinados a desenvolver ações nos diversos ambientes físicos onde se realizarão os eventos esportivos e por onde circularão as delegações. (Dec. instituídos pela Lei Federal nº 12.30. no período de 25 de outubro de 2000 a 31 de março de 2008. sem similar produzido no País.099/2007) CCV .860/2007) CCIII – a partir de 06 de junho de 2007. 36. de 09 de abril de 1997.641/2008) a) não se exigirá o estorno do crédito fiscal relativo às operações decorrentes das referidas aquisições. 31. por meio da Coordenação-Geral de Logística da Subsecretaria de Planejamento. (Dec.641/2008) CCVI – a partir de 01 de setembro de 2008.494/0013-70. a partir de 1º de março de 2011. 30. e. observando-se (Convênio ICMS 56/2007): (Dec.no período de 04 de janeiro de 2008 a 31 de dezembro de 2012. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . aparelhos e equipamentos.876/91 DECRETO 14. (Dec.COFINS. 30. (Dec. do Poder Executivo Estadual. classificados nos códigos NBM/SH 8471.no período de 23 de abril de 2007 a 31 de dezembro de 2012. a importação de equipamentos realizadas pelo Ministério da Justiça para a Secretaria Nacional de Segurança Pública. em seu Projeto Especial “Um Computador por Aluno – UCA”. as operações com computadores portáteis educacionais. equipamentos. autoridades brasileiras e estrangeiras.a partir de 01 de abril de 2008. equipamentos.19 e 8471.90. 68/2007. adquiridos no âmbito do Programa Nacional de Informática na Educação – ProInfo.860/2007) CCIV .860/2007) b) o benefício somente se aplica às aquisições realizadas com o objetivo de viabilizar as ações de segurança dos mencionados Jogos.167/2010) a) a operação deve estar desonerada do Imposto de Importação e das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social . mediante indicação expressa no documento fiscal relativo à operação.d) o valor equivalente à desoneração dos tributos previstos na alínea "a" deverá ser deduzido do preço dos respectivos produtos.

a isenção somente se aplica a produto importado sem similar produzido no país.752. 32.497/0001-43.876/91 DECRETO 14. observando-se. 32. na hipótese da importação do "kit" referido no "caput". inclusive de importação. 32.876/91 . 32. 1. cumulativamente.931/2009) Decreto nº 14. nas obras mencionadas no "caput".413/2008) CCIX – no período de 01 de fevereiro de 2009 até 31 de julho de 2014.932/2009) 2. 32. LIV. as operações com mercadorias e bens destinados a construção. instituído pelo Governo Federal. 32. do Imposto de Importação. à operação que esteja contemplada com a desoneração: (Dec.a) o benefício previsto neste inciso somente se aplica: (Dec.255/2008) 1. 47 (Convênio ICMS 141/2007).932/2009) 1. (Dec.(Dec. inclusive energia elétrica. realizadas ou destinadas à Alcântara Cyclone Space . devendo a não-similaridade ser atestada por órgão federal competente ou por entidade representativa do setor produtivo com abrangência em todo o território nacional. (Dec. a infraestrutura necessária ao seu funcionamento. 32. relativamente ao crédito fiscal. 32.1.255/2008) b) não se exigirá o estorno do crédito fiscal. 32. material de uso e consumo e ativo fixo.atualizado até 30 junho 2011 . com desoneração das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/PASEP) e para a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS).1.932/2009) (Dec.255/2008) CCVIII – a partir de 01 de outubro de 2008. 32. ampliação. 47. inscrita no CNPJ sob o n° 07. 32.255/2008) c) o valor equivalente à desoneração dos tributos previstos na alínea "a". as operações e prestações. no âmbito do Tratado Binacional Brasil-Ucrânia. também. 32. (Dec. 32. destinadas à ACS. à aquisição realizada por meio de pregão de registro de preços ou de outros processos licitatórios realizados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE. deverá ser deduzido do preço dos respectivos produtos. abrangendo. observando-se: (Dec.932/2009) CCX – a partir de 25 de julho de 2008. adquiridos com isenção. (Dec.2. (Dec. (Dec. 33. (Dec. (Dec. (Dec.932/2009) a) na hipótese de importação do exterior. observando-se o seguinte: (Dec.932/2009) 1.931/2009) 1. no âmbito do Programa Governo Eletrônico de Serviço de Atendimento do Cidadão – GESAC. c) na hipótese de revenda de bem adquirido com o benefício previsto neste inciso.932/2009) b) para efeito de fruição do benefício. 32. com isenção ou tributação com alíquota zero pelo Imposto de Importação ou IPI.255/2008) 1. 33. das contribuições para o Programa de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público – PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS.2. deve ser comprovado o efetivo emprego das mercadorias e bens. o seguinte: (Dec. o disposto no inciso LV do art. (Dec. contempladas: (Dec. reforma ou modernização de estádios a serem utilizados na Copa do Mundo de Futebol de 2014. 32.(Dec.932/2009) 1. bens ou serviços destinados a desenvolver ações necessárias ao aparelhamento da sede e à construção do Centro de Lançamento de Alcântara e do Sítio de Lançamento Espacial do Cyclone-4.255/2008) 1. mediante indicação expressa no documento fiscal relativo à operação.ACS. saídas de mercadorias ou bens.255/2008) 2. 33. com mercadorias. o imposto será devido integralmente.931/2009) a) o disposto neste inciso aplica-se às seguintes operações ou prestações: (Dec. nos termos do art. as operações devem ser. outras condições ou controles previstos em portaria da Secretaria de Fazenda.932/2009) 3. 32. 32. com os acréscimos legais cabíveis. a prestação de serviço de comunicação referente ao acesso à INTERNET e à conectividade em banda larga.

veículos. pela União. que destinem insumos. em Brasília-DF. 34.931/2009) 4. 34.no período de 01 de janeiro de 2011 a 31 de dezembro de 2014. em Alcântara-MA.876/91 DECRETO 14. instrumentos. observando-se: (Dec. (Dec. aquisições destinadas às edificações ou às obras previstas no Tratado Binacional.931/2009) 6. (Dec. visando ao cumprimento do Tratado de que trata o subitem 6.931/2009) 3. aparelhos. desde que vinculadas à realização da Copa das Confederações da FIFA de 2013 e da Copa do Mundoda FIFA de 2014.931/2009) CCXI . 47. realizadas indiretamente. (Dec. (Dec. (Dec.450/2009) 2.450/2009) 2.931/2009) b) nas saídas de mercadorias. (Dec. promovidas pela Fédération Internacionale de Football Association . entradas decorrentes de importação do exterior de mercadorias ou bens destinados à ACS. 33. (Dec. bens ou serviços. 2. 33.931/2009) (Dec. (Dec. bens ou serviços destinados à ACS. 33. 33.1. quando realizadas com o objetivo de: (Dec. 33.931/2009) 6.1. 33.2. componentes. alíquota zero ou não sejam tributadas pelos impostos de competência da União. nos termos do art. máquinas. em 21 de outubro de 2003.931/2009) d) o benefício previsto neste inciso fica condicionado a que as operações e prestações estejam contempladas com isenção. à construção do Centro de Lançamento de Alcântara e ao Sítio de Lançamento Espacial do Cyclone-4. (Dec. o inadimplemento das condições do Regime Especial aqui mencionado tornará exigível o ICMS com os acréscimos legais estabelecidos na legislação tributária. destinados à ACS. no Centro de Lançamento de Alcântara. matérias-primas.931/2009) 5. LVII.931/2009) 1. 33. (Dec. viabilizar as ações contidas no Tratado de Cooperação de Longo Prazo na Utilização do Veículo de Lançamentos Cyclone-4. 33. que a operação é isenta do ICMS nos termos do Convênio ICMS 84/2008.450/2009) 1. 34. observando-se: (Dec. o disposto no art. prestações de serviços de comunicação contratadas pela ACS.construir as edificações ou as obras necessárias à ACS. as operações e prestações.450/2009) 2. às importações do exterior. 34. relativamente à base de cálculo do ICMS. 33. suas respectivas partes.450/2009) a) o benefício previsto neste inciso. observar-se-á. somente se aplica: (Dec.931/2009) 6. firmado entre a República Federativa do Brasil e a Ucrânia. 33.atualizado até 30 junho 2011 . o valor correspondente ao imposto não recolhido. na hipótese de haver cobrança proporcional.2.2. quando efetuadas sob amparo do Regime Especial Aduaneiro de Admissão Temporária previsto na legislação federal específica. que deverá ser deduzido do preço das respectivas mercadorias.FIFA ou a ela destinadas. 34. inclusive asimportações do exterior.450/2009) Decreto nº 14. peças e acessórios à sede da ACS.931/2009) 6. equipamentos. às operações e prestações que. 33. (Dec. (Dec. mediante contrato específico de empreitada. estejam desoneradas do Imposto de Importação ou do Imposto sobre Produtos Industrializados e das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor PúblicoPIS/PASEP e para a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social-COFINS.931/2009) c) não se exigirá o estorno do crédito fiscal. 33. 14.3. 33. LXXV (Dec. aparelhar a sede da ACS em Brasília-DF.1.876/91 . cumulativamente. dos impostos federais. inclusive material de uso e consumo e ativo fixo. prestações de serviço de transporte das mercadorias ou bens beneficiados com a isenção de que trata este inciso. 34. o contribuinte deverá indicar na respectiva Nota Fiscal: (Dec.

LVIII. 34.545/2010) 1. 34. sem cobertura cambial. (Dec. (Dec. 47.no período de 01 de fevereiro de 2010 a 31 de dezembro de 2020. (Dec. cujo objeto social seja relacionado à prática de esportes e desenvolvimento social. 34. poderão ser doados. instituições filantrópicas. bem como de suas unidades modulares a serem processadas. aos cascos e módulos. (Dec. 34.545/2010) CCXIV – no período de 01 de fevereiro de 2010 a 31 de dezembro de 2020.545/2010) 3. inclusive quando importados sob amparo de Regime Especial Aduaneiro de Admissão Temporária.478. máquinas.876/91 . para: (Dec.545/2010) 1.450/2009) (Dec. aparelhos. (Dec. na modalidade suspensão do pagamento. sob o amparo do Regime Aduaneiro Especial de Admissão Temporária. (Dec. 34. as operações de importação de bens ou mercadorias. nos termos das normas federais específicas que regulamentam o Regime Aduaneiro Especial de Exportação e de Importação de Bens Destinados às Atividades de Pesquisa e de Lavra das Jazidas de Petróleo e de Gás Natural . (Dec. para aplicação nas instalações de exploração de petróleo e gás natural. (Dec. 34. entidade desportiva ou outra pessoa jurídica. importadora autorizada pela contratada. 34. produtos ou equipamento técnicos destinados ao uso nos centros de treinamento.545/2010) a) a saída isenta dos bens e mercadorias previstos neste inciso. no País. as atividades de que trata o art. realizadas sob o amparo do Regime Aduaneiro Especial de Admissão Temporária. utilizados como insumos na construção e montagem de sistemas flutuantes e de plataformas de produção ou perfuração. reconhecia como sem fins lucrativos. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH. de 6 de agosto de 1997. pela concessionária ou autorizada. sem incidência do ICMS. reconhecidas como tais pelas autoridades brasileiras. dos bens e mercadorias fabricados no País que venham a ser subsequentemente importados com os benefícios previstos no inciso CCXII e no art.545/2010) 2. 34. no que se refere à comprovação do adimplemento. bem como das máquinas e equipamentos sobressalentes. 34. industrializadas ou montadas em unidades industriais. reparo e montagem de sistemas flutuantes e de plataformas de produção ou perfuração.545/2010) b) o disposto neste inciso aplica-se também: (Dec. constantes do Anexo 65. para a prestação de serviços destinados à execução das atividades objeto da concessão ou autorização. 34. os bens deverão ser de propriedade de pessoa sediada no exterior e importados. não dará direito à manutenção de créditos do ICMS referentes às operações que a antecederem. inclusive aquela destinada à exportação ficta. quando esta não for sediada no País. 34. por pessoa jurídica: (Dec. contratada. peças e mercadorias. bem assim a subcontratada. 34. XXXIII.450/2009) CCXII – no período de 01 de fevereiro de 2010 a 31 de dezembro de 2020. 34. acessórios. das Decreto nº 14. destinada a pessoa sediada no exterior. 34. dentro ou fora do Estado onde se localiza o fabricante.450/2009) 1. órgãos e entidades da Administração Pública direta e indireta.876/91 DECRETO 14. nos termos da legislação federal específica. observado o disposto no § 86.545/2010) CCXIII . 24.REPETRO. 1º da Lei Federal nº 9.450/2009) 3. (Dec. aos equipamentos. às operações realizadas sob o amparo do Regime Aduaneiro Especial de Drawback. 34. as operações de importação de bens ou mercadorias constantes do Anexo 65. (Dec. c) não se exigirá o estorno do crédito fiscal nos termos do art. 34.545/2010) 2.545/2010) 3.545/2010) c) para os efeitos da alínea "a". detentora de concessão ou autorização para exercer.atualizado até 30 junho 2011 . para utilização nas atividades de exploração e produção de petróleo e de gás natural. ou de outra forma relacionados às competições. (Dec. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH. quando utilizados como insumos na construção. as operações antecedentes à saída. observando-se o disposto no § 86 e o seguinte: (Dec.450/2009) 2. na forma do item 2.b) os bens.

atualizado até 30 junho 2011 . XXXIX. 36. 35. 35.310/2010) a) do Imposto de Importação .310/2010) CCXVIII . documento fiscal para documentar: (Dec. c) o tomador e a empresa prestadora do serviço sejam domiciliados neste Estado.876/91 .310/2010) 2. coletados de consumidores finais – Convênio ICMS 33/2010”. as saídas internas de água mineral acondicionada em garrafões descartáveis de 5 (cinco).876/91 DECRETO 14.545/2010) c) os equipamentos de uso interligado às fases de exploração e produção devem ingressar no território nacional para realizar serviços temporários no País por um prazo de permanência inferior a 24 (vinte e quatro) meses. (Dec. 35. 34.IPI. recauchutagem ou processo similar. (Dec. observando-se (Convênio ICMS 33/2010): (Dec. mesmo que recuperados de abandono. 35. nas prestações de serviço de comunicação referentes ao acesso à INTERNET por conectividade em banda larga prestadas no âmbito do Programa Internet Popular. diariamente. condicionando-se a fruição do benefício a que (Convênios ICMS 38/2009 e 11/2010): (Dec. todos os meios e equipamentos necessários à correspondente prestação. (Dec. consignando no campo “INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES” a expressão: “Produtos usados isentos do ICMS.310/2010) b) o preço referente à prestação do serviço não ultrapasse o valor mensal de R$ 30. desde que estejam cumulativamente desoneradas (Convênio ICMS 43/2010): (Dec. 35. (Dec.545/2010) b) as plataformas de produção devem estar em trânsito para sofrerem reparos ou manutenção em unidades industriais.310/2010) 1. 34. observado o disposto no art.CODECIPE. com destino à respectiva reciclagem. incluídos no preço do serviço. (Dec.310/2010) CCXIX . em decorrência de doação: (Dec. consignando no campo “INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES” a expressão: “Produtos usados isentos do ICMS nos termos do Convênio ICMS 33/2010”. Decreto nº 14. 35.ferramentas e aparelhos e de outras partes e peças destinadas a garantir a operacionalidade dos mencionados bens.222/2010) b) subsequentes àquelas mencionadas na alínea “a” (Dec.no período de 1º de agosto de 2010 a 31 de dezembro de 2022.310/2010) (Dec.a partir de 1º de maio de 2010. o recebimento de pneus usados.310/2010) a) a empresa prestadora forneça.a partir de 1º de agosto de 2010.626/2010) CCXVI .222/2010) a) destinadas à Coordenadoria de Defesa Civil de Pernambuco . (Dec.00 (trinta reais). (Dec.no período de 23 de junho a 30 de setembro de 2010.394. 35. 34.222/2010) CCXVII .a partir de 23 de abril de 2010. 35. observado o disposto no art. 10 (dez) ou 15 (quinze) litros.II ou do Imposto de Produtos Industrializados .545/2010) CCXV . 35. LXI. (Dec. 35. 35. as saídas de pneus usados. 47.310/2010) a) o benefício não se aplica quando a saída for destinada à remoldagem. 35.310/2010) b) o contribuinte do ICMS deve emitir. observando-se o disposto no § 86 e o seguinte: (Dec. 35. (Dec. as saídas internas de gás natural destinadas à indústria de vidros planos. e na distribuição às diversas Unidades Prisionais Brasileiras. CNPJ nº 00. recapeamento. quando o remetente não for contribuinte obrigado à emissão de documento fiscal.310/2010) (Dec.545/2010) a) os equipamentos deverão ser utilizados exclusivamente na fase de exploração de petróleo e gás natural. a saída dos produtos coletados. 35. (Dec. 34. 35.494/0008-02. tratamento ou disposição final ambientalmente adequada. as operações e prestações de serviços referentes à aquisição de equipamentos de segurança eletrônica realizadas por meio do Departamento Penitenciário Nacional.

35. no período de 21 de maio de 2010 a 31 de dezembro de 2012. (Dec. aparelho ou equipamento para fragmentação de cédulas. 35. classificado nos códigos 3003. no âmbito do referido Programa.atualizado até 30 junho 2011 . a parcela relativa à receita bruta decorrente das operações previstas neste inciso esteja desonerada das contribuições para os Programas de Integração Social . instituído pela Lei nº 11.no período de 1º de dezembro de 2010 a 31 de dezembro de 2011. de 16 de junho de 2009. nos termos do art.876/91 .611/2010) CCXXII . 35. (Dec.611/2010) 1. (Dec. (Dec.PAA.696.566/2010) 2. quando os referidos produtores não possuírem organização administrativa. realizadas no âmbito do Programa de Eficiência Energética. vinculadas ao Programa Farmácia Popular do Brasil .CELPE a consumidores localizados neste Estado. observando-se: (Dec.PASEP e para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS. as saídas internas de produtos agropecuários.35. (Dec.986/2010) c) o imposto dispensado nos termos deste inciso deve ser recolhido com os acréscimos legais cabíveis. observando-se: (Dec. quando realizadas na modalidade de compra direta vinculada ao Programa de Aquisição de Alimentos .566/2010) CCXXI . 35.90. 35. 35. DPC da Secretaria da Fazenda.b) das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público – PIS/PASEP e para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS.566/2010) b) para efeito do disposto neste inciso considera-se: (Dec. (Dec. inclusive aqueles beneficiados. instituído pela Lei Federal nº 10. (Dec. (Dec. localizada em comunidades rurais e seus aglomerados. na hipótese de inobservância das condições previstas nas alíneas ”a” e ”b”.PIS e de Formação do Patrimônio do Servidor Público . 35.566/2010) a) fica dispensada a emissão de Nota Fiscal relativa à circulação dos produtos de que trata este inciso. empreendedor familiar rural: unidade de beneficiamento de produtos agropecuários.PRONAF.464/2011) Decreto nº 14. (Dec. promovidas por agroindústria familiar rural e empreendedor familiar rural.90. de origem vegetal ou animal. LXII. (Dec.79 ou 3004. 36.947.69 da NBM/SH. o montante do imposto dispensado e o quantitativo de geladeiras doadas. sindicatos e cooperativas. 35. de propriedade de agricultor familiar ou de grupos de agricultores.986/2010) a) o valor correspondente ao imposto objeto da isenção de que trata este inciso deve ser destinado à aquisição de geladeiras para doação à população carente. e ao Programa Nacional de Alimentação Escolar – PNAE.611/2010) b) não se exigirá o estorno do crédito fiscal.876/91 DECRETO 14. 35. as operações com fosfato de oseltamivir. a importação efetuada pelo Banco Central do Brasil de máquina. à Diretoria Geral de Planejamento da Ação Fiscal . de propriedade de agricultor familiar e suas associações.611/2010) 2.986/2010) b) a CELPE deve informar anualmente. 36. a partir de 17 de fevereiro de 2011. observando-se (Convênios ICMS 73/2010 e 27/2011): (Dec. ao término de cada exercício fiscal.310/2010) CCXX – a partir de 1º de setembro de 2010.DI 11/0117199-7 (Convênio ICMS 4/2011). 35. de 02 de julho de 2003. o medicamento esteja contemplado com isenção ou alíquota zero do Imposto de Importação ou do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI. (Dec.566/2010) 1. agroindústria familiar rural: unidade de processamento de alimentos. relativamente às doações efetuadas pela Companhia Energética de Pernambuco .711/2011) a) o benefício fica condicionado a que: (Dec. suas associações. 35. enquadrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar .Aqui Tem Farmácia Popular e destinadas ao tratamento dos portadores da Gripe A (H1N1). que atendam à legislação da vigilância sanitária e estejam classificados nos critérios do PRONAF. classificados no código 8441.00 da NBM/SH e constantes da Declaração de Importação .35. 35.80. nas saídas internas de geladeiras. 47.986/2010) CCXXIII .

24. o ingrediente capazes de suprir a ração ou concentrado em vitaminas. III .INGREDIENTES . serão observadas as seguintes normas: I .CONCENTRADO . tenha a semente outro destino que não seja a semeadura. mediante prévio reconhecimento da Secretaria da Fazenda. ressalvadas as isenções de que tratam os incisos VI e VII do "caput". permitida a inclusão de aditivos (Convênios ICMS 100/97 e 20/2002). Goiás. entende-se por: I . (Dec. a isenção de que tratam os incisos III. limitado. § 10. 15. § 6º Nas operações interestaduais. assegurada a faculdade ali prevista.a mistura de ingredientes que. Minas Gerais. em que figurem como Estados remetentes Espírito Santo. ou.no período de 01 de janeiro de 1990 a 31 de dezembro de 1990.530/92) § 3º Para efeito da aplicação do benefício constante do inciso V. manilhas e postes.876/91 DECRETO 14.280/2002) IV . "b" e "d" do “caput”. é de se observar o seguinte: I . inclusive farinhas e farelos. ingredientes. 34. adicionada a um ou mais alimentos em proporções adequadas e devidamente especificadas pelo seu fabricante. § 8º A isenção mencionada no inciso VI do "caput" não prevalecerá se as mercadorias forem posteriormente objeto de saída para o exterior. Rio de Janeiro. ainda que atendendo aos padrões. Mato Grosso do Sul.qualquer mistura de ingredientes capaz de suprir as necessidades nutritivas para manutenção. constitua uma ração animal.SUPLEMENTO. hipótese em que se exigirá o pagamento do imposto correspondente às etapas anteriores. (Dec.04. II . desenvolvimento e produtividade dos animais a que se destina. aditivo e componente grosseiro.no período de 01 de janeiro de 1991 a 30 de junho de 1992.nas operações interestaduais. III . a partir de 09. a isenção ficará condicionada à celebração de protocolo entre o Estado de origem e o de destino da mercadoria. § 5º Nas operações com os produtos de que trata o inciso V.2002.813/92) § 2º Relativamente aos produtos estrangeiros. aminoácidos ou minerais. § 4º O benefício de que trata o inciso V. "b" do “caput”. relativamente às matérias-primas empregadas na produção dos produtos referidos no inciso VI. § 9º A partir de 01 de março de 1989. sem direito a crédito do tributo.RAÇÃO ANIMAL . a mistura de ingredientes e. Paraná. Mato Grosso. sal mineralizado.qualquer matéria-prima simples e livre de mistura utilizada na alimentação animal. Rio Grande do Sul. "c" do “caput”. Santa Catarina e São Paulo. só se aplica se a respectiva importação estiver isenta do Imposto de Importação. "c" do “caput”. a fruição da isenção somente ocorrerá com as operações contratadas por empresas de energia elétrica até 31 de dezembro de 1991. § 7º Não será exigido o recolhimento do imposto quando diferido ou suspenso. a fruição da isenção somente ocorrerá com as operações contratadas até 31 de dezembro de 1989.§ 1º Relativamente aos incisos I e LXXXV do "caput".do conceito de equipamentos ficam excluídos tubos. Quanto ao disposto no inciso IX do "caput". ao estabelecido nos §§ 13 e 14 do art. 15. a isenção de que trata a alínea "d" do inciso VI do "caput" somente se aplica às operações internas. as isenções de que tratam as alíneas "a" e "b" do inciso VI do "caput" vigorarão até 30 de abril de 1989. "c" do “caput” não se estende ao alimento. a isenção não prevalecerá se a semente não satisfizer aos padrões estabelecidos para o Estado de destino pelo órgão competente. IV e V. "a".876/91 . (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . para os produtos mencionados nas alíneas "a" e "b" do referido inciso. Decreto nº 14. II . mediante prévio reconhecimento da Secretaria da Fazenda.

a partir de 30 de dezembro de 1987. em Unidades de Beneficiamento de Sementes . (Dec. § 12. hadoque.530/92) § 14. a qualquer peixe seco. (Dec. 15.97) b) a partir de 01 de março de 1997. quando destinados: (Dec. 20. (Dec. desde que com grau de umidade inferior a 35% (trinta e cinco por cento). 19.relativamente a peixe seco: (Dec.096/97) I .à concessão de igual benefício. Fica dispensado o estorno do crédito fiscal ou o recolhimento do imposto diferido ou suspenso. pelo Governo Federal. 19. (Dec. com referência ao IPI. 20.a crustáceo.03. Decreto nº 14. § 11.a rã.a fruição do benefício previsto na alínea "b" do referido inciso IX fica condicionada à celebração de protocolo entre os Estados interessados.876/91 . obrigatoriamente. 20. 19. (Dec. pela Secretaria da Fazenda. a partir de 01 de outubro de 1991. IX e X.631/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. II. II . a partir de 16 de setembro de 1996. Amazonas. pelo Governo Federal. ainda que as respectivas posições tenham sido alteradas pela autoridade competente. merluza e salmão. (Dec. no qual serão definidas as condições para a concessão do favor. observada a isenção prevista no inciso LXXIII e. 19.à aquisição da mercadoria efetuada diretamente do estabelecimento fabricante.97) a) no período de 01 de maio de 1996 a 28 de fevereiro de 1997.ao reconhecimento prévio do direito à isenção.122/96) II . (Dec. independentemente do grau de umidade. por intermédio do Ministério da Justiça.03.a operação que destine o pescado à industrialização. Mato Grosso. XVI e XXI do “caput” não se aplicam aos produtos neles relacionados.122/96) IV .876/91 DECRETO 14. 7º. a indicação de que se trata de promoção da LBA. A isenção prevista nos incisos XXIII a XXV do "caput" não se aplica aos Estados das Regiões Sul e Sudeste. § 17. a qualquer peixe seco. bem como.UBS.631/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. A isenção prevista no inciso XL é limitada ao número de 10 (dez) milhões de cartões por ano.II . em lugar bastante visível. exceto. O disposto no inciso XIX do "caput" não se aplica: I . que vierem a ser aprovadas como sementes nos termos do inciso IX do "caput". As isenções de que tratam os incisos XXIII a XXV do "caput" aplicam-se aos produtos neles relacionados.97) VI . III .à industrialização. a partir de 01 de janeiro de 1990. Rondônia.atualizado até 30 junho 2011 . As isenções de que tratam os incisos XIII. IV . 20.a pirarucu. localizados na mesma Unidade da Federação. relativamente às entradas. Distrito Federal. (Dec. 19.631/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. a Roraima.343/98) III .03.ao exterior.à observância das normas previstas no Protocolo ICM 06/87. publicado no Diário Oficial da União de 02 de julho de 1987. que conterão. § 16. Acre. bacalhau. (Dec.343/98) § 15. conforme o disposto em portaria do Secretário da Fazenda. nos termos do art.a molusco. a hipótese de não-incidência de que trata o art.122/96) V . Mato Grosso do Sul e Goiás. de sementes não limpas ou não beneficiadas produzidas em campos próprios ou de cooperantes.096/97) § 13. 13. § 18.096/97) II . no período de 20 de janeiro a 31 de março de 1998. 19. observado o disposto no inciso XIII do art. 24. 20. (Dec. A fruição da isenção prevista no inciso XXVI fica condicionada: I . A isenção prevista no inciso XXXII do "caput" abrange a transferência da mercadoria do estabelecimento que a tenha produzido para o estabelecimento varejista da mesma entidade. relativamente a camarão.

entende-se por: I . com itinerário e horário previamente estabelecidos e viagens de freqüência contínua. ao dispositivo citado.22. totalizando o valor correspondente ao fornecimento de refeições ocorrido no respectivo período fiscal. no período de 31 de dezembro de 1999 a 31 de agosto de 2000. LXVII e XCVI do "caput".22.emitir uma única Nota Fiscal de Entrada. na coluna "Observações". o produto personalizado. 56. mediante permissão do Poder Público. O disposto no inciso XLIII não se aplica à saída de impressos destinados à comercialização.22. pelo beneficiário. § 26. (Dec. aos seguintes requisitos: a) destine-se a transporte coletivo popular: (Dec.modelo 1. A isenção a que se refere o inciso LXIV do "caput" abrangerá os seguintes produtos e quantitativos globais: I . à industrialização ou à distribuição a título gratuito.22. entre municípios limítrofes. (Dec. (Dec.milho em grão III . de matéria aprovada pelo CONFAZ Conselho de Política Fazendária relativa ao imposto. Para efeito do inciso XLIII. no período de 01 de março de 1989 a 31 de agosto de 2000. relativamente a fatos geradores ocorridos entre 01 de março e 14 de novembro de 1989. Para os efeitos do disposto no inciso LXV. aquele que atender. ficam condicionadas à divulgação. para informar e conscientizar a população.atualizado até 30 junho 2011 . cumulativamente. § 24. dentro do Estado. diretamente do estabelecimento gráfico. § 28.636/2000) b) obedeça a linha regular.emitir uma única Nota Fiscal .22.arroz em casca. para beneficiamento ou industrialização. Nas hipóteses de que tratam os incisos L. alíneas "c" e "f" do “caput”. correspondente às entradas verificadas no respectivo período fiscal. § 20. dentro do Estado. sendo-lhe facultado: I .876/91 . II . nas colunas próprias dos livros Registro de Entradas e Registro de Saídas.636/2000) 2. mediante concessão do Poder Público. quando couber. As isenções previstas no inciso LXI. O contribuinte que se beneficiar da isenção prevista no inciso LIX está obrigado a manter registro das operações realizadas.§ 19. § 27.876/91 DECRETO 14. (Dec. § 25.636/2000) 1.000 toneladas. fica dispensado o recolhimento do imposto devido em função de fato gerador ocorrido entre 01 de março de 1989 e a data de concessão do benefício prevista no respectivo inciso.transporte com características urbanas. A isenção de que trata o inciso LXIV do "caput" não prevalecerá nas saídas com destino a outra Unidade da Federação.000 toneladas.000 toneladas. II . § 21. entre municípios vizinhos. § 23.636/2000) 2. hipótese em que se concederá redução de 80% (oitenta por cento) na base de cálculo. sob encomenda.636/2000) 1. § 22. sem ônus para o Erário.22. para seu uso exclusivo.636/2000) Decreto nº 14. visando o combate à sonegação desse imposto. Incluem-se na isenção prevista no inciso LXIV do "caput" os produtos resultantes da industrialização objeto da doação indicada. 28. fazendo remissão. no período de 01 de março de 1989 a 30 de dezembro de 1999. Fica dispensado o recolhimento do imposto devido por consumidores residenciais de água. considera-se usuário final a pessoa física ou jurídica que adquira. "a" do “caput”. intermitente ou mista: (Dec.farinha de mandioca 329. a partir de 01 de setembro de 2000.

876/91 . quando for o caso. no mínimo: (Dec. e Lei Complementar nº 10.636/2000) 2. III . Decreto nº 14.73. exclusive a de emergência. 34.636/2000) 2.22. será dispensado o estorno do imposto creditado por ocasião da entrada da mercadoria. o estabelecimento fabricante efetuará. Lei nº 9.636/2000) 1.em virtude de perda do produto. estornar o imposto debitado quando da transferência da mercadoria para a filial. A falta de comprovação da exportação no prazo fixado no inciso II do parágrafo anterior ou a reintrodução da mercadoria no mercado interno implica em cassação do benefício fiscal.636/2000) II – transporte com características metropolitanas. Ilha de Itamaracá. corredor central. quanto à base de cálculo. a partir de 07 de janeiro de 1994.876/91 DECRETO 14. a empresa exportadora estabelecida neste Estado deverá: I . Camaragibe. (Dec. documentos comprobatórios da efetiva exportação.1. no período de 01 de março de 1989 a 31 de agosto de 2000. Cabo de Santo Agostinho.22. sem prejuízo das demais obrigações estabelecidas no regime especial de que trata o inciso anterior. com lotação permitida não inferior a 25 (vinte e cinco) passageiros sentados e seja caracterizado como veículo padrão urbano ou. § 32. (Dec. Jaboatão dos Guararapes. por sua vez.636/2000) 2.636/2000) 2. Itapissuma. de 06. (Dec. A isenção de que trata o inciso LXVIII aplica-se também na saída do produto de filial do estabelecimento fabricante.06. exclusive a de emergência.quando a filial estiver situada em Unidade da Federação diversa daquela onde se localize o estabelecimento fabricante. § 31.83. 31.22. O estabelecimento fabricante deverá recolher o imposto relativo à saída de que trata a alínea "d" do inciso LXVIII do “caput”. Para aplicação do disposto no inciso LXVIII e no parágrafo anterior.2. e lotação permitida não inferior a 30 (trinta) passageiros sentados.após decorrido o prazo de 01 (um) ano. III . contado do respectivo recebimento. de 08.94).22. observado.01. acrescido de juros de mora e atualização monetária cabível. São Lourenço da Mata e. o disposto no inciso I do “caput” do art. devendo o fabricante. apenas 01 (uma) porta.02.22. constituída dos Municípios de Abreu e Lima.obter regime especial junto à Secretaria da Fazenda. de 17. desde que com entre-eixo inferior a 5 (cinco) metros.o disposto nos incisos anteriores aplicar-se-á também às exportações efetuadas pela filial do fabricante. II .quando a saída for promovida por filial situada na mesma Unidade da Federação onde se localize o estabelecimento fabricante. será exigido o estorno do imposto creditado por ocasião da entrada da mercadoria. II . Moreno. observado o seguinte: I . ao fornecedor das mercadorias. § 30. o que for realizado dentro da área metropolitana.636/2000) c) seja realizado por veículo que tenha. a partir de 01 de setembro de 2000.001/2007) § 29. na hipótese de a exportação não se efetivar: I . o estorno de que trata o inciso IV do “caput” do art. entre dois ou mais municípios do Estado.nas hipóteses deste parágrafo.3. Recife. Ipojuca (Lei Complementar Federal nº 14.atualizado até 30 junho 2011 . Paulista. (Dec. a partir de 01 de setembro de 2000: (Dec.222.22. exclusive a de emergência.3. (Dec.22. 02 (duas) portas. dentro de um ano. Igarassu.entregar. qualquer que seja a causa. no mínimo 02 (duas) portas. para efeito de controle das operações efetuadas. IV .em razão de revenda do produto no mercado interno. (Dec. II . e lotação permitida não inferior a 21 (vinte e um) e menor que 36 (trinta e seis) passageiros sentados. contado da data do depósito. Olinda. 14.

417/93) § 37. "c". em relação a cada estabelecimento fabricante.424/94) II .os destinatários indicados nas alíneas "a". a aplicação das normas contidas na alínea "e" do inciso LXVIII do "caput" e nos §§ 30 a 33 dependerá da celebração. para qualquer dos destinatários arrolados no inciso LXIX. se for o caso. fabricante ou suas filiais.após decorrido o prazo de 1 (um) ano. Na hipótese do parágrafo anterior. II . condicionar a concessão do benefício ao exame de cada caso concreto. (Dec. de que trata o inciso LXIX. para liberação da mercadoria. nos casos de não se efetivar a exportação: I .424/94) a) a responsabilidade solidária pelo recolhimento dos débitos fiscais. exigirão. recolherá o imposto devido. deverá possuir autorização mediante regime especial. O recolhimento do imposto de que trata o parágrafo anterior não será exigido nas seguintes hipóteses: I .424/94) III . entre os Estados interessados. quando for o caso. ”d” e "e" do mencionado inciso deverão requerer a adoção de regime especial à Secretaria da Fazenda. com os acréscimos previstos na legislação. 17.atualizado até 30 junho 2011 .424/94) b) a obrigação de comprovar. a isenção prevista no inciso LXIX do "caput" não se aplica a operações cuja posterior exportação seja realizada em moeda nacional (Convênio ICMS 93/92). (Dec.424/94) I . Decreto nº 14. O armazém alfandegado e o entreposto aduaneiro.876/91 . § 39. qualquer que seja a causa. que as mercadorias foram efetivamente exportadas. IV .devolução da mercadoria ao estabelecimento fabricante ou aos destinatários mencionados no inciso LXIX. a contar da saída referida no citado inciso. § 34. "c".exigindo-se do contribuinte o recolhimento do imposto. (Dec.424/94) § 36. 15.530/92) § 33. 17. se não ficar caracterizada a espontaneidade do sujeito passivo. admitir-se-á efeito liberatório ao pagamento efetuado pela empresa exportadora a favor da Unidade da Federação à qual seja devido o imposto. o estabelecimento remetente. que será concedido desde que as operações estejam beneficiadas por isenção ou suspensão do IPI e os referidos destinatários assumam. cumulativamente: (Dec. 16. § 38. § 35. Admitir-se-á efeito liberatório ao pagamento efetuado pelos destinatários indicados no inciso LXIX do "caput" a favor da Unidade da Federação à qual seja devido o imposto. ressalvado o disposto no parágrafo seguinte. (Dec.transmissão da propriedade dos produtos depositados sob regime aduaneiro de exportação efetuada pelo estabelecimento fabricante. "d" e "e" daquele inciso. Relativamente a operações interestaduais. 17. reajustado monetariamente e com os acréscimos previstos na legislação.a partir de 01 de maio de 1994. aplicando-se ainda as sanções cabíveis.a partir de 01 de maio de 1994. 17.em virtude de reintrodução da mercadoria no mercado interno. Até 15 de outubro de 1992. o comprovante do recolhimento do imposto. inclusive. 17.876/91 DECRETO 14. 17. (Dec. que poderá. de protocolo.em razão de perda da mercadoria.após decorrido o prazo de 1 (um) ano contado da data da saída para os destinatários mencionados nas alíneas "a". monetariamente atualizado. O estabelecimento remetente. (Dec. II . Para fim do disposto no inciso LXIX do "caput": (Dec. III . sempre que ocorrerem as hipóteses previstas no inciso LXIX do "caput". § 40. os contribuintes mencionados nos incisos anteriores deverão observar outras condições ou mecanismos de controle estabelecidos na legislação de cada Unidade da Federação envolvida na operação. contado da data de entrada da mercadoria em armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro a que se refere a alínea "b" daquele inciso.

No caso dos incisos LXX e LXXI. até 45 (quarenta e cinco) dias do vencimento do prazo do ato concessório. aparelhos. mantidos os benefícios previstos no inciso LXIX. a aplicação das normas das alíneas "a". previsto no inciso LXXXIII. desde que administrado pela mesma pessoa jurídica e precedida a transferência de comunicação à Unidade da Federação de origem da mercadoria.07. O disposto no inciso LXXXII não se aplica às mercadorias importadas livres do Imposto de Importação. a critério da Secretaria da Fazenda. a isenção prevista no inciso LXXXII aplica-se exclusivamente às máquinas. § 43. Admitir-se-á que a mercadoria seja transferida de um entreposto aduaneiro para outro. do "caput".a inadimplência a que se refere o inciso anterior implicará na exigência do imposto atualizado monetariamente e dos acréscimos legais. destinados a integrar o ativo imobilizado de empresa industrial.§ 41. serão observadas as seguintes normas: I . 25.a outorga do benefício fica condicionada: a) à concessão de suspensão do pagamento do Imposto de Importação e do IPI. a recomposição apenas da última operação isenta. Para gozo do benefício da importação de mercadoria sob o regime "drawback". II .a Carteira de Comércio Exterior do Banco do Brasil S/A . § 47. até 10 (dez) dias após a liberação da mercadoria pela repartição federal competente.876/91 DECRETO 14. equipamentos. Para gozo do benefício previsto no inciso LXXXIII. calculados da data do vencimento do prazo de recolhimento do imposto devido pela importação.a armazéns alfandegados e entrepostos aduaneiros situados na mesma Unidade da Federação.530/92) § 50. "d" e "e" do inciso LXIX do "caput" depende da celebração de convênio que.a isenção somente se aplica quando.530/92) Decreto nº 14. § 48. e seus respectivos acessórios. com emissão de Nota Fiscal complementar. O disposto no parágrafo anterior aplica-se também a mercadoria importada. sem prejuízo da aplicação das penalidades cabíveis. (Dec. § 46.558/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01. de uma cópia da correspondente Declaração de Importação . quando houver modificação da destinação final do açúcar e do álcool. a isenção deixará de subsistir. 15.a estabelecimentos localizados na mesma Unidade da Federação. quando estiver depositada em entreposto aduaneiro de importação. b) à entrega. por ela considerados inadimplentes. além de dispor sobre condições e mecanismos de controle. sobressalentes e ferramentas. ser estendida às saídas de matéria-prima importada em regime de consórcio autorizado pelo Conselho de Política Aduaneira com destino a estabelecimento de empresas integrantes do consórcio. "c". § 44. A partir de 01 de maio de 1989.530/92) § 42. porém.2003) I . nos termos da legislação em vigor. instrumentos e materiais. (Dec.DI. Relativamente às remessas interestaduais. "a" do “caput”. pelo importador.encaminhará à Secretaria da Fazenda cópia do relatório dos importadores localizados neste Estado. com destaque do imposto calculado pela alíquota aplicável à hipótese sobre o valor total desta operação da qual tenha decorrido a reintrodução da mercadoria para consumo interno. III .876/91 . serão observadas as seguintes regras: (Dec. A isenção prevista nos incisos LXXIII e LXXIV do "caput" aplica-se também às saídas dos produtos primários nele relacionados para exportação com destino: I . cumulativamente: (Dec. A isenção prevista no inciso LXXVIII poderá. "b". poderá condicionar a concessão ao exame de cada caso concreto. 15. § 49. 15.CACEX . II . exigindo-se. ainda que situado em outra Unidade da Federação. que operam exclusivamente no comércio exterior. § 45.atualizado até 30 junho 2011 .

Fazenda e Planejamento relação mensal dos contribuintes que. b) novo Ato Concessório resultante da transferência dos saldos de insumos importados ao abrigo de Ato Concessório original e ainda não aplicados em mercadorias exportadas. VI . 15. de produtos resultantes da industrialização de matéria-prima ou insumos importados na forma deste parágrafo. contados da respectiva emissão: a) Ato Concessório Aditivo.o Departamento de Comércio Exterior . pela repartição federal competente. (Dec. 19. (Dec. no prazo de 10 (dez) dias da concessão. até 10 de outubro de 1996.312/2011) II . de documento equivalente. (Dec. consignando-se também o número do correspondente Ato Concessório do regime de "drawback". VIII . devidamente averbada com o respectivo embarque para o exterior. b) tenham sido punidos em processos administrativos ou judiciais instaurados para apuração de infração de qualquer natureza à legislação do imposto.2003) d) a partir de 1º de março de 2011. Decreto nº 14. caso a operação não fosse realizada com a isenção. a mercadoria importada não seja álcool.558/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01. sendo. comprovada mediante a entrega. a partir de 16 de abril de 1996. em qualquer caso com a expressa indicação do bem a ser exportado.DECEX do Ministério da Economia. até 45 (quarenta e cinco) dias após o término do prazo de validade do ato concessório do regime ou.a inobservância das condições impostas neste parágrafo para a isenção prevista na alínea "b" do inciso LXXXIII do "caput" acarretará a exigência do imposto devido. 77/91 e 16/96).DDE. na inexistência deste. da cópia da Guia ou Declaração de Exportação. emitido em decorrência da prorrogação do prazo de validade originalmente estipulado. calculados a partir da data da entrada do produto importado no estabelecimento.a Secretaria da Fazenda enviará ao Departamento do Comércio Exterior . e do vencimento do prazo em que o imposto deveria ter sido recolhido.876/91 DECRETO 14. da Declaração de Despacho de Exportação . a mercadoria importada não seja combustível ou energia elétrica ou térmica (Convênio ICMS 185/2010). apenas os semi-elaborados. pelo importador.o importador deverá entregar na repartição fazendária do seu domicílio.nas operações que resultem em saídas. 25. no prazo de 30 (trinta) dias.fica condicionado à efetiva exportação. conforme o caso. ou do recebimento ou das saídas. IV . tendo descumprido a legislação do imposto em operações de comércio exterior: a) respondam a processos administrativos ou judiciais que objetivem a cobrança de débito fiscal.DECEX deverá encaminhar à Secretaria da Fazenda: a) uma via do Ato Concessório do regime de "drawback" e de seus aditivos. (Dec.876/91 . inclusive com a finalidade de exportação. produtos industrializados.530/92) b) das mercadorias resultem. do produto resultante da industrialização da mercadoria importada. resultando na descaracterização do benefício ali previsto. devendo o respectivo imposto ser recolhido com a atualização monetária. 36. de cópias dos seguintes documentos. de documento equivalente. 19. conforme relacionados no Anexo 4 (Convênio ICMS 65/96). VII . ou.538/97) c) a partir de 01 de julho de 2003. cópias da Declaração de Importação. para exportação.a) as mercadorias sejam beneficiadas com suspensão do Imposto de Importação e do IPI. tal circunstância deverá ser informada na respectiva Nota Fiscal. da correspondente Nota Fiscal de Entrada e do Ato Concessório do regime ou.atualizado até 30 junho 2011 . até 30 (trinta) dias após a liberação da mercadoria importada. à repartição a que estiver vinculado. multa e demais acréscimos legais. (Dec.332/96) III . à repartição fazendária do seu domicílio.o importador deverá proceder à entrega. conforme o caso. expedido pelas autoridades competentes (Convênios ICMS 27/90. na inexistência deste. V .07.

sem implicar sua integração ao produto final a ser exportado. o imposto será devido a partir do ato da reintrodução. X – a partir de 1º de março de 2011.será concedida individualmente. fica dispensado o crédito tributário relativo às importações efetuadas nas condições ali mencionadas e realizadas no período de 31 de março de 1989 a 17 de outubro de 1991.620/2006) b) fica dispensada a apresentação do atestado de que trata a alínea "a": (Dec. As disposições do inciso LXXXIII aplicam-se.312/2011) b) consumida. no prazo de 45 (quarenta e cinco) dias.620/2006) 2.1. caso os respectivos produtos sejam reintroduzidos no mercado interno do País. nos termos da legislação aduaneira específica relativa à cobrança dos impostos federais incidentes na importação dos mencionados produtos. III . o emprego das mercadorias referidas no inciso LXXXVIII em finalidade diversa daquela ali prevista.556/99) I . considera-se (Convênio ICMS 185/2010): 36. de sua inscrição no Cadastro de Exportadores e Importadores. mediante requerimento à Secretaria da Fazenda. a mercadoria que for integralmente incorporada ao produto final a ser exportado. 29. 29. ainda que exista similar nacional do bem importado. até 10 (dez) dias. 15. a mencionada inexistência será atestada por órgão federal competente ou por entidade representativa do setor produtivo de máquinas.620/2006) 1. (Dec.com base nas informações de que tratam as alíneas "a" e "b" do inciso VII deste parágrafo.estende-se aos casos de doação. IV .620/2006) Decreto nº 14. a) empregada no processo de industrialização. peças e reagentes químicos. aparelhos e equipamentos com abrangência em todo o território nacional. administrado pela SUFRAMA. (Dec. está condicionada a ser o medicamento contemplado com isenção ou alíquota reduzida a zero do Imposto de Importação ou do IPI. contados da efetivação da medida. Nas hipóteses de isenção decorrente de exportação para o estrangeiro. às importações efetuadas através do Programa Especial de Exportação . Relativamente à isenção prevista no inciso XCVI do "caput": (Dec. 21.312/2011) § 51. § 54.na hipótese da alínea “b”. a ser cobrado com reajuste monetário e demais acréscimos legais cabíveis. 27. o atestado emitido nos termos do item 1. tornar-se-á devido o imposto. conforme o caso. Caracterizado. a partir de 01 de setembro de 2006. tomando-se como referência a data do fato gerador. (Dec. 19.1 terá a validade máxima de 06 (seis) meses. pesquisa ou prestação de serviços médico-hospitalares. 27.2.876/91 DECRETO 14.620/2006) 1. no que couber. e informar o fato. será atestada ou dispensada. à Secretaria da Fazenda. contados da data da inadimplência. a mercadoria que for utilizada diretamente no processo de industrialização.876/91 .atualizado até 30 junho 2011 . 29. 36.818/2005) a) no período de 01 de maio de 1999 a 23 de abril de 2000 e a partir de 18 de abril de 2005. sendo inaplicável o disposto nesta alínea. a qualquer tempo.818/2005) 1. IX . 36. (Dec. (Dec. a referida inexistência: (Dec. II .somente se aplica na hipótese de as mercadorias se destinarem a atividades de ensino. o DECEX deverá aplicar aos respectivos infratores as penas de suspensão ou cancelamento. 29.421/91) § 55. Relativamente ao disposto no inciso XCV do "caput". § 53. na finalidade que lhe é própria. (Dec. § 52. (Dec.b) relação de importadores inadimplentes das obrigações assumidas nos respectivos Atos Concessórios. até 31 de agosto de 2006.312/2011) (Dec. observando-se o seguinte a partir de 18 de abril de 2005: (Convênio ICMS 110/2004): (Dec. será atestada por órgão relacionado em portaria do Secretário da Fazenda. 29. na hipótese de partes.952/97) V – no que se refere à inexistência de produto similar produzido no País: (Dec.PROEX.

observado o disposto nos incisos III e VIII.316/2007) 1. 35/99 e 77/2004).063/2005) Decreto nº 14. impossibilitado de fazer uso do modelo comum.316/2007) c) nos seguintes períodos. a partir de 01 de fevereiro de 2007. (Dec. no período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 2006. com as características específicas para ser dirigido por motorista com deficiência física (Convênio ICMS 03/2007). 44/92. onde estiver domiciliado o requerente. 30. ateste sua completa incapacidade para dirigir veículos convencionais e sua aptidão para fazê-lo naqueles especialmente adaptados. 31. 30.316/2007) 2.010.558/92) § 57. excluídos. devendo a referida disponibilidade ser compatível com o valor do veículo a ser adquirido. (Dec. a partir de 01 de fevereiro de 2007. instruindo seu pedido com (Convênios ICMS 35/99. 29. 16. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 .316/2007) 2. o benefício será repassado ao adquirente. da qual conste o número de inscrição do interessado no Cadastro de Pessoas Físicas do Ministério da Fazenda . os documentos respectivamente indicados: (Dec. ascendentes ou descendentes. de seu cônjuge. podendo a referida disponibilidade ser da pessoa com deficiência física ou. comprovação de sua capacidade econômico-financeira. 30. que. no período de 17 de agosto de 1999 a 31 de janeiro de 2007. (Dec.316/2007) II . 16.417/93) b) laudo de perícia médica.417/93) 2.620/2006) § 56. 30.28. o trânsito da mercadoria será acobertado por via adicional da Nota Fiscal relativa à operação de que trata o inciso XLI. indicando as adaptações necessárias. 30. os acessórios opcionais que não sejam equipamentos originais. até 31 de janeiro de 2007. 2 (Convênios ICMS 40/91. 30. Na hipótese do inciso XLII. "b". no período de 27 de agosto de 1991 a 15 de julho de 1992.876/91 DECRETO 14. nas importações realizadas diretamente por universidade federal situada neste Estado.316/2007) a) até 31 de outubro de 2004. 77/2004. além da Declaração contida no Anexo 48. que se configurará.o adquirente domiciliado neste Estado deverá solicitar prévio reconhecimento da isenção à Diretoria Geral de Planejamento e Controle da Ação Fiscal – DPC da Secretaria da Fazenda. (Dec. declaração expedida pelo vendedor. (Dec.125/2007) d) a partir de 01 de novembro de 2004: (Dec. 15. discrimine as características específicas necessárias para que o motorista com deficiência física possa dirigir o veículo. apresentada diretamente ou por intermédio de representante legal. fornecido pelo Departamento de Trânsito do Estado . 29.28. sucessivamente. na Declaração de Disponibilidade Financeira ou Patrimonial. 30.316/2007) b) a partir de 01 de fevereiro de 2007.DETRAN. coordenação e execução de programas de pesquisa científica e tecnológica ou de ensino (Convênio ICMS 24/2000).063/2005) 1.o veículo será adquirido: (Dec.876/91 . Relativamente à isenção de que trata o inciso XCIX do "caput": (Dec. a partir de 24 de abril de 2000. na forma do Anexo 48. 30. (Dec. realizadas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq e por entidades sem fins lucrativos por ele credenciadas para fomento.316/2007) a) com a necessária adaptação e características especiais indispensáveis ao uso do adquirente.28. (Dec. (Dec.620/2006) 2. de 29 de março de 1990.316/2007) 1. (Dec. paraplégico ou deficiente físico. 43/94. nas importações beneficiadas pela Lei Federal nº 8.063/2005) I . a partir de 01 de novembro de 2004. o veículo se destinará a uso do adquirente. no sentido de que: (Dec. comprovação de disponibilidade financeira ou patrimonial suficiente para fazer frente aos gastos com a aquisição e a manutenção do veículo a ser adquirido. 29/2005 e 03/2007): (Dec. além de especificar o tipo de deficiência física: (Dec. (Dec.CPF.1. 30.

(Dec. 16. além de observar o disposto no seu inciso II (Convênios ICMS 44/92 e 03/2007): (Dec. "d".063/2005) VII – a partir de 01 de novembro de 2004 (Convênio ICMS 77/2004): (Dec.015/2000) V – a partir de 17 de agosto de 1999. informar a circunstância da aquisição sem adaptação. até 24 de abril de 2005. no prazo de 15 (quinze) dias. XXV. poderá adquiri-lo com isenção do ICMS sem a apresentação da respectiva cópia autenticada de que trata o inciso II. 30. conforme modelo previsto no Anexo 49.015/2000) VI – conforme previsto no mencionado inciso XCIX. incapacitado para dirigir veículo convencional (normal). para que o interessado adquira o veículo com isenção do ICMS. (Dec. 16. em 04 (quatro vias).DAT da Secretaria da Fazenda. no caso da alínea "g". restringindo-se essa limitação. (Dec. não se exigirá o estorno do crédito fiscal relativo às aquisições do remetente. declaração de isenção ou certidão negativa de débitos emitidas pelo Instituto Nacional da Seguridade Social – INSS. especialmente adaptado para ser dirigido por motorista portador de deficiência física. emitindo declaração. a autoridade competente. (Dec. somente será aceito se contiver. (Dec. comprovante de residência. a 1ª (primeira) via deverá permanecer com o interessado. nos termos do art. a partir de 02 de janeiro de 1998.063/2005) 4. devem estar amparadas por isenção do IPI. "f".063/2005) a) as operações de saída do veículo. detalhadamente. (Dec.063/2005) c) deferido o pedido.28. contados da data do recebimento do veículo.28. a 3ª (terceira) via deverá ser arquivada pela concessionária que tenha efetuado a venda ou intermediado a sua realização. 22.417/93) IV – a partir de 26 de julho de 1994. (Dec.DETRAN.1. bem como o local onde esta será efetuada. 16. em 3 (três) vias.28. ressalvados os casos excepcionais em que ocorra a destruição completa do veículo ou seu desaparecimento.417/93) 1ª via . 3. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . emitirá autorização.063/2005) 3.28. nos termos da legislação federal vigente.28. do mencionado inciso XCIX. (Dec. para que o referido órgão faça a vistoria e comprove a autenticidade da adaptação.28. 16. 47. todos os requisitos ali exigidos (Convênio ICMS 35/99).28. a isenção poderá ocorrer sem a exigência prevista no inciso I deste parágrafo. observado o disposto no § 58.063/2005) Decreto nº 14.063/2005) 2. a partir de 17 de agosto de 1999.28. (Dec.28. o beneficiário somente poderá usufruir da isenção uma única vez.Diretoria de Administração Tributária . do "caput". (Dec. (Dec.28. 2.876/91 . 3ª via . cópia autenticada da autorização expedida pela Secretaria da Receita Federal para aquisição do veículo com isenção do IPI.requerente.417/93) b) comparecer ao DETRAN. (Dec.063/2005) 3. IV. o laudo previsto no inciso II. que deverá remetê-la ao fabricante. hipótese em que o adquirente deverá. "b".28.417/93) (Dec. na qual constem as restrições referentes ao condutor e as adaptações necessárias ao veículo.063/2005) III – no período de 16 de julho de 1992 a 31 de outubro de 2003 e. 1. 16. (Dec. a partir de 01 de fevereiro de 2007. ao período de 3 (três) anos da data da aquisição (Convênios ICMS 83/94 e 35/99). a 2ª (segunda) via será entregue à concessionária.063/2005) 2.28. cópia autenticada da Carteira Nacional de Habilitação.316/2007) a) no requerimento referido no inciso anterior.063/2005) 1.063/2005) b) quando o interessado necessitar do veículo com adaptação ou característica especial para obter a Carteira Nacional de Habilitação.417/93) 2ª via . que terão a seguinte destinação: (Dec. (Dec.876/91 DECRETO 14. que terão a seguinte destinação: (Dec. 22.

nos termos da legislação vigente e sem prejuízo das sanções penais cabíveis.28. (Dec. a operação é isenta do ICMS nos termos do Convênio ICMS 77/2004 ou 03/2007. (Dec.316/2007) 2.28. exceto quando se tratar das seguintes hipóteses: (Dec. com atualização monetária e acréscimos legais.28. 30. a 4ª (quarta) via ficará com a GPC. nos termos do inciso III. na hipótese de (Convênios ICMS 35/99. 77/2004 e 03/2007): (Dec. 35/99. a pessoa que não faça jus ao mesmo tratamento fiscal. para retirar-lhe o caráter de especialmente adaptado. a contar da data da respectiva aquisição.br. a autorização de que trata o inciso VII.063/2005) IV – não-apresentação dos documentos previstos no § 57. "b". (Dec. (Dec. "c" poderá ser disponibilizada em meio eletrônico. furto ou perda total do veículo. Relativamente à isenção de que trata o inciso XCIX do "caput". até 15 (quinze) dias úteis: Nota Fiscal relativa à aquisição. (Dec. da Secretaria da Fazenda. VIII. (Dec. 1 .063/2005) d) a isenção somente se aplica se o adquirente não tiver débito perante o sistema de débitos fiscais da Secretaria da Fazenda.316/2007) c) a partir de 01 de fevereiro de 2007. 30. 30. alienação fiduciária em garantia.emprego do veículo em finalidade que não seja a que tenha justificado a isenção.28.316/2007) a) o valor correspondente ao imposto não recolhido.316/2007) IX – a partir de 28 de julho de 2009. 30.896/2009) § 58. no endereço www. o adquirente do veículo deverá recolher o imposto dispensado. caso o veículo não tenha saído de fábrica com as características específicas discriminadas no laudo previsto no inciso II. 33. 30.316/2007) II . (Dec.316/2007) 1. 30.316/2007) I – fazer constar na Nota Fiscal de venda do veículo o número do CPF/MF do adquirente. (Dec. 30. dentro do prazo de 3 (três) anos da data da aquisição. constante da correspondente Nota Fiscal.modificação das características do veículo.316/2007) § 59. 77/2004 e 03/2007): (Dec. conforme a hipótese. "d". cópia autenticada dos documentos respectivamente indicados (Convênios ICMS 77/2004 e 03/2007): (Dec. (Dec. a partir de 01 de novembro de 2004: Carteira Nacional de Habilitação mencionada no inciso II. (Dec. o estabelecimento que efetuar a operação isenta deverá (Convênios ICMS 40/91. com o respectivo demonstrativo da redução desse valor do preço do veículo. mediante fornecimento.063/2005) III . bem como.316/2007) b) a partir de 01 de fevereiro de 2007. 30.gov. 30.4.876/91 DECRETO 14. 30.sefaz.316/2007) b) até 180 (cento e oitenta) dias: (Dec. 30. 43/94.316/2007) I – transmissão do veículo.063/2005) VIII – o adquirente do veículo deverá apresentar à DPC. 30. a partir de 01 de novembro de 2004: (Dec. nos prazos e condições ali indicados (Convênio ICMS 03/2007).063/2005) 1.063/2005) b) a declaração de que: (Dec.316/2007) Decreto nº 14. transmissão do veículo em virtude do falecimento do beneficiário.28. a qualquer título.876/91 . nos prazos a seguir indicados. (Dec.28.316/2007) a) a partir de 01 de novembro de 2004. (Dec. Relativamente à isenção de que trata o inciso XCIX do "caput". contados da data da aquisição do veículo constante da respectiva Nota Fiscal. a partir de 01 de fevereiro de 2007: Nota Fiscal referente à colocação do acessório ou da adaptação efetuada pela oficina especializada ou pela concessionária autorizada. (Dec. transmissão para a seguradora no caso de roubo. de senha de acesso para a obtenção da referida autorização (Convênio ICMS 74/2009).(Dec. na INTERNET. ao interessado. 30. 30.316/2007) a) a partir de 01 de novembro de 2004.pe.atualizado até 30 junho 2011 .

beterraba. cumulativamente.fica a Diretoria de Administração Tributária. quando realizadas por comerciante para consumidor final. a partir de 01 de novembro de 2004. à DPC. devendo a referida entrega ser efetuada.558/92) § 61. Relativamente aos incisos CI a CIII do “caput”. conforme mencionado no § 57. cópia reprográfica da 1ª (primeira) via do respectivo documento fiscal. 15. serão adotadas as seguintes normas (Convênios ICM 44/75 e ICMS 68/90.558/92) II .2.612/92) (Dec.573/92) (Dec. (Dec. 24. pelo Fisco Federal. (Dec. (Dec. 15. computados todos os créditos fiscais relativos às operações anteriores. 15. 29.876/91 . contados da data da aquisição. 30.573/92) § 63. 15. (Dec.no período de 25 de maio de 1993 a 31 de março de 1994 e a partir de 01 de abril de 1994.558/92) I . e a mercadoria destinar-se a merenda escolar e estiver acompanhada. realizadas com isenção do ICMS. berinjela. 17.573/92) II . (Dec. da desoneração do Imposto de Importação ou da aplicação do regime de tributação simplificada. pelo respectivo adquirente do veículo. contado da data da operação.870/94) § 62.063/2005) II – até 31 de outubro de 2004. serão adotadas as seguintes normas: 15. a) fica concedido crédito presumido de valor correspondente ao montante do débito do imposto devido pela saída. 15. nos termos do inciso X do art.na hipótese da alínea "d" do mencionado inciso: (Dec. 15. 17/93 e 124/93).a norma prevista na alínea "a" do inciso I não se aplica quando. os produtos relacionados na alínea "b" do referido inciso XIII são os seguintes: batata-doce. além do respectivo documento fiscal. brócolis e broto de vegetais (Convênios ICM 44/75 e ICMS 68/90. ‘a".573/92) III . no período de 01 a 06 de janeiro de 1992. haverá tributação integral. XXIX. 17/93 e 124/93): (Dec. de documento expedido pela Secretaria adquirente. até o 15º (décimo quinto) dia útil. hipótese em que o imposto fica diferido. relativamente às operações realizadas com os produtos hortifrutícolas.097/97) b) quando destinadas à industrialização. (Dec. autorizada a editar as normas complementares que se fizerem necessárias à implementação e ao controle do disposto neste parágrafo. Relativamente ao inciso CIV do “caput”. exceto: (Dec.573/92) a) até 31 de dezembro de 1997. 15. (Dec. 13.097/97) I .nas operações interestaduais.424/94) V . o veículo não poderá ser alienado sem autorização do Fisco. nas hipóteses dos incisos CI e CII.as operações internas ficam isentas do ICMS. 20.876/91 DECRETO 14. serão adotadas as seguintes normas: (Dec. a partir de 01 de novembro de 1997. observado o seguinte: 15. 15. (Dec. as operações de saída dos produtos hortifrutícolas discriminados no inciso XIII do “caput”. VIII.316/2007) III – transferir o benefício ao adquirente do veículo. I . entregar. (Dec.573/92) b) a escrituração deverá ser feita de forma idêntica àquela prevista para operações isentas. bertalha.573/92) IV . (Dec. da Secretaria da Fazenda. 28.316/2007) § 60. (Dec. Ficam convalidadas. nos primeiros 3 (três) anos. o destinatário for Secretaria de Educação. 17.a isenção somente se aplicará quando não tenha havido contratação de câmbio e. (Dec. (Dec. não haja incidência do Imposto de Importação. No período de 01 de janeiro de 1992 a 31 de março de 1994 e a partir de 01 de abril de 1994. à repartição fazendária a que estiver vinculado. o disposto no art. mencionados nos incisos XIII e CXXII do “caput”. mediante redução do seu preço (Convênio ICMS 77/2004). observando-se. 15.atualizado até 30 junho 2011 . 30. estadual ou municipal.o benefício previsto nos incisos CII e CIII fica condicionado ao reconhecimento.641/2006) Decreto nº 14. 20.

20. à disposição do Fisco.612/92) IV .296/98 . 28.98) b) às saídas. beneficiador de sementes inscrito no Ministério da Agricultura. para efeito da fruição do benefício: (Dec. 28.291/2005) 2. (Dec.612/92) III .a) deve ser adotado o conceito de ração. cunicultura. a partir de 01 de setembro de 2005.a redução prevista no item 1 da alínea "i" estende-se: 01.291/2005) b) o destinatário seja: (Dec. a partir de 01 de setembro de 2005. 29. na transferência a estabelecimento produtor do mesmo titular ou na remessa a outro estabelecimento produtor em relação ao qual o titular remetente mantiver contrato de produção integrada. a) às saídas promovidas entre si pelos estabelecimentos referidos em seus itens.01. 15. (Dec. 20. 28. devendo a respectiva estimativa ser mantida. a partir de 01 de agosto de 2006.substâncias e misturas de substâncias ou microorganismos adicionados intencionalmente aos alimentos para os animais que tenham ou não valor nutritivo.01.EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. pelo prazo de 5 (cinco anos): (Dec.641/2006) b) o benefício aplica-se. na Secretaria de Produção Rural e Reforma Agrária ou em órgão equivalente (Convênio ICMS 99/2004). 28.876/91 . da mercadoria remetida para fim de armazenagem. considerando-se ainda. de concentrado e de suplemento de que trata o § 3º. conforme previsto no seu subitem 1. (Dec.296/98 . Pecuária e Abastecimento ou em órgão por ele delegado (Convênio ICMS 63/2005). PREMIX ou NÚCLEO .296/98 . desde que (Convênios ICMS 99/2004.mistura de aditivos para produtos destinados à alimentação animal ou mistura de um ou mais destes aditivos com matérias-primas usadas como excipientes que não se destinam à alimentação direta dos animais (Convênio ICMS 54/2006). e que afetem ou melhorem as características dos alimentos ou dos produtos destinados à alimentação dos animais (Convênio ICMS 54/2006). Usina de Beneficiamento de Sementes. 29. à ração animal. 28. (Dec. (Dec. 15. Pecuária e Abastecimento (Convênios ICMS 99/2004 e 16/2005).a isenção não se aplica aos agrotóxicos do grupo químico organoclorado nem ao melaço destinado à alimentação animal. 28. no período de 18 de abril a 31 de agosto de de 2005.98) V . o benefício concedido às saídas dos produtos destinados a pecuária e avicultura estende-se às remessas com destino a apicultura. (Dec.EFEITOS A PARTIR DE 01.98) (Dec. do próprio produtor. ainda.291/2005) 1.EFEITOS A PARTIR DE 01.641/2006) 2.a partir de 01 de janeiro de 1998.a Secretaria da Fazenda expedirá as normas complementares que se fizerem necessárias à execução e ao controle do benefício. real ou simbólico.612/92) II .296/98 .641/2006) 1. 28. (Dec. exceto seu item 2. a título de retorno.291/2005) Decreto nº 14. (Dec. ranicultura e sericultura. 28. 20.EFEITOS A PARTIR DE (Dec. registrada na Secretaria de Produção Rural e Reforma Agrária ou em órgão equivalente e no Ministério da Agricultura. a isenção concedida às sementes referidas na alínea "e" do mencionado inciso CIV estende-se à saída interna do campo de produção.01. 16/2005 e 63/2005): (Dec. inclusive.291/2005) 2. a partir de 01 de agosto de 2005. Pecuária e Abastecimento ou em órgão por ele delegado (Convênio ICMS 63/2005). (Dec.291/2005) 1. 29. aqüicultura.98) VI – a partir de 18 de abril de 2005. nas hipóteses das alíneas "b" a "i". (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . 15.01. no período de 18 de abril a 31 de agosto de de 2005.3. no Ministério da Agricultura. 20.291/2005) c) a produção de cada campo não exceda à quantidade estimada pelos seguintes órgãos. ADITIVO .291/2005) a) o campo de produção seja registrado: (Dec. preparada em estabelecimento produtor.876/91 DECRETO 14.

para fim do reconhecimento mencionado no inciso anterior.291/2005) 2.876/91 DECRETO 14. No período de 01 de junho a 31 de dezembro de 1992.818/2005) § 64. (Dec.9900 8464. conserto e reconstrução de embarcações ser efetuada pela indústria naval. ficam excluídas da relação contida no inciso CXIII do "caput" as seguintes mercadorias (Convênio ICMS 135/92): (Dec. a partir de 01 de setembro de 2005. Para efeito da isenção prevista no inciso CVII do “caput”.146/92) § 67. (Dec. 28. O disposto no inciso CXVI do "caput" também se aplica às operações de entrada decorrentes de contrato de arrendamento ou subarrendamento mercantil .atualizado até 30 junho 2011 CÓDIGO NBM/SH 8464. (Dec. 27. A partir de 05 de janeiro de 1993. pelo Ministério da Agricultura. 16. 15. as manilhas e os postes. pelo órgão estadual competente (Convênio ICMS 99/2004). II . quando o estabelecimento arrendador ou subarrendador esteja sediado em território de país estrangeiro e a mercadoria se destine ao uso próprio do arrendatário ou subarrendatário (Convênio ICMS 118/92). no período de 18 de abril a 31 de agosto de de 2005. 15. 16.417/93) § 68.291/2005) e) a semente não tenha outro destino que não seja a semeadura. cortadora multidisco. (Dec. 28. Pecuária e Abastecimento ou órgão por ele delegado. por ocasião da aprovação da inscrição do referido campo (Convênio ICMS 63/2005). deverá haver manifestação da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo sobre a inexistência de produto similar nacional. (Dec. O disposto no inciso LXIX aplica-se também em relação à embalagem necessária à exportação dos respectivos produtos. considera-se arrendamento ou subarrendamento mercantil . a partir de 01 de setembro de 2005. (Dec.813/92) III . 28. 16. 16.a fruição do benefício fica condicionada a reconhecimento prévio da Diretoria de Administração Tributária.291/2005) 2."leasing". 16."leasing" a operação realizada com estrita observância da legislação federal específica (Convênio ICMS 118/92). A partir de 16 de julho de 1992.98. multidisco com ciclo programável.9900 (Dec. serão observadas as seguintes normas: (Dec. Para os efeitos do inciso CXVI do "caput".813/92) § 66. (Dec. à vista de consulta específica da Secretaria da Fazenda de Pernambuco. 28.762/93) MERCADORIA Esticador hidráulico para tensionamento de lâminas de aço para serrar granito Linha automática seqüencial e simultânea para produção de lajotas de granito de baixa espessura. a isenção prevista no inciso XXXVII do “caput” somente ocorrerá na hipótese de a aplicação de peças. Pecuária e Abastecimento (Convênio ICMS 63/2005).417/93) § 70.813/92) I . 15. discriminando os produtos a serem adquiridos. (Dec.813/92) § 65. lustradeira de esteira para tiras de espessura até 20 mm e largura até 61 cm. da Secretaria da Fazenda.1.90. (Dec.813/92) (Dec. partes e componentes utilizados no reparo. 16. no período de 18 de abril a 31 de agosto de de 2005. 28. Secretaria de Produção Rural e Reforma Agrária ou órgão equivalente (Convênio ICMS 99/2004).291/2005) 1.ficam excluídos do conceito de equipamento os tubos. constituída de talhablocos.762/93) .417/93) § 69. o disposto no inciso XXXIV do "caput" aplica-se também às prestações de serviços de transporte das mercadorias ali referidas (Convênio ICMS 58/92). (Dec. em pedido do interessado. (Dec.876/91 . Ministério da Agricultura. calibradora de espessura com sistema Decreto nº 14.291/2005) d) a semente satisfaça o padrão estabelecido: (Dec. (Dec. 15. 15.

18. pelo remetente da mercadoria. (Dec. CII e CIII do "caput" e na alínea "c" do referido inciso CI somente se aplica quando não tenha havido contratação de câmbio e. documentação comprobatória das operações realizadas. A partir de 05 de janeiro de 1993. com acréscimo de juros e das penalidades cabíveis. 16. e "c". no montante correspondente à mercadoria que houver retornado. 18.876/91 . demonstrando-se na Nota Fiscal a respectiva dedução (Convênio ICMS 144/92).405/95) III . quando a operação não tenha sido onerada pelo Imposto de Importação.819/93) § 74.762/93) MERCADORIA Máquina para aplainar com mais de 4 eixos. 19. onde se encontre evidenciada a quantidade de combustível e lubrificante.819/93) (Dec. 16. Para fim do disposto no inciso CXXVI do "caput". junto à Diretoria de Administração Tributária da Secretaria da Fazenda. I . exceto no caso do inciso CI. aparelhos e equipamentos para uso do próprio adquirente das referidas partes e peças. 18.405/95) II . 5 e 6. 3. 3. do referido inciso: (Dec. 1.na hipótese do inciso CI. a isenção condiciona-se à observância do disposto na legislação federal aplicável .a isenção ali referida será reconhecida mediante ato da Diretoria de Administração Tributária. destinatárias dos produtos.quando a importação se referir a veículo e for realizada por funcionário estrangeiro dos órgãos ali referidos.812/95) II . biseladora e retificadora de esteira § 71. “b". A partir de 05 de janeiro de 1993. 18. "b".424/94) § 75. Na hipótese do inciso CXIV do "caput".05. o consignante se creditará do ICMS pago em decorrência da exportação.eletrônico de leitura digital. 17.relativamente ao benefício previsto na alínea "a". (Dec. à disposição do Fisco. consideram-se bens do ativo fixo as partes e peças destinadas à reposição e à montagem de máquinas.720/2001) a) somente se aplica à mercadoria isenta do IPI ou com a alíquota do mencionado imposto reduzida a zero.405/95) I . (Dec. (Dec.uma vez comprovada destinação diversa do produto. 23. nas condições do mencionado inciso. fica excluída da relação contida no inciso CXV do "caput" a seguinte mercadoria (Convênio ICMS 138/92): (Dec. (Dec. Na hipótese do inciso CXXXI: (Dec.atualizado até 30 junho 2011 .720/2001) § 77. 19. (Dec.2001 a 08.o contribuinte deverá manter. por espécie.122/96) Decreto nº 14.2001. com identificação das empresas proprietárias das aeronaves e embarcações. da destinação da mercadoria.9900 (Dec.876/91 DECRETO 14. (Dec. fica dispensada a apresentação da Declaração de Exoneração do ICMS na Entrada de Mercadoria Estrangeira. atualizado monetariamente a partir do momento do desvio. o estabelecimento vendedor deverá deduzir do preço da mercadoria o valor correspondente ao imposto dispensado. 23. observando-se (Convênios ICMS 18/95 e 106/95):" (Dec. fornecida em cada mês. o contribuinte deverá recolher o ICMS devido.762/93) § 72. a partir de 01 de maio de 1994. “b".92. microajustamento de cabeçote e indicação eletrônica de largura e espessura de trabalho CÓDIGO NBM/SH 8465.720/2001) b) fica convalidada a isenção relativa às saídas realizadas no período de 01. à vista de requerimento da parte interessada. 16. 23. (Dec. 16. (Dec. (Dec. 16.ocorrendo a hipótese prevista no inciso CI. será observado o seguinte: 16. 17. mediante documento expedido pela Secretaria de Educação beneficiada com a doação. a isenção ali prevista fica condicionada.937/94) § 76. à comprovação. O disposto na alínea "b" dos incisos CI.122/96) I .762/93) § 73.08. relativamente à isenção prevista no inciso CIV do "caput". Relativamente ao disposto no inciso CXXI do “caput”.819/93) II .3. (Dec.

25. as referências feitas à Administração Pública somente se aplicam ao Poder Executivo Estadual e.2003) I . 23.2001) a) não será exigido o estorno do crédito referente às respectivas entradas. (Dec. 21. inclusive as mencionadas no § 2º do art.673/99) § 79.859. 23. efetuada por meio de faturamento direto ao consumidor.a partir de 01 de setembro de 1999. no período de 19. o benefício previsto no inciso CCV deverá ser considerado para obtenção do correspondente valor. com abrangência em todo o território nacional (Convênio ICMS 131/98).545/2010) Decreto nº 14. "e". 34. quando necessários à respectiva conservação ou transporte. XCVI. aparelhos e equipamentos.217. 1.246/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01.876/91 DECRETO 14. 7º.a partir de 01 de março de 2003. 27. LXI. (Dec. mencionado no citado inciso. constantes do Anexo Único do Convênio ICMS 87/2002." (Dec. (Dec.03.a partir de 27 de abril de 1995. Relativamente ao benefício previsto no inciso CVIII: (Dec. e alterações (Convênios ICMS 36/2008 e 54/2009).650/2001) (Dec. ao Estado do Amazonas. nos termos do Decreto nº 23. (Dec. quando a destinação for aquela indicada no inciso CLXXXII.2003) § 81.310/2010) § 86.93). ao Federal ou ao Municipal. 23. CXLVI. na aquisição de veículos automotores novos em outra Unidade da Federação. XLVIII. Relativamente à isenção prevista no inciso CLXVII do "caput": (Dec. não se aplica às operações realizadas com o Distrito Federal.541/2005) § 83.DAF. 25.03.641/2008) § 85. jornal ou periódico (Convênio ICMS 21/95). observado o disposto no art.246/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01.06. 23. Relativamente aos incisos XXXV.06. a partir de 01 de dezembro de 2004. 21. 47. Relativamente ao disposto nos incisos CCXII.2001 a 08. XXXVIII.673/99) I . (Dec.2001. Para efeito da avaliação das mercadorias adjudicadas. (Dec. nos termos do art.08.673/99) II . submetido a qualquer dos processos de resfriamento ou congelamento. 615 e. CLI. até 1º de agosto de 2009. (Dec. a partir de 09. relativamente à parte do imposto que cabe a este Estado. II.06.642/2006) § 84.246/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. (Dec. fica excluído da condição de industrializado o produto hortifrutícola em estado natural.2001. CXI. de 23 de abril de 2001. na alínea "d" do referido inciso. CLXXVIII e CLXXXII. a partir de 01 de agosto de 2005. que não poderá ser superior à média do respectivo preço de venda no mês anterior. previstos no § 2º. aplica-se a isenção ali prevista. (Dec.650/2001) 2.2003) II . 28. 23.atualizado até 30 junho 2011 . CLIV. Para efeito da fruição do benefício previsto no inciso XIII do "caput": (Dec. 31. A partir de 01 de setembro de 2006. ao Estado de Roraima. a partir de 19.2001) b) não se aplica às operações de saída dos produtos ali mencionados com destino: 23. a inexistência de produto similar produzido no país será atestada por órgão federal competente ou por entidade representativa do setor produtivo de máquinas. de 19. 7º (Decreto nº 16. 21. relativamente aos fármacos fumarato de formoterol diidratado + budesonida e ciclosporina.373/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 19.545/2010) a) a fruição dos benefícios ali previstos é opcional e fica condicionada: (Dec.06.não se considera produto em estado natural aquele submetido a qualquer operação havida como industrialização. a isenção prevista no inciso CLXIV também se aplica às operações amparadas por regime aduaneiro especial de depósito afiançado .650/2001) § 80. (Dec. a isenção somente alcança as empresas cuja atividade preponderante seja a prestação de serviço de radiodifusão ou a industrialização de livros. 35. quando for o caso. (Dec.2001. ao Estado do Paraná.188/2005) § 82. e alterações. CCXIII e CCXIV do "caput" observar-se-á: (Dec.08.03. 25. 29. 34.876/91 .§ 78.08. do art.650/2001) 3.373/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 19. O benefício de que trata o inciso CLXXVIII.

atualizado até 30 junho 2011 . 34.409/2011) § 91 . (Dec. 36. (Dec. (Dec. (Dec. o benefício ali previsto somente se aplica aos produtos chapas de aço. 34. O disposto no inciso CLXIV do "caput" não se aplica às operações com mercadorias abrangidas pelo REPETRO. 34. 34. a que as respectivas operações sejam desoneradas dos impostos federais. que possibilite realizar o acompanhamento da aplicação do REPETRO. à formalização de pedido específico do contribuinte dirigido à Diretoria Geral de Planejamento da Ação Fiscal – DPC da Secretaria da Fazenda. equipara-se ao produtor rural a entidade sem fins lucrativos que possua termo de delegação ou convênio firmado com a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba – CODEVASF. 35. 35.545/2010) 2. a partir de 30 de julho de 2010.611/2010) § 90. Para efeito do disposto no inciso CLXXXII. bem como da utilização dos bens na atividade para a qual foram adquiridos ou importados. 36. (Dec.545/2010) § 88. Relativamente ao disposto no inciso CLVI.o consumidor interessado. observando-se: (Dec.876/91 DECRETO 14. contido nas propostas vencedoras de processo licitatório.545/2010) 3.876/91 . (Dec.545/2010) b) não ocorrendo a formalização de que trata a alínea "a". disciplinado no Capítulo XI do Decreto Federal nº 4. em razão de isenção.545/2010) c) a inobservância das condições ali estabelecidas tornará exigível o ICMS com os acréscimos legais cabíveis. 34.1.290/2010) I – o disposto no caput somente se aplica em relação à energia elétrica consumida em bombas de captação e pressurização de água destinada à irrigação de propriedades rurais. (Dec. para efeito da fruição do benefício. quando os referidos produtos forem destinados à fabricação de torres para suporte de gerador de energia eólica (Convênio ICMS 11/2011). (Dec. deverá encaminhar à empresa fornecedora de energia elétrica o respectivo requerimento instruído com documentos que comprovem o atendimento às condições previstas neste parágrafo.543.545/2010) § 87. cabos de controle. 34.711/2011) Decreto nº 14. sendo obrigatória a demonstração expressa dessa dedução no correspondente documento fiscal(Convênio ICMS 110/2010). (Dec. na hipótese do inciso CLXVIII. (Dec. suspensão ou alíquota zero. a que. 35. 1. Para efeito de fruição do benefício de que trata o inciso XLVIII. “d”. porconta e ordem da distribuidora de combustíveis. seja colocado à disposição da Secretaria da Fazenda sistema informatizado de controle contábil e de estoques. nas operações internas em que o óleo diesel seja entregue pela refinaria de petróleo ou suas bases diretamente à empresa produtora de energia elétrica. mediante operação de venda à ordem. cabos de potência e anéis de modelagem. mediante acesso direto. de 26 de dezembro de 2002 (Convênio ICMS 130/2007). A partir de 1º de abril de 2011. não será exigido o recolhimento do ICMS devido por substituição tributária de que trata o Convênio ICMS 110/2007. sem prejuízo das demais exigências. o valor correspondente ao benefício ali previsto deverá ser deduzido do preço dos respectivos produtos.290/2010) II . constantes do Anexo 28. (Dec. prevalecerá o regime normal de tributação. 35. a qualquer tempo.290/2010) § 89.

2000) b) nas seguintes hipóteses específicas. inclusive com destino a trabalhador autônomo ou avulso. desde que o produto retorne ao remetente.2000) a) até 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de janeiro de 1995. A suspensão da exigência do imposto nas operações e prestações será definida em convênio homologado conforme o disposto em legislação específica. real ou simbólico.977/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 30. com o objetivo de retorno. II . desde que o retorno do produto resultante. Art.CAPÍTULO IV Da Suspensão Art. 11. 15. empresa pública. prorrogável por mais 180 (cento e oitenta) dias. 10.na saída de mercadoria remetida a outro estabelecimento do mesmo contribuinte ou de terceiro. e os produtos resultantes da industrialização. na hipótese de bem de ativo fixo (Convênios ICM 18/78. contados da data da respectiva saída. 25/81 e 35/82 e ICMS 80/91 e 151/94).558/92) IV .10. quando promovida por órgão da administração pública. reparo ou industrialização: (Dec. inclusive com destino a trabalhador autônomo ou avulso que preste serviço pessoal. sendo atribuído o valor que conste da contabilidade do remetente. § 1º Para fim deste artigo. na saída interna e interestadual de mercadoria. a critério da autoridade fiscal competente. III . desde que retorne ao estabelecimento de origem. no prazo de 180 (cento e oitenta) dias. objeto do retorno. 22. para ser industrializado por estabelecimento localizado neste Estado de Pernambuco. 17. a partir de 30 de outubro de 2000. 17. sociedade de economia mista e empresa concessionária de serviços públicos. o produto que remeter seja grão de soja. quando a saída ocorrer dentro do Estado. (Dec. se for o caso.876/91 .na saída interestadual de produto destinado a conserto. admitindo-se excepcionalmente uma segunda prorrogação de igual prazo. (Dec. 17. sejam óleo bruto e farelo de soja: 90 (noventa) dias (Protocolo ICMS 44/2000).977/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 30.905/94) III . fica suspensa a exigência do imposto: I . mediante autorização expressa da Secretaria da Fazenda do Estado de localização do mencionado autor da encomenda: (Dec. 29.até 31 de dezembro de 1994. ficando a responsabilidade tributária pelo respectivo imposto com o primeiro estabelecimento.10. II . para fim de industrialização.quando não ocorrer o retorno da mercadoria. considera-se suspensão da exigência do imposto a situação jurídica em função da qual deixa de ser exigido o imposto em relação à saída da mercadoria de um estabelecimento para outro.na saída de gado destinado a exposição realizada em outra Unidade da Federação. desde que o mencionado produto retorne ao estabelecimento de origem. A partir de 01 de março de 1989 ou das datas expressamente indicadas. ocorra nos prazos respectivamente indicados. (Dec. ao estabelecimento de origem.atualizado até 30 junho 2011 . § 2º Interrompe-se a suspensão: I . quando o autor da encomenda estiver localizado no Estado da Bahia. 22.quando vencer o prazo do retorno sem que a mercadoria retorne. prorrogáveis por igual período. para fim de industrialização.809/2006) DECRETO 14.905/94) a) até 30 de setembro de 1994. desde que o produto final retorne ao estabelecimento de origem: (Dec. contados da data da remessa promovida pelo estabelecimento autor da encomenda. (Dec. em que o destino seja a industrialização.905/94) b) a partir de 01 de outubro de 1994. (Dec.quando ocorrer a saída da mercadoria do destinatário para estabelecimento diverso do remetente. 29. para fim de industrialização ou prestação de serviço relacionado no Anexo 1.809/2006) 1. 32/78.

182/2003) DECRETO 14.30.10.21. o industrializador deverá emitir Nota Fiscal. de latão. com os acréscimos moratórios.9. 29. classificados como sucata.29.809/2006) 1. quando o autor da encomenda seja estabelecimento industrial localizado neste Estado de Pernambuco. para industrialização por estabelecimento localizado neste Estado de Pernambuco.876/91 .8. além dos requisitos exigidos na legislação em vigor: (Dec. em retorno ao estabelecimento encomendante.809/2006) 3. nitrato de amônio 3.20.20.0200 2503. os produtos que remeter sejam matérias-primas. 26. a partir das datas indicadas nos respectivos itens: (Dec.2. sem destaque do valor do imposto. cloreto de potássio 3. sejam adubos simples ou compostos e fertilizantes: 180 (cento e oitenta) dias. não ocorrendo o retorno nos termos previstos na alínea "b". o imposto com exigência suspensa nos termos da alínea "b" será recolhido em favor do Estado onde se localizar o autor da encomenda. (Dec.10. o valor atualizado do imposto com exigência suspensa. (Dec. a partir de 14 de julho de 2006. restringindo-se as referidas matérias-primas às seguintes (Protocolo ICMS 22/2006): (Dec. contendo.10. além dos requisitos exigidos na legislação em vigor. da Secretaria da Fazenda do respectivo Estado onde esteja localizado o estabelecimento autor da encomenda e o industrializador. fosfato natural bruto 3.0100 3103. sulfato de amônio 3. o estabelecimento encomendante emitirá Nota Fiscal. a partir de 01 de novembro de 2003.MAP 3.182/2003) 5. incidentes a partir da remessa da mercadoria para industrialização. mediante regime especial. uréia 3. a partir de 01 de maio de 2004.1.0300 3102. 29.0000 2510. será devido ao Estado de localização do estabelecimento industrializador apenas o imposto incidente sobre o valor total cobrado pelo industrializador ao estabelecimento autor da encomenda. no retorno dos produtos resultantes da industrialização.809/2006) Matéria-prima 3. (Dec. o autor da encomenda deverá recolher. até o 1º (primeiro) dia útil subseqüente ao vencimento do prazo para o referido retorno ou da respectiva prorrogação.5. na hipótese de perecimento ou desaparecimento das mercadorias remetidas para industrialização. 26.0100 da c) na hipótese da alínea "b". os produtos que remeter sejam resíduos industriais de cobre e.182/2003) 3. 29. objeto do retorno. quando o autor da encomenda estiver localizado no Estado da Paraíba. nitrato de cálcio 3. 26.182/2003) 6. seja qual for a causa. (Dec.3.7. 26. e o retorno dos produtos resultantes da industrialização seja efetivo: 90 (noventa) dias (Protocolos ICMS 17/2003 e 09/2004). será observado o seguinte. enxofre Código NBM/SH 3102. superfosfato triplo 3. diidrogeno-ortofosfato de amônio . real ou simbólico.40.4.0000 3104. a adoção da suspensão da exigência do imposto prevista na alínea "b" fica condicionada à prévia autorização. para ser industrializados por estabelecimento localizado no Estado de São Paulo.0200 3102. contendo. 26. na saída dos produtos resultantes da industrialização.10.2.6.0000 3103. 26. (Dec.0000 2834. na remessa da mercadoria para o estabelecimento industrializador. superfosfato simples 3.182/2003) 4.10. a expressão "Suspensão do ICMS Protocolo ICMS ____". (Dec.182/2003) 2.atualizado até 30 junho 2011 .0200 3105. e os produtos resultantes da industrialização.

809/2006) 10. nome do titular. de um estabelecimento para outro. pelo qual foi a mercadoria recebida em seu estabelecimento para industrialização.2. prazo e condições estabelecidos na legislação da Unidade da Federação à qual for devido. (Dec. (Dec. dados identificadores do documento fiscal.2. estadual e no CNPJ/MF. endereço e número de inscrição. 26.182/2003) 6.182/2003) 9.876/91 .3. (Dec.na saída de bem integrado ao ativo fixo. (Dec.2.182/2003) 10. contados da data da saída: (Dec. sendo atribuído ao mesmo o valor que conste da contabilidade do remetente. emissão de documentos fiscais e imposição de penalidades. 29. com destaque do imposto.1.2. do estabelecimento destinatário para o qual for efetuada a remessa dos produtos. (Dec. será observada a legislação tributária da Unidade da Federação de localização do estabelecimento. 26. além dos requisitos exigidos.809/2006) 10. e ainda: (Dec.1 nome do titular. com destino a outro estabelecimento. destaque do valor do imposto calculado sobre o valor total da encomenda. (Dec. por ocasião da entrega global ou parcial das mercadorias (Protocolos ICMS 44/2000 e 22/2006): (Dec. VI . do estabelecimento que irá promover a remessa das mercadorias.2. os documentos fiscais emitidos na forma desta alínea deverão conter a indicação do respectivo Protocolo ICMS. 26. na qual. quando devido.2. (Dec. na hipótese da alínea "b".2. constará. (Dec. 29.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. 26. como natureza da operação. além dos requisitos exigidos. sem destaque do valor do imposto. em nome do destinatário das mercadorias. pelo estabelecimento industrializador. 26. e do seu emitente. para acompanhar o transporte das mercadorias. estadual e no CNPJ/MF. desde que retorne ao estabelecimento de origem.2.3. 29. como natureza da operação. (Dec. valor da mercadoria recebida para industrialização e valor total cobrado do autor da encomenda. endereço e número de inscrição.182/2003) 10. série. ocorrendo a remessa dos produtos resultantes da industrialização. pelo estabelecimento encomendante. em nome do estabelecimento encomendante. no prazo de 90 (noventa) dias. número. 26. endereço e número de inscrição.1. 29.905/94) DECRETO 14. estadual e no CNPJ/MF.2. além dos requisitos exigidos. 29. endereço e número de inscrição. do respectivo emitente. subsérie da Nota Fiscal prevista no item 10.182/2003) 10. na hipótese de bem do ativo fixo. que será calculado sobre o valor adicionado. 29. série e data da Nota Fiscal de remessa das mercadorias recebidas para industrialização.2.2.2. 1 e 3.182/2003) 8. número.na saída de produto destinado a conserto ou reparo. (Dec. 17. "Retorno simbólico de produto industrializado por encomenda". o pagamento do imposto obedecerá à forma. subsérie e data da Nota Fiscal de que trata o item 10. do seu emitente.809/2006) 10. em especial quanto à escrituração de livros. 26. (Dec. pelo estabelecimento industrializador: (Dec. bem como o nome. consignando-se.809/2006) 10. destaque do valor do imposto.1. em nome do destinatário. desde que retorne ao estabelecimento de origem.2. número.182/2003) 6. por conta e ordem do encomendante. na qual.809/2006) 10.182/2003) 10.182/2003) 7.6. série. com destaque do imposto.1. "Saída simbólica de produto industrializado por encomenda".1. como natureza da operação. dentro do Estado. 26. no prazo de 180 (cento e oitenta) dias. constará.809/2006) V . "Remessa por conta e ordem de terceiros". valor da mercadoria recebida para industrialização e valor adicionado. será emitida Nota Fiscal.4. estadual e no CNPJ/MF. destacando deste o das mercadorias empregadas no respectivo processo produtivo.2. 26. quando devido. bem como nome.

16. para serem utilizados pelo remetente no fornecimento de trabalho a usuário ou consumidor final. a critério da autoridade fazendária competente. quando. 20. a fim de ser utilizado na elaboração de produto ou na prestação de serviço relacionado ao Anexo 1. Piauí e Rio Grande do Norte. prorrogável.nas saídas de gado bovino fêmeo e reprodutor para os Estados do Ceará. gabaritos.265/97) b) 60 (sessenta) dias. remetido de um para outro estabelecimento produtor. ferramenta ou utensílio. deste artigo e no § 23 do art.265/97) X .154/91) XIII . Ceará. 14. (Dec. prorrogável por mais 30 (trinta) dias. modelos e estampas. 45/2000 e 11/2002): (Dec.614/92) c) desde que ocorra o respectivo retorno ao estabelecimento de origem no prazo de até 180 (cento e oitenta) dias.905/94) VII . quando a mercadoria destinar-se a exposição. a critério da autoridade fiscal competente. (Dec. Bahia. em retorno ao estabelecimento de origem. Alagoas. 20. desde que se destinem exclusivamente a "recurso de pasto”.na saída de mercadoria de que trata este artigo. ressalvada a hipótese do valor agregado. na hipótese do item anterior. (Dec. veículo. padrões. XI . observado o disposto no § 5º.atualizado até 30 junho 2011 . Piauí e Rio Grande do Norte. (Dec. Pernambuco. Sergipe. 08/99.na saída de máquina. prorrogável. mediante requerimento do interessado (Protocolos ICMS 14/94.265/97) XII . nos termos do disposto no art. (Dec. feira.652/2008) 2. desde que retorne ao estabelecimento de origem. quando a mercadoria destinar-se a exposição. Ceará. feira ou demonstração a não-contribuinte.na saída de produto primário.relativamente ao gado destinado a "recurso de pasto": (Dec. 13/98. matrizes.614/92) b) no período de 01 de julho de 1992 a 30 de julho de 1994. Rio Grande do Norte (Protocolo nº 20/92) e Alagoas.15. exclusivamente dentro deste Estado. para fornecimento de serviços fora do estabelecimento ou com destino a outro estabelecimento inscrito como contribuinte.682/2002) DECRETO 14. contados da data da saída. V. IX .16. a saída for de bens do ativo fixo e uso ou consumo do remetente que se destinarem à montagem e funcionamento de ambiente destinado à realização do evento. Bahia. (Dec. chapelonas. (Dec. I. 20. demonstração. 20. a fim de ser utilizado exclusivamente na elaboração de produto encomendado pelo remetente. VIII . localizado neste Estado. no retorno de remessa para industrialização. este a partir de 01 de abril de 1993 (Protocolo nº 05/93). encomendados pelo remetente. (Dec. do mesmo contribuinte ou de terceiro. 20.876/91 . leilão ou qualquer outro evento similar que se realize em local diverso do estabelecimento remetente. Paraíba. 22/95.pelos prazos especificamente indicados. observado. até 31 de dezembro de 1994. 32.608/98) a) no período de 01 de outubro de 1991 a 30 de junho de 1992.265/97) 1. 2/95. 119.265/97) a) 90 (noventa) dias. 24. no período de 30 de maio de 1990 a 31 de março de 1991. desde que retornem ao estabelecimento de origem.a partir de 18 de julho de 1991. nas saídas destinadas aos Estados da Paraíba. o disposto no § 10. nas saídas destinadas aos Estados da Paraíba. as saídas interestaduais de moldes. Piauí. 17. (Dec. observado o disposto nos §§ 5º e 6º. para serem utilizados na elaboração de produtos encomendados pelo remetente e desde que devam retornar ao estabelecimento de origem no prazo de 180 (cento e oitenta) dias contados da saída efetiva.a) até 30 de setembro de 1994. em bruto ou submetido a beneficiamento elementar. a critério do Fisco. a partir de 01 de agosto de 2008. 20. 17. no prazo de 90 (noventa) dias. nos seguintes casos: (Dec. Sergipe.905/94) b) a partir de 01 de setembro de 1994. a partir de 01 de janeiro de 1998: (Dec.

no qual o contribuinte esteja habilitado. a critério da autoridade fazendária competente. 28.94 a 30. acréscimos e penalidades cabíveis. (Dec. 28.188/2005) 1. destinados à manutenção e ao reparo de aeronave pertencente a empresa autorizada a operar no transporte comercial internacional e utilizada para estocagem no regime aduaneiro especial de depósito afiançado . (Dec. II.2002 a 30. 28. 119. deste artigo e no § 23 do art. o beneficiário responde pelo ICMS devido. com o acréscimo de juros e de multa de mora. nas saídas destinadas aos Estados de Alagoas. 28. (Dec. junto à Secretaria da Receita Federal. ficará suspensa por período idêntico ao previsto no regime aduaneiro especial administrado pela Secretaria da Receita Federal. calculado a partir da data da admissão das mercadorias no regime.682/2002) 3.682/2002) 2. no período de 01. implica a exigência do ICMS devido. (Dec. Ceará. sujeitando-se ao pagamento do ICMS correspondente. (Dec. (Dec. deverá ser recolhido pelo beneficiário. no prazo de 30 (trinta) dias. (Dec.652/2008) b) o prazo previsto neste inciso poderá ser prorrogado.2000 a 30. a partir de 01 de agosto de 2008: (Dec.2000 e de 30.(Dec. 32. 32. com base no critério contábil Primeiro que Entra Primeiro que Sai – PEPS.1. por até mais 90 (noventa) dias.10. nas operações de importação de materiais.09.2000 a 30. 24. nas saídas destinadas aos Estados do Ceará e do Rio Grande do Norte. (Dec. inclusive em relação ao extravio.09.876/91 .652/2008) XV – a partir de 01 de agosto de 2005.188/2005) d) findo o prazo estabelecido para a permanência das mercadorias no regime: (Dec. na hipótese prevista nesta alínea. observando-se. para efeito de cálculo do imposto devido. conforme previsto no art.2001. Rio Grande do Norte e Sergipe.188/2005) a) a aplicação do disposto neste inciso depende de prévia habilitação da empresa intereressada no DAF.95 a 30. observando-se (Convênio ICMS 09/2005): (Dec. as mercadorias constantes do estoque serão relacionadas às declarações de admissão no regime. observado o disposto no § 10. Bahia. com o acréscimo de juros e multa de mora.04.05. 28. o ICMS suspenso incidente na importação. a suspensão se converterá em isenção. calculados a partir da data de registro da correspondente declaração de admissão no regime.188/2005) 2. reexportados ou destruídos. 32. sem cobertura cambial. CLXIV. nas saídas destinadas aos Estados de Alagoas.2001. "d".04.188/2005) 2. relativamente ao estoque de mercadorias que não forem.188/2005) c) o cancelamento da habilitação prevista na alínea "b":(Dec.188/2005) DECRETO 14.DAF. (Dec.682/2002) XIV – a partir de 01 de dezembro de 1994. (Dec. 9º. 28.188/2005) f) não sendo cumpridas as condições necessárias para a conversão da suspensão em isenção do imposto.10. no caso de haver eventual resíduo economicamente utilizável da respectiva destruição. 28.09. 28. na saída de mostruário de mercadoria promovida por contribuinte inscrito no CACEPE. administrado pela Secretaria da Receita Federal. (Dec.2003.2000 e de 30. com recolhimento no desembaraço aduaneiro.188/2005) e) cumpridas as condições para admissão da mercadoria ou bem no DAF e sendo a mercadoria ou bem utilizados para o fim estabelecido no regime. por até mais 90 (noventa) dias. 28. por igual período.652/2008) a) a mercadoria deverá retornar ao estabelecimento de origem no prazo de 90 (noventa) dias. 24. por até mais 02 (dois) períodos de até 90 (noventa) dias. Paraíba. contado da data de publicação do ato de cancelamento.188/2005) b) a exigência do ICMS incidente na operação.10.09. Paraíba. nos períodos de 10. Piauí e Sergipe. este deverá ser despachado para consumo como se tivesse sido importado no estado em que se encontre. nos períodos de 01.188/2005) 1. (Dec. 28. Piauí.atualizado até 30 junho 2011 . correspondente ao estoque. 24. 28. avaria ou acréscimo de mercadorias admitidas no DAF.

002/2010) § 1º Não ocorrendo o retorno nos prazos estabelecidos neste artigo. no prazo de recolhimento que suceder ao período fiscal em que deveria ter havido o retorno. conforme Nota Fiscal nº _______. na qual fará constar a seguinte observação: "Gado em retorno. até 10 (dez) dias após o ingresso do gado no Estado destinatário.atualizado até 30 junho 2011 .para retorno do gado ao Estado de origem. o contribuinte deverá recolher o imposto correspondente à operação. será observado o seguinte: (Dec.477/95) I . § 2º Na saída de que trata o inciso I do "caput". VI .a suspensão do imposto será requerida à repartição fazendária da localidade de jurisdição do produtor. de tal forma que a carga tributária seja equivalente àquela praticada pela União. 36. pela União.18. a referida ocorrência. remetidos a este Estado para fim de armazenagem. será exigível o ICMS.g) em relação à mercadoria ou ao bem importados sob o amparo DAF. no retorno ao Estado do Piauí de trilhos de aço para utilização em ferrovia. recebido para recurso de pasto. sempre que houver cobrança. em fase de lactação. a repartição fazendária do Estado onde o mesmo se encontra em "recurso de pasto" emitirá a respectiva Nota Fiscal. IV . c) a 3ª via será entregue ao produtor para fim de controle e arquivamento. dos impostos federais. mediante portaria do Secretário da Fazenda. devendo. na hipótese de cobrança proporcional.ultrapassado o prazo do "recurso de pasto" e não retornado o gado. nesse caso. § 4º O prazo de que trata o inciso X do "caput" poderá ser prorrogado por mais 90 (noventa) dias. podendo haver. caberá à repartição fazendária de destino exigir o respectivo pagamento do imposto e comunicar. 18. com a seguinte destinação: a) a 1ª via será retida pela repartição fazendária da circunscrição fiscal do produtor. de ___/___/___. com os acréscimos legais estabelecidos na legislação.no ato da expedição da Nota Fiscal para acobertar o trânsito do gado será assinado "Termo de Compromisso". observado o disposto no inciso V. redução da base de cálculo. (Dec. e a quantidade de _____ crias". VII . salvo se a remessa e o retorno se fizerem nos termos de protocolo celebrado entre os Estados interessados. a exigência do imposto pelos Estados remetente e destinatário aplica-se também na ocorrência de descumprimento do disposto na alínea "b" do inciso II. com desoneração ou suspensão da cobrança do imposto. (Dec. § 5º Para efeito da suspensão referida no inciso XIII do "caput". b) eventualmente geradas no período de suspensão do imposto.sua concessão será feita exclusivamente ao gado pertencente ao produtor devidamente credenciado. 28.na hipótese do inciso anterior.ocorrendo a venda do gado no Estado destinatário. V . II .188/2005) XVI – no período de 1º de janeiro de 2011 a 31 de dezembro de 2012. (Dec. sua quantidade ser consignada na observação referida no inciso IV.a suspensão do imposto estende-se às crias: a) acompanhantes. caberá à repartição fazendária dos Estados remetente e destinatário a cobrança do imposto devido e seus acessórios. à repartição fazendária de origem. hipótese em que a repartição fazendária do Estado destinatário ficará desobrigada de fornecimento da Nota Fiscal de retorno.876/91 .477/95) DECRETO 14. § 3º O disposto no inciso IV do "caput" não se aplica à saída de sucata e de produtos primários de origem animal e vegetal. b) a 2ª via acompanhará o trânsito e será entregue à repartição da circunscrição fiscal do destinatário. III . deverá ser lavrado termo de responsabilidade na repartição fazendária do domicílio do remetente. observando-se: I .

.. que será recolhida pelo produtor na repartição fiscal do Estado onde tenha ocorrido o "recurso de pasto". VISTO: CHEFE DA REPARTIÇÃO FISCAL DESTINO: CGC: PROCEDÊNCIA ..18. quando houver reciprocidade de tratamento. caberá ao Estado de origem a parcela do tributo relativa à aplicação da alíquota interestadual... (Dec....477/95) b) a base para o cálculo do imposto de que trata a alínea anterior será o valor da pauta fiscal. (Dec. 16. com observância do disposto no mencionado inciso XIII.. 15..de l99... . não podendo ser inferior àquela estabelecida pelo Estado de destino. expedido em 03 (três) vias.. passa a ser parte integrante. de . NOME: CPF: IDENTIDADE: NOME DA PROPRIEDADE: DISTRITO MUNICÍPIO: NOME DA PROPRIEDADE: DISTRITO: MUNICÍPIO: QUANTIDADE: VACAS: CRIAS DE LACTAÇÃO: REPRODUTORES: O gado constante da Nota Fiscal nº. III...128/2001) IV ..18. IV e VII.. (Dec.serão adotadas as normas previstas na alínea "b" do inciso I.... dias..614/93) II .. (Dec...II .. bem como nos incisos II.477/95) a) na hipótese do inciso VII do parágrafo anterior. "c" (Protocolo ICMS 45/2000)... bem como no seu retorno a este Estado.ficam convalidados os procedimentos adotados no período de 01 a 29 de outubro de 2000. nas saídas de gado para os Estados ali referidos.. 23.. 23..... Não ocorrendo o retorno dentro deste prazo... caberá ao Estado remetente a cobrança do ICMS. observando-se ainda: (Dec.a convalidação de que trata o inciso anterior não autoriza restituição ou compensação de importâncias já pagas. responsabilizo-me pelo recolhimento do ICMS devido.. 18.477/95) I .876/91 . cuja base de cálculo será o valor da operação ou o da pauta então vigente. todos do parágrafo anterior.atualizado até 30 junho 2011 .128/2001) § 6º Na hipótese do inciso XIII do "caput": (Dec... da qual este documento. devendo retornar dentro de .o Termo de Compromisso referido no inciso II do § 4º conterá as seguintes indicações: TERMO DE COMPROMISSO (Suspensão do ICMS sobre saída de gado para recurso de pasto) IDENTIFICAÇÃO DO CONTRIBUINTE .... .ultrapassando o prazo do "recurso de pasto" e não retornando o gado. DECRETO 14. (Dec.558/92) III . com base nos valores vigentes na data do encerramento do prazo concedido. será transferido para o local acima.

atualizado até 30 junho 2011 .na remessa de outra UF com destino a este Estado: (Dec. (Dec.94). (Dec. a partir de 28 de setembro de 1994. (Dec. quando a saída da outra UF. não haverá suspensão da exigência do imposto.265/97) a) se a saída da UF de destino.265/97) 2.682/2002) § 7º A partir de 01 de janeiro de 1998 ou das datas expressamente indicadas.265/97) 1. em retorno à outra UF de origem. em retorno a este Estado. 16. será observado o seguinte: (Dec. conforme inciso XIV do "caput" (Decreto nº 18. (Dec. 20.11. na saída em retorno da UF de destino. relativamente às hipóteses de suspensão previstas no "caput". 20.265/97) a) quando contemplada com suspensão da exigência do imposto: (Dec. se a Nota Fiscal ali referida for emitida fora do período fiscal.265/97) I .1ª via . 20. estiver igualmente contemplada com a suspensão.na remessa deste Estado para outra Unidade da Federação . (Dec.relativamente ao gado cuja saída tenha sido promovida com a suspensão prevista no mencionado inciso. (Dec. quando a mercadoria destinar-se a revenda. observada a mesma carga tributária do mencionado retorno (Decreto nº 18. não estiver contemplada com a suspensão. 20.048. de 11. (Dec.UF.048. 20. 20. 20. na saída subseqüente do estabelecimento da mencionada UF de origem.265/97) 1.876/91 .265/97) II . em retorno à outra UF de origem.265/97) 1.265/97) III . conhecendo-se previamente que. será observado o seguinte: (Dec. 20. o imposto só será cobrado.265/97) DECRETO 14. 20. tendo ocorrido a operação de remessa deste Estado com suspensão e retornando a mercadoria da outra UF com tributação normal do imposto. desconhecendo-se o regime de tributação na saída em retorno da UF de destino. (Dec. quando ocorrerem operações interestaduais.614/93) III .265/97) 3.265/97) 2. 20.na remessa deste Estado para outra UF.11. 20. em retorno a este Estado. na hipótese do item anterior. 24. ainda que este ocorra após o termo final de vigência da suspensão. de 11. ainda assim a referida operação deverá ocorrer sob o mesmo regime de suspensão da exigência do imposto. 20. quando não contemplada com suspensão da exigência do imposto. 20. 20. 20. a remessa deste Estado já deverá ocorrer igualmente com tributação normal.repartição fiscal de origem / 2ª via . (Dec. serão observadas as normas referentes ao respectivo retorno. se a saída deste Estado. em retorno a este Estado. o contribuinte deste Estado deverá emitir Nota Fiscal complementar. haverá tributação normal. se a saída deste Estado. 20.na remessa deste Estado para outra Unidade da Federação.94). relativa ao respectivo valor do imposto. relativamente às operações com mostruário de mercadorias promovidas por contribuinte inscrito no CACEPE. ocorrer com a mesma carga tributária da mencionada remessa. o imposto só será cobrado. o retorno poderá ocorrer com a mesma carga tributária que tenha sido adotada na referida operação de remessa: (Dec. não estiver contemplada com a suspensão.repartição fiscal de destino / 3ª via produtor. o remetente deste Estado poderá promover o estorno do respectivo débito. se for o caso. se houver. no mesmo período fiscal em que tenha ocorrido a remessa.265/97) IV . devendo o retorno do saldo. o tributo deverá ser recolhido em DAE específico com a correspondente multa de mora. na saída subseqüente do estabelecimento deste Estado. já tendo ocorrido o termo final do prazo de recolhimento do respectivo imposto. constituir-se hipótese de suspensão. (Dec.265/97) b) quando não contemplada com suspensão da exigência do imposto. a partir de 01 de janeiro de 1998. a partir de 01 de dezembro de 1994. (Dec. se for o caso.265/97) b) se a saída da UF de destino. estiver também contemplada com a suspensão.265/97) 2. quando contemplada com suspensão da exigência do imposto: (Dec. nos demais casos. (Dec.

as operações ali indicadas.18. brincos. (Dec. cor.§ 8º As disposições contidas nos §§ 5º e 6º manterão seus efeitos para regular o retorno do gado.652/2008) b) na hipótese de produtos formados por mais de uma unidade. calçados.652/2008) I – demonstração: a operação pela qual o contribuinte remete mercadorias a terceiros. 32. acabamento e numeração diferente. no período de 01 de janeiro de 1995 a 31 de outubro de 1997. ficam sujeitas ao sistema normal de tributação. modelo. espessura.atualizado até 30 junho 2011 . quando este ocorrer após o encerramento do prazo previsto no inciso XIII.477/95) § 9º No que se refere à hipótese prevista no inciso IX do "caput". (Dec. a empregado ou representante. A partir de 01 de agosto de 2008. (Dec. 32. 20. tais como. 32.652/2008) DECRETO 14.265/97) § 10. “c" do “caput”. com valor comercial. somente será considerado como mostruário quando composto por apenas uma unidade das partes que o compõem. observando-se: (Dec.876/91 . 32. considera-se: (Dec. 32. tais como meias. inclusive aquela a ser utilizada em treinamentos sobre o seu respectivo uso.652/2008) II – operação com mostruário: a remessa de amostra de mercadoria. (Dec. relativamente às hipóteses de suspensão previstas nos incisos IX e XIV do "caput".652/2008) a) não se considera mostruário aquele formado por mais de uma peça com características idênticas. (Dec. luvas. em quantidade necessária para se conhecer o produto.

será recolhido integralmente.97) IV .380/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 13. III . "a". DECRETO 14. nos termos dos arts. § 4º Interrompe o diferimento a ocorrência de qualquer fato que altere o curso da operação ou da prestação. § 5º Na hipótese do parágrafo anterior. a responsabilidade pelo recolhimento do imposto diferido fica atribuída ao contribuinte em cujo estabelecimento ocorra a interrupção. relativamente ao ICMS devido pelo estabelecimento industrial encomendante. 584 a 597.2003) I . a responsabilidade pelo imposto devido em determinada operação ou prestação.97) 2. O diferimento do recolhimento do imposto nas operações e prestações será definido em convênio homologado conforme o disposto em legislação específica. nos termos do art. V . o disposto no art. suíno. relativamente ao ICMS incidente sobre o valor agregado na operação.nas saídas internas de mercadoria: (Dec. situada neste Estado. em virtude de fusão. 20. (Dec.101/2003-EFEITOS A PARTIR DE 01. salvo disposição em contrário. subordinada a este regime. 411 a 442.380/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. § 1º Diferimento é a situação tributária através da qual. antes da verificação da época fixada para recolhimento do imposto diferido. independentemente das situações supervenientes verificadas após a saída da mercadoria ou prestação do serviço efetuado pelo estabelecimento originário. de cooperativa central ou de federação de cooperativas de que a cooperativa remetente faça parte.na saída de cana-de-açúcar do estabelecimento produtor. "b". observando-se: (Dec. 14. 20. (Dec. o disposto no art. será igual àquele que o contribuinte originário pagaria. para outro momento.CAPÍTULO V Do Diferimento Art. nos termos dos arts. § 2º O valor do imposto diferido.25.na saída de gado bovino.97) 1. cumulativamente: I . II . se a mercadoria transitar por mais de um estabelecimento industrializador.11.876/91 . conforme o disposto em portaria do Secretário da Fazenda.na saída de mercadoria do estabelecimento produtor para estabelecimento de cooperativa de que faça parte. A partir de 01 de março de 1989 ou das datas expressamente indicadas. o termo inicial do prazo de recolhimento do imposto devido.atualizado até 30 junho 2011 .11.adia-se. V.380/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.11. 20. não fosse o diferimento.11. II . (Dec. fica diferido o recolhimento do imposto: (Dec. II.na transferência de estoque de mercadorias. indicado na legislação tributária específica. conforme dispuser a legislação tributária específica.380/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. § 3º O imposto diferido. em retorno ao estabelecimento industrial encomendante.01. 20. 11. 20.97) b) a partir de 01 de novembro de 1997. 675.transfere-se para o adquirente ou tomador.97) a) de estabelecimento de cooperativa de produtores para estabelecimento da própria cooperativa. antes de ser entregue ao estabelecimento industrial encomendante. caprino ou ovino. de estabelecimento de cooperativa industrial.11. a cargo do contribuinte-substituto. 12. Art. incorporação e cisão total ou parcial de empresas ou de transferência de propriedade de estabelecimento.380/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.

887/2006) a) algodão em rama. XVI .294/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 20. 20.876/91 . 15. nos termos dos arts.00 da NBM/SH. 35.na saída de triticale de produção nacional.na saída de mercadoria de estabelecimento industrial para estabelecimento comercial. algodão. XIII .00. sejam acessórios necessários ao uso das mercadorias produzidas pelo estabelecimento industrial. 20. promovidas pelo estabelecimento comercial. 20. 20.na saída de milho em grão destinado à industrialização.na saída de mercadoria destinada a estabelecimento da mesma natureza. VII . XII .98) XV . nos termos dos arts. quando. quando destinado à industrialização.20 e 5203.031/2010) IX . cuja saída for promovida pelo estabelecimento comercial. 29. e fios de algodão. (Dec. (Dec. relativamente ao produto cuja importação tenha sido contratada até 31 de dezembro de 1991: (Dec. (Dec. congelados ou simplesmente resfriados.na entrada de milho importado e na saída deste do estabelecimento importador.nas saídas internas dos seguintes produtos quando destinados à industrialização: 20. adquiridos diretamente por estabelecimento industrial de fiação e tecelagem. de tomate.294/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.096/97) (Dec. VIII . tendo como objeto outras mercadorias. 631 a 637.096/97) d) a partir de 01 de novembro de 1997. dispensada.558/92) DECRETO 14.096/97) b) ovos.na saída.01. aves e produtos resultantes de sua matança. neste Estado. (Dec. 598 e 599. 5201.096/97) c) até 31 de outubro de 1997. 20. 9º. 443 a 454.98) b) as mercadorias não produzidas pelo estabelecimento industrial. XIV .atualizado até 30 junho 2011 . tendo como objeto mercadorias produzidas pelo estabelecimento industrial. no que concerne ao estabelecimento comercial. esta condição relativa à exclusividade da comercialização.096/97) XI . a) hortifrutícolas relacionados no inciso XIII do art.10. dentro do mesmo município. dentro do mesmo Município.na saída de leite destinado à industrialização.na saída do trigo de produção nacional. pertencentes à mesma pessoa jurídica titular. dentro do Estado. 15.00. nos termos dos arts. (Dec. 628 a 630. aqueles referidos na alínea anterior.91. sempre que do respectivo processo de industrialização resultar produto deles diverso. nos termos dos arts.00. seja superior ao valor total das saídas. nos termos dos arts.558/92) a) até 31. com a finalidade de integrar o respectivo processo produtivo. a partir de 01 de janeiro de 1998.VI . classificado nos códigos 5201. forem cumulativamente atendidas as seguintes condições: (Dec. (Dec. promovidas pelo estabelecimento comercial. classificados nas posições 5205 e 5206 da NBM/SH. desde que este último estabelecimento comercialize exclusivamente os produtos de fabricação do primeiro estabelecimento. bagas de mamona e sisal. observado o disposto na alínea "b".294/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. em estado natural.01. X . (Dec. pertencente ao mesmo titular. 20.12.na saída interna de: (Dec. nos termos dos arts.887/2006) b) nos períodos de 01 de dezembro de 2006 a 30 de novembro de 2008 e 01 de maio de 2010 a 30 de abril de 2012.01. (Dec. 443 a 454. 631 a 637. 29.98) a) o valor total das saídas.na saída de sucata e de lingotes e tarugos de metais não-ferrosos.

92. XXII .2000) 1.2002) XIX . XX – relativamente às operações a seguir indicadas: 01.09.09.b) no período de 01.na subcontratação de serviço de transporte intermunicipal e interestadual. quando o fornecimento for efetuado por usina termoelétrica.02. 628 a 630.678/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. observado o disposto no § 8º. 15. 15.937/94) b) no período de 01 de junho a 30 de setembro de 1994. – EFEITOS A PARTIR DE 01.133/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 17. 22.nas operações internas e de importação de máquinas. aparelhos e equipamentos.612/92) XXIII .997/2000 –EFEITOS A PARTIR DE 01.na saída de substância mineral para estabelecimento industrial.90.678/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. cujo nível de consumo mensal seja superior a 50.2017.000 (cinqüenta mil) quilowatts-hora.REVOGADO a partir de 01 de janeiro de 1992. quando destinados à exportação para o exterior: (Dec. classificada no código NBM/SH 8507.705/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01.09.04. (Dec. 21.02. dentro do Estado.04. melaço.90. no período de 01 de setembro de 1999 a 31 de janeiro de 2001.04. IV.12. 24. 22. (Dec. até 31. XVIII – no fornecimento de energia elétrica. nestes incluídos os meios de transporte que trafeguem fora do estabelecimento.971/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. excluídos. (Dec.2000) XXI . independentemente do nível de consumo.03. no período de 01 de julho de 1990 a 31 de dezembro de 1993: baterias.558/92) XVII . no que couber. nas operações internas para: EFEITOS A PARTIR DE 01.678/99 – 2.99) 1. inclusive "trading company".876/91 .atualizado até 30 junho 2011 . agropecuário e de empresa de serviço de diversão pública. (Dec.133/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. na importação de célula selada para bateria.04. 22. de matéria-prima e produtos intermediários para ser empregados na fabricação dos seguintes produtos. (Dec. (Dec. neste Estado.09. 21. realizada diretamente pelo respectivo estabelecimento industrial.04.99) (Dec. até 31 de agosto de 1999. observados os §§ 8º e 9º: (Dec.2000) (Dec. 22.2000) b) a partir de 01 de abril de 2000. a partir de 01 de janeiro de 1994: baterias e grupos geradores. 21.2001) (14) c) as respectivas empresas de distribuição.2000) a) no período de 01 de fevereiro de 1992 a 31 de maio de 1994. 21.2000) (Dec. situada neste Estado. na saída de açúcar. desde que destinada à fabricação de bateria para telecomunicação. 22. quando destinados a integralizar o ativo fixo do estabelecimento adquirente industrial. (Dec.a partir de 01 de setembro de 1989. EFEITOS A PARTIR DE 01. o disposto nos arts.99) b) os estabelecimentos industriais: (Dec.01 a 29.133/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.133/2000 2. 21. 17.937/94) DECRETO 14. em qualquer hipótese. mel rico e álcool para empresa comercial exportadora. quando destinados a integralizar o ativo fixo de estabelecimento industrial adquirente. desde que as partes contratantes situem-se neste Estado.678/99 – a) as respectivas empresas de distribuição. 22.01.133/2000 – EFEITOS A PARTIR DE a) na saída.99) (Dec. os relacionados com as atividades administrativas do adquirente. aplicando-se.

28. a partir de 01. observado o disposto no parágrafo 10. realizadas no período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 1993. 34. 21.1. (Dec. a partir de 15 de novembro de 2006.2711. 28. por contribuinte enquadrado como empresa de base tecnológica. Gás Liquefeito de Petróleo .nas operações internas e interestaduais. (Dec.2002) 2.489/2009) 3.2006) (Dec. (Dec.147/97) d) quando destinados a integralizar o ativo fixo do estabelecimento adquirente: 24.97.11.11.489/2009) DECRETO 14.05.532/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01. (Dec. nos períodos respectivamente indicados. a partir de 01 de janeiro de 2010.11.29.00. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 .12. combustíveis derivados de petróleo.c) no período de 01 de outubro de 1994 a 31 de outubro de 1997. outro propano liquefeito .11.851/2006 – REPUBLICADO DOE 3. 24. os seguintes produtos classificados nas respectivas posições da NBM/SH: (Dec.705/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01.2006) 2.2711.11. gás natural liquefeito – 2711.2006) a) no período de 01 de fevereiro de 1993 a 30 de junho de 1999.11.2006) 2.228/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.11.29.851/2006 – REPUBLICADO DOE 28.00.2002) (Dec.2017. 16. nas operações de transferência de combustíveis e lubrificantes. 34.2002) e) no período de 01. a partir de 01.851/2006 – REPUBLICADO DOE 28.851/2006 – REPUBLICADO DOE 28.2006) 2. (Dec.29.2711. 20.228/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.05.05.2006) 2.90. os seguintes produtos classificados nos respectivos códigos da NBM/SH: (Dec. (Dec. observado o disposto no § 11: (Dec.851/2006 – REPUBLICADO DOE 28.10. industrial.07.2000. (Dec. a partir de 01.489/2009) 1.na importação dos seguintes produtos.2711. quando destinados a integrar o ativo fixo de usina termoelétrica. (Dec. 24.3.13. produtor.876/91 . (Dec.no período de 01 de dezembro de 1992 a 30 de novembro de 1998. 34. 24.2002) 3.2002 a 31.03.4.094/98) XXV . produtor e de empresa de serviço de diversão pública.2. no período de 01 de julho de 1999 a 31 de dezembro de 2002.03. a partir de 01 de janeiro de 2010. butano liquefeito . quando destinados a integralizar o ativo fixo do estabelecimento adquirente industrial.718/93) XXVI .851/2006 – REPUBLICADO DOE 28.GLP. gás liquefeito de petróleo (GLP) . (Dec. propano liquefeito em bruto .05.19.12.29.99) b) quando a importação for realizada por base de refinaria de petróleo localizada neste Estado ou.228/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2006) (Dec.1.05.10.29. e nas operações de importação do exterior.11. realizadas no período de 01 de fevereiro a 31 de dezembro de 1993. de empresa de serviço de diversão pública e de concessionária de serviço de telecomunicação por telefonia móvel celular. 21. de empresa prestadora de serviço de movimentação de cargas nos portos deste Estado.228/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. quando o estabelecimento destinatário promover saídas exclusivamente para embarcação ou aeronave. por refinaria de petróleo ou terminal de regaseificação: (Dec. (Dec. 24.2002) XXIV . quando a importação for realizada por distribuidor desse produto.29. de empresa relacionada no Anexo 30 que possua concessão ou autorização para prestar serviço de telecomunicação por telefonia móvel.12.11.2002.851/2006 – REPUBLICADO DOE 2. 1.29.

nas operações de importação do exterior.794/97) 3.038/2010) XXIX . o disposto nos §§ 8º e 9º e o seguinte: (Dec. (Dec. 19. a partir de 01 de novembro de 2000. que os estabelecimentos envolvidos na operação sejam inscritos no CACEPE. com destino à integralização ao respectivo ativo fixo. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . gás natural no estado gasoso – 2711. a) por estabelecimento industrial. equipamentos e instrumentos médico-hospitalares. 19. bem como respectivas correntes. não se exigirá a comprovação prevista na alínea “a”. no período de 01 de abril de 1994 a 30 de junho de 1995. classificados no código NBM/SH 5202. a partir de 01 de maio de 1997. para utilização no processo produtivo de bicicletas. a saída dos produtos derivados do algodão.761/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. suas respectivas partes e peças. laboratórios. de algodão em pluma.2.794/97) 2.2. (Dec.876/91 .391/94) 4. (Dec.21. em rama e em caroço. realizadas diretamente pelo estabelecimento industrial.2000) 2. clínicas. realizadas no período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 1994. como termo inicial do prazo para recolhimento do imposto diferido. (Dec. realizadas diretamente por hospitais. 22. 19. respeitado o disposto no § 13.308/94): (Dec. de algodão em pluma. no período de 15 de abril de 1993 a 30 de junho de 1995. o benefício fica condicionado à comprovação de inexistência de similar nacional. inclusive.11. realizadas no mesmo DECRETO 14. respeitado o disposto no § 12: 17.00. observado. de algodão em rama e em pluma.391/94) c) por estabelecimento comercial. de fibra de linho. que o algodão importado seja fornecido exclusivamente para o estabelecimento industrial de que trata o item anterior. nas operações de importação do exterior de peças e componentes.761/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 36.16.794/97) XXVIII . quando observadas as seguintes condições (Decreto nº 18. e a partir de 01 de maio de 1997. de aparelhos. radiológicos ou técnico-científico laboratoriais. de desperdícios de algodão: (Dec. 4. e nas operações de importação do exterior. classificados no código NBM/SH 5202.794/97) 2. que o estabelecimento comercial seja constituído como subsidiário integral de estabelecimento industrial controlador.1. que seja observada. 22. máquinas.3. no período de 01 de janeiro de 1995 a 30 de abril de 1997. promovida pelo estabelecimento industrial. 17. 17. nas operações internas.391/94) 1. (Dec. inclusive de importação do exterior. (Dec. 19. (Dec.794/97) (Dec. 19. 34.11. 19. de algodão em rama e em caroço.391/94) (Dec. a partir de 1º de janeiro de 2011.99. para a fabricação de seus produtos: (Dec.2000) 2. no período de 01 de abril de 1994 a 30 de junho de 1995. (Dec. (Dec. 17. no período de 10 de janeiro de 1994 a 30 de junho de 1995.a partir de 01 de maio de 1993.2000) 3. triciclos e motonetas.794/97) 1. (Dec.654/93) XXX . bancos de sangue e demais estabelecimentos congêneres referidos nos itens 2 e 3 do Anexo 1. (Dec. 22. (Dec. 19.11. no que couber.a partir de 1º de maio de 1993.nas operações internas e interestaduais.489/2009) XXVII .794/97) b) por estabelecimento comercial.038/2010) a) no período de 1º de maio de 1993 a 30 de setembro de 2010.038/2010) b) a partir de 1º de outubro de 2010.761/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.00. 36. 36.

atualizado até 30 junho 2011 .00. 9º.na importação dos seguintes produtos classificados nos respectivos códigos NBM/SH: (Dec.nos períodos de 28 de março de 1994 a 31 de março de 2001 e de 01 de abril de 2001 a 31 de dezembro de 2003.NBM/SH 6908.21.na entrada. 21.00. (Dec.99) (Dec.25. 21. 32. aglomerados com resina . na importação de chumbo destinado ao processo de fabricação do importador.07.137/2008) XXXVII .99.12.22.966/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. relativamente aos produtos elencados no art. 21.494/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 102/96.99) 3. (Dec.99) 2.966/99 – EFEITOS A PARTIR DE 3.07. (Dec. 01. 21.95 a 31.966/99 – EFEITOS A PARTIR DE 2.07. as normas do "caput" do art.99) (Dec. 628 e do seu § 3º. placa porcelâmica não vidrada nem esmaltada .30.2002.00. (Dec. (Dec.00.97 a 31. placa porcelâmica e artefato de granito artificial para uso em revestimento de piso NBM/SH 6810. na importação de matérias-primas. observado o disposto no § 14.11.90.137/2008) 1.2002) DECRETO 14. 21.876/91 .90.99) (Dec. 18.99) 1. (Dec. 17. 32. no período de 01.NBM/SH 6805.no período de 01 de abril a 31 de dezembro de 1994.12.10.966/99 – c) a partir de 01 de agosto de 2008: (Dec. devendo o ICMS diferido ser recolhido juntamente com aquele incidente sobre a saída subseqüente: (Dec.10.NBM/SH 6804.060/94) XXXV .156/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 05/99 e 10/2001).19. de gado bovino fêmeo.a partir de 01 de novembro de 1994. por contribuinte enquadrado como empresa de base tecnológica.137/2008) 2. 17. (Dec.10.473/94) XXXIV .966/99 – EFEITOS A PARTIR b) a partir de 01 de outubro de 1999: (Dec. ornamento de cerâmica para revestimento – NBM/SH 6905.04. (Dec. 32. EFEITOS A PARTIR DE 01.906/94 .a partir de 01 de abril de 1994.período. 21.10.10.966/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.669/94) XXXI .10. 01. CIV.no período de 19. (Dec. para fins de distribuição gratuita ou comercialização por intermédio da CONAB (Convênios ICMS 63/95. DE 01. destinadas ao Programa Comunidade Solidária.10.NBM/SH 8202.494/2002 – EFEITOS A 1. material abrasivo para polir .99) 1. na saída interna de castanha de caju "innatura".nas seguintes operações e condições. 24. 21.2001) a) atendidas as condições previstas no mencionado art. 21. quando este for indústria do setor automobilístico ou de fabricação de bens de capital. 21.10.303/2003) XXXII . (Dec. (Dec.NÚMERO DO INCISO RETIFICADO DE XXVII PARA XXXII. material diamantificado sintético em forma de disco .10.90.94) XXXIII .90. no que couber. 17. 9º. 23. observadas. neste Estado.97. I e II. insumos e produtos intermediários destinados à utilização no processo produtivo do importador.99) a) a partir de 01 de junho de 1997: (Dec.NBM/SH 6804. nas operações com mercadorias doadas pelo Programa Mundial de Alimentos-PMA.90. nas operações internas e sendo a referida saída subseqüente aquela promovida pelo produtor adquirente (Convênio ICMS 100/97).966/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 23. matéria diamantificada industrial .10.966/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.90.2002) (Dec.966/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 24. CIV: PARTIR DE 01. placa porcelâmica vidrada ou esmaltada . NO DOE DE 01.10.721/2001) XXXVI .99) (Dec.NBM/SH 6907.

23. 20. nas operações de importação.2001) 1. 23.2001) 2.147/97) b) a base de cálculo do imposto.2001) c) nas hipóteses previstas nas alíneas anteriores.19 7306.1997(Dec.29. 30.147/97) a) o mencionado importador seja estabelecimento industrial de empresa concessionária de serviço de telecomunicação por telefonia móvel celular.00 7411. 30.1997 (Dec.07. relativamente à saída não tributada.12.094/2006) a partir de 01.156/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.094/2006) a partir de 01. fica dispensado o recolhimento do ICMS diferido.094/2006) a partir de 01.12.1997) (Dec.12. de aparelho de telefone celular. (Dec. 30. DE 01.147/97) XXXIX . 30.156/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. na saída do produto.128/2010) PRODUTO a) tampa de vidro b) compressor c) tubo oco galvanizado d) perfil de alumínio e) chapa metálica f) microventilador g) outras partes de refrigerador e congelador h) tubos de cobre não aletados nem ranhurados NBM/SH 7007. 20.1997 (Dec.1997 (Dec.094/2006) no período de 01. 30.2008 (Dec. nos períodos respectivamente indicados.2002.494/2002 – EFEITOS A PARTIR b) a partir de 01 de abril de 2001. nas condições ali indicadas e observandose ainda: (Dec.04. no período de 1º de agosto de 2009 a 31 de março de 2012.04.12.876/91 .2002) (Dec. 35.04.atualizado até 30 junho 2011 .30.01.50.1997(Dec. na hipótese de se tratar de adubos simples ou compostos e fertilizantes.12.90.12. bem como na impossibilidade de ocorrer a saída dos produtos mencionados. insumos e produtos intermediários destinados ao processo de fabricação. realizada diretamente por estabelecimento industrial para utilização no seu processo produtivo de “freezers”. na importação de matérias-primas. 30.00 8414. 30.04.29.12. o ICMS diferido já se encontra incluído no valor do imposto normal. (Dec. classificados nos correspondentes códigos da NBM/SH.na importação. bem como daqueles relacionados no Anexo 64. 30.094/2006) a partir de 01.20 7314. pelo importador.094/2006) a partir de 01. (Dec.07.2.90 7604. 23.10.99. (Dec. 23. sendo a referida saída subseqüente aquela promovida pelo importador.00 8414. não seja inferior ao valor do respectivo custo.a partir de 01 de novembro de 1997. desde que: (Dec. dos seguintes produtos.156/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. nas operações de importação.094/2006) a partir de 01. (Dec.1997 (Dec.156/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.10 PERCENTUAL DO ICMS 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 75% PERÍODO DE VIGÊNCIA a partir de 01.2007 a 31.2001) XXXVIII . relativamente à saída tributada.59. 24.12. a partir de 01.10 8418. no valor resultante da aplicação dos percentuais respectivamente indicados sobre o montante do ICMS incidente na operação: (Dec. 20.094/2006) DECRETO 14.

1998 (Dec. galvanizados n) compressor de 8302.90.91.2007 a 31. de filamento de poliéster e de polímero de polietileno tereftalato . por estabelecimento industrial.70..110/2006) a partir de 01.12..110/2006) PRODUTO a) Liga cálcio/ alumínio b) Polipropileno sem carga em forma primária c) Prata d) Outras formas brutas de chumbo refinado e) Chumbo com antimônio NBM/SH 2805...094/2006) 8414.01.1998 (Dec. 30..00 75% no período de 01. pelo importador..05..2008 (Dec.00 8507. 30..2008 (Dec.10 PERÍODO DE VIGÊNCIA a partir de 01. 30.05.30... classificados conforme códigos da NBM/SH.20. 30.12.2007 a 31.. 28.05..10. de paraxileno.10 75% 7212.05.00 7801..849/2007) ...094/2006) 7210. 30.094/2006) no período de 01.20 7106.. 30.91.2007 a 31. 30.. 30. para acumuladores (01.. dos produtos relacionados no Anexo 36.00 8414.. pintados m) laminados planos de ferro de largura inferior a 600 mm... desde que destinados à fabricação.110/2006) a partir de 01.30.12.2007 a 31.....12.876/91 . 30. 30.05.atualizado até 30 junho 2011 .05.094/2006) no período de 01.20 3909.514/2005) XLI .2006) (Dec. 30.1998 (Dec. a partir de 01 de novembro de 2005...12.01. bem como.01..1998 (Dec.2008 (Dec.. observados os períodos de vigência constantes do mencionado Anexo.12..2007 a 31.PET.2008 (Dec..00 3902.12.1998 (Dec..na importação das seguintes matérias-primas destinadas à fabricação de baterias automotivas: (Dec...na importação.20 75% 75% 75% no período de 01..2008 (Dec.30. de ácido tereftálico e de polímero ou fibra de poliéster. (Dec..1998 a 27..110/2006) a partir de 01. 30.094/2006) no período de 01.2007 a 31.094/2006) no período de 01. 30..90 7801..01.i) rodízios j) partes microventiladores k) isocianato l) laminados planos de ferro de largura igual ou superior a 600 mm.2008 (Dec.110/2006) f) Separadores elétricos.10.11 75% XL . DECRETO 14.110/2006) a partir de 01.90.01.12.01.

(Dec. no período de 01 de abril a 31 de dezembro de 2003. xaropes de glicose e maltose..atualizado até 30 junho 2011 . 27.03.. 20.06.11 i) Chumbo eletrolítico em lingotes j) Outros chumbos contendo antimônia como segundo elemento predominante em peso 7801.98 A 31. observando-se que o recolhimento do imposto diferido deverá ocorrer: (Dec.90. à fabricação neste Estado de: (Dec.06. 30. suas tampas e tampões h) Desperdício e acumuladores elétricos resíduo de 8507.99) a) estende-se o diferimento aos casos em que a importação decorra de doação do bem...99) b) o diferimento somente se aplica na hipótese de as mercadorias se destinarem a atividades de ensino.12. com vigência no período de 01 de março de 2005 a 28 de fevereiro de 2007.849/2007) . 20.3920.750/98 – EFEITOS XLIV .98) (Dec. pelo importador..665/2005) XLIII .na importação de milho. 30.20 a partir de 01. g) Recipientes para acumuladores elétricos de plástico.. a data-limite prevista para o referido contribuinte.08. 30. 20. 27.08.06.06.10.110/2006) a partir de 01.99 (a partir de 28. (Dec.a partir de 01 de junho de 1998. 27.. glucose e seus subprodutos: (Dec.665/2005) 2.665/2005) a) amido. (Dec. desde que destinado. realizada diretamente por órgãos e entidades da administração pública estadual ou federal..1998 (Dec..749/98 – EFEITOS DE 01.00 a partir de 01.... 27. tendo o correspondente milho importado a mesma classificação.. no valor total do ICMS incidente sobre a respectiva importação.876/91 .10.DAE específico.06. (Dec. 30. nos períodos de 01 de maio de 1998 a 31 de março de 2003. observando-se : (Dec... com similar nacional. 27. máquinas.2005 (Dec.98 A 31.1998 (Dec. independentemente de a saída subseqüente do produto estar ou não sujeita ao pagamento do tributo.98) a) até o 4º (quarto) período fiscal subseqüente ao da importação. 30. nas operações de importação do exterior de leite em pó.. 20...665/2005) 1. A PARTIR DE 01. realizada diretamente por estabelecimento industrial..03... no valor resultante da aplicação de 75% (setenta e cinco por cento) sobre o montante do imposto incidente sobre a respectiva importação..99..no período de 01 de junho a 31 de agosto de 1998.98 A 31.110/2006) XLII ..03. no mencionado período fiscal.91 Lâminas ou folhas de polímero de etileno. no valor resultante da aplicação de 75% (setenta e cinco por cento) sobre o montante do imposto incidente sobre a respectiva importação.. 20....90..06.2005 (Dec. (Dec.10.750/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.750/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.. na importação do exterior de aparelhos. (Dec. 30..110/2006) 8548.99) DECRETO 14. equipamentos e instrumentos médico-hospitalares ou técnico-científicos laboratoriais.10.849/2007) 3920...10 7801.749/98 – EFEITOS DE 01..05.2006) (Dec..90.05. observada. pesquisa ou prestação de serviços médico-hospitalares.. (Dec.665/2005) b) pipoca para microondas classificada no código NBM/SH 1005.110/2006) a partir de 01.. 20.749/98 – EFEITOS DE 01..98) b) mediante Documento de Arrecadação Estadual .

realizada diretamente por estabelecimento industrial.06. 01. 32.31. (Dec. sebo bovino – NBM/SH 1502. para utilização no processo produtivo de saco para embalagem e tecido. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH.NBM/SH 3906.NBM/SH 4703. 21. (Dec.99) 1.871/2006) a) no período de 01 de maio de 1999 a 30 de junho de 2000 e a partir de 01 de julho de 2000: (Dec. classificado no código NBM/SH 3902. (Dec.10.017/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. na importação de polipropileno.NBM/SH 2835.na importação realizada diretamente por estabelecimento industrial de bebida alcoólica. (Dec.742/99 – EFEITOS A b) a partir de 01 de outubro de 1999. (Dec. fralda descartável.00 ou 2835. em unidade de fabricação instalada neste Estado.31. sulfato de sódio anidro . PARTIR DE 01.98 A 31.00.10.99) (Dec. sem prejuízo das penalidades cabíveis. dos seguintes produtos. para utilização no seu processo produtivo. 34. nos períodos de 01 de julho de 1999 a 31 de março de 2003 e de 01 de julho de 2003 a 31 de março de 2012.a partir de 01 de agosto de 1998. 3.99) (Dec. (Dec.c) comprovação de destinação diversa do bem obriga o contribuinte ao recolhimento do imposto diferido.99) DECRETO 14.015/2008) XLIX .21. 21. para utilização no correspondente processo produtivo de detergente em pó.no período de 01 de março a 30 de junho de 1999. de sabão em barra azul e sabão em barra translúcido: (Dec. 21. pasta química de madeira ao sulfato .00. 01. no valor resultante da aplicação de 75% (setenta e cinco por cento) sobre o montante do imposto incidente sobre a respectiva importação: (Dec. dos seguintes produtos classificados nos respectivos códigos NBM/SH. acrescido de juros e atualização monetária. classificados nos códigos NBM/SH 8302.742/99 – EFEITOS A PARTIR DE 4. para utilização na fabricação de corrediças para móveis.99) XLV .NBM/SH 2815.03.12.423/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.NBM/SH 1503.90.10 e 2835.876/91 .742/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 28. tripolifosfato de sódio .NBM/SH 2208.03.98) XLVI – REVOGADO.00.00.10.11.NBM/SH 2833. 22.31. 23.00 e 8302.00. e no período de 01 de abril a 30 de junho de 2003. (Dec. 21.120/98) XLVII .06. poliacrilato de sódio .667/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.90.42. 20. no valor total do ICMS incidente sobre a respectiva importação.742/99 – EFEITOS A PARTIR DE 2.0101.99) c) a partir de 01.20.607/2006) (Dec. sabão em barra amarelo e.11 e 1502.10. glicerina.00.691/2010) a) destilado alcóolico chamado uísque de malte "Malt Whisky" . hidróxido de sódio (soda cáustica) . 21.00.10.STPP .99) 5.NBM/SH 2836.749/98 – EFEITOS DE 01.10.44. realizada diretamente por estabelecimento industrial. na falta do produto mencionado na alínea anterior.20. (Dec.na importação.2001. realizada diretamente por estabelecimento industrial. 21.10.499/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.10. na importação de produtos. 29.atualizado até 30 junho 2011 .10.742/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 21. carbonato dissódico anidro .10. a partir de 01 de outubro de 1999. óleo de estearina .10.08.11.2001) d) nos períodos de 01 de março de 2002 a 31 de março de 2003 e de 01 de fevereiro de 2006 a 31 de dezembro de 2009. 20.99) (Dec.10.99) XLVIII .881/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. 21.

22.NBM/SH 1006. desde que os produtos importados se destinem ao processo de transformação industrial.NBM/SH 2208. arroz não parboilizado.29.NBM/SH 1006. 21. (Dec. classificados conforme códigos da NBM/SH.92. de óleo de soja e gordura vegetal de soja.06. PARTIR DE 01.902/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. pelo importador.12. (Dec.499/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.10.NBM/SH 1006.b) destilado alcóolico chamado uísque de cereais "Grain Whisky" .20. o recolhimento do respectivo imposto será efetuado juntamente com o ICMS normal.10. arroz descascado não parboilizado (não estufado) . semibranqueado.99) (Dec. dos produtos relacionados no mencionado Anexo. arroz quebrado (trinca de arroz) . não glaceado .na importação realizada diretamente por estabelecimento industrial. 25.902/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. b) a partir de 01 de dezembro de 1999. 21.113/2000) b) relativamente às operações realizadas nos períodos fiscais de janeiro e fevereiro de 2000. semibranqueado. arroz parboilizado. classificados nos códigos da NBM/SH 6115. para o último dia do 2º (segundo) mês subseqüente ao da saída do produto do estabelecimento importador. observando-se: (Dec.779/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01.00. 21.902/99 4.03.90.2000) a) a partir de 01 de julho de 1999: (Dec. arroz com casca .20. – EFEITOS A PARTIR DE 01.100102.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 22. 21.99) 1.90. parboilizado ou integral: (Dec. desde que destinados à fabricação.99) (Dec. 22.NBM/SH 1006. 22. 28. (Dec.10.2000) DECRETO 14.0199. o recolhimento do imposto será efetuado na forma da alínea "a".902/99 – EFEITOS A PARTIR 2. a partir das datas indicadas no Anexo 32 na importação.12. não glaceado . neste Estado. (Dec. 22. 21.99) a) a partir de 01 de maio de 1999: (Dec. d) álcool etílico para fabricação de run . 22.10 e 6115. 6115.499/99 – EFEITOS A L .367/2005) LI – até 31 de julho de 2005.11. realizada diretamente por estabelecimento industrial.19.40.99) (Dec.NBM/SH 2208.20. (Dec.99) (Dec.12.12. 6115.12.19.09. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH. observado o disposto no § 18: (Dec. desde que destinados à fabricação.113/2000) a) relativamente às operações realizadas até o período fiscal de dezembro de 1999.30.na importação de meias e artefatos semelhantes. o recolhimento do imposto será efetuado mediante Documento de Arrecadação Estadual – DAE específico.99) (Dec.20.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.902/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.00.99) c) outras preparações próprias para elaboração de uísque .30.902/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.91 e 1006. dos seguintes produtos.atualizado até 30 junho 2011 .20. para utilização no processo produtivo do importador.00.06. arroz parboilizado descascado . 21.12. 21.99) 3. 6115.10. DE 01.2003) LII . (Dec. 21.902/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.NBM/SH 1006.12.499/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.NBM/SH 2208.12. dos seguintes produtos classificados nos respectivos códigos da NBM/SH. (Dec. 21. de arroz beneficiado branco. neste Estado.20.876/91 .99) c) a partir de 01 de outubro de 2005.113/2000) LIII – na importação realizada diretamente por estabelecimento industrial.NBM/SH 1006.03.0100. (Dec.113/2000) c) relativamente às operações realizadas a partir do período fiscal de março de 2000.06. 21.

2000) (Dec.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.NBM/SH 1511. LIV – a partir de 01 de janeiro de 2000.03.03. para o momento: (Dec.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. na saída interna de couro e pele.03. 22. óleo (Dec.2000) 3920.19 (Dec.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.Produto 1. 22. 22.10 (Dec. óleo bruto de girassol 1512.11.03.2000) Produto 1. óleo bruto de algodão 5. do estabelecimento industrial. 22.00 (Dec.03. catalisador (substância ativa: (Dec. 22. rótulos 7. 22.00 (Dec.016/2000) a) da saída.06.03. terra ativada NBM/SH 3802.2000) 1511.03. óleo bruto de palmiste 6.03.2000) 3. bem como dos demais produtos não-comestíveis resultantes do abate do gado.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.40 (Dec.90.2000) 3923.876/91 .06.2000) 1512.00 2.2000) 3815.2000) (Dec. até 31 de maio de 2000.21. 22. 21.10 (Dec.10. (Dec.03. 22.10.01.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.00 (Dec. óleo bruto de soja NBM/SH 1507.2000) 4.00 2.atualizado até 30 junho 2011 . b) da saída para outra Unidade da Federação. observado o disposto nos §§ 19 e 20. 21.2000) DECRETO 14.439/2000 – EFEITOS A PARTIR DE bruto de dendê 01. óleo refinado de palma .083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 22. tampas b) a partir de 01 de março de 2000: (Dec.2000) 1513. 22.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. em estado fresco.00. 22. do produto resultante da industrialização. salmourado ou salgado.11.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE níquel) 01.21.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 22.90.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.20.439/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2000) c) a partir de 01 de junho de 2000.50.

90.903/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.12.665/2002 – LVII . a partir de 01 de novembro de 2004: NBM/SH 7606.92.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2000) LVIII – a partir de 01 de maio de 2000.12.21. 27.09.665/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.21. (Dec. 21. 21.2003.10.2002) 1. realizada diretamente por estabelecimento industrial.903/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 24. 21. classificadas conforme códigos da NBM/SH. 24. (Dec. a continuidade do benefício fica condicionada. no valor total do ICMS incidente sobre a respectiva importação: (Dec. classificados no código NBM/SH 8714.12.2002 a 31. realizada diretamente por estabelecimento industrial.09.99) d) resistores de fio – NBM/SH 8533.99) c) tubos de descargas – NBM/SH 8539. relativamente à manutenção do nível de arrecadação do ICMS proporcionalmente ao faturamento das empresas beneficiárias.00. ao resultado da avaliação a ser efetuada pela Coordenadoria Geral de Benefícios Fiscais e Relações com Municípios .21.no período de 01 de maio a 30 de setembro de 2000 e a partir de 01 de outubro de 2000.2000) LV – a partir de 01 de dezembro de 1999. (Dec.665/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2. (Dec.2000) d) da saída para o exterior.903/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.339/2004) 2. outras chapas e tiras de alumínio: (Dec. no valor resultante da aplicação de 90% (noventa por cento) sobre o montante do imposto incidente sobre a respectiva importação.876/91 . realizada diretamente por estabelecimento industrial. (Dec.2002) (Dec.339/2004) b) no período de 01.2003. para utilização no respectivo processo produtivo dos seguintes produtos: (Dec.665/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.00. 21.12.99) e) resistores de filme – NBM/SH 8533. na importação. 21.10.99) a) lâmpadas automotivas – NBM/SH 8539. quando destinados à utilização no processo produtivo do fabricante de latas e tampas para bebidas carbonatadas. 27.09. chapas de ligas de alumínio – NBM/SH 7606. a avaliação prevista no item anterior deverá ocorrer até 28.90. (Dec.339/2004) 2.09. 21.12.903/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.99) b) canhões eletrônicos – NBM/SH 8540. na importação de partes e acessórios para motocicleta. desde que a importação seja realizada diretamente pelo mencionado fabricante: (Dec. 21. 21.12. 24.1.09.90. 22.c) da saída para consumidor final. observada a classificação nos respectivos códigos NBM/SH. EFEITOS A PARTIR DE 01.NBM/SH 7601. (Dec. para utilização no seu processo produtivo. até 31 de outubro de 2004: NBM/SH 7606. 24.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.339/2004) 1. (Dec. (Dec.01.665/2002 – EFEITOS A PARTIR 2.02. a partir de 01.10. das mercadorias relacionadas no Anexo 33.91.CBM da Secretaria da Fazenda. das seguintes matérias-primas classificadas nos respectivos DECRETO 14.721/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.12.90. observando-se: (Dec. 27.00.09.90.12.903/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 24. (Dec. na importação.01.19.10.2002) a) a partir de 01 de março de 2000.2002) 2.99) LVI – na importação dos produtos a seguir relacionados.2002) (Dec.08. DE 01.atualizado até 30 junho 2011 .903/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 27.03.2003. (Dec.10. lingotes .

de matéria têxtil diversa do 6109.2003) LXI .947/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. classificadas no código NBM/SH 8708. não bordados.779/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01.00 algodão (Dec.247/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. para utilização no seu processo produtivo de embalagens: (Dec. emblemas e artefatos semelhantes.00 6114.2001) etiquetas. realizada diretamente por estabelecimento industrial.22.2000) c) pigmentos tipo rutilo .90.10. não acabados. LXII .11 e 3206.2001) LX – no período de 01 de janeiro de 2001 a 31 de agosto de 2003.05.19.atualizado até 30 junho 2011 . PARTIR DE 01.12 para venda a retalho (Dec. camisetas e camisolas de malha.00.na importação dos produtos discriminados a seguir. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do imposto relativo à importação de molas. 22. 22.70.2000) (Dec.10. destinados à industrialização final.NBM/SH 3206.30.01.10. para fabricação de rodas de alumínio. 22. realizada diretamente por estabelecimento industrial.20.2001) NBM/SH 6108.2000) b) polipropileno .876/91 . 22. 22.05.00 vestuários e fibras (Dec.580/2001 –EFEITOS A PARTIR DE 01.01. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação de rodas brutas de alumínio.947/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.947/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.92 e 3901.2001) linhas para costura de filamentos sintéticos ou artificiais acondicionadas 5401.a partir de 01. (Dec.00 6212. realizada diretamente por estabelecimento industrial.10. para utilização no respectivo processo de fabricação de cadeados e fechaduras.11. (Dec.01.582/2010) PRODUTO IMPORTADO / CÓDIGO DA NBM/SH PERÍODO % DO ICMS DIFERIDO PRODUTO FABRICADO / CÓDIGO DA NBM/SH DECRETO 14.947/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.29.00.2001.947/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.NBM/SH 3901. 22.20. para utilização no processo produtivo dos produtos respectivamente indicados: (Dec. 22. com corte e costura de acabamento.05.10.07.NBM/SH 3902.01.23.01. 22.05. semimanufaturados.2001) 5807.01.01.códigos NBM/SH.247/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2001) "bustiers" fibras sintéticas (Dec. 22. 34. pelo importador industrial localizado neste Estado: (Dec. nos correspondentes percentuais do valor do ICMS devido na mencionada operação. na importação dos seguintes produtos. 22. 25.01.11.247/2000 – EFEITOS A LIX – a partir de 01 de janeiro de 2001.90. de tecido (Dec.2001) camisas.938/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. classificadas no código NBM/SH 7320. 22. (Dec.09.947/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2001) PRODUTO calcinhas outros sutiãs de malha de de malha de fibras de sintéticas sintéticas ou ou ou artificiais artificiais artificiais (Dec.247/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2000) a) polietileno .90.

00.2009 31. (Dec.05.02.01.43. 34. 23. (Dec.90 a 50% de 01.12.00 a) policloreto de vinila 3904.224/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.03.582/2010) 75% tubos geomecânicos 8421.00 de de - de 01.43.2010 de 01.00.05. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS incidente na importação de polipropileno termoplástico (PROLEN) e composto de polipropileno com master branco.01.90 LXIII – a partir de 01 de maio de 2001. 23.23.90 filme de PVC extensível 3920.10 de 01.05.05. 34.80.90 filme de PVC extensível 3920.10.43.2009 31.00 d) outras preparações antioxidantes e outros estabilizantes e compostos para plástico 3812.582/2010) a de a 75% perfil plástico tubos prediais para infraestrutura 3917.12.224/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2002 e 01.2012 (Dec.22.2001 31.03.2001) 9403.12.21.03.2010 a 50% filme de PVC extensível 3920.12. 23.de 01.30. quando a referida importação for realizada diretamente por estabelecimento industrial que utilize os mencionados produtos como matéria-prima no processo de fabricação de: (Dec.2009 31.2009 31.2001) Produto a) cadeira de plástico b) mesa de plástico Código NBM/SH (Dec.20 c) plastificantes compostos para borracha e plástico 3812.2010 a a 50% 50% filme de PVC extensível 3920.2007 e de 01.876/91 . 23.2001) DECRETO 14. classificados no código NBM/SH 3902.09.atualizado até 30 junho 2011 .2917.29 de 01.00.224/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.29 composto PVC 3904.00 tubos irrigação 8424.04.2001) 9401.01.05.70.01.81.70.20 e 9403.224/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2007 a 31.20.10. respectivamente.2002 31.2005 a 28.2012(Dec.12.43.2010 b) plastificantes de sais e ésteres .06.

e ainda: (Dec.19. 31.03.705/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01.2001 a 31.03.413/2001 – EFEITOS a partir de 2901.03. IV.01.534/2007) N-Butil Lytium (Dec. destinados à utilização como matéria-prima no respectivo processo de fabricação do estabelecimento importador localizado neste Estado: (Dec. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento). 30.00.2002 Óleo Parafínico (Dec.50.413/2001 – EFEITOS a partir de 2902.91 01.29. 23.00 01.12. 24. (Dec.3 (Dec.642/2008) PRODUTO Butadieno 1.07. no período de 01. (Dec. quando a saída subseqüente: 24.00 01. 30.99.2001) Extrato Aromático (Dec.705/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01. 24.413/2001 – EFEITOS a partir de 2710.07. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH.2001 a 31. 23.06.705/2002 – LXV – nos períodos de 01 de julho de 2001 a 31 de março de 2005 e de 01 de janeiro a 31 de março de 2006. (Dec. o que determina o § 8º. se tributada fosse.24. 24. a partir de 01. não for tributada.10 01.07.705/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01.876/91 . observando-se o disposto no § 8º.413/2001 – EFEITOS a partir de 2931. "c".03.2001) 2710. não for tributado.00. 24. 23. tomando-se por base de cálculo aquela que seria adotada na mencionada operação.03.2002) 2.07.2001) 2902. for tributada.2002) (Dec. no valor correspondente a 100% (cem por cento) do imposto relativo à importação dos seguintes produtos. observandose. 23. na saída interna e na importação de gás natural com destino a usina termoelétrica para a produção de energia elétrica.07. na hipótese do art. e no período de 01 de abril de 2006 a 31 de março de 2011. RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01.534/2007) 2710.2002) b) será dispensado quando o fornecimento subseqüente da energia elétrica: – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01. 9º. 24. quanto ao referido imposto diferido.99. 2.2003 (Dec.00.2017.2001) Cicloexano (Dec. 23. quando ocorrer hipótese diversa daquela prevista na alínea "a".2001) Estireno (Dec.2002) (Dec.00 Hexano comercial (Dec.03.07.413/2001 – EFEITOS a partir de NBM/SH 2901.2001) (Dec. 24.00 Butadieno 1. 23. 1.atualizado até 30 junho 2011 .90 01.705/2002 1.705/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01.2002) (Dec.413/2001 – EFEITOS a partir de 01.12. em que se destina a energia elétrica ao próprio consumo e uso exclusivo da usina termoelétrica.413/2001 – EFEITOS a partir de 2707.03. 23.2002) a) será recolhido.2001) DECRETO 14.11.07.99.705/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01. XLVIII.07. for beneficiado com diferimento do recolhimento do imposto.2002) 2. I.no período de 01.2 01.LXIV .

04.467/2008) 1.90. observado o disposto nos §§ 24 e 25: (Dec.2001. fio cortado de álcool polivinílico .10.2.2002 a 31. 32. 32.642/2008) Irganox 1076 (Dec.09. 31.2001 a 31. 31.10.03. 23.10. LXVI – relativamente a veículos automotores: (Dec.2011 (Dec.00. realizada diretamente por estabelecimento comercial atacadista para revenda.912/2006) a) a partir de 01 de junho de 2002. 29.06.10. desde que o importador não utilize benefício do Programa de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco .467/2008) 1.467/2008) a) no período de 1º de junho de 2001 e 31 de maio de 2011. na operação subseqüente àquela referida no subitem 1. com destino ao respectivo estabelecimento encomendante. no período de 01. (Dec.00 30.03.PRODEPE: (Dec. por estabelecimento comercial atacadista.2003 a 3919.21.467/2008) 2. no código NBM/SH 8703. na importação de lingote de alumínio. desde que destinado à fabricação.04.atualizado até 30 junho 2011 . classificado no código da NBM/SH 7601.10.413/2001 – EFEITOS a partir de 2918.03.03. por conta e ordem do estabelecimento indicado no subitem 1. 32. na importação realizada: (Dec. 32. (Dec. no período de 01.2008 a 31. 32. pelo estabelecimento industrial importador.2006 a 31.23.926/2003) DECRETO 14. no período de 01. (Dec.29.467/2008) 1.2008) (Dec. 32.1.484.10.2010 35.03.01.642/2008) 2920.642/2008) 2920. 31. 28. 25. no período de 1º de julho de 2010 e 31 de maio de 2011.24.467/2008) LXVII – no período de 25.2002.22. (Dec.07.00 01.00. 31.2010 (Dec.90. 8703.876/91 .2920. NBM/SH 5503.PVA. Filme de poliestireno 35. 23.642/2008) 2920. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH. realizada diretamente por estabelecimento industrial. de 29.07. (Dec.90.576/2010) de (Dec.15.90. Éster de Ácido Fosforoso do tipo trinonil fenil fosfito – TNPP (Dec.na importação.10 e 8703.564/2011) b) a partir de 01 de outubro de 2008.2001) no período de 01. no período de 01.769/2005) (Dec.90. por pessoa jurídica importadora situada neste Estado.50 01.9013.2001 a 31. na importação dos veículos classificados nos códigos NBM/SH 8703.727/2001) LXVIII .576/2010) a partir 3920.19. (Dec.90. de tarugo de alumínio. 36. (Dec.2.2008.30. dos seguintes produtos. quando destinados a integrar o respectivo processo de fabricação de telha e caixa d'água. credenciado nos termos de portaria da Secretaria da Fazenda. e.1. (Lei nº 13.2005.

LXXI . uma via da relação mencionada no item 1. 24.493/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.no período de 01 de agosto de 2002 a 31 de dezembro de 2009. à Secretaria da Fazenda ou Finanças da Unidade da Federação de origem do produto.GNRE. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do imposto relativo à importação dos seguintes produtos não-acabados. até o 10º (décimo) dia útil de cada mês.08. 24.2002. 24. 24.NBM/SH 4015. as operações com cana-de-açúcar de terceiros.2004) (Dec. pasta química de madeira. ressalvando-se que somente a partir de 01. destinados à industrialização final. 24. pelo importador industrial localizado neste Estado: (Dec.493/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2002) (Dec. 34. 24. – EFEITOS A PARTIR DE 01.876/91 .08. PARTIR DE 01. 27.11.2002) 2.00.2002 ficam incluídas.NBM/SH 4015.682/2002) 1. b) luvas cirúrgicas semi-acabadas .a partir de 01. nas operações entre contribuintes estabelecidos nos Estados da Paraíba e de Pernambuco com cana-de-açúcar própria ou de terceiros. fica dispensado o recolhimento do ICMS diferido.30. (Dec.19.90.582/2010) 1.2002. até o 10º (décimo) dia do mês subseqüente ao da saída do produto. crua de coníferas – 4703. 24. observando-se (Protocolos ICMS 35/2001 e 10/2002): (Dec.682/2002) c) relativamente ao disposto neste inciso.682/2002) 2. (Dec. o ICMS diferido já se encontra incluído no valor do imposto normal. 24.atualizado até 30 junho 2011 .2001 a 31.236/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. as usinas ou destilarias que receberem cana-de-açúcar nestes termos. oriunda de unidade autônoma localizada em área não-contígua e utilizada como insumo em atividade integrada. entregar.015/2008) a) luvas para procedimento estéril semi-acabadas . nós e bolotas de matérias têxteis. ficam convalidadas as operações realizadas de acordo com a sistemática nele prevista. retendo a segunda via como comprovante de entrega.NBM/SH 4015. contendo especificação do produto e quantidade.11. (Dec. (Dec.b) no período de 29 de setembro de 2003 a 30 de setembro de 2005. quando não tributada.2002) 1.19. observando-se relativamente à saída subseqüente: (Dec. podendo a referida relação ser apresentada por meio magnético.00. exceto pasta para dissolução: (Dec. na saída de pescado promovida pelo respectivo produtor com destino a estabelecimento industrial .926/2003) c) nos períodos de 01 de outubro de 2004 a 30 de setembro de 2006 e de 01 de dezembro de 2006 a 31 de março de 2012. 24.11.682/2002) b) para fim de controle. (Dec. quando tributada.08.682/2002) a) o recolhimento será feito através de Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais . à soda ou ao sulfato.21. 27.2004) 2. c) luvas de procedimentos semi-acabadas .236/2004 – EFEITOS A LXIX . 25. semibranqueada ou branqueada de conífera .00.00. (Dec.08.11.08. elaborar relação mensal da quantidade efetivamente recebida. que tenham sido efetuadas no período de 01.00.08.682/2002) DECRETO 14. por Estado de origem e por fornecedor.493/2002 LXX . na mencionada sistemática. exceto de aramida. NBM/SH 5601. "tontisses".08.a partir de 01. deverão: (Dec.4703. (Dec.09. em 2 (duas) vias. referente ao mês imediatamente anterior. 32. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH.2002.

simplesmente debulhado . para utilização no seu processo produtivo de bisnaga para acondicionamento de pasta dentifrícia: (Dec. e alterações. (Dec. código da NBM/SH 7607.20. 24.2002): (Dec.20. 28. ditionitos ou sulfoxilatos de sódio estabilizados .15. 24. (Dec. para utilização no processo produtivo do importador.09.d) o recolhimento do imposto nos termos deste inciso fica dispensado enquanto vigente a sistemática para as operações com cana-de-açúcar e produtos resultantes de sua industrialização. pois o Decreto 24.NBM/SH 2831. 24. promovida pelo respectivo produtor ou cooperativa de produtores localizados em Pernambuco. código da NBM/SH 3921. fica dispensado o recolhimento do referido imposto.015/2008) b) no período de 29 de setembro de 2003 a 30 de setembro de 2005. algodão não-cardado e não-penteado.07.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) c) a utilização do benefício não deve implicar diminuição da arrecadação do ICMS relativa aos segmentos beneficiários. publicada no DOE de 06/02/2003.176/2005) LXXV . na importação. (Dec. 28. realizada diretamente por estabelecimento industrial. conforme prevista no Decreto nº 21. ficando facultado à Secretaria da Fazenda.: Com a publicação da Errata do Decreto 24. adotar os procedimentos previstos nos itens 1 e 2 da alínea "c" do inciso CLXXVII do "caput" do art. realizada diretamente por estabelecimento industrial. realizada diretamente por estabelecimento industrial.926/2003 – ERRATA DOE 11. 25. 28. (Dec. quando este for indústria de equipamento de refrigeração.2003) DECRETO 14.241. 25.10.779/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01.NBM/SH 3204. 24. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH. de 03/12/2002.2003) a) no período de 01 de dezembro de 2002 a 31 de dezembro de 2009.00. índigo blue. (Dec. (Dec.NBM/SH 5201. para utilização no respectivo processo produtivo de tecido tipo índigo: (Dec. 9º.99. (Dec.no período de 01 de setembro de 2003 a 31 de agosto de 2005. 24.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) a) quando a mencionada saída subseqüente não for tributada. na saída interna de flores em estado natural.876/91 . de 28. segundo Colours Index 73000 .663/2005) c) no período de 29 de setembro de 2003 a 31 de dezembro de 2009.10. considera-se aí incluído aquele objeto do diferimento.015/2008) LXXIV – no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação dos produtos a seguir indicados.90.10. identificamos que foi suprimido erroneamente o conteúdo abaixo indicado do inciso LXXII constante do Adendo de Outubro de 2002. de 08. Porém.11.755.20. (Dec.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) LXXIII no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação dos seguintes produtos. (Dec. 32.2002.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) b) quando a mencionada saída subseqüente estiver sujeita ao pagamento do imposto. com a concessão de crédito presumido. classificados conforme código da NBM/SH. a errata nos evidencia que a pretensão era a criação do novo inciso LXXIII. 28.atualizado até 30 junho 2011 .a partir de 01.00. 32. LXXII .06. no caso de ocorrer a mencionada diminuição.950 modificava o referido inciso. para estabelecimento comercial atacadista ou varejista. para o momento da saída subseqüente da mercadoria.682/2002) Obs. dos produtos relacionados no Anexo 41.950.176/2005) a) no período de 01 de abril de 2003 a 31 de julho de 2005: bobina de folha laminada. ou outra similar que vier a substituí-la. classificados nos respectivos códigos NBM/SH. observando-se (Lei nº 12. (Dec.10.176/2005) b) a partir de 01 de agosto de 2005: bobina de folha de plástico com suporte ou reforço.

00 da NBM/SH.10. 30.NBM/SH 4106. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH. "piclada" . no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na mencionada importação. quando o produto final destinar-se à exportação. em bruto.21.no período de 01 de junho de 2004 a 31 de maio de 2006. depilada. para obtenção dos produtos indicados no mencionado Anexo. 25. 29. para utilização no respectivo processo produtivo: (Dec.926/2003) 2.NBM/SH 4105.NBM/SH 4102. no estado úmido .21.nos períodos de 29 de setembro de 2003 a 30 de setembro de 2005 e de 01 de dezembro de 2006 a 30 de novembro de 2008. 3. (Dec. 28.926/2003) 2. realizada diretamente por estabelecimento industrial. 30.00.22. salgados . simplesmente curtida ao cromo ("wet blue") . (Dec. depilada.926/2003) 3. polpa de tomate.109/2006) a) a partir de 01 de novembro de 2004.no período de 22 de novembro de 2004 a 30 de novembro de 2006. no valor correspondente a 29. (Dec. curtidos.926/2003) 1. depilada.90. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do imposto relativo à importação dos seguintes produtos.10. (Dec.926/2003) 1. 27. 25. na importação.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec.366/2005 – ERRATA DOE 02.00. realizada DECRETO 14.2005) b) no período de 01 de outubro de 2005 a 31 de janeiro de 2009.366/2005) a) no período de 01 de fevereiro a 30 de setembro de 2005.90 e destinada à utilização no processo produtivo do importador para a fabricação de extrato de tomate. 25. classificados conforme código da NBM/SH e destinados à utilização no processo produtivo do importador. realizada diretamente por estabelecimento industrial de material elétrico. (Dec.32.NBM/SH 4105.926/2003) (Dec.00 da NBM/SH: (Dec.109/2006) b) a partir 01 de fevereiro de 2007.NBM/SH 4102. molho de tomate e "catchup".11. realizada diretamente por estabelecimento industrial localizado neste Estado. base de tomate.604/2005 e 28.LXXVI . (Dec.109/2006) (Dec. 25.10. 25. em bruto.NBM/SH 4106.21.NBM/SH 4106. LXXIX . 25.926/2003) b) couro ou pele de caprino: (Dec.no período de 01 de setembro de 2005 a 31 de dezembro de 2009.21.876/91 .30. (Dec. 25. correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do respectivo valor. para utilização no respectivo processo produtivo de acetato de vinila.912/2006) a) pele de ovino: (Dec. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação.21. em bruto. no estado seco ("crust") .00. 4.926/2003) 4.NBM/SH 4103.799/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. depilados.926/2003) LXXVII . classificada no código da NBM/SH 2002. 26. simplesmente curtidos ao cromo ("wet blue") . 25. dos produtos relacionados no Anexo 47. 30.90.21. 25.06. não-depilada (com lã).366/2004) LXXX .2005) LXXXI . para estabelecimento industrial. depilados.11. depilados. no estado seco ("crust") . (Dec.366/2005 – ERRATA DOE 02. salgada . de polpa de tomate.na importação de ácido acético. (Dec.00. (Dec.926/2003) (Dec.00. na importação realizada diretamente por estabelecimento industrial de alimento.2004) LXXVIII – na saída interna de mel de abelha: (Dec. classificado no código 2915. 28.41% (vinte e nove vírgula quarenta e um por cento) do ICMS devido na mencionada importação. classificado no código 2915. 25. quando promovida pelo respectivo produtor. 27.

nas saídas internas dos seguintes produtos.no período de 01 de novembro de 2005 a 31 de outubro de 2017. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação.90.NBM/SH 3920. (Dec. (Dec.514/2005) c) ácido tereftálico. 32. classificados no código 8714.19.231/2005) LXXXII . realizada diretamente por estabelecimento industrial. na saída interna dos produtos relacionados nas alíneas a seguir. dos produtos ali referidos. (Dec.no período de 01 de fevereiro de 2006 a 31 de janeiro de 2012. 32. classificados nos códigos da NBM/SH respectivamente indicados.779/2010) e) a partir de 01 de março de 2006.PET e de filamento. para fabricação de polímero de polietileno tereftalato . com destino a estabelecimento industrial.10.779/2010) d) pedra britada.779/2010) c) fixação elástica. dormente de aço. relativamente ao ICMS complementar referente à diferença entre a alíquota prevista para as operações internas e aquela estabelecida para as operações interestaduais. 28.00. para utilização no processo de fabricação. (Dec. biaxialmente orientados .20. para fabricação de paraxileno. incluídos os ciclomotores.015/2008) LXXXIII . 34. rótulos e sacos: (Dec.015/2008) a) polipropileno terpolímero . fibra ou polímero de poliéster.779/2010) a) trilho.2006) LXXXVI . tiras e lâminas de polímero de propileno.779/2010) b) dormente de concreto. NBM/SH 7302. classificadas nos respectivos códigos da NBM/SH. 34.231/2005) b) outras chapas.876/91 . (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . dos produtos a seguir relacionados.00. pelo importador.40. para utilização no respectivo processo produtivo de parte e acessório de motocicleta.49. nas operações internas e de importação. folhas. classificadas nos códigos da NBM/SH respectivamente indicados. NBM/SH 2902. 28.no período de 12 de setembro de 2005 a 11 de setembro de 2009. classificados no código 8483. a quente .19.00.00 da NBM/SH. NBM/SH 2710.90. (Dec.10. engrenagem e roda de fricção e eixo de esfera ou de rolete.30.no período de 01 de setembro de 2005 a 31 de dezembro de 2009. com destino ao estabelecimento industrial fabricante dos produtos finais respectivamente indicados. películas.514/2005 – ERRATA DOE 06. (Dec. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH.PRODEPE para a mencionada linha de produção. para fabricação de ácido tereftálico. simplesmente laminada.10.36.43. 34. desde que não haja utilização de benefício do Programa de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco . de aço ou de suas ligas. NBM/SH 2917. estirada ou extrudada. observado o disposto no § 22: (Dec.780/2010) a) barra redonda.11. 34. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH.351/2005) LXXXIV – a partir de 01 de outubro de 2005.00. 34. destinados à fabricação de grupo gerador pelo respectivo importador localizado neste Estado.514/2005) a) nafta petroquímica. (Dec.91.04. NBM/SH 7203. (Dec.779/2010) LXXXV . no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do imposto relativo à importação dos produtos relacionados no Anexo 52.90 da NBM/SH: (Dec.514/2005) b) paraxileno.diretamente por estabelecimento industrial.818/2006) DECRETO 14. NBM/SH 6810. 28. 28. (Dec.NBM/SH 7228. 34.00.00. 28. destinadas à aplicação em linha férrea: (Dec. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH.30.00. (Dec. NBM/SH 7302.00. 28. 34. bem como nas aquisições em outra Unidade da Federação. (Dec. de filmes. 28. para utilização no processo de fabricação. 28. pelo importador.NBM/SH 3902. realizadas com as seguintes mercadorias. das mercadorias relacionadas no Anexo 51. (Dec. NBM/SH 2517.

NBM/SH 8419. perfis.NBM/SH 8481.00. realizada diretamente por estabelecimento industrial.11) e unidade de estocagem de gás natural comprimido (NBM/SH 7311.NBM/SH 2523. realizada por estabelecimento industrial.261/2011) a) cimento não-pulverizado (clínquer) . dos produtos a seguir relacionados. 29. (Dec.7220.00. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação. 31.00.10.90. chapas. para utilização.80. (Dec. bobinas.14. no valor correspondente a 50% (cinqüenta por cento) do imposto devido na importação dos seguintes insumos.818/2006) c) produto laminado plano.31).00. 29.10.no período de 01 de junho de 2006 a 30 de setembro de 2015.818/2006) LXXXVII .10.10 DECRETO 14.80. de largura inferior a 600 mm e de espessura inferior a 4. nem revestido.311/2006) c) quadro Murphy . pelo importador. 29. na importação de flor.00.00 da NBM/SH.277/2007) XCII – no período de 01 de agosto de 2007 a 31 de julho de 2009.NBM/SH 8481. realizada diretamente por estabelecimento industrial.00): (Dec. (Dec.311/2006) e) válvula 2" com atuador . 36.21. 29. respectivamente indicados.75 mm e superior a 3 mm . nas saídas internas de bambu in natura.311/2006) d) medidor massico . folhagem e frutos artificiais. (Dec.NBM/SH . de aço.NBM/SH 7211. 29.12. e destinados à utilização no processo produtivo do importador. 28.b) produto laminado plano.269/2009) LXXXIX . (Dec. sucatas e outros produtos.50. 29.atualizado até 30 junho 2011 . lingotes. para utilização no respectivo processo produtivo de artefatos de plástico. 36. (Dec. quando promovidas por produtor. 30.31. classificados nos códigos da NBM/SH respectivamente indicados. de barras.NBM/SH 9026. para obtenção dos produtos igualmente indicados no mencionado Anexo. realizada por estabelecimento industrial.10.311/2006) LXXXVIII . (Dec. 30. (Dec.621/2006) XC – no período de 1º de janeiro de 2007 a 31 de dezembro de 2012. 29.311/2006) f) válvula 1/2" com atuador .95.NBM/SH 2618.21. na importação dos produtos a seguir indicados: (Dec.621/2006) b) escória de altos-fornos granulada (areia de escória) proveniente da fabricação do ferro fundido. (Dec. para utilização no respectivo processo de fabricação de equipamento de compressão de gás natural comprimido (NBM/SH 8414. não folheado ou chapeado.NBM/SH 8537.10: (Dec. classificados nos códigos da NBM/SH respectivamente indicados. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS incidente na importação.311/2006) b) radiador . 29. de largura inferior a 600 mm. no processo de fabricação de cimento comum – NBM/SH 2523.80. (Dec.no período de 1º de outubro de 2006 a 31 de março de 2013.90. 33. 28.887/2007) a) compressor . classificados conforme códigos da NBM/SH.90. de espessura igual ou superior a 4.75 mm .95.80.003/2010) XCI – a partir de 01 de abril de 2007. (Dec. de aço inoxidável.707/2007) PRODUTO a) lâmpadas halógenas 12v CÓDIGO DA NBM/SH 8539. (Dec. bomba de abastecimento (NBM/SH 9028. classificados nos códigos 6702. cobre ou alumínio.00. do ferro e do aço .29.80.NBM/SH 8414. de aço carbono. (Dec.00 e 6702.no período de 01 de junho de 2006 a 31 de dezembro de 2009.876/91 . relacionados no Anexo 55.

40.20 8473.30.29 8471.11 8542. unidades de memória para discos magnéticos flexíveis (Dec.876/91 .12 8471. para utilização na fabricação de vidros planos e de artefatos e embalagens de vidro. para a produção de peças automotivas para veículos de quatro rodas.90 XCIII – a partir de 01 de dezembro de 2007.b) lâmpadas halógenas 24v c) lâmpadas pérola/torpedo 12v.884/2008) NBM/SH 8542.20. classificada nos códigos NBM/SH 2836.21. 31.884/2008) PRODUTO 1.21 8473.30. no valor correspondente a: (Dec. 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido: PRODUTO 1. realizada diretamente por estabelecimento industrial.00 8504. caixa de som 2. wedge base 12v.707/2007): (Dec.99.346/2008) XCIV – no período de 01 de novembro de 2008 a 31 de dezembro de 2010. placa mãe ("motherboard") 8.90 8471. de monitores. (Dec. wedge seal 12v e stop taill 12v d) lâmpadas pérola/torpedo 24v e wedge seal 24v 8539. para utilização no processo de fabricação de microcomputadores e. gabinete 4. outras unidades de memória para discos ópticos 4. (Dec. classificados nos códigos da NBM/SH respectivamente indicados. na importação de engrenagens forjadas. 32.90 8539. 35. unidade de memória para discos magnéticos rígidos. no valor correspondente a 40% (quarenta por cento) do ICMS.482/2008) XCV .32.11 b) a partir de 10 de dezembro de 2008.70.41 8471. 32.00. aplicando-se o disposto no § 23.90.453/2011) a) a partir de 15 de agosto de 2007.51.11 8471.21 8528.50. a partir de 1º de outubro de 2010. 100% (cem por cento) do ICMS devido (Decreto nº 30. monitor 7. mouse NBM/SH 8518. realizada diretamente por estabelecimento industrial. inclusive aquele decorrente de substituição tributária. memória 6. com um só conjunto cabeça-disco (hda – "head disk assembly") 3. o valor correspondente ao ICMS incidente na importação de barrilha vidreira.20. 32. classificadas no código da NBM/SH 8708.29.70.atualizado até 30 junho 2011 .70.626/2010) XCVI – na importação dos insumos ou matérias-primas a seguir relacionados.53 DECRETO 14.60.29. a partir de 1º de abril de 2011. (Dec. o respectivo desembaraço aduaneiro deve ocorrer neste Estado.31.10 8539. 36. incidente na importação de óleo diesel realizada por refinaria de petróleo ou suas bases. processador 2. leitor de cartão 5.10 e 2836.no período de 1º de dezembro de 2008 a 31 de dezembro de 2022. observando-se que. fonte de alimentação 3.21.

classificados nos códigos da NBM/SH respectivamente indicados. 8528. tendo como destinatário estabelecimento comercial varejista. 32. teclado 36.30. placas de memória com superfície inferior ou igual a 50 cm 3. outros monitores policromáticos dos tipos utilizados. destinado a usina termoelétrica vencedora dos leilões nº 02/2008 e nº 03/2008. placa de rede sem fio ("placa wireless") 11. com ou sem módulo “display” numérico.30. gabinete. placa de fax moden 10. dos produtos relacionados no Anexo 59.60.52 (Dec.49 8473. dispositivos de cristais líquidos – LCD NBM/SH 8473. móveis e eletrodomésticos usados. telas para máquinas automáticas para processamento de dados. 36. na saída interna ou interestadual de biodiesel B100.916/2008) XCVIII – a partir de 01 de janeiro de 2009.10. observado. 32. 9013.118/2011) CI .30.30. na saída interna de óleo combustível com baixo teor de enxofre.469/2010) DECRETO 14. placa de vídeo 12. observado o disposto nos §§ 23 e 27. de eletroeletrônicos. 8473.19.30. realizada por estabelecimento industrial. realizada diretamente por estabelecimento industrial. por instituição financeira.51. pelo importador. classificados nos códigos da NBM/SH respectivamente indicados.917/2008) XCIX – a partir de 24 de março de 2009.9. junto com máquina automática para processamento de dados classificada na posição 84. (Dec. a partir de 1º de agosto de 2010.453/2011) 8473. XCVII . observado o disposto no § 26.30. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS incidente na importação. 33. classificados nos códigos da NBM/SH ali indicados.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. 33. exclusiva ou principalmente. 35. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS incidente na importação.no período de 01 de abril de 2009 a 31 de março de 2011. (Dec.116/2009) C . (Dec.49 8471.92.71 da NBM/SH 4. na importação dos produtos relacionados no Anexo 61. observado o disposto no § 28 (Convênio ICMS 136/2008). para utilização no respectivo processo produtivo.no período de 05 de março de 2009 a 31 de dezembro de 2012. devolvidos por pessoas físicas em virtude de inadimplência no pagamento do financiamento das referidas mercadorias. realizados pela Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL e relativos à contratação de energia elétrica proveniente de novos empreendimentos. sem fonte de alimentação 2. na venda.20. quando destinado a distribuidora de combustíveis.876/91 .) (Dec. (Dec. para utilização no processo de fabricação do importador dos artefatos de aço ali referidos.42. dos produtos relacionados no Anexo 58. do tipo OCB1. realizada por estabelecimento industrial de geradores eólicos de energia.227/2009) CII – a partir de 15 de junho de 2009.49 8473. portáteis 5. 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido: PRODUTO 1. a serem utilizados em ônibus e caminhões. no processo de fabricação dos equipamentos eletrônicos ali referidos.80. o disposto no § 23. c) a partir de 1º de abril de 2011. 8473. para uso.a partir de 01 de janeiro de 2009.

603/2011) 1.5 mm mas não superior a 1. (Dec. 36. observado o disposto no § 30. relativamente ao ICMS complementar referente à diferença de alíquota. para utilização. de largura igual ou superior a 600 mm c) chapa de aço revestida de PVC.603/2011) 2.468/2010) DECRETO 14. no período de 1º de junho a 31 de julho de 2011. observado o disposto no § 28 (Convênio ICMS 110/2007).34.70. (Dec.691/2009) b) nas aquisições em outra Unidade da Federação.90 CV – nas seguintes operações com álcool etílico anidro combustível – AEAC: (Dec.99.697/2010) CVI . nas aquisições internas e na importação de bens destinados a integralizar o ativo fixo do estabelecimento industrial adquirente.00 7210.697/2010) a) a partir de 1º de agosto de 2010. 35. classificado no código NBM/SH 1107. classificados nos códigos da NBM/SH respectivamente indicados. a partir de 1º de agosto de 2010. de largura igual ou superior a 600 mm d) chapa de aço inoxidável de espessura igual ou superior a 0. a partir de 1º de agosto de 2010. para utilização na fabricação de cerveja. (Dec. importação. conforme definida e autorizada pelo órgão federal competente.876/91 .10 7210. 36.2 mm NBM/SH 7210. como tal definida e autorizada pelo órgão federal competente. 33.10. 35.603/2011) c) no período de 1º de julho a 31 de outubro de 2010. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação.452/2011) PRODUTO a) chapa de aço revestida de liga de alumíniozinco.11. o disposto no § 23: (Dec.988/2009) CIV – no período de 1º de maio de 2010 a 31 de março de 2012. realizada por estabelecimento fabricante do mencionado produto. no processo de fabricação de painéis termoisolantes: (Dec.no período de 15 de agosto de 2010 a 14 de agosto de 2012. realizada diretamente por estabelecimento industrial. 35. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS incidente na importação de malte de cevada. 36.10. 35. 33. 35.0 mm e) chapa de aço de largura igual ou superior a 600 mm revestida de PVC f) chapa de alumínio de espessura superior a 0. observado.20 7219.00 7225. realizada por distribuidora de combustíveis.CIII – a partir de 22 de julho de 2009. saída interna ou interestadual destinada a distribuidora de combustíveis. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. dos produtos a seguir relacionados. observado o disposto no § 29: (Dec. realizadas por estabelecimento industrial fabricante de torres destinadas à geração de energia eólica. (Dec.70.61. nas operações a seguir indicadas. (Dec. 36.90 7606.469/2010) a) nas operações internas de aquisição e na importação de insumos para fabricação das mencionadas torres. pelo importador. realizada diretamente por estabelecimento industrial.697/2010) b) importação. de largura igual ou superior a 600 mm b) chapa de aço pintada ou envernizada.

20. 35. (Dec.20.NBM/SH 2836.NBM/SH 2923.00. destinados à fabricação de embalagens flexíveis. (Dec.550/2010) CX – no período de 1º de novembro de 2010 a 31 de dezembro de 2012. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação dos seguintes componentes. 35.550/2010) d) ácido clorídrico em solução aquosa . 35. 35. para utilização no processo produtivo dos componentes eletrônicos relacionados no Anexo 66.550/2010) c) polpa de uva – NBM/SH 2009.20.10.90.69. 35. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação dos produtos a seguir indicados.00. realizada diretamente por estabelecimento industrial.550/2010) e) azeitona – NBM/SH 2005. (Dec. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação de insumos e matérias-primas.19.550/2010) e) nonilfenol .00.550/2010) a) sulfato de cobre pentahidratado – NBM/SH 2833.NBM/SH 2827. (Dec.550/2010) CVIII – no período de 1º de setembro de 2010 a 31 de agosto de 2012. (Dec. 35.10.50.550/2010) a) polpa de tomate – NBM/SH 2002. realizada diretamente por estabelecimento industrial localizado neste Estado.550/2010) b) polpa de maracujá – NBM/SH 0811. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação de pigmento de dióxido de titânio.NBM/SH 2933. realizada diretamente por estabelecimento industrial. 35.550/2010) d) polpa de pêssego – NBM/SH 2008. a partir de 1º de dezembro de 2010.20. 35.90. realizada diretamente por estabelecimento industrial. (Dec. (Dec.11.90. para utilização no respectivo processo de fabricação de elevadores de cargas e de passageiros: (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . 35. 35. 35.69. (Dec.10. 35.550/2010) c) dicloro isocianurato de sódio .00.70.10.550/2010) CIX – no período de 1º de setembro de 2010 a 31 de agosto de 2012. (Dec. (Dec. (Dec.NBM/SH 3402.70.550/2010) f) ervilha – NBM/SH 0713. 35. classificado no código da NBM/SH 3206. classificados nos respectivos códigos NBM/SH.69.550/2010) b) cloreto de bezalconio 50% (cinquenta por cento) . para utilização no processo produtivo de forros e perfis de PVC.13.550/2010) h) carbonato de cálcio . classificados nos correspondentes códigos da NBM/SH.90.11. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação dos insumos e matérias primas a seguir indicados.987/2010) a) amortecedor hidráulico 8431.955/2010) CXII . quando destinados à fabricação de produtos para tratamento de água e resíduos líquidos: (Dec.876/91 . (Dec. 35. 35. (Dec. 35. 35.700/2010) CXI – a partir de 1º de dezembro de 2010.NBM/SH 2806.550/2010) f) policloreto de alumínio .(Dec. 35. 35. DECRETO 14. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação de filmes de polipropileno biaxialmente orientados – NBM/SH 3920.25. classificados nos respectivos códigos NBM/SH.31. (Dec. (Dec. 35.19. quando destinados à industrialização de alimentos: (Dec.32. (Dec.NBM/SH 2933.90.90.90.CVII – no período de 1º de setembro de 2010 a 31 de agosto de 2012.19.550/2010) g) ácido tricloroisocianúrico .

8428.75.000. classificada no código da NBM/SH 7419. 36. classificados nos códigos 7210. folheados. tampas. em cobre. no processo de fabricação de contador de fluidos.00 e 7210.90.00 da NBM/SH.PET.90.31.39.50. no valor correspondente ao ICMS incidente na importação de resina de polietileno tereftálico virgem . no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS incidente na importação dos produtos discriminados a seguir. 8431. (Dec. realizada por estabelecimento industrial.31.562/2011) RODUTO IMPORTADO a) hexametafosfato sódio b) carbonato de (barrilha densa) de NBM/SH 2835.067/2010) CXIV – a partir de 1º de fevereiro de 2011.11. 36. 36.00 dispersante defloculante dispersante defloculante alcalinizante Poliol pasta pronta semfix c) tripolifosfato de sódio d) soda cáustica líquida e) soda escama f) dietilenoglicol g) dipropilenoglicol h) genapol PF i) monoetilenoglicol 2839.00 da NBM/SH.90.10. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS incidente na importação.10 2835. no mínimo.00 2909. nas aquisições em outra Unidade da Federação.00 2909. classificada no código 3907. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS incidente na importação.00 3201.460/2011) a) a importação seja realizada por estabelecimento com faturamento anual relativo às saídas internas de.10. 1250 e 1500 kg 8431. de carcaça de contador de fluidos. 36.75 m/s d) máquina de tração para 400. 800. 36. a partir de 1º de maio de 2011. de veículos destinados a integralizar o ativo fixo de estabelecimento prestador de serviço de transporte de cargas.90. de largura igual ou superior a 600 mm.09.00.90 PRODUTO FABRICADO dispersante NBM/SH sódio 2836.31 3402.20.52 29. (Dec. no processo de fabricação de latas.41. (Dec.460/2011) b) seja observado o limite de 60. e destinados à utilização.000.99. 600.31. 1. (Dec. relativamente ao ICMS complementar referente à diferença entre a alíquota prevista para as operações internas e aquela estabelecida para as operações interestaduais.50 e 1.90 3824.460/2011) CXVII . R$ 800.49. pelo importador. realizada por estabelecimento industrial que produza o referido produto. 36. CXIII – no período de 1º de janeiro de 2011 a 31 de dezembro de 2012.118/2011) CXVI – no período de 1º abril de 2011 a 30 de abril de 2012. 500.90 2815. folhas de flandre litografadas e rolhas metálicas. observado o disposto no § 31. 1.31.12.00. 36. de laminados planos de ferro ou aço não-ligado. destinada à utilização pelo importador.b) freio de segurança instantâneo e progressivo c) limitador de velocidade 0.atualizado até 30 junho 2011 . realizada diretamente por estabelecimento industrial. (Dec.19.876/91 .000 (sessenta mil) toneladas para importação do produto.12. desde que: (Dec.4100 DECRETO 14.097/2011) CXV – no período de 1º de fevereiro de 2011 a 31 de janeiro de 2013. chapeados ou revestidos.10. para utilização no processo produtivo dos produtos respectivamente indicados: (Dec.00 2815.60. realizada diretamente por estabelecimento industrial.00 (oitocentos milhões de reais).29 2905.

em requerimento dirigido pelo contribuinte interessado.na hipótese do inciso XVI do "caput": (Dec. 27.90 3505. 20. § 2º. observando-se: (Dec. com a ressalva das disposições em contrário previstas na legislação tributária. quando do recolhimento do imposto pela contratante. 20. fica dispensado o recolhimento do imposto. o contribuinte poderá optar.nas demais hipóteses.10.90 3204.90 impermeabilizante corante 3910. matérias-primas e produtos intermediários beneficiados com o diferimento do imposto. quando da entrada da mercadoria no estabelecimento. quando da saída subseqüente. b) se o milho importado for alienado a estabelecimento comercial.750/98) V . § 5º Na hipótese do inciso XX do "caput": a) fica dispensado do recolhimento do imposto diferido o contribuinte que tenha utilizado. e no art.20. II . na proporção das saídas de ração ou de aves e ovos. 19. DECRETO 14. conforme o caso. 617. no ato da aquisição do produto.19.90 29173200 cola para telagem 39041020 3904. § 1º Nas hipóteses dos incisos XIII e XIV do "caput".876/91 .na hipótese do inciso XII do "caput". quando a saída subseqüente do adquirente destinar-se à exportação. considera-se aí incluído aquele objeto do diferimento. 15. (Dec. esteja esta sujeita ou não ao pagamento do tributo.j) uréia técnica k) dioctiftalato l) resina PVC (solvin 367 e 374) m) foraperle / zonyl 225 n) sulphur black (corante preto enxofre) 3102.69.11. 15.750/98) b) quando a saída subseqüente não estiver sujeita ao pagamento do imposto.na hipótese do inciso XXI do "caput".506/91) § 4º A empresa destinatária. especialmente aquelas previstas nos incisos XVI e XXII. 20. aquele adotado na primeira Nota Fiscal emitida no exercício. § 2º O imposto devido pelas saídas mencionadas neste artigo será recolhido pelo destinatário: I .00.na hipótese do inciso LXXVIII do "caput".733/97) b) a dispensa de recolhimento prevista na alínea anterior depende de prévio deferimento da Secretaria da Fazenda.atualizado até 30 junho 2011 . deverá atender ao disposto no art. (Dec. (Dec. (Dec. § 35.00. indicada no inciso XIX do "caput". independentemente de qualquer comunicação.12 3204.19. III . 9º. pelo pagamento do imposto quando da saída a que se referem estes dispositivos.2004) § 3º A Secretaria da Fazenda expedirá as normas complementares que se fizerem necessárias à execução e ao controle das operações referidas neste artigo. em cada exercício fiscal.750/98) a) quando a saída subseqüente estiver sujeita ao pagamento do imposto. aquele objeto do diferimento será recolhido em DAE específico. configurando-se como sistema de recolhimento. (Dec.530/92) a) no prazo normal do fabricante ou produtor. promovidas pelos respectivos estabelecimentos. na fabricação de baterias e grupos geradores destinados exclusivamente à exportação.235/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. IV .

(Dec. c) valores relativos ao subcontrato. deverá recolher a diferença no prazo de sua categoria. 9º.o imposto diferido: (Dec.585/97) 2.612/92) § 8º Na hipótese do inciso XXIII do “caput”. será recolhido pelo destinatário. em que os bens permaneçam neste Estado. se tributada fosse. a partir de 01 de novembro de 1996.976/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 15. nos termos do art.2000 – REPUBLICAÇÃO NO DOE DE 08. a isenção de que trata o inciso CXXVI do art. esteja esta sujeita ou não ao pagamento do tributo: (Dec.585/97) b) será dispensado. (Dec. 22.c) a Secretaria da Fazenda expedirá normas complementares. (Dec. a partir de 01 de dezembro de 2000. 19. 19. observar-se-á: (Dec. na modalidade telefonia móvel celular. no período de 01 de novembro de 1997 a 31 de agosto de 1999.301/2000) 3. aplica-se o diferimento ali previsto.301/2000) 1. quando a saída subseqüente estiver sujeita ao pagamento do imposto.02. b) valores relativos ao contrato.585/97) DECRETO 14. quando a saída subseqüente não estiver sujeita ao pagamento do imposto. (Dec.876/91 . transferências entre estabelecimentos do mesmo titular e sucessão.301/2000) 1.a subcontratada fica dispensada de emitir Conhecimento de Transporte. (Dec. devido a este Estado nas aquisições em outra Unidade da Federação.12. será observado o seguinte: (Dec.585/97) b) a partir de 01 de janeiro de 1997. (Dec. § 6º Na hipótese do inciso XXI do "caput". I . 20. (Dec.301/2000) 2.caso o imposto relativo à subcontratação seja superior ao imposto devido pela contratante. 22. 22. o benefício fica condicionado a requerimento do interessado dirigido à Diretoria de Administração Tributária -DAT da Secretaria da Fazenda e ocorrerá sob condição resolutória de posterior homologação por aquela Diretoria. observada. 22.301/2000) a) a partir de 01 de outubro de 1994. fusão. 19. II . na condição de contribuinte-substituto.677/98) III .530/92) I . 19. § 7º REVOGADO a partir de 01 de janeiro de 1992. (Dec. considera-se aí incluído aquele objeto do diferimento. 19. XII.quanto à concessão do benefício.585/97) a) até 31 de dezembro de 1996. em especial quanto ao controle das operações de exportação e do emprego das matérias-primas e produtos intermediários nos produtos industrializados exportados. 15. no período de 01 de junho a 30 de setembro de 1994. (Dec. serão observadas as seguintes normas: 17. aquele objeto do diferimento será recolhido tomando-se por base de cálculo a que seria adotada na mencionada operação de saída.2001) II . cisão ou incorporação de empresas em que os bens permaneçam neste Estado. desde que a contratante faça constar do seu Conhecimento de Transporte: a) identificação da subcontratada.atualizado até 30 junho 2011 . quando da saída subseqüente. fica dispensado o requerimento previsto na alínea anterior. esta. além da hipótese prevista no item 1. transferência de bens de empresa concessionária de serviço de telecomunicação.937/94) (Dec. quando a mencionada saída for decorrente de: (Dec. 3º.relativamente ao ICMS complementar referente à diferença de alíquota. 22. para outra Unidade da Federação. 22.

482/93) i) fontes energéticas.considera-se empresa de base tecnológica aquela que tenha como atividade-fim o desenvolvimento e a fabricação de produtos ou processos fundamentados na aplicação sistemática de conhecimentos científicos e tecnológicos e que utilize técnicas consideradas inovadoras ou pioneiras nas áreas de: (Dec.relativamente a partes e peças. além de outras exigências estabelecidas para a hipótese. por meio de instrução normativa.IV . 16. do requerimento previsto no inciso III deverá constar. 16. 16. serão observadas as seguintes normas: (Dec. (Dec. 16. 16. 16. podendo.atualizado até 30 junho 2011 . nessa hipótese.482/93) h) mecânica fina. (Dec. aparelhos e equipamentos para uso do beneficiário. acrescido de juros e atualização monetária. o contribuinte deverá recolher o ICMS diferido. (Dec. o benefício somente abrange os insumos e matérias-primas a serem utilizados na fabricação dos produtos referidos no inciso anterior. 16. 17. (Dec. aparelhos e equipamentos.482/93) III .937/94) § 9º A DAT disciplinará.na hipótese do inciso anterior.482/93) g) química fina. em se tratando de operação de importação do exterior.482/93) c) telecomunicação.482/93) b) até o último dia do 3º (terceiro) mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador. (Dec. 16.a qualquer tempo. (Dec. os procedimentos necessários à obtenção do benefício de que trata o inciso XXIII do "caput" e ao controle da aquisição genérica de bens destinados ao ativo fixo.482/93) a) informática.nas operações de importação do exterior. 16. especificando-se os componentes que o integrarão. (Dec. (Dec.585/97) VI . em qualquer hipótese.937/94) § 10. (Dec.482/93) d) instrumentação de precisão. serão consideradas as partes e peças destinadas exclusivamente à montagem de máquinas. 17. (Dec. (Dec. em qualquer hipótese.482/93) II . inclusive. 17.482/93) f) biotecnologia. 16. sem prejuízo das penalidades cabíveis. 19.482/93) I . desde que fique comprovada destinação diversa do bem. (Dec. (Dec. 16. 19. 16.o ICMS diferido será recolhido da seguinte forma: (Dec.585/97) b) a partir de 01 de janeiro de 1997.482/93) DECRETO 14. quando se tratar de montagem. Para os efeitos do inciso XXV. 16. (Dec. para efeito de fruição do benefício.937/94) V .482/93) b) microeletrônica. em se tratando de operações internas e interestaduais. excluídos. (Dec. destinadas à reposição e à montagem de máquinas. 16. (Dec.482/93) a) até o último dia do 4º (quarto) mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador. consideram-se bens do ativo fixo as partes e peças. o respectivo projeto de montagem do bem. excluídos.876/91 . aqueles relacionados com as atividades administrativas do adquirente. 19.585/97) a) no período de 01 de junho de 1994 a 31 de dezembro de 1996. será observado o seguinte: (Dec. para uso do próprio adquirente. 16. (Dec.482/93) e) automação industrial. aqueles que se relacionem com as atividades administrativas do adquirente. fixar prazo especial de recolhimento do imposto.

391/94) a) na hipótese da alínea "a".17.482/93) V . apresentar.o valor do ICMS diferido será considerado contido no ICMS relativo às saídas subseqüentes do produto importado. (Dec. demonstrativo das aquisições do produto efetuadas mensalmente através de operações internas. a partir de 15 de novembro de 2006.482/93) VI .482/93) § 11.479/94) II . inclusive quanto ao beneficiamento do algodão em rama ou desenvolvimento da respectiva cultura dentro do Estado. por meio de portaria. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 .876/91 . recolhido tempestivamente. (Dec. à Diretoria Técnica de Coordenação da Secretaria da Fazenda. Relativamente ao inciso XXVI do "caput": (Dec. 3 e "b".654/93) DECRETO 14. 19. do mesmo inciso. demonstrativo que contenha programação da totalidade das importações do produto a serem efetuadas no período de duração do incentivo. 16. Para fins do disposto no inciso XXVII.a Secretaria da Fazenda poderá editar normas complementares ao acompanhamento e controle das operações objeto do diferimento. “a” e “b”.504/93) II .fica dispensado o pagamento do ICMS diferido quando a saída subseqüente do produto importado for para outro Estado e.17. até o termo final de duração do incentivo.2006) § 12.11. não seja sujeita à incidência do mencionado imposto.o ICMS diferido.29. devendo o interessado apresentar pedido.391/94) b) a partir do período fiscal de fevereiro de 1994. (Dec.794/97) § 13. ouvida a Diretoria Técnica de Coordenação. apresentar.17. (Dec.17. do mesmo inciso.391/94) III . (Dec. ficando dispensado o pagamento de qualquer complementação. 19. do “caput”. esteja esta sujeita ou não ao pagamento do tributo. 16. Para os efeitos do inciso XXIX do “caput”. discriminando os produtos a serem comercializados bem como os insumos a serem importados. do referido inciso XXVII.a concessão do benefício fica condicionada a deferimento prévio da Diretoria de Administração Tributária.794/97) (Dec. para efeito de manutenção ou prorrogação do benefício. até o último dia do respectivo mês subseqüente. (Dec. até 31 de maio de 1993. até o 15º (décimo quinto) dia do 3º (terceiro) mês subseqüente ao da saída do algodão do estabelecimento importador.a Secretaria da Fazenda. ou na impossibilidade fática de observância desse prazo e nas demais hipóteses da referida alínea. (Dec.IV . antes da primeira importação. 16. 16. ambas da Secretaria da Fazenda.851/2006 – REPUBLICADO DOE 28. a ser cumpridos pelo regrário da sistemática. poderá estabelecer mecanismos: 19. (Dec.para efeito de avaliação posterior da sistemática adotada. (Dec. de acompanhamento e controle das operações objeto do diferimento. cada empresa interessada deverá: (Dec.391/94) a) na hipótese da alínea "a" do referido inciso. à Diretoria Técnica de Coordenação da Secretaria da Fazenda. porventura devida. 1.504/93) I . não será atualizado nem sofrerá quaisquer outros acréscimos. e a partir do período fiscal de abril de 1994.17. (Dec.794/97) I . a) até 30 de junho de 1995.16.794/97) b) a partir de 01 de maio de 1997.o imposto diferido será recolhido: (Dec. do mencionado inciso XXVII. interestaduais ou de importação do exterior. no caso da alínea "a".17. 19. de contrapartida. na hipótese da alínea "a". serão observadas as seguintes normas: (Dec. 1.391/94) b) na hipótese da alínea "b". juntamente com o imposto incidente sobre essa última operação. será observado o seguinte: (Dec. 16. por ocasião a saída do produto final.

654/93) b) a deferimento prévio da Diretoria de Administração Tributária da Secretaria da Fazenda.654/93) c) na fase de produção. ouvida a Diretoria Técnica de Coordenação. o ICMS devido será pago em 03 (três) parcelas.654/93) II .247/94) b) até o último dia do 3º (terceiro) mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador. (Dec.876/91 . recolhido tempestivamente. inclusive com aquelas recebidas sob o regime de "drawback".o ICMS diferido será recolhido adotando-se os procedimentos e prazos a seguir indicados: (Dec. o ICMS deverá ser pago até o último dia do mês subseqüente ao do desembaraço aduaneiro.654/93) § 14. para efeito de controle das operações realizadas. da Secretaria da Fazenda. seu valor será convertido em UFEPE.654/93) III . discriminação das mercadorias a serem importadas. aquela em que se realizam as operações de montagem de equipamentos. que o analisará e o encaminhará à DAT. (Dec.17. em especial.654/93) b) na fase de implantação do empreendimento.654/93) a) no segundo dia subseqüente ao da entrada das mercadorias no estabelecimento importador. respectivo cronograma de recebimento.17.654/93) a) à verificação de que o contribuinte recolhe o ICMS de sua responsabilidade nos prazos legalmente fixados. (Dec. vencendo-se cada. terceiro e quarto meses subseqüentes ao do desembaraço aduaneiro.será considerada como fase de implantação a que se refere a alínea "b" do inciso I.18. relativamente aos produtos ali indicados. no último dia do segundo.654/93) IV .16. treinamento de pessoal e os testes preliminares de operação.247/94) II .247/94) III . (Dec. em se tratando de importação do exterior. ou o desenvolvimento de processos. observando-se: (Dec. 16.247/94) a) até o último dia do 4º (quarto) mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador.16.17.a fruição do diferimento fica condicionada: (Dec.o benefício abrange também o ICMS incidente sobre a prestação de serviço de transporte relacionada com as mercadorias discriminadas no inciso XXIX. (Dec. (Dec.considera-se empresa de base tecnológica aquela que tenha como atividade-fim a fabricação de produtos. bem como estimativa de produção.247/94) V . não será atualizado nem sofrerá quaisquer outros acréscimos.o ICMS diferido será recolhido da seguinte forma: (Dec. (Dec. respectivamente. (Dec.a concessão do benefício fica condicionada a deferimento pela Diretoria de Administração Tributária .669/94) a) na hipótese de deferimento. fundamentados na aplicação sistemática de conhecimentos científico e tecnológico.16. Relativamente ao inciso XXX do "caput": (Dec.o diferimento alcança apenas as operações internas e interestaduais com os produtos relacionados no Anexo 14 e a importação do exterior dos respectivos insumos. devendo o interessado formular pedido à Diretoria Técnica de Coordenação . nas áreas elencadas no Anexo 14. além da especificação da duração da fase de implantação do empreendimento. onde conste.048/94) DECRETO 14.17.247/94) IV . em se tratando de operações internas e interestaduais. (Dec. (Dec.669/94) I .654/93) d) a conversão das UFEPE's em cruzeiros ocorrerá no dia do efetivo pagamento e será feita pelo valor vigente nessa data.17.16. da referida Secretaria.atualizado até 30 junho 2011 .16. o ato concessivo terá efeito retroativo: (Dec. (Dec.16.o ICMS diferido.16. vigente nessa data. em pedido do interessado.DTC. (Dec.17.I . (Dec.16.17.DAT.17.16.

antes de iniciada a remessa.10. respectivamente. (Dec.800/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. nos códigos 84. a liberação das mercadorias.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. fica condicionado à inexistência de fabricação. sem o recolhimento do ICMS devido.07. igualmente. substitua o comprovante de recolhimento exigido na alínea anterior. Na hipótese do inciso XXXII do “caput”. em relação a cada remessa. às operações internas. inclusive de importação do exterior. relativamente a rótulos e tampas.1.do pedido de que trata o inciso anterior deverão constar a relação de produtos a serem comercializados com os respectivos códigos da NBM/SH.01. nos demais casos. 21. ou quando da sua saída para outra Unidade da Federação.17.17.17. (Dec. à data da protocolização do pedido. dentro do Estado. e atestado fornecido pelo ITEP no sentido de que os produtos. nas condições ali previstas.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec.não será exigido: (Dec.17. poderá ser autorizado que um demonstrativo da existência de saldo credor na conta gráfica do ICMS.385/94) § 16.62. classificadas. (Dec. aplica-se a norma contida no § 75 do art.0000 e 84. 21. 21. somente poderá ocorrer mediante entrega de cópia autenticada do pedido protocolizado.17.247/94) VII .048/94) b) no caso de operações de importação do exterior.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.17.048/94) 2.876/91 .01. dos referidos produtos. quando o requerente houver sido beneficiário deste. 21.9900.247/94) § 15. objeto do pedido.669/94) c) no caso da alínea anterior. na saída para outra Unidade da Federação. (Dec. o ICMS será devido quando o gado for destinado ao abate. a relação dos insumos a serem importados do exterior. se for o caso. no prazo de 30 (trinta) dias.514/94) § 17. (Dec.2000) b) tratando-se de contribuinte com estabelecimento fixo. (Dec. à data subseqüente ao termo final de gozo do benefício previsto no inciso XXV do "caput".17. observando-se o seguinte (Convênios ICM 15/88 e ICMS 113/2007): (Dec. O disposto no inciso XXIII do "caput" aplica-se.18.a Secretaria da Fazenda poderá editar normas complementares ao acompanhamento e controle das operações objeto do diferimento.01.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE I . 9º. no local de desembaraço. (Dec.988/94) §18.2000) b) na hipótese da alínea "d". nos termos DECRETO 14. (Dec. (Dec. 32.99) § 19.2000) (Dec. 21. da NBM/SH. O benefício estabelecido no inciso LIII do "caput".289/2008) a) para fins de transporte e aproveitamento do crédito fiscal pelo destinatário. (Dec.2000) a) na hipótese da alínea "a".01. no Estado de Pernambuco. será exigido. Para efeito do disposto no inciso XXIII. o contribuinte deverá recolher o imposto devido. realizadas no período de 01 de abril de 1991 a 31 de dezembro de 1994. 21. de prensas e máquinas automáticas de estampagem de tampas metálicas. realizadas no período entre a protocolização do pedido e o deferimento.669/94) VI .99.2000) II – até 31 de outubro de 2007. "b" do “caput”. com os acréscimos legais cabíveis. O imposto diferido previsto no inciso LIV do "caput": 01. havendo indeferimento do pedido. contados a partir da data do respectivo despacho da DAT.18. quando a saída do produto industrializado não for tributada.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. o comprovante de recolhimento do imposto deverá acompanhar a mercadoria. estão enquadrados na relação contida no Anexo 14. (Dec.65.

Até 31 de outubro de 2007. das Unidades da Federação de origem e destino. o imposto poderá ser pago. Relativamente ao disposto no inciso LXXXV. 28.01. (Dec. 35. relativo ao regime especial mencionado nesta alínea.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2000) 1.2000) 2.02. (Dec. 01. (Dec. estar regular com sua obrigação tributária principal. fibra ou polímero de poliéster: ácido tereftálico. será calculado com base no volume do produto final proporcionalmente equivalente ao volume da matéria-prima básica adquirida com diferimento do imposto.2000) (Dec. paraxileno: nafta petroquímica.01.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.876/91 .893/99 – EFEITOS A 2.fica dispensado o recolhimento do imposto. 28.2. nos incisos CII e CIII. (Dec. o aproveitamento do crédito fiscal só será admitido quando o mencionado documento estiver acompanhado do respectivo documento de arrecadação (Convênios ICM 15/88 e ICMS 113/2007).514/2005) 1. 28.PET e filamento. no prazo da categoria.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE c) para fins do disposto na alínea "a". (Dec. 22.514/2005) I . for isenta ou não tributada pelo ICMS.2000) (Dec. (Dec.2000) § 20.2000) 2. (Dec. será observado o seguinte: (Dec. ácido tereftálico: paraxileno. não será exigido quando a saída do produto do estabelecimento industrial.016/2000 – ERRATA DOE DE 15.3. Relativamente ao inciso XLIV.01. na fabricação dos produtos a seguir relacionados. relativamente ao disposto no inciso LIV do "caput".o valor do ICMS a ser diferido: (Dec.4. em uma única quota mensal. será o devido na respectiva operação.541/2005) § 22. (Dec. o remetente promover para o mesmo destinatário.estabelecidos em portaria do Secretário da Fazenda.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. O imposto diferido previsto no inciso LXXXVI do caput e. 28.469/2010) DECRETO 14.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01. (Dec. 21. mediante regime especial com expressa anuência do Estado destinatário da mercadoria. observando-se que.01. 28. inclusive quanto ao parcelamento de débitos fiscais. 21. a partir de 1º de agosto de 2010. englobando todas as saídas que. 28. no período. estar em situação cadastral regular perante o CACEPE.2000) 2. nas operações internas. na hipótese de o contribuinte deste Estado. ali referido.514/2005) II .514/2005) § 23. observando-se: (Dec. não ter sócio que participe de empresa considerada inidônea perante a Fazenda Estadual. 21. 28. 28. sendo vedado o destaque do imposto. 27.01.01. a referência feita à Administração Pública somente se aplica ao Poder Executivo.514/2005) 3. a correspondente matéria-prima básica é aquela respectivamente indicada: (Dec.1. (Dec. o documento fiscal que acobertar o transporte da mercadoria deverá conter a indicação do número do respectivo processo. ter apresentado a GIAM.514/2005) b) nas demais hipóteses. 32. PARTIR DE 01. 21. (Dec.514/2005) 2. quando a saída subseqüente do adquirente for objeto de diferimento. o contribuinte deverá preencher os seguintes requisitos: (Dec.289/2008) § 21. para concessão do regime especial previsto nesta alínea. polímero de polietileno tereftalato . (Dec. receber a mercadoria acobertada por documento fiscal com destaque do imposto. 21. 21.atualizado até 30 junho 2011 . relativamente ao último período anterior ao do pedido.514/2005) a) na hipótese da nafta petroquímica. 21.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2000) 2.

no campo "Informações Complementares". 35. (Dec. (Dec. (Dec.916/2008) § 27. tendo adquirido.381/2010) § 29. DECRETO 14. observadas as demais disposições contidas no Convênio ICMS 110/2007.876/1991". inclusive para a Zona Franca de Manaus e para as Áreas de Livre Comércio.467/2008) § 25 O diferimento previsto no inciso LXVI. observar-se-á o seguinte quanto ao imposto diferido: (Dec. no período de 1º de janeiro a 23 de março de 2009. Relativamente ao disposto nos incisos XCIX e CV. "b". 32. juntamente com o imposto retido por substituição tributária incidente sobre as operações subsequentes com gasolina ou óleo diesel até o consumidor final. para acompanhar a mercadoria do domicílio da pessoa física até a entrada no estabelecimento.381/2010) a) ao B100. o contribuinte que.381/2010) I – para efeito de aproveitamento do diferimento ali previsto.381/2010) b) ao AEAC. 1.deve ser tomado como valor de partida. que será utilizada. neste Estado. observando-se: (Dec.876/91 . (Dec. 32. “b”.381/2010) II – na hipótese de saída isenta ou não-tributada de AEAC ou B100. 32. (Dec. quando da aquisição da mercadoria. (Dec. o estabelecimento varejista. do "caput". (Dec. 35. 32. Relativamente ao disposto no inciso CV.467/2008) I . o contribuinte deverá efetuar o respectivo recolhimento.se a saída subseqüente for tributada.se a saída subseqüente não for tributada. 35. promovida pela distribuidora de combustíveis. promover a saída da mencionada mercadoria com diferimento. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . o endereço onde se encontra a mercadoria.467/2008) II . 13. 32.467/2008) III . também se aplica ao ICMS devido por substituição tributária. as seguintes condições: 35.467/2008) I . poderá proceder ao ressarcimento do imposto recolhido antecipadamente junto ao respectivo fornecedor que tenha efetuado a retenção. (Dec. observar-se-á: (Dec. será dispensado o respectivo recolhimento. inclusive. sem prejuízo das penalidades cabíveis. até o 9º (nono) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer a citada saída. o imposto diferido será recolhido pela distribuidora de combustíveis até o 10º (décimo) dia do mês subsequente à respectiva saída. bem como a expressão: "Nota Fiscal emitida conforme o art.o imposto será recolhido pelo estabelecimento comercial atacadista. 35. 32. 35. observar-se-á: (Dec. óleo combustível com recolhimento antecipado do ICMS.381/2010) I – o imposto será diferido para o momento em que ocorrer a saída da gasolina resultante da mistura com AEAC ou a saída do óleo diesel resultante da mistura com B100. o preço praticado na referida saída. § 26. 32.§ 24 Relativamente ao inciso LXVI.467/2008) II . Na hipótese do inciso XCVII.381/2010) (Dec. 32. nos termos estabelecidos em portaria do Secretário da Fazenda. 35.2. relativamente: (Dec. devendo constar no quadro "DADOS ADICIONAIS". no período de 1º de julho de 1999 a 31 de julho de 2010. acrescido de juros e atualização monetária.917/2008) § 28. do "caput". devendo ser recolhido de uma só vez.1 e 1. emitirá Nota Fiscal de entrada. desde que fique comprovada destinação diversa da mercadoria.381/2010) III – ficam convalidadas as operações realizadas com o diferimento previsto. do Decreto nº 14. (Dec. Na hipótese do inciso XCVIII. considera-se incluído no imposto relativo à referida saída. 32.em qualquer caso e a qualquer tempo. "b". “a”.467/2008) § 26. (Dec. para o cálculo do mencionado imposto. 35. quando da respectiva saída subseqüente.

35. até 30 de setembro do mesmo ano. a data do registro da Declaração de Importação . nos termos de portaria do Secretário da Fazenda. 35. 1º do Decreto nº 21. (Dec. de 08 de outubro de 1999.097/2011) I – a fruição do benefício fica condicionada: (Dec. (Dec. juntamente com o imposto retido por substituição tributária incidente sobre as operações subsequentes com gasolina até o consumidor final. (Dec. (Dec. desde que o contribuinte tenha efetivado o registro da DI na RFB no prazo a que se refere a alínea “b”.697/2010) § 31. “b”. (Dec. 36. observadas as demais disposições contidas no Convênio ICMS 110/2007. 35. considerando-se como termo inicial o período fiscal em que tenha ocorrido o respectivo desembaraço aduaneiro.DI na Secretaria da Receita Federal do Brasil RFB. dispensada a exigência prevista na alínea “a” do inciso I do referido parágrafo. 36. 35.876/91 . (Dec. quando não atendidas as condições previstas nas alíneas “b” a “d” do inciso I. podendo ser posterior a 30 de setembro. com os acréscimos legais cabíveis. 35. 35. no caso de o desembaraço aduaneiro ser realizado a partir de 1º de setembro. 35. (Dec. pode ser considerada. (Dec.697/2010) I – pode ser considerada a data do registro da DI na RFB.381/2010) c) o produto importado deve ser alienado exclusivamente à distribuidora de combustíveis.381/2010) e) para fins do disposto na alínea “b”: (Dec. (Dec.697/2010) 1. 35.697/2010) 2. quando a importação for efetuada por distribuidora de combustíveis. (Dec.097/2011) II – a inobservância da condição prevista no inciso I. com os acréscimos legais cabíveis.atualizado até 30 junho 2011 . devendo conter. sujeita o contribuinte ao recolhimento do imposto que tenha sido diferido. para obtenção da gasolina resultante da mistura do citado AEAC com a gasolina A. a saída subsequente da mercadoria deve ocorrer em 30 (trinta) dias. 50 (cinquenta) veículos para utilização na atividade-fim do contribuinte.381/2010) d) na saída do AEAC importado deve ser emitida Nota Fiscal específica. Relativamente ao disposto no inciso CXIV do caput.381/2010) § 30. no mínimo.097/2011) DECRETO 14. observar-se-á: (Dec.697/2010) II – a saída subsequente da mercadoria deve ocorrer em 30 (trinta) dias contados do desembaraço aduaneiro. 36.381/2010) a) pelo importador. “c”: (Dec. Para aproveitamento do diferimento previsto no inciso CV. respeitado o termo final ali referido relativo à saída subsequente da mercadoria. nos termos do item 2 da alínea “b” do mencionado inciso CV.097/2011) b) à aquisição anual de. 36. 35.a) o contribuinte deve estar credenciado nos termos do § 8º do art.697/2010) II – o recolhimento do imposto diferido será efetuado: (Dec.381/2010) b) pela refinaria de petróleo ou suas bases.755. 35. 36. 36.097/2011) a) ao credenciamento do contribuinte. na saída destinada a distribuidora de combustíveis. relativamente ao exercício fiscal em que as aquisições de veículos tenham sido inferiores ao limite ali estabelecido. 35. em substituição à data do desembaraço aduaneiro. no campo “Informações Complementares”. (Dec. (Dec. (Dec.603/2011) b) a importação deve ocorrer no período de 1º de abril a 31 de agosto de cada exercício e a saída interna ou interestadual subsequente. 35. a indicação do número e da data de emissão da respectiva Declaração de Importação – DI.

III – não se aplica o diferimento quando as mencionadas aquisições se referirem a bens alheios à atividade-fim do estabelecimento.876/91 .097/2011) DECRETO 14.atualizado até 30 junho 2011 . 36. os veículos de transporte pessoal e as aquisições para o ativo permanenteinvestimento. presumindo-se como tais. salvo prova em contrário. (Dec.

na industrialização efetuada por outro estabelecimento: a) o valor agregado durante o processo de industrialização. o preço corrente da mercadoria fornecida ou empregada. (Dec. b) o valor total.na entrada de mercadoria conduzida por contribuinte de outra Unidade da Federação. 19.527/96) b) na transmissão. 19. quando a mercadoria não tiver transitado pelo estabelecimento transmitente. ou.01. b) o valor no varejo das citadas mercadorias onde se exigir o pagamento do imposto. sucessivamente.876/91 .527/96) a) caso o remetente seja produtor. compreendendo este o preço da mercadoria empregada. do percentual indicado no art. V .527/96) a) na saída de mercadoria de estabelecimento de contribuinte. de 23. considerando-se: (Dec. quando se estabelecer expressamente a incidência sobre o fornecimento da mercadoria. 19. 19.2003): 25. (Dec. 19.o valor de que decorrer a operação: (Dec. esgotada. cada possibilidade: a) o preço máximo de venda no varejo.527/96) DECRETO 14. A base de cálculo do imposto é: I . (Dec. no mercado atacadista do local da operação.CAPÍTULO VI Da Base de Cálculo Art. ou de título que a represente. do Imposto sobre Operações de Câmbio e demais despesas aduaneiras devidas. extrator ou gerador. quando for o caso. (Dec. a partir de 01 de novembro de 1996.527/96) d) nas demais hipóteses de operações a título oneroso. VI . 19. caso o remetente seja industrial.350/2003) (Dec. o preço corrente da mercadoria. inclusive de energia.na hipótese de fornecimento de mercadoria. 19. caso o remetente seja comerciante. nas hipóteses legalmente admitidas. c) o preço FOB do estabelecimento comercial à vista. quando este for fixado pela autoridade competente ou pelo fabricante. de propriedade de mercadoria. juntamente com a prestação de serviço de competência tributária municipal. 19. do mercado atacadista regional. o valor total da operação.na falta do valor a que se referem o inciso anterior e o inciso XLVII.527/96) b) o preço FOB do estabelecimento industrial à vista. na sua falta. acrescido do valor do Imposto de Importação. ou de sua similar. de propriedade de mercadoria depositada em armazém-geral ou em depósito fechado localizado na Unidade da Federação do transmitente. inclusive IPI e despesas acessórias. ressalvado o disposto no inciso XV: (Dec.527/96) II . (Dec. incluído o da mercadoria recebida e o agregado durante o processo de industrialização.na hipótese de saída de mercadoria. acrescido. I. a terceiro. quando a mercadoria for recebida com imposto destacado no respectivo documento fiscal. (Dec. o do serviço prestado e demais despesas acessórias cobradas ao destinatário. 14. 19. c) o valor constante do documento fiscal de origem. juntamente com a prestação de serviço não incluído na competência tributária do Município.527/96) III . quando a mercadoria for recebida sem imposto destacado no respectivo documento fiscal.na entrada de mercadoria importada do exterior (NR Lei nº 12. VII . nas vendas a outros comerciantes ou industriais.335. 19. do IPI. a terceiro. a) o valor constante dos documentos de importação convertido em moeda nacional.527/96) c) na transmissão. IV . "b". sem destinatário certo.atualizado até 30 junho 2011 .

para efeito de cálculo do Imposto de Importação. (Dec. acrescido do valor do Imposto de Importação. 19. 19. (Dec. o preço da mercadoria expresso em moeda estrangeira será convertido em moeda nacional pela mesma taxa de câmbio utilizada no cálculo do Imposto de Importação. VII.876/91 DECRETO 14. observandose: (Dec.no fornecimento de que trata o art.527/96) 1. o Imposto de Importação. (Dec.na prestação de serviço de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. sem qualquer acréscimo ou devolução posterior.no fornecimento de alimentação. 3º.350/2003) VIII .527/96) b) a partir de 01 de novembro de 1996. nele incluído o valor dos tributos. o preço do serviço. 23. apreendida ou abandonada. nos termos da lei aplicável à matéria. acrescendo-se. 19. 19.527/96) 5. 24. de 23. 23. a base de cálculo será reduzida de tal forma que a incidência do imposto resulte na aplicação do percentual de 3. 19. o valor da mercadoria ou bem constante dos documentos de importação. taxas e contribuições (NR Lei nº 12. nele incluídos o da mercadoria e da prestação de serviço. "a". (Dec. relacionadas com a sua utilização. no período de 07 de junho de 1990 a 31 de outubro de 1996.1. substituirá o preço declarado.na arrematação em leilão ou na aquisição em licitação. inclusive importada do exterior. a partir de 01 de janeiro de 2003. 19. bebidas e outras mercadorias em bares.01.527/96) XI . o Imposto sobre Produtos Industrializados.DETRAN-PE. a partir de 01 de novembro de 1996.01. se houver variação da taxa de câmbio até o pagamento do efetivo preço.876/91 .527/96) 2. o valor da operação.01. 19.2001) b) fica convalidada a redução da base de cálculo prevista na alínea precedente praticada anteriormente ao termo inicial de vigência ali indicado. o Imposto sobre Operações de Câmbio. (Dec. XII . até 06 de junho de 1990. de mercadoria.527/96) X .527/96) 4. observando-se: (Dec.527/96) (Dec. quaisquer despesas aduaneiras. 25. todas as despesas cobradas ou debitadas ao adquirente. 19. (Dec. o valor cobrado.423/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2001) Decreto nº 14. 19.2003). assim consideradas as importâncias devidas às repartições alfandegárias. restaurantes. a taxa cambial constante de ato declaratório editado pela autoridade federal competente. a taxa cambial efetivamente aplicada em cada hipótese.4% (três vírgula quatro por cento) sobre o valor da operação.335. 2.527/96) IX . a soma das seguintes parcelas: (Dec.01.527/96) 3. (Dec. (Dec. inclusive.527/96) 1. 19.1. cafés e outros estabelecimentos. do IPI e demais despesas cobradas ou debitadas ao interessado.2001) a) no período de 01 de janeiro a 10 de julho de 2001. na saída de mercadoria para o exterior. 19. na hipótese de a arrematação ser de veículo automotor em leilão promovido pelo Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco . o valor fixado pela autoridade aduaneira para base de cálculo do Imposto de Importação. promovidos pelo Poder Público. (Dec. das contribuições e demais importâncias cobradas ou debitadas ao adquirente e realizadas até o embarque. o valor da operação. observado o disposto no art. XXI. 23.423/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.atualizado até 30 junho 2011 .423/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. o valor da arrematação ou da aquisição. (Dec. 19. outros impostos. quanto ao iniciado ou prestado no exterior. (Dec. bem como.até 15 de setembro de 1996.2.527/96) 1.

19.na saída de mercadoria desacompanhada de Nota Fiscal. que ainda esteja em estoque. § 1º. na hipótese do art. quando posteriormente destinada a eventual comprador. (Dec. quando produtor. acrescido de outras despesas pagas pelo adjudicante ou arrematante.no arrendamento mercantil.527/96) a) o valor correspondente à entrada mais recente da mercadoria. valor diferente do custo da mercadoria produzida. b) relativamente à mercadoria que tenha saído.na saída de mercadoria. 19. seguro e IPI. quando houver. 3º.no caso de encerramento de atividade de que trata o art. XIX . posta de conta ou à ordem. a partir de 01 de outubro de 1999. o valor total da operação. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . nele incluídos todos os valores devidos em decorrência do contrato. V: a) o valor das mercadorias. assim entendido a soma do custo da matéria-prima. o preço da mercadoria ou de sua similar no mercado atacadista onde se encontrar a mercadoria referida.na adjudicação ou arrematação. 19. 19. o valor da operação de venda na Unidade Decreto nº 14. (Dec.na saída de mercadoria para estabelecimento pertencente ao mesmo titular (Convênio ICM 66/88): (Dec. inclusive gerador de energia. 19. o custo atualizado da mercadoria produzida. para fim de abatimento. para as suas filiais localizadas neste Estado. (Dec. no período de 07 de abril de 1995 a 31 de outubro de 1996. beneficiária de incentivo financeiro. adquirida desacompanhada de documentação fiscal. quando da aquisição. o respectivo crédito fiscal. limitado ao preço máximo de venda praticado pelo estabelecimento destinatário. XVII . quando alienadas a contribuinte. pelo arrendatário. b) tratando-se de produto primário. tratando-se de estabelecimento comercial. o valor da adjudicação ou arrematação. material secundário. na saída interna de produtos incentivados.876/91 . 19. XVIII . respeitado o disposto no item 2.527/96) 1.527/96) 2. observado o disposto no §51. XIV . na sua falta.527/96) a) até 31 de outubro de 1996. o seu preço corrente no mercado atacadista do estabelecimento remetente. o custo da mercadoria produzida.527/96) b) a partir de 01 de novembro de 1996.10. quando o arrendatário exercer a opção de compra. o valor desta no varejo ou. 19.XIII . do bem objeto de contrato de arrendamento mercantil. inclusive frete. 3º.823/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. XI. o valor a nível de atacado da respectiva praça. 21. o valor indicado no inciso anterior. na impossibilidade de determiná-lo. por anulação de venda. mão-de-obra e acondicionamento. o valor constante da Nota Fiscal de origem. observar-se-á: (Dec. promovida por empresa industrial. na saída interestadual. acrescido das despesas acessórias.na hipótese de entrada de mercadoria não escriturada no livro fiscal próprio: a) relativamente à mercadoria. o valor de aquisição ou. observado. XV . b) o valor das mercadorias inventariadas na data do encerramento. na saída interna e interestadual.527/96) c) nos demais casos: (Dec.527/96) 3.99) XVI . assim entendido a soma do custo atualizado da matéria-prima. (Dec.876/91 DECRETO 14. mão-de-obra e acondicionamento (Convênio ICMS 3/95). material secundário. com os acréscimos relativos ao imposto antecipado.

19. XII e XIII: (Dec.527/96) b) a partir de 01 de novembro de 1996.atualizado até 30 junho 2011 . ressalvadas as hipóteses previstas nos incisos XX e XXI do "caput".527/96) XXVI . levando-se em conta o prazo ali estabelecido. da base de cálculo. XXI . (Dec. o menor preço de registro fixado para o tipo de café objeto da operação.876/91 . observado o seguinte: a) o disposto neste inciso aplicar-se-á também às remessas com destino a Estado desprovido de porto exportador de café. o valor da operação ou prestação sobre o qual tenha sido cobrado o imposto na Unidade da Federação de origem.527/96) XXII . Decreto nº 14. o valor da operação ou da prestação na Unidade da Federação de origem. XXIII . para efeito de aplicação do disposto na alínea anterior. d) até o dia 31 de dezembro de 1986. o preço mínimo de registro. desde que tenha havido emprego de materiais. (Dec.nas operações interestaduais com café cru. (Dec. 19. o valor indicado em convênio homologado conforme o disposto em legislação específica. 19. 19. ressalvada a hipótese de bens do ativo fixo. apurada nos termos deste inciso. (Dec. e) o imposto de que trata este inciso será recolhido antes de iniciada a remessa da mercadoria.527/96) XX .na redução de base de cálculo.da Federação de origem. promovida pelo estabelecimento que os houver adquirido do exterior com isenção do Imposto de Importação. a sua absorção far-se-á na forma estabelecida na legislação estadual ou em protocolos dos Estados envolvidos nas operações.até 15 de setembro de 1996. o valor de que tenha decorrido a saída. observado o valor apurado nos termos deste inciso.876/91 DECRETO 14. nos termos do inciso V do “caput” do art. na exportação de café cru para o exterior. o preço cobrado ao remetente pelo fornecimento dos mesmos. 3º.527/96) a) até 31 de outubro de 1996.nas hipóteses do art.na saída de bens de capital de origem estrangeira. 19. 3º.na saída de produto em retorno ao estabelecimento que o tenha remetido para conserto ou reparo. b) quando houver diversificação de preços mínimos de registro em função de portos de embarque. 11. nas condições dos incisos IV e V do “caput” do art. adotar-se-á. f) tratando-se de café em coco. respeitado tratamento diferenciado estabelecido nas operações internas relativamente à mesma mercadoria. XXIV . a diferença entre o valor da operação de que decorrer a saída e o custo da aquisição dos referidos bens. deduzir-se-á a parcela equivalente ao Imposto de Exportação. pela conversão de 03 (três) sacas de 40 (quarenta) quilos de café em coco para uma de café em grão. c) se da aplicação do disposto neste inciso resultar acúmulo de crédito do imposto.não ocorrendo o retorno a que se refere o inciso anterior. convertido em moeda nacional à taxa cambial de compra vigente na data do embarque do café para o exterior. 11. XXV . o cálculo será feito. em que se observará o valor mencionado nos incisos IV e V do “caput” do art. o valor equivalente ao preço mínimo de registro referido no inciso anterior. convertido em moeda nacional à taxa cambial de compra vigente na data da ocorrência do fato gerador.

no período de 01.876/91 .nas operações que destinem café ao Instituto Brasileiro do Café . b) os valores mencionados se entendem exatos e líquidos.91 80%.3.90 a 30.89 a 31. no período de 01.89 2.05.89 a 31. no período de 01.na saída de mercadoria decorrente de operações de venda aos encarregados da execução da política de garantia de preços mínimos.g) quando a fixação de preço mínimo de registro efetivar-se diretamente. XXVIII .07.90 2. monomotores. 40%. 50%.91 60%.06. quando expressamente mencionados: (Dec.706/2005) a) aviões: 1.3.nas operações com os seguintes produtos.89 a 30. de peso acima de 1.09. 2. independente de peso. com motor de combustão interna. XXVII . 50%. monomotores. 30%. nos documentos fiscais.91 60%. monomotores ou bimotores.89 a 30. considerando-se o seguinte: a) o contribuinte deverá mencionar.1.IBC.05.3. com qualquer tipo de motor ou propulsão: 3.1.08. 50%. no período de 01.2.06.89 a 31.89 3.4.90 1.4.89 3.03.07. XXIX . XXX . no período de 01.90 a 30. 4.08.4.89 a 30. multimotores. o valor da operação.90 3.06.876/91 DECRETO 14. 70%.2.03.04. de uso exclusivamente agrícola.000 kg: 2.06. vedado qualquer acréscimo.1.05. no período de 01.atualizado até 30 junho 2011 . no período de 01.89 1.09. 30%. obedecidos os percentuais indicados relativos ao valor da respectiva operação ou à carga tributária.06. o valor mínimo fixado pela autoridade federal competente.08.89 a 30. o preço mínimo de garantia fixado pela referida autarquia.89 a 30.06. no período de 01. no período de 01. 60%. que o café se destina à industrialização. no período de 01.07. com qualquer tipo de motor. localizadas em outra Unidade da Federação.2.nas operações que destinem café cru diretamente às indústrias de torrefação e moagem de café solúvel. para as operações realizadas durante cada período de segunda-feira a domingo. de peso bruto até 1. na forma estabelecida neste Capítulo. 40%.04. desconto ou redução.000 kg: 1. no período de 01. no período de 01. 3. de peso Decreto nº 14.89 2.03. os valores do primeiro preço mínimo de registro fixado na semana anterior e demais elementos considerados na apuração.04.89 a 30. adotar-se-ão.90 a 30.09. 28. com qualquer tipo de motor.89 1.

3.09. com peso acima de 8.90 a 30.08.3. no período de 01. 50%.2.4.89 7. no período de 01.05.05. no período de 01.89 10.89 a 30. 30%.000 kg: 9. multimotores.89 a 30. no período de 01.89 a 30.1. com motor de combustão interna.3.06.06.000 kg: 8.06.05. no período de 01.2.89 a 30.91 60%.08.06.90 a 30.1.3. com motor de combustão interna.04.89 6.05.90 8. turbojatos com peso bruto até 15.1.06.89 a 30. no período de 01.05.03. no período de 01.91 60%.90 7.04.09.03.4.08. no período de 01.04. turboélices.09. 6.89 a 30.000 kg: 6.2. no período de 01. de peso bruto acima de 6.89 7. no período de 01.89 a 30. 30%.07.05.89 a 30.03.1. monomotores e multimotores.89 a 31.04. 30%.06.1.000 kg: 5.1. 30%.06.89 6.90 a 30. monomotores e multimotores. no período de 01.89 4.89 9.07.89 4.89 a 30.91 60%.89 a 30. com peso bruto acima de 35.3.90 a 30. 50%.09.04.04.08.07.89 a 31.89 a 31. 50%.4.89 a 31. no período de 01.89 8.000 kg até 6. 60%.05.atualizado até 30 junho 2011 80%.06.89 a 31. 60%. 7.89 a 30.91 60%.89 a 31.bruto até 3.000 kg: 11.03. multimotores.08.06.000 kg: 4.07. 8.91 9. .06. no período de 01. 6.04.90 5. no período de 01. turboélices. no período de 01. 70%.03. 50%. 5.876/91 .90 a 30. no período de 01. turbojatos. 40%.07.2.89 5.876/91 DECRETO 14. 40%. no período de 01.06.2.2. turbojatos com peso bruto até 35. no período de 01. 50%. no período de 01.90 Decreto nº 14. no período de 01.03. 80%.4. 70%.000 kg: 10. no período de 01.1.89 10.89 5.89 11.09. 40%.03. no período de 01.89 a 30.90 4.90. com peso bruto até 8. no período de 01.08. de peso bruto de mais de 3.89 a 30.000 kg: 7.2. 40%. 50%. no período de 01.1.

40%.90 a 30.05.07.06. no período de 01. 60%.07.03.03. 50%.89 a 30.04.89 a 30.06. no período de 01. 30%.89 2.11.90 a 30.05. 30%.90 a 30. no período de 01.89 3.91 g) pára-quedas e suas partes.90 4.89 2. 50%.03. Decreto nº 14.89 a 31.09.atualizado até 30 junho 2011 .06.90 4. no período de 01. no período de 01. no período de 01.09.89 a 30. no período de 01.90 4.90 a 30.09. 50%.89 a 30. 60%.89 3.89 a 31.06. 40%.09.05.07. 30%. 70%.90 12.05.90 4.000 kg: 12.89 2.91 12. 40%. no período de 01.03.1.07.89 a 30. 40%.04.04.89 a 31.06.06. turbojatos com peso bruto acima de 15.91 60%. no período de 01. no período de 01.09. no período de 01.06.04.91 b) helicópteros: 1.89 a 30. no período de 01.08.04.90 a 30.89 a 30.89 3.06.06. com qualquer peso bruto: 1.91.05. no período de 01. no período de 01.89 a 30. no período de 01.06. f) simuladores de vôo bem como suas partes e peças separadas: 1.08. e) outras aeronaves: 1.90 a 30. no período de 01. 80%.89 3. no período de 01.03.06.07.09. 60%.876/91 .89 a 30.89 a 31.89 2.06.06.89 2.06. no período de 01.90 4.2. 50%.07. 30%. no período de 01.08.06.89 a 31.09.08. no período de 01. peças e acessórios: 1.89 a 30. no período de 01. no período de 01.91 d) pára-quedas giratórios: 1.07. 50%.91 40%.04.08.89 a 30.2. 60%. no período de 01. 40%.89 a 31.89 2. no período de 01.89 a 30.876/91 DECRETO 14. 30%. 50%.90 a 30. no período de 01. 60%.90 a 30.89 a 30.07.90 4. no período de 01.89 3.89 3. no período de 01.05. 50%.91 60%.08. c) planadores ou motoplanadores.03.

j) equipamentos. no período de 01. "b".89 a 30. no período de 01.89 a 30.3.03. no período de 01.89 a 30.3.1.876/91 DECRETO 14.89 a 30.89 a 30. 30%. no período de 01.03. "c".06.07.04. monomotores ou multimotores de combate com qualquer peso bruto. 70%.09. 30%.90 2.89 3. monomotores ou multimotores de sensoramento.90 90%.04.06.89 1.h) catapultas e outros engenhos de lançamento semelhantes e suas partes e peças separadas: 1. motor turboélice ou turbojatos: 2.06.05.08.2. 60%.05. no período de 01.91 60%.90 a 30.90 a 30.06.06.89 2.90 a 30.91 l) aviões militares: 1. 70%.3.2.05.90 . "l" e "m": 1.08. com qualquer peso bruto e qualquer tipo de motor: 3. 40%. peças.07.06.04. gabaritos. 3.89 a 31.03.2. "e". 50%. 80%.07.91 90%. no período de 01. 70%. no período de 01.05.89 3.89 a 30. acessórios e componentes separados dos produtos de que tratam as alíneas "a".07. 2.90 4. 80%.89 a 30.89 a 30.05. "d".89 a 30.89 a 30. 40%. inteligência eletrônica ou calibração de auxílios à navegação aérea.03.89 a 31. 4.04.06. no período de 01.4.89 a 31.91 90%.06. no período de 01.1. no período de 01. no período de 01. no período de 01.03. no período de 01.90 1.89 a 31.89 2.08. Decreto nº 14. 60%.89 3.06. ferramental e materiais de uso ou consumo empregados na fabricação de aeronaves e simuladores: 1. 50%. 80%. vigilância ou patrulhamento. no período de 01.atualizado até 30 junho 2011 .07.89 3. 40%.06.90 3. no período de 01.08.06.89 2. no período de 01.04.90 a 30. no período de 01.91 60%.876/91 . i) partes. no período de 01.89 a 30. monomotores ou multimotores de treinamento militar com qualquer peso bruto e qualquer tipo de motor: 1.09.03.09.1.90 a 30. no período de 01.04.05. no período de 01.89 2.89 a 30. no período de 01.89 1.09. 50%.

89 a 30.89 a 31. 60% (sessenta por cento) do valor da respectiva operação.4.09. IV e V e. na saída de álcool carburante do estabelecimento fabricantedestilaria.90 3. no período de 01 a 31 de maio de 1989. monomotores ou multimotores. no período de 01.876/91 DECRETO 14.90 a 30. no período de 01.91 60%. "a". 70%. n) partes. no período de 01. 23/98. 9º. Decreto nº 14. separados para fabricação dos produtos de que tratam as alíneas "a".89 a 30. 05/99. nas operações interestaduais.89 4.até 30 de abril de 1989. 10/2001. 121/97. no período de 01. "b".91 60%.06. 139/2005. 40% (quarenta por cento) do valor da respectiva operação. com qualquer peso bruto e qualquer tipo de motor: 1. nas operações internas.3. 77. 121/95.07.05. XXXII . nas operações interestaduais. XXXIV . "l" e "m".07. 71/2008. XXXIII .07. 4.90 a 30. 80%.06.na saída de calcário destinado a uso exclusivo na agricultura como corretivo de solo. "e". 14/96. observado.04.89 3. eviscerado. seco. postejado ou defumado para conservação.07. 148/2007. 106/2005. matérias-primas. 148/92.89 a 30.2.3.89 a 30.876/91 .atualizado até 30 junho 2011 . 119/2009 e 01/2010). "d".06.90 a 30.03. nas saídas referidas nos incisos III. 18/2005.06.89 a 31. congelado. quanto às alíneas "i" e "j". no período de 01. no período de 01. no período de 01.04. de pescado em estado natural. 69/2009.89 a 30. (Dec.06.08. no período de 01.90 a 30.90 4. 45/96.629/2010) XXXI . no período de 01.34. 124/93.05. no período de 01. 70%. de forma que a carga tributária seja equivalente a 4% (quatro por cento). filetado.89 4.no período de 01 a 31 de maio de 1989.91 80%. m) helicópteros militares.89 2.até 31 de maio de 1989.05. 138/2008.09.04. monomotores ou multimotores de transporte cargueiro e de uso geral com qualquer peso bruto e qualquer tipo de motor: 4.90 4. todos do art. no período de 01.06. 50%. no período de 01.4. 40% (quarenta por cento) do valor da respectiva operação.91 90%. resfriado. "c". 53/2008.03. todos os produtos relacionados nas alíneas anteriores. acessórios e componentes.1. o disposto nos §§ 28 e 29 (Convênios ICMS 75/91. no inciso VI. "b" e "c".89 2. 40%.05% do valor da operação. 80/96. o) no período de 27 de dezembro de 1991 a 31 de dezembro de 2012. 30%. 50%.89 a 30. 30/2003.06.03. 60%. desde que não enlatado ou cozido. na importação por empresas nacionais da indústria aeronáutica: 1. peças.08.

f) semente certificada ou fiscalizada destinada à semeadura. 4. 50% do valor da respectiva operação. relativamente aos seguintes produtos: a) inseticida.XXXV . de trigo e de farelo estabilizado de arroz. concentrado ou suplemento. o preço do serviço cobrado do usuário final. quando utilizar tais meios para prestar serviços públicos de telecomunicações a seus próprios usuários. de amendoim.atualizado até 30 junho 2011 . de 7 de junho de 1978. 2. com os seguintes produtos: 1. ácido nítrico. de linhaça.876/91 . e de 01 de setembro a 31 de dezembro de 1989. de babaçu. farelos e tortas de algodão. g) nas operações interestaduais.na cessão onerosa de meios das redes públicas de telecomunicações. nos casos em que a cessionária não se constitua em usuária final. de 19 de dezembro de 1977. de ostra. os mencionados produtos sejam destinados exclusivamente a uso na pecuária e avicultura. farinha de peixe. ácido fosfórico. nitrato de amônia e de suas soluções. concentrado e suplemento. que mantiverem convênio com o Ministério da Agricultura. dos Estados. com fim exclusivamente de armazenagem. fosfato natural bruto e enxofre. estabelecimento onde sejam industrializados adubos simples ou compostos.771. fungicida. Decreto nº 14. c) adubo simples ou composto e fertilizante. 75% do valor da respectiva operação.no período de 01 de junho a 31 de agosto de 1989. de carne. quaisquer estabelecimentos. e) calcário e gesso destinados ao uso exclusivo na agricultura como corretivo ou recuperador de solo. e as exigências estabelecidas pelos órgãos e entidades da Administração Federal. estabelecimento produtor agrícola.876/91 DECRETO 14. devidamente registrada no Ministério da Agricultura. 2. assim entendido o produto obtido através de processo de extração do óleo contido no farelo de arroz integral por meio de solvente. 3. sarnicida e vacina de uso na avicultura e na pecuária. do Distrito Federal ou dos Territórios. 3. haja o respectivo rótulo ou etiqueta identificando o produto. estejam registrados no órgão competente do Ministério da Agricultura e o número do registro seja indicado no documento fiscal. b) amônia. bem como a importada. fabricados por indústria de ração animal. ácido sulfúrico. farelo de casca e de semente de uva. regulamentada pelo Decreto nº 81. na saída do estabelecimento fabricante ou importador para: 1. outro estabelecimento do mesmo titular daquele onde se tiver processado a industrialização. de osso e de sangue. de soja. fosfato de amônia.507. de milho. XXXVI . formicida. atendidas as disposições da Lei nº 6. herbicida. d) ração para animais. desde que: 1. desde que produzida sob controle de entidade certificadora ou fiscalizadora. de mamona. 2. que tenham por origem ou destino os Estados das Regiões Norte e Nordeste. ou seja. fertilizantes e fosfato bicálcio destinado à alimentação animal.

nas operações. 111/97. conforme previsto para as operações internas.629/2010) b) nas operações de importação.903/2000) 2. 10/2001. nos termos da alínea "c". 91/2008. o valor indicado no inciso VIII. com destino às Regiões Norte. 138/2008.629/2010) 2. publicado no Diário Oficial da União de 11 de outubro de 1991. nãocontribuinte do ICMS: (Dec.14% (cinco vírgula catorze por cento). e alterações. de forma que a carga tributária corresponda aos seguintes percentuais (Convênios ICMS 52/91. nas demais operações interestaduais. no período de 01 de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2012: 5. assim considerado nos termos do art. nas operações de saída dos Estados das Regiões Sul e Sudeste. 21/97. desde que a referida importação esteja amparada por programa BEFIEX aprovado até 31 de dezembro de 1989. 148/92.XXXVII . aparelhos. 149/2007. 91/2008.903/2000) 1. no período de 17 de outubro de 1991 a 31 de julho de 2000: 11% (onze por cento). 53/2008. 119/2009.610/2010) a) nas operações interestaduais: (Dec. no período de 01 de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2012: 8. (Dec.876/91 .272/2008) 1.1 no período de 17 de outubro de 1991 a 31 de julho de 2000: 11% (onze por cento).42% (seis inteiros e quarenta e dois centésimos por cento). 65/93. Nordeste e Centro-Oeste ou ao Espírito Santo: (Dec. 51/2010. 21/97.34. 149/2007.527/96) XXXVIII . 13/92. 22. 36. 01/2000.950/2007) c) nas operações internas: (Dec. (Dec.629/2010) XL . 89/2009. Dec.2. no período de 01 de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2012: 8. 23/98. aparelhos e equipamentos industriais relacionados no Anexo I do Convênio ICMS 52/91.421/91) XXXIX . (Dec. instrumentos e materiais e seus respectivos acessórios. 22. 22. 01/2000. 124/93.312/2011) a) nas operações interestaduais: (Dec. na importação do exterior de máquinas.876/91 DECRETO 14. 101/96. 7º. 21/96. 01/2010. 124/2007.760/2000) 2.812/95) Decreto nº 14. 15. 02/93.760/2000) 1. 01/2010. e alterações. de forma que a carga tributária corresponda aos seguintes percentuais (Convênios ICMS 52/91. 19. 22/95. 30. 140/2010 e 182/2010): (Dec.760/2000) 2. (Dec. (Dec. 22. 22. 55/2010. 89/2009. 30/2003.477/91) 1. (Dec. 53/2008.1. 69/2009. 138/2008. 10/2004.nas operações. na exportação de produto industrializado semielaborado. § 2º. 23/98.a partir de 01 de maio de 1991.80% (oito vírgula oitenta por cento). 148/92.atualizado até 30 junho 2011 . publicado no Diário Oficial da União de 11 de outubro de 1991.34. 158/2002. 124/93. inclusive de importação. destinados a integrar o ativo imobilizado da empresa industrial. com máquinas e implementos agrícolas relacionados no Anexo II do Convênio ICMS 52/91. 69/2009. 124/2007. equipamentos.34.80% (oito vírgula oitenta por cento). 30/2003. 51/2010. com a redução prevista no Anexo 4. 21/96. 18. inclusive com consumidor ou usuário final.até 15 de setembro de 1996. o valor previsto no inciso VII. 05/99. 10/2004. 15. 55/2010 e 112/2010): (Dec. 35. com redução proporcional a do Imposto de Importação. (Dec. no período de 17 de outubro de 1991 a 31 de julho de 2000: 6. 22/95. 05/99. sobressalentes e ferramentas. com máquinas. 119/2009.2. 158/2002. 31. (Dec. exclusive o Espírito Santo. inclusive de importação. 10/2001.

no período de 04 de outubro de 1993 a 31 de julho de 2000: 8. no período de 04 de outubro de 1993 a 31 de julho de 2000: 5. 23/98 e 05/99.424/94) 3. (Dec. conforme previsto para as operações internas. (Dec. 91/2008. 53/2008. no período de 01 de abril a 30 de setembro de 1993.876/91 DECRETO 14. 69/2009.2. 30/2003. (Dec. 22/95. não-contribuinte do ICMS: (Dec. (Dec.59.4. 8701. no período de 01 de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2012: 5. 138/2008. 10/2001.0200: 5.424/94) 1. (Dec. nos termos da alínea "c".760/2000) 2.Convênio ICMS 02/93. 119/2009 e 01/2010. 22/95. 17. 21/96. 17.Convênio ICMS 02/93. 138/2008.424/94) 3. 21/97. 10/2004.90. relativamente aos produtos indicados no item 1.75% (oito vírgula setenta e cinco por cento) .4. 91/2008.Convênios ICMS 65/93.2. 13/92 e 148/92. 138/2008.3. 10/2001.1. 21/96. 53/2008.80% (oito inteiros vírgula oitenta por cento) . 31. 158/2002. 119/2009 e 01/2010.atualizado até 30 junho 2011 .1% (cinco vírgula um por cento) .3.10. 91/2008. 17. relativamente aos produtos classificados nas posições da NBM/SH 8433.0100 e 8701. no período de 01 de abril a 30 de setembro de 1993. 21/97. 22. 8433.34. 22.1% (cinco vírgula um por cento) . no período de 17 de outubro de 1991 a 03 de outubro de 1993: 6.Convênios ICMS 01/2000. 158/2002. 17. 149/2007. (Dec.2: 7% (sete por cento) .424/94) 2. 17.Convênios ICMS 65/93. 22/95. 69/2009.2: 8. 23/98 e 05/99. 22.424/94) 2.424/94) 2. (Dec.34. 124/2007. com destino às Regiões Norte.629/2010) 3. 149/2007. 124/2007. 10/2004. Nordeste e Centro-Oeste ou ao Espírito Santo: (Dec.950/2007) c) nas operações internas: (Dec. 10/2001.760/2000) 3.1. (Dec.Convênios ICMS 52/91 e 148/92. 22.876/91 .9900. (Dec. 124/2007. 124/93. relativamente aos produtos indicados no item 1.Convênios ICMS 01/2000. 30. nas demais operações interestaduais: (Dec. 22. 17.2. 21/97. no período de 01 de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2012: 7% (sete por cento) . exclusive o Espírito Santo. no período de 01 de abril a 30 de setembro de 1993.59.1.34. no período de 17 de outubro de 1991 a 03 de outubro de 1993: 8.3 no período de 04 de outubro de 1993 a 31 de julho de 2000: 7% (sete por cento) Convênios ICMS 65/93.Convênio ICMS 02/93.272/2008) 1.Convênios ICMS 52/91.Convênios ICMS 01/2000. 30/2003.60% (cinco vírgula sessenta por cento) .903/2000) 1.629/2010) 2.4. no período de 01 de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2012: 4. (Dec. 124/93.Convênios ICMS 52/91 e 148/92.424/94) 3.760/2000) 1.903/2000) Decreto nº 14. 149/2007.Convênios ICMS 52/91 e 148/92. 10/2004.629/2010) b) nas operações de importação. 30/2003. nas operações de saída para consumidor ou usuário final. (Dec.8% (oito vírgula oito por cento) .10% (quatro vírgula dez por cento) . 23/98 e 05/99. 124/93.42%(seis vírgula quarenta e dois por cento) . (Dec. 17. 69/2009.75% (oito vírgula setenta e cinco por cento) . 119/2009 e 01/2010. no período de 17 de outubro de 1991 a 03 de outubro de 1993: 8. nas operações de saída dos Estados das Regiões Sul e Sudeste. no período de 17 de outubro de 1991 a 03 de outubro de 1993: 11% (onze por cento) . (Dec.424/94) 1. 158/2002. 53/2008.0100.1. (Dec. 21/96. 17.

48/97 e 67/97). 68/94. fosfato natural bruto e enxofre. 27. quaisquer estabelecimentos com fins exclusivos de armazenagem.876/91 DECRETO 14. a partir de 16 de julho de 1992: acaricidas. 20/97.903/2000) 3. a partir de 01 de agosto de 2006. 106/2002.Convênio ICMS 02/93. (Dec. 93/2003. no período de 01 de abril a 30 de setembro de 1993. 93/2006 e 17/2011): (Dec. no período de 01 de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2012: 5. 89/2001. 27. e. nos dois casos. 156/2008. 15.34. observado o disposto no § 46. nematicidas. 91/2008.813/92) 3.813/92) 1. 22. (Dec. soros e medicamentos. 195/2010 e 17/2011). bem como.926/2005) 4. 124/2007. 93/2006. 15. Pecuária e Abastecimento . 21/97. 16/2005. aditivos e premix ou núcleo. 71/2008.60% (cinco vírgula sessenta por cento) . todos fabricados pelas respectivas indústrias.903/2000) 4. concentrados e suplementos. 36. 151/94. a partir de 19 de outubro de 2004: inoculantes (Convênio ICMS 99/2004). observado o disposto no § 68. fertilizantes e fosfato bicálcio destinados à alimentação animal. 27. realizada apenas por indústria de ração animal.926/2005) 2. 124/93. 27. 124/93. estabelecimento produtor agropecuário. 22/95. 15. outro estabelecimento da mesma empresa daquela onde se tiver processado a industrialização. 25/2003. a partir de 22 de abril de 1994: raticidas (Convênio ICMS 29/94). 10/2001. 29/94. 58/2001. vacinas. 69/2009. vedada a aplicação do benefício. (Dec. 40% (quarenta por cento) do valor da operação (Convênios ICMS 100/97. devendo as mencionadas indústrias. 152/2002. no período de 27 de abril de 1992 a 30 de setembro de 1997.629/2010) XLI . 138/2008. (Dec. estar devidamente registradas no Ministério da Agricultura. 138/2008. 54/2006. 13.876/91 . XXXVII: (Dec. 149/2007. 53/2008. quando dada ao produto destinação diversa: (Dec.Convênios ICMS 01/2000. germicidas. 15.926/2005) (Dec. 55/2009. estimuladores e inibidores de crescimento (reguladores) (Convênio ICMS 41/92). 148/92. estabelecimento onde sejam industrializados adubos simples ou compostos. que tenham saído dos estabelecimentos extratores. sendo a referida fabricação.926/2005) 1. 22. formicidas. fungicidas. CIV. 15. no período de 04 de outubro de 1993 a 31 de julho de 2000: 7% (sete por cento) Convênios ICMS 65/93. 01/2010. 18/2005.711/2011) Decreto nº 14. no art. espalhantes. 05/99. 10/2004.MAPA. desfolhantes. (Dec. 119/2009 e 01/2010. no período de 01 de agosto a 30 de outubro de 2006.711/2011) a) produzidos para uso na agricultura e na pecuária.926/2005) 3. no período de 06 de novembro de 1997 a 31 de dezembro de 2012. (Dec. adesivos. e no art. 69/2009. 158/2002. dessecantes. herbicidas. 119/2009. 22/95.813/92) c) rações para animais.813/92) 4. (Dec. 21/2002.2 da alínea anterior: 7% (sete por cento) . (Dec. b) ácido nítrico e ácido sulfúrico. inseticidas.813/92) 2. 21/96. 9º. 53/2008. 99/2004. 23/98 e 05/99. 21/96.atualizado até 30 junho 2011 . 27. (Dec. fabricantes ou importadores para: (Dec. (Dec. 36. parasiticidas.nas saídas interestaduais dos seguintes produtos. 30/2003. 50% (cinquenta por cento) do valor da operação (Convênios ICMS 36/92.2. relativamente aos produtos indicados no item 1. e desde que (Convênios ICMS 54/2006. ácido fosfórico. 10/2001.

bem como as importadas.538/97) 4. (Dec. 15. (Dec. conforme a seguir especificadas. (Dec.538/97) 3. de carne. haja o respectivo rótulo. 15. os produtos se destinem exclusivamente ao uso na pecuária. os produtos estejam registrados no órgão competente do referido Ministério da Agricultura. até 18 de outubro de 2004. semente básica. quando exigido (Convênio ICMS 17/2011). de ostra. de 19 de dezembro de 1977.926/2005) 2.538/97) 1. (Dec. (Dec. 15.771.813/92) d) calcário e gesso destinados ao uso exclusivo na agricultura como corretivo ou recuperador do solo. 21.º 81. farelo de arroz. 19. de 07 de junho de 1978.1.atualizado até 30 junho 2011 . de casca e de semente de uva e outros resíduos industriais. a partir de 19 de outubro de 2004: semente genética. 19. (Dec. a partir de 16 de julho de 1992. calcário calcítico (Convênio ICMS 41/92). Pecuária e Abastecimento ou por outros órgãos e entidades da Administração Federal.110/98) 5. farelo e torta de algodão.926/2005) 3. 15.MAPA e o número do registro seja indicado no documento fiscal. 25. 24. semente certificada de 1ª (primeira) geração – C1 e semente certificada de 2ª (segunda) geração – C2. semente certificada de 1ª (primeira) geração – C1 e semente certificada de 2ª (segunda) geração – C2 (Convênio ICMS 99/2004). 36.538/97) 2.813/92) e) sementes. óleos de aves (Convênio ICMS 55/2009).199/2000) (Dec. a partir de 25 de abril de 2005: semente genética.813/92) h) mudas de plantas. 6.876/91 DECRETO 14. bem como semente não-certificada de 1ª (primeira) geração – S1 e semente não-certificada de 2ª (segunda) geração – S2 (Convênio ICMS 16/2005). (Dec. 36. de sangue e de víscera. semente básica. g) esterco animal. (Dec. de linhaça. a partir de 1º de agosto de 2009. farelo de glúten de milho e glúten de milho (Convênio ICMS 29/94).267/2002) Decreto nº 14. 19. 19. regulamentada pelo Decreto nº 5.876/91 . 22. atendidas as disposições. Pecuária e Abastecimento . a partir de 19 de outubro de 2004. a partir de 01 de janeiro de 2000. de babaçu. a partir de 01 de janeiro de 2003. farelo de polpa cítrica e feno (Convênio ICMS 68/96). 27. de 23 de julho de 2004. de mamona. a partir de 14 de julho de 1998. (Dec. de cacau. e. de pena.711. destinadas à semeadura.813/92) i) as seguintes mercadorias (Convênios ICMS 41/92. alho em pó (Convênio ICMS 40/98). dos Estados e do Distrito Federal.612/2003) 7. a partir de 11 de outubro de 1996. (Dec. destinados à alimentação animal ou ao emprego na fabricação de ração animal.153. 27. farinha de peixe. farelo de gérmen de milho desengordurado e de quirera de milho (Convênio ICMS 152/2002).º 6.507. (Dec. (Dec. etiqueta ou impressão identificando o produto. sal mineralizado. 27.926/2005) f) sorgo. de 05 de agosto de 2003. até 18 de outubro de 2004: sementes certificadas ou fiscalizadas. da Lei nº 10.312/2011) (Dec. farelo de girassol (Convênio ICMS 97/99).813/92) 3. desde que produzidas sob controle de entidades certificadoras ou fiscalizadoras.926/2005) 1. que mantiverem convênio com aquele Ministério: (Dec.711/2011) 2. caroço de algodão. 100/97e 89/2001): (Dec. de osso. 27. incluindo-se nesta hipótese: (Dec. 15. e as exigências estabelecidas pelos órgãos do Ministério da Agricultura. de milho e de trigo. (Dec. da Lei n. regulamentada pelo Decreto n. (Dec. de amendoim. a partir de 22 de abril de 1994.

silício líquido piro alho e bio bire plus. 15. 24. (Dec.612/2003) m) a partir de 03 de novembro de 2003. 89/2001. pintos de um dia.612/2003) l) a partir de 01 de maio de 2003. 29/94. 58/2001. antigo 3507.94. (Dec. no período de 06 de novembro de 1997 a 31 de dezembro de 2012.539/98) k) a partir de 14 de outubro de 2002. 25.04. a indústria de ração animal ou a órgão ou entidade oficial de fomento e Decreto nº 14. (Dec.0200 (Convênios ICMS 28/93 e 100/97).26. XXXVII.267/2002) 3. no período de 27 de abril de 1992 a 30 de setembro de 1997. Pecuária e Abastecimento e que o número do registro seja indicado no documento fiscal (Convênio ICMS 195/2010). exceto. 10/2001.07. 150/2005. 18/2005. extrato pirolenhoso decantado. ovos férteis. quando destinado a produtor.10. e. girinos. (Dec.92 a 21.atualizado até 30 junho 2011 .267/2002) c) DL Metionina e seus análogos.10. no período de 16. a partir de 22. vermiculita para uso como condicionador e ativador de solo (Convênio ICMS 93/2003).1.204/2009) o) a partir de 1º de agosto de 2009. 24. casca de coco triturada para uso na agricultura (Convênio ICMS 25/2003). (Dec.nas saídas interestaduais dos seguintes produtos. (Dec.07.332/96) f) a partir de 22. 24. (Dec.629/2010) a) milho. 33. 13.876/91 . (Dec. 24. 20. embriões e sêmen congelado ou resfriado. 22/95. aves de um dia. extrato seco e torta de Nim (Azadirachta indica A. (Dec. 05/99. nitrato de amônia. Juss) (Convênio ICMS 55/2009). (Dec. 25.2001. 148/92. 35/96. 156/2008. 20/97. 151/94. 69/2009. a cooperativa de produtores. observado o disposto no § 47 e no art. 19. 48/97 e 67/97). (Dec. (Dec. 15. 24. a partir de 16.92.267/2002) 5. (Dec.267/2002) j) a partir de 25 de maio de 1993.VIII. 124/93. 75% (setenta e cinco por cento) do valor da operação (Convênios ICMS 36/92. (Dec. 57/2003. classificadas no código NBM/SH 3507. sulfato de amônia.267/2002) 6. farelos de suas cascas (Convênios ICMS 100/97 e 89/2001). 21/96.90. óleo.2002.10. 138/2008.2001. 149/2005.34. observada a isenção prevista no art.813/92) b) farelo e torta de soja e. condicionadores de solo e substratos para plantas.2001.4. exceto as ornamentais. 21/2002.312/2011) XLII . a partir de 22. (Dec. a partir de 22. nitrocálcio. 119/2009 e 01/2010): (Dec.10. 70% (setenta por cento) do valor da operação (Convênios ICMS 100/97. MAP (mono-amônio fosfato) DAP (diamônio fosfato) e cloreto de potássio. (Dec. 9º.188/2003) n) a partir de 01 de janeiro de 2009.90. 24. (Dec.2001. 68/94. (Dec. 19.332/96) e) adubos simples ou compostos e fertilizantes. 71/2008.05. 36. 24.876/91 DECRETO 14.267/2002) g) a partir de 29 de julho de 2003. 36.813/92) d) amônia. 24. 53/2008. gipsita britada destinada ao uso na agropecuária ou à fabricação de sal mineralizado (Convênio ICMS 106/2002). uréia. até 02. enzimas preparadas para decomposição de matéria orgânica animal. (Dec.267/2002) 2. piro alho. alevinos.312/2011) p) a partir de 1º de março de 2011.267/2002) 4. milheto. farelo e torta de canola e. farelo de suas cascas (Convênios ICMS 29/94 e 89/2001). os de bovino. desde que os produtos estejam registrados no órgão competente do Ministério da Agricultura.

132/92. 16. (Dec.0200: (Dec.23. 8703. 8704.20.22.0400.23. 8704.desenvolvimento agropecuário vinculados a Estado ou Distrito Federal (Convênios ICMS 57/2003 e 18/2005). 77/92.0100.03.346/92) 8702.094/94) 75. (Dec. 23. 45/96.33. de 01 de abril de 1994 a 31d de outubro de 1994 3. 8703.33.22.95. 8703. aveia e farelo de aveia. 28. 16.0101.24.32.0100.24.23. 8703.10.00. 8703.0199. 67/97. 8704.22.22.95 a 31.32.0000. 8704. classificados nas posições NBM/SH 1102.31.24.159/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 8703.0100.0201.2002) 6. 8704.0200.000/93) 8703.01%.21. 24. 87/2001 e 127/2001): (Dec.0101.0400.9900.000/93) 8701. (Dec. (Dec. (Dec.13.0200.0299.07.66.9900.34%. de 01 de novembro de 1994 a 31 de dezembro de 1994 4.10.0100.094/94) 70. 20/97.2002 XLIV .0401.0200. de 01 de novembro de 1992 a 31 de março de 1994 2.23. (Dec.876/91 DECRETO 14. 1104.346/92) c) relativamente aos produtos classificados nos códigos NBM/SH 8701.0100 8701. 18. 133/92.0499.877/2006) i) a partir de 09 de janeiro de 2006.876/91 .34%.22.877/2006) XLIII . (Dec.10. até 30. 48/97.0000.o valor resultante da aplicação dos percentuais abaixo indicados sobre o valor da operação. nos períodos correspondentes. 8703.o montante equivalente a 41. b) no período de 04 de julho de 1992 a 31 de outubro de 1992 . 8706. 8704.24. 8701.07. 8704. 28. 8702. dos produtos classificados da seguinte forma. 23/98.95. 8704. 71/99. (Dec.18% (quarenta e um vírgula dezoito por cento) do valor da operação realizada com fubá de milho.9900. 8703. 8702.0100. 8703.32. 72/2000.23. 8703. 17. observado o disposto no § 48 (Convênios ICMS 37/92.23. 18.31.940/2002) a) no período de 06 de abril de 1992 a 31 de outubro de 1992 .67% (sessenta e seis vírgula sessenta e sete por cento): (Dec. 8704.0199.9900.21. 26/99.23.22.21. 8704. 8702. 8703.9900. nas operações internas e de importação. 8703. 8703. (Dec. promovidas pelos estabelecimentos fabricantes ou importadores ou empresas concessionárias. 8703. nas saídas internas e interestaduais.291/2005) h) a partir de 09 de janeiro de 2006. 52/95.24.0200. 8706. sojas desativadas e seus farelos. e. 8703. respectivamente.32. de 01 de janeiro de 1995 a 31 de março de 1995 5. 8702.0100. 17.21.23.0700.0100.0400.67% (sessenta e seis vírgula sessenta e sete por cento): (Dec.20. 18. 8704.0199. 28. 102/96. 8703.0201. 88/94.9900.66. 8702.0100. 8704. 86/93. a partir de 01.0101. 87.06. 8703.04.23.19.0200.0100. destinados à alimentação animal ou ao emprego na fabricação de ração animal (Convênio ICMS 149/2005).90.01%. 121/95. 18. farinha de milho em flocos e xerém de milho ou assemelhados.0301. 18. 8703.20. 8704.9900. (Dec.9900. 18. 8703.00.0100 e 8706.22. correspondendo a carga tributária efetiva a 7% (sete por Decreto nº 14.0100.9900. de 01 de abril de 1995 a 30 de junho de 1995 66.0200. 129/97.094/94) 83. e 8707.9900.0100 e 1103.05.0000.22. 8704. 44/94.9900.10.atualizado até 30 junho 2011 . de acordo com a NBM/SH. destinados à alimentação animal ou ao emprego na fabricação de ração animal (Convênio ICMS 150/2005).094/94) 75.23. 71/92.0100.59%.67%.0399.31.10.23.0100. 50/99. de 01.23.20.00. 8702.0299. 8703.32.094/94) 1.0200.20. (Dec.0299. 8703. 8703.00.10. 8703.0201.094/94) 83.

34/99.contendo ovos) b) bolachas e biscoitos de maisena c) bolachas e biscoitos de polvilho CÓDIGO NBM/SH 1902.97) 1905. observando-se o disposto no § 49.659. de petróleo. 30/2003. 148/2007. de 01. 69/2009. realizadas com os seguintes produtos. 71/2008. 19. 34.738/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. nº 21.99.348/96) a) no período de 01 de julho de 1996 a 31 de março de 1999. 18/2005.08.864/2002) XLVIII – a partir de 01 de março de 1997. nem preparadas de outro modo (exceto as do código 1902.0000 .0300 (Dec.97.615/2010) XLVI .1 (Dec. a competente opção. 48/97.0400 Decreto nº 14.626/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.361.303/2003) a) REVOGADO (Dec. de 12. bem como os seguintes prazos e condições: (Dec. XXII (Convênios ICMS 33/96.876/91 . quando o contribuinte interessado manifestar.10. nº 19. REPUBLICADO DOE 06.nos períodos de 01 de novembro de 1996 a 31 de dezembro de 1999 e de 01 de janeiro de 2000 a 31 de março de 2003.12.99. observado o disposto no § 16. para os estabelecimentos industriais.04.08. 47.06.11. nas operações internas por eles promovidas.99.06. dispensado o estorno de crédito proporcional previsto no art. de 30. (Dec.03. quando não destinado à industrialização ou à comercialização. correspondendo a carga tributária efetiva a 7% (sete por cento) do valor da respectiva operação.840. (Dec. 19.59% (setenta vírgula cinqüenta e nove por cento) do valor da operação.21. para as operações internas promovidas por estabelecimento industrial. nº 20. 121/97.atualizado até 30 junho 2011 . nº 21.na entrada.12. III.03. "b". o montante equivalente a 41.cento). 21.982/99 – EFEITOS A PARTIR DE 31. neste sentido. atacadista ou varejista.10. 53/2008.982/99 – EFEITOS A PARTIR DE 31. 05/99. 36 (Decretos nº 19.98.626/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. neste caso com destino a outro estabelecimento. conforme indicados no Anexo 21. classificado na posição NBM/SH 0901.99) b) REVOGADO (Dec. 07/2000. 20/97. 19. 67/97. nº 21. 34. de 23.99) XLVII .30.18% (quarenta e um vírgula dezoito por cento) do valor da operação interna realizada com café torrado. classificados nos códigos NBM/SH.99). de 17.348/96) b) no período de 01 de outubro de 1996 a 31 de março de 1999. nº 19. nos termos do art.99. 25.97. de 30. oriundo de outra Unidade da Federação. 10/2001. de 30. (Dec. 12% (doze por cento) sobre o valor da operação. 124/2007.876/91 DECRETO 14. de 20. inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. (Dec.348/96) XLV .677. 138/2008.738.no período de 01 de julho de 1996 a 31 de dezembro de 2012. para as operações internas promovidas por estabelecimento atacadista com destino a outro estabelecimento atacadista ou varejista. o valor da operação de que decorrer a mencionada entrada.424.21.30.982. 23/98. de 27.527.03. no mínimo. 19. quando promovida pelo respectivo estabelecimento industrial ou por estabelecimento atacadista.2.12. 24.96. reduzida de tal forma que a incidência do imposto resulte na aplicação do percentual de. nem recheadas.97) 1905. correspondendo a carga tributária efetiva a 12% (doze por cento) do valor da respectiva operação: (Dec.98. no território do Estado. e nº 21.99) PRODUTO a) massas alimentícias não cozidas. 19. nº 20. o montante equivalente a 70. (Dec.12. nas operações internas com ferros e aços não-planos.11.952. 119/2009 e 01/2010). do art.

reduzida de tal forma que a carga tributária corresponda ao valor resultante da aplicação do percentual de 7% (sete por cento) sobre o valor da operação.809/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.03.(Dec. 21. 19. 60/98 e 101/98): (Dec. a partir de 01 de janeiro de 1998. (Dec. 119/2009 e 01/2010): (Dec. os produtos mencionados na alínea anterior.626/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. de 23 de outubro de 1991. dos seguintes produtos.º 8. 20. lajes pré-fabricadas e tijolos cerâmicos. tratando-se da indústria fabricante do produto.876/91 . 05/99. 07/2000. correspondendo à carga tributária efetiva de 7% (sete por cento) do valor da respectiva operação. ainda que a operação seja realizada entre comerciantes. manilha.2004) Decreto nº 14. 26.no período de 02 de janeiro de 1998 a 31 de dezembro de 2012. 23/98.626/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.IPI. realizada sob a coordenação: (Dec. 69/2009.840/97) 1. estruturas e blocos pré-fabricados de concreto.004/97) b) desde que produzidos pela indústria de cerâmica vermelha: (Dec. 71/2008. 19.30. 19.97) 1905.03. 138/2008. 20.840/97) 2. (Dec. observando-se (Convênios ICMS 136/97. nas operações com produtos da indústria de informática e automação.03. 42. (Dec. 124/2007.9900 e) outros (Dec.no período de 01 de junho de 1997 a 31 de dezembro de 1998. de 28 de fevereiro de 1967.IPI. 20. além da indicação referida no item anterior. o número do ato pelo qual foi concedida a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados . 148/2007. de 30 de dezembro de 1991.248.297/98) a) no período de 01 de julho a 30 de setembro de 1997. dos arts. observando-se (Convênios ICMS 23/97. 121/97. o contribuinte deve indicar: (Dec. 19.095/98) a) o produto deve ser beneficiado com a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados . e do art. tratando-se dos demais comerciantes. 7º e 9º do Decreto-Lei nº 288. observado o disposto no art.840/97) b) nas Notas Fiscais relativas à comercialização da mercadoria. exceto a lajota para piso quanto esmaltada ou vitrificada.840/97) L . 19. 19. a identificação do fabricante e o número da Nota Fiscal relativa à aquisição original da indústria. casquilho para revestimento e lajota para piso. 34. 19. 21/2002. 2º da Lei Federal n. a partir de 01 de outubro de 1997. fabricados por estabelecimento industrial que atenda às disposições do art.387.05. (Dec.876/91 DECRETO 14. 19.atualizado até 30 junho 2011 .0500 d) bolachas e biscoitos sanduíche (Dec.626/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 10/2004.297/98) LI . (Dec.297/98) 1. 23/98.30. telha. 4º da Lei Federal nº 8.18% (quarenta e um vírgula dezoito por cento) do valor da operação de saída interna promovida por estabelecimento industrial.840/97) c) cada estabelecimento adquirente da mercadoria deve exigir do seu fornecedor as indicações mencionadas na alínea anterior. bloco para laje. (Dec.97) 1905.615/2010) a) os mencionados produtos devem ser empregados na construção de imóveis residenciais.297/98) 2. 12/98. 20.97) XLIX . V e XI: (Dec. reduzida de tal forma que a incidência do imposto resulte na aplicação do percentual de 7% (sete por cento) sobre o valor da operação. tijolo. nas operações internas com estruturas metálicas. (Dec. destinados à população de baixa renda.o montante equivalente a 41. 20. 53/2008.

retransmissão.10 e 1516.atualizado até 30 junho 2011 .2004) b) fica dispensado o estorno de crédito previsto no art. 47. para emprego exclusivo no processo de industrialização de livros.05. para emprego exclusivo na geração. assinatura e utilização dos serviços.2004) 2. 21. equipamentos. emissão.07. quando o desembaraço aduaneiro for efetuado com a cobrança dos impostos federais proporcional ao tempo de permanência da mercadoria no país. recepção.554/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2003) LV .20. nas operações internas promovidas por estabelecimento industrial.558/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01. XXVIII.247/2001) a) no período de 01 de maio a 31 de dezembro de 2001: 20% (vinte por cento). 26. III. disponibilidade. 23. bem assim aqueles relativos a serviços suplementares e facilidades adicionais que otimizem ou agilizem o processo de comunicação. 26. 21. de empresa integrante da Administração Pública Indireta do Estado que seja responsável pela política estadual de habitação. correspondendo a carga tributária efetiva a 12% (doze por cento) do valor da respectiva operação. (Dec.07.247/2001) (Dec.1. realizadas com óleo de soja refinado e envasado e gordura vegetal de soja.2004) LII – no período de 01 de julho de 1999 a 31 de janeiro de 2008.809/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.554/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. desde que: (Dec. o montante equivalente aos seguintes percentuais sobre o valor da operação de saída (Convênio ICMS 58/2000): (Dec. nos termos da referida legislação.07. Decreto nº 14. (Dec. previsto na legislação federal específica.nas prestações de serviços de comunicação. excluídas as relativas a produtos sujeitos ao regime de substituição tributária. 31. repetição ou ampliação de sinais de comunicação. nas saídas internas promovidas por estabelecimento distribuidor. reduzida de tal forma que a incidência do imposto resulte na aplicação do percentual de 7% (sete por cento) sobre o valor da operação.99) b) o estabelecimento adquirente seja restaurante ou similar que adquira os produtos mencionados na alínea anterior exclusivamente ao fornecedor ali previsto. reduzida de tal forma que a carga tributária seja equivalente à mencionada cobrança proporcional. A. suas respectivas partes. (Dec. habilitação.a partir de 01 de março de 2000. (Dec. (Dec.00. a partir de 01 de julho de 2003. 26. quando a mercadoria for álcool (Convênio ICMS 58/99). (Dec. (Dec.90. 23. todos sem similar produzido no País. bebidas e outras mercadorias necessárias ao fornecimento de refeição em restaurantes e estabelecimentos similares. 34. nos termos do art. instrumentos.871/2000) LVI . exceto.99) LIV . ativação. efetuadas por empresa jornalística ou editora de livros.876/91 DECRETO 14. 22.07. classificados nas posições NBM/SH 1507. a partir de 01 de maio de 2004. de jornais ou de periódicos.876/91 .99) a) o distribuidor promova saídas apenas para adquirente que preencha as condições previstas na alínea "b" e seja fornecedor exclusivo de alimentos. transmissão. o montante equivalente a 70.59% (setenta vírgula cinqüenta e nove por cento) do valor da saída. adesão.809/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. – EMHAPE.809/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 21.05. (Dec. os valores cobrados a título de acesso.339/2008) LIII . peças e acessórios. ou efetuadas por empresa de radiodifusão. aparelhos.nas importações de máquinas.554/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.05. da Companhia de Habitação Popular do Estado de Pernambuco – COHAB ou da Empresa de Melhoramentos Habitacionais de Pernambuco S. nas operações de importação amparadas pelo regime especial aduaneiro de admissão temporária. independentemente da denominação que lhes seja dada (Convênio ICMS 69/98).a partir de 01 de julho de 1999. 25.

7857 (zero vírgula sete mil e oitocentos e cinqüenta e sete de reais). 117/2007. b) nas saídas interestaduais: (Dec.188/2005) 1. 119/2009 e 01/2010): (Dec. à importação.4714 (zero vírgula quatro mil e setecentos e catorze de reais).2750 (zero vírgula dois mil e setecentos e cinqüenta de reais).nos períodos de 01 de agosto de 2005 a 31 de dezembro de 2006 e de 05 de fevereiro de 2007 a 31 de dezembro de 2012. 148/2007. 23. o valor estabelecido originalmente para base de cálculo. 05/2007. 01/2007.188/2005) 2. 116/2006. 25. opcionalmente. 71/2008. 28. 69/2009. na saída de cavalo de raça. ficando convalidadas as operações realizadas nestas condições no período de 12 de março de 1993 a 31 de agosto de 2003 (Dec.615/2010) a) de tal forma que a carga tributária corresponda aos seguintes percentuais (Dec. nas operações realizadas por indústrias vinícolas e por produtoras de vinho e outros derivados de uva. 28. (Dec. à conversão.atualizado até 30 junho 2011 . 53/2008.1 americana e híbrida: R$ 0. para os Estados da Região Sul e Sudeste. à distribuição e à comercialização. 03/2005. americana e híbrida: R$0 0. 138/2008.188/2005) LX . 53/2008. 106/2005.188/2005) 1.188/2005) 1. 19/2005. de produtos elaborados a partir de uva tipo: (Dec. 20/2006. 48/2007. de produtos elaborados a partir de uva tipo: (Dec. 28. 34. 69/2009.247/2001) (Dec. 28. 28.29% (oitenta e cinco vírgula vinte e nove por cento).3235 (zero vírgula três mil e duzentos e trinta e cinco de reais).2 vinífera: R$ 0. 03/2005. o valor total cobrado ao adquirente. 24. 34.no fornecimento de energia elétrica. (Dec. nele computados os encargos relativos à geração.615/2010) a) nas saídas internas de produtos elaborados a partir de uva tipo: (Dec. 28. 01/2007. (Dec. 106/2007.864/2002) LVIII – no período de 01 de setembro de 2003 a 31 de dezembro de 2003.766/2003) LIX . 22/2005. 124/2007. 138/2008. desde a geração ou importação até a última etapa destinada ao consumo final.nos períodos de 01 de agosto de 2005 a 31 de dezembro de 2006 e de 05 de fevereiro de 2007 a 31 de dezembro de 2012. à transmissão. limitado aos seguintes valores (Convênios ICMS 153/2004. exceto para o Espírito Santo. à conexão. 148/2007. 22/2005.188/2005) Decreto nº 14. Nordeste e Centro-Oeste e para o Espírito Santo.188/2005) 1. (Dec. 40% (quarenta por cento) do valor da respectiva operação. 19/2005. (Dec. 67/2005. 76/2007.1 americana e híbrida: R$ 0. 106/2007.188/2005) (Dec.188/2005) 2. (Dec. LVII . 28. 48/2007. 116/2006.188/2005) 2. inclusive na entrada no território do Estado quando não destinada à industrialização ou à comercialização. 05/2007. 67/2005. 119/2009 e 01/2010): (Dec. vinífera: R$ 0.876/91 .876/91 DECRETO 14. 139/2005. sujeitas à alíquota de 17% (dezessete por cento): 85. em substituição ao sistema normal de tributação (Convênios ICMS 153/2004. (Dec. 28. nas saídas de cana-de-açúcar.188/2005) 1. dele deduzido montante calculado por litro. 139/2005. 20/2006. 106/2005. 28.b) no período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 2002: 40% (quarenta por cento). 71/2008. 76/2007. 117/2007.1941 (zero vírgula um mil e novecentos e quarenta e um de reais).188/2005) 2. 28. 124/2007.4583 (zero vírgula quatro mil e quinhentos e oitenta e três de reais). nas operações internas. 28. 28.2 vinífera: R$ 0. para os Estados da Região Norte.

247/2005 – EFEITOS A PARTIR .2. classificados nas posições 3003. quando a alíquota for 12% (doze por cento).726/2006) a) a mercadoria seja qualquer dos seguintes produtos: (Dec. 29. o contribuinte não poderá utilizar quaisquer outros créditos relativos às entradas tributadas. 29.726/2006) 2.1. quando a alíquota for 7% (sete por cento).876/91 .726/2006) 2. 9. 29.726/2006) b) para obtenção do montante das mencionadas contribuições.1.147. 28. (Dec. (Dec. 29. (Dec.2. 29. 29. 3004. (Dec. 29. 29. "a". 10. 3401. 3303 a 3307 e nos códigos 3401.Sistema Harmonizado .atualizado até 30 junho 2011 (Dec. "b".11. de 2000: (Dec. quando se tratar de operação interestadual destinada a contribuinte. quando a alíquota for 7% (sete por cento).726/2006) 2.726/2006) 2. 9.188/2005) 2.726/2006) 2. 28. quando se tratar de produto farmacêutico relacionado no inciso I. do caput do artigo 1º da Lei Federal nº 10.188/2005) 1. a partir de 31 de julho de 2006. em função da alíquota prevista para a operação interestadual: (Dec. quando a alíquota for 7% (sete por cento). 9. referentes às operações subseqüentes.2. 29. nas operações interestaduais. da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias . de 21 de dezembro de 2000. 29. 28.NBM/SH.147.726/2006) 2.00.726/2006) 1. sujeitas à alíquota de 12% (doze por cento): 79. (Dec. 28.247/2005 . do caput do artigo 1º da Lei Federal nº 10.726/2006) 1.17% (setenta e nove vírgula dezessete por cento).08.1.90% (nove vírgula noventa por cento). da respectiva base de cálculo original.90% (nove vírgula noventa por cento). não se aplica às saídas de cana-de-açúcar destinadas à fabricação de álcool e de açúcar. 9. (Dec.1.34% (nove vírgula trinta e quatro por cento). 29.49% (dez vírgula quarenta e nove por cento).90% (nove vírgula noventa por cento). quando a alíquota for 12% (doze por cento). a partir de 31 de julho de 2006: (Dec.726/2006) c) sejam observadas as normas previstas nos §§ 56 a 58.2. até 30 de julho de 2006: (Dec. 28. 29. quando a alíquota for 12% (doze por cento).876/91 DECRETO 14.1.2.2. de toucador ou de higiene pessoal relacionado no inciso I.2. DE 01.08. (Dec. (Dec. desde que (Convênios ICMS 24/2001 e 34/2006): (Dec. indicados no caput do artigo 1º da Lei Federal nº 10. até 30 de julho de 2006. contempladas com isenção.2005) Decreto nº 14. 29. 28.1.188/2005) LXI – a partir de 01 de maio de 2001.20. (Dec. (Dec.147. seja aplicado um dos seguintes percentuais sobre a base de cálculo do ICMS de responsabilidade direta do contribuinte remetente.2005) 1.EFEITOS A PARTIR DE 01. de 2000: (Dec. 29.90. (Dec. quando se tratar de produto de perfumaria.49% (dez vírgula quarenta e nove por cento).726/2006) 2.726/2006) 1.726/2006) 2.188/2005) b) relativamente ao benefício de que trata este inciso: (Dec.21.10 e 9603. do montante da contribuição para o Programa de Integração Social e para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público – PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS. 10. o valor resultante da dedução.

previstas em convênio celebrado entre entidade da Administração Indireta do Estado de Pernambuco e o Ministério da Saúde. 33.2005). 117/2007. 29. para fabricação de sandália termoplástica. 28. 71/2008. para utilização no Decreto nº 14.19. resfriados. Nordeste e Centro-Oeste e para o Estado do Espírito Santo. secos ou temperados.00 da NBM/SH. secos ou temperados. em função da alíquota prevista para a respectiva operação interestadual: (Dec. resfriados. 10/2003.LXII – a partir de 14 de outubro de 2002.656/2009) a) operação interestadual praticada por estabelecimento fabricante ou importador com pneumáticos novos de borracha e câmaras-de-ar de borracha classificados. para as Regiões Norte. (Dec. Nordeste e Centro-Oeste. resultantes do respectivo abate (Convênio ICMS 89/2005). nas operações com hipoclorito de sódio. 53/2008. 10/2004. com destino a estabelecimento industrial.248/2005) 1. frescos. 106/2007. 148/2007. frescos. nas posições 4011 e 4013. do montante obtido pela aplicação dos seguintes percentuais. relativamente à respectiva produção e distribuição. na saída interna de borracha sintética. aquela prevista na alínea "b". respectivamente. (Dec. (Dec. exclusive do Estado do Espírito Santo. da base de cálculo do ICMS de responsabilidade direta do contribuinte remetente.828/2006) LXVI .248/2005) LXIII – a partir de 01 de janeiro de 2006. 48/2007. salgados.942. ou do Estado do Espírito Santo para qualquer Unidade da Federação. de 03 de julho de 2002. reduzida de tal forma que a carga tributária efetiva corresponda ao montante resultante da aplicação do percentual de 7% (sete por cento) sobre o valor da operação interestadual com carne de aves e demais produtos comestíveis.12. (Dec. classificada no código 4002.12.19 da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias – Sistema Harmonizado – NBM/SH.485.248/2005) 2. de 16.19% (cinco vírgula dezenove por cento). 47. 28. XLVIII (Convênio ICMS 67/2006). resultantes do respectivo abate (Convênio ICMS 89/2005). observado o disposto no § 59 (Convênios ICMS 127/2002. 28.506/2006) LXVII . nos termos da Lei Federal nº 10.no período de 01 de agosto de 2006 a 31 de dezembro de 2007. na hipótese da operação com pneumáticos e câmaras-de-ar de borracha indicada na alínea "a".a partir de 31 de julho de 2006. dispensado o correspondente estorno do crédito.779/2005) LXV – no período de 01 de janeiro de 2006 a 31 de dezembro de 2010. (Dec. (Dec. 33. classificado na posição 1108.876/91 . 76/2007. (Dec. classificada no código 6402. exceto para o Estado do Espírito Santo.Sistema Harmonizado NBM/SH. reduzida de tal forma que a carga tributária seja equivalente a 11% (onze por cento) do valor das referidas operações. congelados. reduzida de tal forma que a respectiva carga tributária seja equivalente a 12% (doze por cento) do valor da operação (Lei nº 12. 5. promovida pelo respectivo estabelecimento fabricante. na hipótese de mercadoria saída das Regiões Norte.atualizado até 30 junho 2011 .656/2009) b) valor resultante da dedução. 124/2007.779/2005) LXIV – a partir de 01 de janeiro de 2006. 28.20.876/91 DECRETO 14. com destino a estabelecimento industrial. reduzida de tal forma que a carga tributária efetiva corresponda ao montante resultante da aplicação do percentual de 7% (sete por cento) sobre o valor da operação interestadual com carne de leporídeos (coelhos) e demais produtos comestíveis. na hipótese de mercadoria saída das Regiões Sul e Sudeste. 4. na saída interna de amido de milho.00 da NBM/SH.9% (quatro vírgula nove por cento). congelados. 138/2008 e 06/2009): (Dec. bem como mercadoria saída das Regiões Sul e Sudeste para essas mesmas Regiões. nos termos do art. 28. na Nomenclatura Brasileira de Mercadorias . quando a receita bruta decorrente da venda das referidas mercadorias esteja sujeita ao pagamento da contribuição para o Programa de Integração Social e para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público – PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS. salgados. 28.

de 12 de março de 1991.correspondente processo de fabricação de produtos alimentícios derivados de farinha de trigo ou de suas misturas. sobre a mencionada base de cálculo será aplicada a alíquota prevista para as operações internas com veículos novos.831/2006) b) quando a venda do veículo for efetuada mediante Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A. demonstrando-se. o ICMS deverá ser recolhido com base no art.831/2006) 1. o débito do ICMS da operação e o da operação antecedente.GNRE. 29. deverá: (Dec. quando a pessoa jurídica alienante estiver localizada em Unidade da Federação diversa daquela do adquirente. conforme previsto na alínea "a". quando a pessoa jurídica alienante e o destinatário estiverem localizados neste Estado. classificados nas posições 1902. 29. e alterações". (Dec. observando-se: (Lei nº 13. 29.876/91 . do resultado obtido na forma do item 1. reduzida de tal forma que a respectiva carga tributária seja equivalente a 7% (sete por cento) do valor da operação. (Dec.831/2006) 1. 29. conforme previsto na legislação em vigor. será deduzido o crédito fiscal constante da Nota Fiscal de aquisição emitida pela montadora. no campo "Informações Complementares": "Ocorrendo alienação do veículo antes de __/__/____ (data correspondente ao último dia do décimo segundo mês posterior à emissão do respectivo documento fiscal). LXVIII. observando-se (Convênio ICMS 64/2006): (Dec. 29.831/2006) e) na hipótese do não-recolhimento do imposto pelas pessoas jurídicas indicadas neste inciso.831/2006) 3. 29. (Dec.1. por ocasião da respectiva transferência. de forma a identificar o valor da base de cálculo.1 e 1905 da NBM/SH.713/2006) LXVIII .(Dec. (Dec. além do cumprimento das demais obrigações previstas na legislação. mediante: (Dec. Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais . de 2006) (Dec. do Decreto nº 14." a forma de apuração do imposto. o mencionado documento deverá ser emitido em nome do adquirente. podendo promover.831/2006) d) em qualquer hipótese.831/2006) c) na hipótese de a pessoa jurídica alienante não dispor de documento fiscal próprio. 1 e 2.876/91 DECRETO 14.831/2006) 3.713/2006) b) o objetivo da avaliação prevista na alínea "a" será verificar sua adequação. locação de veículos e arrendamento mercantil.713/2006) a) Secretaria da Fazenda deverá realizar avaliação periódica do benefício. Documento de Arrecadação Estadual . quando realizadas por pessoa jurídica que explore a atividade de produtor agropecuário. quando da venda de veículos às pessoas jurídicas indicadas neste inciso. 29. nas operações de venda de veículos autopropulsados. 29. (Dec.876.831/2006) a) quanto ao cálculo do imposto: (Dec.831/2006) Decreto nº 14. mencionar. 29. 29. 14. (Dec. o imposto apurado na forma dos itens 1 e 2 será recolhido em favor da Unidade da Federação do domicílio do adquirente. o pagamento deverá ser efetuado pelo adquirente do veículo. (Dec. 29.831/2006) f) a montadora de veículos. 29. 29. sua redução ou suspensão.a partir de 12 de julho de 2006. o demonstrativo da forma de apuração do imposto previsto na alínea 'b" deverá ser efetuado no documento utilizado na transação comercial. no campo "Informações Complementares. 29. o preço de venda ao público sugerido pela montadora.2. (Dec. (Dec.831/2006) 3. mediante decreto específico. deverá ser feita a juntada da cópia da Nota Fiscal original expedida pela montadora quando da aquisição do veículo. antes de 12 (doze) meses da data da aquisição junto à montadora.831/2006) 2. 29. 29.atualizado até 30 junho 2011 .DAE.083. (Dec. na Nota Fiscal relativa à operação.

reduzida de tal de forma que a respectiva carga tributária seja equivalente a 12% (doze por cento) do valor da operação.20. 691/2007) PRODUTO CÓDIGO DA NBM/SH Decreto nº 14. na saída interna de perfil de alumínio. promovida pelo respectivo fabricante de veículo ou de outra mercadoria.2. proveniente das pessoas jurídicas indicadas neste inciso. expedido no primeiro licenciamento do veículo: "SEFAZ:ALIENAR COM ICMS PG". encaminhar.21. 30. 29. (Dec. de 04.831/2006) LXIX .nos períodos de 01 de novembro de 2006 a 31 de dezembro de 2012. promovida por indústria localizada neste Estado.90.NBM/SH 7604. em virtude de garantia.831/2006) h) o DETRAN não poderá efetuar a transferência de veículo. observando-se a não-exigência de estorno de crédito prevista no art. no campo "Observações" do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo. 30.745/2007) LXXII – no período de 01 de agosto de 2007 a 31 de julho de 2009. para controle da Secretaria da Fazenda. sementes e palma.711/2011) a) grãos. 27/2007 e 28/2007): (Dec.831/2006) 2.876/91 . mencionar.09.DPC da Secretaria da Fazenda.2. 29.831/2006) 2. XLIX (Convênios ICMS 113/2006.745/2007) b) a partir de 01 de maio de 2007. 29. na saída de biodiesel . série e data da Nota Fiscal emitida e dos dados identificadores do veículo vendido. quando a referida substituição for promovida por oficina autorizada ou credenciada de fabricante de mercadoria diversa de veículo (Convênio ICMS 27/2007). (Dec. na saída interna e interestadual dos produtos a seguir indicados. 47. sebo bovino.atualizado até 30 junho 2011 .745/2007) a) a partir de 08 de janeiro de 2007.876/91 DECRETO 14.00 ou 7604. informações referentes às operações realizadas no mês anterior. (Dec. à Diretoria Geral de Planejamento e Controle da Ação Fiscal .B-100 resultante da industrialização dos produtos a seguir indicados. com destino a empresa de construção civil.270/2007) b) a partir de 08 de janeiro de 2007. (Dec. (Dec. 36. (Dec. (Dec. para os estabelecimentos que promovam a referida substituição (Convênios ICMS 129/2006. relativamente: (Dec. devidamente quitado.2006). ao número. (Dec. 29. 160/2006 e 27/2011): (Dec.1. devendo o Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco – DETRAN. 30. ao endereço do adquirente e número de inscrição no CNPJ/MF.29.111/2006) LXXI – na saída de peça nova em substituição à defeituosa.(Dec. até o último dia útil de cada mês. reduzida de tal forma que a respectiva carga tributária seja equivalente a 7% (sete por cento) do valor da operação: (Dec.831/2006) g) a alienação do veículo nas condições previstas neste inciso somente deverá ocorrer mediante apresentação do DAE relativo ao ICMS incidente na operação. o valor da operação constante da Nota Fiscal de saída da mencionada peça nova. 30. classificado na posição 7608.082. 30. a base de cálculo do imposto fica reduzida de tal forma que a respectiva carga tributária seja equivalente a 12% (doze por cento) do valor operação (Lei nº 13.270/2007) LXX – no período de 01 de agosto de 2006 a 31 de dezembro de 2007. quando a referida substituição for promovida por concessionário ou oficina autorizada de fabricante de veículo (Convênios ICMS 129/2006 e 28/2007). em desacordo com as normas nele previstas. tendo como destinatário o proprietário de veículo ou de outra mercadoria. 30. 30. bem como de tubo de alumínio. 29.20. classificado nas posições da Nomenclatura Brasileira de MercadoriasSistema Harmonizado .

na importação das mercadorias relacionadas no Anexo 63. semi-reboque . quando houver cobrança proporcional. reduzida de tal forma que a respectiva carga tributária seja equivalente ao montante resultante da aplicação do percentual de 5% (cinco por cento) sobre o valor da mencionada saída. na saída interestadual de veículos automotores novos nacionais ou importados. CCXI. na saída interna de querosene de aviação destinada à empresa regional de transporte aéreo de passageiros. 35. promovida por estabelecimento industrial ou comercial atacadista de veículos.891.no período de 1º de dezembro de 2009 a 31 de dezembro de 2012.719/2009) LXXV . de 19.00 LXXIII . 33. . reboque cana . (Dec. conforme previsto no art.modelo CCL (ISON) Dolly 01 e 02 eixos .23.várias capacidades. semi-reboque cana modelo SRC. semi-reboque carga indivisível (carrega tudo) . na hipótese de mercadoria ou bem importados do exterior sob o amparo de Regime Especial Aduaneiro de Admissão Temporária. (Dec. admitida a manutenção do crédito fiscal relativo à entrada em idêntico percentual. 34. observado o disposto no § 61: (Dec.. a partir de 01 de julho de 2009.90. 33. reduzida de tal forma que o montante do imposto a ser recolhido.a. (Dec. reduzida de tal forma que a respectiva carga tributária seja equivalente ao montante resultante da aplicação dos seguintes percentuais sobre o valor da operação.várias capacidades e tanque sem chassi-modelo TQS várias capacidades (ISON) Carroceria metálica sem chassi .2009): (Dec. nas saídas interestaduais de etilenoglicol – MEG. semi-reboque basculante . observado o disposto no § 63 e no art. filmes.450/2009) LXXVI .39. 2.876/91 . observando-se que a fruição do benefício fica condicionada a que o produto se destine à fabricação de resinas poliéster a serem utilizadas na produção de recipientes de polietileno tereftalato – PET. 33.719/2009) LXXIV . 9º. 34.modelo SRTC. LIX. quando a mencionada operação for efetuada por estabelecimento comercial atacadista inscrito no regime normal de apuração e recolhimento do imposto. 35. reduzida em 100% (cem por cento) do valor da operação.31. no período de 01 de janeiro de 2011 a 31 de dezembro de 2014.876/91 DECRETO 14.719/2009) b) a partir de 01 de julho de 2010: 5% (cinco por cento).90 8716. nas operações internas com as máquinas pesadas relacionadas no Anexo 62.modelo SRT .949/2010) LXXVIII – a partir de 01 de outubro de 2009.90 8707. por ocasião do respectivo desembaraço aduaneiro.modelo SRCS e semi-reboque silo estático . 47. 47. fibras e filamentos (Convênios ICMS 159/2008.956/2010) LXXVII .719/2009) a) no período de 01 de julho de 2009 a 30 de junho de 2010: 4. cujo faturamento seja preponderantemente relativo às referidas mercadorias. quando for o caso.atualizado até 30 junho 2011 . conforme o caso. a partir de 01 de julho de 2009.031/2010) Decreto nº 14.modelo SRS 8704. devendo ser estornado o valor excedente. (Dec. (Dec. dos impostos federais.10.modelo RQC (ISON).modelo DL. observado o disposto no § 64 e o no art. 33. corresponda ao valor resultante da aplicação dos seguintes percentuais. reduzida de tal forma que a respectiva carga tributária seja equivalente a 7% (sete por cento) do valor da operação.5% (quatro vírgula cinco por cento).a partir de 1º de maio de 2010.00. 16/2009 e 147/2010).várias capacidades. (Dec. tanque estacionário modelo TQ -. pela União.Caçamba basculante sobre chassi (ISON). LX (Lei nº 13. semi-reboque extensível . reduzida de tal forma que a carga tributária seja equivalente à mencionada cobrança proporcional. classificado no código da NBM/SH 2905.modelo SRB .

2.00. para as Regiões Norte. (Dec. 2. na hipótese de mercadoria saída das Regiões Sul e Sudeste. 35. 0. máquinas ou aparelhos relacionados nos Anexos I.7551% (zero vírgula sete cinco cinco um por cento).7129% (zero vírgula sete um dois nove por cento). reduzida do valor correspondente àquele resultante da aplicação dos seguintes percentuais sobre o valor da operação. Nordeste e Centro-Oeste ou do Estado do Espírito Santo para quaisquer unidades federadas.36. filmes.1595% (cinco vírgula um cinco nove cinco por cento).876/91 DECRETO 14. 0. (Dec. 35. fibras e filamentos (Convênio ICMS 118/2010). observado o disposto nos §§ 65.00 e de ácido tereftálico purificado – PTA – NBM/SH 2917. 166/2002 e 27/2011): (Dec.2% (trinta vírgula dois por cento) na base de cálculo das contribuições mencionadas no caput: 1. c) relativamente às mercadorias constantes do Anexo III do Convênio ICMS 133/2002. bem como mercadoria saída das Regiões Sul e Sudeste para essas mesmas Regiões. na hipótese de mercadoria saída das Regiões Norte. Nordeste e Centro-Oeste e o Estado do Espírito Santo. em que a receita bruta decorrente da venda dessas mercadorias esteja sujeita ao pagamento das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público . exceto para o Estado do Espírito Santo. exclusive do Estado do Espírito Santo. observada a redução de 30.4653% (cinco vírgula quatro seis cinco três por cento). na hipótese de veículo de origem nacional recebido por meio de transferência do respectivo estabelecimento industrial. 2.5080% (dois vírgula cinco zero oito zero por cento). observando-se que a fruição do benefício fica condicionada a que os produtos se destinem exclusivamente à fabricação de resinas poliéster a serem utilizadas na produção de ácido tereftálico purificado – PTA. na hipótese de mercadoria saída das Regiões Norte. exclusive do Estado do Espírito Santo.COFINS.876/91 . Nordeste e Centro-Oeste ou do Estado do Espírito Santo para Decreto nº 14.no período de 1º de outubro de 2010 a 31 de dezembro de 2012.a) 9. Nordeste e Centro-Oeste ou do Estado do Espírito Santo para quaisquer unidades federadas. no período de 1º de maio de 2011 a 31 de dezembro de 2012. na hipótese de veículo importado. na hipótese de mercadoria saída das Regiões Sul e Sudeste. observada a redução de 48.031/2010) LXXIX . para as Regiões Norte. 2. 36. na hipótese de mercadoria saída das Regiões Norte. Nordeste e Centro-Oeste e o Estado do Espírito Santo. 35.PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social .43.031/2010) b) 7% (sete por cento).1% (quarenta e oito vírgula um por cento) na base de cálculo das contribuições mencionadas no caput: 1. 2. na hipótese de mercadoria saída das Regiões Sul e Sudeste. Nordeste e Centro-Oeste e o Estado do Espírito Santo.5% (nove virgula cinco por cento). exceto para o Estado do Espírito Santo. fios de poliéster – POY. para as Regiões Norte.586/2010) LXXX . 5. reduzida em 100% (cem por cento) do valor da operação. II e III do Convênio ICMS 133/2002. 5. (Dec. bem como mercadoria saída das Regiões Sul e Sudeste para essas mesmas Regiões.563/2011) a) relativamente às mercadorias constantes do Anexo I do Convênio ICMS 133/2002: 1. 66 e 67 (Convênios ICMS 133/2002. nas saídas interestaduais de paraxileno – PX – NBM/SH 2902.atualizado até 30 junho 2011 .3676% (dois vírgula três seis sete seis por cento). nas operações interestaduais efetuadas por estabelecimento fabricante ou importador dos veículos. b) relativamente às mercadorias constantes do Anexo II do Convênio ICMS 133/2002. exclusive do Estado do Espírito Santo. recipientes polietileno tereftalato – PET.

caso o transporte seja efetuado pelo próprio remetente ou por sua conta e ordem e seja cobrado em separado. 19.527/96) II . ainda que cobrados em separado e desde que exigidos do adquirente da mercadoria ou do tomador do serviço pelo estabelecimento alienante ou prestador do serviço. se houver.527/96) c) na hipótese da alínea “c” do referido inciso II. segundo a ordem: Decreto nº 14. a base de cálculo será equivalente a 75% (setenta e cinco por cento) do preço de venda corrente no varejo. I.quaisquer unidades federadas. § 7º Na hipótese do inciso V do "caput". 19.876/91 . § 6º Nas prestações cujo preço não se possa determinar. para aplicação do disposto nas alíneas “b” e “c” do mencionado inciso II do “caput”. sobre o total. não havendo mercadoria similar. (Dec. 19. (Dec. respeitado o disposto no Decreto no 15.atualizado até 30 junho 2011 .527/96) II . o preço corrente da mercadoria ou de sua similar no mercado atacadista do local da operação ou.seguros. bem como descontos concedidos sob condição. a qualquer título.até 31 de outubro de 1996. bem como mercadoria saída das Regiões Sul e Sudeste para essas mesmas Regiões. (Dec. (Dec. 19.527/96) § 9º Para fim do disposto no parágrafo anterior. 19. adotar-se-á. § 3º Os acréscimos financeiros relativos à venda a prazo. quando o estabelecimento comercial remetente não efetuar vendas a outros comerciantes ou industriais. desde que: I . quando for o caso. o valor correspondente a: (Dec. sucessivamente: (Dec.527/96) § 5º Para fim do disposto no inciso IV do "caput".tenham por causa a venda a prazo.527/96) I . § 4º Para fim do disposto no inciso II do “caput”: (Dec. entende-se por valor agregado o valor total cobrado. (Dec. exclusive os decorrentes de inadimplemento do contrato. acrescido. na falta deste. exceto para o Estado do Espírito Santo. considera-se valor da mercadoria o respectivo preço de venda no varejo ou. 19. 19. no mercado atacadista regional. sob qualquer modalidade. § 8º Quando o preço declarado pelo contribuinte for inferior ao do mercado.527/96) I .527/96) § 2º Nas prestações ou operações a crédito. II . 19. na falta deste. (Dec.876/91 DECRETO 14. o preço de mercado será. a base de cálculo é o valor corrente do serviço na praça onde for prestado. ressalvados os descontos incondicionais. 19. 19.frete. o valor de aquisição. do percentual indicado no art. (Dec. realizada até o dia útil imediatamente anterior àquele em que ocorrer a respectiva saída. incluem-se na base de cálculo os ônus relativos à concessão do crédito. o valor da mercadoria será o valor da última operação onerosa com a mesma.527/96) b) caso o remetente não tenha efetuado venda de mercadoria. pelo estabelecimento industrial. a base de cálculo poderá ser determinada pela autoridade administrativa.692.a partir de 01 de novembro de 1996.527/96) a) o preço efetivamente cobrado pelo estabelecimento remetente na operação mais recente. integram a base de cálculo do imposto. mediante ato normativo. recebidas ou debitadas.sejam cobrados pelo próprio vendedor. além do seu próprio montante. 19. incluídas despesas acessórias e IPI. "b". de 10 de abril de 1992. juros e demais importâncias pagas. § 1º Integra a base de cálculo do imposto.

527/96) § 12. será concedida redução de base de cálculo ou crédito presumido. tais como despesas de despacho e de armazenamento e diferenças de peso.atualizado até 30 junho 2011 .876/91 DECRETO 14. observar-se-á: I . pertinentes ao transporte. § 10. de tal forma que a incidência do imposto resulte no percentual de 5% (cinco por cento) sobre o valor da respectiva operação. havendo discordância do contribuinte em relação ao valor da pauta. na hipótese do parágrafo anterior.527/96) § 13. (Dec. § 15. conforme o disposto em portaria do Secretário da Fazenda. a ele caberá comprovar a exatidão do valor que tenha indicado para a operação. II . o contribuinte recolherá a diferença do imposto porventura devido. além das referentes aos valores do Imposto de Importação. Na hipótese do inciso X do "caput".o valor constante em publicação ou correspondência oficial de órgão ou entidade privada. Decreto nº 14.I . 19. para efeito de determinação da base de cálculo. para o usuário. Na hipótese do inciso VII do “caput”. (Dec. § 14. Até 06 de junho de 1990. fixado pela autoridade competente ou pelo fabricante. desde que lançadas em parcelas separadas do documento fiscal e não debitadas ao tomador do serviço.incluem-se na base de cálculo o preço do serviço de entrega e coleta de cargas. 19. inicialmente. 19. (Dec.quando o valor da operação for superior ao fixado em pauta. 19. Quando vier a ser conhecido o valor definitivo da taxa cambial aplicável. II .527/96) III . relativamente ao inciso VII do “caput”. quando forem objeto do mesmo contrato de transporte.527/96) II .527/96) § 11. a taxa oficial empregada pela repartição alfandegária para fim de pagamento do Imposto de Importação. Relativamente ao disposto no parágrafo anterior. 19. 19. aquelas devidas à repartição alfandegária até o momento do desembaraço da mercadoria.efetivada a comprovação prevista no inciso anterior.o respectivo preço do produto tabelado ou com preço máximo de venda.O valor mínimo entre os coletados nas regiões fiscais do Estado. bem como os ônus decorrentes de seu financiamento.se a contraprestação do serviço for ajustada em bens. obedecidas ainda as seguintes normas: I . a base de cálculo será o preço do custo. (Dec. entendem-se por despesas aduaneiras. dos bens dados em pagamento. classificação fiscal e multas por infração.excluem-se da base de cálculo do imposto as despesas com seguro e pedágio bem como as taxas de administração cobradas pelas estações ou outros terminais. III . (Dec. a aplicação do disposto neste parágrafo e nos §§ 8º e 9º dependerá da celebração de acordo entre as Unidades da Federação envolvidas fixando os valores e estabelecendo os critérios. utilizar-se-á. do IPI e do Imposto sobre Operações de Câmbio. e outras despesas de qualquer natureza. o preço do serviço será declarado no documento que instrumentalizar a operação. no período de 01 de março a 30 de abril de 1989.nas operações interestaduais. o valor real da operação prevalecerá como base de cálculo do imposto.527/96) IV .quando o valor da operação for inferior ao fixado em pauta. (Dec. sendo desconhecida a taxa cambial na data do pagamento do imposto.876/91 . Relativamente às operações mencionadas no inciso IX do "caput". prevalecerá aquele como valor da base de cálculo. devendo-se proceder às correções que se fizerem necessárias. III .

o imposto a ser recolhido será o valor resultante da aplicação do percentual equivalente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre o valor indicado no mencionado inciso. acrescentar-se-á. O disposto no inciso XV do “caput” aplica-se em relação a cada atividade. (Dec. quando indicado como base de cálculo do imposto.527/96) § 22. O disposto nas alíneas "i" e "j" do inciso XXX do "caput" só se aplica a operações efetuadas pelos contribuintes a que se refere o § 29 e desde que os produtos se destinem a: Decreto nº 14. o valor do IPI cobrado na operação de que tenha decorrido a entrada. o prestador do serviço for mero agente arrecadador dos referidos encargos. no mínimo. quando a mercadoria. Integra a base de cálculo do imposto relativo ao serviço de transporte toda e qualquer importância. § 16. § 19. na base de cálculo. como tais entendidos os que estiverem subordinados a eventos futuros e incertos. As disposições contidas nos incisos XXV e XXVI do "caput" não se aplicam ao café embarcado até 30 de outubro de 1987. Para fim de determinação do preço vigente na praça.fonte quando nele incluído. Não serão deduzidos do preço os descontos e abatimentos condicionais. sendo após destinada para uso ou consumo ou ativo fixo do estabelecimento. Na hipótese de transporte de carga própria. 61.527/96) § 25.876/91 . Quando. (Dec. § 18. o preço do serviço de transporte deverá ser lançado no documento fiscal em parcela separada dos valores referentes aos demais serviços. 19. respeitado o disposto no inciso XXVII. sempre que possível. "a" do “caput”. alínea "b" do “caput”. § 23. na hipótese do parágrafo anterior. por delegação. contas e outras cujo encargo financeiro tenha sido transferido ao tomador do serviço. excetuado o prestado por empresa de turismo. 19. não existindo a quantidade mínima ali referida. tomar-se-á o preço médio em relação. do mesmo porte. no caso do parágrafo anterior. entrar no estabelecimento para fim de industrialização ou comercialização. o valor total da Nota Fiscal deverá ser rateado proporcionalmente com as mercadorias nela relacionadas. Para efeito do disposto no inciso XV. 19. a Nota Fiscal relacionar vários produtos.876/91 DECRETO 14.IV . § 24. Na hipótese do parágrafo anterior. § 27. § 10. nos termos do art. situados na mesma praça e. § 17.atualizado até 30 junho 2011 . quando o estabelecimento exercer simultaneamente atividades de comércio e de indústria. Para efeito do disposto no inciso XXI do “caput”. desde que: I . a três estabelecimentos da mesma natureza. para efeito de inclusão do valor do transporte na base de cálculo do imposto relativo à mercadoria. de 17 de julho de 1987. incluindo taxas. § 20. serão observadas as tarifas básicas oficialmente autorizadas para transporte de cargas de terceiros. seguros. § 21. § 28.o respectivo registro tenha ocorrido até 18 de agosto de 1987. II . (Dec.a quota de contribuição tenha sido paga sob o regime da Resolução do IBC 48/87. a média dos preços será efetuada em relação à quantidade de estabelecimentos existentes na praça.527/96) § 26.no transporte de pessoas. entende-se por valor correspondente à entrada o valor total da Nota Fiscal. O disposto no parágrafo anterior não se aplica quando. Até 31 de outubro de 1996. exclusive o ICMS .

a partir de 06 de janeiro de 2004.876/91 DECRETO 14. II . 65/99 e 6/2000): (Dec.CNPJ e no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco . a respectiva fruição em relação às empresas indicadas no ato do Comando da Aeronáutica do Ministério da Defesa. inclusive farinha e farelo.860/2007) I . previsto no inciso I.empresa de transporte e serviços aéreos e aeroclubes.596/2004) II . 26.711/2011) § 30. fica condicionada à publicação de Ato COTEPE. 7/2010. 01/2008.596/2004) a) até 15 de abril de 1996. 26.I . o tipo de serviço que cada uma delas está autorizada a executar.596/2004) 3.596/2004) 1. II .às saídas promovidas. 12/2007. 26. os produtos objeto de operações alcançadas pelo benefício (Convênios ICMS 75/91 e 14/96). 30. 17/2009. relacionadas em ato do Comando da Aeronáutica do Ministério da Defesa. 26.528/2010) § 29. Relativamente ao benefício previsto no inciso XXX. 61/2005. (Dec. § 31. (Dec. vedada sua aplicação quando dada ao produto destinação diversa. identificados pelo registro no Departamento de Aviação Civil. 84/2006. às da rede de comercialização. O benefício previsto na alínea "d" do inciso XXXV do "caput" não se estende ao alimento. 26. (Dec. 34. 26. ingrediente. (Dec. do "caput": (Dec. em relação às empresas nacionais da indústria aeronáutica.oficinas reparadoras ou de conserto e manutenção de aeronaves. em relação a todas as empresas.596/2004) b) a partir de 01 de julho de 2000 (Convênios ICMS 32/99.596/2004) 2.empresa nacional da indústria aeronáutica ou estabelecimento da rede de comercialização de produtos aeronáuticos. o endereço completo e o número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica . sal mineralizado. a título de retorno.atualizado até 30 junho 2011 . indicando-se no mencionado ato (NR Convênio ICMS 121/2003): (Dec. homologadas pelo Ministério da Aeronáutica. IV – proprietários ou arrendatários de aeronaves identificadas como tais pela anotação da respectiva matricula e prefixo no documento fiscal (Convênios ICMS 75/91 e 25/2009). O benefício previsto na alínea "a" do inciso XXXV do "caput" aplica-se aos produtos destinados exclusivamente ao uso na pecuária. a partir de 06 de janeiro de 2004.876/91 . entre si. pelos estabelecimentos referidos em suas alíneas. não se aplica às operações interestaduais se a semente não satisfizer aos padrões estabelecidos para o Decreto nº 14. da mercadoria remetida para fim de armazenagem. 23/2010 e 16/2011). aditivo e componente grosseiro. O benefício previsto na alínea "b" do inciso XXXV do "caput" se estende: I . (Dec. contendo a correspondente aprovação da empresa (Convênios ICMS 75/91 e 121/2003 . Atos COTEPE ICMS 03/2004. Relativamente ao disposto na alínea "f" do inciso XXXV do "caput".CACEPE.às saídas. relacionadas em ato conjunto do Ministério da Aeronáutica e do Ministério da Fazenda e. "i" e "j". (Dec. em relação às oficinas reparadoras ou de conserto de aeronaves. III . na avicultura e na agricultura. 36. às da rede de comercialização e às importadoras. § 32. os produtos que cada uma delas está autorizada a fornecer em operações alcançadas pelo benefício fiscal. em relação a cada uma das mencionadas empresas. 18/2005.aplica-se exclusivamente às empresas nacionais da indústria aeronáutica. real ou simbólico. inclusive as oficinas reparadoras ou de conserto de aeronaves e às importadoras de material aeronáutico. § 33.

§ 34. ainda que atenda aos padrões. c) estabelecimento destinatário. o contribuinte destinatário deverá comparecer à repartição fazendária do seu domicílio fiscal.atualizado até 30 junho 2011 .terá a seguinte destinação: a) 1ª via . o qual conterá. encaminhada pelo Estado destinatário ao Estado remetente. data e valor da Nota Fiscal.nas vendas à ordem ou para entrega futura assim como nas saídas simbólicas. d) 4ª via .contribuinte destinatário (para arquivo). até o último dia do segundo mês subseqüente ao da entrada da mercadoria. b) estabelecimento remetente. IV . III . § 37. i) carimbo da repartição emitente e assinatura com identificação do funcionário.876/91 .o Fisco do Estado destinatário emitirá. e) número.caracterizada destinação diversa da indicada no documento fiscal. e a segunda via encaminhada. g) empresa transportadora. § 35. II . As reduções previstas na alínea "g" do inciso XXXV do "caput" aplicam-se também às operações internas realizadas nas Regiões Norte e Nordeste bem como às interestaduais. será.placa do veículo (no caso de transporte rodoviário).876/91 DECRETO 14. neste caso quando o remetente e o destinatário estejam localizados nas referidas regiões. A GEFIM referida no § 34 será emitida em 04 (quatro) vias e: I . d) descrição da mercadoria (produto. c) 3ª via . o visto prévio será exigido na Nota Fiscal da efetiva remessa da mercadoria. no mínimo: a) data e local da emissão. Para efeito de emissão da GEFIM de que trata o parágrafo anterior. à vista da mercadoria.o disposto no inciso anterior aplica-se também quando ocorrer subseqüente exportação da mercadoria para o exterior.Secretaria da Fazenda ou Finanças do Estado de origem das mercadorias. ou. referida no inciso anterior. h) nome do motorista . III .Secretaria da Fazenda ou Finanças do Estado de destino. Decreto nº 14. pelo contribuinte destinatário ao contribuinte remetente. antes da entrada das mercadorias no respectivo estabelecimento. II .Estado de destino pelo órgão competente. emitidas para documentar as operações.as Notas Fiscais. § 36. no prazo de 10 (dez) dias. quantidade e qualidade).contribuinte remetente. tenha a semente outro destino que não seja a semeadura. b) 2ª via . o documento denominado Guia de Entrada Física de Mercadorias (GEFIM). A eficácia do benefício previsto na alínea "g" do inciso XXXV do "caput" condiciona-se à observância das seguintes normas: I . conforme modelo aprovado pela legislação tributária estadual. deverão ser apresentadas ao Fisco de origem antes do início da remessa das mercadorias para fim de visto prévio. f) meio de transporte. sujeita-se o remetente ao pagamento do imposto devido e às penalidades previstas na legislação tributária.a primeira via.

o seguinte: (Dec. utilizar como base de cálculo o valor da operação ou da prestação na Unidade da Federação de origem. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . para efeito da aplicação do percentual de que trata o inciso anterior. bem como suas peças.558/92) II . adotar.558/92) Decreto nº 14. (Dec. uma base de cálculo tal que se obtenha o imposto equivalente à mencionada redução de alíquota. Para os efeitos do disposto no inciso XXIV do "caput". o Estado onde se localiza o destinatário dos produtos. a mesma base de cálculo reduzida. aos produtos enumerados no Convênio ICMS 90/91.o custo será apurado no mês anterior ao da transferência. 15.876/91 DECRETO 14. Para fim do disposto no inciso XV. (Dec. por sua natureza. 19. quando. § 42.adotar alíquota equivalente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual. 15. (Dec. § 40. será observado. adotar. no período ali previsto.fica dispensado o estorno do crédito do imposto relativo à entrada de mercadoria cuja operação subseqüente seja beneficiada pela redução da base de cálculo.o benefício aplica-se também. reduzirá a base de cálculo do imposto de tal forma que a carga tributária total corresponda aos percentuais estabelecidos nos incisos XXXIX e XL para as respectivas operações internas.na hipótese de. no momento da transferência. se recebido o bem com redução de base de cálculo. 19. consideram-se bens de capital as máquinas e aparelhos. 15. acessórios e sobressalentes. classificados nos capítulos 84 a 90 da tabela anexa ao regulamento do IPI. 19.558/92) I . não se aplica na hipótese de o crédito fiscal correspondente já estar reduzido. 15.15. terá o percentual de redução de base de cálculo de 30% (trinta por cento). se recebido o bem com redução de alíquota.530/92) § 39. Para efeito de complementação do imposto relativo a bens usados provenientes de outra Unidade da Federação. conforme o caso. (Dec.527/96) IV .876/91 . 15.para fins de exigência do ICMS devido em razão do diferencial de alíquota. O disposto no inciso III do artigo 34. a partir de 27 de dezembro de 1991. não se conhecer ainda o valor do custo referido no inciso anterior: (Dec. observar-se-á: (Dec. Para efeito dos incisos XXXIX e XL.477/91) § 43. 15.527/96) § 41.558/92) III .558/92) II . de acordo com a Nomenclatura Brasileira de Mercadorias NBM/SH e constante do Anexo 4. a partir de 01 de novembro de 1996.558/92) b) emitir-se-á Nota Fiscal complementar relativa à diferença entre os custos referidos na alínea "a" e no inciso I.até 31 de outubro de 1996. (Dec.558/92) § 44. (Dec. (Dec. de que trata este parágrafo. o produto semi-elaborado classificado na posição 2903. utilizar a mesma base de cálculo que deveria ter sido adotada para determinação do ICMS . 15. 15.558/92) a) adotar-se-á o custo do segundo mês anterior ao da transferência. (Dec.Normal e. 19. (Dec. se destinem a emprego direto na produção agrícola ou industrial e na prestação de serviços. de 09 de dezembro de 1991. “c” do “caput”.§ 38. A partir de 01 de janeiro de 1990 até 31 de dezembro de 1991. 15. para efeito de aplicação do percentual de que trata o inciso II. (Dec. O disposto no parágrafo anterior não autoriza a restituição ou compensação das importâncias já pagas. III .15.até 31 de outubro de 1996. obrigando o contribuinte ao estorno de crédito.até 31 de outubro de 1996. deste Decreto. o contribuinte deverá: I .527/96) II . tão logo seja conhecido o custo referido naquele inciso. publicado no Diário Oficial da União.527/96) I .

mistura de aditivos para produtos destinados à alimentação animal ou mistura de um ou mais destes aditivos com matérias-primas usadas como excipientes que não se destinam à alimentação direta dos animais (Convênio ICMS 54/2006).. aminoácidos ou minerais...813/92) a) máquinas e aparelhos de galvanoplastia. por processo de alta densidade de corrente..876/91 .. (Dec.quanto ao inciso XL: bombas ...... compressão. o disposto nos incisos XXXIX e XL também se aplica aos seguintes produtos: (Dec. (Dec...... (Dec..c) recolher-se-á o imposto relativo à complementação... permitida a inclusão de aditivos. 15.. eletrólise ou eletroforese instalação contínua de galvanoplastia eletrolítica de fios de aço.9900... a título de retorno.. A partir de 27 de abril de 1992............ e que afetem ou melhorem as características dos alimentos ou dos produtos destinados à alimentação dos animais (Convênio ICMS 54/2006)..0000...........813/92) a) devem ser adotados os seguintes conceitos: (Dec....813/92) 2...... da mercadoria remetida para fim de armazenagem...na hipótese da alínea "c": (Dec............ b) às saídas. (Dec... capaz de suprir a ração ou concentrado....813/92) § 46....... com unidades de decapagem eletrolítica. Para efeito do disposto no inciso XLI do "caput"....... 15.............876/91 DECRETO 14. qualquer mistura de ingredientes capaz de suprir as necessidades nutritivas para manutenção..813/92) 1.....813/92) 8413. PREMIX ou NÚCLEO . II .... no prazo de recolhimento do ICMS referente à transferência.. ADITIVO .. elasticidade ou de outras propriedades mecânicas de materiais máquinas e aparelhos para ensaios de metais . 15...a redução prevista na alínea "b" estende-se: (Dec.. (Dec.641/2006) 5..substâncias e misturas de substâncias ou microorganismos adicionados intencionalmente aos alimentos para os animais que tenham ou não valor nutritivo..813/92) (Dec.... RAÇÃO ANIMAL. a partir de 01 de agosto de 2006..813/92) a) às saídas promovidas entre si pelos estabelecimentos referidos em seus itens. (Dec..... constitua uma ração animal.....0000....813/92) 4... a mistura de ingredientes que...30. (Dec. com controlador de processo.. em vitaminas... tração.atualizado até 30 junho 2011 .... a mistura de ingredientes..... 15.. SUPLEMENTO. 29...81........... 15..813/92) II ...... 15. 8543.... serão observadas as seguintes normas (Convênios ICMS 36/92.. 99/2004 e 54/2006): (Dec. adicionada a um ou mais elementos em proporção adequada e devidamente especificada pelo seu fabricante..... 15..... 100/97.641/2006) Decreto nº 14... a partir de 01 de agosto de 2006..641/2006) I . CONCENTRADO.813/92) 3. 15. (Dec. (Dec. de lavagem e de estanhagem... 15....... 29................quanto ao inciso XXXIX: (Dec.............. 144/92.. (Dec....813/92) 9024.... 15....10.. real ou simbólico.câmara para teste de correção denominada "SaltSpray".813/92) I . 15. 29...... 41/92. b) máquinas e aparelhos para ensaios de dureza..558/92) § 45...... 15. 15.... desenvolvimento e produtividade dos animais a que se destinam. 15.

27.até 30 de setembro de 1997. (Dec. 27.01.o benefício concedido às saídas dos produtos destinados a pecuária estende-se às remessas com destino a apicultura.04.25. (Dec. (Dec. relativamente a milho e farelo e torta de soja.926/2005) b) no período de 19 de outubro de 2004 a 05 de agosto de 2005.926/2005) a) o benefício não se aplicará se a semente não satisfizer os padrões estabelecidos para o Estado de destino pelo órgão competente ou. 144/92.2000) VII – a partir de 05. independentemente do produto. (Dec. serão observadas as seguintes normas (Convênios ICMS 36/92. 15. 23. Para efeito do disposto no inciso XLII do "caput".b) a redução aplica-se ainda à ração animal.2000) I – até 30 de abril de 2000.relativamente ao disposto na alínea "e": (Dec.539/98) V . 67/96 e 100/97): (Dec.01. e o valor final cobrado do adquirente da mercadoria. aquicultura.246/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2003) a) o mencionado demonstrativo deverá indicar o valor da mercadoria como se devido fosse o tributo.05. 22. a redução prevista na alínea "f" somente se aplica quando o produto for destinado a produtor.01. (Dec.2003) § 47. não será exigido. preparada em estabelecimento produtor. demonstrando na Nota Fiscal a respectiva dedução. 20. não será exigido na hipótese de adubo simples ou composto e fertilizante.04. o estabelecimento vendedor fica dispensado da obrigatoriedade de efetuar o referido demonstrativo na Nota Fiscal. 41/92.atualizado até 30 junho 2011 .a redução ali prevista somente se aplica (Convênios ICMS 36/92. o estabelecimento vendedor deverá deduzir do preço da mercadoria o valor correspondente ao imposto dispensado. 67/96 e 100/97): (Dec. 20.até 30 de abril de 2000.2001) II . não se exigirá o estorno de crédito de que trata o art.2003) b) a partir de 01. observando-se (Convênio ICMS 144/92): (Dec. ainda que atenda ao padrão. 41/92. não se exigirá o estorno de crédito de que trata o art. 35/96.2003. avicultura. que está contido no referido valor da mercadoria.876/91 DECRETO 14. (Dec. o montante do tributo dispensado.2001) b) a partir de 1 de abril de 2001. previstos nas alíneas “a” e “b” (Convênio ICMS 41/92).539/98) Decreto nº 14.236/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 22. as sementes discriminadas na referida alínea "e" poderão ser comercializadas com a denominação "fiscalizadas". a) até 30 de abril de 2000.246/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. 29/94. cooperativa de produtores.25.041/2002-EFEITOS A PARTIR DE 01.25.236/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.876/91 . 27.813/92) VI . 34. 20.926/2005) IV .539/98) 1. ranicultura e sericultura. (Dec. 20.93. (Dec. a partir de 16 de julho de 1992. (Dec. 23.01.813/92) III . 15. indústria de ração animal ou órgão ou entidade estadual de fomento e desenvolvimento agropecuário: (Dec. 34 III. indústria de ração animal ou órgão ou entidade estadual de fomento e desenvolvimento agropecuário. que será obtido deduzindo-se do primeiro valor o segundo. na transferência a estabelecimento produtor do mesmo titular ou na remessa a outro estabelecimento produtor em relação ao qual o titular remetente mantiver contrato de produção integrada. (Dec.041/2002-EFEITOS A PARTIR DE 01.041/2002-EFEITOS A PARTIR DE 01. tenha a semente outro destino que não seja a semeadura.539/98) a) quando o produto for destinado a produtor. cunicultura.01. 29/94.05. cooperativa de produtores. III.

o estabelecimento vendedor fica dispensado da obrigatoriedade de efetuar o referido demonstrativo na Nota Fiscal. para efeito de exigência do ICMS devido em razão do diferencial de alíquota. hipótese prevista na alínea "a" (Convênio ICMS 100/97).atualizado até 30 junho 2011 . de empresários das indústrias automobilísticas e do Governo.01.2003) b) a partir de 01. 19.97.2003) a) o mencionado demonstrativo deverá indicar o valor da mercadoria como se devido fosse o tributo.813/92) 1.813/92) III .extinguirá a redução a ocorrência de uma das seguintes hipóteses: (Dec.25.041/2002 . demonstrando na Nota Fiscal a respectiva dedução.não se exigirá o estorno proporcional do crédito do imposto relativo às entradas das mercadorias utilizadas como matéria-prima. o início das discussões sobre contrato coletivo de trabalho.25.EFEITOS A PARTIR DE 01. a partir de 06 de novembro de 1997. (Dec.01. 20. a partir de 22. a farelo de casca de soja e de canola. o montante do tributo dispensado. a base de cálculo do imposto será reduzida de tal forma que a carga Decreto nº 14. que assegura: (Dec. 24. (Dec.267/2002) c) a partir de 06 de novembro de 1997. relativamente a farelo e torta de soja e de canola. 15.01.DIEESE). 15. (Dec.10.25.876/91 DECRETO 14. 15. o estabelecimento vendedor deverá deduzir do preço da mercadoria o valor correspondente ao imposto dispensado. 20. relativamente a milho. (Dec. observando-se (Convênio ICMS 144/92): (Dec. 15. e.01. (Dec.539/98) 3. durante o período mencionado no item anterior.813/92) II . 15. 15.EFEITOS A PARTIR DE 01. adubo simples ou composto e fertilizante (Convênios ICMS 29/94 e 35/96). serão observadas as seguintes normas: (Dec. (Dec. 20.11.041/2002 .539/98) 4. indicados nas alíneas "a" a "c" (Convênio ICMS 67/96). relativamente aos produtos elencados nas alíneas "c". a manutenção do nível de emprego e garantia de salário entre 27 de março de 1992 e 30 de junho de 1992. quando produzidos para uso na agricultura e na pecuária.539/98) III – a partir de 05.2003) § 48. (Dec.539/98) b) a partir de 06. a partir de 22 de abril de 1994.813/92) c) descumprimento do compromisso.EFEITOS A PARTIR DE 01. vedada a sua aplicação se dada ao produto destinação diversa (Convênio ICMS 100/97). quando destinados à alimentação animal ou ao emprego na fabricação de ração animal (Convênios ICMS 100/97 e 89/2001). farelo e torta de soja e de canola e DL Metionina e seus análogos. exceto.a partir de 26 de junho de 1996.2001.2003. (Dec.337/96) I .876/91 . 15.813/92) b) revogação da redução de alíquota do IPI. a partir de 26 de junho de 1996. a correção mensal dos salários pela média das variações dos índices do mês anterior (FIPE .813/92) a) elevação dos preços dos veículos beneficiados em percentual superior aos aumentos de custo. (Dec. e o valor final cobrado do adquirente da mercadoria. no período de 11 de outubro de 1996 a 30 de setembro de 1997.01. apenas relativamente a milho. (Dec. que está contido no referido valor da mercadoria. (Dec.813/92) 3.93. 20. que será obtido deduzindo-se do primeiro valor o segundo. hipóteses previstas nas alíneas 'b" e "f". (Dec.041/2002 . "d" e "e". (Dec. relativamente aos produtos indicados nas alíneas “a” a “e”. celebrado entre representantes de trabalhadores. material secundário ou de embalagem na fabricação dos veículos.813/92) 2. 15. Relativamente à redução prevista no inciso XLIII do “caput”.2.

(Dec. serviços ou direitos: (Dec. com data do último dia útil deste. "c". na hipótese de o contribuinte ter recolhido ICMS mensal em valor inferior à média apurada nos termos do inciso I. efetivamente realizadas no período fiscal. Relativamente ao inciso XLIV.99) b) o estabelecimento destinatário: (Dec.considera-se atendida a avaliação contraditória o direito de o contribuinte impugnar o lançamento durante o curso do processo administrativo-tributário.823/99 – I – da adoção da base de cálculo ali prevista não poderá resultar aproveitamento do incentivo financeiro.155/96) I .823/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.876/91 . 21. 1.a Secretaria da Fazenda disciplinará os procedimentos necessários à habilitação do interessado ao gozo do benefício.10. serão adotados os respectivos ajustes.99) Decreto nº 14.527/96) §51. bens. ou tome em consideração.10. 21. proceder à avaliação do comportamento da arrecadação relativamente a cada beneficiário. avaliação contraditória.823/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.337/96) § 49. 21. ou os documentos expedidos pelo sujeito passivo ou pelo terceiro legalmente obrigado.155/96) § 50.823/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.tributária total corresponda ao resultado da aplicação do percentual de 12% (doze por cento) sobre a mencionada base de cálculo antes da referida redução (Convênio ICMS 39/96). com valores atualizados com base na variação da UFIR. ainda. (Dec. base de cálculo do imposto incidente nas operações mencionadas no item anterior. acima dos limites estabelecidos no decreto concessivo. 3. devendo ser recolhida a diferença entre o imposto devido sem redução e o valor efetivamente pago no mês com os acréscimos legais cabíveis. o benefício fica condicionado ao recolhimento de. devendo a mencionada empresa emitir a respectiva Nota Fiscal pelo preço de custo do produto. pela empresa beneficiária.10.10. (Dec.10. Quando o cálculo do tributo tenha por base. (Dec. 21. 19. contados da intimação fiscal emitida para esse fim. mediante processo regular.a autoridade lançadora.a partir do primeiro mês do segundo semestre de fruição. no mínimo. ressalvada.527/96) I . Relativamente ao disposto no inciso XV.99) (Dec. operações internas e interestaduais.ao final de cada período fiscal. administrativa ou judicial.823/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.823/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.99) 1. demonstrativo que servirá de base para cálculo do incentivo e que deverá conter o valor referente ao seguinte: (Dec.876/91 DECRETO 14. 21. valor correspondente à média mensal do ICMS devido pelo contribuinte nos 12 (doze) meses anteriores ao do início do incentivo. observando-se. 19. 21.2. (Dec.10. (Dec. serão adotadas as seguintes normas: (Dec.99) 1. no prazo de 05(cinco) dias úteis. ao remetente. 19. no máximo a cada trimestre. (Dec. a redução de base de cálculo não prevalecerá. para adequar o valor das mencionadas transferências ao preço de venda do estabelecimento destinatário. (Dec.a partir do segundo semestre de fruição. deverá enviar.527/96) II .99) (Dec.155/96) II . arbitrará aquele valor ou preço.823/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. abrangendo todas as transferências do período. até o dia 10 (dez) do período subseqüente: (Dec. devendo. 19. 19. 19.atualizado até 30 junho 2011 . 19. 19. 21.10.99) a) o estabelecimento industrial remetente deverá emitir Nota Fiscal complementar.823/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.10. em caso de contestação. sempre que sejam omissos ou não mereçam fé as declarações ou os esclarecimentos prestados.99) II . 21.1. será observado o seguinte: EFEITOS A PARTIR DE 01. o valor ou o preço de mercadorias.155/96) III .

nos termos do § 2º do art. (Dec.213. (Dec. ainda que em decorrência da aplicação de alíquota reduzida prevista em lei. O documento fiscal que acobertar as operações indicadas no inciso LXI e no § 56 deve conter.726/2006) a) no período de 01 de maio de 2001 a 30 de julho de 2006. ou tenham preenchido os requisitos constantes da Lei Federal n° 10. II (Convênios ICMS 65/99. publicada no Diário Oficial da União de 14. sem observância do disposto no mencionado § 29.2001. da referida Lei (Convênio ICMS 24/01). (Dec. a redução de base de cálculo do ICMS de que trata o inciso XLIII. de 13.98.a inexistência de produto similar produzido no País será atestada por órgão federal competente ou por entidade representativa do setor produtivo de máquinas. de 2001 (Convênio ICMS 34/2006).NBM/SH.08. (Dec. II.08. 27. 29. nos termos do § 6º do artigo 5º da Lei Federal n° 7. montante do imposto resultante do cálculo referido no item anterior. além das demais indicações previstas na legislação tributária (Convênios ICMS 24/2001 e 34/2006): (Dec. (Dec.247/2005 – EFEITOS A PARTIR DE 01. de 2000. aparelhos e equipamentos. Relativamente ao disposto no § 29.726/2006) I – nas seguintes hipóteses: (Dec.247/2001) I .quando ocorrer a exclusão de produtos. (Dec.876/91 DECRETO 14. nas operações com os produtos relacionados no caput do artigo 3º da Lei Federal nº 10.o benefício previsto no mencionado inciso somente alcança as empresas cuja atividade preponderante seja a prestação de serviço de radiodifusão ou a industrialização de livro.2002) § 54. EFEITOS A PARTIR DE 01. de 1985.Sistema Harmonizado . de 2000. ficam convalidados os procedimentos adotados. 23. O disposto no inciso LXI não se aplica (Convênio ICMS 24/2001): (Dec. nas operações com os produtos das posições 3003 e 3004 da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias . Relativamente ao inciso LI.213. 28. de 27 de março de 2001 (Convênio ICMS 24/2001). jornal ou periódico.823/99 – 2.726/2006) b) a partir de 31 de julho de 2006. Para efeito da redução de base de cálculo prevista no inciso LVI do "caput".147.726/2006) Decreto nº 14. a referência feita à Administração Pública somente se aplica ao Poder Executivo Estadual.247/2001) II . I.10. no que se refere à redução de base de cálculo prevista no inciso XXX do "caput". A partir de 01.159/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.726/2006) II . "c". conforme previstas no art.3. 29. 23. de 24 de julho de 1985. poderá lançar a Nota Fiscal referida na alínea anterior no mesmo período fiscal da data de sua emissão. 1º.atualizado até 30 junho 2011 . 1º da Lei Federal nº 10. 29.2002. no período até 24.04. 21.99) (Dec. (Dec.98. quando as pessoas jurídicas industrializadoras ou importadoras tenham firmado com a União compromisso de ajustamento de conduta. 29.10. com abrangência em todo o território nacional.99) § 52.823/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 21. 23. 24.01. (Dec.04.08. (Dec. nos termos do § 6º do artigo 5º da Lei Federal n° 7.347. não poderá resultar em carga tributária líquida inferior a 12% (doze por cento). 23.541/2005) § 56.2002) § 55. ou tenham preenchido os requisitos constantes da Lei Federal n° 10.2005) § 57.1. da incidência da contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS.347. quando as pessoas jurídicas industrializadoras ou importadoras tenham firmado com a União compromisso de ajustamento de conduta.05.876/91 . e alterações. 29. 6/200 e 16/2001). será observado o seguinte (Convênio ICMS 58/2000): (Dec.720/2001 – ERRATA NO DOE DE 03. pelas empresas relacionadas na Portaria Interministerial nº 206.147.247/2001) § 53.

fica dispensado o estorno de crédito previsto no art.213/2001. 33. (Dec. PRODEPE.2005) § 58.248/2005) III – a Nota Fiscal que acobertar as operações deverá conter. 33. (Dec.2005) b) na situação prevista na parte final do § 56.08. (Dec.248/2005) II – a partir de 28 de abril de 2003. 28.719/2009) Decreto nº 14.Convênio ICMS 24/2001.I .247/2005 – EFEITOS A PARTIR DE 01.656/2009) 2. e XL. serão observadas as seguintes normas: (Dec.08. 33.2005) c) nos demais casos. 28. observar-se-á: (Dec.no campo "Informações Complementares: (Dec. 28. a redução ali prevista não se aplica relativamente às seguintes operações: (Dec.247/2005 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 28.2005) § 59.a identificação dos produtos pelos respectivos códigos da NBM/SH e o número do lote de fabricação.950/2007) § 61.719/2009) a) ao credenciamento do contribuinte nos termos de portaria do Secretário da Fazenda. no período de 14 de outubro de 2002 a 31 de julho de 2009: "Base de Cálculo reduzida nos termos do Convênio ICMS 10/03".08. 30.876/91 .719/2009) b) a que o contribuinte não seja beneficiário de incentivo do Programa de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco. a identificação do referido regime.248/2005) b) no campo "Informações Complementares" a expressão: (Dec. (Dec.247/2005 – EFEITOS A PARTIR DE 01. além das demais indicações previstas na legislação tributária: (Dec.656/2009) § 60. 34.2005) II . 28. 28. III. Relativamente aos incisos XXXIX. 33.247/2005 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 28.08.248/2005) a) transferência para outro estabelecimento do fabricante ou importador. "b". (Dec. "b". 28. (Dec. Relativamente ao disposto no inciso LXII do "caput". 28.876/91 DECRETO 14. (Dec. 28. d) operação de venda ou faturamento direto ao consumidor final. 28. 28. 28.248/2005) (Dec. (Dec. 33. 33. I. a expressão: "O remetente preenche os requisitos constantes da Lei Federal nº 10. (Dec. (Dec. (Dec.656/2009) 1. 33. a redução de base de cálculo ali prevista fica condicionada à procedência da mercadoria de países que tenham celebrado acordo internacional com cláusula de reciprocidade de tratamento tributário concedido a similar nacional.08. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 .247/2005 – EFEITOS A PARTIR DE 01. a partir de 01 de agosto de 2009: "Base de Cálculo reduzida nos termos do Convênio ICMS 06/2009". 33.719/2009) I.656/2009) b) saída com destino à industrialização.08. (Dec. Nas operações indicadas no inciso LXI do "caput". 28. a utilização do benefício fica condicionada: (Dec.248/2005) I – a partir de 28 de abril de 2003. I. (Dec.248/2005) c) remessa em que a mercadoria deva retornar ao estabelecimento remetente. Relativamente ao disposto no inciso LXXIV. (Dec.247/2005 – EFEITOS A PARTIR DE 01. não haverá estorno proporcional dos créditos fiscais do ICMS referentes aos insumos utilizados ou às operações anteriores (Convênio ICMS 24/01)".2005) a) se o remetente for beneficiário do regime especial de que trata o § 56. a expressão: "Base de cálculo com dedução do PIS/PASEP e da COFINS .248/2005) a) a identificação dos produtos pelos respectivos códigos da NBM/SH.

conforme indicado a seguir. 33. estiver credenciada. de 03 de julho de 2002: (Dec. o qual deverá ser recolhido nos termos da legislação específica.2009). a redução ali prevista: a) não se aplica relativamente às seguintes operações: 1. IV . 4. o termo final de vigência do benefício corresponderá à data da respectiva revogação.. em ligações suplementares certificadas conforme o Regulamento Brasileiro de Habilitação Aeronáutica . (Dec. na hipótese de a Lei Federal n° 10. atender a vôos regulares.876/91 .949/2010) § 64.563/2011) I .543. quando esta corresponder ao preço de venda a consumidor constante de tabela estabelecida ou sugerida ao público por órgão competente ou sugerida pelo fabricante. são observadas as seguintes normas: (Dec. 3. Relativamente ao disposto no inciso LXXX do caput. ANAC. § 66.563/2011) I . III. remessa em que a mercadoria deva retornar ao estabelecimento remetente. PIS / PASEP: 1. tendo como destino a região Nordeste. . (Dec. 2. nos termos de portaria do Secretário da Fazenda. III . O disposto no inciso LIV do "caput" não se aplica às operações com mercadorias abrangidas pelo REPETRO.949/2010) I. II . II . 36.949/2010) III. 34.10. do inciso LXXX. (Dec. RBHA de nº 135 da Agência Nacional de Aviação Civil. de 26 de dezembro de 2002 (Convênio ICMS 130/2007).atualizado até 30 junho 2011 . a margem de valor agregado deve incidir sobre o valor resultante da aplicação da redução prevista nas alíneas .545/2010) § 63. transferência para outro estabelecimento do fabricante ou importador. (Dec. 35. O benefício previsto no inciso LXXVII do . ser revogada. 34.719/2009) § 62. são consideradas as contribuições.79% (seis vírgula setenta e nove por cento). cujo recolhimento tenha sido efetuado mediante utilização das seguintes alíquotas. somente se aplica quando a empresa regional de transporte aéreo de passageiros: (Dec.949/2010) II. 36. O disposto no inciso LXXVIII somente se aplica às operações promovidas por contribuinte inscrito na condição de contribuinte-substituto no Estado de localização do destinatário (Lei nº 13. Decreto nº 14. Para efeito do disposto no inciso LXXX do caput. de 2002.47% (um vírgula quarenta e sete por cento).c.caput.031/2010) § 65.485. fica dispensado o estorno do crédito previsto no art. de 19. 34. realizar o transporte em aeronaves com capacidade de até 35 (trinta e cinco) passageiros.891.. 34. operação de venda ou faturamento direto ao consumidor final. COFINS: 6.a. e . nos termos da Lei Federal n° 10. nas hipóteses em que a base de cálculo da substituição tributária não corresponder ao preço de venda a consumidor constante de tabela estabelecida ou sugerida ao público por órgão competente ou sugerida pelo fabricante. 34.485. disciplinado no Capítulo XI do Decreto Federal nº 4. 34. saída com destino à industrialização. para a aquisição do combustível com a respectiva redução da base de cálculo do imposto. (Dec.876/91 DECRETO 14. b) não deve resultar diminuição da base de cálculo da operação subsequente.II. o benefício não alcança o ICMS devido por substituição tributária. (Dec.b.

Informações Complementares. com a observância do disposto no Convênio ICMS 133/2002. 19. Pecuária e Abastecimento (Convênio ICMS 17/2011). a expressão . acrescido de percentual de margem de lucro. mera indicação para fim de controle e não-cumulatividade do imposto. e respectivos cônjuges e filhos menores. XIII.876/91 . no período de 16 de dezembro de 2010 a 1º de junho de 2011.até 31 de dezembro de 1995. Considerar-se-ão interdependentes duas empresas quando: I . no mercado local. neste caso quanto ao art. ainda que exercidas sob outra denominação. nos termos do art. seus sócios ou acionistas. ficam convalidadas as operações ali mencionadas.Base de Cálculo reduzida nos termos do Convênio ICMS 133/2002. constantes de tabelas divulgadas pelos órgãos sindicais de transportes em suas publicações periódicas.uma mesma pessoa fizer parte de ambas. 19. desde que observados os mesmos requisitos exigidos no mencionado inciso.. ou sócio com funções de gerência.uma delas. 19. na hipótese de o valor do frete exceder os níveis normais de preços em vigor. 18. (Dec. a partir de 01 de novembro de 1996. Art. quando exigido pela legislação tributária. (Dec. além das demais indicações previstas na legislação tributária: a) conter a identificação das mercadorias pelos respectivos códigos da NBM/SH. veículo destinado ao transporte de mercadoria. I. indicados nos Anexos I a III do Convênio ICMS 133/2002. conforme o disposto no art. (Dec. quando a operação. realizada entre contribuintes e relativa a produto destinado a industrialização ou a comercialização. b) constar no campo . Na hipótese de pagamento antecipado do imposto. conforme a hipótese: Decreto nº 14. a qualquer título. do registro no órgão competente do Ministério da Agricultura.IPI. Quando o contribuinte for também responsável pelo imposto. na qualidade de diretor. O montante do imposto integra a sua base de cálculo. desde que realizadas de acordo com as normas gerais aplicáveis à hipótese. "b". 15. a base de cálculo do imposto é. 54. Até 31 de outubro de 1996. I. e.527/96) Parágrafo único. em qualquer hipótese. IV e VI.. a Nota Fiscal que acobertar as operações deve. segundo a ordem. for titular de mais de 50% (cinqüenta por cento) do capital da outra. Art. 16. nas operações intramunicipais.530/92) Art. .876/91 DECRETO 14. configurar fato gerador de ambos os impostos. II . 52. Relativamente ao disposto no inciso LXXX do caput. (Dec. ou por outro estabelecimento que com este mantenha relação de interdependência. ficam convalidadas.711/2011) Art. ou uma delas locar ou transferir à outra. O disposto no inciso I aplica-se em relação a estabelecimento equiparado a industrial por legislação federal. III. 17.V . Não integra a base de cálculo do imposto o montante do: I . constituindo o respectivo destaque nos documentos fiscais. na qualidade de contribuinte-substituto. efetuadas no período de 11 de novembro de 2002 a 30 de abril de 2011. II . no documento fiscal. § 67. Art. a base de cálculo é o valor da mercadoria. as operações realizadas com os produtos ali indicados que tenham ocorrido sem a indicação. quando o frete for cobrado por estabelecimento pertencente ao mesmo titular da mercadoria alienada. 19. 36. para serviço semelhante.563/2011) § 68 Relativamente ao disposto no inciso XLI. 15. o valor excedente será havido como parte do preço da mercadoria. por si. (Dec. 36. Imposto sobre Vendas a Varejo de Combustíveis Líquidos e Gasosos (Emenda Constitucional nº 03/93).527/96) Parágrafo único.atualizado até 30 junho 2011 .c.

o valor constante do documento fiscal de saída. excluído o IVVC e incluídos os valores correspondentes ao IPI. acrescido do percentual de lucro estabelecido na legislação de cada Unidade da Federação (Convênio ICMS 65/89).na substituição pelas saídas. no caso de mercadoria que tenha preço de venda fixado por deliberação do fabricante ou em razão de medida de ordem econômica e social. d) do possuidor. § 1º Na hipótese do inciso X do "caput" do art. 16. 58. 416. o preço de venda praticado pelo contribuintesubstituto. carretos. com relação à mercadoria que vender por conta alheia.417/93) (Dec.o preço final de venda a consumidor. bem como bonificações e descontos.417/93) I . deduzidos os valores que não correspondam ao da respectiva matéria-prima. 58.na hipótese do art. I . seguros e outros encargos transferidos ao varejista.417/93) II . nas operações internas: a) o preço máximo de venda no varejo. o preço estabelecido pela autoridade competente para o contribuinte-substituto. 16. excluído o IVVC e incluídos os valores correspondentes ao IPI. ou único de venda do contribuinte-substituído.a partir de 29 de dezembro de 1989. bem como bonificações e descontos concedidos sob condição. somado a ele qualquer valor de encargo transferível ou cobrado. quando instituído pelo Município do domicílio do varejista. a base de cálculo será: 16. 16.a partir de 16 de julho de 1992. se este não puder ser apurado. (Dec. c) do responsável por armazém-geral. alíneas "a" e "e". nele computados. o preço básico de aquisição fixado pelo órgão federal competente referido no art. nas hipóteses do art.a partir de 01 de junho de 1989. acrescido de percentual sobre o total indicado no Anexo 5 ou fixado nos termos de acordo celebrado entre os Estados e o Distrito Federal. IV . o IPI e despesas acessórias. II . ou ainda o da pauta fiscal. (Dec. III. b) o valor de saída. na qualidade de contribuinte-substituto for: a) do transportador.876/91 DECRETO 14.417/93) III . acrescido do percentual de lucro estabelecido na legislação de cada Unidade da Federação (Convênio ICMS 116/89). emitido pelo depositário da mercadoria.417/93) II . fretes. o preço de varejo na praça onde se encontrar a mercadoria. 16. III . conforme o disposto em legislação específica. b) do leiloeiro. o preço de venda. 58. a base de cálculo do imposto a ser retido pelo contribuinte-substituto será: (Dec. 58. se houver. se incidente na operação.a partir de 16 de julho de 1992. XX. excluído o IVVC.atualizado até 30 junho 2011 . fretes e carretos. 16. o valor da mercadoria ou de sua similar na praça em que se der a apreensão ou a entrega da mercadoria. o valor indicado pela Unidade da Federação destinatária. nos termos de acordo celebrado conforme o disposto em legislação específica. inciso I.417/93) § 2º Na falta do preço a que se refere o parágrafo anterior.I .876/91 . o valor de aquisição ou. seguros e outros encargos transferidos ao varejista. excluído o IVVC. se for o caso. o preço de venda praticado pelo contribuinte-substituto. se incidentes na operação.quando a responsabilidade pelo imposto. o preço máximo ou único de venda a consumidor fixado pela autoridade competente. (Dec. nas hipóteses do art. (Dec. se houver.na substituição pelas saídas. Decreto nº 14. nas operações interestaduais. ou o da pauta fiscal. de competência municipal.

....... na impossibilidade de inclusão na base de cálculo do transportador revendedor retalhista (TRR) do valor equivalente ao custo do transporte por este cobrado na Decreto nº 14... óleo diesel e gasolina automotiva.. 24.... c) demais produtos.a partir de 01 de junho de 1989. será observado o seguinte: (Dec...... deverá ser depositado na agência do Banco Oficial do Estado destinatário........... (Dec.417/93) III ...a partir de 16 de outubro de 1992. XVII. (5) (Dec.. 18.......atualizado até 30 junho 2011 .... devendo o Banco recebedor repassar os recursos à Secretaria da Fazenda ou de Finanças do Estado destinatário.. (Dec.. relativamente às saídas do contribuinte-substituto em que o produto não se destine a comercialização ou... 12%.417/93) 2. óleo diesel e gasolina automotiva b) lubrificantes: (Dec..... 16.. 18..876/91 ...417/93) I ... 18. 16....417/93) § 3º Em substituição ao disposto no parágrafo anterior. se existente na praça do estabelecimento remetente.. no período de 01 de agosto a 31 de dezembro de 1992....... 16.. ou na agência do Banco do Brasil S/A..417/93) a) álcool carburante... (Dec. adicionado ainda do valor resultante da aplicação sobre ele dos seguintes percentuais de margem de lucro: (Dec.. b) álcool carburante.106/94) 1. 16... o montante formado pelo preço estabelecido pela autoridade competente para o remetente..... 16.. enquanto vigentes.... 16. até 16 de outubro de 1992.106/94) 30%...417/93) II . a crédito do Governo em cujo território se encontrar estabelecido o adquirente da mercadoria.....acrescido ainda do montante do valor resultante da aplicação sobre ele dos seguintes percentuais de margem de lucro (Convênio ICMS 63/92): (Dec.876/91 DECRETO 14..a partir de 16 de outubro de 1992........ 16. em caso de inexistência deste.417/93) IV .417/93) a) combustíveis. 16.... 50% (Convênio ICMS 105/92).... a base de cálculo será o valor da operação praticada pelo contribuinte-substituto. (Dec........... c) lubrificantes. (Dec... 16.... (Dec......a partir de 16 de outubro de 1992. (Dec. os percentuais de incidência constantes do art.. 16. 16.417/93) 50%. até o 5º (quinto) dia do mês subseqüente ao da retenção. 16...... nos termos do § 1º. o valor da operação.........417/93) 13% (Convênio ICMS 76/92).. § 5º O imposto retido. aplicar-se-ão.106/94) 13%.. acrescido do valor de qualquer encargo transferível ou cobrado do destinatário. (Dec. ou.............................. (Dec...... em conta especial......417/93) § 6º Na hipótese do § 1º..... (Dec.... 16..417/93) § 8º Na hipótese do § 1º. a industrialização.... até 31 de julho de 1992... no prazo de 03 (três) dias.. a partir de 05 de abril de 1994... o prazo para depósito ali referido é o 10º (décimo) dia do mês subseqüente ao da retenção (Convênio ICMS 65/89).... até 04 de abril de 1994. como tal entendido o preço de aquisição do destinatário(Convênios ICMS 63 e 105/92)... após o depósito. (Dec........... o prazo para repasse dos recursos ali previstos será de 4 (quatro) dias após o depósito (Convênio ICMS 105/92)..........417/93) § 7º Relativamente ao disposto no § 5º.. § 4º O disposto no § 1º não se aplica em relação aos produtos com base de cálculo reduzida.. o prazo mencionado no inciso anterior é o 10º (décimo)dia subseqüente ao término do período de apuração em que tiver ocorrido a retenção (Convênio ICMS 105/92). 30% (Convênio ICMS 06/94).

417/93) Art. (Dec. sobre o valor da cotação do dia da saída da mercadoria. o imposto devido por contribuinte poderá ser fixado por estimativa. será considerado líquido. Nas operações e prestações entre estabelecimentos de contribuintes. 19. 14. devendo ser reconstituído. no período-base considerado para a fixação da estimativa: (Dec.venda do produto em operações internas. Quando nas operações internas o adquirente for responsável pelo imposto relativo à operação respectiva. 30.876/91 DECRETO 14. sobre o estimado na forma do art. 19.527/96) a) a autoridade fazendária levará em conta. (Dec.417/93) § 9º O valor do imposto retido é resultante da aplicação da alíquota interna prevista na legislação da Unidade da Federação de destino sobre a base de cálculo.527/96) b) o contribuinte só opere por períodos determinados. 21.527/96) 1.527/96) a) o contribuinte exerça atividades econômicas que sejam de difícil controle por parte da administração fazendária. a complementação de que trata este artigo será por este recolhida. Art. 19. nos seguintes termos: (Dec. observando-se: (Dec. a diferença fica sujeita ao imposto no estabelecimento do remetente ou do prestador. 19.527/96) II . 19. 22. Parágrafo único. (Dec. de que tratam as alíneas "a" do inciso XVIII do art. deduzido o débito de responsabilidade direta. 23. 19. se for o caso. (Dec. 19. será atribuída ao TRR a responsabilidade pelo pagamento do imposto devido sobre esta parcela (Convênio ICMS 105/92). Quando da verificação do fato ou condição referidos neste artigo. (Dec.527/96) 3. 20.527/96) b) o valor do imposto determinado na forma deste inciso será exigido em período subseqüente ao da operação.527/96) III . medição. o valor das entradas e saídas das mercadorias e das prestações de serviços ocorridas. 19. §§ 9º e 10.para efeito do disposto no inciso anterior: (Dec. (Dec.a partir de 01 de janeiro de 1997.atualizado até 30 junho 2011 . Observado o disposto no art. 16.527/96) 2. Parágrafo único.876/91 . inicialmente. referida no § 1º. a diferença do imposto será recolhida pelo remetente da mercadoria. 19. 16. 19.527/96) I . (Dec. de acordo com as normas estabelecidas em portaria do Secretário da Fazenda. 19. na qualidade de contribuinte-substituto.527/96) Decreto nº 14. o valor médio do imposto devido. O valor de aquisição. Quando a fixação do preço ou apuração do valor depender de fato ou condição verificáveis após a saída da mercadoria. o enquadramento no referido regime se dará em relação a estabelecimento varejista de determinada categoria econômica. o saldo credor inicial e final do imposto. caso haja reajuste do valor depois da remessa ou da prestação. (Dec. na sua falta. Art.até 31 de dezembro de 1996. 14 e "d" do inciso III do art.527/96) c) a estimativa de que trata este artigo poderá ser adotada em relação aos serviços de transporte e de comunicação. ou. o imposto será calculado. quando verificada uma das seguintes situações: (Dec. 19. análise ou classificação. Art. incluindo-se neste valor o respectivo imposto e considerando-se interna a operação. (Dec. o enquadramento no referido regime se dará em função do porte ou da atividade do estabelecimento. tais como pesagem. 19.

desde que comprovadamente ocorra após o uso normal a que se destinar e tenham decorrido.527/96) b) as informações necessárias à fixação do valor estimado serão obtidas tomando-se por base os dados declarados pelo contribuinte e outros de que dispuser o Fisco. § 3º A estimativa de que trata este artigo poderá ser adotada em relação aos serviços de transporte e de comunicação. inclusive escrituração dos livros fiscais. 20% (vinte por cento) do valor da operação. o movimento de entradas e/ou saídas de mercadorias e serviços do contribuinte.o valor médio do imposto devido.527/96) e) fica assegurado ao contribuinte o direito de impugnar o valor do imposto estimado e instaurar processo contraditório.876/91 DECRETO 14. 19.326/95) II . 51.527/96) § 1º Para efeito do disposto no "caput". 33/93 e 151/94). II . a autoridade fazendária levará em conta. III . (Dec. 15. mediante comunicação à Diretoria de Administração Tributária da Secretaria da Fazenda. 19. 19. bem como a margem de agregação do setor. 19.527/96) c) o valor do ICMS estimado será recolhido no prazo previsto para a categoria do contribuinte. (Dec. 19. 19. podendo o interessado. no mínimo. na saída de máquinas.773/97) d) na impossibilidade de utilização dos dados previstos na alínea “b”. (Dec.527/96) g) a inclusão do contribuinte no regime de estimativa não o dispensa do cumprimento das demais obrigações previstas na legislação.813/92) Decreto nº 14. (Dec. 12 (doze) meses da respectiva entrada. vedada a utilização de quaisquer créditos fiscais: I . (Dec. e cujas entradas estejam regularmente registradas em livro próprio do estabelecimento. 20% (vinte por cento) do valor da operação (Convênios ICM 15/81 e ICMS 80/91. no mínimo. 24.527/96) h) caberá ao Secretário da Fazenda.o saldo credor inicial e final do imposto. por meio de portaria. § 2º O valor do imposto determinado na forma do parágrafo anterior será exigido em período subseqüente ao da operação.a) para fixação do imposto a ser recolhido por estimativa. Em substituição ao sistema normal de apuração de que trata o art.até 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de janeiro de 1995. de acordo com as normas estabelecidas em portaria do Secretário da Fazenda. (Dec. a qualquer tempo. (Dec. 18.o valor das entradas e das saídas das mercadorias e das prestações de serviços ocorridas. 19. no períodobase: I . 154/92. Art. serão considerados.atualizado até 30 junho 2011 .876/91 . retificar os mencionados dados por ele declarados. (Dec. (Dec. a fixação do valor estimado será feita com base nas informações econômico-fiscais do respectivo setor. devendo o pagamento do imposto estimado relativo ao período fiscal de janeiro de 1997 ser efetuado até 15 de março do mesmo ano. móveis e roupas usados. editar normas complementares ao regime previsto no “caput”. (Dec. 19. poderão ser adotadas as seguintes bases de cálculo.527/96) f) o disposto na alínea anterior não terá efeito suspensivo.na saída de mercadoria desincorporada do ativo fixo ou imobilizado de qualquer estabelecimento contribuinte do ICMS. adquiridos de particulares para comercialização.

c) até 30 de abril de 1989. 15. nos percentuais a seguir.III . em 28 de fevereiro de 1989. 9%. de tal modo que o valor do imposto devido corresponda a 0% (zero por cento) do valor da prestação. na prestação de serviço de transporte rodoviário: a) serviço de transporte rodoviário sujeito à incidência do Imposto sobre Transporte.04% (treze vírgula zero quatro por cento). no mês de maio de 1989: 2. de forma que o valor do imposto devido não resulte carga tributária superior a 13.876/91 DECRETO 14.477/94) IV .até 30 de abril de 1989. de forma a manter a mesma carga tributária existente em 28 de fevereiro de 1989.atualizado até 30 junho 2011 .04% (treze vírgula zero quatro por cento). b) serviço de transporte isento ou não sujeito à incidência do Imposto sobre Transporte. nas saídas de areia. bem como de produtor que não for pessoa jurídica ou que não tiver organização administrativa e comercial considerada pela autoridade fiscal como adequada ao atendimento das obrigações tributárias. 17. a base de cálculo constante de pauta em vigor em 28 de fevereiro de 1989.nas operações de produtor inscrito no CACEPE na condição de microempresa. IX . na prestação de serviço de comunicação.477/94) a) até 30 de abril de 1993. exceto o aéreo e o rodoviário intermunicipal de passageiros.608/93) b) no período de 01 de maio de 1993 a 30 de abril de 1994 e a partir de 01 de maio de 1994.6%. este dentro do Estado.91. (Dec. 17. b) até 30 de abril de 1989. sobre o valor da operação: a) até 31 de março de 1989. em 28 de fevereiro de 1989. observado o disposto no inciso XXV e no § 22 (Convênio ICMS 38/89 e 106/96): (Dec.876/91 . 13. de forma que o valor do imposto devido não resulte carga tributária superior a 13. 16. em função da alíquota aplicável.841/97) a) prestação com alíquota de 1.REVOGADO a partir de 19. o valor da pauta fiscal. a base de cálculo será de tal forma a manter a carga tributária existente em 28 de fevereiro de 1989. 19.até 15 de junho de 1989. destinados à construção civil. X. no fornecimento de energia elétrica de baixa tensão para consumo dos estabelecimentos comerciais. de tal modo que o valor do imposto devido corresponda a 5% (cinco por cento) do valor da prestação. VII .CELPE. VI . (Dec. pedra britada e seixos.até 31 de dezembro de 1996. Decreto nº 14. VIII .até 30 de abril de 1989.na saída de veículo usado. na prestação de serviço de transporte. no mês de junho de 1989: 3. 20% (vinte por cento) do valor da operação. pertencente ao estabelecimento comercial que tenha por atividade promover a comercialização de veículo. nas saídas de água mineral e sal de cozinha. 21% (vinte e um por cento) do valor da conta mensal apresentada pela Companhia de Eletricidade de Pernambuco . independentemente da procedência da mercadoria (Convênios ICM 15/81 e ICMS 154/92 e 33/93): (Dec. do mês de julho de 1989 em diante: 17%: 6%. de tal forma que a incidência do imposto resulte.11. de serviços e de outras atividades. (Dec. de tal forma que a incidência do imposto corresponda a 1% (um por cento) do valor da operação.421/91) V .no fornecimento de substâncias minerais.

(Dec. no mês de maio de 1989: 2. pelo Governo Federal. compreendidos no código 87. acessórios e equipamentos nelas aplicados. respeitadas as normas dos arts.6%. do mês de julho de 1989 em diante: c) prestação com alíquota de 1. 9º.atualizado até 30 junho 2011 . de 19 de maio de 1988. 6. b) fique comprovada a aplicação simultânea.a partir de 01 de janeiro de 1988. XV . 15. Decreto nº 14. de tal forma que a carga tributária seja aquela prevista nos termos do parágrafo 19.01.02. 9%: 6%. de automóveis de passageiros com motor a álcool até 100 CV (100 HP) de potência bruta (SAE). no mês de junho de 1989: 2. de tal forma que a incidência do imposto resulte no percentual de 6% (seis por cento). no mês de maio de 1989: d) prestação com alíquota de 1.558/92) 12%: 6%. do mês de julho a dezembro de 1989: e) prestação com alíquota de a partir de 01 de janeiro de 1990: XI .876/91 DECRETO 14.7%.03 da Tabela de Incidência do IPI (TIPI). de 09 de março de 1987.a partir de 15 de abril de 1988. reduzida em 50% (cinqüenta por cento).118% (noventa e quatro inteiros e cento e dezoito milésimos por cento). 8%: 5. na saída dos produtos referidos nos incisos XXIII a XXV do art. reduzida em 94. nas saídas de veículos automotores promovidas pelos estabelecimentos fabricantes e vinculados à implantação do Programa "Vamos Viver Sem Violência".394. e alterado pelo Decreto Federal nº 95. 9. com destino aos Estados das Regiões Sul e Sudeste. 426 a 436 do Decreto nº 12.4%. 15.538. na saída das mercadorias de que tratam os incisos I a III. por doação. desde que: a) a aquisição dos veículos seja efetuada diretamente aos fabricantes pelo Governo Federal.até 31 de março de 1989.967. observado o disposto no parágrafo 18. 7%. 9%.até 31 de dezembro de 1989. nas saídas do estabelecimento industrial e do estabelecimento de concessionária.b) prestação com alíquota de 1. que será equivalente ao preço de aquisição. acrescido de 30% (trinta por cento). 5. por intermédio do Ministério da Justiça. de 16 de agosto de 1985. XIV . o preço de venda no varejo ou o seu valor estimado. com as alterações introduzidas pelo Decreto nº 12. 15. a) no período de 01 de junho de 1990 a 31 de dezembro de 1991.876/91 . de igual redução da alíquota do IPI. com relação às peças. que os destinará a órgãos da segurança pública das Unidades da Federação. incluídas despesas e IPI. XIII . instituído pelo Decreto Federal nº 91.558/92) b) a partir de 01 de janeiro de 1992.na prestação de serviço de transporte aéreo: (Dec. de 08 de dezembro de 1987. (Dec.6%. no mês de junho de 1989: 3.558/92) XII .255. o valor resultante da aplicação de 100% (cem por cento) sobre o valor da operação.

nas saídas de petróleo e de seus derivados.35% zero % zero % zero % zero % zero % 14 % 14 % 0.89: c) gasolina e querosene de aviação: 1.89 a 31.89: 10%. com os produtos a seguir discriminados. resulte na mesma carga tributária do Imposto Único sobre Minerais . na exportação para o exterior de substância mineral.até 30 de abril de 1989. no período de 01.89: b) óleo diesel. 12%.18% 0.2% 3.89 a 30. no período de 01.05.876/91 . XVII .nas saídas internas.IUM vigente em 28 de fevereiro de 1989. aplicada a alíquota respectiva.05.atualizado até 30 junho 2011 . o valor que.12.34% zero % zero % XVIII . 14%. compostos ou emulsivos.XVI. embalados e importados: t) solvente para borracha e sucedâneos: u) hexanos: v) gás de nafta: x) gás natural: zero % 11.89 a 31.25% zero % zero % 8. Decreto nº 14.876/91 DECRETO 14. de tal forma que o valor do imposto seja igual aos percentuais abaixo indicados: a) petróleo: b) gasolina automotiva: c) óleo diesel: d) querosene e "signal oil": e) aguarrás mineral e sucedâneos: f) nafta para geração de gás: g) nafta para indústria petroquímica: h) nafta para recondicionamento de petróleo: i) nafta para outros fins: j) diluentes petroquímicos derivados de petróleo não incorporáveis ao produto final: l) gases liquefeitos de petróleo: m) gasolina de aviação: n) querosene de aviação: o) óleo combustível: p) gasóleos para indústria petroquímica e para fabricação de vaselinas: q) nafta para fertilizantes: r) óleos lubrificantes simples.10. compostos ou emulsivos.14% 0.34% 0. no período de 01.34% 2.até 30 de abril de 1989.05. de tal forma que a incidência do imposto resulte nos percentuais e períodos indicados: a) petróleo e gasolina automotiva.2% 11. a granel ou embalados no País: s) óleos lubrificantes simples.45% 3.05.

no percentual de 60% (sessenta por cento) do valor da operação. 148/92. 15. 121/95 e 23/98): (Dec. 60/91. em se tratando de contribuinte enquadrado no item 99 do Anexo 1.90 a 31.01. b) a partir de 01 de janeiro de 1990: 6% (seis por cento).2003) 6%. 19. no percentual de 60% (sessenta por cento) do valor da operação. 95/90.89 a 31.89: 2.12. c) no período de 01 de janeiro de 1990 a 15 de setembro de 1996: 6% (seis por cento). no período de 01. valor que resulte na incidência do imposto em percentual equivalente a 2% (dois por cento) do valor da operação.05. no período de 01. na entrada de milho importado. 117/89. para comercialização no período: (Dec. no período de 31. nas operações referidas no inciso II do art. XXII . resfriado. XVII.876/91 DECRETO 14.05.até 28 de setembro de 2003. e 42.119/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. no período de 01 de janeiro de 1990 a 31 de dezembro de 1993 e de 01 de janeiro de 1994 a 14 de maio de 2003 (Convênios ICMS 112/89.12. (Dec.89 a 31.445/2003– EFEITOS A PARTIR DE 15. o valor resultante da aplicação dos seguintes percentuais sobre as entradas.813/92) XXIII .01. para conservação. postejado ou defumado.5% (cinco e meio por cento). Decreto nº 14. seco. tributadas ou não. relativamente a camarão.2. (Dec.120/98) XXI – até 31 de dezembro de 1998.876/91 . congelados ou simplesmente resfriados (Convênios ICM 44/75 e ICMS 68/90 e 124/93). em estado natural. de nafta para geração de gás e de gás de nafta: 1.89 a 31. 12%.no período de 01 de janeiro a 31 de maio de 1992. 15.na saída para o exterior de minério de ferro e "pellet".527/96) XX . aplicados sobre o valor FOB do produto exportado: a) no período de 01 de março a 31 de dezembro de 1989: 5.09. d) gás liquefeito de petróleo. em estado natural.atualizado até 30 junho 2011 . congelado. 25.12. XIX . 148/92. (Dec.10. 36.91: e) gás liquefeito de petróleo. excetuando-se deste benefício.05. desde que não enlatado ou cozido (Convênios ICM 26/89 e ICMS 25/89. no período de 01.12.89: 2.nas operações interestaduais com pescado. nos demais casos.35%. 124/93 e 115/97): 2.89 a 31. 21.08.99) a) 50% (cinqüenta por cento). nos arts. b) 70% (setenta por cento). XIII. exceto em embalagem de 13 kg. em embalagem de 13 Kg: 1. nas operações interestaduais com ovos. 6%. e nas saídas internas subseqüentes que destinem o produto a uso na avicultura.421/91) b) no período de 01 de outubro de 1991 a 31 de dezembro de 1998.89: 12%.120/98) a) no período de 01 de janeiro de 1990 a 30 de setembro de 1991. "b". eviscerado. 21. aves e produtos resultantes de sua matança.89: 3. 12%. (Dec. (Dec. observado o disposto no § 16 e. cuja importação tenha sido contratada após essa data. 21. 3º. no período de 01.

20. 25.a partir do 01 de setembro de 1992.980/99) c) a partir de 01 de janeiro de 2001: 10% (dez por cento). o disposto no art. 23. (Dec.09. 42. 65/2000 e 50/2001): (Dec. a partir de 14 de abril de 1998. (Dec. 4% (quatro por cento). 22. apenas do valor previsto no inciso XII.09. na hipótese do art. 22. VII. 16.030/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 16. 47/99. o estabelecido em pauta fixada em instrução normativa da Diretoria de Administração Tributária . § 16. 52.na prestação interna de serviço de transporte rodoviário intermunicipal de passageiros. permitindo-se.720/2001) Decreto nº 14. a utilização.418/93) a) no período de 01 de junho a 31 de dezembro de 1992.160/2008) XXV . a título de crédito. 21.030/2000 – EFEITOS A XXVI . nos seguintes percentuais sobre o valor do serviço: (Dec. 16. neste caso. 21. 57/99 e 20/2011): (Dec. 9% (nove por cento). a utilização. d) a partir de 01 de dezembro de 1999. o disposto no § 28 (Convênios ICMS 5/95.711/2011) a) no período de 29 de dezembro de 1995 a 31 de dezembro de 1999: 5% (cinco por cento). 86/99. (Dec.12. 56/99. a título de crédito. (Dec. do art. o valor que resulte numa carga tributária de 9% (nove por cento) do valor da operação. neste caso. em função da alíquota aplicável. 10/98.797/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. o valor que resulte numa carga tributária equivalente a 2% (dois por cento) do valor da respectiva operação.99) (Dec.na prestação de serviço de radiochamada. "b" do “caput” do art. a partir de 1º de junho de 2011.980/99) b) no período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 2000: 7.DAT da Secretaria da Fazenda. o valor que resulte numa carga tributária de 9% (nove por cento) do valor da operação. de tal forma que a incidência do imposto resulte. 115/96. 17.980/99) XXVIII .023/92) XXVII . prevalecendo. 21. 32. 12% (doze por cento) do valor da operação.na prestação de serviço de televisão por assinatura.876/91 .2003) a) no período de 01 de julho a 31 de dezembro de 1992. reduzida nos seguintes percentuais (Convênios ICMS 27/96. (Dec. permitindo-se.09. e. neste caso. (Dec.98) a) no período de 10 de julho de 1992 a 31 de agosto de 1998. 54. nas operações previstas no inciso XXII e nas demais saídas internas do produto. apenas do valor previsto no inciso XII.405/94) XXIV .418/93) b) nos períodos de 01 de janeiro de 1993 a 31 de março de 1994 e de 01 de abril de 1994 a 31 de julho de 2008. observado. b) no período de 01 de setembro de 1998 a 31 de agosto de 1999. a utilização.nas operações com milho: (Dec.797/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.atualizado até 30 junho 2011 . "a". frango e produtos resultantes de sua matança congelados: (Dec. quando este for inferior. apenas do valor previsto no inciso XII.930/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29.99) c) no período de 01 de setembro a 30 de novembro de 1999.5 (sete inteiros e cinco décimos por cento). 20. (Dec.99) (Dec. (Dec. (Dec. 60/98.418/93) b) nos períodos de 01 de janeiro de 1993 a 31 de março de 1994 e a partir de 01 de abril de 1994. nas operações internas e de importação do produto. 23/98. 42. a título de crédito.09. 9% (nove por cento). 42. 4% (quatro por cento). 21. "a" do "caput" do art.671/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.876/91 DECRETO 14. permitindo-se. o valor que resulte numa carga tributária de 10% (dez por cento) do valor da operação. 36. reduzida de tal forma que a incidência do imposto resulte nos seguintes percentuais mínimos.a partir de 01 de novembro de 1997.12. 16. II.98) (Dec. PARTIR DE 01.

9º. os débitos relativos ao ICMS.2001 a 31. no período de 01 de janeiro de 2003 a 28 de julho de 2003. 25.a) 70% (setenta por cento). inclusive juros e multas. nas operações internas com os produtos relacionados nos incisos XIII e CXXII do art. até 17 de abril de 2005. (Dec. condicionando-se ao Fisco da Unidade da Federação de localização do usuário do serviço credenciamento prévio na Secretaria da Fazenda. 23. de 29 de julho de 2003 a 31 de dezembro de 2006 e de 05 de fevereiro de 2007 a 31 de dezembro de 2012.2002 a 31. 116/2003. 71/2008. Economia ou Finanças da Unidade da Federação de localização do prestador. 25. no período de 01. acrescida do montante relativo ao Decreto nº 14.337/96) (Dec. não se aplica ao contribuinte que tenha interposto ação. lançados ou não.97 a 30.07. 005/2007.820/2003) 1. 148/2007. b) 50% (cinqüenta por cento).08. o valor que resulte numa carga tributária de 7% (sete por cento) do valor da operação. na esfera administrativa ou judicial. 124/2007. 23.2002.876/91 .708/2001 – 1.2001) c) a partir de 01 de novembro de 2003. 001/2007. nas prestações de serviço de Internet em que o estabelecimento prestador esteja localizado em Unidade da Federação diversa da do usuário.720/2001) e) 60% (sessenta por cento).181/2003) d) a fiscalização do pagamento do imposto será exercida conjunta ou isoladamente pelas Unidades da Federação envolvidas na prestação.2001.08.10. (Dec.2003. 23. (Dec.2001. a partir de 01.876/91 DECRETO 14. (Dec.01.820/2003) b) a não-exigência dos débitos fiscais de que trata a alínea anterior: EFEITOS A PARTIR DE 09.10.08. realizada por provedor de acesso. (Dec. (Dec. 2. observandose (Convênios ICMS 78/2001. e. realizadas: (Dec. 23.097/97) XXX .840/97) c) 80% (oitenta por cento). na arrematação em leilão de veículo. na prestação onerosa de serviço de comunicação. anteriormente a 09 de agosto de 2001.06. 138/2008. (Dec.06.2000 a 30. o pagamento do imposto deve ser efetuado na proporção de 50% (cinqüenta por cento) à Unidade da Federação de localização do usuário do serviço e 50% (cinqüenta por cento) à Unidade da Federação de localização da empresa prestadora. 48/2007.708/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 09.720/2001) XXIX .2000. (Dec.no período de 01 de novembro a 31 de dezembro de 1997.720/2001) d) 70% (setenta por cento). (Dec. 79/2003. 25. 23. 20.2001) (Dec. 34.615/2010) a) não serão exigidos. 119/2009 e 01/2010): (Dec.181/2003) XXXI – a partir de 01. 26. na modalidade acesso à INTERNET.2001 e de 09. no período de 01 de maio a 31 de dezembro de 1996. até 31.atualizado até 30 junho 2011 .01. responsabilizando-se. 23. decorrentes de prestações previstas neste inciso.08. exceto se comprovar. realizadas por comerciante com destino a consumidor final. de tal forma que a carga tributária seja equivalente ao percentual de 5% (cinco por cento) do valor da prestação. 117/2007. quando for o caso. no período de 01 a 07 de janeiro de 1997. contestando a exigência de crédito tributário decorrente de prestações objeto do benefício previsto neste inciso. pelas custas judiciais e honorários advocatícios. (Dec. de 25. a partir de 18 de abril de 2005.nos períodos de 09 de agosto de 2001 a 31 de dezembro de 2002.2001) (Dec. 120/2004. inclusive importado do exterior: 20% (vinte por cento) do valor da operação. 119/2004. 19. 53/2008. 50/2003.820/2003) 2.12. não autoriza a restituição ou compensação de importâncias já recolhidas.708/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 09. 106/2007. a desistência formal da ação.11. 76/2007. 19. 69/2009.2002. na modalidade de provimento de acesso à INTERNET. no período de 08. total ou parcialmente.08. 26.

de 6 de agosto de 1997.545/2010) a) o benefício aplica-se também às máquinas e equipamentos sobressalentes. na importação de bens ou mercadorias constantes no Anexo 65.478.34.545/2010) 1. conforme previsto no art. (Dec.545/2010) b) o disposto neste inciso aplica-se exclusivamente à entrada de bem ou mercadoria importados do exterior por pessoa jurídica: (Dec. (Dec.2001) XXXII . (Dec.34. contratada. sem prejuízo das demais exigências. pelas pessoas jurídicas referidas na alínea "b". 32.(Dec. (Dec.916/2008) XXXIII – no período de 01 de fevereiro de 2010 a 31 de dezembro de 2020. a que. importados sob o amparo do Regime Aduaneiro Especial de Admissão Temporária. a qualquer tempo. o início da fase de produção ocorrerá com a aprovação do Plano de Desenvolvimento do Campo pela Agência Nacional do Petróleo. nos termos das normas federais específicas que regulamentam o REPETRO.545/2010) 2.Imposto de Importação.545/2010) g) não ocorrendo a formalização de que trata a alínea "f".34. 13. que possibilite realizar o acompanhamento da aplicação do REPETRO. no País.876/91 DECRETO 14. sem cobertura cambial. adquirida de instituição financeira.atualizado até 30 junho 2011 .545/2010) c) os bens de que trata este inciso deverão ser de propriedade de pessoa sediada no exterior e importados.34.34.11. (Dec. na revenda de mercadoria usada. 1º da Lei Federal nº 9.34. as atividades de que trata o art. bem assim às subcontratadas. bem como da utilização dos bens na atividade para a qual foram adquiridos ou importados. 23. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH. para a prestação de serviços destinados à execução das atividades objeto da concessão ou autorização. na forma do item 2. 1. quando esta não for sediada no País. (Dec.545/2010) 3. 20% (vinte por cento) do valor da operação.34.545/2010) 2. (Dec. Gás Natural e Biocombustíveis – ANP.876/91 .545/2010) d) para os efeitos deste inciso. reduzida de tal forma que a respectiva carga tributária seja equivalente ao percentual de 3% (três por cento) do valor da operação. (Dec.34.34. observando-se: (Dec.34. a que as operações sejam desoneradas dos impostos federais. (Dec.a partir de 01 de janeiro de 2009. suspensão ou alíquota zero.34. mediante acesso direto. em razão de isenção. (Dec.34. prevalecerá o regime normal de tributação.545/2010) 3. (Dec. seja colocado à disposição da Secretaria da Fazenda sistema informatizado de controle contábil e de estoques. importadora autorizada pela contratada.545/2010) f) a fruição dos benefícios é opcional e fica condicionada: (Dec.545/2010) Decreto nº 14. XCVII. detentora de concessão ou autorização para exercer.545/2010) 1. às ferramentas e aparelhos e a outras partes e peças destinadas a garantir a operacionalidade dos bens previstos neste inciso. para aplicação nas instalações de produção de petróleo e de gás natural. (Dec. pela concessionária ou autorizada.34.34. sem apropriação do crédito correspondente. ao IPI e demais despesas pagas pelo arrematante. à formalização de pedido específico do contribuinte dirigido à Diretoria Geral de Planejamento da Ação Fiscal – DPC da Secretaria da Fazenda.545/2010) e) o imposto é devido à Unidade da Federação em que ocorrer a utilização econômica dos bens ou mercadorias.871/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.

A partir de 31 de dezembro de 1990.91. (Dec. 15."pellet" destinado à industrialização no Estado extrator de minério. com destino à exportação. § 10.34. nome e endereço do emitente.minério de ferro e "pellet" vendidos no País com destino à exportação. sairão com suspensão do imposto. para efeito de comprovação da carência ali referida. acessórios e equipamentos aplicados sobre as mercadorias ali referidas.às mercadorias de origem estrangeira que não tiverem sido oneradas pelo imposto em etapas anteriores à sua circulação em território nacional ou por ocasião de sua entrada no estabelecimento importador. ao exterior ou à fabricação de "pellet". não sendo exigido o recolhimento do tributo relativo ao transporte nas operações destinadas aos portos.veículos com mais de 06 (seis) meses de uso ou mais de 10. § 4º A redução de base de cálculo de que tratam os incisos I a III do "caput” aplica-se inclusive em relação ao contribuinte dispensado de manter livros e documentos fiscais e inscrição no CACEPE.às peças. indicando data. exceto o do minério destinado à fabricação do "pellet" e o decorrente de sua saída no mercado interno. para efeito de aplicação dos incisos I a III do "caput": I . observado o disposto no inciso XII do "caput". as operações com os produtos mencionados no inciso XIX do "caput". § 7º Fica atribuída às empresas mineradoras a responsabilidade pelo recolhimento do imposto devido sobre o transporte dos produtos mencionados no inciso XIX do "caput".às mercadorias cujas entradas e saídas não se realizarem mediante a emissão dos documentos fiscais próprios ou deixarem de ser regularmente escriturados nos livros fiscais pertinentes. (Dec.876/91 . II . § 8º O sistema previsto no inciso XIX do "caput" será integralmente praticado como opção do contribuinte.530/92) § 5º REVOGADO a partir de 12.530/92) § 6º A partir de 13 de outubro de 1989. partes. II . para a industrialização com destino à exportação. o devido sobre o "pellet". o disposto no inciso XIX do "caput". § 2º Na hipótese do parágrafo anterior.móveis e máquinas com mais de 06 (seis) meses de uso.545/2010) § 1º Entendem-se como usados. (Dec.minério de ferro destinado à fabricação de "pellet" fora do Estado extrator.atualizado até 30 junho 2011 .03. cabendo exclusivamente ao Estado extrator o imposto devido sobre o minério. para qualquer destino. § 3º O disposto nos incisos I a III do "caput" não se aplica: I . Decreto nº 14.000 (dez mil) quilômetros rodados.876/91 DECRETO 14. III . aplica-se também às saídas de: I . o alienante deverá identificar a Nota Fiscal relativa à primeira aquisição. II . número. comprovados pelo documento de aquisição. e ao Estado fabricante. série. § 9º A aplicação do sistema previsto no inciso XIX do "caput" implica estorno de quaisquer créditos fiscais previstos na legislação. a cada transmissão da propriedade do bem. para a fabricação de "pellet" fora do Estado extrator.h) a inobservância condições estabelecidas tornará exigível o ICMS com os acréscimos legais cabíveis. subsérie. exceto para o exterior. III . 15.

Na hipótese de mudança de destinação do minério de ferro e do "pellet". § 13. O disposto no § 7º não se aplica na prestação de serviço de transporte marítimo. fica suspenso o pagamento do imposto relativamente aos produtos referidos no inciso XIX do "caput". IV . Decreto nº 14. além das normas referidas na alínea anterior: 1. ___". merluza e salmão. nas operações de exportação. a partir de 01 de outubro de 1991.no valor apurado conforme o inciso anterior. os lançamentos serão efetuados de acordo com as normas gerais de escrituração. a partir de 01 de maio de 1996.a escrituração fiscal far-se-á observando-se: a) no Registro de Entradas e no Registro de Saídas. cujo imposto devido pela prestação será pago pelo transportador.nas saídas com destino aos portos de embarque para posterior exportação. o imposto lançado como débito normal no Registro de Saídas será escriturado no campo "Estorno de Débito".122/96) IV . O disposto no parágrafo anterior não se aplica às hipóteses de saídas para o exterior.a rã. molusco.a pirarucu. 2. hadoque.o valor da operação. § 12. O disposto no inciso XX do "caput" não se aplica: I .876/91 DECRETO 14.a operação que destine o pescado à industrialização. 19. (Dec. já estão considerados todos os créditos fiscais e ainda. nas hipóteses previstas no parágrafo anterior. II .122/96) III . (Dec. na venda com clausula FOB de minério de ferro e "pellet". art.atualizado até 30 junho 2011 . § 15. II .o valor equivalente ao preço FOB do produto. 19. 19.do total das entradas de que trata o inciso XXI do "caput". Relativamente à hipótese do inciso XXI do "caput". A partir de 31 de dezembro de 1990. o percentual de 6% (seis por cento) será aplicado sobre: I . § 16. desde que com grau de umidade inferior a 35%(trinta e cinco por cento). (Dec. (Dec. o valor da alimentação quando incluído no preço da diária. III . às referidas no § 10 e às saídas interestaduais não destinadas a posterior exportação. inclusive sobre o serviço de transporte. o imposto apurado na forma do inciso I será lançado no campo "Outros Débitos".122/96) V .nas saídas em operações internas com destino a comercialização ou industrialização. (Dec.o imposto líquido a recolher será equivalente ao resultado da aplicação de 17% (dezessete por cento) sobre a base de cálculo apurada na forma prevista no referido inciso. observar-se-á: I . 3. nas hipóteses previstas nos incisos II e III do parágrafo anterior.876/91 . Para se apurar o valor do imposto a pagar. o imposto suspenso na forma do inciso I do § 12 será pago pelo estabelecimento remetente quando da saída do porto. o imposto lançado a crédito será também lançado no campo "Estorno de Crédito". bacalhau. § 14.§ 11. indicando-se: "Decreto nº _________. a partir de 01 de janeiro de 1990.a crustáceo.a qualquer peixe seco. II . nas seguintes operações: I . b) no Registro de Apuração do ICMS.122/96) II . 19. no tocante à alínea "a" do mencionado inciso XXI do "caput". excluem-se os produtos com o imposto antecipado cujo documento fiscal declare o respectivo imposto. na hipótese prevista no inciso I.122/96) § 17. 19.

destinado a nãocontribuinte do ICMS.477/91) 2. O valor decorrente da redução prevista no inciso XXV deverá ser deduzido do preço do serviço.876/91 .477/91) III .558/92) I . 15. nas operações internas subseqüentes ali mencionadas. 15. de modo que a carga tributária corresponda ao percentual indicado na alínea "a" do inciso I. 15. 15. (Dec.477/91) a) 1.477/91) 1. na hipótese do item 1 da alínea "b" do inciso I. Para os efeitos da alínea "b" do inciso XI.421/91 combinado com Dec.558/92) 6. 15.§ 18. serão observadas as seguintes normas: 15. (Dec.612/92) § 21. 15.558/92) II . b) 3.558/92) a) nas prestações internas b) nas prestações interestaduais: (Dec. será observado o seguinte: (Dec.a carga tributária será equivalente aos percentuais a seguir indicados: combinado com Dec.908/92) § 22. (Dec. com alíquota de 12% (Dec. O disposto nos incisos X e XI do "caput" não se aplica quando a empresa de transporte adquirir lubrificantes ou combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo sem tributação do ICMS (Convênio ICMS 80/92). 15.77%. 15. (Dec. 15.477/91) II .477/91) (Dec.421/91 combinado com Dec.558/92) 2. 15.421/91 a) nas prestações internas: 6. 15.na prestação de serviço de transporte de pessoa ou de carga.421/91 combinado com Dec.na prestação de serviço de transporte de pessoa ou de carga destinado a não-contribuinte do ICMS. 15. com alíquota de 7%: 4. (Dec. 15.558/92) 1.477/91) (Dec.558/92) § 20.47%.a carga tributária corresponderá aos seguintes percentuais: (Dec. o Estado onde se localizar o destinatário do serviço de transporte exigirá a diferença.para efeito de complementação de alíquota do ICMS. (Dec. 15. 16. (Dec. a carga tributária será a prevista na alínea "a" do inciso anterior. 15. o Estado onde se localiza o destinatário do serviço de transporte exigirá a diferença de carga tributária nos seguintes percentuais: (Dec.558/92) I . 15.23%. (Dec. (Dec.558/92) III .7% (três vírgula sete por cento). 15. 15.876/91 DECRETO 14. (Dec.417/93) Decreto nº 14. 9. 15. 15.421/91 combinado com Dec.421/91 combinado com Dec. 15.53% na hipótese do item 2 da alínea "b" do inciso I.421/91 combinado com Dec.3% (seis vírgula três por cento). (Dec. a carga tributária será a prevista na alínea "a" do inciso I.0% (nove vírgula zero por cento). 15. 15. com alíquota de 7% 3. 15.atualizado até 30 junho 2011 . 15. no período de 01 de agosto a 31 de dezembro de 1991.477/91) (Dec. 15. Na hipótese do inciso XXII. 15. (Dec.477/91) b) nas prestações interestaduais: (Dec. Na hipótese da alínea "a" do inciso XI.00%.para efeito de complementação de alíquota do ICMS.421/91 combinado com Dec. § 19. com alíquota de 12%: 2.421/91 combinado com Dec. 15. será computado o valor do ICMS já pago por ocasião da importação do produto.

a Associação Avícola de Pernambuco deverá comunicar à Diretoria de Administração Tributária . A partir de 01 de janeiro de 2000. conforme o caso. deverá ser considerada toda e qualquer operação de saída.01. respeitados os casos de suspensão da exigência do imposto ou diferimento do respectivo recolhimento previsto na legislação.DAT. 21. 21. 23. observar-se-á que.a quantidade de milho a ser importado no primeiro semestre do referido ano. (Dec. (Dec. "b" do “caput”. 21. a utilização do benefício previsto neste artigo fica condicionada ao regular cumprimento da obrigação tributária principal no prazo e forma previstos na legislação tributária.atualizado até 30 junho 2011 .477/94) § 25. (Dec.418/93) § 24.876/91 DECRETO 14. A partir de 01 de janeiro de 1999. devem estar incluídos no preço total do serviço de comunicação (Convênio ICMS 20/2011).configura-se como sistema de recolhimento aquele adotado na emissão da primeira Nota Fiscal ou na apuração do primeiro período fiscal do exercício. 16. Relativamente ao disposto no inciso XXIV. (Dec. 21. caracterizando-se pela sistemática adotada relativamente ao primeiro período fiscal. para efeito de cálculo do ICMS ali previsto. "b" do “caput”.980/99) II – o descumprimento da condição prevista neste parágrafo implica na perda do benefício a partir do mês subseqüente àquele em que se verificar o inadimplemento. observando-se: (Dec.980/99) I – a opção pelo benefício terá validade para cada ano civil. (Dec.876/91 .01. (Dec. observando-se: (Dec.980/99) § 27. Na hipótese do inciso III.99) §26. 21.247/2001) § 28 Relativamente ao disposto no inciso XXVII.99) I .241/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.§ 23. 21. até 31 de março de 1993.980/99) III – a reabilitação do contribuinte para a fruição do benefício fica condicionada ao recolhimento do débito fiscal remanescente ou ao pedido do seu parcelamento a partir do mês subseqüente ao da regularização.99) II . (Dec. (Dec. todos os meios e equipamentos necessários à prestação do serviço. (Dec.01. no período de 01 de julho a 25 de outubro de 2000 (Convênio ICMS 65/2000). fica convalidada a utilização da redução da base de cálculo prevista na alínea "c" do mencionado inciso. independentemente de qualquer comunicação. a opção prevista no "caput" será exercida a cada exercício fiscal.DAT da Secretaria da Fazenda. a partir de 1º de junho de 2011.241/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 17. 36. independentemente de sua natureza. quando fornecidos pela empresa prestadora.711/2011) Decreto nº 14. Relativamente ao disposto no inciso XXVIII do "caput".241/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.o sistema referido no inciso anterior só poderá ser alterado mediante autorização da Diretoria de Administração Tributária . 21.

no fornecimento de energia elétrica: (Dec.12. 19. 919. de 13.529/2004) 3. (Dec. 19. observado o disposto no art.529/2004) 4.07. XLVIII.117/2009) DECRETO 14. e nº 11.259.111/96) 1. até 31 de dezembro de 2003.1. de 27. 26. 24.295.1.12. 26.306. a partir de 01 de janeiro de 1996 (Lei nº 11. 20. de 13.93.1.01.523. 26. realizadas com os produtos relacionados no Anexo 6 (Leis nº 10. no fornecimento de energia elétrica para consumo domiciliar: (Dec.2003). realizadas com álcool nãocombustível.994/2005) 5.734/98) 2. “d” ( Lei nº 11.01.06. (Dec.2001). até 31 de dezembro de 2001. serviços de telecomunicação (Lei nº 12. inclusive de importação.529/2004) 4. de 29. 26. (Dec. para consumo domiciliar: (Dec. 9º. de 19. no período de 01 de agosto de 1989 a 31 de dezembro de 2003 (Lei nº 10.2.1.970/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. nas operações internas. de 30.2001).89.95): (Dec. XLVIII. 26.529/2004) 3. de 30.529/2004) 4. até 31 de dezembro de 2003. conforme indicadas em cada hipótese: (Dec. observado o disposto na alínea "k" (Lei nº 12.230/2003) 2. observado o disposto na alínea "k" (Lei nº 12.2001) 6. nas operações e prestações internas e de importação realizadas com os seguintes produtos e serviços. álcool anidro ou hidratado.295. gasolina. 9º. acima de 500 (quinhentos) quilowatts-hora/mês.135. nas operações internas.07. (Dec. de 301 KWh/mês (trezentos e um quilowatts-hora por mês) a 500 KWh/mês (quinhentos quilowatts-hora por mês) .1.970/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.12.117/2009) 1.230/2003) 2. 22. 22. inclusive importação.07. 33. exceto aguardente de cana-deaçúcar ou de melaço. a partir de 01 de janeiro de 2004.2.2000). de 24. (Dec. de 29.95): (Dec. nas operações internas e de importação realizadas com os seguintes produtos para fins combustíveis.atualizado até 30 junho 2011 . nas operações e prestações internas. observado no disposto § 8°.Lei nº 10. (Dec.12.781.89.89.295. 26. (Dec.2003).508. inclusive de importação.2000).919.230/2003) 2.928.12.876/91 . de 13.01. 25. 22.01. para consumo não-domiciliar.12. a partir de 01. (Dec.2001) 2.362/2002) b) 20% (vinte por cento): (Dec. de 19.92. a partir de 01 de janeiro de 2001.12.870/2006) a) 25% (vinte e cinco por cento): (Dec. de 29.97).01.2001) 3.970/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.12.1. (Dec. no período de 01 de agosto de 1989 a 31 de dezembro de 2003. 27. de 30. 26. de 28. (Dec. e Lei nº 11. (Dec.2002 (Lei nº 12.nas operações e prestações internas e de importação. no período de 01 de janeiro a 31 de julho de 1993 e a partir de 01 de janeiro de 1996 (Lei nº 10. 33.89).111/96) 1.07. As alíquotas do imposto são as seguintes: I . a ser utilizado em processo de industrialização.523. Lei nº 10. 26. bebidas alcoólicas. de 15.1. mantida a isenção prevista no art. independentemente do nível de consumo.2. nº 10. 2.12. 28.134.CAPÍTULO VII Da Alíquota Art.319. "a". realizadas com querosene de aviação.2. a partir de 01 de janeiro de 2001 (Lei nº 11.

nas condições previstas na alínea anterior (Lei nº 11. (Dec. conforme Anexo 37.438. (Dec.12. (Dec. de 12. de 26. de 18. de 08.01. 20. e pão. nas condições previstas na alínea "d".05.93 e 11. com os veículos automotores novos classificados de acordo com a NBM/SH. inclusive pré-mistura.97 e Lei nº 11. de 31. aí incluídas aquelas objeto de substituição tributária.697.04. 19.697/97) 2.190.718.08. 19.05.97.96). nº 19.97.05. de 06. Lei nº 11.697/97) 2.95).12. carga e mala postal.95).atualizado até 30 junho 2011 . Decreto nº 14.377/98) 3.07. a partir de 01 de janeiro de 1998 (Convênio ICMS 120/96. e 20.929.158.457. Lei nº 12.2003.457.211.211.1 internas. quando se tratar de consumidor residencial de baixa renda. de 04. sejam tomadas por não-contribuinte ou a este destinadas.95. bem como álcool anidro e hidratado.223.117/2009) 2. na condição de contribuinte-substituto. que. de 23. nas prestações do serviço de transporte aéreo de pessoa. inclusive pré-mistura. no período de 01 de abril de 2002 a 31 de dezembro de 2010 (Lei nº 12.1% (treze vírgula um por cento).409.04. de 12. de 22. de 20. 19.876/91 DECRETO 14. Decreto nº 18. não podendo a carga tributária resultante ser inferior a 12% (doze por cento).734/98) 5.501. até 120 KWh/mês (cento e vinte quilowatts-hora por mês).96. com trigo.96. Lei nº 12.97). de 29. de 04. de 01.1.319. de estabelecimento industrial.354. de 12.98).12.12.95. Lei nº 11.2004. no período de 01 de novembro de 1995 a 31 de outubro de 1996 (Lei nº 11. de 24. de 26 de abril de 2002 (Lei nº 13. de 02. e Lei nº 11.97. 19.07. no período de 01 de agosto de 1993 a 31 de dezembro de 1995 (Leis nos 10.977.95).2006. a partir de 01 de novembro de 2006.2 internas e de importação. nas operações internas.12.119.97. de 29. de 22. com farinha de trigo.12.980. Lei nº 13. inclusive de importação.07.2.734/98) 4. 20.501. Lei nº12. de 07.941. nas operações internas e de importação. 20. de 01.01. sendo interestaduais. 19. de veículos automotores novos para transporte de passageiros. (Dec. no período de 01 de abril a 30 de junho de 1995. subseqüentes às promovidas pelo referido industrial. e pão: (Dec.02.345.111/96) 2. (Dec. no período de 01 de outubro a 31 de dezembro de 1995 (Lei nº 11.294. a partir de 01 de janeiro de 1998 (Convênio ICMS 120/96.10. de 16.07.734/98) 6.211.97). Decreto nº 19. a partir de 01 de janeiro de 1998 (Lei nº 11.876/91 .97.403.04. no período de 01 de julho a 30 de setembro de 1995. de 20.111/96) 1.2002. farinha de trigo.111/96) d) 13. nos termos da Lei Federal nº 10. realizadas com gasolina. inscrito no CACEPE com atividade de moagem de trigo. 33. 20.12. nas prestações internas de serviço de transporte aéreo.292. de 18.587.111/96) e) 12% (doze por cento): (Dec. e Decretos nº 19. de 12. de 15. de 22. Lei nº 13. (Dec. Decreto nº 18.111/96) c) 14. para fins combustíveis. nas prestações de serviço de transporte aéreo iniciadas ou prestadas no exterior. e Lei nº 11. nas operações com trigo.514.97). no período de 01 de novembro de 1996 a 31 de dezembro de 1997 e a partir de 01 de janeiro de 1998 (Lei nº 11.12.96. em decorrência da redução da base de cálculo do imposto (Lei nº 11.96.10.2005. nº 16.501. Decreto nº 19.11.4% (quatorze vírgula quatro por cento).12. (Dec. 19.962. (Dec. na saída. nº 19. de 29. promovidas pelos estabelecimentos fabricantes ou importadores ou empresas concessionárias neste Estado.409. quando promovidas por estabelecimento industrial situado neste Estado.2003.12. de 18.2006). farinha de trigo.12. (Dec.928.95). 19.12. Lei nº 12. (Dec.

(Dec. nas operações internas para os destinatários respectivamente indicados.3.501.de 29. observados os limites máximos de litros mensais discriminados a seguir: (Dec.031/2010) (Dec.194/2006 – EFEITOS A PARTIR DE 13. de 20. de 04. promovidas por estabelecimentos fabricantes ou importadores ou empresas concessionárias neste Estado.97).710/2011) 2. 35.514. Lei nº 13.536/2010) 3.929/2003) 1.2. e Lei nº 12. e nº 12.de 07. nas operações internas e de importação realizadas com os produtos de informática: (Dec.941.3.1. de 02.2004.194/2006 – EFEITOS A PARTIR DE 13.710/2011) 1. gipsita. Lei nº 12. de 22. a partir de 01 de agosto de 1997 (Lei nº 11. (Dec.662.283.135. (Dec.929/2003) 1.870/2006) 8.1.929/2003) 1.12. de 27. Lei nº 13. no período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 1997 (Lei nº 11. (Dec.662. e.5% (oito vírgula cinco por cento).atualizado até 30 junho 2011 . de 07. no período de 29 de setembro a 31 de dezembro de 2003 (Leis nº 12. (Dec.684.479/2004) 2. a partir de 08 de setembro de 2008. Lei nº 12.456.2008.734/98) i) nas operações realizadas com óleo diesel: (Dec.05. de 18.12. (Dec. a partir de 1º de julho de 2011.941. até 07 de setembro de 2008.01. no período de 1º de janeiro de 2004 a 30 de junho de 2011.2001.1.C. 8. no período de 01 de janeiro de 1996 a 31 de dezembro de 2003 (Lei nº 11.2.718.12.25. de 20.870/2006) 8. 20. (Dec. 35. de 15. relacionados no Anexo 42-E. 36.2003.259.12. empresas operadoras de linhas do sistema de transporte público de passageiros da Região Metropolitana do Recife – RMR. 29. relacionados no Anexo 42-A. conforme relacionados no Anexo Único da Lei nº 11. nas operações internas e de importação (Lei nº 12.2009). 28.2008. internas e iniciadas ou prestadas no exterior. 36. 35. e nº 11.345. 36. observado o disposto no § 9º: (Dec. e Lei nº 13. 29.2007.2003. 27.12. Lei nº 13. no período de 01 de janeiro de 2002 a 31 de agosto de 2004 ( Lei nº 12. de 11. 36.734/98) h) 17% (dezessete por cento). classificados na posição 8711 da NBM/SH. no período de 29 de setembro de 2003 a 30 de junho de 2011.12. 7.09.929. do Consórcio de Transportes da Região Metropolitana do Recife CTM. de 15 de dezembro de 1995. 20.876/91 DECRETO 14.456. de 22 de julho de 1997. Lei nº 13.031/2010) 8. de 22.536/2010) Decreto nº 14.12.502.2006) 3.EMTU.09. (Dec.334.2004). gesso e derivados.12.12.710/2011) 8.02. 20. relacionados no Anexo 42-B.95).25.2006) 1.09. no período de 01 de janeiro de 2003 a 31 de dezembro de 2010 (Lei nº 12.12. de 01.2005. à gestão da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos .876/91 . (Dec. de 16.12. nas prestações de serviço de transporte aéreo.97. (Dec.2003). de 29. (Dec. com veículos novos motorizados. 18% (dezoito por cento).283. os produtos de informática: (Dec.89).2006.158. nas operações internas e de importação. de 07.710/2011) f) 7% (sete por cento).25. de 23. relacionados no Anexo 42 . de 19. relacionados no Anexo Único da Lei nº 11. de 04.2007.2009). de 11.12.97). relacionados no Anexo 42-D. submetido.2003. 28.12. nos demais casos (Lei nº 10.2004). Lei nº 12.07. e Lei nº 13.01. tipo motocicleta. nas operações internas e de importação realizadas com: (Dec.734/98) g) 4% (quatro por cento). a partir de 1º de julho de 2011.457.429.684. (Dec. 35. 17% (dezessete por cento).12.05. a partir de 01 de setembro de 2004.

35. II . submetidos à gestão das empresas a seguir indicadas.536/2010) 3. a partir de 1º de agosto de 2010.734/98) b) 4% (quatro por cento). 19.000 (trezentos e setenta mil) litros.536/2010) 3. serão adotadas: I .876/91 DECRETO 14. a partir de 01 de janeiro de 1997. 20. 370. (Dec. quando instituídos. nas condições ali estabelecidas. 24. a partir de 01. os limites mínimo e máximo fixados pelo Senado Federal. observado o disposto no § 9º: (Dec.111/96) § 1º As alíquotas de que trata o "caput" poderão ser alteradas.135. (Dec. 20. (Dec. quando o destinatário for contribuinte do imposto. fixarem alíquotas inferiores à mínima estabelecida pelo Senado.111/96) III .2. de 30. (Dec. (Dec. a partir de 1º de julho de 2010. observado o disposto no § 2º: (Dec. (Dec.500.nas operações e prestações interestaduais destinadas a contribuinte.nas operações e prestações internas. observado o disposto no § 2º: alíquotas previstas no inciso anterior. nas mesmas condições da alínea anterior (Resolução do Senado Federal nº 95/96 e Lei nº 11. quando as mercadorias ou serviços sejam destinados a industrialização.536/2010) 3. 19.2002 (Lei nº 12.457. nas operações internas e de importação com os produtos relacionados no Anexo 45.nas demais operações e prestações: 17% (dezessete por cento). comercialização ou produção.até 15 de setembro de 1996.97).734/98) a) 12% (doze por cento).734/98) IV . no período de 13 de maio de 2006 a 30 de junho de 2010. quando os Estados e o Distrito Federal. 7. quando se tratar de prestação interestadual de serviço de transporte aéreo. ônibus utilizados no transporte complementar público de passageiros na RMR. 35. na exportação de mercadorias ou serviços para o exterior: 13% (treze por cento).01. nas hipóteses previstas na Constituição Federal.536/2010) 3.000 (quatrocentos e sessenta e oito mil) litros distribuídos da seguinte forma.2.500. 19.3.89).1 Companhia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife – CTTU.2001). 35.536/2010) j) 28% (vinte e oito por cento).000 (oito milhões e quinhentos mil) litros. até o limite de 468.876/91 .01. de 19.259.2.2 CTM.111/96) V . mediante lei estadual: I .523.2.529/2004) II .1.1. (Dec.nas operações e prestações internas. 20. a partir de 01 de janeiro de 2004 (Lei nº 12. 98. nos termos de lei complementar. Decreto nº 14. de 22. comercialização ou industrialização.atualizado até 30 junho 2011 . 35. quando a mercadoria ou serviço não forem destinados a produção.nas prestações e operações de importação do exterior.a alíquota prevista no inciso III do "caput". (Dec. (Dec. § 2º Relativamente às operações que destinem bens e serviços a consumidor final localizado em outra Unidade da Federação. quando previstas nas hipóteses do inciso I alíquota indicada na respectiva hipótese (Lei nº 10. (Dec.07.2003).12. (Dec. fabricação de semi-elaborados. (Dec.12.000 (noventa e oito mil) litros.527/96) VI . 8.1. 19. 26.362/2002) k) 27% (vinte e sete por cento).000 (sete milhões e quinhentos mil) litros. nas prestações internas e de importação de serviços de comunicação.nas operações e prestações interestaduais. 35.de 27. atendidos.

§ 3º Na hipótese do inciso I do parágrafo anterior.536/2010) 2. 29.12.2006) a) ao envio pelas empresas indicadas a seguir.500. no período de 13 de maio de 2006 a 30 de junho de 2010. para as prestações e operações interestaduais. será aplicada a alíquota de 12% (doze por cento). situado em outra Unidade da Federação. na saída de mercadoria com destino a empresa de construção civil. caberá à Unidade da Federação da localização do destinatário o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual. placas Decreto nº 14. § 7º Na hipótese do parágrafo anterior. § 5º. "i". "a". inclusive serviços auxiliares ou complementares.atualizado até 30 junho 2011 . 3.536/2010) 1.01.as alíquotas previstas no inciso II do "caput". (Dec. 22.2000.1. e dos respectivos estabelecimentos adquirentes e distribuidoras de combustível fornecedoras de óleo diesel. 35. de relação dos ônibus utilizados no transporte complementar público de passageiros na RMR. quando o destinatário não for contribuinte do imposto.876/91 . (Dec.2001. devendo constar.05.1. os nomes dos permissionários. (13) (Dec.601/2000) § 6º Nas doações. CONFORME Dec.SIMPLES-PE ou no Regime Simplificado de Recolhimento do ICMS para Restaurantes e Estabelecimentos Similares SIMPLES II-PE. pela CTM. 35. 3. 35.328/2000 – EFEITOS SUSPENSOS ATÉ 30.194/2006 – EFEITOS A PARTIR DE I . de relação das empresas operadoras referidas no inciso I. fornecedoras de óleo diesel. 29. inclusive brinde.a aplicação da alíquota de 8. quando o ICMS . dos correspondentes números de inscrição no Cadastro de Pessoa Física – CPF. desde a sua origem. 2.536/2010) 1. o disposto no inciso I.000 (sete milhões e quinhentos mil) litros mensais. do caput. “i”.000 (oito milhões e quinhentos mil) litros mensais. 153. do "caput" não se aplica ao contribuinte inscrito no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco CACEPE no Regime Simplificado de Recolhimento do ICMS . 3. 8. à Diretoria Geral de Planejamento da Ação Fiscal – DPC da Secretaria da Fazenda: (Dec. pela CTTU e pela CTM.II .876/91 DECRETO 14.536/2010) 1.2001 a 31. observar-se-á: 13. será calculado com a alíquota de 1% (hum por cento). aplicar-se-á a alíquota cabível para as operações interestaduais.5% (oito vírgula cinco por cento) fica condicionada: (Dec.194/2006 – EFEITOS A PARTIR DE 13.2. o imposto incidente em todas as operações com ouro. da Constituição Federal. 7. § 4º Enquanto não editada a lei a que se refere o art. de que trata o inciso I. com indicação da quota do produto a que cada empresa operadora terá direito em relação ao limite de: (Dec. 23. 22.Normal não for destacado ou for destacado a menor no documento fiscal. estabelecida em outra Unidade da Federação. e das respectivas distribuidoras de combustível.05. do caput. até o dia 25 do mês imediatamente anterior ao da realização das operações. § 8º No período de 01. (Dec.2006) (Dec.09. “i”. o ICMS complementar corresponderá à diferença entre o valor resultante da aplicação da alíquota interna e o da aplicação da alíquota interestadual.2.01.2. prevista no inciso III do "caput". conforme o caso.500.939/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. a partir de 1º de julho de 2010. § 5º No período de 01 de junho de 1993 a 31 de maio de 2000. ou na remessa de mercadoria para demonstração a contribuinte do imposto.2002) § 9º Na hipótese do inciso I. da mencionada relação.35. obras hidráulicas e outras obras semelhantes.

deverão aplicar. 3. (Dec.536/2010) IV – na hipótese de fornecimento de óleo diesel em quantidade inferior àquela constante das relações de que trata o inciso I. prevista no mencionado inciso I. 35.194/2006 – EFEITOS A PARTIR DE 13. 29.2006) II – a Secretaria da Fazenda publicará mensalmente. utilizada para o cálculo da retenção do ICMS. (Dec. a distribuidora de combustível deverá: (Dec. pela distribuidora de combustível. (Dec. 29. (Dec. “i”. a relação de que trata o inciso I.000 (dois mil) litros mensais. do caput.194/2006 – EFEITOS A PARTIR DE 13.876/91 . a alíquota de 8. “a”. quando do fornecimento do óleo diesel para as distribuidoras de combustível. a este Estado. observado o disposto em portaria do Secretário da Fazenda. em decorrência da redução da alíquota do produto. até o último dia do mês anterior ao da realização das operações.e chassis dos referidos ônibus. com indicação do limite.2006) V – A EMTU remeterá à GPC.05.05. e aquela prevista para as demais operações com o produto. 29. 35.194/2006 – EFEITOS A PARTIR DE 13.05. o valor do ICMS incidente sobre a parcela do produto não fornecido com alíquota reduzida 8.536/2010) a) recolher.194/2006 – EFEITOS A PARTIR DE 13.2006) Decreto nº 14. (Dec. por permissionário. 35. observados os prazos de recolhimento estabelecidos na legislação específica. por empresa operadora. e nos volumes ali indicados. 1 e 2.5% (oito vírgula cinco por cento).876/91 DECRETO 14. para efeito do cálculo da retenção do ICMS por substituição tributária.35.5% (oito virgula cinco por cento).536/2010) III – a refinaria de petróleo ou as suas bases. de até 2. 1.2006) b) calcular o imposto referido na alínea "a" aplicando. com cópia das Notas Fiscais relativas à aquisição do produto. (Dec. conforme o disposto no inciso III. “a”. até o dia 15 do mês subseqüente ao da realização das operações. relação contendo o consumo efetivo de óleo diesel. constantes da relação referida no inciso I.536/2010) b) à redução do preço do óleo diesel. “a” 1 e 2. sobre a parcela do produto ali indicada.atualizado até 30 junho 2011 . a diferença entre a mencionada alíquota reduzida. (Dec.05. 29.

ficando dispensado o estorno proporcional. ou o recebimento de serviço de transporte interestadual e intermunicipal ou de comunicação. no estabelecimento.o valor do imposto relativo a matéria-prima. estes nas prestações interestaduais e intermunicipais. que o direito ao mencionado crédito ocorrerá: (Dec.110/2006 e nº 14. VII .876/91 . quando a mercadoria for fornecida com serviço não compreendido na competência tributária do Município.527/96) § 2º A partir de 01 de novembro de 1996. II .846/2000. nº 13. o direito de utilizar o crédito extingue-se depois de decorridos 5 (cinco) anos. conforme os critérios estabelecidos no art. 36.180/2001) (17) (Dec. empregados por estabelecimento no fornecimento de mercadoria tributada pelo imposto. 19. geração de energia elétrica. X .o valor do imposto relativo aos serviços tomados de comunicação e transporte. real ou simbólica. conforme a legislação específica. (Dec. SEÇÃO I Do Direito Art. (Dec. industrialização ou prestação de serviço de transporte e de comunicação. produto intermediário.o valor do imposto relativo à aquisição de embalagem a ser utilizada na saída de mercadoria sujeita ao imposto. VIII . será mantido apenas o crédito fiscal relativo à cana-de-açúcar empregada na fabricação do referido álcool. Para fim de compensação do imposto que vier a ser devido. destacado em documento fiscal idôneo. extração de substâncias minerais e nas prestações de serviço de transporte e comunicação. III . 19. na forma prevista neste Capítulo. relativamente ao serviço de comunicação. (Dec. constitui crédito fiscal do contribuinte.o saldo do imposto verificado a favor do contribuinte. apresentado na apuração anterior.o valor de outros créditos. anteriormente cobrado em operações de que tenha resultado a entrada de mercadoria.o valor do imposto relativo à mercadoria recebida no processo de comercialização.relativamente às operações de que trata o art. 14. embalagem ou serviço. O contribuinte somente poderá utilizar crédito fiscal.527/96) § 1º É assegurado ao sujeito passivo o direito de creditar-se do imposto. contados da data de emissão do documento. 51: I . 27. utilizados no processo de comercialização.294/2011): (Dec. 26.o valor do imposto relativo à aquisição de produtos descartáveis. VI .527/96) Art.o valor do imposto relativo à aquisição de combustível e lubrificante empregados na produção. V . 32 e 34.o valor do imposto relativo à operação. 28.180/2001) (17) a) no período de 1º de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2019 (Leis nº 11. produção. XXXI. quando tenham sido prestados na execução de serviços da mesma natureza. 23. compensando-se o que for devido em cada operação relativa à circulação de mercadoria ou prestação de serviço de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação com o montante cobrado nas anteriores pela mesma ou por outra Unidade da Federação. para efeito de compensação do imposto. industrialização. observados os arts. IV . além do disposto nos §§ 19 e 20. 19. O imposto é não-cumulativo.522/2010) 1. para emprego no processo de produção ou industrialização. DECRETO 14. nº 12. 23.atualizado até 30 junho 2011 . IX .335/2003.CAPÍTULO VIII Do Crédito Fiscal Art. observando-se.

usada ou consumida nos termos do inciso anterior e do § 2º.a partir de 1º de janeiro de 2020. (Dec. extração.335/2003. (Dec. até 31 de outubro de 1996. consumo no processo de industrialização.294/2011): (Dec. § 4º Não será permitida a compensação do imposto não destacado em Nota Fiscal idônea. quando for objeto de (Leis nº 11. (Dec. consumo que resultar em operação de saída ou prestação para o exterior.180/2001) (17) 3. nº 13.110/2006 e nº 14. sem as restrições previstas na alínea “a” (Leis nº 12. § 2º Admitir-se-á. 36. 36. eletrodomésticos e sorveterias. (Dec.o valor do imposto relativo ao combustível ou à energia elétrica utilizados nos fogões.09. nº 12.1. destinada ao uso ou consumo do estabelecimento (Leis nº 11. o crédito em relação a energia elétrica e outras fontes de energia. considera-se apenas o valor do imposto. 23.739/99. 23. (Dec. igualmente. 23. observado o disposto no inciso XII. (Dec. operação de saída da mesma mercadoria. 36. nº 13.o valor do imposto correspondente: (Dec. o valor do imposto correspondente à entrada de mercadoria.180/2001) (17) 2. usada ou consumida no estabelecimento (Leis nº 12.294/2011).522/2010) 3. nº 13. no período de 1º de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2019.180/2001) (17) b) no período de 1º de março de 1989 a 31 de julho de 2000 e a partir de 1º de janeiro de 2020. nº 13. 23.294/2011). 23. a partir da mencionada data.180/2001) (17) b) a partir de 01 de novembro de 1996.522/2010) 3. desprezado qualquer acréscimo. desde que tais bens sejam imprescindíveis à obtenção e conservação da mercadoria objeto de comercialização. (Dec. quando utilizadas na produção. nº 11.2000).180/2001) (17) a) à energia elétrica: (Dec.846.180/2001) (17) 1. industrialização. industrialização ou produção.110/2006 e nº 14.110/2006 e nº 14. no período de 1º de novembro de 1996 a 31 de julho de 2000 e a partir de 1º de janeiro de 2020. § 3º Para efeito de crédito fiscal. "a". nº 12. 23.3. (Dec.522/2010) XI . à entrada de mercadoria. desde que a operação ou prestação subseqüente a ser realizada pelo adquirente da mercadoria ou tomador do serviço seja debitada pelo imposto.335/2003.2.110/2006 e nº 14.294/2011). na proporção destas sobre as saídas ou prestações totais.180/2001) (17) 3. de 22. geração ou prestação dos serviços de transporte e de comunicação. desde que constituam condição essencial à operação ou à prestação subseqüente.335/2003.2. 30. 23. 23.335/2003. quando sua utilização resultar em operação de saída ou prestação para o exterior. 36. destinada ao ativo permanente do estabelecimento.atualizado até 30 junho 2011 .1. na proporção desta sobre as saídas ou prestações totais.876/91 DECRETO 14.846/2000.522/2010) § 1º O disposto neste artigo aplica-se à mercadoria cuja propriedade haja sido transferida antes de sua entrada no estabelecimento adquirente. observado o disposto nos §§ 24 e 25 (NR Lei nº 11.212/2007) XII .876/91 . (Dec. a partir da mencionada data. Decreto nº 14. § 5º O disposto do parágrafo anterior não se aplica relativamente à hipótese em que o não destaque decorre de disposição normativa.408/96. (Dec.180/2001) (17) XIII .

o contribuinte deverá creditar-se do valor do imposto destacado no documento fiscal.§ 6º Na hipótese de cálculo do imposto em desacordo com as normas legais de incidência. a apropriação daquele saldo será admitida. O contribuinte que optar pelo benefício previsto no inciso XXXII do art. sob a condição de que o recolhimento venha a ser efetuado no prazo legal. somente será admitido o crédito do valor do imposto legalmente exigido. § 17. O disposto no parágrafo anterior não se aplica na hipótese de a operação ou a prestação estar sujeita a diferimento do recolhimento do imposto.havendo saldo credor real a favor do produtor. Decreto nº 14.876/91 DECRETO 14.atualizado até 30 junho 2011 . utilizados na produção agropecuária. quando admitido pela legislação tributária. § 9º Na transferência de mercadoria. cujo pagamento seja efetuado conjuntamente com o imposto de sua responsabilidade direta através do mesmo documento de arrecadação. O estabelecimento poderá beneficiar-se antecipadamente do abatimento do imposto ainda não recolhido que deva como contribuinte-substituto.876/91 . § 8º Mediante convênio homologado conforme o disposto em legislação específica. a compensação do imposto poderá ser realizada através de uma percentagem fixa a título de montante do imposto relativamente às operações ou prestações anteriores.32. desde que observados os requisitos para o crédito do imposto e o produtor comprove a real utilização dos insumos na produção. § 16. O crédito fiscal relativo aos insumos. 14 só poderá utilizar crédito do imposto incidente sobre a mesma mercadoria. II . Salvo o disposto no art.o crédito fiscal a ser apropriado será deduzido do crédito fiscal real a que tenha direito o produtor. não é assegurado o direito ao crédito do imposto destacado em documento fiscal que indique como destinatário estabelecimento diverso daquele que o tenha registrado. Somente poderá beneficiar-se do crédito fiscal proveniente do recolhimento do imposto o contribuinte deste. § 15. não será admitido crédito superior ao valor do tributo calculado sobre a base de cálculo legalmente prevista para a hipótese. O disposto no parágrafo anterior não se aplica aos casos de utilização de percentual estimativo de crédito fiscal. § 10. O não-pagamento do imposto de que trata o § 10 acarreta inexistência do respectivo crédito fiscal. § 14. inclusive frete. qualquer que tenha sido a base de cálculo adotada para o recolhimento do imposto devido pelo estabelecimento remetente. se for verificado cálculo a menor. § 11.o contribuinte-substituto emitir documento fiscal com destaque do imposto. § 18. § 7º Na hipótese prevista no parágrafo anterior. II . se for comprovado cálculo a maior. § 2º. § 13. poderá ser apropriado segundo critérios estabelecidos em portaria do Secretário da Fazenda.o documento fiscal estiver acompanhado do respectivo documento de arrecadação. § 12. observando-se: I . O crédito fiscal relativo a mercadoria ou a serviço adquirido de contribuinte não-inscrito no CACEPE poderá ser utilizado quando ocorrer uma das seguintes hipóteses: I .

(Dec. aplicar. sobre o valor obtido conforme item anterior. para aplicação do disposto no art.876/91 .769/94) II .a utilização do crédito relativo ao imposto incidente sobre a respectiva entrada da mercadoria importada somente poderá ocorrer após o recolhimento deste. 23. 23. relativamente aos créditos decorrentes de entrada de mercadorias no estabelecimento destinadas ao ativo permanente. calcular 1/48 (um quarenta e oito avos) do valor do crédito decorrente da aquisição para o ativo permanente. 23. além do lançamento em conjunto com os demais créditos. (Dec. 23. quando autorizado pelo Fisco. (Dec.09.2000): (Dec.180/2001) (17) I . 23.§ 19. 17. o percentual correspondente à proporção das saídas tributadas em relação ao total das saídas do mesmo período fiscal.180/2001) (17) 2. 23.846.769/94) I . em livro próprio ou de outra forma. § 21. às tributadas as saídas e prestações destinadas ao exterior. O disposto no inciso I do parágrafo anterior não se aplica em relação à importação do trigo. não será admitido o creditamento de que trata a alínea anterior.180/2001) (17) c) para aplicação do disposto nas alíneas "a" e "b". o contribuinte deverá demonstrar no livro Registro de Entradas o critério adotado e o valor obtido. deverá ser observado o seguinte: (Dec. o montante do crédito a ser apropriado será o obtido da seguinte forma: (Dec. (Dec. Na hipótese do inciso X do "caput". A partir de 22 de julho de 1994.2000). § 1º (NR Lei nº 11. devendo a primeira fração ser apropriada no mês em que ocorrer a entrada no estabelecimento. 34. 17. 23. 17. 23. nos termos de portaria do Secretário da Fazenda. equiparando-se. serão objeto de outro lançamento. "b". para efeito da compensação prevista neste artigo e no artigo anterior.180/2001) (17) a) a apropriação será feita à razão de 1/48 (um quarenta e oito avos) por mês. Para efeito do disposto no inciso XII.530/92) § 22. 15. observado o disposto no § 25. (Dec. tomando-se por base.180/2001) (17) 1. (Dec.876/91 DECRETO 14. para a conversão do mencionado valor em Real. A utilização intempestiva de crédito fiscal independe de comunicação à repartição fazendária ou de prévia autorização desta.180/2001) (17) II . 17.atualizado até 30 junho 2011 . o valor desta no dia do despacho aduaneiro da mercadoria.o imposto referido no inciso anterior será recolhido em DAE especifico. de 22. (Dec. devendo este conter o valor em Real e em UFEPE. do "caput". Na impossibilidade ou dificuldade de determinar o valor do crédito.quanto às mencionadas mercadorias adquiridas no período de 01 de novembro de 1996 a 31 de julho de 2000. § 20. nos termos do parágrafo anterior.quanto às mencionadas mercadorias adquiridas a partir de 01 de agosto de 2000 (ACR Lei nº 11. o importador deverá observar o seguinte: (Dec. em relação à proporção das operações de saídas ou prestações isentas ou não tributadas sobre o total das operações de saídas ou prestações efetuadas no mesmo período. 600. de 22. podendo ocorrer inclusive quando houver reconstituição da escrita pela fiscalização ou pelo contribuinte.769/94) § 23.09.905/94) § 24. (Dec.180/2001) (17) b) em cada período de apuração do imposto.846. na hipótese do § 7º do art. para UFEPE. (Dec. para fim deste inciso.180/2001) (17) Decreto nº 14. o contribuinte poderá optar pela aplicação do percentual de 70% (setenta por cento) do valor do imposto destacado na Nota Fiscal de Serviço de Comunicação.

quando relativo ao imposto correspondente à importação ou à diferença de alíquota. 30. com base na escrituração regular do contribuinte. 23.180/2001) (17) § 25. somente poderá ocorrer após o respectivo recolhimento.340/2004) Art.d) o quociente de 1/48 (um quarenta e oito avos) será proporcionalmente aumentado ou diminuído. ao final de cada período objeto de estimativa. A utilização do crédito previsto nos incisos XII. O estabelecimento adquirente poderá utilizar o crédito fiscal relativo a mercadoria fornecida em processo contínuo. (Dec.o ajuste de que trata este artigo far-se-á também por ocasião do desenquadramento do regime de estimativa ou do pedido de baixa por encerramento de atividades. 19. (Dec. transformação e incorporação de empresas ou de transferência de propriedade de estabelecimento.527/96) III . antes de decorrido o prazo de 04 (quatro) anos contado da data de sua aquisição. o creditamento de que trata este parágrafo em relação à fração que corresponderia ao restante do quadriênio. no caso de mercadoria procedente de outra Unidade da Federação. esta será compensada com o pagamento referente ao período ou períodos seguintes. autorizar o fornecedor a emitir o correspondente documento fiscal com data do período fiscal subseqüente ao mencionado fornecimento. Art.876/91 . não será admitido. O disposto neste artigo não se aplica na hipótese de transferência de estoque de mercadoria em virtude de fusão. Parágrafo único.876/91 DECRETO 14. Art.180/2001) (17) g) ao final do 48º (quadragésimo oitavo) mês contado da data da entrada do bem no estabelecimento. em livro próprio ou de outra forma. para aplicação do disposto nas alíneas "a" a "e". 23.527/96) I . Não constituirá crédito fiscal do contribuinte o imposto relativo a operações ou prestações anteriores: Decreto nº 14. (Dec. “b”. cisão. 29. 19. o saldo remanescente do crédito não será utilizado. (Dec. 31. caso o período de apuração seja superior ou inferior a um mês. sob o código de receita 073-6. (Dec.527/96) SEÇÃO II Da Vedação Art. 27. no mês do efetivo recebimento.527/96) § 26. (Dec.apurada diferença em favor do Fisco. 19. concedido pela Secretaria da Fazenda.180/2001) (17) f) serão objeto de outro lançamento. 23. nos termos de portaria do Secretário da Fazenda.527/96) II . 23. O saldo credor do imposto existente na data do encerramento das atividades de qualquer estabelecimento não é restituível ou transferível para outro estabelecimento. e XIII do “caput”.180/2001) (17) e) na hipótese de alienação dos bens do ativo permanente. 19. sob a condição de que o respectivo imposto seja recolhido no mesmo prazo daquele do período fiscal do efetivo fornecimento da mercadoria. (Dec. sem prejuízo de posterior fiscalização. será efetuado ajuste. observando-se: (Dec. (Dec. a partir da data da alienação. 23. (Dec. quando regime especial. esta deverá ser recolhida até o último dia do mês subseqüente ao do referido ajuste. além do lançamento em conjunto com os demais créditos.atualizado até 30 junho 2011 .apurada diferença em favor do contribuinte. 19. "pro rata die". 32. Na hipótese da estimativa mencionada no art. para efeito da compensação prevista neste artigo e no artigo anterior. Ocorre a vedação da utilização do crédito fiscal quando a causa impeditiva de sua utilização for conhecida antes do respectivo lançamento fiscal.

quando se tratar de entradas de mercadorias ou utilização de serviços resultantes de operações ou prestações isentas ou não tributadas ou que se refiram a mercadorias ou serviços alheios à atividade do estabelecimento. 36.876/91 DECRETO 14.até 31 de dezembro de 2019.527/96) XI . Piauí e Rio Grande do Norte. sendo a vedação. 28.527/96) VIII . a partir de 01 de outubro de 1990. V .294/2011). (Dec.180/2001) (17) Decreto nº 14.quando a mercadoria recebida e utilizada no processo industrial não seja consumida ou não integre o produto. forem beneficiadas por isenção. excetuada aquela que se integrar no processo de comercialização. o saldo remanescente do crédito relativo a bens do ativo permanente. 19. promovidas pelo adquirente. (Dec.876/91 . Maranhão.a partir de 01 de novembro de 1994. quando se tratar de estabelecimento industrial que se utilizar da base de cálculo reduzida em 83% (oitenta e três por cento) para os produtos arrolados na posição 7218 da NBM/SH. proporcional à redução.527/96) b) até 31 de dezembro de 2019.335/2003. Paraíba. industrialização ou geração. na comercialização de mercadoria ou em processo de produção.quando as respectivas operações ou prestações posteriores. 19. as aquisições para o ativo permanente-investimento e os casos que forem definidos em portaria do Secretário de Fazenda. não sejam nele consumidos ou não integrem o produto final na condição de elementos indispensáveis à sua composição (Leis nº 11. industrialização. os veículos de transporte pessoal. integrar o ativo fixo do estabelecimento.até 15 de setembro de 1996. (Dec.quando os serviços de transporte e de comunicação não forem utilizados pelo estabelecimento ao qual tenham sido prestados na execução de serviços da mesma natureza. ser utilizada ou consumida no próprio estabelecimento.atualizado até 30 junho 2011 . nº 12. 19. ressalvados os casos previstos na legislação em vigor.294/2011). salvo prova em contrário.quando as operações ou prestações posteriores tiverem base de cálculo estabelecida em decreto do Poder Executivo. IV . (Dec. na hipótese de aquisição de castanha de caju "in natura" procedente dos Estados do Ceará.527/96) III .522/2010) VI . (Dec. quando a mercadoria ou o produto. não-incidência ou qualquer outra forma de exoneração tributária. (Dec. § 24. 19.110/2006 e nº 14. conforme Anexo 4. quando a Nota Fiscal relativa à operação não estiver acompanhada do respectivo documento de arrecadação. inclusive redução de alíquota ou de base de cálculo. inclusive de energia. nesta hipótese.335/2003.522/2010) II . nº 13. nº 13.quando a mercadoria recebida tiver por finalidade: a) até 31 de outubro de 1996. VII . II. fabricação de semi-elaborado ou produção (Leis nº 11.I .060/94) X . nos termos do art. b) documento fiscal que indique como destinatário estabelecimento diverso daquele que o tenha registrado. 18.110/2006 e nº 14. utilizados no processo industrial.408/96. "e" e "g". c) via de documento fiscal que não seja a primeira. 36. (Dec.a partir de 01 de agosto de 2000. (Dec. além de outras hipóteses. nº 12.527/96) IX . 19. em substituição ao sistema normal de crédito e débito das operações ou prestações. (Dec. 23. presumindo-se como tais.408/96. nas saídas para o exterior.quando as operações ou as prestações estiverem acompanhadas de: a) documento fiscal inidôneo.

717/93) § 8º O crédito lançado na forma do parágrafo anterior somente terá validade até o termo final do prazo previsto para recolhimento do correspondente imposto. respeitados os limites legais admitidos para a alíquota e para a base de cálculo do tributo. o estabelecimento que as praticar terá direito a creditar-se do imposto cobrado nas operações anteriores às isentas ou não-tributadas. (Dec.na Nota Fiscal Avulsa emitida em substituição à Nota Fiscal referida no inciso anterior. caso o respectivo crédito ainda não tenha sido utilizado. o lançamento do crédito fiscal relativo à respectiva Nota Fiscal poderá ser efetuada com base: (Dec.na 2ª via da Nota Fiscal originária ou cópia da 1ª (primeira) via desta. cujo cumprimento é condição para o adquirente receber a 1ª (primeira) via retida do respectivo documento fiscal. (Dec. 19. Ocorre o estorno de crédito fiscal quando a causa impeditiva de sua utilização surgir após o respectivo lançamento fiscal.717/93) SEÇÃO III DO ESTORNO Art. o crédito será admitido após sanadas as irregularidades causadoras da inidoneidade do documento fiscal.a aquisição ser realizada através de posta de conta. 16. alíneas "a" e "b". § 5º O crédito fiscal de que trata este artigo será apropriado nas hipóteses legalmente admitidas na legislação tributária. 34 sejam desviadas de suas finalidades. § 2º O disposto no inciso III.Na hipótese de emissão de Aviso de Retenção. pertencer à mesma pessoa jurídica.quando as mercadorias. não-tributada ou com redução de alíquota ou de base de cálculo seja relativa a produtos agropecuários.quando as mercadorias ali referidas ficarem sujeitas ao imposto por ocasião da saída. tendo saído nas circunstâncias ali previstas. no caso de redução de alíquota ou de base de cálculo. ou do imposto proporcional. forem objeto de operações posteriores. sempre que a saída isenta.§ 1º Na hipótese do inciso III. a utilização de crédito fiscal relativo a transporte sob cláusula CIF. O contribuinte procederá ao estorno do imposto de que se tenha creditado: Decreto nº 14. 33.527/96) II . tributadas ou sem redução de alíquota ou de base de cálculo. 16. tal como disciplinada na legislação tributária. 16. 19. "b" do “caput” não se aplica na hipótese de: I . sujeitam-se à incidência do imposto na saída. § 3º Na hipótese do inciso II do “caput”: (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . II . 34. Art. podendo o contribuinte creditar-se do valor do imposto constante do documento fiscal relativo à aquisição das respectivas mercadorias. situar-se no mesmo Município deste e estar devidamente autorizado pela repartição fazendária competente.527/96) I .876/91 DECRETO 14.717/93) II . (Dec.717/93) I .527/96) § 4º Caso as mercadorias referidas nas alíneas "a" e "b" do inciso I do "caput" e no inciso I. para o destinatário da mercadoria. quando admitido. (Dec. do art. o estabelecimento poderá creditar-se. do imposto relativo à entrada da mercadoria. 16. realizadas por outro estabelecimento. 19. (Dec. embora diverso do destinatário.o estabelecimento recebedor da mercadoria. na mesma proporção da saída tributada. "a" do “caput”.876/91 . § 6º É vedada. ser da mesma natureza do estabelecimento destinatário. § 7º .

09. em se tratando de transferência. (Dec. as aquisições para o ativo permanente . ou. (Dec. (Dec. composto este apenas dos elementos primários. quando houver diferença a maior resultante do confronto entre os créditos e débitos referentes às operações interestaduais previstas nos incisos XII e XIII. 19. individualmente. de 22.335/2003 . quando deteriorada. 14 e no art. relativamente a bens do ativo permanente adquiridos no período de 01 de novembro de 1996 a 31 de julho de 2000 (NR Lei nº 11.até 15 de setembro de 1996.em qualquer período de apuração do imposto. 9º.quando as operações ou as prestações subseqüentes forem beneficiadas por redução de alíquota ou de base de cálculo.527/96) V . 19.522/2010) c) perecer.quando os serviços tomados.846. 36. (Dec.876/91 .2000).357/2010) II . observado o disposto no § 35. ou as mercadorias que tenham entrado no estabelecimento. conforme Anexo 4. 19. a matéria-prima e a mão-de-obra direta.investimento e os casos que forem definidos em portaria do Secretário da Fazenda. for integrada ao ativo fixo. 19. observado o disposto nos incisos XV e XXI e §§ 19 a 21. 45.quando as operações ou as prestações subseqüentes forem beneficiadas por isenção. 15. quando a mercadoria adquirida for de origem animal ou vegetal e represente. 24 e 40.294/2011).no período de 01 de outubro de 1990 a 15 de setembro de 1996. nas saídas para o exterior. (Dec.527/96) VI . (Dec. proporcional à redução. 23.09.2000): (Dec. do art. 19. nº 12.quando a mercadoria adquirida: a) até 31 de outubro de 1996. quando se tratar de estabelecimento industrial que se utilizar da base de cálculo reduzida em 83% (oitenta e três por cento) para os produtos arrolados na posição 7218 da NBM/SH. nesta hipótese.quando o mencionado crédito for relativo a bens do ativo permanente adquiridos no período de 01 de novembro de 1996 a 31 de julho de 2000 e alienados antes de decorrido o prazo de 5 (cinco) anos. nº 11. comodato ou arrendamento mercantil a terceiros (Leis nº 11.739/99. desde que o produto final seja destinado à exportação para o exterior ou nas hipóteses previstas no art. sendo o estorno. presumindo-se nestas condições. ressalvados os casos previstos na legislação tributária em vigor.atualizado até 30 junho 2011 .527/96) b) for utilizada para uso ou consumo do próprio estabelecimento.527/96) III . (Dec. nº 13. 35. se bens do ativo permanente forem utilizados para produção de mercadorias cuja saída resulte de operações ou prestações Decreto nº 14.876/91 DECRETO 14.110/2006 e nº 14.527/96) VIII . 19.527/96) IV . hipótese em que o estorno será de 20% (vinte por cento) por ano ou fração que faltar para completar o qüinqüênio (NR Lei nº 11. os veículos de transporte pessoal. (Dec.180/2001) (17) I .408/96.I . o estorno será proporcional à saída ou à prestação não tributada.154/91) VII . (Dec.846.180/2001) (17) § 1º Quando uma mercadoria adquirida ou um serviço recebido resultar em saída tributada e não tributada pelo imposto. furto ou extravio. até 31 de dezembro de 1997 e no período de 1º de janeiro de 1998 a 31 de dezembro de 2019.a partir de 18 de julho de 1991. 3º. hipótese em que o estorno será feito no valor correspondente à diferença constatada. (Dec. for objeto de roubo. ou para locação. além de outras hipóteses. LXVIII e LXIX. vierem a ser utilizados em fim alheio à atividade do estabelecimento. 23. tornar-se imprestável para qualquer finalidade da qual resulte fato gerador do imposto. contados da data de sua aquisição. não-incidência ou qualquer outra forma de exoneração tributária. salvo prova em contrário. mais de 50% (cinqüenta por cento) do custo da produção industrial. observando-se. do art. ressalvados os casos previstos na legislação em vigor. de 22.

527/96) III . o saldo remanescente do crédito será cancelado. 19. (Dec. “pro rata die”. o imposto a estornar será calculado sobre o preço de aquisição ou prestação mais recente.527/96) § 2º Havendo mais de uma aquisição ou prestação e sendo impossível determinar a qual delas corresponde a mercadoria ou o serviço.876/91 .o montante que resultar da aplicação do disposto nos incisos I e II será lançado no livro próprio como estorno de crédito. (Dec.527/96) IV . § 24. 19. § 24. 19. 28. 19. caso o período de apuração seja superior ou inferior a um mês. mediante a aplicação da alíquota vigente para a respectiva operação.atualizado até 30 junho 2011 . 28. as saídas e prestações com destino ao exterior equiparam-se às tributadas.isentas ou não-tributadas ou beneficiadas com redução de alíquota ou de base de cálculo.ao fim do quinto ano contado da data do lançamento a que se refere o art. haverá estorno dos créditos escriturados. o montante do estorno previsto no inciso anterior será o que se obtiver multiplicando-se o respectivo crédito original pelo fator igual a um sessenta avos da relação entre a soma das saídas e prestações isentas e nãotributadas e o total das saídas e prestações no mesmo período.527/96) a) para efeito do disposto neste inciso. de modo a não mais ocasionar estornos. conforme o art. 19. 19.876/91 DECRETO 14.em cada período de apuração do imposto. (Dec. (Dec.527/96) b) o quociente de um sessenta avos será proporcionalmente aumentado ou diminuído.527/96) II . observando-se: (Dec. (Dec. Decreto nº 14.

"a". b) café descafeinado. será exigido o estorno a que se refere o inciso IV do "caput". resultar acúmulo de crédito do imposto. correspondente aos seguintes percentuais sobre o valor do imposto incidente sobre a matéria-prima empregada na sua fabricação: a) farinha de peixe. 9º. nas hipóteses previstas nas alíneas "a" e "b" do inciso I do "caput". incidente na aquisição dos insumos. poderá o contribuinte efetuar o estorno dos créditos fiscais ou o pagamento do ICMS diferido.na saída isenta de óleo de soja para os estabelecimentos a que se refere o art. "a" e "d". considerado este como o preço da mercadoria inclusive o respectivo imposto. observado o disposto no § 34. de carne.na saída para o exterior de milho degerminado. portaria do Secretário da Fazenda poderá dispor sobre definição de parâmetros e percentuais para determinação do imposto a ser estornado ou a ser pago. farelo e torta de amendoim. conforme a hipótese. café solúvel. § 5º O disposto no inciso II do "caput" não se aplica quando as operações ou prestações subseqüentes constituírem hipótese de suspensão ou diferimento do imposto. § 6º O estorno de que trata o inciso II do "caput" aplica-se inclusive na hipótese de o contribuinte utilizar-se de crédito presumido ou outra forma de crédito prevista na legislação tributária. de ostra. em decorrência da aplicação do disposto no art. sucos de laranja. XLIII. de trigo e de babaçu: 50% (cinqüenta por cento). tomar-se-ão tantas aquisições quantas bastarem para assegurar a totalidade da mercadoria cuja saída tenha determinado o estorno. I.876/91 . para efeito do inciso III do "caput". § 11. § 4º Caso o contribuinte não disponha de controles que possibilitem adoção dos critérios indicados nos §§ 2º e 3º. abacaxi e tangerina. Para fim do disposto no § 9º. § 9º Na hipótese de estorno ou de pagamento do imposto diferido. a saída de mercadoria por preço inferior ao custo. será de valor correspondente àquele constante da Nota Fiscal de aquisição. deverá o estabelecimento gráfico proceder ao estorno do crédito fiscal relativo aos insumos neles utilizados. quando houver diferimento ou suspensão do imposto. § 10. os dois últimos a partir de 01 de janeiro de 1988: 100% (cem por cento).atualizado até 30 junho 2011 . no percentual previsto para o estorno no inciso I. Na hipótese de. milho degerminado. O imposto a estornar.na saída para o exterior dos produtos abaixo relacionados. o valor do estorno será proporcional à redução da base de cálculo. II .§ 3º Na hipótese do parágrafo anterior. considerando-se da mais recente para a mais antiga. § 13. será exigido o pagamento do imposto. será exigido o respectivo estorno. maracujá. quando a quantidade de mercadoria relativa à aquisição mais recente for inferior à quantidade de mercadoria objeto do imposto a ser estornado. XXVI. e no § 14. na proporção de 8% (oito por cento) do Decreto nº 14. o sujeito passivo deverá efetuar o estorno do imposto tomando por pagamento a última entrada. § 7º Na hipótese do inciso III do "caput". 9º.876/91 DECRETO 14. § 12. óleo de soja. de osso e de sangue. LXVIII. o estorno ou o pagamento do imposto diferido poderá ser efetuado observando-se: I . III . Na saída de impressos personalizados na forma do art. § 8º Entende-se como redução de base de cálculo. de algodão. 14. de milho.

V .farelo e torta de babaçu: 6% (seis por cento). de algodão. no período de 16 de julho de 1992 a 31 de dezembro de 1993 (Convênios ICMS 57/92 e 145/92). em substituição ao disposto no § 13. poderá corresponder ao valor integral do imposto que tenha incidido na aquisição da matéria-prima utilizada na obtenção do produto exportado. (Dec. "b". para os produtos adiante discriminados: I .em importância equivalente à aplicação de: (Dec. § 15. (Dec.1% (onze vírgula um por cento). I. Para efeito do disposto no § 13. Como alternativa de cálculo do estorno de que trata o inciso I do parágrafo anterior. relativamente ao café solúvel. § 17.farelo e torta de soja: 11. Relativamente ao café solúvel.milho degerminado: 6% (seis por cento). constante da guia de exportação. o contribuinte poderá efetuar o estorno de acordo com as seguintes normas: (Dec. no período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 1993 (Convênio ICMS 145/92). essências e concentrados de café: (Dec.417/93) a) 9% (nove por cento) sobre o preço mínimo do registro. IV .o estorno dos créditos. "b". (Dec. No que se refere a café solúvel.relativamente a extratos. O percentual de que trata o § 9º deverá corresponder à relação existente entre o imposto a ser estornado ou a ser pago e o respectivo valor tomado como parâmetro para aplicação do respectivo percentual.farelo e torta de amendoim.valor FOB apurado com base na média das cotações da penúltima semana à taxa de câmbio vigente na data da emissão da Nota Fiscal. poderá o contribuinte aplicar os seguintes percentuais sobre o valor FOB. (Dec. o valor do custo de produção industrial pertinente aos gastos feitos para industrializar a matéria . 16. II . 16. 16.762/93) b) 9% (nove por cento) do valor FOB de exportação. maracujá.762/93) c) 9% (nove por cento) sobre o valor FOB de exportação. a partir de 01 de janeiro de 1994 (Convênio ICMS 145/ 92).prima. 16. 16.876/91 .762/93) a) 7% (sete por cento) sobre o valor FOB de exportação. será considerado. VI . tangerina ou abacaxi: 8.óleo de soja: 8% (oito por cento). no período de 01 de março de 1989 a 31 de dezembro de 1990.876/91 DECRETO 14.762/93) § 16. quanto à matéria-prima oriunda desta ou de outra Unidade da Federação.suco de laranja.762/93) I . "b". 16.417/93) (Dec. Decreto nº 14.762/93) II . b) 7% (sete por cento) sobre o valor FOB de exportação. III . respectivamente.atualizado até 30 junho 2011 . I. nas exportações de café solúvel. a partir de 01 de janeiro de 1994 (Convênio ICMS 145/92). para efeito do disposto no § 13.762/93) III . quando não for conhecido o valor exato da matéria-prima. § 14. ainda.5% (oito vírgula cinco por cento) ou 6% (seis por cento). de milho e de trigo: 5% (cinco por cento). § 18. óleo de soja e milho degerminado. 16. até 15 de julho de 1992. será considerado o valor médio das aquisições mais recentes em quantidades suficientes para produzir o volume exportado no período. 16. (Dec. 16. I.

47.atualizado até 30 junho 2011 . § 26. § 20. § 33. VII. observado o disposto no art. A partir de 01 de janeiro de 1991. § 3º. utilizado na fabricação de um produto.geral. o valor de custo da produção industrial. quando solicitado. comercialização ou industrialização. § 22. § 24. I. será rateada entre as mercadorias. será adotado. a mão-de-obra direta. 7º. efetuando-se a conversão. § 25. Para efeito do disposto no art. componente do custo industrial. na proporção da respectiva participação na fabricação do produto final. será este convertido em moeda nacional. O estorno parcial ou integral de crédito ou o pagamento parcial ou integral do imposto diferido poderá ser efetuado nos termos determinados em lei complementar ou convênio homologado conforme dispuser legislação específica.apresentar ao Fisco. observados os limites fixados pelo Senado Federal. § 29. § 27. composto este apenas dos elementos primários e matéria-prima básica e a mão-de-obra direta. até os limites tecnicamente aceitos para a respectiva atividade. § 21. antes da data do embarque. O disposto no inciso IV do "caput" aplica-se à hipótese prevista no inciso LXXVI do art. Decreto nº 14. 7º. o contribuinte poderá também. II . 34. § 30. O disposto no inciso II do "caput" não se aplica à remessa de mercadoria para depósito fechado ou armazém .876/91 DECRETO 14. "in natura" ou não. conforme o caso. quando houver opção para cálculo sobre o valor FOB da exportação. § 28. "a". entende-se como matéria-prima qualquer bem. antecipar o estorno ou pagamento previstos no parágrafo anterior. 47. I. não se entende como perda ou perecimento a quebra de peso ou de quantidade inerente ao processo de produção. à taxa cambial vigente na data do embarque da mercadoria para o exterior. "b". "c". maracujá. abacaxi e tangerina. na hipótese do inciso IV do "caput". de acordo com a correspondente sistemática de apuração da não-cumulatividade do imposto. for utilizada mais de uma mercadoria de origem animal ou vegetal. e do art. IV. para esse efeito. observado o disposto no art. Não se exigirá a anulação do crédito relativo às entradas que corresponderem às operações de que trata o art. Não se exigirá a anulação do crédito por ocasião das saídas para o exterior dos produtos industrializados constantes de lista a ser definida em convênio homologado conforme dispuser legislação específica. I. o estorno de que trata o inciso IV do "caput" será integral. a parte interessada deverá: I . 34. prevalecerão estas últimas. 9º. até 30 de junho de 1990. Quando houver fechamento antecipado do contrato de câmbio. "a". § 3º. apresentando laudo técnico relativo às perdas inerentes ao processo. I. comprovação legal que autorize o percentual e as hipóteses aplicáveis ao evento. relativamente ao suco de laranja. Para fim do disposto no parágrafo anterior.876/91 . 14 e 15 e as regras do art. § 32. 690. § 31.requerer a adoção do procedimento à Secretaria da Fazenda. § 23. Para efeito do estorno de que trata o § 13. O estorno deverá ser procedido. a partir de 01 de janeiro de 1988.§ 19. pela taxa cambial vigente na data do efetivo pagamento ou da realização do estorno. Nas saídas de produtos industrializados para o exterior em que incida a regra do estorno de crédito ou o pagamento do imposto diferido ou suspenso incidente sobre as matériasprimas utilizadas na fabricação das mercadorias exportadas. Havendo simultaneidade de incidência entre as regras indicadas no inciso IV do "caput" e §§ 13. Quando. quando situados dentro do Estado. Para fim do disposto no art.

357/2010) I – a partir de 1º de junho de 2010. Art. 35. “b”.876/91 .até 31 de agosto de 1989. 35.8%. Decreto nº 14. observado o disposto no inciso I. e nas saídas tributadas de suínos. § 4º Aplica-se ao crédito presumido. de tal forma que o valor do imposto a pagar não seja inferior a: a) operações internas: 11. Barreiros. 35. à mercadoria que tenha sido destruída em decorrência de incêndio. Quando o estorno for efetuado fora do período fiscal de competência. nas entradas de suínos para abate. II . Palmares. Primavera.02900401 com isenção ou nãoincidência do imposto. produtos classificados nos códigos 17. 35. a concessão de crédito presumido importa: I . São Benedito do Sul e Vitória de Santo Antão. (Dec. Maraial.na proibição de utilização com idêntico benefício já concedido em operações anteriores. b) operações interestaduais: 7. III . concedido na forma desta Seção. 35.na absorção de parte ou da totalidade de outros créditos fiscais.357/2010) SEÇÃO IV Do Crédito Presumido Art. independentemente do domicílio fiscal do contribuinte.03100100. O disposto no inciso I.03109999 e 17. Fica concedido crédito presumido: (Dec. o disposto nos arts.876/91 DECRETO 14. desde que: (Dec. (Dec. na hipótese de os eventos ali mencionados serem decorrentes das fortes chuvas que assolaram este Estado no mês de junho de 2010.255/2007) I . do caput não se aplica: (Dec. aplicando-se as normas de vedação de sua utilização ou de estorno. 30. conforme o caso. 17. Corpo de Bombeiros ou Coordenadoria de Defesa Civil de Pernambuco – CODECIPE. Será concedido crédito presumido do imposto.05%. 36. Jaqueira.na observância das exigências e instruções específicas estabelecidas para beneficiário do crédito presumido.357/2010) II – a partir de 1º de maio de 2010. II . “c”. (Dec.357/2010) a) o estabelecimento adquirente da mercadoria existente em estoque na data da ocorrência do evento esteja situado nos Municípios de Água Preta. § 2º O crédito presumido poderá ser outorgado em complementação a outro crédito já utilizado. conforme a hipótese. 35. relativamente às operações ou às prestações nos valores e formas indicados em convênio homologado conforme dispuser legislação específica. Barra de Guabiraba. Catende.357/2010) b) seja comprovada a ocorrência dos eventos mediante laudo pericial fornecido pela Polícia Civil. Correntes. § 1º Salvo disposição expressa em contrário.ao estabelecimento comercial que tenha adquirido.atualizado até 30 junho 2011 . § 3º A inobservância das condições exigidas pela legislação tributária constituirá hipótese de perda do direito do correspondente crédito presumido. Cortês.§ 34. § 35. para fim de exportação. 32 e 34. o respectivo valor ficará sujeito aos acréscimos legais cabíveis. em estabelecimento de contribuinte.

de 01 de outubro de 1996 a 31 de março de 2000. 9º. até 31 de dezembro de 1997: (Dec.364/98 .no período de 17 de outubro de 1991 a 31 de dezembro de 1993 (Convênio ICMS 148/92). nos termos de portaria do Secretário da Fazenda. 18.2003) 3. o percentual correspondente aos produtos relacionados no item 1: 12.III . 19. 19.04. 25. (Dec.325/2003-EFEITOS A PARTIR DE 01.2% (Dec. no valor de 20% ( vinte por cento) do imposto pago na operação.326/95) VI .876/91 .04.325/2003EFEITOS A PARTIR DE 01.393/96) Bobinas e chapas finas a quente e 12.5% (Dec. (Dec. em estoque. durante 12 (doze) meses. 148/92 e 151/94). em 31 de julho de 1991.2% (Dec. desde que. do confronto ali mencionado.EFEITOS A PARTIR DE 01. considerando: (Dec.0% (Dec.393/96) 2.393/96) 8. para fruição do benefício. Tiras de bobinas a quente e a frio.no período de 01 de outubro de 1991 a 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de janeiro de 1995. 9º.393/96) Bobinas de aço inoxidável a quente e a 12.251/91) V . XXIV e XXV do art. que o estabelecimento beneficiário esteja credenciado. em montante igual a 50% (cinqüenta por cento) do valor do imposto incidente na mencionada operação de saída (Convênios ICMS 59/91. em favor do estabelecimento industrial adquirente. “b”. mantidos os demais créditos e observado o disposto nos §§ 11 e 13: (Dec.325/2003-EFEITOS A PARTIR DE 01.ao estabelecimento industrial adquirente.393/96) frio. 34.445/93) VII .5% (Dec. 14. 19.01.atualizado até 30 junho 2011 .325/2003-EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.ao contribuinte que. 15. possuía. 25. equipamentos e implementos agrícolas e industriais adquiridos com a isenção prevista nos incisos XXIII. promovida por estabelecimento que a tenha recebido diretamente do autor. 15. 19. de 01 de abril de 2000 a 31 de março de 2003 e a partir de 01 de abril de 2003. na saída de obra de arte. 20.2% (doze vírgula dois por cento).393/96) chapas grossas.2003) Decreto nº 14. 25.2% (Dec. no valor resultante da aplicação dos percentuais a seguir indicados sobre o valor da operação de entrada dos seguintes produtos. observadas as condições e forma estabelecidas em portaria do Secretário da Fazenda. tratores. hipótese em que o benefício será de igual valor àquele correspondente à diferença apurada.2003) 1.04. máquinas.04. resulte diferença a menor. 19.2% (Dec. 12. no período de 01 de janeiro de 1998 a 31 de março de 2003.2003) a) nos períodos de 26 de julho a 31 de dezembro de 1994 (Convênio ICMS 67/94). exigindo-se.876/91 DECRETO 14. XXXI. 16.393/96) 6. com a isenção prevista no art. 12.a partir de 18 de julho de 1991. a partir de 01 de abril de 2003. (Dec. 25. (Dec. 19. os produtos elencados no item 1. nas operações de que trata o inciso XXXIX do art. Bobinas e chapas finas a frio. Tiras de aço inoxidável a quente e a frio. (Dec. PERCENTUAL 6.98) POSIÇÃO NA NBM/SH 7210 7212 7209 7208 7211 7219 7220 PRODUTO Bobinas e chapas zincadas.154/91) IV . Tiras de chapas zincadas. com os percentuais ali estabelecidos. 19. nas operações referidas no inciso VI do art. divididos em parcelas iguais.

21. observada a respectiva classificação NBM/SH.245/98) 1.2% VIII .ao contribuinte adquirente de Equipamento Emissor de Cupom Fiscal – ECF e dos respectivos acessórios. nos seguintes percentuais: (Dec. e empregados exclusivamente no processo de fabricação dos mencionados produtos pelo industrial. em cada período fiscal. quando se tratar do primeiro equipamento adquirido ou. 21.876/91 DECRETO 14. nos casos de arrendamento mercantil ("leasing"). mediante entrega do mesmo à SEFAZ.245/98) 3. 21.00 (trezentos e sessenta mil reais). 21. 21. não considerados os acréscimos moratórios e desde que a empresa arrendadora tenha adquirido o equipamento de contribuinte regularmente estabelecido neste Estado. 21. (Dec. vedada a utilização de quaisquer outros créditos. não considerados os acréscimos moratórios e desde que a empresa arrendadora tenha adquirido o equipamento de contribuinte regularmente estabelecido neste Estado. quando se tratar de substituição de equipamento diverso de ECF. bem como de polpa de fruta e outros produtos. produtos derivados do tomate e conservas vegetais. (Dec.00 (trezentos e sessenta mil reais). 21. sobre o valor do ICMS relativo aos insumos e embalagens.245/98) 1. para contribuintes cuja receita bruta apurada no ano imediatamente anterior ao do referido benefício tenha ultrapassado R$ 360.245/98) c) no período de 01 de setembro a 31 de dezembro de 1998: (Dec. 21.245/98) 2.25. adquiridos dentro do Estado. independentemente da receita bruta anual.ao estabelecimento industrial.245/98) 1. obedecidos os limites e as condições estabelecidos no § 12. observando-se: (Dec. 21.2. para contribuintes inscritos no regime normal. que estejam relacionados no Anexo 23. para contribuintes inscritos no regime microempresa. e a 30% (trinta por cento).906/94) POSIÇÃO NA NBM/SH 7207 PRODUTO Produto de aço não ligado PERCENTUAL 12.000.3.245/98) 2. (Dec. até 50% (cinqüenta por cento) do respectivo valor de aquisição.245/98) 1. 50% (cinqüenta por cento) do valor de cada parcela do contrato do equipamento a ser utilizado. (Dec. paga mensalmente.1.245/98) 1. (Dec.245/98) IX . cuja receita bruta apurada no ano imediatamente anterior ao do referido benefício não tenha ultrapassado o valor de R$ 360. 21. 21. não sendo o primeiro. no período de 01 de setembro de 1996 a 31 de agosto de 1997. 17. na saída que promover de doces. até 100% (cem por cento) do respectivo valor de aquisição: (Dec. (Dec. nos casos de arrendamento mercantil ("leasing") : 50% (cinqüenta por cento) do valor de cada parcela do contrato do equipamento a ser utilizado. quando o adquirente entregue à Secretaria da Fazenda o equipamento diverso de ECF que esteja sendo utilizado antes da mencionada aquisição. no valor correspondente a 40% (quarenta por cento). nos períodos de 01 de setembro de 1997 a 31 de março de 2000 e de 01 de abril de 2000 a 31 de março de 2003.303/2003) Decreto nº 14.atualizado até 30 junho 2011 .245/98) b) no período de 01 de novembro de 1996 a 31 de dezembro de 1997: (Dec.245/98) a) no período de 01 de outubro de 1996 a 31 de dezembro de 1997: 50% (cinqüenta por cento) do valor da aquisição. (Dec.000. (Dec.b) a partir de 01 de outubro até 31 de dezembro de 1994: (Dec. paga mensalmente.876/91 . 100% (cem por cento) do valor da aquisição. 21.

19. (Dec.ao estabelecimento industrial. nos períodos de 01 de setembro de 1996 a 31 de março de 2000 e de 01 de abril de 2000 a 31 de março de 2003.303/2003) XI . 25% (vinte e cinco por cento).405/96) c) perderá o direito ao estímulo a empresa que não regularizar o pagamento do crédito tributário definitivamente constituído na esfera administrativa. em substituição àquela prevista no art. desde que respeitado o limite previsto na alínea "a".199/2000) d) ficam convalidadas as prestações de serviço de transporte realizadas por transportador autônomo.556/99) (Dec. (Dec.303/2003) X . bem como.09.932/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29. em montante correspondente a 30% (trinta por cento) do valor do ICMS relativo à respectiva saída. não devendo ser utilizado cumulativamente: 21.188/2003) a) a sistemática de uso do crédito presumido. 05/99 e 59/99): (Dec.RUDFTO de cada estabelecimento. inclusive quanto a parcelamento de débito. (Dec. (Dec. 26. ao transportador autônomo. 25. desde que a mencionada polpa circule acondicionada em embalagem superior a 20 Kg (vinte quilogramas). além do disposto no § 15 (Convênios ICMS 106/96. (Dec.a) o crédito referido neste inciso não poderá ser superior a 60% (sessenta por cento) do imposto apurado no respectivo período fiscal. ficando vedado o transporte da parcela excedente para período fiscal subseqüente. o estabelecimento beneficiário deverá estar em dia com as suas obrigações tributárias estaduais.03. 22. 51. (Dec. 23. 95/99 e 85/2003): (Dec.relativamente às seguintes hipóteses. vedada a utilização de quaisquer outros. (Dec. 26. a) no período de 01. 19. a partir de 29 de setembro de 2003. nas operações interestaduais. (Dec. no percentual de 20% (vinte por cento) do valor do imposto devido na prestação.405/96) b) para gozo do incentivo previsto neste inciso. opcionalmente. vedada a utilização de quaisquer outros créditos. 24. nos seguintes percentuais (Convênios ICMS 95/96.952/97) Decreto nº 14. nas condições previstas neste inciso. 23/98. (Dec.952/97) 2. 121/97. observandose.06. nas operações internas. 19. calculado sobre o imposto incidente na respectiva saída de vinhos. 19. (Dec. 19.188/2003) XII . será adotada. 19. aos estabelecimentos prestadores de serviço de transporte. 30% (trinta por cento). 19. antes da apropriação da parcela do incentivo. (Dec.876/91 .2000.a partir de 01 de janeiro de 1997. 25. engarrafados em vasilhames com capacidade igual ou inferior a 5 (cinco) litros.atualizado até 30 junho 2011 .841/97) b) este benefício não se aplica às empresas prestadoras de serviços de transporte aéreo e rodoviário intermunicipal de passageiros. no período de 01 de janeiro de 1997 a 28 de setembro de 2003. (Dec.876/91 DECRETO 14. devendo ser consignada no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências . no ato da efetivação do gozo do benefício.2003) e) a partir de 03 de novembro de 2003. o prestador de serviço não obrigado à inscrição cadastral ou à escrituração fiscal apropriar-se-á do crédito previsto no "caput" no respectivo documento de arrecadação (Convênio ICMS 85/2003).97 a 30.25. a opção a que se refere a alínea "a" alcançará todos os estabelecimentos do contribuinte localizados no território nacional.841/97) c) a partir de 01 de janeiro de 2000.405/96) d) fica convalidada a utilização de outros créditos. observado o disposto nos incisos XI e XXV do “caput” do art.720/2001) 1. observadas as normas previstas nas alíneas "a" a "d" do inciso anterior. às indústrias vinícolas. na saída de polpa de tomate que promover.

21. lanchonetes.11.2004) 1. se uva vinífera.ANP.98) b) a partir de 01 de novembro de 1998: 60% (sessenta por cento).882/98) a) à distribuidora de combustíveis. vedada a utilização de quaisquer outros créditos. às indústrias vinícolas e às produtoras de derivados de uva e vinho. observado o disposto no § 14: (Dec. ressalvado o previsto na alínea anterior. no valor correspondente aos seguintes percentuais do imposto a ser recolhido. 20. interna. PARTIR DE 01.98) (Dec. 19.314/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 21.1306 (mil e trezentos e seis décimos de milésimos de real) por litro de álcool etílico hidratado combustível (Convênio ICMS 02/97). (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . no valor resultante da aplicação do percentual de 1% (um por cento) sobre o valor da mencionada operação. se uva americana e híbrida.02.040/98 – EFEITOS A XVI . calculado por tonelada de uva industrializada (Convênios ICMS 50/97.876/91 DECRETO 14. 23. no valor de 25 (vinte e cinco) UFIRs. boates. 19. nos seguintes valores resultantes da aplicação da alíquota cabível para as operações internas sobre o valor de aquisição da mencionada mercadoria. cafés.876/91 . (Dec. 20. 21. (Dec. 90/99.952/97) XIII .979/97) d) REVOGADO.02.952/97) 2.99) XIV – no período de 01 de setembro de 1997 até 31 de julho de 2001. 21. 21.677/98) XVII .882/98) 1.314/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. no valor de 15 (quinze) UFIRs. 21. pela referida distribuidora. bares. 19. ao estabelecimento industrial. (Dec.a partir de 01 de junho de 1998.08. na saída interestadual que promover de leite "in natura" ou pasteurizado.99) b) REVOGADO. (Dec.b) no período de 16 de junho de 1997 a 31 de dezembro de 2004.99) c) ao estabelecimento fabricante do açúcar. nas saídas tributadas do produto. 05/99.040/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.314/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 121/97. (Dec. de 01 de julho de 2000 a 31 de março de 2003 e de 01 de abril de 2003 a 31 de dezembro de 2004.98) a) no período de 01 de maio de 1998 a 31 de outubro de 1998: 50% (cinqüenta por cento). ao Decreto nº 14. exceto quando o destinatário for outro estabelecimento de distribuidora: (Dec. 58/2004 e 95/2004): (Dec. (Dec.nos períodos de 01 de junho de 1998 a 30 de junho de 2000.265/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. hotéis e estabelecimentos similares. no período de 01 de agosto de 1997 a 31 de julho de 1998. R$ 0. (Dec. 20. 69/2003. 20. (Dec. promovida pelo mencionado fabricante. bebidas e outras mercadorias em restaurantes. 27.11.11.040/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.relativamente ao álcool etílico hidratado combustível: (Dec. correspondente ao montante de 6% (seis por cento) do valor da aquisição realizada neste Estado do leite utilizado na respectiva industrialização. ao produtor de canade-açúcar.02.882/98) 2.247/2001) XV . vedada a utilização de quaisquer outros créditos relativos às entradas tributadas (Convênios ICMS 22/97 e 84/00). no valor correspondente ao resultado da aplicação do percentual de 4% (quatro por cento) sobre o valor da saída do produto. relativamente às saídas internas e interestaduais do produto por ela promovidas. que exercer atividade de fornecimento de alimentação. 51/2001. interestadual ou para o exterior.ao estabelecimento sujeito ao regime normal de apuração do ICMS. (Dec. 23/98. 10/2001. como tal definida e autorizada pela Agência Nacional de Petróleo . REVOGADO. em substituição ao sistema normal de apuração do imposto e por opção do contribuinte.

21.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8716. 20. produzidos artesanalmente: (Dec.90.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8716. quando se tratar de saídas interestaduais.00 DE 01.00 DE 01.05.05.00 DE 01. 21.06. exclusivamente. a estabelecimento comercial.05. nas saídas interestaduais que promoverem. nas respectivas aquisições realizadas nos termos do art.05.98) (Dec.00 DE 01.80.a partir de 01 de maio de 1998.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8436.290/2004) a) 16.734/98) XIX – nas seguintes operações realizadas com queijo de coalho e queijo de manteiga.00 DE 01. 35.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8707.90 DE 01.121/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. nas prestações internas de serviço de transporte aéreo.05.39.887/2010) XX . (Dec.estabelecimento produtor que promova.05. opcionalmente.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8716. 21. em substituição ao sistema normal de apuração de que trata o art. (Dec.98) b) 11. nos seguintes percentuais sobre o valor da operação: (Dec.05. saídas de camarão de sua produção. ao produtor ou cooperativa de produtores.40.00 DE 01.98) PRODUTOS Carroça B – 1 Carroça B – 2 Carroça B – 3 Carroça para transporte de máquinas Carroceira canavieira Feller buncher de motosserra Implanor Bell Feller buncher de tesoura Implanor Bell Reboque autodescarregável Reboque eixo pêndulo duplo Reboque modelo Julieta com 02 eixos Reboque plantadeira de cana Implanor NBM/SH 8716. quando se tratar de saídas internas.121/98 – EFEITOS A PARTIR Decreto nº 14. 21. vedada a utilização de quaisquer outros créditos fiscais.98) (Dec.705/98 .876/91 DECRETO 14.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8716.887/2010) a) a partir de 25 de julho de 1997.98) (Dec.39. 9º.98) (Dec.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8436.887/2010) b) a partir de 1º de dezembro de 2010.05.98) (Dec.39.00 DE 01.985/1999). 21.705/98 .84%.98) (Dec. 21. 21.84%.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8716. 21.80. 35.98) (Dec. em valor igual ao do ICMS dispensado.876/91 .00 DE 01.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8716. no valor equivalente a 100% (cem por cento) do imposto devido.05.20.05.39.00 DE 01.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8716. (Dec.98) (Dec.a partir de 01 de janeiro de 1998.98) (Dec. dos seguintes equipamentos para mecanização canavieira e florestal: (Dec.98) (Dec. 35.atualizado até 30 junho 2011 .EFEITOS A PARTIR DE 01. em valor igual ao do ICMS incidente na referida operação (Lei nº 11.39. CLV.00 DE 01. benefício a ser utilizado.EFEITOS A PARTIR DE XVIII .98) (Dec. 01. 21.39. 51 (Convênio ICMS 120/96). 21. 21.27.464/1997 e Decreto nº 21.05.05.06. 20. 20. em importância correspondente a 4% (quatro por cento) do valor da prestação. (Dec. 21.98) (Dec. na saída dos respectivos estabelecimentos fabricantes.

relativamente às saídas do estabelecimento que atenda às condições previstas no art. 21. exclusive Espírito Santo.979/99) b) no período de 31 de dezembro de 1999 a 31 de outubro de 2006: 8. (Dec.98) (Dec.876/91 .121/98 – EFEITOS A PARTIR XXI . 21. exerça a atividade de promover saídas de alimentação. (Dec.90 DE 01.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8427. no montante de 7% (sete por cento) do valor destas saídas. pela mencionada empresa de refeições coletivas.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8436.121/98 – EFEITOS A PARTIR Supercarregadeira SC-600 Implanor Bell Supercarregadeira SC-800 Implanor Bell Supercarregador florestal 1. em importância correspondente a: (Dec.255/2007) b) no período de 01 de setembro de 2001 a 31 de janeiro de 2007.05.na saída de óleo de soja refinado e de gordura vegetal de soja. (Dec.90 DE 01. no percentual de 40% (quarenta por cento) do imposto a ser recolhido. como tal considerada aquela que.Supercarregadeira Implanor Bell de cana SC-1500 8427.964/2006) XXII – a partir de 01 de julho de 1999. parboilizado ou integral. sem prejuízo do disposto no inciso LII do art. a suspensão do benefício prevista no Decreto nº 25. à empresa de refeições coletivas.05.743/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.99) a) nas operações interestaduais.85% (oito vírgula oitenta e cinco por cento) do valor da operação. 21.90 DE 01.98) (Dec.98) (Dec. 21. classificados nas posições NBM/SH 1507.10.7% (oito vírgula sete por cento) do valor da operação.935.20.20. 21. 21.07.99) XXIII .830/99 EFEITOS A PARTIR DE 01.255/2007) Decreto nº 14. quando promovida por estabelecimento industrial.830/99 EFEITOS A PARTIR DE 01. na hipótese de ser a saída interna.10 e 1516. LIII: (Dec.90 DE 01. 30.504/2001) a) no período de 01 de dezembro de 1999 a 31 de janeiro de 2007.05. 14.05. 14.00. 21.20 Implanor Bell Tanque térmico sementes para tratamento de 8427. 21.05. em cada período fiscal.atualizado até 30 junho 2011 .07. (Dec. 21.979/99) a) no período de 01 de julho a 30 de dezembro de 1999: 8. no montante de 5% (cinco por cento) do valor relativo às aquisições efetuadas nos Estados das Regiões Sul e Sudeste.20. destinadas a fornecimento exclusivo aos funcionários desta.99) b) nas operações internas. 30.99) XXIV – na saída de arroz beneficiado branco.98) (Dec.80.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8427. 29. 21.07. no montante correspondente a 10% (dez por cento) do valor da operação.20. 21.00 DE 01. para outra empresa. de 29 de setembro de 2003.98) (Dec. na hipótese de ser a saída interestadual. no montante correspondente a 3% (três por cento) do valor da operação. quando promovida pelo respectivo estabelecimento industrial. observada. 23.20 Implanor Bell Supercarregador Florestal 2. inclusive bebidas. 21.876/91 DECRETO 14.90. (Dec. (Dec. na proporção das referidas saídas.05. observado o disposto no §17: (Dec.98) (Dec.a partir de 01 de outubro de 1999. a partir de 30 de setembro de 2003.20. (Dec. sujeita ao regime normal de apuração do ICMS.830/99 EFEITOS A PARTIR DE 01.20.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8427.90 DE 01.

06. nas saídas internas de tomate.803/2002 – b) 11% (onze por cento) do valor da operação. apenas quando o destinatário for contribuinte do imposto. vedada a utilização de outros créditos.99) XXVI . vedada a utilização de quaisquer outros créditos e observado o disposto na alínea "c" do inciso LXXII do "caput" do art.05.982/99 – EFEITOS A PARTIR DE 31. nos termos previstos em portaria do Secretário da Fazenda. promovida pelo respectivo produtor ou cooperativa de produtores localizados em Pernambuco.876/91 DECRETO 14. a partir de 01 de maio de 2005.08.876/91 . nas saídas internas de carne de coelho e seus derivados.527/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 23.a partir de 31 de dezembro de 1999. gesso e seus derivados apenas quando o destinatário for contribuinte do imposto.03.2002. prestadora de serviço de informática ou estabelecimento comercial atacadista ou varejista.12.07.2002): (Dec.12.12. nos percentuais a seguir indicados sobre o valor da mencionada saída: (Dec.07.2002) 1.99) a) 10% (dez por cento). na saída interestadual. equivalente aos seguintes valores.03. ao estabelecimento industrial de massa alimentícia.803/2002 – XXX .982/99 – EFEITOS A PARTIR DE 31.06. 24. 27. PARTIR DE 31.2004) XXXI . EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) (Dec.12. 21. 24. localizado neste Estado.12.08.No período 01 de fevereiro de 2000 a 28 de fevereiro de 2001. que optar pela sistemática estabelecida no § 6º do art.782/2005) a) gipsita. no período de 01. quando promovidas por produtor rural ou cooperativa de produtores localizados neste Estado. nas saídas interestaduais que promover dos produtos a seguir relacionados.2005) XXVII . 24. localizados neste Estado. no percentual de 85% (oitenta e cinco por cento) do valor do imposto a ser recolhido. 9º (Lei nº 12. na saída interestadual de flores em estado natural. 24. 24. (Dec. no valor resultante da aplicação do percentual de 12% (doze por cento) sobre o montante das mencionadas Decreto nº 14.a partir de 01.782 de 06.a partir de 01. (Dec. 21.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) a) 16% (dezesseis por cento) do valor da operação.2002.atualizado até 30 junho 2011 .04.2002). ao estabelecimento produtor. (Dec. bolacha e bolo. de 28.2002) b) a partir 01 de agosto de 2002.99) b) 5% (cinco por cento).803/2002 – ERRATAS – DOE 13. inscrito no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco . promovida por empresa que desenvolva o referido programa.06.ao respectivo estabelecimento industrial. 13 (Lei nº 12.2002) (Dec.2000 a 31.237/2001) XXIX . vedada a utilização de quaisquer outros créditos e observado o disposto nas alíneas "a" a "c" do inciso CLXXVII do "caput" do art.967/99 –EFEITOS A PARTIR DE 31. em valor correspondente ao respectivo débito. EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) (Dec. 2. 475.a partir de 31 de dezembro de 1999. mantidos os demais créditos: (Dec.527/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. gesso e seus derivados: (Dec. 21. (Dec. 21. no período de 31. exigindo-se.982/99 – EFEITOS A XXVIII .99 a 31.07.527/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. que promova saída de café torrado.CACEPE sob o regime normal. no percentual de 5% (cinco por cento) sobre as mencionadas saídas.08. independentemente do destinatário.2002.234. biscoito. prévio credenciamento do estabelecimento industrial beneficiário.a partir de 01. 24.2002.2000.2004 e 16. equivalente a 9% (nove por cento) do valor da operação. para efeito de utilização do referido crédito presumido.07.241. (Decreto 27. na saída interna. quando se tratar de saídas interestaduais.99) (Dec. ao respectivo estabelecimento industrial. 24.XXV . de 26. quando se tratar de saídas internas. (Dec. na saída interna ou interestadual de programa de computador ("software") não personalizado.

no prazo e forma previstos na legislação em vigor. 25. (Dec. na modalidade "CIF". EFEITOS A PARTIR DE 29. (Dec.PRODEPE. anualmente. (Dec. vedada a utilização de quaisquer outros créditos fiscais (Lei nº 12. relacionados no Anexo Único da Lei nº 12.925/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29.2003) (Dec. abrangendo a soma dos valores recolhidos sob os códigos de receita relativos: (Dec. (Dec.2003) 1. nas saídas de veículos novos. tenha recolhido. gesso e seus derivados. relativamente à produção de pilhas tipo zinco-carvão.20. código NBM/SH 8506. 25.saídas.925/2003 – 1.2. EFEITOS A PARTIR DE 29. 25.09.05. a cada período de 12 (doze) meses de fruição.a partir de 29 de setembro de 2003.09.240. 25. 25. pelo Índice Geral de Preços . 25. ao estabelecimento industrial ou produtor de gipsita. 24.05.876/91 DECRETO 14.atualizado até 30 junho 2011 . ao ICMS incidente na importação de mercadorias do exterior. no mínimo.2002).2002) XXXIII . aquela adotada para o cálculo do imposto retido por substituição tributária. apenas relativamente ao respectivo período fiscal em que ocorrer o descumprimento. 25. a cada período fiscal. mantidos os demais créditos fiscais. 32. no percentual de 60% (sessenta por cento) do valor do imposto devido na prestação de serviço de transporte rodoviário interestadual de cargas. no valor resultante da aplicação do percentual de 12.2002) a) a utilização do benefício é opcional. independentemente do valor da mencionada operação.161/2008) Decreto nº 14.2003) a) a fruição do benefício previsto neste inciso fica condicionada a que o estabelecimento industrial: (Dec. 25.100/2003-EFEITOS A PARTIR DE 01. nesta hipótese.2003) (Dec. deve ser atualizado.09. montante correspondente ao valor do ICMS pago nos 12 (doze) meses anteriores a cada período de fruição. ficando condicionada à adoção.09.2003) XXXIV – a partir de 01 de julho de 2008.09.100/2003-EFEITOS A PARTIR DE 01.2003) 1.Disponibilidade Interna – IGP-DI da Fundação Getúlio Vargas. em cada período fiscal. promovidas por estabelecimento comercial varejista de automóveis localizado neste Estado. de 23 de abril de 2002.09. ao ICMS normal.25. observando-se: (Dec. observando-se: (Dec. (Dec. relativos ao Fundo Cresce Pernambuco – FUNCRESCE e ao Programa de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco .2003) 1. observadas as seguintes condições: (Dec. como base de cálculo do ICMS relativo à operação de saída.5% (quarenta e sete e meio por cento) incidente sobre o saldo devedor apurado por estabelecimento industrial.190. (Dec. tenha cumprido a obrigação tributária principal. 25.4% (doze vírgula quatro por cento) sobre o valor do ICMS retido por substituição tributária pelo contribuinte-substituto.06.925/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29.05. de 28. 1.25. no percentual de 47.25. (Dec.925/2003 – 2.4. correspondente a cada período fiscal.09.925/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29. à antecipação tributária do imposto de responsabilidade direta.925/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29.925/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29.2003) b) o valor do ICMS mínimo de que trata a alínea "a". implicando a não-fruição do benefício.925/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29.3.100/2003-EFEITOS A PARTIR DE 01.2003) 1. até 28 de fevereiro de 2003.10.09.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) XXXII – no período de 01 de maio a 31 de dezembro de 2002.1.09.925/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29. à parcela dos Municípios e ao saldo remanescente do Estado.876/91 .2002) b) a opção prevista na alínea anterior deverá ser formalizada mediante comunicação por escrito à Secretaria da Fazenda.

“a”.690/2010) XLI – a partir de 1º de novembro de 2010. (Dec. (Dec. 32.316/2008) b) 11% (onze por cento).719/2009) XXXVII . (Dec. na saída interestadual. 32.a) credenciamento do estabelecimento beneficiário.161/2008) c) não-utilização de quaisquer outros créditos relativamente à prestação de serviço de transporte rodoviário interestadual de cargas. 32. (Dec. (Dec. em montante equivalente ao valor do ICMS correspondente à operação de saída da mercadoria importada. 32. 33. no valor resultante da aplicação do percentual de 7% (sete por cento) sobre o montante das mencionadas saídas. 35. vedada a utilização de quaisquer outros créditos e observado o disposto no § 19.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. (Dec. (Dec. ao estabelecimento comercial atacadista que realizar operações com maçã ou pêra. de 21. do "caput". 35.161/2008) b) recolhimento do ICMS. classificada no código 3907. a partir de 01 de julho de 2009. (Dec. exclusivamente por meio da Internet ou de telemarketing.876/91 . nas saídas interestaduais com as máquinas pesadas relacionadas no Anexo 62. 35. (Dec. de tal forma que a carga tributária líquida seja equivalente ao resultado da aplicação do percentual de 2% (dois por cento) sobre o valor da operação.316/2008) XXXVI .a partir de 15 de setembro de 2008. a partir de 01 de julho de 2009.031/2010) XXXIX . LXXIV. limitado àquele constante de pauta fiscal.161/2008) d) sua utilização não poderá resultar em acúmulo de crédito. devendo a parcela não utilizada no respectivo período ser estornada. na importação das mercadorias relacionadas no Anexo 63. observado o disposto no § 20. no montante equivalente ao resultado da aplicação dos seguintes percentuais sobre o valor das operações respectivamente indicadas. 9º.nas saídas interestaduais de mel de abelha promovidas por produtor rural ou cooperativa de produtores. quando a mencionada operação for efetuada por estabelecimento comercial atacadista inscrito no regime normal de apuração e recolhimento do imposto. vedada a utilização de quaisquer outros créditos e observado o disposto no § 18 (Convênio ICM 44/75): (Dec. em valor correspondente ao montante do débito do imposto devido nas mencionadas saídas.876/91 DECRETO 14.60. observado o disposto no § 21.2009). condicionado o seu uso ao efetivo pagamento do imposto nos termos do art.PET. em montante equivalente ao resultado da aplicação do percentual de 8% (oito por cento) sobre o valor das saídas de coque e de nafta de petróleo promovidas por refinaria de petróleo.699/2010) XLII – no período de 1º maio de 2011 a 30 de junho de 2012. cujo faturamento seja preponderantemente relativo às referidas mercadorias.na saída isenta de que trata o inciso CCXVI. vedada a utilização do crédito relativo à aquisição da mercadoria objeto da referida operação.316/2008) a) 13 % (treze por cento). 32. ao estabelecimento comercial varejista que realize vendas diretas a consumidor final de outra Unidade da Federação.12. (Dec. ao estabelecimento industrial que produza resina de polietileno tereftálico virgem . com destino a contribuinte do ICMS. 33. 32. vedada a utilização de quaisquer outros créditos fiscais (Lei nº 13.161/2008) XXXV . (Dec. vedada a utilização de quaisquer outros créditos. na saída interna e na importação.993. em montante correspondente ao valor da mencionada operação. por meio de Documento de Arrecadação Estadual – DAE específico. antes de iniciar cada prestação.00 Decreto nº 14. do art.719/2009) XXXVIII . 14. 32.222/2010) XL – a partir de 1º de novembro de 2010. nos termos de portaria da Secretaria da Fazenda. inclusive aquele previsto no inciso XI. 35.

(Dec.atualizado até 30 junho 2011 . 15. adquiridas em outro Estado com tributação.460/2011) § 1º O crédito presumido será concedido uma única vez. (Dec. § 2º A base de cálculo do benefício referido no parágrafo anterior terá como limite o valor fixado em portaria do Secretário da Fazenda. 36.251/91) I .o contribuinte deverá relacionar o estoque existente em 31 de julho de 1991. sem cláusula de reajuste.251/91) III .251/91) c) o valor da mercadoria. 15.o estabelecimento industrial remetente do produto para a empresa exportadora não tenha mantido o crédito fiscal relativamente às mercadorias empregadas na fabricação do referido produto.o crédito fiscal destacado na Nota Fiscal de origem deverá ser proporcional ao estoque. § 4º A concessão de crédito presumido referido no inciso II do "caput" fica condicionada a que: I . declarando-se: "Decreto ____ /91". observadas as condições previstas no art. 15. indicando o valor do ICMS destacado na Nota Fiscal de origem. (Dec. (Dec.251/91) II . 15. § 3º Excetua-se do disposto no inciso I do "caput" a saída interestadual de reprodutor e matriz suínos de que trata o art. será igualmente concedido crédito presumido. no percentual de 85% (oitenta e cinco por cento) do valor do imposto devido na saída do referido produto. § 6º Na hipótese de redução da base de cálculo do imposto na exportação do produto semielaborado.o contribuinte deverá relacionar o estoque existente em 31 de julho de 1991. deverá ser observado o seguinte: (Dec.o valor do crédito corresponderá à diferença entre aquele referido no inciso anterior e o previsto no inciso II do § 8º. 13.251/91) § 9º Relativamente às operações de saída das mercadorias referidas no inciso IV do “caput”. 15. II .o contrato de exportação do produto. 15.RAICMS. § 7º Na hipótese dos §§ 4º a 6º. o crédito mencionado no inciso II do "caput" será reduzido em idêntica proporção. exceto na coluna "valor contábil". (Dec.876/91 DECRETO 14.da NBM/SH.251/91) d) o valor do crédito presumido.251/91) I . § 8º Na hipótese do inciso IV. 15. indicando: (Dec. sendo lançado novamente no livro Registro de Entradas. numa das operações de que trata o inciso I do "caput". o saldo credor porventura resultante da diferença entre a alíquota relativa à entrada do produto e aquela aplicável à exportação deverá ser estornado. (Dec.o crédito a ser utilizado corresponderá ao valor da alíquota interna aplicável sobre o montante que serviria de base de cálculo na hipótese de tributação e deverá ser lançado no livro Registro de Apuração do ICMS . CXVI. tenha sido firmado até 31 de março de 1989. 15.251/91) a) a identificação da mercadoria.251/91) b) a descrição da nota fiscal de origem. observando-se o seguinte: (Dec.251/91) Decreto nº 14. XXII.876/91 . (Dec. 15. 15. § 5º O crédito a que se refere o inciso II do "caput" corresponderá ao valor da aplicação da alíquota vigente para as operações internas sobre o preço de aquisição do melaço. 15. 9º. no campo "Outros Créditos". (Dec.251/91) II . (Dec.

desde que não exceda aquele previsto em tabela vigente do Conselho Nacional de Estudos Técnico-Tarifários .COTEPE/ICMS.atualizado até 30 junho 2011 . expedido pela Comissão Técnica Permanente do ICMS . nas condições estabelecidas na legislação específica prevista no inciso anterior. na salvaguarda de seus interesses. a partir do período de apuração imediatamente posterior àquele em que houver ocorrido o início da efetiva utilização do equipamento. 17. (Dec. Na hipótese do inciso VI do “caput”. mediante comunicação ao referido órgão. 19.906/94) I .CONET: (Dec. 19. 21. quando a mencionada opção for a referida na alínea “b” do mesmo inciso.337/96) c) autorização de uso do equipamento. 19. (Dec. (Dec.337/96) d) indicação da opção de uso do crédito.557/97) V . no corpo da Nota Fiscal que documentar a saída com destino à indústria.906/94) § 12.a Diretoria de Administração Tributária da Secretaria da Fazenda. poderá impor restrições à utilização do referido crédito. (Dec.somente se aplica às aquisições em que o início da efetiva utilização ocorra até as respectivas datas-limites.337/96) IV . neste caso. 19. 15. a contar do início da efetiva utilização do mesmo. (Dec. em prazo inferior a 02 (dois) anos. nos termos do Decreto nº 18. nos termos do Convênio ICMS 47/93. o crédito presumido será calculado de forma que a carga tributária líquida resulte na aplicação do percentual de 8. 19. de 07 de dezembro de 1994. o crédito fiscal presumido deverá ser anulado. 19. a partir de 01 de novembro de 1996. Na hipótese do inciso VII do "caput". devendo.para obtenção do benefício.DMT da Secretaria da Fazenda.da usina produtora até o estabelecimento comercial e deste até o estabelecimento industrial adquirente.557/97) a) cópia reprográfica da Nota Fiscal de aquisição da mercadoria. 19. constar.§ 10. no mínimo.da usina produtora até o estabelecimento industrial adquirente. o crédito presumido fica limitado ao valor correspondente ao serviço de transporte. a concessão do mencionado crédito depende de requerimento encaminhado ao Departamento de Fiscalização de Estabelecimentos . mediante ato normativo. 17.876/91 . devendo o processo ser encaminhado ao Departamento de Mercadorias em Trânsito .337/96) Decreto nº 14. introduzido na legislação tributária do Estado pelo Decreto nº 18. integralmente. (Dec.até 31 de outubro de 1996. de 30 de abril de 1993. no caso do inciso VIII. de 14 de julho de 1995.245/98) II .558/92) § 11.337/96) VI .337/96) I . Relativamente ao inciso VIII do “caput”: (Dec.o mencionado crédito fiscal deverá ser apropriado em.DEFES da Diretoria de Administração Tributária da Secretaria da Fazenda. (Dec.876/91 DECRETO 14. 19.337/96) b) cópia reprográfica do Parecer Homologatório do equipamento. de 14 de julho de 1995.8% (oito vírgula oito por cento) sobre o valor da operação. podendo o crédito ser utilizado. (Dec. 19. 06 (seis) parcelas iguais. no mesmo período de apuração em que houver sido efetuada a venda ou a transferência. (Dec.592. (Dec. 19. devendo o interessado instruir o requerimento ou a comunicação com os seguintes documentos ou informações: (Dec.na hipótese de venda do equipamento ou sua transferência para outra Unidade da Federação. mensais e sucessivas. (Dec. o valor do serviço de transporte da usina até o estabelecimento comercial (Convênio ICMS 67/94).557/97) III .906/94) II . (Dec.592. o ECF deverá atender aos requisitos estabelecidos pelo Convênio ICMS 156/94. 17.

atualizado até 30 junho 2011 . as mesmas normas de controle e de estorno estabelecidas na legislação específica para o uso do referido crédito (Convênios ICMS 125/95 e 53/96). o montante do crédito presumido observará inicialmente o disposto no inciso IV. observando-se.245/98) 2.876/91 DECRETO 14. 21. impressora matricial com "kit" de adaptação para o ECF.245/98) 1.245/98) 1. (Dec. para fornecedor do beneficiário. por meio de Nota Fiscal. o benefício fica limitado aos seguintes valores. a fruição do benefício fica limitada a até 4 (quatro) equipamentos por estabelecimento.00 (hum mil e quinhentos reais). 21. (Dec. 2. desde que funcione acoplado ao equipamento. quando o crédito presumido for de 100% (cem por cento) do valor de aquisição ou 50% (cinqüenta por cento) do valor de cada parcela. impressora de código de barra. considerado conjuntamente com os respectivos acessórios indicados no inciso XI: (Dec. 2. o benefício somente será utilizado em substituição ao uso do crédito relativo às aquisições para o ativo permanente.a partir de 01 de novembro de 1996.245/98) Decreto nº 14. 19. (Dec. vídeo. observadas. 21. quando o adquirente do ECF for inscrito no CACEPE sob o regime fonte ou microempresa. 19. 21. respectivamente.245/98) (Dec. 21.876/91 . poderá optar por uma das seguintes formas de utilização do crédito presumido ali previsto.00 (três mil reais). usuário e servidor. no caso de ECF Impressora Fiscal. (Dec.o benefício aplica-se também aos seguintes acessórios: (Dec. nesta hipótese e na da alínea anterior: (Dec. identificando o aludido documento fiscal. 19. observadas as normas dos incisos anteriores: (Dec. nos termos das alíneas "b" e "c".500.a partir de 01 de novembro de 1996. 19. nos termos do Convênio ICMS 156/94.245/98) b) R$ 3. placa de rede e programa de sistema operacional.245/98) X . do mesmo inciso VIII.245/98) XI . computador.a partir de 01 de novembro de 1996. 21. ocorrendo saldo do crédito após o sexto mês de utilização. (Dec.245/98) VIII . por equipamento. nos termos das alíneas "a" e "c". (Dec. elementos eletrônicos necessários ao seu funcionamento. (Dec. com respectivo teclado. nas aquisições neste Estado. 1 e 3. quando o crédito presumido for de 50% (cinqüenta por cento) do valor da aquisição. 19.557/97) b) dedução do valor do imposto que lhe for cobrado na entrada de mercadoria que adquirir em outra Unidade da Federação. 21. homologada pela Comissão Técnica Permanente do ICMS – COTEPE/ICMS.VII .557/97) (Dec. 21.245/98) a) no período de 01 de outubro de 1996 a 31 de dezembro de 1997: (Dec. quando exercida a opção pelo benefício.557/97) 1.RAICMS. 21.245/98) b) no período de 01 de novembro de 1996 a 31 de dezembro de 1997. podendo o referido fornecedor lançar o crédito no Registro de Apuração do ICMS . poderá o mencionado saldo ser utilizado de acordo com as respectivas possibilidades de absorção.557/97) a) transferência do crédito. leitor ótico de código de barra.a partir de 25 de janeiro de 1997. do mencionado inciso VIII. 2. inclusive Documento Fiscal Avulso DFA. 21. (Dec.245/98) a) R$ 1. (Dec. 21.000. 21.557/97) IX .245/98) c) a partir de 01 de setembro de 1998: (Dec. 21. (Dec.

3. (Dec. quando for o caso. através do lançamento a débito nos livros fiscais próprios.1. desde que utilizado acoplado ao ECF. o crédito fiscal apropriado deverá ser estornado. observando-se: (Dec. (Dec.245/98) 5.575/99) II . (Dec.245/98) c) no caso de cessação de uso do equipamento em prazo inferior a dois anos. vedado o aproveitamento do valor relativo às eventuais parcelas remanescentes. no mesmo período de apuração em que. (Dec.245/98) 1. 21.245/98) 2. fusão. 21.a partir de 01 de setembro de 1998: (Dec.245/98) XII . 21. (Dec.876/91 .também se aplica ao estabelecimento equiparado a industrial.393/96) II .245/98) 7. (Dec. quando este não se enquadrar na hipótese do inciso anterior. transferência do ECF para outro estabelecimento da mesma empresa.ECF. (Dec.245/98) § 13. 21. em razão de: (Dec. (Dec.no período de 01 de janeiro a 30 de abril de 1999: à aquisição de ECF. o imposto creditado deverá ser integralmente estornado. balança. que tenha recebido os produtos diretamente da usina produtora ou de outro estabelecimento da mesma empresa ou de empresa interdependente.2. o benefício previsto no inciso VII do "caput": (Dec. 19. a contar do início de sua efetiva utilização. neste mesmo período.somente se aplica. 21. no caso de aquisição pela indústria a estabelecimento comercial. 21. atualizado monetariamente.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec.245/98) 4. por qualquer motivo. 21.968/99) I .245/98) b) relativamente ao disposto no inciso VIII. desde que haja continuidade da atividade comercial varejista ou de prestação de serviço. "c". desde que funcione acoplada ao ECF. 19.245/98) 8. 21. 21. (Dec.à utilização.245/98) d) na hipótese de utilização do equipamento em desacordo com a legislação tributária. 21. O benefício previsto no inciso XV do "caput" fica condicionado: PARTIR DE 01. nos termos da legislação do IPI. exceto se por motivo de: (Dec. mudança de titularidade do estabelecimento. situados em outra Unidade da Federação. (Dec. do "caput". (Dec. 21. "no break". 21. 21. cisão ou incorporação de empresas. leitor óptico de código de barras.393/96) § 14.01.245/98) 10. alienação do estabelecimento ou do fundo de comércio. 21. 21.382/99 – EFEITOS A I . (Dec.245/98) 9. programa de interligação em rede e programa aplicativo do usuário. 21. por parte do contribuinte. estabilizador de tensão.876/91 DECRETO 14.575/99) Decreto nº 14. 21. 21.99) (Dec. (Dec. (Dec. atualizado monetariamente. 21. gaveta para dinheiro.245/98) 2.245/98) 2. situado neste Estado. leitor de cartão de crédito.245/98) a) no cálculo do montante a ser creditado. 21. o valor dos acessórios de uso comum será rateado igualmente entre os equipamentos adquiridos. (Dec. o arrendatário efetuar a restituição do bem. (Dec. o montante do crédito fiscal apropriado deverá ser estornado integralmente e atualizado monetariamente. No período de 01 de outubro de 1996 a 31 de dezembro de 1997 e a partir de 01 de janeiro de 1999. impressora de código de barras. de Equipamento Emissor de Cupom Fiscal . 21.3.245/98) 6.

05. 21.212/2010) a) à emissão do comprovante de pagamento de operação ou prestação.876/91 . 24. 24. 21. (Dec. nos termos da legislação específica.575/99) III – a partir de 01.a. 35.2002. relativamente aos respectivos débitos tributários.98. a credenciamento pela Secretaria da Fazenda para a não-emissão por meio de ECF do comprovante de que trata a referida alínea.EFEITOS A PARTIR DE 01. a escrita fiscal deverá ser reconstituída. sujeito à mencionada apropriação.249/98 . 21. e alterações).a) o lançamento do respectivo crédito deverá ser efetuado a partir do período fiscal em que ocorrer a aquisição do equipamento. (Dec.05.25. à não-utilização de equipamentos que: (Dec. e alterações). e alterações). bem como ao cadastro. 35. 52 e o seguinte: (Dec.186/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2002) IV . sua utilização se dê exclusivamente para operações de controle interno do estabelecimento (Decreto nº 18. XLVI.95. possibilitem o registro ou processamento de dados relativos a operações com mercadorias ou à prestação de serviços (Decreto nº 21. optar pelo uso do crédito presumido mencionado no inciso XI do "caput".99) § 16. 24. (Dec. poderá ele informar tal circunstância no respectivo documento fiscal. (Dec. de 14.212/2010) b) alternativamente ao disposto na alínea .atualizado até 30 junho 2011 .186/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.05. na hipótese de o estabelecimento prestador de serviço de transporte. (Dec.592.2002. (Dec.303/2003) a) à circunstância de o contribuinte encontrar-se em situação regular perante a Fazenda Estadual.303/2003) Decreto nº 14. 21.11. (Dec. a Guia de Informação e Apuração do ICMS . de 14.2002) b) sendo ECF. quando sujeito à substituição tributária.186/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.a partir de 01. ECF. este poderá ser apropriado em relação ao respectivo período fiscal.25. 35.575/99) 2.25. para efeito de dedução do valor do referido crédito no montante do imposto a ser retido.01.303/2003) b) a que não seja utilizado cumulativamente com o benefício fiscal previsto no art.. por meio de Equipamento Emissor de Cupom Fiscal . 24. na hipótese de saldo devedor do ICMS.592. A partir de 31 de dezembro de 1999.575/99) b) em substituição ao disposto na alínea anterior. (Dec. a partir de 01 de julho de 2010: (Dec. decorrente do não-lançamento do referido crédito no período fiscal a ele correspondente.GIAM relativa a cada período fiscal.05.07.07.186/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.186/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 24. (Dec.95.212/2010) § 15.073. 14.05. 21. de 19.05. a fruição do benefício previsto no inciso XXVII do "caput" fica condicionada: (Dec. (Dec. deverá ser substituída com a respectiva alteração dos dados. A partir de 01 de janeiro de 1999.575/99) 1. (Dec. observando-se o disposto no § 17 do art.2002) V. (Dec.2002) a) não integrados ao respectivo Equipamento Emissor de Cupom Fiscal – ECF e sem autorização da repartição fazendária a que estiver vinculado o estabelecimento.05. à não-existência de processo administrativo-tributário com decisão definitiva transitada em julgado relativamente à não-emissão de Cupom Fiscal.876/91 DECRETO 14.2002) c) tenham a possibilidade de emitir cupom que possa ser confundido com o Cupom Fiscal (Decreto nº 18. efetuado mediante cartão de crédito ou débito automático em conta corrente.

54. a utilização do mencionado crédito presumido ocorrerá como opção. 32. nos termos estabelecidos em portaria da Secretaria da Fazenda.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec.719/2009) (Dec.a utilização do benefício fica vedada a partir do mês subsequente àquele em que ocorrer o inadimplemento da condição prevista na alínea “b” do inciso I. Para efeito do disposto no inciso XLI do caput. 32.316/2008) § 19. (Dec. 35. 33. independentemente de descredenciamento.PRODEPE. 35. 35.699/2010) Decreto nº 14. 32. 35.690/2010) b) ao regular cumprimento da obrigação tributária principal no prazo e na forma previstos na legislação tributária. na aquisição do produto em outra Unidade da Federação.876/91 . 33.316/2008) II – o descumprimento do previsto no inciso I implica perda do benefício a partir do mês subseqüente àquele em que se verificar o inadimplemento. 32.690/2010) § 21. nas aquisições efetuadas em outra Unidade da Federação. fica condicionada: (Dec. (Dec. (Dec. (Dec.§ 17. (Dec. 35. “a”. o contribuinte somente poderá utilizar o benefício a partir do mês subseqüente ao da regularização do referido débito. V. II . em substituição ao sistema normal de apuração de que trata o art.719/2009) I . (Dec. Relativamente ao inciso XL do caput.316/2008) b) à circunstância de o contribuinte encontrar-se em situação regular perante a Fazenda Estadual.a que o contribuinte não seja beneficiário de incentivo do Programa de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco . observar-se-á: (Dec. mediante credenciamento específico perante a Diretoria Geral de Planejamento da Ação Fiscal – DPC.690/2010) a) ao credenciamento do contribuinte. (Dec. 23. 33. observar-se-á: (Dec.690/2010) III – o contribuinte que realize vendas exclusivamente nos termos do inciso XL do caput adquire a condição de detentor de regime especial de tributação para fins de nãoaplicabilidade da substituição tributária relativa às respectivas aquisições de mercadorias. 51.504/2001) § 18.ao credenciamento do contribuinte nos termos de portaria do Secretário da Fazenda. vedada a utilização de quaisquer outros créditos fiscais. 32.876/91 DECRETO 14.316/2008) I – a fruição do benefício fica condicionada: (Dec. 32. da Secretaria da Fazenda.316/2008) III – na hipótese do inciso II.690/2010) II .690/2010) IV – fica dispensada a antecipação do recolhimento do imposto. observar-se-á: (Dec.699/2010) I – a utilização do crédito presumido deve ocorrer de tal forma que o montante do ICMS a recolher seja igual ou superior a 25% (vinte e cinco por cento) do saldo devedor apurado antes da dedução do mencionado benefício. relativamente às entradas que ocorrerem a partir do mês subsequente ao do respectivo credenciamento. 35. Relativamente ao crédito presumido previsto no inciso XXIV do "caput". A utilização do benefício de que trata o inciso XXXVII.719/2009) § 20. 35. relativamente ao respectivo débito tributário. (Dec.316/2008) a) à obrigatoriedade do pagamento do ICMS correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual. nos termos de portaria da Secretaria da Fazenda. (Dec. 35. 35. prevista no art. (Dec. Relativamente ao disposto no inciso XXXV do "caput".690/2010) I – a fruição do benefício fica condicionada: (Dec. nos termos do inciso I. (Dec.

em conta gráfica. III . mediante processos físico-químicos.o estabelecimento deverá estar em dia com as suas obrigações tributárias estaduais no ato da efetivação do gozo do benefício. § 2º Para gozo do incentivo previsto neste artigo.GH 3 . será utilizada Nota Fiscal à vista da Nota Fiscal extraída pelo fornecedor. que apresentarem espetáculos artísticos ao vivo. § 3º Perderá o direito ao estímulo de que trata este artigo a empresa que não recolher crédito tributário definitivamente constituído na esfera administrativa. 18. IV . 37. quando a ela destinados para serem distribuídos gratuitamente pelo Programa de Complementação Alimentar (Convênios ICM 34/77 e 37/77 ICMS 80/ 91 e 151/94): (Dec. a artistas nacionais ou estrangeiros.876/91 DECRETO 14. § 2º Para a transferência do crédito a que se refere o parágrafo anterior. para esse fim. Art.fica assegurado à Fundação Legião Brasileira de Assistência Social . um crédito fiscal presumido correspondente ao valor da remuneração efetivamente paga a título de "cachet". II . do registro junto à Empresa Brasileira de Turismo S.SOO3 .SOCINPRO. (Dec. hotéis e casas de diversões. 35.Mistura Láctea Enriquecida Para Mamadeira. do valor da operação.II .Mistura Enriquecida para Sopa. Decreto nº 14.considera-se refinaria de petróleo o estabelecimento industrial que. XXXIX. em 08 de abril de 1976.o contribuinte não poderá excluir.o estabelecimento deverá apresentar prova. quando inexistirem as mencionadas aquisições. poderão utilizar. entre a Ordem dos Músicos do Brasil.o artista deve ser contratado pelo estabelecimento beneficiário. As boates.EMBRATUR. para outro fornecedor situado no mesmo Estado em que se encontre aquele. podendo ser transferido. Até 31 de dezembro de 1997.A. 38. § 1º O crédito de que trata este artigo não poderá ser superior a 60% (sessenta por cento) do imposto a ser pago no respectivo período fiscal. III . 9º.699/2010) Art.MO 2 . transforma petróleo nos respectivos produtos derivados..Mistura Láctea Enriquecida com Minerais e Vitaminas. IV . o Conselho Federal e a Sociedade Brasileira de Intérpretes e Produtos Fonográficos . do valor do imposto destacado nos documentos fiscais relativos às aquisições dos produtos abaixo relacionados.876/91 .leite em pó adicionado de gordura vegetal hidrogenada enriquecida com vitaminas "A" e "D". restaurantes. ficando vedado o transporte da parcela excedente para o período seguinte. até 04 de outubro de 1990.atualizado até 30 junho 2011 . as disposições constantes do Convênio firmado. importância cobrada a título de "couvert" artístico ou de permissão para ingresso ou permanência no recinto do estabelecimento.326/95) I . § 1º O crédito de que trata este artigo será utilizado como parte de pagamento de novas aquisições junto ao mesmo fornecedor. § 3º Fica assegurada à LBA a manutenção do crédito do imposto relativo às saídas de que trata o art.LBA o direito de creditar-se. cumprindo. domiciliados no País. deverão ser atendidas as seguintes exigências: I . II . sempre que solicitada.

o pagamento do imposto diferido ou o estorno do crédito fiscal de que trata o art. (Dec.92. 69/2003.530/92) a) 50% (cinqüenta por cento). que tenham seu desembaraço aduaneiro efetuado até 30 de junho de 1987. 139/2005. 69/2009. cebola e tomate adquiridos. no período de 09 de fevereiro de 1991 a 31 de dezembro de 2012 (Convênios ICMS 138/93. que tenham seu desembaraço aduaneiro efetuado até 31 de dezembro de 1987. b) "butter oil" e leite em pó. II . 84/2000. creditar-se-á de valor correspondente à diferença entre o imposto devido na operação de saída do importador e o que seria devido na mesma operação sem redução de base de cálculo. 41.ao valor do imposto devido. com isenção. bem como máquinas. XXIII a XXV.Art. 71/2008. rami. IV. kenaf e à sacaria em cuja elaboração sejam empregadas outras matérias-primas.01. de 01 de setembro a 31 de dezembro de 1987. 15. (Dec. O disposto no inciso I do "caput" é aplicável também aos manufaturados de caroá. (Dec. manteiga. II .876/91 DECRETO 14. 40.01. Até 04 de outubro de 1990. A dispensa do estorno do crédito fiscal de que trata este artigo será equivalente a 50% (cinqüenta por cento) do imposto destacado no documento fiscal de aquisição. Art. 102/96. adquirido de estabelecimento importador. tratores. 119/2009 e 01/2010). na entrada de bem de capital de que trata o art. de origem estrangeira.atualizado até 30 junho 2011 .530/92) (Dec. malva.530/92) (Dec. nas saídas tributadas de estabelecimento revendedor cujas entradas tenham decorrido de operações isentas ou contempladas com redução de base de cálculo.a 55% (cinquenta e cinco por cento) do imposto devido. uácima.530/92) § 1º REVOGADO a partir de 17.até 30 de novembro de 1989. 9º. (Dec.nas saídas tributadas promovidas pelo estabelecimento que houver realizado a importação vinculada à Política de Abastecimento do Governo Federal.92. 39. batata. observado o disposto no § 2º. 15. 138/2008. 151/94.CINAB e isenta do Imposto de Importação. 21.até 30 de abril de 1991. 15. de 01 de janeiro de 1986 a 31 de agosto de 1987. o estabelecimento revendedor.530/92) § 2º REVOGADO a partir de 17. 42. 15. nos seguintes percentuais e períodos: (Dec. de origem estrangeira. b) 25% (vinte e cinco por cento). 148/2007. farinha de carne. 07/2000. fica dispensado.34. considerando-se nele incorporados os créditos fiscais relativos às matérias-primas e outros insumos. nas saídas de pescado para o exterior. fica concedido ao remetente um crédito presumido do imposto. fosfato de cálcio.615/2010) Parágrafo único.556/99) I . Decreto nº 14. 14. 15.876/91 . Art. (Dec. que será equivalente: (Dec. 51/2001.530/92) Parágrafo único. de outra Unidade da Federação. representem mais de 80% (oitenta por cento) em quantidade e valor. Na saída de sacaria de juta. XXIV.530/92) Art. Até 04 de outubro de 1990. III . aparelhos e equipamentos industriais de que trata o art. 15. 15. aprovada pelo Conselho Interministerial de Preços . 34. promovida pelo respectivo fabricante. relativamente a pescado oriundo de outra Unidade da Federação. 05/99. 53/2008. 23/98. exceto algodão. desde que as fibras têxteis naturais. relativamente a: a) carne bovina. milho e óleo de soja. Será concedido crédito presumido relativamente aos seguintes produtos e serviços: I . máquinas e implementos agrícolas.

20.em importância correspondente ao resultado da aplicação dos seguintes percentuais sobre o valor da operação. 32.. V . a partir de 01 de abril de 1989 até 30 de abril de 1991. a partir de 01 de janeiro de 1998... vedada a utilização de quaisquer outros créditos... (Dec.160/2008) a) 7% (sete por cento).297/98) (Dec.serviço de transporte aéreo.. nas seguintes operações promovidas por indústria de cerâmica vermelha. de competência federal. VIII .manilhas e lajotas. no período de 12 de setembro de 1989 a 31 de dezembro de 1997. (Dec. realizadas pelo Decreto nº 14.IV . cujo imposto único.. 15. tenha sido efetivamente recolhido. b) o estoque dos produtos deverá ser lançado no Registro de Inventário...297/98) b) nas saídas interestaduais. na saída de estabelecimentos varejista e de empresa distribuidora. (Dec.. em valor resultante da aplicação dos seguintes percentuais sobre o respectivo imposto calculado sobre o valor da operação........ de origem estrangeira.. nos períodos de 01 de junho de 1992 a 31 de março de 1994 e de 01 de abril de 1994 a 31 de julho de 2008.297/98) 1.20%. de tal forma que a incidência do imposto resulte no percentual de 6%.produtos derivados de petróleo sujeitos ao imposto e estocados em 28 de fevereiro de 1989. nas saídas tributadas promovidas pelo estabelecimento que houver realizado importação aprovada pelo Conselho Monetário Nacional e isenta do Imposto de Importação. a partir de 01 de janeiro de 1998 .297/98) b) nas saídas interestaduais. nas operações com milho. desde que as operações subseqüentes sejam tributadas pelo ICMS. em valor resultante da aplicação do percentual de 20% (vinte por cento) sobre o respectivo imposto calculado sobre o valor da operação..... VII . 20%. IX . .530/92) XI . 50%.. 20.. independentemente do disposto no art. 10 das Disposições Transitórias.. 20... este nunca inferior ao preço corrente de mercado: (Dec..297/98) .serviço de transporte aéreo... no período de 12 de setembro de 1989 a 31 de dezembro de l997 20.. observando-se: a) o valor do crédito presumido deverá corresponder ao valor do imposto único recolhido proporcionalmente ao respectivo estoque.876/91 . nas operações promovidas por indústria de cerâmica vermelha. (Dec. VI . 20. 20..telhas e tijolos. no campo "Outros Créditos".. em 28 de fevereiro de 1989..mercadorias existentes em estoque em 28 de fevereiro de 1989... de forma que o valor do imposto a pagar resulte no percentual efetivo de 6% (seis por cento). que tenha seu desembaraço efetuado até 31 de junho de 1987.couro bovino.876/91 DECRETO 14. observado o disposto nos §§ 14 e 15 (Dec.297/98) XII .atualizado até 30 junho 2011 ...297/98) a) nas saídas internas..mercadorias existentes em estoque. 20... relativamente aos respectivos valores dos impostos únicos recolhidos. 20. X .. (Dec.297/98) a) nas saídas internas: (Dec. no período de 01 de junho a 31 de dezembro de 1990. de 01 de agosto de 1988 até 31 de março de 1989 2... este nunca inferior ao preço corrente de mercado: (Dec. c) o valor do crédito presumido será escriturado no Registro de Apuração do ICMS RAICMS.

de 19. desde que congelados: 10% (dez por cento).031/2010) 3. 2. a partir de 01 de outubro de 2009 (Lei nº 13. de 07.343/98) § 1º O crédito presumido relativo aos produtos mencionados no inciso I do "caput" corresponderá ao valor da aplicação da alíquota adotada no Estado de origem para as operações interestaduais.2006): (Dec. a partir de 01 de novembro de 1997. referidas no inciso XXIV do "caput" do art.160/2008) XIII . 7% (sete por cento). de 07. nas operações interestaduais com camarão.031/2010) 1. observado o disposto no § 10. 30.030. realizadas pelo estabelecimento industrial que tenha promovido o respectivo congelamento ou resfriamento: (Dec. a partir de 01 de junho de 2008.160/2008) b) 7% (sete por cento).031/2010) d) 17% (dezessete por cento). desde que as carnes e produtos mencionados estejam frescos. 25. e n°13. 30. 12% (doze por cento). no período de 29 de setembro de 2003 até 30 de setembro de 2009. de 14.078/2006) (Dec.2.09.078/2006) 1. aves e produtos resultantes de sua matança. 35. 35.2003) c) nas operações interestaduais com: (Dec. (Dec.12. do "caput" do art. em importância correspondente a 12% (doze por cento) do valor da operação. no período de 01 de janeiro de 1993 a 28 de setembro de 2003. 35. (Dec.2005). 35. 24. nas operações interestaduais com ovos.031/2010) 2.09.934. Decreto nº 14. PARTIR DE 29. salgados.2009). 30. exceto.2003) 1. 24.2003) (Dec.2005. 32.930/2003 – EFEITOS A e) relativamente às saídas interestaduais de carnes de aves e demais produtos comestíveis resultantes de seu abate (Leis n° 12.beneficiário da base de cálculo reduzida.12.031/2010) 3. (Dec. frango e produtos resultantes de sua matança.atualizado até 30 junho 2011 . desde que resfriados. (Dec. PARTIR DE 29. "b". a partir de 01 de novembro de 1997. resfriados.no período de 20 de janeiro a 31 de março de 1998. 19. (Dec. nas operações internas com frango e produtos resultantes de sua matança. desde que congelados.09.10. nas operações de importação de milho. contendo ou não tempero injetado. (Dec. carne de aves e demais produtos comestíveis resultantes da sua matança: 10% (dez por cento) no período de 29 de setembro de 2003 a 31 de dezembro de 2005 (Lei nº 12.930/2003 – EFEITOS A 2.078/2006) f) 14% (quatorze por cento).09. 25. congelados.2005).892. a partir de 29 de setembro de 2003. secos ou temperados.876/91 DECRETO 14. ovos e aves vivas: (Dec. quando se tratar dos produtos mencionados na alínea "c" deste inciso. realizadas pelo beneficiário da base de cálculo reduzida. (Dec.06.930/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29.12. no período de 01 de janeiro a 31 de março de 2006. 5% (cinco por cento).031/2010) 3.934.876/91 .930/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29. 20.934. 32. prevista no inciso XXIII.2003) (Dec. no período de 01 de novembro de 1997 a 31 de dezembro de 2005 (Lei nº 12.1. a partir de 01 de abril de 2006. 10% (dez por cento). (Dec. 25. 35. 25. (Dec. 35.

20. 14. § 4º Para efeito do disposto no parágrafo anterior. bem como o valor do desembaraço aduaneiro. tomando-se como base de cálculo os seguintes percentuais: I . nas Notas Fiscais emitidas para documentar as operações ao abrigo do diferimento. II . deve ser informado que se trata de mercadoria importada dentro da Política de Abastecimento do Governo Federal.297/98) § 9º REVOGADO (Dec. será observado o seguinte: I . II . nas duas primeiras hipóteses. o crédito presumido será apropriado por ocasião da primeira saída sujeita ao imposto ou. II .o disposto no inciso II do § 3º e no inciso II do § 4º não se aplica à carne bovina. III . 14.20% (vinte por cento) do estoque de 31 de agosto de 1987. de que tratam os incisos III e IV do "caput".quando a saída dos produtos resultantes da industrialização referida no inciso II do parágrafo anterior estiver contemplada com isenção. será obrigatório o estorno integral do crédito presumido.atualizado até 30 junho 2011 . observado o seguinte: I . importados para fim de industrialização.§ 2º O crédito presumido de que trata o inciso II do "caput" será calculado utilizando-se a alíquota aplicável à operação de que tenha decorrido a entrada das mercadorias existentes em estoque. § 7º Relativamente ao inciso III do “caput”.na hipótese de importação realizada por estabelecimento que venha a promover a comercialização da mercadoria.quando a saída de que trata o inciso I do parágrafo anterior estiver contemplada com redução de base de cálculo.o crédito presumido para as hipóteses do inciso III do "caput" mencionadas não se aplica a: a) carne bovina e demais produtos resultantes do abate. § 6º Para efeito do que dispõe o parágrafo anterior. e proporcional à redução da base de cálculo. será calculado sobre o valor a que se refere o inciso VII do “caput” do art.876/91 DECRETO 14.30% (trinta por cento) do estoque de 31 de dezembro de 1987. se esta for produto resultante da industrialização. utilizando-se a alíquota vigente para as operações internas. por ocasião da entrada. assim considerado o valor a que se refere o inciso VII do “caput” do art. b) "butter oil" e manteiga cuja importação não for promovida pela Petrobrás Comércio Internacional . § 8º REVOGADO (Dec. 20. o crédito será calculado com igual redução.297/98) Decreto nº 14.consideram-se incluídos nos conceitos de carne bovina os demais produtos resultantes do abate. utilizando-se a alíquota aplicável a essa saída. II . não-incidência ou redução de base de cálculo.na hipótese de importação realizada por estabelecimento que venha a promover a industrialização da mercadoria. na última. § 3º O crédito presumido.876/91 . será observado o seguinte: I . tal crédito será apropriado por ocasião da primeira saída tributada.INTERBRÁS. tal crédito será apropriado por ocasião da entrada decorrente da importação. § 5º No caso de diferimento do imposto com relação a qualquer um dos produtos referidos nos incisos III e IV do "caput".

. (Dec.11. o crédito presumido será utilizado opcionalmente em substituição ao sistema normal de tributação.980/99) b) a partir de 17 de novembro de 1999: (Dec. § 14. "d" e "e". aqueles previstos em Convênio ICMS de caráter impositivo (Leis n° 12. Nordeste. A partir de 01 de abril de 1989..280/2002) a) a partir de 01 de outubro de 1989..430. do montante do imposto devido. "f".. do "caput" fica vedada. 21.. III . Relativamente ao disposto no inciso IX do “caput”... artísticos e conexos.atualizado até 30 junho 2011 .. . 124/93. (Dec.. O disposto no inciso I do "caput" aplica-se à saída de maçã e pêra do respectivo estabelecimento produtor. no mesmo período. a autores e artistas nacionais ou domiciliados no País. 30/98.. 8. As empresas produtoras de discos fonográficos e de outros suportes com som gravado poderão: I .o montante do crédito presumido será calculado aplicando-se o percentual previsto no inciso XVII do “caput” do art.. exceto..160/2008) Art. § 11. como crédito fiscal do imposto. II .4%.. 20/97.. o valor dos direitos autorais.. 148/92. de 29.. no livro Registro de Apuração do ICMS .030. Centro-Oeste e ao Estado do Espírito Santo..... 121/95. § 12.. a crédito. 30.. 22/91. artísticos e conexos. e nº 13.nos períodos e percentuais indicados no § 1º. (Dec. O disposto no inciso VIII do "caput" aplica-se à Petrobrás S.. em relação a estoques de produtos derivados de petróleo importado..9%. utilizar. 67/97.até 31 de julho de 1989. 24.2006). A partir de 29 de setembro de 2003. assim como a seus herdeiros e sucessores. aplica-se inclusive na hipótese de o imposto ser recolhido por ocasião do desembaraço aduaneiro.. comprovadamente pagos pela empresa.. II .§ 10.09.aplica-se à Petrobrás S/A em relação a estoques de produtos derivados de petróleo importados. comprovadamente pagos a autores e artistas nacionais ou empresas que (Convênios ICMS 23/90. ..876/91 .. 48/97. a partir de 01 de janeiro de 2006. a utilização do benefício previsto no inciso XII. abater.. os representem e das quais sejam titulares ou sócios majoritários.876/91 DECRETO 14. "c".RAICMS.. vedada a utilização de quaisquer créditos fiscais.. 21. o valor dos direitos autorais.3%..078/2006) § 15. § 13.06.. 84/00 e 51/2001): (Dec.. 24 sobre o preço de venda fixado pelo Conselho Nacional de Petróleo para as saídas promovidas pelos estabelecimentos mencionados no inciso IX do "caput". de tal forma que a incidência do imposto não seja inferior a: I .A..nas operações interestaduais tributadas com a alíquota de 12% III . 90/99. de 14.....o montante do crédito presumido será também escriturado.980/99) Decreto nº 14. mesmo através de entidades que os representem. observar-se-á o seguinte: I .6.o estoque dos produtos e o montante do crédito presumido serão objeto de escrituração no livro Registro de Inventário. 85/97... IV . I e II..2003.. O disposto no inciso XII.nas operações interestaduais que destinem mercadoria para as Regiões Norte. 43. entre contribuintes do imposto . 61/99.nas operações internas II . 10/94... 32. quando houver aproveitamento de outros benefícios fiscais na mesma operação..

15.10. até o dia 10 (dez) do mês subseqüente. 83/2001. 2.12.12.04.610. 40/2004. II . de relação dos pagamentos efetuados no mês anterior a título de direitos autorais artísticos e conexos.106/94) a) na hipótese do inciso I do "caput". 139/2004. à entrega. 34. b) implica vedação do aproveitamento de quaisquer outros créditos relativos aos insumos. energia elétrica e prestação de serviço com eles relacionados.166/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. até o limite de 70% (setenta por cento) do saldo devedor do imposto apurado no mês. 10/94.somente serão lançados a título de crédito os valores pagos durante o mês e até os seguintes limites: (Dec. até o limite dos percentuais a seguir elencados. com eles possuam contrato de cessão ou transferência de direitos autorais. 118/2003.2003: 50% (cinqüenta por cento).166/2002 – EFEITOS A 2.2. 24.2003 a 30.166/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.05.06. PARTIR DE 01. energia elétrica e transportes. PARTIR DE 01. 24. 24.01. (Dec.106/94) b) na hipótese do inciso II do "caput". com eles mantenham contrato de edição. 21.1. de 19 de fevereiro de 1998. de 01.610.11.2001) (Dec.2001) (Dec.106/94) 1.no período de 01 de novembro de 1989 a 31 de dezembro de 1992.94. nos termos do art. de 01.11. 24.166/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. até o segundo mês subseqüente àquele em que tenha ocorrido o pagamento dos direitos autorais.629/2010) (Dec. com a identificação dos beneficiários. 24.106/94) I . 18.no período de 01 de maio a 31 de julho de 1989. relativo às operações efetuadas com discos fonográficos e com outros suportes com som gravado. nos termos do art.2002: 60% (sessenta por cento).2001) II – quanto ao inciso II.980/99) § 1º Relativamente ao disposto no "caput".980/99) 2.atualizado até 30 junho 2011 .2001) (Dec. 18. (Dec. 49 da referida Lei nº 9. 53 da Lei Federal nº 9.89 a 21.558/92) Decreto nº 14.2001: 70% (setenta por cento).97 e de 01.2001) 2.11. será observado o seguinte: (Dec.01. 24.1.98 a 31. o aproveitamento do crédito (Convênios ICMS 23/90.94 a 31. após a compensação dos créditos do insumos. 119/2009 e 01/2010): (Dec. até o limite do saldo devedor do imposto apurado no mesmo mês. (Dec.11.166/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.106/94) § 2º Fica vedado o aproveitamento do excedente do crédito presumido em quaisquer estabelecimentos do mesmo titular ou de terceiros ou a respectiva transferência de uma para outra empresa.11. 105/2001. de 22. à respectiva repartição fazendária. de 19 de fevereiro de 1998. seus domicílios e inscrição no CPF-MF. aplicados sobre o valor do imposto debitado no mês e correspondente às operações efetuadas com discos fonográficos e com outros suportes com som gravado: (Dec. 34.876/91 . de 01 de julho de 2003 a 31 de dezembro de 2012: 40% (quarenta por cento). 18. artísticos e conexos.4.11. 18. (Dec.166/2002 – EFEITOS A 2.106/94) 2. após a compensação dos créditos relativos aos insumos. no período de 01. 18.2002 a 31.629/2010) a) somente poderá ser efetuado: (Dec. (Dec. (Dec.876/91 DECRETO 14. (Dec. que dispõe sobre direitos autorais.3.12. a entrega. da relação de que trata o inciso anterior. à respectiva repartição fazendária e à Secretaria da Receita Federal. 21.2001) § 3º O benefício previsto neste artigo fica condicionado: I . (Dec. 18.04.

97 UFIRs (duzentas e setenta e cinco vírgula noventa e sete UFIRs).876/91 . caso as mercadorias ou Decreto nº 14. com a respectiva identificação do despacho concessivo.3 a partir de 23 de dezembro de 2000.161/2001) (Dec.876/91 DECRETO 14. efetivamente recolhido aos cofres federais. mediante escrituração do respectivo valor.064. ficarem sujeitas ao imposto. recuperado nos termos do inciso I do "caput". independentemente de solicitação.11. desde que: (Dec. 44. o recolhimento indevido. terá como limite o imposto que seria devido em operação ou prestação de entrada. a título de imposto. seja de valor igual ou inferior: 23. a R$ 293.11. previsto no inciso IX do art.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. o recolhimento indevido decorra de lançamento ou de transposição a maior de valor do ICMS. praticados durante o período de 01 de agosto a 31 de outubro de 1989 com base nas normas deste artigo aplicáveis à referida hipótese. (Dec.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. § 5º Relativamente à hipótese contida no inciso II do “caput”. 23.97) a) o valor restituído.11. 1.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. a indústria consumidora de minerais do País poderá abater. será obrigatória a escrituração. como crédito fiscal.no caso do crédito não utilizado ou estornado. mediante solicitação do contribuinte ao Departamento da Receita Tributária . (Dec. 20. a R$ 1.97) II .10 (um mil e sessenta e quatro reais e dez centavos). 20. a 275. na hipótese de as operações ou prestações posteriores. relativamente à mesma mercadoria ou serviço. de 17 de outubro de 1969. poderá ser recuperado. Relativamente ao crédito fiscal não utilizado ou estornado em decorrência de qualquer das causas impeditivas e àquele decorrente de restituição. vedada a divisão deste em parcelas. será observado o seguinte: (Dec. 15. 23. (Dec.no caso de restituição: (Dec.97) § 1º A utilização do crédito fiscal. em separado. será lançado no Registro de Apuração do ICMS . realizadas pelo mesmo estabelecimento.2 no período de 28 de outubro a 22 de dezembro de 2000.1 no período de 01 de janeiro de 1998 a 27 de outubro de 2000. (Dec. 20. (Dec. (Dec. na forma prevista na alínea anterior. do imposto a pagar. o contribuinte beneficiário comunique previamente o fato à repartição fazendária.161/2001) 1. sob a condição resolutória de posterior homologação. 45. das operações realizadas com discos fonográficos e com outros suportes com som gravado.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 90% (noventa por cento) do IUM.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 20.161/2001) 2. 23.66 (duzentos e noventa e três reais e sessenta e seis centavos). (Dec. 3. SEÇÃO V Da Recuperação e do Crédito Restituído Art.DRT da Diretoria de Administração Tributária . a título de "Outros Créditos".154/91) Art.11.RAICMS.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. a restituição referida na alínea anterior poderá ser automática.97) I . 20. ficam homologados os atos das empresas nele indicadas.161/2001) 1.atualizado até 30 junho 2011 . Até 28 de fevereiro de 1989.§ 4º Para a apuração a que se refere o inciso II do § 1º. 21 da Emenda Constitucional nº 1.161/2001) 1. 20.97) (Dec. 23. para efeito do disposto nesta alínea.11.DAT da Secretaria da Fazenda.97) b) a partir de 01 de janeiro de 1998.11.

20.11. no caso de redução de alíquota ou de base de cálculo. 20. observar-se-á: 01. ou do imposto proporcional. (Dec. 47 da Lei nº 10.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 15. realizadas por outro estabelecimento.11. contado da data da lavratura do mencionado termo.11. não constituirão hipóteses de vedação ou de estorno de crédito fiscal as operações ou prestações indicadas em lei complementar ou em convênio homologado conforme legislação específica. que poderá homologar ou glosar o mencionado crédito. observando-se: (Dec. industrialização.11. de 27 de novembro de 1991.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE I . § 3º A partir de 01 de novembro de 1996.11. 20. com a declaração de não-utilização do aludido valor a maior ou seu estorno. § 25.97) SEÇÃO VI Da Manutenção Art. 20. 46. desde que observados os limites constitucionais de competência. fabricação de semielaborados ou produção.876/91 . para impugnação da glosa. (Dec. (Dec.97) 2.97) § 4º Na hipótese do inciso II. 31 a 34. do "caput".97) § 5º A utilização de crédito fiscal em desacordo com o disposto neste artigo implica no seu recolhimento com os acréscimos legais cabíveis à hipótese. (Dec.11.97) 1. Não se exigirá o estorno do crédito do imposto relativo: I . (Dec.à entrada de mercadoria para utilização como matéria-prima ou material intermediário ou secundário na fabricação e embalagem dos produtos destinados: Decreto nº 14. 20.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.11. conceder prazo de 30 (trinta) dias.serviços tivessem sido recebidos para comercialização. devendo a sua apropriação ocorrer proporcionalmente às saídas subseqüentes tributadas. 20. Observado o disposto nos arts. não-tributada ou com redução de alíquota ou de base de cálculo seja relativa a produtos agropecuários. nos termos do § 4º do art. a escrituração do crédito somente poderá ser efetuada à vista de autorização firmada pelo destinatário indicado no referido documento fiscal.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.97) § 2º Na hipótese do parágrafo anterior.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 20.atualizado até 30 junho 2011 .654.11.RUDFTO.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.876/91 DECRETO 14. indicando-se as respectivas disposições legais. o imposto recolhido na forma do art.se o lançamento a maior decorrer de destaque também a maior no respectivo documento fiscal. "b".261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. quando as operações sujeitas ao imposto forem posteriores àquelas ali mencionadas. 47.530/92) Art.97) II . a recuperação do crédito prevista no inciso I do "caput" poderá ocorrer. 20.11.11.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.97) b) na hipótese de glosa do crédito. conter fundamentação do motivo da glosa.a restituição automática do crédito não prejudicará ação fiscal posterior. (Dec. 20. inclusive. (Dec. (Dec.97) a) a homologação ou glosa do crédito deverá ser objeto de lavratura de termo no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências . 20.97) (Dec. 14. dando àquele que as praticar direito a creditar-se do imposto cobrado nas operações anteriores às isentas ou nãotributadas. sempre que a saída isenta.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. constituirá crédito fiscal do contribuinte.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. o termo referido na alínea anterior deverá: (Dec.

34. material secundário e de embalagem.à aquisição de sementes. art. b) produtos de indústria têxtil. apenas em relação às mercadorias constantes do Anexo 7 (Convênios ICM 66/88 e 7/89 e ICMS 15/91 e Lei Complementar nº 65/91. no período de 01 de março de 1989 a 15 de abril de 1991. 9º. de amendoim e de milho.530/92) V .530/92) a) XXV.876/91 DECRETO 14.à entrada de produto agrícola destinado à produção das sementes a que se refere o art. XIII . 9º. XI .à entrada das mercadorias ou dos respectivos insumos. IX e X. material secundário e material de embalagem. até 04 de outubro de 1990. VII . (Dec. para emprego na avicultura e suinocultura. destinado à fabricação de ração ou alimentação animal. X . objeto das saídas a que se refere o inciso XXXIV do “caput” do art. 19. materiais secundários e materiais de embalagem empregados na fabricação dos produtos de que tratam os seguintes incisos do “caput” do art. 24. 9º. a mesma proporção das reduções de base de cálculo. 692. 19.ao material de embalagem utilizado no acondicionamento de banana exportada para o exterior com a isenção prevista na alínea “b” do inciso LXXIII do “caput” do art. EFEITOS A PARTIR DE 31. como matéria-prima. 34. 9º.às matérias-primas. (Dec. material secundário e de embalagem empregados na fabricação dos produtos de que trata o inciso XIII do “caput” do art. 15. 9º. nas saídas isentas de que trata o inciso XXI do “caput” do art.527/96) IX . 9º. para efeito da não exigência do estorno. XII . nos termos do art.às matérias-primas. 19.876/91 . (Dec.a) ao exterior. II .942/97.ao leite procedente de outra Unidade da Federação ou ao leite em pó utilizado na reidratação. c) fécula e farinha de mandioca. 9º. (Dec. (Dec.à mercadoria que tenha entrado no estabelecimento para industrialização. observada.às mercadorias que tenham entrado para utilização. VI . a partir de 01 de junho de 1989. III . IX e X. até 04 de outubro de 1990.3º). 9º. 9º: (Dec. quando da saída para o exterior dos seguintes produtos: a) óleo de algodão.12. na fabricação e acondicionamento dos produtos mencionados no inciso I do “caput” do art. na hipótese prevista no inciso IV do art.530/92) b) LXXV.à entrada de milho proveniente de outra Unidade da Federação. sendo. VIII . nas saídas ali mencionadas.às matérias-primas. excetuada a hipótese em que o leite retorne ao Estado de origem para consumo final.122/96) b) à Zona Franca de Manaus. com relação às entradas ocorridas até 31 de dezembro de 1990.atualizado até 30 junho 2011 . respeitado o disposto no inciso IV do “caput” do art. 15. IV . que tenham saído com a isenção prevista no inciso XXVI do “caput” do art. nos termos do disposto no art. utilizados pelo estabelecimento fabricante na produção de veículos rodoviários automotores.96) Decreto nº 14. 15.às matérias-primas empregadas na fabricação dos produtos referidos nas alíneas "a" e "b" do inciso VI do “caput” do art.

inclusive semi-elaborado. a partir da mencionada data. para integração ou consumo em processo de produção de mercadorias industrializadas.04.942/97) 1. a partir da mencionada data. (Dec. quanto às mercadorias que entrem no estabelecimento. (Dec. (Dec. 9º (Convênio ICMS 78/92). 9º: (Dec. 19.às mercadorias e serviços que venham a ser objeto de operações ou prestações destinadas ao exterior. 9º. empregados na fabricação das mercadorias beneficiadas com a isenção prevista no inciso LXXXII. ou dos respectivos insumos. 18. 2.às mercadorias doadas na hipótese prevista no inciso CXIV do “caput” do art. 18. conforme se segue: (Dec. 23.2001) b) a partir de 01 de abril de 2001. 23. “b” do “caput” do art. "b" e "c". para a produção de produtos primários destinados ao exterior. (Dec. XC.942/97) XXIV . bem como à prestação de serviços de transporte dessas mercadorias (Convênio ICMS 23/95). (Dec. 19. quanto à entrada de serviços relativos a produto primário.236/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.atualizado até 30 junho 2011 . às mercadorias ou insumos que tenham entrado no estabelecimento que promover a saída dos produtos com o benefício de redução de base de cálculo previsto no art. (Dec.942/97) a) a partir de 16 de setembro de 1996.2001) XVII .a partir de 01 de janeiro de 1996.405/95) XX .942/97) b) a partir de 01 de novembro de 1996: (Dec. e a serviço destinado ao exterior. a partir da mencionada data. CXXVIII.16. do "caput" do art. 9º. a partir da mencionada data. "c". 19.às matérias-primas e materiais secundários utilizados na fabricação de veículos com a isenção prevista na alínea "b" do inciso CXXXI do “caput” do art.236/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. 24. do "caput" do art. 9º.9º (Convênio ICMS 91/91).a partir de 01 de julho de 1996. produto industrializado. 16. 19. 19. (Dec. às matérias-primas.2001) a) no período de 16 de outubro de 1992 a 30 de junho de 1999. quanto à entrada de mercadoria. 19. 18.04.à entrada das mercadorias beneficiadas com a isenção prevista no art. independentemente da mercadoria. 9º.812/95) XXI .04. a partir de 02 de janeiro de 1995 (Convênio ICMS 137/94).942/97) 3. (Dec. produtos intermediários e material de embalagem empregados na industrialização das mercadorias beneficiadas com a isenção prevista no inciso CXXXIX. 19. (Dec.417/93) XVI .14.XIV . 36.337/96) XXIII . quanto à entrada de mercadoria. produtos intermediários e material de embalagem efetivamente utilizados na industrialização dos produtos beneficiados com a isenção prevista no inciso CXII.236/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.942/97) 4. XIII.337/96) XXII . na hipótese de adubo simples ou composto e fertilizante. 9º (Convênio ICMS 60/92).ao crédito presumido previsto no art. 23.876/91 . (Dec. para comercialização que a destine ao exterior. 19. (Dec.417/93) XV .à entrada das mercadorias beneficiadas com a isenção prevista no art.979/97) Decreto nº 14. (Dec.876/91 DECRETO 14. 19. material secundário e material de embalagem.942/97) 2.à matéria-prima.343/2002) XVIII . ou dos respectivos insumos. 19. (Dec.326/95) XIX . (Dec. (Dec.às matérias-primas. inclusive semi-elaboradas. para a prestação que destine serviço ao exterior.às mercadorias beneficiadas com a isenção prevista no inciso CIV do "caput" do art. quanto à entrada de mercadoria. “b”. XLV (Convênio ICMS 33/96).

CX e CLXV (Convênios ICMS 56/2000 e 76/2000). CLXVII. 9º. às entradas de mercadorias ou serviços relativas aos estabelecimentos beneficiários do crédito presumido previsto no § 13 do art.391/2001) XXX . condicionado o benefício à opção pela sistemática estabelecida no § 6º do art.a partir de 02 de janeiro de 1998. 23. 475. 9º. (Dec. 36. ou dos respectivos insumos.99) XXXI .às mercadorias adquiridas ou aos serviços tomados. 21. bolacha e bolo.373/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 19. (Dec. 9º. VII.às aquisições dos insumos. relativamente às operações que o contribuinte promover com o benefício previsto no art. XCIX (Convênio ICMS 102/97). 21.677/98) XXIX – a equipamentos e acessórios destinados à prestação de serviço de saúde.à entrada das mercadorias relacionadas no art. 9º. 9º. 36. (Dec. relativamente às operações que o contribuinte promover com o benefício previsto no art.968/99) XXXII . (Dec. (Dec. (Dec. (Dec. 9º.342/99) XXVI . “a”. nos termos da isenção prevista no inciso CLX do "caput" do art. relativamente às saídas que o contribuinte promover com o benefício previsto no art. XXII.12.247/2001) XXXVI . peças e acessórios destinados à produção de Coletores Eletrônicos de Votos .14.06.237/2001) (12) XXXV .830/99 EFEITOS A PARTIR DE 01.99) XXXIII .391/2001) XXXVIII . XLVIII. relativamente às operações que o contribuinte promover com o benefício previsto no art. XLVIII.07. às entradas de mercadorias ou serviços relativas aos estabelecimentos beneficiários do crédito presumido previsto no art. 23.876/91 DECRETO 14. CLIV. CLXVI. partes. objeto das saídas beneficiadas com a isenção ali prevista.às entradas de produtos referentes às operações beneficiadas com a isenção prevista no art.às entradas de mercadorias ou serviços relativas aos estabelecimentos beneficiários do crédito presumido previsto no art. 9º. (Dec. 14. às mercadorias adquiridas ou aos serviços tomados. 23.876/91 .967/99 – EFEITOS A PARTIR DE 31.atualizado até 30 junho 2011 . para uso na fabricação dos produtos contemplados com a redução de base de cálculo prevista no art. (Dec.às mercadorias adquiridas que venham a ser objeto das operações de saída que o contribuinte promover com o benefício previsto no art. 36. 23.342/99) XXVII .a partir de 14 de abril de 1998. às matériasprimas. às mercadorias adquiridas ou aos serviços tomados. 20. CLVI (Convênio ICMS 101/97). produtos intermediários e material de embalagem. (Dec. 23. XXVI. CLI (Convênio ICMS 66/2000). Decreto nº 14.às entradas dos produtos e equipamentos beneficiados com a isenção prevista no art. 9º. (Dec.CEV beneficiados com a isenção prevista no art. 36. CXXXVII.721/2001) XL .às mercadorias adquiridas ou aos serviços tomados. 21. 21. 23. (Dec.2001) XXXIX . 20.a partir de 01 de outubro de 1996.no período de 01 de outubro de 1996 a 31 de dezembro de 1997 e a partir de 01 de janeiro de 1999. (Dec. 9º. 21.677/98) XXVIII . à entrada de mercadoria e material de embalagem destinados às saídas beneficiadas com o crédito presumido previsto no art. "d" (Convênio ICMS 08/98). 23.968/99) XXXIV – No período de 01 de fevereiro de 2000 a 28 de fevereiro de 2001. (Dec.às aquisições das mercadorias objeto das saídas de que trata o art.721/2001) (Dec. biscoito.XXV . 23. 21. adquiridos por estabelecimento industrial de massa alimentícia. (Dec. LI (Convênio ICMS 12/98). 9º.247/2001) XXXVII .a partir de 01 de julho de 1999.

31. CLXXV (Convênio ICMS 46/2003). beneficiadas com a isenção prevista no inciso CLXIX do "caput" do art. I.860/2007) LI – às aquisições do estabelecimento remetente correspondentes às saídas que este promover beneficiadas com a isenção prevista no art.061/2006) L . 9º. 9º.117/2009) LVII – operações beneficiadas com a isenção prevista no art.25.860/2007) LIII – a partir de 01 de abril de 2008. CL (Convênio ICMS 119/2003).às operações de entrada dos veículos objeto de saída para a Polícia Rodoviária Federal. (Dec. CCV. quando destinados aos órgãos e às entidades públicas ali referidos (Convênio ICMS 45/2003). 32. (Dec. I.694/2003) XLIV – a partir de 13 de junho de 2003. com observância das normas contidas no Convênio ICMS 57/2000. LXIX. 32. (Dec. 9º. CC.às operações alcançadas pela isenção de que trata o art.B100. (Dec. 29. LXVI (Convênio ICMS 67/2006). "e". 9º. 25. CXCII. para órgão ou entidade da Administração Pública. 9º. 25.721/2001) XLII .641/2008) LIV . 6 e 7 (Lei nº 12. (Dec.às mercadorias e aos serviços utilizados no processo de produção ou distribuição de hipoclorito de sódio.255/2008) LV – às prestações de serviço de comunicação beneficiadas com a isenção prevista no inciso CCVIII do art. CCII. quando a respectiva saída ocorrer nos termos do art. CCI.às aquisições do estabelecimento remetente correspondentes às saídas que este promover beneficiadas com a isenção prevista no art. CLXXIV. "e".2003).01.506/2006) XLIX . ficando convalidados os lançamentos efetuados. (Dec. 14. do Poder Executivo Estadual com a isenção prevista no art.às aquisições do remetente na transferência de bens beneficiada com a isenção prevista no art. 33. (Dec.no período de 04 de janeiro de 2008 a 31 de dezembro de 2009.931/2009) Decreto nº 14. 9º (ACR Convênio ICMS 69/2001). 30. 33.atualizado até 30 junho 2011 . quando a respectiva saída estiver beneficiada com a redução de base de cálculo prevista no art. CCX. às operações realizadas com os medicamentos relacionados no Anexo 38 e beneficiados com a isenção prevista no art. (Dec. 29. 9º. (Dec.a partir de 13 de junho de 2003. 30. antecedentes à saída do fármaco ou medicamento relacionados no Anexo Único do Convênio ICMS 87/2002. de 23. 30.413/2008) LVI – às operações com veículos ou motocicletas promovidas com a alíquota de 12% (doze por cento). 9º (Convênio ICMS 141/2007). 26. 23. 6 ou 7 (Lei nº 12.876/91 DECRETO 14. (Dec. 9º. (Dec. às mercadorias adquiridas ou aos serviços tomados correspondentes às operações contempladas com a isenção prevista no art.267/2002) XLIII – às entradas referentes às operações com redução de alíquota previstas no art.25. 30. às mercadorias beneficiadas com a isenção prevista no inciso CCVII do art. (Dec. de 23.2003).313/2006) XLVIII .596/2004) XLVII . 9º.334. à entrada de mercadoria objeto de saída.860/2007) LII – às aquisições do estabelecimento remetente correspondentes às saídas que este promover beneficiadas com a isenção prevista no art. realizadas diretamente pelo estabelecimento industrial ou importador. nos termos do art. (Dec. (Dec. às operações. (Dec.XLI . (Dec. 14. 35. direta ou indireta.01.334.876/91 . 9º.766/2003) XLV . no período de 25 de outubro de 2000 a 31 de março de 2008. mediante adjudicação. CLXXVIII. e beneficiados com a isenção prevista no art.167/2010) XLVI – a partir de 01 de janeiro de 2004.às entradas de insumos utilizados no processo de industrialização de biodiesel . (Dec. 24. 9º. 9º.

611/2010) LXIII – a partir de 1º de dezembro de 2010.310/2010) LXII – às operações beneficiadas com a isenção prevista no art.0200 da NBM/SH fica excluído do Anexo 4. em idêntico percentual àquele ali previsto.2009).08. às operações com querosene de aviação beneficiadas com a redução de base de cálculo prevista no art. 7º. podem ser. na linha 15. 19. o produto classificado na posição 0901. materiais secundários e materiais de embalagem empregados na fabricação de: I . 47. beneficiadas com a isenção prevista no art. 9º. exportados para o exterior. nos termos o inciso II do “caput” do art.21. § 3º A manutenção de crédito de que trata o inciso XII do "caput" prevalecerá até 31 de março de 1989. (Dec.imputados pelo sujeito passivo a qualquer estabelecimento seu localizado neste Estado.LVIII .876/91 . Serão utilizados. (Dec.máquinas.527/96) § 1º O valor dos créditos acumulados. acumulados a partir de 16 de setembro de 1996. por estabelecimento que realize operações e prestações destinadas ao exterior. II . 35. exclusive. observado o disposto no inciso IV do “caput” do art.450/2009) LIX . (Dec. 14.produtos industrializados. 35.2003) I . 34. 25.RAICMS. utilizados no período fiscal. os créditos acumulados referentes às matérias-primas. 48. “b”. 35. 35. § 2º A partir de 01 de janeiro de 1991. II.10. 9º. cuja saída seja isenta do imposto nos termos do inciso XXV do “caput” do art.atualizado até 30 junho 2011 . quando for o caso (Lei nº 13. LXXVII. até 15 de setembro de 1996. 19. 19. nos termos estabelecidos no art. aparelhos e equipamentos industriais.876/91 DECRETO 14. CXXVIII. 9º. inclusive importações do exterior. “a”. CCXI. não sujeitos ao imposto na respectiva saída. 34. na forma prevista nesta Seção. 9º. (Dec. os semi-elaborados. (Dec. CCXXI (Convênio ICMS 73/2010). às operações e prestações.956/2010) § 1º O eventual acúmulo de crédito decorrente do disposto no inciso VI do "caput" poderá ser utilizado na forma da legislação vigente. “b” (Convênio ICMS 126/2010).Outros Débitos”. 7º. de 19. LXXVIII. combinado com o inciso I. 9º.527/96) § 2º Saldos credores decorrentes da entrada de mercadoria e serviço. (Dec. (Dec.616/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. às prestações de serviço de comunicação beneficiadas com a isenção prevista no art.949/2010) LX – às operações de entrada de veículo automotor novo de origem nacional beneficiadas com a redução de base de cálculo prevista no art. CCXVII (Convênios ICMS 38/2009 e 11/2010). § 4º A partir de 01 de janeiro de 1990. (Dec. na proporção que tais saídas representem do total das saídas realizadas pelo estabelecimento: (Dec. SEÇÃO VII Do Crédito Acumulado Art. no quadro “Detalhamento .891.527/96) Decreto nº 14.031/2010) LXI . (Dec. a manutenção integral ou parcial de créditos far-se-á exclusivamente mediante autorização em convênio. 34. do “caput” do art. 14.a partir de 1º de agosto de 2010. devendo ser estornado o valor excedente. às operações beneficiadas com a isenção prevista no art. na forma desta Seção. deverá ser registrado no livro Registro de Apuração do ICMS .

(ACR Lei nº 11. 49.846.876/91 DECRETO 14. observada a forma prevista no inciso II do mencionado parágrafo. na hipótese do inciso II do referido parágrafo.09. (Dec. 19.527/96) c) de responsabilidade indireta do contribuinte.616/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. § 1º A utilização do crédito fiscal. conforme Decreto nº 14.alternativamente ao disposto no inciso anterior.2003) Art. que não poderá ultrapassar 30% (trinta por cento) do valor do ICMS a ser recolhido. 25. nos termos estabelecidos em portaria do Secretário da Fazenda. Art.527/96) a) de responsabilidade direta do contribuinte. fica condicionada a deferimento do Secretário da Fazenda. pelo contribuinte que tenha recebido o mencionado crédito em transferência. contendo minucioso demonstrativo relativo ao crédito acumulado.08. desde que no respectivo prazo previsto para o recolhimento.08. nos termos previstos em portaria do Secretário da Fazenda.876/91 .transferidos pelo sujeito passivo. será observado o seguinte: (Dec. § 3º Na hipótese de crédito ajuizado. somente poderá apropriá-lo mediante solicitação e após a expedição de ato específico deferindo o pedido. havendo saldo remanescente.616/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. 19. em cada período fiscal. I .2000) (Dec.II . quando existentes em 31 de dezembro de 1999 e que não tenham sido reconhecidos pela autoridade competente até 30 de abril de 2001. 25.08. para usufruir do benefício previsto neste artigo.2003) III . esgotando-se. § 2º O deferimento do pedido mencionado no parágrafo anterior dependerá de prévia verificação fiscal da efetiva existência e regularidade do crédito acumulado. o contribuinte. o crédito ali mencionado. de débito do imposto do contribuinte ou de terceiros. deverá comprovar o pagamento em dinheiro e de uma só vez das custas judiciais devidas. 19. cada possibilidade e respeitando-se a exigência contida na parte final do mencionado inciso. Relativamente à utilização de crédito acumulado. para outros contribuintes deste Estado.atualizado até 30 junho 2011 . mediante documento que reconheça o crédito. quando objeto de confissão de débito ou apurado em processo administrativo-tributário.2003) II – a partir de 01 de agosto de 2003. nos termos deste artigo. poderão ser transferidos. a este Estado.até 15 de setembro de 1996.616/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. para efeito de determinação do valor do crédito acumulado.08.527/96) b) de responsabilidade direta do contribuinte.527/96) § 3º Relativamente aos saldos credores acumulados na forma do § 2º. inclusive Notificação de Débito. desde que no respectivo prazo previsto para o recolhimento. sucessivamente. desde que transitado em julgado. 50. apurado em procedimento fiscal de ofício ou objeto de confissão. quando o imposto for relativo às operações com insumos agropecuários e o contribuinte-substituto seja credenciado pela Diretoria de Administração Tributária da Secretaria da Fazenda. (Dec. considerar-se-á o montante do saldo existente em 31 de dezembro de cada ano. 25.979/97) (Dec. 19. 25. Os créditos acumulados de que trata o artigo anterior poderão ser utilizados para pagamento. utilizados para pagamento de débito do imposto: (Dec. em transferência.616/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. de 22. a outros contribuintes deste Estado. para compensação parcelada. (Dec. (Dec. o estabelecimento que tenha recebido. será observado o seguinte: 19.2003) I – a partir de 01 de maio de 2001. devendo o mencionado documento ser emitido pela autoridade fazendária ali especificada. em pleito do contribuinte.

616/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. o respectivo valor poderá ser utilizado exclusivamente pelo respectivo fabricante do álcool: (Dec. 19.08. (Dec. “b”.até 31 de julho de 2003: 45 (quarenta e cinco) dias.979/97) III .979/97) a) em transferência: (Dec. 2003) IV .A . 19. 19. 3.08. 25. para expedir o respectivo ato de reconhecimento do crédito: (Dec. 25.08. (Dec. (Dec. observando-se: (Dec. inclusive Notificação de Débito.2003) (Dec.616/2003– EFEITOS A 01. 19. 48. de débito do ICMS do contribuinte ou de terceiros.08.616/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. DE 01.PETROBRÁS. para a Petróleo Brasileiro S. deduzidos os valores que tenham sido compensados até aquela data. 36. 19.979/97) II . (Dec. 25. do art. II.na hipótese de acumulação de crédito decorrente do benefício previsto no art. XIII. XIII. 25. a este Estado. fica condicionada ao reconhecimento prévio do respectivo valor pela Secretaria da Fazenda.979/97) 1.979/97) b) em pagamento. exceto na hipótese da respectiva alínea "a".876/91 DECRETO 14. para o estabelecimento fabricante do açúcar.na hipótese do art. serão observadas as normas específicas de manutenção e utilização de crédito acumulado previstas nos artigos 46 a 49. (Dec.2003) a) o reconhecimento previsto neste inciso atenderá ao disposto no § 2º. 19.979/97) 2.979/97) b) a Secretaria da Fazenda terá o prazo máximo a seguir indicado. contado da data de protocolização do pedido. 19. a apropriação do crédito recebido em transferência será efetuada observando-se o disposto no § 3º. (Dec. 19. 36. (Dec.616/2003– EFEITOS A PARTIR c) a partir de 01 de agosto de 2003.25.979/97) Decreto nº 14.2003) PARTIR DE 2. (Dec. “c”. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 .616/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01.registro na escrita fiscal. II.a utilização de crédito prevista no inciso II.979/97) 3. apurado em processo administrativo-tributário de ofício. para estabelecimento fornecedor de bens do ativo fixo ou de insumos utilizados no processo de fabricação do álcool etílico hidratado combustível.876/91 .08. 48.a partir de 01 de agosto de 2003: 90 (noventa) dias. de acordo com a legislação específica vigente. do art. 19. quando se tratar de atividade integrada. em relação a saídas para o exterior.2003) 1. ou em confissão de débito.

observado o disposto no inciso II do § 3º. (Dec.período fiscal . c) segmento de atividade econômica quando os sistemas referidos nos incisos I e II deste parágrafo forem insuficientes para garantir o recolhimento do tributo pelo setor. (Dec. § 2º Para os efeitos deste Decreto. 23.426/98) a) até 31 de março de 1994: mensal. ser compensados os saldos credores e devedores entre os estabelecimentos do mesmo sujeito passivo localizados neste Estado. 23. admitindo-se que a mencionada apuração seja efetuada por (NR Lei nº 11.as obrigações consideram-se liquidadas por compensação até o montante dos créditos escriturados no mesmo período mais o saldo credor de período ou períodos anteriores.527/96) I . observado o seguinte: (Dec.APÍTULO IX Da Apuração e dos Prazos de Recolhimento SEÇÃO I DA APURAÇÃO DO IMPOSTO Art. 23.180/2001) (17) II . 20.426/98) c) a partir de 01 de agosto de 1994: mensal. 19. 20.aquele compreendido entre o primeiro e o último dia do período de apuração correspondente.período. a diferença será liquidada dentro do prazo fixado nos artigos 52 a 55 e disposições específicas. (Dec. poderá: (Dec. 19. II .a partir de 01 de agosto de 2000. considerando-se as obrigações vencidas na data em que termina o respectivo período de apuração e podendo ser liquidadas por compensação ou mediante pagamento em dinheiro.426/98) b) no período de 01 de abril de 1994 a 31 de julho de 1994: decendial.180/2001) (17) I .09.débito fiscal . (Dec.527/96) II .se o montante dos débitos do período superar o dos créditos. (Dec.2000): (Dec. podendo.180/2001) (17) a) o disposto neste inciso somente se aplica ao saldo credor decorrente do ICMS devido por operações e prestações de responsabilidade direta do contribuinte. 20. considera-se: I .527/96) § 1º A apuração do imposto deverá ser realizada em cada estabelecimento do sujeito passivo. se for o caso. O imposto a recolher corresponde à diferença a maior entre débitos e créditos fiscais. 20. segundo o disposto neste Capítulo. à vista de cada operação ou prestação.atualizado até 30 junho 2011 . 51. (Dec.846.180/2001) (17) DECRETO 14. § 3º O estabelecimento que apurar saldo credor. nas seguintes hipóteses: a) contribuinte dispensado de escrita fiscal. na forma admitida na legislação tributária do Estado. desde que adote o regime normal de apuração do imposto.876/91 .180/2001) (17) I . 23.mercadoria ou serviço.mercadoria ou serviço dentro de determinado período. 23.426/98) II . de 22.o valor resultante da aplicação da alíquota sobre a base de cálculo de cada operação ou prestação passível de cobrança do imposto. compensá-lo com saldo devedor apurado em outro estabelecimento do mesmo sujeito passivo localizado neste Estado. a partir de 01 de agosto de 2000. III . observando-se: (Dec. (Dec. 19. conforme disposições a seguir: (Dec. b) contribuinte submetido a sistema especial de fiscalização.transportá-lo para a apuração seguinte.

pelo emitente.180/2001) (17) § 4º A partir de 01 de julho de 2004.2004) I . até o dia 10 do mês subseqüente ao da respectiva apuração.2002) 1. 17. até o 15º (décimo quinto) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador. (Dec. mediante emissão de Nota Fiscal pelo estabelecimento que tenha apurado saldo credor. 52. II.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. 27.estabelecimento produtor: a) inscrito no CACEPE. até o 5º (quinto) dia do segundo mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador.RAICMS. (Dec. 25.08.180/2001) (17) c) o valor do crédito a ser transferido não poderá ser superior ao valor do saldo devedor apurado pelo estabelecimento destinatário. 23. (Dec. aqueles indicados na alínea "a". no campo "Outros Débitos". (Dec.08. O recolhimento do imposto de responsabilidade direta do contribuinte far-se-á nos seguintes prazos. a apuração do imposto será feita tomando-se por base o faturamento.07. (Dec. no período de 01 de novembro de 1991 a 31 de julho de 2002.472/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01. "00": (Dec.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.876/91 . 25. 27. a partir de 01 de agosto de 2002.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. 25.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. conforme previsto no § 2º. 17.915/94) 2. com a correspondente emissão da Nota Fiscal. (Dec.915/94) II . abrangendo.2002) DECRETO 14. no campo "Outros Créditos".07. 25. 23. inclusive.08.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. até 31 de outubro de 1991.180/2001) (17) d) a transferência do crédito far-se-á até o dia 10 do mês subseqüente ao da respectiva apuração.2002) c) não inscrito.b) não se inclui no saldo credor referido na alínea anterior o ICMS cujo recolhimento ocorra mediante documento de arrecadação específico distinto do utilizado para a apuração normal. na hipótese de fornecimento de energia elétrica. devendo ser apropriado no período fiscal da respectiva apuração. tendo como data de emissão o último dia do período em que tenha sido apurado. 23. que se efetivar no período fiscal. (Dec.estabelecimento industrial: a) inscrito no CACEPE com os códigos a seguir indicados. até o 15º (décimo quinto) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador: (Dec.180/2001) (17) e) o crédito transferido nos termos da alínea anterior deverá ser lançado no livro Registro de Apuração do ICMS . nos demais casos. respeitados aqueles indicados nos sistemas especiais de tributação: (Dec. e pelo destinatário. até o 10º (décimo) dia do segundo mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador. a partir de 16 de julho de 1994. cujo primeiro dígito do CAE seja "2" e. 23.2002) b) inscrito no CACEPE. quando a responsabilidade pelo recolhimento não tiver sido transferida para o destinatário da mercadoria.08.2004) SEÇÃO II Dos Prazos de Recolhimento SUBSEÇÃO I DO IMPOSTO DE RESPONSABILIDADE DIRETA Art. (Dec. antes da saída da mercadoria.

24.25.01-6.60.00. (Dec.02.64.atualizado até 30 junho 2011 .08.00.02. 4.00. 14.01.31. sendo.50. 27. 2932-7/00.03.87. 5.22.00.01.21.44.00.24. 5.64.03-6. 25.00. 20.00. 24. com os CAES correspondentes àqueles previstos no item 1: 10. 5.22. 6. 6.01-5. 31.00.01. 4.22. empresa de distribuição de energia elétrica.24. 4. 3. até 15 de julho de 1994.23.01-8. 25. no período de 16 de julho de 1994 a 31 de julho de 2002.2002) 3.472/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 4. 3. 25.11.00.24.62.56.00.03. 5.00. 4.01. (Dec. 4.51.2002) c) inscrito no CACEPE com os códigos a seguir indicados.00. 14.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.60.01-1. 6. 5.61.00.00.01-9 e 27.02-6.00. 4.00.02. 4. 1994 a 31 no item 1: 24.45. até 30 de setembro de 1991.12. 4.2002) 2.01.00. 25. 1593-8/02.2002) 1. 4. 1600-4/02.22.24.62.23. a partir de 01 de agosto de 2002.71. 5.2002) 1. 24. 27. a partir de 01 de agosto de 2002.50. 3113-5/01 e 3592-0/00.01.561/2011) b) inscrito no CACEPE com os códigos a seguir indicados.00.00.22.01.55. 5. até 31 de outubro de 1991. DECRETO 14.00.01-8. 27. com os códigos da Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE-Fiscal: 1571-7/02. 25. até 31 de outubro de 1991. 3113-5/00.09. 6. 4.11. 6.59. 13.15.54.01-6.02. 24.03. 6. 1600-4/03. 3.01-3.55. 5.08. 24.22. (Dec.43.22.0.01-4. 19.31. 4.00. 27. 6. 6.24.02-4.00.01-0 e 28. 6.01-5.01-6.42.876/91 .51.54.57. (Dec.00. 3. 5. 4.59. no período de 16 de julho de correspondentes àqueles indicados 24.12. 6. no período de 16 de julho de 1994 a 31 de julho de 2002.58.00. 24. inclusive. (Dec.55. 6. 6. 3.21. 4.00.08. relativamente aos fatos geradores ocorridos a partir do período fiscal de agosto de 2002.08. 1111-9/02. 25.58. 1592-0/00. 5. 4.00. 3.33.65.01-5. 3. 4. 27.24. 1600-4/04.01-2. 4. 4. 15830/02 e 1595-4/02.01-6. 6.65. 23.01. 3.01-0. sendo. 1591-1/02. 5.64. 27.41. 4. 5.01. de julho de 2002.00.01-1.03.00.00 e 6. 3. 12.00.17.02-8.00.00. 3.51.01.1. com os códigos da CNAE-Fiscal: 1521-0/00.00.00.01-6.09.61.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. 5.22.64. 29114/00. 4.01-0. 5.00.01-9.00.01-8.02.66.56. 3.01-1. 28.17.01-5 27.31.00. 26.08. 2911-4/01. 25. 3. a partir de 01 de novembro de 1991.43.11. com os CAEs: 3.57.00. 25.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.00.02-1.01-0. a partir de 1º de maio de 2011.24. 27. 3.60. 24.87. com os CAEs: 3.00.11.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.14.43.53.24. 25.42.22. 5.53.00.00. 1591-1/01.00.21. 26.35. 25.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. 6.00.22.65.01-7.00.01-4.61.22.02-0.01-1.23.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.87.01. até 15 3.03 e 6.24. até o 5º (quinto) dia do segundo mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador e.01-01.59.31. 4. (Dec.25.11.61.03.08.09.00. 25. 4. 6. com os CAEs: 3.58.01-7.11.87.00.03. 5.00. até o 10º (décimo) dia do segundo mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador e. 36.01-6.08.22.02-1. 28.57.02.03.56. 6.14. 5.25. (Dec. até o 5º (quinto) dia do segundo mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador: (Dec.02. até 15 de julho de 1994.66.24.54. 5. 6.50. 25. 6. 5. 4.44.66.01-0.05.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.65.55.01-0. 25.00.00.03. 3.51.01-1.66.17. 27. 5. 6. 5.23.00.22. 3.00. 1600-4/01.56.00. até o último dia do msubseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador: (Dec.62.14.03. 12. com os CAEs 24.05. 24.05 e 6.01-0. 11135/02 e 1122-4/01. 6.08. 3. 3.01-0. 4.2002) 4.41.00.22. 27.03. 25.03.53. 24.2002) 3. com os códigos da CNAE: 1111-9/01.01-6. 3. 2620-4/00.00. de julho de 1994.11.11.00.24.09.53.00. 25. 5. 5.01-9.33.22.25.54. 6.00.08.01-2. 4.58.00. 5. 5. 24.00.17.05. com os CAEs correspondentes àqueles previstos no item 1: 26.62.41.11.01-2.01-9.01.00. 3. 3.00. 2932-7/01.00.2002) 2. 1595-4/01. 3. a partir de 01 de novembro de 1991. 6. 6.50.24.02.21.03. 5. 27.00. 4.00. 25.57.00.31.11.00.01. 3.14.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.60.2002) 2.24.24.59.24.00.

13102/01.45.2002) 3. 17221/00.2004) 2. 22. 27. no período de 01 de outubro de 2000 a 30 de junho de 2004.atualizado até 30 junho 2011 .08.2002) d) inscrito no CACEPE com o CAE ou o CNAE-Fiscal não discriminados nas alíneas anteriores: (Dec. 1721-3/00.2000) 3. observado o disposto no § 18 deste artigo e no § 4º do art. relativamente a 70% (setenta por cento) do valor do ICMS devido no mês.2002) 1.2. 1762-0/00. 1322-6/01. 1410-9/05. 1779-5/00. 31. (Dec.07. 1429-0/02.07.08. 30% (trinta por cento).719/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 1429-0/99.31. 27. 1429-0/01.2000) 2. até o último dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador. 2441-4/00 e 2521-6/00.2000) (Dec. nos seguintes percentuais do ICMS devido no mês. 31. 17. 1324-2/01. 1422-2/02.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 22.2004) III . até o último dia do terceiro mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador. 27.01-2. 1812-0/01. com os códigos da CNAE-Fiscal: 1000-6/01. 14109/07. (Dec. 1323-4/01.2000) 1. 22. 1931-3/01. 1763-9/00. 1329-3/01. 1761-2/00.719/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01-3.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 25.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. 1939-9/00. 1711-6/00. 22.07.07.01-8.876/91 . a partir de 01 de agosto de 2002.32. 1933-0/00. 50% (cinqüenta por cento).3.21. 17. até o 25º (vigésimo quinto) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador.2004) 3. 1410-9/01.719/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.1. no período de 01 de outubro de 1991 a 30 de setembro de 2000: EFEITOS A PARTIR DE 01. 25.2004) 3. (Dec. 25.2.10. 22. 1410-9/02. 27. 1741-8/00. 20% (vinte por cento).1. até o 9º (nono) dia do mês subseqüente ao da apuração do imposto. até o 9º (nono) dia do mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.10.719/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. até o 28º (vigésimo oitavo) dia do mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador. (Dec. 51: (Dec.2.01-6 e 25.3.10. 1719-1/00. (Dec. 1422-2/01. 17. até o 5º (quinto) dia do segundo mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador.2000) 2.915/94) DECRETO 14.719/2000 – 1. (Dec. observado o disposto no § 18: (Dec.01-7. 1410-9/08.719/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.10.915/94) e) em se tratando de empresa de distribuição de energia elétrica: (Dec.23. até o 5º (quinto) dia do mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador. (Dec.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. 31.915/94) 2.07. (Dec. relativamente aos fatos geradores ocorridos a partir do período fiscal de agosto de 2002. 1429-0/03.31.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2000) 2.08. nos seguintes percentuais do ICMS devido no mês.31. 1321-8/01. 1429-0/04. 1329-3/03. (Dec. 30% (trinta por cento). 1410-9/99.10. (Dec. relativamente aos valores não recolhidos na forma do item anterior. 1421-4/00. 25. até o 5º (quinto) dia do mês subseqüente ao da apuração do imposto. 1410-9/03. 1813-9/01.estabelecimento comercial atacadista: (Dec. 1329-3/04. 1731-0/00. 20% (vinte por cento). 1329-3/02. 1410-9/04. a partir de 01 de julho de 2004. 50% (cinqüenta por cento). a partir de 01 de novembro de 1991. 1410-9/09.1.719/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01-4. até o 28º (vigésimo oitavo) dia do mês subseqüente ao da apuração do imposto.2000) 1.2004) 3.10. 1910-0/00. (Dec. até 31 de outubro de 1991. 27. 22.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01-1.53.10. 1410-9/06.22. 22.

08. (Dec. 5244-2/03.01-2. através de Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais . (Dec.estabelecimento comercial varejista: a) inscrito no CACEPE com os códigos a seguir indicados.09. a partir de 01 de novembro de 1991. 5244-2/07. na modalidade telefonia fixa comutada.estabelecimento prestador de serviço de comunicação: (Dec.62. 25.09. 17.02. até o 15º (décimo quinto) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador. 17.05.2002) 1.02. 25. 8. 17.2002) V . 8. até o 10º (décimo) dia do mês subseqüente ao da prestação. até o 30º DECRETO 14.915/94) c) a partir de 01 de junho de 1999. 41. (Dec. até 31 de outubro de 1991.08.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.09.02-2. 17. (Dec.915/94) b) a partir de 01 de novembro de 1991.a) até 31 de outubro de 1991. VI . 52337/01.01-6. até o 20º (vigésimo) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador. 21.41.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. 5244-2/08 e 5244-2/99.42.01-6. relativamente ao imposto normal devido por empresa de telecomunicação. com os CAEs: 8.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. até 15 de julho de 1994.915/94) c) a partir de 14 de abril de 1998. no período de 16 de julho de 1994 a 31 de julho de 2002. 8. 21.01-0.097/98) d) nos períodos fiscais de janeiro a dezembro de 2000.15. (Dec.502/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01. sendo.09. relativamente aos fatos geradores ocorridos a partir do período fiscal de agosto de 2002. a partir de 01 de agosto de 2002. no prazo indicado na alínea "b" do inciso anterior.915/94) a) até 31 de outubro de 1991. 8. quando o tomador do serviço estiver localizado neste Estado e a empresa prestadora do serviço em outra Unidade da Federação. relativamente à recepção de som e imagem por meio de satélite.44. até o 15º (décimo quinto) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador. 41. (Dec. (Dec.06. (Dec. até o 20º (vigésimo) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador.08. com os CAEs correspondentes àqueles indicados no item 1: 41. em favor deste Estado.01-3 e 41. 25. observado o disposto no § 16 (Convênio ICMS 10/98). 17. 25. 42. 41. até o 15º (décimo quinto) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador.atualizado até 30 junho 2011 .00. (Dec.08. 17. 17. (Dec.35. (Dec. 5243-4/02. 25.2002) 2.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. 5243-4/01.915/94) b) a partir de 01 de novembro de 1991.09. até o 20º (vigésimo) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador. 8. inclusive restaurantes.GNR.estabelecimento prestador de serviço de transporte: (Dec. (Dec.11.07.2002) b) inscrito no CACEPE com o CAE ou CNAE-Fiscal não discriminados na alínea anterior.2002) 3. até o 15º (décimo quinto) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador. até o 15º (décimo quinto) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador: (Dec. inclusive a mercadoria envolvida.01-5.04.01 e 8. com os códigos da CNAE-Fiscal: 5231-0/03. 17.915/94) VII .15.03. 8.estabelecimento prestador de serviços relacionados no Anexo 1. 41. até o 20º (vigésimo) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador.99) IV . quando se tratar de base de refinaria de petróleo.876/91 .472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.915/94) b) a partir de 01 de novembro de 1991.63. até o 20º (vigésimo) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador e.08.915/94) a) até 31 de outubro de 1991.

641/2006) VIII . nos termos do art. inscrita DECRETO 14. poderá o contribuinte antecipar o pagamento do imposto. quando da saída da mercadoria.CAE nº 48. 14. convertendo em moeda nacional o valor indicado no art. ERRATA DOE DE 15.843/2000) 1. (Dec. até o 15º (décimo quinto) dia após o embarque da mercadoria para o exterior. observado o disposto no art.01-7.(trigésimo) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador. 23. até o dia 21 de janeiro de 2002. prestados nos períodos fiscais de janeiro a julho de 2006 (Convênio ICMS 72/2006). até o dia 28 de fevereiro de 2003. relativamente aos períodos fiscais de fevereiro a maio de 2003. V. XII . 15. na forma estabelecida pela autoridade competente. a conversão será feita mediante a aplicação da taxa cambial de compra vigente no dia daquela emissão.21. 29.01. imagem e INTERNET. quando enquadrado em portaria do Secretário da Fazenda. na hipótese prevista no inciso IV do "caput" do art.876/91 . 21.995/2000 e) relativamente ao imposto normal correspondente ao período fiscal de dezembro de 2001. 117.843/2000) 2. que opere na banda "A". a partir de 01 de dezembro de 2000. 54.estabelecimento que promover as operações com café cru referidas nos incisos XXVI e XXVII do “caput” do art.2002) f) relativamente ao imposto normal correspondente ao período fiscal de janeiro de 2003.na hipótese dos incisos XII e XIII do “caput” do art. devido por empresa de telecomunicação na modalidade de telefonia. nos termos do art.985/2002 –EFEITOS A PARTIR DE 01. conforme estabelecido na mencionada portaria e de acordo com as normas específicas para a hipótese contidas no referido art. apurada nos termos deste inciso. quando emitir Nota Fiscal. IX . no prazo estabelecido para sua categoria. quando não enquadrado em portaria do Secretário da Fazenda. 54. 22. XI . devido por empresa de telecomunicação na modalidade de telefonia móvel celular. de meios de telecomunicação.01. quando se tratar de empresa concessionária de serviço público de transmissão de energia elétrica. disponibilização de equipamentos ou de componentes que sirvam de meio necessário para a prestação de serviços de transmissão de dados. (Dec.2000) (Dec. 22.atualizado até 30 junho 2011 .843/2000) 3.2000. contratação de porta. 3º. XXV. independentemente da denominação que lhes seja dada. utilização de segmento espacial satelital. se o contribuinte efetuar o pagamento até o 15º (décimo quinto) dia após a emissão da guia de exportação. observandose: a) alternativamente ao disposto neste inciso. (Dec. (Dec. 25. V. XXV.estabelecimento remetente. X . em relação à parcela complementar do imposto. (Dec. à taxa cambial de compra vigente no dia do referido pagamento. para recolher o imposto antecipadamente.CACEPE com o Código de Atividade Econômica .530/92) b) na hipótese da alínea anterior.estabelecimento que promover a exportação de café cru a que se refere o art.estabelecimento sujeito a prévia estimativa de venda por período. –EFEITOS A PARTIR DE 01. 14. inscrita no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco . 14.239/2003) g) até 29 de setembro de 2006. c) até o dia 31 de dezembro de 1986. 22. (Dec. XXI: a) contribuinte que mantiver escrituração fiscal: (Dec.02. 54. relativamente aos serviços de valor adicionado. deduzir-se-á a parcela equivalente ao Imposto de Exportação. voz. até o 5º (quinto) dia útil do mês subseqüente àquele em que ocorrer a respectiva entrada. da base de cálculo. 14.

(Dec. (Dec.estabelecimento industrial fabricante de polpa de tomate. Maranhão.575/2003) b) contribuinte que não mantiver escrita fiscal.514. 25. partes. na hipótese de saída interestadual de máquinas. a partir de 1º de dezembro de 2010. recolherá o respectivo valor em duas parcelas iguais e sucessivas.828/2010) I.870/94) XVII .na hipótese de alienação em hasta pública.no período de 01 de outubro de 1996 a 30 de setembro de 1997. (Dec. 757.828/2010) DECRETO 14.337/96) a) o valor correspondente a 5% (cinco por cento) sobre a base de cálculo: até 30 de setembro de 2001. o disposto no § 1º do art. 17. (Dec.a partir de 01 de novembro de 1994. aparelhos. 17.estabelecimento industrial fabricante de embalagem flexível de polietileno e polipropileno: (Dec.na hipótese de o leilão da mercadoria referida no inciso anterior ser substituído por venda através de licitação pública. 19.423/94) a) relativamente aos fatos geradores ocorridos no período de 01 de junho a 31 de dezembro de 1993: até o último dia do 4º (quarto) mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador.876/91 . § 2º. 19. (Dec. 10. até o 15º (décimo quinto) dia ou 20º (vigésimo) dia dos meses de janeiro e fevereiro do ano seguinte. respectivamente.atualizado até 30 junho 2011 . 35. de 29 de dezembro de 1997.no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco . 35.CACEPE. observando-se: (Dec. com código da Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE-Fiscal 4010-0/03. quando destinados a integralizar o ativo fixo do estabelecimento destinatário: (Dec. no ato da arrematação. Paraíba. 35. XIII . e 14 da Lei nº 11. 17.060/94) XIX .423/94) c) relativamente aos fatos geradores ocorridos no período de 01 de abril a 31 de dezembro de 1994: até o último dia do 2º (segundo) mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador. até 31 de dezembro de 1997. no respectivo edital de licitação. (Dec. não se aplica o disposto no caput quando o recolhimento relativo a quaisquer das parcelas ali mencionadas: (Dec.828/2010) III. para a retirada da mercadoria. 19. XIV . até o dia 27 de junho de 2003.423/94) b) relativamente aos fatos geradores ocorridos no período de 01 de janeiro a 31 de março de 1994: até o último dia do 3º (terceiro) mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador. peças e componentes. 17. 19. antes da mencionada saída. (Dec. o estabelecimento que promover saída de castanha de caju "in natura" para os Estados do Ceará. (Dec.828/2010) II.337/96) b) o valor correspondente ao saldo do imposto: no prazo previsto para a categoria do remetente. segundo os prazos indicados no inciso IV do caput. 18. equipamento.na hipótese da exigência antecipada do imposto no Posto Fiscal. Piauí e Rio Grande do Norte. (Dec. no prazo determinado pela autoridade fiscal. a partir de 1º de janeiro de 1998. quanto ao imposto relativo ao período fiscal de dezembro. até o último dia do 4º (quarto) mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador. quando da passagem pelo Posto Fiscal deste Estado. relacionados no Anexo 22. XVI . (Dec.337/96) § 1º O estabelecimento varejista. o disposto nos arts.343/96) XVIII . no prazo fixado. relativamente às saídas deste produto realizadas no período de 01 de maio de 1994 a 31 de outubro de 1996. XV . 35.

907/2006) 2. até o primeiro dia útil subseqüente. este será efetuado até o último dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador ou o fato indicado como termo inicial do prazo de pagamento. que não emita Nota Fiscal.907/2006) 2. poderá recolher o imposto devido na primeira repartição fazendária.828/2010) IV. quando o primeiro dia útil subseqüente recair no mês seguinte àquele do referido termo final. 19. (Dec.1. o recolhimento do imposto deverá ocorrer: (Dec. § 3º Quando o contribuinte. nos artigos 53 e 54 ou em qualquer outro dispositivo da legislação tributária do Estado. quando o termo final do prazo for estabelecido para final de mês. até o dia útil imediatamente anterior.828/2010) b) for realizado em valor inferior ao devido. 19. desde que este recaia dentro do mês do referido termo final. tomar-se-á por base para a cobrança de multa de mora e juros o valor integral do imposto devido e o termo final do prazo de recolhimento correspondente ao mês de janeiro.907/2006) II . 28. (Dec. estiver obrigado a recolher o imposto em prazos diversos.907/2006) 2.530/92) § 4º O produtor agropecuário.375/96) a) quando o recolhimento do tributo deva ser efetuado mediante Documento de Arrecadação Estadual . § 7º Quando a legislação não fixar prazo de pagamento. (Dec.876/91 . 19.375/96) DECRETO 14.atualizado até 30 junho 2011 . volante ou Posto Fiscal que encontrar. II. deverá observar estes prazos e o disposto no art. até o primeiro dia útil subseqüente. estabelecidos neste artigo. (Dec. a partir de 01 de fevereiro de 2006: (Dec. 15.a) não ocorrer ou ocorrer a destempo. 28.quando o referido termo final recair em dia não útil ou em que não haja expediente bancário.828/2010) § 2º O prazo de recolhimento de que trata o inciso VII “caput” do será contado em relação ao mês de faturamento do serviço relativamente às ligações internacionais. sem qualquer acréscimo. 35. § 6º O prazo para recolhimento do imposto previsto no parágrafo anterior será idêntico àquele fixado para o estabelecimento que tenha promovido a venda. § 5º O imposto incidente sobre os acréscimos financeiros relativos a vendas a prazo será devido na mesma proporção em que ocorrer o vencimento do prazo para o recebimento dos mencionados encargos. será observado o seguinte: (Dec. desde que comprove aquela condição. (Dec. (Dec. 19. em razão de suas operações ou prestações. até 31 de janeiro de 2006. na hipótese do inciso III. 28. 19.375/96) I .375/96) b) quando o termo final do prazo não for estabelecido para o final do mês: (Dec. 253. 28. 28.quando o referido termo final recair em dia decretado como ponto facultativo para o funcionalismo público estadual ou em dia em que não haja atividades fazendárias: (Dec. § 10.375/96) a) no dia útil imediatamente anterior. (Dec.DAE cuja emissão seja de responsabilidade da repartição fazendária. o termo final do prazo será o primeiro dia útil subseqüente ao do ponto facultativo ou o do reinício das atividades fazendárias.2. § 8º Relativamente ao termo final dos prazos de recolhimento do ICMS. (Dec. 35.907/2006) 1. 35. (Dec.

a empresa prestadora de serviço deverá enviar mensalmente. da respectiva capacidade de produção. O ICMS exigido. (Dec. serão observadas as normas do inciso anterior. emitido no mês de novembro de 1992.375/96) § 9º REVOGADO. Relativamente ao disposto no inciso XVII do “caput”. (Dec. 17. 16. de forma antecipada. a título de Estorno de Débito.recolhimento em DAE específico”. REVOGADO. com base no saldo devedor apurado pela empresa prestadora de serviço (Convênio ICMS 10/98).94) § 10.EFEITOS A PARTIR DE 29.060/94) § 16. nos termos do art.escriturar.perderá o benefício o contribuinte que efetuar o recolhimento fora do respectivo prazo. 17. 17. 21. (Dec. (Dec. 18. a utilização de 60% (sessenta por cento).atualizado até 30 junho 2011 .423/94) § 14. no mínimo.EFEITOS A PARTIR DE 29. 19. a título de Operações com Débito do Imposto.097/98) I . poderá. Para efeito do disposto nos incisos XVI e XVII do "caput": (Dec. relação DECRETO 14. relativamente a operações com madeira industrializada e objeto de Aviso de Retenção. 17. no termo final do benefício. (Dec. hotéis e estabelecimentos similares deverá ser recolhido no prazo previsto no inciso IV.060/94) II . 18. 19.530/92. (Dec. adotando o seguinte procedimento: (Dec. observar-se-á: (Dec. (Dec. (Dec. comprovando tal circunstância perante a Diretoria Técnica de Coordenação da Secretaria da Fazenda. a série e a subsérie da Nota Fiscal correspondente à operação e a observação: “Castanha de caju “in natura” para outra Unidade da Federação .915/94 .356/92) § 13.b) quando o recolhimento do tributo deva ser recolhido mediante DAE cuja emissão não seja de responsabilidade da repartição fazendária.acobertar o trânsito da mercadoria com uma via do respectivo DAE anexo à correspondente Nota Fiscal. antes de iniciada a remessa. “a”.BTP ou outra forma de teleprocessamento. 17.060/94) III . no livro Registro de Apuração do ICMS . 18. 17. (Dec. "c". não se aplicando a esta hipótese o disposto no § 1º. "b" do “caput”.514/94) I . indicando o número.915/94 . no quadro Detalhamento.Na hipótese do inciso XVIII do "caput". o contribuinte. a cada Unidade da Federação de localização dos tomadores do serviço.lançar a Nota Fiscal relativa à saída. 21.RAICMS. desde que o setor tenha atingido. (Dec.DAE. através de Documento de Arrecadação Estadual .814/93) § 12. excepcionalmente. Relativamente ao inciso VII.09.423/94) II . o incentivo ali previsto poderá ser prorrogado por igual período.na hipótese do inciso I. ser recolhido até o dia 30 de dezembro de 1992. (Dec. (Dec.o imposto a ser recolhido será atualizado monetariamente a partir do dia seguinte à data fixada para o respectivo pagamento.375/96) III . o valor do imposto recolhido na forma deste parágrafo. cafés. considera-se recolhido no prazo o imposto pago no último dia do mês por meio de banco de telepagamento .09. nas colunas próprias do Registro de Saídas. 18. (Dec. "c".94) § 11.na hipótese de estabelecimento prestador de serviço de comunicação sujeito ao sistema normal de apuração do imposto. 15.060/94) I .876/91 . O ICMS devido por restaurantes. no prazo previsto no inciso VII.246/94) § 15 . o recolhimento será feito proporcionalmente ao número de tomadores de serviço de cada Unidade da Federação. combinado com Dec. deverá efetuar o recolhimento do imposto destacado na Nota Fiscal relativa à operação de saída. 51. 16.097/98) II .

12.12.2002. XV. dirigido à Diretoria Geral de Planejamento da Ação Fiscal .038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. lanchonetes.026/2002) § 21. com vencimento até a 31 de maio de 2003. do "caput" deste artigo.2002.01-7. 21. Corpo de Bombeiros ou órgão da Defesa Civil. Relativamente ao disposto no inciso II. na hipótese de estabelecimento industrial que tenha sido atingido por incêndio. 36.25.07. deverá ser recolhido até o dia 15 de agosto de 1999. referente aos produtos da cesta básica. ao da apuração do imposto. (Dec.2002 a 31. 25. estimado pelo contribuinte.o saldo porventura remanescente referente ao período mencionado no inciso I. observado o disposto no § 14. será recolhido até 30. será observado o seguinte: (Dec.166/2010) b) ao deferimento de pedido do interessado.026/2002) I . 22. 21. o diferimento de que trata o inciso I fica condicionado: (Dec. (Dec.12. cafés.contendo nome e endereço destes. (Dec.2002) § 22.na hipótese de o valor recolhido na forma do inciso I ser inferior ou superior a 50% (cinqüenta por cento) do ICMS devido no mês da ocorrência do fato gerador ou. por base de refinaria de petróleo. (Dec. hotéis e estabelecimentos similares. A partir de 1º de maio de 2010. 27.17. (Dec. relativamente às operações realizadas no período fiscal de setembro de 2000. (Dec.575/99) § 18.2002. 35. da apuração do imposto. restaurantes. "c".097/98) § 17. Relativamente ao ICMS de responsabilidade direta.25. o valor do imposto.166/2010) DECRETO 14.759/2000 – ERRATA DOE 02. desde que tenha sido observado o prazo estabelecido. "b".2004) § 19. 35. (Dec. a diferença a maior ou a menor deverá ser compensada na parcela a ser recolhida no prazo previsto no item 2. "e". (Dec.07.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. mediante laudo pericial fornecido pela Polícia Civil. bem como os respectivos valores das prestações e do ICMS correspondente. decorrente do não-lançamento do crédito presumido previsto no art.07. anteriormente às mencionadas modificações.2004) I . boates. II. 27.25. poderá ser recolhido até o dia 31 de outubro de 2000.166/2010) I.12.1 ou 3. que se refere a bares.166/2010) II. O ICMS devido por contribuinte inscrito no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco – CACEPE com o Código de Atividade Econômica – CAE 43.2002 a 20.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 35. incidente sobre operações internas realizadas no período fiscal de dezembro de 2002. insumos ou matériasprimas. com destruição de máquinas. a partir de 01 de julho de 2004.12.3 da alínea "e" do inciso II do "caput".2004) II . adquiridos em outra Unidade da Federação.08. serão recolhidos no prazo estabelecido no inciso III.o valor a ser recolhido conforme previsto no item 2. equipamentos ou estoque de mercadorias. 35. (Dec.1 não poderá ser inferior a 50% (cinqüenta por cento) do imposto devido no mês imediatamente anterior ao da ocorrência do fato gerador ou. será observado o seguinte: (Dec. 35. a partir de 01 de julho de 2004. efetuado sem o cumprimento das alterações previstas neste artigo.876/91 .026/2002) II .atualizado até 30 junho 2011 . 2 e 3.quanto a fatos geradores ocorridos de 01. juntamente com o valor do imposto relativo aos fatos geradores ocorridos de 21. relativamente aos prazos previstos no inciso II do caput.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.11. (Dec. 27. Fica convalidado o recolhimento do ICMS.3 ou 3.166/2010) a) à comprovação da condição prevista no caput. (Dec. DPC da Secretaria da Fazenda. o ICMS apurado mensalmente poderá ser recolhido até o 6º (sexto) mês subsequente ao da ocorrência do respectivo fato gerador. observar-se-á: (Dec. do mencionado art. 36.2000) § 20. relativo aos períodos fiscais de janeiro a abril de 1999. de acordo com o respectivo CAE. do "caput". O saldo devedor do ICMS.

(Dec.atualizado até 30 junho 2011 . até o 10º (décimo) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer a saída do produto do estabelecimento do contribuinte-substituto. 28. 28. xarope e refrigerante: (Dec.323/2005) 1. 3.2. classificação DECRETO 14. 28.000.o disposto no inciso I somente se aplica pelo prazo de 6 (seis) meses contados a partir do período fiscal da ocorrência do mencionado incêndio. concentrado.III . 53.1. (Dec. b) nas vendas a domicílio por revendedor autônomo. quando o remetente não emitir Nota Fiscal. (Dec. (Dec. água mineral: (Dec. análise. até o 5º (quinto) dia útil do mês subseqüente àquele em que ocorrer a saída do produto do estabelecimento do contribuinte-substituto.2009 ) (Dec. fica limitado a R$ 250. chope. b) em relação a estabelecimento adquirente. medição. devendo o recolhimento do montante excedente ser efetuado nos prazos indicados no inciso II do caput deste artigo. farinha de trigo: (Dec.00 (duzentos e cinquenta mil reais). II . o recolhimento do imposto devido na qualidade de contribuinte-substituto far-se-á nos seguintes prazos: I .nos casos de retenção na fonte: a) nas saídas dos seguintes produtos: (Decretos 28.166/2010) SUBSEÇÃO II Do Imposto de Responsabilidade Indireta Art. 28. até 28 de fevereiro de 2001: até o 10º (décimo) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer a saída do produto do estabelecimento do contribuinte-substituto.relativamente a fato gerador ocorrido antes da entrada da mercadoria ou do serviço prestado ao contribuinte-substituto: a) em relação à sucata ferrosa utilizada pela indústria siderúrgica como matéria-prima.323/2005) 2.323/2005) 2. até o último dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer a entrada. no período de 01 de julho de 1997 a 31 de agosto de 2005: até o 10º (décimo) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer a saída do produto do estabelecimento do contribuinte-substituto. a partir de 01 de setembro de 2005: nos termos de decreto específico. (Dec. 28.323/2005) 1.876/91 . quanto à parcela complementar do imposto. 35. 35.323/2005) 4.166/2010) IV .323/2005) 3. a partir de 01 de setembro de 2005: nos termos de decreto específico. 28.2.1.o valor a ser recolhido mensalmente. Respeitados os prazos indicados nos sistemas especiais de tributação. até 31 de agosto de 2005: até o 10º (décimo) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer a saída do produto do estabelecimento do contribuinte-substituto. gelo: a partir de 01 de janeiro de 2009.246/2005 e 28. 32. na hipótese em que a mercadoria dependa de fixação de preço final ou de apuração do valor.323/2005) (Dec. pesagem. cerveja.323/2005) 1.323/2005) 3.1. 28. nos termos de decreto específico.2. nos termos do inciso I. 28.323/2005) (Dec.774/2008 – EFEITOS A PARTIR DE 01 01. a partir de 01 de março de 2001: nos termos de decreto específico. 2. c) nos demais casos. (Dec. 28.

2002. ficar responsável. e XXIII do "caput" do art. relativamente ao imposto devido pelos demais estabelecimentos dispensados de inscrição no CACEPE. ou.ou fato equivalente. VI.24. 15.949/2002-EFEITOS A PARTIR DE 12. "c" do “caput” aplica-se em relação aos serviços de transporte e comunicação quando: (Dec. a crédito do Governo em cujo território se encontra estabelecido o adquirente das mercadorias: (Dec. VII. o remetente da mercadoria for responsável pelo ICMS do transportador não-inscrito. em agência de qualquer Banco Oficial estadual. 58. até o 5º (quinto) dia útil do mês subseqüente àquele em que ocorrer a entrada da mercadoria no estabelecimento do contribuinte-substituto.99) Art. 21. 58. até o 5º dia do mês subseqüente àquele em que tenha ocorrido a substituição. o imposto cabível ao Estado de destino deverá ser recolhido ao Banco do Brasil S. do “caput” do art.atualizado até 30 junho 2011 .substituto.A. até o 10º (décimo) dia subseqüente ao término do período de apuração em que tiver ocorrido a retenção. até o 25º (vigésimo quinto ) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador. O prazo referido no inciso II. 15. 58.substituto pelas saídas.01.na hipótese do inciso X. no mesmo prazo de recolhimento do ICMS . (Dec.nas hipóteses indicadas no art. II . 15. 15.949/2002-EFEITOS A PARTIR DE 12. c) nos demais casos..na hipótese indicada no art.530/92) II .EFEITOS A PARTIR DE 01.nas hipóteses do art. IV . (Dec. EFEITOS A PARTIR DE 12.11. XI. pelo estabelecimento prestador do serviço. § 8º. X. IV. na qualidade de contribuinte .876/91 .até 31 de dezembro de 1998. XIV. "b".249/98 .949/2002- b) o Banco recebedor deverá repassar os recursos à Secretaria da Fazenda ou de Finanças da Unidade da Federação destinatária. § 5º e art. 21. (Dec.612/92) VII .24. 58: (Dec. quando for o caso.Normal da categoria. XIV. deverá ser recolhido em agência do Banco Oficial do Estado destinatário. VI . III . relativamente ao período fiscal de outubro de 2002. 15.a partir de 01 de janeiro de 1999. na sua falta. 14. Fica exigido o pagamento antecipado do imposto: I . (Dec.EFEITOS A PARTIR DE 01.11 2002) 2.24.530/92) I . pelo imposto devido por outro estabelecimento do mesmo contribuinte. 54. no prazo de recolhimento do ICMS . "b". até o 5º (quinto) dia útil do mês subseqüente àquele em que ocorrer a respectiva entrada.o destinatário tiver sido eleito contribuinte-substituto em relação à prestação de serviço. (Dec. 58. até 12.Normal da categoria do contribuinte . de que trata a alínea anterior. XII.813/92) V .99) Parágrafo único. por meio da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais.11 2002) (Dec.na hipótese de um estabelecimento.na hipótese indicada no art. IV . em conta especial. situado neste Estado.na aquisição de mercadoria efetuada em outra Unidade da Federação por contribuinte inscrito sob o regime fonte ou microempresa. no prazo de 4(quatro) dias após o depósito. DECRETO 14. por força do inciso X. nos termos do art. localizada na praça do estabelecimento remetente.01. III .na hipótese de prestação de serviço de transporte ou de comunicação.813/92) a) o imposto retido.249/98 . 58. XIII e XV. nas hipóteses dos incisos XIV. (Dec. também situado neste Estado. 5º.11 2002) 1. na qualidade de contribuinte-substituto.

10. observado o disposto no § 1º.023/92) VIII . 23.237/2001) d) bolo . "c". (Dec. (Dec. do industrial.NBM/SH 1905. o imposto será recolhido no local e prazo específicos para a operação. "b". na repartição fazendária do domicílio fiscal do produtor ou. (Dec. XXVI.na aquisição de mercadoria.V . 16. (Dec. 27. que estabelece a sistemática prevista no mencionado Protocolo.491/2004 – REPUBLICADO DOE 07.071.99) X . contendo ovos) . independentemente do regime de inscrição. (Dec. 16. relacionada em portaria do Secretário da Fazenda. 52. na aquisição de açúcar de cana. 23.023/92) 1.no período de 01 de junho de 2001 a 30 de junho de 2005. antes de ocorrer a respectiva saída. 16. fica a circulação da mercadoria não mais sujeita a posterior recolhimento do imposto. II.11.90. bolacha e bolo deste Estado: (Dec. 16. no caso da farinha de mandioca.26. por contribuinte deste Estado. ou no § 5º.023/92) b) quando a mercadoria proceder deste Estado. VI .00.04.313/99 – EFEITOS NO PERÍODO DE 01. 16. no prazo estabelecido para a respectiva categoria do produtor ou. independentemente do regime de inscrição do adquirente. e 2º.atualizado até 30 junho 2011 . 21. o imposto será recolhido: (Dec.2004) a) no período de 01 de outubro de 2002 a 31 de março de 2004. 18.04.nas hipóteses previstas no art. não relacionada no Anexo Único do Decreto nº 23.04. e § 22: (Dec. independentemente do regime de inscrição no CACEPE.023/92) 2. relativamente às sucessivas saídas internas de arroz. (Dec. 18.023/92) c) quando a mercadoria for importada do exterior.a partir de 01 de setembro de 1992. 24. que não tenham organização administrativa adequada ao atendimento das obrigações tributárias. na aquisição dos produtos a seguir relacionados com as respectivas classificações na NBM/SH. "a". a partir de 01 de julho de 2005.nas demais hipóteses previstas na legislação.07. (Dec. 26. feijão e farinha de mandioca.NBM/SH 1905. nas demais hipóteses.023/92) d) efetuado o pagamento nos termos das alíneas anteriores. em outra Unidade da Federação por contribuinte deste Estado. (Dec. efetuada por indústria de massa alimentícia. 16. (Dec. biscoito. I. no caso da farinha de mandioca.987/2005 – EFEITOS A PARTIR DE 01.1.401/95) IX . (Dec. efetuada em outra Unidade da Federação por contribuinte deste Estado.NBM/SH 1905. quando procedente das Regiões Sul e Sudeste.876/91 .2004) DECRETO 14.491/2004 – REPUBLICADO DOE 07.NBM/SH 1902.no período de 01 de março a 31 de maio de 1999. observar-se-á. III. (Dec.237/2001) c) outras bolachas e biscoitos que não contenham edulcorantes .30. III. do industrial. 26.491/2004 – REPUBLICADO DOE 07.237/2001) b) bolacha e biscoito de maisena.30.2004) XI .05.na aquisição de embalagem de qualquer natureza. em Unidade da Federação não-signatária do Protocolo ICMS 46/2000 e alterações. além do disposto no art. observado o disposto no § 19 e. de polvilho ou tipo sanduíche .2005) a) massa alimentícia não cozida. 23.03 A 31.90.023/92) a) quando a mercadoria proceder de outra Unidade da Federação.90. 16. devendo o documento fiscal respectivo conter observação quanto a essa circunstância. e XII. (Dec. (Dec. o tratamento tributário previsto em decreto específico: (Dec. não recheada e nem preparada de outro modo (exceto as do código 1902.401/95) VII . o imposto será recolhido nos termos dos parágrafos 1º. de 05 de março de 2001.

349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. na saída interestadual de gipsita e gesso e seus derivados.1 quando a entrada ocorrer no período de 01 a 15 dos meses de abril e maio de 1995: até o dia 05 do mês subseqüente ao da respectiva entrada. 19. por estabelecimento comercial e por estabelecimento industrial não-credenciado para utilizar o crédito presumido previsto no art. quando se tratar de entrada de mercadoria procedente de outra Unidade da Federação. (Dec.032/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. do "caput".586/95) DECRETO 14. 2004) b) queijo mussarela. a partir de 01 de agosto de 2004. nas hipóteses dos incisos do "caput". 1. a partir de 01 de janeiro de 1998. na hipótese do inciso II do "caput". 27. 26. 23. 26. 27.pelo tomador do serviço. observado o disposto no § 22. V e VI. emitindo-se.112/96) 1. 02. (Dec.2004) 4.586/95) 2. no montante de 7% (sete por cento) do valor da respectiva Nota Fiscal. dos produtos a seguir relacionados.2004) c) queijo prato. 624. quando for o caso. até 31 de julho de 2004.827/98) 3. II. (Dec.08.827/98) 2. com antecipação por substituição.032/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 18. na hipótese dos incisos III.112/96) 4. 27. na aquisição. 19. 2004) a) leite UHT (longa vida).03. sendo. 27. 20.237/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.566/2011) XII – a partir de 01 de fevereiro de 2004.pelo alienante da mercadoria.876/91 .782/06. 36. observado o disposto no § 21: (Dec. 18.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. quando não for fixado prazo especifico diverso: (Dec. nos termos da legislação específica. 02. nos termos do § 15. nos demais casos. (Dec. o respectivo Aviso de Retenção: (Dec. independentemente do destinatário. relativamente à entrada de mercadoria neste Estado.2004) 5. 02. III . por contribuinte deste Estado. (Dec. até o 15º (décimo quinto) dia do mês subseqüente ao da emissão do respectivo Aviso de Retenção. 18. no período de 01 de abril a 31 de maio de 1995: (Dec. (Dec. quitado.04. procedentes de outra Unidade da Federação. 02. quando se tratar de entrada de madeira e produto da cesta básica. (Dec. quando se tratar de entrada de sorvete procedente de outra Unidade da Federação: (Dec.atualizado até 30 junho 2011 .2001) a) por ocasião da passagem da mercadoria pela primeira unidade fiscal deste Estado: 19. quando não for fixado prazo específico diverso.pelo Fisco Estadual. quando promovida. (Dec. acompanhar a mercadoria.08. devendo o correspondente Documento de Arrecadação Estadual – DAE. em outra Unidade da Federação. 26. independentemente da procedência.08.401/95) I .112/96) (Dec.2004) 4. 2004) XIII – a partir de 01 de maio de 2005. exceto I e II. (Dec. relativamente à entrada de mercadoria neste Estado. nas hipóteses do inciso I do "caput". (Dec. XXVI.b) no período de 1º de abril de 2004 a 31 de maio de 2011. II . 19.1. 26. nos termos de decreto específico. nos termos do art. (Dec.2005) § 1º O imposto será exigido: (Dec.112/96) 2.032/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. observado o disposto em portaria do Secretário da Fazenda. 629/97) b) nos demais casos. até 31 de março de 1995. (Dec. 20. no segundo caso.2. 19. 36. (Dec.

contados da data da saída da mercadoria ou. a emissão do respectivo DAE deve ser efetuada pelo contribuinte adquirente.2. conforme alínea "a" do mencionado inciso III do § 1º: (Dec. 19.1 e 2. (Dec.586/95) 3. 20.536/2005) 2. no prazo de 08 (oito) dias.2.536/2005) 2. na hipótese do § 1º. e alterações. 2. 27.536/2005) I – na hipótese de o recolhimento do imposto estar previsto para o momento da passagem da mercadoria pela primeira unidade fiscal deste Estado.586/95) 2. (2) (Dec.536/2005) 2. relativamente à entrada de mercadoria neste Estado: (Dec.536/2005) a) na repartição fazendária do primeiro município onde ingressar a mercadoria. na falta desta. "b": (Dec. 20. (Dec. nos prazos a seguir indicados. (Dec.3 quando a entrada ocorrer no período de 16 a 31 de maio de 1995: até o dia 28 de junho de 1995.827/98) § 2º Não passando a mercadoria por qualquer unidade fiscal.2 quando a entrada ocorrer no período de 16 a 30 de abril de 1995: até o dia 20 de maio de 1995. (Dec. o recolhimento do imposto deverá ser efetivado: (Dec. da data de emissão da respectiva Nota Fiscal. nos demais casos.536/2005) 2.2.1. (Dec. quando se tratar de mercadoria conduzida por contribuinte de outra Unidade da Federação. mediante registro das Notas Fiscais. 20. 18. 27.2 a partir de 01 de janeiro de 1998: até o último dia útil do mês subseqüente ao da respectiva entrada. ou.112/96) (Dec. 18. (Dec. 19. 18. a partir de 01 de maio de 1996: da data da saída da mercadoria do estabelecimento remetente. 08 (oito) dias. nos termos do inciso III do "caput".112/96) b) na repartição fazendária do domicílio do contribuinte. 20. 27. (Dec.669/95) 4. 27. o recolhimento será efetuado sob o código de receita 058-2. contados a partir: (Dec. relativas às mercadorias. devendo o contribuinte. 19.1. no sistema eletrônico de transmissão de dados denominado ARE Virtual.876/91 . o disposto nos subitens 2. quando se tratar de contribuinte credenciado nos termos de portaria do Secretário da Fazenda.2. relativamente à entrada neste Estado. 27. 27. previstas no Decreto nº 16. até o dia 25 do mês subsequente àquele da data da saída da mercadoria ou. 15 (quinze) dias.atualizado até 30 junho 2011 . da data da emissão da respectiva Nota Fiscal: (Dec. na falta desta. na falta desta.827/98) 4. de 29 de março de 1993.112/96) 1. até 30 de abril de 1996: da entrada da mercadoria no respectivo estabelecimento. observar o seguinte: (Dec.2. 27. (Dec. III. (Dec. quando se tratar de contribuinte descredenciado. a partir de 01 de dezembro de 2004.3.536/2005) 2.1 no período de 01 de julho de 1995 a 31 de dezembro de 1997: até o dia 25 do mês subseqüente ao da respectiva entrada. da data de emissão da respectiva Nota Fiscal. sem destinatário certo. conforme § 1º.827/98) 4.2 aplica-se em relação às operações com madeira. 27. 27. III. no período de 01 a 30 de junho de 1995: até o dia 15 de agosto de 1995.536/2005) II – quando o recolhimento do imposto estiver previsto para momento posterior à passagem da mercadoria pela primeira unidade fiscal deste Estado.827/98) DECRETO 14.552.536/2005) a) no período de 01 de maio de 1996 a 31 de dezembro de 1997. (Dec.

na falta desta.04. o contribuinte deverá comparecer à repartição fazendária do seu domicílio fiscal.401/95) a) a aplicação do disposto neste inciso fica condicionada a deferimento. para os efeitos desta alínea. da data da emissão da respectiva Nota Fiscal. a ser proferido pela Secretaria da Fazenda.poderá ocorrer até o 15º (décimo quinto) dia do mês subseqüente ao da entrada da mercadoria neste Estado. observando-se: (Dec. (Dec. 27.827/98) I .embalagem de qualquer natureza. (Dec.401/95) c) fica vedado o deferimento previsto na alínea "a" quando o contribuinte tenha sido submetido ao sistema especial de controle e fiscalização previsto no art. observando-se o disposto nos subitens 2. no prazo de 8 (oito) dias. (Dec. (Dec. para apresentação da respectiva Nota Fiscal.536/2005) § 3º Para efeito do recolhimento do imposto mencionado no "caput". da data da emissão da respectiva Nota Fiscal.827/98) III . será aplicada a alíquota para as operações internas sobre a base de cálculo admitida. até o 20º (vigésimo) dia do mês subseqüente àquele da data da saída da mercadoria ou. observando-se: (Dec. no caso de estabelecimento industrial.401/95) § 5º Relativamente à entrada neste Estado das mercadorias a seguir indicadas. até o último dia útil do mês àquele da data da saída da mercadoria ou. na hipótese do inciso V do "caput". observado o disposto no § 2º: (Dec.2.401/95) II . ou do segundo mês subseqüente.876/91 . o recolhimento do imposto: (Dec. (Dec. 18. na hipótese do inciso V do "caput". 26. quando se tratar de estabelecimento comercial atacadista. (Dec.536/2005) d) a partir de 01 de dezembro de 2004.491/2004 – DECRETO 14.843/2000) 1.b) no período de 01 de janeiro de 1998 a 30 de novembro de 2000.401/95) I . do parágrafo anterior.827/98) IV .produtos componentes da cesta básica.madeira. da data da emissão do mencionado documento fiscal. 27. em pedido do contribuinte interessado. 752.2004) (Dec. nos termos do inciso XI do "caput": REPUBLICADO DOE 07. na falta desta. não ocorrendo a entrega do documento fiscal no prazo estabelecido no item anterior. em se tratando de estabelecimento comercial.a partir de 01 de janeiro de 1998. 18. o imposto será recolhido no prazo previsto no § 1º.deverá ocorrer até o último dia do mês subseqüente ao da emissão do respectivo Aviso de Retenção. na falta desta. III. o contribuinte ficará sujeito à penalidade específica prevista na legislação. 4.2 e 2. (Dec. tomando-se como termo inicial o mês da data da saída da mercadoria ou. (Dec.401/95) b) o contribuinte que tiver seu pedido deferido nos termos deste inciso deverá comunicar à Secretaria da Fazenda qualquer alteração cadastral verificada. (Dec.401/95) § 4º Relativamente às entradas de mercadorias ocorridas até 31 de março de 1995. 2. 18. contados a partir da data da saída da mercadoria do estabelecimento remetente ou. produtos indicados em portaria do Secretário da Fazenda. "b". (Dec.1. 20. 18. desde que a mercadoria se encontre acompanhada de documento fiscal hábil.3. 20. 20. se o adquirente estiver credenciado pela Secretaria da Fazenda.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec.827/98) II .827/98) c) no período de 01 de dezembro de 2000 a 30 de novembro de 2004. do inciso I. no período de 01 de setembro de 1998 a 30 de novembro de 2000. até o termo final do prazo previsto no inciso III. na falta desta. 20. 20. da data da emissão da respectiva Nota Fiscal.843/2000) 2. 18. deduzido o crédito fiscal legalmente destacado no respectivo documento. (Dec. "b". 22. devendo o recolhimento ser efetuado sob o código de receita específico. 18. 18. "b". procedentes de outra Unidade da Federação. 22.

493/96) II . 18. a dispensa da antecipação do recolhimento do imposto de que trata o referido inciso V do “caput”.000 (seis milhões) e 300.000 (quatro milhões) e 200.até 31. 18. (Dec. 19.187/97) 1. desde que observadas. (Dec.401/95 .04.401/95 .876/91 .03.000. por solicitação da parte interessada. mas não houver efetuado o seu recolhimento.aplicação das penalidades capituladas nos seguintes dispositivos do art. 20. junto à Diretoria de Administração Tributária .2002) a) considera-se central de distribuição o estabelecimento que promova operações de saída de mercadoria exclusivamente para estabelecimento da mesma pessoa jurídica ou de empresas coligadas. mediante requerimento específico. 6. (Dec. (Dec. 26.666/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.04. REVOGADO.03. 19. 19. observando-se: (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . fora do prazo. 4. (Dec. b) inciso XIX. O disposto no inciso V do "caput" não se aplica quando a mercadoria procedente de outra Unidade da Federação for destinada: (Dec.2004) (Dec.827/98) a) obtenham.2002.95) § 9º O contribuinte.03.493/96) c) a condição de central de distribuição deverá ser declarada previamente pela Diretoria de Administração Tributária .2004) b) a partir de 01 de abril de 2004. enquadrado na norma dos §§ 1º. (Dec. a título. quando o contribuinte tiver pago a parcela do imposto. no semestre imediatamente anterior à data do pedido de que trata a alínea anterior.491/2004 – § 6º REVOGADO.491/2004 – REPUBLICADO DOE 07. sem que tenha efetuado o recolhimento da multa prevista no inciso XIV.EFEITOS A PARTIR DE 16. que não efetuar o pagamento do imposto no prazo ali estabelecido.827/98) I . § 10. 26. 20.493/96) b) a aquisição da mercadoria deverá ser efetuada diretamente ao fabricante ou produtor.95) § 8º REVOGADO. até 31 de julho de 1997. 24. 18.DAT da Secretaria da Fazenda. (Dec.03.493/96) DECRETO 14.95) §11. (Dec. 18.09.401/95) I .08. fica sujeito a: (Dec.493/96) b) atinjam. 19.000. a partir de 01 de agosto de 1997. quando procedente do Sul e Sudeste. 18.EFEITOS A PARTIR DE 16. II . (Dec. e 4º. independentemente da procedência. comprovadamente. as seguintes normas: (Dec. a estabelecimentos que preencham as seguintes condições: (Dec.conforme a hipótese: a) inciso XV. salvo a hipótese de transferência.401/95 .DAT da Secretaria da Fazenda. cumulativamente.EFEITOS A PARTIR DE 16.401/95 . de média mensal mínima de faturamento e de recolhimento do imposto. a estabelecimentos que tenham a condição de central de distribuição.EFEITOS A PARTIR DE 16. será considerada a média mensal mínima no trimestre imediatamente anterior à mencionada data do pedido. quando o contribuinte exercer sua atividade há menos de seis meses.perda do regime de recolhimento ali previsto. 745.000 (trezentas mil) UFIRs e. quando o contribuinte tiver lançado a parcela do imposto. 19. (Dec. 20. REPUBLICADO DOE 07. respectivamente.000 (duzentas mil) UFIRs. "b".no período de 01 de dezembro de 1996 a 31 de agosto de 1998.a) no período de 01 de outubro de 2002 a 31 de março de 2004. espontaneamente.95) § 7º REVOGADO.III.

será efetuado pelo adquirente localizado neste Estado. A partir de 01 de abril de 1995. 19. se preenchida a condição prevista na alínea anterior. 18.112/96) II . independentemente de prazo específico estabelecido para a hipótese: (Dec. (Dec. § 14. quando sujeita a sistema especial de tributação. (Dec. 19. com os acréscimos legais cabíveis.112/96) a) em momento posterior à passagem da mercadoria pela primeira unidade fiscal deste Estado. A aplicação do disposto nos §§ 1º.843/2000) § 12. como tal definida no art. observando-se. (Dec. 19. a estabelecimentos de pessoa jurídica que. 22. independentemente do despacho concessivo relativo à renovação. 22. ocorrendo despacho denegatório do pedido. de 27 de dezembro de 1999.959. e 4º não exime o contribuinte de recolher a diferença do imposto porventura devida. (Dec.112/96) III . o contribuinte poderá continuar gozando do benefício. emitida pelo remetente. o seguinte: (Dec. observadas as demais normas do mencionado inciso. 19. (Dec. (Dec.o recolhimento. 19. para obtenção da dispensa de que trata a alínea “a”. quando esta for signatária de acordo que prevê a respectiva substituição tributária. a estabelecimentos de pessoa jurídica que preencham as condições estabelecidas em portaria do Secretário da Fazenda. conforme previsto no § 1º. no que couber.atualizado até 30 junho 2011 .2. em razão do valor efetivamente cobrado na operação subseqüente.a autoridade fazendária que cobrar a antecipação do imposto.615/99 – EM VIGOR A PARTIR DE 01. 22. serão adotadas.10. nas condições ali estabelecidas. quando este não for devido na fase seguinte da circulação da mercadoria ou da prestação de serviço.735/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. Não se procederá à antecipação do imposto. atinjam média aritmética mensal correspondente àquelas previstas na alínea "b" do inciso anterior. isoladamente ou em conjunto.o recolhimento deverá ser efetuado nos seguintes prazos.401/95) § 13. (Dec. (Dec. III. 21.493/96) c) renovem o pedido. considerando ser a responsabilidade deste do contribuinte-substituto localizado na Unidade da Federação de origem.493/96) 1. nesta hipótese. relativamente ao recolhimento do imposto efetuado pelo adquirente. 19. exceto nos casos específicos em que a legislação dispuser de forma contrária. as demais normas previstas neste inciso. o imposto antecipado será calculado observando-se esta redução. Quando a base de cálculo do imposto da operação ou da prestação sujeita à antecipação tributária for reduzida. serão observadas as seguintes normas: (Dec.843/2000) IV – a partir de 01 de agosto de 2000. “b”: (Dec. o contribuinte obriga-se ao pagamento da diferença de alíquota.876/91 . se o referido imposto houver sido calculado a menor ou não estiver destacado na respectiva Nota Fiscal.2000) V – a partir de 01 de janeiro de 2001. total ou complementar. deverá notificar o referido contribuinte-substituto. conforme o caso. § 15. III.493/96) III – no período de 01 de setembro de 1998 a 31 de dezembro de 2000. 11 do Decreto nº 21. a estabelecimento beneficiário do Programa de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco – PRODEPE. na hipótese do item anterior. até o dia 10 (dez) do primeiro mês do semestre subseqüente ao último mês da concessão anterior. relativamente às aquisições realizadas no período anterior ao mencionado despacho. com antecipação do imposto por substituição.08. 19.99) I . procedente de outra Unidade da Federação. 19. na entrada de mercadoria neste Estado.493/96) 2. na condição de central de distribuição. (Dec.112/96) DECRETO 14.

491/2004 – REPUBLICADO DOE 07.237/2001) b) 40% (quarenta por cento) .1. prevalecendo. no prazo de 15 (quinze) dias contados da entrada da mercadoria neste Estado. relativamente à entrada de mercadoria neste Estado. 21. (Dec. deduzindo-se do resultado o crédito do imposto conforme constante da respectiva Nota Fiscal de aquisição.biscoitos. (Dec. aquele estabelecido em pauta fixada em instrução normativa da Diretoria de Administração Tributária . quando o total for inferior. de 20 de dezembro de 1996). nos termos da legislação vigente.a antecipação ali prevista refere-se apenas à saída subseqüente promovida pelo adquirente. quando se tratar de combustíveis e lubrificantes. (Dec. e ainda o valor resultante da aplicação dos seguintes percentuais sobre o montante das mencionadas parcelas: (Dec. a base de cálculo do imposto será o preço praticado pelo remetente acrescido do valor do IPI.2004) III . nas demais hipóteses. nos termos do § 2º.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. a partir de 04 de setembro de 1995.112/96) IV . 3: (Dec. Relativamente ao inciso X do "caput".05. a partir de 01 de maio de 1996. 26. quando incidente. que tenha ocorrido no período de 01 a 30 de setembro de 2000.DAT da Secretaria da Fazenda (Lei nº 11. (Dec.615/99 – EM VIGOR A PARTIR DE 01. do frete e demais despesas acessórias debitadas ao adquirente. 19.237/2001) a) 30% (trinta por cento) . a partir de 01 de agosto de 1999. o adquirente deverá proceder à notificação de que trata o inciso II. (Dec.775/2000) § 19.112/96) 1.313/99 – EFEITOS NO PERÍODO DE 01. 3. quando não incluídas no referido preço. III.05. (Dec. Na hipótese do § 1º.a base de cálculo do imposto será o preço praticado pelo remetente acrescido do valor do IPI. do frete e demais despesas acessórias debitadas ao adquirente. nos termos do § 1º. no período de 01 de abril de 1995 a 30 de abril de 1996.313/99 – EFEITOS NO PERÍODO DE 01.99) § 18. quando. 23.inexistindo unidade fiscal. Na hipótese do inciso IX do "caput". como crédito fiscal.03 A 31. 23. O valor do ICMS antecipado nos termos do parágrafo anterior será determinado pela aplicação da alíquota interna sobre o valor total obtido. (Dec. (Dec. quando não incluídas no referido preço.112/96) 2. (Dec. (Dec. 19. o valor do ICMS normal constante na Nota Fiscal de aquisição. 19. 22.massas alimentícias.876/91 . 21.99) § 17. quando incidente. sendo o destinatário central de distribuição. nos demais casos.112/96) 2. 19.237/2001) I . esteja o remetente localizado em Unidade da Federação que tenha denunciado o convênio ICMS disciplinador da respectiva substituição tributária. quando o contribuinte estiver credenciado pela Secretaria da Fazenda para recolhimento do respectivo ICMS em prazo cujo termo final seja 31 de outubro de 2000. deduzindo-se.112/96) § 16. 23. o mencionado termo final fica prorrogado para 10 de novembro de 2000. 19. no período de 01 de abril a 03 de setembro de 1995.03 A 31. 21. observar-se-á: (Dec. procedente de outra Unidade da Federação. III. e ainda o valor resultante da aplicação do percentual de 20% (vinte por cento) sobre o montante das mencionadas parcelas.237/2001) II . 23.04.408. (Dec.112/96) (Dec. 23. “a”.237/2001) DECRETO 14. bolachas e bolos.o imposto antecipado será calculado aplicando-se a alíquota prevista para as operações internas com o produto sobre o valor obtido na forma do inciso anterior. quando se tratar de combustíveis e lubrificantes. 19.99) b) por ocasião da passagem de mercadoria pela primeira unidade fiscal deste Estado.08.

2004) III . devendo o referido crédito ser lançado na coluna "Contribuinte Substituído . (Dec. quando o contribuinte for considerado credenciado. o disposto no § 21. do livro Registro de Entradas.536/2005) § 21. antecipadamente.237/2001) b) quando se tratar de transferência entre estabelecimentos.ICMS na Fonte". 02. quando não incluídas no referido preço.atualizado até 30 junho 2011 . quando incidente. 23. 26. Relativamente ao inciso XII do "caput".a base de cálculo do imposto será o preço praticado pelo remetente acrescido do valor do IPI.04.o contribuinte poderá creditar-se. exceto varejistas. (Dec.2. nos termos do § 1º. Orocó.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. Lagoa Grande. 2004) (Dec. não exime o contribuinte de recolher a diferença do imposto efetivamente devido. III.710/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.237/2001) d) quando a mercadoria destinar-se a industrialização.491/2004 – REPUBLICADO DOE 07. 02. do valor correspondente ao imposto referido no inciso II ainda não recolhido. A partir de 01 de junho de 2002. sob a condição de que o recolhimento venha a ser efetuado no prazo legal.237/2001) VI . (Dec.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DEC.2004) c) no retorno ao estabelecimento remetente. 23.349/2004 – EFEITOS A PARTIR I . 02. deduzindo-se do resultado o crédito do imposto conforme constante da respectiva Nota Fiscal de aquisição.IV . a partir de 01 de dezembro de 2004. integrante da Mesorregião do São Francisco Pernambucano e for credenciado pela Secretaria da Fazenda. 26. 2004) b) até o último dia útil do mês subseqüente ao da respectiva entrada da mercadoria. 4. (Dec. 26. 26.o contribuinte poderá creditar-se.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. observado DECRETO 14. Petrolina. 26. em razão do valor apurado relativamente à respectiva operação subseqüente.237/2001) VII . 02. nos termos § 1º. 26. (Dec. Dormentes. (Dec. "b". 01. do livro Registro de Entradas. 23. Cabrobó.2004) (Dec. nos termos do inciso anterior. 26.a antecipação ali mencionada não se aplica: (Dec. 23. o recolhimento do imposto. II. 2004) IV – o recolhimento do ICMS antecipado será efetuado: 01. 02.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE a) por ocasião da passagem da mercadoria pela primeira unidade fiscal deste Estado. que compõem a Microrregião de Petrolina.237/2001) a) quando o estabelecimento destinatário for fabricante do produto. a partir de 01 de maio de 2004. III. 02. sob a condição de que o recolhimento venha a ser efetuado no prazo legal. § 20. III. 23.876/91 . nos termos do § 1º. prevalecendo o que for maior. devendo o referido crédito ser lançado na coluna "Contribuinte Substituído – ICMS na Fonte". 23. "a". e ainda o valor resultante da aplicação do percentual de 30% (trinta por cento) sobre o montante das mencionadas parcelas ou o valor estabelecido em pauta fiscal. do frete e demais despesas acessórias debitadas ao adquirente. na hipótese do inciso V do "caput".349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.05. do valor correspondente ao imposto referido no inciso anterior ainda não recolhido. VII. quando o adquirente estiver localizado nos Municípios de Afrânio. e. antecipadamente. 27.o recolhimento do ICMS antecipado será efetuado nos termos do inciso IV do § 21.237/2001) V . 2004) (Dec. 26.2004) II .o imposto antecipado será calculado aplicando-se a alíquota prevista para as operações internas com o produto sobre o valor estabelecido no inciso I. hipótese em que se observará. do § 2º. Santa Maria da Boa Vista e Terra Nova. (Dec. (Dec. deverá ocorrer até o último dia do segundo mês subseqüente ao da entrada da mercadoria no Estado. observar-se-á: DE 01. (Dec.o recolhimento do ICMS antecipado.

observando-se o seguinte quanto à emissão do respectivo DAE: (Dec.536/2005) 3.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.710/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. c) não passando a mercadoria por qualquer unidade fiscal deste Estado: EFEITOS A PARTIR DE 01. até o último dia útil do mês subseqüente àquele da data da saída da mercadoria ou.2.2. 27. da data da emissão da respectiva Nota Fiscal: (Dec.o recolhimento do ICMS antecipado não exime o contribuinte de recolher a diferença do imposto efetivamente devido. 27. (Dec. 2004) 3.536/2005) 2. 26. 15 (quinze) dias. antes da respectiva entrada da mercadoria no estabelecimento adquirente. e 3.536/2005) 3. na hipótese de o recolhimento do imposto estar previsto para o momento da passagem da mercadoria pela primeira unidade fiscal deste Estado. ou.536/2005) (Dec. quando se tratar de contribuinte credenciado nos termos de portaria do Secretário da Fazenda. a) quando o estabelecimento destinatário for fabricante do produto.536/2005) 3. relativas às mercadorias.536/2005) 3. deve ser efetuada pelo contribuinte adquirente.1.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.876/91 .536/2005) DECRETO 14. no prazo de 08 (oito) dias. a partir de 01 de dezembro de 2004.1. 02. quando se tratar de mercadoria sem destinatário certo. 27. exceto varejistas. (Dec. hipótese em que será observado o disposto no inciso VII. (Dec. 26. mediante registro das Notas Fiscais. contados a partir da data de saída da mercadoria do estabelecimento remetente. 26. na falta desta.2. 08 (oito) dias.05.2. na hipótese de o recolhimento do imposto estar previsto para momento posterior ao da passagem da mercadoria pela primeira unidade fiscal deste Estado: (Dec.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.536/2005) 3. 27.536/2005) 3. quanto à emissão do respectivo DAE. da data da emissão da respectiva Nota Fiscal. 02.a antecipação ali mencionada não se aplica: 2004) (Dec. (Dec. 27.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. na falta desta.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2.2. 26. 02. em razão do valor apurado relativamente à respectiva operação subseqüente.2.349/2004 – 1. quando se tratar de contribuinte descredenciado. 02. 26. 02. contados a partir da data da saída da mercadoria ou.2.2. deve ocorrer nos prazos a seguir indicados. 27.2004) c) no retorno ao estabelecimento remetente. conforme previsto na alínea "a": na repartição fazendária do domicílio do contribuinte.atualizado até 30 junho 2011 . na falta desta. 2004) (Dec. 26. até o 20º (vigésimo) dia do mês subseqüente àquele da data da saída da mercadoria ou. conduzida por contribuinte de outra Unidade da Federação: na repartição fazendária do primeiro Município onde ingressar a mercadoria. 2004) b) quando se tratar de transferência entre estabelecimentos. 02.1. sob o código de receita 058-2.2. na hipótese prevista no item 1.2. 2004) VII – na hipótese de transferência entre estabelecimentos varejistas: (Dec. (Dec. 26. (Dec. 02. 27. da data da emissão da respectiva Nota Fiscal.2. da data da emissão da respectiva Nota Fiscal. (Dec. (Dec. V .349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 2004) (Dec. na falta desta. no período de 01 de fevereiro de 2004 a 30 de novembro de 2004. observado o uso do código de receita 058-2 e o disposto nos subitens 3. 2004) VI . 27. no sistema eletrônico de transmissão de dados denominado ARE Virtual. 27. 26.o disposto em portaria do Secretário da Fazenda.1.

§ 4º Na hipótese do parágrafo anterior. da data da emissão da respectiva Nota Fiscal: (Dec.1.536/2005) 2.atualizado até 30 junho 2011 .2.536/2005) 2.2. e VII do § 21. § 2º O disposto no "caput" não se aplica na hipótese de o recolhimento ser efetuado a pessoa física ou jurídica que não tenha sido autorizada ou credenciada nos termos de decreto do Poder Executivo.536/2005) 1. o cálculo do imposto a ser recolhido sob o código de receita 109-0. 27. 08 (oito) dias. pela Secretaria da Fazenda. nos prazos a seguir indicados. os valores referentes à diferença devida ao Estado ou decorrentes do recolhimento intempestivo à conta única do Estado.2004) (Dec. pelo contribuinte adquirente.491/2004 – REPUBLICADO DOE 07.04.536/2005) 2.2004) II . observar-se-á: 07. 15 (quinze) dias. serão de responsabilidade do contribuinte adquirente: (Dec. O recolhimento irregular do imposto não implicará em novo pagamento. "a" e "c".536/2005) b) a partir de 01 de dezembro de 2004: (Dec.491/2004 – REPUBLICADO DOE I . quando se tratar de contribuinte descredenciado. 27. § 1º O disposto no "caput" não se aplica em relação às diferenças que vierem a ser apuradas e às penalidades cabíveis. (Dec. 27. § 3º O recolhimento efetuado nos termos do parágrafo anterior será convalidado na hipótese de a pessoa física ou jurídica recebedora recolher ao Estado o respectivo valor. contados da data da saída da mercadoria ou. DE 01. "a". na falta desta. quando não incluídas no referido preço. 26. conforme previsto no inciso IV. 27.536/2005) 2. será realizada: (Dec.1. (Dec. serão de responsabilidade do sujeito passivo. (Dec. 27. 26. 27. indicando-se. (Dec.876/91 .536/2005) § 22. nas hipóteses previstas no § 1º. relativas às mercadorias.710/2004 – EFEITOS A PARTIR Art.536/2005) 1. quando se tratar de contribuinte credenciado nos termos de portaria do Secretário da Fazenda. (Dec.05.o disposto nos incisos II a V. a emissão do Documento de Arrecadação Estadual – DAE. 27. VI. incluindo-se os acréscimos legais.2. (Dec. Relativamente ao inciso XI do "caput". mediante registro das Notas Fiscais. 27. 27. o número da respectiva Nota Fiscal de aquisição da mercadoria.2004) (Dec. no sistema eletrônico de transmissão de dados denominado ARE Virtual.536/2005) 2. a partir da data do respectivo recolhimento. 55. quando incidente. o imposto será recolhido. sob o código de receita 058-2. relativamente à emissão do DAE. 27.536/2005) 2. por ocasião da passagem da mercadoria por qualquer unidade fiscal deste Estado. III. do frete e demais despesas acessórias debitadas ao adquirente. 26. (Dec.2. no campo "Observações".a base de cálculo do imposto será o preço praticado pelo remetente acrescido do valor do IPI.a) no período de 01 de maio de 2004 a 30 de novembro de 2004. DECRETO 14.04.

adquira. 19.527/96) X . lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados do petróleo. 19. 19. 19. (Dec. (Dec. 19. 19.importe mercadorias do exterior para qualquer finalidade. Contribuinte é qualquer pessoa. as entidades da administração indireta e as fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público que vendam mercadoria que para esse fim adquirirem ou produzirem.527/96) IX . inclusive importada do exterior. (Dec.527/96) XI . 19. (Dec. (Dec. 19.527/96) II .335. na condição de consumidor final. (Dec.527/96) XII . com habitualidade ou em volume que caracterize intuito comercial. 19.seja destinatária de serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior. (Dec. inclusive. (Dec.527/96) III .a sociedade civil de fim econômico. bebida e outras mercadorias em restaurantes. mesmo sem habitualidade ou intuito comercial (NR Lei nº 12. ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior.527/96) § 2º É também contribuinte a pessoa física ou jurídica que.527/96) VII .527/96) V . (Dec. 19. de comunicação e de energia elétrica.CAPÍTULO X Do Sujeito Passivo SEÇÃO I Do Contribuinte Art. 19. apreendida ou abandonada. 56. (Dec. 19. de 23. (Dec. 19. que realize. quando não destinados à comercialização ou industrialização. quando a mercadoria importada se destine ao uso ou consumo ou ativo permanente do respectivo estabelecimento. de produção agropecuária. (Dec.876/91 .adquira em licitação pública mercadoria. física ou jurídica. bem DECRETO 14.01.2003): (Dec.a concessionária ou permissionária de serviço público de transporte. adquirir bens ou serviços em operações interestaduais. (Dec. 19. industrial ou que comercialize mercadoria que para esse fim adquirir ou produzir.527/96) I .527/96) II . que envolvam fornecimento de mercadoria ressalvada em lei complementar.527/96) VIII . que envolvam fornecimento de mercadoria.o fornecedor de alimentação. 19. o arrematante ou o adquirente. (Dec. (Dec. lanchonetes e em qualquer outro estabelecimento. (Dec.527/96) IV .atualizado até 30 junho 2011 .527/96) IV .qualquer pessoa indicada nos incisos anteriores que.o prestador de serviços compreendidos na competência tributária dos Municípios.o prestador de serviço de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação.527/96) § 1º Incluem-se entre os contribuintes do imposto: (Dec. o produtor. 25.350/2003) I .os órgãos da Administração Pública. cafés.a sociedade civil de fim não-econômico que explore estabelecimento de extração de substância mineral ou fóssil. 19.a cooperativa.527/96) VI . o industrial e o comerciante de mercadoria. operações relativas à circulação de mercadoria ou prestações de serviço de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação.a instituição financeira e a seguradora.o importador. 19.o fornecedor de serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios. em outra Unidade da Federação. bares.527/96) III . em se tratando de pessoa física ou jurídica titular de estabelecimento.

quando as saídas destes forem realizadas. e) proveniente de outra Unidade da Federação para entrega a destinatário incerto deste Estado.2000). produtor ou prestador de serviço de transporte e de comunicação.o leiloeiro. nas operações ou prestações com diferimento do imposto. V . em relação ao imposto devido pelas operações subseqüentes com a mesma mercadoria. quando obrigado a emiti-la.o contribuinte que promover a saída de mercadoria sem documentação fiscal própria.a cooperativa de indústrias do açúcar e do álcool.o arrematante. (Dec.o transportador. IX . ou o detentor de mercadoria recebida desacompanhada de documento fiscal próprio ou com documento fiscal inidôneo.o comerciante.atualizado até 30 junho 2011 . Equipara-se a estabelecimento autônomo o veículo utilizado no comércio ambulante. ainda que pertencentes ao mesmo titular. permanente ou temporário. 57.o contribuinte destinatário. industrial ou produtor.como. energia elétrica nas mesmas condições (NR Lei nº 11. c) transportada com documento fiscal inidôneo. ou na aquisição de mercadoria ou de serviço prestado por contribuinte não-inscrito no CACEPE.o armazém-geral. considerado contribuinte. com relação à saída de mercadoria de terceiros.846. sem documento fiscal próprio ou com documento fiscal inidôneo. relativamente a: a) saída ou transmissão de propriedade de mercadoria depositada por contribuinte de outra Unidade da Federação.o possuidor. VI . II . pelas indústrias cooperadas. saída ou transmissão de propriedade de mercadoria de terceiros. III . a qualquer título. 58. ou com documento fiscal inidôneo. Considera-se contribuinte autônomo cada estabelecimento. 23. Decreto nº 14. VII . alienadas em leilão. industrial. na qualidade de contribuinte-substituto: I . exceto as importadas ou apreendidas. em relação à saída de mercadoria efetuada a contribuinte inscrito no CACEPE no regime fonte ou como microempresa. Considera-se responsável pelo imposto. em relação à cana-de-açúcar e seus derivados.876/91 DECRETO 14. este quando obrigado a manter escrita fiscal.09. comercial. salvo nas hipóteses admitidas pela legislação tributária.876/91 . IV . Parágrafo único. d) negociada no Estado durante o transporte. b) entregue a destinatário diverso do indicado no documento fiscal. a partir de 01 de agosto de 2000. b) entrada. VIII . na saída de mercadoria decorrente de arrematação judicial. através da cooperativa. de 22. nas hipóteses legalmente previstas. SEÇÃO II Do Responsável Art. em relação à mercadoria: a) transportada sem documento fiscal próprio.180/2001) (17) Art.

refrigerante.989/94) a) até 31 de outubro de 1994.Sistema Harmonizado NBM/SH. 17. o estabelecimento industrial fabricante e o estabelecimento importador. 17. extrato. XV – a empresa que fornecer energia elétrica a consumidor final.02. entre os Estados e o Distrito Federal interessados. inclusive para consumidor. o estabelecimento industrial. (Dec.989/94) REVOGADO o inciso XI do artigo 58. 17. relativamente à retenção e recolhimento do ICMS devido nas operações subseqüentes (Convênio ICMS 37/94). em relação aos serviços por ela cobrados e prestados pelos seus postos de serviços ou por terceiros. quando promover a saída para qualquer destinatário.02.959/2009 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2009) XII . 17. concentrado ou xarope destinado ao preparo de refrigerante.a empresa de comunicação. 17. a transmissão e sua respectiva conexão.959/2009 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. quando esta efetuar a subcontratação.10.32.2009) a) até 31 de outubro de 1994. neste caso se localizado em outra Unidade da Federação (Convênio ICMS 112/93).959/2009 – EFEITOS A PARTIR DE 01.o estabelecimento industrial ou revendedor em relação à saída de cimento. outros produtos derivados do fumo e papel para cigarro: (Dec. (Dec. aí incluídas a conversão. nas operações ou prestações interestaduais.a empresa distribuidora de combustíveis e lubrificantes. chope. XIII . relativamente ao ICMS incidente desde a geração ou importação até a última etapa destinada ao consumo final.2009 XI . classificados na posição 2402 e no código 2403. Decreto nº 14.959/2009 – EFEITOS A PARTIR DE 01. derivados ou não do petróleo.no transporte da carga efetuado por contribuinte não-inscrito no cadastro de contribuinte dos Estados: a) a empresa transportadora. ainda que destinada a outra Unidade da Federação. quando promover a saída para revendedor varejista. c) o depositário a qualquer título.o contribuinte indicado em acordo celebrado.relativamente a cigarro.983/94) REVOGADO (Dec.02. na saída de mercadoria ou bem depositado por empresa ou pessoa de outra Unidade da Federação.0100 da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias . cerveja. através do Decreto nº 32. nas operações internas e interestaduais. 36. a comercialização e. fumo desfiado ou picado e papel para cigarro. até 31 de agosto de 2010. XIV . suas filiais ou agentes depositários.983/94) REVOGADO (Dec. farinha de trigo.32. 17.876/91 . b) o remetente da mercadoria.876/91 DECRETO 14.atualizado até 30 junho 2011 .612/2010) XVI . situada neste Estado ou em outra Unidade da Federação: (Dec.32. (Dec.02. deste Estado.983/94) REVOGADO (Dec. localizado neste Estado ou em outra Unidade da Federação. a distribuição e sua respectiva conexão.2009) b) a partir de 01 de novembro de 1994.989/94) b) a partir de 01 de novembro de 1994. (Dec. inclusive nas destinadas ao Município de Manaus e Áreas de Livre Comércio. com cigarro e outros produtos derivados do fumo. e homologado conforme dispuser legislação específica. que operem com cigarro.X .

o estabelecimento principal na hipótese do art. na saída da mercadoria ou bem depositado por pessoa física ou jurídica.331/2009) 2. cumulativamente: a) o tomador e o prestador do serviço situem-se neste Estado. relativamente à modalidade FOB. na prestação interna.001/2010) (Dec.249/98 . até 31 de outubro de 2010. 36.876/91 . (Dec. relativamente às saídas de açúcar e demais produtos derivados da cana-de-açúcar a ele destinados. 21. quando contribuinte do imposto. quando a empresa de transporte subcontratada não for inscrita no CACEPE. 21. (Dec. micro empreendedor individual.o órgão competente referido no art.001/2010) 1. a partir de 15 de abril de 2009.001/2010) 2. produtor rural.674/99) 1. c) o destinatário da mercadoria.99) (Dec.XVII . relativamente ao transporte interestadual rodoviário de cargas: (Dec. independentemente de o frete ocorrer na modalidade CIF ou FOB. exceto se: (Dec. XXIII .EFEITOS A PARTIR DE 01.001/2010) 2.249/98 . exceto no transporte intermodal.01. § 6°. 36. (Dec. produtor rural. até 31 de outubro de 2010. XXI – na hipótese de empresa de transporte ou transportador autônomo de outra Unidade da Federação. a partir de 1º de novembro de 2010. quando contribuinte do imposto.001/2010) a) o alienante ou o remetente da mercadoria. 21. microempresa.36. 36.01. desde que solicite e obtenha da Diretoria de Administração Tributária .o tomador do serviço de comunicação. 36.EFEITOS A PARTIR DE 01. a partir de 1º de novembro de 2010.001/2010) b) o depositário da mercadoria a qualquer título. (Dec. iniciar prestação de serviço de transporte neste Estado. quando inscrito no CACEPE sob o regime normal.876/91 DECRETO 14.001/2010) XXII . 36. independentemente de o frete ocorrer na modalidade CIF ou FOB. XIX . desde que. para fim de exportação. 36. b) no período de 01 de janeiro de 1999 a 31 de agosto de 1999. c) o prestador do serviço não seja inscrito no CACEPE.674/99) c) a partir de 01 de setembro de 1999.o transportador inscrito no CACEPE. promovidas por estabelecimento industrial ou cooperativa. empresa de transporte de outra Unidade da Federação. micro empreendedor individual. b) o tomador seja inscrito no CACEPE.99) a) a partir de 01 de julho de 1993. não inscritos no CACEPE. exceto se: (Dec. quando o serviço for contratado de transportador autônomo ou.001/2010) 3. microempresa. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . XVIII . 3.001/2010) 1. 33.o Agente de Navegação Marítima ou qualquer outra pessoa responsável pela contratação do serviço de transporte. (Dec. relativamente às subcontratações. 21. 64. 416. 36.o remetente da mercadoria. (Dec. na hipótese de o frete ocorrer na modalidade CIF. os seguintes (Convênios ICMS 25/90 e 132/2010): (Dec. 36. XX .DAT da Secretaria da Fazenda credenciamento para efetuar o Decreto nº 14. observado o disposto no § 19 e o seguinte: (Dec.

o remetente.674/99) d) no período de 01 de fevereiro de 2003 a 30 de junho de 2004.a partir de 01 de novembro de 2000.26. 34. de medicamentos e outras mercadorias relacionados no Convênio ICMS 76/94. gesso e seus derivados. 19.atualizado até 30 junho 2011 .722/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2000) a) o remetente deverá solicitar autorização à Gerência Geral de Planejamento e Controle da Ação Fiscal .2005) Decreto nº 14.CIF. 22. (Dec.terceiros cujos atos ou omissões concorrerem para o não-recolhimento do imposto e acréscimos devidos pelo contribuinte ou responsável.11.2005) 1. na saída que promover.451/2009) 1. quando o referido remetente estiver localizado em Unidade da Federação que tenha denunciado o mencionado Convênio.247/2005 –EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. 28.876/91 .. EFEITOS A PARTIR DE 01.GPC da Secretaria da Fazenda. quando se tratar de estabelecimento industrial ou produtor de gipsita. gesso e seus derivados. 34. não se aplicando o disposto no § 25 e observando-se o seguinte: (Dec.CIF. e ser contratado de transportador autônomo ou empresa de transporte de outra Unidade da Federação.CACEPE na condição de contribuinte-substituto localizado em outra Unidade da Federação.722/2000 – 3.11.CNAEFiscal. e o citado estabelecimento estiver credenciado. não se aplicando o disposto no § 25.853/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. 22. quando se tratar de contribuinte inscrito no CACEPE sob os códigos de atividade econômica 1410-9/05. o serviço de transporte deve ocorrer na modalidade . (Dec. bem como estar regular relativamente a débitos fiscais . 22.00 (seis milhões de reais). (Dec. (Dec. (Dec.08.722/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.451/2009) 2. e o serviço for contratado de transportador autônomo. 34. o seguinte procedimento: (Dec.07. (Dec.876/91 DECRETO 14.722/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2000) 2. para utilização do crédito presumido previsto no art. 22.000. inscrição no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco .11. 21. XXXIV.08. na hipótese de o serviço de transporte ocorrer na modalidade . 34. que somente a concederá mediante o preenchimento das seguintes condições: (Dec. além das normas específicas dele decorrentes.2000) b) a autorização de que trata a alínea anterior deve ser cancelada de ofício. 26301/99 e 2692-1/00 da Classificação Nacional de Atividades Econômico-Fiscais . desde que sejam observadas. efetuou operações de saída interestadual em montante superior a R$ 6. 28.11. autorização da Unidade da Federação em que se encontra estabelecido o requerente para fiscalização do mesmo pela Secretaria da Fazenda deste Estado. de que trata o § 28.000. mediante despacho da GPC. o estabelecimento remetente deve comprovar que nos 12 (doze) meses imediatamente anteriores ao da protocolização do pedido de credenciamento. (Dec.247/2005 –EFEITOS A PARTIR DE 01.451/2009) XXIV . regularidade quanto a obrigação tributária principal e acessórias.2004) e) a partir de 01 de julho de 2008.recolhimento do imposto na qualidade de contribuinte-substituto. 36. quando se tratar de estabelecimento industrial ou produtor de gipsita. observados os requisitos estabelecidos nos itens 1 a 4 da alínea "b" do inciso I do § 19. independentemente de o frete ocorrer na modalidade CIF ou FOB. nos termos portaria da Secretaria da Fazenda. com destino a este Estado.527/96) XXV .2000) (Dec. quando comprovada a inobservância de qualquer das condições para o seu deferimento.451/2009) f) a partir de 01 de janeiro de 2010.

relativamente à mercadoria ou bem importados. nos termos da legislação vigente.GNRE.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. artigos de armarinho. Decreto nº 14. do comprovante de recolhimento do ICMS ou do comprovante de exoneração do imposto. 27. e dos outros documentos exigidos pela legislação (Convênio ICMS 143/2002). relativamente ao imposto antecipado previsto em portaria do Secretário da Fazenda.612/2010) § 1º A responsabilidade tributária de que trata este artigo poderá ser em relação às entradas ou às saídas de mercadoria. o contribuinte industrial.314/2004) d) a dedução do crédito fiscal indicado na alínea "c" deverá ser rateada na proporção do valor da base de cálculo do ICMS referente a cada Unidade da Federação. (Dec. em relação às saídas subsequentes àquela promovida a contribuinte não-inscrito no CACEPE.no período de 01 de janeiro de 2005 a 31 de dezembro de 2006. confecções em geral e tecidos. pelo contribuinte. a Caixa Econômica Federal .c) na hipótese da alínea "b".CEF.173/2002) XXVII . por ele entregues sem a prévia apresentação. (Dec. atacadista ou importador localizado em outra Unidade da Federação. se for o caso. previstas neste inciso. observado o disposto no § 27.a partir de 19 de dezembro de 2002.314/2004) b) sobre a base de cálculo definida na alínea "a". observando-se (Convênios ICMS 69/2004 e 140/2006): (Dec. de autopeças. 27. observando-se o disposto no § 29 (Convênio ICMS 117/04). efetuação de recebimento e pagamento de contas e outras transações que utilizem o canal lotérico.314/2004) e) o recolhimento do ICMS retido deverá ser efetivado em favor deste Estado até o 9º (nono) dia do mês subseqüente ao da ocorrência dos fatos geradores. 27. para ser deduzido do valor do ICMS a ser retido. (Dec. o remetente. mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais . mediante termo de acordo firmado com a Secretaria da Fazenda de Pernambuco. a responsabilidade pelo recolhimento do imposto que tenha deixado de ser retido caberá àquele definido nos termos da legislação específica relativa à substituição tributária. (Dec. bem como o respectivo valor do imposto retido e do correspondente crédito deduzido.673/2009) XXX – a partir de 01 de setembro de 2010.876/91 .314/2004) f) a CEF informará à unidade da Secretaria da Fazenda responsável pelo planejamento e controle da ação fiscal. 25. para efeito de compensação. 27. pelo importador. 35. (Dec. 33.2005) XXVI – a partir de 01. o depositário estabelecido em recinto alfandegado. na saída que o mencionado contribuinte promover. relativamente à prestação de serviço de comunicação realizada por contribuinte para a mencionada CEF e referente às transações para captação de jogos lotéricos. conforme o caso.275/2007) a) a base de cálculo é o preço do serviço resultante do volume de transmissão originada neste Estado.2002.612/2003) XXVIII . 27. efetuadas no mês anterior. 28. (Dec. mediante emissão de Nota Fiscal.08. (Dec.04. (Dec. o consumidor de energia elétrica conectado à rede básica. será aplicada a alíquota interna vigente para os respectivos serviços. 30. até o 10º (décimo) dia após o recolhimento do imposto.314/2004) c) o crédito fiscal. (Dec. (Dec.876/91 DECRETO 14. deverá ser informado à CEF. relativamente à conexão e ao uso dos sistemas de transmissão na entrada de energia elétrica no seu estabelecimento. 27.247/2005 –EFEITOS A PARTIR DE 01. o montante das prestações de serviço de comunicação.314/2004) XXIX – a partir de 01 de julho de 2009. 24. com destino a este Estado.

que o documento de arrecadação: I . IV . conforme o local onde deva ocorrer essa operação. às operações interestaduais. observado o disposto no § 26: (Dec. a base de cálculo do imposto e a alíquota aplicável. quando o respectivo destaque for exigido pela legislação tributária. observando-se. § 5º O disposto no inciso III do "caput" aplica-se. § 3º A substituição tributária não exclui a responsabilidade do contribuinte-substituído. c) o preço do serviço. II . o proprietário. as seguintes informações. a empresa de transporte. § 10. § 6º O imposto referido no inciso XV do "caput" será calculado sobre o preço praticado na operação final e assegurado seu recolhimento ao Estado ou ao Distrito Federal. ou a identificação do bem.331/2009) I . § 7º O disposto no inciso XIV do "caput" não se aplica quando a pessoa indicada como contribuinte-substituto não for inscrita no CACEPE. além dos requisitos exigidos. na Nota Fiscal que acobertar o transporte da mercadoria. em relação à empresa de construção civil. § 4º Considera-se transportador. de veículo utilizado em operação de transporte de mercadoria ou de pessoas. o comodatário.identificação do responsável pelo pagamento do imposto.deverá acompanhar o transporte. os seguintes dados relativos à prestação do serviço. inclusive. b) a placa do veículo e a respectiva Unidade da Federação. Decreto nº 14.876/91 . relativamente às operações e prestações internas. desde que.base de cálculo do imposto. 33.§ 2º O contribuinte-substituto sub-roga-se em todas as obrigações do contribuinte-substituído. série e subsérie do documento fiscal que acobertar a operação. III .atualizado até 30 junho 2011 . quando for o caso. XXI e XXIII. d) o número. antes de iniciada a saída. na hipótese de o documento fiscal próprio não indicar o valor do imposto. no caso de transporte rodoviário. o locatário. a qualquer título. além dos requisitos exigidos. o possuidor ou o detentor. V . se for o caso. II . sejam indicados.alíquota aplicável. inclusive. ou um outro elemento identificador. e) o local do início e do final da prestação do serviço.876/91 DECRETO 14. XIX e XXI do "caput" deverá recolher o imposto na repartição fazendária. nos demais casos. podendo ser dispensada a emissão de Conhecimento de Transporte.preço.deverá conter. ainda que no verso: a) o nome da empresa transportadora contratante do serviço. nos casos em que não seja exigido o documento fiscal. objeto da substituição. em relação aos incisos XIV e XXI. o transportador autônomo e a empresa de transporte de outra Unidade da Federação ficam dispensados da emissão de Conhecimento de Transporte. § 9º O disposto no inciso XIV do "caput" aplica-se. adquirente da mercadoria. § 8º O prestador de serviço não inscrito no CACEPE e não compreendido nas hipóteses dos incisos XIV. Nas hipóteses dos incisos XIV.valor do imposto. para os efeitos deste Decreto. de obras hidráulicas e de outras obras semelhantes.

assegurado seu recolhimento à Unidade da Federação onde estiver localizado o adquirente (Convênio ICMS 63/92). III. na forma do § 8º. no livro Registro de Saídas. outros produtos similares.989/94) a) à saída com destino a distribuidora de derivados de petróleo e dos demais combustíveis e lubrificantes. hipótese em que deverá observar a legislação de onde estiver estabelecido. de 14 de janeiro de 1993). (Dec. nas colunas relativas a "Documento Fiscal" e "Observações".876/91 DECRETO 14. 16. se for o caso. no final desta. na forma do inciso I.876/91 .§ 11. bem como. até o dia 09 (nove) do mês subseqüente ao da prestação do serviço. 17.530/92) I . todos ainda que não derivados do petróleo. do Decreto nº 14. sendo este contribuinte do imposto.0000) e óleos de têmpera.417/93) § 14.964/96) III . removedores (exceto. por meio da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais.DNC. deverá proceder da seguinte forma: (Dec.00. equipamentos. relativamente às operações interestaduais.a partir de 29 de dezembro de 1989. 17.havendo a dispensa prevista no inciso I do § 8º. fluidos.417/93) II . ainda que tenha adquirido o produto com antecipação tributária. para uso em aparelhos. II . em relação às saídas para destinatário definido como contribuinte-substituto. 18. o classificado no código NBM/SH 3814.9902 (Convênios ICMS 116/89.417/93) I . (Dec. A empresa transportadora estabelecida e inscrita em outra Unidade da Federação. (Dec. 17. § 11. 58. agentes de limpeza. além da aguarrás mineral. O disposto no inciso X do "caput" aplica-se também em relação: (Dec. 16. motores e veículos.ao diferencial de alíquota quando o produto for tributado e destinado ao consumo do adquirente. 15. (Dec.recolher.atualizado até 30 junho 2011 . fica atribuída a qualquer remetente. § 12. a partir de 26 de julho de 1994. o imposto retido nos termos do inciso X do "caput" compreende aquele devido desde a operação que realizar o contribuinte-substituto até a última operação. (Dec. quando promover operação interestadual.Decreto nº 16.989/94) II . anticorrosivos. desinfetantes. ao transportador revendedor retalhista . comprovada esta condição nos termos da legislação da Unidade da Federação de destino da mercadoria.417.989/94) § 15.TRR. desengraxantes. protetivos e para transformadores. máquinas. emitir o Conhecimento de Transporte correspondente à prestação do serviço. 17. anotando nesta que o procedimento foi realizado de acordo com o “art. O disposto no inciso X do "caput" não se aplica: (Dec.417/93) Decreto nº 14.876/91”. A partir de 16 de julho de 1992. cujo imposto tenha sido recolhido antes de iniciada a saída. III . como tal definida pelo Departamento Nacional de Combustíveis .escriturar o Conhecimento de Transporte emitido. até 15 de outubro de 1992. 16.até 31 de outubro de 1994. 17. que tenha iniciado a prestação de serviço neste Estado. graxas. (Dec.a partir de 01 de novembro de 1994: (Dec. 17. relativamente ao ressarcimento do imposto retido anteriormente (Convênio ICMS 105/92).989/94) § 13. 16.989/94) I . a partir de 30 de outubro de 1995.989/94) b) à saída realizada por TRR. 154/94 e 85/95 . às operações realizadas com aditivos. 105/92.000. A responsabilidade referida no inciso X do "caput".no período de 16 de outubro de 1992 a 31 de outubro de 1994. classificada no código NBM/SH 2710. a diferença entre o imposto devido ao Estado do início da prestação e o imposto pago na forma do § 8º. (Dec. (Dec.

O disposto no inciso X do "caput" não se aplica aos combustíveis e lubrificantes derivados de petróleo.674/99) a) adote o sistema normal de tributação.417/93) § 17. 16.417/93) a) cópia do instrumento constitutivo da empresa. adquiridos em outra Unidade da Federação.876/91 .417/93) V .atualizado até 30 junho 2011 . 21. 24. § 22 (Convênio ICMS 80/92). (Dec. apurando o imposto mediante confronto de crédito e débito fiscais.417/93) § 18. 16. (Dec. ao estabelecimento responsável pela retenção. será observado o seguinte: (Dec. (Dec. preencha os seguintes requisitos: (Dec.417/93) III .674/99) b) solicite e obtenha da Diretoria de Administração Tributária . 16. juros de mora e demais acréscimos legais com ele relacionados. (Dec. 21. condicionando-se a do Fisco do Estado de destino a credenciamento prévio na Secretaria da Fazenda ou de Finanças da Unidade da Federação do estabelecimento a ser fiscalizado.417/93) b) cópia do documento de inscrição no Cadastro Geral de Contribuintes do Ministério da Economia. a partir de 01 de janeiro de 1999. estar em situação cadastral regular perante o CACEPE.o número da inscrição prevista no inciso anterior será aposto em todos os documentos dirigidos a este Estado. 16.o número de inscrição do remetente no cadastro de contribuintes da Unidade da Federação de destino. As Notas Fiscais que acobertarem as operações interestaduais com os produtos referidos no inciso X do "caput". 16. bem como o cumprimento de outras obrigações acessórias.Departamento da Receita Tributária . (Dec.674/99) Decreto nº 14.674/99) 1. (Dec. 21.a base de cálculo do imposto retido. (Dec. Fazenda e Planejamento.até 31 de agosto de 1999. 16. 21. conjunta ou isoladamente. 16.417/93) III . 16.417/93) I .417/93) IV .a fiscalização do estabelecimento responsável pela retenção do imposto poderá ser exercida. (Dec. 16. Relativamente ao disposto no inciso X do "caput". será observado o seguinte(Convênio ICMS 105/92): (Dec. desde que: (Dec. bem como correção monetária. 16. (Dec. se for o caso. (Dec. (Dec. para o que remeterá à Secretaria da Fazenda . pelas Unidades da Federação envolvidas na operação.§ 16.DRT: (Dec. 16. 21. o contribuinte de outra Unidade da Federação deverá ser inscrito no CACEPE.417/93) I . (Dec.876/91 DECRETO 14. o transportador rodoviário poderá não ficar sujeito à antecipação tributária.417/93) II . 16. Relativamente ao inciso XXIII do "caput". multa. deverão conter as seguintes informações (Convênio ICMS 105/92): (Dec. número de inscrição e código de atividade econômica no seu cadastro de contribuintes. 16. desde que.674/99) I . destinados à empresa de transporte que adotar base de cálculo integral dos respectivos serviços.o valor do imposto retido.constitui crédito tributário da Unidade da Federação de destino o imposto retido.a Unidade da Federação de destino poderá atribuir.417/93) II . nos termos do art.para efeito do inciso anterior.417/93) § 19. (Dec.o recolhimento do imposto por remetente não-inscrito no cadastro de contribuintes da Unidade da Federação de destino será efetuado nos termos da legislação desta.DAT da Secretaria da Fazenda a dispensa da condição de contribuinte-substituído. além dos demais requisitos previstos na legislação.417/93) VI . 16.

os valores relativos ao serviço e ao correspondente ICMS sobre o frete.2002. através do Decreto nº 32.32. a partir de 01. quando o transporte for na modalidade FOB. “b” do “caput”. quando o transporte for na modalidade CIF.aplica-se ainda na hipótese de a saída do produto ser promovida pelo contribuinte-substituído para outra Unidade da Federação.2002) d) na hipótese do item 2 da alínea anterior. (Dec.161/2008) REVOGADO os §§ 20 a 22 do artigo 58.527/96) REVOGADO (Dec.03. (Dec. lançar no livro Registro de Entradas. (Dec. observado o disposto em portaria do Secretário da Fazenda. (Dec.02. Relativamente ao disposto no inciso XI. lançar no livro Registro de Saídas. ter apresentado a GIAM.2009) I . gesso e seus derivados.2002) III . 24. 24.040/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. o disposto no inciso II não se aplica quando o remetente for estabelecimento industrial ou produtor de gipsita.atualizado até 30 junho 2011 .674/99) II . 24. observado o disposto em portaria do Secretário da Fazenda: (Dec. 21.09.03. 4. não-recolhimento do imposto. o valor do ICMS sobre o frete e a circunstância de se tratar de substituição relativa ao frete FOB.99 a 28.040/2002 – 2. não ter sócio que participe ou tenha participado de empresa considerada inidônea perante a Fazenda Estadual. na hipótese de o serviço de transporte interestadual rodoviário de cargas ocorrer na modalidade "CIF". 21.959/2009 – EFEITOS A PARTIR DE 01.09.674/99) 1.03. será observado o seguinte: (Dec.2009 § 20.32.959/2009 – EFEITOS A PARTIR DE 01. o recredenciamento do transportador ocorrerá nos termos previstos no ato normativo ali referido.674/99) b) o transportador inscrito no CACEPE será considerado credenciado para recolhimento do imposto normal.2002) a) relativamente à escrituração fiscal. (Dec.876/91 .03. no prazo normal a que esteja sujeito: (Dec.040/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 24. relativo ao frete.02. inclusive quanto ao parcelamento de débitos fiscais. prestação a prestação. (Dec. 24. 24. a partir de 01.674/99) 2. 24.2002) (Dec.2002) 1.2002.040/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. estar regular com sua obrigação tributária principal. 21. 17. (Dec.674/99) (Dec.99 a 28. 19.03.2002) 2.2002. nas colunas "Contribuinte-Substituído p/ o Estado" e "Observações". nas colunas "Valor Contábil" e "Contribuinte-Substituído pelas Entradas". (Dec.a partir de 01 de julho de 2008.03. assumindo este a condição de contribuinte-substituto (Convênio ICMS 81/93). ficando sujeito ao recolhimento do imposto. 21.040/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. relativamente ao último período anterior ao do pedido.983/94) Decreto nº 14. no período de 01. enquanto se mantiver regular em relação ao respectivo ICMS.674/99) 3. 24. no período de 01. nas seguintes hipóteses.03.a partir de 01. não-atendimento das condições previstas em portaria do Secretário da Fazenda. 21.876/91 DECRETO 14.2002) c) o transportador enquadrado na hipótese da alínea anterior será descredenciado.040/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. o contribuinte-substituto deverá: (Dec. EFEITOS A PARTIR DE 01.02.03.2002) 1. (Dec.040/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.02. (Dec.040/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.03.2.09. 21.2002.03. enquanto atender às condições estabelecidas em portaria do Secretário da Fazenda.99: (Dec.

17.876/91 DECRETO 14. a crédito do governo em cujo território se encontra estabelecido o adquirente. (Dec. sobre o total dessas parcelas. (Dec. quando se tratar de operações interestaduais. 17. bem como do valor resultante da aplicação. o respectivo preço. quando se tratar de operações internas.983/94) e) o recolhimento do imposto antecipado será promovido até o 9º (nono) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer a saída da mercadoria do estabelecimento do contribuinte-substituto.983/94) 1. será utilizado o Documento de Arrecadação Estadual . em agência de qualquer banco oficial signatário do Convênio patrocinado pela Associação Brasileira dos Bancos Comerciais Estaduais . do percentual de 50% (cinqüenta por cento) (Convênio ICMS 37/94). 17. 17. carreto e demais despesas debitadas ao estabelecimento destinatário.983/94) a) quando o estabelecimento destinatário for contribuinte-substituto em relação ao produto (Convênio ICMS 81/93). observar-se-á: (Dec.não se aplica: (Dec.983/94) c) nas remessas em que a mercadoria deva retornar ao estabelecimento remetente e no respectivo retorno. 17. na saída sem o preço discriminado no item anterior. 17. (Dec. hipótese em que o adquirente assumirá a condição de contribuinte-substituto (Convênio ICMS 81/93).ASBACE. 17. o recolhimento do imposto antecipado relativo ao frete é de responsabilidade do estabelecimento destinatário. 17. 17. frete. o recolhimento será efetuado em agência do banco oficial da Unidade da Federação de destino ou. acrescido do IPI. 17. 17. observando-se (Convênio ICMS 37/94): (Dec. a base de cálculo do imposto referido no item anterior é o valor do próprio frete. (Dec. (Dec.DAE. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec.983/94) b) quando se tratar de transferência entre estabelecimentos da empresa industrial. 17.983/94) c) a alíquota para cálculo do imposto a ser retido será a vigente nas operações internas na Unidade da Federação de destino (Convênio ICMS 37/94).para fim de antecipação: (Dec.983/94) 1.983/94) d) o valor do imposto antecipado corresponderá à diferença entre o imposto calculado na forma das alíneas "a" e "b" e o de responsabilidade direta do contribuinte-substituto (Convênio ICMS 37/94). 17. (Dec.983/94) 2. em conta especial. 17. conforme o disposto na legislação vigente.983/94) 1.876/91 .983/94) a) a base de cálculo será: (Dec. 17.983/94) 2. (Dec. exceto varejista.983/94) 2. na sua falta. localizada na praça do estabelecimento remetente. mediante Guia Decreto nº 14.983/94) b) na impossibilidade de inclusão do valor do frete na composição da base de cálculo de que trata a alínea anterior. (Dec.II . na saída do produto com preço máximo de venda a consumidor fixado pelo fabricante. o valor obtido tomando-se por base o preço praticado pelo contribuinte-substituto.983/94) III .

17. deverá efetuar sua inscrição no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco .959/2009 – EFEITOS A PARTIR DE 01.na hipótese do inciso anterior. o contribuinte-substituto emitirá Nota Fiscal.02. cópia do instrumento constitutivo da empresa.983/94) V .876/91 DECRETO 14.983/94) 2.no caso do inciso anterior. (Dec.não sendo adotado o procedimento previsto no inciso anterior. relativamente às operações interestaduais. por meio da GNR.983/94) 1.983/94) IV .983/94) VI . além das indicações regulamentares. (Dec.GNR.983/94) b) apor o respectivo número de inscrição no CACEPE no corpo das Notas Fiscais e nos demais documentos. na sua falta.983/94) VIII .891/2002) REVOGADO (Dec. ou. (Dec. (Dec. Na hipótese do § 20. (Dec.983/94) 3.por ocasião da saída da mercadoria.atualizado até 30 junho 2011 . 24.876/91 . por ocasião da saída da mercadoria. 17. (Dec. quando a mercadoria proceder de outra Unidade da Federação. 17. (Dec.983/94) § 21. 17.o contribuinte-substituto. (Dec. 17. devendo uma via deste documento acompanhar o transporte da mercadoria (Convênio ICMS 81/93). 17. 17. em relação a cada operação deverá o contribuinte-substituto efetuar o recolhimento do imposto devido a este Estado.983/94) Decreto nº 14.Departamento da Receita Tributária. inclusive de arrecadação. 17.a emissão da Nota Fiscal sem as indicações específicas previstas no inciso anterior implica exigência do imposto que deveria ter sido retido (Convênio ICMS 81/93).2009) I . (Dec. podendo fazê-lo por via postal: (Dec. requerimento solicitando sua inscrição no CACEPE. o banco arrecadador deverá repassar os recursos à Secretaria da Fazenda ou de Finanças da Unidade da Federação beneficiária de destino.983/94) a) remeter para a Secretaria da Fazenda . que promover saídas para este Estado. 17. 17. destinados a este Estado. o valor que tenha servido de base de cálculo para a retenção e o valor do imposto retido (Convênio ICMS 81/93). (Dec. cópia do documento de inscrição no CGC-MF. adotando o seguinte procedimento (Convênio ICMS 81/93): (Dec. na hipótese do item anterior. 17. se a Unidade da Federação de origem for signatária do acordo que prevê a substituição tributária. de modo que os recursos estejam disponíveis para esta até o 3º (terceiro) dia útil após o efetivo recolhimento (Convênio ICMS 81/93). 17.32.983/94) 3. localizado em outra Unidade da Federação.CACEPE.983/94) VII . (Dec. outro documento de arrecadação estadual (Convênio ICMS 81/93). a autoridade fazendária que fizer a cobrança deverá notificar o contribuinte-substituto. contendo. 17. o recolhimento do referido imposto é de responsabilidade do contribuinte-substituto. 17. o imposto ali referido será exigido do adquirente na passagem da mercadoria pela primeira unidade fiscal deste Estado. será observado o seguinte: (Dec.983/94) II .quando o ICMS antecipado for calculado a menor ou não for destacado no documento fiscal respectivo. (Dec.Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais .

983/94) h) valor do imposto retido. 17.III . até o 10º (décimo) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer a saída. 3. estadual e no CGC.983/94) IV . a respectiva atualização monetária e os acréscimos penais e moratórios integrarão o crédito tributário da Unidade da Federação de destino (Convênio 81/93). exigindo-se o imposto nos termos da legislação específica em vigor neste Estado (Convênio ICMS 81/93). 17.983/94) g) valor da base de cálculo do imposto retido. dos estabelecimentos emitente e destinatário.o Estado favorecido poderá instituir documento próprio para apresentação das informações a que se refere o inciso anterior. com espacejamento maior na mudança deste.relativamente à listagem referida no inciso anterior (Convênio ICMS 81/93): (Dec.983/94) Decreto nº 14. 17. 17. ordem crescente de inscrição no CGC.983/94) a) nome.983/94) a) calcular o imposto antecipado conforme o disposto no inciso III do parágrafo anterior. (Dec.983/94) b) número. (Dec.983/94) VIII .983/94) 2. deverá (Convênio ICMS 81/93): (Dec.o contribuinte-substituto deverá enviar à Secretaria da Fazenda ou de Finanças do Estado favorecido. dentro de cada CEP. 17.983/94) VI .o imposto retido na fonte. ordem crescente do número da Nota Fiscal. também com recolhimento antecipado.983/94) i) nome do banco em que tenha sido efetuado o recolhimento.983/94) c) valor total da mercadoria. (Dec. 17. 17. 17. promover a saída para outra Unidade da Federação. (Dec. CEP e número de inscrição. 17. 17. dentro de cada CGC. 17.983/94) (Dec. (Dec. (Dec. (Dec.876/91 DECRETO 14.983/94) a) deverá ser emitida em separado relativamente às operações que tenham sido objeto de desfazimento do negócio.constatado o não recolhimento do imposto pelo contribuinte-substituto. (Dec. 17.876/91 . (Dec. 17.983/94) V .983/94) d) valor da operação. 17. 17. data e número do respectivo documento de arrecadação. (Dec. 17. 17. (Dec.983/94) 1.atualizado até 30 junho 2011 .983/94) (Dec. 17.983/94) f) valor das despesas acessórias. 17. (Dec. 17. ordem crescente de CEP. subsérie e data da emissão da Nota Fiscal.983/94) b) será elaborada observando-se: (Dec. série.983/94) e) valor do IPI e do ICMS relativos à operação. endereço. que tenha adquirido a mercadoria com recolhimento antecipado do imposto. listagem contendo (Convênio ICMS 81/93): (Dec. 17. será suspensa essa condição do inadimplente enquanto perdurar a situação. (Dec.quando o contribuinte. (Dec. VII . (Dec.

983/94) XIV .983/94) XI .983/94) XIII .atualizado até 30 junho 2011 . 17. indistintamente. ainda que retido na operação de aquisição.na hipótese do inciso anterior. (Dec.876/91 . 17. ou outro documento de arrecadação.983/94) X . relativamente ao imposto antecipado. nos termos do inciso IV do parágrafo anterior. a diferença a maior entre o somatório do ICMS . 17. (Dec. 17. referida na alínea "b" do inciso anterior. o imposto retido pelo contribuinte-substituído for superior ao antecipado por ele.983/94) a) natureza da operação: ressarcimento.983/94) (Dec. "e". 17. para efeito de ressarcimento.983/94) b) como parcela dedutiva do resultado obtido na forma da alínea anterior. "e". do parágrafo anterior. (Dec.o contribuinte-substituto. na forma do inciso III.983/94) c) declaração: "Nota Fiscal emitida para efeito de ressarcimento". 17. pelo Estado de domicílio do contribuinte-substituto. 2. d) como valor do ressarcimento.983/94) b) o contribuinte-substituto disponha dos documentos comprobatórios da situação. junto ao respectivo fornecedor. 17. o valor do ressarcimento referido no inciso anterior será determinado adotando-se: (Dec. (Dec. 17.983/94) XII . quando da aquisição da mercadoria.a primeira via da Nota Fiscal de ressarcimento será enviada ao fornecedor nela citado. em decorrência de diferença de alíquota ou de base de cálculo. 17. 17.Normal calculado quando da saída promovida pelo contribuinte-substituído para a outra Unidade da Federação. que tiver motivado o ressarcimento. o contribuinte-substituído poderá emitir Nota Fiscal. as seguintes indicações(Convênio ICMS 81/93): (Dec.983/94) a) como base de cálculo e alíquota. na hipótese do inciso VIII. calculado pelo contribuinte-substituto da operação original e o ICMS . 17.se. c) recolher o ICMS . utilizará o valor deste para compensálo no valor da retenção subseqüente.fonte. do parágrafo anterior.fonte.b) emitir Nota Fiscal. pelo Estado destinatário Decreto nº 14.983/94) (Dec. (Dec.a fiscalização do contribuinte-substituto será exercida. desde que (Convênio ICMS 81/93): (Dec. que tenha efetuado a retenção do imposto que venha a ser objeto de ressarcimento.983/94) IX .876/91 DECRETO 14.os cálculos referidos no inciso anterior deverão ser demonstrados no corpo da Nota Fiscal de ressarcimento. (Dec. (Dec.983/94) a) a referida retenção seja em favor da mesma Unidade da Federação e destinada ao mesmo contribuinte. 17. além das exigências regulamentares.983/94) b) identificação da Nota Fiscal de sua emissão. referente ao recolhimento de que trata o inciso III. 17. contendo. (Dec. as aplicadas para cálculo do imposto antecipado na aquisição efetuada pelo contribuinte-substituído. o valor do imposto de responsabilidade direta do contribuinte-substituído. (Dec. acompanhada de cópia da GNR.Normal e o ICMS . (Dec. 17. 17.

(Dec. (Dec. do Decreto nº 19. (Dec.983/94) (Dec. 17.983/94) a) Registro de Entradas: (Dec.891/2002) XVII . nos termos dos artigos 678 a 683.983/94) 2. (Dec. 24.2002. (Dec. observar-se-á: (Dec. 17. 17.96 (Convênio ICMS 68/2002). para efeito do mencionado cálculo (Convênio ICMS 68/2002). o contribuinte-substituto que deixar de enviar as listas referidas no inciso anterior.Normal.10.983/94) c) na hipótese da alínea "a". a Nota Fiscal relativa a essa operação conterá apenas o valor do ICMS . (Dec.983/94) XVI . 17. caso a operação tenha sido lançada. (Dec. aplicando-se o disposto no art. 17.12.ou pelos dois conjuntamente (Convênio ICMS 81/93).983/94) II . 17.a partir de 05.891/2002) § 22.959/2009 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2002.983/94) XV . poderá ter sua inscrição cancelada até a respectiva regularização. 6º.as operações serão escrituradas com a observância das seguintes normas: (Dec.876/91 DECRETO 14.983/94) 1.876/91 .983/94) REVOGADO I . declaração: "Nota Fiscal emitida para efeito de ressarcimento". natureza da operação: ressarcimento. remeterá à Diretoria de Planejamento e Controle da Ação Fiscal DPC da Secretaria da Fazenda. deduzir-se-á o valor deste imposto. a Nota Fiscal emitida para efeito de ressarcimento conterá.atualizado até 30 junho 2011 . o seguinte: (Dec. 17. (Dec.983/94) Decreto nº 14.o exercício da fiscalização do contribuinte .2009) (Dec.983/94) 2. "a".528. (Dec. 17. além das exigências regulamentares. 1. 17. adotar-se-á o ressarcimento de que trata o inciso IX do § 21 (Convênio ICMS 81/93).983/94) a) se o imposto já houver sido recolhido.32. de 30.07.983/94) b) se o imposto retido não houver sido recolhido: (Dec. 17. III. (Dec. cancelar-se-á a Nota Fiscal.02.983/94) 3. o estabelecimento industrial localizado em outra Unidade da Federação. por mais de 30 (trinta) dias após sua atualização. III . para fim de cálculo do imposto antecipado. e o ICMS . inscrito no CACEPE na condição de contribuintesubstituto.no caso de desfazimento do negócio antes da entrega da mercadoria. pelo contribuinte-substituído. nos termos do § 20. 94. 17. 17. 24. quando se tratar de alteração de valores. nos termos do art. em meio magnético.fonte será mantido como crédito fiscal do contribuinte que proceder à devolução da mercadoria. I.ocorrendo devolução de mercadoria. 17.983/94) 1. 17. identificação da Nota Fiscal emitida para acobertar a mercadoria objeto do negócio desfeito. Na hipótese de que tratam os §§ 20 e 21: (Dec. caso a operação não tenha sido lançada no Registro de Saídas. as listas atualizadas dos preços. na coluna "Contribuinte-Substituído" do Registro de Saídas. 17.substituto por parte do Estado destinatário dependerá de acordo específico celebrado entre as respectivas Secretarias de Fazenda ou de Finanças (Convênio ICMS 81/93).a partir de 01.

serão observadas as normas gerais de escrituração. 17. neste caso. na saída para outra Unidade da Federação.983/94) 3. devendo. (Dec. na entrada da mercadoria com imposto recolhido antecipadamente.983/94) IV .989/94) I . nas seguintes hipóteses: (Dec.983/94) b) Registro de Saídas: (Dec. (Dec. observado o disposto no inciso IX do § 21. conforme o caso. observados os procedimentos relativos à mercadoria segurada ou não. a Nota Fiscal de ressarcimento emitida nos termos do inciso IX do § 21 deverá ser escriturada nas colunas "Documento Fiscal" e “ICMS Normal Debitado".983/94) 3. 17. na coluna "Contribuinte – Substituído -ICMS . nos termos do § 20. saída para outra Unidade da Federação. 17. serão observadas as seguintes normas: (Dec. 17.983/94) 3. 17. 17.1. (Dec. com recolhimento antecipado do imposto. o valor do imposto normal será escriturado na coluna “ICMS .983/94) 3. o lançamento será efetuado de acordo com as normas gerais de escrituração. 17. II.fonte. 17.fonte somado ao do imposto normal será lançado na coluna “ICMS . após o efetivo recolhimento.983/94) § 23. sujeita ou não à antecipação.989/94) Decreto nº 14. (Dec. o crédito referente ao ICMS Normal ser estornado. dentro do Estado.fonte". 17.o contribuinte que até o dia 31 de outubro de 1994 tenha adotado o sistema de pagamento antecipado com liberação nas operações subseqüentes.983/94) 1.876/91 . 17.876/91 DECRETO 14. No que se refere ao disposto no § 14.983/94) 3. (Dec.Normal Debitado".1. 17. o valor deste deverá ser lançado na coluna "Contribuinte-Substituto para outro Estado".3.Normal e antecipado relativamente ao estoque existente na referida data. (Dec. na saída da mercadoria. na coluna "Observações". (Dec. 17.atualizado até 30 junho 2011 . 17.983/94) 4. "b". perecimento. (Dec.983/94) 2. a Nota Fiscal de ressarcimento recebida será escriturada nas colunas "Documento Fiscal" e o seu valor será deduzido no próximo recolhimento ao Estado de domicílio do emitente.Normal Creditado" e o ICMS . sem recolhimento antecipado do imposto. VII e VIII. (Dec. 17.o TRR deverá: (Dec. na entrada da mercadoria sem destaque do imposto antecipado no respectivo documento fiscal ou calculado a menor. inclusive na hipótese de cobrança mediante Aviso de Retenção. saída direta para consumidor final. poderá creditar-se do ICMS . (Dec.983/94) 2. 17. (Dec.2. o valor do ICMS .983/94) 4. com recolhimento antecipado do imposto. na saída para outra Unidade da Federação. não será objeto de estorno o crédito fiscal relativamente ao ICMS antecipado. devendo o destinatário promover o recolhimento do referido imposto.

792/97) Decreto nº 14. 19.atualizado até 30 junho 2011 . o resultado da aplicação dos seguintes percentuais: (Dec. deduzindo este valor do recolhimento seguinte em favor da Unidade da Federação de origem. para comercialização. 17.na hipótese do inciso anterior: (Dec.deverá ser efetuado o levantamento do referido estoque. 19.989/94) 1. 17. com retenção do imposto. identificação da empresa distribuidora fornecedora. (Dec.876/91 .989/94) 1. (Dec. no momento da solicitação de alteração do regime normal para os regimes previstos no inciso IV do “caput”. (Dec. à vista da relação recebida. “c”. considerando-se o custo de aquisição mais recente e adicionando-se. (Dec. à distribuidora que tenha fornecido.989/94) 2. uma via da relação de que trata a alínea “b”. 17. as seguintes indicações: (Dec. 17. (Dec. estadual e no CGC. valor do imposto retido. até os dias 5 (cinco) e 20 (vinte) de cada mês.792/97) a) na hipótese de alteração do regime normal para o regime fonte: 30% (trinta por cento). contendo. endereço e inscrição.989/94) c) entregar. (Dec. 15% ( quinze por cento).792/97) II . por Unidade da Federação de destino. será observado o seguinte: (Dec. na condição de contribuinte-substituto. 17.792/97) 2. (Dec. mas sem liberação do imposto das operações subseqüentes. subsérie. estoque de mercadorias adquiridas sem antecipação do ICMS. serão respeitados os percentuais específicos de agregação previstos na legislação tributária para determinadas mercadorias. 17. Relativamente aos contribuintes que. ao valor total.a) indicar na Nota Fiscal a seguinte expressão: “Imposto retido pela distribuidora”.989/94) b) a distribuidora a que se refere o inciso I.792/97) 1.989/94) II . a distribuidora fornecedora fará retenção complementar do TRR para o necessário repasse à Unidade da Federação destinatária. quando se tratar de gêneros alimentícios.989/94) 2.989/94) 5.989/94) 4. 3. referente à quinzena imediatamente anterior: (Dec.792/97) b) na hipótese de alteração do regime normal para o regime microempresa: (Dec. 17. (Dec. 17. a mercadoria revendida. ou adquiridas com antecipação. (Dec. 19. em quatro vias. 17. 17. (Dec. 19. à Unidade da Federação de origem da mercadoria.989/94) (Dec. em favor da Unidade da Federação de destino das mercadorias. com a respectiva indicação do nome. deverá efetuar o recolhimento do imposto devido na operação realizada pelo TRR.989/94) § 24. (Dec. 17.792/97) I .876/91 DECRETO 14. 19. fonte ou microempresa. série. 19.na hipótese mencionada no inciso anterior. (Dec. 17.989/94) a) se a alíquota interna vigente na Unidade da Federação de destino da mercadoria for superior à vigente na Unidade de origem. calculado sobre o valor das operações relacionadas. 17. b) elaborar relação quinzenal. 19. nos demais casos. possuírem. (Dec. valor da operação. (Dec. número e data da Nota Fiscal de sua emissão. no mínimo. 30% (trinta por cento).989/94) 3.989/94) 3. quantidade e descrição da mercadoria. 17. à Unidade da Federação de destino da mercadoria.

de 29 de dezembro de 1997.III . (Dec.2004) III – será deduzido o valor do crédito presumido. 19.2004) V – o transportador autônomo e a empresa transportadora ficam dispensados da emissão de Conhecimento de Transporte.07. a dispensa prevista no inciso V.876/91 DECRETO 14. (Dec. no período de 01 de julho de 2004 a 31 de março de 2005.07.26. nos termos do art.ARE da Secretaria da Fazenda. antes de iniciada a prestação do serviço.792/97) b) a segunda e a terceira parcelas deverão ser pagas. prevalecendo o que for maior. se houver.atualizado até 30 junho 2011 . sucessivamente.07. XXI e XXIII do "caput" não se aplica na prestação de serviço de transporte rodoviário interestadual de gipsita. quitado.853/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.07. no percentual de 20% (vinte por cento) do total do imposto devido na prestação.514. (Dec. gesso e seus derivados.o valor resultante do cálculo de que trata o inciso anterior deverá ser recolhido.2004) VI – o contribuinte fica sujeito às penalidades previstas nos dispositivos da Lei nº 11. XI.853/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 2630-1/99 e 2692-1/00 da Classificação Nacional de Atividades Econômico-Fiscais – CNAE-Fiscal.07. exceto volante. (Dec.853/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. da Ficha de Inscrição Cadastral .876/91 .07.26.07. (Dec.07. acompanhar o transporte da mercadoria: (Dec.853/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. independentemente de o frete ocorrer na modalidade CIF ou FOB. que o mencionado remetente esteja inscrito no CACEPE.853/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. O disposto nos incisos XIV.2004) b) ao desvio de Posto Fiscal.26. (Dec. a partir de 01 de abril de 2005. 36.26.2004) IV – o recolhimento do imposto será efetuado pelo transportador.853/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.26. 19. quando o remetente.FIC com a nova inscrição do contribuinte no regime solicitado. com o código de receita 043-4.2004) Decreto nº 14.2004) II – o imposto será calculado aplicando-se a alíquota prevista para as operações interestaduais sobre a base de cálculo estabelecida no inciso I.2004) b) na hipótese de impossibilidade de observância do estabelecido na alínea "a". quando esta não for registrada nos livros fiscais e não for emitido o respectivo documento fiscal. (Dec.872/97) § 25.26.853/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. em até 3 (três) parcelas iguais e sucessivas.07.o imposto deverá ser calculado aplicando-se a alíquota vigente para as operações internas sobre o valor determinado na forma dos incisos anteriores.26.2004) a) à falta de recolhimento do imposto correspondente à prestação. deduzindo-se do resultado o valor do crédito disponível. devendo o correspondente Documento de Arrecadação Estadual – DAE.2004) a) por ocasião da passagem da mercadoria pela primeira unidade fiscal.26.853/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. pela respectiva Agência da Receita Estadual . (Dec. mediante DAE específico. em especial relativamente: (Dec. na forma seguinte: (Dec. nos prazos a seguir indicados.26. com atualização monetária.792/97) IV . sendo suficiente. 19. observando-se o seguinte: (Dec.a base de cálculo do imposto será o valor do frete ou aquele estabelecido em pauta fiscal. (Dec. e alterações.26.853/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.792/97) a) a primeira parcela deverá ser paga no momento da entrega. for inscrito no CACEPE sob os códigos de atividade econômica 1410-9/05. 19. desde que observado o disposto no § 10. no último dia útil dos 02 (dois) meses subsequentes àquele em que tenha ocorrido o despacho concessivo do pedido de alteração de regime junto à respectiva ARE. se houver.853/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. independentemente do respectivo código da CNAE-Fiscal. (Dec. 27.07. nesta hipótese. não sendo aplicada.727/2005) I .

(Dec. de 2002. exceto em relação a mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária. IX. e alterações. do Decreto referido na alínea "a". 33.528. o destaque do ICMS. nas saídas promovidas por contribuinte credenciado para utilização da sistemática de tributação do ICMS relativo às operações realizadas por estabelecimento comercial atacadista com produtos alimentícios. I.635/2010) § 28.673/2009) IV – aplicam-se as normas relativas ao regime de substituição tributária previstas no Decreto nº 19. “a”. 35. nos demais casos. o remetente da mercadoria. relativamente às saídas promovidas pelo contribuinte-substituto.451/2009) § 29.612/2010) Decreto nº 14. "d". ao qual deve ser integrado o montante do próprio imposto. (Dec. fica autorizado a emitir o respectivo Conhecimento de Transporte. 1. 35. II. 2º.422. 33. 35.673/2009) III – o prazo de recolhimento do imposto é aquele previsto no art. salvo quando a norma específica de que trata o inciso II dispuser de forma contrária.673/2009) V – a partir de 01 de março de 2010. em substituição ao disposto no § 10. o valor pago a todas as empresas transmissoras pela conexão e uso dos respectivos sistemas de transmissão de energia elétrica.331/2009) § 27.422.635/2010) b) além do limite previsto no inciso I.00 (mil e quinhentos reais). 53. deve ser observado aquele estabelecido no art. (Dec. do mencionado Decreto nº 24. de higiene pessoal. relativamente às operações com cosméticos e artigos de perfumaria. o consumidor de energia elétrica conectado à rede básica deverá. (Dec.876/91 . 34. (Dec. (Dec. DPC. e alterações: (Dec.612/2010) I – a partir de 01 de setembro de 2010.612/2010) 1. por período fiscal. onde deverá constar: (Dec.500. hipótese em que deve ser adotada a margem prevista na norma específica que dispuser sobre o mencionado regime: (Dec.612/2010) 3. bebidas e artigos de escritório e de papelaria. III.673/2009) b) 30% (trinta por cento). Relativamente ao disposto no inciso XXX do “caput”. "c".34. (Dec. observar-se-á: (Dec. (Dec.673/2009) II – devem ser utilizadas as seguintes margens de valor agregado. somente adquirindo a condição de credenciado a partir do mês subsequente ao da publicação do respectivo edital. 35. 33.atualizado até 30 junho 2011 . contratante do serviço.673/2009) I – fica estabelecido o limite de R$ 1.34. (Dec.1. 33.612/2010) a) emitir Nota Fiscal.34. 33. a alíquota aplicável. deve ser observado o seguinte: (Dec.635/2010) a) o valor do respectivo ICMS devido por substituição tributária corresponde àquele indicado no art. Na hipótese prevista no inciso XXIII. 2º. (Dec. modelo 1 ou 1-A ou. o remetente da mercadoria deve solicitar o credenciamento à Diretoria Geral de Planejamento e Controle da Ação Fiscal . observada a regra prevista no § 19. 33.612/2010) 2. 35. de 17 de junho de 2002. sem prejuízo do cumprimento das obrigações principal e acessórias: (Dec. (Dec.§ 26.673/2009) a) 35% (trinta e cinco por cento). A partir de 15 de abril de 2009. 33. até o último dia do segundo mês subsequente ao das operações de conexão e uso do sistema de transmissão de energia elétrica. de 30 de dezembro de 1996.876/91 DECRETO 14. 33. requerer a emissão de Nota Fiscal avulsa.(Dec.”. Relativamente ao inciso XXIX do "caput". na hipótese de dispensa da inscrição no CACEPE. 35. em relação a cada destinatário. prevista no Decreto nº 24. ”f. como base de cálculo. e alterações. de limpeza. da Secretaria da Fazenda.

desde que seja elaborado relatório contendo os valores devidos pela conexão. anexo da Nota Fiscal mencionada na alínea “a”.612/2010) b) conexão.612/2010) III . III . o autoprodutor equipara-se a consumidor sempre que retirar energia elétrica da rede básica. Decreto nº 14. neste caso quando elencadas pela lei estadual. (Dec.o armazém-geral e o depositário. Respondem solidariamente pelo pagamento do crédito tributário: I .SEFAZ relatório contendo os valores devidos pelo mencionado uso. para emissão dos respectivos documentos fiscais. 35. quando tiver participado do não-implemento da condição. a qualquer tempo.612/2010) V .b) elaborar relatório. onde deverá constar: (Dec. cumprir as obrigações previstas no § 29. (Dec. desde que o Operador Nacional do Sistema elabore. IV .612/2010) (Dec. o valor pago a cada transmissora. 59.612/2010) Art. quando solicitado. 35. emitidos por terceiros. a qualquer título.612/2010) 2. 35. (Dec. para entregar à SEFAZ. o agente transmissor terá o prazo de 15 (quinze) dias. (Dec.612/2010) a) uso dos sistemas de transmissão. com as informações necessárias para a apuração do imposto devido por todos os consumidores. com as informações necessárias para a apuração do imposto devido por todos os consumidores. (Dec. devendo. mandatário ou gestor de negócios. o número de inscrição no CACEPE. 35.qualquer pessoa responsável pela entrada de mercadoria importada do exterior. V . o adquirente e o remetente: a) em relação à mercadoria desacompanhada de documento fiscal.876/91 .o contribuinte que receber mercadoria com isenção ou não-incidência condicionadas. II .o imposto devido deverá ser recolhido na data de emissão da Nota Fiscal referida no inciso I. “a”. 35.o agente transmissor de energia elétrica fica dispensado da emissão de Nota Fiscal. 35. relativamente aos valores ou encargos incidentes sobre as seguintes etapas do fornecimento de energia elétrica: (Dec. requisitar ao Operador Nacional do Sistema e aos agentes transmissores informações relativas às operações.876/91 DECRETO 14. se o débito do imposto tiver origem nos mencionados documentos: a) quando não houver o prévio credenciamento do referido estabelecimento. 35. notas explicativas de interesse para a arrecadação e a fiscalização do ICMS. o número do CNPJ e. (Dec. até o último dia do mês subseqüente ao da realização das operações. 35.612/2010) 1.612/2010) IV . a contar da data-limite para fornecimento daquele relatório.612/2010) 3. b) em relação à mercadoria desviada do seu destino. (Dec. se houver. 35. até o último dia do mês subsequente ao das operações.na hipótese do não-fornecimento do relatório a que se refere o inciso III.atualizado até 30 junho 2011 . quando receberem mercadoria para depósito ou quando derem saída a esta sem documento fiscal. e forneça à Secretaria da Fazenda . assim como as que possuam a qualidade de representante.a SEFAZ poderá. 35. pela remessa de mercadoria para o exterior ou por sua reintrodução no mercado interno. em relação a essa retirada.o estabelecimento gráfico que imprimir documentos fiscais.612/2010) § 30. II . sendo este obrigatório. (Dec. Para efeito do disposto no inciso XXX do “caput”. 35.o transportador. “a”.

no Município em que se encontrar localizada a sede da propriedade. mediante contrato de locação e prestação de serviço. 60. através de contrato particular. do contribuinte-locatário. O locador de que trata o inciso IX do "caput" responde solidariamente pelas demais obrigações fiscais. (Dec.876/91 . IX . IV . onde pessoas físicas ou jurídicas exerçam suas atividades em caráter temporário ou permanente. O estabelecimento. privado ou público. desde que em um dos Municípios envolvidos. relativamente a entrada.produtor. aparelho e equipamento destinados à emissão de documentos fiscais e cujo controle do imposto devido esteja relacionado com dispositivos totalizadores das operações ou prestações. inclusive débito decorrente de processo administrativo-tributário. § 1º Quando o estabelecimento estiver situado no território de mais de um Município deste Estado. VII . (Dec. bem como onde se encontrem armazenadas mercadorias. nos termos de normas específicas expedidas pela Secretaria da Fazenda. próprio ou de terceiro. do respectivo alienante. II . se exigida.atualizado até 30 junho 2011 .industrial. III . para os efeitos fiscais. considera-se o contribuinte domiciliado.o locador inscrito no CACEPE.808/94) Parágrafo único. edificado ou não.876/91 DECRETO 14. quando: a) a referida alienação. saída e transmissão de propriedade de mercadoria que armazenar de terceiros sem documento fiscal próprio ou com documento fiscal inidôneo. pode ser: I .o estabelecimento titular e o usuário de máquina. b) a irregularidade cometida pelo alienante ou assistente técnico concorrer para a omissão total ou parcial dos valores registrados nos totalizadores e. 17. quando o bem autorizado para um estabelecimento estiver sendo utilizado em outro. em relação ao débito.prestador de serviço de transporte e de comunicação. 19. VIII . (Dec.comercial. conseqüentemente.b) quando não houver a prévia autorização fazendária para a sua impressão. em área comum.527/96) Art. para a falta de recolhimento do imposto. ainda que pertencentes ao mesmo titular. aparelho e equipamento cujo controle fiscal se realize através dos seus totalizadores. intervenção ou outro fato relacionado com o bem ocorrerem sem observância dos requisitos legalmente exigidos. 17. VI . relativamente aos valores acumulados nos totalizadores de tal bem. constituído ou não.o adquirente de estabelecimento. na hipótese de armazenagem de mercadoria de terceiros. quanto à natureza. ali não mencionadas. c) quando a impressão for vedada pela legislação tributária.o contribuinte alienante ou que preste assistência técnica a máquina. Considera-se estabelecimento o local.808/94) CAPÍTULO XI Do Estabelecimento SEÇÃO I Da Natureza Art. relativamente à sistemática de armazenagem prevista no referido inciso. Decreto nº 14. 61.

acréscimos de qualquer natureza e multas. IV e V. ainda que pertençam ao mesmo titular. § 7º Não importa em autonomia de estabelecimentos: I .§ 2º Caso a sede se situe em Município diverso daquele da base territorial do estabelecimento. b) os equipamentos estejam na posse do estabelecimento usuário. não for significativa a quantidade de mercadoria objeto da atividade secundária. desde que: a) os equipamentos estejam interligados ao estabelecimento principal por dutos. § 3º Na impossibilidade de determinação do domicílio do contribuinte. ainda que produzida por terceiros. 3º.quanto ao local.o fato de uma pessoa exercer simultaneamente qualquer das prestações de serviços referidos no art. II . por estabelecimento não industrial. quando a localização for diversa. considerar-se-á como tal. quando este exercício não importar em habitualidade. nos termos do parágrafo anterior. importando. bebidas e outras mercadorias. (Dec. situados dentro do Estado. situado em área contígua àquele.527/96) § 6º Todos os estabelecimentos do mesmo titular.876/91 DECRETO 14. e uma das atividades relacionadas nos incisos I a IV do "caput". b) alienação de sucata ou de quaisquer materiais que consistam em resíduos do respectivo processo de industrialização ou produção. para os efeitos deste Decreto. ainda que com o objetivo de retorno ao estabelecimento de origem. esteiras rolantes ou meios assemelhados. (Dec. IV . ainda que este forneça ao público alimentação.527/96) § 4º Caso ainda não seja possível determinar o domicílio tributário. para o efeito de responder por débitos do imposto. este será imputado pela legislação tributária do Estado. são considerados em conjunto.527/96) II . o local onde houver sido efetuada a operação ou prestação.o fato de o estabelecimento industrial manter equipamentos industriais em outro estabelecimento. 19. (Dec. III . IV . II . produção ou prestação de serviço de transporte e de comunicação.876/91 .atualizado até 30 junho 2011 . se situem no mesmo local e desenvolvam atividades integradas de indústria. ainda que sejam da mesma natureza. Decreto nº 14.o exercício de atividade de outra natureza. comodato ou similar.o fato de hotel ou estabelecimentos similares possuírem restaurante no mesmo recinto. 19. encontrada a mercadoria ou constatada a prestação. para funcionários do próprio estabelecimento.o fato de o prestador de serviço de transporte ou de comunicação atuar simultaneamente com várias modalidades desses serviços. 19. III .quanto à natureza.a saída decorrente de: a) desincorporação de bens do respectivo ativo fixo. considera-se o contribuinte domiciliado no Município que possua a maior base territorial do estabelecimento. ainda que através de contrato de locação.a remessa. ou. § 8º Não altera a natureza do estabelecimento: I . comércio.a saída de mercadoria. § 5º Os estabelecimentos serão considerados autônomos: I . de mercadoria para industrialização.

180/2006) I .comércio varejista.pessoa natural ou jurídica de Direito Público ou Privado. III .atualizado até 30 junho 2011 .2002) I . III .pessoa natural ou jurídica de Direito Público ou Privado. a mesma pessoa exercer a atividade de comércio com produtos sujeitos e produtos não sujeitos ao regime de substituição tributária. por segmento de atividade econômica: (Dec. 23.indústria de acondicionamento e reacondicionamento.comércio atacadista.produtor . b) forneça mercadoria juntamente com prestação de serviço.produção extrativa mineral.180/2006) II – considerar estabelecimentos distintos. II . 19. (Dec. 24.563/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. Decreto nº 14. VII . V . nos termos estabelecidos em portaria do Secretário da Fazenda. IV . a mesma pessoa exercer as atividades de indústria e de comércio.382/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01/06/2001) SEÇÃO II Do Código de Atividade Econômica Art.876/91 DECRETO 14. desde que as operações com os primeiros não configurem atividade preponderante em relação às demais. quando. e. (Dec. crustáceos e moluscos. 29. obedecido o Código de Atividade Econômica CAE (Anexo 8) e alterações. A Secretaria da Fazenda poderá. inclusive cooperativa.§ 9º Considera-se: I.08.cultura ou produção extrativa (exceto mineral). na qualidade de produtor rural ou extrator. IX . para aliená-la diretamente a consumidor.180/2006) a) no mesmo local e simultaneamente.180/2006) b) a partir de 01 de maio de 2006. o estabelecimento.527/96) § 10.industrial . explore propriedades. IV . própria ou de terceiros.2002. 62. (Dec.indústria de montagem. ainda.a pessoa natural ou jurídica.07.comerciante ambulante . no mesmo local e simultaneamente.indústria de transformação. sediadas no mesmo Município (Ajuste SINIEF 01/2006). sem estabelecimento fixo. 29.comerciante .876/91 . à captura de peixes. (Dec. que se dedique à produção agrícola. contíguas ou não. as empresas de distribuição de energia elétrica. que conduzir mercadoria.indústria de beneficiamento. ou à produção extrativa de substâncias minerais. 29. VI . será enquadrado em uma das seguintes classes: (Dec.pessoa natural ou jurídica de Direito Público ou Privado que: a) pratique a intermediação de mercadoria. que pratique operações havidas como de industrialização. II . especialmente as procedidas nos termos do § 5º. c) forneça alimentação e bebidas. 29. animal ou extrativa. inclusive cooperativa. Até 31. pessoa física. VIII .serviços e outros.considerar dois ou mais estabelecimentos como único quando: (Dec.

Fiscal . de acordo com o CAE. mencionados no parágrafo anterior. o faturamento da atividade econômica exercida no ano anterior ou em parte deste.08. no caso de ser ele incompleto. será considerada a classe preponderante. 17.CAE. bem como as classes de enquadramento indicadas no “caput”. para os seguintes períodos de vigência: (Dec. § 2º A preponderância a que se referem os incisos I e II do parágrafo anterior será determinada adotando-se. para fins de identificação da atividade econômica do contribuinte no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco .876/91 .se o contribuinte se dedicar. (Dec. na forma do artigo anterior. 30.2002) Decreto nº 14. serão obedecidas as seguintes regras: I . e alterações. § 5º O Secretário da Fazenda. 30. classificado em duas ou mais classes da mesma natureza. conforme Resolução IBGE/CONCLA nº 01/2006. conforme Resolução IBGE/CONCLA nº 01/98.563/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. publicada no Diário Oficial da União de 05 de setembro de 2006. dentro de uma mesma classe.têm a finalidade de identificação do contribuinte para fins exclusivamente econômicos e cadastrais. simultaneamente. 24. (Dec. (Dec.§ 1º Na classificação do contribuinte. § 4º Considera-se comércio atacadista aquele que envolve operações de fornecimento de mercadoria a outro contribuinte. a duas ou mais atividades econômicas. mediante portaria. II . (Dec. considerar-se-á o período de 2 (dois) meses de atividade após o cadastramento do sujeito passivo. que deve estar identificada no respectivo documento de inscrição no CACEPE.876/91 DECRETO 14. (Dec. § 3º Na impossibilidade de ser adotado o critério estabelecido no parágrafo anterior. 24.08.CACEPE.563/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.a partir de 01 de janeiro de 2007. poderá alterar os Códigos de Atividade Econômica .não descaracterizam a natureza do estabelecimento.até 31 de dezembro de 2006.563/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. será considerada a atividade preponderante. inclusive as transferências. publicada no Diário Oficial da União de 25 de junho de 1998.2002) II . simultaneamente. industrialização ou produção. 30.559/94) § 6º A partir de 01 de agosto de 2002.062/2006) II . 24. a serem adotados no Sistema de Cadastro de Contribuintes: (Dec. como critério básico.2002) I . para revenda.062/2006) I . previstos no Anexo 8.atualizado até 30 junho 2011 .062/2006) § 7º Relativamente aos códigos da CNAE-Fiscal. aprovados pelos atos normativos respectivamente indicados. passam a ser adotados os códigos de atividade econômica da Classificação Nacional de Atividades Econômicas .se o contribuinte for.08.CNAE.

734/98) I . (Dec.382/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.458.o local de exposição de mercadorias. relativamente a cada estabelecimento. 64. do art. Relativamente ao cadastro a que se refere o "caput". § 1º A inscrição será individualizada por estabelecimento do contribuinte ou do responsável. perante o Conselho Regional de Contabilidade. será observado o seguinte: 01.2001) (Dec. a critério da Secretaria da Fazenda. dados cadastrais do respectivo titular ou responsável. quando distinto do estabelecimento expositor. do art. salvo quando a exposição for de curta duração. (Dec. frigorífico e similares. 23. conterá. II . de construção civil ou congênere. um cadastro denominado Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco .06. 20.06. para o exercício da profissão (Lei nº 11. relativamente aos contribuintes do imposto. 17.06.atualizado até 30 junho 2011 .06.2001) a) permitir a concessão de uma única inscrição na hipótese de dois ou mais estabelecimentos serem considerados como único.TÍTULO II Da Obrigação Tributária Acessória CAPÍTULO I Do Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco . 61. ainda que situados no mesmo local e pertencentes ao mesmo titular. mediante portaria.382/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. IV . armazém . observando-se: (Dec. I. mesmo que as atividades sejam integradas. 23.CACEPE. (Dec.é vedada a concessão de uma única inscrição a estabelecimentos de natureza diversa. (Dec.734/98) SEÇÃO II Da Inscrição Art. de 22.o depósito fechado. desde que devidamente habilitados.todos os contribuintes e responsáveis definidos nos arts.geral.734/98) II .2001) DECRETO 14. III . 56 a 58.até 23 de julho de 1997.876/91 . § 2º Relativamente à inscrição. II. 20. poderá: (Dec.97).382/2001 – EFEITOS A PARTIR DE I . 20.382/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.a partir de 24 de julho de 1997. nos termos previstos no § 10. por segmento de atividade econômica.o responsável por qualquer obra hidráulica. do seu responsável técnico. 23. conterá dados cadastrais de cada estabelecimento do contribuinte ou responsável. (Dec. será organizado consoante dispuser portaria da Secretaria da Fazenda.2001) b) exigir inscrições distintas para atividades diferentes relativas à mesma natureza e exercidas pela mesma pessoa no mesmo local. em se tratando de empresa de serviço contábil. Parágrafo único. 63.o Secretário da Fazenda. 61. 23. Serão inscritos no CACEPE: I .CACEPE SEÇÃO I Do Cadastro Art. bem como do contabilista encarregado da escrituração fiscal ou.916/94) II .07. nos termos do § 10. O Estado de Pernambuco manterá atualizado.

II .01. a seu critério. 22. contados da data da ocorrência. 24. somente procederá à mudança de endereço quando previamente autorizado pela repartição fazendária. relativamente a contribuinte que tenha suspendido suas atividades. embora dispensada ou não obrigada. O disposto neste artigo não se aplica na hipótese de despejo. incêndio ou outras circunstâncias imprevisíveis. § 8º A partir de 01 de junho de 2000. § 4º A Secretaria da Fazenda. § 1º REVOGADO. CONFORME Dec. Parágrafo único.01.2000.526/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. § 5º A pessoa física ou jurídica que se inscrever no CACEPE. mediante portaria. O contribuinte será inscrito em um dos seguintes regimes: I .08. quando esta ocorrer. inscrever em outro regime o contribuinte que preencher as condições do § 1º. (Parágrafo renomeado pelo Dec.2002. 20.606/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 22.2002) Art. devendo. (Dec. e que o respectivo pedido de alteração seja protocolado na repartição fazendária no prazo de 05 (cinco) dias.690/92 – EFEITOS A PARTIR DE 11.328/2000 – EFEITOS SUSPENSOS ATÉ 30.876/91 . (Dec. IV . 63 a 69. 67. 15.606/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.§ 3º A imunidade. (Dec. e sobre a documentação a ser exigida. mediante portaria. fica sujeita ao cumprimento das respectivas obrigações acessórias. poderá prever casos de dispensa de inscrição no CACEPE.um dos estabelecimentos seja inscrito e havido como principal. em cada caso. para instruí-lo. O sujeito passivo.09. instruções complementares quanto ao preenchimento do Documento de Atualização Cadastral DAC.526/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2002) § 2º A partir de 01. desabamento. poderá estabelecer procedimentos específicos relacionados com a circulação de mercadorias ou prestação de serviços sujeitas ao ICMS.microempresa. (13) (Dec.normal. 65. desde que devidamente comprovadas.601/2000) Art.92) § 3º A Secretaria da Fazenda poderá. § 1º O disposto no “caput” não se aplica no caso de armazenamento provisório de mercadorias. § 7º Para fim do disposto nos arts. Art. o Secretário da Fazenda.atualizado até 30 junho 2011 .outros previstos em portaria do Secretário da Fazenda. a não-incidência ou a isenção não desobrigam o contribuinte e responsável da inscrição no CACEPE. O início das atividades será precedido do deferimento do pedido de inscrição no CACEPE. ser identificada a condição de não-contribuinte na respectiva ficha de inscrição cadastral. 66.98) III .08. (Dec. II – REVOGADO. 24. a Secretaria da Fazenda expedirá. 20. nos termos do mencionado ato normativo.98) § 2º REVOGADO.08. conforme o disposto em portaria do Secretário da Fazenda. § 6º A Secretaria da Fazenda poderá dispensar a inscrição no CACEPE de estabelecimentos de um mesmo contribuinte situados no Estado. desde que: I . quando inscrito no CACEPE.04.o estabelecimento principal assuma a condição de contribuinte substituto relativamente aos demais dispensados de inscrição. DECRETO 14. a inscrição prevista no inciso II do "caput" será opcional. mediante portaria.

15. Na hipótese de fusão.dos documentos. por sua natureza. 69.quando a pessoa destinatária da mercadoria for dispensada de inscrição estadual. XXIX. cisão. em cada período fiscal. transformação. 71. A inscrição é intransferível.em relação à energia elétrica e à ficha telefônica. DECRETO 14. 58.876/91 . nos termos da legislação específica. saída de mercadoria que deva ser. observar o disposto em portaria da Secretaria da Fazenda. relativamente à totalidade de remetentes. temporariamente. a utilização da inscrição de um dos sucedidos até a expedição do documento comprobatório da nova inscrição. c) a partir de 01 de julho de 2009.atualizado até 30 junho 2011 . 68. devendo. III . Art.673/2009) II . na hipótese prevista no art. Parágrafo único. Art. transmissão do acervo de estabelecimento ou demais modalidades de sucessão. III – relativamente ao contribuinte alienante que: (Dec. observando-se quanto à dispensa de inscrição no CACEPE o disposto em portaria da Secretaria da Fazenda. poderá a Secretaria da Fazenda autorizar. comercializada ou utilizada em processo de produção ou industrialização. O disposto no inciso III não se aplica: I .000.promover. 33. É vedado ao contribuinte: I – não inscrito no CACEPE: a) realizar o pagamento do imposto com base em escrituração fiscal e mediante a apresentação de documento de arrecadação especifico para contribuinte inscrito. para pessoa não inscrita no CACEPE.dos atos e contratos firmados no País.Art. observar o disposto no art. Cada estabelecimento inscrito no CACEPE receberá um número de inscrição que constará obrigatoriamente: I . salvo o disposto no art.00 (dois mil reais). III . XXIX. ainda. d) obter autenticação de documentos fiscais. b) imprimir ou emitir documentos fiscais ou obter autorização para sua impressão. b) obter autorização para impressão de documentos fiscais. 113. adquirir mercadoria em montante superior a R$ 2. (Dec. c) imprimir documentos fiscais com base em autorização anterior ao cancelamento.dos papéis apresentados às repartições estaduais. 33.530/92) II .673/2009) Art. A prova de inscrição no CACEPE far-se-á mediante a apresentação do respectivo cartão ou por outros meios admitidos em portaria do Secretário da Fazenda. assumir o encargo de prestar informações à Secretaria da Fazenda sobre o não-inscrito e de entregar a este a respectiva ficha de inscrição cadastral. (Dec.que tenha sua inscrição no CACEPE cancelada: a) utilizar. quantidade ou qualidade. para quaisquer fins. livros e demais efeitos fiscais. II .673/2009) a) até 30 de junho de 2009. quando designado por aquela. documentos fiscais ainda em seu poder.673/2009) b) a partir de 01 de julho de 2009. 33. 58. 70. (Dec. Parágrafo único. (Dec. 33. incorporação.

17. 75: (Dec. 28. 73. a concessão de baixa de inscrição no CACEPE a estabelecimento em débito para com a Fazenda Estadual somente ocorrerá se outro estabelecimento do mesmo titular. b) baixa definitiva. 28. será observado o seguinte e. DECRETO 14. os seguintes tipos de baixa: (Dec. 30. a respectiva baixa não será concedida. (Dec.até 29 de maio de 2007. pela unidade fazendária responsável pela respectiva ação fiscal. contados do prazo previsto para a mencionada renovação. A partir de 01 de setembro de 2007. 72. 77.746/2007) § 1º A concessão de baixa não implica em quitação de imposto ou exoneração de qualquer responsabilidade de natureza fiscal para com a Fazenda Estadual.746/2007) II – a partir de 30 de maio de 2007. (Dec. § 2º Até 29 de maio de 2007. mediante despacho da referida unidade. A Secretaria da Fazenda disporá. (Dec. 30. reativar suas atividades. observando-se as normas específicas e adotando-se. sobre o prazo de validade das inscrições no CACEPE. 17. (Dec. quando o contribuinte estiver em débito com a Fazenda Estadual. cuja baixa definitiva de inscrição no CACEPE tenha sido concedida. Relativamente à concessão de baixa de inscrição do contribuinte no CACEPE. se a respectiva inscrição: (Dec. 74.876/91 . ressalvado o disposto no § 2º.746/2007) II – o referido contribuinte deverá estar regular em relação à inscrição no CNPJ/MF.916/94) II – por solicitação do contribuinte ou responsável inscrito. a partir de 01 de julho de 2005. (Dec. quando o contribuinte do ICMS. ainda que o contribuinte esteja em débito com a Fazenda Estadual. 30. até 29 de maio de 2007.746/2007) Art. sem a devida regularização.atualizado até 30 junho 2011 . nos termos do art. 30.746/2007) III – não será permitida a utilização dos documentos fiscais impressos anteriormente à concessão da baixa de inscrição no CACEPE.de ofício. 17. homologando-se a baixa provisória. (Dec. adotar uma das seguintes providências: (Dec. 30.916/94) b) não tiver sido renovada até 5 anos. que.916/94) I . observadas as normas previstas em portaria do titular da referida Secretaria. 17. quando o contribuinte não possua débito para com a Fazenda Estadual. observar-se-á o seguinte: (Dec. ainda.746/2007) Parágrafo único. bem como perante o órgão ou entidade responsável pelo registro de empresas. (Dec. somente será concedida após fiscalização do contribuinte.pague o referido débito. 30. há mais de 5 (cinco) anos. A baixa de inscrição no CACEPE poderá ocorrer: (Dec.746/2007) I .Art. mediante portaria.012/2005) (Dec. relativo à sua inscrição no CACEPE anterior à respectiva baixa. 30. 30. nem tiver sido objeto de recadastramento. poderá ser concedida a respectiva baixa.746/2007) I – ao mencionado contribuinte será atribuído o mesmo número seqüencial. (Dec. com vigência a partir da data de protocolização do respectivo pedido. nas seguintes hipóteses. mediante o atendimento das respectivas exigências previstas na legislação específica relativa ao mencionado CACEPE. nos demais casos. SEÇÃO III Da Baixa Art. situado neste Estado. o disposto no art.012/2005) a) baixa provisória. a critério da Secretaria da Fazenda.746/2007) I . 30.916/94) a) tiver sido objeto de cancelamento.

de revalidação. § 2º Aquele que usar dados inverídicos ou documentos adulterados responderá.2002) § 1º São nulos os atos praticados pelo sujeito passivo incurso nas hipóteses deste artigo. declarar-se-á o cancelamento da inscrição. instituirá documentos.08. quando esta for exigida. alteração de dados e baixa dos contribuintes e responsáveis no CACEPE e à emissão de via de documento comprobatório de inscrição. 76. O cancelamento de inscrição no CACEPE dar-se-á. Art. Na hipótese de transferência de propriedade do estabelecimento. de alteração e de emissão de via de documento comprobatório da inscrição. quando o sujeito passivo: I . (Dec.08. SEÇÃO V Da Atualização Cadastral Art. 75. 78. por período igual ou superior a 06 (seis) meses consecutivos. § 1º O disposto no "caput" aplica-se também ao pedido de baixa.atualizado até 30 junho 2011 . II .II . III .876/91 . IV .incorrer em outras hipóteses previstas em portaria do Secretário da Fazenda. § 3º Para fim do disposto no parágrafo anterior. A baixa de inscrição no CACEPE em desacordo com as normas desta Seção não terá validade nem produzirá efeitos. mediante termo. II. consideram-se estabelecimentos do mesmo titular os que mantiverem o mesmo nome.assuma. § 4º O edital de que trata o parágrafo anterior mencionará a data a partir da qual os atos e documentos são declarados inidôneos. § 3º Através de edital.obtiver inscrição mediante informações inverídicas. denominação ou razão social. o pedido de baixa de inscrição no CACEPE somente será aceito mediante juntada de termo de responsabilidade por débito fiscal do alienante.a partir de 01. a responsabilidade pelo pagamento do referido débito e ofereça bens em garantia.alterar o seu endereço sem a prévia autorização da autoridade fazendária competente.526/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. nos termos do art. encerrar as atividades do estabelecimento. 73. civil e penalmente perante o Estado. Aquele que requerer inscrição no CACEPE será responsável pela veracidade dos dados constantes do pedido e pela autenticidade dos documentos que informarem o correspondente preenchimento. § 2º A nulidade dos atos a que se refere o parágrafo anterior opera-se a partir do momento da ocorrência da irregularidade determinante do cancelamento da inscrição. administrativa. Art. 77.2002. não tendo solicitado a suspensão dessas atividades ou a baixa da respectiva inscrição no CACEPE. não promova circulação de mercadoria ou prestação de serviço. 79. SEÇÃO IV Do Cancelamento Art. bem como os procedimentos necessários à inscrição. 24. A Secretaria da Fazenda. DECRETO 14. Art. mediante portaria. na hipótese em que. assinado pelo comprador ou cessionário. de ofício.

total ou parcialmente. c) servir de base para o respectivo lançamento nos livros fiscais. a partir de 01 de agosto de 2005. desde que tal dispensa não implique em: I .divergência entre as operações e prestações declaradas no livro ou documento fiscal e as efetivamente realizadas.2005) I – transferência de propriedade do estabelecimento. o sujeito passivo das obrigações referidas nos incisos do "caput". filial. 28.187/2005) § 2º Na hipótese do inciso I do parágrafo anterior. deverá manter livros e documentos fiscais próprios.possuir e escriturar livros fiscais destinados ao registro de operações. mediante portaria. Cada estabelecimento. mediante portaria. § 3º Na hipótese da dispensa referida no parágrafo anterior. seja matriz.emitir Nota Fiscal para: a) acompanhar o trânsito da mercadoria. utilizando-se outra forma de identificação dos referidos dados: (Dec.530/92) DECRETO 14. opcionalmente. b) registrar a prestação de serviços. os documentos e os livros fiscais existentes no estabelecimento do contribuinte poderão continuar a ser utilizados.876/91 .187/2005) II – qualquer alteração cadastral. (Dec. 28. relativamente ao contribuinte beneficiário. § 1º A Secretaria da Fazenda. fusão ou cisão. III . situações.atualizado até 30 junho 2011 . poderá dispensar. II . a Secretaria da Fazenda. agência. mediante portaria. 80. (Dec. vedar. apondo-se carimbo relativo aos novos dados cadastrais ou. (Dec. o procedimento ali previsto somente será adotado por período não superior ao estabelecido em portaria do Secretário da Fazenda. ou outros documentos. bem como o livro utilizado ou outro documento correspondem aos autorizados.preencher e apresentar à repartição fazendária documentos de arrecadação estadual e de informações econômico-fiscais. editará normas relativas aos livros e documentos fiscais. Art. sucursal. § 2º Atendendo ao interesse da administração fazendária. bem como de fundações instituídas ou mantidas pelo Poder Público. podendo. § 1º Quando ocorrer qualquer das seguintes hipóteses. § 4º A Secretaria da Fazenda poderá exigir. II .08. estabelecer a obrigatoriedade de fornecimento de informações relativas ao imposto por parte de órgãos e entidades da administração direta e indireta. incorporação. depósito ou qualquer outro. 15.CAPÍTULO II Dos Livros e Documentos Fiscais SEÇÃO ÚNICA Das Disposições Comuns Art. entendida a autenticação como o ato praticado pela autoridade competente com o objetivo de declarar que a Nota Fiscal impressa. a emissão de documentos fiscais passíveis de transferir a terceiros crédito do imposto. O sujeito passivo fica obrigado a: I . a autenticação de livros e documentos fiscais.retardamento ou diferença a menor do pagamento do imposto devido.187/2005 – ERRATA DOE 11. fica facultado à Secretaria da Fazenda. 28. através de portaria. fatos ou serviços sujeitos às normas tributárias. 81. inclusive.

a critério da Secretaria da Fazenda. (Dec. Parágrafo único. Serão emitidos. nos termos do disposto em portaria do Secretário da Fazenda. eletrônico ou qualquer outro não manuscrito. na hipótese de Autorização para Impressão de Documentos Fiscais .530/92) IX . A Secretaria da Fazenda. o contribuinte poderá emitir Nota Fiscal por qualquer outro dos mencionados processos nas seguintes hipóteses: I . exceto no caso do manuscrito.Nota Fiscal/Conta de Fornecimento d'Água.modelo 7.modelo 3. até 31 de março de 1995.Nota Fiscal Avulsa.modelo 9. 15. A Secretaria da Fazenda poderá autorizar que os livros e documentos fiscais sejam mantidos em local diferente do respectivo estabelecimento.530/92) DECRETO 14. CAPÍTULO III Do Documento Fiscal Relativo à Operação e à Prestação SEÇÃO I Das Disposições Comuns SUBSEÇÃO I Das Disposições Gerais Art. salvo quando se impuser a sua apresentação judicial ou para exame fiscal.modelo 8. 26.344/98) V .ECF. Parágrafo único.Nota Fiscal de Entrada . mediante portaria. (Dec. Art. 15.530/92) X .modelo 6. até 31 de maio de 1996. 82.Nota Fiscal de Produtor . para serem exibidos à autoridade fiscal. 15.113/96) III . até que ocorra a prescrição dos créditos tributários decorrentes das operações e prestações a que se referem.2003) I .Nota Fiscal de Serviço de Transporte . (Dec. de acordo com a operação ou prestação realizada.Cupom Fiscal emitido por Equipamento Emissor de Cupom Fiscal . (Dec.Nota Fiscal . modelo 2. II . 20. ainda que pertençam a terceiros. ou Nota Fiscal de Venda a Consumidor. Nota Fiscal Simplificada. 18. 15. (Dec. 19. os seguintes documentos fiscais: (Dec.530/92) VIII .Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica . (Dec. Os livros e documentos fiscais serão conservados no próprio estabelecimento.modelo 1 e 1-A.Conhecimento Aéreo .atualizado até 30 junho 2011 . 83.Art. 85. (Dec. (Dec.530/92) VII . modelo 2A.no impedimento de utilização do processo escolhido. (Dec.AIDF emitida até 28 de fevereiro de 1998. 16.paralelamente ao processo escolhido. 15. em casos especiais. estabelecerá as condições para a emissão de documentos fiscais e escrituração de livros fiscais por processo mecânico.Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas .294/94) IV .09.modelo 10.530/92) XI .818/93) VI .876/91 . 84. 15. Feita a opção por um dos processos previstos no "caput". (Dec.Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas .597/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. Art. Constituem instrumentos auxiliares dos livros e documentos fiscais os livros contábeis em geral ou quaisquer outros livros ou documentos exigidos pelos Poderes Públicos e outros papéis. II . ou.modelo 4.

o fornecedor ou vendedor deverá. em casos especiais. XVI .nome. sexo e resenha gráfica do animal.modelo 19.modelo 11.Nota Fiscal Provisória.no fornecimento ou venda de até 200 (duzentas) fichas telefônicas por pessoa adquirente.modelo 14.530/92) XX .modelo 15.quando se tratar de produtos e serviços imunes de tributação.modelo 16.XII .CBH e do documento de arrecadação. § 2º Fica dispensada a emissão de Nota Fiscal no trânsito de eqüino com destino a concurso hípico. 30.modelo 20. pelagem. endereço e assinatura do proprietário.modelo 21.Bilhete de Passagem Rodoviária .Bilhete de Passagem Ferroviária .Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem . XVII .Nota Fiscal Resumo. XIII . raça. XIX . § 1º.modelo 18.número de registro na Confederação Brasileira de Hipismo .ACR Ajuste SINIEF 06/2003). identidade. emitir documento fiscal englobando as respectivas saídas.Ordem de Coleta de Cargas . XV . XXI . (Dec.2003) XXIX – a partir de 01 de abril de 2008. 15. II .Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações .Documento de Excesso de Bagagem .597/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. até 31 de maio de 1996.modelo 23. XVIII .876/91 .modelo 22. III . XXIV .Despacho de Transporte . nas seguintes hipóteses: I . mencionando como destinatário: "Diversos-Decreto nº 14. desde que acompanhado do passaporte de identificação fornecido pela Confederação Brasileira de Hipismo . se referir a operações realizadas por estabelecimento não contribuinte do IPI.Manifesto de Carga .atualizado até 30 junho 2011 . III".Autorização de Carregamento e Transporte . as seguintes indicações: I .modelo 25. § 3º O passaporte de que trata o parágrafo anterior deverá conter.113/96) XXVII – Nota Fiscal de Correção (até 30. II .CBH. XXVI .modelo 13. (Dec. 19.Nota Fiscal de Serviço de Comunicação .quando. Nota Fiscal Eletrônica . (Dec. (Dec.Bilhete de Passagem Aquaviária .862/2007) (22) XXVIII – Conhecimento de Transporte Multimodal de Cargas – modelo 26 (a partir de 01 de setembro de 2003 .nome.modelo 17. (Dec.09.NF-e (Ajuste SINIEF 07/2005). além de autenticação da repartição fazendária da jurisdição do proprietário do animal. a critério da Secretaria da Fazenda. 31.09.612/2008) § 1º A emissão da Nota Fiscal poderá ser dispensada.Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas . 85. XIV . XXV .2007). 26.Resumo de Movimento Diário . XXIII . art. III .876 de 12 de março de 1991. XXII . § 4º Na hipótese do § 1º. DECRETO 14. na hipótese de ter havido ocorrência do fato gerador do imposto. no final do dia. data de nascimento.

§ 5º Relativamente aos documentos referidos neste artigo, é permitido, observado o disposto no § 28: (Dec. 18.294/94) I - o acréscimo de indicações necessárias ao controle de outros tributos federais e municipais, desde que atendidas as normas da legislação de cada tributo; II - o acréscimo de indicações de interesse do emitente, desde que não lhes prejudiquem a clareza; III - quanto ao controle do IPI: (Dec. 18.294/94) a) até 31 de março de 1995, a supressão das colunas referentes ao controle do IPI, no caso de utilização de documentos em operações não sujeitas a esse tributo; (Dec. 18.294/94) b) a partir de 01 de abril de 1995, a supressão dos campos referentes ao controle do IPI, no caso de utilização de documentos em operações não sujeitas a esse tributo, exceto o destinado à indicação prevista no artigo 119, II, "e", 9, hipótese em que não será preenchido; (Dec. 18.294/94) IV - a sua utilização em qualquer dimensão, desde que não lhes prejudique a clareza, contenha todos os elementos exigidos na legislação específica para cada tipo e as indicações neles contidas sejam legíveis. § 6º Fica dispensada a autenticação de Nota Fiscal, salvo na hipótese em que a Secretaria da Fazenda, através de portaria, assim exigir. § 7º Para o fim do disposto neste Decreto, considera-se: I - documento fiscal - qualquer documento instituído ou admitido pela legislação tributária para produzir efeitos fiscais, inclusive o selo fiscal; (Dec. 19.555/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.03.97) II - Nota Fiscal - qualquer documento instituído ou permitido pela legislação tributária para registrar operações ou prestações ou para lançamento nos livros fiscais. § 8º São de responsabilidade do sujeito passivo as informações por ele prestadas e constantes de documentos fiscais emitidos pela repartição fazendária. § 9º O contribuinte poderá adotar Nota Fiscal com modelo diverso do oficial, desde que atendidas as exigências específicas de cada documento, exceto, a partir de 01 de abril de 1995, relativamente aos modelos 1 e 1-A. (Dec. 18.294/94) § 10. Na hipótese do parágrafo anterior, observar-se-á: I - o contribuinte apresentará requerimento de aprovação do modelo que pretenda adotar, este em 02 (duas) vias, com as seguintes destinações: a) 1ª via - contribuinte; b) 2ª via - repartição fazendária; II - a Secretaria da Fazenda, se for o caso, deverá apor o visto de aprovação nas 02 (duas) vias de que trata o inciso anterior; III - o contribuinte deverá receber na repartição fazendária a 1ª via do modelo proposto, que terá a indicação "APROVADO" ou "NÃO APROVADO", devendo a 2ª via desse modelo ficar arquivada à disposição do Fisco estadual. § 11. Fica facultado ao contribuinte adotar modelo único de Nota Fiscal para os seus estabelecimentos, independentemente da natureza destes. § 12. A Nota Fiscal prevista no parágrafo anterior deverá conter as indicações necessárias ao atendimento das obrigações fiscais de todos os estabelecimentos que pretendam ser usuários do modelo único de Nota Fiscal nos termos deste artigo.

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§ 13. Na hipótese de mudança de endereço do estabelecimento, dentro do mesmo Município, fica dispensada a emissão de Nota Fiscal, mediante prévia autorização da repartição fazendária de sua jurisdição. § 14. No caso de alienação de estabelecimento, cisão, fusão, incorporação e qualquer hipótese de sucessão, ocorrendo ou não a circulação física do estoque de mercadorias ou dos bens do ativo fixo e materiais de uso ou consumo, serão observadas as seguintes normas, quando a operação for interna: (Dec. 15.530/92) I - poderá ser emitida uma única Nota Fiscal: (Dec. 15.530/92) a) relativamente ao estoque de mercadorias, desde que estas estejam lançadas no Registro de Inventário e o documento fiscal indique: (Dec. 15.530/92) 1. o número das folhas do Registro de Inventário onde constem as mercadorias, em substituição à discriminação destas no documento fiscal; (Dec. 15.530/92) 2. o valor total da operação e do respectivo ICMS, se for o caso; (Dec. 15.530/92) 3. a observação: “Nota Fiscal extraída nos termos do art. 85, § 14, do Decreto nº 14.876, de 12 de março de 1991, sendo parte integrante e inseparável desta as cópias das folhas nº_____ a nº _____ do Registro de Inventário nº ______, autenticadas pela repartição fazendária”; (Dec.
15.530/92)

b) relativamente aos bens do ativo fixo e materiais de uso ou consumo, desde que: (Dec. 15.530/92) 1. os bens e materiais constem de relação protocolizada na repartição fazendária do domicílio do contribuinte, indicando-se na referida relação os respectivos valores e ICMS, se for o caso, devendo ser visada, em todas as suas folhas, pela mencionada repartição fazendária; (Dec.
15.530/92)

2. do documento fiscal conste, em substituição à discriminação dos bens e/ou materiais, o valor total da operação e respectivo ICMS, se for o caso, e a observação: "Nota Fiscal extraída nos termos do art. 85, § 14, do Decreto nº 14.876, de 12 de março de 1991, sendo parte integrante e inseparável desta as cópias das folhas nº____ a nº_____ da relação protocolizada sob o nº ____, autenticadas pela repartição fazendária”; (Dec. 15.530/92) II - no caso de mercadorias ou bens e materiais com situações tributárias diversas, observar-se-á o disposto no art. 92 e, em relação a cada Nota Fiscal, as normas das alíneas "a" ou "b" do inciso anterior, conforme a hipótese. (Dec. 15.530/92) § 15. Relativamente à inutilização de documentos fiscais: (Dec. 35.703/2010) I – até 30 de setembro de 2010, quando o contribuinte substituir, nos termos da legislação vigente, a Nota Fiscal que adota por outra de aspecto diverso na forma ou no conteúdo, deverá apresentar à repartição fazendária de seu domicílio, para inutilização, as unidades não usadas;
(Dec. 35.703/2010)

II – a partir de 1º de outubro de 2010, quando for vedada a utilização pelo contribuinte de documento fiscal anteriormente autorizado, devem ser inutilizadas as unidades remanescentes, até o último dia do mês subseqüente àquele em que produza efeitos a norma relativa à mencionada vedação (Dec. 35.703/2010) § 16. A Secretaria da Fazenda poderá autorizar a utilização das unidades mencionadas no parágrafo anterior. § 17. Os campos para as indicações exigidas para os documentos fiscais, que não sejam de uso necessário para o contribuinte, poderão ser dispensados, a critério da Secretaria da Fazenda, exceto, a partir de 01 de abril de 1995, em relação aos modelos 1 e 1-A. (Dec. 18.294/94)

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§ 18. Os documentos fiscais emitidos neste Estado deverão conter, em espaço anterior ao destinado ao destaque do imposto, e, no período de 01 de abril de 1995 a 31 de março de 1997, em relação aos modelos 1 e 1-A, no campo previsto no art. 119, II, “g”, 2, a seguinte legenda: (Dec.
19.651/97)

I - quando o imposto for relativo à energia elétrica, à água e aos serviços de comunicação telefônica: “No valor da conta, você está pagando __% de ICMS”; II - quando o imposto for relativo a serviço de transporte: “No valor do serviço, você está pagando __% de ICMS”; III - quando o imposto for relativo a quaisquer outras mercadorias: “No valor da mercadoria, você está pagando __% de ICMS”. § 19. Relativamente ao disposto no parágrafo anterior, será observado o seguinte:
EFEITOS A PARTIR DE 01.03.97) (Dec. 19.555/97 –

I - até 31 de março de 1997, na hipótese de cupom fiscal que contenha no verso a identificação do emitente ou mensagem promocional deste, a legenda ali referida deverá ser impressa tipograficamente no verso; (Dec. 19.651/97) II - a partir de 01 de abril de 1997, no campo mencionado no art. 119, II, “g”, 2, nos casos previstos na legislação específica, será aposto o selo fiscal destinado à autenticação da Nota Fiscal, modelos 1 e 1-A, conforme previsto no §17 do art. 119. (Dec. 19.651/97) § 20. Para efeito do disposto no § 18, deverão ser observadas as seguintes normas para a impressão da legenda: (Dec. 15.530/92) I - Nota Fiscal - modelos 1 e 1-A, quando emitida: (Dec. 18.294/94) a) por processo manuscrito ou datilográfico, em tipo de corpo 12, caixa alta; (Dec. 18.294/94) b) por processamento de dados, em maiúsculas; (Dec. 18.294/94) II - Nota Fiscal - modelo 2: tipo de corpo 10, negrito, caixa alta; (Dec. 18.294/94) III - até 31 de março de 1995, Nota Fiscal - modelo 2-A: tipo de corpo 10, negrito, caixa alta;
18.294/94) (Dec.

IV - na hipótese do § 19: legenda inserta no verso da fita, em 3 (três) linhas do mesmo tamanho, ocupando toda a extensão do documento em sentido vertical. (Dec. 15.530/92) § 21. Ficam estabelecidos os seguintes prazos de validade da Nota Fiscal, inclusive o documento relativo ao transporte, enquanto acobertando mercadoria em trânsito: (Dec. 16.553/93) I - de até 5 (cinco) dias, quando o destinatário localizar-se no mesmo Município do estabelecimento do emitente; (Dec. 16.645/93) II - na hipótese de operações realizadas fora do estabelecimento, nos termos dos artigos 670 a 673: (Dec. 16.553/93) a) de até 30 (trinta) dias, quando o próprio veículo que se abasteça no estabelecimento remetente realize a entrega da mercadoria ao adquirente; (Dec. 16.553/93) b) quando for utilizado veículo-matriz abastecedor ou distribuidor, assim entendido aquele que se abasteça no estabelecimento remetente ou seja abastecido por outro veículo para fazer a distribuição da mercadoria com os veículos que efetuarão a respectiva entrega ao adquirente, será observado o seguinte: (Dec. 16.553/93) 1. se o abastecimento do veículo-matriz abastecedor ou distribuidor for efetuado por outro veículo, o prazo será o dos incisos I, II, ou IV, conforme a hipótese; (Dec. 16.553/93)

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2. se o abastecimento do veículo-matriz abastecedor ou distribuidor for efetuado por ele próprio, não há contagem de prazo para a validade da Nota Fiscal, como não há em relação às demais que se encontrem em poder do mencionado veículo-matriz, considerando-se este, para os efeitos desta norma, como se estabelecimento fosse; (Dec. 16.553/93) III – nas aquisições efetuadas em outra Unidade da Federação: (Dec. 28.768/2005) a) até 31 de dezembro de 2005: de até 30 (trinta) dias; (Dec. 28.768/2005) b) a partir de 01 de janeiro 2006: de até 15 (quinze) dias; (Dec. 28.768/2005) IV - de até 15 (quinze) dias, nas demais hipóteses. (Dec. 16.645/93) § 22. Relativamente à contagem dos prazos previstos no § 21, serão observadas as normas que se seguem: (Dec. 28.768/2005) I – quando o emitente do documento fiscal localizar-se neste Estado, o prazo será contado a partir do primeiro dia útil subseqüente àquele em que tenha ocorrido a saída da mercadoria ou a prestação do serviço ou, na falta deste dado, a partir da data da emissão do documento; (Dec.
30.848/2007)

II – quando o emitente do documento fiscal localizar-se em outra Unidade da Federação, o termo inicial de contagem do mencionado prazo será aquele respectivamente indicado: (Dec. 28.768/2005) a) até 31 de dezembro de 2005: a data da emissão da correspondente Nota Fiscal;
28.768/2005) (Dec.

b) a partir de 01 de janeiro de 2006: o 1º (primeiro) dia útil subseqüente àquele em que tenha ocorrido a entrada da mercadoria no Estado, devidamente registrada no respectivo documento fiscal, na passagem pelo primeiro posto fiscal de fronteira, ou, na falta do mencionado registro, a data da saída da mercadoria ou da prestação do serviço constante do referido documento fiscal, ou, na falta deste dado ou quando ele estiver rasurado ou ilegível, a data da emissão do respectivo documento fiscal. (Dec. 28.768/2005) III - a partir de 01 de março de 2006, quando o documento fiscal acobertar mercadoria que tenha sido retida para averiguação, por autoridade fazendária, a contagem dos mencionados prazos ficará suspensa, iniciando-se ou retomando-se tal contagem, conforme a hipótese, a partir da data da liberação da referida mercadoria e considerando-se, se for o caso, o tempo decorrido antes da respectiva retenção. (Dec. 28.944/2006) § 23. Os prazos previstos no parágrafo 21 não se aplicam a documento fiscal que se refira a mercadoria cuja identificação ocorra considerando-se cumulativamente marca, modelo, tipo e número de série de fabricação. (Dec. 16.553/93) § 24. A Secretaria da Fazenda por meio do Departamento da Fiscalização Tributária - DFT, na região metropolitana, e das Superintendências da Receita, no interior, a depender da jurisdição do contribuinte, poderá prorrogar ou revalidar os prazos previstos no § 21, de forma genérica ou específica, em pedido do interessado, observando-se: (Dec. 16.553/93) I - deverá ser levada em consideração a ocorrência de fatos imprevisíveis, bem como a distância a ser percorrida, as condições do transporte e a natureza da operação; (Dec. 16.553/93) II - o contribuinte ou transportador deverá portar cópia do despacho concessório, para eventual exibição ao Fisco. (Dec. 16.553/93) § 25. Caso seja constatada pela autoridade fazendária a utilização de documento fiscal com prazo de validade vencido, deverá ser lavrado, de ofício, o competente procedimento administrativotributário, aplicando-se a penalidade prevista no inciso XXIII do art. 745, caso a infração não seja passível de enquadramento no inciso XXV do mesmo artigo. (Dec. 16.553/93)

DECRETO 14.876/91 - atualizado até 30 junho 2011

§ 26. Fica instituído o Documento Fiscal Avulso, modelo 5, que será utilizado para emissão, pela Secretaria da Fazenda: (Dec. 16.818/93) I - da Nota Fiscal Avulsa, de que trata o inciso V do "caput" deste artigo; (Dec. 16.818/93) II - dos documentos previstos nos incisos IV, IX, X e XI do "caput" deste artigo, quando emitidos na forma do artigo 108, observando-se: (Dec. 16.818/93) a) a natureza do Documento Fiscal Avulso será determinada por um código a ser indicado em campo específico do referido documento: (Dec. 16.818/93) 1. - 1 ..... Nota Fiscal Avulsa; (Dec. 16.818/93) 2. - 2 ..... Nota Fiscal de Produtor; (Dec. 16.818/93) 3. - 3 ..... Conhecimento de Transporte Rodoviário; (Dec. 16.818/93) 4. - 4 ..... Conhecimento de Transporte Aeroviário; (Dec. 16.818/93) 5. - 5 ..... Conhecimento de Transporte Aquaviário; (Dec. 16.818/93) b) o Documento Fiscal Avulso será emitido em 5 (cinco) vias com as seguintes destinações: (Dec.
16.818/93)

1. - 1ª via: destinatário; (Dec. 16.818/93) 2. - 2ª via: repartição fiscal; (Dec. 16.818/93) 3. - 3ª via: remetente/transportador; (Dec. 16.818/93) 4. - 4ª via: Estado destinatário; (Dec. 16.818/93) 5. - 5ª Via: Estado de origem / Repartição Fazendária emitente; (Dec. 16.818/93) c) do formulário (modelo 5) do Documento Fiscal Avulso fará parte o DAE referente à arrecadação decorrente da emissão daquele documento; (Dec. 16.818/93) d) o DAE referido no inciso anterior será anulado quando da emissão do Documento Fiscal Avulso não resultar pagamento do tributo; (Dec. 16.818/93) e) os prazos de validade do Documento Fiscal Avulso serão os mesmos estabelecidos para a validade da Nota Fiscal, previstos no § 21 deste artigo. (Dec. 16.818/93) § 27. Relativamente à Nota Fiscal Avulsa e ao Documento Fiscal Avulso: (Dec. 20.344/98) I - no período de 01 de agosto de 1993 a 31 de janeiro de 1998, o modelo 5, formulário de Nota Fiscal Avulsa, fica substituído pelo modelo 5, formulário de Documento Fiscal Avulso, nos termos de modelo específico (Decreto nº 16.818, de 30.07.93); (Dec. 20.344/98) II - a partir de 01 de fevereiro de 1998, o formulário de Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A será utilizado para emissão dos documentos previstos no parágrafo anterior, observado o disposto no § 19 do art. 119; (Dec. 20.344/98) § 28. A partir de 01 de abril de 1995, o disposto no § 5º, II e IV, somente se aplica aos documentos fiscais mo