DECRETO Nº 14.

876/91 e alterações
(atualizado até 30 de junho de 2011)

Decreto nº 14.876/91

ÍNDICE SISTEMÁTICO
LIVRO PRIMEIRO

DO SISTEMA GERAL DE TRIBUTAÇÃO
TÍTULO I

DA OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA PRINCIPAL
CAPÍTULO I CAPÍTULO II CAPÍTULO III CAPÍTULO IV CAPÍTULO V CAPÍTULO VI CAPÍTULO VII CAPÍTULO VIII DA INCIDÊNCIA DA NÃO-INCIDÊNCIA DA ISENÇÃO DA SUSPENSÃO DO DIFERIMENTO DA BASE DE CÁLCULO DA ALÍQUOTA DO CRÉDITO FISCAL Seção I Seção II Seção III Seção IV Seção V Seção VI Seção VII CAPÍTULO IX - Do Direito - Da Vedação - Do Estorno - Do Crédito Presumido - Da Recuperação e do Crédito Restituído - Da Manutenção - Do Crédito Acumulado

arts. 2º a 6º art. 7º arts. 8º e 9º arts. 10 e 11 arts. 12 e 13 arts. 14 a 24 art. 25 art. 26 arts 27 a 30 arts. 31 e 32 arts. 33 e 34 arts. 35 a 44 art. 45 arts. 46 e 47 arts. 48 a 50

DA APURAÇÃO E DOS PRAZOS DE RECOLHIMENTO Seção I Seção II - Da Apuração do Imposto - Dos Prazos de Recolhimento

art. 51

Subseção I - Do Imposto de Responsabilidade Direta Subseção II - Do Imposto de Responsabilidade Indireta CAPÍTULO X DO SUJEITO PASSIVO Seção I Seção II CAPÍTULO XI - Do Contribuinte - Do Responsável

art. 52 arts. 53 a 55

arts. 56 e 57 arts. 58 e 59

DO ESTABELECIMENTO Seção I - Da Natureza

arts. 60 e 61

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ÍNDICE SISTEMÁTICO

Seção II

- Do Código de Atividade Econômica

art. 62

TÍTULO II

DA OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA ACESSÓRIA
CAPÍTULO I DO CADASTRO DE CONTRIBUINTES DO ESTADO DE PERNAMBUCO - CACEPE Seção I Seção II Seção III Seção IV Seção V CAPÍTULO II - Do Cadastro - Da Inscrição - Da Baixa - Do Cancelamento - Da Atualização Cadastral

art. 63 arts. 64 a 72 arts. 73 a 76 art. 77 arts. 78 e 79

DOS LIVROS E DOCUMENTOS FISCAIS Seção única - Das Disposições Comuns

arts. 80 a 84

CAPÍTULO III

DO DOCUMENTO FISCAL RELATIVO À OPERAÇÃO E À PRESTAÇÃO Seção I - Das Disposições Comuns - Das Disposições Gerais - Da Nota Fiscal Resumo - Do Documento Fiscal de Correção

Subseção I Subseção II Subseção III Seção II

arts. 85 a 113 art. 114 arts. 115 e 116

- Do Documento Fiscal Relativo à Operação - Da Nota Fiscal - Da Nota Fiscal de Venda a Consumidor e da Nota Fiscal - Da Nota Fiscal de Entrada - Da Nota Fiscal de Produtor - Da Nota Fiscal Avulsa - Da Nota Fiscal/Conta de Fornecimento d’Água - Da Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica

Subseção I Subseção II Simplificada Subseção III Subseção IV Subseção V Subseção VI Subseção VI

arts. 117 a 129-A arts. 130 a 134 arts. 135 a 139 arts. 140 e 141 art. 142 art. 143 arts. 144 a 147 arts. 148 e 149

Subseção VII - Do Aviso de Retenção Seção III - Do Documento Fiscal Relativo ao Serviço de Transporte - Das Disposições Gerais - Da Nota Fiscal de Serviço de Transporte

Subseção I Subseção II

arts. 150 a 156 arts. 157 a 162 arts. 163 a 168 arts. 169 a 175 arts. 176 a 182 arts. 183 a 187 arts. 188 a 191

Subseção III - Do Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas Subseção IV - Do Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas Subseção V - Do Conhecimento Aéreo Subseção VI - Do Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas Subseção VII - Do Bilhete de Passagem Rodoviária

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ÍNDICE SISTEMÁTICO

Subseção VIII - Do Bilhete de Passagem Aquaviária Subseção IX - Do Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem Subseção X - Do Bilhete de Passagem Ferroviária

arts. 192 a 195 arts. 196 a 199 arts. 200 a 203 art. 204 art. 205 art. 206 arts. 207 e 208 art. 209 arts. 210 a 215 arts. 216 a 218 art. 219

Subseção XI - Do Redespacho Subseção XII - Do Transporte Intermodal Subseção XIII - Do Despacho de Transporte Subseção XIV - Do Conhecimento de Transporte Simplificado de Excesso de Carga Subseção XV - Da Ordem de Coleta de Cargas Subseção XVI - Da Autorização de Carregamento de Transporte Subseção XVII - Do Resumo de Movimento Diário Subseção XVIII (ACR) – Do Conhecimento de Transporte Multimodal de Cargas Seção IV - Do Documento Fiscal Relativo à Comunicação - Da Nota Fiscal de Serviço de Comunicação - Da Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações

Subseção I Subseção II CAPÍTULO IV

arts. 220 a 226 arts. 227 a 230

DO DOCUMENTO RELATIVO ÀS INFORMAÇÕES Seção I - Das Disposições Comuns Seção II - Dos Documentos Subseção I - Da Guia de Informação e Apuração do ICMS - GIA

art. 231

art. 232 art. 233 art. 234 arts. 235 a 240 art. 241 arts. 242 e 243 art. 244 art. 245

Subseção II - Da Guia de Informação e Apuração do ICMS (Mensal/Anual) –GIAM Subseção III - Da Guia de Informação das Operações do Município GIOM Subseção IV - Da Relação de Saída de Mercadorias Subseção V - Da Relação das Operações por Município -Contribuinte substituído – ROM Subseção VI - Da Relação do ICMS Retido na Fonte Subseção VII - Do Desembaraço de Mercadorias Importadas Subseção VIII - Da Relação de Mercadorias e Bens Adquiridos CAPÍTULO V DO DOCUMENTO DE ARRECADAÇÃO Seção I - Do Documento de Arrecadação Estadual – DAE Subseção I - Do Documento

art. 246 art. 247 arts. 248 e 249 arts. 250 e 251

Subseção II - Do Código de Receita Subseção III - Da Arrecadação da Receita Seção II - Da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE

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ÍNDICE SISTEMÁTICO

CAPÍTULO VI

DOS LIVROS FISCAIS Seção I - Disposições Comuns Seção II - Do Registro de Entradas Seção III - Do Registro de Saídas Seção IV - Do Registro de Controle da Produção e do Estoque Seção V - Do Registro de Impressão de Documentos Fiscais Seção VI - Do Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências Seção VII - Do Registro de Inventário Seção VIII - Do Registro de Apuração do ICMS Seção IX - Do Registro de Veículos

arts. 252 a 259 arts. 260 a 262 arts. 263 e 264 arts. 265 a 269 art. 270 art. 271 art. 272 art. 273 art. 274

CAPÍTULO VII

DAS OPERAÇÕES OU PRESTAÇÕES REALIZADAS ATRAVÉS DE SISTEMA ELETRÔNICO DE PROCESSAMENTO DE DADOS Seção I Seção II Seção III - Do Pedido e da Comunicação para Utilização ou Alteração do Sistema - Das Condições para Uso do Sistema - Dos Documentos Fiscais

art. 275 arts. 276 a 278

Subseção I - Das Disposições Com2uns Subseção II - Da Nota Fiscal Subseção III - Da Nota Fiscal de Entrada Subseção IV - Do Conhecimento de Transporte Subseção V - Dos Formulários Destinados à Emissão de Documentos Fiscais Seção IV - Da Escrita Fiscal

arts. 279 a 281 arts. 282 a 288 art. 289 art. 290 arts. 291 a 293-B

Subseção I - Do Registro Fiscal Subseção II - Da Escrituração Fiscal Seção V Seção VI CAPÍTULO VIII - Da Fiscalização - Das Disposições Gerais

arts. 294 a 299 arts. 300 a 306 arts. 307 e 308 arts. 309 a 312

DAS OPERAÇÕES OU PRESTAÇÕES REALIZADAS ATRAVÉS DE TERMINAL PONTO DE VENDA - PDV Seção I - Das Disposições Gerais

Subseção I - Da Utilização Subseção II Das Características Seção II - Do Credenciamento, da Suspensão, do Descredenciamento e do Recredenciamento Subseção I - Das Disposições Comuns Subseção II - Do Credenciamento Subseção III- Da Suspensão Subseção IV- Do Descredenciamento

art. 313 arts. 314 e 315

art. 316 arts. 317 a 323 art. 324 art. 325

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ÍNDICE SISTEMÁTICO

Subseção V - Do Recredenciamento Seção III - Do Uso de Terminal Ponto de Venda - PDV

art. 326 arts. 327 a 328 art. 329

Seção IV - Da Cessação do Uso de Terminal Ponto de Venda - PDV Seção V - Dos Documentos Fiscais

Subseção I - Da Nota Fiscal Subseção II - Dos Formulários Destinados à Emissão de Notas Fiscais Subseção III - Do Cupom Fiscal - PDV Subseção IV- Do Cupom Fiscal PDV - Redução Subseção V - Da Listagem Analítica Subseção VI - Das Disposições Comuns Seção VI CAPÍTULO IX - Da Escrita Fiscal

arts. 330 a 332 arts. 333 e 334 arts. 335 a 339 art. 340 art. 341 arts. 342 a 345 art. 346

DAS OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES REALIZADAS ATRAVÉS DE MÁQUINA REGISTRADORA Seção I Das Disposições Gerais Das Características da Máquina Registradora Do Documento Fiscal Da Entrega a Domicílio Do Cancelamento do Cupom Fiscal ou de Item

arts. 347 a 354 art. 355 arts. 356 a 363 art. 364 arts. 365 e 366 art. 367 art. 368 art. 369 arts. 370 a 374 arts. 375 a 380 art. 381 art. 382 art. 383 arts. 384 a 386 arts. 387 a 391 art. 392

Seção II Seção III Seção IV Seção V -

Seção VI - Da Emissão Conjugada de Cupom e de Nota Fiscal Seção VII - Da Devolução de Mercadoria Seção VIII - Da Operação com Vasilhame Seção IX - Da Escrituração Fiscal Seção X - Do Credenciamento Seção XI - Da Suspensão do Credenciamento Seção XII - Do Descredenciamento Seção XIII - Do Recredenciamento Seção XIV- Do Pedido de Uso ou para Cessação de Uso de Máquina Registradora Seção XV - Da Compensação Seção XVI - Da Máquina de Uso Não Fiscal CAPÍTULO X DAS OPERAÇÕES ATRAVÉS DAS BOMBAS DE COMBUSTÍVEIS Seção I - Das Características das Bombas de Combustíveis Seção II - Do Credenciamento Seção III - Da Suspensão do Credenciamento Seção IV - Do Descredenciamento Seção V - Do Recredenciamento Seção VI - Das Disposições Gerais

art. 393 arts. 394 e 395 arts. 396 a 401 arts. 402 e 403 art. 404 arts. 405 a 410

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ÍNDICE SISTEMÁTICO

LIVRO SEGUNDO DOS SISTEMAS ESPECIAIS DE TRIBUTAÇÃO E DAS OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES ESPECIAIS
TÍTULO I

DOS SISTEMAS ESPECIAIS DE TRIBUTAÇÃO
CAPÍTULO I DO SISTEMA RELATIVO À CANA-DE-AÇÚCAR E SEUS DERIVADOS Seção I - Das Disposições Gerais Subseção I - Das Disposições Preliminares

art. 411 art. 412

Subseção II - Da Base de Cálculo Seção II - Das Operações Realizadas pelo Produtor Subseção I - Da Saída de Cana-de-açúcar

arts. 413 e 414 art. 415 art. 416 arts. 417 e 418 art. 419

Subseção II - Do Crédito Fiscal Subseção III - Do Recolhimento do Imposto Subseção IV - Do Confronto Subseção V - Da Escrita Fiscal Seção III - Das Operações Realizadas pelo Estabelecimento Industrial Subseção I - Das Disposições Gerais

art. 420 art. 421 arts. 422 a 429 art. 430 arts. 431 a 433 art. 434 art. 435 art. 436 art. 437 arts. 438 a 442 arts. 443 a 454 arts. 455 a 462

Subseção II - Do Crédito Fiscal Subseção III - Dos Documentos Fiscais Subseção IV - Da Escrituração Fiscal Seção IV - Das Operações com a Cooperativa Seção V - Da Venda à Ordem ou Para Entrega Futura Seção VI - Do Recolhimento Seção VII- Da Perda Seção VIII- Da Isenção Seção IX - Das Operações Relativas a Aguardente CAPÍTULO II CAPÍTULO III CAPÍTULO IV DO SISTEMA RELATIVO A ALGODÃO, MAMONA, SISAL E MILHO DO SISTEMA RELATIVO A BRINDE

DO SISTEMA RELATIVO A FARINHA DE TRIGO, CERVEJA E REFRIGERANTE Seção I Seção II Seção III Subseção I - Das Disposições Comuns - Das Operações Relativas a Farinha de Trigo - Das Operações Relativas a Cerveja e Refrigerante - Das Operações Internas e de Importação

arts. 463 a 473 arts. 474 a 478

arts. 479 a 488

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ÍNDICE SISTEMÁTICO

Subseção II - Das Operações Interestaduais CAPÍTULO V DO SISTEMA RELATIVO A CIMENTO Seção I - Da Antecipação Tributária - Do Desconto

arts. 489 a 491

Subseção I

art. 492 art. 493 art. 494 art. 495 arts. 496 e 497 arts. 498 e 499 arts. 500 a 502 arts. 503 e 504 arts. 505 a 508 arts. 509 a 511 arts. 512 a 514 arts. 515 e 516 art. 517 arts. 518 a 521

Subseção II - Da Base de Cálculo Subseção III - Da Apuração Subseção IV - Do Recolhimento Subseção V - Da Informação Subseção VI - Do Credenciamento e do Descredenciamento Seção II Seção III Seção IV Seção V Seção VI Seção VII Seção VIII Seção IX CAPÍTULO VI - Do Ressarcimento - Do Cimento Proveniente Deste Estado - Do Cimento Proveniente de Outro Estado - Da Devolução - Da Mercadoria Não Entregue ao Destinatário - Do Procedimento Relativo ao Estoque - Dos Livros Fiscais - Das Disposições Gerais

DO SISTEMA RELATIVO A VEÍCULO Seção I - Da Antecipação Tributária - Das Operações Sujeitas à Antecipação Tributária

Subseção I

arts. 522 e 523 art. 524 arts. 525 a 528 art. 529 art. 530 arts. 531 e 532 arts. 533 a 540 arts. 541 a 545 art. 546 arts. 547 e 548 arts. 549 a 554 arts. 555 a 565

Subseção II - Da Desoneração Subseção III - Do Cálculo Subseção IV - Do Desfazimento Subseção V - Da Devolução Subseção VI - Do Ressarcimento Subseção VII - Da Nota Fiscal Subseção VIII - Do Livro Fiscal Subseção IX - Do Ativo Fixo Subseção X - Do Recolhimento

Subseção XI - Das Disposições Finais Seção II CAPÍTULO VII - Da Isenção

DO SISTEMA RELATIVO ÀS OPERAÇÕES COM A COMISSÃO DE FINANCIAMENTO DA PRODUÇÃO Seção I Seção II Seção III Seção IV Seção V - Do Sistema - Da Base de Cálculo - Dos Documentos Fiscais - Dos Livros Fiscais - Do Recolhimento

arts. 566 a 569 arts. 570 e 571 arts. 572 a 576 arts. 577 a 581 arts. 582 e 583

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ÍNDICE SISTEMÁTICO

CAPÍTULO VIII

DO SISTEMA RELATIVO A GADO E PRODUTOS DERIVADOS DO RESPECTIVO ABATE, ARROZ, FEIJÃO E FARINHA DE MANDIOCA Seção I Seção II Seção III Seção IV Seção V Seção VI - Da Saída Interna - Da Saída para Outra UF - Da Saída do Produto Resultante da Industrialização - Da Saída com Incidência do Imposto Sobre o Valor Real da Operação - Das Operações com Outros Produtos Resultantes do Abate do Gado - Das Disposições Gerais

art. 584 art. 585 art. 586 art. 587 art. 588 arts. 589 a 592 arts. 598 e 599

CAPÍTULO IX CAPÍTULO X

DO SISTEMA RELATIVO A LEITE DO SISTEMA RELATIVO AO COMÉRCIO EXTERIOR Seção I - Do Sistema Relativo a Importação de Mercadoria

Subseção I - Das Disposições Gerais Subseção II - Da Admissão Temporária Seção II - Do Sistema Relativo a Exportação de Mercadoria

arts. 600 a 614 art. 615

S ubseção I - Das Disposições Gerais Subseção II - Da Exportação Indireta de Produto Semi-Elaborado CAPÍTULO XI CAPÍTULO XII CAPÍTULO XIII CAPÍTULO XIV CAPÍTULO XV CAPÍTULO XVI DO SISTEMA RELATIVO A PEIXE FRESCO OU FRIGORIFICADO DO SISTEMA RELATIVO A PRODUTO AGROPECUÁRIO ADQUIRIDO EM OUTRO ESTADO DO SISTEMA RELATIVO A SORVETE DO SISTEMA RELATIVO A LINGOTES E TARUGOS DE METAIS NÃO-FERROSOS E A SUCATA DO SISTEMA RELATIVO A TRIGO TRITICALE NACIONAIS DO SISTEMA RELATIVO A REVENDEDOR AUTÔNOMO Seção I Seção II Seção III Seção IV Seção V Seção VI Seção VII - Das Disposições Gerais - Do Pedido - Do Termo de Compromisso e Responsabilidade e da Inscrição - Do Recolhimento Antecipado - Dos Documentos Fiscais - Dos Livros Fiscais - Do Sistema a partir de 01 novembro de 2005

art. 616 art. 617 arts. 618 a 622 art. 623 arts. 624 a 627 arts. 628 a 630 arts. 631 a 637

art. 638 art. 639 arts. 640 e 641 arts. 642 e 643 arts. 644 a 648 arts. 649 arts. 650

TÍTULO II

DOS OPERAÇÕES ESPECIAIS
CAPÍTULO I CAPÍTULO II DAS OPERAÇÕES COM DEPÓSITO FECHADO DAS OPERAÇÕES COM ARMAZÉM-GERAL

arts. 651a 654

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ÍNDICE SISTEMÁTICO

Seção I Seção II CAPÍTULO III CAPÍTULO IV CAPÍTULO V CAPÍTULO VI CAPÍTULO VII

- Das Operações Internas - Das Operações Interestaduais

arts. 655 a 662 arts. 663 a 668 art. 669 arts. 670 a 673 arts. 674 e 675 art. 676

DAS OPERAÇÕES À ORDEM OU PARA ENTREGA FUTURA DAS OPERAÇÕES REALIZADAS FORA DO ESTABELECIMENTO DA REMESSA PARA INDUSTRIALIZAÇÃO DA REMESSA PARA CONSERTO DA DEVOLUÇÃO DE MERCADORIA Seção I Seção II - Das Disposições Gerais - Da Devolução Promovida por Contribuinte

arts. 677 e 678

Subseção I - Da Operação Interna Subseção II - Da Operação Interestadual Seção III Seção IV CAPÍTULO VIII - Da Devolução Promovida por Não-Contribuinte - Da Devolução por Repartição Pública

art. 679 arts. 680 e 681 art. 682 art. 683

DA MERCADORIA NÃO ENTREGUE AO DESTINATÁRIO Seção I - Da Mercadoria que Tenha Saído do Estabelecimento

Subseção I Subseção II - Do Estabelecimento Transportador Seção II CAPÍTULO IX CAPÍTULO X - Da Mercadoria que Não Tenha Saído do Estabelecimento

arts. 684 e 685 arts. 686 e 687 arts. 688 e 689 arts. 690 a 696 arts. 697 a 700

DAS OPERAÇÕES PARA A ZONA FRANCA DE MANAUS DAS OPERAÇÕES RELATIVAS AO COMÉRCIO AMBULANTE

TÍTULO III DOS REGIMES ESPECIAIS
CAPÍTULO I CAPÍTULO II CAPÍTULO III DAS DISPOSIÇÕES GERAIS DO REGIME ESPECIAL INOMINADO DO REGIME ESPECIAL NOMINADO Seção I Seção II Seção III Seção IV Seção V - Do Transporte Aeroviário - Do Transporte Ferroviário - Do Transporte de Valores - Da Empresa de Serviço de Telecomunicação - Da Empresa Prestadora de Serviço de Comunicação

art. 701 art. 702

arts. 703 a 713 arts. 714 a 722 arts. 723 a 728 arts. 729 a 732 art. 733

LIVRO TERCEIRO

DOS INCENTIVOS FISCAIS
arts. 734 e 735

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ÍNDICE SISTEMÁTICO

LIVRO QUARTO
DA INFRAÇÃO TRIBUTÁRIA E DAS DISPOSIÇÕES TRIBUTÁRIAS PENAIS TÍTULO I DA INFRAÇÃO TRIBUTÁRIA
arts. 736 a 740

TÍTULO II DAS DISPOSIÇÕES TRIBUTÁRIAS PENAIS
CAPÍTULO I CAPÍTULO II CAPÍTULO III CAPÍTULO IV CAPÍTULO V CAPÍTULO VI CAPÍTULO VII DAS DISPOSIÇÕES GERAIS DOS VALORES DAS MULTAS DA GRADUAÇÃO DAS MULTAS REGULAMENTARES DA APROPRIAÇÃO INDÉBITA DA IMPUNIBILIDADE DA PROIBIÇÃO DE TRANSACIONAR COM AS REPARTIÇÕES E OUTRAS ENTIDADES DO SISTEMA ESPECIAL DE CONTROLE E FISCALIZAÇÃO

arts. 741 a 744 arts. 745 e 746 arts. 747 e 748 art. 749 art. 750 art. 751 art. 752

LIVRO QUINTO DA ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA E DOS JUROS DE MORA
TÍTULO I

DA ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA
arts. 753 a 757

TÍTULO II

DOS JUROS
art. 758

LIVRO SEXTO

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
TÍTULO I

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
arts. 759 a 780

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ÍNDICE SISTEMÁTICO

TÍTULO II

DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS
arts. 1º a 16

NOTAS
De 1 a 32

ANEXOS
ANEXO 1 ANEXO 2 ANEXO 3 ANEXO 4 ANEXO 5 ANEXO 6 ANEXO 7 ANEXO 8 ANEXO 9 ANEXO 10 ANEXO 10-A ANEXO 10-B ANEXO 11 ANEXO 12 ANEXO 13 CAE-CÓDIGO DE ATIVIDADE ECONÔMICA CÓDIGO FISCAL DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES – CFOP VEÍCULOS RELAÇÃO DOS VEÍCULOS RELAÇÃO DOS VEÍCULOS SUJEITOS À SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA TRATORES FERROVIAS ABRANGIDAS PELAS NORMAS DO ART. 714 OPÇÃO PELO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA RELAÇÃO DE PRODUTOS CONSIDERADOS COMO DE BASE TECNOLÓGICA CÓDIGO DE SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA – CST NOTA FISCAL MODELO 1 NOTA FISCAL MODELO 1-A PEDIDO DE AUTORIZAÇÃO DE IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS AUTORIZAÇÃO PARA IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS MANUAL DE ORIENTAÇÃO PREVISTO NO ART. 295 FERROS E AÇOS NÃO-PLANOS MÁQUINAS, APARELHOS, EQUIPAMENTOS, PARTES, PEÇAS E COMPONENTES PRODUTOS BENEFICIADOS COM CRÉDITO PRESUMIDO PEDIDO DE CREDENCIAMENTO DE ESTABELECIMENTO GRÁFICO LISTA DE SERVIÇOS MÁQUINAS E IMPLEMENTOS AGRÍCOLAS MÁQUINAS, APARELHOS E EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS PRODUTOS SEMI-ELABORADOS VALOR AGREGADO DE QUE TRATA O ART. 19, I, “b” LISTA DOS PRODUTOS SUJEITOS À ALÍQUOTA DE 25% DO ICMS, SEGUNDO A NOMENCLATURA BRASILEIRA DE MERCADORIAS – NBM/SH

arts. 3º, IV, V e 7º, IV art. 9º, XXIV art. 9º, XXV

art..19, I “b” art. 25, I, “a”, 1 art. 47, I, “a” art. 62

art. 522, III, “a” art. 522, III, “b” art. 522, III, “d” art. 523, V art. 714 art. 522, § 3º, IV, “a” art. 13, XXX, § 14, II arts. 92 e 119, II, “d”

ANEXO 14

ANEXO 15 ANEXO 16 ANEXO 17 ANEXO 18 ANEXO 19 ANEXO 20 ANEXO 21 ANEXO 22 ANEXO 23 ANEXO 24

art. 98, II, “a” art. 98, II, “b” art. 295 art. 14, XLV art. 52, XIX art. 36, IX

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ÍNDICE SISTEMÁTICO

ANEXO 25 ANEXO 26 ANEXO 27 ANEXO 27 -A ANEXO 28 ANEXO 29

FORMULÁRIO PARA DEVOLUÇÃO DE SELOS FISCAIS EQUIPAMENTOS OU ACESSÓRIOS DESTINADOS A PESSOA COM DEFICIÊNCIA FÍSICA OU AUDITIVA OPERAÇÕES COM MEDICAMENTO PARA TRATAMENTO DA AIDS PRODUTOS PARA TRATAMENTO DE PORTADORES DO VÍRUS DA AIDS EQUIPAMENTOS E COMPONENTES PARA O APROVEITAMENTO DA ENERGIA SOLAR E EÓLICA VACINAS, IMUNOGLOBULINAS, SOROS, MEDICAMENTOS, INSETICIDAS E OUTROS PRODUTOS DESTINADOS Á VACINAÇÃO E AO COMBATE À DENGUE, MALÁRIA E FEBRE AMARELA

art. 9º, CXXVIII, “b” art. 9º, XC, “c” art. 9º, XC, “c” art. 9º, CLVI art. 9º CLIX

ANEXO 29-A

VACINAS, IMUNOGLOBULINAS, SOROS, MEDICAMENTOS, INSETICIDAS E OUTROS PRODUTOS DESTINADOS Á VACINAÇÃO E AO COMBATE À DENGUE, MALÁRIA E FEBRE AMARELA

art. 9º CLIX

ANEXO 30 ANEXO 30-A ANEXO 31 ANEXO 31 – A ANEXO 32 ANEXO 33

EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS DE TELECOMUNIICAÇÃO BENEFICÍÁRIAS DE REGIME ESPECIAL DE TRIBUTAÇÃO EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS DE TELECOMUNIICAÇÃO BENEFICÍÁRIAS DE REGIME ESPECIAL DE TRIBUTAÇÃO EQUIPAMENTOS E INSUMOS DESTINADOS À PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE EQUIPAMENTOS E INSUMOS DESTINADOS À PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE PRODUTOS IMPORTADOS POR INDUSTRIA BENEFICIADOS COM DIFERIMENTO PRODUTOS IMPORTADOS POR INDÚSTRIA BENEFICIADOS COM DIFERIMENTO UNIDADES DA FEDERAÇÃO QUE ADOTAM A SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA PARA CERVEJA, REFRIGERANTE E OUTROS PRODUTOS

art. 729 art. 729

art. 9º, CLX art. 13, LI art. 13, LV “caput” do art. 489 art. 489, § 1º, III

ANEXO 34

ANEXO 35

UNIDADES DA FEDERAÇÃO QUE ADOTAM A SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA PARA ÁGUA MINERAL OU POTÁVEL

REVOGADO. (Dec. 28.323/2005 e Errata, DOE 10/09/2005)

ANEXO 36

PRODUTOS BENEFICIADOS COM DIFERIMENTO DESDE QUE IMPORTADOS POR INDÚSTRIA FABRICANTE DE POLÍMERO, DE FIBRAOU FILAMENTO DE POLIÉSTER, DE ÁCIDO TEREFTÁLICO, DE PARAXILENO E DE POLIMERO DE POLIETILENO TEREFTALATO - PET RELAÇÃO DOS VEÍCULOS SUJEITOS À ALÍQUOTA DE 12% DO ICMS, SEGUNDO A NOMENCLATURA BRASILEIRA DE MERCADORIAS NBM/SH MEDICAMENTOS RELACIONADOS NO CONVÊNIO ICMS 140/2001 ORGANIZAÇÕES SOCIAIS COM CONTRATO DE GESTÃO COM O MINISTÉRIO DA CIÊ.NCIA E TECNOLOGIA BENEFICIÁRIAS FÁRMACOS E MEDICAMENTOS DESTINADOS A ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIRETA E INDIRETA FEDERAL, ESTADUAL E MUNICIPAL PRODUTOS IMPORTADOS POR INDÚSTRIA DE EQUIPAMENTO DE REFRIGERAÇÃO BENEFICIADOS COM DIFERIMENTO

art. 13, XL

ANEXO 37 ANEXO 38 ANEXO 39

art. 25, I, “e”, 6 art. 9º, CLXXV art. 9º, CLXIII, “f” art. 9º, CLXXVIII art. 13, LXXV

ANEXO 40

ANEXO 41

Decreto nº 14.876/91 e alterações

ÍNDICE SISTEMÁTICO

ANEXO 42-A ANEXO 42-B ANEXO 42- C

PRODUTOS DE INFORMÁTICA SUJEITOS À ALÍQUOTA DE 12% PRODUTOS DE INFORMÁTICA SUJEITOS À ALÍQUOTA DE 7% PRODUTOS DE INFORMÁTICA SUJEITOS À ALÍQUOTA DE 12%, NO PERÍODO DE29/09/2003 A 31/12/2003 PRODUTOS DE INFORMÁTICA SUJEITOS À ALÍQUOTA DE 12% V PRODUTOS DE INFORMÁTICA SUJEITOS À ALÍQUOTA DE 7% MEMORANDO - EXPORTAÇÃO GUIA DE TRANSPORTE DE VALORES – GTV LISTA DOS PRODUTOS SUJEITOS À ALÍQUOTA DE 27% DO ICMS CONHECIMENTO DE TRANSPORTE MULTIMODAL DE CARGAS CTMC - modelo 26 PRODUTOS IMPORTADOS POR INDUSTRIA DE MATERIAL ELÉTRICO COM DIFERIMENTO DO ICMS DECLARAÇÃO DE DISPONIBILIDADE FINANCEIRA OU PATRIMONIAL AUTORIZAÇÃO PARA AQUISIÇÃO DE VEÍCULO COM ISENÇÃO DO ICMS POR PORTADOR DE DEFICIÊNCIA FÍSIC’A BENS DESTINADOS À MODERNIZAÇÃO DE ZONAS PORTUÁRIAS PRODUTOS IMPORTADOS BENEFICIADOS COM DIFERIMENTO PRODUTOS PARA FABRICAÇÃO DE GRUPO GERADOR BENEFICIÁDOS COM DIFERIMENTO NA IMPORTAÇÃO DEMONSTRATIVO DE PAGAMENTO EQUIPAMENTOS E PEÇAS PARA UTILIZAÇÃO NA MANUTENÇÃO DO GASODUTO BRASIL - BOLÍVIA

art. 25, I, "e", 8 art. 25, I, "f", 1.1.2 art. 25 , I, “e”, 8.2 art. 25 , I, “e”, 8.3
art. 25 , I, “f”, 1.3

ANEXO 42-D ANEXO 42-E ANEXO 43 ANEXO 44 ANEXO 45 ANEXO 46 ANEXO 47 ANEXO 48 ANEXO 49 ANEXO 50 ANEXO 51 ANEXO 52 ANEXO 53 ANEXO 54 ANEXO 55 ANEXO 56 ANEXO 56-A ANEXO 57 ANEXO 58 ANEXO 59 ANEXO 60 ANEXO 61 ANEXO 62

art. 7º, § 16, IV art. 728 art. 25, I, “k” art. 219 art. 13, LXXVII art.9º, XCIX e § 57, II, ”c” art. 9º, XCIX e § 57, VII, “c” art. 9º, CLXXXV art. 13, LXXXII art. 13, LXXXIII art. 733, § 2º, VII art. 9º, CXCII art. 13, XC

MEDICAMENTOS E REAGENTES QUÍMICOS DESTINADOS A PESQUISAS QUE ENVOLVAM SERES HUMANOS MEDICAMENTOS E REAGENTES QUÍMICOS DESTINADOS À PESQUISAS QUE ENVOLVAM SERES HUMANOS MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS, PARTES E ACESSÓRIOS DESTINADOS A EMPRESA DE RADIODIFUSÃO PRODUTOS PARA UTILIZAÇÃO NA FABRICAÇÃO DE ARTEFATOS DE AÇO PRODUTOS PARA UTILIZAÇÃO NA FABRICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS PRODUTOS IMPORTADOS PELA APAE INSUMOS E MATÉRIAS-PRIMAS PARA UTILIZAÇÃO NA FABRICAÇÃO DE GERADORES EÓLICOS DE ENERGIA MÁQUINAS PESADAS BENEFICIADAS COM REDUÇÃO DE BASE DE CÁLCULO E CRÉDITO PRESUMIDO DO ICMS MERCADORIAS IMPORTADAS BENEFICIADAS COM REDUÇÃO DE BASE DE CÁLCULO E CRÉDITO PRESUMIDO DO ICMS PRODUTOS IMPORTADOS, PARA UTILIZAÇÃO NO PROCESSO PRODUTIVO DE “FREEZERS”, BENEFICIADOS COM DIFERIMENTO DO ICMS BENS E MERCADORIAS FABRICADOS NO PAÍS COMPONENTES ELETRÔNICOS

art. 9º, CC art. 9º, CC art. 9º, CCIV art. 13, C art. 13, CI art. 9º, “C”, f art. 13, CII art. 14, LXXIII e art. 36, XXXVI art. 14, LXXIV e art. 36, XXXVII art.13, XXXIX art. 9º,CCXII,

ANEXO 63

ANEXO 64

ANEXO 65 ANEXO 66

CCXIII e CCXIV,

e art. 24, XXXIII art. 13, CXI

Decreto nº 14.876/91 e alterações

ÍNDICE SISTEMÁTICO

Decreto nº 14.876/91 e alterações

DECRETO Nº 14.876, DE 12 DE MARÇO DE 1991
Consolida a Legislação Tributária do Estado O GOVERNADOR DO ESTADO, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo inciso IV do art. 37 da Constituição Estadual, DECRETA:

DISPOSIÇÃO PRELIMINAR
Art. 1º As normas legais e regulamentares do Estado de Pernambuco que tratam do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS ficam consolidadas pelo presente Decreto.

LIVRO PRIMEIRO Do Sistema Geral de Tributação
TÍTULO I Da Obrigação Tributária Principal CAPÍTULO I Da Incidência
Art. 2º O Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS incide sobre: (Dec. 19.527/96) I - operações relativas à circulação de mercadorias, inclusive o fornecimento de alimentação e bebidas em bares, restaurantes e estabelecimentos similares; (Dec. 19.527/96) II - prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal, por qualquer via, de pessoas, bens, mercadorias ou valores; (Dec. 19.527/96) III - prestações de serviços de comunicação, por qualquer meio, inclusive a geração, a emissão, a recepção, a transmissão, a retransmissão, a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza, sendo, a partir de 01 de novembro de 1996, apenas as onerosas; (Dec. 19.527/96) IV - serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior;
19.527/96) (Dec.

V - fornecimento de mercadoria com prestação de serviço não compreendido na competência tributária dos Municípios; (Dec. 19.527/96) VI - fornecimento de mercadoria com prestação de serviço sujeito ao Imposto sobre serviços, de competência dos Municípios, quando a lei complementar aplicável à matéria expressamente o sujeitar à incidência do imposto estadual; (Dec. 19.527/96) VII - entrada de mercadoria importada do exterior, por pessoa física ou jurídica, para qualquer finalidade, inclusive, em se tratando de pessoa física ou jurídica titular de estabelecimento, quando a mercadoria importada se destine ao uso ou consumo ou ativo permanente do respectivo estabelecimento; (Dec. 19.527/96) VIII - entrada, no território de Pernambuco, de energia elétrica e petróleo, inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, quando procedentes de

DECRETO 14.876/91 - atualizado até 30 junho 2011

outra Unidade da Federação e não destinados à comercialização ou à industrialização, cabendo o imposto a este Estado. (Dec. 19.527/96) § 1°. Relativamente à cobrança do imposto sobre a prestação de serviço de transporte aéreo, o termo inicial de vigência será 01 de janeiro de 1997. (Dec. 19.527/96) § 2º Na hipótese do inciso VIII do "caput", relativamente à energia elétrica, a incidência do imposto alcança desde a geração ou importação até a última etapa destinada ao consumo final, aí incluídas a conexão, a conversão, a transmissão, a distribuição e a comercialização.
(Dec. 24.864/2002)

Art. 3º Considera-se ocorrido o fato gerador do imposto: (Dec. 19.527/96) I - na saída de mercadoria do estabelecimento de contribuinte, inclusive cooperativa, ainda que para outro estabelecimento do mesmo titular; II - no fornecimento de alimentação, bebidas e outras mercadorias em bares, restaurantes, cafés e outros estabelecimentos; (Dec. 19.527/96) III - relativamente à importação do exterior: (Dec. 19.112/96) a) até 25 de novembro de 1991, na entrada, em estabelecimento importador, de mercadoria importada do exterior pelo titular do estabelecimento; (Dec. 19.112/96) b) de 26 de novembro de 1991 a 31 de outubro de 1996, no recebimento, pelo importador, de mercadoria ou bem importados do exterior (Lei nº 10.650, de 25.11.91); (Dec. 19.527/96) c) a partir de 01 de novembro de 1996, no desembaraço aduaneiro de mercadoria importada do exterior, observando-se (Lei nº 11.408, de 20.12.96, e Lei nº 12.335, de 23.01.2003): (Dec. 25.350/2003) 1. após o desembaraço aduaneiro, a entrega, pelo depositário, de mercadoria ou bem importados do exterior deverá ser autorizada pelo órgão responsável pelo respectivo desembaraço; (Dec. 19.527/96) 2. o desembaraço referido no item anterior somente se fará mediante a exibição do comprovante de pagamento do imposto incidente no ato do despacho aduaneiro, observado o disposto no art. 600, §§ 6º a 8º, e no Decreto nº 19.005, de 15 de fevereiro de 1996; (Dec. 19.527/96) 3. a partir de 01 de janeiro de 2003, na hipótese de a entrega da mercadoria importada do exterior ocorrer antes do desembaraço aduaneiro, considera-se ocorrido o fato gerador no momento do mencionado desembaraço, devendo a autoridade responsável, salvo disposição em contrário estabelecida em decreto do Poder Executivo, exigir a comprovação do pagamento do imposto (ACR Lei nº 12.335, de 23.01.2003); (Dec.
25.350/2003)

IV - na prestação de serviço, não relacionado no Anexo 1, quando houver fornecimento de mercadoria; V - na prestação dos serviços de competência municipal (Anexo 1), com fornecimento de mercadoria, quando prevista a incidência em relação a esta, nos termos de lei complementar; VI - na prestação dos serviços de transporte interestadual e intermunicipal de qualquer natureza: (Dec. 19.527/96) a) até 31 de outubro de 1996, no término da prestação do serviço; (Dec. 19.527/96) b) a partir de 01 de novembro de 1996, no início da prestação do serviço; (Dec. 19.527/96) VII - na prestação de serviço de comunicação, feita por qualquer meio, inclusive a geração, a emissão, a recepção, a transmissão, a retransmissão, a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza, observando-se: (Dec. 19.527/96) a) quando o serviço for prestado mediante o pagamento em ficha, cartão, selo postal ou assemelhados, a ocorrência do fato gerador se dará no momento do fornecimento desses instrumentos ao usuário; (Dec. 19.527/96)

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b) a partir de 01 de novembro de 1996, a incidência ocorrerá apenas em relação à prestação onerosa; (Dec. 19.527/96) VIII - na prestação de serviço iniciada no exterior: (Dec. 19.527/96) a) até 31 de outubro de 1996, no término da prestação do serviço de transporte ou comunicação, relativamente a cada beneficiário; (Dec. 19.527/96) b) a partir de 01 de novembro de 1996, no ato final do serviço de transporte; (Dec. 19.527/96) IX - na prestação de serviço de transporte e de comunicação realizada no exterior:
19.527/96) (Dec. (Dec. (Dec.

a) até 31 de outubro de 1996, no momento fixado para pagamento do serviço;
19.527/96)

b) a partir de 01 de novembro de 1996, no recebimento do serviço pelo destinatário;
19.527/96)

X - na arrematação em leilão ou na aquisição em licitação, promovidos pelo Poder Público, de mercadoria, inclusive importada do exterior, apreendida ou abandonada; (Dec. 19.527/96) XI - na adjudicação ou arrematação, em hasta pública, de mercadoria de contribuinte; XII - na entrada de mercadoria no estabelecimento do adquirente, quando procedente de outra Unidade da Federação e destinada a integrar o respectivo ativo permanente ou ao seu próprio uso ou consumo; (Dec. 19.527/96) XIII - na utilização, por contribuinte, de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outra Unidade da Federação e que: (Dec. 19.527/96) a) até 31 de outubro de 1996, não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente alcançada pela incidência do imposto; (Dec. 19.527/96) b) a partir de 01 de novembro de 1996, não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente; (Dec. 19.527/96) XIV - na saída de mercadoria de estabelecimento extrator ou produtor para qualquer outro estabelecimento, de idêntica titularidade ou não, localizado na mesma área ou em área contínua ou diversa, para que seja submetida a qualquer processo de industrialização; XV – até 29 de fevereiro de 2000, na hipótese de saída de mercadoria amparada pelo regime especial aduaneiro de admissão temporária de que trata o Decreto Federal nº 91.030, de 05 de março de 1985, sob a responsabilidade de contribuinte localizado neste Estado: (Dec.
22.075/2000 - EFEITOS A PARTIR DE 01.03.2000)

a) na data em que expirar o prazo concedido para a admissão temporária, com a permanência da mercadoria em território nacional; (Dec. 22.075/2000 - EFEITOS A PARTIR DE
01.03.2000)

b) antes de expirado o prazo de que trata a alínea anterior, na ocasião em que a mercadoria: (Dec. 22.075/2000 - EFEITOS A PARTIR DE 01.03.2000) 1. for alienada; 2. perder-se, seja qual for a causa; XVI - na entrada, no território do Estado, de energia elétrica e petróleo, inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, oriundos de outra Unidade da Federação, quando não destinados à industrialização ou à comercialização. (Dec. 19.527/96) § 1º Equipara-se à saída: I - a transmissão da propriedade de mercadoria, decorrente de alienação onerosa ou gratuita de título que a represente, ou a sua transferência, mesmo que não haja circulação física; II - a transmissão da propriedade de mercadoria estrangeira, efetuada antes de sua entrada no estabelecimento importador;

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III - a transmissão da propriedade de mercadoria, quando efetuada em razão de qualquer operação, ou a sua transferência, antes de sua entrada no estabelecimento do adquirentealienante; IV - a posterior transmissão da propriedade ou a transferência de mercadoria que, tendo transitado, real ou simbolicamente, pelo estabelecimento, deste tenha saído sem débito do imposto; V - a mercadoria constante do estoque final na data do encerramento da atividade do contribuinte; VI - a carne ou subproduto de gado abatido existente em matadouro: a) público; b) particular, não pertencente este a quem tenha promovido a matança. § 2º Para o fim do disposto no inciso III do "caput": (Dec. 19.112/96) I - até 25 de novembro de 1991, equipara-se à entrada no estabelecimento importador a transmissão da propriedade ou a transferência de mercadoria, quando esta não transitar pelo respectivo estabelecimento; (Dec. 19.112/96) II - a partir de 26 de novembro de 1991, considera-se recebimento pelo importador (Lei nº 10.650, de 25.11.91): (Dec. 19.112/96) a) a transmissão de propriedade ou a transferência de mercadoria ou bem sem que estes transitem pelo estabelecimento importador; b) a retirada da mercadoria ou bem do local de importação ou a remessa destes para armazenamento, ainda que naquele mesmo local. § 3º Quando a mercadoria for remetida para armazém-geral ou para depósito fechado do próprio contribuinte, neste Estado, considera-se ocorrido o fato gerador: I - no momento da saída da mercadoria do armazém-geral ou do depósito fechado, salvo se para retornar ao estabelecimento de origem; II - no momento da transmissão da propriedade da mercadoria depositada em armazémgeral ou em depósito fechado. § 4º O disposto no inciso III do "caput" aplica-se, inclusive, sobre a entrada, em estabelecimento importador, de bens importados do exterior por seu titular, com destino a uso, consumo ou ativo fixo do referido estabelecimento. § 5º Até 31 de maio de 2000, o disposto nos incisos XII e XIII do “caput” aplica-se, inclusive, relativamente às mercadorias e serviços para utilização, em obra própria ou de terceiro, por empresa de construção civil, obras hidráulicas e outras obras semelhantes, inclusive serviços auxiliares ou complementares. (13) (Dec. 22.328/2000 – EFEITOS SUSPENSOS ATÉ 30.09.2000,
CONFORME Dec. 22.601/2000)

§ 6º O disposto no inciso XIII, “a” do “caput” não se aplica quando a operação ou a prestação subseqüente for sujeita a isenção, suspensão ou diferimento do imposto. (Dec. 19.527/96) § 7º O fato gerador do ICMS, quanto à prestação de serviço de comunicação, conforme previsto no inciso VII do “caput”, ocorre inclusive em relação àqueles classificados pelas empresas de telecomunicações sob as denominações a seguir indicadas, devendo a base de cálculo corresponder ao respectivo preço (Convênio ICMS 02/96): (Dec. 19.337/96) I - "assinatura de telefonia celular"; (Dec. 19.337/96) II - “salto”; (Dec. 19.337/96) III - “atendimento simultâneo”; (Dec. 19.337/96) IV - “siga-me”; (Dec. 19.337/96) V - “telefone virtual”. (Dec. 19.337/96)

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é: (Dec. a referência a mercadoria é utilizada para designar inclusive bem. ou ainda quando. salvo se para retornar ao estabelecimento remetente. por estar desacompanhada de Nota Fiscal ou com documentação inidônea. quando não estabelecido. o do estabelecimento onde ocorrer a entrada física. h) o do Estado da situação da respectiva orla marítima. 19.527/96) 2.1. 28. não reputado como imóvel por natureza ou acessão física. os lubrificantes e minerais do País. Decreto nº 14.876/91 DECRETO 14. 19. observando-se.876/91 . 19. o do domicílio do adquirente. i) o do Estado de onde o ouro tenha sido extraído. quando em situação irregular. (Dec. 19. nos termos da alínea anterior. 19. § 10. produção ou comercialização. (Dec. (Dec. 19.527/96) c) o do estabelecimento remetente-depositante. somente se aplica quando a mercadoria for adquirida no País. consumo ou ativo fixo do contribuinte ou a não-contribuinte do imposto.350/2003) b) na hipótese de importação. 25. Relativamente ao disposto no "caput": (Dec. quanto a esta regra: (Dec.350/2003) Parágrafo único. (Dec. 19. quando estes e o depositante estiverem situados neste Estado. (Dec. novo ou usado. 25. não se aplica às mercadorias recebidas em regime de depósito de contribuinte localizado em outra Unidade da Federação que não a do depositário. até 31 de outubro de 1996. o do estabelecimento destinatário ou. b) o do estabelecimento que transfira a propriedade. aquisição ou adjudicação.527/96) g) aquele em que ocorrer arrematação. em relação à operação em que deixar de ser considerado como ativo financeiro ou instrumento cambial. 19.527/96) f) aquele onde se encontrar a mercadoria.527/96) 2.atualizado até 30 junho 2011 . 19.527/96) (Dec. nesta ingressar sem destinatário certo. (Dec. ou o título que a represente. em operações realizadas em plataforma continental. (Dec.350/2003) Art. (Dec.527/96) a) o do estabelecimento onde se encontre no momento da ocorrência do fato gerador.Art.350/2003) a) a referência a bem é utilizada para designar especificamente a mercadoria destinada a uso. (Dec. 25. nos termos da lei civil. 61. observado o disposto no art. 5º O local da operação ou prestação. os combustíveis líquidos e gasosos.tratando-se de mercadoria ou bem: (Dec. 25.527/96) 1. pertencendo a contribuinte de outra Unidade da Federação.2. de mercadoria por ele adquirida e que por ele não tenha transitado. na falta deste. 19.527/96) e) no caso de mercadoria ou bem importado do exterior: (Dec. para os efeitos da cobrança do imposto e definição do estabelecimento responsável.350/2003) I .compreendem-se no conceito de mercadoria a energia elétrica.805/2006) [N1] I . na hipótese de a mercadoria sair diretamente do depósito fechado ou armazém-geral. (Dec. 25.527/96) 1. 3º. nas hipóteses do art. a partir de 01 de novembro de 1996.527/96) 2. 25. ainda que destinado a uso ou consumo ou ativo fixo do estabelecimento.para efeito do disposto na legislação tributária estadual: (Dec.350/2003) II . 4º Considera-se mercadoria qualquer bem. 19. X e XI. suscetível de avaliação econômica. (Dec. na hipótese de atividades integradas.527/96) 2. mar territorial ou zona econômica exclusiva. 19. (Dec. a partir de 01 de novembro de 1996: (Dec.527/96) d) aquele onde for realizada cada atividade de industrialização. o do domicílio do adquirente. 19.

para efeito do pagamento do diferencial de alíquota.876/91 DECRETO 14. nos termos do art.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. o Estado a que se destina o produto. (Dec. quando em situação irregular. (Dec.527/96) b) o do estabelecimento da concessionária ou permissionária que fornecer a ficha.j) o de desembarque. 3º. o do estabelecimento encomendante situado neste Estado. (Dec.527/96) d) os seguintes locais: (Dec.180/2001) (17) IV . apenas quando onerosa. onde seja cobrado o serviço. “a” ou “b”. a sede social do mencionado Banco. para efeito do pagamento do diferencial de alíquota. a partir de 09 de fevereiro de 1990. 19. (Dec. bem como lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados.876/91 . 19.527/96) II . até 08 de fevereiro de 1990. 23. transmissão e retransmissão.2000). o do estabelecimento ou domicílio do tomador do serviço. 19. (Dec.09. inclusive consumidor final. nos demais casos. 3º. emissão.846. “a” ou “b”. 19. cuja prestação se tenha iniciado em outra Unidade da Federação e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. (Dec. repetição.527/96) III .tratando-se de serviço de transporte ou de comunicação prestado ou iniciado no exterior: (Dec.527/96) Decreto nº 14. selo postal ou qualquer outro instrumento assemelhado. 19. conforme a hipótese. nos termos do art. nos demais casos.180/2001) (17) 2. por qualquer meio. para efeito do pagamento do diferencial de alíquota. (Dec. (Dec. 2. o do estabelecimento ou do domicílio do destinatário. a partir de 01 de novembro de 1996. 19. observado o disposto nos §§ 3º. de 22. ampliação e recepção. assim entendido o da geração.527/96) c) onde tenha início a prestação. nas operações interestaduais com energia elétrica e petróleo.805/2006) [N2] a) o da prestação do serviço de radiodifusão sonora e de som e imagem.tratando-se de prestação de serviço de transporte ocorrida no território nacional: a) o do estabelecimento destinatário do serviço.527/96) b) onde se encontre o transportador. l) relativamente ao trigo importado sob o regime de monopólio do Banco do Brasil S/A: 1. pela falta de documentação fiscal ou quando com documentação inidônea.180/2001) (17) 1. quando a prestação for efetuada por meio desses instrumentos. XIII. quando não destinados à industrialização ou à comercialização. 7º e 9º: (Dec. 28. na hipótese de captura de peixes. cuja prestação se tenha iniciado em outra Unidade da Federação e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente.tratando-se de prestação de serviço de comunicação. na primeira operação com o produto. nos termos da legislação tributária. nos termos do art.527/96) a) até 31 de outubro de 1996. na hipótese de remessa sem destinatário certo dentro do Estado. (Dec. n) o do estabelecimento destinatário da mercadoria adquirida em outra Unidade da Federação. cartão. 19. conforme a hipótese. 23. (Dec. quando prestado por meio de satélite (ACR Lei nº 11. 3º. XII. XIII. 19. c) o do estabelecimento destinatário do serviço. destinada a integrar o respectivo ativo permanente ou ao seu próprio uso ou consumo.527/96) b) a partir de 01 de novembro de 1996. 23.527/96) o) o da Unidade da Federação onde estiver localizado o adquirente. 19. m) aquele onde se encontrar o estabelecimento remetente. 19. crustáceos e moluscos. sendo. a partir de 01 de agosto de 2000.

15. nos termos do inciso III do "caput".o fato de uma mesma pessoa atuar. § 2º Para fim do disposto na alínea “c” do inciso II do “caput”. § 7º Nos casos em que tenha sido atribuída a condição de responsável pelo pagamento do imposto a terceiros. quando definido como ativo financeiro ou instrumento cambial.o título jurídico pelo qual o sujeito passivo se encontre na posse da mercadoria que efetivamente tenha saído do seu estabelecimento. (Dec.805/2006) [N3] Art. 6º É irrelevante. ainda que se trate de atividades integradas. (Dec. o imposto devido será recolhido em partes iguais para aquelas onde estiverem localizados o prestador e o tomador. § 6º Não se aplica o disposto no parágrafo anterior às escalas e conexões no transporte aéreo. para retorno com mercadoria. o início da prestação do serviço será havido: (Dec.846. no local onde tiver início cada uma dessas prestações. 19. 19. com estabelecimentos de natureza diversa.527/96) I . simultaneamente. considera-se como local da prestação o local onde a carga tiver sido apanhada.530/92) § 3º Para efeito do disposto na alínea "a" do inciso III do "caput".2000). III . o ouro. quando o transportador sair de um local para receber carga em outro. 15. cuja venda de bilhete de passagem ocorra em outra Unidade da Federação. no estabelecimento remetente da mercadoria.substituído. considera-se como local da operação o do estabelecimento do contribuinte .na hipótese de remessa de vasilhame.876/91 . (Dec. o imposto será devido ao Estado ou Distrito Federal onde se iniciar a prestação.530/92) II . observando-se o disposto nos §§ 2º ao 6º do art. § 8º Para fim do disposto na alínea “c” do inciso II do “caput”. para a caracterização da incidência: I . a partir de 01 de agosto de 2000. IV .876/91 DECRETO 14. terá identificado o local da extração.09. tratando-se de serviços não-medidos que envolvam localidades situadas em diferentes Unidades da Federação e cujo preço seja cobrado por períodos definidos. de 22. considera-se radiodifusão sonora aquela recebida pelo público em geral exclusivamente por meio da propagação do som. (Dec. Decreto nº 14. 733 (Lei nº 11.§ 1º Para efeito do disposto na alínea "i" do inciso I do "caput". II .527/96) § 9º Na hipótese de a prestação do serviço de comunicação.o fato de a operação realizar-se entre estabelecimentos do mesmo titular.atualizado até 30 junho 2011 . 28. sacaria e assemelhados. a partir de 29 de dezembro de 1989.a natureza jurídica da operação relativa à circulação da mercadoria e prestação relativa ao serviço de transporte interestadual ou intermunicipal e de comunicação.na hipótese de o transportador ter efetuado coleta de mercadoria para o seu depósito. § 5º Considera-se local de início da prestação de serviço de transporte de passageiros aquele onde se iniciar trecho da viagem indicado no bilhete de passagem. § 4º No caso de transporte de passageiros.

a saída de mercadoria que tenha entrado em estabelecimento de empresa transportadora. inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. inclusive produtos primários e produtos industrializados semi-elaborados. a saída de mercadoria realizada com o fim específico de exportação para o exterior.operações com livros.527/96) IV . 19. XI . (Dec. 19.operações interestaduais relativas a energia elétrica e petróleo.527/96) III . XII . 19. X . (Dec. ressalvadas as hipóteses de incidência previstas na mesma lei complementar e indicadas no referido Anexo.saída de bem em decorrência de comodato ou locação. quando situados dentro deste Estado. desde que comprovado seu resultado.527/96) b) a partir de 16 de setembro de 1996. periódicos e o papel destinado à sua impressão. contratados por escrito. inclusive “trading” ou outro estabelecimento da mesma empresa. pistas de aeroportos. (Dec. de serviço de qualquer natureza definido em lei complementar como sujeito ao imposto sobre serviços. portos. de competência dos Municípios. onde estejam fixados o preço e as condições.527/96) (Dec. 19. permaneça na posse do agente ou vendedor.527/96) a) até 15 de setembro de 1996. operações e prestações que destinem ao exterior mercadorias. equiparando-se às referidas operações. ou serviços. DECRETO 14. excluídos os semielaborados definidos nos termos dos §§ 2º e 3º. sob sua inteira responsabilidade.527/96) VII .operações relativas a mercadorias que tenham sido ou que se destinem a ser utilizadas na prestação. (Dec. empresa comercial exportadora. 19. frigorífico ou depósito fechado e o retorno ao estabelecimento remetente. (Dec. 19. devidamente firmado pelo proprietário do veículo e pelo agente.operações com ouro.527/96) (Dec. em exposição ou em trânsito. contratado por escrito. (Dec. simplesmente escavadas.876/91 . c) autorização expressa do proprietário do veículo para que este.527/96) VIII . 19. exclusivamente para fim de transporte. mediante laudo escrito.operações de arrendamento mercantil. desde que tenha sido enviada para o destinatário indicado na documentação fiscal que a acompanhe.a saída de mercadoria para análise laboratorial ou operação semelhante. saída de produto industrializado. quando destinada a (Convênio ICMS 113/96): (Dec. barragens e outras obras semelhantes. quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial. comprovada com os seguintes documentos: a) documento de propriedade do veículo. V . observado o disposto nos §§ 15 e 16. II . b) contrato escrito de agenciamento da venda do veículo. desde que decorrente de operação de simples agenciamento ou corretagem.atualizado até 30 junho 2011 .942/97) 1.saída de mercadoria destinada a armazém-geral. 19. do estabelecimento do contribuinte. jornais. novos ou usados. armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro. observado o disposto no § 5º. 7º O imposto não incide sobre: I .527/96) VI .a extração e remoção de terras e rochas.527/96) IX .CAPÍTULO II DA NÃO-INCIDÊNCIA Art. 19. 19.relativamente à exportação para o exterior: (Dec.527/96) 2. quando destinados à industrialização ou à comercialização. (Dec. (Dec. túneis. transferidas ou compactadas durante a execução das obras de construção e conservação de estradas de rodagem. especificados na lista constante do Anexo 1. pelo próprio autor da saída. 19.a saída de veículos. 19.

(Dec. assim entendidos os produtos que não dependam de qualquer forma de industrialização.527/96) § 5º A não-incidência relativa ao arrendamento mercantil de que trata o inciso V do “caput” não se opera: (Dec. aglomeração realizada por briquetagem. f) salga e secagem de produtos animais. ainda que exijam adição de outras substâncias. e) resfriamento e congelamento. submetido à industrialização. lapidação. tornar-se-á exigível o imposto quando a mercadoria exportada for reintroduzida no mercado interno. acabamento. § 3º Excluem-se das disposições do parágrafo anterior.levigação.homogeneização.as agendas e todos os livros deste tipo. inciso I. transformação ou aperfeiçoamento. c) desfibramento. d) fragmentação. para fazer parte de novo produto. desidratação. ainda que submetido a qualquer forma de acondicionamento: a) abate de animais. (Dec.inclusive secagem.a partir de 01 de novembro de 1996.atualizado até 30 junho 2011 . “a” do “caput”. desdobramento. a partir do momento em que a opção de compra prevista no contrato tiver sido efetivamente exercida pelo arrendatário. operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de propriedade de estabelecimento industrial. classificação.inclusive por separação magnética e flotação . (Dec. 19. de complemento de industrialização. de substâncias minerais bem como demais processos.527/96) XV . não se considera livro: I . operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de bens móveis salvados de sinistro para companhias seguradoras. 19. IV .a partir de 01 de novembro de 1996. inclusive a operação efetuada pelo credor em decorrência do inadimplemento do devedor. possa constituir-se em insumo agropecuário ou industrial. 19. desaguamento . 19.527/96) II .527/96) I .a partir de 01 de novembro de 1996. operações decorrentes de alienação fiduciária em garantia. calcinação. além de montagem.527/96) § 1º Para os efeitos do inciso I do "caput".o produto resultante dos seguintes processos. desidratação e filtragem . II . (Dec. comercial ou de outra espécie. pelotização e serragem para desdobramento de blocos. II .876/91 . prensagem. em qualquer hipótese. esterilização. serragem de toras e carvoejamento.o produto de qualquer origem. secagem. em relação à venda do bem arrendado ao arrendatário. que. lavagem. 19. modulação. § 2º Para efeito do inciso II. ou dependa.aqueles pautados de uso comercial. descascamento.527/96) Decreto nº 14. esquadriamento. as peças. pulverização. (Dec.XIII . partes e componentes. 19. para o consumo.até 31 de outubro de 1996. concentração . semi-elaborado é: (Dec.527/96) I . (Dec. inclusive mediante o exercício da opção de compra prevista no respectivo contrato. descascamento.aqueles em branco ou simplesmente pautados. polimento ou qualquer outro processo de beneficiamento de produtos extrativos e agropecuários. bem como os riscados para escrituração de qualquer natureza.a partir de 01 de novembro de 1996. listas e outros impressos que contenham propaganda comercial.876/91 DECRETO 14. b) abate de árvores e desbastamento. § 4º Na hipótese do inciso II do “caput”. descaroçamento. 19. III .os catálogos. 19.527/96) XIV . sinterização.

isolada ou conjuntamente com mercadoria própria. serão observadas. A partir de 08 de janeiro de 1997. alterar o funcionamento. aperfeiçoar ou. "b". apresentação ou aperfeiçoamento do produto. tendo o exterior como destino final. do “caput”. do "caput".beneficiamento . peças ou partes. a utilização.§ 6º Para o fim do disposto no inciso X do "caput". a expressão “Remessa com fim específico de exportação”. de que resulte obtenção de um novo produto ou unidade autônoma. (Dec. (Dec. 19. os renove ou lhes restaure a utilização. 9º. 16. o acabamento ou a aparência do produto. sem a vinculação de que trata o parágrafo anterior.a que importe em alterar a apresentação do produto quanto ao seu acondicionamento. Na hipótese do inciso II. § 7º Considera-se depósito fechado o armazém pertencente ao contribuinte. § 11. (Dec. ao imposto complementar referido no art. § 12. considera-se industrialização qualquer operação de que resulte alteração da natureza. exercida sobre partes remanescentes de produtos deteriorados ou inutilizados. XII. desde que observado o disposto em portaria do Secretário da Fazenda. o estabelecimento que realizar a operação deverá emitir Nota Fiscal contendo. as normas previstas nos §§ 37 a 42 do art.717/93) § 13. § 10. Para o fim desde Decreto. funcionamento. “b”. 19. § 8º Para efeito do disposto no parágrafo anterior. observar-seá (Convênios ICMS 113/96.717/93) I .renovação ou recondicionamento . A não-incidência de que trata o inciso I do "caput" aplica-se. no campo “Informações Complementares”.a que. Para os efeitos deste Decreto.na saída da mercadoria para empresa comercial exportadora. exercida sobre a matéria-prima ou produto intermediário.a que importe em restaurar. 34/98. (Dec. salvo quando a embalagem colocada se destine apenas ao transporte da mercadoria. resulte na obtenção de espécie nova.876/91 . de qualquer forma. tais como: I . considera-se armazém-geral o estabelecimento destinado à recepção e movimentação de mercadoria de terceiros.a que consista na reunião dos produtos. 19. III .942/97) § 16. mediante colocação de embalagem ou substituição da original. 25. § 15. situado neste Estado e destinado à recepção e movimentação de mercadoria própria. 107/2001 e 61/2003): (Dec.527/96) § 14. inclusive “trading” ou outro estabelecimento da mesma empresa do remetente. até 07 de janeiro de 1997. quando contiver reconhecimento de firma das partes contratantes.acondicionamento .até 31 de março de 1993. podendo o contribuinte manter quantos depósitos fechados necessitar.717/93) II . além dos requisitos exigidos pela legislação. 3º. com a simples função de guarda e proteção. com simples função de guarda e proteção. 54/97. utilização. II . Ocorrendo duas ou mais operações de circulação com a mesma mercadoria no território nacional. V . IV . § 9º Poderá ser admitido um depósito fechado único. Quando a não-incidência do imposto estiver condicionada à celebração de contrato por escrito. quando registrado em cartório. para estabelecimentos do mesmo titular. o depósito fechado deverá ser vinculado a um dos estabelecimentos do contribuinte.transformação . 16.atualizado até 30 junho 2011 .995/2003) I . apenas a última será considerada exportação para efeito de não-incidência do imposto. acabamento.876/91 DECRETO 14. inclusive. ressalvado o disposto na parte final da alínea “b” do inciso II do “caput”.942/97) Decreto nº 14. relativamente ao inciso II. 16.a partir de 01 de abril de 1993. este somente produzirá efeitos tributários: (Dec. (Dec.montagem . considera-se operação de agenciamento aquela promovida por estabelecimento devidamente regularizado perante a prefeitura do Município de sua localização.a que. situados no Estado.

endereço e número de inscrição. (Dec.942/97) l) data e assinatura de representante legal do emitente. conservando os comprovantes da venda. 19. (Dec. contado da data da referida saída. 19. a partir de 01 de janeiro de 2002.942/97) V .942/97) VIII .o estabelecimento remetente recolherá o imposto devido. endereço e número de inscrição. contendo. 19. (Dec.942/97) b) número de ordem e número da via. o estabelecimento destinatário deverá emitir o documento denominado "Memorando-Exportação". (Dec. para exibição ao Fisco.942/97) a) após decorrido o prazo de 180 (cento e oitenta) dias. (Dec. ficando estes documentos no estabelecimento exportador.942/97) III . 19. o estabelecimento referido no inciso anterior encaminhará à repartição fazendária do seu domicílio as informações contidas na Nota Fiscal.o estabelecimento exportador encaminhará ao estabelecimento remetente. nos casos de não se efetivar a exportação: (Dec. 19. quando se tratar de produto industrializado. que.nas saídas para feiras ou exposições no exterior. 25. podendo as referidas informações. com os acréscimos previstos na legislação. até o último dia do mês subseqüente ao da efetivação do embarque da mercadoria para o exterior. a série.relativamente às operações de que trata o "caput".942/97) IV . (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . monetariamente atualizado.942/97) e) nome.876/91 DECRETO 14. a partir de 01 de janeiro de 2002. 19.942/97) VI . em substituição ao meio magnético. devendo. 19.942/97) j) país de destino da mercadoria. número e data da Nota Fiscal do estabelecimento remetente e do destinatário exportador da mercadoria. (Dec. o modelo previsto no Anexo 43 (NR Convênio ICMS 107/2001): (Dec. referido na alínea “h” do inciso anterior. estadual e no CGC.995/2003) h) número e data do Conhecimento de Embarque. durante o prazo de 5 (cinco) anos. do estabelecimento remetente da mercadoria. nos termos do Anexo 20. no mínimo. a contar da saída por ele promovida.a 2ª (segunda) via do Memorando-Exportação. a 3ª (terceira) via do memorando.942/97) f) série. 25. do estabelecimento emitente. 19. devendo este ser identificado individualizadamente no mencionado Registro de Exportação (NR Convênio ICMS 107/2001): (Dec.942/97) Decreto nº 14.876/91 . (Dec. (Dec. 19. 19. 19. 19. data de seu ato final e número do Registro de Exportação. bem como nas exportações em consignação.942/97) c) data da emissão.ao final de cada período fiscal. conforme o Manual de Orientação previsto no art.942/97) d) nome. será anexada à 1ª (primeira) via da Nota Fiscal do remetente ou à sua cópia reprográfica. 19. que será acompanhada de cópia do Conhecimento de Embarque.995/2003) a) denominação: “Memorando-Exportação”. a 1ª (primeira) via do Memorando-Exportação. emitido pelo órgão competente: (Dec. (Dec. à repartição fazendária do seu domicílio. e do comprovante de exportação.942/97) VII . (Dec. no campo “Informações Complementares”. de que trata o inciso IV. 19. (Dec. estadual e no CGC. em meio magnético. ser apresentadas em listagem. as seguintes indicações. 295. o estabelecimento que promover a exportação somente emitirá o Memorando-Exportação após a efetiva contratação cambial e até o último dia do mês subseqüente ao da referida contratação.942/97) g) número do Despacho de Exportação. (Dec. 19. observado. o referido estabelecimento encaminhar. (Dec. que poderá ser apresentada em meio magnético. 19. ainda. em 3 (três) vias.o estabelecimento destinatário.II . 19. quando da emissão da Nota Fiscal destinada ao exterior. será indicado por Estado produtor/fabricante.942/97) i) discriminação do produto exportado. o número e a data de cada Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento remetente. fará constar. (Dec.

942/97) d) em virtude da reintrodução da mercadoria no mercado interno. (Dec. a) no período de 08 de janeiro de 1997 a 28 de julho de 2003. (Dec. nos termos do Decreto-Lei nº 1. (Dec.para efeito do disposto em ato normativo do Ministério da Indústria. 25.942/97) XI . 19. contado da data da referida saída.relativamente às operações que destinem mercadorias a outras Unidades da Federação.942/97) b) se tiver sido punido em decisão administrativa. quanto aos classificados no código NBM/SH 2401. 25. 19. 19. relativamente aos últimos 5 (cinco) anos. exceto. para a liberação das mercadorias.876/91 DECRETO 14.995/2003) 2. o estabelecimento remetente ficará dispensado do recolhimento do imposto nos prazos previstos nas alíneas “a” e “b” do inciso VIII. 19. a partir de 29 de julho de 1999. por infringência à legislação fiscal de âmbito estadual. quando se tratar de produto primário ou industrializado semi-elaborado. (Dec. (Dec. 19. Indústria e Comércio Exterior.942/97) XII .995/2003) 1. de 29 de novembro de 1972.na hipótese de devolução da mercadoria. mediante acordo prévio.995/2003) b) a partir de 29 de julho de 2003: (Dec. a Diretoria de Administração Tributária da Secretaria da Fazenda.876/91 .995/2003) Decreto nº 14. 19.942/97) XV . (Dec. comunicará ao referido Ministério as situações seguintes em que o exportador esteja enquadrado: (Dec. a critério do Fisco do Estado do remetente. as demais empresas comerciais que realizem operações mercantis de exportação. (Dec. uma única vez. (Dec.248. do Comércio e do Turismo. Finanças ou Tributação das Unidades da Federação envolvidas prestarão assistência mútua para a fiscalização daquelas operações.atualizado até 30 junho 2011 . inscritas no registro do sistema da Receita Federal – SISCOMEX. Indústria e Comércio Exterior.o estabelecimento remetente ficará exonerado do cumprimento da obrigação prevista no inciso VIII. na hipótese de não se efetivar a exportação. 19.os prazos estabelecidos nas alíneas “a” e “b” do inciso anterior poderão ser prorrogados. caso o adquirente haja efetuado o recolhimento do imposto ao Estado de origem da mercadoria. 19. hipótese em que o mencionado prazo poderá ser de 180 (cento e oitenta) dias.942/97) XIV . do Comércio e do Turismo. (Dec. a partir de 14 de julho de 1998.942/97) a) se está respondendo a processo administrativo. a critério do Fisco do Estado do remetente.SECEX.942/97) b) poderão.995/2003) (Dec. o comprovante do recolhimento do imposto. 25.SECEX. de 12 de julho de 1995. (Dec.entende-se como empresa comercial exportadora (NR Convênio ICMS 61/2003): 25. do Ministério da Indústria.942/97) a) as Secretarias de Fazenda. 19.os procedimentos previstos nos incisos VIII a X aplicam-se também às operações que destinem mercadoria a armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro. aquela classificada como "trading company". que estiver inscrita como tal. 19.942/97) XIII . (Dec. qualquer que seja a causa. (Dec.as referidas Secretarias. (Dec. observar-se-á: (Dec. denominação alterada para Ministério do Desenvolvimento. em especial a Portaria nº 280. do Ministério do Desenvolvimento.b) após decorrido o prazo de 90 (noventa) dias. exigindo os referidos depositários. 21.110/98) c) em razão da perda da mercadoria. designar funcionários para exercerem atividades de interesse da Unidade da Federação junto às repartições da outra.942/97) X . aquela que estiver inscrita como tal no Cadastro de Exportadores e Importadores da Secretaria de Comércio Exterior . 19. 19. (Dec. relativamente a operações de comércio exterior. ainda.942/97) IX . 25. no Cadastro de Exportadores e Importadores da Secretaria de Comércio Exterior . por igual período.

(Dec.RE do Siscomex .2. 30.894/2009 .atualizado até 30 junho 2011 .EFEITOS A PARTIR DE 01/09/2009) a) comprovantes de exportação.894/2009 . situado no exterior. do Registro de Exportação Simplificado . 33. demais obrigações definidas na legislação.DSE. no campo natureza da operação: "Operação de exportação direta". (Dec.(Dec. (Dec.978/2007) 3. fornecidos pelo Sistema Integrado de Comércio Exterior Siscomex. 30. fazendo constar do documento: (Dec. realizadas no mercado interno com pagamento em moeda estrangeira. bem como o número. bem como das Notas Fiscais respectivas. a não-residentes no País. 30. concernentes ao mês-base. no campo do CFOP: o código 7.876/91 .EFEITOS A PARTIR DE 01/09/2009) Decreto nº 14.978/2007) § 17.RE do Siscomex . 33. obrigatoriamente. 30. (Dec. sob condição resolutória da respectiva cobrança do ICMS com os acréscimos legais cabíveis: (Dec. conforme o caso. 30. quando solicitado: (Dec.Sistema Integrado do Comércio Exterior. conforme o caso.894/2009 . (Dec.RES ou da Declaração Simplificada de Exportação .978/2007) 1. (Dec.978/2007) 2. 30. fazendo constar do documento: (Dec.978/2007) 3.978/2007) 3. a partir de 01 de setembro de 2009. (Dec.978/2007) 3.978/2007) 3. o regime aduaneiro utilizado e o valor das operações em moeda estrangeira realizadas no mês-base. 30. (Dec. (Dec. 33. 33.978/2007) c) uma cópia da Nota Fiscal prevista na alínea "a" deverá acompanhar o trânsito da mercadoria até a transposição da fronteira do território nacional.978/2007) 2.978/2007) (24) a) por ocasião da exportação da mercadoria.978/2007) b) por ocasião do transporte. situado no exterior. 33. 30. no campo do CFOP: o código 7.2. metais preciosos.EFEITOS A PARTIR DE 01/09/2009) I –comprovação da saída efetiva das mercadorias do território nacional no prazo de 180 (cento e oitenta) dias. observado o cumprimento dos seguintes requisitos.102. será observado o seguinte (Convênio ICMS 59/2007): (Dec.(Dec. o número do Registro de Exportação . considera-se exportação as operações de vendas de pedras preciosas e semipreciosas. quando se tratar de exportação direta em que o adquirente da mercadoria. 30. (Dec. situada em país diverso daquele do referido adquirente.Outras Saídas de Mercadorias NãoEspecificadas.978/2007) 3. o estabelecimento exportador deverá emitir Nota Fiscal em nome da empresa situada em país diverso daquele do adquirente. (Dec. dele constando.894/2009 . Para efeito do disposto no inciso II do "caput". contendo a relação dos Registros de Exportação .XVI – a partir de 12 de julho de 2007. no campo "Informações Complementares":(Dec.Sistema Integrado do Comércio Exterior.894/2009 . no campo "Informações Complementares":(Dec. no campo natureza da operação: "Remessa por conta e ordem". 33. suas obras e artefatos de joalheria. o estabelecimento exportador deverá emitir Nota Fiscal em nome do adquirente.949 .RE ou. Indústria e Comércio Exterior. 30.EFEITOS A PARTIR DE 01/09/2009) III –manutenção dos seguintes documentos para exibição à fiscalização.894/2009 EFEITOS A PARTIR DE 01/09/2009) II –efetivação do cadastro da pessoa jurídica alienante no Registro de Exportadores e Importadores – REI da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento.1. 30.1. determinar que a referida mercadoria seja remetida diretamente para outra empresa.101 ou 7. o número do Registro de Exportação . 30. 30. demais obrigações definidas na legislação.EFEITOS A PARTIR DE 01/09/2009) b) resumo dos Extratos de Declaração de Despacho Aduaneiro. contados da data da correspondente alienação. 30.978/2007) 1. a série e a data da Nota Fiscal citada na alínea "a".876/91 DECRETO 14.

EFEITOS A PARTIR DE 01/09/2009) d) cópia do passaporte dos adquirentes das mercadorias. 33.c) relação das Notas Fiscais emitidas no mês-base.876/91 .atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. quando for o caso. 33.894/2009 . especificando os valores expressos em moeda nacional e estrangeira e os números dos Registros de Exportação concernentes às Notas Fiscais relacionadas. com o respectivo visto.894/2009 . (Dec.876/91 DECRETO 14.EFEITOS A PARTIR DE 01/09/2009) Decreto nº 14.

pelos estabelecimentos referidos nas alíneas do inciso anterior. VI . osso ou sangue. a cargo do remetente. esteja registrada no órgão competente do Ministério da Agricultura e o número do registro seja indicado no documento fiscal. bem como as saídas. nas operações internas e interestaduais. as saídas promovidas entre si. fosfato de amônia. d) quaisquer estabelecimentos com fim exclusivamente de armazenagem. 2. V . b) adubos simples ou compostos e fertilizantes. as saídas de máquinas. de mamona e de farelo estabilizado de arroz. fertilizantes e fosfato bicálcio destinado à alimentação animal. 8º As isenções do imposto com relação às operações e prestações serão definidas em convênio homologado conforme o disposto em legislação específica. carne. d) milho e sorgo. IV . nas operações interestaduais.até 30 de abril de 1989. 15. de mercadoria adquirida de terceiro e destinada às construções. III . de linhaça. c) destinados exclusivamente ao uso na pecuária e avicultura: rações para animais. sendo: (Dec. de babaçu. fungicidas. aparelhos e equipamentos. sendo. real ou simbólico. Art. c) farelo de casca e de semente de uva. 9º A partir de 01 de março de 1989 ou das datas expressamente indicadas neste artigo. as saídas dos seguintes produtos: a) destinados exclusivamente ao uso na pecuária. nas operações interestaduais. ostra. quando destinados à fabricação de ração ou alimentação animal. de algodão. fosfato natural bruto e enxofre dos estabelecimentos fabricantes ou importadores para: a) estabelecimento onde sejam industrializados adubos. concentrados e suplementos fabricados por indústria de ração animal. ácido sulfúrico.atualizado até 30 junho 2011 . obras hidráulicas e outras obras semelhantes. simples ou compostos.CAPÍTULO III Da Isenção Art. de estabelecimento de empreiteiro de construção civil. até 30 de abril de 1989. ácido fosfórico.530/92) DECRETO 14. ácido nítrico. c) qualquer estabelecimento do mesmo titular daquele onde se tiver processado a industrialização. de milho. haja o respectivo rótulo ou etiqueta identificando o produto.até 30 de abril de 1989. assim entendido o produto obtido através do processo de extração do óleo contido no farelo de arroz integral por meio de solvente. as saídas de amônia.até 30 de abril de 1989. herbicidas. II . da mercadoria remetida para fim de armazenagem. nas operações interestaduais.as saídas. de amendoim. a título de retorno. com participação de indústria do País. obras ou serviços referidos. avicultura e agricultura: inseticidas. até 30 de abril de 1989. b) estabelecimento produtor agrícola. até 30 de abril de 1989. nitrato de amônia e de suas soluções.até 30 de junho de 1991. b) farelo e torta de soja. sarnicidas e vacinas contra febre aftosa. de concentrado ou de suplemento. formicidas. são isentas do imposto: (Dec. 23. de trigo. bem como de suas peças e partes destinadas ao mercado interno e produzidas em estabelecimento industrial como resultado de concorrência internacional. na hipótese do inciso anterior. estas quando tenham por origem ou destino os Estados das Regiões Norte e Nordeste: a) farinhas de peixe. sendo. inclusive serviços auxiliares ou complementares. sendo.876/91 . desde que: 1.as saídas dos seguintes produtos. contra pagamento com recursos oriundos de divisas conversíveis provenientes de financiamento a longo prazo de instituições financeiras internacionais ou entidades governamentais estrangeiras.940/2002) I .

(Dec. a partir de 09.2002. 21. 15.04. e seus derivados: (Dec. a partir de 01.12.739/99) (Dec. (Dec. dos Estados. as saídas internas e interestaduais.739/99) 2.UBS. as saídas dos seguintes produtos: a) sementes certificadas ou fiscalizadas. 121/95 e 23/98). apenas de bovino. de 19 de dezembro de 1977. bem como as importadas. caprino.739/99) 3. 124/93. 2. (Dec. b) semente não limpa ou não beneficiada.2002. XII .876/91 DECRETO 14. a partir de 17 de agosto de 1999. cumpridas as exigências do Ministério da Agricultura. ainda que triturada.1. atendidas as disposições da Lei Federal nº 6. as operações de importação dos seguintes produtos Decreto nº 14. nas operações interestaduais.813/92) b) nas operações interestaduais realizadas no período de 24 de abril de 1992 a 30 de abril de 1999 (Convênios ICMS 03/92. de bovino. bovino. 15.421/91) XIII . 21.267/2002) (Dec.677/98) VIII . (Dec. a partir de 01. 15. bem como as importadas.91.507.421/91) a) até 31 de dezembro de 1989. a partir de 17 de agosto de 1999.04.no período de 01 de janeiro de 1990 a 31 de julho de 1991. bovino. 16. até 31 de maio de 1989. 15. destinadas à semeadura. b) semente não limpa ou não beneficiada. as saídas internas e. localizada em outra Unidade da Federação. ovino ou suíno (Convênio ICMS 27/2002).as operações internas e interestaduais com: (Dec.013/91).UBS. do Distrito Federal ou dos Territórios que mantiverem convênio com aquele Ministério. do Distrito Federal ou dos Territórios que mantiverem convênio com aquele Ministério. (Dec. de caprino ou de ovino.12. b) embrião: (Dec.530/92) VII . até 28 de fevereiro de 1989. 15. excetuadas as mudas de plantas ornamentais.813/92) a) nas operações internas. 21. 15.771. (Dec. as saídas de batatasemente. ou de outros órgãos e entidades da Administração Federal ou dos Estados.530/92) 2. caprino e ovino.267/2002) IX . (Dec. desde que venha a ser identificada como semente a que se refere a alínea anterior. 15.as saídas de algaroba. caprino. X . apenas bovino. ovino ou suíno (Convênio ICMS 27/2002). nas operações internas. do campo de produção com destino à Unidade de Beneficiamento de Semente . (Dec. 20. destinadas à semeadura e plantio. no período de 16 de julho de 1992 a 16 de agosto de 1999. 21. 21.até 30 de abril de 1989.até 31. desde que venha a ser identificada como semente a que se refere a alínea anterior. desde que produzidas sob controle de entidade certificadora ou fiscalizadora.as saídas de mudas de plantas: (Dec.92.739/99) 1.876/91 . 15. de bovino.a partir de 01 de novembro de 1990.739/99) 3.417/93) a) sêmen resfriado ou congelado (Convênios ICMS 70/92 e 36/99): (Dec.421/91) b) a partir de 17 de outubro de 1991. (Dec. de 07 de junho de 1978. (Dec. 21.atualizado até 30 junho 2011 . regulamentada pelo Decreto nº 81. do campo de produção com destino à Unidade de Beneficiamento de Sementes . XI . até 16 de agosto de 1999. desde que produzidas sob o controle de entidade certificadora ou fiscalizadora. a partir de 09. 24.01. e as exigências estabelecidas pelos órgãos do Ministério da Agricultura ou por outros órgãos e entidades da Administração Federal. as saídas internas dos seguintes produtos: a) sementes e mudas de plantas certificadas ou fiscalizadas. (Dec. 24.2002.739/99) 1. nas operações internas.

maçã. quando destinado diretamente a consumidor final. de caroá. (Dec. agrião. as saídas interestaduais de caju "in natura". cambuquira. moranga.atualizado até 30 junho 2011 . palmito. alface.hortifrutícolas em estado natural. ervilha. d) erva-cidreira. chicória.097/97) (Dec. salsa. 20.096/97) b) até 31 de março de 1994 e a partir de 01 de abril de 1994. anis. 15. congelados ou simplesmente resfriados. nas saídas interestaduais de ovos. repolho chinês. pepino. macaxeira. milho verde. 15. XVIII .as saídas de pintos de um dia: (Dec. araruta. 29. 01 de novembro de 1997. (Dec. tampala. mostarda. excetuando-se deste benefício. gobo. inhame. (Dec. nas saídas internas de ovos.até 31 de maio de 1989. i) quiabo.as operações com os seguintes produtos. b) batata-doce. raiz-forte. ruibarbo. bertalha. couve. erva-doce.até 4 de outubro de 1990. frangos e produtos resultantes de sua matança: (Dec. aspargo. tomilho. e) folhas usadas na alimentação humana. desde que promovidas por produtor.096/97) c) nas saídas internas de aves e produtos resultantes de sua matança. jiló. catalonha. 25. espinafre.2003) (Dec. cardo.24. observado o disposto nos arts. alfavaca. 20. nabiça. rami. 20. coentro. beterraba. 17/93 e 124/93): (Dec. cenoura.2003) (Dec. 29. hortelã. nas saídas internas e interestaduais. camomila. observado o disposto nos §§ 12. couve-flor. cebolinha.2003) 1. escarola.558/92) (Dec. cogumelo. nos respectivos períodos. pimenta. g) mandioca. 618 a 622.097/97) c) cacateira. aves e produtos resultantes de sua matança. noz. broto de bambu.ALADI.até 4 de outubro de 1990. uácima. alcachofra. abobrinha.876/91 DECRETO 14.09. cará. pêra. almeirão. berinjela. (Dec.930/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29. j) taioba. azedim.876/91 . malva.096/97) a) até 30 de junho de 1992. exclusive tomate. avelã. 78/91 e 124/93): (Dec. (1) XIV .09. pimentão. erva-de-santa-maria.558/92) b) no período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 1992. manjericão. maxixe. broto de feijão e broto de samambaia. aipo. observado o disposto no § 12 (Convênios ICM 44/75 e ICMS 68/90. aneto. segurelha. alecrim. 20. embalado e acondicionado. a partir de 25 de maio de 1993.930 /2003– EFEITOS A PARTIR DE 2. 20. f) gengibre.930/2003 – EFEITOS A PARTIR DE XVII . cominho. salsão. h) nabo.097/97) 1. alfazema. funcho. 20. castanha.558/92) a) até 31 de dezembro de 1991. 15. rúcula. frutas frescas nacionais ou provenientes dos países-membros da Associação Latino-Americana de Integração . repolho. vagem.950/2002) a) abóbora. em estado natural. Decreto nº 14. manjerona. 29 de setembro de 2003. até 24 de maio de 1993. quando congelados. losna. broto de vegetais. 61 e 62 (Convênios ICM 44/75 e ICMS 68/90. amêndoa. 2. rabanete.09. 25. brócolis e: (Dec. quando em estado natural. para dentro do Estado. nas saídas internas. congelados ou simplesmente resfriados. quando resfriados. as saídas de peixe fresco. XV . XVI . arruda. as saídas. acelga. chuchu. 25. aipim. kenaf e respectivas fibras. a partir das datas respectivamente indicadas. endívia.

615/2010) a) até 31 de dezembro de 1997. desde que esteja este acompanhado do respectivo Certificado de Registro. 17. de livro aberto de vacuns.as saídas de reprodutor ou matriz de animal vacum.615/2010) XXI . 21/2002.046/93) c) a partir de 15 de outubro de 1998. 106/2007. 71/2008. eviscerado. 48/2007.813/95) c) quando se tratar de leite de cabra: (Dec. apenas nas operações internas. nas condições da alínea anterior e seu item 2. seco. 10/2004. no período de 25 de outubro de 2000 a 31 de dezembro de 2012: as saídas para os Estados de Alagoas. 76/2007. 138/2008.876/91 DECRETO 14. postejado ou defumado para conservação.813/95) a) nas operações com leite fresco destinado a consumo final. 48/2007. dispensada a respectiva Nota Fiscal para acobertar o trânsito do mencionado gado. 148/92.95: além da hipótese contida na alínea anterior. observado o disposto no § 14. 23. Maranhão. 71/2008. 53/2008. definitivo ou provisório. 48/2003.926/2005) a) até 09 de novembro de 1993.122/96) b) no período de 01 de outubro de 1991 a 31 de dezembro de 1998. 86/98 e 74/2004): (Dec. 18.813/95) 1. 48/97. a partir de 01 de fevereiro de 1993.as seguintes operações com rapadura (Convênios ICMS 74/90. 53/2008. 76/2007. (Dec. 124/2007. 20.876/91 . 119/2009 e 01/2010). (Dec. (Dec.109/98) Decreto nº 14. Minas Gerais. esterilizado ou reidratado. 117/2007. sendo o produto pasteurizado ou não ou reidratado. 138/2008. ficando convalidadas as operações realizadas nestas condições no período de 01 de maio a 12 de junho de 2003 (Convênios ICMS 48/2003. em estado natural. 21. 10/2004. 18. 138/2008.as operações internas com pescado. 124/2007. 117/2007. 60/91. 22/95. (Dec. observado o disposto no § 14. 69/2009. a partir de 01. 18. Paraíba.330/98) b) nos períodos de 01 de janeiro de 1998 a 30 de abril de 2003 e de 13 de junho de 2003 a 31 de dezembro de 2012. (Dec. 106/2007. 27.120/98) XX . as saídas para dentro do Estado. 30/2003. resfriado. 124/2007. 124/93. observando-se: (Dec. quando destinados a produtor agropecuário. 19. 121/95 e 23/98): (Dec. 69/2009. quando destinada diretamente a consumidor final. 10/2001. 148/2007.813/95) 2. (Dec. 10/2004. 106/2007. Bahia. bem como as interestaduais com destino aos Estados das Regiões Norte e Nordeste. 17. desde que possuam registro genealógico oficial (Convênios ICM 35/77 e 9/78 e ICMS 78/91.as saídas de leite nas seguintes hipóteses: (Dec. a partir de 19 de outubro de 2004. 18. quando destinados a estabelecimento agropecuário devidamente registrado nos cadastros de contribuintes dos Estados. 69/2009. desde que não enlatado ou cozido (Convênios ICM 26/89 e ICMS 25/89. 119/2009 e 01/2010).XIX . 148/2007. nas operações internas (Convênios ICM 56/86 e ICMS 25/95). 34. puros de origem ou por cruza ou. congelado.10. sendo o produto pasteurizado ou não.049/98) a) até 30 de setembro de 1991. (Dec. Piauí. as saídas internas. internas e interestaduais. filetado. 119/2009 e 01/2010): (Dec. 48/2007. (Dec. (Dec.940/2002) 1. 34. suíno ou bufalino. ovino. bem como para os Estados das Regiões Norte e Nordeste. 95/90. Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte (Convênios ICMS 63/2000.940/2002) 2. até 31 de janeiro de 1993. quando destinados a produtor agropecuário. 53/2008.615/2010) Vejamais XXII . 18.atualizado até 30 junho 2011 . 20/97. 23/98. 124/93. 23. Espírito Santo. 71/2008. estas quando o produto for engarrafado ou envasado em embalagem inviolável. (Dec. 78/91 e 124/93): (Dec. 148/2007. 34. excluído o leite esterilizado ou tipo longa vida. observando-se (Convênios ICM 07/77 e ICMS 43/90. 21. 21. (Dec. 76/2007.813/95) b) a partir de 19 de julho de 1993. 67/97. Ceará.046/93) b) a partir de 10 de novembro de 1993. 117/2007. 05/99. 117/89. 121/97.

99. que estejam relacionados para gozar de crédito relativo ao IPI. sem utilização do trabalho assalariado. assinado pelo autor e não reproduzido em série: (Dec.326/95) XXXI – relativamente às operações com obra de arte. 36. XXX . as saídas de tratores classificados nos códigos 87.01. (Dec. autopropelida. fica dispensada a respectiva Nota Fiscal para acobertar o trânsito do mencionado gado. as saídas de máquinas e implementos agrícolas produzidos no País. equipamentos industriais de produção nacional.09. (Dec. 148/92 e 151/94). (Dec.00.013/91) XXV . 35. sem utilização de trabalho assalariado (Convênios ICM 32/75 e ICMS 40/90.310/2010) a) REVOGADA (Dec.310/2010) Decreto nº 14. aparelhos e equipamentos produzidos pelos estabelecimentos fabricantes e adquiridos exclusivamente com recursos provenientes de divisas conversíveis doadas por organismos ou entidades internacionais ou estrangeiras ou governos estrangeiros para o programa de combate às drogas de abuso. 103/90. 21. 26. classificada no código 84. V (Convênios ICMS 59/91. na importação de obra recebida em doação realizada pelo próprio autor ou adquirida com recursos da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura (Convênio ICMS 56/2010). desde que este esteja acompanhado do respectivo Certificado de Registro. 15. b) partes e peças que não estejam citadas nominalmente no referido Anexo. (Dec. nos termos da Lei Complementar nº 53. todos da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias NBM/SH. as saídas de veículos automotores nacionais que se destinarem a uso exclusivo de paraplégicos ou de pessoas portadoras de defeitos físicos.até 31 de março de 1989.a partir de 4 de outubro de 1990.até 31 de julho de 1991.109/98) 2. XXVIII .424/94) XXVII .310/2010) c) a partir de 1º de agosto de 2010. 15. desde que aprovado pelo Conselho Federal de Entorpecentes (Convênios ICM 10/87 e ICMS 148/92 e 124/93): (Dec. as saídas de automóveis de passageiros destinados a motoristas profissionais. conforme relação constante do Anexo 3.1. (Dec.626/2006) XXIX . XXVI . (Dec. a partir de 28 de abril de 2004.00 a 87. 35. de 19 de dezembro de 1986. nos termos dos arts. 21.310/2010) b) a partir de 1º de outubro de 1991. 18.013/91) a) máquinas e aparelhos de uso doméstico. 17. (Dec.01.109/98) 3.01. 29. como tal considerado o objeto resultante de processo artesanal. a critério da repartição fazendária.até 31 de julho de 1991.424/94) a) até 31 de dezembro de 1993. 80/91 e 151/94). aparelhos. (Dec. quando confeccionado na residência do artesão.808/2004) XXIII . os quais fiquem impossibilitados de utilizar os modelos comuns. (Dec. máquinas. as saídas de produto típico de artesanato regional. conforme relação constante do Anexo 2. sendo admitido outro tipo de comprovante. nas saídas efetuadas pelo autor.as saídas de produto confeccionado em casa residencial.424/94) b) no período de 01 de janeiro de 1994 a 31 de dezembro de 1995.até 31 de julho de 1991. observado o disposto no art.22. (Dec. 15. 35.atualizado até 30 junho 2011 .02. o benefício também se aplica ao animal que ainda não tenha atingido a maturidade para reproduzir (Convênio ICMS 12/2004). 17. (Dec. 35. a condição de produtor agropecuário deverá ser comprovada através da inscrição no Cadastro Geral de Contribuintes do Ministério da Fazenda ou no Cadastro do Imposto Territorial Rural.as saídas de veículos. por encomenda direta do consumidor ou usuário. 555 a 565.876/91 DECRETO 14.até 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de janeiro de 1995. definitivo ou provisório. as saídas de máquinas.876/91 . excluídas em qualquer hipótese: (Dec.013/91) XXIV . 17. bem como de máquina apanhadora e carregadora de cana.

14 do Código Tributário Nacional (Convênios ICM 26/75 e ICMS 80/91 e 151/94). 50/2010 e 171/2010): (Dec. vigente no mencionado ano anterior. registrada e comercializada. correspondentes à embalagem original. 20. da qual se fez a amostra. 20. 35. (Dec. que deverão ter a quantidade de 100% (cem por cento) do conteúdo da apresentação original registrada na referida Agência. a entidades governamentais ou às entidades assistenciais reconhecidas de utilidade pública que atendam aos requisitos do art. 20.222/2010) a) a partir de 1º de janeiro de 1995. pelo valor vigente no mês de janeiro do mencionado ano anterior. com exceção dos antibióticos. os percentuais a seguir indicados da quantidade de peso. 80/91.312/2011) b) na embalagem.371/2010) d) no rótulo e no envoltório. e dos anticoncepcionais e medicamentos de uso contínuo.as saídas de amostra grátis. (Dec. (Dec.312/2011) XXXIV . desde que contenha a indicação. na hipótese de antibióticos. 47/89 e ICMS 52/90. (Dec.262/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.312/2011) c) o número de registro com 13 (treze) dígitos. as expressões “AMOSTRA GRÁTIS” e. as demais indicações de caráter geral ou especial exigidas ou estabelecidas pelo órgão competente do Ministério da Saúde.222/2010) Decreto nº 14. 35. na hipótese de saída de medicamento. (Dec.222/2010) b) no período de 23 de junho a 30 de setembro de 2010. a partir de 1º de março de 2011. 100% (cem por cento). (Dec. a título de distribuição gratuita. na hipótese de anticoncepcionais. V: (Dec. também se aplica na hipótese de vítimas de situação de emergência. 35. 50% (cinquenta por cento). sem distribuição de qualquer parcela a título de lucro ou participação e cujas vendas. 36.XXXII . de forma clara e não-removível. 124/93 e 121/95): (Dec. (Dec. 35.as saídas de mercadorias de produção própria.600 (quatro mil e seiscentas) UFIRs.312/2011) 1. será considerada amostra grátis a que contiver (Convênios ICMS 29/90.98) b) a partir de 01 de janeiro de 1998.262/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. inclusive o retorno da referida mercadoria ao estabelecimento de onde tenha saído. não tenham ultrapassado o equivalente (Convênios ICM 38/82. na hipótese de o referido limite não estar expresso em moeda corrente. da expressão “distribuição gratuita”.atualizado até 30 junho 2011 .222/2010) c) o disposto na alínea . a partir de 23 de abril de 2010. “VENDA PROIBIDA”. convertido pelo valor de janeiro do mesmo ano. 35. promovidas por instituição de assistência social ou de educação. 50% (cinquenta por cento) do conteúdo da apresentação original registrada na Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA. 47. volume líquido ou unidades farmacotécnicas da apresentação registrada na ANVISA e comercializada pela empresa: (Dec. declarada por ato expresso da autoridade competente. 36. de diminuto ou nenhum valor comercial. 56/85. 35.876/91 DECRETO 14. em caracteres bem visíveis. ao valor previsto na legislação como limite máximo de receita bruta para o contribuinte inscrever-se no CACEPE na condição de microempresa.b. no ano anterior.98) XXXIII .01. (Dec. (Dec.312/2011) a) no período de 23 de abril de 2010 a 28 de fevereiro de 2011. 36.312/2011) 2. nos demais casos. sem finalidade lucrativa. quantidade suficiente para o tratamento de um paciente. (Dec. observando-se que.98) a) até 31 de dezembro de 1997.371/2010) e) a partir de 1º de março de 2011.as saídas de mercadoria em decorrência de doação para assistência às vítimas de calamidade pública. cujas rendas líquidas sejam integralmente aplicadas na manutenção de suas finalidades assistenciais ou educacionais no País. a entidades assistenciais sem fins lucrativos. ao quantitativo de 4.262/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.876/91 . (Dec. observado o disposto no § 67 e no art. espécie e utilização. 36.312/2011) f) a partir de 1º de março de 2011. que deverão ter a quantidade suficiente para o tratamento de um paciente. 36. em quantidade necessária para dar a conhecer sua natureza. 36. (Dec. declarada por ato expresso da autoridade competente. 36.

91.326/95) XXXVII . 18.Mistura Enriquecida para Sopa. Bom Jardim. efetuada pela própria LBA ou por terceiros em seu nome. 44/90. Nova Friburgo. 16. 43/87 e 59/87.558/92) b) a partir de 01.558/92) b) a partir de 01.EFEITOS A PARTIR DO DIA 01.LBA. em retorno ao estabelecimento remetente ou a outro do mesmo titular ou depósito em seu nome. (Convênio ICMS 148/92).326/95) b) recreativas e esportivas de qualquer porte.atualizado até 30 junho 2011 . 80/91.as saídas de vasilhame. 18. desde que retornem ao estabelecimento remetente ou a outro do mesmo titular: (Dec. 15. produzidos no Estado de São Paulo. as saídas de produtos farmacêuticos realizadas entre órgãos ou entidades. (Dec. inclusive sacaria.876/91 .até 31 de julho de 1989. as saídas. 36. 19.92. 19.558/92) XLII . Sumidouro.até 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de janeiro de 1995. direta ou indireta. 148/92.até 31 de dezembro de 1996 e a partir de 01 de janeiro de 1997. e a comercialização subseqüente desses cartões.até 31 de dezembro de 1993. a aplicação de peças. (Dec.326/95) c) classificadas sob a posição 8905. inclusive sacaria. excetuando-se aquelas (Convênios ICM 33/77.0000 da NBM/SH. (Dec. quando promovidas por empresa existente em 28 de fevereiro de 1967. partes e componentes utilizados no reparo. 15. observado o disposto no § 56: (Dec.GEIN.841/97) XXXVIII . quando não cobrados do destinatário ou não computados no valor das mercadorias que acondicionam. 80/91. 18. conserto e reconstrução de embarcações de que trata o inciso anterior (Convênios ICM 33/77. Estadual ou Municipal.01. (Dec.876/91 DECRETO 14.12. (Dec. 15. 15. salvo as de madeira utilizadas na pesca artesanal.558/92) XLIII . as saídas de embarcações construídas no País. dos seguintes produtos (Convênios ICM 34/77 e 37/77 e ICMS 80/91 e 151/94): (Dec. realizadas pela Fundação Legião Brasileira de Assistência Social . 43/87 e 59/87. cuja instalação tenha sido implantada por projeto aprovado pelo extinto Grupo Executivo da Indústria Naval . 148/92. recipiente e embalagem.326/95) a) SOO3 .01. da Administração Pública Federal. por preço não superior ao custo do produto (Convênios ICM 40/75 e ICMS 41/90.Mistura Láctea Enriquecida com Minerais e Vitaminas.as saídas de vasilhame.10. bem como destes órgãos ou entidades para consumidor final.326/95) XXXVI .12.464/2011) XXXV .558/92) a) até 31. sob encomenda da LBA.até 31 de dezembro de 1996 e a partir de 01 de janeiro de 1997. 15. c) MO 2 .841/97) a) que tenham menos de 3 (três) toneladas brutas de registro. (Dec. 151/94 e 102/96). internas e interestaduais. absorvido posteriormente pela Comissão de Marinha Mercante.445/93 . 18. as saídas de cartões de Natal e respectivos envelopes. 151/94 e 102/96): (Dec. inclusive fundações. o disposto neste inciso também se aplica às doações destinadas às vítimas das calamidades climáticas ocorridas nos Municípios de Areal.as saídas de impressos personalizados promovidas por estabelecimento gráfico com destino a usuário final.d) no período de 16 de fevereiro a 31 de julho de 2011.91. São José do Rio Preto e Teresópolis. XXXIX . 15. (Dec.93) XLI . XL .Mistura Láctea Enriquecida para Mamadeira. recipiente e embalagem.01. Decreto nº 14. localizados no Estado do Rio de Janeiro (Convênios ICMS 2/2011 e 5/2011). 18.558/92) a) até 31. e ICMS 18/89. (Dec. b) GH 3 . (Dec. que se incluem no benefício qualquer que seja a sua tonelagem. (Dec.92. Petrópolis. 80/91 e 151/94). e ICMS 18/89.até 31 de dezembro de 1997. as saídas de indústria de construção e reparos navais. 44/90. (Dec.

15. de 26 de abril de 2002. nos limites das quantidades constantes dos projetos aprovados pelo órgão governamental próprio. XLVII . as saídas de mercadoria e prestações de serviço de transporte e comunicação realizadas por microempresa. 67.06. observados os requisitos e condições mencionados no art.2. até a faixa de consumo de 30 KWh/mês (trinta quilowatts-hora por mês).151/94 e 136/2004): (Dec.724/2006) 2. para consumo em estabelecimento de produtor rural. (Dec. desde que. até 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de janeiro de 1995. e. 47. 100/90. 29.246/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. a partir de 01 de junho de 2007. 34.2. de 21 de agosto de 1974. 30. de 20 de janeiro de 2010: (Dec. nos termos do art.Lei Federal nº 37.2001) 2. quando promovidas pelo respectivo importador. 27. nos termos da Lei Federal nº 10. a partir de 1º de novembro de 2010. 20.até 31 de maio de 1989. os seguintes requisitos: (Dec. (Dec. independentemente da faixa de consumo. 35. 18.1.724/2006) 2. do Conselho de Política Aduaneira.246/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. 23.326/95) XLVIII . de 24 de setembro de 1974. com a nova redação dada pelo art. (Dec. mediante redução no valor da operação. nos termos da Lei Federal nº 12. 23.404/2007) 2. 80/91 e 151/94): (Dec. dispensado o estorno de crédito previsto no art.as saídas de estabelecimento de concessionária de serviços públicos de energia elétrica (Convênios AE-5/72 e ICMS 33/90. o fornecimento rural de energia elétrica.530/92) XLV . 80/91. 15.até 31 de dezembro de 1994. repartição consular. quando gerada por outras fontes: (Dec. 1º da Resolução nº 2249.2001) 1. desde que preencham. nas seguintes hipóteses (Convênios ICMS 20/89. cumulativamente.876/91 . II.06. quando gerada por fonte termoelétrica. a partir de 09 de outubro de 2006. d) a partir de 01 de janeiro de 1992. de bem destinado à utilização por outra empresa concessionária dos mesmos serviços públicos de energia elétrica. 29. clubes e outras propriedades destinadas ao lazer. 27. XXVII (Convênios ICMS 76/91 e 08/98).558/92) a) a aquisição se efetue em substituição ao direito de importar mercadorias com a isenção prevista no art. de 18 de novembro de 1966. nos termos do art. até a faixa de consumo de 50 KWh/mês (cinqüenta quilowatts-hora por mês).relativamente ao fornecimento de energia elétrica: a) para consumo residencial.404/2007) b) até 31 de dezembro de 1989. 30.XLIV . 1º da Resolução nº 2215.2.atualizado até 30 junho 2011 .818/2005) b) até 31 de dezembro de 1994. com destino a empresa que tenha obtido isenção do Imposto de Importação do mesmo produto.677/98) Decreto nº 14. c) energia produzida para consumo próprio e uso exclusivo. 15 do Decreto . até 31 de dezembro de 1994 e no período de 01 de janeiro de 1995 a 31 de maio de 2001. até 31 de outubro de 2010. as saídas decorrentes de compra realizada por missão diplomática. (Dec.438.212. representação de órgão internacional e seus integrantes.2.as saídas de produto siderúrgico importado para complementar a produção nacional. desde que os mesmos bens ou outros de natureza idêntica devam retornar ao estabelecimento da empresa remetente. § 2º. a empresa fornecedora repasse este benefício ao consumidor. quando se tratar de consumidor residencial de baixa renda. de bem destinado à utilização em suas próprias instalações ou guarda em outro estabelecimento da mesma empresa. a partir de 14 de abril de 1998.876/91 DECRETO 14.1.818/2005) a) até 31 de dezembro de 1994 e no período de 01 de janeiro de 1995 a 17 de abril de 2005. até a faixa de consumo de 100 kwh/mês.788/2010) 2. (Dec. excluídas as granjas. (Dec. b) a saída esteja isenta de IPI. XLVI .

80/91. h) até 30 de abril de 1989. do Decreto nº 18. (34. as saídas de óleo diesel utilizado por embarcação de pesca exportadora de pescado. 151/94. 138/2008. 69/2009. g) até 30 de abril de 1989. como operação de entrada.876/91 . derivado do petróleo. 23/98. por varejistas e pela Petrobrás S. independentemente do nível de consumo e do destinatário (Convênios ICMS 98/89. autorizado pelo Departamento Nacional de Combustível . 07/91. para consumo no Distrito Estadual de Fernando de Noronha. 10/2001. c) até 30 de abril de 1989. (Dec. mediante a redução do valor da operação. 23. 80/91. que operam na navegação de cabotagem. as saídas de energia elétrica fornecida por sistema gerador constituído de usina termoelétrica. i) até 31 de dezembro de 2012.629/2010) j) saídas de combustível e lubrificante utilizados por embarcações nacionais ou afretadas com as prerrogativas de bandeira brasileira. os óleos lubrificantes refinados.e) no período de 01 de maio de 1996 a 23 de outubro de 2005. 76/95.atualizado até 30 junho 2011 . 71/2008. 148/2007. 18. fluvial e lacustre. o fornecimento de água natural por meio de serviço público de captação. as saídas de óleo diesel para concessionárias de geração de energia termoelétrica. 30/2003.99) LI .246/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. de 28 de dezembro de 1994 (Convênios ICMS 03/90. tratamento e distribuição. 18/2005. 28. 121/97. 21. devendo o benefício ser transferido aos beneficiários. o óleo lubrificante básico. emitida pelo destinatário. (Dec. 119/2009 e 01/2010). prestado pela Companhia Pernambucana de Saneamento .294. as saídas de combustíveis e lubrificantes para abastecimento de embarcações e aeronaves nacionais com destino ao exterior (Convênios ICMS 84/90.07.2001) L .A. 53/2008. as saídas de óleo lubrificante usado ou contaminado para estabelecimento rerrefinador ou coletor revendedor. devendo o trânsito das mercadorias até o mencionado estabelecimento ser acompanhado por Nota Fiscal. 15.. (Dec.06. 05/99.660/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. as saídas de óleo diesel e óleos lubrificantes utilizados pelas embarcações de navegação de cabotagem. 23. e) as saídas de combustíveis e lubrificantes adquiridos diretamente pela Itaipu Binacional. mantidas pelo Poder Público Estadual e regidas por normas de Direito Público.COMPESA para os consumidores em geral. b) até 30 de abril de 1989.no período de 31 de dezembro de 1990 até 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de janeiro de 1995.876/91 DECRETO 14.246/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.148/92 e 151/94). III. substituído pela Agência Nacional do Petróleo – ANP. as saídas de álcool carburante promovidas por distribuidores. 124/2007.727/2005) f) a partir de 01 de junho de 2001. d) até 30 de abril de 1989.até 30 de abril de 1989. refinação e filtragem. dispensado o estabelecimento remetente da emissão de documento fiscal e observado o disposto no art.530/92) f) até 30 de abril de 1989.326/95) Decreto nº 14.DNC. no montante correspondente ao imposto dispensado (Convênios ICMS 107/95 e 101/2005). (Dec. modelo 1 ou 1-A. destinado a matéria-prima para produção de óleos brancos. veículos de embaixadas estrangeiras.as seguintes operações e produtos: a) até 30 de abril de 1989. LIII . para seu uso próprio. as saídas de óleo diesel e óleos lubrificantes utilizados pelas embarcações de navegação de longo curso.no período de 01 de março de 1989 a 30 de junho de 1999 e a partir de 01 de julho de 1999. 2º. produzidos a partir de óleos lubrificantes usados através de destilação. nas operações internas destinadas a consumo por órgão da Administração Pública Estadual Direta e suas fundações e autarquias. (Dec. LII . observado o disposto no inciso CLXXXII.2001) XLIX – no período de 01 de junho de 1989 a 31 de maio de 2001. 67/92 e 151/94). registrados no Itamarati.06.

até 30 de abril de 1989.337/96) 2. através de apresentação do "Certificado de Recebimento". b) agremiação estudantil. 18. os serviços interiores de telegrama. quando prestada em localidade servida unicamente por posto de serviço público ou por centrais locais de até 500 terminais. 3º. contendo tal documento. seus motores. comercial ou produtor. no período de 26 de junho de 1996 a 23 de outubro de 2005. 19. instituição de educação ou assistência social. as saídas de substâncias minerais para utilização como matéria-prima na indústria de adubo. quando se tratar de prestação de serviço de comunicação na modalidade de telefonia (Convênio ICMS 107/95). 28. 7o. contados da data da saída.até 31 de dezembro de 1992. no mínimo. 15. os serviços locais de difusão sonora (Convênios ICM 51/89 e ICMS 08/89.527/96) LIX . pedra britada e seixos destinados à construção civil. observado o disposto no art. o fornecimento de refeição por preço inferior ao custo.876/91 . (Dec. d) até 31 de março de 1989. (Dec.até 31 de outubro de 1996. LVII . dentro de 180 (cento e oitenta) dias. devendo o benefício ser transferido aos beneficiários. as chamadas locais originadas de telefones públicos e semipúblicos. conforme o caso. LVI . professores. 19.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. de areia. LXI . V. 93/90. emitido pela mencionada entidade. ou por qualquer outro documento que por ela venha a ser instituído para o mesmo fim.até 30 de abril de 1989.727/2005) 1. desde que a entrega fique efetivamente comprovada. as saídas de calcário destinado a uso exclusivo na agricultura como corretivo de solo. mediante a redução do valor da prestação.até 30 de abril de 1989. 19. data e valor da respectiva Nota Fiscal.até 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de janeiro de 1995. conserto e recondicionamento de aeronaves. fertilizante e defensivos agrícolas ou na agricultura como corretivo de solo. as saídas. b) até 31 de março de 1989. LVIII . realizado por empresa devidamente homologada pelo Centro Técnico Aeroespacial e que se dedique aos trabalhos de lubrificação.840/97) g) nas seguintes hipóteses. a telefonia. diretamente aos empregados. associados. bem como de água mineral e sal de cozinha. (Dec. e) até 31 de março de 1989. 28.558/92) LV . observado o disposto no inciso CLXXXII. a televisão e radiodifusão sonora. referência ao número. no período de 01 de maio a 25 de junho de 1996. alunos ou beneficiários. f) até 31 de dezembro de 1996 e a partir de 01 de janeiro de 1997.727/2005) Decreto nº 14. 151/94 e 102/96). quando o serviço for utilizado por órgão da Administração Pública Estadual Direta e suas autarquias e fundações mantidas pelo Poder Público Estadual e regidas por normas de Direito Público. subseqüentes à primeira operação tributada pelo imposto. peças e componentes. as saídas de mercadorias destinadas a Itaipu Binacional. a saída de bem enquanto objeto de alienação fiduciária em garantia.326/95) a) estabelecimento industrial. no montante correspondente ao imposto dispensado (Convênios ICMS 107/95 e 44/96): (Dec.876/91 DECRETO 14.LIV .relativamente à comunicação: a) até 31 de março de 1989. (Dec. LX . XIII. diretamente a seus empregados.até 30 de abril de 1989. 80/91. os correios e telégrafos. o fornecimento de mercadoria com prestação de serviço de que trata o art. quando se tratar de prestação de serviço de telecomunicação (Convênios ICMS 44/96 e 101/2005). em refeitório próprio de (Convênios ICM 1/75 e ICMS 80/91 e 151/94): (Dec. c) até 31 de dezembro de 1989. 113/89. sindicato e associação de classe de assalariados.

(Dec.LXII – até 31 de agosto de 1999.A.09. do estabelecimento fabricante ou de seus depósitos com destino: a) a empresas comerciais que operem exclusivamente no ramo de exportação. LXVI . d) até 31 de março de 1989.09.676/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.a partir de 14 de novembro de 1989. 80/91 e 151/94). nas operações internas.326/95) b) até 31 de março de 1989. e) a empresas exportadoras. 18. até 30 de abril de 1994: empresa comercial exportadora. as saídas de produto industrializado para fim de exportação.até 31 de julho de 1989.876/91 DECRETO 14. o transporte de produtos hortifrutigranjeiros realizado ou contratado pelo produtor. .108/94) 1.99) a) de bens destinados à utilização em suas próprias instalações ou à guarda em outro estabelecimento da mesma empresa.CFP/CNA.atualizado até 30 junho 2011 .013/91) LXV . obedecidas as normas constantes dos §§ 35 a 43. os serviços de transporte rodoviário de passageiros realizados por veículos registrados na categoria de aluguel (táxi). transporte de gado em pé. a prestação do serviço de transporte aéreo de passageiro.248.TELEBRÁS.527/96) a) empresa comercial: (Dec. 18. (Dec. desde que com características de transporte urbano ou metropolitano (Convênios ICMS 37/89. b) de bens destinados à utilização por outra operadora. de 29 de dezembro de 1972.96): (Dec. b) a armazéns alfandegados e entrepostos aduaneiros. estendendo-se o benefício. 21. relativamente às alíneas “d” e “e”. c) aos entrepostos industriais de que trata o Decreto-Lei Federal nº 37. 19. d) a empresas comerciais exportadoras. as saídas de produto industrializado para fim de exportação.99) LXIII – até 31 de agosto de 1999. LXVIII . industrialização ou beneficiamento. à saída dos produtos primários e semi-elaborados. c) dos bens referidos na alínea anterior. de 18 de novembro de 1966.876/91 . nas operações internas. 21. LXIX . na condição de usuárias finais (Convênios ICM 04/89 e ICMS 126/98). promovidas pelo estabelecimento fabricante ou por suas filiais. 18. em retorno ao estabelecimento de origem. destinados à doação às populações da região Nordeste do País atingidas pela estiagem prolongada. de 20 12.108/94) Decreto nº 14. desde que esses bens ou outros de natureza idêntica devam retornar a estabelecimento da remetente. inclusive da Telecomunicações Brasileiras S.relativamente a transporte: a) até 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de janeiro de 1995.até 30 de abril de 1989. LXIV . LXVII . a partir de 16 de setembro de 1996. localizadas neste Estado. transporte de leite "in natura". as saídas de estabelecimento de operadora de telecomunicação (Convênios ICM 04/89 e ICMS 126/98): (Dec. nas operações internas. com destino a (Convênios ICMS 88/89. administrado pela entidade federal competente . (Dec.a partir de 01 de setembro de 1989.676/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.no período de 01 de outubro de 1990 a 30 de setembro de 1991. (Dec. inclusive "trading company". em decorrência de operação realizada na forma e condições previstas no Decreto-Lei Federal nº 1. 127/93 e 73/94 e Lei no 11. c) até 31 de março de 1989. 15. as prestações de serviço de transporte intermunicipal de passageiros. das zonas de produção diretamente para o primeiro local de comercialização. os serviços de telecomunicação efetuados a partir de equipamentos terminais instalados em dependências de operadora.408. as sucessivas saídas de produtos do estoque regulador do Governo Federal.

b) que o adquirente tenha a sede de seus negócios no exterior. c) até 15 de setembro de 1996. relativamente a produtos industrializados. cogumelo. (Dec. batata-doce. 437.96): (Dec. 19. 17. (Dec. no período de 01 de dezembro de 1994 a 15 de setembro de 1996: empresa comercial exportadora. pagamento direto.2. ameixa.248. no período de 16 de setembro de 1996 a 07 de janeiro de 1997. aportada no País. banana. b) abacate.até 31 de dezembro de 1990.as saídas de açúcar e álcool promovidas por estabelecimento industrial ou cooperativa. d) que o pagamento seja efetuado em moeda estrangeira conversível. de 20.até 15 de setembro de 1996. caqui. outro estabelecimento da mesma empresa. 437. observado o disposto no art. 19. LXXIII . devendo constar do documento. mamão. figo. 18.108/94) 3.106/94) LXXIV . 19. cebola.876/91 .527/96) (Dec. observadas as seguintes condições (Convênios ICM 12/75 e ICMS 124/93): (Dec. pagamento indireto. para estabelecimento industrializador. pimentão. (Dec. nectarina. LXXI . (Dec.424/94) a) que a operação seja efetuada ao amparo de guia de exportação. (Dec. de 29 de novembro de 1972.527/96) b) até 15 de setembro de 1996. 18. as saídas de produto industrializado de origem nacional. como natureza da operação. 19. tangerina. para embarcação ou aeronave de bandeira estrangeira. conforme o disposto no art. podendo destinar-se ao consumo da tripulação ou passageiro. alcachofra.527/96) d) consórcio de exportadores. repolho.atualizado até 30 junho 2011 . qualquer que seja a finalidade do produto a bordo. LXXII .942/97) e) consórcio de fabricantes formado para fim de exportação. (Dec. laranja. manga.106/94) e) pintos de um dia. quiabo. 19. as saídas para o exterior de pescado.CONCEX. mediante fechamento do câmbio em banco devidamente autorizado. 19. morango. na forma das normas estabelecidas pelo Conselho Nacional de Comércio Exterior . observando-se os itens 1 e 2 da alínea anterior. (Dec. 18. salsão.12. d) ovos. berinjela. pomelo. de 01 de maio de 1994 a 30 de novembro de 1994: empresa comercial que opere exclusivamente no comércio exterior ou empresa comercial exportadora enquadrada nas disposições do Decreto-Lei Federal nº 1.876/91 DECRETO 14. limão.942/97) LXX .942/97) 2. inhame. (Dec.942/97) 1.408. armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro.as saídas e os retornos do açúcar e do álcool. 124/93 e 12/94 e Lei nº 11. 2. as saídas para o exterior dos seguintes produtos (Convênios ICMS 67/90. melancia. ao uso ou consumo durável da própria embarcação ou aeronave. observando-se: (Dec. 19. c) flores e planta ornamental. a indicação: "Fornecimento para consumo ou uso de embarcação e aeronave de bandeira estrangeira". Decreto nº 14. c) que haja comprovação do embarque pela autoridade competente. gengibre. através de uma das seguintes formas: 1. melão.até 31 de dezembro de 1993 e a partir de 01 de janeiro de 1994.527/96) a) abóbora. a débito da conta de custeio mantida pelo agente ou representante do armador adquirente do produto. no período de 01 de setembro de 1989 a 07 de janeiro de 1997. pepino. 19. relativamente a produtos primários e semi-elaborados. uvas finas de mesa. vagem.

de matérias-primas. maquinarias.633. LXXVI . 15. de 20. comprovado o atendimento aos requisitos estabelecidos no art. fusionada ou cindida. de 09 de agosto de 1978. equipamentos. peças sobressalentes.408.atualizado até 30 junho 2011 . as saídas de produtos manufaturados de fabricação nacional. quando a mercadoria for importada do exterior. ao ativo fixo de pessoa jurídica. 1º do Decreto-Lei Federal nº 1. que se dediquem à construção de sistemas de produção. incorporada. constante de norma legal vigente.530/92) LXXIX – até 30 de setembro de 2007. desde que em pagamento de capital social subscrito. instalações. 30. observando-se o disposto no inciso IV do art. 15. até 31 de outubro de 1996. as transferências de bens do ativo fixo de um estabelecimento para outro do mesmo contribuinte. 18. nas operações interestaduais. a esse título.527/96) LXXXII . 690 a 696. quando promovidas por fabricantes e destinadas às empresas nacionais exportadoras dos serviços relacionados na forma do art. (Dec. aquelas destinadas a outras Unidades da Federação. LXXVII . nos termos do disposto nos arts.12. de mercadoria estrangeira.154/91) LXXXI .até 15 de setembro de 1996.as transferências de equipamentos. c) a partir de 02 de janeiro de 1995.326/95) Decreto nº 14. 2. sobressalentes ou ferramentas. LXXVIII . instrumento ou material. à reciprocidade de tratamento no Estado de destino. transmissão ou distribuição de energia elétrica. ou seus respectivos acessórios. 19. de máquina. provenientes de almoxarifado e destinados à respectiva obra e vice-versa.as saídas internas destinadas à incorporação. fusão ou cisão de sociedade e provenientes do ativo fixo da pessoa jurídica subscrita. materiais de andaime e de construção. de mercadoria cuja importação estiver isenta do Imposto de Importação e amparada por Programas Especiais de Exportação (Programa BEFIEX) aprovados até 28 de fevereiro de 1989. inclusive cooperativas. 21. desde que a respectiva importação esteja. b) a partir de 01 de setembro de 1990. observado o disposto no art.96): (Dec. ferramentas. simultaneamente: 1.LXXV . dentro do Estado (Convênios ICMS 70/90 e 81/2007). excetuando-se. em decorrência da incorporação. de máquinas. de propriedade de empreiteiros de obras hidráulicas e de construção civil. 19.as transferências de material de uso ou consumo de um estabelecimento para outro do mesmo titular. de entidades.527/96) a) a isenção somente se aplica aos produtos a serem exportados em decorrência de contratos de prestação de serviços no exterior e que constam da relação a que alude o inciso II do art.as transferências. b) as empresas nacionais exportadoras de serviços devam estar registradas.850/2007) LXXX . 7º do referido Decreto-Lei. e. desde que: (Dec. aparelho. 47 e ainda (Convênios ICM 4/79 e ICMS 124/93 e Lei nº 11. cuja entrada seja isenta nos termos dos incisos LXXXII e LXXXIII. (Dec. amparada por Programas Especiais de Exportação (Programa BEFIEX) aprovados até 28 de fevereiro de 1989. importadas por estabelecimento industrial.342/99) 1. de competência da União. com destino à Zona Franca de Manaus. isenta do Imposto de Importação de produtos estrangeiros.876/91 .876/91 DECRETO 14.as entradas: a) no período de 01 de abril de 1989 até 31 de agosto de 1990. XIV. móveis e utensílios. (Dec. a partir de 18 de julho de 1991. ou de obra para obra. equipamento.as saídas de produto industrializado de origem nacional. 7o. observado o disposto no § 48. (Dec. desde que não se destinem a incorporar-se à referida obra e sejam acompanhadas do respectivo documento fiscal. condicionada a isenção. desde que esse material não se destine a utilização ou consumo em processo de comercialização ou de industrialização. 10 do mencionado Decreto-Lei. transformação. junto aos Estados e ao Distrito Federal. nas seguintes hipóteses (Convênios ICMS 130/94 e 130/98): (Dec. para estabelecimento da mesma natureza e pertencente à mesma empresa.

ovino.3 a isenção não prevalecerá quando a mercadoria adquirida puder ser importada com o benefício previsto no art. LXXXVI .INTERBRÁS e as subseqüentes saídas para a CEME . desde que destinadas a campanhas de vacinação pública. suíno e bufalino. a serem importadas pela PETROBRÁS .4 a mercadoria destine-se a integrar o ativo fixo da empresa industrial adquirente e. empregadas ou consumidas no processo de industrialização do produto final a ser exportado. 36. o benefício também se aplica ao animal que ainda não tenha atingido a maturidade para reproduzir (Convênio ICMS 12/2004). quando for o caso: (Dec.000 (sessenta milhões) de doses de vacina contra poliomielite.1.808/2004) LXXXV . 77/91. decorrentes de importação do exterior pelo titular do estabelecimento. (Dec.até 30 de junho de 1991.326/95) 1. (Dec. b) a partir de 28 de abril de 2004. 18. 18. 18. a partir de 1º de março de 2011. puros de origem ou por cruza.326/95) 1.312/2011) 1. 14.342/99) 2. utilizada exclusivamente na sua atividade produtiva. hipótese em que a base de cálculo será reduzida em idêntico percentual. . como resultado de concorrência internacional com participação de indústria do País.1 a operação esteja amparada por programa especial de exportação .2 a mercadoria será destinada a integrar o ativo fixo da empresa industrial adquirente e. 26. as entradas de mercadoria em estabelecimento importador. 36. em estabelecimento comercial ou produtor.3 a operação esteja beneficiada com isenção do Imposto de Importação.326/95) 2. 36.000. as entradas. 36. a partir de 07 de janeiro de 1999. 18. 124/93 e 12/2004): (Dec.808/2004) (Dec. o disposto nesta alínea também se aplica as saídas e retornos. (Dec. dos produtos importados com destino à industrialização por conta e ordem do importador. para o mercado interno.1.876/91 DECRETO 14.aprovado até 31 de dezembro de 1989. a partir de 07 de janeiro de 1999.808/2004) a) os animais devem ter condições de obter no País registro genealógico oficial. (Dec. 18. (Dec. XXXVIII. contra pagamento com recurso proveniente de divisa conversível. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . oriunda de financiamento a longo prazo de instituição financeira internacional ou entidade governamental estrangeira. a ser utilizada exclusivamente na sua atividade produtiva. nas aquisições no mercado interno.as entradas em estabelecimento do importador de 60.876/91 . observando-se (Convênios ICM 35/77 e 9/78 e ICMS 78/91. (Dec.342/99) 2.326/95) 1. destinada à fabricação de máquinas.Programa BEFIEX .312/2011) LXXXIV . quando importada do exterior.Comércio Internacional S. 18. 21.312/2011) 2. de reprodutor ou matriz de animal vacum. as entradas no estabelecimento de mercadoria importada do exterior. (Dec. 21. (Dec. as operações de importação com as referidas mercadorias. dentro do Estado.326/95) 2.A. bem como de suas peças e partes.326/95) 2.312/2011) b) a partir de 1º de setembro de 1990.2 o adquirente da mercadoria seja empresa industrial. (Dec. 36. (Dec. Decreto nº 14. 26. 26.312/2011) a) REVOGADA (Dec.326/95) LXXXIII – relativamente a mercadorias sujeitas ao regime de drawback (Convênios ICMS 27/90.312/2011) 3.4 o fornecedor deverá manter comprovação de que o adquirente preenche a condição do item 1.até 31 de dezembro de 1993 e a partir de 01 de janeiro de 1994. 36. observado o disposto no § 50. até 28 de fevereiro de 2011. observadas as seguintes condições: (Dec. (Dec. aparelhos e equipamentos.1 o adquirente da mercadoria deverá ser empresa industrial. 18.Central de Medicamentos do Ministério da Previdência e Assistência Social. 94/94 e 185/2010)): (Dec.

até 12 de outubro de 1989. b) matérias-primas e demais insumos destinados à fabricação de papel de imprensa. a partir de 09 de abril de 2002. observadas as seguintes condições: (Dec.417/93) b) no período de 16 de outubro de 1992 a 25 de julho de 1994 (Convênios ICMS 130/92 e 23/93): (Dec. e. 53/2008. 35. 05/99. Thimidina. as saídas internas e interestaduais do medicamento de uso humano. 42/98. jornais e periódicos. 80/2008. 121/2006. 10/2002. as entradas do exterior e as saídas internas e interestaduais do medicamento de uso humano denominado "RETROVIR" (AZT).atualizado até 30 junho 2011 . código NBM/SH 3003. desde que a respectiva importação tenha sido feita com alíquota zero do Imposto de Importação. com alíquota zero ou isenção do Imposto de Importação.59. 138/2008.as entradas decorrentes de importação das seguintes mercadorias: a) frisa. 32/2004. nos termos do Anexo 27-A (Convênios ICMS 51/94. 17. (Dec. 80/91. a partir de 02 de janeiro de 1995.90. destinado à produção do medicamento de uso humano.fármaco-AZT encapsulado. classificada no código NBM/SH 3003.0300 . 34. 13/2000. de competência da União. classificado no código NBM/SH 3003. 16. 16.as entradas de equipamentos gráficos importados do exterior. 84/2010 e 150/2010). (Dec. as entradas. 16. (Dec. 10/2001. 16. pela Secretaria Especial de Desenvolvimento Industrial.2. 110/89. 30/2003. 137/2008. ou de sua embalagem.as entradas de mercadoria importada do exterior a ser utilizada no processo de fracionamento e industrialização de componentes e derivados do sangue. (Dec. jornais e periódicos.876/91 DECRETO 14. 35. 16. Zidovudina.as operações com medicamentos para tratamento de portador do vírus da AIDS e com produtos destinados à respectiva fabricação.LXXXVII . XC . 164/94. nos seguintes períodos (Convênios ICMS 24/89. 59/2000. observado o disposto no art. 95/2000. 121/95. estadual ou municipal.629/2010) a) de 01 de março a 30 de maio de 1989. para o tratamento da AIDS. em estabelecimento do importador. até 31 de março de 1989. 18.231/95) 1. classificada no código NBM/SH 2933. (Dec.9900. 614. 141/2001. 16. no período de 26 de julho de 1994 a 1º de janeiro de 1995. sem fins lucrativos. 87/89. (Dec. (34. e de um ou do outro imposto. 66/99.90. destinados à impressão de livros.814/93) 1.417/93) 3.417/93) c) que o produto esteja beneficiado com isenção ou alíquota zero do Imposto de Importação e do IPI. que tenha o fármaco-AZT como princípio ativo básico. chapas e demais matérias-primas e produtos intermediários importados do exterior por empresas jornalísticas e editoras de livros. quando destinados a emprego no processo de industrialização de livros. 24/97. de ácido fosfórico e fosfato natural bruto. provenientes do Marrocos.0301. 46/96. desde que a importação do exterior tenha sido beneficiada com isenção ou alíquota zero do Imposto de Importação: (Dec.90. As saídas internas e interestaduais do fármaco-AZT.611/2010) a) até 15 de outubro de 1992. destinado ao tratamento da AIDS (Convênio ICMS 130/92). (Dec. 69/2009. 21/2001. filme. 119/2009 e 01/2010): (Dec. 64/2005. a partir de 25 de maio de 1993.1.629/2010) Decreto nº 14. LXXXVIII . 88/96.814/93) 2. 18/2005.424/94) b) de 01 de agosto 1989 a 31 de dezembro de 2012. LXXXIX . acondicionamento ou recondicionamento. desde que a importação seja realizada por órgão ou entidade de hematologia e hemoterapia do governo federal. 124/93. 71/2008. vinculados a projetos aprovados.876/91 .814/93) 1.956/2010) XCI .0301. 96/99. 90/90. 114/98. o recebimento pelo importador dos seguintes produtos destinados à fabricação do fármaco-AZT. nos termos do Anexo 27. 75/2010.

17. 18. relativamente a veículo nacional. 121/95. 20/99.615/2010) b) no período de 01 de março de 1997 a 31 de dezembro de 2012. 69/2009. serão cumpridas as normas contidas no inciso II nos §§ 57 a 59. 53/2008.611/2010) a) no período de 14 de novembro de 1989 a 31 de dezembro de 2012.876/91 DECRETO 14. 44/92 e 148/92). 69/2009. 148/2007. 138/2008. 138/2008. sejam portadoras do Certificado de Entidade de Fins Filantrópicos. 20/99. 71/2008. para distribuição gratuita em programas implementados por instituição educacional ou de assistência social relacionados com suas finalidades essenciais. impossibilitado de utilizar o modelo comum: (Dec. 34. contratados em 24 de janeiro de 1983. nos termos do inciso XXVII. (Dec.101.as saídas decorrentes da distribuição gratuita prevista no inciso anterior. devidamente cadastrado. de bulbos de cebola.506/91) XCVIII .326/95) XCIX . desde que as aquisições daqueles equipamentos tenham sido contratadas até 31 de dezembro de 1991. 17. 24/2007. 10/2004. efetuada pela Companhia Energética de Pernambuco . 17. 24/2007. preencham os requisitos previstos no art. a partir de 1º de setembro de 2010. sejam certificadas nos termos da Lei Federal nº 12. 10/2004. 21/2002. 07/2000. adquiridos pela Companhia Energética de Pernambuco . adquiridos com recursos financiados por instituições financeiras internacionais ou organizações e países estrangeiros.XCII . 124/2007. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . as entradas decorrentes de importação de mercadoria doada por organizações internacionais ou estrangeiras ou países estrangeiros. sob o nº 2138-BR-BIRD-ELETROBRÁS. 16. conforme o disposto em portaria do Secretário da Fazenda (Convênios ICMS 58/91. observadas as normas dos §§ 57 a 59 (Convênio ICMS 40/91). paraplégico ou com deficiência física. XCV .316/2007) a) até 31 de março de 1989. XCIV . 148/92 e 151/94).513/94) d) no período de 22 de abril a 31 de dezembro de 1994. desembarcados no território do Estado até 31 de outubro de 1989 e contratados até 28 de fevereiro de 1989. 15.691/94) Decreto nº 14. (Dec. 124/93. máquinas. até 30 de abril de 1999. relativamente a veículo nacional.a partir de 01 de junho de 1989.a importação do exterior dos seguintes produtos. 119/2009 e 01/2010). certificados ou fiscalizados. realizada diretamente por órgãos ou entidades da administração pública. na ELETROBRÁS. 71/2008. fornecido pelo Conselho Nacional de Serviço Social e. XCIII .615/2010) XCVII . 121/95. 124/2007.421/91) XCVI . no Ministério da Fazenda. destinados à implementação de melhorias do setor elétrico do Estado. direta ou indireta.as saídas de veículo automotor que se destinar a uso exclusivo do adquirente. com recursos financiados por instituições financeiras internacionais ou organizações e países estrangeiros. 34.no período de 01 de outubro de 1991 a 31 de dezembro de 1995.513/94) c) no período de 01 de janeiro de 1992 a 31 de dezembro de 1993.REVOGADO a partir de 20. (Dec.a partir de 01 de novembro de 1989. destinados à implementação de melhorias no setor elétrico do Estado. 14 do CódigoTributário Nacional. aparelhos. as saídas promovidas por produtor. de 27 de novembro de 2009. (Dec. 07/2000.513/94) 1. equipamentos e instrumentos médico-hospitalares ou técnico-científicos laboratoriais (Convênios ICMS 104/89. 21/2002. 30. 53/2008. (Dec. 17. observadas as normas dos §§ 57 a 59 (Convênios ICMS 80/91.12. e sob o nº ECR 198/82. obedecido o disposto no § 55 (Convênios ICMS 104/89.as entradas de equipamentos importados do exterior. 35. 15. a entrada de equipamentos do exterior. observado o disposto no § 54.91. sem similar produzido no País. bem como fundações ou entidades beneficentes ou de assistência social que. (Dec.417/93) b) no período de 27 de agosto a 31 de dezembro de 1991. no período de 1º de maio de 1999 a 31 de agosto de 2010.CELPE. 95/95. (Dec.CELPE. observando-se (Convênio ICMS 43/94): (Dec. 90/99 e 90/2010): (Dec. o medicamento albumina (Convênios ICMS 104/89. destinados à produção de sementes.876/91 . 119/2009 e 01/2010). 148/2007. (Dec.

2. 105/2008...APAE (Convênios ICMS 41/91. (Dec. (Convênio ICMS 16/95).1. (Dec. 22. observando-se: (Dec. alcançando o benefício os pedidos que tenham sido protocolizados na Secretaria da Fazenda. 71/99. a critério de cada Estado. a partir de 17 de agosto de 1999.DETRAN ou por outro órgão.. 84/2000. onde residir em caráter permanente o interessado. 18.812/95) 2.9901.67/97. no período de 06 de janeiro de 2000 a 08 de janeiro de 2001. 05/99. (Dec. (Dec.. o mencionado benefício: (Dec. alcançará os pedidos que tenham sido protocolizados na Secretaria da Fazenda até 31 de outubro de 2004 e cuja saída do veículo ocorra até 31 de dezembro de 2004 (Convênios ICMS 35/99.000.342/99) 4. 28 de julho de 2009: R$ 70.00 (sessenta mil reais).812/95) f) no período de 19 de julho de 1995 a 30 de abril de 1999 e a partir de 17 de agosto de 1999. 18/2005. 23. 121/95. 46/95.. (Dec. (Dec.. 36..896/2009) 1.9901...00 (setenta mil reais). 33.2.558/92) .1. com até 1..1.. 27.2 a partir de 01 de junho de 2002. 15. 36.. 150/2006 e 07/2007). nos termos do art... incluídos os tributos incidentes.. 22.. veículo com preço de venda ao consumidor sugerido pelo fabricante. 158/2008. 84/2000 e 85/2000): (Dec. II.90. (Dec... respectivamente especificado..90. 30/2003. 10/2001..896/2009) C .812/95) 3. será fornecido pelo Departamento de Trânsito do Estado .600 (um mil e seiscentas) cilindradas de potência (Convênio ICMS 93/99).711/2011) 2. 124/93. 33. 29/2000.06.. nos termos da alínea anterior.1 somente se aplicará a veículo novo: (Dec. não se exigirá o estorno do crédito fiscal relativo às aquisições do remetente. 71/2008. cuja saída ocorra a partir do referido termo inicial até 31 de maio de 2007 (Convênios ICMS 77/2004. com até 127 (cento e vinte e sete) HP de potência bruta-SAE (Convênio ICMS 85/2000).. .1. 93/99..06. (Dec. observando-se (Convênios ICMS 43/94.. 01/2010 e 18/2011): (Dec. Decreto nº 14... 21. 52/2009 e 27/2011): (Dec. 18. 138/2008... 33. igual ou inferior aos valores respectivamente indicados.015/2000) 4. o que não autoriza a restituição ou compensação de importâncias já recolhidas.808/2004) 1.231/94) e) no período de 01 de janeiro a 30 de junho 1995.000 (um mil) cilindradas de potência (Convênio ICMS 35/99). (Dec..876/91 DECRETO 14. a partir de 02 de janeiro de 1998. (Dec.. as entradas dos seguintes remédios. 18. XXV.. a critério de cada Estado. 47. 26. 69/2009..atualizado até 30 junho 2011 21.3.391/2001) 4. 148/92. cuja saída ocorra a partir das seguintes datas até 31 de dezembro de 2012 (Convênios ICMS 03/2007... sem similar nacional. 119/2009. do § 57 será fornecido pelo Departamento de Trânsito do Estado – DETRAN ou por outro Órgão. 15.2. o laudo de perícia médica referido no inciso II... 71/99.1. 22. no que couber. (Dec.. 30. onde residir em caráter permanente o interessado. "b". 80/91.. (Dec. 18. até 05 de janeiro de 2000.. o laudo de perícia médica referido no § 57.. 35/99.558/92) 21.015/2000) 4. 23. obedecidas as normas contidas nos §§ 57 a 59.. a partir de 09 de janeiro de 2001.000.. (Dec. 121/97. de 01 de fevereiro de 2007 a 27 de julho de 2009: R$ 60.316/2007) 2. "b".896/2009) 2...263/2004) g) relativamente a veículo novo. 53/2008. 20/97. 21/2002 e 40/2004)..876/91 ....711/2011) a) Milupa PKV 1 b) Milupa PKV 2 .015/2000) 4. com até 1. serão cumpridas. 48/97... as normas contidas nos §§ 57 a 59. 138/2008. 23/98. 102/97.no período de 01 de janeiro de 1992 a 31 de dezembro de 2012. apenas em relação àqueles que tenham requerido e se habilitado à fruição do benefício até a data de 31 de março de 1995. 121/95.. importados diretamente pela Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais . (Dec. de 01 de novembro de 2004 a 31 de janeiro de 2007: veículo com até 127 HP de potência bruta (SAE).391/2001) 4..

. em retorno.. 21....1 não tenha sido recebida pelo importador localizado no exterior.. (Dec.812/95) 1.atualizado até 30 junho 2011 . estritamente necessários para dar a conhecer a sua natureza. de valor FOB não superior a U$ 50....812/95) 4..c) no período de 01 de janeiro de 1991 a 19 de outubro de 2008.812/95) 6.... 18/95..06.... desde que o retorno ocorra dentro de 60 (sessenta) dias contados da data da saída para o exterior.. até 15 de setembro de 1996. contidos em encomendas aéreas internacionais ou remessas postais... pelo respectivo exportador.812/95) 1.876/91 . 19. em devolução de mercadoria importada que tenha sido recebida com defeito impeditivo de sua utilização....2.226/2009) CI . localizado no exterior..110/98) 2. (Dec. o recebimento... o recebimento.812/95) 1.1.. contendo defeito impeditivo de sua utilização. a partir de 14 de julho de 1998.. espécie e qualidade..812/95) (Dec. desde que o imposto relativo à importação original tenha sido pago. fragmentados ou partes de qualquer mercadoria... (Dec.2 promovidas pelo respectivo exportador. pelo respectivo importador.226/2009) 21.558/92) (Dec.4.. 18. de mercadoria exportada que não tenha sido recebida pelo importador localizado no exterior. em face de defeito impeditivo de sua utilização.812/95) 3. 18. d) Leite especial sem fenillamina e) Farinha hammermuhle... para fins de exposição ao público em geral..812/95) 1.. 18..... 18. ..2 tenha sido recebida pelo importador.812/95) 5. o recebimento de medicamentos importados do exterior por pessoa física.... 18... nos termos do item 1.. 21.. 18. o recebimento.....812/95) 5. de mercadoria exportada que: (Dec.. sem valor comercial. 33.. tenha sido remetida com destino a exposição ou feira. o recebimento de bens do exterior.. em retorno.527/96) 5. 5.. 60/95..812/95) 1.. (Dec...... 18... desde que o imposto relativo à primeira saída para o exterior tenha sido pago..110/98) a) no período de 27 de dezembro de 1991 a 26 de abril de 1995... (Dec. f) a partir de 20 de outubro de 2008. 18..90. . . (Dec.. (Dec..00 (cinqüenta dólares dos Estados Unidos da América) ou equivalente em outra moeda.. para fins de substituição de mercadoria importada que tenha sido devolvida por conter defeito impeditivo de sua utilização.. (Dec.558/92) (Dec...... 18. (Dec. nos termos do item 5.3 tenha sido remetida para o exterior a título de consignação mercantil e não tenha sido comercializada. 106/95 e 56/98): (Dec... destinados a pessoas físicas.1 promovidas pelo respectivo importador...... pelo respectivo exportador.. ..... Kit de radioimunoensaio. (Dec..... 33..876/91 DECRETO 14.9901.. 18. (Dec.. a diferença existente entre o valor do imposto apurado com base na taxa cambial vigente no momento da ocorrência do fato gerador e o valor do imposto apurado com base na taxa cambial utilizada pela Secretaria da Receita Federal para cálculo do Decreto nº 14.. relacionados no Anexo 60. 18. de mercadoria remetida pelo exportador localizado no exterior.3 relativas a amostras comerciais de produtos nacionais. representadas por quantidade. 18..as seguintes operações relativas ao comércio exterior (Convênios ICMS 89/91. as saídas de mercadoria para o exterior não oneradas pelo Imposto de Exportação: (Dec. para efeito de substituição de mercadoria que tenha recebido em devolução de importador localizado no exterior... 15. (Dec. 15. observado o disposto no § 60.812/95) b) a partir de 27 de abril de 1995: (Dec....

20. 18/2005. 69/2009. 29/94. gesso.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. 55/2009. 48/97. 30.812/95) a) no período de 27 de dezembro de 1991 a 26 de abril de 1995.612/92) Decreto nº 14. sendo a referida fabricação. utilizados como corretivo ou recuperador de solo. (Dec.061/2006) 2. 15. sarnicidas. independentemente da restrição prevista na alínea anterior. 21/96. conforme especificadas na alínea "e" do inciso XLI do art.812/95) c) a partir de 02 de janeiro de 1996.nos períodos de 1º de fevereiro de 1992 a 30 de setembro de 1997 e de 1º de janeiro de 1998 a 31 de dezembro de 2012.812/95) a) no período de 27 de dezembro de 1991 a 26 de abril de 1995. 27. o recebimento de mercadorias ou bens importados do exterior que estejam isentos do Imposto de Importação e também sujeitos ao regime de tributação simplificada. de amostras comerciais sem valor comercial. estritamente necessários para dar a conhecer a sua natureza. 151/94. mediante importação do exterior: (Dec. 20/97. 57/2003. (Dec. (Dec. 18. 67/97. 30. 15. 21/2002.o recebimento. 05/99. 16/2005. de ostras. 36. 18. 18. (Dec. 18. fungicidas. (Dec. 53/2008. carrapaticidas. vermicidas ou vermífugos.061/2006) 1. 58/2001.876/91 . observado o disposto no § 63 (Convênios ICMS 36/92. 156/2008. a partir de 01 de agosto de 2006.imposto federal na importação de mercadorias ou bens sujeitos ao regime de tributação simplificada.MAPA.296/98 . 15. pecuária e agricultura. (Dec. (Dec. soros e vacinas. 138/2008. de amostra sem valor comercial. 18. representadas por quantidade.122/96) CII . 15. 71/2008. (Dec.926/2005) f) calcário e. bem como. as saídas internas realizadas com os seguintes produtos de uso exclusivo. estar devidamente registradas no Ministério da Agricultura. 25/2003. 124/93. nos dois casos. 01/2010 e 195/2010): (Dec. 119/2009.876/91 DECRETO 14. espalhante adesivo.612/92) b) acaricidas. (Dec. bactericidas. desde que: (Dec. devendo as mencionadas indústrias.812/95) CIII .612/92) d) rações para animais. 18. a partir de 01 de janeiro de 1998. 18. bem como de remessas postais sem valor comercial. 93/2006. (Dec. desde que isentos do Imposto de Importação ou aos quais se aplique o regime de tributação simplificada em que não haja obrigatoriedade de apresentação da Declaração de Importação. Pecuária e Abastecimento . 148/92. 54/2006. (Dec. todos fabricados pelas respectivas indústrias. 22/95. tal como definida pela legislação federal que outorga a isenção do Imposto de Importação (Convênio ICMS 60/95). 14. fragmentos ou partes de qualquer mercadoria. todos exclusivamente de uso veterinário. no período de 01 de agosto a 30 de outubro de 2006. 152/2002. observado o disposto no § 60 (Convênio ICMS 89/91).MAPA e o número do registro seja indicado no documento fiscal. na avicultura. 41/92. de carnes. conforme o caso. 100/97.01. (Dec. de osso. identificando o produto. formicidas. (Dec. de penas. herbicidas. 68/94.o ingresso de bens procedentes do exterior integrantes de bagagem de viajante (Convênios ICMS 89/91 e 18/95): (Dec. 19. os produtos estejam registrados no órgão competente do referido Ministério da Agricultura. haja o respectivo rótulo. 93/2003. espécie e qualidade.EFEITOS A PARTIR DE 01. 10/2001.98) g) farinhas de peixes. observado o disposto no § 60. concentrados e suplementos. etiqueta ou impressão. 150/2005.812/95) b) a partir de 27 de abril de 1995.812/95) b) a partir de 27 de abril de 1995. 106/2002. aditivos e premix ou núcleo.612/92) e) sementes. inseticidas. 15.612/92) c) medicamentos. 149/2005. realizada apenas por indústria de ração animal. Pecuária e Abastecimento .312/2011) a) adubos e fertilizantes.812/95) CIV . de sangue e de vísceras.

sêmen.2. (Dec. fabricantes ou importadores para: (Dec. farelos de arroz. estimulador e inibidor do crescimento (reguladores).296/98 .01. a partir de 01 de janeiro de 1998. sojas desativadas e seus farelos. (Dec.296/98 .98) 3.01. 20. 20. quaisquer estabelecimentos com fins exclusivos de armazenagem.3. classificadas no código NBM/SH 3507. de babaçu. aveia e farelo de aveia. (Dec.01. 1. calcário calcítico. girino e alevino. de casca e semente de uva e resíduos industriais. k) a partir de 01 de julho de 2003.98) (Dec.01. caroço de algodão.01.atualizado até 30 junho 2011 . estabelecimento onde sejam industrializados adubos simples ou compostos. 28. (Dec.01. de cacau.280/2002) j) a partir de 14 de outubro de 2002. EFEITOS A PARTIR DE 01. 26. a partir de 1º de março de 2011. sal mineralizado.01.296/98 - 1.4.EFEITOS A PARTIR DE 01.05. nitrocálcio.291/2005) l) a partir de 01 de setembro de 2003. enzimas preparadas para decomposição de matéria orgânica animal. 21.98) (Dec. de amendoim. 28.291/2005) m) a partir de 03 de novembro de 2003. 20. 28. ácido nítrico.98) 2.312/2011) i) a partir de 01 de janeiro de 1998: (Dec. congelado ou resfriado.EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.2002. fertilizantes e fosfato bicálcio destinados à alimentação animal.98) 1.EFEITOS A PARTIR DE 01. casca de coco triturada para uso na agricultura (Convênio ICMS 25/2003). 20.181/2003) n) a partir de 09 de janeiro de 2006.h) destinados à alimentação animal ou ao emprego na fabricação de ração animal: 20. sorgo. 20. EFEITOS A PARTIR DE 01. a cooperativa de produtores. farelos e tortas de algodão. de trigo e raspa de mandioca e.EFEITOS A PARTIR DE 01. DL metionina e seus análogos. (Dec. 21. (Dec. esterco animal. até 02.876/91 DECRETO 14.EFEITOS A PARTIR DE 01.589/2003).296/98 . de soja.98) (Dec. fosfato natural bruto e enxofre. (Dec.98) 1. milheto. de milho.01. (Dec. farelo e torta de canola.01. de linhaça.98) 1. amônia.01. DAP (di-amônio-fosfato). gipsita britada destinada ao uso na agropecuária ou à fabricação de sal mineralizado (Convênio ICMS 106/2002).296/98 . óleos de aves (Convênio ICMS 55/2009). (Dec.296/98 . quando destinado a produtor. cloreto de potássio.296/98 .01. (Dec.4.1. ácido sulfúrico.98) 4. germicida. e embrião. nematicida.EFEITOS A PARTIR DE 01. 20. estabelecimento produtor agropecuário.998/2000) (Dec. (Dec. parasiticida. a indústria de ração animal ou a órgão ou entidade oficial de fomento e desenvolvimento agropecuário vinculada a Estado ou Distrito Federal (Convênio ICMS 57/2003).98) 5.296/98 EFEITOS A PARTIR DE 01. de mamona. raticida. ácido fosfórico. MAP (mono-amôniofosfato).877/2006) Decreto nº 14. 20. a partir de 14 de julho de 1998.EFEITOS A PARTIR DE 01.095/98) 5. uréia. 20. 28. desfolhante.296/98 .90. nitrato de amônia.EFEITOS A PARTIR DE 01. 20. (Dec. 6.98) 4.98) 1.296/98 . 20. (Dec. farelo de glúten de milho e glúten de milho (Convênio ICMS 29/94).01.877/2006) o) a partir de 09 de janeiro de 2006. (Dec. observada a isenção prevista no inciso VIII. outro estabelecimento da mesma empresa daquela onde se tiver processado a industrialização.98) 2. a partir de 01 de dezembro de 1994. dessecante.876/91 . 25. 24. 20.296/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 36. feno. vermiculita para uso como condicionador e ativador de solo (Convênio ICMS 93/2003). 20. sulfato de amônia. que tenham saído dos estabelecimentos extratores. farelo de girassol (Convênio ICMS 97/99).296/98 - 3. alho em pó (Convênio ICMS 40/98). (Dec. a partir de 01 de janeiro de 2000. farelo de polpa cítrica.01.296/98 . (Dec.EFEITOS A PARTIR DE 01.

efetuada por empresa (Convênios ICMS 53/91. 10/92 e 103/96): (Dec. desde que os produtos estejam registrados no órgão competente do Ministério da Agricultura.a partir de 27 de abril de 1992. 21. óleo. 131/98. seus revendedores credenciados e estabelecimentos responsáveis pela destroca dos botijões.no período de 27 de abril de 1992 a 31 de dezembro de 2012. decorrentes de importação do exterior.612/92) CVI .no período de 01 de janeiro a 30 de junho de 1992. (Dec. contra pagamento com recursos oriundos de divisas conversíveis. quando efetuada diretamente por produtor. 124/2007.312/2011) CV . 21/95. 19. 7/2000. quando promovidas por distribuidor de gás. extrato pirolenhoso decantado. condicionadores de solo e substratos para plantas. extrato seco e torta de Nim (Azadirachta indica A. em estado natural. 69/2009. 21. as saídas internas de veículos quando adquiridos pelo Estado.739/99) CIX . 15. as saídas de trava-blocos para a construção de casas populares.nos períodos de 27 de abril de 1992 a 01 de janeiro de 1998 e de 01 de setembro de 1999 a 30 de abril de 2001. 44/99.GLP (Convênios ICMS 88/91. vinculados ao Programa de Reequipamento Policial da Polícia Militar.813/92) CVIII . 148/2007. 121/95. destinados a emprego exclusivo no processo de industrialização de livros. 119/2009 e 01/2010).atualizado até 30 junho 2011 .p) a partir de 01 de janeiro de 2009. sem similar nacional. 34. aves e produtos de sua matança. sem similar nacional. retransmissão. (Dec.841/97) b) a partir de 08 de janeiro de 1997.615/2010) CX . (Dec. estadual ou municipal. 23. instrumentos e suas respectivas partes. repetição ou ampliação de sinais de comunicação.841/97) CVII . equipamentos. 15. destinados ao acondicionamento de gás liquefeito de petróleo . 10/2001. (Dec. 36. (Dec. 90/99. 23. quando promovidas por distribuidores de gás ou seus representantes. 05/99. jornal ou periódico. 19.no período de 27 de abril a 30 de junho de 1992. emissão. as entradas. (Dec. como tal definido pela legislação federal específica. 58/2000 e Decreto nº 21. 19/92.985/99): (Dec. concedidos por instituições financeiras internacionais ou entidades governamentais estrangeiras.247/2001) a) jornalística ou editora de livros. 26/98. 18/2005.a partir de 27 de abril de 1992. 121/97. aparelhos. por meio da Secretaria de Defesa Social. 138/2008. equipamentos e respectivas partes e peças. (Dec. (Dec. aparelhos.247/2001) CXI . direta ou indireta.876/91 . congelados ou simplesmente resfriados. (Dec. a entrada de máquinas. 33. (Dec. silício líquido piro alho e bio bire plus. Pecuária e Abastecimento e que o número do registro seja indicado no respectivo documento fiscal (Convênio ICMS 195/2010). (Dec. inclusive fundações.813/92) Decreto nº 14. com participação de indústrias do País. recepção. para reequipamento da fiscalização estadual (Convênios ICMS 34/92 e 56/2000). (Dec. provenientes de financiamento a longo prazo.as saídas decorrentes de destroca de botijões vazios (vasilhames). piro alho. 30/2003. peças e acessórios. como resultado de concorrência internacional. 71/2008.312/2011) r) a partir de 1º de março de 2011. ou por meio da Secretaria da Fazenda. importados do exterior por empresa de energia elétrica.204/2009) q) a partir de 1º de março de 2011.739/99) b) de radiodifusão. de reprodutores e matrizes caprinos de comprovada superioridade genética. 15. Juss) (Convênio ICMS 55/2009). transmissão. as operações interestaduais de ovos. 53/2008. 19. a importação do exterior de máquinas. observado o disposto no § 65.876/91 DECRETO 14. 36. vinculadas a programas habitacionais para a população de baixa renda e promovidas por Municípios ou por associações de Municípios e por órgãos ou entidades da administração pública. na forma estabelecida pela Secretaria de Agricultura e Reforma Agrária (Convênios ICMS 20/92. para emprego exclusivo na geração.841/97) a) no período de 01 de janeiro de 1992 a 07 de janeiro de 1997.

417/93) Decreto nº 14. sem similar nacional.9900 (Dec.417/93) 8464.90.CXII .no período de 16 de julho de 1992 a 31 de dezembro de 1994. também por doação.9900 (Dec.9900 (Dec. 16. importadas diretamente do exterior do país.a partir de 16 de julho de 1992.16. 71/2008. para distribuição. as entradas das mercadorias abaixo relacionadas.9900 (Dec.16.9900 (Dec.16.16. em razão de doação ou cessão. 53/2008.417/93) 8464. biseladora e retificadora de esteira Motosserras para abertura de mármore em pedreiras CÓDIGO NBM/SH 8464.90. 119/2009 e 01/2010).615/2010) CXV . para os Centros de Formação de Recursos Humanos do Sistema SENAI.9900 (Dec.16.417/93) 8464.16.876/91 . 22/95.417/93) 8464. 34. desde que isentas do Imposto de Importação e do Imposto sobre Produtos Industrializados ou tributadas pelos referidos impostos com alíquota zero (Convênio ICMS 92/92): (Dec. 124/93. importadas diretamente do exterior do país.9900 (Dec. efetuadas por indústria de máquinas e equipamentos.90. (Dec.90. 48/97.417/93) MERCADORIA Máquina para cortar rocha com água e alta pressão Máquina automática seqüenciada para flamear.417/93) 8464. mesas e afins de granito Esticador hidráulico para tensionamento de lâminas de aço para serrar granito Lixadeira pneumática de lixa diamantada Equipamento para abertura de rocha granítica por perfuração térmica Encunhador hidráulico para abrir rocha granítica e mármore Almofadas expansoras pneumáticas para abrir cortes em rocha Equipamento a fio diamantado para corte de rocha em pedreira Máquina para acionamento do fio diamantado para corte de rocha Linha automática seqüencial e simultânea para produção de lajotas de granito de baixa espessura. 10/2001. sem similar nacional. 16.20.16. 30/2003. apicoar e jotear peças de granito Máquina automática copladora para produção.417/93) 8464.9900 (Dec. (Dec. lavatórios. cortadora multidisco.16.417/93) 8464.417/93) 8464.16.90.417/93) 8508.9900 (Dec.90. 23/98.90. à rede oficial de ensino (Convênios ICMS 78/92.417/93) CXIII . para integrar o ativo imobilizado do importador adquirente (Convênio ICMS 62/92): (Dec.9900 (Dec. as saídas internas e interestaduais das mercadorias constantes das posições NBM/SH 8444 a 8453.9900 (Dec.atualizado até 30 junho 2011 .16.876/91 DECRETO 14. 16.16. acabamento e execução de furos e bordas não retas de pias. em regime de comodato. constituída de talha-blocos multidisco com ciclo programável. visando o reequipamento destes centros (Convênio ICMS 60/92). 05/99. 20/97.90.417/93) 8464.no período de 16 de outubro de 1992 a 31 de dezembro de 1994.10. calibradora de espessura com sistema eletrônico de leitura digital. 121/97.9900 (Dec.90. doadas por contribuinte do imposto à Secretaria de Educação. as saídas internas e interestaduais de mercadorias. 18/2005.90.417/93) 8464. 138/2008. 69/2009.16. as entradas das mercadorias abaixo relacionadas. 67/97. para integrar o ativo imobilizado do importador adquirente.no período de 21 de agosto de 1992 a 31 de dezembro de 2012.417/93) CXIV . lustradeira de esteira para tiras de espessura até 20 mm e largura até 61 cm.

78/91 e 124/93). adotando-se. as entradas dos produtos classificados no código NBM/SH 8445. 17.as operações relativas à importação do exterior de máquinas.417/93) 8465. 67/97.no período de 01 de outubro de 1992 a 31 de dezembro de 1994. (Dec. sem similar nacional. aparelhos.no período de 13 de setembro de 1993 a 31 de março de 1994 e a partir de 01 de abril de 1994. 25. neste caso desde que os produtos objeto da importação estejam isentos do Imposto de Importação e do Imposto sobre Produtos Industrializados ou contemplados com alíquota zero desses tributos. instrumentos e seus respectivos acessórios. desde que isentas do Imposto de Importação e do Imposto sobre Produtos Industrializados ou tributados pelos referidos impostos com alíquota zero (Convênio ICMS 118/92). 17.417/93) CXVI . inclusive. 69/2009. a partir de 01 de setembro de 2006. 10/2001. que não tenham similar nacional e quando destinados a integrar o ativo fixo da empresa industrial (Convênios ICMS 66/91.9900 (Dec. 18/2005. composta entre outras de máquina para laminação de toras de madeira. utilizados para beneficiamento do algodão.819/93) CXXII .MERCADORIA Máquina para aplainar com mais de 4 eixos.as prestações internas de serviço de transporte.a partir de 01 de julho de 1993.atualizado até 30 junho 2011 .09 2003) (Dec. microajustamento de cabeçote e indicação eletrônica de largura e espessura de trabalho Lixadeira para madeira com unidade de fitas para bordas fresadas e perfis e unidades de lixamento de ângulos Máquina troncadeira eletrônica. equipamentos. (Dec.424/94) a) no período de 01 de janeiro a 30 de junho de 1993.a partir de 01 de agosto de 1993. 17. com serra circular e mesa com alimentador giratório Linha especial para laminação de toras.9900 (Dec.16. 05/99.0100 (Dec. 17.440/94) Decreto nº 14. suas autarquias ou fundações.424/94) b) no período de 01 de julho de 1993 a 30 de abril de 1994.615/2010) CXVIII . quando importados diretamente do exterior. as saídas internas de cebola. 16.876/91 . as operações internas. com dispositivo de centralização.424/94) CXIX . 23/98.424/94) c) a partir de 01 de maio de 1994. observado o disposto no inciso CXCIV. 30/2003.16. nas modalidades a seguir especificadas: (Dec. observado o disposto nos §§ 12 e 61.928/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29.773/93) CXXI . guilhotina e inversora de lâminas em 180 graus CÓDIGO NBM/SH 8465.876/91 DECRETO 14. inclusive de importação.99. para integrar o ativo imobilizado do importador adquirente. aparelhos e equipamentos integrantes do ativo fixo do estabelecimento. (Dec. as saídas internas de máquinas. 121/95. 48/97. 138/2008.93. automática.16. 25. 16. laminadora rotativa.16. (Dec. 17. com destino a órgãos da administração direta do Estado de Pernambuco. (Dec. (Dec. 53/2008. para a fiação e tecelagem de fibras de sisal. promovidas a título de doação. 119/2009 e 01/2010). b) no período de 29 de setembro de 2003 a 31 de agosto de 2006. 148/92. serviço de transporte ferroviário de cargas. 121/97. as operações internas e interestaduais com pós-larva de camarão (Convênios ICMS 123/92. 34.92. serviço de transporte rodoviário de carga.no período de 16 de outubro de 1992 a 31 de dezembro de 2012.194/2008) CXX .417/93) 8465. 20/97. 148/92 e 44/93): (Dec.09 2003) a) a partir de 01 de junho de 1993.9900 (Dec. 71/2008. 148/2007. o que este prevê para as operações interestaduais (Convênios ICM 44/75 e ICMS 68/90. (Dec. realizadas com combustível e lubrificante destinados exclusivamente ao abastecimento de aeronave ou embarcação em viagem internacional. 16. observado o disposto no § 73. 124/2007.417/93) CXVII .928/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29.19.96. (Dec. 32.417/93) 8465. (Dec.0299.

26. as saídas dos produtos mencionados no inciso LXXIII. 26.2. ressalvando-se que: (Dec. 17. 26. dos seguintes subprodutos. dos produtos industrializados de que trata o inciso LXIX para: A PARTIR DE 01. 17. as saídas internas.937/94) Decreto nº 14. 26. em outra Unidade da Federação.06. (Dec. (Dec. em razão de a embalagem vir a ser: (Dec.982/93) CXXIV . quando promovidas pelo respectivo fabricante ou. observado. calculados a partir do momento em que tenha ocorrido qualquer das hipóteses ali indicadas. qualquer que seja a causa.3. 26.2. quando destinados à alimentação animal ou à fabricação de ração: (Dec. quando a saída for do estabelecimento comercial. computando-se ainda os acréscimos previstos na legislação.2004) 1. 01.2004) (Dec.1. 27.1.06.728/2004 – EFEITOS (Dec. 01.2004) 1. o disposto nos §§ 35 a 43.atualizado até 30 junho 2011 .046/93) b) levedura seca do álcool. observado. o valor do imposto a ser recolhido. (Dec. (Dec. (Dec.10. 26.2004) 1.CXXIII . (Dec. 26.10. que tenha recebido.a partir de 01 de outubro de 1993. nos termos do item 1. deverá ser atualizado.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE b) a partir de 01 de junho de 2004.2004) (Dec. dos produtos mencionados no inciso LXXIII para: 01. 17. 26. 27. 26. objeto de perda. nos termos do art. em transferência.876/91 DECRETO 14. 26.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.876/91 .728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. utilizada para fim diverso de exportação.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 2. (Dec. 3º.2004) (Dec.06. no que couber. 16.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. XII (Convênio ICMS 55/93).as saídas de embalagem.no período de 01 de junho a 30 de setembro de 1994. para produtor agropecuário.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2004) (Dec.2004) a) no período de 01 de outubro de 1993 a 31 de maio de 2004.2004) c) a partir de 01 de outubro de 2004. a partir de 01 de outubro de 2004. o disposto nos §§ 35 a 43: (Dec.06.06.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. o produtor agrícola ou avicultor.046/93) CXXVI .1.2004) 1. inclusive fenada ou filada. de bens para o ativo fixo de estabelecimento industrial ou agropecuário e de empresa de serviço de diversão pública. o imposto incidente sobre as referidas saídas deverá ser recolhido pelo adquirente.237/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 1.237/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.06.046/93) c) ponta ou palha da cana-de-açúcar. por estabelecimento comercial do mesmo titular. as aquisições. apenas quando as mencionadas saídas forem internas. 26.06. 17. observado o disposto na alínea "b". o fabricante dos produtos industrializados e respectivas filiais.728/2004 – 1. quando a exportação não se efetivar. o referido produto do mencionado fabricante: (Dec. necessária à exportação. para fim de exportação.06. reintroduzida no mercado interno. (Dec. independentemente do produto acondicionado e do destinatário. 26.2004) 1.728/2004 – EFEITOS A 2. relativamente à diferença de alíquota devida a este Estado. quando tiverem como destinatários. 17.06.06.046/93) a) bagaço de cana-de-açúcar "in natura" ou hidrolisado. aqueles relacionados no inciso LXIX. 26.2.2004) (Dec.06. (Dec.2004) 2. EFEITOS A PARTIR DE 01.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE (Dec. comprovada a não-ocorrência da exportação. observadas as condições indicadas em ato normativo da Secretaria da Fazenda.06.06. no que couber.2004) 2.2004) CXXV .a partir de 10 de novembro de 1993. os destinatários relacionados no inciso LXIX. os destinatários relacionados no referido inciso LXIX. 01.728/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. PARTIR DE 01.

95. (Dec. pés e articulações artificiais para quadris ou joelhos. (Dec. (Dec.326/95) CXXX . (Dec.326/95) CXXXI . de que trata o inciso anterior.887/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 22. 18. associações e fundações. 90/97 e 34/2001): (Dec.01.946/97) 2.99 (Convênios ICMS 158/94. as operações com os produtos relacionados no Anexo 26.312/2011) CXXIX . os produtos que estiverem (Convênio ICMS 136/94 e ACR Convênio ICMS 99/2001): (Dec. antebraços. classificadas na subposição 9021.11. promovidas (Convênio ICMS 136/94 e ACR Convênio ICMS 99/2001): (Dec. 38/2005 e 126/2010).Sistema Harmonizado. a partir de 22. (Dec.956/2010) c) até 30 de novembro de 2010. as operações com os produtos a seguir indicados.97. considerando-se "perdas". aos respectivos funcionários estrangeiros indicados pelo Ministério das Relações Exteriores. (Dec. e. 36. subposição ou código da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias . e. com destino a entidades. a título gratuito.10. 23.a partir de 02. 19.2001) a) pelos estabelecimentos do Banco de Alimentos (Food Bank) e.876/91 . cadeira de rodas e outros veículos para deficientes físicos.95 a 31. (Dec.720/2001) Decreto nº 14. anualmente. 18.no período de 02. classificados na posição 8713. Repartições Consulares e Representações de Organismos Internacionais. de caráter permanente.04. 36. após a necessária industrialização ou recondicionamento. 23. 19. de distribuição a entidades.10.01. 19.10. mãos.10.10. em razão de doação que seja feita às referidas sociedades. sociedades civis sem fins lucrativos. braços.Sistema Harmonizado NBM/SH (Convênios ICMS 98/94. as saídas de produtos alimentícios considerados "perdas".a partir de 02. as saídas internas de produtos resultantes do trabalho de reeducação dos detentos promovidas pelos estabelecimentos do sistema penitenciário do Estado (Convênio ICMS 85/94).a partir de 26 de julho de 1994. 23. com destino aos estabelecimentos do Banco de Alimentos (Food Bank) e. 18. 23. pelo mencionado Ministério: (Dec. 19.01. 47. classificados na posição. para efeito do benefício. prótese femural e outras próteses articulares. a partir de 22. 18. a partir de 21.99 e a partir de 01. observando-se o disposto no art. com a finalidade. LXIII (Convênios ICMS 47/97.atualizado até 30 junho 2011 . 94/2003.312/2011) a) no período de 24 de outubro de 1994 a 01 de janeiro de 1995.2001) a) com a data de validade vencida. 18. 23. (Dec. do Instituto de Integração e de Promoção da Cidadania (INTEGRA). (Dec. no período de 02 de janeiro de 1995 a 30 de junho de 1997.2001. o benefício previsto neste inciso somente se aplica na hipótese de os produtos se destinarem a pessoa portadora de deficiência física ou auditiva (Convênio ICMS 126/2010).95.CXXVII . 121/95 e 20/97): (Dec.946/97) 3.876/91 DECRETO 14.946/97) 1. para distribuição a pessoas carentes.326/95) c) com a embalagem danificada ou estragada. 137/94.9900.946/97) b) a partir de 16 de junho de 1997.231/94) CXXVIII . do Instituto de Integração e de Promoção da Cidadania (INTEGRA).887/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 22. declarada. 35.720/2001) a) as seguintes prestações e operações destinadas a Missões Diplomáticas.10. em razão de distribuição a pessoas carentes.2001) b) pelas entidades.887/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 22. (Dec. as saídas. condicionando-se o benefício à comprovada existência de acordo de reciprocidade de tratamento tributário. pernas. associações e fundações que os entregue a pessoas carentes. associações e fundações.30.NBM/SH. (Dec.2001.relativamente a operações com equipamentos ou acessórios (Convênio ICMS 126/2010): (Dec. as saídas dos produtos recuperados. com os respectivos códigos da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias .03.326/95) b) impróprios para comercialização. classificados no código 9021.

a remessa de animais para a EMBRAPA. Decreto nº 14.876/91 . CXXXIII . os produtos recebidos sejam utilizados na consecução dos objetivos-fins do importador. serviço de telecomunicação. em face de requerimento do interessado. como resultado de concorrência internacional com participação de indústria do País. (Dec.COMPESA. a operação de importação não seja tributada ou tenha tributação com alíquota reduzida a zero do Imposto de Importação e do IPI. 148/2007. (Dec. 69/2003.720/2001) 2. b) o benefício será concedido caso a caso. partes e peças de reposição.no período de 27 de abril de 1995 a 30 de abril de 1997. desde que o veículo esteja isento do IPI ou contemplado com redução para zero da alíquota desse imposto. 53/2008. 18. com financiamentos de empréstimos internacionais. desde que isentos do Imposto de Importação e do IPI ou por estes tributados com alíquota zero. 71/2008. 53/2008. 18.629/2010) d) no período de 14 de julho de 1998 a 31 de dezembro de 2012. direta ou indireta. observando-se (Convênios ICMS 20/95 e 80/95): (Dec. 148/2007. desde que a mercadoria esteja isenta do Imposto de Importação e do IPI ou contemplada com a redução para zero da alíquota desses impostos. a importação do exterior de aparelhos. 3. 138/2008. (Dec. de produtos importados do exterior.720/2001) 3.as seguintes operações relativas à Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária EMBRAPA: (Dec. para fins de inseminação e inovulação com animais de raça. 34. destinados à pesquisa científica e tecnológica. matérias-primas e produtos intermediários. 34. 53/2008. instrumentos técnico-científicos laboratoriais. 21. importados do exterior. 34.964/96) a) a fruição do benefício fica condicionada a que: 1. 69/2009.2001. por doação. 18. (Dec.405/95) c) as entradas de mercadorias adquiridas diretamente do exterior pelos órgãos referidos na alínea "a" e respectivos funcionários estrangeiros. 69/2003. a aquisição interestadual pela EMBRAPA de bens do ativo imobilizado e de uso ou consumo (Convênios ICMS 47/98.876/91 DECRETO 14. e respectivo retorno (Convênios ICMS 47/98. mediante despacho da Diretoria de Administração Tributária. a saída de bens do ativo imobilizado e de uso ou consumo de estabelecimento da EMBRAPA para outro estabelecimento da mesma empresa ou para estabelecimento de empresa estadual integrante do Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária (Convênios ICMS 47/98. 119/2009 e 01/2010). 123/2004. 51/2001. (Dec. relativamente ao diferencial de alíquotas. 71/2008. firmados pelo Governo Federal. podendo a Secretaria da Fazenda estabelecer mecanismos de controle relativamente às respectivas operações. 23. 69/2009.629/2010) c) no período de 14 de julho de 1998 a 31 de dezembro de 2012. 71/2008. 21. 2. 51/2001. 23. (Dec. 138/2008. pela Companhia Pernambucana de Saneamento . 23. fornecimento de energia elétrica. 123/2004. 123/2004. não haja contratação de câmbio. (Dec.1.110/98) a) a partir de 19 de julho de 1995.720/2001) b) as saídas de veículos nacionais adquiridos pelos órgãos referidos na alínea anterior e respectivos funcionários estrangeiros. a partir de 09. saída de mercadoria destinada à ampliação ou reforma de imóveis de uso das mencionadas entidades.405/95) CXXXII . 14 do Código Tributário Nacional. diretamente por órgãos ou entidades da administração pública.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. 119/2009 e 01/2010). 148/2007. máquinas e equipamentos.110/98) b) no período de 14 de julho de 1998 a 31 de dezembro de 2012. (Dec. 51/2001. bem como fundações ou entidades beneficentes ou de assistência social que preencham os requisitos previstos no art.as entradas de bens destinados à implantação de projeto de saneamento básico. realizada diretamente pela EMBRAPA. 138/2008. o recebimento. 69/2003. 69/2009.629/2010) CXXXIV . 119/2009 e 01/2010). acessórios. dispensado o exame de similaridade (Convênio ICMS 64/95).08.

(Dec. 106/2007.721/2001) 1. 55/2001. junto aos respectivos usuários. 05/2007. 10/2001. (Dec. conforme previsto no Decreto nº 99.TIF/ Declaração de Trânsito Aduaneiro . (Dec. 124/2004. de 21 de agosto de 1997 a 31 de dezembro de 2006 e de 05 de fevereiro de 2007 a 31 de dezembro de 2012.a partir de 26 de junho de 1996. 117/2007. as prestações de serviço de transporte ferroviário de carga vinculadas a operações de exportação e importação de países signatários do Acordo sobre o Transporte Internacional.2002. devendo os referidos bens retornarem ao estabelecimento remetente ou a outro da mesma empresa. 48/2007.01. de 25 de janeiro de 1993. 19.987/96) a) quando destinados à prestação de seus serviços.a partir de 02 de janeiro de 1996.01.332/96) b) o transporte internacional de carga por ferrovia seja efetuado na forma prevista no Decreto nº 99. peças e acessórios destinados à produção dos mencionados coletores. quando adquiridos diretamente pelo Tribunal Superior Eleitoral . contrato de empréstimo a longo prazo. celebrado entre o Brasil e o Banco Mundial. observando-se (Convênios ICMS 01/96. 19. 119/2009 e 01/2010): (Dec.987/96) b) quando do retorno de que trata a alínea anterior.DTA. de 20 de novembro de 1990. as operações de entrada decorrente de importação e de saída de Coletores Eletrônicos de Voto . 84/00.058/2003-EFEITOS A PARTIR DE 01. 01/2007.25.615/2010) CXXXV .10. contrato de financiamento a longo prazo. 75/97.615/2010) a) no período de 19 de julho de 1995 a 13 de julho de 1998. de equipamentos de sua propriedade.CEV. a partir de 01. peças de reposição e acessórios. 163/2002. 34.629/2010) a) o benefício fica condicionado a que: (Dec. 21. promovidas pela Empresa Brasileira de Telecomunicações S/A .704.876/91 . 34. 71/2008. 117/2007. desde que ocorram. 53/2008. 21/2002.332/96) a) seja emitido o Conhecimento .nos períodos de 05 de março a 31 de dezembro de 1996.876/91 DECRETO 14. 34.atualizado até 30 junho 2011 . 23. a parcela relativa à receita bruta decorrente das operações previstas neste inciso esteja desonerada das contribuições para os Programas de Integração Social . 48/2007. o produto esteja beneficiado com isenção ou alíquota zero do Imposto de Importação ou do IPI. suas partes. 119/2009 e 01/2010): (Dec. 76/2007.095/98) b) no período de 14 de julho de 1998 a 31 de dezembro de 2012. 148/2007.704.721/2001) CXXXVIII . 19. 138/2008. (Dec. 61/98.2002. as saídas interestaduais. 10/2004. exceto a transferência da carga de vagão nacional para vagão de ferrovia de outro país e vice-versa. 138/2008. da Secretaria da Receita Federal.721/2001) b) fica assegurada a manutenção do crédito relativamente às aquisições dos insumos. 19.TSE. (Dec. 124/2007.987/96) CXXXVII . 23.PASEP e para o Financiamento da Seguridade Social .2003) CXXXVI . 69/2009. 53/2008. as saídas de gado ovino e dos produtos comestíveis resultantes do seu abate (Convênio ICMS 24/95). 18. (Dec. 34/99. 18. (Dec.EMBRATEL. 23. 18. (Dec. 47. 69/2009. XXXIX. partes. (Dec. 124/2007. (Dec. cumulativamente. nos seguintes casos: (Dec. e na Instrução Normativa nº 12.PIS e de Formação do Patrimônio do Servidor Público .332/96) c) verifique-se a inexistência de mudança no modal de transporte. (Dec. as seguintes situações (Convênio ICMS 30/96): (Dec.COFINS (ACR Convênio ICMS 55/2001).Carta de Porte Internacional . 71/2008. de 20 de novembro de 1990. 106/2007.721/2001) 2. 148/2007. 76/2007. 23.332/96) Decreto nº 14.no período de 01. 05/99.contra pagamento com recursos oriundos de divisas conversíveis provenientes de (Convênios ICMS 42/95. celebrado entre o Brasil e entidades financeiras internacionais.95 a 31. nos termos do art.12.

34. 34.780/2010) c) deve ser demonstrada.876/91 . (Dec. 34. promovidas pelo respectivo fabricante. 34. (Dec. à fabricação do álcool por usina ou destilaria deste Estado. no corpo da respectiva Nota Fiscal. à produção de aguardente e rapadura (Dec. anidro e hidratado. 21.a partir de 01 de outubro de 1996.314/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 19. 19.876/91 DECRETO 14. a exclusão do ICMS do valor da operação. em relação ao hidratado.780/2010) 2.05. a partir de 01 de fevereiro de 1999.528/2010) Decreto nº 14. quando destinada à comercialização. como tal definida pelo Departamento Nacional de Combustíveis . mediante operação de venda à ordem ou para entrega futura.780/2010) 2.979/97) b) REVOGADO. as seguintes operações com álcool. (Dec.99. em razão da existência de bitolas diferentes nas linhas ferroviárias dos países de origem e de destino. entradas do produto importado do exterior. às operações interestaduais. 19.314. sendo.99) CXLII .780/2010) a) o produto deve se destinar: (Dec. (Dec.a partir de 01 de janeiro de 1996 (Convênio ICMS 91/91): (Dec.979/97) 2. destinados à comercialização. 34.780/2010) 1. (Dec.2 à opção do contribuinte. em outra Unidade da Federação.337/96) CXL . observando-se (Decretos nº 19. 19. até 31 de julho de 1997.1 deverá ser demonstrada. 34. 19. inclusive se adquirido em outra Unidade da Federação ou importado do exterior. quando promovidas pelo próprio fabricante. exceto quando o importador ou o destinatário da mercadoria for estabelecimento industrial que a utilize para integrar.337/96) b) as saídas dos mencionados produtos. saídas internas do produto. 34. as operações internas com cana-de-açúcar. 19.979/97) a) no período de 1º de junho de 1996 a 31 de julho de 2010.780/2010) 1.979/97) 2.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec.979/97) 2. 19. de 14. 34.DNC e desde que devidamente credenciada pela Secretaria da Fazenda. quando se tratar de fabricação de álcool etílico hidratado combustível. hipótese em que: (Dec.337/96) c) as entradas de mercadoria importada do exterior pelos estabelecimentos referidos na alínea “a”. 19.332/96) CXXXIX . às operações internas com melaço e mel rico com a destinação mencionada na alínea "a". de 03. 19. (Dec. como insumo. (Dec.114.381/2010) 1. as saídas promovidas por distribuidora de combustível. 19. a exclusão do ICMS do valor da operação. este até 31 de julho de 1997.780/2010) b) o benefício também se aplica: (Dec. para os estabelecimentos referidos na alínea anterior. e alterações. relativamente às mercadorias adquiridas até 31 de maio de 1996.d) a empresa transportadora contratada esteja impedida de efetuar. para o fornecimento de óleo diesel a ser consumido por embarcação pesqueira nacional que esteja registrada no órgão controlador ou responsável pelo setor.a partir de 01 de junho de 1996. 1.relativamente ao álcool: (Dec.337/96) a) as saídas de produtos industrializados promovidas por lojas francas (“free-shops”) instaladas nas zonas primárias dos aeroportos de categoria internacional e autorizadas pelo órgão competente do Governo Federal. a partir de 01 de abril de 2010. observando-se (Convênio ICMS 58/96): (Dec. 35. o respectivo processo de fabricação de produto diverso do álcool: (Dec. e nº 21. exceto. diretamente. (Dec. e Convênios ICMS 02/97 e 34/97): (Dec. (Dec.03. poderá não ocorrer a isenção. o transporte ao destinatário. (Dec.780/2010) CXLI . a partir de 01 de agosto de 1997. no corpo da respectiva Nota Fiscal.96. na hipótese de álcool etílico hidratado combustível.02. (Dec. 34.

(Dec.07.337/96) d) a comprovação da inexistência de produto similar produzido no país deve ser efetuada por meio de laudo emitido por entidade representativa do setor produtivo de máquinas. quando adquiridos pelo Corpo de Bombeiros Militar (Convênios ICMS 62/96. 23/98. condicionada a fruição do benefício ao cumprimento.04. as operações com mercadorias. devidamente constituídos e reconhecidos de utilidade pública. relativamente à operação de importação. por órgãos da Administração Pública Estadual Direta e suas autarquias e fundações. 48/97.07. a mercadoria não possua similar produzido no país.010. 19. 67/97. quando adquiridos pelos Corpos de Bombeiros Voluntários. as operações internas com medicamentos quimioterápicos usados no tratamento de câncer.2002) CXLV . (Dec. 72/2007 e 76/2007): (Dec. não será exigido o estorno do crédito fiscal relativo às aquisições do remetente.96 a 31. bem como as prestações de serviços de transporte a elas relativas. de sua obrigação tributária principal.385/96) CXLVI .664/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 23. 67/97. 48/97. ou por órgão federal especializado. observando-se (Convênios ICMS 32/95. 05/99. a operação esteja isenta do IPI. observado o disposto na alínea “d”. quando for o caso (Convênio ICMS 34/96).07. 19. 24.231/2008) 1. 19. 05/99.231/2008) CXLIV . 10/2001 e 30/2003).03. 48/2007. mediante despacho da Diretoria de Administração Tributária da Secretaria da Fazenda. sem similar nacional. a partir de 23. 21/96.no período de 01 de janeiro de 1997 a 30 de abril de 2005.03.01.99.07. com veículos automotores.231/2008) 2. III. 24. as operações de importação. conforme prevê o art. aparelhos e equipamentos com abrangência nacional ou por órgão federal especializado. 07/2000.876/91 DECRETO 14. as operações internas. máquinas e equipamentos.90. (Dec. destinadas ao Programa de Fortalecimento e Modernização da Área Fiscal. (Dec. 32. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . de forma a possibilitar a equiparação do preço do produto ao preço com que são abastecidos os barcos pesqueiros estrangeiros. observando-se. através de lei municipal.664/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 23. 10/2004. em petição do interessado. 121/97. 20/97. (Dec. 32.337/96) CXLIII .a partir de 01 de outubro de 1996. 19.99 e a partir de 01. adquiridas Decreto nº 14. (Dec. 26. pelo beneficiário.854/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 20/97.337/96) c) o benefício será concedido caso o caso. (Dec.231/2008) a) fruição do benefício fica condicionada a que: (Dec. o recebimento de mercadoria importada do exterior.231/2008) b) nas operações amparadas pelo benefício de que trata este inciso.664/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 23.a) a implementação do benefício fica condicionada à celebração de protocolo pelas Unidades da Federação para o estabelecimento das condições e mecanismos de controle. 21/2002. 19. de 29. para utilização nas respectivas atividades específicas.no período de 01.no período de 08 de janeiro de 1997 a 31 de dezembro de 2005. 32.337/96) b) fica o benefício condicionado ainda ao aporte de recursos do Governo Federal em valor equivalente à isenção concedida.2002 (Convênios ICMS 48/93 e 55/2002): (Dec. (Dec. 121/97.2002) a) a comprovação da inexistência de similaridade deverá ser feita por laudo emitido por entidade representativa do setor produtivo de máquinas.05. 23/98. 32. 32. (Dec. a partir de 01 de setembro de 2008. 24.no período de 01 de outubro de 1996 a 31 de dezembro de 2011.876/91 . bem como. destinada a integrar o respectivo ativo imobilizado ou para seu uso ou consumo. as operações internas com veículos e equipamentos. aparelhos e equipamentos com abrangência em todo território nacional. no período de 01 de setembro de 2008 a 31 de dezembro de 2011. (Dec.2004) CXLVII . 34.2002) b) ficam dispensadas da apresentação do atestado de inexistência de similaridade nacional de que trata a alínea "a" as importações beneficiadas com as isenções previstas na Lei Federal n° 8.

71/2008. 121/97. 19. (Dec.00. 18/2005. pela técnica ID-PaGIA. desde que seja abatido do preço da mercadoria o valor equivalente ao imposto que seria devido se não houvesse a isenção. na modalidade Concorrência Internacional nº 011/DADL/SEDE/96. (Dec.840/97) b) o benefício previsto neste inciso estende-se às operações de saída e à importação do exterior de chassis e componentes de superestrutura. 20. bem como suas autarquias e fundações (Convênios ICMS 84/97. 10/2001. fica assegurada a manutenção do crédito nas operações amparadas pelo benefício de que trata este inciso. 20. 25. 48/97. quando destinados a integrar os mencionados veículos. NBM/SH 3006. Decreto nº 14. 55/2003. 20.926/2005) CXLVIII . sendo dispensada esta condição a partir de 07 de janeiro de 1999: (Dec.905/2003) 1.no período de 21 de outubro de 1997 a 31 de dezembro de 2012. NBM/SH 3822. 120/2003 e 123/2004). (Dec.a partir de 21 de agosto de 1997. e o seu valor unitário.876/91 . 53/2008. (Dec. 51/2001. 85/98. (Dec.905/2003) (Dec. 119/2009 e 01/2010): (Dec. 21.atualizado até 30 junho 2011 . painéis de hemácias e diluentes destinados à determinação dos grupos ou dos fatores sangüíneos pela técnica Gel-Teste. sorologia e coagulação. (Dec. 19. direta ou indireta.860/2007) a) o mencionado abatimento deverá constar expressamente no respectivo documento fiscal.876/91 DECRETO 14.nos períodos de 21 de outubro de 1997 a 31 de dezembro de 1998 e de 07 de janeiro de 1999 a 31 de dezembro de 2011. 25. as operações com preservativo.através de licitações ou contratações efetuadas dentro das normas estabelecidas pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento-BID (Convênios ICMS 94/96. 90/99. (Dec.104/97) 2. 20. 10/2001.INFRAERO. 27. observando-se (Convênio ICMS 61/97): (Dec.no período de 01 de junho de 1997 a 12 de maio de 1999. observando-se (Convênios ICMS 89/97. desde que o contribuinte apresente planilha de custos na qual comprove a efetiva desoneração do ICMS no preço final do produto. (Dec. 23/98. 127/2001. 21. as seguintes indicações. destinados a equipar os aeroportos nacionais. 26.00. 116/98. 23/98. 34. 05/99. através de licitação. até 31 de outubro de 1998. nos termos do art. 21/2002. classificado no código NBM/SH 4014. XLVI (Convênio ICMS 119/2003). 20/97. 30. no mínimo. 05/99. (Dec.596/2004) CLI . 67/97. as operações de saída de veículos de bombeiros. 138/2008.840/97) CXLIX . a quantidade de preservativos vendidos por mês a partir de 22 de outubro de 1997. demonstrativo que contenha. 20. 20. 119/2003 e 40/2007): (Dec. a quantidade de preservativos vendidos por mês e o seu valor unitário em 21 de outubro de 1997. desde que destinados a órgãos ou entidades da administração pública. 20. 14/2001. 60/98.00. 30/2003. de enfermidades transmissíveis.104/97) c) a partir de 01 de janeiro de 2004. observando-se (Convênios ICMS 96/96 e 13/99): (Dec. as operações com os seguintes produtos e equipamentos utilizados em diagnóstico em imunohematologia.424/98) a) o benefício será reconhecido mediante requerimento à Diretoria de Administração Tributária .342/99) 1.00.20.104/97) b) as indústrias fabricantes e os importadores do produto deverão entregar à repartição fazendária a que estiverem vinculados.10. (Dec.556/99) a) os referidos veículos serão adquiridos pela Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária . da Secretaria da Fazenda. classificados nos respectivos códigos NBM/SH.424/98) CL . 47.615/2010) a) reagentes.424/98) b) o requerimento de que trata a alínea anterior deverá ser instruído com a planilha a que se refere este inciso. as importações e as saídas internas de mercadorias destinadas à ampliação do Sistema de Informática da Secretaria da Fazenda do Estado de Pernambuco.DAT. 69/2009.264/97) b) reagentes para diagnóstico: (Dec.

99. (Dec. (Dec.99) 4. 46 (quarenta e seis) estações de trabalho.074/2003) CLII . 03 (três) "scanners". 47 (quarenta e sete) "hubs". 71/2008. 14 do Código Tributário Nacional.10. NBM/SH 3006. NBM/SH 3822. pelas técnicas de Elisa. 21. a partir de 03 de maio de 2001.074/2003) e) incubadoras para diagnósticos em imunohematologia/sorologia/coagulação pelas técnicas de Gel-Teste e ID-PaGIA.05.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13.99) a) a partir de 14 de abril de 1998 (Concorrência Internacional 02/97 .05. 20.074/2003) f) readers (leitor automático) para diagnósticos em imunohematologia/sorologia/coagulação pelas técnicas de Gel-Teste e ID-PaGIA. 34. (Dec. de malária e leishmaniose. 20. (Dec. 21.89.05.99) 4.89. 23.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13. 10 (dez) "notebooks".503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13.503/99 – EFEITOS A 3.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13.25. Imunocromatografia ou em qualquer suporte.90.no período de 01 de maio de 1998 a 31 de dezembro de 2012. (Dec.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13.90. de malária. 117/98.05. 39 (trinta e nove) servidores de rede. (Dec.05. em qualquer suporte.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13.12. 10/2001. 25 (vinte e cinco) servidores de rede. 21. NBM/SH 8421.05. as operações internas com veículos automotores tipo ônibus. (Dec. (Dec.05. para assistência às vítimas de situação de seca nacionalmente reconhecida. 18/2005.074/2003) g) samplers (pipetado rautomático) para diagnósticos em imunohematologia/sorologia/coagulação pelas técnicas de Gel-Teste e ID-PaGIA. (Dec.99) CLIV . (Dec.629/2010) a) o benefício previsto neste inciso não se aplica às saídas promovidas pela Companhia Nacional de Abastecimento-CONAB.876/91 DECRETO 14.05. 21. 30/2003. NBM/SH 8479. quando adquirido por órgão da administração pública direta e destinado ao uso exclusivo de transporte escolar (Convênios ICMS 117/97 e 23/98).2.99) b) a partir de 13 de maio de 1999 (Concorrência Internacional 01/98 – Convênio ICMS 15/99): (Dec. 21.99) 2.00.10. classificados no código NBM/SH 8702. NBM/SH 8419. 25 (vinte e cinco) "racks". destinados à Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco. 21. (Dec. 69/2009.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13.12.721/2001) Decreto nº 14.99) (Dec.Projeto Nordeste II . 53/2008. 41 (quarenta e uma) impressoras.905/2003) c) reagentes para diagnóstico de coagulação pelas técnicas de Gel-Teste e ID-PaGIA.Convênios ICMS 19/98 e 15/99): (Dec. (Dec.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13.99) 7. 21.20. 556 (quinhentos e cinqüenta de seis) microcomputadores.05.00. observando-se (Convênios ICMS 57/98. 05/99. 388 (trezentos e oitenta e oito) impressoras. (Dec.99) 2.99) 1. 32 (trinta e dois) "hubs". 21. (Dec.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13.90.no período de 02 de janeiro de 1998 a 30 de abril de 1999.a importação do exterior dos equipamentos de informática a seguir discriminados. 21.05.99) 1. 25. PARTIR DE 13.00.99) 5.Banco Mundial: (Dec.677/98) CLIII .264/97) d) centrífugas para diagnóstico em imunohematologia/sorologia/coagulação pelas técnicas de Gel-Teste e ID-PaGIA. NBM/SH 3822.876/91 . (Dec.05.00. 21. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 .99) 6. 21.05. 21. (Dec. NBM/SH 8471. 21. 119/2009 e 01/2010): (Dec.25.905/2003) 3.05.25.25. as saídas de mercadoria em decorrência de doação a órgãos e entidades da administração direta e indireta da União.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13. 25. adquiridos através de Concorrência Internacional .05. (Dec.19. 138/2008.503/99 – EFEITOS A PARTIR DE 13. 21.99) 3. dos Estados e dos Municípios ou às entidades assistenciais reconhecidas de utilidade pública e que atendam aos requisitos do art. (Dec. a partir de 29 de julho de 2003.

106/2007. 124/2007.876/91 DECRETO 14.07. 28. Decretos nº 20.734.b) fica assegurada a manutenção relativa às entradas da mencionada mercadoria.303/2003) CLIX . promovida por estabelecimento gráfico.127/2001. 40/2007.nos períodos de 01 de novembro de 1998 a 31 de dezembro de 1999 e de 01 de janeiro de 2000 a 31 de março de 2003. o número do despacho concessivo referente ao requerimento de que trata a alínea anterior. (Dec. de 24. 21. de 25 de março de 1997. 78/2000. 18/2005.no período de 25 de julho de 1997 a 31 de dezembro de 2001 e a partir de 01 de janeiro de 2002. (Dec. 10/2004. 47. relacionados no Anexo 28. 138/2008.721/2001) CLVIII . fabricados artesanalmente. 21. 01/2010. 148/2007.668. 108/2002. 23/98. a partir de 12 de novembro de 2008. 23. realizadas pelas entidades a seguir indicadas. 97/2001.593/2006) CLVI .97. febre amarela e outros agravos.no período de 02 de janeiro de 1998 a 31 de dezembro de 2012. quando da respectiva distribuição pelo MEC. ou às instituições beneficiadas. (Dec. 25. 119/2009 e 01/2010): (Dec.MEC. 124/2007. 23. de vacinas.985. e Convênio ICMS 46/2006).2002.342/99) c) a respectiva Nota Fiscal deverá conter. soros. as saídas de formulário contínuo produzido mediante encomenda direta de consumidor final. 147/2005. 36. as operações com equipamentos didáticos.10. 69/2009.342/99) b) o fornecedor ou importador deste Estado solicitará o reconhecimento do benefício mediante requerimento à Diretoria de Administração Tributária . 05/99. 53/2008.98.2001. 53/2008. promovidos pelo Governo Federal(Convênios ICMS 95/98.12.464. devendo este ser instruído com cópia do empenho relativo à aquisição. 79/2002. XL. 36. 05/99. 71/2008. 120/2003. 19/2010. de 09. nos termos do art. aquela destinada à comercialização ou industrialização ou em que o produto participe. 47. no campo “Dados Adicionais – Informações Complementares”. e nº 23.342/99) d) a partir de 01. 69/2009. nº 21. quando destinados a campanhas de vacinação. 21. nos termos do art. 71/2008. 07/2000. 34. para atender ao Programa de Modernização e Consolidação da Infra-Estrutura Acadêmica das Instituições Federais de Ensino Superior e Hospitais Universitários instituído pela Portaria nº 469. inclusive peças de reposição e os materiais necessários às respectivas instalações. de alguma forma. 10/2001. 129/2008 e 18/2010):(Dec. 46/2007.876/91 . de 30. o disposto no § 91 (Convênios ICMS 101/97. classificados no respectivo código ou posição da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias NBM/SH. científicos e médico-hospitalares. 47/2004. 76/2007. 117/2007.167/2010) a) Fundação Nacional de Saúde. observado. 148/2007. 23/98. 138/2008. (Dec. medicamentos. 11/2011 e 25/2011). 119/2009. do Ministério da Educação e do Desporto. 29. imunoglobulinas. desde que isentos ou tributados com alíquota zero do IPI. 21/2002. a parcela relativa à receita bruta decorrente das operações previstas neste inciso deverá estar desonerada das contribuições do PIS/PASEP e COFINS (ACR Convênio ICMS 56/2001). de etapas seguintes de circulação de mercadoria. inseticidas e outros produtos relacionados no Anexo 29 e. de 14. observados os respectivos termos iniciais de vigência ali especificados.629/2010) a) os produtos devem ser contemplados com isenção ou com redução a zero das alíquotas dos impostos federais e destinados ao Ministério da Educação e do Desporto . malária. 35. 187/2010. em qualquer hipótese.no período de 02 de janeiro de 1998 a 31 de dezembro de 2012. (Dec. observado o disposto no art. a partir de 01 de junho de 2011.877/2006) Decreto nº 14. 31/2003. desde que observadas as seguintes condições (Convênios ICMS 123/97. XIX (Lei nº 11. 46/98.721/2001) CLV .no período de 15 de outubro de 1998 a 31 de dezembro de 2011.01. as importações do exterior. excluída. (Dec. (Dec. XXVI. as operações com os equipamentos e componentes para o aproveitamento da energia solar e eólica.07. (Dec.99. quando promovidas por produtor ou cooperativa de produtores.711/2011) CLVII . Programas Nacionais de combate à dengue. 93/2001.atualizado até 30 junho 2011 . as saídas internas de queijo de coalho e queijo de manteiga. (Dec. 61/2000. ficando assegurada a manutenção do crédito fiscal relativo às aquisições do remetente. no Anexo 29-A. 56/2001.DAT.

conforme relação constante do Anexo 31. 31.544. e de matérias-primas e produtos intermediários. 69/2009.a partir de 17 de novembro de 1999. apresentados pelo contribuinte juntamente com o Desembaraço de Mercadorias Importadas – DMI. Ministério da Saúde.a partir de 17 de agosto de 1999. em petição do interessado. 30/2003.891/2002) CLXI . (Dec. 10/2001. 05/99.877/2006) CLX . mediante despacho: (Dec. efetuadas diretamente por empresas fabricantes ou suas filiais (Convênio ICMS 43/99). de 29 de março de 1990. 18/2005. condicionada a fruição do benefício. da Gerência Geral da Administração Tributária . observado o disposto no art. 27. (Dec.b) a partir de 09 de janeiro de 2006.441/2008) (Dec. 47.394. 1.739/99) CLXII . 31. 96/2010. 90/2004. e. 80/2002. com a respectiva classificação na NBM/SH. 119/2009 e 01/2010). desde 26 de março de 1999. (Dec. do Coordenador de Administração Tributária. 41/99. 28.010. 24. 25/93. 43/2002.441/2008) 1.876/91 DECRETO 14. 113/2005. ou qualquer de suas unidades.no período de 01 de dezembro de 1999 a 31 de dezembro de 2012. 40/2007.1 até 31 de janeiro de 2002.07. (Dec. 53/2008. 127/2001. e. 35. as operações decorrentes da importação do exterior de aparelhos. no período de 01 de junho de 2003 a 29 de fevereiro de 2008.818/2005) Decreto nº 14. 10/2004. 75/2005.441/2008) 2. 24. (Dec. (Dec. 138/2008. 31.441/2008) 1. 30/2009. a importação deve estar amparada por outras isenções previstas na Lei Federal nº 8. 111/2004. as operações realizadas pela Fundação Pró-TAMAR com produtos que tenham por objetivo a divulgação das atividades preservacionais vinculadas ao Programa Nacional de Proteção às Tartarugas Marinhas (Convênios ICMS 55/92.2001 a 22. 31. 05/99. 34.441/2008) d) além da hipótese referida na alínea "a". após análise dos documentos necessários para a concessão do benefício. 36/2006. 30/2003.876/91 . pelos órgãos da Secretaria da Fazenda a seguir indicados. 36. 84/2000.441/2008) 1.no período de 26 de março de 1999 a 31 de dezembro de 2011. 149/2002. 90/99. doação de microcomputador usado para escolas públicas especiais e profissionalizantes. (Dec.2002 com os equipamentos e insumos relacionados no Anexo 31-A não constantes do Anexo 31. CNPJ base 00. pela unidade da Secretaria da Fazenda responsável pelo controle das operações de importação e de exportação. do Anexo 31-A. à concessão de isenção ou alíquota zero do IPI ou do Imposto de Importação. 57/2005. 31.GLO.956/2010) a) a importação deve estar amparada por isenção ou alíquota zero do Imposto de Importação ou do Imposto sobre Produtos Industrializados. 77/99. observando-se (Convênios ICMS 93/98.atualizado até 30 junho 2011 . da Diretoria de Administração Tributária – DAT. associações destinadas a portadores de deficiência e comunidades carentes. a partir de 23 de julho de 2002. 55/99. 21. ainda (Convênios ICMS 01/99. por meio da Coordenação-Geral de Recursos Logísticos.891/2002) b) o disposto na alínea anterior não autoriza a restituição ou compensação das importâncias já pagas relativas ao imposto ali referido. 71/2008. equipamentos e instrumentos. ficando dispensado pedido específico. máquinas. XXIX. 176/2010 e 181/2010):(Dec. a partir de 01 de março de 2008.312/2011) a) fica dispensado o recolhimento do ICMS relativo às operações realizadas no período de 26. 27. (Dec. 41/2010 e 131/2010): (Dec. (Dec. (Dec. 96/2001.GAT ou da Gerência de Legislação e Orientação Tributárias . suas partes e peças de reposição e acessórios.615/2010 ) CLXIII .2 no período de 01 de fevereiro de 2002 a 31 de maio de 2003.818/2005) c) o benefício deve ser concedido: (Dec.12. (Dec.818/2005) b) as mercadorias mencionadas neste inciso devem destinar-se a atividades de ensino e pesquisa científica ou tecnológica. 27. as operações com equipamentos e insumos destinados à prestação de serviços de saúde. 141/2002. 31.3.

quando a importação for realizada por universidades federais ou estaduais ou por intermédio das respectivas fundações de apoio ao ensino e pesquisa. 27. de 20 de dezembro de 1994.1. 27. (Dec.2. 28. 27.371/2010) f) relativamente às organizações sociais com contrato de gestão com o Ministério da Ciência e Tecnologia.5. 27.623/2005) 2. por órgão ou entidade relacionados em portaria do Secretário da Fazenda. até 07 de janeiro de 2003. associações sem fins lucrativos das instituições referidas neste item. a partir de 17 de abril de 2002.7.623/2005) 2. não possuam similar produzido no País.623/2005) 2. ainda.818/2005) 2.818/2005) 2. (Dec. devendo essa condição ser atestada (Convênios ICMS 96/2001. (Dec. 28.818/2005) 2. institutos de pesquisa federais ou estaduais. (Dec.4. (Dec. 111/2004 e 41/2010): (Dec. o benefício estende-se à importação de artigos de laboratório. 27. até 30 de abril de 2010.876/91 DECRETO 14. 35. (Dec. o bem importado passará a integrar o patrimônio da entidade à qual o pesquisador ou cientista estiverem vinculados. desde que.3.818/2005) 2. para o estrito atendimento de suas finalidades estatutárias de apoio às mencionadas entidades.e) a partir de 22 de outubro de 2001. por órgão federal competente. por órgão federal competente ou por entidade representativa do setor produtivo de máquinas.623/2005) 2. 27. 28. que tenham resultado em dispensa do ICMS incidente na importação de que trata este item realizada pelas mencionadas associações.818/2005) 2. a partir de 18 de abril de 2005. pesquisadores e cientistas credenciados e no âmbito de projeto aprovado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq. 27. (Dec. a partir de 01 de novembro de 2005. nos termos da Lei Federal nº 8. (Dec.956/2010) Decreto nº 14. 14 do Código Tributário Nacional.7.818/2005) 2.818/2005) 1. atendam aos requisitos previstos no art. o benefício somente se aplicará àquelas constantes do Anexo 39 (Convênio ICMS 43/2002). universidades federais ou estaduais. desde que os bens adquiridos integrem o patrimônio da contratante (Convênio ICMS 131/2010).8. no período de 08 de janeiro de 2003 a 17 de abril de 2005. 28.818/2005) 2. fundações sem fins lucrativos das instituições referidas neste item. contratadas pelas instituições ou fundações referidas nos subitens anteriores. institutos de pesquisa sem fins lucrativos instituídos por leis federais ou estaduais. observando-se (Convênio ICMS 57/2005): (Dec.6. (Dec. sem fins lucrativos. organizações sociais com contrato de gestão com o Ministério da Ciência e Tecnologia. ficando convalidados os procedimentos adotados pela Administração Fazendária. que. no período de 18 de abril de 2005 a 30 de abril de 2010.818/2005) h) as disposições previstas neste inciso aplicam-se: (Dec. 14 do Código Tributário Nacional.1.623/2005) 2.958.818/2005) g) a concessão do benefício somente deve ocorrer quando houver credenciamento prévio das instituições pela fundação estadual de amparo à pesquisa ou entidade equivalente (Convênio ICMS 43/2002). o interessado deverá anexar comprovante da aprovação do projeto junto ao CNPq. quando a importação for realizada por: (Dec. e respectivas fundações ou associações sem fins lucrativos. 35. a partir de 1º de dezembro de 2010. fundações de direito privado. no período de 17 de novembro de 1999 a 16 de abril de 2002. 27. (Dec. indicadas neste inciso. 35. no período de 22 de outubro de 2001 a 17 de abril de 2005. 27. 27. após a conclusão do projeto.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. (Dec. aparelhos e equipamentos com abrangência em todo o território nacional ou. 28.2.371/2010) 1. (Dec. (Dec. que atendam aos requisitos do art.7.876/91 .

tenham sido cumpridas as condições para admissão da mercadoria ou bem no DAF. realizada no âmbito federal. estende-se às operações de saída e aos recebimentos decorrentes de importação do exterior de chassis e componentes de superestrutura. XV. adquiridos pelo Ministério da Defesa. somente se aplica aos produtos contemplados com isenção ou alíquota zero do IPI. as operações de importação amparadas pelo regime especial aduaneiro de admissão temporária. no âmbito do Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-Fim da Polícia Federal. (Dec. nas operações de saída de veículos de bombeiros. 23. 23.247/2001) CLXVI .a partir de 01 de março de 2000.391/2001) a) os veículos devem estar. (Dec. na respectiva composição do preço.876/91 . de 12 de novembro de 1997.188/2005) 2. através da Diretoria de Engenharia da Aeronáutica. cumulativamente.247/2001) 2. nos termos do art. (Dec.391/2001) Decreto nº 14. por meio de licitação na modalidade da Concorrência nº 006/DIRENG/2000. 28. de 18 de fevereiro de 1997. e utilizada nessa atividade para estocagem no regime aduaneiro especial de depósito afiançado .247/2001) a) o benefício previsto neste inciso: (Dec. a isenção prevista neste inciso aplica-se às operações de importação. 28. as operações com veículos adquiridos pelo Departamento de Polícia Federal. observando-se que (Convênio ICMS 75/2000): (Dec. (Dec. 23. observando-se (Convênio ICMS 76/2000): (Dec. instituído pela Lei Complementar Federal nº 89. observando-se o seguinte (Convênios ICMS 58/99 e 09/2005): (Dec. (Dec. quando destinados a integrar os veículos referidos neste inciso. (Dec.a partir de 07 de novembro de 2000. 28.391/2001) (Dec. 23. destinados à manutenção e ao reparo de aeronave pertencente a empresa autorizada a operar no transporte comercial internacional. (Dec.188/2005) 1. atendendo-se ao que dispõe a alínea ‘d". no processo de licitação nº 05/2000-CPL/CCA/DPF.DAF.188/2005) a) o disposto neste inciso somente se aplica quando o respectivo desembaraço aduaneiro for efetuado sem o pagamento dos impostos federais.188/2005) CLXV . sem similar produzido no País. (Dec. pelo beneficiário. 23. com isenção ou alíquota zero do IPI. nos termos do art.25.381. a isenção prevista neste inciso aplica-se às operações amparadas por regime aduaneiro especial de depósito afiançado .a partir de 07 de novembro de 2000. 2.DAF.247/2001) b) na hipótese da importação prevista no item 2 da alínea anterior. 28.247/2001) c) o valor correspondente à desoneração de que trata este inciso deverá ser demonstrado.188/2005) d) a partir de 01 de agosto de 2005. 11. XXXVII.247/2001) 1. previsto na legislação federal específica. e regulamentado pelo Decreto Federal nº 2. contemplados (Convênio ICMS 75/2000): (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . de materiais sem cobertura cambial.CLXIV . cuja exigência do imposto tenha sido objeto de suspensão. a mercadoria tenha sido utilizada para o fim previsto no regime mencionado no item 1. administrado pela Secretaria da Receita Federal. 23. 23. a inexistência de produto similar produzido no País será atestada por órgão federal competente. 28. 23. a isenção prevista neste inciso não se aplica às operações realizadas com álcool.391/2001) b) fica assegurada a manutenção do crédito fiscal relativo à aquisição das mercadorias que venham a ser objeto do benefício. 23. 23.558/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2003) b) a partir de 01 de julho de 2003. destinados a equipar os aeroportos nacionais. (Dec. representado pelo Comando da Aeronáutica. (Dec. (Dec. desde que (Convênio ICMS 09/2005): (Dec. nos termos da mencionada legislação.876/91 DECRETO 14. 25.558/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2003) c) a partir de 01 de dezembro de 2004. 47. 23.391/2001) 1.

(Dec. 26.as operações de saída de veículos destinados à Polícia Rodoviária Federal. incidentes sobre a receita bruta resultante das operações decorrentes do processo de licitação previsto Decreto nº 14.2001) c) para efeito do benefício previsto neste inciso.06.06.09.001894/2003-63 (aquisição de veículos caracterizados tipo caminhonete 4x4).596/2004) 1. (Dec.1 nº 05/2000-CPL/DPRF: 09 de agosto de 2001 (Convênio ICMS 69/2001).2. mediante emissão de Nota Fiscal de ressarcimento. na produção da mencionada energia elétrica. tendo adquirido. que tenha efetuado a referida retenção. nº 08650. 1.001895/2003-16 (aquisição de veículos caracterizados tipo camioneta).409/2011) a) o contribuinte que. poderá proceder ao ressarcimento do imposto recolhido antecipadamente junto ao respectivo fornecedor. 23.c) o valor correspondente ao incentivo deverá ser deduzido do preço de aquisição dos respectivos veículos.2001) b) lâmpadas de vapor de sódio. 26. nº 08650. Economia.373/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 19. observada a classificação nos respectivos códigos NBM/SH (Convênios ICMS 27/2001 e 70/2001): (Dec.001982/2003-65 (aquisição de veículos caracterizados tipo microônibus): 06 de janeiro de 2004 (ACR Convênio ICMS 122/2004).596/2004) 1.00. seja reconhecida como tal mediante ato específico idêntico. 26.32.09. CLXVIII .596/2004) 2.391/2001) CLXVII – no período de 19. 36. celebrado entre as Secretarias de Fazenda.2001) (Dec. 23. 23. com ou sem reator eletrônico incorporado. com isenção ou alíquota zero do IPI. (Dec. 23. óleo diesel com recolhimento antecipado do ICMS.596/2004) a) a isenção prevista neste inciso tem como termo inicial de vigência as datas respectivamente indicadas no item 1.650/2001) a) lâmpadas fluorescentes de descarga em baixa pressão. após a celebração e enquanto vigorar o Convênio ICMS 112/2003. de base única.876/91 DECRETO 14.601/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.721/2001) 3. 23. por sistema gerador. (Dec. 26.00.31. neste Estado. diretamente pela própria empresa adquirente. as saídas internas de óleo diesel para empresa produtora de energia elétrica.09. observando-se: (Dec.001237/2003-16 (aquisição de veículos caracterizados). 26. mediante requerimento específico instruído com demonstrativo do valor a ser ressarcido junto ao fornecedor e cópia das Notas Fiscais referentes às vendas efetivadas com a isenção prevista neste inciso.2001. 23. de alta pressão .2001) b) a Nota Fiscal de ressarcimento de que trata a alínea anterior será visada pela repartição fazendária da jurisdição do contribuinte.2001 a 31.601/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. de cooperação mútua. promover a saída da mencionada mercadoria com a isenção prevista neste inciso. a partir de 1º de setembro de 2001.596/2004) (Dec. 23. (Dec.2 nº 08650.atualizado até 30 junho 2011 . produzindo efeitos. com a desoneração das contribuições para o PIS/PASEP e COFINS. nos seguintes processos de licitação: (Dec. a ser utilizado. (Dec. relativamente ao subitem 1. 23. observando-se o disposto no § 90 e ainda: (Dec. de acordo com o previsto no Plano Anual de Reaparelhamento da Polícia Rodoviária Federal.001896/2003-52 (aquisição de motocicletas caracterizadas) e nº 08650. (Dec. atendendo à condição estabelecida em instrução normativa da Diretoria de Administração Tributária – DAT da Secretaria da Fazenda. as operações realizadas com os produtos a seguir relacionados. com eficiência superior a 40 (quarenta) lúmens por W código NBM/SH 8539.10.2001) CLXIX .06. somente será considerada empresa produtora de energia elétrica aquela que. Tributação.876/91 .601/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.código NBM/SH 8539. nº 08650.373/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 19. devendo as respectivas operações estar contempladas cumulativamente: (ACR Convênio ICMS 69/2001 e NR Convênio ICMS 122/2003) (Dec. Finanças ou Gerências de Receitas dos Estados signatários e o Departamento de Polícia Rodoviária Federal – DPRF.

45 (Dec. (Dec.2 (NR Convênio ICMS 01/2004).00. 24. (Dec.LAFEPE.08.2001. para atender ao Programa de Modernização Gerencial e Reequipamento da Rede Hospitalar. observando-se o disposto no art. as importações. conforme convênio celebrado com o Fundo de Fortalecimento da Escola .14.2001 – ERRATA EM 23.267/2002) 2. 24.a importação de microcomputadores.25. observando-se: a) a partir de 10 de janeiro de 2002. 24.98. instituído pela Portaria nº 2. helicópteros e outros veículos automotores adquiridos pelo Departamento de Polícia Federal e pelo Departamento de Polícia Rodoviária Federal. até 17 de fevereiro de 2004.267/2002) 1.000 (doze mil) caixas de METHYLDOPA 500 mg CÓDIGO NBM/SH 3003.126/2002) CLXXII .280/2002) MEDICAMENTO a) 12. 26.876/91 DECRETO 14.04. contempladas: (Dec.02.01.267/2002) b) que as aquisições sejam realizadas: (Dec.30.2002 a 31.a partir de 10.52 (Dec.08.2002. 47.04.2002. a seguir relacionados.11.a partir de 09.no subitem 1. contidos nas propostas vencedoras do processo licitatório indicado na alínea "a". 204 (duzentos e quatro) microcomputadores.280/2002) 3003. cumulativamente. (Dec.267/2002) a) que as referidas operações estejam. 47.12.280/2002) CLXXIV .Código NBM/SH 9022. as operações com motocicletas.073/2003) b) a partir de 08 de janeiro de 2003.267/2002) Decreto nº 14.721/2001) c) fica assegurada a manutenção do crédito relativo à entrada da mercadoria no estabelecimento que promover a respectiva saída. de 23. adquiridos através da Concorrência Internacional 02/2001.90.20.2002.126/2002) a) 1 (uma) Processadora Automática Filme Convencional Mamografia . 3750 ( três mil setecentos e cinqüenta) microcomputadores. realizadas sem ônus para o fornecedor destinatário. 23. e.596/2004) b) o valor correspondente à desoneração do ICMS deverá ser deduzido do preço dos respectivos veículos. (Dec.1. as operações que destinem ao Ministério da Saúde os equipamentos médico-hospitalares. 24. nos termos do art. 23. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. com a respectiva classificação NBM/SH. e as seguintes condições (Convênio ICMS 25/2002): (Dec.721/2001) CLXX . realizadas pelo Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco .432.FUNDESCOLA (Convênio ICMS 134/2001).Código NBM/SH 8442. 24. as operações de devolução obrigatória de embalagens vazias de agrotóxicos e respectivas tampas. (Dec.49 (Dec.876/91 . caminhões. 24. 24. 24. (Dec. do Ministério da Saúde ( Convênios ICMS 77/2000 e 126/2001): (Dec. 24.073/2003) CLXXIII . dos processos de licitação mencionados no subitem 1. XLII. 24. adquiridos através do Processo Licitatório nº 104/01(Convênio ICMS 36/2002): (Dec.625/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 09. com desoneração das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/PASEP) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) incidentes sobre a receita bruta decorrente das operações previstas neste inciso.2002) CLXXI . dos seguintes medicamentos. XLI.280/2002) 3003.000 (doze mil) caixas de CEFALEXIN 500 mg c) 12.90.25. destinados à Secretaria de Educação do Estado. 24. (Dec.000 (doze mil) caixas de CAPTOPRIL 25mg b) 12.126/2002) b) 1 (uma) Mamografia com dispositivo biópsia estereotaxia . 24.03. adquiridos através da Concorrência Internacional 11/2001 (Convênio ICMS 164/2002). (Dec.a partir de 09. 23. com isenção ou tributação com alíquota zero pelo Imposto de Importação ou pelo IPI.no período de 09.

04. (Dec. 24.no período de 10 de janeiro de 2002 a 31 de dezembro de 2012. no âmbito do Fundo de Reaparelhamento e Operacionalização das Atividades-Fim da Polícia Federal. 18/2005.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) Decreto nº 14. no período de 1º de setembro de 2002 a 30 de setembro de 2002. com termo inicial de vigência fixado em 01 de maio de 2002 (Convênio ICMS 140/2001).234. as operações realizadas com os medicamentos relacionados no Anexo 38. 119/2009.01. 01/2010. classificados nos respectivos códigos NBM/SH. 119/2002. SEUS EFEITOS A 10. prorrogado para 01 de setembro de 2002 (Convênio ICMS 49/2002) e para 01 de outubro de 2002 (Convênio ICMS 119/2002): (Dec. 01 de maio de 2002 a 02 de junho de 2002. 71/2008.2002) 2.07. quando o produto for destinado a empresa que desenvolva o mencionado programa ou a prestadora de serviço de informática.2002) (Dec.a partir de 01.02. 36.711/2011) a) fica convalidada nos períodos indicados a isenção prevista neste inciso.650/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 10.04. 01 de setembro de 2002 a 13 de outubro de 2002. 24. museus ou centros culturais.02. ainda que não atendida a condição nele estabelecida.267/2002) CLXXV . 2. 34. 24.371/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 20. 138/2008. com recursos oriundos das transferências voluntárias da União a partir do Fundo Nacional de Segurança Pública – FNSP.074/2003) 1.2002.01. a partir de 1º de outubro de 2002. (Dec. (Dec. 25. observando-se (Convênios ICMS 125/2001. instituído pela Lei Complementar nº 89. 24. 25. 24.371/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 20.PIS/PASEP e para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS e. (Dec. 76/2007. 71/2008. observando-se (Convênios ICMS 140/2001.267/2002) c) que o valor correspondente à isenção do ICMS seja deduzido do preço dos respectivos produtos contido nas propostas vencedoras do correspondente processo licitatório. constante do Plano Plurianual 2000/2003.97.06. (Dec. 148/2007.atualizado até 30 junho 2011 .01.615/2010) a) o benefício previsto neste inciso somente se aplica: EFEITOS A 10.no período de 15 de janeiro de 2002 a 31 de dezembro de 2002 e de 20 de fevereiro de 2003 a 31 de dezembro de 2012.650/2002 – RETROAGINDO b) a partir de 08. nas operações realizadas com os referidos medicamentos. a saída interna de programas de computador ("software") não personalizado. conforme relacionados em portaria do Secretário da Fazenda. 53/2008.2002. 124/2007. 69/2009. (Dec. de 18.2002) (Dec. 138/2008.2003) c) ficam convalidadas as operações realizadas com a isenção prevista neste inciso no período de 01 de janeiro de 2003 a 19 de fevereiro de 2003 (Convênio ICMS 04/2003). no âmbito do Programa Segurança das Rodovias Federais. 48/2007. 30/2003. 24.2003) CLXXVI . 69/2009. observando-se (Lei nº 12. desde que.876/91 . (Dec.1. às obras de arte que se destinam à exposição pública.876/91 DECRETO 14.267/2002) 3. 106/2007. às importações realizadas pelas próprias entidades culturais ou por suas instituições mantenedoras. 119/2009 e 01/2010): (Dec. as operações de importação de obras de arte destinadas ao acervo das fundações. 49/2002. 159/2010 e 33/2011): (Dec. estejam isentas ou tributadas à alíquota zero das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público . b) o disposto nas alíneas "a" e "c" não autoriza a restituição ou compensação das importâncias já pagas (Convênios ICMS 49/2002 e 119/2002). 42/2010. (Dec.2002) CLXXVII .25.2002): (Dec. o descumprimento das condições estabelecidas na alínea anterior implicará a perda do benefício nela previsto e a exigibilidade do imposto não pago (Convênio ICMS 35/2002). de 26. 24. 10/2004. 24. 53/2008.650/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 08.650/2002 – RETROAGINDO SEUS 1.02. 100/2010. 24. 117/2007.267/2002) 2. 04/2003. a parcela relativa à receita bruta decorrente das operações realizadas com os referidos medicamentos esteja desonerada das mencionadas contribuições.

803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) 2. (Dec. as operações realizadas com os fármacos e medicamentos relacionados no Anexo Único do Convênio ICMS 87/2002.2002.711/2011) a) os fármacos e medicamentos estejam beneficiados com isenção ou alíquota zero do Imposto de Importação e do IPI.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) 2. condicionando-se a fruição do benefício a que (Convênios ICMS 87/2002. 18/2005.SIA/SUS. indicando expressamente o mencionado abatimento no respectivo documento fiscal (Convênio ICMS 57/2010). destinados a órgãos da Administração Pública Direta e. 118/2002. 54/2009. do referido benefício. (Dec. 24. a partir de 14 de outubro de 2002. (Dec. (Dec. identificar as respectivas causas. 24.876/91 DECRETO 14. (Dec. fornecida pela empresa que desenvolva o respectivo programa. (Dec.06. ao programa de computador pré-gravado em processadores.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) 2. observando-se (Convênio ICMS 110/2002): (Dec. (Dec. expressamente. 24. observado o disposto no § 85. 82/2008. na hipótese de ser constatada como causa a utilização do benefício. devendo o contribuinte demonstrar a mencionada dedução.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. incluídas suas fundações. 20/2010. promover. 24.073/2003) Decreto nº 14. 24. no caso de ocorrer a mencionada diminuição: (Dec. ao programa de computador ("software") não personalizado.até 31 de dezembro de 2012. placas. 69/2009. licença de uso: a permissão para uso do "software".876/91 .310/2010 – ERRATA DOE 22/07/2010) CLXXIX .25. 35. Federal.no período de 01 de junho de 2002 a 31 de outubro de 2002.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) 1.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) 1. (Dec. 01/2010. 36. (Dec. para efeito do benefício: (Dec. circuitos magnéticos ou similares. sendo de responsabilidade da Secretaria da Fazenda. 126/2002. passando a ser adotada a carga tributária vigente em 30. 24. disquete e outros. 24.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) CLXXVIII . 24.25. a entidades da Administração Pública Indireta. instalado sem a devida comprovação de licenciamento ou cessão de uso.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) 1.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) b) o benefício não se aplica: (Dec.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) 3.891/2002) b) a parcela relativa à receita bruta decorrente das operações previstas neste inciso esteja desonerada das contribuições do PIS/PASEP e da COFINS. 138/2008. e alterações. repassados pelo Ministério da Saúde às Unidades da Federação e aos Municípios. total ou parcial. a partir do mês subseqüente ao da constatação.073/2003) a) os CDs serão vendidos ao preço de R$ 3. 71/2008. 24. 53/2008. suporte informático: a mídia magnética onde o "software" é gravado . DVD. 24. "eproms". seja deduzido do preço dos respectivos produtos o valor correspondente à isenção do ICMS contido nas propostas vencedoras do processo licitatório.a) considera-se. (Dec.310/2010) d) não haja redução no montante de recursos destinados ao co-financiamento dos Medicamentos Excepcionais constantes da Tabela do Sistema de Informações Ambulatoriais do Sistema Único de Saúde . 35. 24. 119/2009.891/2002) c) até 22 de abril de 2010. (Dec. 24. programa de computador ("software") não personalizado: o suporte informático e a licença de uso. 160/2010 e 26/2011): (Dec. (Dec. o contribuinte abata do preço da mercadoria o valor equivalente ao imposto que seria devido se não houvesse a isenção.891/2002) e) a partir de 23 de abril de 2010. as saídas de 150.00 (três reais) cada unidade. 99/2010. realizadas por empresas jornalísticas. no documento fiscal (Convênio ICMS 57/2010). 57/2010.CD-ROM. Estadual e Municipal. a suspensão. 24. 113/2008.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) c) a utilização do benefício não deve implicar diminuição da arrecadação do ICMS relativa aos segmentos beneficiários.000 (cento e cinqüenta mil) CDs (compact discs) contendo gravações do Hino de Pernambuco em diversas versões. nos termos ali indicados.

(Dec. as operações com mercadorias ou bens ou as prestações de serviço.05. Núcleo de Assistência à Criança com Câncer . bem como as prestações de serviço de transporte para distribuição das referidas mercadorias. 25. estabelecida pela Lei Federal nº 10.371/2010) a) as mercadorias objeto das operações e prestações de que trata este inciso devem ser identificadas.atualizado até 30 junho 2011 .a partir de 1º de janeiro de 2005. 35. 2.611/2010) a) até 29 de julho de 2010.07.876/91 DECRETO 14. internas e interestaduais. o disposto neste inciso aplica-se às saídas de mercadorias em decorrência de aquisições efetuadas pela Companhia Nacional de Abastecimento . 27. 3. 01/2010 e 34/2010 e Ajuste SINIEF 02/2003): (Dec.611/2010) Decreto nº 14.2003) b) o disposto neste inciso aplica-se apenas às operações e prestações em que estejam envolvidas entidades assistenciais.2004) b) condicionado à manutenção da alíquota estabelecida para o fornecimento de energia elétrica em percentual não inferior a 25% (vinte e cinco por cento). e os Municípios participantes do mencionado Programa.2004) CLXXXII .528/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 27. ficando a fruição do benefício condicionada (Convênios ICMS 73/2004 e 110/2010): (Dec. nos termos de convênio celebrado com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. 69/2009. de 15. CLXXX .07. do valor equivalente ao imposto dispensado. no respectivo fornecimento a consumidores residenciais de baixa renda. as saídas de mercadorias. 25.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.876/91 .2003) c) a isenção prevista neste inciso exclui a utilização de quaisquer outros benefícios fiscais.05.a partir de 01 de julho de 2004.2003) d) as condições. 35. reconhecidas como de utilidade pública nos termos do art. de 17 de dezembro de 2002.05.371/2010) CLXXXI . com a indicação: "Mercadoria destinada ao Programa Fome Zero".25.NACC.073/2003) 1.604. observado o disposto nos §§ 82. 35. (Dec.AACD. de 30 de junho de 2004. no respectivo documento fiscal. Associação de Assistência à Criança Deficiente . a título de doação. conforme previstas no Ajuste SINIEF 02/2003.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 83 e 89.2003) f) a partir de 1º de maio de 2010. (Dec. 119/2009. ficando este benefício (Lei Complementar nº 062.528/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 27.370/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 27. destinadas ao atendimento do Programa Fome Zero. 26.2004): (Dec. mercadorias ou serviços. (Dec.07.2004) a) limitado.b) a totalidade da receita advinda da comercialização dos CDs será destinada às seguintes instituições filantrópicas: (Dec. 27. CONAB junto a produtores rurais. 25. indicado no Despacho da ANEEL nº 520.528/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 27. mensalmente. (Dec. devendo este valor ser indicado no respectivo documento fiscal. Instituto Materno-Infantil de Pernambuco .038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 138/2008. observarão o disposto em portaria do Secretário da Fazenda. internas ou de importação. 53/2008. 27. (Dec. ao desconto.05.CTN. suas cooperativas ou associações. 148/2007. 25. 35.05.07. (Dec. 71/2008.2003) e) a distribuição das referidas mercadorias deve envolver estabelecimento credenciado pelo mencionado Programa.528/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 27. os mecanismos de controle e os procedimentos relativos às operações e prestações de que trata este inciso. no período de 27 de maio de 2003 a 31 de dezembro de 2012. ao montante da subvenção relativo ao Estado de Pernambuco. de acordo com as condições fixadas por resolução da Agência Nacional de Energia Elétrica .ANEEL. (Dec. no preço dos referidos bens. a parcela da subvenção da tarifa de energia elétrica. (Dec. 14 do Código Tributário Nacional . com destino a órgãos da Administração Pública Estadual Direta e respectivas fundações e autarquias. observando-se o seguinte (Convênios ICMS 18/2003.IMIP.

nos termos e condições estabelecidos pela Lei referida neste inciso. quando destinados a integrar o ativo imobilizado do adquirente. (Dec. 28. (Dec.188/2005) 2. (Dec. ficando condicionado (Convênios ICMS 28/2005. ficando a isenção condicionada (Convênios ICMS 129/2004. 34. 28.IPI.108.818/2005) CLXXXIV – a partir de 01 de agosto de 2005. na execução de serviços de carga. 71/2008. da contribuição para o PIS/PASEP. nos termos da Lei referida neste inciso. sem similar produzido no país.876/91 DECRETO 14. classificados.188/2005) CLXXXV . nos códigos da NBM/SH 8701. bem como as prestações de serviço de transporte para distribuição das referidas mercadorias.188/2005) c) a inexistência de produto similar produzido no país deve ser atestada por órgão federal competente ou por entidade representativa do setor produtivo de máquinas.188/2005) 2. dos requisitos previstos no art.1. 69/2009. ressalvada a hipótese de transferência de propriedade. 14 do Código Tributário Nacional – CTN. 28. 28. (Dec. observando-se (Convênios ICMS 77/93 e 24/2005): (Dec. aparelhos e equipamentos. 53/2008. à comprovação de inexistência de similar produzido no país. da integração do bem ao ativo fixo do importador.615/2010) a) à caracterização da operação ou prestação como integrantes de ações da beneficiária para melhoria da situação alimentar e nutricional de famílias em situação de pobreza nas regiões do Norte e Nordeste do País.90 e 8433. 69/2009. REPORTO. a importação do exterior de tratores agrícolas de quatro rodas e de colheitadeiras mecânicas de algodão. em razão de suspensão. 03/2006 e 40/2010): (Dec.818/2005) b) ao atendimento. do efetivo uso do bem em porto localizado neste Estado na execução dos serviços previstos neste inciso. descarga e movimentação de mercadorias.no período de 18 de abril de 2005 a 31 de dezembro de 2012. 28. respectivamente. a qualquer título. à integral desoneração da operação de importação do Imposto sobre Produtos Industrializados .507/2006) CLXXXIII . 148/2007. (Dec.59. 138/2008. à permanência pelo prazo mínimo de 5 (cinco) anos: (Dec. 138/2008. 34. empresa beneficiada pelo Regime Tributário para Incentivo à Modernização e à Ampliação da Estrutura Portuária . 28. com abrangência em todo o território nacional. 27. as operações especificamente indicadas.918/0001-72. nesse caso quando a responsabilidade pelo pagamento do imposto seja atribuída à mencionada organização. na hipótese de as mencionadas operações ocorrerem com mercadoria ou bem que tenham sido importados do exterior. da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social . com CNPJ/MF nº 05. (Dec.188/2005) b) a importação deve estar amparada por isenção ou alíquota zero do Imposto de Importação e do Imposto sobre Produtos Industrializados . recebidos em doação. autorizada pela Secretaria da Receita Federal.615/2010) 1. atestada por órgão federal competente ou por entidade representativa do setor produtivo da mercadoria ou do bem com abrangência em todo o território nacional.2.033. o benefício se aplica às operações de importação.b) até 30 de junho de 2006. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . para utilização exclusiva em portos. 148/2007.188/2005) 2. 35. 71/2008. (Dec.876/91 . 119/2009 e 01/2010): (Dec. isenção ou alíquota zero. 28.COFINS e do Imposto de Importação. (Dec. 28. instituído pela Lei Federal n° 11. realizadas com os bens relacionados no Anexo 50. promovidas pela organização não-governamental "Amigos do Bem – Instituição Nacional contra a Fome e a Miséria no Sertão Nordestino". 119/2009 e 01/2010): (Dec. 53/2008. pela beneficiária.IPI.188/2005) Decreto nº 14. 27.188/2005) a) os produtos importados deverão ser integrados ao ativo imobilizado do estabelecimento importador e destinados ao uso exclusivo na respectiva atividade agrícola. de 21 de dezembro de 2004. 29. observadas as seguintes normas (Convênios ICMS 28/2005.371/2010) a) no período de 01 de agosto de 2005 a 31 de dezembro de 2012. as saídas de bens e mercadorias.

28.876/91 .4190 da NCM. 29. com lança telescópica.188/2005) b) a inobservância das condições previstas na alínea "a" acarretará a obrigação do recolhimento do imposto acrescido de multa de mora e de juros moratórios.188/2005) c) no período de 18 de abril de 2006 a 31 de dezembro de 2012. transporte e armazenagem de contêineres de 20. 35. consignando no campo "INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES": "Produtos usados isentos do ICMS coletados de consumidores finais – Convênio ICMS 27/2005". consignando no campo "INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES": "Produtos usados isentos do ICMS nos termos do Convênio ICMS 27/2005". (Dec. 28. 28. isenção ou alíquota zero. (Dec. em relação às operações beneficiadas com a isenção prevista neste inciso. 4. 35. reciclagem. auferida com as mencionadas saídas.186/2005) CLXXXVII – as saídas do sanduíche “Big Mac” promovidas por estabelecimentos integrantes da Rede McDonald’s que participarem do evento “Mc Dia Feliz”.186/2005) 1. observadas as seguintes condições para a fruição do benefício (Convênios ICMS 84/2005. 148/2007. às entidades respectivamente indicadas: (Dec. acarretará a obrigação do recolhimento do imposto acrescido de multa de mora e de juros moratórios. em razão da suspensão. tratamento ou disposição final ambientalmente adequada.313/2006) d) a inobservância do disposto na alínea "c". 69/2008. de 30 de novembro de 2008. da suspensão do IPI em isenção. que contenham em sua composição chumbo. com abrangência em todo território nacional. ..458/2010) a) as saídas discriminadas neste inciso serão efetuadas nas datas do aludido evento.188/2005) 4.(Dec. por qualquer motivo. Industrial e Comércio Exterior. devendo os referidos estabelecimentos comprovarem. 119/2009 e 01/2010): (Dec.3. (Dec. expedida pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento. ficando condicionado (Convênios ICMS 03/2006. 138/2008. junto à Secretaria da Fazenda. para os guindastes autopropelidos sobre pneumáticos. nos termos e condições estabelecidas na da Lei referida neste inciso. a doação do total da receita líquida. conforme a seguir relacionadas. após seu esgotamento energético. (Dec. cádmio. de laudo emitido por órgão federal especializado ou por entidade representativa do setor produtivo. (Dec. não será exigida a comprovação de inexistência de similar nacional. no período de vigência do § 2º do artigo 35 da Portaria SECEX nº 25. 71/2008. a que o desembaraço aduaneiro seja efetuado diretamente pelo importador.reach stacker.. acionados por motor a diesel. que deverá ser efetuada mediante apresentação.186/2005) a) fica dispensado o estorno de crédito previsto no art. classificados no item 8426. 28. de que trata a alínea . 29.876/91 DECRETO 14.209/2008) Decreto nº 14. 33. 28. 60/2009 e 106/2010): (Dec. (Dec. mercúrio e seus compostos e que tenham como objetivo sua reutilização. 85/2007. a entrada. (Dec. próprios para elevação. as saídas de pilhas e baterias usadas.32. à integral desoneração da operação dos impostos federais. à integração do bem ao ativo imobilizado da empresa adquirente e seu efetivo uso na execução dos serviços referidos neste inciso. a remessa dos produtos coletados aos respectivos fabricantes ou importadores ou a terceiros repassadores. à Gerência Geral de Planejamento e Controle da Ação Fiscal – GPC.615/2010) 1. dos produtos mencionados neste inciso. inclusive a não-conversão. observando-se (Convênio ICMS 27/2005): (Dec. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . quando o remetente não for contribuinte obrigado à emissão de documento fiscal.313/2006) 2. o benefício se aplica às saídas internas. no estabelecimento. 34. à comprovação de inexistência de similar produzido no país. 28.186/2005) b) o contribuinte deverá emitir diariamente Nota Fiscal para documentar: (Dec. 69/2009.a.313/2006) e) a partir de 23 de abril de 2010.371/2010) CLXXXVI – a partir de 25 de abril de 2005. nos termos das normas específicas em vigor. 28. 53/2008. e 40. 29. (Dec. 75/2006.186/2005) 2. 28.

2005) c) a FIOCRUZ deve disponibilizar.422/0001-53. nos termos do Decreto Federal nº 3.33. 28. os documentos fiscais de entradas.33.554. (Dec.32. 33. NACC.11.33. apresentar anualmente a Guia de Informação e Apuração do ICMS – GIA-ICMS. 26 de agosto de 2006: NACC. em ordem cronológica. bem como o montante do respectivo crédito do ICMS a ser estornado.11.226/2009) 1.876/91 DECRETO 14. (Dec. 35.458/2010) b) os referidos estabelecimentos deverão informar.1. correspondente ao custo de produção ou aquisição. (Dec. a relação de farmácias que façam parte do Programa referido na alínea "a". (Dec. ser usuárias do Equipamento Emissor de Cupom Fiscal – ECF. 28. a quantidade e o valor total das mencionadas saídas. e de saídas. 25 de agosto de 2007: NACC. e saída interna promovida pelas mencionadas farmácias.803. 30 de agosto de 2008: NACC. (Dec. as farmácias integrantes do referido Programa que comercializarem exclusivamente os produtos de que trata este inciso (Convênio ICMS 81/2008): (Dec. conforme identificado no item 1 (Convênio ICMS 85/2007).2. 33.226/2009) a) a entrega do produto ao consumidor deve ocorrer pelo valor de ressarcimento à FIOCRUZ. (Dec. 6.CNPJ: 10. (Dec. de fraldas geriátricas. 29 de agosto de 2009 (Convênio ICMS 60/2009): (Dec. 28.858.593/2006) 3. 33.33.335/2005 – ERRATA DOE 02. conforme identificado no item 1. a partir de 25 de julho de 2008.593/2006) 2. a saída de produtos farmacêuticos.1.458/2010) 6.226/2009) 1. 29. de 13 de abril de 2004. via INTERNET.226/2009) 1. 30. e alterações.458/2010) 6.793/2009) 5.4.33. quando os referidos produtos forem destinados a pessoa física. devendo ser atendidas as seguintes condições para a fruição do benefício (Convênios ICMS 56/2005 e 81/2008): (Dec. no referido arquivo digital. (Dec. fazendo constar.426/0001-40 (Convênio ICMS 84/2005).593/2006) CLXXXVIII – a partir de 22 de julho de 2005.1. bem como. 29.335/2005 – ERRATA DOE 02. 35.209/2008) 5. 27 de agosto de 2005: Núcleo de Apoio à Criança com Câncer . NACC. pelo prazo decadencial previsto na legislação. arquivar. conforme identificado no item 1 (Convênio ICMS 75/2006). (Dec. ser inscritas no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco – CACEPE.NACC . referência a este dispositivo e ao Convênio ICMS correspondente à hipótese. consumidor final.2.11.793/2009) 5. (Dec.876/91 .2005) b) a parcela relativa à receita bruta decorrente das operações previstas neste inciso deve estar desonerada das contribuições do PIS/PASEP e COFINS. (Dec. (Dec. 29.723/2007) 4.atualizado até 30 junho 2011 .793/2009) (Dec. conforme identificado no item 1. ICIA. 28 de agosto de 2010 (Convênio ICMS 106/2010): (Dec. nos termos da legislação específica. 35.061. conforme identificado no subitem 5. de 24 de abril de 2001.2.335/2005 – ERRATA DOE 02.2005) d) a partir de 25 de julho de 2008.226/2009) 1. instituído pela Lei Federal nº 10. no arquivo digital relativo ao Sistema de Escrituração Fiscal – SEF.226/2009) Decreto nº 14. conforme identificado no item 1 (Convênio ICMS 69/2008). (Dec. (Dec. por estabelecimento fornecedor.226/2009) 1.33.3.33. Instituto do Câncer Infantil do Agreste – ICIA – CNPJ nº 06. promovida pela Fundação Oswaldo Cruz – FIOCRUZ com destino às farmácias que façam parte do "Programa Farmácia Popular do Brasil".2. distribuição e dispensação.1. deverão: (Dec. (Dec.

615/2010) a) os produtos beneficiados com a isenção devem ser utilizados na prestação de serviço de transporte ferroviário de cargas.226/2009) CLXXXIX – no período de 22 de julho de 2005 a 31 de dezembro de 2012.876/91 .876/91 DECRETO 14. promovidas pela Casa da Moeda do Brasil. para apresentação à Secretaria da Fazenda. 119/2009 e 01/2010): (Dec.226/2009) 2. modelo 6. 35. (Dec. no período de 01 de setembro de 2006 a 08 de maio de 2007. planejamento e controle externo do Estado. quando destinados à manutenção do Gasoduto Brasil-Bolívia. das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Decreto nº 14. as saídas de selos destinados ao controle fiscal federal. 29.226/2009) 2. no período de 09 de maio de 2007 a 31 de dezembro de 2012. 45/2007.TBG. (Dec. área fiscal. da entrega do Sistema de Escrituração Fiscal . escriturar o livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência.828/2006) CXCII . a importação.313/2006) 2. promovida pela Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil .no período de 18 de abril de 2006 a 31 de dezembro de 2012.000 (três mil) HP. do cumprimento das demais obrigações acessórias. (Dec. (Dec. observandose (Convênios ICMS 32/2006. e o livro Registro de Entrada. a saída interna subsequente.2004).00 e 7302. 29.10. a transferência dos bens constantes do Anexo 54. no território nacional. classificados. 132/2005 e 97/2010): (Dec. sem similar produzido no País.611/2010) a) áreas de gestão. 148/2007. 53/2008. ou por órgão federal especializado. destinadas ao Programa de Fortalecimento e Modernização das Áreas a seguir indicadas. 29. b) não se exigirá o estorno do crédito fiscal relativo às aquisições do remetente. nos códigos da NBM/SH 8602.SEF.226/2009) 2. (Dec. 138/2008. ficando a fruição do benefício condicionada à desoneração dos impostos e contribuições federais (Convênio ICMS 80/2005). quando solicitado.33.04. com abrangência em todo o território nacional. 28. ficam dispensadas: (Dec. nos termos do art.33. 34.593/2006) b) a comprovação da inexistência de produto similar produzido no país deve ser efetuada por meio de laudo emitido por entidade representativa do setor produtivo de máquinas.33. observando-se (Convênios ICMS 09/2006. 71/2008.593/2006) c) a importação deve estar amparada por isenção ou alíquota zero do Imposto de Importação e.33. (Dec. 29. 69/2009 . 47.313/2006) CXCIII .10. modelo 1 ou 1-A. de locomotiva do tipo dieselelétrico.556. (Dec. XLVII. (Dec. de 07. 119/2009 e 01/2010): (Dec. a outros controles específicos previstos pela legislação tributária deste Estado.313/2006) 1.335/2005) CXCI – a partir de 01 de janeiro de 2004. 138/2008. 28. no período de 01 de setembro de 2008 a 31 de dezembro de 2012. à comprovação do efetivo emprego dos bens na manutenção do Gasoduto BrasilBolívia. 29. a saída interestadual subsequente. 69/2009. 34. e de trilho para estrada de ferro. com potência máxima superior a 3.877/2006) b) a partir de 09 de janeiro de 2006. na transferência contemplada com o benefício previsto neste inciso.1.10. contratadas no âmbito das normas estabelecidas pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID (Convênios ICMS 79/2005.5.28.2.1.28. as saídas internas de gás natural termoelétrico a ser utilizado por usina termoelétrica para geração de energia elétrica (Lei nº 12. 29. (Dec. e.atualizado até 30 junho 2011 .877/2006) CXC – a partir de 22 de julho de 2005. 64/2007.313/2006) (Dec.no período de 01 de setembro de 2006 a 31 de dezembro de 2012. aparelhos e equipamentos.629/2010) a) o benefício previsto neste inciso fica condicionado: (Dec. as operações com mercadorias e as prestações de serviços de transporte a elas relativas. (Dec. respectivamente. efetuadas por empresa concessionária de serviço de transporte ferroviário de cargas. (Dec.

641/2006) 1. 104/2006.641/2006) d) considera-se depositário a pessoa jurídica apta a exercer as atividades de guarda e conservação dos produtos de terceiros e. como ativos financeiros. 29. será aplicada a alíquota correspondente à operação interna ou interestadual. 32. na sua falta.2. observando-se: (Dec. 29. quando houver a retirada da referida mercadoria do estabelecimento depositário.039/2008) 1. 29. 29. será observado disciplinamento específico a ser previsto na legislação tributária estadual.Servidor Público . nos mercados de bolsa e de balcão. 29. para o cálculo do imposto. 48/2008. com destaque do ICMS. 148/2007. a prestação interna de serviço de transporte ferroviário de cargas.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. (Dec. desde que a respectiva saída interestadual tenha sido alcançada por benefício idêntico àquele previsto neste inciso (Convênio ICMS 45/2007). 138/2008. de terceiros e de associados.641/2006) 3. 34. recolherá o ICMS em favor da Unidade da Federação onde estiver localizado o depositário. de acordo com a localização do estabelecimento destinatário. devendo o referido depositário: (Dec.2.860/2007) CXCIV .no período de 31 de julho de 2006 a 31 de dezembro de 2012. para circular junto com a mercadoria.876/91 . 29. 34.1.641/2006) c) o endossatário do CDA que requerer a entrega do produto: (Dec. 30. no caso de cooperativa. deverá constar no campo Informações Complementares a observação: "ICMS recolhido nos termos do Convênio ICMS 30/2006".641/2006) 1. para o depositante original.039/2008) (Dec. 53/2008. instituídos pela Lei Federal nº 11. o DAE original. 1.1. 29.1.DAE que comprove o recolhimento do ICMS devido. (Dec. observando-se: 32. (Dec.641/2006) 2. 71/2008. juntamente com o WA ou com o documento comprobatório do depósito consignado. emitir Nota Fiscal modelos 1 ou 1-A : (Dec. 119/2009 e 01/2010): (Dec. (Dec. a operação de circulação de mercadoria caracterizada pela emissão e negociação do Certificado de Depósito Agropecuário .CACEPE (Convênios ICMS 35/2006. uma via do Documento de Arrecadação Estadual .PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS (Convênio ICMS 45/2007).039/2008) Decreto nº 14.641/2006) b) fica dispensada a emissão de Nota Fiscal. (Dec.no período de 01 de setembro de 2006 a 31 de dezembro de 2012. bem como nas situações em que o depositante receber valores de seguro sobre os bens depositados. entregará ao depositário. 1. nos casos de compensação financeira por diferenças de qualidade e quantidade pagas pelo depositário ao depositante. a partir de 16 de maio de 2008. observando-se: (Dec. 29. 29. (Dec. no mercado atacadista regional.641/2006) 1.1. além do CDA. desde que o remetente e o destinatário da mercadoria sejam contribuintes estabelecidos neste Estado e regularmente inscritos no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco .876/91 DECRETO 14. 32. de 30 de dezembro de 2004.860/2007) d) não será exigido do adquirente localizado em Pernambuco o recolhimento do ICMS relativo à diferença de alíquota na aquisição feita em outra Unidade da Federação. (Dec.CDA e do Warrant Agropecuário .615/2010) CXCV .629/2010) a) o benefício não se aplica à operação relativa à transferência de propriedade da mercadoria ao credor do CDA. a base de cálculo será o preço corrente da mercadoria ou de seu similar no mercado atacadista do local do armazém geral ou.039/2008) 1. 69/2009.641/2006) 1. (Dec. 30. 32. 32. (Dec.WA. anexará à Nota Fiscal referida na alínea "d". a partir de 16 de maio de 2008. sem destaque do imposto. 119/2009 e 01/2010). 69/2009.2. observando-se (Convênios ICMS 30/2006.039/2008) 1.076.1. para o endossatário do CDA. (Dec. único documento hábil para o aproveitamento do crédito correspondente.

quando solicitado.2. 149/2010 e 180/2010): (Dec. observando-se o seguinte (Convênios ICMS 09/2007. 32. classificado no código da NBM/SH 3004. (Dec.1. 32. as operações internas com farinha de mandioca (Convênio ICMS 162/2006). 29. 29. (Dec. bem como de aparelhos para o controle.876/91 DECRETO 14. o benefício aplica-se também às saídas de equipamentos.(Dec. devidamente registrada ou arquivada. 78/2009.745/2007) b) a partir de 01 de maio de 2007. 36. bem como suas partes e peças. a importação do exterior do medicamento anfotericina lipossomal (ambisome).039/2008) 2.108/2006) CXCVIII – a partir de 08 de janeiro de 2007. deverá constar no campo Informações Complementares a observação: "Nota Fiscal emitida para efeito de baixa do estoque do depositante".2.745/2007) CC – no período de 1º de setembro de 2007 a 31 de dezembro de 2012. (Dec. nos termos ali indicados. quando promovida por oficina autorizada ou credenciada e destinada a fabricante de mercadoria diversa de veículo (Convênio ICMS 27/2007).745/2007) a) a partir de 08 de janeiro de 2007. 30. quando adquiridos pelos estabelecimentos industriais envasadores de bebidas para atendimento ao disposto no artigo 6º da Instrução Normativa RFB nº 869. comprova a baixa do estoque da mercadoria.860/2007) Decreto nº 14. objetivando o desenvolvimento de novos medicamentos. pelo depositante. para apresentação ao Fisco.atualizado até 30 junho 2011 . 35. relacionados no Anexo Único do Convênio ICMS 09/2007 e alterações.1. COFINS.a partir de 31 de julho de 2006.20.1.641/2006) 3. 35. 49/2010.3. desde que ocorra no prazo de até 30 (trinta) dias contados do vencimento da garantia constante do respectivo certificado: (Dec. (Dec.542. (Dec.2. observando-se que (Convênios ICMS 69/2006 e 38/2010): (Dec. 30.99 (Convênio ICMS 161/2006).2. passando a ser solidariamente responsável pelo pagamento do ICMS devido quando agir de forma diversa. que atendam às especificações fixadas pela Secretaria da Receita Federal do Brasil.272/2007) CXCIX – na hipótese de substituição de peça em virtude de garantia. quando promovida por estabelecimento concessionário ou por oficina autorizada e destinada a fabricante de veículo (Convênios ICMS 129/2006 e 28/2007).371/2010) a) o benefício fica condicionado a que os produtos sejam desonerados das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público . o valor da operação deverá ser o mesmo adotado como base de cálculo nos termos do subitem 1.371/2010) b) a partir de 1º de maio de 2010. somente fazer a entrega do produto requerido mediante cumprimento do disposto na alínea "c". 62/2008. kits laboratoriais e equipamentos.312/2011) a) a isenção prevista neste inciso fica condicionada a que: (Dec. (Dec.2. 30. que atendam às especificações fixadas pela Secretaria da Receita Federal. registro e gravação dos quantitativos medidos. a Nota Fiscal emitida nos termos deste subitem. 30. destinados a pesquisas que envolvam seres humanos. as operações internas. partes e peças necessários à instalação do Sistema de Controle de Produção de Bebidas . quando adquiridos por estabelecimentos industriais fabricantes dos produtos classificados nas posições 2202 e 2203 da Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados TIPI.876/91 . aprovada pelo Decreto Federal nº 4.039/2008) 1. as saídas de medidores de vazão e condutivímetros. (Dec.371/2010) CXCVII – a partir de 01 de fevereiro de 2007. conforme o caso. 30.641/2006) CXCVI .039/2008) 1. (Dec. anexar à via fixa da Nota Fiscal. 35. a remessa da peça defeituosa. 27/2009. 32. de 26 de dezembro de 2002. SICOBE.PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social . a via do DAE entregue pelo endossatário do CDA. inclusive em programas de acesso expandido. (Dec. 2.de 12 de agosto de 2008. (Dec. interestaduais e de importação com os medicamentos e reagentes químicos. 30.

a isenção somente se aplica se a importação for contemplada com isenção ou alíquota zero ou não for tributada pelos Impostos de Importação ou sobre Produtos Industrializados (Convênio ICMS 62/2008). à indicação. utilizando uma mistura de antígenos recombinantes e antígenos lisados purificados. 30. nos termos do art. nos termos do art. instituído pela Resolução FNDE/CD nº 003. 30. 30.PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social . do valor equivalente ao imposto dispensado.860/2007) c) não se exigirá o estorno do crédito fiscal relativo às aquisições do remetente.860/2007) b) a aquisição dos mencionados produtos deverá ser efetuada por meio de Pregão de Registro de Preços realizado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE. quando destinado a órgão ou entidade da administração pública direta. os produtos sejam desonerados das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público . microônibus e embarcações. LII. aparelhos e equipamentos com abrangência em todo o território nacional ou por órgão federal especializado. no preço. classificado no código da NBM/SH 3002. 138/2008. 119/2009 e 01/2010): (Dec. 69/2009. (Dec. do valor do desconto. 30.CEP da instituição que for realizar a pesquisa ou o programa.ANVISA/MS ou. 119/2009 e 01/2010): (Dec. as operações com ônibus.COFINS. para detecção simultânea qualitativa e semiquantitativa de anticorpos IgG e IgM antitrypanosoma cruzi em soro ou plasma humano. suas autarquias e fundações.860/2007) b) na hipótese de importação de equipamentos. nos termos do art. 30. (Dec. observando-se (Convênios ICMS 53/2007. suas partes e peças. (Dec.1. (Dec.629/2010) a) a operação deve estar amparada por isenção ou alíquota zero do Imposto de Importação. ao desconto. 34. 30. alíquota zero ou não seja tributada pelo Imposto de Importação e pelo Imposto sobre Produtos Industrializados IPI. (Dec. (Dec. (Dec. o benefício somente se aplica se não houver similar produzido no País. a pesquisa e o programa sejam registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária . do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI e das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social . L.860/2007) b) não se exigirá o estorno do crédito fiscal relativo às aquisições do remetente.860/2007) c) não se exigirá o estorno do crédito fiscal relativo às aquisições do remetente.860/2007) Decreto nº 14. 47. observando-se o seguinte (Convênios ICMS 23/2007.860/2007) d) a partir de 25 de julho de 2008. 30. (Dec. na hipótese de as mencionadas mercadorias constarem da lista da Tarifa Externa Comum – TEC.860/2007) 2. a saída de reagente para diagnóstico da doença de Chagas pela técnica de enzimaimunoesai (ELISA) em microplacas.COFINS.860/2007) 1. 47. no âmbito do Programa Caminho da Escola. 30. 34. LI. (Dec. se estes estiverem dispensados de registro na mencionada Agência. de 28 de março de 2007. 47. 30. na Nota Fiscal. quando adquiridos pelo Estado ou pelos Municípios.860/2007) CCII – no período de 06 de junho de 2007 a 31 de dezembro de 2012. (Dec. (Dec.226/2009) CCI – no período de 23 de abril de 2007 a 31 de dezembro de 2012. a respectiva importação seja contemplada com isenção.860/2007) 2.860/2007) 3.29. destinados ao transporte escolar. 30.10. do Ministério da Educação – MEC. (Dec.629/2010) a) a isenção prevista neste inciso fica condicionada: (Dec.33. observando-se que a comprovação da não-similaridade deverá ser feita mediante apresentação de laudo emitido por entidade representativa do setor produtivo de máquinas. tenham sido aprovados pelo Comitê de Ética em Pesquisa . 30.876/91 DECRETO 14.atualizado até 30 junho 2011 . 30.876/91 .

30.90. autoridades brasileiras e estrangeiras.099/2007) b) a comprovação da inexistência de produto similar produzido no País deve ser atestada por órgão federal competente ou por entidade representativa do setor produtivo de máquinas. 31. a importação de máquinas. 30. do Poder Executivo Estadual.876/91 DECRETO 14. objetivando a segurança. sem similar produzido no País. 31.atualizado até 30 junho 2011 . 31. destinados a desenvolver ações nos diversos ambientes físicos onde se realizarão os eventos esportivos e por onde circularão as delegações. do Ministério da Educação. as aquisições por adjudicação de mercadorias que tenham sido oferecidas à penhora. observando-se (Convênios ICMS 10/2007. observando-se o disposto no § 84 e ainda (Convênio ICMS 57/2000): (Dec. 30.no período de 04 de janeiro de 2008 a 31 de dezembro de 2012. com CNPJ/MF nº 00. instituídos pela Lei Federal nº 12. 35.494/0013-70. e.249. suas respectivas partes. 32. a prevenção e a repressão à violência. 01/2010 e 52/210): (Dec. (Dec.19 e 8471. 119/2009.876/91 .COFINS. aparelhos e equipamentos. observando-se (Convênio ICMS 56/2007): (Dec. (Dec.PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social .167/2010) a) a operação deve estar desonerada do Imposto de Importação e das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social . com a observância das normas contidas no Convênio ICMS 57/2000.394. 30. com abrangência em todo o território nacional. para utilização no âmbito dos XV Jogos Pan-americanos e dos III Jogos Parapan-americanos. adquiridos no âmbito do Programa Nacional de Informática na Educação – ProInfo.860/2007) CCIV .no período de 23 de abril de 2007 a 31 de dezembro de 2012. 68/2007.COFINS. 8471. de 09 de abril de 1997. a importação de equipamentos realizadas pelo Ministério da Justiça para a Secretaria Nacional de Segurança Pública.641/2008) a) não se exigirá o estorno do crédito fiscal relativo às operações decorrentes das referidas aquisições. nos meses de julho e agosto de 2007. efetuadas por órgão ou entidade da Administração Pública.641/2008) b) ficam convalidadas as operações realizadas com a isenção prevista neste inciso. a partir de 1º de março de 2011.860/2007) CCIII – a partir de 06 de junho de 2007. (Dec. instrumentos. instituído pela Portaria nº 522. (Dec. 30.641/2008) CCVI – a partir de 01 de setembro de 2008.a partir de 01 de abril de 2008. 31. equipamentos.312/2011) Decreto nº 14.231/2008) CCVII . 31. as operações com computadores portáteis educacionais. 119/2009.30. (Dec. mediante indicação expressa no documento fiscal relativo à operação. efetuada por empresa concessionária da prestação de serviços públicos de radiodifusão sonora e de sons e imagens de recepção livre e gratuita.12. 01/2010 e 172/2010): (Dec.30. aparelhos. (Dec. e com kit completo para a respectiva montagem. (Dec. (Dec. Orçamento e Administração da Secretaria Executiva do Ministério da Justiça. de 11 de junho de 2010. direta ou indireta. do Programa Um Computador por Aluno – PROUCA e do Regime Especial para Aquisição de Computadores para Uso Educacional – RECOMPE. que serão realizados na cidade do Rio de Janeiro – RJ. observando-se (Convênios ICMS 147/2007.d) o valor equivalente à desoneração dos tributos previstos na alínea "a" deverá ser deduzido do preço dos respectivos produtos. em seu Projeto Especial “Um Computador por Aluno – UCA”. 36. peças e acessórios constantes do Anexo Único do Convênio ICMS 10/2007.099/2007) CCV .860/2007) b) o benefício somente se aplica às aquisições realizadas com o objetivo de viabilizar as ações de segurança dos mencionados Jogos. classificados nos códigos NBM/SH 8471. no período de 25 de outubro de 2000 a 31 de março de 2008. por meio da Coordenação-Geral de Logística da Subsecretaria de Planejamento.860/2007) a) a operação deve estar amparada por isenção ou alíquota zero do Imposto de Importação e das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público . equipamentos. a saída de óleo comestível usado destinado à utilização como insumo industrial (Convênio ICMS 144/2007).

876/91 .ACS. (Dec. 32. com desoneração das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/PASEP) e para a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS). realizadas ou destinadas à Alcântara Cyclone Space .255/2008) 1. inclusive energia elétrica.876/91 DECRETO 14. no âmbito do Tratado Binacional Brasil-Ucrânia.931/2009) a) o disposto neste inciso aplica-se às seguintes operações ou prestações: (Dec. a infraestrutura necessária ao seu funcionamento. reforma ou modernização de estádios a serem utilizados na Copa do Mundo de Futebol de 2014. adquiridos com isenção. 32. inscrita no CNPJ sob o n° 07. 32. das contribuições para o Programa de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público – PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS. (Dec. 47. contempladas: (Dec.255/2008) c) o valor equivalente à desoneração dos tributos previstos na alínea "a". as operações devem ser. bens ou serviços destinados a desenvolver ações necessárias ao aparelhamento da sede e à construção do Centro de Lançamento de Alcântara e do Sítio de Lançamento Espacial do Cyclone-4. (Dec.413/2008) CCIX – no período de 01 de fevereiro de 2009 até 31 de julho de 2014. ampliação. 32. 47 (Convênio ICMS 141/2007). (Dec. (Dec.932/2009) b) para efeito de fruição do benefício.1.932/2009) 2. 32. à aquisição realizada por meio de pregão de registro de preços ou de outros processos licitatórios realizados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE. saídas de mercadorias ou bens. também. o disposto no inciso LV do art.255/2008) CCVIII – a partir de 01 de outubro de 2008.932/2009) 3. 33. 32.1. relativamente ao crédito fiscal.497/0001-43. instituído pelo Governo Federal.932/2009) (Dec. 32. observando-se o seguinte: (Dec.931/2009) 1.931/2009) Decreto nº 14. 32. 32.a) o benefício previsto neste inciso somente se aplica: (Dec. material de uso e consumo e ativo fixo.2. com mercadorias. mediante indicação expressa no documento fiscal relativo à operação. a isenção somente se aplica a produto importado sem similar produzido no país. cumulativamente. observando-se: (Dec. 32.(Dec. observando-se. (Dec. na hipótese da importação do "kit" referido no "caput". o imposto será devido integralmente. nas obras mencionadas no "caput". (Dec. destinadas à ACS. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . 1. c) na hipótese de revenda de bem adquirido com o benefício previsto neste inciso. com isenção ou tributação com alíquota zero pelo Imposto de Importação ou IPI. 33.932/2009) 1. deve ser comprovado o efetivo emprego das mercadorias e bens. (Dec. à operação que esteja contemplada com a desoneração: (Dec. deverá ser deduzido do preço dos respectivos produtos. (Dec.932/2009) a) na hipótese de importação do exterior.255/2008) 2. 32.932/2009) 1. as operações e prestações.2. no âmbito do Programa Governo Eletrônico de Serviço de Atendimento do Cidadão – GESAC.255/2008) b) não se exigirá o estorno do crédito fiscal.752. nos termos do art. devendo a não-similaridade ser atestada por órgão federal competente ou por entidade representativa do setor produtivo com abrangência em todo o território nacional.932/2009) 1. do Imposto de Importação. com os acréscimos legais cabíveis. 32.255/2008) 1. 32. 32. 32. as operações com mercadorias e bens destinados a construção. 33. outras condições ou controles previstos em portaria da Secretaria de Fazenda. a prestação de serviço de comunicação referente ao acesso à INTERNET e à conectividade em banda larga.932/2009) CCX – a partir de 25 de julho de 2008.(Dec. LIV. 32. 32. abrangendo. o seguinte: (Dec.255/2008) 1. inclusive de importação.

3.931/2009) 6. (Dec. em Alcântara-MA. prestações de serviços de comunicação contratadas pela ACS. equipamentos. que a operação é isenta do ICMS nos termos do Convênio ICMS 84/2008. mediante contrato específico de empreitada. instrumentos. 33.931/2009) 3. aparelhos. (Dec. (Dec. inclusive asimportações do exterior. (Dec. à construção do Centro de Lançamento de Alcântara e ao Sítio de Lançamento Espacial do Cyclone-4. componentes. aparelhar a sede da ACS em Brasília-DF.931/2009) 1.876/91 .1.931/2009) c) não se exigirá o estorno do crédito fiscal.450/2009) a) o benefício previsto neste inciso. 33. (Dec. 33. prestações de serviço de transporte das mercadorias ou bens beneficiados com a isenção de que trata este inciso. 33. na hipótese de haver cobrança proporcional. firmado entre a República Federativa do Brasil e a Ucrânia. quando realizadas com o objetivo de: (Dec. observando-se: (Dec. 34.2.2. desde que vinculadas à realização da Copa das Confederações da FIFA de 2013 e da Copa do Mundoda FIFA de 2014. LVII. o valor correspondente ao imposto não recolhido.876/91 DECRETO 14.931/2009) d) o benefício previsto neste inciso fica condicionado a que as operações e prestações estejam contempladas com isenção. 14. (Dec. 33. 34. (Dec. 47. (Dec. aquisições destinadas às edificações ou às obras previstas no Tratado Binacional.atualizado até 30 junho 2011 . 2. 33. às importações do exterior. veículos. cumulativamente.450/2009) 2. (Dec.931/2009) 5. peças e acessórios à sede da ACS.931/2009) 4.1. em Brasília-DF.FIFA ou a ela destinadas. matérias-primas.construir as edificações ou as obras necessárias à ACS. 34. 33. promovidas pela Fédération Internacionale de Football Association . visando ao cumprimento do Tratado de que trata o subitem 6.450/2009) 2. realizadas indiretamente. que deverá ser deduzido do preço das respectivas mercadorias. em 21 de outubro de 2003.450/2009) 1. bens ou serviços destinados à ACS. 34. dos impostos federais. estejam desoneradas do Imposto de Importação ou do Imposto sobre Produtos Industrializados e das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor PúblicoPIS/PASEP e para a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social-COFINS. o contribuinte deverá indicar na respectiva Nota Fiscal: (Dec. entradas decorrentes de importação do exterior de mercadorias ou bens destinados à ACS. relativamente à base de cálculo do ICMS. (Dec. no Centro de Lançamento de Alcântara. pela União.931/2009) 6.1. somente se aplica: (Dec. LXXV (Dec. 33. observar-se-á.931/2009) CCXI . as operações e prestações. (Dec. nos termos do art. suas respectivas partes. 33.450/2009) 2. 33. alíquota zero ou não sejam tributadas pelos impostos de competência da União. às operações e prestações que. o inadimplemento das condições do Regime Especial aqui mencionado tornará exigível o ICMS com os acréscimos legais estabelecidos na legislação tributária. bens ou serviços. 33. o disposto no art. destinados à ACS.931/2009) 6. inclusive material de uso e consumo e ativo fixo. 34.931/2009) (Dec. que destinem insumos.931/2009) b) nas saídas de mercadorias.2. 34. quando efetuadas sob amparo do Regime Especial Aduaneiro de Admissão Temporária previsto na legislação federal específica. (Dec. viabilizar as ações contidas no Tratado de Cooperação de Longo Prazo na Utilização do Veículo de Lançamentos Cyclone-4.450/2009) Decreto nº 14. máquinas.931/2009) 6. 33.no período de 01 de janeiro de 2011 a 31 de dezembro de 2014. 33. observando-se: (Dec.

no País. 34. entidade desportiva ou outra pessoa jurídica. 34. 34. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH.876/91 . as operações antecedentes à saída. 34. sem incidência do ICMS.450/2009) 2. (Dec. para aplicação nas instalações de exploração de petróleo e gás natural. peças e mercadorias. 34. as atividades de que trata o art. 34. 24. as operações de importação de bens ou mercadorias. as operações de importação de bens ou mercadorias constantes do Anexo 65. bem como de suas unidades modulares a serem processadas.478. 34. instituições filantrópicas. reparo e montagem de sistemas flutuantes e de plataformas de produção ou perfuração. reconhecidas como tais pelas autoridades brasileiras. inclusive aquela destinada à exportação ficta. bem assim a subcontratada. quando utilizados como insumos na construção. órgãos e entidades da Administração Pública direta e indireta. (Dec. por pessoa jurídica: (Dec.no período de 01 de fevereiro de 2010 a 31 de dezembro de 2020. sob o amparo do Regime Aduaneiro Especial de Admissão Temporária. nos termos da legislação federal específica. (Dec. 34.450/2009) 1. 34.450/2009) 3. inclusive quando importados sob amparo de Regime Especial Aduaneiro de Admissão Temporária. no que se refere à comprovação do adimplemento.atualizado até 30 junho 2011 .545/2010) 3. acessórios.545/2010) 2. (Dec. observando-se o disposto no § 86 e o seguinte: (Dec. utilizados como insumos na construção e montagem de sistemas flutuantes e de plataformas de produção ou perfuração. produtos ou equipamento técnicos destinados ao uso nos centros de treinamento. 34. para a prestação de serviços destinados à execução das atividades objeto da concessão ou autorização. aparelhos.545/2010) 2. máquinas. dentro ou fora do Estado onde se localiza o fabricante. pela concessionária ou autorizada. contratada. 34. (Dec. reconhecia como sem fins lucrativos. 34. os bens deverão ser de propriedade de pessoa sediada no exterior e importados. dos bens e mercadorias fabricados no País que venham a ser subsequentemente importados com os benefícios previstos no inciso CCXII e no art. 34.545/2010) 3. às operações realizadas sob o amparo do Regime Aduaneiro Especial de Drawback. para utilização nas atividades de exploração e produção de petróleo e de gás natural.545/2010) 1. observado o disposto no § 86. não dará direito à manutenção de créditos do ICMS referentes às operações que a antecederem. constantes do Anexo 65. 34. das Decreto nº 14.545/2010) c) para os efeitos da alínea "a".450/2009) (Dec. de 6 de agosto de 1997. 34. industrializadas ou montadas em unidades industriais. (Dec. (Dec. (Dec.450/2009) CCXII – no período de 01 de fevereiro de 2010 a 31 de dezembro de 2020. ou de outra forma relacionados às competições.876/91 DECRETO 14. 1º da Lei Federal nº 9.545/2010) b) o disposto neste inciso aplica-se também: (Dec. destinada a pessoa sediada no exterior. LVIII. c) não se exigirá o estorno do crédito fiscal nos termos do art. detentora de concessão ou autorização para exercer. na modalidade suspensão do pagamento. sem cobertura cambial.545/2010) a) a saída isenta dos bens e mercadorias previstos neste inciso. aos cascos e módulos.b) os bens.545/2010) CCXIII . aos equipamentos. realizadas sob o amparo do Regime Aduaneiro Especial de Admissão Temporária. nos termos das normas federais específicas que regulamentam o Regime Aduaneiro Especial de Exportação e de Importação de Bens Destinados às Atividades de Pesquisa e de Lavra das Jazidas de Petróleo e de Gás Natural . 47.545/2010) CCXIV – no período de 01 de fevereiro de 2010 a 31 de dezembro de 2020. cujo objeto social seja relacionado à prática de esportes e desenvolvimento social. 34. (Dec. na forma do item 2. importadora autorizada pela contratada.REPETRO. quando esta não for sediada no País. poderão ser doados.545/2010) 1. (Dec. para: (Dec. XXXIII. (Dec. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH. bem como das máquinas e equipamentos sobressalentes.

tratamento ou disposição final ambientalmente adequada. recauchutagem ou processo similar. as saídas de pneus usados. 35. incluídos no preço do serviço. 34.310/2010) b) o preço referente à prestação do serviço não ultrapasse o valor mensal de R$ 30. observado o disposto no art. c) o tomador e a empresa prestadora do serviço sejam domiciliados neste Estado. 35.310/2010) CCXIX .310/2010) (Dec. (Dec. 34. (Dec.545/2010) CCXV . Decreto nº 14.310/2010) 2. (Dec. a saída dos produtos coletados. e na distribuição às diversas Unidades Prisionais Brasileiras. (Dec. 35.no período de 23 de junho a 30 de setembro de 2010.II ou do Imposto de Produtos Industrializados . recapeamento. (Dec. 34. desde que estejam cumulativamente desoneradas (Convênio ICMS 43/2010): (Dec.00 (trinta reais). com destino à respectiva reciclagem.a partir de 1º de maio de 2010. 35. observando-se o disposto no § 86 e o seguinte: (Dec.a partir de 1º de agosto de 2010. 35.310/2010) a) o benefício não se aplica quando a saída for destinada à remoldagem.626/2010) CCXVI . consignando no campo “INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES” a expressão: “Produtos usados isentos do ICMS nos termos do Convênio ICMS 33/2010”.876/91 DECRETO 14.876/91 .310/2010) 1. 34. 35.222/2010) b) subsequentes àquelas mencionadas na alínea “a” (Dec. documento fiscal para documentar: (Dec. (Dec. em decorrência de doação: (Dec. quando o remetente não for contribuinte obrigado à emissão de documento fiscal. 35.atualizado até 30 junho 2011 . LXI.222/2010) CCXVII . 35.545/2010) c) os equipamentos de uso interligado às fases de exploração e produção devem ingressar no território nacional para realizar serviços temporários no País por um prazo de permanência inferior a 24 (vinte e quatro) meses. as saídas internas de água mineral acondicionada em garrafões descartáveis de 5 (cinco). 47. 35. consignando no campo “INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES” a expressão: “Produtos usados isentos do ICMS. 35.310/2010) b) o contribuinte do ICMS deve emitir. o recebimento de pneus usados. nas prestações de serviço de comunicação referentes ao acesso à INTERNET por conectividade em banda larga prestadas no âmbito do Programa Internet Popular.545/2010) b) as plataformas de produção devem estar em trânsito para sofrerem reparos ou manutenção em unidades industriais.IPI. todos os meios e equipamentos necessários à correspondente prestação. (Dec. 36. 35.ferramentas e aparelhos e de outras partes e peças destinadas a garantir a operacionalidade dos mencionados bens.310/2010) a) do Imposto de Importação . as saídas internas de gás natural destinadas à indústria de vidros planos.no período de 1º de agosto de 2010 a 31 de dezembro de 2022.310/2010) (Dec. 35. 35. 35. diariamente.494/0008-02.545/2010) a) os equipamentos deverão ser utilizados exclusivamente na fase de exploração de petróleo e gás natural. 10 (dez) ou 15 (quinze) litros. XXXIX.310/2010) a) a empresa prestadora forneça. (Dec.a partir de 23 de abril de 2010. 35. mesmo que recuperados de abandono.222/2010) a) destinadas à Coordenadoria de Defesa Civil de Pernambuco . observado o disposto no art. observando-se (Convênio ICMS 33/2010): (Dec. (Dec.CODECIPE. condicionando-se a fruição do benefício a que (Convênios ICMS 38/2009 e 11/2010): (Dec.394. (Dec. as operações e prestações de serviços referentes à aquisição de equipamentos de segurança eletrônica realizadas por meio do Departamento Penitenciário Nacional. coletados de consumidores finais – Convênio ICMS 33/2010”. CNPJ nº 00.310/2010) CCXVIII .

relativamente às doações efetuadas pela Companhia Energética de Pernambuco . 35. a parcela relativa à receita bruta decorrente das operações previstas neste inciso esteja desonerada das contribuições para os Programas de Integração Social . vinculadas ao Programa Farmácia Popular do Brasil .611/2010) 1. quando os referidos produtores não possuírem organização administrativa. empreendedor familiar rural: unidade de beneficiamento de produtos agropecuários.986/2010) CCXXIII . instituído pela Lei Federal nº 10.00 da NBM/SH e constantes da Declaração de Importação . classificados no código 8441.711/2011) a) o benefício fica condicionado a que: (Dec.986/2010) b) a CELPE deve informar anualmente. no período de 21 de maio de 2010 a 31 de dezembro de 2012.atualizado até 30 junho 2011 .310/2010) CCXX – a partir de 1º de setembro de 2010.986/2010) a) o valor correspondente ao imposto objeto da isenção de que trata este inciso deve ser destinado à aquisição de geladeiras para doação à população carente. enquadrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar . de propriedade de agricultor familiar e suas associações.566/2010) b) para efeito do disposto neste inciso considera-se: (Dec. (Dec. 35. observando-se (Convênios ICMS 73/2010 e 27/2011): (Dec. de origem vegetal ou animal. 35. (Dec. 35. 35. 35.PAA. classificado nos códigos 3003.69 da NBM/SH.Aqui Tem Farmácia Popular e destinadas ao tratamento dos portadores da Gripe A (H1N1). 36. 35. suas associações.566/2010) 1. o montante do imposto dispensado e o quantitativo de geladeiras doadas.566/2010) CCXXI . (Dec. inclusive aqueles beneficiados. a importação efetuada pelo Banco Central do Brasil de máquina.696. que atendam à legislação da vigilância sanitária e estejam classificados nos critérios do PRONAF. promovidas por agroindústria familiar rural e empreendedor familiar rural.80.PRONAF.79 ou 3004. a partir de 17 de fevereiro de 2011. 35. aparelho ou equipamento para fragmentação de cédulas. LXII. 47.986/2010) c) o imposto dispensado nos termos deste inciso deve ser recolhido com os acréscimos legais cabíveis.464/2011) Decreto nº 14. as operações com fosfato de oseltamivir. quando realizadas na modalidade de compra direta vinculada ao Programa de Aquisição de Alimentos . (Dec.DI 11/0117199-7 (Convênio ICMS 4/2011). ao término de cada exercício fiscal.PIS e de Formação do Patrimônio do Servidor Público . DPC da Secretaria da Fazenda. (Dec. sindicatos e cooperativas.35. (Dec. de propriedade de agricultor familiar ou de grupos de agricultores. (Dec.611/2010) CCXXII . 35. (Dec.90. no âmbito do referido Programa. nas saídas internas de geladeiras. 35. observando-se: (Dec. e ao Programa Nacional de Alimentação Escolar – PNAE. de 16 de junho de 2009. observando-se: (Dec. (Dec.611/2010) 2. na hipótese de inobservância das condições previstas nas alíneas ”a” e ”b”. as saídas internas de produtos agropecuários.876/91 DECRETO 14. realizadas no âmbito do Programa de Eficiência Energética.90.876/91 .b) das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público – PIS/PASEP e para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS.947. de 02 de julho de 2003.566/2010) 2. (Dec. à Diretoria Geral de Planejamento da Ação Fiscal . (Dec.CELPE a consumidores localizados neste Estado. 35. agroindústria familiar rural: unidade de processamento de alimentos.no período de 1º de dezembro de 2010 a 31 de dezembro de 2011.611/2010) b) não se exigirá o estorno do crédito fiscal. 36.35. 35. nos termos do art. instituído pela Lei nº 11. localizada em comunidades rurais e seus aglomerados. o medicamento esteja contemplado com isenção ou alíquota zero do Imposto de Importação ou do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI.PASEP e para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS.566/2010) a) fica dispensada a emissão de Nota Fiscal relativa à circulação dos produtos de que trata este inciso.

III .RAÇÃO ANIMAL . "b" do “caput”. a isenção ficará condicionada à celebração de protocolo entre o Estado de origem e o de destino da mercadoria. a isenção de que trata a alínea "d" do inciso VI do "caput" somente se aplica às operações internas. 15. serão observadas as seguintes normas: I . (Dec.§ 1º Relativamente aos incisos I e LXXXV do "caput". sem direito a crédito do tributo. ingredientes. é de se observar o seguinte: I .atualizado até 30 junho 2011 . em que figurem como Estados remetentes Espírito Santo. as isenções de que tratam as alíneas "a" e "b" do inciso VI do "caput" vigorarão até 30 de abril de 1989. a fruição da isenção somente ocorrerá com as operações contratadas até 31 de dezembro de 1989. tenha a semente outro destino que não seja a semeadura. "c" do “caput”. "c" do “caput”. Santa Catarina e São Paulo. entende-se por: I . 15. a fruição da isenção somente ocorrerá com as operações contratadas por empresas de energia elétrica até 31 de dezembro de 1991.530/92) § 3º Para efeito da aplicação do benefício constante do inciso V. Rio Grande do Sul. § 8º A isenção mencionada no inciso VI do "caput" não prevalecerá se as mercadorias forem posteriormente objeto de saída para o exterior. aminoácidos ou minerais. Goiás. sal mineralizado. § 5º Nas operações com os produtos de que trata o inciso V. Paraná. Mato Grosso. Mato Grosso do Sul.2002. a isenção não prevalecerá se a semente não satisfizer aos padrões estabelecidos para o Estado de destino pelo órgão competente. § 7º Não será exigido o recolhimento do imposto quando diferido ou suspenso. § 9º A partir de 01 de março de 1989.do conceito de equipamentos ficam excluídos tubos. II . limitado. ao estabelecido nos §§ 13 e 14 do art.876/91 DECRETO 14. Quanto ao disposto no inciso IX do "caput". § 6º Nas operações interestaduais.no período de 01 de janeiro de 1991 a 30 de junho de 1992.INGREDIENTES . desenvolvimento e produtividade dos animais a que se destina.a mistura de ingredientes que. assegurada a faculdade ali prevista. para os produtos mencionados nas alíneas "a" e "b" do referido inciso. constitua uma ração animal. Rio de Janeiro. (Dec. a isenção de que tratam os incisos III. "a".CONCENTRADO . ainda que atendendo aos padrões. inclusive farinhas e farelos.qualquer mistura de ingredientes capaz de suprir as necessidades nutritivas para manutenção. a mistura de ingredientes e.876/91 .280/2002) IV . II . manilhas e postes. o ingrediente capazes de suprir a ração ou concentrado em vitaminas. só se aplica se a respectiva importação estiver isenta do Imposto de Importação.SUPLEMENTO. mediante prévio reconhecimento da Secretaria da Fazenda. permitida a inclusão de aditivos (Convênios ICMS 100/97 e 20/2002). adicionada a um ou mais alimentos em proporções adequadas e devidamente especificadas pelo seu fabricante.nas operações interestaduais. 34. hipótese em que se exigirá o pagamento do imposto correspondente às etapas anteriores. aditivo e componente grosseiro. ou. § 10. "b" e "d" do “caput”.qualquer matéria-prima simples e livre de mistura utilizada na alimentação animal. ressalvadas as isenções de que tratam os incisos VI e VII do "caput".no período de 01 de janeiro de 1990 a 31 de dezembro de 1990. § 4º O benefício de que trata o inciso V. 24. a partir de 09. "c" do “caput” não se estende ao alimento. Decreto nº 14. relativamente às matérias-primas empregadas na produção dos produtos referidos no inciso VI.813/92) § 2º Relativamente aos produtos estrangeiros.04. mediante prévio reconhecimento da Secretaria da Fazenda. (Dec. IV e V. III . Minas Gerais.

15.97) b) a partir de 01 de março de 1997. § 11. a indicação de que se trata de promoção da LBA.096/97) § 13.à observância das normas previstas no Protocolo ICM 06/87. 7º.631/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. independentemente do grau de umidade. IX e X. pela Secretaria da Fazenda. § 12. no período de 20 de janeiro a 31 de março de 1998. a partir de 16 de setembro de 1996. localizados na mesma Unidade da Federação.122/96) IV .97) a) no período de 01 de maio de 1996 a 28 de fevereiro de 1997. pelo Governo Federal. 20. 24. pelo Governo Federal. Acre. a hipótese de não-incidência de que trata o art. no qual serão definidas as condições para a concessão do favor. Rondônia. relativamente a camarão. a partir de 30 de dezembro de 1987. com referência ao IPI.a fruição do benefício previsto na alínea "b" do referido inciso IX fica condicionada à celebração de protocolo entre os Estados interessados. exceto. (Dec.ao reconhecimento prévio do direito à isenção.096/97) I . 19. A isenção prevista no inciso XL é limitada ao número de 10 (dez) milhões de cartões por ano. Distrito Federal. (Dec. 19. quando destinados: (Dec. § 16. Decreto nº 14. Mato Grosso do Sul e Goiás.096/97) II . § 18. 13. publicado no Diário Oficial da União de 02 de julho de 1987.343/98) III . 19. por intermédio do Ministério da Justiça. observada a isenção prevista no inciso LXXIII e. (Dec. a partir de 01 de janeiro de 1990.a rã. que conterão.atualizado até 30 junho 2011 . 20. 19. (Dec.122/96) V .631/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. hadoque. a partir de 01 de outubro de 1991. IV .II . II. (Dec. nos termos do art. de sementes não limpas ou não beneficiadas produzidas em campos próprios ou de cooperantes.03. A isenção prevista no inciso XXXII do "caput" abrange a transferência da mercadoria do estabelecimento que a tenha produzido para o estabelecimento varejista da mesma entidade.relativamente a peixe seco: (Dec. O disposto no inciso XIX do "caput" não se aplica: I . Mato Grosso.a crustáceo.876/91 .à industrialização. a Roraima. 19. 19. a qualquer peixe seco.03. bacalhau. As isenções de que tratam os incisos XXIII a XXV do "caput" aplicam-se aos produtos neles relacionados. bem como. a qualquer peixe seco. III .530/92) § 14.343/98) § 15. em Unidades de Beneficiamento de Sementes . (Dec. § 17.a pirarucu.à aquisição da mercadoria efetuada diretamente do estabelecimento fabricante. (Dec. 20. desde que com grau de umidade inferior a 35% (trinta e cinco por cento). Amazonas. merluza e salmão.03. (Dec. em lugar bastante visível. (Dec. (Dec. 20. A fruição da isenção prevista no inciso XXVI fica condicionada: I .97) VI .122/96) II .631/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. Fica dispensado o estorno do crédito fiscal ou o recolhimento do imposto diferido ou suspenso. II .876/91 DECRETO 14. relativamente às entradas. XVI e XXI do “caput” não se aplicam aos produtos neles relacionados.UBS. obrigatoriamente. A isenção prevista nos incisos XXIII a XXV do "caput" não se aplica aos Estados das Regiões Sul e Sudeste.a molusco. observado o disposto no inciso XIII do art. que vierem a ser aprovadas como sementes nos termos do inciso IX do "caput". conforme o disposto em portaria do Secretário da Fazenda.à concessão de igual benefício. As isenções de que tratam os incisos XIII.a operação que destine o pescado à industrialização. ainda que as respectivas posições tenham sido alteradas pela autoridade competente.ao exterior. 20.

correspondente às entradas verificadas no respectivo período fiscal. II . para informar e conscientizar a população. entende-se por: I . § 26. diretamente do estabelecimento gráfico. sem ônus para o Erário.636/2000) 1. no período de 01 de março de 1989 a 31 de agosto de 2000.22.636/2000) 2. alíneas "c" e "f" do “caput”. 28. ficam condicionadas à divulgação.transporte com características urbanas. § 23. mediante concessão do Poder Público. hipótese em que se concederá redução de 80% (oitenta por cento) na base de cálculo.22. § 27. dentro do Estado.emitir uma única Nota Fiscal . quando couber.modelo 1.22. aos seguintes requisitos: a) destine-se a transporte coletivo popular: (Dec. para beneficiamento ou industrialização. O contribuinte que se beneficiar da isenção prevista no inciso LIX está obrigado a manter registro das operações realizadas. ao dispositivo citado. nas colunas próprias dos livros Registro de Entradas e Registro de Saídas. a partir de 01 de setembro de 2000. "a" do “caput”. As isenções previstas no inciso LXI. intermitente ou mista: (Dec. visando o combate à sonegação desse imposto.000 toneladas. entre municípios limítrofes. 56. II . § 21. à industrialização ou à distribuição a título gratuito. o produto personalizado.876/91 DECRETO 14. para seu uso exclusivo.876/91 . Para os efeitos do disposto no inciso LXV. fazendo remissão. no período de 01 de março de 1989 a 30 de dezembro de 1999. § 24. mediante permissão do Poder Público. § 28. (Dec. § 25.22. totalizando o valor correspondente ao fornecimento de refeições ocorrido no respectivo período fiscal. O disposto no inciso XLIII não se aplica à saída de impressos destinados à comercialização. Fica dispensado o recolhimento do imposto devido por consumidores residenciais de água. relativamente a fatos geradores ocorridos entre 01 de março e 14 de novembro de 1989.636/2000) 1.22. Para efeito do inciso XLIII.000 toneladas.farinha de mandioca 329. no período de 31 de dezembro de 1999 a 31 de agosto de 2000.636/2000) 2. na coluna "Observações". A isenção de que trata o inciso LXIV do "caput" não prevalecerá nas saídas com destino a outra Unidade da Federação. sendo-lhe facultado: I . dentro do Estado. A isenção a que se refere o inciso LXIV do "caput" abrangerá os seguintes produtos e quantitativos globais: I . fica dispensado o recolhimento do imposto devido em função de fato gerador ocorrido entre 01 de março de 1989 e a data de concessão do benefício prevista no respectivo inciso.arroz em casca. sob encomenda. § 22. Nas hipóteses de que tratam os incisos L.636/2000) b) obedeça a linha regular. pelo beneficiário. Incluem-se na isenção prevista no inciso LXIV do "caput" os produtos resultantes da industrialização objeto da doação indicada. (Dec. com itinerário e horário previamente estabelecidos e viagens de freqüência contínua. (Dec.636/2000) Decreto nº 14.milho em grão III .emitir uma única Nota Fiscal de Entrada.22. entre municípios vizinhos. considera-se usuário final a pessoa física ou jurídica que adquira.atualizado até 30 junho 2011 . de matéria aprovada pelo CONFAZ Conselho de Política Fazendária relativa ao imposto. LXVII e XCVI do "caput". aquele que atender.§ 19.000 toneladas. (Dec. cumulativamente. § 20.

Igarassu.01. (Dec. qualquer que seja a causa. constituída dos Municípios de Abreu e Lima.876/91 . documentos comprobatórios da efetiva exportação.em virtude de perda do produto. sem prejuízo das demais obrigações estabelecidas no regime especial de que trata o inciso anterior. na hipótese de a exportação não se efetivar: I .22. Ipojuca (Lei Complementar Federal nº 14.636/2000) II – transporte com características metropolitanas.222. Cabo de Santo Agostinho. O estabelecimento fabricante deverá recolher o imposto relativo à saída de que trata a alínea "d" do inciso LXVIII do “caput”.636/2000) 1.em razão de revenda do produto no mercado interno. (Dec.876/91 DECRETO 14. apenas 01 (uma) porta.22. a empresa exportadora estabelecida neste Estado deverá: I . II . Jaboatão dos Guararapes.quando a filial estiver situada em Unidade da Federação diversa daquela onde se localize o estabelecimento fabricante.o disposto nos incisos anteriores aplicar-se-á também às exportações efetuadas pela filial do fabricante. com lotação permitida não inferior a 25 (vinte e cinco) passageiros sentados e seja caracterizado como veículo padrão urbano ou. Itapissuma. § 32. entre dois ou mais municípios do Estado. quanto à base de cálculo. acrescido de juros de mora e atualização monetária cabível. estornar o imposto debitado quando da transferência da mercadoria para a filial.22. de 06.2. de 08.001/2007) § 29. o estorno de que trata o inciso IV do “caput” do art. corredor central. Lei nº 9.nas hipóteses deste parágrafo.obter regime especial junto à Secretaria da Fazenda. 02 (duas) portas. § 30.após decorrido o prazo de 01 (um) ano. dentro de um ano.02. observado. A falta de comprovação da exportação no prazo fixado no inciso II do parágrafo anterior ou a reintrodução da mercadoria no mercado interno implica em cassação do benefício fiscal. IV .entregar. (Dec. 31.22. a partir de 01 de setembro de 2000: (Dec.1. o disposto no inciso I do “caput” do art. no mínimo 02 (duas) portas. e lotação permitida não inferior a 30 (trinta) passageiros sentados. 14. será exigido o estorno do imposto creditado por ocasião da entrada da mercadoria.atualizado até 30 junho 2011 .3.636/2000) 2. será dispensado o estorno do imposto creditado por ocasião da entrada da mercadoria. exclusive a de emergência.22. observado o seguinte: I .22.06.73. exclusive a de emergência.3. a partir de 07 de janeiro de 1994. Olinda. desde que com entre-eixo inferior a 5 (cinco) metros. (Dec. no mínimo: (Dec. II . o que for realizado dentro da área metropolitana. Para aplicação do disposto no inciso LXVIII e no parágrafo anterior.636/2000) 2.22. devendo o fabricante. Moreno. (Dec.636/2000) 2. Ilha de Itamaracá. no período de 01 de março de 1989 a 31 de agosto de 2000. Decreto nº 14.636/2000) 2.quando a saída for promovida por filial situada na mesma Unidade da Federação onde se localize o estabelecimento fabricante. § 31. e lotação permitida não inferior a 21 (vinte e um) e menor que 36 (trinta e seis) passageiros sentados.636/2000) c) seja realizado por veículo que tenha. e Lei Complementar nº 10.83. 34. por sua vez. II . a partir de 01 de setembro de 2000. quando for o caso. Camaragibe. de 17. Recife. III . para efeito de controle das operações efetuadas.94). São Lourenço da Mata e. ao fornecedor das mercadorias. A isenção de que trata o inciso LXVIII aplica-se também na saída do produto de filial do estabelecimento fabricante. Paulista. contado do respectivo recebimento. III . contado da data do depósito. exclusive a de emergência. o estabelecimento fabricante efetuará. (Dec.

Na hipótese do parágrafo anterior.424/94) III . (Dec. inclusive. contado da data de entrada da mercadoria em armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro a que se refere a alínea "b" daquele inciso.424/94) II . O recolhimento do imposto de que trata o parágrafo anterior não será exigido nas seguintes hipóteses: I . se não ficar caracterizada a espontaneidade do sujeito passivo. em relação a cada estabelecimento fabricante.a partir de 01 de maio de 1994. II . cumulativamente: (Dec.após decorrido o prazo de 1 (um) ano contado da data da saída para os destinatários mencionados nas alíneas "a". (Dec. recolherá o imposto devido. de que trata o inciso LXIX. III . II . (Dec. 17. "c". para qualquer dos destinatários arrolados no inciso LXIX. se for o caso. ”d” e "e" do mencionado inciso deverão requerer a adoção de regime especial à Secretaria da Fazenda. "d" e "e" daquele inciso. 17. (Dec.em razão de perda da mercadoria. de protocolo. reajustado monetariamente e com os acréscimos previstos na legislação.os destinatários indicados nas alíneas "a". o comprovante do recolhimento do imposto.530/92) § 33. "c". 17.transmissão da propriedade dos produtos depositados sob regime aduaneiro de exportação efetuada pelo estabelecimento fabricante. que será concedido desde que as operações estejam beneficiadas por isenção ou suspensão do IPI e os referidos destinatários assumam. entre os Estados interessados.424/94) § 36.876/91 . IV . monetariamente atualizado. 17. (Dec. o estabelecimento remetente. 17. O estabelecimento remetente. § 39. O armazém alfandegado e o entreposto aduaneiro. ressalvado o disposto no parágrafo seguinte. § 40. para liberação da mercadoria. Decreto nº 14.417/93) § 37.a partir de 01 de maio de 1994. Relativamente a operações interestaduais. Para fim do disposto no inciso LXIX do "caput": (Dec.exigindo-se do contribuinte o recolhimento do imposto.424/94) b) a obrigação de comprovar. § 38. nos casos de não se efetivar a exportação: I . § 35.após decorrido o prazo de 1 (um) ano. Admitir-se-á efeito liberatório ao pagamento efetuado pelos destinatários indicados no inciso LXIX do "caput" a favor da Unidade da Federação à qual seja devido o imposto. sempre que ocorrerem as hipóteses previstas no inciso LXIX do "caput". § 34. quando for o caso. a aplicação das normas contidas na alínea "e" do inciso LXVIII do "caput" e nos §§ 30 a 33 dependerá da celebração.devolução da mercadoria ao estabelecimento fabricante ou aos destinatários mencionados no inciso LXIX. que poderá. aplicando-se ainda as sanções cabíveis.em virtude de reintrodução da mercadoria no mercado interno. 15.atualizado até 30 junho 2011 . a contar da saída referida no citado inciso. os contribuintes mencionados nos incisos anteriores deverão observar outras condições ou mecanismos de controle estabelecidos na legislação de cada Unidade da Federação envolvida na operação. qualquer que seja a causa. 16. condicionar a concessão do benefício ao exame de cada caso concreto.876/91 DECRETO 14. admitir-se-á efeito liberatório ao pagamento efetuado pela empresa exportadora a favor da Unidade da Federação à qual seja devido o imposto. exigirão.424/94) a) a responsabilidade solidária pelo recolhimento dos débitos fiscais. Até 15 de outubro de 1992. (Dec. fabricante ou suas filiais. a isenção prevista no inciso LXIX do "caput" não se aplica a operações cuja posterior exportação seja realizada em moeda nacional (Convênio ICMS 93/92). 17. deverá possuir autorização mediante regime especial.424/94) I . que as mercadorias foram efetivamente exportadas. com os acréscimos previstos na legislação.

nos termos da legislação em vigor. a isenção prevista no inciso LXXXII aplica-se exclusivamente às máquinas. Para gozo do benefício previsto no inciso LXXXIII.a estabelecimentos localizados na mesma Unidade da Federação. do "caput". (Dec.DI. § 45.a armazéns alfandegados e entrepostos aduaneiros situados na mesma Unidade da Federação. "c". até 45 (quarenta e cinco) dias do vencimento do prazo do ato concessório. O disposto no inciso LXXXII não se aplica às mercadorias importadas livres do Imposto de Importação.CACEX .530/92) Decreto nº 14. a recomposição apenas da última operação isenta. O disposto no parágrafo anterior aplica-se também a mercadoria importada.atualizado até 30 junho 2011 . além de dispor sobre condições e mecanismos de controle. II . a critério da Secretaria da Fazenda.a isenção somente se aplica quando.a Carteira de Comércio Exterior do Banco do Brasil S/A . poderá condicionar a concessão ao exame de cada caso concreto.07. 15. aparelhos. Admitir-se-á que a mercadoria seja transferida de um entreposto aduaneiro para outro. quando houver modificação da destinação final do açúcar e do álcool. serão observadas as seguintes normas: I . mantidos os benefícios previstos no inciso LXIX. § 44. b) à entrega. Relativamente às remessas interestaduais. "b". No caso dos incisos LXX e LXXI. e seus respectivos acessórios.a outorga do benefício fica condicionada: a) à concessão de suspensão do pagamento do Imposto de Importação e do IPI. até 10 (dez) dias após a liberação da mercadoria pela repartição federal competente.876/91 . quando estiver depositada em entreposto aduaneiro de importação. cumulativamente: (Dec. a isenção deixará de subsistir.a inadimplência a que se refere o inciso anterior implicará na exigência do imposto atualizado monetariamente e dos acréscimos legais. § 49. ser estendida às saídas de matéria-prima importada em regime de consórcio autorizado pelo Conselho de Política Aduaneira com destino a estabelecimento de empresas integrantes do consórcio.§ 41.2003) I . destinados a integrar o ativo imobilizado de empresa industrial. 15.558/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01. com emissão de Nota Fiscal complementar. "a" do “caput”. exigindo-se. A isenção prevista nos incisos LXXIII e LXXIV do "caput" aplica-se também às saídas dos produtos primários nele relacionados para exportação com destino: I . sem prejuízo da aplicação das penalidades cabíveis. § 47. § 48.530/92) § 42. 25. pelo importador. sobressalentes e ferramentas. porém. III . por ela considerados inadimplentes. A isenção prevista no inciso LXXVIII poderá. (Dec. § 46. equipamentos. com destaque do imposto calculado pela alíquota aplicável à hipótese sobre o valor total desta operação da qual tenha decorrido a reintrodução da mercadoria para consumo interno. que operam exclusivamente no comércio exterior. instrumentos e materiais. Para gozo do benefício da importação de mercadoria sob o regime "drawback".876/91 DECRETO 14. serão observadas as seguintes regras: (Dec. II . previsto no inciso LXXXIII.encaminhará à Secretaria da Fazenda cópia do relatório dos importadores localizados neste Estado. § 43. ainda que situado em outra Unidade da Federação. de uma cópia da correspondente Declaração de Importação . calculados da data do vencimento do prazo de recolhimento do imposto devido pela importação.530/92) § 50. A partir de 01 de maio de 1989. "d" e "e" do inciso LXIX do "caput" depende da celebração de convênio que. desde que administrado pela mesma pessoa jurídica e precedida a transferência de comunicação à Unidade da Federação de origem da mercadoria. 15. a aplicação das normas das alíneas "a".

19. da cópia da Guia ou Declaração de Exportação. do produto resultante da industrialização da mercadoria importada. comprovada mediante a entrega. VI . caso a operação não fosse realizada com a isenção. 19. na inexistência deste. 36. (Dec. a partir de 16 de abril de 1996.DECEX deverá encaminhar à Secretaria da Fazenda: a) uma via do Ato Concessório do regime de "drawback" e de seus aditivos. b) tenham sido punidos em processos administrativos ou judiciais instaurados para apuração de infração de qualquer natureza à legislação do imposto. tal circunstância deverá ser informada na respectiva Nota Fiscal. Fazenda e Planejamento relação mensal dos contribuintes que. sendo. (Dec. expedido pelas autoridades competentes (Convênios ICMS 27/90. até 45 (quarenta e cinco) dias após o término do prazo de validade do ato concessório do regime ou. multa e demais acréscimos legais. (Dec. pela repartição federal competente. até 10 de outubro de 1996. 25.530/92) b) das mercadorias resultem. resultando na descaracterização do benefício ali previsto. emitido em decorrência da prorrogação do prazo de validade originalmente estipulado.a inobservância das condições impostas neste parágrafo para a isenção prevista na alínea "b" do inciso LXXXIII do "caput" acarretará a exigência do imposto devido. da correspondente Nota Fiscal de Entrada e do Ato Concessório do regime ou.nas operações que resultem em saídas. para exportação. à repartição fazendária do seu domicílio. em qualquer caso com a expressa indicação do bem a ser exportado.o Departamento de Comércio Exterior . produtos industrializados. 15. a mercadoria importada não seja combustível ou energia elétrica ou térmica (Convênio ICMS 185/2010). da Declaração de Despacho de Exportação . e do vencimento do prazo em que o imposto deveria ter sido recolhido. IV .07. calculados a partir da data da entrada do produto importado no estabelecimento. contados da respectiva emissão: a) Ato Concessório Aditivo. V .558/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01. devendo o respectivo imposto ser recolhido com a atualização monetária. Decreto nº 14.332/96) III . na inexistência deste.o importador deverá entregar na repartição fazendária do seu domicílio. cópias da Declaração de Importação.a) as mercadorias sejam beneficiadas com suspensão do Imposto de Importação e do IPI.876/91 .o importador deverá proceder à entrega. conforme o caso. 77/91 e 16/96). (Dec. de documento equivalente.a Secretaria da Fazenda enviará ao Departamento do Comércio Exterior . de produtos resultantes da industrialização de matéria-prima ou insumos importados na forma deste parágrafo. devidamente averbada com o respectivo embarque para o exterior.538/97) c) a partir de 01 de julho de 2003. até 30 (trinta) dias após a liberação da mercadoria importada. de cópias dos seguintes documentos. no prazo de 10 (dez) dias da concessão.2003) d) a partir de 1º de março de 2011. (Dec. à repartição a que estiver vinculado. conforme relacionados no Anexo 4 (Convênio ICMS 65/96). ou. no prazo de 30 (trinta) dias. conforme o caso. ou do recebimento ou das saídas. tendo descumprido a legislação do imposto em operações de comércio exterior: a) respondam a processos administrativos ou judiciais que objetivem a cobrança de débito fiscal.atualizado até 30 junho 2011 . consignando-se também o número do correspondente Ato Concessório do regime de "drawback". apenas os semi-elaborados. b) novo Ato Concessório resultante da transferência dos saldos de insumos importados ao abrigo de Ato Concessório original e ainda não aplicados em mercadorias exportadas. VII . pelo importador.DDE. a mercadoria importada não seja álcool.876/91 DECRETO 14. VIII . inclusive com a finalidade de exportação.312/2011) II .DECEX do Ministério da Economia.fica condicionado à efetiva exportação. de documento equivalente.

(Dec. tornar-se-á devido o imposto. 27.com base nas informações de que tratam as alíneas "a" e "b" do inciso VII deste parágrafo. considera-se (Convênio ICMS 185/2010): 36.818/2005) 1.312/2011) § 51. 36. § 53.818/2005) a) no período de 01 de maio de 1999 a 23 de abril de 2000 e a partir de 18 de abril de 2005. Caracterizado. (Dec. pesquisa ou prestação de serviços médico-hospitalares. no que couber. 36.na hipótese da alínea “b”. a mercadoria que for integralmente incorporada ao produto final a ser exportado.620/2006) 1. a mencionada inexistência será atestada por órgão federal competente ou por entidade representativa do setor produtivo de máquinas. 29. a referida inexistência: (Dec. Relativamente à isenção prevista no inciso XCVI do "caput": (Dec. 27. peças e reagentes químicos.312/2011) b) consumida. (Dec. está condicionada a ser o medicamento contemplado com isenção ou alíquota reduzida a zero do Imposto de Importação ou do IPI. contados da data da inadimplência. 15. na finalidade que lhe é própria. As disposições do inciso LXXXIII aplicam-se. o imposto será devido a partir do ato da reintrodução.será concedida individualmente. na hipótese de partes. até 10 (dez) dias. Nas hipóteses de isenção decorrente de exportação para o estrangeiro. § 52. de sua inscrição no Cadastro de Exportadores e Importadores. (Dec. a partir de 01 de setembro de 2006. 19.876/91 .somente se aplica na hipótese de as mercadorias se destinarem a atividades de ensino. observando-se o seguinte a partir de 18 de abril de 2005: (Convênio ICMS 110/2004): (Dec. § 54. a ser cobrado com reajuste monetário e demais acréscimos legais cabíveis. mediante requerimento à Secretaria da Fazenda. 29. tomando-se como referência a data do fato gerador. até 31 de agosto de 2006. fica dispensado o crédito tributário relativo às importações efetuadas nas condições ali mencionadas e realizadas no período de 31 de março de 1989 a 17 de outubro de 1991. Relativamente ao disposto no inciso XCV do "caput". será atestada ou dispensada.b) relação de importadores inadimplentes das obrigações assumidas nos respectivos Atos Concessórios.1 terá a validade máxima de 06 (seis) meses. o atestado emitido nos termos do item 1. 29. a) empregada no processo de industrialização. ainda que exista similar nacional do bem importado. administrado pela SUFRAMA.876/91 DECRETO 14. III . conforme o caso.620/2006) b) fica dispensada a apresentação do atestado de que trata a alínea "a": (Dec. nos termos da legislação aduaneira específica relativa à cobrança dos impostos federais incidentes na importação dos mencionados produtos. sendo inaplicável o disposto nesta alínea.atualizado até 30 junho 2011 .estende-se aos casos de doação. às importações efetuadas através do Programa Especial de Exportação .1. 29. contados da efetivação da medida.620/2006) 1. a qualquer tempo. 21. à Secretaria da Fazenda.421/91) § 55. IX .556/99) I . no prazo de 45 (quarenta e cinco) dias. sem implicar sua integração ao produto final a ser exportado.PROEX. o emprego das mercadorias referidas no inciso LXXXVIII em finalidade diversa daquela ali prevista.2.312/2011) (Dec. 29.952/97) V – no que se refere à inexistência de produto similar produzido no País: (Dec.620/2006) 2.620/2006) Decreto nº 14. (Dec. o DECEX deverá aplicar aos respectivos infratores as penas de suspensão ou cancelamento. aparelhos e equipamentos com abrangência em todo o território nacional. (Dec. X – a partir de 1º de março de 2011. será atestada por órgão relacionado em portaria do Secretário da Fazenda. a mercadoria que for utilizada diretamente no processo de industrialização. (Dec. II . e informar o fato. caso os respectivos produtos sejam reintroduzidos no mercado interno do País. IV .

316/2007) 2.417/93) b) laudo de perícia médica. 30. a partir de 01 de fevereiro de 2007.316/2007) b) a partir de 01 de fevereiro de 2007. no período de 27 de agosto de 1991 a 15 de julho de 1992. excluídos. 29. (Dec.620/2006) § 56. 77/2004. sucessivamente. 31. indicando as adaptações necessárias. ascendentes ou descendentes. comprovação de sua capacidade econômico-financeira. onde estiver domiciliado o requerente.876/91 . o veículo se destinará a uso do adquirente. realizadas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq e por entidades sem fins lucrativos por ele credenciadas para fomento. 29/2005 e 03/2007): (Dec.125/2007) d) a partir de 01 de novembro de 2004: (Dec.417/93) 2. fornecido pelo Departamento de Trânsito do Estado . devendo a referida disponibilidade ser compatível com o valor do veículo a ser adquirido.316/2007) 1.CPF. comprovação de disponibilidade financeira ou patrimonial suficiente para fazer frente aos gastos com a aquisição e a manutenção do veículo a ser adquirido. a partir de 01 de fevereiro de 2007. a partir de 01 de novembro de 2004. impossibilitado de fazer uso do modelo comum. da qual conste o número de inscrição do interessado no Cadastro de Pessoas Físicas do Ministério da Fazenda . de 29 de março de 1990. discrimine as características específicas necessárias para que o motorista com deficiência física possa dirigir o veículo.28. (Dec. Na hipótese do inciso XLII. 15.316/2007) c) nos seguintes períodos.876/91 DECRETO 14.1. 30. no período de 17 de agosto de 1999 a 31 de janeiro de 2007. os acessórios opcionais que não sejam equipamentos originais. a partir de 24 de abril de 2000. nas importações beneficiadas pela Lei Federal nº 8. apresentada diretamente ou por intermédio de representante legal. até 31 de janeiro de 2007. o benefício será repassado ao adquirente. 16. no período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 2006. coordenação e execução de programas de pesquisa científica e tecnológica ou de ensino (Convênio ICMS 24/2000). observado o disposto nos incisos III e VIII. 16. Relativamente à isenção de que trata o inciso XCIX do "caput": (Dec. 35/99 e 77/2004).558/92) § 57. na forma do Anexo 48. ateste sua completa incapacidade para dirigir veículos convencionais e sua aptidão para fazê-lo naqueles especialmente adaptados. "b".DETRAN.316/2007) a) com a necessária adaptação e características especiais indispensáveis ao uso do adquirente. instruindo seu pedido com (Convênios ICMS 35/99.063/2005) I . 30. que se configurará. na Declaração de Disponibilidade Financeira ou Patrimonial.010.316/2007) a) até 31 de outubro de 2004.316/2007) 2. paraplégico ou deficiente físico.620/2006) 2. 30. além de especificar o tipo de deficiência física: (Dec. 30. de seu cônjuge. 30. (Dec.063/2005) Decreto nº 14.316/2007) II . (Dec. 30. 2 (Convênios ICMS 40/91. 30. além da Declaração contida no Anexo 48.28. o trânsito da mercadoria será acobertado por via adicional da Nota Fiscal relativa à operação de que trata o inciso XLI.atualizado até 30 junho 2011 . nas importações realizadas diretamente por universidade federal situada neste Estado. 43/94.28. (Dec. que.o veículo será adquirido: (Dec. 44/92.063/2005) 1. (Dec. 29.316/2007) 1. (Dec. (Dec. no sentido de que: (Dec. declaração expedida pelo vendedor. (Dec. (Dec. (Dec.o adquirente domiciliado neste Estado deverá solicitar prévio reconhecimento da isenção à Diretoria Geral de Planejamento e Controle da Ação Fiscal – DPC da Secretaria da Fazenda. 30. podendo a referida disponibilidade ser da pessoa com deficiência física ou. os documentos respectivamente indicados: (Dec. com as características específicas para ser dirigido por motorista com deficiência física (Convênio ICMS 03/2007).

16. a 3ª (terceira) via deverá ser arquivada pela concessionária que tenha efetuado a venda ou intermediado a sua realização.28. (Dec. ressalvados os casos excepcionais em que ocorra a destruição completa do veículo ou seu desaparecimento. a partir de 17 de agosto de 1999.063/2005) 3.28. informar a circunstância da aquisição sem adaptação. 1. do mencionado inciso XCIX.28.063/2005) 2. 3. cópia autenticada da Carteira Nacional de Habilitação. "d". 30. 22. além de observar o disposto no seu inciso II (Convênios ICMS 44/92 e 03/2007): (Dec.063/2005) b) quando o interessado necessitar do veículo com adaptação ou característica especial para obter a Carteira Nacional de Habilitação. 22. o beneficiário somente poderá usufruir da isenção uma única vez.417/93) IV – a partir de 26 de julho de 1994.28.063/2005) 1.876/91 . do "caput". a partir de 02 de janeiro de 1998. somente será aceito se contiver. "b". (Dec.28. (Dec. bem como o local onde esta será efetuada. a isenção poderá ocorrer sem a exigência prevista no inciso I deste parágrafo. para que o referido órgão faça a vistoria e comprove a autenticidade da adaptação. que terão a seguinte destinação: (Dec. 16. nos termos da legislação federal vigente. (Dec. em 3 (três) vias.28. o laudo previsto no inciso II. especialmente adaptado para ser dirigido por motorista portador de deficiência física. que terão a seguinte destinação: (Dec.015/2000) V – a partir de 17 de agosto de 1999. (Dec. que deverá remetê-la ao fabricante.063/2005) c) deferido o pedido. 16. emitirá autorização. IV. incapacitado para dirigir veículo convencional (normal). todos os requisitos ali exigidos (Convênio ICMS 35/99). nos termos do art.063/2005) III – no período de 16 de julho de 1992 a 31 de outubro de 2003 e. poderá adquiri-lo com isenção do ICMS sem a apresentação da respectiva cópia autenticada de que trata o inciso II.063/2005) 2.1. (Dec. a partir de 01 de fevereiro de 2007. hipótese em que o adquirente deverá.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec.DAT da Secretaria da Fazenda.28. 3ª via .063/2005) a) as operações de saída do veículo.28. (Dec.417/93) (Dec. até 24 de abril de 2005. "f". XXV. contados da data do recebimento do veículo. não se exigirá o estorno do crédito fiscal relativo às aquisições do remetente.28. emitindo declaração. restringindo-se essa limitação.28.DETRAN. na qual constem as restrições referentes ao condutor e as adaptações necessárias ao veículo. (Dec. (Dec. observado o disposto no § 58.063/2005) 4. (Dec.requerente. 16. em 04 (quatro vias). no prazo de 15 (quinze) dias. 2. ao período de 3 (três) anos da data da aquisição (Convênios ICMS 83/94 e 35/99).417/93) 1ª via . comprovante de residência.417/93) 2ª via . (Dec. a autoridade competente. cópia autenticada da autorização expedida pela Secretaria da Receita Federal para aquisição do veículo com isenção do IPI. a 2ª (segunda) via será entregue à concessionária. conforme modelo previsto no Anexo 49.Diretoria de Administração Tributária . declaração de isenção ou certidão negativa de débitos emitidas pelo Instituto Nacional da Seguridade Social – INSS.28. (Dec. para que o interessado adquira o veículo com isenção do ICMS.063/2005) 3.876/91 DECRETO 14. devem estar amparadas por isenção do IPI. (Dec. a 1ª (primeira) via deverá permanecer com o interessado. 47. detalhadamente.015/2000) VI – conforme previsto no mencionado inciso XCIX.417/93) b) comparecer ao DETRAN.063/2005) Decreto nº 14.316/2007) a) no requerimento referido no inciso anterior. (Dec.28.063/2005) VII – a partir de 01 de novembro de 2004 (Convênio ICMS 77/2004): (Dec. 16. no caso da alínea "g".

063/2005) b) a declaração de que: (Dec. 30. 77/2004 e 03/2007): (Dec. com atualização monetária e acréscimos legais. 30. Relativamente à isenção de que trata o inciso XCIX do "caput". 30. mediante fornecimento. 43/94. da Secretaria da Fazenda. nos prazos a seguir indicados. (Dec. bem como.4. a partir de 01 de novembro de 2004: (Dec.28. 30. VIII. "d". (Dec. a 4ª (quarta) via ficará com a GPC. (Dec.316/2007) I – transmissão do veículo.316/2007) IX – a partir de 28 de julho de 2009. com o respectivo demonstrativo da redução desse valor do preço do veículo. 30. na INTERNET. cópia autenticada dos documentos respectivamente indicados (Convênios ICMS 77/2004 e 03/2007): (Dec. 33.gov.28. para retirar-lhe o caráter de especialmente adaptado.316/2007) I – fazer constar na Nota Fiscal de venda do veículo o número do CPF/MF do adquirente. o estabelecimento que efetuar a operação isenta deverá (Convênios ICMS 40/91. (Dec. a contar da data da respectiva aquisição. 30. na hipótese de (Convênios ICMS 35/99. Relativamente à isenção de que trata o inciso XCIX do "caput". (Dec. transmissão para a seguradora no caso de roubo.316/2007) b) até 180 (cento e oitenta) dias: (Dec. a qualquer título.28. (Dec. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 .876/91 DECRETO 14. 77/2004 e 03/2007): (Dec. nos prazos e condições ali indicados (Convênio ICMS 03/2007). 30. nos termos da legislação vigente e sem prejuízo das sanções penais cabíveis.063/2005) d) a isenção somente se aplica se o adquirente não tiver débito perante o sistema de débitos fiscais da Secretaria da Fazenda. "c" poderá ser disponibilizada em meio eletrônico. ao interessado.896/2009) § 58. 30. transmissão do veículo em virtude do falecimento do beneficiário.063/2005) 1.pe. a operação é isenta do ICMS nos termos do Convênio ICMS 77/2004 ou 03/2007. o adquirente do veículo deverá recolher o imposto dispensado. contados da data da aquisição do veículo constante da respectiva Nota Fiscal. (Dec. a partir de 01 de fevereiro de 2007: Nota Fiscal referente à colocação do acessório ou da adaptação efetuada pela oficina especializada ou pela concessionária autorizada. exceto quando se tratar das seguintes hipóteses: (Dec. até 15 (quinze) dias úteis: Nota Fiscal relativa à aquisição. 30.emprego do veículo em finalidade que não seja a que tenha justificado a isenção. (Dec. 1 . caso o veículo não tenha saído de fábrica com as características específicas discriminadas no laudo previsto no inciso II. furto ou perda total do veículo. (Dec.316/2007) Decreto nº 14. 30.316/2007) II .063/2005) VIII – o adquirente do veículo deverá apresentar à DPC.316/2007) a) a partir de 01 de novembro de 2004. no endereço www.28.063/2005) IV – não-apresentação dos documentos previstos no § 57. a pessoa que não faça jus ao mesmo tratamento fiscal. constante da correspondente Nota Fiscal.316/2007) a) o valor correspondente ao imposto não recolhido.876/91 . 30.316/2007) § 59. (Dec.316/2007) a) a partir de 01 de novembro de 2004.br. de senha de acesso para a obtenção da referida autorização (Convênio ICMS 74/2009). 30. 30. nos termos do inciso III. a autorização de que trata o inciso VII.316/2007) 2.063/2005) III . (Dec. "b".28.sefaz.(Dec.316/2007) c) a partir de 01 de fevereiro de 2007.modificação das características do veículo. 30. 35/99.316/2007) 1.316/2007) b) a partir de 01 de fevereiro de 2007. dentro do prazo de 3 (três) anos da data da aquisição. conforme a hipótese.28. a partir de 01 de novembro de 2004: Carteira Nacional de Habilitação mencionada no inciso II. (Dec. alienação fiduciária em garantia.

beterraba. a) fica concedido crédito presumido de valor correspondente ao montante do débito do imposto devido pela saída.o benefício previsto nos incisos CII e CIII fica condicionado ao reconhecimento. o destinatário for Secretaria de Educação. berinjela. contado da data da operação. cumulativamente. nos termos do inciso X do art. à repartição fazendária a que estiver vinculado. contados da data da aquisição.876/91 .a isenção somente se aplicará quando não tenha havido contratação de câmbio e. 28. 15. 17. 17/93 e 124/93). (Dec. a partir de 01 de novembro de 1997. o veículo não poderá ser alienado sem autorização do Fisco. relativamente às operações realizadas com os produtos hortifrutícolas. estadual ou municipal. 20. devendo a referida entrega ser efetuada. realizadas com isenção do ICMS. bertalha. 15. 30. 15. os produtos relacionados na alínea "b" do referido inciso XIII são os seguintes: batata-doce.612/92) (Dec. 24. as operações de saída dos produtos hortifrutícolas discriminados no inciso XIII do “caput”. de documento expedido pela Secretaria adquirente.no período de 25 de maio de 1993 a 31 de março de 1994 e a partir de 01 de abril de 1994. 13. além do respectivo documento fiscal.atualizado até 30 junho 2011 .641/2006) Decreto nº 14. (Dec. Relativamente aos incisos CI a CIII do “caput”. Relativamente ao inciso CIV do “caput”.fica a Diretoria de Administração Tributária. 20.2. 15. (Dec. (Dec. hipótese em que o imposto fica diferido. (Dec.558/92) II .a norma prevista na alínea "a" do inciso I não se aplica quando. pelo respectivo adquirente do veículo.424/94) V . brócolis e broto de vegetais (Convênios ICM 44/75 e ICMS 68/90.316/2007) III – transferir o benefício ao adquirente do veículo. 30.573/92) b) a escrituração deverá ser feita de forma idêntica àquela prevista para operações isentas.573/92) III . (Dec. I . serão adotadas as seguintes normas: (Dec. até o 15º (décimo quinto) dia útil. nos primeiros 3 (três) anos. (Dec. haverá tributação integral. 17.573/92) II . XXIX. serão adotadas as seguintes normas: 15. 29.nas operações interestaduais. e a mercadoria destinar-se a merenda escolar e estiver acompanhada.316/2007) § 60. à DPC.876/91 DECRETO 14. exceto: (Dec. entregar. serão adotadas as seguintes normas (Convênios ICM 44/75 e ICMS 68/90. no período de 01 a 06 de janeiro de 1992.na hipótese da alínea "d" do mencionado inciso: (Dec.573/92) a) até 31 de dezembro de 1997. 17/93 e 124/93): (Dec.097/97) b) quando destinadas à industrialização. VIII. No período de 01 de janeiro de 1992 a 31 de março de 1994 e a partir de 01 de abril de 1994. autorizada a editar as normas complementares que se fizerem necessárias à implementação e ao controle do disposto neste parágrafo. pelo Fisco Federal.573/92) § 63. 15. observado o seguinte: 15. mencionados nos incisos XIII e CXXII do “caput”.063/2005) II – até 31 de outubro de 2004. 15. (Dec. o disposto no art.558/92) I . mediante redução do seu preço (Convênio ICMS 77/2004).573/92) IV . quando realizadas por comerciante para consumidor final. (Dec. (Dec. (Dec. 15.as operações internas ficam isentas do ICMS. não haja incidência do Imposto de Importação.870/94) § 62. 15. observando-se.558/92) § 61. cópia reprográfica da 1ª (primeira) via do respectivo documento fiscal. Ficam convalidadas. da desoneração do Imposto de Importação ou da aplicação do regime de tributação simplificada. da Secretaria da Fazenda. (Dec. ‘a". a partir de 01 de novembro de 2004. conforme mencionado no § 57. nas hipóteses dos incisos CI e CII.097/97) I . computados todos os créditos fiscais relativos às operações anteriores. (Dec. 15.573/92) (Dec.

a partir de 01 de setembro de 2005. a título de retorno. 28.a) deve ser adotado o conceito de ração. 16/2005 e 63/2005): (Dec. (Dec. e que afetem ou melhorem as características dos alimentos ou dos produtos destinados à alimentação dos animais (Convênio ICMS 54/2006). 20. (Dec.3. (Dec.a Secretaria da Fazenda expedirá as normas complementares que se fizerem necessárias à execução e ao controle do benefício. à ração animal. 28.296/98 .876/91 DECRETO 14. a partir de 01 de setembro de 2005. devendo a respectiva estimativa ser mantida. (Dec. (Dec. Usina de Beneficiamento de Sementes. de concentrado e de suplemento de que trata o § 3º. (Dec. (Dec. 29. aqüicultura. exceto seu item 2.atualizado até 30 junho 2011 . a isenção concedida às sementes referidas na alínea "e" do mencionado inciso CIV estende-se à saída interna do campo de produção.EFEITOS A PARTIR DE (Dec. na Secretaria de Produção Rural e Reforma Agrária ou em órgão equivalente (Convênio ICMS 99/2004).mistura de aditivos para produtos destinados à alimentação animal ou mistura de um ou mais destes aditivos com matérias-primas usadas como excipientes que não se destinam à alimentação direta dos animais (Convênio ICMS 54/2006). 28. Pecuária e Abastecimento ou em órgão por ele delegado (Convênio ICMS 63/2005).291/2005) a) o campo de produção seja registrado: (Dec. cunicultura. pelo prazo de 5 (cinco anos): (Dec. na transferência a estabelecimento produtor do mesmo titular ou na remessa a outro estabelecimento produtor em relação ao qual o titular remetente mantiver contrato de produção integrada.01. ADITIVO .291/2005) 2.a partir de 01 de janeiro de 1998. 28. 29. inclusive.876/91 .a redução prevista no item 1 da alínea "i" estende-se: 01.612/92) IV . 15.a isenção não se aplica aos agrotóxicos do grupo químico organoclorado nem ao melaço destinado à alimentação animal. real ou simbólico. no período de 18 de abril a 31 de agosto de de 2005.98) b) às saídas. ranicultura e sericultura.612/92) III . 29.291/2005) c) a produção de cada campo não exceda à quantidade estimada pelos seguintes órgãos.98) V . 20. 15. conforme previsto no seu subitem 1. 20. (Dec.641/2006) b) o benefício aplica-se.641/2006) 2. Pecuária e Abastecimento (Convênios ICMS 99/2004 e 16/2005).291/2005) 1. 20. 28.641/2006) 1.296/98 .substâncias e misturas de substâncias ou microorganismos adicionados intencionalmente aos alimentos para os animais que tenham ou não valor nutritivo.612/92) II . o benefício concedido às saídas dos produtos destinados a pecuária e avicultura estende-se às remessas com destino a apicultura. do próprio produtor. à disposição do Fisco. 28.291/2005) 1.296/98 . para efeito da fruição do benefício: (Dec.291/2005) Decreto nº 14.EFEITOS A PARTIR DE 01.EFEITOS A PARTIR DE 01. 15.291/2005) 2.291/2005) b) o destinatário seja: (Dec. PREMIX ou NÚCLEO .01. registrada na Secretaria de Produção Rural e Reforma Agrária ou em órgão equivalente e no Ministério da Agricultura. preparada em estabelecimento produtor. da mercadoria remetida para fim de armazenagem. no Ministério da Agricultura.98) VI – a partir de 18 de abril de 2005. (Dec. considerando-se ainda.01. 28.98) (Dec. a partir de 01 de agosto de 2006. a partir de 01 de agosto de 2005. (Dec. nas hipóteses das alíneas "b" a "i". (Dec. desde que (Convênios ICMS 99/2004.296/98 . beneficiador de sementes inscrito no Ministério da Agricultura. ainda. Pecuária e Abastecimento ou em órgão por ele delegado (Convênio ICMS 63/2005). no período de 18 de abril a 31 de agosto de de 2005.EFEITOS A PARTIR DE 01. 28.01. a) às saídas promovidas entre si pelos estabelecimentos referidos em seus itens.

291/2005) 2. à vista de consulta específica da Secretaria da Fazenda de Pernambuco.813/92) III . conserto e reconstrução de embarcações ser efetuada pela indústria naval. No período de 01 de junho a 31 de dezembro de 1992. 16.813/92) (Dec.para fim do reconhecimento mencionado no inciso anterior. multidisco com ciclo programável. 28. 15. no período de 18 de abril a 31 de agosto de de 2005.762/93) . (Dec.291/2005) 2.291/2005) e) a semente não tenha outro destino que não seja a semeadura. (Dec.813/92) § 65. pelo Ministério da Agricultura.1. 15. II .813/92) I .146/92) § 67. Ministério da Agricultura. deverá haver manifestação da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo sobre a inexistência de produto similar nacional. 28. 28. (Dec.762/93) MERCADORIA Esticador hidráulico para tensionamento de lâminas de aço para serrar granito Linha automática seqüencial e simultânea para produção de lajotas de granito de baixa espessura."leasing" a operação realizada com estrita observância da legislação federal específica (Convênio ICMS 118/92). da Secretaria da Fazenda.291/2005) 1. O disposto no inciso LXIX aplica-se também em relação à embalagem necessária à exportação dos respectivos produtos.a fruição do benefício fica condicionada a reconhecimento prévio da Diretoria de Administração Tributária. 16. 27. (Dec. 28. serão observadas as seguintes normas: (Dec. Para os efeitos do inciso CXVI do "caput". partes e componentes utilizados no reparo. discriminando os produtos a serem adquiridos. Secretaria de Produção Rural e Reforma Agrária ou órgão equivalente (Convênio ICMS 99/2004).417/93) § 70. calibradora de espessura com sistema Decreto nº 14.876/91 . 28. 16.291/2005) d) a semente satisfaça o padrão estabelecido: (Dec.ficam excluídos do conceito de equipamento os tubos. ficam excluídas da relação contida no inciso CXIII do "caput" as seguintes mercadorias (Convênio ICMS 135/92): (Dec. A partir de 05 de janeiro de 1993. (Dec. cortadora multidisco.90. o disposto no inciso XXXIV do "caput" aplica-se também às prestações de serviços de transporte das mercadorias ali referidas (Convênio ICMS 58/92). Pecuária e Abastecimento (Convênio ICMS 63/2005). 15. (Dec.9900 8464. em pedido do interessado.417/93) § 69. por ocasião da aprovação da inscrição do referido campo (Convênio ICMS 63/2005). Pecuária e Abastecimento ou órgão por ele delegado. (Dec. 16. 15.876/91 DECRETO 14. as manilhas e os postes. pelo órgão estadual competente (Convênio ICMS 99/2004)."leasing".818/2005) § 64. constituída de talhablocos. 16.417/93) § 68. (Dec. Para efeito da isenção prevista no inciso CVII do “caput”. a partir de 01 de setembro de 2005. quando o estabelecimento arrendador ou subarrendador esteja sediado em território de país estrangeiro e a mercadoria se destine ao uso próprio do arrendatário ou subarrendatário (Convênio ICMS 118/92). A partir de 16 de julho de 1992. no período de 18 de abril a 31 de agosto de de 2005. a partir de 01 de setembro de 2005.98. considera-se arrendamento ou subarrendamento mercantil .813/92) § 66. (Dec. lustradeira de esteira para tiras de espessura até 20 mm e largura até 61 cm.atualizado até 30 junho 2011 CÓDIGO NBM/SH 8464.9900 (Dec. 16. O disposto no inciso CXVI do "caput" também se aplica às operações de entrada decorrentes de contrato de arrendamento ou subarrendamento mercantil . 15. a isenção prevista no inciso XXXVII do “caput” somente ocorrerá na hipótese de a aplicação de peças. (Dec. (Dec. (Dec.

23. junto à Diretoria de Administração Tributária da Secretaria da Fazenda.na hipótese do inciso CI. 18. com identificação das empresas proprietárias das aeronaves e embarcações. relativamente à isenção prevista no inciso CIV do "caput". biseladora e retificadora de esteira § 71. exceto no caso do inciso CI. e "c". a partir de 01 de maio de 1994.ocorrendo a hipótese prevista no inciso CI. o contribuinte deverá recolher o ICMS devido. o consignante se creditará do ICMS pago em decorrência da exportação. (Dec. (Dec.812/95) II . mediante documento expedido pela Secretaria de Educação beneficiada com a doação. no montante correspondente à mercadoria que houver retornado. nas condições do mencionado inciso. (Dec. (Dec.92.876/91 DECRETO 14.a isenção ali referida será reconhecida mediante ato da Diretoria de Administração Tributária. 3.937/94) § 76. 17. 18. aparelhos e equipamentos para uso do próprio adquirente das referidas partes e peças.762/93) MERCADORIA Máquina para aplainar com mais de 4 eixos. Relativamente ao disposto no inciso CXXI do “caput”.720/2001) a) somente se aplica à mercadoria isenta do IPI ou com a alíquota do mencionado imposto reduzida a zero.819/93) (Dec. do referido inciso: (Dec.9900 (Dec. demonstrando-se na Nota Fiscal a respectiva dedução (Convênio ICMS 144/92). da destinação da mercadoria. 1. à disposição do Fisco. documentação comprobatória das operações realizadas.819/93) § 74.quando a importação se referir a veículo e for realizada por funcionário estrangeiro dos órgãos ali referidos. 16. (Dec. 16.2001. 23. pelo remetente da mercadoria. será observado o seguinte: 16.2001 a 08.relativamente ao benefício previsto na alínea "a".424/94) § 75.05. “b". microajustamento de cabeçote e indicação eletrônica de largura e espessura de trabalho CÓDIGO NBM/SH 8465. fica excluída da relação contida no inciso CXV do "caput" a seguinte mercadoria (Convênio ICMS 138/92): (Dec. (Dec.405/95) III . 16. Para fim do disposto no inciso CXXVI do "caput". A partir de 05 de janeiro de 1993. "b".uma vez comprovada destinação diversa do produto. à comprovação. (Dec.405/95) II . 16. 18. a isenção ali prevista fica condicionada.720/2001) § 77. 5 e 6. por espécie. quando a operação não tenha sido onerada pelo Imposto de Importação.762/93) § 72. 16. (Dec.08. (Dec.3. observando-se (Convênios ICMS 18/95 e 106/95):" (Dec. onde se encontre evidenciada a quantidade de combustível e lubrificante.122/96) I . 18. atualizado monetariamente a partir do momento do desvio. 3. consideram-se bens do ativo fixo as partes e peças destinadas à reposição e à montagem de máquinas. (Dec.eletrônico de leitura digital. o estabelecimento vendedor deverá deduzir do preço da mercadoria o valor correspondente ao imposto dispensado. a isenção condiciona-se à observância do disposto na legislação federal aplicável . 17.405/95) I . 19.876/91 . O disposto na alínea "b" dos incisos CI. Na hipótese do inciso CXXXI: (Dec.o contribuinte deverá manter. à vista de requerimento da parte interessada. 23. A partir de 05 de janeiro de 1993. com acréscimo de juros e das penalidades cabíveis.819/93) II .122/96) Decreto nº 14.762/93) § 73. I .720/2001) b) fica convalidada a isenção relativa às saídas realizadas no período de 01. (Dec. “b". fica dispensada a apresentação da Declaração de Exoneração do ICMS na Entrada de Mercadoria Estrangeira. 19. Na hipótese do inciso CXIV do "caput". fornecida em cada mês. destinatárias dos produtos.atualizado até 30 junho 2011 . CII e CIII do "caput" e na alínea "c" do referido inciso CI somente se aplica quando não tenha havido contratação de câmbio e.

642/2006) § 84. mencionado no citado inciso. quando for o caso. CXI. (Dec.876/91 . Relativamente ao benefício previsto no inciso CVIII: (Dec. a isenção prevista no inciso CLXIV também se aplica às operações amparadas por regime aduaneiro especial de depósito afiançado . II. CLXXVIII e CLXXXII.541/2005) § 83.08. (Dec.673/99) II . 615 e. (Dec. nos termos do Decreto nº 23. e alterações (Convênios ICMS 36/2008 e 54/2009).03.876/91 DECRETO 14.2003) I .373/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 19.não se considera produto em estado natural aquele submetido a qualquer operação havida como industrialização. 7º (Decreto nº 16. (Dec. a inexistência de produto similar produzido no país será atestada por órgão federal competente ou por entidade representativa do setor produtivo de máquinas.06. que não poderá ser superior à média do respectivo preço de venda no mês anterior. o benefício previsto no inciso CCV deverá ser considerado para obtenção do correspondente valor. Para efeito da avaliação das mercadorias adjudicadas.03. observado o disposto no art. não se aplica às operações realizadas com o Distrito Federal. 7º.246/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01.217. na alínea "d" do referido inciso.673/99) I . do art. constantes do Anexo Único do Convênio ICMS 87/2002." (Dec. com abrangência em todo o território nacional (Convênio ICMS 131/98). 28.2001. 27.06. relativamente aos fármacos fumarato de formoterol diidratado + budesonida e ciclosporina. CXLVI.§ 78. 21. 25. na aquisição de veículos automotores novos em outra Unidade da Federação. "e". de 23 de abril de 2001. e alterações. 23. 21.a partir de 01 de março de 2003.2003) II . efetuada por meio de faturamento direto ao consumidor.06. a partir de 01 de dezembro de 2004. LXI. Relativamente aos incisos XXXV. aparelhos e equipamentos. 23.188/2005) § 82.641/2008) § 85. A partir de 01 de setembro de 2006. 23. (Dec. a partir de 09.545/2010) a) a fruição dos benefícios ali previstos é opcional e fica condicionada: (Dec. ao Estado do Amazonas. ao Federal ou ao Municipal. CLI. submetido a qualquer dos processos de resfriamento ou congelamento. 25. previstos no § 2º.a partir de 01 de setembro de 1999. a partir de 19.673/99) § 79.08. O benefício de que trata o inciso CLXXVIII. (Dec. 1. fica excluído da condição de industrializado o produto hortifrutícola em estado natural.859. 21. até 1º de agosto de 2009. ao Estado de Roraima. Para efeito da fruição do benefício previsto no inciso XIII do "caput": (Dec. CLIV. aplica-se a isenção ali prevista.atualizado até 30 junho 2011 .2001 a 08.93).310/2010) § 86. 35. (Dec. XLVIII. 34. (Dec. 47. relativamente à parte do imposto que cabe a este Estado. (Dec.373/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 19. jornal ou periódico (Convênio ICMS 21/95). CCXIII e CCXIV do "caput" observar-se-á: (Dec.650/2001) (Dec.DAF.2001) b) não se aplica às operações de saída dos produtos ali mencionados com destino: 23. ao Estado do Paraná. (Dec. 23. quando necessários à respectiva conservação ou transporte. de 19. Relativamente à isenção prevista no inciso CLXVII do "caput": (Dec. (Dec. 31. 29. a isenção somente alcança as empresas cuja atividade preponderante seja a prestação de serviço de radiodifusão ou a industrialização de livros. 23.650/2001) § 80.2001) a) não será exigido o estorno do crédito referente às respectivas entradas. 34. (Dec. Relativamente ao disposto nos incisos CCXII.246/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01.650/2001) 2.650/2001) 3.a partir de 27 de abril de 1995.03. quando a destinação for aquela indicada no inciso CLXXXII.246/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01. XXXVIII. as referências feitas à Administração Pública somente se aplicam ao Poder Executivo Estadual e. XCVI. 25.06. inclusive as mencionadas no § 2º do art. nos termos do art.2001.2001.08. a partir de 01 de agosto de 2005.545/2010) Decreto nº 14. no período de 19.2003) § 81.

suspensão ou alíquota zero. O disposto no inciso CLXIV do "caput" não se aplica às operações com mercadorias abrangidas pelo REPETRO. “d”. a partir de 30 de julho de 2010. na hipótese do inciso CLXVIII.290/2010) II . deverá encaminhar à empresa fornecedora de energia elétrica o respectivo requerimento instruído com documentos que comprovem o atendimento às condições previstas neste parágrafo. o benefício ali previsto somente se aplica aos produtos chapas de aço. a que as respectivas operações sejam desoneradas dos impostos federais. para efeito da fruição do benefício.1. 35. Relativamente ao disposto no inciso CLVI. o valor correspondente ao benefício ali previsto deverá ser deduzido do preço dos respectivos produtos. que possibilite realizar o acompanhamento da aplicação do REPETRO.545/2010) 2. observando-se: (Dec. prevalecerá o regime normal de tributação. disciplinado no Capítulo XI do Decreto Federal nº 4. cabos de controle.atualizado até 30 junho 2011 .290/2010) § 89. 34. Para efeito do disposto no inciso CLXXXII. (Dec. (Dec. mediante acesso direto.876/91 DECRETO 14. 35. constantes do Anexo 28.545/2010) § 88.o consumidor interessado.876/91 .545/2010) c) a inobservância das condições ali estabelecidas tornará exigível o ICMS com os acréscimos legais cabíveis. (Dec. (Dec. 34. (Dec. 1. equipara-se ao produtor rural a entidade sem fins lucrativos que possua termo de delegação ou convênio firmado com a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba – CODEVASF. sem prejuízo das demais exigências.543. seja colocado à disposição da Secretaria da Fazenda sistema informatizado de controle contábil e de estoques. porconta e ordem da distribuidora de combustíveis. (Dec. 34. A partir de 1º de abril de 2011.290/2010) I – o disposto no caput somente se aplica em relação à energia elétrica consumida em bombas de captação e pressurização de água destinada à irrigação de propriedades rurais. quando os referidos produtos forem destinados à fabricação de torres para suporte de gerador de energia eólica (Convênio ICMS 11/2011). a qualquer tempo. a que. Para efeito de fruição do benefício de que trata o inciso XLVIII. sendo obrigatória a demonstração expressa dessa dedução no correspondente documento fiscal(Convênio ICMS 110/2010). 34. (Dec. à formalização de pedido específico do contribuinte dirigido à Diretoria Geral de Planejamento da Ação Fiscal – DPC da Secretaria da Fazenda.545/2010) b) não ocorrendo a formalização de que trata a alínea "a". cabos de potência e anéis de modelagem. de 26 de dezembro de 2002 (Convênio ICMS 130/2007). (Dec.545/2010) 3. mediante operação de venda à ordem.545/2010) § 87.711/2011) Decreto nº 14. bem como da utilização dos bens na atividade para a qual foram adquiridos ou importados. não será exigido o recolhimento do ICMS devido por substituição tributária de que trata o Convênio ICMS 110/2007. (Dec. contido nas propostas vencedoras de processo licitatório. (Dec.409/2011) § 91 . 35. em razão de isenção. (Dec.611/2010) § 90. 35. nas operações internas em que o óleo diesel seja entregue pela refinaria de petróleo ou suas bases diretamente à empresa produtora de energia elétrica. 36. 34. 34. 36.

10. 17. 11. 25/81 e 35/82 e ICMS 80/91 e 151/94).905/94) a) até 30 de setembro de 1994.na saída de mercadoria remetida a outro estabelecimento do mesmo contribuinte ou de terceiro. II .809/2006) 1. 29. desde que o retorno do produto resultante. inclusive com destino a trabalhador autônomo ou avulso. prorrogáveis por igual período. desde que o mencionado produto retorne ao estabelecimento de origem.977/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 30. para fim de industrialização. reparo ou industrialização: (Dec. (Dec. a partir de 30 de outubro de 2000. sejam óleo bruto e farelo de soja: 90 (noventa) dias (Protocolo ICMS 44/2000). ocorra nos prazos respectivamente indicados. em que o destino seja a industrialização.876/91 . 17. A suspensão da exigência do imposto nas operações e prestações será definida em convênio homologado conforme o disposto em legislação específica. real ou simbólico. para fim de industrialização ou prestação de serviço relacionado no Anexo 1. 22.quando não ocorrer o retorno da mercadoria.977/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 30. para ser industrializado por estabelecimento localizado neste Estado de Pernambuco. prorrogável por mais 180 (cento e oitenta) dias.558/92) IV . quando promovida por órgão da administração pública. II .até 31 de dezembro de 1994. § 1º Para fim deste artigo. considera-se suspensão da exigência do imposto a situação jurídica em função da qual deixa de ser exigido o imposto em relação à saída da mercadoria de um estabelecimento para outro.2000) b) nas seguintes hipóteses específicas. (Dec.na saída de gado destinado a exposição realizada em outra Unidade da Federação.809/2006) DECRETO 14. (Dec.quando ocorrer a saída da mercadoria do destinatário para estabelecimento diverso do remetente. III . se for o caso. com o objetivo de retorno. 17. o produto que remeter seja grão de soja. desde que retorne ao estabelecimento de origem.2000) a) até 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de janeiro de 1995. (Dec. sendo atribuído o valor que conste da contabilidade do remetente. A partir de 01 de março de 1989 ou das datas expressamente indicadas. na saída interna e interestadual de mercadoria. 10. empresa pública. (Dec.10. 29. sociedade de economia mista e empresa concessionária de serviços públicos.905/94) III . inclusive com destino a trabalhador autônomo ou avulso que preste serviço pessoal. fica suspensa a exigência do imposto: I . mediante autorização expressa da Secretaria da Fazenda do Estado de localização do mencionado autor da encomenda: (Dec. quando a saída ocorrer dentro do Estado. ao estabelecimento de origem.quando vencer o prazo do retorno sem que a mercadoria retorne.na saída interestadual de produto destinado a conserto. na hipótese de bem de ativo fixo (Convênios ICM 18/78. 22. 15. quando o autor da encomenda estiver localizado no Estado da Bahia. contados da data da remessa promovida pelo estabelecimento autor da encomenda. para fim de industrialização. contados da data da respectiva saída. a critério da autoridade fiscal competente. no prazo de 180 (cento e oitenta) dias. admitindo-se excepcionalmente uma segunda prorrogação de igual prazo. e os produtos resultantes da industrialização. 32/78. Art. desde que o produto final retorne ao estabelecimento de origem: (Dec. ficando a responsabilidade tributária pelo respectivo imposto com o primeiro estabelecimento. § 2º Interrompe-se a suspensão: I . desde que o produto retorne ao remetente.905/94) b) a partir de 01 de outubro de 1994.CAPÍTULO IV Da Suspensão Art.atualizado até 30 junho 2011 . objeto do retorno.

3. cloreto de potássio 3. a partir das datas indicadas nos respectivos itens: (Dec. a adoção da suspensão da exigência do imposto prevista na alínea "b" fica condicionada à prévia autorização. fosfato natural bruto 3. (Dec.7.21.6.0000 3104. quando o autor da encomenda estiver localizado no Estado da Paraíba. com os acréscimos moratórios.0200 2503. o estabelecimento encomendante emitirá Nota Fiscal. o valor atualizado do imposto com exigência suspensa. não ocorrendo o retorno nos termos previstos na alínea "b". a partir de 01 de maio de 2004. nitrato de amônio 3. para industrialização por estabelecimento localizado neste Estado de Pernambuco. os produtos que remeter sejam matérias-primas.0000 3103. (Dec. enxofre Código NBM/SH 3102. objeto do retorno. classificados como sucata. além dos requisitos exigidos na legislação em vigor. contendo. será devido ao Estado de localização do estabelecimento industrializador apenas o imposto incidente sobre o valor total cobrado pelo industrializador ao estabelecimento autor da encomenda.0200 3105.2. a expressão "Suspensão do ICMS Protocolo ICMS ____".10.0200 3102. (Dec.4. na saída dos produtos resultantes da industrialização. uréia 3. será observado o seguinte. diidrogeno-ortofosfato de amônio . superfosfato simples 3. na remessa da mercadoria para o estabelecimento industrializador.182/2003) 5. (Dec.876/91 .5. a partir de 01 de novembro de 2003.809/2006) 3. 26. mediante regime especial.0000 2510. e os produtos resultantes da industrialização. o autor da encomenda deverá recolher. na hipótese de perecimento ou desaparecimento das mercadorias remetidas para industrialização. 26.182/2003) 3. superfosfato triplo 3. da Secretaria da Fazenda do respectivo Estado onde esteja localizado o estabelecimento autor da encomenda e o industrializador. em retorno ao estabelecimento encomendante. e o retorno dos produtos resultantes da industrialização seja efetivo: 90 (noventa) dias (Protocolos ICMS 17/2003 e 09/2004).0100 da c) na hipótese da alínea "b". a partir de 14 de julho de 2006. nitrato de cálcio 3. quando o autor da encomenda seja estabelecimento industrial localizado neste Estado de Pernambuco. 26.20. sulfato de amônio 3.20.10. 26. no retorno dos produtos resultantes da industrialização. 29. 29. (Dec.809/2006) 1.182/2003) 6. sejam adubos simples ou compostos e fertilizantes: 180 (cento e oitenta) dias. (Dec. 26. contendo.0000 2834. 26.10. incidentes a partir da remessa da mercadoria para industrialização.30. além dos requisitos exigidos na legislação em vigor: (Dec.40.10.1. para ser industrializados por estabelecimento localizado no Estado de São Paulo.182/2003) DECRETO 14.0100 3103.0300 3102. sem destaque do valor do imposto.2.10.182/2003) 2.809/2006) Matéria-prima 3.29. restringindo-se as referidas matérias-primas às seguintes (Protocolo ICMS 22/2006): (Dec.182/2003) 4. real ou simbólico. 29. o imposto com exigência suspensa nos termos da alínea "b" será recolhido em favor do Estado onde se localizar o autor da encomenda. seja qual for a causa. de latão.9. o industrializador deverá emitir Nota Fiscal. os produtos que remeter sejam resíduos industriais de cobre e. até o 1º (primeiro) dia útil subseqüente ao vencimento do prazo para o referido retorno ou da respectiva prorrogação.MAP 3.atualizado até 30 junho 2011 .8.

(Dec. com destino a outro estabelecimento. na qual. por conta e ordem do encomendante. quando devido. em nome do destinatário das mercadorias. pelo estabelecimento encomendante.2. 29.2. valor da mercadoria recebida para industrialização e valor total cobrado do autor da encomenda. série e data da Nota Fiscal de remessa das mercadorias recebidas para industrialização. quando devido.6. (Dec.809/2006) 10.na saída de produto destinado a conserto ou reparo. será observada a legislação tributária da Unidade da Federação de localização do estabelecimento.2. será emitida Nota Fiscal. na qual. (Dec. bem como nome. como natureza da operação. valor da mercadoria recebida para industrialização e valor adicionado. como natureza da operação.182/2003) 8. de um estabelecimento para outro.2. na hipótese da alínea "b".809/2006) 10. 26.1. (Dec.809/2006) 10.809/2006) V . estadual e no CNPJ/MF. para acompanhar o transporte das mercadorias. série.2. 26. com destaque do imposto. destaque do valor do imposto. 1 e 3. (Dec.809/2006) 10. 26. na hipótese de bem do ativo fixo. constará. endereço e número de inscrição.1.na saída de bem integrado ao ativo fixo. (Dec. destaque do valor do imposto calculado sobre o valor total da encomenda. (Dec. o pagamento do imposto obedecerá à forma. além dos requisitos exigidos. e ainda: (Dec. 29. endereço e número de inscrição. que será calculado sobre o valor adicionado. (Dec.2. destacando deste o das mercadorias empregadas no respectivo processo produtivo. do seu emitente. 26.3. estadual e no CNPJ/MF.1 nome do titular. por ocasião da entrega global ou parcial das mercadorias (Protocolos ICMS 44/2000 e 22/2006): (Dec. prazo e condições estabelecidos na legislação da Unidade da Federação à qual for devido.1. "Retorno simbólico de produto industrializado por encomenda". "Saída simbólica de produto industrializado por encomenda".2. dentro do Estado. sendo atribuído ao mesmo o valor que conste da contabilidade do remetente. em nome do destinatário.182/2003) 9. número. (Dec. além dos requisitos exigidos. dados identificadores do documento fiscal.182/2003) 10. 26. endereço e número de inscrição.2. desde que retorne ao estabelecimento de origem. em especial quanto à escrituração de livros. (Dec.1.2. desde que retorne ao estabelecimento de origem. como natureza da operação. consignando-se. pelo qual foi a mercadoria recebida em seu estabelecimento para industrialização.2. do estabelecimento que irá promover a remessa das mercadorias.905/94) DECRETO 14. 17. do estabelecimento destinatário para o qual for efetuada a remessa dos produtos. 26. estadual e no CNPJ/MF.3. número. e do seu emitente.2.182/2003) 10. emissão de documentos fiscais e imposição de penalidades. série.4. sem destaque do valor do imposto. estadual e no CNPJ/MF. do respectivo emitente. subsérie e data da Nota Fiscal de que trata o item 10. subsérie da Nota Fiscal prevista no item 10. 29. os documentos fiscais emitidos na forma desta alínea deverão conter a indicação do respectivo Protocolo ICMS. VI . 26. 29. 26. 29. nome do titular. contados da data da saída: (Dec. "Remessa por conta e ordem de terceiros". (Dec. no prazo de 90 (noventa) dias. constará.182/2003) 6. em nome do estabelecimento encomendante. número.2.1. 26.2. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . com destaque do imposto. pelo estabelecimento industrializador. pelo estabelecimento industrializador: (Dec. endereço e número de inscrição. 29.182/2003) 6. ocorrendo a remessa dos produtos resultantes da industrialização.876/91 .182/2003) 7. bem como o nome. além dos requisitos exigidos.182/2003) 10.182/2003) 10.2. no prazo de 180 (cento e oitenta) dias.809/2006) 10.

observado. a fim de ser utilizado exclusivamente na elaboração de produto encomendado pelo remetente. Piauí e Rio Grande do Norte. quando a mercadoria destinar-se a exposição. a partir de 01 de janeiro de 1998: (Dec.608/98) a) no período de 01 de outubro de 1991 a 30 de junho de 1992. na hipótese do item anterior. a critério da autoridade fazendária competente. 119. leilão ou qualquer outro evento similar que se realize em local diverso do estabelecimento remetente. nas saídas destinadas aos Estados da Paraíba. 24. até 31 de dezembro de 1994. Paraíba. observado o disposto no § 5º.na saída de máquina. 20. no período de 30 de maio de 1990 a 31 de março de 1991. XI .15. encomendados pelo remetente. Piauí e Rio Grande do Norte.a partir de 18 de julho de 1991.a) até 30 de setembro de 1994. para serem utilizados pelo remetente no fornecimento de trabalho a usuário ou consumidor final.nas saídas de gado bovino fêmeo e reprodutor para os Estados do Ceará. (Dec. mediante requerimento do interessado (Protocolos ICMS 14/94. (Dec. IX . no retorno de remessa para industrialização.atualizado até 30 junho 2011 .154/91) XIII .265/97) 1. Sergipe.265/97) X . ferramenta ou utensílio.905/94) VII . veículo. padrões. 17. localizado neste Estado. as saídas interestaduais de moldes. matrizes.614/92) b) no período de 01 de julho de 1992 a 30 de julho de 1994. (Dec. Ceará. deste artigo e no § 23 do art. desde que retorne ao estabelecimento de origem. o disposto no § 10. 20. Sergipe. 17. prorrogável. este a partir de 01 de abril de 1993 (Protocolo nº 05/93). desde que retornem ao estabelecimento de origem. Ceará.265/97) XII . quando a mercadoria destinar-se a exposição. demonstração. para fornecimento de serviços fora do estabelecimento ou com destino a outro estabelecimento inscrito como contribuinte.relativamente ao gado destinado a "recurso de pasto": (Dec. prorrogável. 20.na saída de mercadoria de que trata este artigo.16. (Dec. no prazo de 90 (noventa) dias. 13/98.876/91 . a fim de ser utilizado na elaboração de produto ou na prestação de serviço relacionado ao Anexo 1. a partir de 01 de agosto de 2008. (Dec. (Dec. a saída for de bens do ativo fixo e uso ou consumo do remetente que se destinarem à montagem e funcionamento de ambiente destinado à realização do evento. (Dec. Pernambuco. nos seguintes casos: (Dec. ressalvada a hipótese do valor agregado. 45/2000 e 11/2002): (Dec. em retorno ao estabelecimento de origem. feira. Alagoas. 14. (Dec. remetido de um para outro estabelecimento produtor. do mesmo contribuinte ou de terceiro. I.265/97) a) 90 (noventa) dias.na saída de produto primário. Bahia. 08/99. quando.614/92) c) desde que ocorra o respectivo retorno ao estabelecimento de origem no prazo de até 180 (cento e oitenta) dias. (Dec. 22/95.905/94) b) a partir de 01 de setembro de 1994. para serem utilizados na elaboração de produtos encomendados pelo remetente e desde que devam retornar ao estabelecimento de origem no prazo de 180 (cento e oitenta) dias contados da saída efetiva. Bahia. nos termos do disposto no art. feira ou demonstração a não-contribuinte. prorrogável por mais 30 (trinta) dias. 20. nas saídas destinadas aos Estados da Paraíba. observado o disposto nos §§ 5º e 6º.16. 2/95.pelos prazos especificamente indicados. chapelonas. Rio Grande do Norte (Protocolo nº 20/92) e Alagoas. 20. 32. 20. modelos e estampas. VIII . contados da data da saída. exclusivamente dentro deste Estado. em bruto ou submetido a beneficiamento elementar. desde que se destinem exclusivamente a "recurso de pasto”.265/97) b) 60 (sessenta) dias. V. a critério da autoridade fiscal competente. Piauí.652/2008) 2. gabaritos. a critério do Fisco.682/2002) DECRETO 14.

2000 a 30. sem cobertura cambial. ficará suspensa por período idêntico ao previsto no regime aduaneiro especial administrado pela Secretaria da Receita Federal.2000 e de 30.04. correspondente ao estoque.2001. (Dec. 28. no qual o contribuinte esteja habilitado.652/2008) b) o prazo previsto neste inciso poderá ser prorrogado.188/2005) c) o cancelamento da habilitação prevista na alínea "b":(Dec. (Dec. implica a exigência do ICMS devido. "d".682/2002) 3. observando-se. Piauí e Sergipe.188/2005) 1. reexportados ou destruídos. 28. para efeito de cálculo do imposto devido.09. destinados à manutenção e ao reparo de aeronave pertencente a empresa autorizada a operar no transporte comercial internacional e utilizada para estocagem no regime aduaneiro especial de depósito afiançado . o ICMS suspenso incidente na importação. 24. na saída de mostruário de mercadoria promovida por contribuinte inscrito no CACEPE. (Dec.188/2005) e) cumpridas as condições para admissão da mercadoria ou bem no DAF e sendo a mercadoria ou bem utilizados para o fim estabelecido no regime. (Dec. avaria ou acréscimo de mercadorias admitidas no DAF. (Dec. com recolhimento no desembaraço aduaneiro.188/2005) DECRETO 14.2001. Paraíba. no caso de haver eventual resíduo economicamente utilizável da respectiva destruição. 28.09. calculado a partir da data da admissão das mercadorias no regime.188/2005) 2.652/2008) a) a mercadoria deverá retornar ao estabelecimento de origem no prazo de 90 (noventa) dias.188/2005) a) a aplicação do disposto neste inciso depende de prévia habilitação da empresa intereressada no DAF. administrado pela Secretaria da Receita Federal.(Dec. com base no critério contábil Primeiro que Entra Primeiro que Sai – PEPS. por igual período.09.2002 a 30. 24. conforme previsto no art. 24. nas saídas destinadas aos Estados de Alagoas. sujeitando-se ao pagamento do ICMS correspondente. 28.DAF.10.876/91 . Bahia. (Dec. 28. nas operações de importação de materiais. 28. acréscimos e penalidades cabíveis.10. este deverá ser despachado para consumo como se tivesse sido importado no estado em que se encontre. 32.188/2005) 2. Rio Grande do Norte e Sergipe. deste artigo e no § 23 do art. por até mais 90 (noventa) dias. relativamente ao estoque de mercadorias que não forem.95 a 30. na hipótese prevista nesta alínea. (Dec. 32.2000 a 30. 9º.682/2002) 2. 32. II. a suspensão se converterá em isenção. com o acréscimo de juros e de multa de mora. inclusive em relação ao extravio.10. 28. com o acréscimo de juros e multa de mora. o beneficiário responde pelo ICMS devido.1.04. 28. calculados a partir da data de registro da correspondente declaração de admissão no regime. Piauí. nos períodos de 10. deverá ser recolhido pelo beneficiário.2000 e de 30. (Dec. 28.2003. as mercadorias constantes do estoque serão relacionadas às declarações de admissão no regime.94 a 30.188/2005) b) a exigência do ICMS incidente na operação. Ceará. nos períodos de 01. contado da data de publicação do ato de cancelamento. 119. 28.188/2005) d) findo o prazo estabelecido para a permanência das mercadorias no regime: (Dec. por até mais 90 (noventa) dias.05. observando-se (Convênio ICMS 09/2005): (Dec. (Dec. Paraíba. junto à Secretaria da Receita Federal. 28. a partir de 01 de agosto de 2008: (Dec. a critério da autoridade fazendária competente. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . no período de 01.652/2008) XV – a partir de 01 de agosto de 2005. (Dec. nas saídas destinadas aos Estados de Alagoas. por até mais 02 (dois) períodos de até 90 (noventa) dias. CLXIV. no prazo de 30 (trinta) dias. nas saídas destinadas aos Estados do Ceará e do Rio Grande do Norte. observado o disposto no § 10.188/2005) f) não sendo cumpridas as condições necessárias para a conversão da suspensão em isenção do imposto.09. (Dec.188/2005) 1.682/2002) XIV – a partir de 01 de dezembro de 1994.

à repartição fazendária de origem. de ___/___/___.a suspensão do imposto será requerida à repartição fazendária da localidade de jurisdição do produtor.876/91 . sua quantidade ser consignada na observação referida no inciso IV.477/95) I . a referida ocorrência. redução da base de cálculo.a suspensão do imposto estende-se às crias: a) acompanhantes. dos impostos federais. com a seguinte destinação: a) a 1ª via será retida pela repartição fazendária da circunscrição fiscal do produtor. remetidos a este Estado para fim de armazenagem.ocorrendo a venda do gado no Estado destinatário. nesse caso. conforme Nota Fiscal nº _______. IV . na hipótese de cobrança proporcional. VI . recebido para recurso de pasto. § 4º O prazo de que trata o inciso X do "caput" poderá ser prorrogado por mais 90 (noventa) dias.477/95) DECRETO 14. observando-se: I . VII . (Dec. hipótese em que a repartição fazendária do Estado destinatário ficará desobrigada de fornecimento da Nota Fiscal de retorno. será observado o seguinte: (Dec.18. será exigível o ICMS. devendo. com desoneração ou suspensão da cobrança do imposto. no retorno ao Estado do Piauí de trilhos de aço para utilização em ferrovia. observado o disposto no inciso V. no prazo de recolhimento que suceder ao período fiscal em que deveria ter havido o retorno. c) a 3ª via será entregue ao produtor para fim de controle e arquivamento.no ato da expedição da Nota Fiscal para acobertar o trânsito do gado será assinado "Termo de Compromisso". até 10 (dez) dias após o ingresso do gado no Estado destinatário. 18.g) em relação à mercadoria ou ao bem importados sob o amparo DAF. V . e a quantidade de _____ crias". mediante portaria do Secretário da Fazenda. a exigência do imposto pelos Estados remetente e destinatário aplica-se também na ocorrência de descumprimento do disposto na alínea "b" do inciso II. com os acréscimos legais estabelecidos na legislação. de tal forma que a carga tributária seja equivalente àquela praticada pela União. (Dec. podendo haver.para retorno do gado ao Estado de origem.sua concessão será feita exclusivamente ao gado pertencente ao produtor devidamente credenciado. salvo se a remessa e o retorno se fizerem nos termos de protocolo celebrado entre os Estados interessados. sempre que houver cobrança. II . caberá à repartição fazendária dos Estados remetente e destinatário a cobrança do imposto devido e seus acessórios. pela União. a repartição fazendária do Estado onde o mesmo se encontra em "recurso de pasto" emitirá a respectiva Nota Fiscal. b) a 2ª via acompanhará o trânsito e será entregue à repartição da circunscrição fiscal do destinatário. 36.atualizado até 30 junho 2011 . caberá à repartição fazendária de destino exigir o respectivo pagamento do imposto e comunicar. § 5º Para efeito da suspensão referida no inciso XIII do "caput". o contribuinte deverá recolher o imposto correspondente à operação. § 3º O disposto no inciso IV do "caput" não se aplica à saída de sucata e de produtos primários de origem animal e vegetal. 28. em fase de lactação. b) eventualmente geradas no período de suspensão do imposto. III . na qual fará constar a seguinte observação: "Gado em retorno.188/2005) XVI – no período de 1º de janeiro de 2011 a 31 de dezembro de 2012. deverá ser lavrado termo de responsabilidade na repartição fazendária do domicílio do remetente.002/2010) § 1º Não ocorrendo o retorno nos prazos estabelecidos neste artigo.ultrapassado o prazo do "recurso de pasto" e não retornado o gado. (Dec. § 2º Na saída de que trata o inciso I do "caput".na hipótese do inciso anterior.

15. responsabilizo-me pelo recolhimento do ICMS devido.. devendo retornar dentro de . (Dec.serão adotadas as normas previstas na alínea "b" do inciso I..o Termo de Compromisso referido no inciso II do § 4º conterá as seguintes indicações: TERMO DE COMPROMISSO (Suspensão do ICMS sobre saída de gado para recurso de pasto) IDENTIFICAÇÃO DO CONTRIBUINTE .. (Dec... (Dec..ficam convalidados os procedimentos adotados no período de 01 a 29 de outubro de 2000.... NOME: CPF: IDENTIDADE: NOME DA PROPRIEDADE: DISTRITO MUNICÍPIO: NOME DA PROPRIEDADE: DISTRITO: MUNICÍPIO: QUANTIDADE: VACAS: CRIAS DE LACTAÇÃO: REPRODUTORES: O gado constante da Nota Fiscal nº. (Dec.128/2001) IV ... bem como no seu retorno a este Estado. "c" (Protocolo ICMS 45/2000). expedido em 03 (três) vias. todos do parágrafo anterior.. III....477/95) a) na hipótese do inciso VII do parágrafo anterior. nas saídas de gado para os Estados ali referidos. passa a ser parte integrante.. 23..876/91 .II .477/95) b) a base para o cálculo do imposto de que trata a alínea anterior será o valor da pauta fiscal.. de . Não ocorrendo o retorno dentro deste prazo. dias..a convalidação de que trata o inciso anterior não autoriza restituição ou compensação de importâncias já pagas..ultrapassando o prazo do "recurso de pasto" e não retornando o gado.de l99.. será transferido para o local acima. caberá ao Estado remetente a cobrança do ICMS. 16.. VISTO: CHEFE DA REPARTIÇÃO FISCAL DESTINO: CGC: PROCEDÊNCIA .18.atualizado até 30 junho 2011 . observando-se ainda: (Dec... .... 23. bem como nos incisos II. IV e VII..18... . quando houver reciprocidade de tratamento. (Dec...614/93) II ..558/92) III ..128/2001) § 6º Na hipótese do inciso XIII do "caput": (Dec. não podendo ser inferior àquela estabelecida pelo Estado de destino.. cuja base de cálculo será o valor da operação ou o da pauta então vigente...477/95) I ... da qual este documento.. com base nos valores vigentes na data do encerramento do prazo concedido. com observância do disposto no mencionado inciso XIII. 18.. DECRETO 14. caberá ao Estado de origem a parcela do tributo relativa à aplicação da alíquota interestadual. que será recolhida pelo produtor na repartição fiscal do Estado onde tenha ocorrido o "recurso de pasto".

relativamente às operações com mostruário de mercadorias promovidas por contribuinte inscrito no CACEPE.265/97) a) se a saída da UF de destino. (Dec. o remetente deste Estado poderá promover o estorno do respectivo débito.relativamente ao gado cuja saída tenha sido promovida com a suspensão prevista no mencionado inciso.1ª via .na remessa de outra UF com destino a este Estado: (Dec. (Dec.876/91 . quando a saída da outra UF. na saída subseqüente do estabelecimento deste Estado. (Dec. conforme inciso XIV do "caput" (Decreto nº 18. quando ocorrerem operações interestaduais. (Dec. 20.265/97) b) quando não contemplada com suspensão da exigência do imposto. 20. 20. 20. 20.265/97) I .na remessa deste Estado para outra Unidade da Federação.265/97) 1.na remessa deste Estado para outra Unidade da Federação .repartição fiscal de destino / 3ª via produtor. relativamente às hipóteses de suspensão previstas no "caput". em retorno a este Estado. 20.265/97) b) se a saída da UF de destino. de 11.UF. (Dec.265/97) 2. 20. nos demais casos. estiver igualmente contemplada com a suspensão. no mesmo período fiscal em que tenha ocorrido a remessa.265/97) 3. quando contemplada com suspensão da exigência do imposto: (Dec. não estiver contemplada com a suspensão. observada a mesma carga tributária do mencionado retorno (Decreto nº 18. em retorno a este Estado.265/97) IV . se for o caso. 20. haverá tributação normal. se a Nota Fiscal ali referida for emitida fora do período fiscal. 20. 24.265/97) III . 16. (Dec. (Dec.na remessa deste Estado para outra UF.265/97) 1. 20. (Dec. o retorno poderá ocorrer com a mesma carga tributária que tenha sido adotada na referida operação de remessa: (Dec. (Dec.614/93) III . relativa ao respectivo valor do imposto. serão observadas as normas referentes ao respectivo retorno. conhecendo-se previamente que. 20. se a saída deste Estado. devendo o retorno do saldo. de 11. se a saída deste Estado. estiver também contemplada com a suspensão. ocorrer com a mesma carga tributária da mencionada remessa. o imposto só será cobrado. a partir de 01 de janeiro de 1998. constituir-se hipótese de suspensão. 20. já tendo ocorrido o termo final do prazo de recolhimento do respectivo imposto.265/97) 1. o contribuinte deste Estado deverá emitir Nota Fiscal complementar. na hipótese do item anterior. não estiver contemplada com a suspensão.11. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 .11.682/2002) § 7º A partir de 01 de janeiro de 1998 ou das datas expressamente indicadas. 20. desconhecendo-se o regime de tributação na saída em retorno da UF de destino. (Dec. se houver.265/97) 2. ainda que este ocorra após o termo final de vigência da suspensão. não haverá suspensão da exigência do imposto.repartição fiscal de origem / 2ª via . a partir de 01 de dezembro de 1994. (Dec. quando a mercadoria destinar-se a revenda. na saída subseqüente do estabelecimento da mencionada UF de origem. quando não contemplada com suspensão da exigência do imposto. a remessa deste Estado já deverá ocorrer igualmente com tributação normal.94). em retorno à outra UF de origem. ainda assim a referida operação deverá ocorrer sob o mesmo regime de suspensão da exigência do imposto.265/97) II .265/97) 2. em retorno à outra UF de origem. será observado o seguinte: (Dec. o tributo deverá ser recolhido em DAE específico com a correspondente multa de mora. se for o caso. 20. em retorno a este Estado.94).048. tendo ocorrido a operação de remessa deste Estado com suspensão e retornando a mercadoria da outra UF com tributação normal do imposto. 20. 20. a partir de 28 de setembro de 1994.265/97) a) quando contemplada com suspensão da exigência do imposto: (Dec. será observado o seguinte: (Dec. o imposto só será cobrado.265/97) DECRETO 14. na saída em retorno da UF de destino.048.

32.652/2008) b) na hipótese de produtos formados por mais de uma unidade.652/2008) II – operação com mostruário: a remessa de amostra de mercadoria. 32.atualizado até 30 junho 2011 . somente será considerado como mostruário quando composto por apenas uma unidade das partes que o compõem. ficam sujeitas ao sistema normal de tributação.477/95) § 9º No que se refere à hipótese prevista no inciso IX do "caput". (Dec. (Dec. considera-se: (Dec.265/97) § 10. relativamente às hipóteses de suspensão previstas nos incisos IX e XIV do "caput". 32. 20.18. calçados. tais como meias. 32.652/2008) a) não se considera mostruário aquele formado por mais de uma peça com características idênticas. a empregado ou representante. cor.652/2008) I – demonstração: a operação pela qual o contribuinte remete mercadorias a terceiros. modelo. (Dec. no período de 01 de janeiro de 1995 a 31 de outubro de 1997. (Dec. brincos. quando este ocorrer após o encerramento do prazo previsto no inciso XIII. (Dec. “c" do “caput”. tais como.§ 8º As disposições contidas nos §§ 5º e 6º manterão seus efeitos para regular o retorno do gado. as operações ali indicadas. observando-se: (Dec. em quantidade necessária para se conhecer o produto. A partir de 01 de agosto de 2008. acabamento e numeração diferente. inclusive aquela a ser utilizada em treinamentos sobre o seu respectivo uso. espessura. com valor comercial.876/91 .652/2008) DECRETO 14. 32. luvas.

relativamente ao ICMS incidente sobre o valor agregado na operação. 20.na saída de mercadoria do estabelecimento produtor para estabelecimento de cooperativa de que faça parte. II. A partir de 01 de março de 1989 ou das datas expressamente indicadas.nas saídas internas de mercadoria: (Dec.01. relativamente ao ICMS devido pelo estabelecimento industrial encomendante. (Dec.97) 2. 20. II . 584 a 597. § 3º O imposto diferido. 13.25. 11.11. se a mercadoria transitar por mais de um estabelecimento industrializador.na transferência de estoque de mercadorias.97) IV . o termo inicial do prazo de recolhimento do imposto devido. suíno. nos termos dos arts. "b". a responsabilidade pelo recolhimento do imposto diferido fica atribuída ao contribuinte em cujo estabelecimento ocorra a interrupção. a responsabilidade pelo imposto devido em determinada operação ou prestação.11. II . III . nos termos do art. cumulativamente: I . 20. (Dec. 20. subordinada a este regime.na saída de gado bovino.380/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.97) b) a partir de 01 de novembro de 1997. caprino ou ovino. Art. será recolhido integralmente. de cooperativa central ou de federação de cooperativas de que a cooperativa remetente faça parte.380/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.97) a) de estabelecimento de cooperativa de produtores para estabelecimento da própria cooperativa. o disposto no art. V. 675. § 5º Na hipótese do parágrafo anterior. de estabelecimento de cooperativa industrial. 20.101/2003-EFEITOS A PARTIR DE 01. antes da verificação da época fixada para recolhimento do imposto diferido. nos termos dos arts. 14. para outro momento. O diferimento do recolhimento do imposto nas operações e prestações será definido em convênio homologado conforme o disposto em legislação específica. § 2º O valor do imposto diferido.97) 1. incorporação e cisão total ou parcial de empresas ou de transferência de propriedade de estabelecimento. 12. 411 a 442. em virtude de fusão.11.adia-se. indicado na legislação tributária específica. "a". § 1º Diferimento é a situação tributária através da qual. o disposto no art.2003) I .na saída de cana-de-açúcar do estabelecimento produtor. em retorno ao estabelecimento industrial encomendante. não fosse o diferimento. DECRETO 14. fica diferido o recolhimento do imposto: (Dec.380/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.transfere-se para o adquirente ou tomador. antes de ser entregue ao estabelecimento industrial encomendante. será igual àquele que o contribuinte originário pagaria.CAPÍTULO V Do Diferimento Art. observando-se: (Dec. salvo disposição em contrário.11.11.atualizado até 30 junho 2011 .876/91 . V . situada neste Estado. conforme dispuser a legislação tributária específica. independentemente das situações supervenientes verificadas após a saída da mercadoria ou prestação do serviço efetuado pelo estabelecimento originário.380/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. § 4º Interrompe o diferimento a ocorrência de qualquer fato que altere o curso da operação ou da prestação. a cargo do contribuinte-substituto.380/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. conforme o disposto em portaria do Secretário da Fazenda.

nos termos dos arts. dentro do mesmo Município. pertencentes à mesma pessoa jurídica titular.10. dentro do mesmo município. promovidas pelo estabelecimento comercial.294/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.096/97) (Dec.na entrada de milho importado e na saída deste do estabelecimento importador. (Dec. 598 e 599. de tomate. forem cumulativamente atendidas as seguintes condições: (Dec.00. 20. sejam acessórios necessários ao uso das mercadorias produzidas pelo estabelecimento industrial. aves e produtos resultantes de sua matança. nos termos dos arts.nas saídas internas dos seguintes produtos quando destinados à industrialização: 20. 29. classificados nas posições 5205 e 5206 da NBM/SH.na saída de triticale de produção nacional.096/97) c) até 31 de outubro de 1997. cuja saída for promovida pelo estabelecimento comercial. 631 a 637.98) XV .01. promovidas pelo estabelecimento comercial.atualizado até 30 junho 2011 .096/97) b) ovos.na saída de sucata e de lingotes e tarugos de metais não-ferrosos. 443 a 454.20 e 5203. no que concerne ao estabelecimento comercial. 20.887/2006) b) nos períodos de 01 de dezembro de 2006 a 30 de novembro de 2008 e 01 de maio de 2010 a 30 de abril de 2012. nos termos dos arts.294/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.98) a) o valor total das saídas. pertencente ao mesmo titular. VIII . (Dec. a) hortifrutícolas relacionados no inciso XIII do art. VII . 20.na saída. 20. sempre que do respectivo processo de industrialização resultar produto deles diverso. observado o disposto na alínea "b". dispensada.91.12. (Dec. 15. (Dec. seja superior ao valor total das saídas. nos termos dos arts. 20.na saída de mercadoria de estabelecimento industrial para estabelecimento comercial. em estado natural.00.na saída de milho em grão destinado à industrialização.98) b) as mercadorias não produzidas pelo estabelecimento industrial. nos termos dos arts. 15. (Dec.na saída do trigo de produção nacional. XIII . (Dec.031/2010) IX .na saída de leite destinado à industrialização. relativamente ao produto cuja importação tenha sido contratada até 31 de dezembro de 1991: (Dec. aqueles referidos na alínea anterior.887/2006) a) algodão em rama. XIV .na saída interna de: (Dec. esta condição relativa à exclusividade da comercialização. (Dec. X . neste Estado.na saída de mercadoria destinada a estabelecimento da mesma natureza.01.00. 9º.VI . XVI . 5201. 631 a 637. congelados ou simplesmente resfriados. bagas de mamona e sisal. desde que este último estabelecimento comercialize exclusivamente os produtos de fabricação do primeiro estabelecimento. quando. quando destinado à industrialização. XII .558/92) a) até 31.876/91 . classificado nos códigos 5201. tendo como objeto outras mercadorias. nos termos dos arts. dentro do Estado.096/97) XI . 443 a 454. 20.294/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 20. com a finalidade de integrar o respectivo processo produtivo. 628 a 630. a partir de 01 de janeiro de 1998. tendo como objeto mercadorias produzidas pelo estabelecimento industrial. algodão.096/97) d) a partir de 01 de novembro de 1997.01. adquiridos diretamente por estabelecimento industrial de fiação e tecelagem. e fios de algodão. (Dec.558/92) DECRETO 14. (Dec.00 da NBM/SH. 29. 35.

21. (Dec.03.09. 24. – EFEITOS A PARTIR DE 01. aplicando-se.04. neste Estado. no período de 01 de setembro de 1999 a 31 de janeiro de 2001. situada neste Estado.b) no período de 01. classificada no código NBM/SH 8507.678/99 – a) as respectivas empresas de distribuição.558/92) XVII . a partir de 01 de janeiro de 1994: baterias e grupos geradores.a partir de 01 de setembro de 1989. desde que as partes contratantes situem-se neste Estado.2000) (Dec. dentro do Estado.92.02. 21. inclusive "trading company".04. 22. 17. os relacionados com as atividades administrativas do adquirente.2001) (14) c) as respectivas empresas de distribuição.12.04.na saída de substância mineral para estabelecimento industrial. até 31 de agosto de 1999. quando o fornecimento for efetuado por usina termoelétrica. XXII .90. nas operações internas para: EFEITOS A PARTIR DE 01. agropecuário e de empresa de serviço de diversão pública. (Dec. (Dec.133/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.99) 1. (Dec.na subcontratação de serviço de transporte intermunicipal e interestadual. no período de 01 de julho de 1990 a 31 de dezembro de 1993: baterias. 21. mel rico e álcool para empresa comercial exportadora.000 (cinqüenta mil) quilowatts-hora.04. na importação de célula selada para bateria.678/99 – 2.99) (Dec. desde que destinada à fabricação de bateria para telecomunicação. na saída de açúcar. 628 a 630.01.678/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.678/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.02. 21.937/94) DECRETO 14. (Dec.90. de matéria-prima e produtos intermediários para ser empregados na fabricação dos seguintes produtos. quando destinados a integralizar o ativo fixo do estabelecimento adquirente industrial.atualizado até 30 junho 2011 . XX – relativamente às operações a seguir indicadas: 01. 22. melaço. excluídos.133/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. o disposto nos arts.04. IV. 22. até 31.971/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.612/92) XXIII . nestes incluídos os meios de transporte que trafeguem fora do estabelecimento.133/2000 – EFEITOS A PARTIR DE a) na saída. EFEITOS A PARTIR DE 01. 15.2000) a) no período de 01 de fevereiro de 1992 a 31 de maio de 1994.2000) 1.99) (Dec. no que couber. 22. observado o disposto no § 8º. observados os §§ 8º e 9º: (Dec.2017. XVIII – no fornecimento de energia elétrica. realizada diretamente pelo respectivo estabelecimento industrial.2000) b) a partir de 01 de abril de 2000. aparelhos e equipamentos. 21. (Dec. cujo nível de consumo mensal seja superior a 50.997/2000 –EFEITOS A PARTIR DE 01. 22.2000) XXI .01 a 29.937/94) b) no período de 01 de junho a 30 de setembro de 1994.705/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01.2002) XIX .2000) (Dec. 22. 15.nas operações internas e de importação de máquinas.REVOGADO a partir de 01 de janeiro de 1992. 17. em qualquer hipótese.876/91 .133/2000 2.09. quando destinados à exportação para o exterior: (Dec.99) b) os estabelecimentos industriais: (Dec.09. (Dec. independentemente do nível de consumo. (Dec. quando destinados a integralizar o ativo fixo de estabelecimento industrial adquirente.133/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.09.

quando destinados a integralizar o ativo fixo do estabelecimento adquirente industrial. industrial. observado o disposto no parágrafo 10.489/2009) DECRETO 14.851/2006 – REPUBLICADO DOE 28.851/2006 – REPUBLICADO DOE 28. (Dec. 34.no período de 01 de dezembro de 1992 a 30 de novembro de 1998.2002) 3.2006) (Dec. e nas operações de importação do exterior.2006) 2.2.1.11. (Dec. quando destinados a integrar o ativo fixo de usina termoelétrica.05.atualizado até 30 junho 2011 .12.90.4. a partir de 01 de janeiro de 2010. quando o estabelecimento destinatário promover saídas exclusivamente para embarcação ou aeronave. 24. (Dec.2002 a 31.c) no período de 01 de outubro de 1994 a 31 de outubro de 1997.705/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01.03.11.851/2006 – REPUBLICADO DOE 28. 24.97.851/2006 – REPUBLICADO DOE 28.094/98) XXV . gás natural liquefeito – 2711.12.228/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.na importação dos seguintes produtos.2711.29.00.1. 28.2006) 2. (Dec. produtor e de empresa de serviço de diversão pública.10. a partir de 15 de novembro de 2006. Gás Liquefeito de Petróleo .228/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.12. 21. (Dec.2002.718/93) XXVI . por contribuinte enquadrado como empresa de base tecnológica. 24. (Dec.3.11.GLP.2711. (Dec.11.29.29. a partir de 01. 20.2006) a) no período de 01 de fevereiro de 1993 a 30 de junho de 1999.01.11.2000. (Dec. realizadas no período de 01 de fevereiro a 31 de dezembro de 1993.2006) (Dec.876/91 . (Dec.532/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.05.851/2006 – REPUBLICADO DOE 28. por refinaria de petróleo ou terminal de regaseificação: (Dec.2002) 2. combustíveis derivados de petróleo. no período de 01 de julho de 1999 a 31 de dezembro de 2002. nos períodos respectivamente indicados.99) b) quando a importação for realizada por base de refinaria de petróleo localizada neste Estado ou. 16.11.29. 21.29.2006) 2.05.2017. a partir de 01. a partir de 01 de janeiro de 2010.29. 24. (Dec.2002) e) no período de 01.489/2009) 3.2711. os seguintes produtos classificados nas respectivas posições da NBM/SH: (Dec.2002) (Dec.489/2009) 1. butano liquefeito . 34. (Dec.05.2711. 28.851/2006 – REPUBLICADO DOE 3. de empresa prestadora de serviço de movimentação de cargas nos portos deste Estado.851/2006 – REPUBLICADO DOE 2.nas operações internas e interestaduais.29.2002) XXIV . os seguintes produtos classificados nos respectivos códigos da NBM/SH: (Dec. (Dec.10.19. de empresa de serviço de diversão pública e de concessionária de serviço de telecomunicação por telefonia móvel celular. observado o disposto no § 11: (Dec. a partir de 01.00.228/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.13. gás liquefeito de petróleo (GLP) .03. de empresa relacionada no Anexo 30 que possua concessão ou autorização para prestar serviço de telecomunicação por telefonia móvel. quando a importação for realizada por distribuidor desse produto. realizadas no período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 1993. nas operações de transferência de combustíveis e lubrificantes. propano liquefeito em bruto .147/97) d) quando destinados a integralizar o ativo fixo do estabelecimento adquirente: 24.228/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.11. produtor. 1.07.2006) 2.11.11.05. outro propano liquefeito . 34.

794/97) 1. (Dec.11.2000) 2. a partir de 01 de maio de 1997. de algodão em rama e em caroço. o benefício fica condicionado à comprovação de inexistência de similar nacional. promovida pelo estabelecimento industrial. e nas operações de importação do exterior. (Dec. para utilização no processo produtivo de bicicletas. clínicas.876/91 . o disposto nos §§ 8º e 9º e o seguinte: (Dec.038/2010) a) no período de 1º de maio de 1993 a 30 de setembro de 2010. realizadas no período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 1994.761/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. bem como respectivas correntes. e a partir de 01 de maio de 1997. 17. (Dec. no período de 10 de janeiro de 1994 a 30 de junho de 1995. laboratórios. bancos de sangue e demais estabelecimentos congêneres referidos nos itens 2 e 3 do Anexo 1. inclusive. (Dec. no período de 15 de abril de 1993 a 30 de junho de 1995. (Dec. 19. no período de 01 de abril de 1994 a 30 de junho de 1995.794/97) XXVIII .794/97) (Dec. de algodão em pluma. (Dec.3.1.794/97) b) por estabelecimento comercial. com destino à integralização ao respectivo ativo fixo.00. 22.a partir de 01 de maio de 1993.11. 34. observado.038/2010) XXIX . no que couber.a partir de 1º de maio de 1993. a partir de 01 de novembro de 2000. gás natural no estado gasoso – 2711. quando observadas as seguintes condições (Decreto nº 18.391/94) c) por estabelecimento comercial. respeitado o disposto no § 13.391/94) 1. respeitado o disposto no § 12: 17. a) por estabelecimento industrial. para a fabricação de seus produtos: (Dec. classificados no código NBM/SH 5202. realizadas diretamente pelo estabelecimento industrial.489/2009) XXVII . (Dec. (Dec. 17. que os estabelecimentos envolvidos na operação sejam inscritos no CACEPE.21. 17. no período de 01 de janeiro de 1995 a 30 de abril de 1997. 19. máquinas. no período de 01 de abril de 1994 a 30 de junho de 1995. de desperdícios de algodão: (Dec.308/94): (Dec. de aparelhos. nas operações de importação do exterior de peças e componentes.038/2010) b) a partir de 1º de outubro de 2010.794/97) 2. que seja observada. realizadas diretamente por hospitais. como termo inicial do prazo para recolhimento do imposto diferido.2.654/93) XXX . nas operações internas. 19. (Dec. inclusive de importação do exterior. (Dec.391/94) 4. 36. radiológicos ou técnico-científico laboratoriais. realizadas no mesmo DECRETO 14. 36. que o estabelecimento comercial seja constituído como subsidiário integral de estabelecimento industrial controlador. a saída dos produtos derivados do algodão. em rama e em caroço.atualizado até 30 junho 2011 . triciclos e motonetas.99. de fibra de linho. classificados no código NBM/SH 5202.761/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 22.761/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 22.2000) 3. a partir de 1º de janeiro de 2011.794/97) 3.16. 4. que o algodão importado seja fornecido exclusivamente para o estabelecimento industrial de que trata o item anterior.391/94) (Dec.nas operações internas e interestaduais.794/97) 2.11. (Dec. 19.2000) 2. (Dec.2. equipamentos e instrumentos médico-hospitalares. 36.nas operações de importação do exterior. 19. não se exigirá a comprovação prevista na alínea “a”.00. de algodão em rama e em pluma. 19. de algodão em pluma. suas respectivas partes e peças. 19.

137/2008) 1. (Dec.966/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.95 a 31.25. (Dec. 01. devendo o ICMS diferido ser recolhido juntamente com aquele incidente sobre a saída subseqüente: (Dec. matéria diamantificada industrial .99) (Dec. 23.no período de 19.NBM/SH 6805. no que couber.90.04.nos períodos de 28 de março de 1994 a 31 de março de 2001 e de 01 de abril de 2001 a 31 de dezembro de 2003.99) (Dec.NBM/SH 6908.99) (Dec.NBM/SH 6804.00.NÚMERO DO INCISO RETIFICADO DE XXVII PARA XXXII.22. 9º.97.99) 1. por contribuinte enquadrado como empresa de base tecnológica. na saída interna de castanha de caju "innatura". aglomerados com resina . CIV.473/94) XXXIV . 21.a partir de 01 de novembro de 1994. (Dec.10. quando este for indústria do setor automobilístico ou de fabricação de bens de capital.156/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2001) a) atendidas as condições previstas no mencionado art.10. no período de 01. 628 e do seu § 3º.494/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 18. 21. 17.12. material abrasivo para polir .99) 3.2002) DECRETO 14. (Dec. 102/96. 32.atualizado até 30 junho 2011 .966/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.966/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.966/99 – c) a partir de 01 de agosto de 2008: (Dec.97 a 31. 21.99) 1.966/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.906/94 . destinadas ao Programa Comunidade Solidária.10. (Dec.876/91 . placa porcelâmica não vidrada nem esmaltada . 21.07.21.10. 21.00. (Dec. 24.07. observado o disposto no § 14. NO DOE DE 01.07.período.NBM/SH 6804.99) a) a partir de 01 de junho de 1997: (Dec.99.99) (Dec. 21. 17.10. insumos e produtos intermediários destinados à utilização no processo produtivo do importador. material diamantificado sintético em forma de disco .19.137/2008) 2. DE 01. neste Estado. 32. 01. placa porcelâmica e artefato de granito artificial para uso em revestimento de piso NBM/SH 6810.10. de gado bovino fêmeo.NBM/SH 6907.99) 2. (Dec. 05/99 e 10/2001).90.966/99 – EFEITOS A PARTIR b) a partir de 01 de outubro de 1999: (Dec.10. nas operações com mercadorias doadas pelo Programa Mundial de Alimentos-PMA.966/99 – EFEITOS A PARTIR DE 2.a partir de 01 de abril de 1994.2002.966/99 – EFEITOS A PARTIR DE 3. 21.11. placa porcelâmica vidrada ou esmaltada .00.10. na importação de matérias-primas. 9º.10. ornamento de cerâmica para revestimento – NBM/SH 6905. (Dec.494/2002 – EFEITOS A 1.no período de 01 de abril a 31 de dezembro de 1994.137/2008) XXXVII . 23. para fins de distribuição gratuita ou comercialização por intermédio da CONAB (Convênios ICMS 63/95. 24.00.na entrada. 17.90.NBM/SH 8202. na importação de chumbo destinado ao processo de fabricação do importador. nas operações internas e sendo a referida saída subseqüente aquela promovida pelo produtor adquirente (Convênio ICMS 100/97). observadas. I e II.na importação dos seguintes produtos classificados nos respectivos códigos NBM/SH: (Dec.30. 21.nas seguintes operações e condições.10.90.721/2001) XXXVI . 32.2002) (Dec.303/2003) XXXII .060/94) XXXV . EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. relativamente aos produtos elencados no art. 21. as normas do "caput" do art. (Dec. CIV: PARTIR DE 01.90.966/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.669/94) XXXI .12.10.94) XXXIII . (Dec.90.

094/2006) a partir de 01. 30. 30.094/2006) no período de 01.00 8414.128/2010) PRODUTO a) tampa de vidro b) compressor c) tubo oco galvanizado d) perfil de alumínio e) chapa metálica f) microventilador g) outras partes de refrigerador e congelador h) tubos de cobre não aletados nem ranhurados NBM/SH 7007.04.29.04. 20.2002.2001) XXXVIII .1997) (Dec.07.094/2006) a partir de 01.59.1997(Dec. (Dec.10 8418.a partir de 01 de novembro de 1997.12. realizada diretamente por estabelecimento industrial para utilização no seu processo produtivo de “freezers”.04. (Dec. 20. (Dec. relativamente à saída tributada. no valor resultante da aplicação dos percentuais respectivamente indicados sobre o montante do ICMS incidente na operação: (Dec.99.1997 (Dec. bem como daqueles relacionados no Anexo 64.10. 23. dos seguintes produtos. nos períodos respectivamente indicados.12.50.156/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.04.156/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 20.876/91 . 23.12.094/2006) a partir de 01. de aparelho de telefone celular.147/97) XXXIX . DE 01. na importação de matérias-primas. relativamente à saída não tributada.20 7314. fica dispensado o recolhimento do ICMS diferido.12.90 7604.12. 35.12.2.30. bem como na impossibilidade de ocorrer a saída dos produtos mencionados. 30. nas operações de importação. o ICMS diferido já se encontra incluído no valor do imposto normal.2001) c) nas hipóteses previstas nas alíneas anteriores. não seja inferior ao valor do respectivo custo.2008 (Dec. na saída do produto.094/2006) a partir de 01.19 7306. sendo a referida saída subseqüente aquela promovida pelo importador.2002) (Dec. 30.1997 (Dec. (Dec. pelo importador.10 PERCENTUAL DO ICMS 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 75% PERÍODO DE VIGÊNCIA a partir de 01.147/97) b) a base de cálculo do imposto. nas condições ali indicadas e observandose ainda: (Dec.147/97) a) o mencionado importador seja estabelecimento industrial de empresa concessionária de serviço de telecomunicação por telefonia móvel celular.494/2002 – EFEITOS A PARTIR b) a partir de 01 de abril de 2001. 30.12.00 7411. 30.01. 30.2001) 2. desde que: (Dec.na importação.12.2001) 1.094/2006) a partir de 01. 23.00 8414.90. no período de 1º de agosto de 2009 a 31 de março de 2012. insumos e produtos intermediários destinados ao processo de fabricação.07.156/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. na hipótese de se tratar de adubos simples ou compostos e fertilizantes. nas operações de importação.1997(Dec. classificados nos correspondentes códigos da NBM/SH.1997 (Dec. 23. a partir de 01.094/2006) DECRETO 14.156/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.1997 (Dec. 24.29.094/2006) a partir de 01. 30.atualizado até 30 junho 2011 .2007 a 31. (Dec.

.01. classificados conforme códigos da NBM/SH.1998 (Dec. 30..10..10 PERÍODO DE VIGÊNCIA a partir de 01.. desde que destinados à fabricação. 30.00 75% no período de 01. de paraxileno.12.110/2006) f) Separadores elétricos..05.2008 (Dec..20 75% 75% 75% no período de 01.05..i) rodízios j) partes microventiladores k) isocianato l) laminados planos de ferro de largura igual ou superior a 600 mm.30.110/2006) a partir de 01..05...849/2007) .514/2005) XLI ..12.01.na importação das seguintes matérias-primas destinadas à fabricação de baterias automotivas: (Dec.2007 a 31...1998 (Dec.12.90.PET.094/2006) no período de 01..05.2007 a 31.10. 30.. galvanizados n) compressor de 8302.1998 (Dec..01.70.2008 (Dec. 30.atualizado até 30 junho 2011 ...00 3902. pintados m) laminados planos de ferro de largura inferior a 600 mm.2007 a 31. 30. a partir de 01 de novembro de 2005..094/2006) 8414.01.12.30. 28..11 75% XL .12.10 75% 7212.05. observados os períodos de vigência constantes do mencionado Anexo.12.91.094/2006) no período de 01..00 8414. para acumuladores (01.2008 (Dec.20 3909.. de filamento de poliéster e de polímero de polietileno tereftalato . 30..094/2006) 7210.2007 a 31. 30. bem como.1998 (Dec.20.876/91 .2008 (Dec.2007 a 31. 30.12. 30... de ácido tereftálico e de polímero ou fibra de poliéster.. 30.2008 (Dec... DECRETO 14.30..094/2006) no período de 01..2008 (Dec. 30.90 7801.110/2006) a partir de 01.01..1998 (Dec.1998 a 27. dos produtos relacionados no Anexo 36.00 7801.na importação.91. 30..2007 a 31.05. por estabelecimento industrial.01....2006) (Dec.90.00 8507. (Dec.20 7106.110/2006) PRODUTO a) Liga cálcio/ alumínio b) Polipropileno sem carga em forma primária c) Prata d) Outras formas brutas de chumbo refinado e) Chumbo com antimônio NBM/SH 2805.110/2006) a partir de 01.110/2006) a partir de 01..12. pelo importador..094/2006) no período de 01.. 30..

20. (Dec.90.. 30.. no mencionado período fiscal. 20.110/2006) XLII .. (Dec..10 7801.10.na importação de milho.08.... 30..03.750/98 – EFEITOS XLIV . no período de 01 de abril a 31 de dezembro de 2003.90.. nas operações de importação do exterior de leite em pó.10.. na importação do exterior de aparelhos. observando-se que o recolhimento do imposto diferido deverá ocorrer: (Dec.110/2006) a partir de 01. realizada diretamente por órgãos e entidades da administração pública estadual ou federal.849/2007) .665/2005) 2..06.03.98) b) mediante Documento de Arrecadação Estadual . pesquisa ou prestação de serviços médico-hospitalares..665/2005) b) pipoca para microondas classificada no código NBM/SH 1005. tendo o correspondente milho importado a mesma classificação. 30. A PARTIR DE 01. 20..91 Lâminas ou folhas de polímero de etileno. 20. nos períodos de 01 de maio de 1998 a 31 de março de 2003.. suas tampas e tampões h) Desperdício e acumuladores elétricos resíduo de 8507. (Dec. 20..99) a) estende-se o diferimento aos casos em que a importação decorra de doação do bem.665/2005) a) amido.876/91 . 27.no período de 01 de junho a 31 de agosto de 1998.2005 (Dec.. no valor total do ICMS incidente sobre a respectiva importação.. 30...90. no valor resultante da aplicação de 75% (setenta e cinco por cento) sobre o montante do imposto incidente sobre a respectiva importação.99 (a partir de 28.10.12. 20.99) DECRETO 14.3920. realizada diretamente por estabelecimento industrial.1998 (Dec.03..06.749/98 – EFEITOS DE 01.99) b) o diferimento somente se aplica na hipótese de as mercadorias se destinarem a atividades de ensino.99.2005 (Dec. g) Recipientes para acumuladores elétricos de plástico.. 30.749/98 – EFEITOS DE 01. à fabricação neste Estado de: (Dec..110/2006) 8548.1998 (Dec.110/2006) a partir de 01.749/98 – EFEITOS DE 01. observada.05. 27. com vigência no período de 01 de março de 2005 a 28 de fevereiro de 2007. máquinas..665/2005) XLIII ..atualizado até 30 junho 2011 .98 A 31. (Dec. 30..849/2007) 3920.06.665/2005) 1.20 a partir de 01..08. (Dec.98) a) até o 4º (quarto) período fiscal subseqüente ao da importação. independentemente de a saída subseqüente do produto estar ou não sujeita ao pagamento do tributo..DAE específico.. desde que destinado. a data-limite prevista para o referido contribuinte. xaropes de glicose e maltose. observando-se : (Dec. pelo importador.. 27. no valor resultante da aplicação de 75% (setenta e cinco por cento) sobre o montante do imposto incidente sobre a respectiva importação.05..11 i) Chumbo eletrolítico em lingotes j) Outros chumbos contendo antimônia como segundo elemento predominante em peso 7801.2006) (Dec..98) (Dec.98 A 31..06..00 a partir de 01..10. (Dec....06.98 A 31. (Dec. equipamentos e instrumentos médico-hospitalares ou técnico-científicos laboratoriais. 27.06. com similar nacional. glucose e seus subprodutos: (Dec..750/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 27.750/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.a partir de 01 de junho de 1998.

na importação.00. (Dec.00. 22. 20. a partir de 01 de outubro de 1999. (Dec.21.c) comprovação de destinação diversa do bem obriga o contribuinte ao recolhimento do imposto diferido. de sabão em barra azul e sabão em barra translúcido: (Dec. 3. 21.99) (Dec.00.749/98 – EFEITOS DE 01. 01.00.00. no valor total do ICMS incidente sobre a respectiva importação.499/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.10.06. 23.99) c) a partir de 01. fralda descartável.atualizado até 30 junho 2011 . poliacrilato de sódio .44.00 ou 2835.11.31.31. 01.20.12.10.03. (Dec.2001) d) nos períodos de 01 de março de 2002 a 31 de março de 2003 e de 01 de fevereiro de 2006 a 31 de dezembro de 2009.742/99 – EFEITOS A PARTIR DE 2. na falta do produto mencionado na alínea anterior. em unidade de fabricação instalada neste Estado.10. pasta química de madeira ao sulfato . e no período de 01 de abril a 30 de junho de 2003.no período de 01 de março a 30 de junho de 1999. realizada diretamente por estabelecimento industrial. 20. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH. no valor resultante da aplicação de 75% (setenta e cinco por cento) sobre o montante do imposto incidente sobre a respectiva importação: (Dec. 21.NBM/SH 2833.06.20.017/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. carbonato dissódico anidro . (Dec.99) 1. 32.10 e 2835.99) (Dec.NBM/SH 2208.00. óleo de estearina .10. dos seguintes produtos classificados nos respectivos códigos NBM/SH. 21. tripolifosfato de sódio .NBM/SH 3906.871/2006) a) no período de 01 de maio de 1999 a 30 de junho de 2000 e a partir de 01 de julho de 2000: (Dec. 28.98 A 31.11.08.742/99 – EFEITOS A PARTIR DE 4. (Dec.90. (Dec.742/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. sem prejuízo das penalidades cabíveis.90.42. (Dec. (Dec.99) DECRETO 14.NBM/SH 4703. para utilização no seu processo produtivo.10.10. sebo bovino – NBM/SH 1502. (Dec.0101. realizada diretamente por estabelecimento industrial.STPP .667/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.10.607/2006) (Dec.10. acrescido de juros e atualização monetária.31. para utilização no processo produtivo de saco para embalagem e tecido. 21. hidróxido de sódio (soda cáustica) .98) XLVI – REVOGADO.742/99 – EFEITOS A b) a partir de 01 de outubro de 1999. realizada diretamente por estabelecimento industrial. classificados nos códigos NBM/SH 8302.423/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 21. sulfato de sódio anidro .00 e 8302.2001. 21.99) XLV .NBM/SH 2835.NBM/SH 2836. na importação de polipropileno. 29.015/2008) XLIX . para utilização na fabricação de corrediças para móveis. 21. glicerina.99) XLVIII . 34.10. 21.10.881/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. sabão em barra amarelo e. dos seguintes produtos.a partir de 01 de agosto de 1998.691/2010) a) destilado alcóolico chamado uísque de malte "Malt Whisky" .99) (Dec. nos períodos de 01 de julho de 1999 a 31 de março de 2003 e de 01 de julho de 2003 a 31 de março de 2012.NBM/SH 2815.876/91 .742/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.120/98) XLVII .11 e 1502. classificado no código NBM/SH 3902.na importação realizada diretamente por estabelecimento industrial de bebida alcoólica.NBM/SH 1503.99) 5.03.00.10. para utilização no correspondente processo produtivo de detergente em pó.10. PARTIR DE 01. na importação de produtos.

06. dos seguintes produtos classificados nos respectivos códigos da NBM/SH.10. neste Estado. 21. PARTIR DE 01.902/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 21.99) (Dec. 22.99) c) outras preparações próprias para elaboração de uísque . 21.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.113/2000) c) relativamente às operações realizadas a partir do período fiscal de março de 2000.03.2003) LII . para utilização no processo produtivo do importador. (Dec.902/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. observado o disposto no § 18: (Dec.20. 21.NBM/SH 1006.10 e 6115.99) (Dec. 21.499/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. realizada diretamente por estabelecimento industrial.b) destilado alcóolico chamado uísque de cereais "Grain Whisky" .20. não glaceado . 6115. arroz não parboilizado.902/99 4.NBM/SH 1006.12.99) c) a partir de 01 de outubro de 2005.00. de óleo de soja e gordura vegetal de soja.90.NBM/SH 2208. arroz quebrado (trinca de arroz) . 6115.0199.12.na importação realizada diretamente por estabelecimento industrial. 21.na importação de meias e artefatos semelhantes.113/2000) b) relativamente às operações realizadas nos períodos fiscais de janeiro e fevereiro de 2000.NBM/SH 1006. desde que destinados à fabricação.12. 21.12.11.NBM/SH 1006.99) (Dec. semibranqueado. pelo importador.09.92. 22.902/99 – EFEITOS A PARTIR 2.NBM/SH 2208. não glaceado . observando-se: (Dec. 6115.40.03. 28. desde que os produtos importados se destinem ao processo de transformação industrial. o recolhimento do respectivo imposto será efetuado juntamente com o ICMS normal.99) (Dec.902/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.NBM/SH 2208. 22. arroz parboilizado.779/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01. para o último dia do 2º (segundo) mês subseqüente ao da saída do produto do estabelecimento importador. arroz com casca . d) álcool etílico para fabricação de run . de arroz beneficiado branco.00.29.12.99) 3. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH. semibranqueado. 21. b) a partir de 01 de dezembro de 1999.367/2005) LI – até 31 de julho de 2005. (Dec.20. arroz descascado não parboilizado (não estufado) . (Dec.30.0100.19.2000) a) a partir de 01 de julho de 1999: (Dec.100102. classificados conforme códigos da NBM/SH.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.12.20.10.12.99) a) a partir de 01 de maio de 1999: (Dec.91 e 1006. 21. (Dec. (Dec. – EFEITOS A PARTIR DE 01.20.902/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. DE 01.499/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 25.99) 1. dos produtos relacionados no mencionado Anexo. (Dec. a partir das datas indicadas no Anexo 32 na importação. parboilizado ou integral: (Dec.06.12.19.90. dos seguintes produtos. 22.00.876/91 .20.902/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. classificados nos códigos da NBM/SH 6115. o recolhimento do imposto será efetuado na forma da alínea "a". (Dec.113/2000) LIII – na importação realizada diretamente por estabelecimento industrial.NBM/SH 1006.30. desde que destinados à fabricação.NBM/SH 1006.06.atualizado até 30 junho 2011 . neste Estado.10. 21.10.499/99 – EFEITOS A L . 22.113/2000) a) relativamente às operações realizadas até o período fiscal de dezembro de 1999.99) (Dec.2000) DECRETO 14. 22. arroz parboilizado descascado . (Dec. o recolhimento do imposto será efetuado mediante Documento de Arrecadação Estadual – DAE específico.

22.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE níquel) 01.00 (Dec.40 (Dec.00 (Dec.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 22.06.01.439/2000 – EFEITOS A PARTIR DE bruto de dendê 01.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.20.06.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 22.10.00 2.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. óleo (Dec. óleo bruto de algodão 5.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.03.2000) 1512. do produto resultante da industrialização.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.19 (Dec. em estado fresco. óleo bruto de girassol 1512. b) da saída para outra Unidade da Federação.03. 22. 22.03.00 2. para o momento: (Dec.2000) DECRETO 14. tampas b) a partir de 01 de março de 2000: (Dec.2000) 3920. óleo refinado de palma . 22.NBM/SH 1511.50. óleo bruto de palmiste 6. 22. 22. 22. catalisador (substância ativa: (Dec.atualizado até 30 junho 2011 .10 (Dec. do estabelecimento industrial.2000) 1511.00.2000) 3.03. 21.11. óleo bruto de soja NBM/SH 1507.2000) 3923. 22.Produto 1.10 (Dec.2000) 1513.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 22. observado o disposto nos §§ 19 e 20.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.876/91 .21.2000) c) a partir de 01 de junho de 2000. 21. salmourado ou salgado.03. bem como dos demais produtos não-comestíveis resultantes do abate do gado.03.439/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.016/2000) a) da saída.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.90.21.2000) Produto 1.90. terra ativada NBM/SH 3802.11. 22. na saída interna de couro e pele.03. LIV – a partir de 01 de janeiro de 2000.10. (Dec.083/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.03.2000) 3815.00 (Dec.2000) 4.2000) (Dec.03.2000) (Dec. rótulos 7. até 31 de maio de 2000.

21. realizada diretamente por estabelecimento industrial. a partir de 01 de novembro de 2004: NBM/SH 7606. relativamente à manutenção do nível de arrecadação do ICMS proporcionalmente ao faturamento das empresas beneficiárias.2000) d) da saída para o exterior.2000) LV – a partir de 01 de dezembro de 1999. na importação de partes e acessórios para motocicleta.90.01. a partir de 01.339/2004) 1.09.21. 21.09.01.09.99) b) canhões eletrônicos – NBM/SH 8540.90.12. DE 01. realizada diretamente por estabelecimento industrial. classificados no código NBM/SH 8714.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 24. (Dec.NBM/SH 7601. (Dec. 24.903/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. das mercadorias relacionadas no Anexo 33.10.12.12.1. 27.903/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.09.00. (Dec.2002) a) a partir de 01 de março de 2000. até 31 de outubro de 2004: NBM/SH 7606.99) a) lâmpadas automotivas – NBM/SH 8539. (Dec.c) da saída para consumidor final. realizada diretamente por estabelecimento industrial. 21. 24.665/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 21.2003.2002) 1.09. 27. 21.90.10.665/2002 – EFEITOS A PARTIR 2.2003.99) c) tubos de descargas – NBM/SH 8539. para utilização no respectivo processo produtivo dos seguintes produtos: (Dec.CBM da Secretaria da Fazenda.12.09. desde que a importação seja realizada diretamente pelo mencionado fabricante: (Dec. 22. outras chapas e tiras de alumínio: (Dec.339/2004) b) no período de 01.99) d) resistores de fio – NBM/SH 8533.10.2002) 2. no valor resultante da aplicação de 90% (noventa por cento) sobre o montante do imposto incidente sobre a respectiva importação.876/91 .12. observando-se: (Dec. (Dec.665/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. observada a classificação nos respectivos códigos NBM/SH.21. 21.10.21.19. (Dec. 21. na importação.2002) (Dec.2000) LVIII – a partir de 01 de maio de 2000.90. no valor total do ICMS incidente sobre a respectiva importação: (Dec.92.339/2004) 2.99) e) resistores de filme – NBM/SH 8533. (Dec. para utilização no seu processo produtivo.00.03.903/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.no período de 01 de maio a 30 de setembro de 2000 e a partir de 01 de outubro de 2000.903/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.00. 27. lingotes . 24. (Dec.2003. (Dec. classificadas conforme códigos da NBM/SH.91. a avaliação prevista no item anterior deverá ocorrer até 28. na importação.atualizado até 30 junho 2011 . chapas de ligas de alumínio – NBM/SH 7606.665/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.02. (Dec.08. EFEITOS A PARTIR DE 01.665/2002 – LVII . (Dec.903/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 24. ao resultado da avaliação a ser efetuada pela Coordenadoria Geral de Benefícios Fiscais e Relações com Municípios .12.903/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.721/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.10.2.12. quando destinados à utilização no processo produtivo do fabricante de latas e tampas para bebidas carbonatadas.2002) (Dec.90.99) LVI – na importação dos produtos a seguir relacionados.339/2004) 2. das seguintes matérias-primas classificadas nos respectivos DECRETO 14.12.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2002 a 31. 21. 27. a continuidade do benefício fica condicionada.

29. PARTIR DE 01.90. de tecido (Dec. pelo importador industrial localizado neste Estado: (Dec.na importação dos produtos discriminados a seguir. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação de rodas brutas de alumínio. realizada diretamente por estabelecimento industrial.a partir de 01. emblemas e artefatos semelhantes. realizada diretamente por estabelecimento industrial.582/2010) PRODUTO IMPORTADO / CÓDIGO DA NBM/SH PERÍODO % DO ICMS DIFERIDO PRODUTO FABRICADO / CÓDIGO DA NBM/SH DECRETO 14.2001) camisas. para fabricação de rodas de alumínio.05. para utilização no respectivo processo de fabricação de cadeados e fechaduras.876/91 . 25.947/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. não acabados. 22.01.947/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.12 para venda a retalho (Dec.11. 22.22.NBM/SH 3902.01. para utilização no processo produtivo dos produtos respectivamente indicados: (Dec.947/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 22.2001.20.00 vestuários e fibras (Dec. de matéria têxtil diversa do 6109.00.2001) "bustiers" fibras sintéticas (Dec.779/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 34.947/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.10.247/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 22.01.2000) b) polipropileno . classificadas no código NBM/SH 8708.2001) LX – no período de 01 de janeiro de 2001 a 31 de agosto de 2003. 22. classificadas no código NBM/SH 7320. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do imposto relativo à importação de molas.2001) 5807.247/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. LXII .atualizado até 30 junho 2011 .938/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2001) NBM/SH 6108.07.247/2000 – EFEITOS A LIX – a partir de 01 de janeiro de 2001.05.00 algodão (Dec.10.2000) a) polietileno . camisetas e camisolas de malha.580/2001 –EFEITOS A PARTIR DE 01. semimanufaturados.2001) PRODUTO calcinhas outros sutiãs de malha de de malha de fibras de sintéticas sintéticas ou ou ou artificiais artificiais artificiais (Dec.23. na importação dos seguintes produtos. não bordados. com corte e costura de acabamento.00 6212.10. (Dec. (Dec.947/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.05. para utilização no seu processo produtivo de embalagens: (Dec.00 6114.NBM/SH 3901. 22. (Dec. 22.10. (Dec.09. destinados à industrialização final.NBM/SH 3206.2001) linhas para costura de filamentos sintéticos ou artificiais acondicionadas 5401.92 e 3901.05.20.70.01.247/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.11 e 3206.2000) c) pigmentos tipo rutilo .10. 22.90.19.90.2003) LXI .2000) (Dec.2001) etiquetas. 22. 22.00.30. nos correspondentes percentuais do valor do ICMS devido na mencionada operação. 22.11.01.códigos NBM/SH.947/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. realizada diretamente por estabelecimento industrial.

00 d) outras preparações antioxidantes e outros estabilizantes e compostos para plástico 3812.20 c) plastificantes compostos para borracha e plástico 3812.2001) 9403. quando a referida importação for realizada diretamente por estabelecimento industrial que utilize os mencionados produtos como matéria-prima no processo de fabricação de: (Dec.224/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 34.00.12.05. 23.22.05.2009 31.02.2007 a 31.03.43.03.81.2002 e 01.2012 (Dec. classificados no código NBM/SH 3902.05.00 de de - de 01. (Dec.876/91 .29 composto PVC 3904.00 a) policloreto de vinila 3904.2007 e de 01.21.01.90 filme de PVC extensível 3920.09.00.582/2010) 75% tubos geomecânicos 8421.43.30.2010 de 01.2009 31.582/2010) a de a 75% perfil plástico tubos prediais para infraestrutura 3917.06.43.2001) DECRETO 14.43.2005 a 28.01.2001) Produto a) cadeira de plástico b) mesa de plástico Código NBM/SH (Dec.2010 b) plastificantes de sais e ésteres .10 de 01.224/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.10. respectivamente.20. 23.atualizado até 30 junho 2011 .00.2009 31.04.2001 31.de 01.12. 34.224/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.12.00 tubos irrigação 8424.90 LXIII – a partir de 01 de maio de 2001.90 filme de PVC extensível 3920.29 de 01.12.2002 31.05.70. 23.2009 31.23.80.01. 23.90 a 50% de 01.2012(Dec.05.2001) 9401.2010 a 50% filme de PVC extensível 3920.12.70. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS incidente na importação de polipropileno termoplástico (PROLEN) e composto de polipropileno com master branco.10. (Dec.2917.20 e 9403.2010 a a 50% 50% filme de PVC extensível 3920.03.01.224/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.

observando-se o disposto no § 8º.07. o que determina o § 8º.12.11. 23. 23. quando ocorrer hipótese diversa daquela prevista na alínea "a".413/2001 – EFEITOS a partir de 01.07.2001) Estireno (Dec.00 Hexano comercial (Dec.413/2001 – EFEITOS a partir de 2710.00. I.705/2002 1.2001) 2710. 1. XLVIII.705/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01. 23.413/2001 – EFEITOS a partir de 2931. 24. 30. 24. e no período de 01 de abril de 2006 a 31 de março de 2011.2 01.06. for tributada. em que se destina a energia elétrica ao próprio consumo e uso exclusivo da usina termoelétrica. (Dec.705/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01. 23.07.876/91 . 24.642/2008) PRODUTO Butadieno 1. 24.00.03. IV.12. for beneficiado com diferimento do recolhimento do imposto.07. se tributada fosse.2001 a 31. a partir de 01.2002) b) será dispensado quando o fornecimento subseqüente da energia elétrica: – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01. (Dec.no período de 01. não for tributada. quanto ao referido imposto diferido.2017.2001 a 31. observandose. 9º.03.19.2001) 2902. (Dec.07.2001) Cicloexano (Dec. 23. no valor correspondente a 100% (cem por cento) do imposto relativo à importação dos seguintes produtos.99.534/2007) N-Butil Lytium (Dec. 2.2001) DECRETO 14.03.07.413/2001 – EFEITOS a partir de NBM/SH 2901. "c".99. na hipótese do art. 30.2002 Óleo Parafínico (Dec.07. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento). quando a saída subseqüente: 24. RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01.413/2001 – EFEITOS a partir de 2707.534/2007) 2710.2002) a) será recolhido.2001) Extrato Aromático (Dec.413/2001 – EFEITOS a partir de 2902.2002) 2.03. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH.2002) (Dec. 23.2002) (Dec. 24.00.705/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01.atualizado até 30 junho 2011 . 31. 23. tomando-se por base de cálculo aquela que seria adotada na mencionada operação.01.705/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01.50.2002) (Dec.2001) (Dec.00 01.07. na saída interna e na importação de gás natural com destino a usina termoelétrica para a produção de energia elétrica. destinados à utilização como matéria-prima no respectivo processo de fabricação do estabelecimento importador localizado neste Estado: (Dec.03.90 01.413/2001 – EFEITOS a partir de 2901. não for tributado.00 01.91 01.705/2002 – RETROAGINDO SEUS EFEITOS A 01.705/2002 – LXV – nos períodos de 01 de julho de 2001 a 31 de março de 2005 e de 01 de janeiro a 31 de março de 2006.29.3 (Dec.03.LXIV .99.03.2003 (Dec.2002) 2. e ainda: (Dec.24.10 01. no período de 01.00 Butadieno 1. 24.

Filme de poliestireno 35.06.24. credenciado nos termos de portaria da Secretaria da Fazenda. 23.576/2010) de (Dec.467/2008) 1.467/2008) a) no período de 1º de junho de 2001 e 31 de maio de 2011.23.na importação. quando destinados a integrar o respectivo processo de fabricação de telha e caixa d'água.10. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH.04. realizada diretamente por estabelecimento industrial. 31.2920.576/2010) a partir 3920.90. realizada diretamente por estabelecimento comercial atacadista para revenda.03. Éster de Ácido Fosforoso do tipo trinonil fenil fosfito – TNPP (Dec.01.2003 a 3919.19.10. 32.90.1.642/2008) 2920.912/2006) a) a partir de 01 de junho de 2002.2. 29. 32.04.2001 a 31. classificado no código da NBM/SH 7601. 25.2010 (Dec.876/91 . 28.2011 (Dec. (Dec.10. 31.484.10.90.03. 32. 31.727/2001) LXVIII . com destino ao respectivo estabelecimento encomendante.00 30.1. fio cortado de álcool polivinílico . LXVI – relativamente a veículos automotores: (Dec.2. no período de 01.PVA.642/2008) 2920.15.2001) no período de 01.22. 32.2010 35. desde que destinado à fabricação.90.30. por pessoa jurídica importadora situada neste Estado. 23.90.769/2005) (Dec. desde que o importador não utilize benefício do Programa de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco .926/2003) DECRETO 14. no período de 01.atualizado até 30 junho 2011 . dos seguintes produtos.2005.467/2008) 1. (Dec.10. (Dec.2002 a 31. 32. no período de 1º de julho de 2010 e 31 de maio de 2011. na importação de lingote de alumínio. por conta e ordem do estabelecimento indicado no subitem 1. (Dec.07.00.2001. (Dec.21. (Dec.467/2008) 1.90.2002. de tarugo de alumínio.2006 a 31.2008.413/2001 – EFEITOS a partir de 2918.467/2008) 2. na operação subseqüente àquela referida no subitem 1.642/2008) Irganox 1076 (Dec. (Dec.467/2008) LXVII – no período de 25. observado o disposto nos §§ 24 e 25: (Dec.2008) (Dec.10 e 8703. pelo estabelecimento industrial importador.10.564/2011) b) a partir de 01 de outubro de 2008.03. no período de 01. no período de 01. na importação dos veículos classificados nos códigos NBM/SH 8703.03. (Lei nº 13. no código NBM/SH 8703.07.PRODEPE: (Dec.00 01. 31.29.50 01.2008 a 31.642/2008) 2920. de 29. NBM/SH 5503. e.00.9013. 36. por estabelecimento comercial atacadista.03.09. 8703. na importação realizada: (Dec. 32.2001 a 31.

GNRE. exceto pasta para dissolução: (Dec. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH. semibranqueada ou branqueada de conífera .876/91 .2002 ficam incluídas.NBM/SH 4015.08. 24. o ICMS diferido já se encontra incluído no valor do imposto normal.4703. quando não tributada. nós e bolotas de matérias têxteis. (Dec.926/2003) c) nos períodos de 01 de outubro de 2004 a 30 de setembro de 2006 e de 01 de dezembro de 2006 a 31 de março de 2012. entregar. 24. 24. (Dec. observando-se (Protocolos ICMS 35/2001 e 10/2002): (Dec.2001 a 31. deverão: (Dec.08. pasta química de madeira.11. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do imposto relativo à importação dos seguintes produtos não-acabados.no período de 01 de agosto de 2002 a 31 de dezembro de 2009. na saída de pescado promovida pelo respectivo produtor com destino a estabelecimento industrial .00. até o 10º (décimo) dia do mês subseqüente ao da saída do produto. em 2 (duas) vias.2002. 27. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 .a partir de 01. uma via da relação mencionada no item 1. 24.582/2010) 1.08.682/2002) DECRETO 14. à soda ou ao sulfato. 25. "tontisses".11. pelo importador industrial localizado neste Estado: (Dec.00. fica dispensado o recolhimento do ICMS diferido.08.236/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. LXXI .2002) 2.2004) (Dec. por Estado de origem e por fornecedor. na mencionada sistemática. PARTIR DE 01.015/2008) a) luvas para procedimento estéril semi-acabadas .493/2002 LXX .493/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. exceto de aramida. 34. b) luvas cirúrgicas semi-acabadas .00.a partir de 01.2002. destinados à industrialização final. elaborar relação mensal da quantidade efetivamente recebida. 32. as operações com cana-de-açúcar de terceiros.2002) 1.90. à Secretaria da Fazenda ou Finanças da Unidade da Federação de origem do produto. as usinas ou destilarias que receberem cana-de-açúcar nestes termos. ficam convalidadas as operações realizadas de acordo com a sistemática nele prevista. ressalvando-se que somente a partir de 01.682/2002) 2. retendo a segunda via como comprovante de entrega.08. 27.682/2002) b) para fim de controle. quando tributada. (Dec. (Dec.00.21. – EFEITOS A PARTIR DE 01.682/2002) a) o recolhimento será feito através de Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais .08.30. oriunda de unidade autônoma localizada em área não-contígua e utilizada como insumo em atividade integrada. 24.682/2002) 1. contendo especificação do produto e quantidade.19. que tenham sido efetuadas no período de 01.b) no período de 29 de setembro de 2003 a 30 de setembro de 2005.236/2004 – EFEITOS A LXIX .2004) 2.NBM/SH 4015. 24. NBM/SH 5601. observando-se relativamente à saída subseqüente: (Dec.2002) (Dec. 24.2002. (Dec. nas operações entre contribuintes estabelecidos nos Estados da Paraíba e de Pernambuco com cana-de-açúcar própria ou de terceiros. referente ao mês imediatamente anterior. 24. podendo a referida relação ser apresentada por meio magnético. 24.11. crua de coníferas – 4703.682/2002) c) relativamente ao disposto neste inciso.493/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. até o 10º (décimo) dia útil de cada mês.19.08.00.NBM/SH 4015.11.09. c) luvas de procedimentos semi-acabadas .

de 03/12/2002. algodão não-cardado e não-penteado. na importação. na saída interna de flores em estado natural. 24. LXXII .: Com a publicação da Errata do Decreto 24.20. identificamos que foi suprimido erroneamente o conteúdo abaixo indicado do inciso LXXII constante do Adendo de Outubro de 2002. com a concessão de crédito presumido. 28. (Dec.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) c) a utilização do benefício não deve implicar diminuição da arrecadação do ICMS relativa aos segmentos beneficiários.NBM/SH 2831. 24. realizada diretamente por estabelecimento industrial. conforme prevista no Decreto nº 21. 24. 9º. (Dec.11.2003) a) no período de 01 de dezembro de 2002 a 31 de dezembro de 2009. observando-se (Lei nº 12.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) a) quando a mencionada saída subseqüente não for tributada.10.00. 32.950 modificava o referido inciso. (Dec. de 28.015/2008) LXXIV – no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação dos produtos a seguir indicados. 24. (Dec. 28.241.d) o recolhimento do imposto nos termos deste inciso fica dispensado enquanto vigente a sistemática para as operações com cana-de-açúcar e produtos resultantes de sua industrialização. pois o Decreto 24.876/91 . ou outra similar que vier a substituí-la. para utilização no seu processo produtivo de bisnaga para acondicionamento de pasta dentifrícia: (Dec.20. (Dec. 28. realizada diretamente por estabelecimento industrial. publicada no DOE de 06/02/2003. (Dec. realizada diretamente por estabelecimento industrial.2003) DECRETO 14. promovida pelo respectivo produtor ou cooperativa de produtores localizados em Pernambuco.atualizado até 30 junho 2011 .176/2005) b) a partir de 01 de agosto de 2005: bobina de folha de plástico com suporte ou reforço.663/2005) c) no período de 29 de setembro de 2003 a 31 de dezembro de 2009. ditionitos ou sulfoxilatos de sódio estabilizados . classificados conforme código da NBM/SH. simplesmente debulhado . segundo Colours Index 73000 . 24.NBM/SH 3204. código da NBM/SH 3921.10.a partir de 01. (Dec. 25. ficando facultado à Secretaria da Fazenda.06.15. no caso de ocorrer a mencionada diminuição. 25.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) LXXIII no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação dos seguintes produtos.99.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) b) quando a mencionada saída subseqüente estiver sujeita ao pagamento do imposto. considera-se aí incluído aquele objeto do diferimento.015/2008) b) no período de 29 de setembro de 2003 a 30 de setembro de 2005.20.755. para estabelecimento comercial atacadista ou varejista. adotar os procedimentos previstos nos itens 1 e 2 da alínea "c" do inciso CLXXVII do "caput" do art.90. 28.10. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH. 32.2002. (Dec.NBM/SH 5201.779/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01.176/2005) a) no período de 01 de abril de 2003 a 31 de julho de 2005: bobina de folha laminada.176/2005) LXXV . quando este for indústria de equipamento de refrigeração. (Dec. código da NBM/SH 7607.2002): (Dec.00. de 08.no período de 01 de setembro de 2003 a 31 de agosto de 2005.09. para utilização no respectivo processo produtivo de tecido tipo índigo: (Dec. (Dec.10. Porém.950. a errata nos evidencia que a pretensão era a criação do novo inciso LXXIII.07. dos produtos relacionados no Anexo 41. fica dispensado o recolhimento do referido imposto. classificados nos respectivos códigos NBM/SH. para utilização no processo produtivo do importador. índigo blue.682/2002) Obs.926/2003 – ERRATA DOE 11. e alterações. para o momento da saída subseqüente da mercadoria.

21. 25. no valor correspondente a 29. classificado no código 2915. classificada no código da NBM/SH 2002.21.21.926/2003) LXXVII . 28. realizada diretamente por estabelecimento industrial localizado neste Estado. (Dec. curtidos. depilados.926/2003) 2.NBM/SH 4105. depilada. 29. (Dec. (Dec.926/2003) 2. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH.926/2003) b) couro ou pele de caprino: (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do imposto relativo à importação dos seguintes produtos.90 e destinada à utilização no processo produtivo do importador para a fabricação de extrato de tomate.366/2005) a) no período de 01 de fevereiro a 30 de setembro de 2005.LXXVI .00.912/2006) a) pele de ovino: (Dec. 27. 25. 4. depilada. realizada diretamente por estabelecimento industrial. de polpa de tomate.no período de 01 de setembro de 2005 a 31 de dezembro de 2009. polpa de tomate. (Dec.90.NBM/SH 4106. no estado seco ("crust") . realizada diretamente por estabelecimento industrial de material elétrico.00.NBM/SH 4103.NBM/SH 4102. salgada . (Dec.32. para utilização no respectivo processo produtivo de acetato de vinila.90. em bruto.10. simplesmente curtida ao cromo ("wet blue") . dos produtos relacionados no Anexo 47. 30. "piclada" .00. depilados.00.30. (Dec. 26.366/2004) LXXX .NBM/SH 4105.no período de 01 de junho de 2004 a 31 de maio de 2006. 25.2005) b) no período de 01 de outubro de 2005 a 31 de janeiro de 2009.109/2006) (Dec.926/2003) 1.926/2003) (Dec.366/2005 – ERRATA DOE 02.21. 25. 25. em bruto.NBM/SH 4106.11. 3.nos períodos de 29 de setembro de 2003 a 30 de setembro de 2005 e de 01 de dezembro de 2006 a 30 de novembro de 2008.NBM/SH 4106.00.21. em bruto.926/2003) 1. (Dec. depilada.366/2005 – ERRATA DOE 02. classificado no código 2915. correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do respectivo valor. molho de tomate e "catchup". no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na mencionada importação. (Dec. salgados .926/2003) 3. simplesmente curtidos ao cromo ("wet blue") .2005) LXXXI . no estado úmido . base de tomate. 25.604/2005 e 28.na importação de ácido acético. depilados.876/91 . não-depilada (com lã).NBM/SH 4102. realizada DECRETO 14.00 da NBM/SH. na importação.926/2003) (Dec. 25. (Dec. para obtenção dos produtos indicados no mencionado Anexo. quando o produto final destinar-se à exportação.no período de 22 de novembro de 2004 a 30 de novembro de 2006.00 da NBM/SH: (Dec. 30. 27.06. (Dec.109/2006) b) a partir 01 de fevereiro de 2007.10.109/2006) a) a partir de 01 de novembro de 2004.10. (Dec.21. quando promovida pelo respectivo produtor. na importação realizada diretamente por estabelecimento industrial de alimento.11. 25.41% (vinte e nove vírgula quarenta e um por cento) do ICMS devido na mencionada importação. 30.22. 28.926/2003) 4.2004) LXXVIII – na saída interna de mel de abelha: (Dec. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação. classificados conforme código da NBM/SH e destinados à utilização no processo produtivo do importador. 25. 25. LXXIX .799/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. para estabelecimento industrial. para utilização no respectivo processo produtivo: (Dec. no estado seco ("crust") .

classificados no código 8714. dos produtos a seguir relacionados.90 da NBM/SH: (Dec.10.19. relativamente ao ICMS complementar referente à diferença entre a alíquota prevista para as operações internas e aquela estabelecida para as operações interestaduais.36. simplesmente laminada. desde que não haja utilização de benefício do Programa de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco . 32. pelo importador. destinadas à aplicação em linha férrea: (Dec.779/2010) b) dormente de concreto.2006) LXXXVI . 32.NBM/SH 3902. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH. observado o disposto no § 22: (Dec. com destino a estabelecimento industrial.49.10. (Dec. 28. biaxialmente orientados . NBM/SH 6810.PRODEPE para a mencionada linha de produção. NBM/SH 2917.779/2010) d) pedra britada.00.00. (Dec.00.514/2005) a) nafta petroquímica. 28.NBM/SH 3920. na saída interna dos produtos relacionados nas alíneas a seguir. tiras e lâminas de polímero de propileno. (Dec. 34.514/2005) c) ácido tereftálico. realizadas com as seguintes mercadorias. para utilização no respectivo processo produtivo de parte e acessório de motocicleta. NBM/SH 7302. 34. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH. NBM/SH 2517. para fabricação de paraxileno.231/2005) b) outras chapas.91.20.40. classificados nos códigos da NBM/SH respectivamente indicados. 34. 34. destinados à fabricação de grupo gerador pelo respectivo importador localizado neste Estado.779/2010) e) a partir de 01 de março de 2006. 28.780/2010) a) barra redonda.818/2006) DECRETO 14.00 da NBM/SH. 28. (Dec. (Dec.779/2010) LXXXV . NBM/SH 2902.PET e de filamento.00.779/2010) a) trilho. classificadas nos respectivos códigos da NBM/SH.00.015/2008) LXXXIII .514/2005 – ERRATA DOE 06.43.NBM/SH 7228. 34.04. rótulos e sacos: (Dec. de aço ou de suas ligas. (Dec. 28.90. (Dec. dos produtos ali referidos.30.351/2005) LXXXIV – a partir de 01 de outubro de 2005. dormente de aço.00. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do imposto relativo à importação dos produtos relacionados no Anexo 52.no período de 01 de fevereiro de 2006 a 31 de janeiro de 2012. bem como nas aquisições em outra Unidade da Federação.atualizado até 30 junho 2011 . para fabricação de ácido tereftálico. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação. realizada diretamente por estabelecimento industrial. para utilização no processo de fabricação. engrenagem e roda de fricção e eixo de esfera ou de rolete.779/2010) c) fixação elástica.no período de 01 de novembro de 2005 a 31 de outubro de 2017. nas saídas internas dos seguintes produtos. estirada ou extrudada. NBM/SH 7203.no período de 12 de setembro de 2005 a 11 de setembro de 2009. (Dec. (Dec. nas operações internas e de importação. classificados no código 8483. folhas.514/2005) b) paraxileno. de filmes.10. (Dec. das mercadorias relacionadas no Anexo 51. classificadas nos códigos da NBM/SH respectivamente indicados.30.876/91 .00.no período de 01 de setembro de 2005 a 31 de dezembro de 2009.11.90. (Dec. 34. incluídos os ciclomotores. NBM/SH 7302.015/2008) a) polipropileno terpolímero .00. 34.19. fibra ou polímero de poliéster. películas.diretamente por estabelecimento industrial. 28. pelo importador. a quente . com destino ao estabelecimento industrial fabricante dos produtos finais respectivamente indicados. para fabricação de polímero de polietileno tereftalato .231/2005) LXXXII . 28. 28. NBM/SH 2710. (Dec. (Dec. para utilização no processo de fabricação. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH.

lingotes. de aço inoxidável.21.31.876/91 . do ferro e do aço . nas saídas internas de bambu in natura. não folheado ou chapeado.75 mm .21.00 da NBM/SH. classificados conforme códigos da NBM/SH.00.29. para utilização no respectivo processo de fabricação de equipamento de compressão de gás natural comprimido (NBM/SH 8414. 29. (Dec.12. para obtenção dos produtos igualmente indicados no mencionado Anexo.277/2007) XCII – no período de 01 de agosto de 2007 a 31 de julho de 2009. 30.10 DECRETO 14.10. 31. classificados nos códigos da NBM/SH respectivamente indicados.311/2006) f) válvula 1/2" com atuador .00. pelo importador. (Dec. de aço carbono.14. (Dec. sucatas e outros produtos.7220. bobinas. (Dec. 29.no período de 1º de outubro de 2006 a 31 de março de 2013. nem revestido. e destinados à utilização no processo produtivo do importador.818/2006) LXXXVII .80.311/2006) LXXXVIII .atualizado até 30 junho 2011 . 29. de largura inferior a 600 mm e de espessura inferior a 4. (Dec.11) e unidade de estocagem de gás natural comprimido (NBM/SH 7311. de espessura igual ou superior a 4.80. 28. (Dec. classificados nos códigos da NBM/SH respectivamente indicados.NBM/SH 8481.b) produto laminado plano.621/2006) b) escória de altos-fornos granulada (areia de escória) proveniente da fabricação do ferro fundido. (Dec. 29.10.00. (Dec.10.10.00.NBM/SH 7211. 36. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação.NBM/SH 8419. respectivamente indicados.no período de 01 de junho de 2006 a 31 de dezembro de 2009. (Dec. folhagem e frutos artificiais.NBM/SH .NBM/SH 2523.003/2010) XCI – a partir de 01 de abril de 2007. realizada por estabelecimento industrial.90.90. realizada diretamente por estabelecimento industrial. dos produtos a seguir relacionados.311/2006) b) radiador . 29.00): (Dec. realizada diretamente por estabelecimento industrial.NBM/SH 8481. 29. realizada por estabelecimento industrial.269/2009) LXXXIX .50. 36. na importação de flor.NBM/SH 9026.no período de 01 de junho de 2006 a 30 de setembro de 2015.95.80.95. no valor correspondente a 50% (cinqüenta por cento) do imposto devido na importação dos seguintes insumos. para utilização.261/2011) a) cimento não-pulverizado (clínquer) .311/2006) e) válvula 2" com atuador . bomba de abastecimento (NBM/SH 9028. classificados nos códigos 6702.80. (Dec.707/2007) PRODUTO a) lâmpadas halógenas 12v CÓDIGO DA NBM/SH 8539. 33.NBM/SH 8537. (Dec.621/2006) XC – no período de 1º de janeiro de 2007 a 31 de dezembro de 2012. de largura inferior a 600 mm. relacionados no Anexo 55. 30. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS incidente na importação. chapas.311/2006) c) quadro Murphy .80.10: (Dec.00 e 6702. cobre ou alumínio. 29. (Dec. 29. quando promovidas por produtor.90. (Dec.00. perfis. de aço. de barras.NBM/SH 2618.31).00.311/2006) d) medidor massico . para utilização no respectivo processo produtivo de artefatos de plástico.818/2006) c) produto laminado plano.887/2007) a) compressor .NBM/SH 8414. no processo de fabricação de cimento comum – NBM/SH 2523.75 mm e superior a 3 mm . 28. na importação dos produtos a seguir indicados: (Dec.

observando-se que. de monitores. realizada diretamente por estabelecimento industrial.453/2011) a) a partir de 15 de agosto de 2007. aplicando-se o disposto no § 23. 32.21.11 8471. fonte de alimentação 3.29.30.50. gabinete 4. caixa de som 2. 32.20 8473.20. o valor correspondente ao ICMS incidente na importação de barrilha vidreira. o respectivo desembaraço aduaneiro deve ocorrer neste Estado.32. wedge seal 12v e stop taill 12v d) lâmpadas pérola/torpedo 24v e wedge seal 24v 8539.90 8471. 31. no valor correspondente a: (Dec. classificada nos códigos NBM/SH 2836.29. realizada diretamente por estabelecimento industrial.21. classificados nos códigos da NBM/SH respectivamente indicados. placa mãe ("motherboard") 8. no valor correspondente a 40% (quarenta por cento) do ICMS.31. outras unidades de memória para discos ópticos 4.626/2010) XCVI – na importação dos insumos ou matérias-primas a seguir relacionados.60. 100% (cem por cento) do ICMS devido (Decreto nº 30. unidades de memória para discos magnéticos flexíveis (Dec.00 8504.70.51.70. (Dec.707/2007): (Dec. (Dec.30. na importação de engrenagens forjadas.21 8528. para a produção de peças automotivas para veículos de quatro rodas. 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido: PRODUTO 1. a partir de 1º de abril de 2011.20.876/91 . mouse NBM/SH 8518. para utilização na fabricação de vidros planos e de artefatos e embalagens de vidro. 36. monitor 7. wedge base 12v.29 8471.53 DECRETO 14.884/2008) PRODUTO 1. unidade de memória para discos magnéticos rígidos. inclusive aquele decorrente de substituição tributária.90 8539.atualizado até 30 junho 2011 . leitor de cartão 5.90.99. classificadas no código da NBM/SH 8708.11 b) a partir de 10 de dezembro de 2008. 32.41 8471. com um só conjunto cabeça-disco (hda – "head disk assembly") 3. para utilização no processo de fabricação de microcomputadores e.346/2008) XCIV – no período de 01 de novembro de 2008 a 31 de dezembro de 2010.no período de 1º de dezembro de 2008 a 31 de dezembro de 2022.b) lâmpadas halógenas 24v c) lâmpadas pérola/torpedo 12v.90 XCIII – a partir de 01 de dezembro de 2007. processador 2.11 8542. (Dec. 35.21 8473. memória 6.10 8539.884/2008) NBM/SH 8542.12 8471.00. a partir de 1º de outubro de 2010.70.40.482/2008) XCV . incidente na importação de óleo diesel realizada por refinaria de petróleo ou suas bases.10 e 2836.

móveis e eletrodomésticos usados.51. a partir de 1º de agosto de 2010. realizada diretamente por estabelecimento industrial. (Dec. pelo importador. (Dec. na saída interna ou interestadual de biodiesel B100. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS incidente na importação. outros monitores policromáticos dos tipos utilizados.917/2008) XCIX – a partir de 24 de março de 2009.) (Dec. para uso. portáteis 5.no período de 01 de abril de 2009 a 31 de março de 2011. na saída interna de óleo combustível com baixo teor de enxofre. placas de memória com superfície inferior ou igual a 50 cm 3. dispositivos de cristais líquidos – LCD NBM/SH 8473.30. 35.30. o disposto no § 23. c) a partir de 1º de abril de 2011. teclado 36. dos produtos relacionados no Anexo 59.469/2010) DECRETO 14.71 da NBM/SH 4. 8528. exclusiva ou principalmente. quando destinado a distribuidora de combustíveis. (Dec.876/91 . devolvidos por pessoas físicas em virtude de inadimplência no pagamento do financiamento das referidas mercadorias.227/2009) CII – a partir de 15 de junho de 2009. observado o disposto no § 26.9. para utilização no respectivo processo produtivo. realizados pela Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL e relativos à contratação de energia elétrica proveniente de novos empreendimentos. a serem utilizados em ônibus e caminhões. junto com máquina automática para processamento de dados classificada na posição 84. na venda. 9013. por instituição financeira. (Dec. dos produtos relacionados no Anexo 58.42.916/2008) XCVIII – a partir de 01 de janeiro de 2009. observado o disposto no § 28 (Convênio ICMS 136/2008).30. classificados nos códigos da NBM/SH respectivamente indicados. 8473.49 8473.92. classificados nos códigos da NBM/SH respectivamente indicados. telas para máquinas automáticas para processamento de dados. para utilização no processo de fabricação do importador dos artefatos de aço ali referidos. no processo de fabricação dos equipamentos eletrônicos ali referidos. destinado a usina termoelétrica vencedora dos leilões nº 02/2008 e nº 03/2008. 32.49 8473.a partir de 01 de janeiro de 2009.453/2011) 8473.30. classificados nos códigos da NBM/SH ali indicados. sem fonte de alimentação 2. tendo como destinatário estabelecimento comercial varejista. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS incidente na importação. placa de fax moden 10. observado o disposto nos §§ 23 e 27. 8473. 32. 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido: PRODUTO 1. observado. 33. 36.52 (Dec. realizada por estabelecimento industrial. de eletroeletrônicos. 33.118/2011) CI .19.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec.30. do tipo OCB1.no período de 05 de março de 2009 a 31 de dezembro de 2012. na importação dos produtos relacionados no Anexo 61.20. gabinete.10. placa de vídeo 12.116/2009) C .60. placa de rede sem fio ("placa wireless") 11. realizada por estabelecimento industrial de geradores eólicos de energia. XCVII . com ou sem módulo “display” numérico.30.49 8471.80.

(Dec. (Dec. pelo importador. 35. observado o disposto no § 28 (Convênio ICMS 110/2007).10. relativamente ao ICMS complementar referente à diferença de alíquota. importação. nas operações a seguir indicadas.90 7606. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação. realizada por estabelecimento fabricante do mencionado produto.70. nas aquisições internas e na importação de bens destinados a integralizar o ativo fixo do estabelecimento industrial adquirente.468/2010) DECRETO 14. de largura igual ou superior a 600 mm d) chapa de aço inoxidável de espessura igual ou superior a 0. observado.no período de 15 de agosto de 2010 a 14 de agosto de 2012. 33.00 7210. a partir de 1º de agosto de 2010. o disposto no § 23: (Dec.00 7225.99.5 mm mas não superior a 1. 33.34. observado o disposto no § 30. no período de 1º de junho a 31 de julho de 2011.697/2010) b) importação. 36.2 mm NBM/SH 7210. como tal definida e autorizada pelo órgão federal competente. de largura igual ou superior a 600 mm c) chapa de aço revestida de PVC. classificado no código NBM/SH 1107. no processo de fabricação de painéis termoisolantes: (Dec.CIII – a partir de 22 de julho de 2009. a partir de 1º de agosto de 2010.70. para utilização. (Dec.876/91 . (Dec.697/2010) a) a partir de 1º de agosto de 2010.10 7210. (Dec.603/2011) 2.20 7219. para utilização na fabricação de cerveja. de largura igual ou superior a 600 mm b) chapa de aço pintada ou envernizada. 36.10. dos produtos a seguir relacionados. conforme definida e autorizada pelo órgão federal competente.988/2009) CIV – no período de 1º de maio de 2010 a 31 de março de 2012. realizada por distribuidora de combustíveis. 36. 35. (Dec. 35. 35.603/2011) c) no período de 1º de julho a 31 de outubro de 2010. (Dec. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS incidente na importação de malte de cevada.469/2010) a) nas operações internas de aquisição e na importação de insumos para fabricação das mencionadas torres.61.11.452/2011) PRODUTO a) chapa de aço revestida de liga de alumíniozinco. classificados nos códigos da NBM/SH respectivamente indicados. realizadas por estabelecimento industrial fabricante de torres destinadas à geração de energia eólica. observado o disposto no § 29: (Dec.90 CV – nas seguintes operações com álcool etílico anidro combustível – AEAC: (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . saída interna ou interestadual destinada a distribuidora de combustíveis.0 mm e) chapa de aço de largura igual ou superior a 600 mm revestida de PVC f) chapa de alumínio de espessura superior a 0. 36. realizada diretamente por estabelecimento industrial.697/2010) CVI . realizada diretamente por estabelecimento industrial.603/2011) 1.691/2009) b) nas aquisições em outra Unidade da Federação. 35.

quando destinados à industrialização de alimentos: (Dec. (Dec.(Dec. para utilização no processo produtivo dos componentes eletrônicos relacionados no Anexo 66.550/2010) d) ácido clorídrico em solução aquosa . (Dec. 35. 35. a partir de 1º de dezembro de 2010. (Dec.70. (Dec. quando destinados à fabricação de produtos para tratamento de água e resíduos líquidos: (Dec. (Dec. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação de pigmento de dióxido de titânio.25.90.NBM/SH 2933.90.69. (Dec.19. DECRETO 14.20. 35.550/2010) CVIII – no período de 1º de setembro de 2010 a 31 de agosto de 2012.90. (Dec. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação de insumos e matérias-primas. classificado no código da NBM/SH 3206.NBM/SH 2827. 35.90.19. 35. para utilização no processo produtivo de forros e perfis de PVC. 35. destinados à fabricação de embalagens flexíveis.550/2010) g) ácido tricloroisocianúrico .13.NBM/SH 2933.00.10.90.20. 35. 35.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec.550/2010) d) polpa de pêssego – NBM/SH 2008. (Dec.00.876/91 .19.550/2010) a) polpa de tomate – NBM/SH 2002.550/2010) e) azeitona – NBM/SH 2005.550/2010) b) polpa de maracujá – NBM/SH 0811.90. realizada diretamente por estabelecimento industrial.70. 35. para utilização no respectivo processo de fabricação de elevadores de cargas e de passageiros: (Dec. 35. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação de filmes de polipropileno biaxialmente orientados – NBM/SH 3920. (Dec.NBM/SH 2806. (Dec. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação dos produtos a seguir indicados.11. 35.31.00. 35.NBM/SH 3402.69. 35. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação dos seguintes componentes.550/2010) c) dicloro isocianurato de sódio . 35.10. (Dec.32. (Dec. classificados nos correspondentes códigos da NBM/SH. realizada diretamente por estabelecimento industrial localizado neste Estado.550/2010) h) carbonato de cálcio .00. 35.550/2010) a) sulfato de cobre pentahidratado – NBM/SH 2833.90. (Dec.550/2010) f) ervilha – NBM/SH 0713.11.CVII – no período de 1º de setembro de 2010 a 31 de agosto de 2012. 35. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS devido na importação dos insumos e matérias primas a seguir indicados. 35. realizada diretamente por estabelecimento industrial.987/2010) a) amortecedor hidráulico 8431. classificados nos respectivos códigos NBM/SH.550/2010) c) polpa de uva – NBM/SH 2009.20. 35.550/2010) b) cloreto de bezalconio 50% (cinquenta por cento) .20. (Dec.69. 35.10.955/2010) CXII .NBM/SH 2923. classificados nos respectivos códigos NBM/SH.NBM/SH 2836.700/2010) CXI – a partir de 1º de dezembro de 2010. realizada diretamente por estabelecimento industrial. 35.550/2010) CX – no período de 1º de novembro de 2010 a 31 de dezembro de 2012. (Dec.550/2010) CIX – no período de 1º de setembro de 2010 a 31 de agosto de 2012.10.550/2010) f) policloreto de alumínio .50.550/2010) e) nonilfenol .

CXIII – no período de 1º de janeiro de 2011 a 31 de dezembro de 2012. folhas de flandre litografadas e rolhas metálicas. 1. realizada por estabelecimento industrial que produza o referido produto.49.50 e 1. 1. realizada diretamente por estabelecimento industrial. (Dec. folheados.75.00 (oitocentos milhões de reais). 36. para utilização no processo produtivo dos produtos respectivamente indicados: (Dec.10. realizada diretamente por estabelecimento industrial.00 2815.90 3824.00 2909. desde que: (Dec.19.31.90 2815. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS incidente na importação.60.10 2835.99. 36.11. (Dec.00.000 (sessenta mil) toneladas para importação do produto. observado o disposto no § 31.00. (Dec.31.067/2010) CXIV – a partir de 1º de fevereiro de 2011. no mínimo. relativamente ao ICMS complementar referente à diferença entre a alíquota prevista para as operações internas e aquela estabelecida para as operações interestaduais.460/2011) b) seja observado o limite de 60. classificada no código 3907.460/2011) a) a importação seja realizada por estabelecimento com faturamento anual relativo às saídas internas de.52 29.876/91 .460/2011) CXVII . (Dec.562/2011) RODUTO IMPORTADO a) hexametafosfato sódio b) carbonato de (barrilha densa) de NBM/SH 2835.118/2011) CXVI – no período de 1º abril de 2011 a 30 de abril de 2012. 36.90.000.31 3402.00 da NBM/SH.31. 600. 36. de carcaça de contador de fluidos. R$ 800.4100 DECRETO 14.12. 500. chapeados ou revestidos.00 dispersante defloculante dispersante defloculante alcalinizante Poliol pasta pronta semfix c) tripolifosfato de sódio d) soda cáustica líquida e) soda escama f) dietilenoglicol g) dipropilenoglicol h) genapol PF i) monoetilenoglicol 2839.41.00 3201. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS incidente na importação dos produtos discriminados a seguir.09. 36. de veículos destinados a integralizar o ativo fixo de estabelecimento prestador de serviço de transporte de cargas. classificada no código da NBM/SH 7419.29 2905. destinada à utilização pelo importador.00 e 7210.10. nas aquisições em outra Unidade da Federação. pelo importador.75 m/s d) máquina de tração para 400.b) freio de segurança instantâneo e progressivo c) limitador de velocidade 0.12. 800. de laminados planos de ferro ou aço não-ligado. em cobre. tampas.atualizado até 30 junho 2011 .000. 36.00 da NBM/SH. no valor correspondente ao ICMS incidente na importação de resina de polietileno tereftálico virgem . 36. no valor correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do ICMS incidente na importação. 8431.90. classificados nos códigos 7210.10.00 2909.90.20.PET. 8428. 1250 e 1500 kg 8431. no processo de fabricação de contador de fluidos.31. realizada por estabelecimento industrial.50.39. e destinados à utilização.90.90 PRODUTO FABRICADO dispersante NBM/SH sódio 2836. a partir de 1º de maio de 2011.097/2011) CXV – no período de 1º de fevereiro de 2011 a 31 de janeiro de 2013. no processo de fabricação de latas. de largura igual ou superior a 600 mm. (Dec.

10. 617. quando a saída subseqüente do adquirente destinar-se à exportação. quando da entrada da mercadoria no estabelecimento. (Dec. 20. 9º. (Dec.j) uréia técnica k) dioctiftalato l) resina PVC (solvin 367 e 374) m) foraperle / zonyl 225 n) sulphur black (corante preto enxofre) 3102. considera-se aí incluído aquele objeto do diferimento. fica dispensado o recolhimento do imposto. aquele adotado na primeira Nota Fiscal emitida no exercício. deverá atender ao disposto no art. independentemente de qualquer comunicação.530/92) a) no prazo normal do fabricante ou produtor. em cada exercício fiscal. 15.na hipótese do inciso XXI do "caput". § 35. quando da saída subseqüente.750/98) V .00. III . esteja esta sujeita ou não ao pagamento do tributo. no ato da aquisição do produto. com a ressalva das disposições em contrário previstas na legislação tributária. quando do recolhimento do imposto pela contratante. 19. e no art. promovidas pelos respectivos estabelecimentos. indicada no inciso XIX do "caput". (Dec.11. 20. § 2º O imposto devido pelas saídas mencionadas neste artigo será recolhido pelo destinatário: I . 15. na fabricação de baterias e grupos geradores destinados exclusivamente à exportação.90 3204. configurando-se como sistema de recolhimento. 27. o contribuinte poderá optar.12 3204.506/91) § 4º A empresa destinatária. (Dec. § 5º Na hipótese do inciso XX do "caput": a) fica dispensado do recolhimento do imposto diferido o contribuinte que tenha utilizado.876/91 .20.19.750/98) b) quando a saída subseqüente não estiver sujeita ao pagamento do imposto. pelo pagamento do imposto quando da saída a que se referem estes dispositivos. na proporção das saídas de ração ou de aves e ovos.235/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. em requerimento dirigido pelo contribuinte interessado.733/97) b) a dispensa de recolhimento prevista na alínea anterior depende de prévio deferimento da Secretaria da Fazenda. II . IV . conforme o caso. DECRETO 14.19.nas demais hipóteses.2004) § 3º A Secretaria da Fazenda expedirá as normas complementares que se fizerem necessárias à execução e ao controle das operações referidas neste artigo. especialmente aquelas previstas nos incisos XVI e XXII.na hipótese do inciso XVI do "caput": (Dec. (Dec.750/98) a) quando a saída subseqüente estiver sujeita ao pagamento do imposto.90 impermeabilizante corante 3910.na hipótese do inciso LXXVIII do "caput".na hipótese do inciso XII do "caput".69. observando-se: (Dec. matérias-primas e produtos intermediários beneficiados com o diferimento do imposto.atualizado até 30 junho 2011 . aquele objeto do diferimento será recolhido em DAE específico. 20.00. § 1º Nas hipóteses dos incisos XIII e XIV do "caput". § 2º. b) se o milho importado for alienado a estabelecimento comercial.90 29173200 cola para telagem 39041020 3904.90 3505.

transferências entre estabelecimentos do mesmo titular e sucessão. aquele objeto do diferimento será recolhido tomando-se por base de cálculo a que seria adotada na mencionada operação de saída. observada. no período de 01 de novembro de 1997 a 31 de agosto de 1999. fica dispensado o requerimento previsto na alínea anterior.301/2000) 3. na condição de contribuinte-substituto. (Dec. (Dec. (Dec. na modalidade telefonia móvel celular. 22.2000 – REPUBLICAÇÃO NO DOE DE 08. § 7º REVOGADO a partir de 01 de janeiro de 1992. 20.612/92) § 8º Na hipótese do inciso XXIII do “caput”.301/2000) 2.585/97) b) a partir de 01 de janeiro de 1997. esteja esta sujeita ou não ao pagamento do tributo: (Dec. o benefício fica condicionado a requerimento do interessado dirigido à Diretoria de Administração Tributária -DAT da Secretaria da Fazenda e ocorrerá sob condição resolutória de posterior homologação por aquela Diretoria.a subcontratada fica dispensada de emitir Conhecimento de Transporte. XII. para outra Unidade da Federação.caso o imposto relativo à subcontratação seja superior ao imposto devido pela contratante. em especial quanto ao controle das operações de exportação e do emprego das matérias-primas e produtos intermediários nos produtos industrializados exportados. no período de 01 de junho a 30 de setembro de 1994. fusão. cisão ou incorporação de empresas em que os bens permaneçam neste Estado. § 6º Na hipótese do inciso XXI do "caput". I . 19. quando a saída subseqüente não estiver sujeita ao pagamento do imposto.02. deverá recolher a diferença no prazo de sua categoria. em que os bens permaneçam neste Estado. aplica-se o diferimento ali previsto. 15. a isenção de que trata o inciso CXXVI do art. 9º. 22.301/2000) 1. a partir de 01 de dezembro de 2000. desde que a contratante faça constar do seu Conhecimento de Transporte: a) identificação da subcontratada. será recolhido pelo destinatário. nos termos do art.301/2000) a) a partir de 01 de outubro de 1994.530/92) I .585/97) DECRETO 14. (Dec. transferência de bens de empresa concessionária de serviço de telecomunicação.976/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.677/98) III .876/91 .2001) II . (Dec. devido a este Estado nas aquisições em outra Unidade da Federação.relativamente ao ICMS complementar referente à diferença de alíquota. c) valores relativos ao subcontrato.quanto à concessão do benefício.585/97) 2.12. quando a mencionada saída for decorrente de: (Dec.937/94) (Dec. (Dec. 19.o imposto diferido: (Dec. 22. II . 22. serão observadas as seguintes normas: 17.atualizado até 30 junho 2011 . quando a saída subseqüente estiver sujeita ao pagamento do imposto. observar-se-á: (Dec. (Dec. quando da saída subseqüente. 3º. 22. 22.585/97) a) até 31 de dezembro de 1996.301/2000) 1. a partir de 01 de novembro de 1996. se tributada fosse. 19. 19. 19. 15.585/97) b) será dispensado.c) a Secretaria da Fazenda expedirá normas complementares. além da hipótese prevista no item 1. será observado o seguinte: (Dec. (Dec. b) valores relativos ao contrato. (Dec. esta. considera-se aí incluído aquele objeto do diferimento.

será observado o seguinte: (Dec. 16. (Dec. 16. 16. (Dec.482/93) i) fontes energéticas. 17.nas operações de importação do exterior. 16. (Dec. 16. 19. 19.585/97) a) no período de 01 de junho de 1994 a 31 de dezembro de 1996. 16. especificando-se os componentes que o integrarão.482/93) III . (Dec. (Dec. 16.482/93) I .482/93) h) mecânica fina. (Dec. em se tratando de operação de importação do exterior. 16.482/93) d) instrumentação de precisão. 16. (Dec. o respectivo projeto de montagem do bem. destinadas à reposição e à montagem de máquinas. aqueles relacionados com as atividades administrativas do adquirente. 16. (Dec. (Dec.o ICMS diferido será recolhido da seguinte forma: (Dec. em se tratando de operações internas e interestaduais. (Dec.482/93) a) até o último dia do 4º (quarto) mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador. (Dec. Para os efeitos do inciso XXV.na hipótese do inciso anterior. (Dec. 19. 16. 16. consideram-se bens do ativo fixo as partes e peças. (Dec. (Dec. podendo. sem prejuízo das penalidades cabíveis.482/93) c) telecomunicação. excluídos.585/97) b) a partir de 01 de janeiro de 1997. o benefício somente abrange os insumos e matérias-primas a serem utilizados na fabricação dos produtos referidos no inciso anterior.relativamente a partes e peças. excluídos.876/91 .482/93) a) informática. inclusive.atualizado até 30 junho 2011 .585/97) VI . nessa hipótese. 16. serão observadas as seguintes normas: (Dec. (Dec. desde que fique comprovada destinação diversa do bem.482/93) DECRETO 14. 17. (Dec.482/93) b) até o último dia do 3º (terceiro) mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador. aparelhos e equipamentos para uso do beneficiário.IV . (Dec. 16. em qualquer hipótese.482/93) e) automação industrial. aparelhos e equipamentos.considera-se empresa de base tecnológica aquela que tenha como atividade-fim o desenvolvimento e a fabricação de produtos ou processos fundamentados na aplicação sistemática de conhecimentos científicos e tecnológicos e que utilize técnicas consideradas inovadoras ou pioneiras nas áreas de: (Dec.482/93) II .a qualquer tempo. quando se tratar de montagem. além de outras exigências estabelecidas para a hipótese. fixar prazo especial de recolhimento do imposto. 17. os procedimentos necessários à obtenção do benefício de que trata o inciso XXIII do "caput" e ao controle da aquisição genérica de bens destinados ao ativo fixo. o contribuinte deverá recolher o ICMS diferido. do requerimento previsto no inciso III deverá constar. em qualquer hipótese. para efeito de fruição do benefício. 16.937/94) § 9º A DAT disciplinará.937/94) § 10.482/93) g) química fina.482/93) f) biotecnologia.482/93) b) microeletrônica.937/94) V . serão consideradas as partes e peças destinadas exclusivamente à montagem de máquinas. aqueles que se relacionem com as atividades administrativas do adquirente. por meio de instrução normativa. acrescido de juros e atualização monetária. para uso do próprio adquirente.

17. Para fins do disposto no inciso XXVII. (Dec. “a” e “b”. no caso da alínea "a". do “caput”.482/93) § 11.876/91 . de acompanhamento e controle das operações objeto do diferimento.17. devendo o interessado apresentar pedido. demonstrativo das aquisições do produto efetuadas mensalmente através de operações internas.504/93) I .479/94) II .a Secretaria da Fazenda poderá editar normas complementares ao acompanhamento e controle das operações objeto do diferimento. recolhido tempestivamente.17. até o 15º (décimo quinto) dia do 3º (terceiro) mês subseqüente ao da saída do algodão do estabelecimento importador. (Dec.391/94) a) na hipótese da alínea "a". Relativamente ao inciso XXVI do "caput": (Dec. até o último dia do respectivo mês subseqüente.391/94) b) na hipótese da alínea "b". para efeito de manutenção ou prorrogação do benefício. à Diretoria Técnica de Coordenação da Secretaria da Fazenda. apresentar. até 31 de maio de 1993.atualizado até 30 junho 2011 .794/97) (Dec.794/97) b) a partir de 01 de maio de 1997. 1. 16.a Secretaria da Fazenda. serão observadas as seguintes normas: (Dec. a partir de 15 de novembro de 2006. discriminando os produtos a serem comercializados bem como os insumos a serem importados.o valor do ICMS diferido será considerado contido no ICMS relativo às saídas subseqüentes do produto importado. a ser cumpridos pelo regrário da sistemática. 16. até o termo final de duração do incentivo. ambas da Secretaria da Fazenda.a concessão do benefício fica condicionada a deferimento prévio da Diretoria de Administração Tributária. 3 e "b".2006) § 12. por meio de portaria.504/93) II . 19. (Dec. inclusive quanto ao beneficiamento do algodão em rama ou desenvolvimento da respectiva cultura dentro do Estado.16. (Dec.17. 1. não seja sujeita à incidência do mencionado imposto.482/93) VI . ficando dispensado o pagamento de qualquer complementação. (Dec. de contrapartida. (Dec. não será atualizado nem sofrerá quaisquer outros acréscimos. antes da primeira importação. na hipótese da alínea "a". do referido inciso XXVII.o imposto diferido será recolhido: (Dec. ou na impossibilidade fática de observância desse prazo e nas demais hipóteses da referida alínea. esteja esta sujeita ou não ao pagamento do tributo. (Dec.IV . apresentar. e a partir do período fiscal de abril de 1994.391/94) III . 16.29. juntamente com o imposto incidente sobre essa última operação. cada empresa interessada deverá: (Dec.fica dispensado o pagamento do ICMS diferido quando a saída subseqüente do produto importado for para outro Estado e.654/93) DECRETO 14. Para os efeitos do inciso XXIX do “caput”.794/97) § 13.794/97) I .17. 16. (Dec.482/93) V . poderá estabelecer mecanismos: 19. do mesmo inciso. por ocasião a saída do produto final. demonstrativo que contenha programação da totalidade das importações do produto a serem efetuadas no período de duração do incentivo.17. 19. ouvida a Diretoria Técnica de Coordenação. será observado o seguinte: (Dec.391/94) a) na hipótese da alínea "a" do referido inciso. à Diretoria Técnica de Coordenação da Secretaria da Fazenda.851/2006 – REPUBLICADO DOE 28.11. (Dec. 19. (Dec. do mencionado inciso XXVII. a) até 30 de junho de 1995.para efeito de avaliação posterior da sistemática adotada.391/94) b) a partir do período fiscal de fevereiro de 1994. do mesmo inciso.o ICMS diferido. interestaduais ou de importação do exterior. (Dec. porventura devida. 16.

048/94) DECRETO 14.17.654/93) IV . em especial.654/93) § 14. (Dec.247/94) b) até o último dia do 3º (terceiro) mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador.654/93) c) na fase de produção. (Dec. ou o desenvolvimento de processos. terceiro e quarto meses subseqüentes ao do desembaraço aduaneiro.o ICMS diferido será recolhido adotando-se os procedimentos e prazos a seguir indicados: (Dec. nas áreas elencadas no Anexo 14.17.654/93) d) a conversão das UFEPE's em cruzeiros ocorrerá no dia do efetivo pagamento e será feita pelo valor vigente nessa data. recolhido tempestivamente.17. onde conste.o benefício abrange também o ICMS incidente sobre a prestação de serviço de transporte relacionada com as mercadorias discriminadas no inciso XXIX. para efeito de controle das operações realizadas. em pedido do interessado. (Dec. o ICMS deverá ser pago até o último dia do mês subseqüente ao do desembaraço aduaneiro.16.247/94) III .654/93) II . relativamente aos produtos ali indicados. que o analisará e o encaminhará à DAT. respectivo cronograma de recebimento. (Dec. não será atualizado nem sofrerá quaisquer outros acréscimos. (Dec. (Dec. vencendo-se cada.o ICMS diferido. além da especificação da duração da fase de implantação do empreendimento.será considerada como fase de implantação a que se refere a alínea "b" do inciso I.247/94) V .o ICMS diferido será recolhido da seguinte forma: (Dec. seu valor será convertido em UFEPE.17. em se tratando de operações internas e interestaduais.I .a concessão do benefício fica condicionada a deferimento pela Diretoria de Administração Tributária . (Dec.16.247/94) IV .18. observando-se: (Dec.654/93) a) à verificação de que o contribuinte recolhe o ICMS de sua responsabilidade nos prazos legalmente fixados.654/93) III . treinamento de pessoal e os testes preliminares de operação.17. ouvida a Diretoria Técnica de Coordenação. aquela em que se realizam as operações de montagem de equipamentos.654/93) b) a deferimento prévio da Diretoria de Administração Tributária da Secretaria da Fazenda. (Dec.17.DAT. devendo o interessado formular pedido à Diretoria Técnica de Coordenação . em se tratando de importação do exterior.669/94) a) na hipótese de deferimento.atualizado até 30 junho 2011 . Relativamente ao inciso XXX do "caput": (Dec.654/93) a) no segundo dia subseqüente ao da entrada das mercadorias no estabelecimento importador.16. (Dec. (Dec.247/94) II .247/94) a) até o último dia do 4º (quarto) mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador.17.considera-se empresa de base tecnológica aquela que tenha como atividade-fim a fabricação de produtos. (Dec.876/91 .o diferimento alcança apenas as operações internas e interestaduais com os produtos relacionados no Anexo 14 e a importação do exterior dos respectivos insumos. no último dia do segundo.DTC. vigente nessa data. respectivamente. o ICMS devido será pago em 03 (três) parcelas.16.669/94) I . da Secretaria da Fazenda.16. (Dec. discriminação das mercadorias a serem importadas.16. da referida Secretaria.a fruição do diferimento fica condicionada: (Dec. 16. fundamentados na aplicação sistemática de conhecimentos científico e tecnológico.16. (Dec.654/93) b) na fase de implantação do empreendimento.16.17. bem como estimativa de produção.16. o ato concessivo terá efeito retroativo: (Dec. inclusive com aquelas recebidas sob o regime de "drawback".

893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.9900. Para efeito do disposto no inciso XXIII.385/94) § 16. nos termos DECRETO 14.048/94) b) no caso de operações de importação do exterior. igualmente. (Dec. o ICMS será devido quando o gado for destinado ao abate.289/2008) a) para fins de transporte e aproveitamento do crédito fiscal pelo destinatário. realizadas no período entre a protocolização do pedido e o deferimento. (Dec.247/94) VII .2000) b) tratando-se de contribuinte com estabelecimento fixo. na saída para outra Unidade da Federação.17.do pedido de que trata o inciso anterior deverão constar a relação de produtos a serem comercializados com os respectivos códigos da NBM/SH. e atestado fornecido pelo ITEP no sentido de que os produtos. 9º.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 21.876/91 .65. inclusive de importação do exterior. 21.a Secretaria da Fazenda poderá editar normas complementares ao acompanhamento e controle das operações objeto do diferimento. sem o recolhimento do ICMS devido. (Dec. fica condicionado à inexistência de fabricação.01. antes de iniciada a remessa.17. havendo indeferimento do pedido. substitua o comprovante de recolhimento exigido na alínea anterior. à data da protocolização do pedido.não será exigido: (Dec.048/94) 2. no Estado de Pernambuco.07.01. O disposto no inciso XXIII do "caput" aplica-se. 21. (Dec.01. será exigido.17. "b" do “caput”.18.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. às operações internas. aplica-se a norma contida no § 75 do art. relativamente a rótulos e tampas. a relação dos insumos a serem importados do exterior.17. (Dec. com os acréscimos legais cabíveis. quando a saída do produto industrializado não for tributada. no prazo de 30 (trinta) dias.247/94) § 15. contados a partir da data do respectivo despacho da DAT. Na hipótese do inciso XXXII do “caput”. (Dec.99. ou quando da sua saída para outra Unidade da Federação. 21.669/94) VI . somente poderá ocorrer mediante entrega de cópia autenticada do pedido protocolizado. objeto do pedido.2000) (Dec. dentro do Estado. à data subseqüente ao termo final de gozo do benefício previsto no inciso XXV do "caput".62.988/94) §18.17.2000) II – até 31 de outubro de 2007. observando-se o seguinte (Convênios ICM 15/88 e ICMS 113/2007): (Dec.01. realizadas no período de 01 de abril de 1991 a 31 de dezembro de 1994. o contribuinte deverá recolher o imposto devido. 32.17. nos códigos 84.2000) a) na hipótese da alínea "a". poderá ser autorizado que um demonstrativo da existência de saldo credor na conta gráfica do ICMS. a liberação das mercadorias.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE I .669/94) c) no caso da alínea anterior. (Dec. O benefício estabelecido no inciso LIII do "caput".atualizado até 30 junho 2011 .2000) b) na hipótese da alínea "d". respectivamente.0000 e 84. nos demais casos.99) § 19. no local de desembaraço. estão enquadrados na relação contida no Anexo 14. nas condições ali previstas.01.514/94) § 17.18. (Dec. o comprovante de recolhimento do imposto deverá acompanhar a mercadoria. (Dec.17. classificadas. da NBM/SH. (Dec. 21. em relação a cada remessa. dos referidos produtos. se for o caso.1. (Dec. quando o requerente houver sido beneficiário deste.10.800/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. O imposto diferido previsto no inciso LIV do "caput": 01. (Dec. 21. de prensas e máquinas automáticas de estampagem de tampas metálicas.

01.01. Até 31 de outubro de 2007.2000) § 20.514/2005) 1. o contribuinte deverá preencher os seguintes requisitos: (Dec. o documento fiscal que acobertar o transporte da mercadoria deverá conter a indicação do número do respectivo processo. polímero de polietileno tereftalato . 21. paraxileno: nafta petroquímica. não ter sócio que participe de empresa considerada inidônea perante a Fazenda Estadual.2000) (Dec.estabelecidos em portaria do Secretário da Fazenda. 28. em uma única quota mensal. 28. receber a mercadoria acobertada por documento fiscal com destaque do imposto.01. 01.fica dispensado o recolhimento do imposto.01. a referência feita à Administração Pública somente se aplica ao Poder Executivo. (Dec. for isenta ou não tributada pelo ICMS. (Dec.2.016/2000 – ERRATA DOE DE 15.01. a correspondente matéria-prima básica é aquela respectivamente indicada: (Dec. (Dec. observando-se que. quando a saída subseqüente do adquirente for objeto de diferimento. para concessão do regime especial previsto nesta alínea. 28. no período.PET e filamento. 21. não será exigido quando a saída do produto do estabelecimento industrial. o imposto poderá ser pago.469/2010) DECRETO 14.2000) 2. o aproveitamento do crédito fiscal só será admitido quando o mencionado documento estiver acompanhado do respectivo documento de arrecadação (Convênios ICM 15/88 e ICMS 113/2007).893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. ali referido. será o devido na respectiva operação. ácido tereftálico: paraxileno. (Dec. (Dec. 35.o valor do ICMS a ser diferido: (Dec.2000) (Dec.289/2008) § 21. PARTIR DE 01. 28. no prazo da categoria.2000) 1. mediante regime especial com expressa anuência do Estado destinatário da mercadoria. 21.514/2005) II . estar em situação cadastral regular perante o CACEPE. relativo ao regime especial mencionado nesta alínea. observando-se: (Dec.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.514/2005) a) na hipótese da nafta petroquímica. 21.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.514/2005) 3. O imposto diferido previsto no inciso LXXXVI do caput e.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 21.514/2005) b) nas demais hipóteses.1. das Unidades da Federação de origem e destino. relativamente ao disposto no inciso LIV do "caput". 22. Relativamente ao inciso XLIV. ter apresentado a GIAM.atualizado até 30 junho 2011 .2000) 2.514/2005) 2. 28.514/2005) § 23.893/99 – EFEITOS A 2. será observado o seguinte: (Dec. (Dec. (Dec. 21.01.514/2005) I . (Dec. 27. 21. fibra ou polímero de poliéster: ácido tereftálico. (Dec. sendo vedado o destaque do imposto. inclusive quanto ao parcelamento de débitos fiscais. nas operações internas.02.4.2000) 2. Relativamente ao disposto no inciso LXXXV. 32. na fabricação dos produtos a seguir relacionados. o remetente promover para o mesmo destinatário. a partir de 1º de agosto de 2010.3.893/99 – EFEITOS A PARTIR DE c) para fins do disposto na alínea "a". estar regular com sua obrigação tributária principal. (Dec.541/2005) § 22.876/91 . 28. 28. nos incisos CII e CIII. relativamente ao último período anterior ao do pedido. 28. (Dec.2000) 2. englobando todas as saídas que. (Dec. será calculado com base no volume do produto final proporcionalmente equivalente ao volume da matéria-prima básica adquirida com diferimento do imposto. na hipótese de o contribuinte deste Estado.01.

desde que fique comprovada destinação diversa da mercadoria. devendo constar no quadro "DADOS ADICIONAIS". que será utilizada.381/2010) a) ao B100.467/2008) § 25 O diferimento previsto no inciso LXVI.381/2010) I – para efeito de aproveitamento do diferimento ali previsto. 35. do "caput".381/2010) § 29. (Dec.467/2008) § 26. 32. "b". 35. será dispensado o respectivo recolhimento. quando da aquisição da mercadoria. no período de 1º de janeiro a 23 de março de 2009. 1. o contribuinte deverá efetuar o respectivo recolhimento.467/2008) I . acrescido de juros e atualização monetária. promovida pela distribuidora de combustíveis. observar-se-á o seguinte quanto ao imposto diferido: (Dec. bem como a expressão: "Nota Fiscal emitida conforme o art.381/2010) (Dec. observadas as demais disposições contidas no Convênio ICMS 110/2007. (Dec. óleo combustível com recolhimento antecipado do ICMS. emitirá Nota Fiscal de entrada.467/2008) III . para acompanhar a mercadoria do domicílio da pessoa física até a entrada no estabelecimento. Na hipótese do inciso XCVII. 35. 32. § 26. (Dec. (Dec. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 .deve ser tomado como valor de partida. quando da respectiva saída subseqüente. 32. Na hipótese do inciso XCVIII. (Dec. observar-se-á: (Dec. para o cálculo do mencionado imposto. 32.381/2010) III – ficam convalidadas as operações realizadas com o diferimento previsto. (Dec. também se aplica ao ICMS devido por substituição tributária. (Dec.381/2010) b) ao AEAC. “b”.467/2008) II . observando-se: (Dec. poderá proceder ao ressarcimento do imposto recolhido antecipadamente junto ao respectivo fornecedor que tenha efetuado a retenção. no período de 1º de julho de 1999 a 31 de julho de 2010. o endereço onde se encontra a mercadoria.381/2010) I – o imposto será diferido para o momento em que ocorrer a saída da gasolina resultante da mistura com AEAC ou a saída do óleo diesel resultante da mistura com B100. 35. 35. sem prejuízo das penalidades cabíveis. o imposto diferido será recolhido pela distribuidora de combustíveis até o 10º (décimo) dia do mês subsequente à respectiva saída. do Decreto nº 14.916/2008) § 27.§ 24 Relativamente ao inciso LXVI. (Dec. inclusive para a Zona Franca de Manaus e para as Áreas de Livre Comércio. “a”. 32. Relativamente ao disposto nos incisos XCIX e CV.381/2010) II – na hipótese de saída isenta ou não-tributada de AEAC ou B100. o preço praticado na referida saída. (Dec. promover a saída da mencionada mercadoria com diferimento. (Dec. juntamente com o imposto retido por substituição tributária incidente sobre as operações subsequentes com gasolina ou óleo diesel até o consumidor final. 13. considera-se incluído no imposto relativo à referida saída. do "caput".467/2008) II . observar-se-á: (Dec. as seguintes condições: 35. 32. o estabelecimento varejista. relativamente: (Dec. devendo ser recolhido de uma só vez.467/2008) I . inclusive. neste Estado. tendo adquirido. Relativamente ao disposto no inciso CV. até o 9º (nono) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer a citada saída. 35.se a saída subseqüente for tributada.se a saída subseqüente não for tributada.em qualquer caso e a qualquer tempo.917/2008) § 28. 32. "b". nos termos estabelecidos em portaria do Secretário da Fazenda. 32. 35.876/1991".1 e 1.o imposto será recolhido pelo estabelecimento comercial atacadista.2. no campo "Informações Complementares". o contribuinte que.876/91 . DECRETO 14. 32.

a indicação do número e da data de emissão da respectiva Declaração de Importação – DI. quando a importação for efetuada por distribuidora de combustíveis. com os acréscimos legais cabíveis.381/2010) b) pela refinaria de petróleo ou suas bases.381/2010) § 30. juntamente com o imposto retido por substituição tributária incidente sobre as operações subsequentes com gasolina até o consumidor final. para obtenção da gasolina resultante da mistura do citado AEAC com a gasolina A. em substituição à data do desembaraço aduaneiro. (Dec. 35. 35. desde que o contribuinte tenha efetivado o registro da DI na RFB no prazo a que se refere a alínea “b”. 36. até 30 de setembro do mesmo ano. pode ser considerada. 36.381/2010) d) na saída do AEAC importado deve ser emitida Nota Fiscal específica. quando não atendidas as condições previstas nas alíneas “b” a “d” do inciso I. observar-se-á: (Dec. 35. 35. 35. (Dec. considerando-se como termo inicial o período fiscal em que tenha ocorrido o respectivo desembaraço aduaneiro. sujeita o contribuinte ao recolhimento do imposto que tenha sido diferido. 35.097/2011) I – a fruição do benefício fica condicionada: (Dec. 35. no mínimo. a saída subsequente da mercadoria deve ocorrer em 30 (trinta) dias.atualizado até 30 junho 2011 .097/2011) II – a inobservância da condição prevista no inciso I.697/2010) § 31. (Dec.097/2011) b) à aquisição anual de.381/2010) c) o produto importado deve ser alienado exclusivamente à distribuidora de combustíveis. (Dec. (Dec. dispensada a exigência prevista na alínea “a” do inciso I do referido parágrafo. na saída destinada a distribuidora de combustíveis. 36. (Dec. observadas as demais disposições contidas no Convênio ICMS 110/2007. 36.381/2010) e) para fins do disposto na alínea “b”: (Dec.697/2010) 2. 50 (cinquenta) veículos para utilização na atividade-fim do contribuinte. “c”: (Dec. a data do registro da Declaração de Importação . 35.a) o contribuinte deve estar credenciado nos termos do § 8º do art. Relativamente ao disposto no inciso CXIV do caput. (Dec.876/91 . 35. nos termos de portaria do Secretário da Fazenda. no caso de o desembaraço aduaneiro ser realizado a partir de 1º de setembro. 35. nos termos do item 2 da alínea “b” do mencionado inciso CV. podendo ser posterior a 30 de setembro.697/2010) II – o recolhimento do imposto diferido será efetuado: (Dec. 36.DI na Secretaria da Receita Federal do Brasil RFB.755. (Dec.697/2010) 1. com os acréscimos legais cabíveis.603/2011) b) a importação deve ocorrer no período de 1º de abril a 31 de agosto de cada exercício e a saída interna ou interestadual subsequente. 1º do Decreto nº 21. (Dec.097/2011) a) ao credenciamento do contribuinte.697/2010) II – a saída subsequente da mercadoria deve ocorrer em 30 (trinta) dias contados do desembaraço aduaneiro. respeitado o termo final ali referido relativo à saída subsequente da mercadoria. de 08 de outubro de 1999. Para aproveitamento do diferimento previsto no inciso CV. 35. relativamente ao exercício fiscal em que as aquisições de veículos tenham sido inferiores ao limite ali estabelecido.381/2010) a) pelo importador. (Dec.097/2011) DECRETO 14. devendo conter. (Dec.697/2010) I – pode ser considerada a data do registro da DI na RFB. 35. 36. no campo “Informações Complementares”. (Dec. (Dec. “b”.

salvo prova em contrário. 36. (Dec.III – não se aplica o diferimento quando as mencionadas aquisições se referirem a bens alheios à atividade-fim do estabelecimento.876/91 .097/2011) DECRETO 14. os veículos de transporte pessoal e as aquisições para o ativo permanenteinvestimento. presumindo-se como tais.atualizado até 30 junho 2011 .

atualizado até 30 junho 2011 .527/96) a) na saída de mercadoria de estabelecimento de contribuinte. sem destinatário certo. VI . 19. do mercado atacadista regional. b) o valor no varejo das citadas mercadorias onde se exigir o pagamento do imposto. do Imposto sobre Operações de Câmbio e demais despesas aduaneiras devidas. acrescido do valor do Imposto de Importação. quando este for fixado pela autoridade competente ou pelo fabricante. quando for o caso.o valor de que decorrer a operação: (Dec. ou de sua similar. (Dec. (Dec. considerando-se: (Dec. (Dec.527/96) III .na industrialização efetuada por outro estabelecimento: a) o valor agregado durante o processo de industrialização. ressalvado o disposto no inciso XV: (Dec. sucessivamente. A base de cálculo do imposto é: I .527/96) c) na transmissão. a terceiro. na sua falta.2003): 25. a terceiro. de 23. de propriedade de mercadoria depositada em armazém-geral ou em depósito fechado localizado na Unidade da Federação do transmitente.876/91 .335. quando se estabelecer expressamente a incidência sobre o fornecimento da mercadoria.na entrada de mercadoria importada do exterior (NR Lei nº 12.CAPÍTULO VI Da Base de Cálculo Art. quando a mercadoria for recebida sem imposto destacado no respectivo documento fiscal. ou de título que a represente. compreendendo este o preço da mercadoria empregada. IV .01. 19. o preço corrente da mercadoria fornecida ou empregada. incluído o da mercadoria recebida e o agregado durante o processo de industrialização. do IPI. 14. 19. 19. inclusive IPI e despesas acessórias. nas vendas a outros comerciantes ou industriais.527/96) b) na transmissão. inclusive de energia.na hipótese de saída de mercadoria. c) o valor constante do documento fiscal de origem. caso o remetente seja industrial. caso o remetente seja comerciante. VII . 19.527/96) a) caso o remetente seja produtor. no mercado atacadista do local da operação. juntamente com a prestação de serviço de competência tributária municipal. o valor total da operação.na entrada de mercadoria conduzida por contribuinte de outra Unidade da Federação. 19. acrescido. quando a mercadoria for recebida com imposto destacado no respectivo documento fiscal. quando a mercadoria não tiver transitado pelo estabelecimento transmitente. 19. cada possibilidade: a) o preço máximo de venda no varejo. a partir de 01 de novembro de 1996. do percentual indicado no art. 19. (Dec.350/2003) (Dec. V . a) o valor constante dos documentos de importação convertido em moeda nacional. esgotada. 19. b) o valor total. de propriedade de mercadoria.na falta do valor a que se referem o inciso anterior e o inciso XLVII. c) o preço FOB do estabelecimento comercial à vista.527/96) b) o preço FOB do estabelecimento industrial à vista.527/96) DECRETO 14. I. ou. (Dec.na hipótese de fornecimento de mercadoria.527/96) d) nas demais hipóteses de operações a título oneroso. (Dec. o do serviço prestado e demais despesas acessórias cobradas ao destinatário.527/96) II . juntamente com a prestação de serviço não incluído na competência tributária do Município. extrator ou gerador. "b". 19. nas hipóteses legalmente admitidas. o preço corrente da mercadoria.

observandose: (Dec. o valor fixado pela autoridade aduaneira para base de cálculo do Imposto de Importação. do IPI e demais despesas cobradas ou debitadas ao interessado. inclusive importada do exterior. bem como. 19.527/96) XI .01.527/96) b) a partir de 01 de novembro de 1996. se houver variação da taxa de câmbio até o pagamento do efetivo preço.2001) Decreto nº 14. acrescendo-se. a partir de 01 de novembro de 1996. o valor da mercadoria ou bem constante dos documentos de importação.no fornecimento de que trata o art. 19.527/96) 2. todas as despesas cobradas ou debitadas ao adquirente. restaurantes. na saída de mercadoria para o exterior. acrescido do valor do Imposto de Importação. nele incluído o valor dos tributos. (Dec. (Dec. promovidos pelo Poder Público.na prestação de serviço de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação.876/91 DECRETO 14. 23.423/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.01.2001) a) no período de 01 de janeiro a 10 de julho de 2001. observado o disposto no art. relacionadas com a sua utilização.527/96) IX .DETRAN-PE. (Dec.423/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.527/96) 1.527/96) 1. inclusive. a taxa cambial constante de ato declaratório editado pela autoridade federal competente. 19. "a". o valor da arrematação ou da aquisição. 19. 23. o preço da mercadoria expresso em moeda estrangeira será convertido em moeda nacional pela mesma taxa de câmbio utilizada no cálculo do Imposto de Importação. nele incluídos o da mercadoria e da prestação de serviço. 2. 19. taxas e contribuições (NR Lei nº 12. (Dec. cafés e outros estabelecimentos. substituirá o preço declarado. VII. bebidas e outras mercadorias em bares. 19.527/96) 1.01. 19. (Dec. (Dec.876/91 .527/96) (Dec.4% (três vírgula quatro por cento) sobre o valor da operação. o Imposto de Importação. a base de cálculo será reduzida de tal forma que a incidência do imposto resulte na aplicação do percentual de 3. 19.2. 19. 25.527/96) X . o valor cobrado. apreendida ou abandonada. 24.527/96) 3. sem qualquer acréscimo ou devolução posterior. a taxa cambial efetivamente aplicada em cada hipótese.na arrematação em leilão ou na aquisição em licitação. outros impostos. (Dec.527/96) 5. para efeito de cálculo do Imposto de Importação. quanto ao iniciado ou prestado no exterior.01.2001) b) fica convalidada a redução da base de cálculo prevista na alínea precedente praticada anteriormente ao termo inicial de vigência ali indicado. 3º. de mercadoria. das contribuições e demais importâncias cobradas ou debitadas ao adquirente e realizadas até o embarque. (Dec. assim consideradas as importâncias devidas às repartições alfandegárias.1. observando-se: (Dec.335. a partir de 01 de janeiro de 2003. (Dec. o Imposto sobre Produtos Industrializados. XII . (Dec. (Dec. XXI. (Dec. de 23. até 06 de junho de 1990.atualizado até 30 junho 2011 . nos termos da lei aplicável à matéria. o Imposto sobre Operações de Câmbio.527/96) 4. 19. o valor da operação. a soma das seguintes parcelas: (Dec. 23.1. 19. no período de 07 de junho de 1990 a 31 de outubro de 1996.no fornecimento de alimentação.350/2003) VIII . o valor da operação.2003).423/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. o preço do serviço.até 15 de setembro de 1996. na hipótese de a arrematação ser de veículo automotor em leilão promovido pelo Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco . quaisquer despesas aduaneiras. 19.

o custo da mercadoria produzida. 19. quando o arrendatário exercer a opção de compra.na adjudicação ou arrematação. mão-de-obra e acondicionamento (Convênio ICMS 3/95).99) XVI . limitado ao preço máximo de venda praticado pelo estabelecimento destinatário. V: a) o valor das mercadorias. 19. respeitado o disposto no item 2. inclusive gerador de energia. o preço da mercadoria ou de sua similar no mercado atacadista onde se encontrar a mercadoria referida. o seu preço corrente no mercado atacadista do estabelecimento remetente. o valor total da operação. 21. b) relativamente à mercadoria que tenha saído.876/91 . o valor indicado no inciso anterior. (Dec. nele incluídos todos os valores devidos em decorrência do contrato.no arrendamento mercantil.na saída de mercadoria para estabelecimento pertencente ao mesmo titular (Convênio ICM 66/88): (Dec. material secundário.527/96) 1. observado. b) tratando-se de produto primário. XI. observado o disposto no §51.10. pelo arrendatário. quando houver. (Dec. material secundário. mão-de-obra e acondicionamento. 3º. para as suas filiais localizadas neste Estado.na hipótese de entrada de mercadoria não escriturada no livro fiscal próprio: a) relativamente à mercadoria. o respectivo crédito fiscal. na saída interna de produtos incentivados. na saída interestadual.527/96) b) a partir de 01 de novembro de 1996.876/91 DECRETO 14. valor diferente do custo da mercadoria produzida. acrescido das despesas acessórias. XVII . na saída interna e interestadual.527/96) 3. acrescido de outras despesas pagas pelo adjudicante ou arrematante.na saída de mercadoria desacompanhada de Nota Fiscal. (Dec. inclusive frete. quando produtor. promovida por empresa industrial. XIX . § 1º. tratando-se de estabelecimento comercial.XIII . posta de conta ou à ordem.na saída de mercadoria. (Dec. o valor da adjudicação ou arrematação. o valor da operação de venda na Unidade Decreto nº 14.527/96) 2.527/96) c) nos demais casos: (Dec. 3º. por anulação de venda. quando alienadas a contribuinte. o custo atualizado da mercadoria produzida. XVIII . assim entendido a soma do custo atualizado da matéria-prima.527/96) a) até 31 de outubro de 1996. 19. 19. beneficiária de incentivo financeiro. 19. quando da aquisição. (Dec. assim entendido a soma do custo da matéria-prima.823/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. do bem objeto de contrato de arrendamento mercantil. XV . quando posteriormente destinada a eventual comprador. no período de 07 de abril de 1995 a 31 de outubro de 1996. adquirida desacompanhada de documentação fiscal. a partir de 01 de outubro de 1999.atualizado até 30 junho 2011 . observar-se-á: (Dec. 19. seguro e IPI. com os acréscimos relativos ao imposto antecipado.no caso de encerramento de atividade de que trata o art. o valor desta no varejo ou. para fim de abatimento. 19. o valor constante da Nota Fiscal de origem. na impossibilidade de determiná-lo. o valor de aquisição ou. XIV .527/96) a) o valor correspondente à entrada mais recente da mercadoria. na sua falta. na hipótese do art. o valor a nível de atacado da respectiva praça. que ainda esteja em estoque. b) o valor das mercadorias inventariadas na data do encerramento.

19. 3º. deduzir-se-á a parcela equivalente ao Imposto de Exportação. o cálculo será feito.527/96) a) até 31 de outubro de 1996.até 15 de setembro de 1996. nas condições dos incisos IV e V do “caput” do art. convertido em moeda nacional à taxa cambial de compra vigente na data da ocorrência do fato gerador. d) até o dia 31 de dezembro de 1986. observado o valor apurado nos termos deste inciso. levando-se em conta o prazo ali estabelecido. desde que tenha havido emprego de materiais.527/96) b) a partir de 01 de novembro de 1996. o valor da operação ou prestação sobre o qual tenha sido cobrado o imposto na Unidade da Federação de origem. respeitado tratamento diferenciado estabelecido nas operações internas relativamente à mesma mercadoria. XII e XIII: (Dec. o preço mínimo de registro. XXIV . 11.527/96) XX .na redução de base de cálculo. da base de cálculo. c) se da aplicação do disposto neste inciso resultar acúmulo de crédito do imposto. promovida pelo estabelecimento que os houver adquirido do exterior com isenção do Imposto de Importação.atualizado até 30 junho 2011 . a sua absorção far-se-á na forma estabelecida na legislação estadual ou em protocolos dos Estados envolvidos nas operações. (Dec. 3º. 19.527/96) XXVI . f) tratando-se de café em coco. adotar-se-á.na saída de produto em retorno ao estabelecimento que o tenha remetido para conserto ou reparo. XXI . e) o imposto de que trata este inciso será recolhido antes de iniciada a remessa da mercadoria. 19.não ocorrendo o retorno a que se refere o inciso anterior. 19.nas hipóteses do art. b) quando houver diversificação de preços mínimos de registro em função de portos de embarque. 11. convertido em moeda nacional à taxa cambial de compra vigente na data do embarque do café para o exterior. o valor equivalente ao preço mínimo de registro referido no inciso anterior. (Dec. observado o seguinte: a) o disposto neste inciso aplicar-se-á também às remessas com destino a Estado desprovido de porto exportador de café. o menor preço de registro fixado para o tipo de café objeto da operação. (Dec. em que se observará o valor mencionado nos incisos IV e V do “caput” do art. pela conversão de 03 (três) sacas de 40 (quarenta) quilos de café em coco para uma de café em grão. o valor indicado em convênio homologado conforme o disposto em legislação específica. XXIII . (Dec.da Federação de origem.nas operações interestaduais com café cru.876/91 DECRETO 14.876/91 . XXV .527/96) XXII . ressalvada a hipótese de bens do ativo fixo. o valor da operação ou da prestação na Unidade da Federação de origem. 19. nos termos do inciso V do “caput” do art. na exportação de café cru para o exterior. apurada nos termos deste inciso. ressalvadas as hipóteses previstas nos incisos XX e XXI do "caput". o preço cobrado ao remetente pelo fornecimento dos mesmos.na saída de bens de capital de origem estrangeira. a diferença entre o valor da operação de que decorrer a saída e o custo da aquisição dos referidos bens. Decreto nº 14. o valor de que tenha decorrido a saída. para efeito de aplicação do disposto na alínea anterior.

89 a 30.3.91 60%. de uso exclusivamente agrícola. independente de peso. XXVIII .06. com qualquer tipo de motor.91 60%.90 3. XXVII .05.05. os valores do primeiro preço mínimo de registro fixado na semana anterior e demais elementos considerados na apuração. nos documentos fiscais.08. com qualquer tipo de motor.1.000 kg: 2.89 a 31.nas operações com os seguintes produtos.000 kg: 1. no período de 01. monomotores. no período de 01.1. no período de 01. 28. 40%.706/2005) a) aviões: 1.03. de peso bruto até 1. 30%.05. XXX .03. no período de 01. 30%. de peso acima de 1.4. no período de 01.876/91 DECRETO 14. no período de 01. b) os valores mencionados se entendem exatos e líquidos.90 a 30.06. 4.atualizado até 30 junho 2011 . o preço mínimo de garantia fixado pela referida autarquia. adotar-se-ão.nas operações que destinem café ao Instituto Brasileiro do Café .4. para as operações realizadas durante cada período de segunda-feira a domingo.876/91 . no período de 01. que o café se destina à industrialização.04. considerando-se o seguinte: a) o contribuinte deverá mencionar.na saída de mercadoria decorrente de operações de venda aos encarregados da execução da política de garantia de preços mínimos.2.89 a 31.04.3. 60%.08. desconto ou redução. XXIX .89 a 30. 3.06.91 80%. de peso Decreto nº 14.89 3.89 2.07.89 a 30. obedecidos os percentuais indicados relativos ao valor da respectiva operação ou à carga tributária. multimotores. o valor da operação.04. no período de 01.89 1.1.IBC.06. no período de 01. o valor mínimo fixado pela autoridade federal competente.07. quando expressamente mencionados: (Dec.89 3.89 a 31.90 a 30.89 a 30. com qualquer tipo de motor ou propulsão: 3.08.nas operações que destinem café cru diretamente às indústrias de torrefação e moagem de café solúvel. localizadas em outra Unidade da Federação. 50%.g) quando a fixação de preço mínimo de registro efetivar-se diretamente.90 2. no período de 01.09. 50%.89 2.89 1.06.89 a 30.09.2. com motor de combustão interna. monomotores.3.90 1.07. monomotores ou bimotores.4. na forma estabelecida neste Capítulo. vedado qualquer acréscimo. no período de 01.2.03. no período de 01.89 a 30. 40%.90 a 30.06. 2.09. 50%. 70%.

05.90 a 30.90.bruto até 3. no período de 01.90 7. no período de 01. com peso bruto até 8.89 a 31.1. 30%.2. no período de 01.04.89 a 30. 6. no período de 01. turbojatos. 50%.03.89 4. 50%. 50%.000 kg: 9.2.89 4.90 4.000 kg: 4.06.03.90 a 30.05.000 kg: 5.09.06. 50%.07.03.876/91 DECRETO 14.89 10.000 kg: 7. de peso bruto de mais de 3.90 Decreto nº 14.89 a 31.89 a 30.04. no período de 01.89 11.89 a 30. 50%.1.3. no período de 01.90 8.09.1.06.89 a 30. 60%.000 kg: 6. 40%. 50%.89 a 30. multimotores.2. com motor de combustão interna.05.3. no período de 01.3.89 8.08.91 9.06. turbojatos com peso bruto até 35. no período de 01. no período de 01.05.1.04. 30%.09. multimotores.06.07.06.89 a 30.90 a 30. com peso bruto acima de 35.3.2.000 kg: 11.08.2. no período de 01.4. 6. no período de 01. com peso acima de 8.04.05. 30%.89 7.89 a 30.1.05. no período de 01.04.2.08. monomotores e multimotores.06. no período de 01.06. no período de 01.08.07.09.4. no período de 01.03.000 kg até 6.90 a 30.4. 80%.03. monomotores e multimotores.2. 30%. 70%.03.876/91 . de peso bruto acima de 6.07.90 5.1.89 9.91 60%.89 a 31.89 a 30. .89 a 30.90 a 30. no período de 01. no período de 01.89 a 31. 70%.89 5.06. 8.89 6.91 60%.07.89 a 30.06.89 a 31.3. 40%.1.89 a 30. no período de 01.89 10. com motor de combustão interna.4.09. no período de 01.06. no período de 01.89 a 30.000 kg: 10. 60%.91 60%. 5. no período de 01.05.89 7. 7. turboélices. 40%.03. turbojatos com peso bruto até 15.91 60%.1.000 kg: 8. no período de 01.89 a 30.89 6.89 a 31. no período de 01.04.atualizado até 30 junho 2011 80%.89 5. 40%.04. no período de 01.08.08. turboélices.

06. 30%. 50%.07.06.07. 40%.89 2. peças e acessórios: 1.89 2.03.06. 40%.89 a 31.03. no período de 01.04.04. no período de 01.03. no período de 01.09.07.89 a 30. no período de 01. c) planadores ou motoplanadores.91 60%.09.89 a 31.04.03.03.89 a 31.89 a 31.89 3. 40%. no período de 01.89 a 30.05. 60%.09.2.89 2.09. no período de 01.07.03. 40%.90 4.06.06.90 4.89 3. 30%.89 a 30.06.91 60%.04. 30%.89 a 30. no período de 01.08.06.89 a 31.89 a 30. no período de 01. 30%.06.89 a 30.1. turbojatos com peso bruto acima de 15. Decreto nº 14. f) simuladores de vôo bem como suas partes e peças separadas: 1.05. 60%.89 a 30. 50%. 50%.09.06. 30%.08.07.90 4.90 a 30. no período de 01.06.90 12.91 12. 50%. no período de 01.876/91 DECRETO 14. 60%. no período de 01.90 a 30.90 a 30.08. 70%.04.91.89 a 30.05.atualizado até 30 junho 2011 .89 3.08. 50%. no período de 01.89 a 31.89 a 30. no período de 01.11.89 a 30.90 4.08.89 a 30.90 a 30. e) outras aeronaves: 1. no período de 01. no período de 01. no período de 01. no período de 01. no período de 01.06.91 b) helicópteros: 1. no período de 01. 80%.89 2. 60%. no período de 01. no período de 01.91 40%.91 g) pára-quedas e suas partes.07. no período de 01.06.89 a 30.90 a 30.07.90 4. no período de 01. no período de 01.89 2. 40%. 60%.90 4.89 3.2.04.90 a 30. 50%.05.90 a 30.05.89 3.90 a 30. 50%.89 a 30.09. com qualquer peso bruto: 1.876/91 . no período de 01.06.89 3. no período de 01. no período de 01.000 kg: 12.08.05.89 2.06.91 d) pára-quedas giratórios: 1.07.06.09.

2. 80%.89 a 31. no período de 01.90 90%.05. no período de 01.03. 70%.04.89 a 30.07. 70%. 4. no período de 01.07. no período de 01.90 a 30.05.08.09.89 a 30. no período de 01. 80%. no período de 01. ferramental e materiais de uso ou consumo empregados na fabricação de aeronaves e simuladores: 1. no período de 01.06.06.89 a 30. 40%. no período de 01.06.90 2.89 a 30.3. 80%. "l" e "m": 1.91 90%. no período de 01.06. no período de 01. no período de 01. no período de 01. com qualquer peso bruto e qualquer tipo de motor: 3.08.89 a 30.09.89 2. peças.05.06.89 2.4. 40%.89 a 31. no período de 01. monomotores ou multimotores de sensoramento.04. 60%.90 a 30. 40%.03.89 a 30. 3.2.09.89 3.03.90 3. inteligência eletrônica ou calibração de auxílios à navegação aérea.90 a 30.05.89 a 31.04.89 a 30.09.89 3.89 1.03.91 60%.06.876/91 DECRETO 14.07.89 a 30.2. vigilância ou patrulhamento. no período de 01.91 90%. "b".04. i) partes.89 a 30.06.89 2. "c".03.91 l) aviões militares: 1. 50%. monomotores ou multimotores de treinamento militar com qualquer peso bruto e qualquer tipo de motor: 1. j) equipamentos. 50%.07.03.06.06. acessórios e componentes separados dos produtos de que tratam as alíneas "a".05.h) catapultas e outros engenhos de lançamento semelhantes e suas partes e peças separadas: 1.3. Decreto nº 14.876/91 . 2.08. motor turboélice ou turbojatos: 2.05. 30%. no período de 01.89 3. 30%. no período de 01.3. no período de 01.04.89 a 31.91 60%.06.08. "d".90 a 30. 50%. 60%.89 1.04.89 a 30.89 a 30.89 2. "e". no período de 01. 70%.89 3.90 4.89 a 30.1.06.atualizado até 30 junho 2011 .90 1. monomotores ou multimotores de combate com qualquer peso bruto.90 . no período de 01.90 a 30.07.1. no período de 01. gabaritos.1. no período de 01.

40% (quarenta por cento) do valor da respectiva operação. observado. matérias-primas. 77.89 a 31.89 a 30. 60% (sessenta por cento) do valor da respectiva operação. "l" e "m". de pescado em estado natural.91 80%. no inciso VI. 18/2005.3. o disposto nos §§ 28 e 29 (Convênios ICMS 75/91. no período de 01. no período de 01. nas operações interestaduais. monomotores ou multimotores de transporte cargueiro e de uso geral com qualquer peso bruto e qualquer tipo de motor: 4.06. na saída de álcool carburante do estabelecimento fabricantedestilaria. no período de 01.89 a 30. no período de 01. 05/99. 50%. 138/2008.06. XXXIV . quanto às alíneas "i" e "j". no período de 01.89 a 30.89 a 30.89 4. acessórios e componentes.05. 9º. todos os produtos relacionados nas alíneas anteriores. seco. peças. no período de 01. "b" e "c".06.4. XXXII . resfriado.90 3. 80/96.90 a 30.2. monomotores ou multimotores. 121/95. XXXIII .08.atualizado até 30 junho 2011 .05. congelado. 40%. 148/92. no período de 01. filetado.90 a 30. 124/93.09.91 60%.89 2. 121/97.876/91 DECRETO 14.03.06.1. 139/2005.89 4. (Dec.91 90%.04. o) no período de 27 de dezembro de 1991 a 31 de dezembro de 2012.03.90 a 30.06. 50%.629/2010) XXXI . no período de 01. no período de 01 a 31 de maio de 1989.89 2.08.03. 40% (quarenta por cento) do valor da respectiva operação. 69/2009. m) helicópteros militares. no período de 01. 45/96. 23/98.até 30 de abril de 1989. 60%. 30/2003. 106/2005.05.na saída de calcário destinado a uso exclusivo na agricultura como corretivo de solo. 14/96. 148/2007.91 60%.07.até 31 de maio de 1989.3.90 4. 70%.90 4. na importação por empresas nacionais da indústria aeronáutica: 1. "b".09. desde que não enlatado ou cozido. postejado ou defumado para conservação. 80%. todos do art.89 a 30.06.07.90 a 30. no período de 01.07. de forma que a carga tributária seja equivalente a 4% (quatro por cento). 30%. IV e V e. 71/2008.07. 4. 70%. 10/2001. no período de 01.05% do valor da operação.876/91 .04.04. "a". nas operações interestaduais.06.89 3. Decreto nº 14.34. no período de 01. eviscerado. n) partes.no período de 01 a 31 de maio de 1989.89 a 30. "d". 119/2009 e 01/2010).4. nas saídas referidas nos incisos III. "e". 53/2008. nas operações internas. com qualquer peso bruto e qualquer tipo de motor: 1. "c".89 a 31. separados para fabricação dos produtos de que tratam as alíneas "a".

formicida. 75% do valor da respectiva operação. ou seja. 2.no período de 01 de junho a 31 de agosto de 1989. ácido nítrico. quando utilizar tais meios para prestar serviços públicos de telecomunicações a seus próprios usuários. fungicida. f) semente certificada ou fiscalizada destinada à semeadura. g) nas operações interestaduais. fosfato natural bruto e enxofre. estejam registrados no órgão competente do Ministério da Agricultura e o número do registro seja indicado no documento fiscal. com fim exclusivamente de armazenagem. 4. herbicida.na cessão onerosa de meios das redes públicas de telecomunicações. e) calcário e gesso destinados ao uso exclusivo na agricultura como corretivo ou recuperador de solo. de 7 de junho de 1978. devidamente registrada no Ministério da Agricultura. fosfato de amônia. outro estabelecimento do mesmo titular daquele onde se tiver processado a industrialização. com os seguintes produtos: 1. 2. que mantiverem convênio com o Ministério da Agricultura. de trigo e de farelo estabilizado de arroz. regulamentada pelo Decreto nº 81. d) ração para animais. quaisquer estabelecimentos. desde que: 1. de linhaça. nos casos em que a cessionária não se constitua em usuária final. dos Estados. sarnicida e vacina de uso na avicultura e na pecuária. farinha de peixe. concentrado e suplemento. c) adubo simples ou composto e fertilizante. assim entendido o produto obtido através de processo de extração do óleo contido no farelo de arroz integral por meio de solvente. de 19 de dezembro de 1977. ácido fosfórico.XXXV .876/91 DECRETO 14. nitrato de amônia e de suas soluções.771. na saída do estabelecimento fabricante ou importador para: 1. de babaçu. e as exigências estabelecidas pelos órgãos e entidades da Administração Federal.507. haja o respectivo rótulo ou etiqueta identificando o produto. 50% do valor da respectiva operação.atualizado até 30 junho 2011 . de mamona. o preço do serviço cobrado do usuário final. ácido sulfúrico. 3. farelo de casca e de semente de uva. de soja. b) amônia. de carne. de ostra. relativamente aos seguintes produtos: a) inseticida. concentrado ou suplemento. que tenham por origem ou destino os Estados das Regiões Norte e Nordeste. atendidas as disposições da Lei nº 6. farelos e tortas de algodão. de osso e de sangue. fabricados por indústria de ração animal. desde que produzida sob controle de entidade certificadora ou fiscalizadora. 3. estabelecimento onde sejam industrializados adubos simples ou compostos. fertilizantes e fosfato bicálcio destinado à alimentação animal. os mencionados produtos sejam destinados exclusivamente a uso na pecuária e avicultura. de amendoim. de milho. XXXVI . e de 01 de setembro a 31 de dezembro de 1989. Decreto nº 14. 2.876/91 . estabelecimento produtor agrícola. bem como a importada. do Distrito Federal ou dos Territórios.

610/2010) a) nas operações interestaduais: (Dec. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . de forma que a carga tributária corresponda aos seguintes percentuais (Convênios ICMS 52/91. 22. 138/2008. 158/2002. 91/2008. 119/2009.2. 31.42% (seis inteiros e quarenta e dois centésimos por cento). 18. na importação do exterior de máquinas. 91/2008. 101/96. 89/2009. no período de 01 de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2012: 8. 35. conforme previsto para as operações internas. 10/2001. 148/92.nas operações.760/2000) 1. 22/95. 10/2004. 158/2002.760/2000) 2. 30/2003.629/2010) b) nas operações de importação. 7º. 21/96.80% (oito vírgula oitenta por cento).629/2010) 2. exclusive o Espírito Santo. 10/2004. 22. 140/2010 e 182/2010): (Dec. nas demais operações interestaduais. 01/2000.629/2010) XL .até 15 de setembro de 1996. 15. nos termos da alínea "c".34. com destino às Regiões Norte. no período de 17 de outubro de 1991 a 31 de julho de 2000: 11% (onze por cento). 05/99. desde que a referida importação esteja amparada por programa BEFIEX aprovado até 31 de dezembro de 1989.903/2000) 1. 69/2009. 36. o valor previsto no inciso VII. o valor indicado no inciso VIII. assim considerado nos termos do art. (Dec. publicado no Diário Oficial da União de 11 de outubro de 1991. § 2º. 124/2007.2. 10/2001. 53/2008. no período de 01 de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2012: 5.272/2008) 1. nas operações de saída dos Estados das Regiões Sul e Sudeste. 22/95. 51/2010. aparelhos. 15. 148/92.312/2011) a) nas operações interestaduais: (Dec.1 no período de 17 de outubro de 1991 a 31 de julho de 2000: 11% (onze por cento). nãocontribuinte do ICMS: (Dec.14% (cinco vírgula catorze por cento). 22.876/91 . (Dec. (Dec. instrumentos e materiais e seus respectivos acessórios.903/2000) 2. Dec. 111/97. de forma que a carga tributária corresponda aos seguintes percentuais (Convênios ICMS 52/91. 65/93. 55/2010 e 112/2010): (Dec. 23/98. 89/2009. com a redução prevista no Anexo 4. 21/97. 19. no período de 17 de outubro de 1991 a 31 de julho de 2000: 6. 138/2008.421/91) XXXIX . 53/2008. e alterações.527/96) XXXVIII . 01/2000.a partir de 01 de maio de 1991. (Dec.XXXVII . 21/97. 124/93. sobressalentes e ferramentas.876/91 DECRETO 14. destinados a integrar o ativo imobilizado da empresa industrial. e alterações. 05/99. (Dec. 01/2010. aparelhos e equipamentos industriais relacionados no Anexo I do Convênio ICMS 52/91. 13/92.80% (oito vírgula oitenta por cento). 21/96. 69/2009.34. 51/2010. na exportação de produto industrializado semielaborado. 30/2003. com máquinas e implementos agrícolas relacionados no Anexo II do Convênio ICMS 52/91. 30.nas operações. inclusive de importação. 55/2010.760/2000) 2. inclusive de importação. 119/2009.34. com máquinas. equipamentos. 22. 149/2007.950/2007) c) nas operações internas: (Dec.812/95) Decreto nº 14. 01/2010. Nordeste e Centro-Oeste ou ao Espírito Santo: (Dec. 22. inclusive com consumidor ou usuário final. 124/2007.477/91) 1. 02/93. (Dec. com redução proporcional a do Imposto de Importação. (Dec.1. publicado no Diário Oficial da União de 11 de outubro de 1991. no período de 01 de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2012: 8. 23/98. 149/2007. 124/93.

149/2007. 10/2004. no período de 04 de outubro de 1993 a 31 de julho de 2000: 5. 22. 23/98 e 05/99. relativamente aos produtos classificados nas posições da NBM/SH 8433.1. 31. 124/2007.4.59.950/2007) c) nas operações internas: (Dec. 17.34.Convênios ICMS 52/91. 119/2009 e 01/2010. no período de 01 de abril a 30 de setembro de 1993. nos termos da alínea "c". 10/2001. 69/2009. no período de 01 de abril a 30 de setembro de 1993.876/91 DECRETO 14.75% (oito vírgula setenta e cinco por cento) .Convênios ICMS 01/2000.Convênios ICMS 01/2000. com destino às Regiões Norte. não-contribuinte do ICMS: (Dec.424/94) 3. 53/2008. 23/98 e 05/99. 124/93.760/2000) 3. 17.1% (cinco vírgula um por cento) . nas demais operações interestaduais: (Dec. relativamente aos produtos indicados no item 1.90. (Dec.424/94) 1.2. 17. 10/2001. 22/95.34.629/2010) 2. 17.10.424/94) 2.Convênios ICMS 65/93. 53/2008. 30.3 no período de 04 de outubro de 1993 a 31 de julho de 2000: 7% (sete por cento) Convênios ICMS 65/93.Convênio ICMS 02/93. 21/97.0200: 5. 21/96. 91/2008. (Dec.424/94) 2. 8701. (Dec. 17.Convênio ICMS 02/93. 22. 10/2004.272/2008) 1. 124/93.59. Nordeste e Centro-Oeste ou ao Espírito Santo: (Dec.80% (oito inteiros vírgula oitenta por cento) .75% (oito vírgula setenta e cinco por cento) . 17. 10/2001.424/94) 3. (Dec. no período de 01 de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2012: 7% (sete por cento) . (Dec. 124/2007. nas operações de saída para consumidor ou usuário final. (Dec. 22. 138/2008. 22/95. 138/2008.2. no período de 17 de outubro de 1991 a 03 de outubro de 1993: 8. 8433. 22/95. 23/98 e 05/99. 119/2009 e 01/2010. 119/2009 e 01/2010. 13/92 e 148/92.2: 8. (Dec. no período de 04 de outubro de 1993 a 31 de julho de 2000: 8. no período de 01 de abril a 30 de setembro de 1993. (Dec.760/2000) 1.876/91 . relativamente aos produtos indicados no item 1.760/2000) 2. 138/2008. no período de 01 de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2012: 4.0100 e 8701. 53/2008.Convênios ICMS 52/91 e 148/92.1% (cinco vírgula um por cento) . 91/2008. 30/2003.42%(seis vírgula quarenta e dois por cento) .3.0100.1.4.903/2000) 1. exclusive o Espírito Santo. 21/97. 30/2003. 21/96. 69/2009. 124/2007.424/94) 3.4.atualizado até 30 junho 2011 .Convênios ICMS 01/2000. 22. (Dec.Convênios ICMS 52/91 e 148/92. 158/2002. 158/2002. 21/96. 17.3.Convênios ICMS 65/93.424/94) 1. (Dec.2: 7% (sete por cento) . no período de 17 de outubro de 1991 a 03 de outubro de 1993: 8. 124/93. 69/2009. (Dec. 158/2002.34. 21/97. 10/2004. 149/2007. (Dec. no período de 01 de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2012: 5.60% (cinco vírgula sessenta por cento) . nas operações de saída dos Estados das Regiões Sul e Sudeste.8% (oito vírgula oito por cento) .10% (quatro vírgula dez por cento) .903/2000) Decreto nº 14.1. (Dec. no período de 17 de outubro de 1991 a 03 de outubro de 1993: 6.1. 91/2008. no período de 17 de outubro de 1991 a 03 de outubro de 1993: 11% (onze por cento) .629/2010) 3.424/94) 2. 149/2007. 30/2003.629/2010) b) nas operações de importação.2. (Dec. 22.Convênio ICMS 02/93.Convênios ICMS 52/91 e 148/92. conforme previsto para as operações internas.9900. 17.

15. vacinas. germicidas.813/92) 3. 21/96. 152/2002. e. estimuladores e inibidores de crescimento (reguladores) (Convênio ICMS 41/92). 27. (Dec. 93/2006. fungicidas. 18/2005. 22. 53/2008. 15. 58/2001. parasiticidas. desfolhantes. 106/2002. 13. outro estabelecimento da mesma empresa daquela onde se tiver processado a industrialização. aditivos e premix ou núcleo. 55/2009. fosfato natural bruto e enxofre. 158/2002. 54/2006. 9º. 69/2009. 05/99.926/2005) 1. a partir de 19 de outubro de 2004: inoculantes (Convênio ICMS 99/2004). ácido fosfórico. 16/2005. 68/94. (Dec. fabricantes ou importadores para: (Dec.Convênios ICMS 01/2000. b) ácido nítrico e ácido sulfúrico.629/2010) XLI . 93/2003. estabelecimento produtor agropecuário. no período de 01 de agosto a 30 de outubro de 2006. 53/2008.813/92) 2. realizada apenas por indústria de ração animal. inseticidas. 156/2008. (Dec. (Dec. e desde que (Convênios ICMS 54/2006. 10/2001.926/2005) 4.926/2005) 3. 30/2003. espalhantes.813/92) c) rações para animais. XXXVII: (Dec. concentrados e suplementos. 15.876/91 DECRETO 14.876/91 . 23/98 e 05/99. (Dec. 91/2008. 99/2004. quando dada ao produto destinação diversa: (Dec.34. no período de 01 de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2012: 5.Convênio ICMS 02/93. no período de 04 de outubro de 1993 a 31 de julho de 2000: 7% (sete por cento) Convênios ICMS 65/93. 15.2.903/2000) 4.nas saídas interestaduais dos seguintes produtos. 36. 40% (quarenta por cento) do valor da operação (Convênios ICMS 100/97. 69/2009. soros e medicamentos. 119/2009 e 01/2010. 22/95.711/2011) Decreto nº 14. todos fabricados pelas respectivas indústrias. (Dec. 195/2010 e 17/2011). fertilizantes e fosfato bicálcio destinados à alimentação animal. 22. 20/97. 15. nos dois casos. observado o disposto no § 46. observado o disposto no § 68. 21/96. CIV.MAPA. 25/2003.813/92) 4. nematicidas.atualizado até 30 junho 2011 . 36.813/92) 1. 22/95.60% (cinco vírgula sessenta por cento) . dessecantes. a partir de 16 de julho de 1992: acaricidas. 01/2010. no período de 27 de abril de 1992 a 30 de setembro de 1997. 21/2002. no art. 93/2006 e 17/2011): (Dec. 89/2001. 119/2009. (Dec. devendo as mencionadas indústrias. 50% (cinquenta por cento) do valor da operação (Convênios ICMS 36/92. 138/2008. 29/94. 124/93. estar devidamente registradas no Ministério da Agricultura. a partir de 22 de abril de 1994: raticidas (Convênio ICMS 29/94).926/2005) 2. (Dec. 27. 27. a partir de 01 de agosto de 2006.711/2011) a) produzidos para uso na agricultura e na pecuária. estabelecimento onde sejam industrializados adubos simples ou compostos. que tenham saído dos estabelecimentos extratores. 124/2007. 124/93. (Dec. 149/2007. 138/2008. 48/97 e 67/97). e no art.903/2000) 3. 148/92. Pecuária e Abastecimento . formicidas. 10/2001. no período de 01 de abril a 30 de setembro de 1993.2 da alínea anterior: 7% (sete por cento) . 71/2008. 151/94. herbicidas. sendo a referida fabricação. vedada a aplicação do benefício. quaisquer estabelecimentos com fins exclusivos de armazenagem. bem como. 27.926/2005) (Dec. relativamente aos produtos indicados no item 1. adesivos. (Dec. no período de 06 de novembro de 1997 a 31 de dezembro de 2012. 27. 10/2004. 21/97.

711/2011) 2.711. Pecuária e Abastecimento ou por outros órgãos e entidades da Administração Federal. calcário calcítico (Convênio ICMS 41/92). 15. alho em pó (Convênio ICMS 40/98). bem como as importadas. 25. de 07 de junho de 1978. (Dec. de cacau.º 81. 24. 19. da Lei n.813/92) d) calcário e gesso destinados ao uso exclusivo na agricultura como corretivo ou recuperador do solo. a partir de 11 de outubro de 1996. incluindo-se nesta hipótese: (Dec. 27.538/97) 1. farelo de glúten de milho e glúten de milho (Convênio ICMS 29/94). e as exigências estabelecidas pelos órgãos do Ministério da Agricultura.153. semente básica. a partir de 1º de agosto de 2009. 15. de pena. (Dec.538/97) 3.926/2005) f) sorgo. de amendoim. a partir de 19 de outubro de 2004. conforme a seguir especificadas.199/2000) (Dec.876/91 . (Dec. regulamentada pelo Decreto n. haja o respectivo rótulo.813/92) i) as seguintes mercadorias (Convênios ICMS 41/92. (Dec. 19.926/2005) 2. sal mineralizado. de sangue e de víscera.876/91 DECRETO 14. de 23 de julho de 2004. de casca e de semente de uva e outros resíduos industriais.º 6. de mamona. semente certificada de 1ª (primeira) geração – C1 e semente certificada de 2ª (segunda) geração – C2. dos Estados e do Distrito Federal. 6. a partir de 22 de abril de 1994.612/2003) 7. óleos de aves (Convênio ICMS 55/2009).MAPA e o número do registro seja indicado no documento fiscal. 19. de ostra.813/92) e) sementes. 36. Pecuária e Abastecimento . (Dec. de osso. (Dec. farelo de gérmen de milho desengordurado e de quirera de milho (Convênio ICMS 152/2002). a partir de 16 de julho de 1992.538/97) 2. os produtos se destinem exclusivamente ao uso na pecuária. destinados à alimentação animal ou ao emprego na fabricação de ração animal. até 18 de outubro de 2004. 15. de carne.771. 22. 27. atendidas as disposições.110/98) 5.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. 15. semente certificada de 1ª (primeira) geração – C1 e semente certificada de 2ª (segunda) geração – C2 (Convênio ICMS 99/2004). e. os produtos estejam registrados no órgão competente do referido Ministério da Agricultura. até 18 de outubro de 2004: sementes certificadas ou fiscalizadas. (Dec. (Dec.1. (Dec. 27. a partir de 01 de janeiro de 2000.312/2011) (Dec. 36. 15.926/2005) 1. a partir de 14 de julho de 1998. a partir de 19 de outubro de 2004: semente genética. farelo de polpa cítrica e feno (Convênio ICMS 68/96). 19.538/97) 4. semente básica. desde que produzidas sob controle de entidades certificadoras ou fiscalizadoras. quando exigido (Convênio ICMS 17/2011). etiqueta ou impressão identificando o produto. que mantiverem convênio com aquele Ministério: (Dec. de milho e de trigo. de babaçu. a partir de 01 de janeiro de 2003. de 19 de dezembro de 1977.813/92) 3. (Dec. 27. destinadas à semeadura. regulamentada pelo Decreto nº 5. de linhaça. (Dec. (Dec. a partir de 25 de abril de 2005: semente genética. (Dec. g) esterco animal. da Lei nº 10. farelo e torta de algodão. 100/97e 89/2001): (Dec. farinha de peixe. de 05 de agosto de 2003.926/2005) 3. 21. farelo de arroz. farelo de girassol (Convênio ICMS 97/99).813/92) h) mudas de plantas. caroço de algodão. bem como semente não-certificada de 1ª (primeira) geração – S1 e semente não-certificada de 2ª (segunda) geração – S2 (Convênio ICMS 16/2005).267/2002) Decreto nº 14.507.

13. MAP (mono-amônio fosfato) DAP (diamônio fosfato) e cloreto de potássio. 71/2008. 89/2001. até 02.876/91 .10.332/96) f) a partir de 22. condicionadores de solo e substratos para plantas.188/2003) n) a partir de 01 de janeiro de 2009. 24. 70% (setenta por cento) do valor da operação (Convênios ICMS 100/97. 19.10. 156/2008. farelo de suas cascas (Convênios ICMS 29/94 e 89/2001). ovos férteis. 151/94. piro alho. (Dec.2002. (Dec. desde que os produtos estejam registrados no órgão competente do Ministério da Agricultura.1. 24. casca de coco triturada para uso na agricultura (Convênio ICMS 25/2003). 150/2005.267/2002) j) a partir de 25 de maio de 1993. 18/2005. 119/2009 e 01/2010): (Dec. exceto as ornamentais. 68/94. (Dec. observado o disposto no § 47 e no art. 36. 21/96. no período de 06 de novembro de 1997 a 31 de dezembro de 2012. (Dec. milheto. 53/2008.04.813/92) d) amônia.2001. gipsita britada destinada ao uso na agropecuária ou à fabricação de sal mineralizado (Convênio ICMS 106/2002). uréia. (Dec.10.267/2002) 6. observada a isenção prevista no art.312/2011) XLII .26. silício líquido piro alho e bio bire plus. os de bovino. 57/2003. a partir de 22. (Dec. (Dec. (Dec. 36. 35/96. 22/95.VIII.267/2002) g) a partir de 29 de julho de 2003. 20/97.813/92) b) farelo e torta de soja e.92 a 21.267/2002) 3. 24. e.876/91 DECRETO 14. no período de 16. extrato seco e torta de Nim (Azadirachta indica A. sulfato de amônia. enzimas preparadas para decomposição de matéria orgânica animal.07. 138/2008. 05/99.94. extrato pirolenhoso decantado. 148/92.267/2002) 5. a partir de 22. 24.nas saídas interestaduais dos seguintes produtos. pintos de um dia. nitrato de amônia. (Dec. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . 24. (Dec. 24.539/98) k) a partir de 14 de outubro de 2002. exceto.612/2003) l) a partir de 01 de maio de 2003. (Dec. Juss) (Convênio ICMS 55/2009). 9º. aves de um dia. 149/2005.90. girinos.332/96) e) adubos simples ou compostos e fertilizantes. a partir de 22. (Dec. a cooperativa de produtores.4. (Dec.0200 (Convênios ICMS 28/93 e 100/97). antigo 3507.34. 25. 69/2009.07.267/2002) 2. vermiculita para uso como condicionador e ativador de solo (Convênio ICMS 93/2003). 21/2002.267/2002) 4. a indústria de ração animal ou a órgão ou entidade oficial de fomento e Decreto nº 14. 33. nitrocálcio.204/2009) o) a partir de 1º de agosto de 2009. 24.2001. 58/2001. 124/93.92. classificadas no código NBM/SH 3507. 29/94. Pecuária e Abastecimento e que o número do registro seja indicado no documento fiscal (Convênio ICMS 195/2010). quando destinado a produtor. 75% (setenta e cinco por cento) do valor da operação (Convênios ICMS 36/92. no período de 27 de abril de 1992 a 30 de setembro de 1997. 25. farelos de suas cascas (Convênios ICMS 100/97 e 89/2001). 15.312/2011) p) a partir de 1º de março de 2011. (Dec.629/2010) a) milho. (Dec.267/2002) c) DL Metionina e seus análogos. embriões e sêmen congelado ou resfriado. alevinos. farelo e torta de canola e.612/2003) m) a partir de 03 de novembro de 2003. (Dec. 15.90.10.2001. (Dec. XXXVII.05.2001. a partir de 16. 19. 48/97 e 67/97). óleo. 20. 24. 10/2001. (Dec.

0100.24. 8703.03.094/94) 75.05.094/94) 83.876/91 DECRETO 14.01%. 87.9900.20. 8703.o valor resultante da aplicação dos percentuais abaixo indicados sobre o valor da operação.0700. 16. 18. 67/97. (Dec. destinados à alimentação animal ou ao emprego na fabricação de ração animal (Convênio ICMS 150/2005).67% (sessenta e seis vírgula sessenta e sete por cento): (Dec. b) no período de 04 de julho de 1992 a 31 de outubro de 1992 . 86/93.19.0100. 8704. de 01.00. 18.95.0401.33. 28.23.34%. 77/92.32.21.10. 18. 24. de acordo com a NBM/SH. 44/94. (Dec. 8703. 18.23.23. 8703. (Dec. 132/92. aveia e farelo de aveia.0201. 8704. 16. 8704.0200.0101.90. 121/95.10.9900. 8703. 45/96.9900.24.59%. 1104.20.00.0100 8701. nos períodos correspondentes.0100.desenvolvimento agropecuário vinculados a Estado ou Distrito Federal (Convênios ICMS 57/2003 e 18/2005).24. 8704. farinha de milho em flocos e xerém de milho ou assemelhados.32.22.940/2002) a) no período de 06 de abril de 1992 a 31 de outubro de 1992 . 26/99.22.23.22. 8703.24.0100. 28. de 01 de janeiro de 1995 a 31 de março de 1995 5. 8703. (Dec.0201. de 01 de novembro de 1992 a 31 de março de 1994 2. (Dec. 8702.094/94) 1. nas operações internas e de importação. 8703. 8701. 71/99. 8704.0200.094/94) 83.23.32. 52/95.18% (quarenta e um vírgula dezoito por cento) do valor da operação realizada com fubá de milho.32.0101. 8704.0199.23.094/94) 70. 8702.07. classificados nas posições NBM/SH 1102.95. correspondendo a carga tributária efetiva a 7% (sete por Decreto nº 14. de 01 de abril de 1994 a 31d de outubro de 1994 3. 8703.0200.0000.0100.10. de 01 de abril de 1995 a 30 de junho de 1995 66. 18. 8703.2002 XLIV .10. 8703.0399. (Dec.0299. (Dec.9900. 20/97.0100.20.0499.10.0000.67% (sessenta e seis vírgula sessenta e sete por cento): (Dec. 8703. 8704.22.22.877/2006) i) a partir de 09 de janeiro de 2006.0100. 8703.9900. 23/98. 50/99.21. (Dec.0101.31.20.0100 e 8706. 8704.346/92) c) relativamente aos produtos classificados nos códigos NBM/SH 8701. 8702.0200: (Dec. 8704.159/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. observado o disposto no § 48 (Convênios ICMS 37/92. 8703.21. 8703. 102/96.877/2006) XLIII . 23. 72/2000.291/2005) h) a partir de 09 de janeiro de 2006. 17.0100.00. sojas desativadas e seus farelos. 8703.0100.9900.31.23.67%. 8704.0301.9900. 88/94.0100 e 1103.13.o montante equivalente a 41.0100.07. 8703.876/91 .0299. (Dec. 8703. 133/92. 8704.000/93) 8703. 8704. destinados à alimentação animal ou ao emprego na fabricação de ração animal (Convênio ICMS 149/2005).0199.0400.20.33. respectivamente.9900.0400.24.95 a 31.2002) 6.9900.0100.346/92) 8702.0199. 87/2001 e 127/2001): (Dec.094/94) 75.22.04. 71/92. até 30.23.0200. 8703.23.000/93) 8701. 17.0100. dos produtos classificados da seguinte forma.22.23.0200.01%.0201. 8706. 18.23. 8702.06. 8704.23. a partir de 01. 8703. promovidas pelos estabelecimentos fabricantes ou importadores ou empresas concessionárias.0200. 48/97. 8703.21.0299.9900.9900.31. e.00. 28. (Dec.0000.66.32. 8702. 8703. 8702.34%. nas saídas internas e interestaduais.22. (Dec.0400.66. 129/97. e 8707. 8703. 8704.10. de 01 de novembro de 1994 a 31 de dezembro de 1994 4.atualizado até 30 junho 2011 .0200. 8706.

20/97. (Dec. de 17. 119/2009 e 01/2010). 18/2005. 30/2003. 53/2008.97. 19. 148/2007.527. 12% (doze por cento) sobre o valor da operação. nº 19. de petróleo. de 12. de 30. nas operações internas por eles promovidas.contendo ovos) b) bolachas e biscoitos de maisena c) bolachas e biscoitos de polvilho CÓDIGO NBM/SH 1902.97. inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados.99. 69/2009. nos termos do art. o montante equivalente a 41.738/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.12.06.99).08. nº 21. de 30.na entrada. 138/2008. (Dec. oriundo de outra Unidade da Federação. 23/98. de 27. no território do Estado.876/91 .626/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.876/91 DECRETO 14. bem como os seguintes prazos e condições: (Dec. classificados nos códigos NBM/SH.840.11. de 23.303/2003) a) REVOGADO (Dec. classificado na posição NBM/SH 0901.nos períodos de 01 de novembro de 1996 a 31 de dezembro de 1999 e de 01 de janeiro de 2000 a 31 de março de 2003.0400 Decreto nº 14. realizadas com os seguintes produtos. dispensado o estorno de crédito proporcional previsto no art. neste caso com destino a outro estabelecimento.59% (setenta vírgula cinqüenta e nove por cento) do valor da operação. o montante equivalente a 70. de 20.99. reduzida de tal forma que a incidência do imposto resulte na aplicação do percentual de.21. nº 21.18% (quarenta e um vírgula dezoito por cento) do valor da operação interna realizada com café torrado. 48/97. a competente opção. 24. 05/99.08.424.659.12.06. quando promovida pelo respectivo estabelecimento industrial ou por estabelecimento atacadista. 34. 19. de 01. 25.98.98.99.no período de 01 de julho de 1996 a 31 de dezembro de 2012.348/96) b) no período de 01 de outubro de 1996 a 31 de março de 1999.97) 1905. para as operações internas promovidas por estabelecimento atacadista com destino a outro estabelecimento atacadista ou varejista.0300 (Dec. 124/2007.12.615/2010) XLVI . (Dec. do art. de 30.982.99) b) REVOGADO (Dec.952.03. 34/99.99) XLVII . 19.30.2. 71/2008.738.96. "b".348/96) XLV .21.982/99 – EFEITOS A PARTIR DE 31. observado o disposto no § 16.10.1 (Dec. 34. 07/2000. quando não destinado à industrialização ou à comercialização.361. observando-se o disposto no § 49. correspondendo a carga tributária efetiva a 12% (doze por cento) do valor da respectiva operação: (Dec. correspondendo a carga tributária efetiva a 7% (sete por cento) do valor da respectiva operação.677.03. nas operações internas com ferros e aços não-planos.03.99) PRODUTO a) massas alimentícias não cozidas. REPUBLICADO DOE 06.0000 . (Dec.99. XXII (Convênios ICMS 33/96.348/96) a) no período de 01 de julho de 1996 a 31 de março de 1999. nº 20.97) 1905.626/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. nem preparadas de outro modo (exceto as do código 1902. nº 21. 121/97. 36 (Decretos nº 19. para os estabelecimentos industriais.12. 67/97. 10/2001.11.10. quando o contribuinte interessado manifestar.atualizado até 30 junho 2011 . 19. neste sentido. 47.cento). III. (Dec. nº 20. no mínimo. para as operações internas promovidas por estabelecimento industrial. e nº 21. nem recheadas. o valor da operação de que decorrer a mencionada entrada.982/99 – EFEITOS A PARTIR DE 31. conforme indicados no Anexo 21. 19. nº 19.04. atacadista ou varejista.864/2002) XLVIII – a partir de 01 de março de 1997. 21.30.

tratando-se dos demais comerciantes. o número do ato pelo qual foi concedida a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados . 20. observado o disposto no art. 2º da Lei Federal n.(Dec.809/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 19.05. 21. (Dec. destinados à população de baixa renda. 20.876/91 DECRETO 14.004/97) b) desde que produzidos pela indústria de cerâmica vermelha: (Dec. dos seguintes produtos. realizada sob a coordenação: (Dec. observando-se (Convênios ICMS 23/97.03. 19.30. 10/2004. reduzida de tal forma que a incidência do imposto resulte na aplicação do percentual de 7% (sete por cento) sobre o valor da operação. fabricados por estabelecimento industrial que atenda às disposições do art.297/98) LI . 124/2007.03. 71/2008.840/97) b) nas Notas Fiscais relativas à comercialização da mercadoria.297/98) 2.095/98) a) o produto deve ser beneficiado com a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados . 20.18% (quarenta e um vírgula dezoito por cento) do valor da operação de saída interna promovida por estabelecimento industrial. a partir de 01 de outubro de 1997.626/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.no período de 01 de junho de 1997 a 31 de dezembro de 1998. 34. nas operações internas com estruturas metálicas. tratando-se da indústria fabricante do produto. de 23 de outubro de 1991. 53/2008.atualizado até 30 junho 2011 . de 30 de dezembro de 1991.03. exceto a lajota para piso quanto esmaltada ou vitrificada.IPI.840/97) 1. 138/2008. 05/99. 69/2009. casquilho para revestimento e lajota para piso. (Dec.876/91 . os produtos mencionados na alínea anterior.840/97) 2.626/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. manilha.97) XLIX .840/97) c) cada estabelecimento adquirente da mercadoria deve exigir do seu fornecedor as indicações mencionadas na alínea anterior.615/2010) a) os mencionados produtos devem ser empregados na construção de imóveis residenciais.2004) Decreto nº 14. dos arts. 4º da Lei Federal nº 8. observando-se (Convênios ICMS 136/97. estruturas e blocos pré-fabricados de concreto.97) 1905.297/98) a) no período de 01 de julho a 30 de setembro de 1997. (Dec. nas operações com produtos da indústria de informática e automação. 23/98. o contribuinte deve indicar: (Dec. telha. a partir de 01 de janeiro de 1998. ainda que a operação seja realizada entre comerciantes. 19.IPI. 19. correspondendo à carga tributária efetiva de 7% (sete por cento) do valor da respectiva operação. (Dec. 121/97. (Dec.no período de 02 de janeiro de 1998 a 31 de dezembro de 2012. 42. (Dec.0500 d) bolachas e biscoitos sanduíche (Dec. 20. 26.387.º 8. bloco para laje. 21/2002. 148/2007. lajes pré-fabricadas e tijolos cerâmicos. 7º e 9º do Decreto-Lei nº 288. de 28 de fevereiro de 1967.97) 1905.248. tijolo. 19.30.o montante equivalente a 41. 19. 119/2009 e 01/2010): (Dec. a identificação do fabricante e o número da Nota Fiscal relativa à aquisição original da indústria. reduzida de tal forma que a carga tributária corresponda ao valor resultante da aplicação do percentual de 7% (sete por cento) sobre o valor da operação. (Dec. além da indicação referida no item anterior.626/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 12/98.9900 e) outros (Dec.840/97) L . 19. V e XI: (Dec. e do art. 20. 07/2000. 60/98 e 101/98): (Dec.297/98) 1. 23/98. 19.

efetuadas por empresa jornalística ou editora de livros.247/2001) a) no período de 01 de maio a 31 de dezembro de 2001: 20% (vinte por cento). habilitação.809/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.07.00. equipamentos.07.nas importações de máquinas.247/2001) (Dec. reduzida de tal forma que a carga tributária seja equivalente à mencionada cobrança proporcional. 26.07. instrumentos. nos termos do art. todos sem similar produzido no País. Decreto nº 14.05. XXVIII. os valores cobrados a título de acesso.05.871/2000) LVI . ou efetuadas por empresa de radiodifusão. quando o desembaraço aduaneiro for efetuado com a cobrança dos impostos federais proporcional ao tempo de permanência da mercadoria no país. disponibilidade. desde que: (Dec. de empresa integrante da Administração Pública Indireta do Estado que seja responsável pela política estadual de habitação.1. emissão.554/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.876/91 DECRETO 14.90. reduzida de tal forma que a incidência do imposto resulte na aplicação do percentual de 7% (sete por cento) sobre o valor da operação. 25. retransmissão.554/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. a partir de 01 de maio de 2004.2003) LV . independentemente da denominação que lhes seja dada (Convênio ICMS 69/98). aparelhos. nos termos da referida legislação.99) LIV .554/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. III. correspondendo a carga tributária efetiva a 12% (doze por cento) do valor da respectiva operação. o montante equivalente a 70. 47. excluídas as relativas a produtos sujeitos ao regime de substituição tributária. a partir de 01 de julho de 2003.nas prestações de serviços de comunicação. (Dec. nas saídas internas promovidas por estabelecimento distribuidor. para emprego exclusivo no processo de industrialização de livros.atualizado até 30 junho 2011 . 21.20. transmissão.99) b) o estabelecimento adquirente seja restaurante ou similar que adquira os produtos mencionados na alínea anterior exclusivamente ao fornecedor ali previsto. repetição ou ampliação de sinais de comunicação.2004) b) fica dispensado o estorno de crédito previsto no art.a partir de 01 de março de 2000.05. peças e acessórios. (Dec.59% (setenta vírgula cinqüenta e nove por cento) do valor da saída. 22. previsto na legislação federal específica. 21. (Dec. classificados nas posições NBM/SH 1507. nas operações de importação amparadas pelo regime especial aduaneiro de admissão temporária. (Dec. adesão. 23. bebidas e outras mercadorias necessárias ao fornecimento de refeição em restaurantes e estabelecimentos similares. para emprego exclusivo na geração.a partir de 01 de julho de 1999. suas respectivas partes.10 e 1516. assinatura e utilização dos serviços.99) a) o distribuidor promova saídas apenas para adquirente que preencha as condições previstas na alínea "b" e seja fornecedor exclusivo de alimentos. 21.876/91 . de jornais ou de periódicos. nas operações internas promovidas por estabelecimento industrial. bem assim aqueles relativos a serviços suplementares e facilidades adicionais que otimizem ou agilizem o processo de comunicação. 23.339/2008) LIII .2004) LII – no período de 01 de julho de 1999 a 31 de janeiro de 2008. exceto. 26. (Dec. realizadas com óleo de soja refinado e envasado e gordura vegetal de soja.07. 26.809/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. ativação. (Dec. da Companhia de Habitação Popular do Estado de Pernambuco – COHAB ou da Empresa de Melhoramentos Habitacionais de Pernambuco S. quando a mercadoria for álcool (Convênio ICMS 58/99). – EMHAPE. 31.809/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.558/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 34. o montante equivalente aos seguintes percentuais sobre o valor da operação de saída (Convênio ICMS 58/2000): (Dec.2004) 2. A. (Dec. recepção.

20/2006. 05/2007. 34. de produtos elaborados a partir de uva tipo: (Dec.188/2005) (Dec. na saída de cavalo de raça. 117/2007. 76/2007.188/2005) LX .188/2005) 2. para os Estados da Região Sul e Sudeste. (Dec. nas saídas de cana-de-açúcar. 106/2007. 28. 116/2006.4583 (zero vírgula quatro mil e quinhentos e oitenta e três de reais). 01/2007. 28. 138/2008. 19/2005. 19/2005. b) nas saídas interestaduais: (Dec. o valor estabelecido originalmente para base de cálculo.b) no período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 2002: 40% (quarenta por cento). inclusive na entrada no território do Estado quando não destinada à industrialização ou à comercialização. (Dec. em substituição ao sistema normal de tributação (Convênios ICMS 153/2004. americana e híbrida: R$0 0. 28. 119/2009 e 01/2010): (Dec.29% (oitenta e cinco vírgula vinte e nove por cento). à conexão. 48/2007.864/2002) LVIII – no período de 01 de setembro de 2003 a 31 de dezembro de 2003. 106/2005. 71/2008. 28.1 americana e híbrida: R$ 0. 23. 139/2005. Nordeste e Centro-Oeste e para o Espírito Santo. 119/2009 e 01/2010): (Dec. 69/2009.no fornecimento de energia elétrica. à conversão. 01/2007. desde a geração ou importação até a última etapa destinada ao consumo final. 05/2007. exceto para o Espírito Santo.2 vinífera: R$ 0.876/91 . 40% (quarenta por cento) do valor da respectiva operação. 148/2007. à transmissão.615/2010) a) nas saídas internas de produtos elaborados a partir de uva tipo: (Dec.2 vinífera: R$ 0.188/2005) 2. limitado aos seguintes valores (Convênios ICMS 153/2004. vinífera: R$ 0. nele computados os encargos relativos à geração. 116/2006. (Dec. 28.188/2005) 1. 53/2008. 25. de produtos elaborados a partir de uva tipo: (Dec. o valor total cobrado ao adquirente. 53/2008. (Dec. 106/2007. 124/2007. 20/2006. 117/2007. à distribuição e à comercialização.188/2005) 1. 28. ficando convalidadas as operações realizadas nestas condições no período de 12 de março de 1993 a 31 de agosto de 2003 (Dec. 03/2005. 24. (Dec.188/2005) Decreto nº 14.615/2010) a) de tal forma que a carga tributária corresponda aos seguintes percentuais (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . 48/2007. 138/2008. (Dec. 28. dele deduzido montante calculado por litro. 106/2005.188/2005) 1. 76/2007.7857 (zero vírgula sete mil e oitocentos e cinqüenta e sete de reais).3235 (zero vírgula três mil e duzentos e trinta e cinco de reais). à importação. 28.188/2005) 1. opcionalmente. 69/2009. 71/2008. 28.nos períodos de 01 de agosto de 2005 a 31 de dezembro de 2006 e de 05 de fevereiro de 2007 a 31 de dezembro de 2012. 148/2007.2750 (zero vírgula dois mil e setecentos e cinqüenta de reais). 67/2005. 67/2005. 22/2005.766/2003) LIX . 28.nos períodos de 01 de agosto de 2005 a 31 de dezembro de 2006 e de 05 de fevereiro de 2007 a 31 de dezembro de 2012. nas operações internas. para os Estados da Região Norte. nas operações realizadas por indústrias vinícolas e por produtoras de vinho e outros derivados de uva.188/2005) 1. 28. (Dec.876/91 DECRETO 14.1 americana e híbrida: R$ 0. 124/2007. LVII . 03/2005.188/2005) 2. 22/2005.247/2001) (Dec.1941 (zero vírgula um mil e novecentos e quarenta e um de reais).188/2005) 2. 28. 34.4714 (zero vírgula quatro mil e setecentos e catorze de reais). 139/2005. sujeitas à alíquota de 17% (dezessete por cento): 85.

726/2006) 1.147. o valor resultante da dedução.08.147.1. 29. contempladas com isenção.876/91 . a partir de 31 de julho de 2006. 3004.726/2006) 2.726/2006) 1.1.726/2006) b) para obtenção do montante das mencionadas contribuições.20. 29.726/2006) a) a mercadoria seja qualquer dos seguintes produtos: (Dec.2. quando a alíquota for 7% (sete por cento). 28. a partir de 31 de julho de 2006: (Dec.2. do caput do artigo 1º da Lei Federal nº 10. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 (Dec. 9.726/2006) 2. do montante da contribuição para o Programa de Integração Social e para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público – PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS. 28. quando a alíquota for 7% (sete por cento).EFEITOS A PARTIR DE 01. de toucador ou de higiene pessoal relacionado no inciso I.876/91 DECRETO 14.726/2006) 2.2.1.247/2005 – EFEITOS A PARTIR .1. 9.188/2005) b) relativamente ao benefício de que trata este inciso: (Dec. o contribuinte não poderá utilizar quaisquer outros créditos relativos às entradas tributadas. 29. nas operações interestaduais.21.2. referentes às operações subseqüentes.49% (dez vírgula quarenta e nove por cento). classificados nas posições 3003. até 30 de julho de 2006: (Dec. (Dec. quando a alíquota for 12% (doze por cento).90% (nove vírgula noventa por cento). 29. (Dec.188/2005) LXI – a partir de 01 de maio de 2001. do caput do artigo 1º da Lei Federal nº 10. 10.2005) Decreto nº 14. (Dec.00.2. de 2000: (Dec. até 30 de julho de 2006. (Dec. 28. 9.726/2006) 2.90. 29.34% (nove vírgula trinta e quatro por cento). quando a alíquota for 12% (doze por cento). "b". (Dec. (Dec.726/2006) c) sejam observadas as normas previstas nos §§ 56 a 58. 29. 29.2. quando se tratar de produto de perfumaria. indicados no caput do artigo 1º da Lei Federal nº 10.08. 28. 29.1.188/2005) 1. de 21 de dezembro de 2000. DE 01. quando a alíquota for 7% (sete por cento). 9.2005) 1. (Dec.726/2006) 2. 28. 29.726/2006) 2. não se aplica às saídas de cana-de-açúcar destinadas à fabricação de álcool e de açúcar. em função da alíquota prevista para a operação interestadual: (Dec.49% (dez vírgula quarenta e nove por cento).726/2006) 2.90% (nove vírgula noventa por cento).17% (setenta e nove vírgula dezessete por cento). (Dec. sujeitas à alíquota de 12% (doze por cento): 79. "a".726/2006) 1. 3303 a 3307 e nos códigos 3401.NBM/SH. 10. (Dec.1. 29. 3401. da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias .188/2005) 2.726/2006) 2. 29.11. 28. quando a alíquota for 12% (doze por cento). desde que (Convênios ICMS 24/2001 e 34/2006): (Dec.90% (nove vírgula noventa por cento). 29.247/2005 . quando se tratar de produto farmacêutico relacionado no inciso I. seja aplicado um dos seguintes percentuais sobre a base de cálculo do ICMS de responsabilidade direta do contribuinte remetente. de 2000: (Dec.147.Sistema Harmonizado . 29. quando se tratar de operação interestadual destinada a contribuinte. (Dec. 29.2. da respectiva base de cálculo original.10 e 9603.

nas operações com hipoclorito de sódio. 53/2008. nos termos do art.a partir de 31 de julho de 2006. congelados. 148/2007. 117/2007. 4. 124/2007.atualizado até 30 junho 2011 . salgados.248/2005) 2.656/2009) a) operação interestadual praticada por estabelecimento fabricante ou importador com pneumáticos novos de borracha e câmaras-de-ar de borracha classificados.876/91 . nas posições 4011 e 4013. XLVIII (Convênio ICMS 67/2006). 71/2008. quando a receita bruta decorrente da venda das referidas mercadorias esteja sujeita ao pagamento da contribuição para o Programa de Integração Social e para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público – PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS. secos ou temperados. da base de cálculo do ICMS de responsabilidade direta do contribuinte remetente.876/91 DECRETO 14.485. para utilização no Decreto nº 14.19% (cinco vírgula dezenove por cento). na Nomenclatura Brasileira de Mercadorias . ou do Estado do Espírito Santo para qualquer Unidade da Federação. secos ou temperados. frescos. resfriados.19. Nordeste e Centro-Oeste. (Dec. reduzida de tal forma que a carga tributária seja equivalente a 11% (onze por cento) do valor das referidas operações. reduzida de tal forma que a respectiva carga tributária seja equivalente a 12% (doze por cento) do valor da operação (Lei nº 12. 28. para as Regiões Norte. congelados. respectivamente. bem como mercadoria saída das Regiões Sul e Sudeste para essas mesmas Regiões. 28. 28. exceto para o Estado do Espírito Santo. resultantes do respectivo abate (Convênio ICMS 89/2005). dispensado o correspondente estorno do crédito.00 da NBM/SH.2005). 10/2004.656/2009) b) valor resultante da dedução. classificado na posição 1108. (Dec.LXII – a partir de 14 de outubro de 2002.248/2005) 1.12.9% (quatro vírgula nove por cento). na saída interna de borracha sintética. 28. 5. 29. (Dec. resfriados. na hipótese de mercadoria saída das Regiões Sul e Sudeste. em função da alíquota prevista para a respectiva operação interestadual: (Dec. classificada no código 6402.20. reduzida de tal forma que a carga tributária efetiva corresponda ao montante resultante da aplicação do percentual de 7% (sete por cento) sobre o valor da operação interestadual com carne de leporídeos (coelhos) e demais produtos comestíveis. 33.00 da NBM/SH. relativamente à respectiva produção e distribuição.506/2006) LXVII . na saída interna de amido de milho. na hipótese de mercadoria saída das Regiões Norte. 106/2007. 47. com destino a estabelecimento industrial. (Dec.828/2006) LXVI .248/2005) LXIII – a partir de 01 de janeiro de 2006. de 16. 138/2008 e 06/2009): (Dec. salgados. observado o disposto no § 59 (Convênios ICMS 127/2002. para fabricação de sandália termoplástica. previstas em convênio celebrado entre entidade da Administração Indireta do Estado de Pernambuco e o Ministério da Saúde.942.12. exclusive do Estado do Espírito Santo. (Dec. de 03 de julho de 2002. 76/2007. 48/2007. frescos. resultantes do respectivo abate (Convênio ICMS 89/2005). 28. promovida pelo respectivo estabelecimento fabricante. (Dec. aquela prevista na alínea "b". 10/2003.Sistema Harmonizado NBM/SH.779/2005) LXIV – a partir de 01 de janeiro de 2006. na hipótese da operação com pneumáticos e câmaras-de-ar de borracha indicada na alínea "a".779/2005) LXV – no período de 01 de janeiro de 2006 a 31 de dezembro de 2010. (Dec. 28.no período de 01 de agosto de 2006 a 31 de dezembro de 2007. 33. reduzida de tal forma que a carga tributária efetiva corresponda ao montante resultante da aplicação do percentual de 7% (sete por cento) sobre o valor da operação interestadual com carne de aves e demais produtos comestíveis. Nordeste e Centro-Oeste e para o Estado do Espírito Santo. classificada no código 4002. nos termos da Lei Federal nº 10. do montante obtido pela aplicação dos seguintes percentuais. com destino a estabelecimento industrial.19 da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias – Sistema Harmonizado – NBM/SH.

(Dec.876.713/2006) a) Secretaria da Fazenda deverá realizar avaliação periódica do benefício.831/2006) 1." a forma de apuração do imposto.correspondente processo de fabricação de produtos alimentícios derivados de farinha de trigo ou de suas misturas. 29. 29. conforme previsto na alínea "a".atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. 29. sua redução ou suspensão.831/2006) 2. 29. do resultado obtido na forma do item 1. quando da venda de veículos às pessoas jurídicas indicadas neste inciso. (Dec. 29. (Dec. sobre a mencionada base de cálculo será aplicada a alíquota prevista para as operações internas com veículos novos. no campo "Informações Complementares.831/2006) f) a montadora de veículos.876/91 DECRETO 14. 29. nas operações de venda de veículos autopropulsados. (Dec. e alterações". deverá: (Dec. locação de veículos e arrendamento mercantil. (Dec. classificados nas posições 1902. quando realizadas por pessoa jurídica que explore a atividade de produtor agropecuário.GNRE. (Dec. 29. o ICMS deverá ser recolhido com base no art. 29. o imposto apurado na forma dos itens 1 e 2 será recolhido em favor da Unidade da Federação do domicílio do adquirente. 1 e 2.a partir de 12 de julho de 2006.831/2006) 3. podendo promover.831/2006) Decreto nº 14.831/2006) 1. 29.831/2006) 3. mediante decreto específico. de forma a identificar o valor da base de cálculo. Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais . Documento de Arrecadação Estadual .2. será deduzido o crédito fiscal constante da Nota Fiscal de aquisição emitida pela montadora. antes de 12 (doze) meses da data da aquisição junto à montadora.831/2006) b) quando a venda do veículo for efetuada mediante Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A. LXVIII.713/2006) b) o objetivo da avaliação prevista na alínea "a" será verificar sua adequação. 29. conforme previsto na legislação em vigor.831/2006) e) na hipótese do não-recolhimento do imposto pelas pessoas jurídicas indicadas neste inciso.713/2006) LXVIII . deverá ser feita a juntada da cópia da Nota Fiscal original expedida pela montadora quando da aquisição do veículo. por ocasião da respectiva transferência.831/2006) c) na hipótese de a pessoa jurídica alienante não dispor de documento fiscal próprio. mencionar.876/91 . do Decreto nº 14. além do cumprimento das demais obrigações previstas na legislação. (Dec. na Nota Fiscal relativa à operação. o preço de venda ao público sugerido pela montadora. quando a pessoa jurídica alienante e o destinatário estiverem localizados neste Estado. o débito do ICMS da operação e o da operação antecedente.(Dec.831/2006) a) quanto ao cálculo do imposto: (Dec.DAE. demonstrando-se.831/2006) 3.1 e 1905 da NBM/SH.083.831/2006) d) em qualquer hipótese. 29. no campo "Informações Complementares": "Ocorrendo alienação do veículo antes de __/__/____ (data correspondente ao último dia do décimo segundo mês posterior à emissão do respectivo documento fiscal). 14. o mencionado documento deverá ser emitido em nome do adquirente. (Dec. 29. 29. observando-se: (Lei nº 13. 29. o demonstrativo da forma de apuração do imposto previsto na alínea 'b" deverá ser efetuado no documento utilizado na transação comercial. quando a pessoa jurídica alienante estiver localizada em Unidade da Federação diversa daquela do adquirente.1. de 12 de março de 1991. 29. mediante: (Dec. o pagamento deverá ser efetuado pelo adquirente do veículo. (Dec. 29. de 2006) (Dec. observando-se (Convênio ICMS 64/2006): (Dec. reduzida de tal forma que a respectiva carga tributária seja equivalente a 7% (sete por cento) do valor da operação.

devidamente quitado. promovida por indústria localizada neste Estado.082. quando a referida substituição for promovida por oficina autorizada ou credenciada de fabricante de mercadoria diversa de veículo (Convênio ICMS 27/2007). quando a referida substituição for promovida por concessionário ou oficina autorizada de fabricante de veículo (Convênios ICMS 129/2006 e 28/2007).831/2006) 2.831/2006) 2. XLIX (Convênios ICMS 113/2006. à Diretoria Geral de Planejamento e Controle da Ação Fiscal . observando-se a não-exigência de estorno de crédito prevista no art. na saída interna e interestadual dos produtos a seguir indicados.270/2007) b) a partir de 08 de janeiro de 2007.831/2006) g) a alienação do veículo nas condições previstas neste inciso somente deverá ocorrer mediante apresentação do DAE relativo ao ICMS incidente na operação. sementes e palma. classificado na posição 7608. para controle da Secretaria da Fazenda. 29. série e data da Nota Fiscal emitida e dos dados identificadores do veículo vendido.711/2011) a) grãos.09. a base de cálculo do imposto fica reduzida de tal forma que a respectiva carga tributária seja equivalente a 12% (doze por cento) do valor operação (Lei nº 13.DPC da Secretaria da Fazenda.90.831/2006) h) o DETRAN não poderá efetuar a transferência de veículo. (Dec. 36. proveniente das pessoas jurídicas indicadas neste inciso. em virtude de garantia. 30. 29. com destino a empresa de construção civil. ao número. 30. bem como de tubo de alumínio.745/2007) a) a partir de 08 de janeiro de 2007. relativamente: (Dec.2. mencionar. classificado nas posições da Nomenclatura Brasileira de MercadoriasSistema Harmonizado .745/2007) b) a partir de 01 de maio de 2007. 160/2006 e 27/2011): (Dec. 27/2007 e 28/2007): (Dec. promovida pelo respectivo fabricante de veículo ou de outra mercadoria. expedido no primeiro licenciamento do veículo: "SEFAZ:ALIENAR COM ICMS PG".20. 30. 30. 691/2007) PRODUTO CÓDIGO DA NBM/SH Decreto nº 14. até o último dia útil de cada mês. 30. 29. encaminhar.2006). reduzida de tal de forma que a respectiva carga tributária seja equivalente a 12% (doze por cento) do valor da operação. para os estabelecimentos que promovam a referida substituição (Convênios ICMS 129/2006. (Dec.21.876/91 DECRETO 14.nos períodos de 01 de novembro de 2006 a 31 de dezembro de 2012. reduzida de tal forma que a respectiva carga tributária seja equivalente a 7% (sete por cento) do valor da operação: (Dec. em desacordo com as normas nele previstas. 29. (Dec.876/91 . na saída interna de perfil de alumínio.745/2007) LXXII – no período de 01 de agosto de 2007 a 31 de julho de 2009. devendo o Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco – DETRAN.111/2006) LXXI – na saída de peça nova em substituição à defeituosa. tendo como destinatário o proprietário de veículo ou de outra mercadoria.B-100 resultante da industrialização dos produtos a seguir indicados.270/2007) LXX – no período de 01 de agosto de 2006 a 31 de dezembro de 2007.00 ou 7604. (Dec. ao endereço do adquirente e número de inscrição no CNPJ/MF. 29. 47. 30. de 04. no campo "Observações" do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo. (Dec.20.(Dec. informações referentes às operações realizadas no mês anterior. (Dec.831/2006) LXIX .1.2.atualizado até 30 junho 2011 . sebo bovino.NBM/SH 7604. (Dec.29. (Dec. 30. na saída de biodiesel . o valor da operação constante da Nota Fiscal de saída da mencionada peça nova.

90 8716. 33. filmes.31. 9º. devendo ser estornado o valor excedente. (Dec.00. . por ocasião do respectivo desembaraço aduaneiro.modelo SRCS e semi-reboque silo estático . de 19. na importação das mercadorias relacionadas no Anexo 63.modelo SRTC. reduzida de tal forma que a respectiva carga tributária seja equivalente ao montante resultante da aplicação do percentual de 5% (cinco por cento) sobre o valor da mencionada saída. 47.876/91 DECRETO 14.00 LXXIII .a.891. fibras e filamentos (Convênios ICMS 159/2008.várias capacidades e tanque sem chassi-modelo TQS várias capacidades (ISON) Carroceria metálica sem chassi . admitida a manutenção do crédito fiscal relativo à entrada em idêntico percentual. nas saídas interestaduais de etilenoglicol – MEG.90 8707. reduzida de tal forma que o montante do imposto a ser recolhido.várias capacidades. reboque cana . quando a mencionada operação for efetuada por estabelecimento comercial atacadista inscrito no regime normal de apuração e recolhimento do imposto. 34.Caçamba basculante sobre chassi (ISON). 16/2009 e 147/2010). observando-se que a fruição do benefício fica condicionada a que o produto se destine à fabricação de resinas poliéster a serem utilizadas na produção de recipientes de polietileno tereftalato – PET.719/2009) a) no período de 01 de julho de 2009 a 30 de junho de 2010: 4.876/91 . a partir de 01 de julho de 2009.modelo SRB . semi-reboque carga indivisível (carrega tudo) . quando houver cobrança proporcional. semi-reboque cana modelo SRC..modelo RQC (ISON). semi-reboque basculante . CCXI. na saída interestadual de veículos automotores novos nacionais ou importados. (Dec.modelo DL. reduzida de tal forma que a respectiva carga tributária seja equivalente a 7% (sete por cento) do valor da operação. cujo faturamento seja preponderantemente relativo às referidas mercadorias. observado o disposto no § 61: (Dec. na saída interna de querosene de aviação destinada à empresa regional de transporte aéreo de passageiros. reduzida de tal forma que a respectiva carga tributária seja equivalente ao montante resultante da aplicação dos seguintes percentuais sobre o valor da operação. conforme o caso. observado o disposto no § 63 e no art. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . observado o disposto no § 64 e o no art. tanque estacionário modelo TQ -. nas operações internas com as máquinas pesadas relacionadas no Anexo 62. corresponda ao valor resultante da aplicação dos seguintes percentuais. 35. 33.719/2009) b) a partir de 01 de julho de 2010: 5% (cinco por cento). promovida por estabelecimento industrial ou comercial atacadista de veículos. reduzida de tal forma que a carga tributária seja equivalente à mencionada cobrança proporcional. LIX. 35. classificado no código da NBM/SH 2905.modelo SRT .23. semi-reboque extensível .5% (quatro vírgula cinco por cento). reduzida em 100% (cem por cento) do valor da operação. 33. 2.90.949/2010) LXXVIII – a partir de 01 de outubro de 2009.modelo SRS 8704.956/2010) LXXVII .2009): (Dec. na hipótese de mercadoria ou bem importados do exterior sob o amparo de Regime Especial Aduaneiro de Admissão Temporária. pela União.39. no período de 01 de janeiro de 2011 a 31 de dezembro de 2014. LX (Lei nº 13. dos impostos federais.10. conforme previsto no art. (Dec.450/2009) LXXVI .a partir de 1º de maio de 2010.várias capacidades. semi-reboque .modelo CCL (ISON) Dolly 01 e 02 eixos . 47. (Dec. 33. (Dec.031/2010) Decreto nº 14. quando for o caso.719/2009) LXXV . 34. a partir de 01 de julho de 2009.no período de 1º de dezembro de 2009 a 31 de dezembro de 2012.719/2009) LXXIV .

031/2010) b) 7% (sete por cento). máquinas ou aparelhos relacionados nos Anexos I. 166/2002 e 27/2011): (Dec. fibras e filamentos (Convênio ICMS 118/2010).1595% (cinco vírgula um cinco nove cinco por cento). (Dec. (Dec. observada a redução de 48. observada a redução de 30. observando-se que a fruição do benefício fica condicionada a que os produtos se destinem exclusivamente à fabricação de resinas poliéster a serem utilizadas na produção de ácido tereftálico purificado – PTA. nas operações interestaduais efetuadas por estabelecimento fabricante ou importador dos veículos. 36. observado o disposto nos §§ 65.atualizado até 30 junho 2011 . 2. fios de poliéster – POY.43.7129% (zero vírgula sete um dois nove por cento). 35. II e III do Convênio ICMS 133/2002. filmes. Nordeste e Centro-Oeste ou do Estado do Espírito Santo para quaisquer unidades federadas.a) 9. para as Regiões Norte.00 e de ácido tereftálico purificado – PTA – NBM/SH 2917.5080% (dois vírgula cinco zero oito zero por cento).2% (trinta vírgula dois por cento) na base de cálculo das contribuições mencionadas no caput: 1. Nordeste e Centro-Oeste e o Estado do Espírito Santo.00. 5.031/2010) LXXIX . na hipótese de mercadoria saída das Regiões Sul e Sudeste. reduzida do valor correspondente àquele resultante da aplicação dos seguintes percentuais sobre o valor da operação.36. 2. para as Regiões Norte. em que a receita bruta decorrente da venda dessas mercadorias esteja sujeita ao pagamento das contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público .COFINS.4653% (cinco vírgula quatro seis cinco três por cento). 0. (Dec. recipientes polietileno tereftalato – PET. 5.876/91 DECRETO 14. c) relativamente às mercadorias constantes do Anexo III do Convênio ICMS 133/2002. reduzida em 100% (cem por cento) do valor da operação. na hipótese de veículo de origem nacional recebido por meio de transferência do respectivo estabelecimento industrial. Nordeste e Centro-Oeste ou do Estado do Espírito Santo para Decreto nº 14. bem como mercadoria saída das Regiões Sul e Sudeste para essas mesmas Regiões. 2. 35.586/2010) LXXX . 35.5% (nove virgula cinco por cento).876/91 . exclusive do Estado do Espírito Santo. 2.1% (quarenta e oito vírgula um por cento) na base de cálculo das contribuições mencionadas no caput: 1. 0. exceto para o Estado do Espírito Santo. 2. Nordeste e Centro-Oeste e o Estado do Espírito Santo. na hipótese de mercadoria saída das Regiões Norte. no período de 1º de maio de 2011 a 31 de dezembro de 2012. nas saídas interestaduais de paraxileno – PX – NBM/SH 2902.PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social . para as Regiões Norte.3676% (dois vírgula três seis sete seis por cento). na hipótese de mercadoria saída das Regiões Sul e Sudeste. bem como mercadoria saída das Regiões Sul e Sudeste para essas mesmas Regiões. na hipótese de mercadoria saída das Regiões Sul e Sudeste. na hipótese de mercadoria saída das Regiões Norte. 66 e 67 (Convênios ICMS 133/2002.no período de 1º de outubro de 2010 a 31 de dezembro de 2012. na hipótese de veículo importado. exclusive do Estado do Espírito Santo. na hipótese de mercadoria saída das Regiões Norte. exclusive do Estado do Espírito Santo.563/2011) a) relativamente às mercadorias constantes do Anexo I do Convênio ICMS 133/2002: 1.7551% (zero vírgula sete cinco cinco um por cento). exceto para o Estado do Espírito Santo. Nordeste e Centro-Oeste e o Estado do Espírito Santo. Nordeste e Centro-Oeste ou do Estado do Espírito Santo para quaisquer unidades federadas. b) relativamente às mercadorias constantes do Anexo II do Convênio ICMS 133/2002.

527/96) c) na hipótese da alínea “c” do referido inciso II. bem como descontos concedidos sob condição. (Dec. 19. integram a base de cálculo do imposto. II . "b". respeitado o disposto no Decreto no 15. a qualquer título.527/96) II . recebidas ou debitadas. 19.tenham por causa a venda a prazo. I. § 1º Integra a base de cálculo do imposto. § 4º Para fim do disposto no inciso II do “caput”: (Dec. bem como mercadoria saída das Regiões Sul e Sudeste para essas mesmas Regiões. ressalvados os descontos incondicionais. adotar-se-á. § 3º Os acréscimos financeiros relativos à venda a prazo.527/96) a) o preço efetivamente cobrado pelo estabelecimento remetente na operação mais recente. caso o transporte seja efetuado pelo próprio remetente ou por sua conta e ordem e seja cobrado em separado. não havendo mercadoria similar.527/96) b) caso o remetente não tenha efetuado venda de mercadoria.527/96) § 5º Para fim do disposto no inciso IV do "caput". ainda que cobrados em separado e desde que exigidos do adquirente da mercadoria ou do tomador do serviço pelo estabelecimento alienante ou prestador do serviço. a base de cálculo poderá ser determinada pela autoridade administrativa. (Dec. o valor da mercadoria será o valor da última operação onerosa com a mesma. o preço de mercado será. § 7º Na hipótese do inciso V do "caput". realizada até o dia útil imediatamente anterior àquele em que ocorrer a respectiva saída.a partir de 01 de novembro de 1996. (Dec. quando for o caso.frete. incluídas despesas acessórias e IPI.527/96) § 9º Para fim do disposto no parágrafo anterior. quando o estabelecimento comercial remetente não efetuar vendas a outros comerciantes ou industriais. exceto para o Estado do Espírito Santo. 19. o valor correspondente a: (Dec. 19.876/91 DECRETO 14. 19.até 31 de outubro de 1996. 19.sejam cobrados pelo próprio vendedor. além do seu próprio montante. o valor de aquisição. considera-se valor da mercadoria o respectivo preço de venda no varejo ou. 19.527/96) § 2º Nas prestações ou operações a crédito. incluem-se na base de cálculo os ônus relativos à concessão do crédito. 19.atualizado até 30 junho 2011 . para aplicação do disposto nas alíneas “b” e “c” do mencionado inciso II do “caput”. exclusive os decorrentes de inadimplemento do contrato. a base de cálculo é o valor corrente do serviço na praça onde for prestado. na falta deste. sob qualquer modalidade.527/96) I . sucessivamente: (Dec. pelo estabelecimento industrial.quaisquer unidades federadas. (Dec. no mercado atacadista regional. § 6º Nas prestações cujo preço não se possa determinar. juros e demais importâncias pagas. acrescido. a base de cálculo será equivalente a 75% (setenta e cinco por cento) do preço de venda corrente no varejo.876/91 . (Dec. 19.692. de 10 de abril de 1992. desde que: I . (Dec. sobre o total. segundo a ordem: Decreto nº 14. na falta deste.527/96) II . mediante ato normativo. § 8º Quando o preço declarado pelo contribuinte for inferior ao do mercado. 19. o preço corrente da mercadoria ou de sua similar no mercado atacadista do local da operação ou. 19. entende-se por valor agregado o valor total cobrado. do percentual indicado no art.527/96) I . (Dec. se houver.seguros.

efetivada a comprovação prevista no inciso anterior. 19.I . 19. Até 06 de junho de 1990. devendo-se proceder às correções que se fizerem necessárias. classificação fiscal e multas por infração.se a contraprestação do serviço for ajustada em bens. 19. Relativamente às operações mencionadas no inciso IX do "caput". para o usuário. a ele caberá comprovar a exatidão do valor que tenha indicado para a operação. inicialmente. Na hipótese do inciso VII do “caput”. o contribuinte recolherá a diferença do imposto porventura devido. a taxa oficial empregada pela repartição alfandegária para fim de pagamento do Imposto de Importação. 19. II . havendo discordância do contribuinte em relação ao valor da pauta. utilizar-se-á.O valor mínimo entre os coletados nas regiões fiscais do Estado.atualizado até 30 junho 2011 . de tal forma que a incidência do imposto resulte no percentual de 5% (cinco por cento) sobre o valor da respectiva operação. (Dec. (Dec.nas operações interestaduais. aquelas devidas à repartição alfandegária até o momento do desembaraço da mercadoria.527/96) § 11. a aplicação do disposto neste parágrafo e nos §§ 8º e 9º dependerá da celebração de acordo entre as Unidades da Federação envolvidas fixando os valores e estabelecendo os critérios. prevalecerá aquele como valor da base de cálculo.527/96) II . do IPI e do Imposto sobre Operações de Câmbio. além das referentes aos valores do Imposto de Importação.quando o valor da operação for superior ao fixado em pauta. e outras despesas de qualquer natureza. o valor real da operação prevalecerá como base de cálculo do imposto.527/96) § 13. (Dec.876/91 . na hipótese do parágrafo anterior. a base de cálculo será o preço do custo. 19. relativamente ao inciso VII do “caput”.excluem-se da base de cálculo do imposto as despesas com seguro e pedágio bem como as taxas de administração cobradas pelas estações ou outros terminais. (Dec. pertinentes ao transporte. II . será concedida redução de base de cálculo ou crédito presumido. entendem-se por despesas aduaneiras.527/96) § 12. Quando vier a ser conhecido o valor definitivo da taxa cambial aplicável. conforme o disposto em portaria do Secretário da Fazenda.quando o valor da operação for inferior ao fixado em pauta. § 14. Decreto nº 14. 19. observar-se-á: I . § 15. dos bens dados em pagamento.o valor constante em publicação ou correspondência oficial de órgão ou entidade privada. quando forem objeto do mesmo contrato de transporte. III . no período de 01 de março a 30 de abril de 1989. para efeito de determinação da base de cálculo. bem como os ônus decorrentes de seu financiamento.527/96) IV . Na hipótese do inciso X do "caput". (Dec. (Dec. sendo desconhecida a taxa cambial na data do pagamento do imposto. desde que lançadas em parcelas separadas do documento fiscal e não debitadas ao tomador do serviço. § 10.incluem-se na base de cálculo o preço do serviço de entrega e coleta de cargas.o respectivo preço do produto tabelado ou com preço máximo de venda. fixado pela autoridade competente ou pelo fabricante.876/91 DECRETO 14. III . obedecidas ainda as seguintes normas: I . tais como despesas de despacho e de armazenamento e diferenças de peso. Relativamente ao disposto no parágrafo anterior. o preço do serviço será declarado no documento que instrumentalizar a operação.527/96) III .

tomar-se-á o preço médio em relação. Integra a base de cálculo do imposto relativo ao serviço de transporte toda e qualquer importância. (Dec. serão observadas as tarifas básicas oficialmente autorizadas para transporte de cargas de terceiros. como tais entendidos os que estiverem subordinados a eventos futuros e incertos.527/96) § 25.a quota de contribuição tenha sido paga sob o regime da Resolução do IBC 48/87. o preço do serviço de transporte deverá ser lançado no documento fiscal em parcela separada dos valores referentes aos demais serviços. § 23. a média dos preços será efetuada em relação à quantidade de estabelecimentos existentes na praça. Na hipótese de transporte de carga própria.no transporte de pessoas. não existindo a quantidade mínima ali referida. respeitado o disposto no inciso XXVII.527/96) § 26.876/91 . § 19. 61. § 17. § 21. acrescentar-se-á. § 16. sempre que possível. Na hipótese do parágrafo anterior. quando o estabelecimento exercer simultaneamente atividades de comércio e de indústria. 19. § 18. do mesmo porte. entende-se por valor correspondente à entrada o valor total da Nota Fiscal. 19. o prestador do serviço for mero agente arrecadador dos referidos encargos. sendo após destinada para uso ou consumo ou ativo fixo do estabelecimento. Para fim de determinação do preço vigente na praça. a Nota Fiscal relacionar vários produtos. § 20. Até 31 de outubro de 1996. Para efeito do disposto no inciso XXI do “caput”. § 28. o valor do IPI cobrado na operação de que tenha decorrido a entrada. "a" do “caput”. entrar no estabelecimento para fim de industrialização ou comercialização. no mínimo. O disposto no parágrafo anterior não se aplica quando. § 10. seguros. o valor total da Nota Fiscal deverá ser rateado proporcionalmente com as mercadorias nela relacionadas. alínea "b" do “caput”.o respectivo registro tenha ocorrido até 18 de agosto de 1987. na hipótese do parágrafo anterior.IV . As disposições contidas nos incisos XXV e XXVI do "caput" não se aplicam ao café embarcado até 30 de outubro de 1987. 19. quando indicado como base de cálculo do imposto. nos termos do art. Para efeito do disposto no inciso XV.527/96) § 22. desde que: I . contas e outras cujo encargo financeiro tenha sido transferido ao tomador do serviço. excetuado o prestado por empresa de turismo. (Dec. (Dec. exclusive o ICMS . O disposto no inciso XV do “caput” aplica-se em relação a cada atividade. O disposto nas alíneas "i" e "j" do inciso XXX do "caput" só se aplica a operações efetuadas pelos contribuintes a que se refere o § 29 e desde que os produtos se destinem a: Decreto nº 14. a três estabelecimentos da mesma natureza. no caso do parágrafo anterior. II .876/91 DECRETO 14. por delegação. Não serão deduzidos do preço os descontos e abatimentos condicionais. situados na mesma praça e. de 17 de julho de 1987. o imposto a ser recolhido será o valor resultante da aplicação do percentual equivalente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre o valor indicado no mencionado inciso. incluindo taxas.atualizado até 30 junho 2011 . quando a mercadoria. § 24.fonte quando nele incluído. na base de cálculo. § 27. Quando. para efeito de inclusão do valor do transporte na base de cálculo do imposto relativo à mercadoria.

Relativamente ao disposto na alínea "f" do inciso XXXV do "caput".860/2007) I . entre si. os produtos que cada uma delas está autorizada a fornecer em operações alcançadas pelo benefício fiscal. 61/2005. 26. vedada sua aplicação quando dada ao produto destinação diversa. aditivo e componente grosseiro. II . sal mineralizado. a partir de 06 de janeiro de 2004. os produtos objeto de operações alcançadas pelo benefício (Convênios ICMS 75/91 e 14/96). 18/2005. 84/2006. "i" e "j". indicando-se no mencionado ato (NR Convênio ICMS 121/2003): (Dec. O benefício previsto na alínea "a" do inciso XXXV do "caput" aplica-se aos produtos destinados exclusivamente ao uso na pecuária.711/2011) § 30. da mercadoria remetida para fim de armazenagem.empresa de transporte e serviços aéreos e aeroclubes.596/2004) 1. relacionadas em ato do Comando da Aeronáutica do Ministério da Defesa.aplica-se exclusivamente às empresas nacionais da indústria aeronáutica.CNPJ e no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco .876/91 DECRETO 14. pelos estabelecimentos referidos em suas alíneas. às da rede de comercialização e às importadoras. 01/2008.596/2004) II .596/2004) 3. não se aplica às operações interestaduais se a semente não satisfizer aos padrões estabelecidos para o Decreto nº 14. 26. IV – proprietários ou arrendatários de aeronaves identificadas como tais pela anotação da respectiva matricula e prefixo no documento fiscal (Convênios ICMS 75/91 e 25/2009). (Dec.oficinas reparadoras ou de conserto e manutenção de aeronaves.596/2004) b) a partir de 01 de julho de 2000 (Convênios ICMS 32/99. fica condicionada à publicação de Ato COTEPE.empresa nacional da indústria aeronáutica ou estabelecimento da rede de comercialização de produtos aeronáuticos. em relação às empresas nacionais da indústria aeronáutica.596/2004) 2. § 32.CACEPE. (Dec. o tipo de serviço que cada uma delas está autorizada a executar.528/2010) § 29. 26.596/2004) a) até 15 de abril de 1996.876/91 . III . inclusive as oficinas reparadoras ou de conserto de aeronaves e às importadoras de material aeronáutico. 26.às saídas promovidas. 36. identificados pelo registro no Departamento de Aviação Civil. 7/2010. 12/2007. ingrediente. contendo a correspondente aprovação da empresa (Convênios ICMS 75/91 e 121/2003 . em relação a todas as empresas. o endereço completo e o número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica . (Dec.às saídas. inclusive farinha e farelo. em relação às oficinas reparadoras ou de conserto de aeronaves. § 31. 34. homologadas pelo Ministério da Aeronáutica. 26. (Dec. 17/2009. a respectiva fruição em relação às empresas indicadas no ato do Comando da Aeronáutica do Ministério da Defesa. 30. § 33. relacionadas em ato conjunto do Ministério da Aeronáutica e do Ministério da Fazenda e.atualizado até 30 junho 2011 . 65/99 e 6/2000): (Dec. a título de retorno. a partir de 06 de janeiro de 2004. O benefício previsto na alínea "b" do inciso XXXV do "caput" se estende: I . 23/2010 e 16/2011). O benefício previsto na alínea "d" do inciso XXXV do "caput" não se estende ao alimento. em relação a cada uma das mencionadas empresas. do "caput": (Dec. previsto no inciso I. Relativamente ao benefício previsto no inciso XXX. II .I . (Dec. na avicultura e na agricultura. Atos COTEPE ICMS 03/2004. real ou simbólico. 26. às da rede de comercialização. (Dec.

encaminhada pelo Estado destinatário ao Estado remetente. o contribuinte destinatário deverá comparecer à repartição fazendária do seu domicílio fiscal. i) carimbo da repartição emitente e assinatura com identificação do funcionário.876/91 DECRETO 14. emitidas para documentar as operações. data e valor da Nota Fiscal.nas vendas à ordem ou para entrega futura assim como nas saídas simbólicas. h) nome do motorista . III . o visto prévio será exigido na Nota Fiscal da efetiva remessa da mercadoria. será. ou.terá a seguinte destinação: a) 1ª via .a primeira via.Estado de destino pelo órgão competente. IV . neste caso quando o remetente e o destinatário estejam localizados nas referidas regiões. II . deverão ser apresentadas ao Fisco de origem antes do início da remessa das mercadorias para fim de visto prévio. Para efeito de emissão da GEFIM de que trata o parágrafo anterior.atualizado até 30 junho 2011 . à vista da mercadoria. tenha a semente outro destino que não seja a semeadura. § 34. o documento denominado Guia de Entrada Física de Mercadorias (GEFIM). d) descrição da mercadoria (produto. c) 3ª via . sujeita-se o remetente ao pagamento do imposto devido e às penalidades previstas na legislação tributária.Secretaria da Fazenda ou Finanças do Estado de destino. e a segunda via encaminhada. no prazo de 10 (dez) dias. até o último dia do segundo mês subseqüente ao da entrada da mercadoria. III . Decreto nº 14. pelo contribuinte destinatário ao contribuinte remetente.contribuinte destinatário (para arquivo).o disposto no inciso anterior aplica-se também quando ocorrer subseqüente exportação da mercadoria para o exterior. referida no inciso anterior. II . antes da entrada das mercadorias no respectivo estabelecimento. no mínimo: a) data e local da emissão. e) número.as Notas Fiscais. c) estabelecimento destinatário.o Fisco do Estado destinatário emitirá.contribuinte remetente. f) meio de transporte.876/91 . A eficácia do benefício previsto na alínea "g" do inciso XXXV do "caput" condiciona-se à observância das seguintes normas: I . § 35. A GEFIM referida no § 34 será emitida em 04 (quatro) vias e: I . b) 2ª via . d) 4ª via . o qual conterá. quantidade e qualidade).Secretaria da Fazenda ou Finanças do Estado de origem das mercadorias. § 37.placa do veículo (no caso de transporte rodoviário).caracterizada destinação diversa da indicada no documento fiscal. § 36. conforme modelo aprovado pela legislação tributária estadual. As reduções previstas na alínea "g" do inciso XXXV do "caput" aplicam-se também às operações internas realizadas nas Regiões Norte e Nordeste bem como às interestaduais. b) estabelecimento remetente. ainda que atenda aos padrões. g) empresa transportadora.

477/91) § 43.558/92) b) emitir-se-á Nota Fiscal complementar relativa à diferença entre os custos referidos na alínea "a" e no inciso I. (Dec. publicado no Diário Oficial da União. Para efeito de complementação do imposto relativo a bens usados provenientes de outra Unidade da Federação. não se aplica na hipótese de o crédito fiscal correspondente já estar reduzido. 15.adotar alíquota equivalente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual. para efeito da aplicação do percentual de que trata o inciso anterior. (Dec. deste Decreto. § 40. 19.527/96) II . observar-se-á: (Dec. 19.876/91 . se recebido o bem com redução de alíquota. 15. de que trata este parágrafo. 15. de 09 de dezembro de 1991. por sua natureza.Normal e. se destinem a emprego direto na produção agrícola ou industrial e na prestação de serviços. (Dec. Para efeito dos incisos XXXIX e XL. quando.o custo será apurado no mês anterior ao da transferência. Para os efeitos do disposto no inciso XXIV do "caput".até 31 de outubro de 1996. (Dec. utilizar a mesma base de cálculo que deveria ter sido adotada para determinação do ICMS . o seguinte: (Dec. (Dec. tão logo seja conhecido o custo referido naquele inciso. aos produtos enumerados no Convênio ICMS 90/91. a partir de 27 de dezembro de 1991.876/91 DECRETO 14.558/92) II .530/92) § 39.§ 38. Para fim do disposto no inciso XV. 19.558/92) a) adotar-se-á o custo do segundo mês anterior ao da transferência. obrigando o contribuinte ao estorno de crédito. 15. “c” do “caput”. a partir de 01 de novembro de 1996. 15. 15.até 31 de outubro de 1996. consideram-se bens de capital as máquinas e aparelhos. 19.558/92) Decreto nº 14.o benefício aplica-se também. uma base de cálculo tal que se obtenha o imposto equivalente à mencionada redução de alíquota. bem como suas peças.527/96) IV .fica dispensado o estorno do crédito do imposto relativo à entrada de mercadoria cuja operação subseqüente seja beneficiada pela redução da base de cálculo. para efeito de aplicação do percentual de que trata o inciso II.para fins de exigência do ICMS devido em razão do diferencial de alíquota. não se conhecer ainda o valor do custo referido no inciso anterior: (Dec. (Dec. classificados nos capítulos 84 a 90 da tabela anexa ao regulamento do IPI.558/92) II . § 42. no período ali previsto. conforme o caso. terá o percentual de redução de base de cálculo de 30% (trinta por cento). 15. O disposto no parágrafo anterior não autoriza a restituição ou compensação das importâncias já pagas.atualizado até 30 junho 2011 .527/96) § 41. acessórios e sobressalentes. (Dec. A partir de 01 de janeiro de 1990 até 31 de dezembro de 1991. o Estado onde se localiza o destinatário dos produtos.558/92) § 44. no momento da transferência.até 31 de outubro de 1996. de acordo com a Nomenclatura Brasileira de Mercadorias NBM/SH e constante do Anexo 4. adotar. se recebido o bem com redução de base de cálculo.558/92) I . o produto semi-elaborado classificado na posição 2903. 15. (Dec. a mesma base de cálculo reduzida. (Dec. adotar. o contribuinte deverá: I . será observado. (Dec. 15. O disposto no inciso III do artigo 34. III .527/96) I .na hipótese de. utilizar como base de cálculo o valor da operação ou da prestação na Unidade da Federação de origem.558/92) III .15.15. (Dec. reduzirá a base de cálculo do imposto de tal forma que a carga tributária total corresponda aos percentuais estabelecidos nos incisos XXXIX e XL para as respectivas operações internas.

.. capaz de suprir a ração ou concentrado. por processo de alta densidade de corrente.... (Dec..substâncias e misturas de substâncias ou microorganismos adicionados intencionalmente aos alimentos para os animais que tenham ou não valor nutritivo..................... 15.câmara para teste de correção denominada "SaltSpray". (Dec.... 15......... (Dec.... 15.813/92) 1............ b) às saídas.mistura de aditivos para produtos destinados à alimentação animal ou mistura de um ou mais destes aditivos com matérias-primas usadas como excipientes que não se destinam à alimentação direta dos animais (Convênio ICMS 54/2006).. no prazo de recolhimento do ICMS referente à transferência... (Dec.876/91 ...... qualquer mistura de ingredientes capaz de suprir as necessidades nutritivas para manutenção...na hipótese da alínea "c": (Dec... (Dec. desenvolvimento e produtividade dos animais a que se destinam.. 100/97. 41/92.. e que afetem ou melhorem as características dos alimentos ou dos produtos destinados à alimentação dos animais (Convênio ICMS 54/2006)...813/92) 9024. (Dec... 15........... a mistura de ingredientes. 15.quanto ao inciso XL: bombas ....... constitua uma ração animal......641/2006) 5......813/92) 3....30...876/91 DECRETO 14... ADITIVO ...0000..........0000.. 15.813/92) a) máquinas e aparelhos de galvanoplastia. real ou simbólico.. eletrólise ou eletroforese instalação contínua de galvanoplastia eletrolítica de fios de aço. da mercadoria remetida para fim de armazenagem.813/92) § 46... 99/2004 e 54/2006): (Dec....a redução prevista na alínea "b" estende-se: (Dec.. (Dec.. 15......atualizado até 30 junho 2011 ... 29....813/92) 4.. de lavagem e de estanhagem.. A partir de 27 de abril de 1992..813/92) a) às saídas promovidas entre si pelos estabelecimentos referidos em seus itens.. CONCENTRADO. 144/92.641/2006) Decreto nº 14.813/92) (Dec. aminoácidos ou minerais. (Dec..... b) máquinas e aparelhos para ensaios de dureza..81..813/92) 2........ adicionada a um ou mais elementos em proporção adequada e devidamente especificada pelo seu fabricante...813/92) a) devem ser adotados os seguintes conceitos: (Dec....558/92) § 45. com controlador de processo...... 15..... (Dec....... 15.9900...... 15.813/92) II ... PREMIX ou NÚCLEO ..641/2006) I .... serão observadas as seguintes normas (Convênios ICMS 36/92.....10. o disposto nos incisos XXXIX e XL também se aplica aos seguintes produtos: (Dec...... 29....813/92) I . 15....quanto ao inciso XXXIX: (Dec........ 15. RAÇÃO ANIMAL. elasticidade ou de outras propriedades mecânicas de materiais máquinas e aparelhos para ensaios de metais .. 15... II .... 29...... permitida a inclusão de aditivos..........813/92) 8413. 8543... a título de retorno.. SUPLEMENTO. compressão... 15.. Para efeito do disposto no inciso XLI do "caput". a mistura de ingredientes que. tração..c) recolher-se-á o imposto relativo à complementação. a partir de 01 de agosto de 2006.. (Dec... com unidades de decapagem eletrolítica.. a partir de 01 de agosto de 2006. em vitaminas.

previstos nas alíneas “a” e “b” (Convênio ICMS 41/92).04. 144/92. ranicultura e sericultura. relativamente a milho e farelo e torta de soja. 20.04. 20. avicultura.2000) I – até 30 de abril de 2000. 20. que está contido no referido valor da mercadoria.926/2005) IV .2001) b) a partir de 1 de abril de 2001. 34 III. cunicultura.b) a redução aplica-se ainda à ração animal. 67/96 e 100/97): (Dec.2003) b) a partir de 01. (Dec. 29/94. na transferência a estabelecimento produtor do mesmo titular ou na remessa a outro estabelecimento produtor em relação ao qual o titular remetente mantiver contrato de produção integrada. (Dec. preparada em estabelecimento produtor.813/92) III .01. Para efeito do disposto no inciso XLII do "caput". a) até 30 de abril de 2000. 22.a redução ali prevista somente se aplica (Convênios ICMS 36/92.01.539/98) V . cooperativa de produtores. aquicultura.01.relativamente ao disposto na alínea "e": (Dec. demonstrando na Nota Fiscal a respectiva dedução.25.01.atualizado até 30 junho 2011 .539/98) a) quando o produto for destinado a produtor. 15.2001) II . que será obtido deduzindo-se do primeiro valor o segundo. a redução prevista na alínea "f" somente se aplica quando o produto for destinado a produtor. indústria de ração animal ou órgão ou entidade estadual de fomento e desenvolvimento agropecuário. (Dec.246/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.926/2005) a) o benefício não se aplicará se a semente não satisfizer os padrões estabelecidos para o Estado de destino pelo órgão competente ou. (Dec. a partir de 16 de julho de 1992. observando-se (Convênio ICMS 144/92): (Dec.o benefício concedido às saídas dos produtos destinados a pecuária estende-se às remessas com destino a apicultura. 29/94. 27. (Dec. não se exigirá o estorno de crédito de que trata o art. tenha a semente outro destino que não seja a semeadura. o estabelecimento vendedor deverá deduzir do preço da mercadoria o valor correspondente ao imposto dispensado. (Dec.236/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 35/96. 15. o estabelecimento vendedor fica dispensado da obrigatoriedade de efetuar o referido demonstrativo na Nota Fiscal.876/91 DECRETO 14. independentemente do produto.05.813/92) VI . 20. (Dec. III.93.539/98) 1. indústria de ração animal ou órgão ou entidade estadual de fomento e desenvolvimento agropecuário: (Dec. 27.041/2002-EFEITOS A PARTIR DE 01.246/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2003) a) o mencionado demonstrativo deverá indicar o valor da mercadoria como se devido fosse o tributo. não será exigido na hipótese de adubo simples ou composto e fertilizante.041/2002-EFEITOS A PARTIR DE 01. cooperativa de produtores.até 30 de abril de 2000. 41/92. 67/96 e 100/97): (Dec.926/2005) b) no período de 19 de outubro de 2004 a 05 de agosto de 2005. 23.01.041/2002-EFEITOS A PARTIR DE 01.2000) VII – a partir de 05. (Dec. e o valor final cobrado do adquirente da mercadoria. (Dec. (Dec.876/91 . (Dec. não será exigido.539/98) Decreto nº 14. não se exigirá o estorno de crédito de que trata o art. ainda que atenda ao padrão. as sementes discriminadas na referida alínea "e" poderão ser comercializadas com a denominação "fiscalizadas".2003.25.25.até 30 de setembro de 1997. 27. 41/92.236/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 22. 23. 34.2003) § 47. o montante do tributo dispensado.05. serão observadas as seguintes normas (Convênios ICMS 36/92.

10.93. de empresários das indústrias automobilísticas e do Governo. relativamente aos produtos indicados nas alíneas “a” a “e”. que assegura: (Dec. observando-se (Convênio ICMS 144/92): (Dec.813/92) 2. demonstrando na Nota Fiscal a respectiva dedução.813/92) 3. (Dec.2003) a) o mencionado demonstrativo deverá indicar o valor da mercadoria como se devido fosse o tributo. adubo simples ou composto e fertilizante (Convênios ICMS 29/94 e 35/96). farelo e torta de soja e de canola e DL Metionina e seus análogos. para efeito de exigência do ICMS devido em razão do diferencial de alíquota. celebrado entre representantes de trabalhadores. 15.01.97.não se exigirá o estorno proporcional do crédito do imposto relativo às entradas das mercadorias utilizadas como matéria-prima. material secundário ou de embalagem na fabricação dos veículos. a partir de 06 de novembro de 1997. a base de cálculo do imposto será reduzida de tal forma que a carga Decreto nº 14. 15. hipóteses previstas nas alíneas 'b" e "f". 24.EFEITOS A PARTIR DE 01.267/2002) c) a partir de 06 de novembro de 1997.25. apenas relativamente a milho. (Dec. relativamente aos produtos elencados nas alíneas "c". 20. exceto.337/96) I .041/2002 . 20. (Dec. a farelo de casca de soja e de canola. (Dec. 15.539/98) 4.539/98) 3. a manutenção do nível de emprego e garantia de salário entre 27 de março de 1992 e 30 de junho de 1992. o montante do tributo dispensado. durante o período mencionado no item anterior.876/91 DECRETO 14.539/98) III – a partir de 05.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec.041/2002 . 20.01. "d" e "e".25.813/92) II .2003) § 48.01. (Dec.876/91 .813/92) a) elevação dos preços dos veículos beneficiados em percentual superior aos aumentos de custo. o estabelecimento vendedor fica dispensado da obrigatoriedade de efetuar o referido demonstrativo na Nota Fiscal.a partir de 26 de junho de 1996. 20. (Dec. que está contido no referido valor da mercadoria. 15.813/92) III .25.extinguirá a redução a ocorrência de uma das seguintes hipóteses: (Dec. 15.2001. e.813/92) b) revogação da redução de alíquota do IPI. (Dec. (Dec. 19. a partir de 26 de junho de 1996. e o valor final cobrado do adquirente da mercadoria. vedada a sua aplicação se dada ao produto destinação diversa (Convênio ICMS 100/97).813/92) c) descumprimento do compromisso.EFEITOS A PARTIR DE 01.01.01.EFEITOS A PARTIR DE 01.2003) b) a partir de 01. o estabelecimento vendedor deverá deduzir do preço da mercadoria o valor correspondente ao imposto dispensado. a correção mensal dos salários pela média das variações dos índices do mês anterior (FIPE . (Dec. no período de 11 de outubro de 1996 a 30 de setembro de 1997. a partir de 22. relativamente a milho. que será obtido deduzindo-se do primeiro valor o segundo. 15. serão observadas as seguintes normas: (Dec. hipótese prevista na alínea "a" (Convênio ICMS 100/97). (Dec.041/2002 . (Dec. 15. (Dec. o início das discussões sobre contrato coletivo de trabalho. relativamente a farelo e torta de soja e de canola. quando destinados à alimentação animal ou ao emprego na fabricação de ração animal (Convênios ICMS 100/97 e 89/2001). 15.11.DIEESE).2003. indicados nas alíneas "a" a "c" (Convênio ICMS 67/96).2. quando produzidos para uso na agricultura e na pecuária.539/98) b) a partir de 06. Relativamente à redução prevista no inciso XLIII do “caput”.813/92) 1. a partir de 22 de abril de 1994.

823/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. para adequar o valor das mencionadas transferências ao preço de venda do estabelecimento destinatário. 21. 21. 19. será observado o seguinte: EFEITOS A PARTIR DE 01. 19. (Dec.527/96) §51.a partir do segundo semestre de fruição. devendo ser recolhida a diferença entre o imposto devido sem redução e o valor efetivamente pago no mês com os acréscimos legais cabíveis. demonstrativo que servirá de base para cálculo do incentivo e que deverá conter o valor referente ao seguinte: (Dec. 19.10. ou tome em consideração. 21.ao final de cada período fiscal. base de cálculo do imposto incidente nas operações mencionadas no item anterior. ou os documentos expedidos pelo sujeito passivo ou pelo terceiro legalmente obrigado.99) Decreto nº 14. deverá enviar. 19. serão adotados os respectivos ajustes. no prazo de 05(cinco) dias úteis. ao remetente. (Dec. (Dec.a Secretaria da Fazenda disciplinará os procedimentos necessários à habilitação do interessado ao gozo do benefício. 19.99) (Dec. 1.527/96) I . serão adotadas as seguintes normas: (Dec.10. em caso de contestação. o valor ou o preço de mercadorias.99) a) o estabelecimento industrial remetente deverá emitir Nota Fiscal complementar. contados da intimação fiscal emitida para esse fim. bens. (Dec. (Dec. com valores atualizados com base na variação da UFIR. Quando o cálculo do tributo tenha por base.99) 1.10. (Dec.a partir do primeiro mês do segundo semestre de fruição. observando-se.10. na hipótese de o contribuinte ter recolhido ICMS mensal em valor inferior à média apurada nos termos do inciso I.823/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 21. administrativa ou judicial. (Dec.337/96) § 49. 19. o benefício fica condicionado ao recolhimento de. abrangendo todas as transferências do período. com data do último dia útil deste.atualizado até 30 junho 2011 . pela empresa beneficiária. avaliação contraditória.considera-se atendida a avaliação contraditória o direito de o contribuinte impugnar o lançamento durante o curso do processo administrativo-tributário.823/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.155/96) I .876/91 . (Dec.a autoridade lançadora. 19. arbitrará aquele valor ou preço. valor correspondente à média mensal do ICMS devido pelo contribuinte nos 12 (doze) meses anteriores ao do início do incentivo. proceder à avaliação do comportamento da arrecadação relativamente a cada beneficiário.1.155/96) § 50.10. 21.tributária total corresponda ao resultado da aplicação do percentual de 12% (doze por cento) sobre a mencionada base de cálculo antes da referida redução (Convênio ICMS 39/96). sempre que sejam omissos ou não mereçam fé as declarações ou os esclarecimentos prestados.99) b) o estabelecimento destinatário: (Dec.823/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.876/91 DECRETO 14.10.155/96) III .99) (Dec. efetivamente realizadas no período fiscal. acima dos limites estabelecidos no decreto concessivo. 3. Relativamente ao disposto no inciso XV. até o dia 10 (dez) do período subseqüente: (Dec. 19.2.10. ressalvada.823/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.823/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.10. a redução de base de cálculo não prevalecerá.155/96) II . no máximo a cada trimestre. operações internas e interestaduais.99) II . "c". devendo a mencionada empresa emitir a respectiva Nota Fiscal pelo preço de custo do produto. ainda.527/96) II .823/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 21. devendo. 21. (Dec. 21. no mínimo.99) 1.823/99 – I – da adoção da base de cálculo ali prevista não poderá resultar aproveitamento do incentivo financeiro. serviços ou direitos: (Dec. mediante processo regular. Relativamente ao inciso XLIV.

EFEITOS A PARTIR DE 01.726/2006) II .quando ocorrer a exclusão de produtos.726/2006) b) a partir de 31 de julho de 2006.10. 24.726/2006) I – nas seguintes hipóteses: (Dec. da referida Lei (Convênio ICMS 24/01). A partir de 01. O documento fiscal que acobertar as operações indicadas no inciso LXI e no § 56 deve conter. 29. no período até 24. a referência feita à Administração Pública somente se aplica ao Poder Executivo Estadual. publicada no Diário Oficial da União de 14. 29.2005) § 57. II. (Dec. "c". (Dec.08.05.213. no que se refere à redução de base de cálculo prevista no inciso XXX do "caput".726/2006) Decreto nº 14. da incidência da contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS. ainda que em decorrência da aplicação de alíquota reduzida prevista em lei. 23.atualizado até 30 junho 2011 .247/2001) § 53. quando as pessoas jurídicas industrializadoras ou importadoras tenham firmado com a União compromisso de ajustamento de conduta. montante do imposto resultante do cálculo referido no item anterior.541/2005) § 56. 23. (Dec.2002.a inexistência de produto similar produzido no País será atestada por órgão federal competente ou por entidade representativa do setor produtivo de máquinas.2002) § 55. 29. sem observância do disposto no mencionado § 29. (Dec. pelas empresas relacionadas na Portaria Interministerial nº 206.876/91 DECRETO 14.720/2001 – ERRATA NO DOE DE 03.98. (Dec.247/2001) I .3. de 2000. será observado o seguinte (Convênio ICMS 58/2000): (Dec. I.Sistema Harmonizado . 28.01. (Dec. ou tenham preenchido os requisitos constantes da Lei Federal n° 10. com abrangência em todo o território nacional.10. 29.1. de 24 de julho de 1985. 6/200 e 16/2001). de 27 de março de 2001 (Convênio ICMS 24/2001). de 13.347. Relativamente ao disposto no § 29.159/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. ou tenham preenchido os requisitos constantes da Lei Federal n° 10.99) (Dec.08. 29.98. quando as pessoas jurídicas industrializadoras ou importadoras tenham firmado com a União compromisso de ajustamento de conduta.247/2005 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 21. (Dec.2002) § 54.823/99 – 2. nas operações com os produtos relacionados no caput do artigo 3º da Lei Federal nº 10. nas operações com os produtos das posições 3003 e 3004 da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias . a redução de base de cálculo do ICMS de que trata o inciso XLIII.04.823/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 21.99) § 52. (Dec. aparelhos e equipamentos.04. 27. nos termos do § 6º do artigo 5º da Lei Federal n° 7.247/2001) II .2001. II (Convênios ICMS 65/99.347. O disposto no inciso LXI não se aplica (Convênio ICMS 24/2001): (Dec. 1º da Lei Federal nº 10. além das demais indicações previstas na legislação tributária (Convênios ICMS 24/2001 e 34/2006): (Dec. (Dec. de 1985. Para efeito da redução de base de cálculo prevista no inciso LVI do "caput".NBM/SH. jornal ou periódico. ficam convalidados os procedimentos adotados.213.876/91 . 1º. 23. nos termos do § 2º do art.o benefício previsto no mencionado inciso somente alcança as empresas cuja atividade preponderante seja a prestação de serviço de radiodifusão ou a industrialização de livro. de 2000. 23.08. poderá lançar a Nota Fiscal referida na alínea anterior no mesmo período fiscal da data de sua emissão.726/2006) a) no período de 01 de maio de 2001 a 30 de julho de 2006. e alterações. de 2001 (Convênio ICMS 34/2006). nos termos do § 6º do artigo 5º da Lei Federal n° 7.147. não poderá resultar em carga tributária líquida inferior a 12% (doze por cento). Relativamente ao inciso LI. conforme previstas no art.147.

I. serão observadas as seguintes normas: (Dec. 28. (Dec. e XL.719/2009) b) a que o contribuinte não seja beneficiário de incentivo do Programa de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco. Relativamente ao disposto no inciso LXII do "caput". (Dec. no período de 14 de outubro de 2002 a 31 de julho de 2009: "Base de Cálculo reduzida nos termos do Convênio ICMS 10/03".248/2005) c) remessa em que a mercadoria deva retornar ao estabelecimento remetente.656/2009) 2.atualizado até 30 junho 2011 . não haverá estorno proporcional dos créditos fiscais do ICMS referentes aos insumos utilizados ou às operações anteriores (Convênio ICMS 24/01)".08. a partir de 01 de agosto de 2009: "Base de Cálculo reduzida nos termos do Convênio ICMS 06/2009". 28.247/2005 – EFEITOS A PARTIR DE 01.a identificação dos produtos pelos respectivos códigos da NBM/SH e o número do lote de fabricação.719/2009) a) ao credenciamento do contribuinte nos termos de portaria do Secretário da Fazenda. 28. Nas operações indicadas no inciso LXI do "caput". (Dec. (Dec. Relativamente aos incisos XXXIX. (Dec. I.656/2009) § 60.248/2005) (Dec.248/2005) III – a Nota Fiscal que acobertar as operações deverá conter.248/2005) I – a partir de 28 de abril de 2003. 28. PRODEPE.248/2005) a) transferência para outro estabelecimento do fabricante ou importador. 28. 33. "b".I . 28.247/2005 – EFEITOS A PARTIR DE 01. a identificação do referido regime. a redução de base de cálculo ali prevista fica condicionada à procedência da mercadoria de países que tenham celebrado acordo internacional com cláusula de reciprocidade de tratamento tributário concedido a similar nacional.876/91 DECRETO 14. 33. 28. (Dec. (Dec. observar-se-á: (Dec. 30. 28.2005) b) na situação prevista na parte final do § 56.950/2007) § 61.876/91 . a utilização do benefício fica condicionada: (Dec.2005) § 59. 28.247/2005 – EFEITOS A PARTIR DE 01. a redução ali prevista não se aplica relativamente às seguintes operações: (Dec. (Dec. (Dec. (Dec.08. (Dec. além das demais indicações previstas na legislação tributária: (Dec. 33.2005) a) se o remetente for beneficiário do regime especial de que trata o § 56.719/2009) Decreto nº 14. (Dec. 28.2005) c) nos demais casos. 28.248/2005) b) no campo "Informações Complementares" a expressão: (Dec. d) operação de venda ou faturamento direto ao consumidor final.no campo "Informações Complementares: (Dec. 33. a expressão: "Base de cálculo com dedução do PIS/PASEP e da COFINS .08.248/2005) a) a identificação dos produtos pelos respectivos códigos da NBM/SH.248/2005) II – a partir de 28 de abril de 2003.08. 33. Relativamente ao disposto no inciso LXXIV.08. 33.656/2009) 1. 33. 28. fica dispensado o estorno de crédito previsto no art.719/2009) I. 34. (Dec.213/2001.2005) II .Convênio ICMS 24/2001. (Dec. (Dec. 28.247/2005 – EFEITOS A PARTIR DE 01.08. III. 33. 28.656/2009) b) saída com destino à industrialização. a expressão: "O remetente preenche os requisitos constantes da Lei Federal nº 10. "b".247/2005 – EFEITOS A PARTIR DE 01.247/2005 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2005) § 58.

031/2010) § 65.79% (seis vírgula setenta e nove por cento). são consideradas as contribuições.atualizado até 30 junho 2011 . 4. remessa em que a mercadoria deva retornar ao estabelecimento remetente. tendo como destino a região Nordeste. III. O disposto no inciso LIV do "caput" não se aplica às operações com mercadorias abrangidas pelo REPETRO. em ligações suplementares certificadas conforme o Regulamento Brasileiro de Habilitação Aeronáutica . quando esta corresponder ao preço de venda a consumidor constante de tabela estabelecida ou sugerida ao público por órgão competente ou sugerida pelo fabricante. 2. a margem de valor agregado deve incidir sobre o valor resultante da aplicação da redução prevista nas alíneas .485.876/91 . de 19. do inciso LXXX. o termo final de vigência do benefício corresponderá à data da respectiva revogação. 34. operação de venda ou faturamento direto ao consumidor final. RBHA de nº 135 da Agência Nacional de Aviação Civil.543.10. 34.a. nos termos de portaria do Secretário da Fazenda. § 66. (Dec.719/2009) § 62. realizar o transporte em aeronaves com capacidade de até 35 (trinta e cinco) passageiros. atender a vôos regulares.563/2011) I . II . são observadas as seguintes normas: (Dec. (Dec.b. IV . 34. O benefício previsto no inciso LXXVII do . (Dec. III .563/2011) I .. transferência para outro estabelecimento do fabricante ou importador. saída com destino à industrialização. b) não deve resultar diminuição da base de cálculo da operação subsequente. disciplinado no Capítulo XI do Decreto Federal nº 4. COFINS: 6. . 34. de 2002. o qual deverá ser recolhido nos termos da legislação específica.2009). nos termos da Lei Federal n° 10. (Dec. o benefício não alcança o ICMS devido por substituição tributária. ser revogada. estiver credenciada. somente se aplica quando a empresa regional de transporte aéreo de passageiros: (Dec.caput. 35. e . PIS / PASEP: 1. ANAC.949/2010) I. na hipótese de a Lei Federal n° 10. de 26 de dezembro de 2002 (Convênio ICMS 130/2007). (Dec. 36. Decreto nº 14. Relativamente ao disposto no inciso LXXX do caput. a redução ali prevista: a) não se aplica relativamente às seguintes operações: 1.949/2010) II.II. cujo recolhimento tenha sido efetuado mediante utilização das seguintes alíquotas.485.891.c. de 03 de julho de 2002: (Dec. (Dec.949/2010) III.. Para efeito do disposto no inciso LXXX do caput. II . para a aquisição do combustível com a respectiva redução da base de cálculo do imposto. 3.545/2010) § 63. 34. 33. O disposto no inciso LXXVIII somente se aplica às operações promovidas por contribuinte inscrito na condição de contribuinte-substituto no Estado de localização do destinatário (Lei nº 13. fica dispensado o estorno do crédito previsto no art.949/2010) § 64. 34.47% (um vírgula quarenta e sete por cento). nas hipóteses em que a base de cálculo da substituição tributária não corresponder ao preço de venda a consumidor constante de tabela estabelecida ou sugerida ao público por órgão competente ou sugerida pelo fabricante. 36.876/91 DECRETO 14. conforme indicado a seguir.

mera indicação para fim de controle e não-cumulatividade do imposto. Considerar-se-ão interdependentes duas empresas quando: I . Até 31 de outubro de 1996. quando o frete for cobrado por estabelecimento pertencente ao mesmo titular da mercadoria alienada.IPI. 36. (Dec. I. para serviço semelhante. ou sócio com funções de gerência. acrescido de percentual de margem de lucro. 18.Base de Cálculo reduzida nos termos do Convênio ICMS 133/2002. Imposto sobre Vendas a Varejo de Combustíveis Líquidos e Gasosos (Emenda Constitucional nº 03/93). realizada entre contribuintes e relativa a produto destinado a industrialização ou a comercialização.V .até 31 de dezembro de 1995. "b". conforme a hipótese: Decreto nº 14. no documento fiscal. ficam convalidadas as operações ali mencionadas.. 52. seus sócios ou acionistas. e. a partir de 01 de novembro de 1996. ou por outro estabelecimento que com este mantenha relação de interdependência. efetuadas no período de 11 de novembro de 2002 a 30 de abril de 2011. § 67. 19. I. as operações realizadas com os produtos ali indicados que tenham ocorrido sem a indicação.uma mesma pessoa fizer parte de ambas.530/92) Art. 16. 19. a base de cálculo é o valor da mercadoria. desde que observados os mesmos requisitos exigidos no mencionado inciso. segundo a ordem. constantes de tabelas divulgadas pelos órgãos sindicais de transportes em suas publicações periódicas. indicados nos Anexos I a III do Convênio ICMS 133/2002. no mercado local.atualizado até 30 junho 2011 .527/96) Parágrafo único. Pecuária e Abastecimento (Convênio ICMS 17/2011). Na hipótese de pagamento antecipado do imposto. XIII. Art. for titular de mais de 50% (cinqüenta por cento) do capital da outra. a Nota Fiscal que acobertar as operações deve. O montante do imposto integra a sua base de cálculo. 36. o valor excedente será havido como parte do preço da mercadoria. 19. por si.876/91 .uma delas. Art. na qualidade de contribuinte-substituto. 17. Não integra a base de cálculo do imposto o montante do: I . a expressão . ficam convalidadas. além das demais indicações previstas na legislação tributária: a) conter a identificação das mercadorias pelos respectivos códigos da NBM/SH.876/91 DECRETO 14. do registro no órgão competente do Ministério da Agricultura. II .. veículo destinado ao transporte de mercadoria. 15. ou uma delas locar ou transferir à outra.527/96) Parágrafo único. (Dec. (Dec. b) constar no campo . em qualquer hipótese. neste caso quanto ao art. a base de cálculo do imposto é. conforme o disposto no art. ainda que exercidas sob outra denominação. . nos termos do art. IV e VI. (Dec.c. quando a operação.Informações Complementares. constituindo o respectivo destaque nos documentos fiscais. na qualidade de diretor. quando exigido pela legislação tributária. no período de 16 de dezembro de 2010 a 1º de junho de 2011. 54. configurar fato gerador de ambos os impostos. (Dec. O disposto no inciso I aplica-se em relação a estabelecimento equiparado a industrial por legislação federal. na hipótese de o valor do frete exceder os níveis normais de preços em vigor. 19. Relativamente ao disposto no inciso LXXX do caput. desde que realizadas de acordo com as normas gerais aplicáveis à hipótese. com a observância do disposto no Convênio ICMS 133/2002. e respectivos cônjuges e filhos menores.563/2011) § 68 Relativamente ao disposto no inciso XLI. Art. 15.711/2011) Art. Quando o contribuinte for também responsável pelo imposto. nas operações intramunicipais. a qualquer título. II . III.

se houver. o preço de varejo na praça onde se encontrar a mercadoria. o preço de venda praticado pelo contribuinte-substituto. carretos. b) o valor de saída. 16.atualizado até 30 junho 2011 . I . 16. o preço básico de aquisição fixado pelo órgão federal competente referido no art. II . nas operações internas: a) o preço máximo de venda no varejo.a partir de 01 de junho de 1989. o preço máximo ou único de venda a consumidor fixado pela autoridade competente.876/91 DECRETO 14. (Dec. XX.o preço final de venda a consumidor. de competência municipal.417/93) (Dec. 416. d) do possuidor. excluído o IVVC e incluídos os valores correspondentes ao IPI. deduzidos os valores que não correspondam ao da respectiva matéria-prima. o valor da mercadoria ou de sua similar na praça em que se der a apreensão ou a entrega da mercadoria. o valor de aquisição ou.a partir de 16 de julho de 1992. nos termos de acordo celebrado conforme o disposto em legislação específica. quando instituído pelo Município do domicílio do varejista. Decreto nº 14. (Dec. o preço de venda praticado pelo contribuintesubstituto. IV .417/93) § 2º Na falta do preço a que se refere o parágrafo anterior. alíneas "a" e "e".I . III. 16. fretes. 58. o preço de venda. na qualidade de contribuinte-substituto for: a) do transportador. 16. fretes e carretos. nele computados. o preço estabelecido pela autoridade competente para o contribuinte-substituto. acrescido de percentual sobre o total indicado no Anexo 5 ou fixado nos termos de acordo celebrado entre os Estados e o Distrito Federal.na hipótese do art. ou ainda o da pauta fiscal. ou único de venda do contribuinte-substituído.a partir de 16 de julho de 1992. 58. nas operações interestaduais. bem como bonificações e descontos concedidos sob condição. seguros e outros encargos transferidos ao varejista. se incidente na operação.876/91 . seguros e outros encargos transferidos ao varejista.417/93) III . (Dec. o valor constante do documento fiscal de saída. nas hipóteses do art. 16. somado a ele qualquer valor de encargo transferível ou cobrado. 58. o valor indicado pela Unidade da Federação destinatária. nas hipóteses do art. III . conforme o disposto em legislação específica. se incidentes na operação. excluído o IVVC. ou o da pauta fiscal. (Dec. emitido pelo depositário da mercadoria.417/93) II . acrescido do percentual de lucro estabelecido na legislação de cada Unidade da Federação (Convênio ICMS 65/89).417/93) I . b) do leiloeiro. excluído o IVVC. a base de cálculo será: 16.quando a responsabilidade pelo imposto. no caso de mercadoria que tenha preço de venda fixado por deliberação do fabricante ou em razão de medida de ordem econômica e social.417/93) II . bem como bonificações e descontos. se for o caso. se houver. 58. o IPI e despesas acessórias. a base de cálculo do imposto a ser retido pelo contribuinte-substituto será: (Dec. c) do responsável por armazém-geral.na substituição pelas saídas. se este não puder ser apurado. com relação à mercadoria que vender por conta alheia. § 1º Na hipótese do inciso X do "caput" do art. inciso I. acrescido do percentual de lucro estabelecido na legislação de cada Unidade da Federação (Convênio ICMS 116/89).na substituição pelas saídas.a partir de 29 de dezembro de 1989. excluído o IVVC e incluídos os valores correspondentes ao IPI.

. a base de cálculo será o valor da operação praticada pelo contribuinte-substituto. 16...417/93) a) combustíveis........ o valor da operação........... se existente na praça do estabelecimento remetente. § 5º O imposto retido.. no período de 01 de agosto a 31 de dezembro de 1992......... 16....417/93) 50%........ o prazo para repasse dos recursos ali previstos será de 4 (quatro) dias após o depósito (Convênio ICMS 105/92).... 16..106/94) 30%.... 16. como tal entendido o preço de aquisição do destinatário(Convênios ICMS 63 e 105/92).417/93) II .. (Dec.. 16.. 18... deverá ser depositado na agência do Banco Oficial do Estado destinatário.... 30% (Convênio ICMS 06/94).... até 04 de abril de 1994.. até o 5º (quinto) dia do mês subseqüente ao da retenção... o montante formado pelo preço estabelecido pela autoridade competente para o remetente......acrescido ainda do montante do valor resultante da aplicação sobre ele dos seguintes percentuais de margem de lucro (Convênio ICMS 63/92): (Dec.............. será observado o seguinte: (Dec...417/93) IV .... 16. em caso de inexistência deste.876/91 DECRETO 14.a partir de 01 de junho de 1989. 16.a partir de 16 de outubro de 1992....417/93) § 7º Relativamente ao disposto no § 5º... 50% (Convênio ICMS 105/92). (Dec.. óleo diesel e gasolina automotiva. 16. o prazo para depósito ali referido é o 10º (décimo) dia do mês subseqüente ao da retenção (Convênio ICMS 65/89).. óleo diesel e gasolina automotiva b) lubrificantes: (Dec.. 16........... 18.... (Dec.. na impossibilidade de inclusão na base de cálculo do transportador revendedor retalhista (TRR) do valor equivalente ao custo do transporte por este cobrado na Decreto nº 14. (Dec.. acrescido do valor de qualquer encargo transferível ou cobrado do destinatário. 16. 16..417/93) a) álcool carburante.......... 16. (Dec.. no prazo de 03 (três) dias.... enquanto vigentes.....417/93) § 8º Na hipótese do § 1º.. XVII.... aplicar-se-ão......... os percentuais de incidência constantes do art.... ou na agência do Banco do Brasil S/A... a industrialização...417/93) 2.. (5) (Dec...... adicionado ainda do valor resultante da aplicação sobre ele dos seguintes percentuais de margem de lucro: (Dec... devendo o Banco recebedor repassar os recursos à Secretaria da Fazenda ou de Finanças do Estado destinatário. c) lubrificantes. o prazo mencionado no inciso anterior é o 10º (décimo)dia subseqüente ao término do período de apuração em que tiver ocorrido a retenção (Convênio ICMS 105/92)... (Dec..a partir de 16 de outubro de 1992.106/94) 1..417/93) III .... nos termos do § 1º..a partir de 16 de outubro de 1992.. 24...417/93) 13% (Convênio ICMS 76/92).. a partir de 05 de abril de 1994... b) álcool carburante.417/93) § 6º Na hipótese do § 1º.... em conta especial... até 31 de julho de 1992..417/93) I ...........atualizado até 30 junho 2011 .. relativamente às saídas do contribuinte-substituto em que o produto não se destine a comercialização ou.... c) demais produtos... (Dec... 18.. 12%... 16...... até 16 de outubro de 1992.. (Dec. (Dec. ou..417/93) § 3º Em substituição ao disposto no parágrafo anterior..106/94) 13%. após o depósito.... (Dec.876/91 .... § 4º O disposto no § 1º não se aplica em relação aos produtos com base de cálculo reduzida......... (Dec... a crédito do Governo em cujo território se encontrar estabelecido o adquirente da mercadoria.

sobre o valor da cotação do dia da saída da mercadoria. será considerado líquido.até 31 de dezembro de 1996. observando-se: (Dec. Art. (Dec.527/96) 1. deduzido o débito de responsabilidade direta.876/91 . 14. de que tratam as alíneas "a" do inciso XVIII do art. Art.527/96) II . ou. 16. 19. 30. 14 e "d" do inciso III do art. 19. 19. a complementação de que trata este artigo será por este recolhida. nos seguintes termos: (Dec.527/96) 3. Parágrafo único. (Dec. inicialmente. 19. (Dec. será atribuída ao TRR a responsabilidade pelo pagamento do imposto devido sobre esta parcela (Convênio ICMS 105/92). Quando a fixação do preço ou apuração do valor depender de fato ou condição verificáveis após a saída da mercadoria. (Dec.417/93) Art. sobre o estimado na forma do art. análise ou classificação. Parágrafo único. tais como pesagem. de acordo com as normas estabelecidas em portaria do Secretário da Fazenda. 16.atualizado até 30 junho 2011 .527/96) c) a estimativa de que trata este artigo poderá ser adotada em relação aos serviços de transporte e de comunicação. caso haja reajuste do valor depois da remessa ou da prestação. 19.527/96) I . medição. 21. Nas operações e prestações entre estabelecimentos de contribuintes. na qualidade de contribuinte-substituto. 22.527/96) III . na sua falta. no período-base considerado para a fixação da estimativa: (Dec.527/96) b) o contribuinte só opere por períodos determinados. Quando da verificação do fato ou condição referidos neste artigo. o enquadramento no referido regime se dará em função do porte ou da atividade do estabelecimento. o valor médio do imposto devido.527/96) a) o contribuinte exerça atividades econômicas que sejam de difícil controle por parte da administração fazendária. (Dec. 19.para efeito do disposto no inciso anterior: (Dec.876/91 DECRETO 14. O valor de aquisição.527/96) Decreto nº 14. quando verificada uma das seguintes situações: (Dec. o saldo credor inicial e final do imposto. devendo ser reconstituído. (Dec. 19. se for o caso. o enquadramento no referido regime se dará em relação a estabelecimento varejista de determinada categoria econômica.venda do produto em operações internas. 19. a diferença do imposto será recolhida pelo remetente da mercadoria.a partir de 01 de janeiro de 1997. 20. (Dec. Observado o disposto no art. referida no § 1º. (Dec. 19. 19. (Dec.527/96) 2. incluindo-se neste valor o respectivo imposto e considerando-se interna a operação.527/96) b) o valor do imposto determinado na forma deste inciso será exigido em período subseqüente ao da operação. Art. 23. §§ 9º e 10. 19. o valor das entradas e saídas das mercadorias e das prestações de serviços ocorridas. o imposto devido por contribuinte poderá ser fixado por estimativa. Quando nas operações internas o adquirente for responsável pelo imposto relativo à operação respectiva.527/96) a) a autoridade fazendária levará em conta. 19. o imposto será calculado.417/93) § 9º O valor do imposto retido é resultante da aplicação da alíquota interna prevista na legislação da Unidade da Federação de destino sobre a base de cálculo. 19. a diferença fica sujeita ao imposto no estabelecimento do remetente ou do prestador.

527/96) f) o disposto na alínea anterior não terá efeito suspensivo. inclusive escrituração dos livros fiscais. podendo o interessado. (Dec.527/96) § 1º Para efeito do disposto no "caput". 15. 19. 19. (Dec. 51. (Dec. e cujas entradas estejam regularmente registradas em livro próprio do estabelecimento.527/96) b) as informações necessárias à fixação do valor estimado serão obtidas tomando-se por base os dados declarados pelo contribuinte e outros de que dispuser o Fisco.até 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de janeiro de 1995. 20% (vinte por cento) do valor da operação (Convênios ICM 15/81 e ICMS 80/91. 19. editar normas complementares ao regime previsto no “caput”.813/92) Decreto nº 14. a fixação do valor estimado será feita com base nas informações econômico-fiscais do respectivo setor. 19. (Dec. 33/93 e 151/94). § 3º A estimativa de que trata este artigo poderá ser adotada em relação aos serviços de transporte e de comunicação. (Dec. 154/92. no mínimo. retificar os mencionados dados por ele declarados. no períodobase: I . 20% (vinte por cento) do valor da operação. (Dec. bem como a margem de agregação do setor. no mínimo. vedada a utilização de quaisquer créditos fiscais: I . 19. poderão ser adotadas as seguintes bases de cálculo. mediante comunicação à Diretoria de Administração Tributária da Secretaria da Fazenda. 18.527/96) e) fica assegurado ao contribuinte o direito de impugnar o valor do imposto estimado e instaurar processo contraditório.527/96) g) a inclusão do contribuinte no regime de estimativa não o dispensa do cumprimento das demais obrigações previstas na legislação. II . 12 (doze) meses da respectiva entrada. o movimento de entradas e/ou saídas de mercadorias e serviços do contribuinte. (Dec. Art.527/96) h) caberá ao Secretário da Fazenda. III . Em substituição ao sistema normal de apuração de que trata o art.a) para fixação do imposto a ser recolhido por estimativa. móveis e roupas usados. 19. (Dec.876/91 . adquiridos de particulares para comercialização.atualizado até 30 junho 2011 . serão considerados.o valor médio do imposto devido.326/95) II . (Dec. 19. desde que comprovadamente ocorra após o uso normal a que se destinar e tenham decorrido. 19.o valor das entradas e das saídas das mercadorias e das prestações de serviços ocorridas.773/97) d) na impossibilidade de utilização dos dados previstos na alínea “b”.o saldo credor inicial e final do imposto.876/91 DECRETO 14.na saída de mercadoria desincorporada do ativo fixo ou imobilizado de qualquer estabelecimento contribuinte do ICMS. (Dec. a qualquer tempo.527/96) c) o valor do ICMS estimado será recolhido no prazo previsto para a categoria do contribuinte. 24. § 2º O valor do imposto determinado na forma do parágrafo anterior será exigido em período subseqüente ao da operação. devendo o pagamento do imposto estimado relativo ao período fiscal de janeiro de 1997 ser efetuado até 15 de março do mesmo ano. de acordo com as normas estabelecidas em portaria do Secretário da Fazenda. a autoridade fazendária levará em conta. na saída de máquinas. por meio de portaria.

20% (vinte por cento) do valor da operação. na prestação de serviço de comunicação.608/93) b) no período de 01 de maio de 1993 a 30 de abril de 1994 e a partir de 01 de maio de 1994.04% (treze vírgula zero quatro por cento).nas operações de produtor inscrito no CACEPE na condição de microempresa. 9%. pedra britada e seixos.no fornecimento de substâncias minerais.até 31 de dezembro de 1996.11. nas saídas de água mineral e sal de cozinha. de forma a manter a mesma carga tributária existente em 28 de fevereiro de 1989.477/94) IV . pertencente ao estabelecimento comercial que tenha por atividade promover a comercialização de veículo.até 30 de abril de 1989. Decreto nº 14.REVOGADO a partir de 19.na saída de veículo usado. em função da alíquota aplicável. 13. do mês de julho de 1989 em diante: 17%: 6%.876/91 . no mês de junho de 1989: 3. em 28 de fevereiro de 1989. (Dec.até 15 de junho de 1989. na prestação de serviço de transporte rodoviário: a) serviço de transporte rodoviário sujeito à incidência do Imposto sobre Transporte. b) até 30 de abril de 1989.CELPE. nos percentuais a seguir.III . independentemente da procedência da mercadoria (Convênios ICM 15/81 e ICMS 154/92 e 33/93): (Dec. 15. 17. na prestação de serviço de transporte.876/91 DECRETO 14. VIII . a base de cálculo será de tal forma a manter a carga tributária existente em 28 de fevereiro de 1989.421/91) V . de tal forma que a incidência do imposto resulte. (Dec. de forma que o valor do imposto devido não resulte carga tributária superior a 13. de tal forma que a incidência do imposto corresponda a 1% (um por cento) do valor da operação.6%. observado o disposto no inciso XXV e no § 22 (Convênio ICMS 38/89 e 106/96): (Dec. VII .até 30 de abril de 1989. exceto o aéreo e o rodoviário intermunicipal de passageiros. b) serviço de transporte isento ou não sujeito à incidência do Imposto sobre Transporte. de serviços e de outras atividades. (Dec. a base de cálculo constante de pauta em vigor em 28 de fevereiro de 1989. 16.91. sobre o valor da operação: a) até 31 de março de 1989. 21% (vinte e um por cento) do valor da conta mensal apresentada pela Companhia de Eletricidade de Pernambuco .841/97) a) prestação com alíquota de 1. IX .04% (treze vírgula zero quatro por cento). em 28 de fevereiro de 1989. bem como de produtor que não for pessoa jurídica ou que não tiver organização administrativa e comercial considerada pela autoridade fiscal como adequada ao atendimento das obrigações tributárias. de tal modo que o valor do imposto devido corresponda a 0% (zero por cento) do valor da prestação. de forma que o valor do imposto devido não resulte carga tributária superior a 13. nas saídas de areia. c) até 30 de abril de 1989. no mês de maio de 1989: 2. no fornecimento de energia elétrica de baixa tensão para consumo dos estabelecimentos comerciais. 19.477/94) a) até 30 de abril de 1993. este dentro do Estado. o valor da pauta fiscal. VI . 17. X.atualizado até 30 junho 2011 . destinados à construção civil. de tal modo que o valor do imposto devido corresponda a 5% (cinco por cento) do valor da prestação.

de 19 de maio de 1988. XIII . 15. de automóveis de passageiros com motor a álcool até 100 CV (100 HP) de potência bruta (SAE). de 08 de dezembro de 1987. 5. com relação às peças.até 31 de dezembro de 1989. no mês de junho de 1989: 3. 9º. 9%. compreendidos no código 87. de igual redução da alíquota do IPI.na prestação de serviço de transporte aéreo: (Dec. na saída dos produtos referidos nos incisos XXIII a XXV do art.118% (noventa e quatro inteiros e cento e dezoito milésimos por cento). reduzida em 94. 15.6%.a partir de 01 de janeiro de 1988. 9%: 6%. que será equivalente ao preço de aquisição. que os destinará a órgãos da segurança pública das Unidades da Federação.558/92) b) a partir de 01 de janeiro de 1992.876/91 .a partir de 15 de abril de 1988. do mês de julho a dezembro de 1989: e) prestação com alíquota de a partir de 01 de janeiro de 1990: XI .4%. (Dec. 15.7%.255. acrescido de 30% (trinta por cento).03 da Tabela de Incidência do IPI (TIPI). 6. instituído pelo Decreto Federal nº 91. a) no período de 01 de junho de 1990 a 31 de dezembro de 1991. na saída das mercadorias de que tratam os incisos I a III.até 31 de março de 1989.558/92) XII . no mês de maio de 1989: 2. de tal forma que a carga tributária seja aquela prevista nos termos do parágrafo 19. com destino aos Estados das Regiões Sul e Sudeste. (Dec. 426 a 436 do Decreto nº 12. pelo Governo Federal. no mês de junho de 1989: 2. observado o disposto no parágrafo 18. desde que: a) a aquisição dos veículos seja efetuada diretamente aos fabricantes pelo Governo Federal.967.558/92) 12%: 6%.876/91 DECRETO 14. de 09 de março de 1987. b) fique comprovada a aplicação simultânea. o valor resultante da aplicação de 100% (cem por cento) sobre o valor da operação.394.atualizado até 30 junho 2011 . 7%. 9. XV .6%. do mês de julho de 1989 em diante: c) prestação com alíquota de 1. de tal forma que a incidência do imposto resulte no percentual de 6% (seis por cento).02. respeitadas as normas dos arts. Decreto nº 14.b) prestação com alíquota de 1. por intermédio do Ministério da Justiça. reduzida em 50% (cinqüenta por cento). de 16 de agosto de 1985. com as alterações introduzidas pelo Decreto nº 12. e alterado pelo Decreto Federal nº 95.538. XIV . nas saídas do estabelecimento industrial e do estabelecimento de concessionária. nas saídas de veículos automotores promovidas pelos estabelecimentos fabricantes e vinculados à implantação do Programa "Vamos Viver Sem Violência".01. por doação. 8%: 5. acessórios e equipamentos nelas aplicados. o preço de venda no varejo ou o seu valor estimado. no mês de maio de 1989: d) prestação com alíquota de 1. incluídas despesas e IPI.

12%.34% 0.89 a 31.nas saídas internas.05.89: b) óleo diesel.IUM vigente em 28 de fevereiro de 1989. a granel ou embalados no País: s) óleos lubrificantes simples.35% zero % zero % zero % zero % zero % 14 % 14 % 0.05.876/91 DECRETO 14.89: c) gasolina e querosene de aviação: 1. compostos ou emulsivos.25% zero % zero % 8.05.2% 11. no período de 01.18% 0.89 a 31. aplicada a alíquota respectiva.89: 10%. compostos ou emulsivos. XVII .até 30 de abril de 1989. resulte na mesma carga tributária do Imposto Único sobre Minerais .12. 14%.34% 2. Decreto nº 14.10.45% 3. no período de 01. no período de 01.34% zero % zero % XVIII .XVI. de tal forma que o valor do imposto seja igual aos percentuais abaixo indicados: a) petróleo: b) gasolina automotiva: c) óleo diesel: d) querosene e "signal oil": e) aguarrás mineral e sucedâneos: f) nafta para geração de gás: g) nafta para indústria petroquímica: h) nafta para recondicionamento de petróleo: i) nafta para outros fins: j) diluentes petroquímicos derivados de petróleo não incorporáveis ao produto final: l) gases liquefeitos de petróleo: m) gasolina de aviação: n) querosene de aviação: o) óleo combustível: p) gasóleos para indústria petroquímica e para fabricação de vaselinas: q) nafta para fertilizantes: r) óleos lubrificantes simples. embalados e importados: t) solvente para borracha e sucedâneos: u) hexanos: v) gás de nafta: x) gás natural: zero % 11. o valor que.89 a 30. com os produtos a seguir discriminados.876/91 .05.até 30 de abril de 1989.atualizado até 30 junho 2011 . na exportação para o exterior de substância mineral. nas saídas de petróleo e de seus derivados. de tal forma que a incidência do imposto resulte nos percentuais e períodos indicados: a) petróleo e gasolina automotiva.2% 3.14% 0.

seco. d) gás liquefeito de petróleo.5% (cinco e meio por cento).2003) 6%.12. exceto em embalagem de 13 kg. para conservação.12. no período de 01.01.atualizado até 30 junho 2011 . em embalagem de 13 Kg: 1. XXII . aplicados sobre o valor FOB do produto exportado: a) no período de 01 de março a 31 de dezembro de 1989: 5. nos arts. o valor resultante da aplicação dos seguintes percentuais sobre as entradas. 117/89. 12%.421/91) b) no período de 01 de outubro de 1991 a 31 de dezembro de 1998. 15. 21. em estado natural.89 a 31.no período de 01 de janeiro a 31 de maio de 1992.2.99) a) 50% (cinqüenta por cento). 60/91. "b".01.813/92) XXIII .89 a 31. tributadas ou não.91: e) gás liquefeito de petróleo. nas operações referidas no inciso II do art. e 42.89: 2. b) a partir de 01 de janeiro de 1990: 6% (seis por cento). no período de 01. desde que não enlatado ou cozido (Convênios ICM 26/89 e ICMS 25/89. no período de 01. 124/93 e 115/97): 2. no período de 31.35%. 121/95 e 23/98): (Dec.05.120/98) XXI – até 31 de dezembro de 1998. 25. XVII. para comercialização no período: (Dec. e nas saídas internas subseqüentes que destinem o produto a uso na avicultura.120/98) a) no período de 01 de janeiro de 1990 a 30 de setembro de 1991. congelado.89 a 31. nas operações interestaduais com ovos. 6%. resfriado. na entrada de milho importado. no percentual de 60% (sessenta por cento) do valor da operação. 36. congelados ou simplesmente resfriados (Convênios ICM 44/75 e ICMS 68/90 e 124/93). eviscerado. de nafta para geração de gás e de gás de nafta: 1.na saída para o exterior de minério de ferro e "pellet". postejado ou defumado. no período de 01 de janeiro de 1990 a 31 de dezembro de 1993 e de 01 de janeiro de 1994 a 14 de maio de 2003 (Convênios ICMS 112/89. 19.89: 2. em se tratando de contribuinte enquadrado no item 99 do Anexo 1. (Dec. 15. 148/92.90 a 31. relativamente a camarão.09.05.até 28 de setembro de 2003. no percentual de 60% (sessenta por cento) do valor da operação.12. Decreto nº 14. aves e produtos resultantes de sua matança. XIII.119/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. nos demais casos. observado o disposto no § 16 e. 21. b) 70% (setenta por cento).nas operações interestaduais com pescado. excetuando-se deste benefício. 95/90.89 a 31.445/2003– EFEITOS A PARTIR DE 15.876/91 .527/96) XX . cuja importação tenha sido contratada após essa data.10. XIX . (Dec. (Dec.876/91 DECRETO 14.08. em estado natural.89: 12%. valor que resulte na incidência do imposto em percentual equivalente a 2% (dois por cento) do valor da operação. 148/92. c) no período de 01 de janeiro de 1990 a 15 de setembro de 1996: 6% (seis por cento). 12%. 3º. no período de 01.89: 3.12. (Dec. 21.05. (Dec.

09. 42. a utilização.797/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. o disposto no § 28 (Convênios ICMS 5/95. apenas do valor previsto no inciso XII. "a" do "caput" do art. a título de crédito.09. 21. 20. (Dec. § 16.876/91 . nas operações internas e de importação do produto. neste caso. 54. reduzida nos seguintes percentuais (Convênios ICMS 27/96. (Dec. "a".418/93) b) nos períodos de 01 de janeiro de 1993 a 31 de março de 1994 e a partir de 01 de abril de 1994. neste caso. o valor que resulte numa carga tributária de 9% (nove por cento) do valor da operação.2003) a) no período de 01 de julho a 31 de dezembro de 1992. nas operações previstas no inciso XXII e nas demais saídas internas do produto.a partir do 01 de setembro de 1992. permitindo-se. 17. 21. 21. em função da alíquota aplicável. 4% (quatro por cento). apenas do valor previsto no inciso XII.711/2011) a) no período de 29 de dezembro de 1995 a 31 de dezembro de 1999: 5% (cinco por cento). de tal forma que a incidência do imposto resulte. b) no período de 01 de setembro de 1998 a 31 de agosto de 1999. 115/96. observado. 23.876/91 DECRETO 14. prevalecendo. (Dec. 56/99. 20. 12% (doze por cento) do valor da operação. 36.023/92) XXVII . d) a partir de 01 de dezembro de 1999. apenas do valor previsto no inciso XII.nas operações com milho: (Dec.na prestação de serviço de televisão por assinatura.12. 16.980/99) b) no período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 2000: 7. na hipótese do art.99) c) no período de 01 de setembro a 30 de novembro de 1999. 16. 16.797/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.030/2000 – EFEITOS A XXVI . permitindo-se. neste caso. (Dec. frango e produtos resultantes de sua matança congelados: (Dec. 65/2000 e 50/2001): (Dec. quando este for inferior. 86/99.99) (Dec. (Dec. a título de crédito.12. o estabelecido em pauta fixada em instrução normativa da Diretoria de Administração Tributária .980/99) c) a partir de 01 de janeiro de 2001: 10% (dez por cento). reduzida de tal forma que a incidência do imposto resulte nos seguintes percentuais mínimos. o valor que resulte numa carga tributária de 9% (nove por cento) do valor da operação. 52. (Dec.418/93) a) no período de 01 de junho a 31 de dezembro de 1992. nos seguintes percentuais sobre o valor do serviço: (Dec. "b" do “caput” do art. permitindo-se.09. a utilização.98) a) no período de 10 de julho de 1992 a 31 de agosto de 1998.405/94) XXIV . 57/99 e 20/2011): (Dec.030/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.160/2008) XXV .418/93) b) nos períodos de 01 de janeiro de 1993 a 31 de março de 1994 e de 01 de abril de 1994 a 31 de julho de 2008.DAT da Secretaria da Fazenda.980/99) XXVIII . o valor que resulte numa carga tributária de 10% (dez por cento) do valor da operação.930/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29.99) (Dec. e.5 (sete inteiros e cinco décimos por cento). 16. II. VII. 22. 47/99. a utilização. 32. PARTIR DE 01. do art. 25. 9% (nove por cento).720/2001) Decreto nº 14. (Dec. (Dec. (Dec. a partir de 14 de abril de 1998. 23/98. 60/98. o disposto no art. 42. 10/98. 9% (nove por cento). a título de crédito.a partir de 01 de novembro de 1997. a partir de 1º de junho de 2011.98) (Dec.na prestação de serviço de radiochamada. 22.671/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.09. 4% (quatro por cento). 21. 42. o valor que resulte numa carga tributária equivalente a 2% (dois por cento) do valor da respectiva operação.na prestação interna de serviço de transporte rodoviário intermunicipal de passageiros.atualizado até 30 junho 2011 .

exceto se comprovar. (Dec. 23.08.337/96) (Dec. 2. na modalidade acesso à INTERNET.2001) (Dec.720/2001) e) 60% (sessenta por cento).708/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 09.nos períodos de 09 de agosto de 2001 a 31 de dezembro de 2002. 106/2007. (Dec. (Dec. 001/2007.2001) (Dec. b) 50% (cinqüenta por cento). 124/2007. 116/2003. acrescida do montante relativo ao Decreto nº 14. contestando a exigência de crédito tributário decorrente de prestações objeto do benefício previsto neste inciso.615/2010) a) não serão exigidos.708/2001 – 1.2000. 005/2007. 50/2003.2001. 23.876/91 . de 25.01.2001 e de 09.06. total ou parcialmente.06. de 29 de julho de 2003 a 31 de dezembro de 2006 e de 05 de fevereiro de 2007 a 31 de dezembro de 2012.08. 119/2004. 48/2007.876/91 DECRETO 14.2001.11.2002. na arrematação em leilão de veículo. 23. no período de 01 de maio a 31 de dezembro de 1996. quando for o caso. não autoriza a restituição ou compensação de importâncias já recolhidas. 25. 148/2007. observandose (Convênios ICMS 78/2001. 9º. (Dec. no período de 01 a 07 de janeiro de 1997. não se aplica ao contribuinte que tenha interposto ação. 23.820/2003) 2.2001) c) a partir de 01 de novembro de 2003. e. (Dec. 53/2008.2003. de tal forma que a carga tributária seja equivalente ao percentual de 5% (cinco por cento) do valor da prestação. (Dec. no período de 01.97 a 30. inclusive juros e multas.2001 a 31. na modalidade de provimento de acesso à INTERNET. 138/2008.08. 19. inclusive importado do exterior: 20% (vinte por cento) do valor da operação. a partir de 18 de abril de 2005. os débitos relativos ao ICMS. na prestação onerosa de serviço de comunicação.097/97) XXX . anteriormente a 09 de agosto de 2001. (Dec. 120/2004. realizadas: (Dec.708/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 09.no período de 01 de novembro a 31 de dezembro de 1997. 79/2003.10. lançados ou não.820/2003) b) a não-exigência dos débitos fiscais de que trata a alínea anterior: EFEITOS A PARTIR DE 09. (Dec.840/97) c) 80% (oitenta por cento). 19.08. 26. responsabilizando-se. 71/2008. nas prestações de serviço de Internet em que o estabelecimento prestador esteja localizado em Unidade da Federação diversa da do usuário. (Dec. nas operações internas com os produtos relacionados nos incisos XIII e CXXII do art. a desistência formal da ação. 23. 20. realizada por provedor de acesso. 69/2009. decorrentes de prestações previstas neste inciso.12. Economia ou Finanças da Unidade da Federação de localização do prestador.08.2000 a 30. 25.720/2001) XXIX . 34. o pagamento do imposto deve ser efetuado na proporção de 50% (cinqüenta por cento) à Unidade da Federação de localização do usuário do serviço e 50% (cinqüenta por cento) à Unidade da Federação de localização da empresa prestadora. no período de 08.07.10. 26. (Dec. condicionando-se ao Fisco da Unidade da Federação de localização do usuário do serviço credenciamento prévio na Secretaria da Fazenda. no período de 01 de janeiro de 2003 a 28 de julho de 2003. 76/2007. na esfera administrativa ou judicial. realizadas por comerciante com destino a consumidor final. até 31.720/2001) d) 70% (setenta por cento).181/2003) d) a fiscalização do pagamento do imposto será exercida conjunta ou isoladamente pelas Unidades da Federação envolvidas na prestação. 117/2007. 119/2009 e 01/2010): (Dec.a) 70% (setenta por cento).181/2003) XXXI – a partir de 01. 25.820/2003) 1.01. pelas custas judiciais e honorários advocatícios. 23.2002.atualizado até 30 junho 2011 .2002 a 31. até 17 de abril de 2005. o valor que resulte numa carga tributária de 7% (sete por cento) do valor da operação. a partir de 01.

(Dec. sem apropriação do crédito correspondente. as atividades de que trata o art.545/2010) Decreto nº 14. 32. classificados nos respectivos códigos da NBM/SH. importados sob o amparo do Regime Aduaneiro Especial de Admissão Temporária. (Dec.545/2010) e) o imposto é devido à Unidade da Federação em que ocorrer a utilização econômica dos bens ou mercadorias. (Dec.545/2010) g) não ocorrendo a formalização de que trata a alínea "f". suspensão ou alíquota zero.(Dec. (Dec.916/2008) XXXIII – no período de 01 de fevereiro de 2010 a 31 de dezembro de 2020.34. contratada.34. 20% (vinte por cento) do valor da operação. 23. (Dec.545/2010) 2.478.34. (Dec.Imposto de Importação. mediante acesso direto.2001) XXXII . a que. prevalecerá o regime normal de tributação.34.545/2010) f) a fruição dos benefícios é opcional e fica condicionada: (Dec. (Dec. a qualquer tempo.545/2010) c) os bens de que trata este inciso deverão ser de propriedade de pessoa sediada no exterior e importados.11.876/91 .34.545/2010) d) para os efeitos deste inciso. pelas pessoas jurídicas referidas na alínea "b". observando-se: (Dec. sem prejuízo das demais exigências. bem como da utilização dos bens na atividade para a qual foram adquiridos ou importados. (Dec. bem assim às subcontratadas. seja colocado à disposição da Secretaria da Fazenda sistema informatizado de controle contábil e de estoques.545/2010) a) o benefício aplica-se também às máquinas e equipamentos sobressalentes.34. nos termos das normas federais específicas que regulamentam o REPETRO. (Dec. reduzida de tal forma que a respectiva carga tributária seja equivalente ao percentual de 3% (três por cento) do valor da operação. na importação de bens ou mercadorias constantes no Anexo 65. Gás Natural e Biocombustíveis – ANP.545/2010) 2.545/2010) b) o disposto neste inciso aplica-se exclusivamente à entrada de bem ou mercadoria importados do exterior por pessoa jurídica: (Dec. XCVII. no País.34.545/2010) 1.34. 13.876/91 DECRETO 14.545/2010) 3. a que as operações sejam desoneradas dos impostos federais. conforme previsto no art. 1.34. (Dec.34. detentora de concessão ou autorização para exercer.545/2010) 1. 1º da Lei Federal nº 9. que possibilite realizar o acompanhamento da aplicação do REPETRO. ao IPI e demais despesas pagas pelo arrematante. na revenda de mercadoria usada. adquirida de instituição financeira.34.34. na forma do item 2. em razão de isenção.871/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. quando esta não for sediada no País. para a prestação de serviços destinados à execução das atividades objeto da concessão ou autorização. à formalização de pedido específico do contribuinte dirigido à Diretoria Geral de Planejamento da Ação Fiscal – DPC da Secretaria da Fazenda. importadora autorizada pela contratada.545/2010) 3. de 6 de agosto de 1997. (Dec. o início da fase de produção ocorrerá com a aprovação do Plano de Desenvolvimento do Campo pela Agência Nacional do Petróleo.atualizado até 30 junho 2011 . sem cobertura cambial. (Dec. pela concessionária ou autorizada.34. para aplicação nas instalações de produção de petróleo e de gás natural. às ferramentas e aparelhos e a outras partes e peças destinadas a garantir a operacionalidade dos bens previstos neste inciso.a partir de 01 de janeiro de 2009.34.

(Dec.03. § 4º A redução de base de cálculo de que tratam os incisos I a III do "caput” aplica-se inclusive em relação ao contribuinte dispensado de manter livros e documentos fiscais e inscrição no CACEPE. A partir de 31 de dezembro de 1990.às mercadorias cujas entradas e saídas não se realizarem mediante a emissão dos documentos fiscais próprios ou deixarem de ser regularmente escriturados nos livros fiscais pertinentes.876/91 DECRETO 14. III .530/92) § 5º REVOGADO a partir de 12. ao exterior ou à fabricação de "pellet".veículos com mais de 06 (seis) meses de uso ou mais de 10. III . sairão com suspensão do imposto. II . e ao Estado fabricante.minério de ferro e "pellet" vendidos no País com destino à exportação. exceto o do minério destinado à fabricação do "pellet" e o decorrente de sua saída no mercado interno. o alienante deverá identificar a Nota Fiscal relativa à primeira aquisição. para qualquer destino. acessórios e equipamentos aplicados sobre as mercadorias ali referidas. § 2º Na hipótese do parágrafo anterior. para a industrialização com destino à exportação. aplica-se também às saídas de: I . para efeito de aplicação dos incisos I a III do "caput": I .h) a inobservância condições estabelecidas tornará exigível o ICMS com os acréscimos legais cabíveis. 15. nome e endereço do emitente.atualizado até 30 junho 2011 . para a fabricação de "pellet" fora do Estado extrator. exceto para o exterior. § 9º A aplicação do sistema previsto no inciso XIX do "caput" implica estorno de quaisquer créditos fiscais previstos na legislação. o disposto no inciso XIX do "caput". observado o disposto no inciso XII do "caput".530/92) § 6º A partir de 13 de outubro de 1989. II .876/91 ."pellet" destinado à industrialização no Estado extrator de minério. partes.34. comprovados pelo documento de aquisição. o devido sobre o "pellet". série. 15.91. § 3º O disposto nos incisos I a III do "caput" não se aplica: I . indicando data. não sendo exigido o recolhimento do tributo relativo ao transporte nas operações destinadas aos portos. a cada transmissão da propriedade do bem. para efeito de comprovação da carência ali referida. subsérie. número. com destino à exportação. § 7º Fica atribuída às empresas mineradoras a responsabilidade pelo recolhimento do imposto devido sobre o transporte dos produtos mencionados no inciso XIX do "caput". § 8º O sistema previsto no inciso XIX do "caput" será integralmente praticado como opção do contribuinte. cabendo exclusivamente ao Estado extrator o imposto devido sobre o minério. Decreto nº 14.às mercadorias de origem estrangeira que não tiverem sido oneradas pelo imposto em etapas anteriores à sua circulação em território nacional ou por ocasião de sua entrada no estabelecimento importador.000 (dez mil) quilômetros rodados. (Dec.às peças. as operações com os produtos mencionados no inciso XIX do "caput".minério de ferro destinado à fabricação de "pellet" fora do Estado extrator.móveis e máquinas com mais de 06 (seis) meses de uso. (Dec. § 10. II .545/2010) § 1º Entendem-se como usados.

§ 16. ___". excluem-se os produtos com o imposto antecipado cujo documento fiscal declare o respectivo imposto. já estão considerados todos os créditos fiscais e ainda.§ 11. nas hipóteses previstas nos incisos II e III do parágrafo anterior.nas saídas em operações internas com destino a comercialização ou industrialização. inclusive sobre o serviço de transporte. bacalhau.a rã. no tocante à alínea "a" do mencionado inciso XXI do "caput". o imposto lançado como débito normal no Registro de Saídas será escriturado no campo "Estorno de Débito". 2. (Dec. Para se apurar o valor do imposto a pagar.a operação que destine o pescado à industrialização.122/96) IV . nas hipóteses previstas no parágrafo anterior.122/96) III . 3. além das normas referidas na alínea anterior: 1. 19.atualizado até 30 junho 2011 . desde que com grau de umidade inferior a 35%(trinta e cinco por cento). indicando-se: "Decreto nº _________. O disposto no inciso XX do "caput" não se aplica: I . o percentual de 6% (seis por cento) será aplicado sobre: I . na venda com clausula FOB de minério de ferro e "pellet". molusco. IV . 19. II . § 12. a partir de 01 de janeiro de 1990. Na hipótese de mudança de destinação do minério de ferro e do "pellet". 19. hadoque. O disposto no § 7º não se aplica na prestação de serviço de transporte marítimo.876/91 .o valor da operação.do total das entradas de que trata o inciso XXI do "caput".nas saídas com destino aos portos de embarque para posterior exportação. na hipótese prevista no inciso I.a escrituração fiscal far-se-á observando-se: a) no Registro de Entradas e no Registro de Saídas.876/91 DECRETO 14.o valor equivalente ao preço FOB do produto. nas operações de exportação. (Dec.122/96) § 17. os lançamentos serão efetuados de acordo com as normas gerais de escrituração.o imposto líquido a recolher será equivalente ao resultado da aplicação de 17% (dezessete por cento) sobre a base de cálculo apurada na forma prevista no referido inciso. Relativamente à hipótese do inciso XXI do "caput".122/96) II . nas seguintes operações: I . art. a partir de 01 de maio de 1996. às referidas no § 10 e às saídas interestaduais não destinadas a posterior exportação. § 15. A partir de 31 de dezembro de 1990. III . o imposto lançado a crédito será também lançado no campo "Estorno de Crédito". § 14. 19.122/96) V . II . (Dec.no valor apurado conforme o inciso anterior. o valor da alimentação quando incluído no preço da diária. O disposto no parágrafo anterior não se aplica às hipóteses de saídas para o exterior. (Dec. a partir de 01 de outubro de 1991. II . fica suspenso o pagamento do imposto relativamente aos produtos referidos no inciso XIX do "caput". observar-se-á: I . Decreto nº 14. 19. (Dec. b) no Registro de Apuração do ICMS. o imposto apurado na forma do inciso I será lançado no campo "Outros Débitos".a crustáceo.a pirarucu. o imposto suspenso na forma do inciso I do § 12 será pago pelo estabelecimento remetente quando da saída do porto. cujo imposto devido pela prestação será pago pelo transportador. § 13. merluza e salmão.a qualquer peixe seco.

558/92) I .477/91) 1. 16. o Estado onde se localizar o destinatário do serviço de transporte exigirá a diferença. (Dec. (Dec. 15. § 19.477/91) b) nas prestações interestaduais: (Dec. 15.421/91 a) nas prestações internas: 6. 15. 15. 15.558/92) II . 15. Para os efeitos da alínea "b" do inciso XI.77%. com alíquota de 7% 3.421/91 combinado com Dec.§ 18.atualizado até 30 junho 2011 . com alíquota de 12% (Dec. (Dec.558/92) § 20.558/92) 2. Na hipótese da alínea "a" do inciso XI.23%. Na hipótese do inciso XXII. 15. 15. 15.417/93) Decreto nº 14.421/91 combinado com Dec.908/92) § 22. a carga tributária será a prevista na alínea "a" do inciso I.53% na hipótese do item 2 da alínea "b" do inciso I. o Estado onde se localiza o destinatário do serviço de transporte exigirá a diferença de carga tributária nos seguintes percentuais: (Dec. 15. 15.421/91 combinado com Dec. 15.para efeito de complementação de alíquota do ICMS. O disposto nos incisos X e XI do "caput" não se aplica quando a empresa de transporte adquirir lubrificantes ou combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo sem tributação do ICMS (Convênio ICMS 80/92).558/92) III . (Dec. 15. 15. 15. (Dec.00%. (Dec. 15.para efeito de complementação de alíquota do ICMS. 15.7% (três vírgula sete por cento). com alíquota de 12%: 2. 15. 15.558/92) I .477/91) (Dec. 15.47%.477/91) (Dec. 15. (Dec. (Dec. nas operações internas subseqüentes ali mencionadas.558/92) a) nas prestações internas b) nas prestações interestaduais: (Dec. será computado o valor do ICMS já pago por ocasião da importação do produto.477/91) a) 1. 15.3% (seis vírgula três por cento). no período de 01 de agosto a 31 de dezembro de 1991. 15.558/92) 1.0% (nove vírgula zero por cento). 9. 15.876/91 DECRETO 14.421/91 combinado com Dec.a carga tributária corresponderá aos seguintes percentuais: (Dec. destinado a nãocontribuinte do ICMS. O valor decorrente da redução prevista no inciso XXV deverá ser deduzido do preço do serviço. 15.na prestação de serviço de transporte de pessoa ou de carga destinado a não-contribuinte do ICMS. na hipótese do item 1 da alínea "b" do inciso I.na prestação de serviço de transporte de pessoa ou de carga. 15.477/91) 2.477/91) (Dec. (Dec.612/92) § 21.a carga tributária será equivalente aos percentuais a seguir indicados: combinado com Dec.477/91) III .421/91 combinado com Dec. será observado o seguinte: (Dec.558/92) 6. de modo que a carga tributária corresponda ao percentual indicado na alínea "a" do inciso I.421/91 combinado com Dec.477/91) II . 15. (Dec. com alíquota de 7%: 4. a carga tributária será a prevista na alínea "a" do inciso anterior. serão observadas as seguintes normas: 15. (Dec. 15. (Dec.421/91 combinado com Dec. b) 3.421/91 combinado com Dec.876/91 .

Relativamente ao disposto no inciso XXVIII do "caput". caracterizando-se pela sistemática adotada relativamente ao primeiro período fiscal.247/2001) § 28 Relativamente ao disposto no inciso XXVII. a utilização do benefício previsto neste artigo fica condicionada ao regular cumprimento da obrigação tributária principal no prazo e forma previstos na legislação tributária. Relativamente ao disposto no inciso XXIV.§ 23. quando fornecidos pela empresa prestadora.configura-se como sistema de recolhimento aquele adotado na emissão da primeira Nota Fiscal ou na apuração do primeiro período fiscal do exercício. todos os meios e equipamentos necessários à prestação do serviço. observar-se-á que. a Associação Avícola de Pernambuco deverá comunicar à Diretoria de Administração Tributária .241/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. para efeito de cálculo do ICMS ali previsto. (Dec. 21. fica convalidada a utilização da redução da base de cálculo prevista na alínea "c" do mencionado inciso. Na hipótese do inciso III. até 31 de março de 1993.876/91 . a opção prevista no "caput" será exercida a cada exercício fiscal. 21. 21.99) II .o sistema referido no inciso anterior só poderá ser alterado mediante autorização da Diretoria de Administração Tributária . (Dec. deverá ser considerada toda e qualquer operação de saída.01. A partir de 01 de janeiro de 1999. 21.DAT da Secretaria da Fazenda. respeitados os casos de suspensão da exigência do imposto ou diferimento do respectivo recolhimento previsto na legislação. 36. "b" do “caput”.01.atualizado até 30 junho 2011 .DAT. independentemente de qualquer comunicação. 17. A partir de 01 de janeiro de 2000. 21. a partir de 1º de junho de 2011. devem estar incluídos no preço total do serviço de comunicação (Convênio ICMS 20/2011).99) §26. (Dec.980/99) I – a opção pelo benefício terá validade para cada ano civil. (Dec. (Dec. no período de 01 de julho a 25 de outubro de 2000 (Convênio ICMS 65/2000).a quantidade de milho a ser importado no primeiro semestre do referido ano. 21. 16. independentemente de sua natureza.418/93) § 24.241/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. observando-se: (Dec.477/94) § 25. (Dec. 23.241/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.876/91 DECRETO 14. (Dec.980/99) III – a reabilitação do contribuinte para a fruição do benefício fica condicionada ao recolhimento do débito fiscal remanescente ou ao pedido do seu parcelamento a partir do mês subseqüente ao da regularização. 21.980/99) § 27. "b" do “caput”.711/2011) Decreto nº 14. (Dec. (Dec. observando-se: (Dec.99) I .980/99) II – o descumprimento da condição prevista neste parágrafo implica na perda do benefício a partir do mês subseqüente àquele em que se verificar o inadimplemento.01. conforme o caso.

529/2004) 4.2003).92. e nº 11. 19. até 31 de dezembro de 2001. 24.95): (Dec. de 301 KWh/mês (trezentos e um quilowatts-hora por mês) a 500 KWh/mês (quinhentos quilowatts-hora por mês) .07.95): (Dec. a partir de 01 de janeiro de 1996 (Lei nº 11.12. 19.nas operações e prestações internas e de importação.01.1. (Dec. (Dec.12. exceto aguardente de cana-deaçúcar ou de melaço. 20.1. 22.1.117/2009) DECRETO 14.2000). "a".01.970/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2. 9º.994/2005) 5. no período de 01 de janeiro a 31 de julho de 1993 e a partir de 01 de janeiro de 1996 (Lei nº 10. (Dec.529/2004) 4. de 13. de 29. de 24. a partir de 01 de janeiro de 2001 (Lei nº 11. realizadas com querosene de aviação.295.01. observado o disposto na alínea "k" (Lei nº 12. de 27.970/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. no período de 01 de agosto de 1989 a 31 de dezembro de 2003 (Lei nº 10.1. a ser utilizado em processo de industrialização. observado o disposto no art.01.89).89.93.97). 26. de 19.230/2003) 2.306.12.529/2004) 3.230/2003) 2. nas operações internas e de importação realizadas com os seguintes produtos para fins combustíveis. (Dec. de 29. 28.06. para consumo não-domiciliar.Lei nº 10.01. (Dec.870/2006) a) 25% (vinte e cinco por cento): (Dec. de 13.2.734/98) 2. (Dec. nas operações internas. álcool anidro ou hidratado. As alíquotas do imposto são as seguintes: I . de 19. a partir de 01 de janeiro de 2004.1. observado no disposto § 8°.2.919. 26.2. de 15. e Lei nº 11. nas operações e prestações internas. para consumo domiciliar: (Dec. 26. 26. realizadas com os produtos relacionados no Anexo 6 (Leis nº 10. Lei nº 10. de 30.12. 919. no fornecimento de energia elétrica para consumo domiciliar: (Dec.12.2003).12. 25. inclusive de importação.12. de 29. XLVIII.07.928.319.295. inclusive importação. a partir de 01. “d” ( Lei nº 11.atualizado até 30 junho 2011 . 27.07.1. a partir de 01 de janeiro de 2001.529/2004) 4. mantida a isenção prevista no art. conforme indicadas em cada hipótese: (Dec.117/2009) 1.07.259.523. nas operações e prestações internas e de importação realizadas com os seguintes produtos e serviços. de 30.970/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2002 (Lei nº 12. 26. (Dec. de 28. de 13. bebidas alcoólicas. no período de 01 de agosto de 1989 a 31 de dezembro de 2003. XLVIII. 26. (Dec. no fornecimento de energia elétrica: (Dec. nas operações internas.12. de 30.781. 22. até 31 de dezembro de 2003. (Dec. inclusive de importação. 33. acima de 500 (quinhentos) quilowatts-hora/mês.134. até 31 de dezembro de 2003.2001) 6.2001). realizadas com álcool nãocombustível. nº 10. (Dec. 26.12.2001) 3. (Dec.529/2004) 3.2000).2001).362/2002) b) 20% (vinte por cento): (Dec. 26. 9º.89. observado o disposto na alínea "k" (Lei nº 12.89.1.135.230/2003) 2.CAPÍTULO VII Da Alíquota Art. 22. 2.2001) 2.508.876/91 . gasolina. 33.111/96) 1. serviços de telecomunicação (Lei nº 12.111/96) 1.295.523. independentemente do nível de consumo.

07. de 06. 20. e 20.2005.12. de 02.12. de 01.12.96. de 31. e Lei nº 11. (Dec. de 16. de 04.501. para fins combustíveis.93 e 11. 19. nº 19. 19.97.514.95). (Dec. 20.409. realizadas com gasolina.97. de 22.457. de 15. com farinha de trigo.403.97).12.95). nº 16.119. promovidas pelos estabelecimentos fabricantes ou importadores ou empresas concessionárias neste Estado.292.345.409. (Dec. de 22.587.354. de 29.02. no período de 01 de novembro de 1996 a 31 de dezembro de 1997 e a partir de 01 de janeiro de 1998 (Lei nº 11. de 18. nas prestações do serviço de transporte aéreo de pessoa.117/2009) 2.07.97. 20.05.876/91 DECRETO 14. na saída. de 29. quando promovidas por estabelecimento industrial situado neste Estado.1 internas. farinha de trigo.2 internas e de importação. inclusive de importação.1% (treze vírgula um por cento).190.07. de 26. aí incluídas aquelas objeto de substituição tributária.697.111/96) 2.11.01. carga e mala postal. a partir de 01 de janeiro de 1998 (Convênio ICMS 120/96. na condição de contribuinte-substituto.718. 19.501. (Dec. Decreto nº 14.05. de 12.97.12. de 20. de 01. nas condições previstas na alínea "d". sejam tomadas por não-contribuinte ou a este destinadas.876/91 .05. 19.734/98) 5. e Lei nº 11. Lei nº 11.96.12.319. de 26 de abril de 2002 (Lei nº 13.2003. sendo interestaduais. inscrito no CACEPE com atividade de moagem de trigo. e Decretos nº 19. de 08.04. e pão: (Dec.2002. Lei nº 13. Decreto nº 18.04.08.941. Lei nº 12.223. no período de 01 de julho a 30 de setembro de 1995.962. 33. de estabelecimento industrial.4% (quatorze vírgula quatro por cento).12. Decreto nº 18. de veículos automotores novos para transporte de passageiros.98).294. até 120 KWh/mês (cento e vinte quilowatts-hora por mês). conforme Anexo 37. Lei nº 12. a partir de 01 de janeiro de 1998 (Lei nº 11. de 29. de 07.10.457.07.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. a partir de 01 de janeiro de 1998 (Convênio ICMS 120/96. e pão.95). de 24. 19.734/98) 4. bem como álcool anidro e hidratado.97). de 18. com trigo. de 20.2003.1.111/96) 1. no período de 01 de agosto de 1993 a 31 de dezembro de 1995 (Leis nos 10. 19.96).12.95). não podendo a carga tributária resultante ser inferior a 12% (doze por cento).12. em decorrência da redução da base de cálculo do imposto (Lei nº 11. (Dec. nas operações internas e de importação. de 22.980.111/96) d) 13.12.158.501. de 04.95. de 18.95.12. subseqüentes às promovidas pelo referido industrial. nas prestações de serviço de transporte aéreo iniciadas ou prestadas no exterior.12.01. nas operações com trigo. Decreto nº 19. 20.697/97) 2. a partir de 01 de novembro de 2006. quando se tratar de consumidor residencial de baixa renda. no período de 01 de abril a 30 de junho de 1995. (Dec. nas prestações internas de serviço de transporte aéreo. de 23. 19. Lei nº12.111/96) e) 12% (doze por cento): (Dec. nas operações internas. nas condições previstas na alínea anterior (Lei nº 11. nº 19.2006. de 12. inclusive pré-mistura.377/98) 3.438. no período de 01 de novembro de 1995 a 31 de outubro de 1996 (Lei nº 11. Decreto nº 19. com os veículos automotores novos classificados de acordo com a NBM/SH. que.10. (Dec. (Dec.04. Lei nº 11.97. de 12. nos termos da Lei Federal nº 10.211. de 12. no período de 01 de outubro a 31 de dezembro de 1995 (Lei nº 11.97 e Lei nº 11.2.734/98) 6.211.977.928. (Dec.96. Lei nº 13.96.97).697/97) 2.211. Lei nº 12. farinha de trigo.929. no período de 01 de abril de 2002 a 31 de dezembro de 2010 (Lei nº 12. inclusive pré-mistura.111/96) c) 14.2006).2004.

35.12. até 07 de setembro de 2008. de 04.194/2006 – EFEITOS A PARTIR DE 13.876/91 .929/2003) 1. nos demais casos (Lei nº 10.870/2006) 8.12. 8.876/91 DECRETO 14. 18% (dezoito por cento).429.2006.2.870/2006) 8. à gestão da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos .97. de 27. 36. de 16. a partir de 01 de agosto de 1997 (Lei nº 11. Lei nº 12.734/98) g) 4% (quatro por cento). 27. gesso e derivados.3.12.09.12.2003.135. 28. e.2006) 1.2007. Lei nº 13.684. relacionados no Anexo 42-E. a partir de 08 de setembro de 2008. (Dec.25.12. do Consórcio de Transportes da Região Metropolitana do Recife CTM.05.734/98) i) nas operações realizadas com óleo diesel: (Dec. de 22 de julho de 1997.662.684.1. relacionados no Anexo 42-B. no período de 29 de setembro de 2003 a 30 de junho de 2011.12. submetido.345. (Dec. relacionados no Anexo 42 . e nº 12.12. 35.1. (Dec. de 29. 28. de 11.2004). 29.25. gipsita. no período de 1º de janeiro de 2004 a 30 de junho de 2011.502.929/2003) 1. no período de 29 de setembro a 31 de dezembro de 2003 (Leis nº 12.05.de 29. de 22. Lei nº 12. com veículos novos motorizados.2. nas operações internas e de importação realizadas com os produtos de informática: (Dec.2004. e Lei nº 12.259.456. Lei nº 12. de 22. a partir de 1º de julho de 2011. nas operações internas e de importação.12. no período de 01 de janeiro de 2003 a 31 de dezembro de 2010 (Lei nº 12. 36. 36.457.01.2008. de 23. a partir de 01 de setembro de 2004.283. de 02. Lei nº 13.2005.194/2006 – EFEITOS A PARTIR DE 13. conforme relacionados no Anexo Único da Lei nº 11. relacionados no Anexo 42-A.2008.2001.12. (Dec. no período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 1997 (Lei nº 11. de 01. de 07.EMTU.3. (Dec. no período de 01 de janeiro de 2002 a 31 de agosto de 2004 ( Lei nº 12.031/2010) 8.941. nas operações internas e de importação (Lei nº 12. de 20.2006) 3.941.12. a partir de 1º de julho de 2011.2004). 35. de 18.97). Lei nº 13. 7. de 07.89).01.02. 17% (dezessete por cento). (Dec.501. 36. de 20. nas prestações de serviço de transporte aéreo.5% (oito vírgula cinco por cento).734/98) h) 17% (dezessete por cento).2009).710/2011) f) 7% (sete por cento). 35.929.536/2010) Decreto nº 14. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec.031/2010) (Dec. 20.C.536/2010) 3.479/2004) 2. empresas operadoras de linhas do sistema de transporte público de passageiros da Região Metropolitana do Recife – RMR. nas operações internas para os destinatários respectivamente indicados.12. de 15 de dezembro de 1995.12. 20. e nº 11.95). de 15.514.09.2003.2003.2003).97). de 04. Lei nº 13.929/2003) 1.710/2011) 2.710/2011) 8. classificados na posição 8711 da NBM/SH.710/2011) 1.de 07. observado o disposto no § 9º: (Dec.09. (Dec. relacionados no Anexo 42-D.12. internas e iniciadas ou prestadas no exterior.456.2009).1.158. promovidas por estabelecimentos fabricantes ou importadores ou empresas concessionárias neste Estado. de 19. (Dec.12. tipo motocicleta. nas operações internas e de importação realizadas com: (Dec. relacionados no Anexo Único da Lei nº 11.662.334. os produtos de informática: (Dec.283. de 11. 20. observados os limites máximos de litros mensais discriminados a seguir: (Dec. e Lei nº 13. 29.25.07.718. (Dec.2007. no período de 01 de janeiro de 1996 a 31 de dezembro de 2003 (Lei nº 11. (Dec. e Lei nº 13.

de 27.536/2010) 3. 7.2003). (Dec. 20. 35. observado o disposto no § 2º: alíquotas previstas no inciso anterior.000 (trezentos e setenta mil) litros.até 15 de setembro de 1996. (Dec. 24.1. a partir de 01 de janeiro de 1997.536/2010) 3.nas operações e prestações interestaduais. nas condições ali estabelecidas.500. fixarem alíquotas inferiores à mínima estabelecida pelo Senado.527/96) VI . (Dec.07. Decreto nº 14.2. (Dec.000 (sete milhões e quinhentos mil) litros. 19. 35. 370.nas demais operações e prestações: 17% (dezessete por cento).12. (Dec. serão adotadas: I .523. (Dec.01. comercialização ou industrialização. 35. de 19.nas operações e prestações internas.734/98) b) 4% (quatro por cento).111/96) § 1º As alíquotas de que trata o "caput" poderão ser alteradas.01. 19. (Dec.2. nas mesmas condições da alínea anterior (Resolução do Senado Federal nº 95/96 e Lei nº 11. quando a mercadoria ou serviço não forem destinados a produção. (Dec. § 2º Relativamente às operações que destinem bens e serviços a consumidor final localizado em outra Unidade da Federação. até o limite de 468.nas prestações e operações de importação do exterior. quando previstas nas hipóteses do inciso I alíquota indicada na respectiva hipótese (Lei nº 10. (Dec. (Dec.97).a alíquota prevista no inciso III do "caput".259. (Dec.876/91 .536/2010) 3. 35. quando o destinatário for contribuinte do imposto. fabricação de semi-elaborados. nas operações internas e de importação com os produtos relacionados no Anexo 45. 8.1. quando se tratar de prestação interestadual de serviço de transporte aéreo. comercialização ou produção. na exportação de mercadorias ou serviços para o exterior: 13% (treze por cento). atendidos. de 22.111/96) III .000 (noventa e oito mil) litros.2002 (Lei nº 12.3.2.457. a partir de 1º de agosto de 2010.536/2010) j) 28% (vinte e oito por cento).1 Companhia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife – CTTU. quando instituídos.12. observado o disposto no § 9º: (Dec. ônibus utilizados no transporte complementar público de passageiros na RMR.nas operações e prestações interestaduais destinadas a contribuinte.nas operações e prestações internas. no período de 13 de maio de 2006 a 30 de junho de 2010.529/2004) II . 19. observado o disposto no § 2º: (Dec.135.111/96) V .876/91 DECRETO 14. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 .000 (oito milhões e quinhentos mil) litros.2 CTM. nas prestações internas e de importação de serviços de comunicação. 20.2001). os limites mínimo e máximo fixados pelo Senado Federal. 35.734/98) IV .000 (quatrocentos e sessenta e oito mil) litros distribuídos da seguinte forma.500. a partir de 01. 98.1.89). quando as mercadorias ou serviços sejam destinados a industrialização. 26. a partir de 1º de julho de 2010. nas hipóteses previstas na Constituição Federal. de 30. nos termos de lei complementar. 20. 19.536/2010) 3. a partir de 01 de janeiro de 2004 (Lei nº 12. II .362/2002) k) 27% (vinte e sete por cento). quando os Estados e o Distrito Federal.734/98) a) 12% (doze por cento). submetidos à gestão das empresas a seguir indicadas. mediante lei estadual: I .2.

Normal não for destacado ou for destacado a menor no documento fiscal.2001. 3. 29.35.1.536/2010) 1.SIMPLES-PE ou no Regime Simplificado de Recolhimento do ICMS para Restaurantes e Estabelecimentos Similares SIMPLES II-PE. (13) (Dec.05. § 3º Na hipótese do inciso I do parágrafo anterior.194/2006 – EFEITOS A PARTIR DE I .09. 35. com indicação da quota do produto a que cada empresa operadora terá direito em relação ao limite de: (Dec. estabelecida em outra Unidade da Federação. situado em outra Unidade da Federação.1. (Dec.as alíquotas previstas no inciso II do "caput".000 (oito milhões e quinhentos mil) litros mensais. dos correspondentes números de inscrição no Cadastro de Pessoa Física – CPF.05. pela CTM. 23.2006) (Dec. conforme o caso. 8. "i". ou na remessa de mercadoria para demonstração a contribuinte do imposto.atualizado até 30 junho 2011 .2. 7. 3. de relação das empresas operadoras referidas no inciso I. e das respectivas distribuidoras de combustível.500. inclusive serviços auxiliares ou complementares.876/91 DECRETO 14. o ICMS complementar corresponderá à diferença entre o valor resultante da aplicação da alíquota interna e o da aplicação da alíquota interestadual. 29.5% (oito vírgula cinco por cento) fica condicionada: (Dec. quando o ICMS .2002) § 9º Na hipótese do inciso I. o disposto no inciso I. e dos respectivos estabelecimentos adquirentes e distribuidoras de combustível fornecedoras de óleo diesel. 22. o imposto incidente em todas as operações com ouro.000 (sete milhões e quinhentos mil) litros mensais. do "caput" não se aplica ao contribuinte inscrito no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco CACEPE no Regime Simplificado de Recolhimento do ICMS . observar-se-á: 13.2. § 7º Na hipótese do parágrafo anterior. 3.939/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. caberá à Unidade da Federação da localização do destinatário o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual.12. § 5º No período de 01 de junho de 1993 a 31 de maio de 2000.a aplicação da alíquota de 8. 35. pela CTTU e pela CTM.2. 35.500. do caput. (Dec. obras hidráulicas e outras obras semelhantes.2000.01. os nomes dos permissionários.601/2000) § 6º Nas doações. § 4º Enquanto não editada a lei a que se refere o art. fornecedoras de óleo diesel. § 5º. (Dec.536/2010) 1. "a". no período de 13 de maio de 2006 a 30 de junho de 2010.536/2010) 1. da Constituição Federal.2001 a 31.194/2006 – EFEITOS A PARTIR DE 13. aplicar-se-á a alíquota cabível para as operações interestaduais. do caput.876/91 . 2. da mencionada relação.536/2010) 2.II . inclusive brinde. será aplicada a alíquota de 12% (doze por cento). até o dia 25 do mês imediatamente anterior ao da realização das operações.2006) a) ao envio pelas empresas indicadas a seguir. para as prestações e operações interestaduais. a partir de 1º de julho de 2010. “i”. de relação dos ônibus utilizados no transporte complementar público de passageiros na RMR. 22. CONFORME Dec. placas Decreto nº 14. devendo constar. prevista no inciso III do "caput".328/2000 – EFEITOS SUSPENSOS ATÉ 30. na saída de mercadoria com destino a empresa de construção civil. § 8º No período de 01. de que trata o inciso I. quando o destinatário não for contribuinte do imposto. “i”. será calculado com a alíquota de 1% (hum por cento). desde a sua origem. 153.01. à Diretoria Geral de Planejamento da Ação Fiscal – DPC da Secretaria da Fazenda: (Dec.

35. observado o disposto em portaria do Secretário da Fazenda. “i”. com indicação do limite. até o último dia do mês anterior ao da realização das operações. “a”.876/91 .194/2006 – EFEITOS A PARTIR DE 13.05. quando do fornecimento do óleo diesel para as distribuidoras de combustível. com cópia das Notas Fiscais relativas à aquisição do produto. por permissionário.2006) b) calcular o imposto referido na alínea "a" aplicando. prevista no mencionado inciso I. e aquela prevista para as demais operações com o produto.5% (oito virgula cinco por cento). utilizada para o cálculo da retenção do ICMS. 3. 29. constantes da relação referida no inciso I. (Dec.2006) V – A EMTU remeterá à GPC. pela distribuidora de combustível.2006) II – a Secretaria da Fazenda publicará mensalmente. (Dec. 35. relação contendo o consumo efetivo de óleo diesel. 35. a este Estado. o valor do ICMS incidente sobre a parcela do produto não fornecido com alíquota reduzida 8.194/2006 – EFEITOS A PARTIR DE 13.876/91 DECRETO 14.536/2010) a) recolher. por empresa operadora. em decorrência da redução da alíquota do produto. até o dia 15 do mês subseqüente ao da realização das operações. “a”. do caput. a distribuidora de combustível deverá: (Dec. deverão aplicar.536/2010) b) à redução do preço do óleo diesel.05. observados os prazos de recolhimento estabelecidos na legislação específica. de até 2. 29. sobre a parcela do produto ali indicada.194/2006 – EFEITOS A PARTIR DE 13.05. (Dec.194/2006 – EFEITOS A PARTIR DE 13. 1. para efeito do cálculo da retenção do ICMS por substituição tributária. conforme o disposto no inciso III. 29. a relação de que trata o inciso I.5% (oito vírgula cinco por cento). 1 e 2.536/2010) IV – na hipótese de fornecimento de óleo diesel em quantidade inferior àquela constante das relações de que trata o inciso I.536/2010) III – a refinaria de petróleo ou as suas bases. a diferença entre a mencionada alíquota reduzida. (Dec.000 (dois mil) litros mensais.atualizado até 30 junho 2011 .2006) Decreto nº 14.e chassis dos referidos ônibus. “a” 1 e 2.05. 29. (Dec. (Dec. a alíquota de 8. 35. (Dec. e nos volumes ali indicados.

empregados por estabelecimento no fornecimento de mercadoria tributada pelo imposto. 23. O contribuinte somente poderá utilizar crédito fiscal. conforme a legislação específica. para efeito de compensação do imposto.o valor do imposto relativo à mercadoria recebida no processo de comercialização.o valor do imposto relativo à aquisição de produtos descartáveis. relativamente ao serviço de comunicação.527/96) § 1º É assegurado ao sujeito passivo o direito de creditar-se do imposto. 14. compensando-se o que for devido em cada operação relativa à circulação de mercadoria ou prestação de serviço de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação com o montante cobrado nas anteriores pela mesma ou por outra Unidade da Federação. 28. (Dec. quando a mercadoria for fornecida com serviço não compreendido na competência tributária do Município.relativamente às operações de que trata o art. produto intermediário. o direito de utilizar o crédito extingue-se depois de decorridos 5 (cinco) anos. nº 13. utilizados no processo de comercialização. VI . no estabelecimento. geração de energia elétrica. 26. 27. real ou simbólica. VII . (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . será mantido apenas o crédito fiscal relativo à cana-de-açúcar empregada na fabricação do referido álcool. X .o valor do imposto relativo à aquisição de combustível e lubrificante empregados na produção.CAPÍTULO VIII Do Crédito Fiscal Art.335/2003.o valor do imposto relativo à aquisição de embalagem a ser utilizada na saída de mercadoria sujeita ao imposto. contados da data de emissão do documento.294/2011): (Dec. que o direito ao mencionado crédito ocorrerá: (Dec. O imposto é não-cumulativo. constitui crédito fiscal do contribuinte. ou o recebimento de serviço de transporte interestadual e intermunicipal ou de comunicação. apresentado na apuração anterior. II .876/91 . estes nas prestações interestaduais e intermunicipais. (Dec. anteriormente cobrado em operações de que tenha resultado a entrada de mercadoria.846/2000. ficando dispensado o estorno proporcional.o valor do imposto relativo a matéria-prima. 32 e 34.o saldo do imposto verificado a favor do contribuinte.522/2010) 1. industrialização. extração de substâncias minerais e nas prestações de serviço de transporte e comunicação. embalagem ou serviço. V .110/2006 e nº 14. 23. DECRETO 14. conforme os critérios estabelecidos no art. produção. para emprego no processo de produção ou industrialização. destacado em documento fiscal idôneo.527/96) § 2º A partir de 01 de novembro de 1996. XXXI.180/2001) (17) (Dec. 19.o valor de outros créditos. observando-se. quando tenham sido prestados na execução de serviços da mesma natureza. na forma prevista neste Capítulo. IX . 19. III . nº 12. IV .180/2001) (17) a) no período de 1º de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2019 (Leis nº 11.o valor do imposto relativo aos serviços tomados de comunicação e transporte. 19. industrialização ou prestação de serviço de transporte e de comunicação. Para fim de compensação do imposto que vier a ser devido. 51: I .o valor do imposto relativo à operação. SEÇÃO I Do Direito Art.527/96) Art. observados os arts. além do disposto nos §§ 19 e 20. 36. VIII .

a partir de 1º de janeiro de 2020. § 5º O disposto do parágrafo anterior não se aplica relativamente à hipótese em que o não destaque decorre de disposição normativa. o crédito em relação a energia elétrica e outras fontes de energia.294/2011).180/2001) (17) b) no período de 1º de março de 1989 a 31 de julho de 2000 e a partir de 1º de janeiro de 2020. usada ou consumida no estabelecimento (Leis nº 12. desde que a operação ou prestação subseqüente a ser realizada pelo adquirente da mercadoria ou tomador do serviço seja debitada pelo imposto.212/2007) XII . § 4º Não será permitida a compensação do imposto não destacado em Nota Fiscal idônea. 23. desde que tais bens sejam imprescindíveis à obtenção e conservação da mercadoria objeto de comercialização. na proporção destas sobre as saídas ou prestações totais.846.3.522/2010) 3. à entrada de mercadoria.180/2001) (17) b) a partir de 01 de novembro de 1996. desde que constituam condição essencial à operação ou à prestação subseqüente.180/2001) (17) 3. 36.294/2011).2. operação de saída da mesma mercadoria. (Dec. considera-se apenas o valor do imposto.2.408/96.1. (Dec.335/2003. nº 12. o valor do imposto correspondente à entrada de mercadoria. nº 13.335/2003. (Dec.739/99.09. desprezado qualquer acréscimo. igualmente. 30.180/2001) (17) 3.atualizado até 30 junho 2011 . observado o disposto nos §§ 24 e 25 (NR Lei nº 11. 23. § 2º Admitir-se-á. consumo que resultar em operação de saída ou prestação para o exterior. (Dec. 36.522/2010) XI . sem as restrições previstas na alínea “a” (Leis nº 12.846/2000. extração. eletrodomésticos e sorveterias.o valor do imposto correspondente: (Dec. no período de 1º de novembro de 1996 a 31 de julho de 2000 e a partir de 1º de janeiro de 2020. quando utilizadas na produção. usada ou consumida nos termos do inciso anterior e do § 2º. 36. 23. § 3º Para efeito de crédito fiscal.1. 23. a partir da mencionada data. no período de 1º de agosto de 2000 a 31 de dezembro de 2019.294/2011). observado o disposto no inciso XII.335/2003. "a".335/2003. geração ou prestação dos serviços de transporte e de comunicação. 23. destinada ao uso ou consumo do estabelecimento (Leis nº 11. nº 13.294/2011): (Dec. (Dec.180/2001) (17) 1.180/2001) (17) a) à energia elétrica: (Dec. quando sua utilização resultar em operação de saída ou prestação para o exterior. nº 13.180/2001) (17) 2. industrialização. nº 12.522/2010) 3.876/91 . Decreto nº 14. (Dec. até 31 de outubro de 1996. na proporção desta sobre as saídas ou prestações totais. (Dec. nº 13. (Dec.522/2010) § 1º O disposto neste artigo aplica-se à mercadoria cuja propriedade haja sido transferida antes de sua entrada no estabelecimento adquirente. 23. quando for objeto de (Leis nº 11. de 22. 23.o valor do imposto relativo ao combustível ou à energia elétrica utilizados nos fogões. (Dec.2000). industrialização ou produção. destinada ao ativo permanente do estabelecimento.110/2006 e nº 14.110/2006 e nº 14. (Dec.110/2006 e nº 14.110/2006 e nº 14. consumo no processo de industrialização. a partir da mencionada data. 36.876/91 DECRETO 14. 23. nº 11.180/2001) (17) XIII .

sob a condição de que o recolhimento venha a ser efetuado no prazo legal. II .§ 6º Na hipótese de cálculo do imposto em desacordo com as normas legais de incidência.havendo saldo credor real a favor do produtor. § 17.876/91 . Somente poderá beneficiar-se do crédito fiscal proveniente do recolhimento do imposto o contribuinte deste. O crédito fiscal relativo aos insumos. § 12. não será admitido crédito superior ao valor do tributo calculado sobre a base de cálculo legalmente prevista para a hipótese. se for verificado cálculo a menor. § 10. cujo pagamento seja efetuado conjuntamente com o imposto de sua responsabilidade direta através do mesmo documento de arrecadação. § 15. O disposto no parágrafo anterior não se aplica aos casos de utilização de percentual estimativo de crédito fiscal. § 8º Mediante convênio homologado conforme o disposto em legislação específica. utilizados na produção agropecuária. somente será admitido o crédito do valor do imposto legalmente exigido. inclusive frete. § 11. 14 só poderá utilizar crédito do imposto incidente sobre a mesma mercadoria. § 9º Na transferência de mercadoria. O não-pagamento do imposto de que trata o § 10 acarreta inexistência do respectivo crédito fiscal. Salvo o disposto no art.o documento fiscal estiver acompanhado do respectivo documento de arrecadação. se for comprovado cálculo a maior. qualquer que tenha sido a base de cálculo adotada para o recolhimento do imposto devido pelo estabelecimento remetente. a apropriação daquele saldo será admitida.32.atualizado até 30 junho 2011 .o contribuinte-substituto emitir documento fiscal com destaque do imposto. desde que observados os requisitos para o crédito do imposto e o produtor comprove a real utilização dos insumos na produção. II .876/91 DECRETO 14. O crédito fiscal relativo a mercadoria ou a serviço adquirido de contribuinte não-inscrito no CACEPE poderá ser utilizado quando ocorrer uma das seguintes hipóteses: I . O contribuinte que optar pelo benefício previsto no inciso XXXII do art. § 18. a compensação do imposto poderá ser realizada através de uma percentagem fixa a título de montante do imposto relativamente às operações ou prestações anteriores. § 13. o contribuinte deverá creditar-se do valor do imposto destacado no documento fiscal. § 14. § 16. § 7º Na hipótese prevista no parágrafo anterior. O estabelecimento poderá beneficiar-se antecipadamente do abatimento do imposto ainda não recolhido que deva como contribuinte-substituto. § 2º. Decreto nº 14. O disposto no parágrafo anterior não se aplica na hipótese de a operação ou a prestação estar sujeita a diferimento do recolhimento do imposto. quando admitido pela legislação tributária. poderá ser apropriado segundo critérios estabelecidos em portaria do Secretário da Fazenda.o crédito fiscal a ser apropriado será deduzido do crédito fiscal real a que tenha direito o produtor. observando-se: I . não é assegurado o direito ao crédito do imposto destacado em documento fiscal que indique como destinatário estabelecimento diverso daquele que o tenha registrado.

§ 19. Na hipótese do inciso X do "caput".2000).876/91 . 17. aplicar. (Dec. nos termos de portaria do Secretário da Fazenda.769/94) II .09. "b". para UFEPE. para a conversão do mencionado valor em Real. em livro próprio ou de outra forma. 23. equiparando-se. quando autorizado pelo Fisco. serão objeto de outro lançamento. o valor desta no dia do despacho aduaneiro da mercadoria. o contribuinte deverá demonstrar no livro Registro de Entradas o critério adotado e o valor obtido. tomando-se por base. (Dec. 23. (Dec. 23. podendo ocorrer inclusive quando houver reconstituição da escrita pela fiscalização ou pelo contribuinte.180/2001) (17) c) para aplicação do disposto nas alíneas "a" e "b". 23.530/92) § 22. A partir de 22 de julho de 1994. § 21.846. além do lançamento em conjunto com os demais créditos. 600. 15. 17.o imposto referido no inciso anterior será recolhido em DAE especifico.180/2001) (17) b) em cada período de apuração do imposto. O disposto no inciso I do parágrafo anterior não se aplica em relação à importação do trigo. nos termos do parágrafo anterior. em relação à proporção das operações de saídas ou prestações isentas ou não tributadas sobre o total das operações de saídas ou prestações efetuadas no mesmo período.180/2001) (17) II .180/2001) (17) 2. do "caput". § 1º (NR Lei nº 11.905/94) § 24. 23. A utilização intempestiva de crédito fiscal independe de comunicação à repartição fazendária ou de prévia autorização desta.quanto às mencionadas mercadorias adquiridas a partir de 01 de agosto de 2000 (ACR Lei nº 11. o contribuinte poderá optar pela aplicação do percentual de 70% (setenta por cento) do valor do imposto destacado na Nota Fiscal de Serviço de Comunicação. observado o disposto no § 25. na hipótese do § 7º do art. (Dec. 17.876/91 DECRETO 14.180/2001) (17) Decreto nº 14. para efeito da compensação prevista neste artigo e no artigo anterior. às tributadas as saídas e prestações destinadas ao exterior. deverá ser observado o seguinte: (Dec. para fim deste inciso. (Dec. 23. 34. devendo este conter o valor em Real e em UFEPE.atualizado até 30 junho 2011 . relativamente aos créditos decorrentes de entrada de mercadorias no estabelecimento destinadas ao ativo permanente. de 22. devendo a primeira fração ser apropriada no mês em que ocorrer a entrada no estabelecimento. (Dec. não será admitido o creditamento de que trata a alínea anterior. o montante do crédito a ser apropriado será o obtido da seguinte forma: (Dec. o percentual correspondente à proporção das saídas tributadas em relação ao total das saídas do mesmo período fiscal. de 22. (Dec.09. o importador deverá observar o seguinte: (Dec.180/2001) (17) I . (Dec. § 20.a utilização do crédito relativo ao imposto incidente sobre a respectiva entrada da mercadoria importada somente poderá ocorrer após o recolhimento deste. (Dec. Na impossibilidade ou dificuldade de determinar o valor do crédito.180/2001) (17) a) a apropriação será feita à razão de 1/48 (um quarenta e oito avos) por mês. Para efeito do disposto no inciso XII.180/2001) (17) 1.769/94) I . para aplicação do disposto no art. calcular 1/48 (um quarenta e oito avos) do valor do crédito decorrente da aquisição para o ativo permanente. 23.846.769/94) § 23. sobre o valor obtido conforme item anterior.quanto às mencionadas mercadorias adquiridas no período de 01 de novembro de 1996 a 31 de julho de 2000. 17. 23.2000): (Dec.

(Dec. 27. 23. ao final de cada período objeto de estimativa. A utilização do crédito previsto nos incisos XII. observando-se: (Dec. 19. 23. O estabelecimento adquirente poderá utilizar o crédito fiscal relativo a mercadoria fornecida em processo contínuo. (Dec. 19.527/96) III .apurada diferença em favor do Fisco.876/91 DECRETO 14. esta deverá ser recolhida até o último dia do mês subseqüente ao do referido ajuste. Ocorre a vedação da utilização do crédito fiscal quando a causa impeditiva de sua utilização for conhecida antes do respectivo lançamento fiscal.340/2004) Art.o ajuste de que trata este artigo far-se-á também por ocasião do desenquadramento do regime de estimativa ou do pedido de baixa por encerramento de atividades. O disposto neste artigo não se aplica na hipótese de transferência de estoque de mercadoria em virtude de fusão. com base na escrituração regular do contribuinte. (Dec. "pro rata die". no mês do efetivo recebimento. (Dec. (Dec. nos termos de portaria do Secretário da Fazenda. transformação e incorporação de empresas ou de transferência de propriedade de estabelecimento. 31. Art.180/2001) (17) § 25. quando relativo ao imposto correspondente à importação ou à diferença de alíquota. esta será compensada com o pagamento referente ao período ou períodos seguintes. além do lançamento em conjunto com os demais créditos. 30. autorizar o fornecedor a emitir o correspondente documento fiscal com data do período fiscal subseqüente ao mencionado fornecimento. “b”.527/96) SEÇÃO II Da Vedação Art.atualizado até 30 junho 2011 .d) o quociente de 1/48 (um quarenta e oito avos) será proporcionalmente aumentado ou diminuído. 32. antes de decorrido o prazo de 04 (quatro) anos contado da data de sua aquisição. para efeito da compensação prevista neste artigo e no artigo anterior. quando regime especial.apurada diferença em favor do contribuinte. não será admitido. (Dec. sob a condição de que o respectivo imposto seja recolhido no mesmo prazo daquele do período fiscal do efetivo fornecimento da mercadoria. 19. a partir da data da alienação. cisão. 19. O saldo credor do imposto existente na data do encerramento das atividades de qualquer estabelecimento não é restituível ou transferível para outro estabelecimento. em livro próprio ou de outra forma. será efetuado ajuste. Na hipótese da estimativa mencionada no art.180/2001) (17) g) ao final do 48º (quadragésimo oitavo) mês contado da data da entrada do bem no estabelecimento.527/96) II . somente poderá ocorrer após o respectivo recolhimento. 19.180/2001) (17) e) na hipótese de alienação dos bens do ativo permanente.180/2001) (17) f) serão objeto de outro lançamento. sem prejuízo de posterior fiscalização. 23. Não constituirá crédito fiscal do contribuinte o imposto relativo a operações ou prestações anteriores: Decreto nº 14.527/96) § 26. Art. e XIII do “caput”. (Dec. o saldo remanescente do crédito não será utilizado. concedido pela Secretaria da Fazenda. no caso de mercadoria procedente de outra Unidade da Federação. (Dec. para aplicação do disposto nas alíneas "a" a "e". sob o código de receita 073-6.876/91 . 29. 23. (Dec. 23. o creditamento de que trata este parágrafo em relação à fração que corresponderia ao restante do quadriênio. Parágrafo único.527/96) I . caso o período de apuração seja superior ou inferior a um mês.

a partir de 01 de novembro de 1994. quando se tratar de estabelecimento industrial que se utilizar da base de cálculo reduzida em 83% (oitenta e três por cento) para os produtos arrolados na posição 7218 da NBM/SH. (Dec. utilizados no processo industrial. em substituição ao sistema normal de crédito e débito das operações ou prestações.294/2011).294/2011). proporcional à redução. (Dec.408/96. VII . 28. nas saídas para o exterior. os veículos de transporte pessoal. IV .atualizado até 30 junho 2011 .quando a mercadoria recebida e utilizada no processo industrial não seja consumida ou não integre o produto.527/96) VIII .180/2001) (17) Decreto nº 14. nesta hipótese. salvo prova em contrário. integrar o ativo fixo do estabelecimento.110/2006 e nº 14. 19. além de outras hipóteses.527/96) b) até 31 de dezembro de 2019. b) documento fiscal que indique como destinatário estabelecimento diverso daquele que o tenha registrado. a partir de 01 de outubro de 1990.527/96) IX . (Dec. 18. (Dec.quando os serviços de transporte e de comunicação não forem utilizados pelo estabelecimento ao qual tenham sido prestados na execução de serviços da mesma natureza. industrialização.a partir de 01 de agosto de 2000. fabricação de semi-elaborado ou produção (Leis nº 11. II.até 15 de setembro de 1996. na hipótese de aquisição de castanha de caju "in natura" procedente dos Estados do Ceará.527/96) III . inclusive de energia. § 24. 19.quando se tratar de entradas de mercadorias ou utilização de serviços resultantes de operações ou prestações isentas ou não tributadas ou que se refiram a mercadorias ou serviços alheios à atividade do estabelecimento. 19. na comercialização de mercadoria ou em processo de produção. (Dec. 19. "e" e "g".527/96) XI . (Dec.quando as operações ou prestações posteriores tiverem base de cálculo estabelecida em decreto do Poder Executivo. não sejam nele consumidos ou não integrem o produto final na condição de elementos indispensáveis à sua composição (Leis nº 11.522/2010) II . nº 13. ressalvados os casos previstos na legislação em vigor. o saldo remanescente do crédito relativo a bens do ativo permanente. (Dec. forem beneficiadas por isenção. (Dec. Maranhão. as aquisições para o ativo permanente-investimento e os casos que forem definidos em portaria do Secretário de Fazenda.quando as operações ou as prestações estiverem acompanhadas de: a) documento fiscal inidôneo. conforme Anexo 4. quando a mercadoria ou o produto.335/2003.335/2003. 36. Piauí e Rio Grande do Norte. inclusive redução de alíquota ou de base de cálculo.876/91 . ser utilizada ou consumida no próprio estabelecimento. (Dec. nos termos do art. quando a Nota Fiscal relativa à operação não estiver acompanhada do respectivo documento de arrecadação. Paraíba. sendo a vedação.110/2006 e nº 14.876/91 DECRETO 14. 23.até 31 de dezembro de 2019.408/96.quando a mercadoria recebida tiver por finalidade: a) até 31 de outubro de 1996. industrialização ou geração. excetuada aquela que se integrar no processo de comercialização.I . presumindo-se como tais.quando as respectivas operações ou prestações posteriores. V . c) via de documento fiscal que não seja a primeira. nº 12. nº 13.522/2010) VI . não-incidência ou qualquer outra forma de exoneração tributária. nº 12. promovidas pelo adquirente.060/94) X . 19. 36.

"b" do “caput” não se aplica na hipótese de: I . do art.717/93) I . sempre que a saída isenta. 19. § 3º Na hipótese do inciso II do “caput”: (Dec.Na hipótese de emissão de Aviso de Retenção.a aquisição ser realizada através de posta de conta. situar-se no mesmo Município deste e estar devidamente autorizado pela repartição fazendária competente. forem objeto de operações posteriores. do imposto relativo à entrada da mercadoria.atualizado até 30 junho 2011 .527/96) I .527/96) II . tributadas ou sem redução de alíquota ou de base de cálculo. (Dec. não-tributada ou com redução de alíquota ou de base de cálculo seja relativa a produtos agropecuários. 34. Ocorre o estorno de crédito fiscal quando a causa impeditiva de sua utilização surgir após o respectivo lançamento fiscal. O contribuinte procederá ao estorno do imposto de que se tenha creditado: Decreto nº 14. II .876/91 DECRETO 14. pertencer à mesma pessoa jurídica. na mesma proporção da saída tributada. tendo saído nas circunstâncias ali previstas. ser da mesma natureza do estabelecimento destinatário. 16. 19. § 2º O disposto no inciso III. 34 sejam desviadas de suas finalidades. 16. embora diverso do destinatário. (Dec.§ 1º Na hipótese do inciso III.o estabelecimento recebedor da mercadoria. cujo cumprimento é condição para o adquirente receber a 1ª (primeira) via retida do respectivo documento fiscal. no caso de redução de alíquota ou de base de cálculo.717/93) § 8º O crédito lançado na forma do parágrafo anterior somente terá validade até o termo final do prazo previsto para recolhimento do correspondente imposto. o estabelecimento que as praticar terá direito a creditar-se do imposto cobrado nas operações anteriores às isentas ou não-tributadas. sujeitam-se à incidência do imposto na saída. para o destinatário da mercadoria.na Nota Fiscal Avulsa emitida em substituição à Nota Fiscal referida no inciso anterior. § 5º O crédito fiscal de que trata este artigo será apropriado nas hipóteses legalmente admitidas na legislação tributária. a utilização de crédito fiscal relativo a transporte sob cláusula CIF. o crédito será admitido após sanadas as irregularidades causadoras da inidoneidade do documento fiscal. ou do imposto proporcional. caso o respectivo crédito ainda não tenha sido utilizado. "a" do “caput”.876/91 . quando admitido. alíneas "a" e "b".717/93) II . o lançamento do crédito fiscal relativo à respectiva Nota Fiscal poderá ser efetuada com base: (Dec. o estabelecimento poderá creditar-se.na 2ª via da Nota Fiscal originária ou cópia da 1ª (primeira) via desta.quando as mercadorias. realizadas por outro estabelecimento. 19. tal como disciplinada na legislação tributária. podendo o contribuinte creditar-se do valor do imposto constante do documento fiscal relativo à aquisição das respectivas mercadorias.quando as mercadorias ali referidas ficarem sujeitas ao imposto por ocasião da saída. 16.717/93) SEÇÃO III DO ESTORNO Art. 33.527/96) § 4º Caso as mercadorias referidas nas alíneas "a" e "b" do inciso I do "caput" e no inciso I. § 6º É vedada. respeitados os limites legais admitidos para a alíquota e para a base de cálculo do tributo. (Dec. 16. (Dec. § 7º . (Dec. Art.

36. nas saídas para o exterior. até 31 de dezembro de 1997 e no período de 1º de janeiro de 1998 a 31 de dezembro de 2019. LXVIII e LXIX. os veículos de transporte pessoal.quando os serviços tomados.846. 19. individualmente.110/2006 e nº 14. 45. ressalvados os casos previstos na legislação em vigor.I . 24 e 40. observado o disposto no § 35. do art.739/99. conforme Anexo 4.2000): (Dec.335/2003 .09. for integrada ao ativo fixo. 14 e no art. vierem a ser utilizados em fim alheio à atividade do estabelecimento. (Dec.180/2001) (17) § 1º Quando uma mercadoria adquirida ou um serviço recebido resultar em saída tributada e não tributada pelo imposto. as aquisições para o ativo permanente . quando se tratar de estabelecimento industrial que se utilizar da base de cálculo reduzida em 83% (oitenta e três por cento) para os produtos arrolados na posição 7218 da NBM/SH.527/96) VI . 23. o estorno será proporcional à saída ou à prestação não tributada.a partir de 18 de julho de 1991.357/2010) II .quando as operações ou as prestações subseqüentes forem beneficiadas por isenção. (Dec. 3º. (Dec. proporcional à redução. (Dec.investimento e os casos que forem definidos em portaria do Secretário da Fazenda.180/2001) (17) I . relativamente a bens do ativo permanente adquiridos no período de 01 de novembro de 1996 a 31 de julho de 2000 (NR Lei nº 11. 23. sendo o estorno. nesta hipótese. for objeto de roubo. quando deteriorada.527/96) V .no período de 01 de outubro de 1990 a 15 de setembro de 1996.154/91) VII . salvo prova em contrário. 19.846. (Dec. (Dec. ressalvados os casos previstos na legislação tributária em vigor. tornar-se imprestável para qualquer finalidade da qual resulte fato gerador do imposto. observado o disposto nos incisos XV e XXI e §§ 19 a 21. além de outras hipóteses. ou para locação.294/2011). hipótese em que o estorno será feito no valor correspondente à diferença constatada. não-incidência ou qualquer outra forma de exoneração tributária.até 15 de setembro de 1996. em se tratando de transferência. 9º. ou.408/96.522/2010) c) perecer. (Dec. furto ou extravio. desde que o produto final seja destinado à exportação para o exterior ou nas hipóteses previstas no art. quando a mercadoria adquirida for de origem animal ou vegetal e represente.527/96) III . presumindo-se nestas condições. 19. de 22. (Dec.876/91 .527/96) IV .09. a matéria-prima e a mão-de-obra direta. ou as mercadorias que tenham entrado no estabelecimento.quando o mencionado crédito for relativo a bens do ativo permanente adquiridos no período de 01 de novembro de 1996 a 31 de julho de 2000 e alienados antes de decorrido o prazo de 5 (cinco) anos. 35. 19. 19. quando houver diferença a maior resultante do confronto entre os créditos e débitos referentes às operações interestaduais previstas nos incisos XII e XIII.2000). contados da data de sua aquisição. mais de 50% (cinqüenta por cento) do custo da produção industrial.527/96) VIII .876/91 DECRETO 14. (Dec. nº 13. nº 12. observando-se.atualizado até 30 junho 2011 . do art.quando a mercadoria adquirida: a) até 31 de outubro de 1996. composto este apenas dos elementos primários. se bens do ativo permanente forem utilizados para produção de mercadorias cuja saída resulte de operações ou prestações Decreto nº 14. (Dec. comodato ou arrendamento mercantil a terceiros (Leis nº 11.em qualquer período de apuração do imposto.527/96) b) for utilizada para uso ou consumo do próprio estabelecimento. 15. hipótese em que o estorno será de 20% (vinte por cento) por ano ou fração que faltar para completar o qüinqüênio (NR Lei nº 11. nº 11. de 22. 19.quando as operações ou as prestações subseqüentes forem beneficiadas por redução de alíquota ou de base de cálculo.

o saldo remanescente do crédito será cancelado. § 24.ao fim do quinto ano contado da data do lançamento a que se refere o art. o imposto a estornar será calculado sobre o preço de aquisição ou prestação mais recente. de modo a não mais ocasionar estornos.527/96) II .876/91 DECRETO 14. observando-se: (Dec.527/96) a) para efeito do disposto neste inciso. 19. (Dec. “pro rata die”. as saídas e prestações com destino ao exterior equiparam-se às tributadas.o montante que resultar da aplicação do disposto nos incisos I e II será lançado no livro próprio como estorno de crédito. § 24.isentas ou não-tributadas ou beneficiadas com redução de alíquota ou de base de cálculo. (Dec. o montante do estorno previsto no inciso anterior será o que se obtiver multiplicando-se o respectivo crédito original pelo fator igual a um sessenta avos da relação entre a soma das saídas e prestações isentas e nãotributadas e o total das saídas e prestações no mesmo período.527/96) III . (Dec. 19. (Dec. 19.atualizado até 30 junho 2011 . mediante a aplicação da alíquota vigente para a respectiva operação.em cada período de apuração do imposto.527/96) b) o quociente de um sessenta avos será proporcionalmente aumentado ou diminuído. Decreto nº 14.876/91 .527/96) § 2º Havendo mais de uma aquisição ou prestação e sendo impossível determinar a qual delas corresponde a mercadoria ou o serviço. conforme o art. (Dec. 19. 19. 28. 19. caso o período de apuração seja superior ou inferior a um mês. haverá estorno dos créditos escriturados. 28.527/96) IV .

9º.na saída para o exterior de milho degerminado. de algodão. em decorrência da aplicação do disposto no art. a saída de mercadoria por preço inferior ao custo. "a". 9º. § 5º O disposto no inciso II do "caput" não se aplica quando as operações ou prestações subseqüentes constituírem hipótese de suspensão ou diferimento do imposto. de trigo e de babaçu: 50% (cinqüenta por cento). abacaxi e tangerina. os dois últimos a partir de 01 de janeiro de 1988: 100% (cem por cento). XXVI. na proporção de 8% (oito por cento) do Decreto nº 14. farelo e torta de amendoim. § 12.§ 3º Na hipótese do parágrafo anterior. O imposto a estornar. será exigido o estorno a que se refere o inciso IV do "caput".876/91 DECRETO 14. quando houver diferimento ou suspensão do imposto. e no § 14.876/91 . de carne. de ostra. resultar acúmulo de crédito do imposto. XLIII. portaria do Secretário da Fazenda poderá dispor sobre definição de parâmetros e percentuais para determinação do imposto a ser estornado ou a ser pago. I.na saída isenta de óleo de soja para os estabelecimentos a que se refere o art. LXVIII.atualizado até 30 junho 2011 . Para fim do disposto no § 9º. § 6º O estorno de que trata o inciso II do "caput" aplica-se inclusive na hipótese de o contribuinte utilizar-se de crédito presumido ou outra forma de crédito prevista na legislação tributária.na saída para o exterior dos produtos abaixo relacionados. § 13. quando a quantidade de mercadoria relativa à aquisição mais recente for inferior à quantidade de mercadoria objeto do imposto a ser estornado. § 10. correspondente aos seguintes percentuais sobre o valor do imposto incidente sobre a matéria-prima empregada na sua fabricação: a) farinha de peixe. o estorno ou o pagamento do imposto diferido poderá ser efetuado observando-se: I . III . § 7º Na hipótese do inciso III do "caput". deverá o estabelecimento gráfico proceder ao estorno do crédito fiscal relativo aos insumos neles utilizados. § 9º Na hipótese de estorno ou de pagamento do imposto diferido. tomar-se-ão tantas aquisições quantas bastarem para assegurar a totalidade da mercadoria cuja saída tenha determinado o estorno. para efeito do inciso III do "caput". "a" e "d". de milho. b) café descafeinado. poderá o contribuinte efetuar o estorno dos créditos fiscais ou o pagamento do ICMS diferido. o valor do estorno será proporcional à redução da base de cálculo. sucos de laranja. será exigido o respectivo estorno. § 8º Entende-se como redução de base de cálculo. maracujá. será exigido o pagamento do imposto. no percentual previsto para o estorno no inciso I. de osso e de sangue. considerando-se da mais recente para a mais antiga. o sujeito passivo deverá efetuar o estorno do imposto tomando por pagamento a última entrada. nas hipóteses previstas nas alíneas "a" e "b" do inciso I do "caput". milho degerminado. 14. II . considerado este como o preço da mercadoria inclusive o respectivo imposto. Na hipótese de. § 11. conforme a hipótese. óleo de soja. incidente na aquisição dos insumos. § 4º Caso o contribuinte não disponha de controles que possibilitem adoção dos critérios indicados nos §§ 2º e 3º. café solúvel. observado o disposto no § 34. será de valor correspondente àquele constante da Nota Fiscal de aquisição. Na saída de impressos personalizados na forma do art.

16. § 17.atualizado até 30 junho 2011 . § 14. b) 7% (sete por cento) sobre o valor FOB de exportação. poderá corresponder ao valor integral do imposto que tenha incidido na aquisição da matéria-prima utilizada na obtenção do produto exportado.farelo e torta de amendoim. II . 16. para os produtos adiante discriminados: I . será considerado.762/93) II . Para efeito do disposto no § 13.farelo e torta de babaçu: 6% (seis por cento).762/93) § 16. ainda. em substituição ao disposto no § 13. "b". constante da guia de exportação. no período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 1993 (Convênio ICMS 145/92). no período de 01 de março de 1989 a 31 de dezembro de 1990. o valor do custo de produção industrial pertinente aos gastos feitos para industrializar a matéria .relativamente a extratos. 16.óleo de soja: 8% (oito por cento). "b". O percentual de que trata o § 9º deverá corresponder à relação existente entre o imposto a ser estornado ou a ser pago e o respectivo valor tomado como parâmetro para aplicação do respectivo percentual.762/93) I . I.prima. o contribuinte poderá efetuar o estorno de acordo com as seguintes normas: (Dec. quando não for conhecido o valor exato da matéria-prima. maracujá. Como alternativa de cálculo do estorno de que trata o inciso I do parágrafo anterior. I.em importância equivalente à aplicação de: (Dec.762/93) b) 9% (nove por cento) do valor FOB de exportação.762/93) III . (Dec.valor FOB apurado com base na média das cotações da penúltima semana à taxa de câmbio vigente na data da emissão da Nota Fiscal.417/93) a) 9% (nove por cento) sobre o preço mínimo do registro. III . respectivamente.762/93) c) 9% (nove por cento) sobre o valor FOB de exportação. § 15. IV . poderá o contribuinte aplicar os seguintes percentuais sobre o valor FOB.5% (oito vírgula cinco por cento) ou 6% (seis por cento). VI . de milho e de trigo: 5% (cinco por cento).1% (onze vírgula um por cento). nas exportações de café solúvel. quanto à matéria-prima oriunda desta ou de outra Unidade da Federação. a partir de 01 de janeiro de 1994 (Convênio ICMS 145/ 92). V .suco de laranja. essências e concentrados de café: (Dec. óleo de soja e milho degerminado.417/93) (Dec. Relativamente ao café solúvel.o estorno dos créditos.876/91 DECRETO 14. 16. 16. 16. no período de 16 de julho de 1992 a 31 de dezembro de 1993 (Convênios ICMS 57/92 e 145/92). de algodão. (Dec. 16. 16.farelo e torta de soja: 11. Decreto nº 14.762/93) a) 7% (sete por cento) sobre o valor FOB de exportação. será considerado o valor médio das aquisições mais recentes em quantidades suficientes para produzir o volume exportado no período. para efeito do disposto no § 13. tangerina ou abacaxi: 8. No que se refere a café solúvel. até 15 de julho de 1992. relativamente ao café solúvel.876/91 . 16. (Dec. § 18. "b". (Dec. I.milho degerminado: 6% (seis por cento). (Dec. a partir de 01 de janeiro de 1994 (Convênio ICMS 145/92).

876/91 . IV. § 23. 47. § 33. § 25. O disposto no inciso II do "caput" não se aplica à remessa de mercadoria para depósito fechado ou armazém . a parte interessada deverá: I . 34.§ 19. § 27. será este convertido em moeda nacional. não se entende como perda ou perecimento a quebra de peso ou de quantidade inerente ao processo de produção.requerer a adoção do procedimento à Secretaria da Fazenda. Não se exigirá a anulação do crédito relativo às entradas que corresponderem às operações de que trata o art. Não se exigirá a anulação do crédito por ocasião das saídas para o exterior dos produtos industrializados constantes de lista a ser definida em convênio homologado conforme dispuser legislação específica. 34. § 20. "b". § 3º. comprovação legal que autorize o percentual e as hipóteses aplicáveis ao evento. § 28. até 30 de junho de 1990. o estorno de que trata o inciso IV do "caput" será integral. Quando houver fechamento antecipado do contrato de câmbio. observado o disposto no art. Decreto nº 14. maracujá. Para efeito do disposto no art. "a". 7º. antecipar o estorno ou pagamento previstos no parágrafo anterior. 14 e 15 e as regras do art. I. § 30. à taxa cambial vigente na data do embarque da mercadoria para o exterior. 690. O disposto no inciso IV do "caput" aplica-se à hipótese prevista no inciso LXXVI do art. efetuando-se a conversão. Para fim do disposto no art.876/91 DECRETO 14. relativamente ao suco de laranja. II . § 3º. apresentando laudo técnico relativo às perdas inerentes ao processo. § 32. I. Havendo simultaneidade de incidência entre as regras indicadas no inciso IV do "caput" e §§ 13. A partir de 01 de janeiro de 1991. comercialização ou industrialização. Quando. "c". Para efeito do estorno de que trata o § 13. quando solicitado.geral. 7º. 9º. O estorno deverá ser procedido. § 21. quando houver opção para cálculo sobre o valor FOB da exportação. § 22. entende-se como matéria-prima qualquer bem. a partir de 01 de janeiro de 1988. quando situados dentro do Estado. prevalecerão estas últimas. § 26. 47. o contribuinte poderá também. na hipótese do inciso IV do "caput". pela taxa cambial vigente na data do efetivo pagamento ou da realização do estorno. composto este apenas dos elementos primários e matéria-prima básica e a mão-de-obra direta. § 24. Para fim do disposto no parágrafo anterior. "in natura" ou não. observados os limites fixados pelo Senado Federal. para esse efeito. de acordo com a correspondente sistemática de apuração da não-cumulatividade do imposto. e do art. antes da data do embarque. o valor de custo da produção industrial. componente do custo industrial. até os limites tecnicamente aceitos para a respectiva atividade. O estorno parcial ou integral de crédito ou o pagamento parcial ou integral do imposto diferido poderá ser efetuado nos termos determinados em lei complementar ou convênio homologado conforme dispuser legislação específica. for utilizada mais de uma mercadoria de origem animal ou vegetal. Nas saídas de produtos industrializados para o exterior em que incida a regra do estorno de crédito ou o pagamento do imposto diferido ou suspenso incidente sobre as matériasprimas utilizadas na fabricação das mercadorias exportadas. § 31. § 29. será rateada entre as mercadorias. a mão-de-obra direta. será adotado.atualizado até 30 junho 2011 . na proporção da respectiva participação na fabricação do produto final. "a". VII.apresentar ao Fisco. conforme o caso. I. observado o disposto no art. utilizado na fabricação de um produto. I. abacaxi e tangerina.

a concessão de crédito presumido importa: I . 35. e nas saídas tributadas de suínos. 17. O disposto no inciso I. observado o disposto no inciso I.02900401 com isenção ou nãoincidência do imposto. conforme a hipótese.876/91 DECRETO 14. Maraial. Jaqueira.8%. Será concedido crédito presumido do imposto. 35.03109999 e 17. II . § 35. Catende.até 31 de agosto de 1989. (Dec. produtos classificados nos códigos 17. 35.357/2010) II – a partir de 1º de maio de 2010. § 3º A inobservância das condições exigidas pela legislação tributária constituirá hipótese de perda do direito do correspondente crédito presumido.255/2007) I . 32 e 34.atualizado até 30 junho 2011 . na hipótese de os eventos ali mencionados serem decorrentes das fortes chuvas que assolaram este Estado no mês de junho de 2010. Cortês. b) operações interestaduais: 7.§ 34.357/2010) I – a partir de 1º de junho de 2010.357/2010) SEÇÃO IV Do Crédito Presumido Art. 36. 35. 35.03100100. Palmares. do caput não se aplica: (Dec. Decreto nº 14. § 1º Salvo disposição expressa em contrário. aplicando-se as normas de vedação de sua utilização ou de estorno. desde que: (Dec. de tal forma que o valor do imposto a pagar não seja inferior a: a) operações internas: 11. Correntes. para fim de exportação.357/2010) a) o estabelecimento adquirente da mercadoria existente em estoque na data da ocorrência do evento esteja situado nos Municípios de Água Preta. II . à mercadoria que tenha sido destruída em decorrência de incêndio.05%. conforme o caso. § 2º O crédito presumido poderá ser outorgado em complementação a outro crédito já utilizado. Primavera. independentemente do domicílio fiscal do contribuinte. concedido na forma desta Seção. relativamente às operações ou às prestações nos valores e formas indicados em convênio homologado conforme dispuser legislação específica. III . Barreiros.na observância das exigências e instruções específicas estabelecidas para beneficiário do crédito presumido. nas entradas de suínos para abate. (Dec. “b”.ao estabelecimento comercial que tenha adquirido. § 4º Aplica-se ao crédito presumido. 30.357/2010) b) seja comprovada a ocorrência dos eventos mediante laudo pericial fornecido pela Polícia Civil. São Benedito do Sul e Vitória de Santo Antão. 35. em estabelecimento de contribuinte. Barra de Guabiraba. “c”.na absorção de parte ou da totalidade de outros créditos fiscais. Corpo de Bombeiros ou Coordenadoria de Defesa Civil de Pernambuco – CODECIPE. o respectivo valor ficará sujeito aos acréscimos legais cabíveis. (Dec.na proibição de utilização com idêntico benefício já concedido em operações anteriores. o disposto nos arts. Quando o estorno for efetuado fora do período fiscal de competência.876/91 . Art. Fica concedido crédito presumido: (Dec.

mantidos os demais créditos e observado o disposto nos §§ 11 e 13: (Dec. Tiras de chapas zincadas. 34. tratores. nos termos de portaria do Secretário da Fazenda. 9º. para fruição do benefício. Bobinas e chapas finas a frio. durante 12 (doze) meses.325/2003-EFEITOS A PARTIR DE 01. máquinas. com os percentuais ali estabelecidos.154/91) IV .04.393/96) 8. “b”. 19. 15. até 31 de dezembro de 1997: (Dec.2% (doze vírgula dois por cento).364/98 . na saída de obra de arte.393/96) chapas grossas. 19. 19. desde que.0% (Dec. observadas as condições e forma estabelecidas em portaria do Secretário da Fazenda. em 31 de julho de 1991.2% (Dec. 148/92 e 151/94).251/91) V .2% (Dec.393/96) Bobinas e chapas finas a quente e 12.ao contribuinte que. o percentual correspondente aos produtos relacionados no item 1: 12.325/2003EFEITOS A PARTIR DE 01.04. nas operações de que trata o inciso XXXIX do art. a partir de 01 de abril de 2003. divididos em parcelas iguais. em favor do estabelecimento industrial adquirente. 20. no valor resultante da aplicação dos percentuais a seguir indicados sobre o valor da operação de entrada dos seguintes produtos. os produtos elencados no item 1. 14.01. no período de 01 de janeiro de 1998 a 31 de março de 2003. de 01 de abril de 2000 a 31 de março de 2003 e a partir de 01 de abril de 2003.2003) 1. (Dec.445/93) VII .325/2003-EFEITOS A PARTIR DE 01. considerando: (Dec.2003) Decreto nº 14.393/96) Bobinas de aço inoxidável a quente e a 12.04. promovida por estabelecimento que a tenha recebido diretamente do autor. 25. 19. (Dec. Tiras de aço inoxidável a quente e a frio. hipótese em que o benefício será de igual valor àquele correspondente à diferença apurada. 25. possuía. em montante igual a 50% (cinqüenta por cento) do valor do imposto incidente na mencionada operação de saída (Convênios ICMS 59/91. (Dec. em estoque. 16. 19. 9º.EFEITOS A PARTIR DE 01.2003) 3.98) POSIÇÃO NA NBM/SH 7210 7212 7209 7208 7211 7219 7220 PRODUTO Bobinas e chapas zincadas.III .2003) a) nos períodos de 26 de julho a 31 de dezembro de 1994 (Convênio ICMS 67/94). 19. no valor de 20% ( vinte por cento) do imposto pago na operação.no período de 17 de outubro de 1991 a 31 de dezembro de 1993 (Convênio ICMS 148/92). exigindo-se.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec.2% (Dec.ao estabelecimento industrial adquirente. com a isenção prevista no art. Tiras de bobinas a quente e a frio. equipamentos e implementos agrícolas e industriais adquiridos com a isenção prevista nos incisos XXIII. 12. 19.a partir de 18 de julho de 1991. XXIV e XXV do art.393/96) frio.393/96) 6. 25. 12.876/91 . que o estabelecimento beneficiário esteja credenciado. 25.no período de 01 de outubro de 1991 a 31 de dezembro de 1994 e a partir de 01 de janeiro de 1995. PERCENTUAL 6.04. 15. (Dec. nas operações referidas no inciso VI do art.2% (Dec.326/95) VI .5% (Dec.5% (Dec.876/91 DECRETO 14. de 01 de outubro de 1996 a 31 de março de 2000.393/96) 2. (Dec. resulte diferença a menor. do confronto ali mencionado.325/2003-EFEITOS A PARTIR DE 01. 18. XXXI.

245/98) 3. 21.245/98) a) no período de 01 de outubro de 1996 a 31 de dezembro de 1997: 50% (cinqüenta por cento) do valor da aquisição.245/98) IX .2.245/98) 2. 21. nos casos de arrendamento mercantil ("leasing") : 50% (cinqüenta por cento) do valor de cada parcela do contrato do equipamento a ser utilizado. 17. 21. observando-se: (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . não considerados os acréscimos moratórios e desde que a empresa arrendadora tenha adquirido o equipamento de contribuinte regularmente estabelecido neste Estado. produtos derivados do tomate e conservas vegetais. (Dec. que estejam relacionados no Anexo 23.876/91 . 21.00 (trezentos e sessenta mil reais). 21. 21.245/98) 1.303/2003) Decreto nº 14. 21. sobre o valor do ICMS relativo aos insumos e embalagens. quando se tratar do primeiro equipamento adquirido ou.245/98) 1. não considerados os acréscimos moratórios e desde que a empresa arrendadora tenha adquirido o equipamento de contribuinte regularmente estabelecido neste Estado. nos períodos de 01 de setembro de 1997 a 31 de março de 2000 e de 01 de abril de 2000 a 31 de março de 2003. (Dec. cuja receita bruta apurada no ano imediatamente anterior ao do referido benefício não tenha ultrapassado o valor de R$ 360.245/98) b) no período de 01 de novembro de 1996 a 31 de dezembro de 1997: (Dec. 21.245/98) 2. na saída que promover de doces.245/98) 1. vedada a utilização de quaisquer outros créditos. no período de 01 de setembro de 1996 a 31 de agosto de 1997.906/94) POSIÇÃO NA NBM/SH 7207 PRODUTO Produto de aço não ligado PERCENTUAL 12.3. 21.245/98) 1. (Dec.876/91 DECRETO 14. até 50% (cinqüenta por cento) do respectivo valor de aquisição.25.245/98) c) no período de 01 de setembro a 31 de dezembro de 1998: (Dec. adquiridos dentro do Estado. 21. para contribuintes cuja receita bruta apurada no ano imediatamente anterior ao do referido benefício tenha ultrapassado R$ 360. 21.245/98) 1. (Dec.000. (Dec.ao estabelecimento industrial.b) a partir de 01 de outubro até 31 de dezembro de 1994: (Dec. observada a respectiva classificação NBM/SH. para contribuintes inscritos no regime normal. 21.00 (trezentos e sessenta mil reais). obedecidos os limites e as condições estabelecidos no § 12. até 100% (cem por cento) do respectivo valor de aquisição: (Dec. independentemente da receita bruta anual. mediante entrega do mesmo à SEFAZ. em cada período fiscal. quando o adquirente entregue à Secretaria da Fazenda o equipamento diverso de ECF que esteja sendo utilizado antes da mencionada aquisição. e empregados exclusivamente no processo de fabricação dos mencionados produtos pelo industrial. bem como de polpa de fruta e outros produtos. (Dec. (Dec. (Dec. nos seguintes percentuais: (Dec. não sendo o primeiro. para contribuintes inscritos no regime microempresa.ao contribuinte adquirente de Equipamento Emissor de Cupom Fiscal – ECF e dos respectivos acessórios.000.1. no valor correspondente a 40% (quarenta por cento). 50% (cinqüenta por cento) do valor de cada parcela do contrato do equipamento a ser utilizado. quando se tratar de substituição de equipamento diverso de ECF. nos casos de arrendamento mercantil ("leasing"). paga mensalmente.2% VIII . 100% (cem por cento) do valor da aquisição. paga mensalmente. e a 30% (trinta por cento).

2000.188/2003) XII . 51. 19.199/2000) d) ficam convalidadas as prestações de serviço de transporte realizadas por transportador autônomo. (Dec. em montante correspondente a 30% (trinta por cento) do valor do ICMS relativo à respectiva saída.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec.a) o crédito referido neste inciso não poderá ser superior a 60% (sessenta por cento) do imposto apurado no respectivo período fiscal. observadas as normas previstas nas alíneas "a" a "d" do inciso anterior. 26. 26. 19.952/97) 2. (Dec. bem como.932/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29. observado o disposto nos incisos XI e XXV do “caput” do art. ao transportador autônomo. (Dec. 25% (vinte e cinco por cento). 19. 25.relativamente às seguintes hipóteses. 19.405/96) b) para gozo do incentivo previsto neste inciso.06. nos períodos de 01 de setembro de 1996 a 31 de março de 2000 e de 01 de abril de 2000 a 31 de março de 2003.405/96) c) perderá o direito ao estímulo a empresa que não regularizar o pagamento do crédito tributário definitivamente constituído na esfera administrativa. 30% (trinta por cento). nas operações interestaduais. (Dec. 23/98. inclusive quanto a parcelamento de débito. o estabelecimento beneficiário deverá estar em dia com as suas obrigações tributárias estaduais. (Dec. (Dec.25.876/91 DECRETO 14. no período de 01 de janeiro de 1997 a 28 de setembro de 2003. observandose.188/2003) a) a sistemática de uso do crédito presumido.952/97) Decreto nº 14.405/96) d) fica convalidada a utilização de outros créditos. ficando vedado o transporte da parcela excedente para período fiscal subseqüente. antes da apropriação da parcela do incentivo.03.720/2001) 1. vedada a utilização de quaisquer outros. o prestador de serviço não obrigado à inscrição cadastral ou à escrituração fiscal apropriar-se-á do crédito previsto no "caput" no respectivo documento de arrecadação (Convênio ICMS 85/2003). na saída de polpa de tomate que promover. a partir de 29 de setembro de 2003.841/97) b) este benefício não se aplica às empresas prestadoras de serviços de transporte aéreo e rodoviário intermunicipal de passageiros. 19. a) no período de 01.556/99) (Dec. devendo ser consignada no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências . 24. 19.a partir de 01 de janeiro de 1997. 95/99 e 85/2003): (Dec. (Dec. desde que respeitado o limite previsto na alínea "a".ao estabelecimento industrial. (Dec.97 a 30. além do disposto no § 15 (Convênios ICMS 106/96. aos estabelecimentos prestadores de serviço de transporte. desde que a mencionada polpa circule acondicionada em embalagem superior a 20 Kg (vinte quilogramas). nas operações internas. 19. será adotada.RUDFTO de cada estabelecimento. não devendo ser utilizado cumulativamente: 21. 25.876/91 . no ato da efetivação do gozo do benefício.841/97) c) a partir de 01 de janeiro de 2000. às indústrias vinícolas. nos seguintes percentuais (Convênios ICMS 95/96.09. no percentual de 20% (vinte por cento) do valor do imposto devido na prestação.303/2003) X . vedada a utilização de quaisquer outros créditos. nas condições previstas neste inciso. calculado sobre o imposto incidente na respectiva saída de vinhos.303/2003) XI . em substituição àquela prevista no art. 22. engarrafados em vasilhames com capacidade igual ou inferior a 5 (cinco) litros.2003) e) a partir de 03 de novembro de 2003. (Dec. 05/99 e 59/99): (Dec. opcionalmente. a opção a que se refere a alínea "a" alcançará todos os estabelecimentos do contribuinte localizados no território nacional. 121/97. (Dec. (Dec. 23.

PARTIR DE 01. às indústrias vinícolas e às produtoras de derivados de uva e vinho.11.040/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.98) a) no período de 01 de maio de 1998 a 31 de outubro de 1998: 50% (cinqüenta por cento).ao estabelecimento sujeito ao regime normal de apuração do ICMS. observado o disposto no § 14: (Dec. 51/2001.314/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.98) (Dec. no valor de 25 (vinte e cinco) UFIRs. 21.882/98) 2. (Dec.11.99) b) REVOGADO.247/2001) XV . 19. 21.677/98) XVII . vedada a utilização de quaisquer outros créditos.882/98) 1.040/98 – EFEITOS A XVI . 05/99. 20.979/97) d) REVOGADO.952/97) XIII . no valor correspondente aos seguintes percentuais do imposto a ser recolhido. boates. ao Decreto nº 14. 21.265/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. ressalvado o previsto na alínea anterior. REVOGADO.08. 19. em substituição ao sistema normal de apuração do imposto e por opção do contribuinte. 20. 69/2003. como tal definida e autorizada pela Agência Nacional de Petróleo . nos seguintes valores resultantes da aplicação da alíquota cabível para as operações internas sobre o valor de aquisição da mencionada mercadoria.a partir de 01 de junho de 1998. vedada a utilização de quaisquer outros créditos relativos às entradas tributadas (Convênios ICMS 22/97 e 84/00). no período de 01 de agosto de 1997 a 31 de julho de 1998. cafés. (Dec.882/98) a) à distribuidora de combustíveis. no valor correspondente ao resultado da aplicação do percentual de 4% (quatro por cento) sobre o valor da saída do produto. 21. se uva vinífera. 20. relativamente às saídas internas e interestaduais do produto por ela promovidas. no valor de 15 (quinze) UFIRs. 21.02. interestadual ou para o exterior.98) b) a partir de 01 de novembro de 1998: 60% (sessenta por cento). 27.952/97) 2. (Dec.ANP.1306 (mil e trezentos e seis décimos de milésimos de real) por litro de álcool etílico hidratado combustível (Convênio ICMS 02/97). nas saídas tributadas do produto. (Dec. exceto quando o destinatário for outro estabelecimento de distribuidora: (Dec. no valor resultante da aplicação do percentual de 1% (um por cento) sobre o valor da mencionada operação. (Dec. 23/98. hotéis e estabelecimentos similares.876/91 DECRETO 14. correspondente ao montante de 6% (seis por cento) do valor da aquisição realizada neste Estado do leite utilizado na respectiva industrialização. 20. ao produtor de canade-açúcar. bebidas e outras mercadorias em restaurantes. que exercer atividade de fornecimento de alimentação. calculado por tonelada de uva industrializada (Convênios ICMS 50/97.876/91 .nos períodos de 01 de junho de 1998 a 30 de junho de 2000. promovida pelo mencionado fabricante. R$ 0. 23. 90/99. 19.2004) 1. interna. se uva americana e híbrida. bares. (Dec.relativamente ao álcool etílico hidratado combustível: (Dec.02. na saída interestadual que promover de leite "in natura" ou pasteurizado.314/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 .99) XIV – no período de 01 de setembro de 1997 até 31 de julho de 2001. pela referida distribuidora. 121/97.040/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01.99) c) ao estabelecimento fabricante do açúcar.b) no período de 16 de junho de 1997 a 31 de dezembro de 2004. (Dec.02. lanchonetes. (Dec.314/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 21. 10/2001. ao estabelecimento industrial.11. de 01 de julho de 2000 a 31 de março de 2003 e de 01 de abril de 2003 a 31 de dezembro de 2004. 58/2004 e 95/2004): (Dec.

00 DE 01. nos seguintes percentuais sobre o valor da operação: (Dec.05.121/98 – EFEITOS A PARTIR Decreto nº 14. ao produtor ou cooperativa de produtores.876/91 DECRETO 14.98) (Dec.98) (Dec.39.05. nas respectivas aquisições realizadas nos termos do art.734/98) XIX – nas seguintes operações realizadas com queijo de coalho e queijo de manteiga.05.00 DE 01. 21.39.EFEITOS A PARTIR DE XVIII .98) (Dec.05.98) (Dec.98) (Dec. quando se tratar de saídas interestaduais. 20. 01.05.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8436.98) (Dec. 21.06. benefício a ser utilizado. 9º. 35.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8436. (Dec. em valor igual ao do ICMS incidente na referida operação (Lei nº 11. opcionalmente.00 DE 01. 21.80.05. dos seguintes equipamentos para mecanização canavieira e florestal: (Dec.00 DE 01.98) (Dec.705/98 . 21.05.80. 20. (Dec. 21. 21.98) PRODUTOS Carroça B – 1 Carroça B – 2 Carroça B – 3 Carroça para transporte de máquinas Carroceira canavieira Feller buncher de motosserra Implanor Bell Feller buncher de tesoura Implanor Bell Reboque autodescarregável Reboque eixo pêndulo duplo Reboque modelo Julieta com 02 eixos Reboque plantadeira de cana Implanor NBM/SH 8716.00 DE 01. nas saídas interestaduais que promoverem. nas prestações internas de serviço de transporte aéreo.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8716. 51 (Convênio ICMS 120/96). 20.887/2010) b) a partir de 1º de dezembro de 2010.a partir de 01 de janeiro de 1998.20. em substituição ao sistema normal de apuração de que trata o art.00 DE 01. 21.27.121/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. a estabelecimento comercial. exclusivamente. 35.00 DE 01.98) (Dec. no valor equivalente a 100% (cem por cento) do imposto devido.98) (Dec. (Dec. vedada a utilização de quaisquer outros créditos fiscais.705/98 . 21.290/2004) a) 16.985/1999).estabelecimento produtor que promova. (Dec.98) b) 11.00 DE 01.EFEITOS A PARTIR DE 01.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8716.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8716.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8716.887/2010) a) a partir de 25 de julho de 1997.atualizado até 30 junho 2011 .98) (Dec. saídas de camarão de sua produção.39.84%.00 DE 01. 21.05.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8707. na saída dos respectivos estabelecimentos fabricantes.39.40.05.98) (Dec. quando se tratar de saídas internas. 21. em importância correspondente a 4% (quatro por cento) do valor da prestação.90.06.39. 21. produzidos artesanalmente: (Dec. 21. CLV.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8716.90 DE 01.05.00 DE 01.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8716.39.84%.a partir de 01 de maio de 1998.05.98) (Dec.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8716. em valor igual ao do ICMS dispensado.887/2010) XX .876/91 . 35.05.464/1997 e Decreto nº 21.

29.20.00 DE 01.05. (Dec.98) (Dec. 21. 21. a partir de 30 de setembro de 2003. 21. 21.05. como tal considerada aquela que.10. 21. classificados nas posições NBM/SH 1507.05. em cada período fiscal.979/99) a) no período de 01 de julho a 30 de dezembro de 1999: 8.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8427. (Dec.830/99 EFEITOS A PARTIR DE 01.90 DE 01.20. em importância correspondente a: (Dec. 21. 21.07.90.90 DE 01. observada. 21. quando promovida por estabelecimento industrial.876/91 . parboilizado ou integral.964/2006) XXII – a partir de 01 de julho de 1999.07. na proporção das referidas saídas.99) a) nas operações interestaduais.98) (Dec. observado o disposto no §17: (Dec.7% (oito vírgula sete por cento) do valor da operação.121/98 – EFEITOS A PARTIR XXI .20. (Dec.504/2001) a) no período de 01 de dezembro de 1999 a 31 de janeiro de 2007.20.20 Implanor Bell Tanque térmico sementes para tratamento de 8427.98) (Dec.a partir de 01 de outubro de 1999.255/2007) b) no período de 01 de setembro de 2001 a 31 de janeiro de 2007. (Dec.98) (Dec. a suspensão do benefício prevista no Decreto nº 25. no montante correspondente a 10% (dez por cento) do valor da operação.05. pela mencionada empresa de refeições coletivas.830/99 EFEITOS A PARTIR DE 01. 21. LIII: (Dec.876/91 DECRETO 14. sujeita ao regime normal de apuração do ICMS.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8427. à empresa de refeições coletivas. de 29 de setembro de 2003.20.98) (Dec. (Dec.935. para outra empresa. no montante correspondente a 3% (três por cento) do valor da operação.na saída de óleo de soja refinado e de gordura vegetal de soja. 14. (Dec.99) XXIII .255/2007) Decreto nº 14. 14.10 e 1516. 30. destinadas a fornecimento exclusivo aos funcionários desta.121/98 – EFEITOS A PARTIR Supercarregadeira SC-600 Implanor Bell Supercarregadeira SC-800 Implanor Bell Supercarregador florestal 1.90 DE 01.05.85% (oito vírgula oitenta e cinco por cento) do valor da operação. exclusive Espírito Santo. 21. quando promovida pelo respectivo estabelecimento industrial. na hipótese de ser a saída interna.979/99) b) no período de 31 de dezembro de 1999 a 31 de outubro de 2006: 8.20 Implanor Bell Supercarregador Florestal 2.Supercarregadeira Implanor Bell de cana SC-1500 8427.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8427. 30.05.07.00.20. exerça a atividade de promover saídas de alimentação. sem prejuízo do disposto no inciso LII do art.121/98 – EFEITOS A PARTIR 8436. no montante de 5% (cinco por cento) do valor relativo às aquisições efetuadas nos Estados das Regiões Sul e Sudeste.99) b) nas operações internas.atualizado até 30 junho 2011 . 21.98) (Dec. inclusive bebidas.90 DE 01. relativamente às saídas do estabelecimento que atenda às condições previstas no art. (Dec.743/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01.80. no percentual de 40% (quarenta por cento) do imposto a ser recolhido. 21. 23.830/99 EFEITOS A PARTIR DE 01.90 DE 01.99) XXIV – na saída de arroz beneficiado branco. na hipótese de ser a saída interestadual. no montante de 7% (sete por cento) do valor destas saídas.

03. equivalente aos seguintes valores. 9º (Lei nº 12. nos termos previstos em portaria do Secretário da Fazenda. vedada a utilização de quaisquer outros créditos e observado o disposto na alínea "c" do inciso LXXII do "caput" do art. promovida pelo respectivo produtor ou cooperativa de produtores localizados em Pernambuco. de 28.a partir de 01. ao estabelecimento produtor. EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) (Dec.12.a partir de 31 de dezembro de 1999.05. em valor correspondente ao respectivo débito. 24. 23.a partir de 01.2002.atualizado até 30 junho 2011 . biscoito. localizado neste Estado.a partir de 31 de dezembro de 1999.803/2002 – b) 11% (onze por cento) do valor da operação.982/99 – EFEITOS A PARTIR DE 31. equivalente a 9% (nove por cento) do valor da operação.2004 e 16.ao respectivo estabelecimento industrial. quando se tratar de saídas interestaduais. quando se tratar de saídas internas.03. bolacha e bolo.06.XXV . 24. 24.06. independentemente do destinatário.803/2002 – ERRATAS – DOE 13. na saída interestadual de flores em estado natural.12. vedada a utilização de outros créditos.982/99 – EFEITOS A XXVIII . (Dec. no período de 01.2002) (Dec.2002.782/2005) a) gipsita. (Dec. gesso e seus derivados apenas quando o destinatário for contribuinte do imposto. no percentual de 5% (cinco por cento) sobre as mencionadas saídas. promovida por empresa que desenvolva o referido programa.2005) XXVII .241.12.237/2001) XXIX .CACEPE sob o regime normal.2002. apenas quando o destinatário for contribuinte do imposto.99) (Dec.99) b) 5% (cinco por cento). (Dec. inscrito no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco . (Dec. a partir de 01 de maio de 2005. 24. prestadora de serviço de informática ou estabelecimento comercial atacadista ou varejista.07.99 a 31.2002) b) a partir 01 de agosto de 2002. na saída interestadual.04.No período 01 de fevereiro de 2000 a 28 de fevereiro de 2001.07. no período de 31.803/2002 – XXX . no valor resultante da aplicação do percentual de 12% (doze por cento) sobre o montante das mencionadas Decreto nº 14. localizados neste Estado.527/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) (Dec.527/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.967/99 –EFEITOS A PARTIR DE 31.12. 21. 21.876/91 DECRETO 14. 475. nas saídas internas de carne de coelho e seus derivados. quando promovidas por produtor rural ou cooperativa de produtores localizados neste Estado. 2.2004) XXXI . 27. que optar pela sistemática estabelecida no § 6º do art.2002): (Dec. nas saídas interestaduais que promover dos produtos a seguir relacionados. 13 (Lei nº 12. no percentual de 85% (oitenta e cinco por cento) do valor do imposto a ser recolhido.982/99 – EFEITOS A PARTIR DE 31.08.99) XXVI .527/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2002. na saída interna.07. ao estabelecimento industrial de massa alimentícia. na saída interna ou interestadual de programa de computador ("software") não personalizado. nas saídas internas de tomate.2002).12.2002) 1. prévio credenciamento do estabelecimento industrial beneficiário. vedada a utilização de quaisquer outros créditos e observado o disposto nas alíneas "a" a "c" do inciso CLXXVII do "caput" do art.08. 24.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) a) 16% (dezesseis por cento) do valor da operação. 21. PARTIR DE 31.234. gesso e seus derivados: (Dec. 24. (Decreto 27. 24. 21. que promova saída de café torrado.99) a) 10% (dez por cento).07.08. para efeito de utilização do referido crédito presumido. exigindo-se. mantidos os demais créditos: (Dec.2000.a partir de 01.06. (Dec.2000 a 31. nos percentuais a seguir indicados sobre o valor da mencionada saída: (Dec.782 de 06.876/91 . ao respectivo estabelecimento industrial. de 26.

09. 25. código NBM/SH 8506. apenas relativamente ao respectivo período fiscal em que ocorrer o descumprimento. 24. 25. observando-se: (Dec.2003) 1. 25.4% (doze vírgula quatro por cento) sobre o valor do ICMS retido por substituição tributária pelo contribuinte-substituto. observadas as seguintes condições: (Dec. deve ser atualizado.2003) (Dec.09. a cada período fiscal.2002). (Dec.09. na modalidade "CIF".Disponibilidade Interna – IGP-DI da Fundação Getúlio Vargas.05. anualmente.20.1.2003) 1.876/91 DECRETO 14.925/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29. promovidas por estabelecimento comercial varejista de automóveis localizado neste Estado.09. (Dec. (Dec. no valor resultante da aplicação do percentual de 12.100/2003-EFEITOS A PARTIR DE 01. ficando condicionada à adoção. a cada período de 12 (doze) meses de fruição. 25. 1.25. no percentual de 60% (sessenta por cento) do valor do imposto devido na prestação de serviço de transporte rodoviário interestadual de cargas. EFEITOS A PARTIR DE 29.925/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29.09. (Dec.3.09. (Dec.05. gesso e seus derivados. 25. relativos ao Fundo Cresce Pernambuco – FUNCRESCE e ao Programa de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco .09.2003) a) a fruição do benefício previsto neste inciso fica condicionada a que o estabelecimento industrial: (Dec. em cada período fiscal. relativamente à produção de pilhas tipo zinco-carvão. independentemente do valor da mencionada operação.240. ao estabelecimento industrial ou produtor de gipsita. nesta hipótese.161/2008) Decreto nº 14. (Dec. (Dec.a partir de 29 de setembro de 2003.925/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29.925/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29.2003) b) o valor do ICMS mínimo de que trata a alínea "a".05.2002) b) a opção prevista na alínea anterior deverá ser formalizada mediante comunicação por escrito à Secretaria da Fazenda.10. à parcela dos Municípios e ao saldo remanescente do Estado.925/2003 – 2. 25. observando-se: (Dec. ao ICMS incidente na importação de mercadorias do exterior.2003) (Dec. montante correspondente ao valor do ICMS pago nos 12 (doze) meses anteriores a cada período de fruição.2002) XXXIII . 25.925/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29. no percentual de 47.09. pelo Índice Geral de Preços . vedada a utilização de quaisquer outros créditos fiscais (Lei nº 12.100/2003-EFEITOS A PARTIR DE 01. no mínimo. de 28.2003) 1.09. à antecipação tributária do imposto de responsabilidade direta.PRODEPE.2003) XXXIV – a partir de 01 de julho de 2008.925/2003 – 1.190.2. relacionados no Anexo Único da Lei nº 12.925/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29. abrangendo a soma dos valores recolhidos sob os códigos de receita relativos: (Dec. implicando a não-fruição do benefício. 25. aquela adotada para o cálculo do imposto retido por substituição tributária.4.925/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29.06.25. nas saídas de veículos novos.2003) 1. 25.803/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01/07/2002) XXXII – no período de 01 de maio a 31 de dezembro de 2002.100/2003-EFEITOS A PARTIR DE 01. tenha recolhido. até 28 de fevereiro de 2003. mantidos os demais créditos fiscais. ao ICMS normal. como base de cálculo do ICMS relativo à operação de saída.saídas.25.5% (quarenta e sete e meio por cento) incidente sobre o saldo devedor apurado por estabelecimento industrial. no prazo e forma previstos na legislação em vigor.2002) a) a utilização do benefício é opcional. correspondente a cada período fiscal. tenha cumprido a obrigação tributária principal.atualizado até 30 junho 2011 . de 23 de abril de 2002.876/91 . 32. EFEITOS A PARTIR DE 29.

cujo faturamento seja preponderantemente relativo às referidas mercadorias. de 21.222/2010) XL – a partir de 1º de novembro de 2010. antes de iniciar cada prestação. a partir de 01 de julho de 2009. no montante equivalente ao resultado da aplicação dos seguintes percentuais sobre o valor das operações respectivamente indicadas.876/91 .993. 35. inclusive aquele previsto no inciso XI. na importação das mercadorias relacionadas no Anexo 63. 32.699/2010) XLII – no período de 1º maio de 2011 a 30 de junho de 2012. vedada a utilização de quaisquer outros créditos.PET. do art.316/2008) a) 13 % (treze por cento). condicionado o seu uso ao efetivo pagamento do imposto nos termos do art. quando a mencionada operação for efetuada por estabelecimento comercial atacadista inscrito no regime normal de apuração e recolhimento do imposto. (Dec. 32.161/2008) XXXV . do "caput".031/2010) XXXIX .a partir de 15 de setembro de 2008. na saída interna e na importação. na saída interestadual. por meio de Documento de Arrecadação Estadual – DAE específico. com destino a contribuinte do ICMS. no valor resultante da aplicação do percentual de 7% (sete por cento) sobre o montante das mencionadas saídas. a partir de 01 de julho de 2009.690/2010) XLI – a partir de 1º de novembro de 2010.719/2009) XXXVIII . em valor correspondente ao montante do débito do imposto devido nas mencionadas saídas. devendo a parcela não utilizada no respectivo período ser estornada. nas saídas interestaduais com as máquinas pesadas relacionadas no Anexo 62. 35.316/2008) b) 11% (onze por cento). vedada a utilização de quaisquer outros créditos e observado o disposto no § 19. de tal forma que a carga tributária líquida seja equivalente ao resultado da aplicação do percentual de 2% (dois por cento) sobre o valor da operação.161/2008) d) sua utilização não poderá resultar em acúmulo de crédito. observado o disposto no § 20. 32.876/91 DECRETO 14. 32. (Dec. (Dec. 14. ao estabelecimento comercial varejista que realize vendas diretas a consumidor final de outra Unidade da Federação.719/2009) XXXVII .2009). (Dec. (Dec. (Dec. 33.00 Decreto nº 14. 32. vedada a utilização de quaisquer outros créditos e observado o disposto no § 18 (Convênio ICM 44/75): (Dec. LXXIV. (Dec. 32. vedada a utilização do crédito relativo à aquisição da mercadoria objeto da referida operação.60. nos termos de portaria da Secretaria da Fazenda. (Dec. “a”. em montante equivalente ao resultado da aplicação do percentual de 8% (oito por cento) sobre o valor das saídas de coque e de nafta de petróleo promovidas por refinaria de petróleo. 35. ao estabelecimento industrial que produza resina de polietileno tereftálico virgem . vedada a utilização de quaisquer outros créditos fiscais (Lei nº 13. classificada no código 3907. (Dec. 32. observado o disposto no § 21. limitado àquele constante de pauta fiscal. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 .161/2008) b) recolhimento do ICMS. em montante equivalente ao valor do ICMS correspondente à operação de saída da mercadoria importada.na saída isenta de que trata o inciso CCXVI. ao estabelecimento comercial atacadista que realizar operações com maçã ou pêra.nas saídas interestaduais de mel de abelha promovidas por produtor rural ou cooperativa de produtores. 9º. 35. 33.161/2008) c) não-utilização de quaisquer outros créditos relativamente à prestação de serviço de transporte rodoviário interestadual de cargas.a) credenciamento do estabelecimento beneficiário. em montante correspondente ao valor da mencionada operação.12. exclusivamente por meio da Internet ou de telemarketing. (Dec.316/2008) XXXVI . (Dec.

251/91) § 9º Relativamente às operações de saída das mercadorias referidas no inciso IV do “caput”. indicando: (Dec. II . (Dec.251/91) b) a descrição da nota fiscal de origem. 9º. 13. declarando-se: "Decreto ____ /91". 15.251/91) III . adquiridas em outro Estado com tributação. observando-se o seguinte: (Dec.460/2011) § 1º O crédito presumido será concedido uma única vez.o crédito a ser utilizado corresponderá ao valor da alíquota interna aplicável sobre o montante que serviria de base de cálculo na hipótese de tributação e deverá ser lançado no livro Registro de Apuração do ICMS .251/91) d) o valor do crédito presumido. indicando o valor do ICMS destacado na Nota Fiscal de origem.RAICMS. § 7º Na hipótese dos §§ 4º a 6º. (Dec. 15. o saldo credor porventura resultante da diferença entre a alíquota relativa à entrada do produto e aquela aplicável à exportação deverá ser estornado. (Dec. será igualmente concedido crédito presumido. (Dec. observadas as condições previstas no art. 15. § 8º Na hipótese do inciso IV.o estabelecimento industrial remetente do produto para a empresa exportadora não tenha mantido o crédito fiscal relativamente às mercadorias empregadas na fabricação do referido produto. XXII. sem cláusula de reajuste. (Dec.o valor do crédito corresponderá à diferença entre aquele referido no inciso anterior e o previsto no inciso II do § 8º. 15. sendo lançado novamente no livro Registro de Entradas. (Dec. § 6º Na hipótese de redução da base de cálculo do imposto na exportação do produto semielaborado. 15.251/91) Decreto nº 14.o contrato de exportação do produto. 15. o crédito mencionado no inciso II do "caput" será reduzido em idêntica proporção. (Dec.251/91) II . (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . § 3º Excetua-se do disposto no inciso I do "caput" a saída interestadual de reprodutor e matriz suínos de que trata o art. § 2º A base de cálculo do benefício referido no parágrafo anterior terá como limite o valor fixado em portaria do Secretário da Fazenda.251/91) c) o valor da mercadoria.876/91 DECRETO 14.251/91) a) a identificação da mercadoria. 15. deverá ser observado o seguinte: (Dec.da NBM/SH. exceto na coluna "valor contábil". numa das operações de que trata o inciso I do "caput".o contribuinte deverá relacionar o estoque existente em 31 de julho de 1991. 15.251/91) II . 15. 15.o crédito fiscal destacado na Nota Fiscal de origem deverá ser proporcional ao estoque. 36.251/91) I . § 5º O crédito a que se refere o inciso II do "caput" corresponderá ao valor da aplicação da alíquota vigente para as operações internas sobre o preço de aquisição do melaço.o contribuinte deverá relacionar o estoque existente em 31 de julho de 1991. CXVI. (Dec. § 4º A concessão de crédito presumido referido no inciso II do "caput" fica condicionada a que: I .876/91 . tenha sido firmado até 31 de março de 1989. 15.251/91) I . no campo "Outros Créditos". no percentual de 85% (oitenta e cinco por cento) do valor do imposto devido na saída do referido produto.

de 14 de julho de 1995. expedido pela Comissão Técnica Permanente do ICMS .o mencionado crédito fiscal deverá ser apropriado em. quando a mencionada opção for a referida na alínea “b” do mesmo inciso. 17.somente se aplica às aquisições em que o início da efetiva utilização ocorra até as respectivas datas-limites.337/96) I .para obtenção do benefício. de 07 de dezembro de 1994.na hipótese de venda do equipamento ou sua transferência para outra Unidade da Federação. 19. devendo o processo ser encaminhado ao Departamento de Mercadorias em Trânsito . poderá impor restrições à utilização do referido crédito. nas condições estabelecidas na legislação específica prevista no inciso anterior. (Dec. (Dec.592. 19.876/91 DECRETO 14.8% (oito vírgula oito por cento) sobre o valor da operação.até 31 de outubro de 1996.337/96) Decreto nº 14.§ 10. (Dec. constar. o ECF deverá atender aos requisitos estabelecidos pelo Convênio ICMS 156/94.da usina produtora até o estabelecimento industrial adquirente. a contar do início da efetiva utilização do mesmo.CONET: (Dec.a Diretoria de Administração Tributária da Secretaria da Fazenda. 19. (Dec.876/91 . 17.906/94) § 12.337/96) VI . 15.557/97) a) cópia reprográfica da Nota Fiscal de aquisição da mercadoria.592. integralmente. o crédito presumido será calculado de forma que a carga tributária líquida resulte na aplicação do percentual de 8. 19. 19. (Dec.558/92) § 11. 19. mediante ato normativo. de 14 de julho de 1995. (Dec. (Dec. 19. devendo. a concessão do mencionado crédito depende de requerimento encaminhado ao Departamento de Fiscalização de Estabelecimentos . (Dec. nos termos do Convênio ICMS 47/93.DMT da Secretaria da Fazenda. a partir de 01 de novembro de 1996. de 30 de abril de 1993. neste caso. Na hipótese do inciso VI do “caput”.COTEPE/ICMS. 21. a partir do período de apuração imediatamente posterior àquele em que houver ocorrido o início da efetiva utilização do equipamento.337/96) IV . (Dec. (Dec. 19. o valor do serviço de transporte da usina até o estabelecimento comercial (Convênio ICMS 67/94). (Dec.DEFES da Diretoria de Administração Tributária da Secretaria da Fazenda. introduzido na legislação tributária do Estado pelo Decreto nº 18. o crédito presumido fica limitado ao valor correspondente ao serviço de transporte. no mínimo. desde que não exceda aquele previsto em tabela vigente do Conselho Nacional de Estudos Técnico-Tarifários .906/94) I . 06 (seis) parcelas iguais.557/97) V . o crédito fiscal presumido deverá ser anulado.557/97) III . mensais e sucessivas. no corpo da Nota Fiscal que documentar a saída com destino à indústria. no caso do inciso VIII.245/98) II . podendo o crédito ser utilizado. 19. nos termos do Decreto nº 18.906/94) II . mediante comunicação ao referido órgão. Relativamente ao inciso VIII do “caput”: (Dec. em prazo inferior a 02 (dois) anos. 19. 17.atualizado até 30 junho 2011 . devendo o interessado instruir o requerimento ou a comunicação com os seguintes documentos ou informações: (Dec.337/96) b) cópia reprográfica do Parecer Homologatório do equipamento. Na hipótese do inciso VII do "caput". no mesmo período de apuração em que houver sido efetuada a venda ou a transferência.da usina produtora até o estabelecimento comercial e deste até o estabelecimento industrial adquirente. na salvaguarda de seus interesses.337/96) d) indicação da opção de uso do crédito. (Dec.337/96) c) autorização de uso do equipamento.

(Dec. nos termos das alíneas "b" e "c".557/97) (Dec. com respectivo teclado. poderá optar por uma das seguintes formas de utilização do crédito presumido ali previsto. 2. nos termos do Convênio ICMS 156/94.245/98) c) a partir de 01 de setembro de 1998: (Dec. 19. 21. elementos eletrônicos necessários ao seu funcionamento.a partir de 25 de janeiro de 1997. (Dec.500.atualizado até 30 junho 2011 . ocorrendo saldo do crédito após o sexto mês de utilização. 1 e 3.o benefício aplica-se também aos seguintes acessórios: (Dec.245/98) 2.876/91 .245/98) XI .557/97) b) dedução do valor do imposto que lhe for cobrado na entrada de mercadoria que adquirir em outra Unidade da Federação. 21. (Dec. (Dec. respectivamente. usuário e servidor. desde que funcione acoplado ao equipamento. 21. quando o crédito presumido for de 50% (cinqüenta por cento) do valor da aquisição. 21. vídeo. o benefício fica limitado aos seguintes valores. 2. 19. nos termos das alíneas "a" e "c". a fruição do benefício fica limitada a até 4 (quatro) equipamentos por estabelecimento.a partir de 01 de novembro de 1996. quando exercida a opção pelo benefício. impressora matricial com "kit" de adaptação para o ECF.a partir de 01 de novembro de 1996. homologada pela Comissão Técnica Permanente do ICMS – COTEPE/ICMS.245/98) X .557/97) 1. (Dec. por meio de Nota Fiscal. 2. 21. (Dec. 21. leitor ótico de código de barra. do mencionado inciso VIII. as mesmas normas de controle e de estorno estabelecidas na legislação específica para o uso do referido crédito (Convênios ICMS 125/95 e 53/96).245/98) 1. 21.245/98) b) R$ 3. placa de rede e programa de sistema operacional.245/98) a) no período de 01 de outubro de 1996 a 31 de dezembro de 1997: (Dec. por equipamento.00 (hum mil e quinhentos reais). (Dec. 19. observadas as normas dos incisos anteriores: (Dec. nas aquisições neste Estado. considerado conjuntamente com os respectivos acessórios indicados no inciso XI: (Dec.245/98) b) no período de 01 de novembro de 1996 a 31 de dezembro de 1997. quando o crédito presumido for de 100% (cem por cento) do valor de aquisição ou 50% (cinqüenta por cento) do valor de cada parcela. identificando o aludido documento fiscal. impressora de código de barra.VII .557/97) a) transferência do crédito.RAICMS.a partir de 01 de novembro de 1996. para fornecedor do beneficiário.557/97) IX . quando o adquirente do ECF for inscrito no CACEPE sob o regime fonte ou microempresa. 21. o benefício somente será utilizado em substituição ao uso do crédito relativo às aquisições para o ativo permanente. 21. 21. (Dec. 19. 21. o montante do crédito presumido observará inicialmente o disposto no inciso IV. (Dec.245/98) 1.000.245/98) VIII .00 (três mil reais). observando-se. computador. observadas. (Dec. inclusive Documento Fiscal Avulso DFA. no caso de ECF Impressora Fiscal. podendo o referido fornecedor lançar o crédito no Registro de Apuração do ICMS . 21. 19. do mesmo inciso VIII. poderá o mencionado saldo ser utilizado de acordo com as respectivas possibilidades de absorção.245/98) Decreto nº 14.876/91 DECRETO 14. 21.245/98) (Dec. nesta hipótese e na da alínea anterior: (Dec.245/98) a) R$ 1.

21. 21.245/98) 2. (Dec. através do lançamento a débito nos livros fiscais próprios.393/96) II . transferência do ECF para outro estabelecimento da mesma empresa.575/99) II .245/98) 2. desde que funcione acoplada ao ECF.245/98) c) no caso de cessação de uso do equipamento em prazo inferior a dois anos. fusão.245/98) XII .245/98) § 13. o arrendatário efetuar a restituição do bem. 21. situados em outra Unidade da Federação. observando-se: (Dec.somente se aplica.245/98) a) no cálculo do montante a ser creditado.também se aplica ao estabelecimento equiparado a industrial. o imposto creditado deverá ser integralmente estornado. quando for o caso. vedado o aproveitamento do valor relativo às eventuais parcelas remanescentes.no período de 01 de janeiro a 30 de abril de 1999: à aquisição de ECF. a contar do início de sua efetiva utilização. 21. por parte do contribuinte. do "caput". por qualquer motivo. 21. situado neste Estado. 21. "no break". "c".01. 19. (Dec. 21. 19. desde que haja continuidade da atividade comercial varejista ou de prestação de serviço. no mesmo período de apuração em que.2. 3. (Dec.245/98) 8. 21. (Dec. que tenha recebido os produtos diretamente da usina produtora ou de outro estabelecimento da mesma empresa ou de empresa interdependente.atualizado até 30 junho 2011 . em razão de: (Dec. atualizado monetariamente. (Dec. 21.382/99 – EFEITOS A I . cisão ou incorporação de empresas. 21. atualizado monetariamente. quando este não se enquadrar na hipótese do inciso anterior. no caso de aquisição pela indústria a estabelecimento comercial. 21. exceto se por motivo de: (Dec. estabilizador de tensão. 21.245/98) 6. nos termos da legislação do IPI. 21.245/98) 5. 21. (Dec. 21.1.245/98) 10. (Dec. o valor dos acessórios de uso comum será rateado igualmente entre os equipamentos adquiridos. (Dec.876/91 .a partir de 01 de setembro de 1998: (Dec.245/98) 7.ECF. 21. impressora de código de barras.3. (Dec. (Dec. leitor óptico de código de barras. O benefício previsto no inciso XV do "caput" fica condicionado: PARTIR DE 01. mudança de titularidade do estabelecimento. o benefício previsto no inciso VII do "caput": (Dec. gaveta para dinheiro. 21.968/99) I . (Dec.575/99) Decreto nº 14. 21.245/98) 9.245/98) 1. leitor de cartão de crédito.245/98) 2. de Equipamento Emissor de Cupom Fiscal . No período de 01 de outubro de 1996 a 31 de dezembro de 1997 e a partir de 01 de janeiro de 1999. (Dec. o crédito fiscal apropriado deverá ser estornado. (Dec. 21. desde que utilizado acoplado ao ECF.245/98) b) relativamente ao disposto no inciso VIII. (Dec. 21. alienação do estabelecimento ou do fundo de comércio.245/98) d) na hipótese de utilização do equipamento em desacordo com a legislação tributária. balança.876/91 DECRETO 14.à utilização. 21.393/96) § 14. (Dec.245/98) 4. (Dec. (Dec. programa de interligação em rede e programa aplicativo do usuário.99) (Dec. neste mesmo período. o montante do crédito fiscal apropriado deverá ser estornado integralmente e atualizado monetariamente.

212/2010) b) alternativamente ao disposto na alínea .05.25.186/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. este poderá ser apropriado em relação ao respectivo período fiscal.05.303/2003) Decreto nº 14. 35. 24. 52 e o seguinte: (Dec. A partir de 31 de dezembro de 1999. a fruição do benefício previsto no inciso XXVII do "caput" fica condicionada: (Dec. (Dec. 14.a. por meio de Equipamento Emissor de Cupom Fiscal . (Dec. ECF. (Dec. (Dec. (Dec. 24.876/91 DECRETO 14.EFEITOS A PARTIR DE 01.05. na hipótese de saldo devedor do ICMS. nos termos da legislação específica. bem como ao cadastro. e alterações).212/2010) § 15.575/99) III – a partir de 01.249/98 . quando sujeito à substituição tributária. 35. a partir de 01 de julho de 2010: (Dec.186/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.2002) b) sendo ECF. de 14.575/99) 1.592. 35.95. e alterações).GIAM relativa a cada período fiscal.073.592.11.a partir de 01.212/2010) a) à emissão do comprovante de pagamento de operação ou prestação. sujeito à mencionada apropriação. 24. de 14.575/99) b) em substituição ao disposto na alínea anterior.05. 21. de 19.186/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.25. 21.05.05.2002) IV . A partir de 01 de janeiro de 1999. (Dec.99) § 16.98. 24. poderá ele informar tal circunstância no respectivo documento fiscal. 21.303/2003) a) à circunstância de o contribuinte encontrar-se em situação regular perante a Fazenda Estadual.186/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. à não-utilização de equipamentos que: (Dec. (Dec. decorrente do não-lançamento do referido crédito no período fiscal a ele correspondente. sua utilização se dê exclusivamente para operações de controle interno do estabelecimento (Decreto nº 18. (Dec. a Guia de Informação e Apuração do ICMS . optar pelo uso do crédito presumido mencionado no inciso XI do "caput".a) o lançamento do respectivo crédito deverá ser efetuado a partir do período fiscal em que ocorrer a aquisição do equipamento. possibilitem o registro ou processamento de dados relativos a operações com mercadorias ou à prestação de serviços (Decreto nº 21. (Dec.2002) V. 21.atualizado até 30 junho 2011 . para efeito de dedução do valor do referido crédito no montante do imposto a ser retido.95. relativamente aos respectivos débitos tributários.25. à não-existência de processo administrativo-tributário com decisão definitiva transitada em julgado relativamente à não-emissão de Cupom Fiscal. a escrita fiscal deverá ser reconstituída. na hipótese de o estabelecimento prestador de serviço de transporte.2002. XLVI.876/91 ..186/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. a credenciamento pela Secretaria da Fazenda para a não-emissão por meio de ECF do comprovante de que trata a referida alínea.05. efetuado mediante cartão de crédito ou débito automático em conta corrente. observando-se o disposto no § 17 do art.07. (Dec.01. deverá ser substituída com a respectiva alteração dos dados.2002) c) tenham a possibilidade de emitir cupom que possa ser confundido com o Cupom Fiscal (Decreto nº 18. 24.07. 21. e alterações).303/2003) b) a que não seja utilizado cumulativamente com o benefício fiscal previsto no art.2002.575/99) 2.2002) a) não integrados ao respectivo Equipamento Emissor de Cupom Fiscal – ECF e sem autorização da repartição fazendária a que estiver vinculado o estabelecimento.

vedada a utilização de quaisquer outros créditos fiscais. 35. 35. (Dec. 35.699/2010) I – a utilização do crédito presumido deve ocorrer de tal forma que o montante do ICMS a recolher seja igual ou superior a 25% (vinte e cinco por cento) do saldo devedor apurado antes da dedução do mencionado benefício.699/2010) Decreto nº 14.690/2010) II .ao credenciamento do contribuinte nos termos de portaria do Secretário da Fazenda. na aquisição do produto em outra Unidade da Federação.690/2010) b) ao regular cumprimento da obrigação tributária principal no prazo e na forma previstos na legislação tributária. em substituição ao sistema normal de apuração de que trata o art. observar-se-á: (Dec. da Secretaria da Fazenda.690/2010) a) ao credenciamento do contribuinte. independentemente de descredenciamento. 51. 35.316/2008) § 19. 35. II . nos termos de portaria da Secretaria da Fazenda. “a”. Relativamente ao disposto no inciso XXXV do "caput". 54. (Dec.a utilização do benefício fica vedada a partir do mês subsequente àquele em que ocorrer o inadimplemento da condição prevista na alínea “b” do inciso I. fica condicionada: (Dec. 32.504/2001) § 18.690/2010) III – o contribuinte que realize vendas exclusivamente nos termos do inciso XL do caput adquire a condição de detentor de regime especial de tributação para fins de nãoaplicabilidade da substituição tributária relativa às respectivas aquisições de mercadorias. a utilização do mencionado crédito presumido ocorrerá como opção. 35.690/2010) I – a fruição do benefício fica condicionada: (Dec. relativamente às entradas que ocorrerem a partir do mês subsequente ao do respectivo credenciamento. 32.316/2008) b) à circunstância de o contribuinte encontrar-se em situação regular perante a Fazenda Estadual.876/91 DECRETO 14.316/2008) a) à obrigatoriedade do pagamento do ICMS correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual. o contribuinte somente poderá utilizar o benefício a partir do mês subseqüente ao da regularização do referido débito. V.719/2009) (Dec. observar-se-á: (Dec. prevista no art. (Dec. (Dec.690/2010) IV – fica dispensada a antecipação do recolhimento do imposto. (Dec. 32. 33.719/2009) § 20.316/2008) III – na hipótese do inciso II. 32.PRODEPE. Relativamente ao inciso XL do caput. 32. 35.atualizado até 30 junho 2011 . 33. A utilização do benefício de que trata o inciso XXXVII. (Dec. mediante credenciamento específico perante a Diretoria Geral de Planejamento da Ação Fiscal – DPC. 35. nos termos do inciso I.876/91 .719/2009) I .316/2008) I – a fruição do benefício fica condicionada: (Dec. 35. 32. Para efeito do disposto no inciso XLI do caput. (Dec. nas aquisições efetuadas em outra Unidade da Federação.§ 17. (Dec.690/2010) § 21. 23. 33. (Dec.a que o contribuinte não seja beneficiário de incentivo do Programa de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco . (Dec.316/2008) II – o descumprimento do previsto no inciso I implica perda do benefício a partir do mês subseqüente àquele em que se verificar o inadimplemento. (Dec. Relativamente ao crédito presumido previsto no inciso XXIV do "caput". relativamente ao respectivo débito tributário. (Dec. observar-se-á: (Dec. nos termos estabelecidos em portaria da Secretaria da Fazenda.

Até 31 de dezembro de 1997. § 1º O crédito de que trata este artigo não poderá ser superior a 60% (sessenta por cento) do imposto a ser pago no respectivo período fiscal. até 04 de outubro de 1990. 38. III .SOCINPRO.LBA o direito de creditar-se. § 3º Fica assegurada à LBA a manutenção do crédito do imposto relativo às saídas de que trata o art. o Conselho Federal e a Sociedade Brasileira de Intérpretes e Produtos Fonográficos . mediante processos físico-químicos. para outro fornecedor situado no mesmo Estado em que se encontre aquele. que apresentarem espetáculos artísticos ao vivo.o contribuinte não poderá excluir. entre a Ordem dos Músicos do Brasil.o estabelecimento deverá apresentar prova.leite em pó adicionado de gordura vegetal hidrogenada enriquecida com vitaminas "A" e "D". § 2º Para gozo do incentivo previsto neste artigo. II . § 2º Para a transferência do crédito a que se refere o parágrafo anterior. § 1º O crédito de que trata este artigo será utilizado como parte de pagamento de novas aquisições junto ao mesmo fornecedor. IV . II . 9º. poderão utilizar. do registro junto à Empresa Brasileira de Turismo S. as disposições constantes do Convênio firmado.876/91 .GH 3 . ficando vedado o transporte da parcela excedente para o período seguinte. domiciliados no País.considera-se refinaria de petróleo o estabelecimento industrial que. a artistas nacionais ou estrangeiros.Mistura Enriquecida para Sopa. para esse fim.II .o artista deve ser contratado pelo estabelecimento beneficiário. (Dec. cumprindo.Mistura Láctea Enriquecida com Minerais e Vitaminas.atualizado até 30 junho 2011 . em conta gráfica. um crédito fiscal presumido correspondente ao valor da remuneração efetivamente paga a título de "cachet". importância cobrada a título de "couvert" artístico ou de permissão para ingresso ou permanência no recinto do estabelecimento.SOO3 .876/91 DECRETO 14. restaurantes.A. IV .o estabelecimento deverá estar em dia com as suas obrigações tributárias estaduais no ato da efetivação do gozo do benefício. III . 35. 18. hotéis e casas de diversões. XXXIX. Decreto nº 14. do valor da operação. do valor do imposto destacado nos documentos fiscais relativos às aquisições dos produtos abaixo relacionados. será utilizada Nota Fiscal à vista da Nota Fiscal extraída pelo fornecedor. deverão ser atendidas as seguintes exigências: I . em 08 de abril de 1976. As boates.326/95) I . § 3º Perderá o direito ao estímulo de que trata este artigo a empresa que não recolher crédito tributário definitivamente constituído na esfera administrativa.EMBRATUR. podendo ser transferido.. quando a ela destinados para serem distribuídos gratuitamente pelo Programa de Complementação Alimentar (Convênios ICM 34/77 e 37/77 ICMS 80/ 91 e 151/94): (Dec.MO 2 . Art. sempre que solicitada.fica assegurado à Fundação Legião Brasileira de Assistência Social . transforma petróleo nos respectivos produtos derivados. quando inexistirem as mencionadas aquisições.Mistura Láctea Enriquecida Para Mamadeira. 37.699/2010) Art.

manteiga. 71/2008. 42. III . Até 04 de outubro de 1990.556/99) I . 15. rami. 23/98. que será equivalente: (Dec. 39. O disposto no inciso I do "caput" é aplicável também aos manufaturados de caroá. que tenham seu desembaraço aduaneiro efetuado até 30 de junho de 1987.92.530/92) Parágrafo único. 84/2000. 51/2001. (Dec. Art. máquinas e implementos agrícolas. 41. 69/2009. observado o disposto no § 2º. nos seguintes percentuais e períodos: (Dec. relativamente a pescado oriundo de outra Unidade da Federação. 05/99. fica concedido ao remetente um crédito presumido do imposto.530/92) (Dec.530/92) § 2º REVOGADO a partir de 17. 151/94. cebola e tomate adquiridos. b) "butter oil" e leite em pó.01. (Dec. Até 04 de outubro de 1990. na entrada de bem de capital de que trata o art. aprovada pelo Conselho Interministerial de Preços . adquirido de estabelecimento importador.530/92) § 1º REVOGADO a partir de 17. II . nas saídas de pescado para o exterior. de origem estrangeira.876/91 . batata.530/92) (Dec.Art. fosfato de cálcio.a 55% (cinquenta e cinco por cento) do imposto devido. Decreto nº 14. representem mais de 80% (oitenta por cento) em quantidade e valor. 15. (Dec. uácima. promovida pelo respectivo fabricante. o estabelecimento revendedor.876/91 DECRETO 14. 15. 69/2003. kenaf e à sacaria em cuja elaboração sejam empregadas outras matérias-primas. 148/2007. bem como máquinas. 14. XXIII a XXV. tratores.ao valor do imposto devido. (Dec. 119/2009 e 01/2010).92. 139/2005. 53/2008. 15. 40.34. (Dec.01. 15. o pagamento do imposto diferido ou o estorno do crédito fiscal de que trata o art. malva. 102/96. IV. de origem estrangeira. farinha de carne. creditar-se-á de valor correspondente à diferença entre o imposto devido na operação de saída do importador e o que seria devido na mesma operação sem redução de base de cálculo. XXIV. 07/2000.530/92) a) 50% (cinqüenta por cento). exceto algodão. milho e óleo de soja. que tenham seu desembaraço aduaneiro efetuado até 31 de dezembro de 1987. fica dispensado. 15. 15. 34.CINAB e isenta do Imposto de Importação. II .nas saídas tributadas promovidas pelo estabelecimento que houver realizado a importação vinculada à Política de Abastecimento do Governo Federal.atualizado até 30 junho 2011 . Será concedido crédito presumido relativamente aos seguintes produtos e serviços: I . de 01 de janeiro de 1986 a 31 de agosto de 1987.530/92) Art. 138/2008. desde que as fibras têxteis naturais. de outra Unidade da Federação. considerando-se nele incorporados os créditos fiscais relativos às matérias-primas e outros insumos. 9º. de 01 de setembro a 31 de dezembro de 1987. Na saída de sacaria de juta. no período de 09 de fevereiro de 1991 a 31 de dezembro de 2012 (Convênios ICMS 138/93.até 30 de abril de 1991. 21. com isenção. relativamente a: a) carne bovina. aparelhos e equipamentos industriais de que trata o art. b) 25% (vinte e cinco por cento).até 30 de novembro de 1989. nas saídas tributadas de estabelecimento revendedor cujas entradas tenham decorrido de operações isentas ou contempladas com redução de base de cálculo. Art. A dispensa do estorno do crédito fiscal de que trata este artigo será equivalente a 50% (cinqüenta por cento) do imposto destacado no documento fiscal de aquisição.615/2010) Parágrafo único.

produtos derivados de petróleo sujeitos ao imposto e estocados em 28 de fevereiro de 1989. 20. de 01 de agosto de 1988 até 31 de março de 1989 2...20%. 50%.... nas operações com milho.em importância correspondente ao resultado da aplicação dos seguintes percentuais sobre o valor da operação...297/98) b) nas saídas interestaduais. a partir de 01 de janeiro de 1998.. de forma que o valor do imposto a pagar resulte no percentual efetivo de 6% (seis por cento). em 28 de fevereiro de 1989. IX ...atualizado até 30 junho 2011 . que tenha seu desembaraço efetuado até 31 de junho de 1987...serviço de transporte aéreo. em valor resultante da aplicação do percentual de 20% (vinte por cento) sobre o respectivo imposto calculado sobre o valor da operação.. 10 das Disposições Transitórias... no período de 01 de junho a 31 de dezembro de 1990. relativamente aos respectivos valores dos impostos únicos recolhidos.. este nunca inferior ao preço corrente de mercado: (Dec. a partir de 01 de janeiro de 1998 . vedada a utilização de quaisquer outros créditos.297/98) (Dec.. no período de 12 de setembro de 1989 a 31 de dezembro de 1997. nas saídas tributadas promovidas pelo estabelecimento que houver realizado importação aprovada pelo Conselho Monetário Nacional e isenta do Imposto de Importação. (Dec. (Dec. a partir de 01 de abril de 1989 até 30 de abril de 1991. no período de 12 de setembro de 1989 a 31 de dezembro de l997 20.. de competência federal. (Dec.. realizadas pelo Decreto nº 14. VIII . em valor resultante da aplicação dos seguintes percentuais sobre o respectivo imposto calculado sobre o valor da operação. este nunca inferior ao preço corrente de mercado: (Dec..telhas e tijolos.IV . nas operações promovidas por indústria de cerâmica vermelha.... (Dec.. de origem estrangeira. 32. independentemente do disposto no art..manilhas e lajotas. 20.297/98) XII . VII . 20....530/92) XI . VI . X .mercadorias existentes em estoque.. desde que as operações subseqüentes sejam tributadas pelo ICMS.297/98) .. cujo imposto único.297/98) b) nas saídas interestaduais.....160/2008) a) 7% (sete por cento)..serviço de transporte aéreo.297/98) a) nas saídas internas: (Dec. (Dec.... c) o valor do crédito presumido será escriturado no Registro de Apuração do ICMS RAICMS.couro bovino. 20... tenha sido efetivamente recolhido. 20%. . na saída de estabelecimentos varejista e de empresa distribuidora.. observado o disposto nos §§ 14 e 15 (Dec.876/91 DECRETO 14.. b) o estoque dos produtos deverá ser lançado no Registro de Inventário.. 20. V . nos períodos de 01 de junho de 1992 a 31 de março de 1994 e de 01 de abril de 1994 a 31 de julho de 2008.mercadorias existentes em estoque em 28 de fevereiro de 1989.297/98) 1. de tal forma que a incidência do imposto resulte no percentual de 6%. 20. 20..297/98) a) nas saídas internas.876/91 . observando-se: a) o valor do crédito presumido deverá corresponder ao valor do imposto único recolhido proporcionalmente ao respectivo estoque. no campo "Outros Créditos". nas seguintes operações promovidas por indústria de cerâmica vermelha. 15.

beneficiário da base de cálculo reduzida. 5% (cinco por cento). 30. realizadas pelo beneficiário da base de cálculo reduzida.031/2010) 2. observado o disposto no § 10. prevista no inciso XXIII. do "caput" do art. exceto. aves e produtos resultantes de sua matança. congelados.934.2.09.12. resfriados. Decreto nº 14.030. 2. no período de 01 de janeiro de 1993 a 28 de setembro de 2003. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec.343/98) § 1º O crédito presumido relativo aos produtos mencionados no inciso I do "caput" corresponderá ao valor da aplicação da alíquota adotada no Estado de origem para as operações interestaduais. 30. de 14. 25. a partir de 01 de novembro de 1997. no período de 01 de janeiro a 31 de março de 2006. secos ou temperados. 35.930/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29.2009). desde que as carnes e produtos mencionados estejam frescos.09. a partir de 01 de outubro de 2009 (Lei nº 13. referidas no inciso XXIV do "caput" do art. a partir de 01 de junho de 2008. a partir de 29 de setembro de 2003. a partir de 01 de novembro de 1997. 25.876/91 DECRETO 14.2003) (Dec.930/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 29.031/2010) 1.2003) (Dec.876/91 . (Dec. PARTIR DE 29.934. 35. frango e produtos resultantes de sua matança. 20.2003) c) nas operações interestaduais com: (Dec.09. 35. (Dec. 10% (dez por cento). nas operações internas com frango e produtos resultantes de sua matança. a partir de 01 de abril de 2006. 35.031/2010) 3. 25. nas operações de importação de milho. 12% (doze por cento). 32. (Dec.031/2010) d) 17% (dezessete por cento). realizadas pelo estabelecimento industrial que tenha promovido o respectivo congelamento ou resfriamento: (Dec. "b".12. ovos e aves vivas: (Dec. e n°13. 7% (sete por cento). 32. contendo ou não tempero injetado.2006): (Dec.892. carne de aves e demais produtos comestíveis resultantes da sua matança: 10% (dez por cento) no período de 29 de setembro de 2003 a 31 de dezembro de 2005 (Lei nº 12. de 07.1.12. (Dec. (Dec.078/2006) (Dec. de 07. em importância correspondente a 12% (doze por cento) do valor da operação. quando se tratar dos produtos mencionados na alínea "c" deste inciso.934.078/2006) 1.031/2010) 3. 35. desde que resfriados. nas operações interestaduais com camarão.930/2003 – EFEITOS A e) relativamente às saídas interestaduais de carnes de aves e demais produtos comestíveis resultantes de seu abate (Leis n° 12. de 19.2005.no período de 20 de janeiro a 31 de março de 1998. desde que congelados. (Dec.06.2005).2003) 1. (Dec.031/2010) 3. desde que congelados: 10% (dez por cento). 24.160/2008) b) 7% (sete por cento).2005).930/2003 – EFEITOS A 2. no período de 29 de setembro de 2003 até 30 de setembro de 2009. 35. 30. no período de 01 de novembro de 1997 a 31 de dezembro de 2005 (Lei nº 12.09. salgados. 25. nas operações interestaduais com ovos.078/2006) f) 14% (quatorze por cento). PARTIR DE 29. 24.10.160/2008) XIII . 19.

na última. II .atualizado até 30 junho 2011 . não-incidência ou redução de base de cálculo. será observado o seguinte: I .o disposto no inciso II do § 3º e no inciso II do § 4º não se aplica à carne bovina. 14. § 4º Para efeito do disposto no parágrafo anterior. se esta for produto resultante da industrialização. de que tratam os incisos III e IV do "caput". § 8º REVOGADO (Dec.na hipótese de importação realizada por estabelecimento que venha a promover a industrialização da mercadoria. § 6º Para efeito do que dispõe o parágrafo anterior.876/91 DECRETO 14. b) "butter oil" e manteiga cuja importação não for promovida pela Petrobrás Comércio Internacional . importados para fim de industrialização. nas Notas Fiscais emitidas para documentar as operações ao abrigo do diferimento.297/98) § 9º REVOGADO (Dec.876/91 . e proporcional à redução da base de cálculo. o crédito presumido será apropriado por ocasião da primeira saída sujeita ao imposto ou. bem como o valor do desembaraço aduaneiro. será calculado sobre o valor a que se refere o inciso VII do “caput” do art.297/98) Decreto nº 14. § 3º O crédito presumido.quando a saída de que trata o inciso I do parágrafo anterior estiver contemplada com redução de base de cálculo. será observado o seguinte: I . II . § 5º No caso de diferimento do imposto com relação a qualquer um dos produtos referidos nos incisos III e IV do "caput".INTERBRÁS.consideram-se incluídos nos conceitos de carne bovina os demais produtos resultantes do abate. 14. II . § 7º Relativamente ao inciso III do “caput”.o crédito presumido para as hipóteses do inciso III do "caput" mencionadas não se aplica a: a) carne bovina e demais produtos resultantes do abate. observado o seguinte: I .quando a saída dos produtos resultantes da industrialização referida no inciso II do parágrafo anterior estiver contemplada com isenção. utilizando-se a alíquota vigente para as operações internas. utilizando-se a alíquota aplicável a essa saída. tal crédito será apropriado por ocasião da primeira saída tributada. nas duas primeiras hipóteses.30% (trinta por cento) do estoque de 31 de dezembro de 1987. III . deve ser informado que se trata de mercadoria importada dentro da Política de Abastecimento do Governo Federal. 20. II . 20. assim considerado o valor a que se refere o inciso VII do “caput” do art. tomando-se como base de cálculo os seguintes percentuais: I . será obrigatório o estorno integral do crédito presumido.na hipótese de importação realizada por estabelecimento que venha a promover a comercialização da mercadoria. o crédito será calculado com igual redução.§ 2º O crédito presumido de que trata o inciso II do "caput" será calculado utilizando-se a alíquota aplicável à operação de que tenha decorrido a entrada das mercadorias existentes em estoque. por ocasião da entrada. tal crédito será apropriado por ocasião da entrada decorrente da importação.20% (vinte por cento) do estoque de 31 de agosto de 1987.

30... § 13. a partir de 01 de janeiro de 2006.. 30/98.nas operações internas II . 24.. O disposto no inciso I do "caput" aplica-se à saída de maçã e pêra do respectivo estabelecimento produtor... entre contribuintes do imposto .11. A partir de 29 de setembro de 2003.980/99) Decreto nº 14. assim como a seus herdeiros e sucessores. As empresas produtoras de discos fonográficos e de outros suportes com som gravado poderão: I .. (Dec. utilizar.3%... 67/97.o estoque dos produtos e o montante do crédito presumido serão objeto de escrituração no livro Registro de Inventário.até 31 de julho de 1989.09. a crédito. comprovadamente pagos a autores e artistas nacionais ou empresas que (Convênios ICMS 23/90.. 84/00 e 51/2001): (Dec.. os representem e das quais sejam titulares ou sócios majoritários. IV .aplica-se à Petrobrás S/A em relação a estoques de produtos derivados de petróleo importados. exceto.. 90/99.06. 121/95.. artísticos e conexos. § 14. "c".nas operações interestaduais tributadas com a alíquota de 12% III . . em relação a estoques de produtos derivados de petróleo importado. 124/93.. 21. de tal forma que a incidência do imposto não seja inferior a: I . 21..430. mesmo através de entidades que os representem. no mesmo período.. do "caput" fica vedada.. observar-se-á o seguinte: I .160/2008) Art. Centro-Oeste e ao Estado do Espírito Santo. artísticos e conexos. § 11. II ..RAICMS. quando houver aproveitamento de outros benefícios fiscais na mesma operação..6. vedada a utilização de quaisquer créditos fiscais.. 61/99... 148/92.. Nordeste... A partir de 01 de abril de 1989.. a utilização do benefício previsto no inciso XII. O disposto no inciso VIII do "caput" aplica-se à Petrobrás S...A... 32.o montante do crédito presumido será calculado aplicando-se o percentual previsto no inciso XVII do “caput” do art.atualizado até 30 junho 2011 ..876/91 ..2003. 43...980/99) b) a partir de 17 de novembro de 1999: (Dec.. .. § 12. e nº 13. o valor dos direitos autorais. 48/97. 10/94.280/2002) a) a partir de 01 de outubro de 1989. o valor dos direitos autorais. 24 sobre o preço de venda fixado pelo Conselho Nacional de Petróleo para as saídas promovidas pelos estabelecimentos mencionados no inciso IX do "caput"... I e II.nas operações interestaduais que destinem mercadoria para as Regiões Norte. Relativamente ao disposto no inciso IX do “caput”.876/91 DECRETO 14. de 14.. 85/97. 8. aqueles previstos em Convênio ICMS de caráter impositivo (Leis n° 12.nos períodos e percentuais indicados no § 1º. de 29.. do montante do imposto devido.. "f". abater. como crédito fiscal do imposto..9%.. (Dec..4%. no livro Registro de Apuração do ICMS . (Dec. comprovadamente pagos pela empresa.. O disposto no inciso XII.o montante do crédito presumido será também escriturado. II . 22/91. o crédito presumido será utilizado opcionalmente em substituição ao sistema normal de tributação. III .§ 10.078/2006) § 15. 20/97.2006). a autores e artistas nacionais ou domiciliados no País.030. aplica-se inclusive na hipótese de o imposto ser recolhido por ocasião do desembaraço aduaneiro. "d" e "e"..

2001) II – quanto ao inciso II. (Dec. seus domicílios e inscrição no CPF-MF. até o dia 10 (dez) do mês subseqüente. 15. até o segundo mês subseqüente àquele em que tenha ocorrido o pagamento dos direitos autorais. 21. PARTIR DE 01. 49 da referida Lei nº 9.629/2010) a) somente poderá ser efetuado: (Dec.980/99) 2.2001) (Dec. (Dec. será observado o seguinte: (Dec.610. (Dec. 118/2003.2001) (Dec. 18. 139/2004. 24. PARTIR DE 01. no período de 01.2001) (Dec.2001) 2.04. 18.2003 a 30. à respectiva repartição fazendária. de 19 de fevereiro de 1998.1.11. de 01.166/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 34. 119/2009 e 01/2010): (Dec.2001) § 3º O benefício previsto neste artigo fica condicionado: I . (Dec.2001: 70% (setenta por cento). 24. (Dec. 24. aplicados sobre o valor do imposto debitado no mês e correspondente às operações efetuadas com discos fonográficos e com outros suportes com som gravado: (Dec.12. de 22. (Dec.106/94) I . energia elétrica e transportes.97 e de 01.610. de 01.166/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.11.1. 34. de 19 de fevereiro de 1998. artísticos e conexos.2002 a 31.166/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. após a compensação dos créditos do insumos.94. de 01 de julho de 2003 a 31 de dezembro de 2012: 40% (quarenta por cento). 18.11. 18. que dispõe sobre direitos autorais. o aproveitamento do crédito (Convênios ICMS 23/90.somente serão lançados a título de crédito os valores pagos durante o mês e até os seguintes limites: (Dec. 18.10.106/94) § 2º Fica vedado o aproveitamento do excedente do crédito presumido em quaisquer estabelecimentos do mesmo titular ou de terceiros ou a respectiva transferência de uma para outra empresa.no período de 01 de maio a 31 de julho de 1989.94 a 31. de relação dos pagamentos efetuados no mês anterior a título de direitos autorais artísticos e conexos. até o limite do saldo devedor do imposto apurado no mesmo mês.166/2002 – EFEITOS A 2.2003: 50% (cinqüenta por cento). após a compensação dos créditos relativos aos insumos.12. energia elétrica e prestação de serviço com eles relacionados. 21. relativo às operações efetuadas com discos fonográficos e com outros suportes com som gravado. nos termos do art.980/99) § 1º Relativamente ao disposto no "caput". até o limite dos percentuais a seguir elencados. até o limite de 70% (setenta por cento) do saldo devedor do imposto apurado no mês.11.876/91 .05.2002: 60% (sessenta por cento).06. com eles mantenham contrato de edição. 10/94.2. 2.106/94) b) na hipótese do inciso II do "caput".89 a 21.876/91 DECRETO 14.629/2010) (Dec. 24. II . nos termos do art.166/2002 – EFEITOS A 2. b) implica vedação do aproveitamento de quaisquer outros créditos relativos aos insumos. 40/2004. 24. 24. da relação de que trata o inciso anterior. 18.01.3. (Dec. (Dec.no período de 01 de novembro de 1989 a 31 de dezembro de 1992.98 a 31.106/94) 2. 53 da Lei Federal nº 9. 83/2001.558/92) Decreto nº 14.12.106/94) a) na hipótese do inciso I do "caput".atualizado até 30 junho 2011 .11. a entrega. com a identificação dos beneficiários. 105/2001.106/94) 1.11.166/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. à respectiva repartição fazendária e à Secretaria da Receita Federal.04.4. à entrega.01. com eles possuam contrato de cessão ou transferência de direitos autorais.

Até 28 de fevereiro de 1989.97) II . 20.11.97) b) a partir de 01 de janeiro de 1998.66 (duzentos e noventa e três reais e sessenta e seis centavos).154/91) Art. em separado.11. para efeito do disposto nesta alínea. como crédito fiscal. (Dec. o contribuinte beneficiário comunique previamente o fato à repartição fazendária.no caso do crédito não utilizado ou estornado. efetivamente recolhido aos cofres federais.DAT da Secretaria da Fazenda.97 UFIRs (duzentas e setenta e cinco vírgula noventa e sete UFIRs). a R$ 1. recuperado nos termos do inciso I do "caput". poderá ser recuperado. (Dec. na hipótese de as operações ou prestações posteriores. 20. 1.11. a 275.DRT da Diretoria de Administração Tributária . 15. 21 da Emenda Constitucional nº 1. 23. a título de imposto. a indústria consumidora de minerais do País poderá abater.161/2001) (Dec.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.10 (um mil e sessenta e quatro reais e dez centavos).97) I . ficarem sujeitas ao imposto.§ 4º Para a apuração a que se refere o inciso II do § 1º. a restituição referida na alínea anterior poderá ser automática.RAICMS. seja de valor igual ou inferior: 23. 90% (noventa por cento) do IUM. 20. 44. (Dec. mediante escrituração do respectivo valor.11. de 17 de outubro de 1969. mediante solicitação do contribuinte ao Departamento da Receita Tributária .2 no período de 28 de outubro a 22 de dezembro de 2000.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. terá como limite o imposto que seria devido em operação ou prestação de entrada. § 5º Relativamente à hipótese contida no inciso II do “caput”. 20.161/2001) 1. será obrigatória a escrituração.1 no período de 01 de janeiro de 1998 a 27 de outubro de 2000. (Dec. a título de "Outros Créditos". (Dec. será lançado no Registro de Apuração do ICMS . 20. 23. sob a condição resolutória de posterior homologação.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. praticados durante o período de 01 de agosto a 31 de outubro de 1989 com base nas normas deste artigo aplicáveis à referida hipótese. o recolhimento indevido. Relativamente ao crédito fiscal não utilizado ou estornado em decorrência de qualquer das causas impeditivas e àquele decorrente de restituição. SEÇÃO V Da Recuperação e do Crédito Restituído Art.161/2001) 1. será observado o seguinte: (Dec. 3.97) a) o valor restituído. (Dec. 23.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 23.876/91 . realizadas pelo mesmo estabelecimento.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. ficam homologados os atos das empresas nele indicadas. caso as mercadorias ou Decreto nº 14.161/2001) 2. 45.no caso de restituição: (Dec.11.161/2001) 1. na forma prevista na alínea anterior. relativamente à mesma mercadoria ou serviço.876/91 DECRETO 14. vedada a divisão deste em parcelas. com a respectiva identificação do despacho concessivo. 20.3 a partir de 23 de dezembro de 2000. das operações realizadas com discos fonográficos e com outros suportes com som gravado.11.97) (Dec.064. o recolhimento indevido decorra de lançamento ou de transposição a maior de valor do ICMS. a R$ 293. do imposto a pagar. previsto no inciso IX do art.97) § 1º A utilização do crédito fiscal. desde que: (Dec. independentemente de solicitação. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 .

47.97) SEÇÃO VI Da Manutenção Art. 20.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. (Dec.11. 20. fabricação de semielaborados ou produção. (Dec. (Dec. (Dec. dando àquele que as praticar direito a creditar-se do imposto cobrado nas operações anteriores às isentas ou nãotributadas. realizadas por outro estabelecimento. o imposto recolhido na forma do art. (Dec. para impugnação da glosa. contado da data da lavratura do mencionado termo.876/91 .11.11. 15.654.11. não constituirão hipóteses de vedação ou de estorno de crédito fiscal as operações ou prestações indicadas em lei complementar ou em convênio homologado conforme legislação específica. 31 a 34.97) a) a homologação ou glosa do crédito deverá ser objeto de lavratura de termo no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências . Não se exigirá o estorno do crédito do imposto relativo: I . ou do imposto proporcional.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.97) b) na hipótese de glosa do crédito.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE I . que poderá homologar ou glosar o mencionado crédito. desde que observados os limites constitucionais de competência. § 25. industrialização.11. com a declaração de não-utilização do aludido valor a maior ou seu estorno. 20. 20.11. 20.RUDFTO. (Dec.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 46. quando as operações sujeitas ao imposto forem posteriores àquelas ali mencionadas.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. indicando-se as respectivas disposições legais.97) 2. 47 da Lei nº 10.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.97) II .a restituição automática do crédito não prejudicará ação fiscal posterior.11.97) 1. 20. 14. observando-se: (Dec. devendo a sua apropriação ocorrer proporcionalmente às saídas subseqüentes tributadas. conter fundamentação do motivo da glosa. 20.876/91 DECRETO 14.à entrada de mercadoria para utilização como matéria-prima ou material intermediário ou secundário na fabricação e embalagem dos produtos destinados: Decreto nº 14. do "caput".97) (Dec.530/92) Art. inclusive.11. "b". nos termos do § 4º do art.serviços tivessem sido recebidos para comercialização. sempre que a saída isenta.11.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. não-tributada ou com redução de alíquota ou de base de cálculo seja relativa a produtos agropecuários. no caso de redução de alíquota ou de base de cálculo. constituirá crédito fiscal do contribuinte. 20.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01. o termo referido na alínea anterior deverá: (Dec. (Dec.se o lançamento a maior decorrer de destaque também a maior no respectivo documento fiscal. Observado o disposto nos arts. observar-se-á: 01. 20.97) § 4º Na hipótese do inciso II. a escrituração do crédito somente poderá ser efetuada à vista de autorização firmada pelo destinatário indicado no referido documento fiscal.97) § 5º A utilização de crédito fiscal em desacordo com o disposto neste artigo implica no seu recolhimento com os acréscimos legais cabíveis à hipótese. 20.261/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.atualizado até 30 junho 2011 . de 27 de novembro de 1991.11.97) § 2º Na hipótese do parágrafo anterior. conceder prazo de 30 (trinta) dias. § 3º A partir de 01 de novembro de 1996. a recuperação do crédito prevista no inciso I do "caput" poderá ocorrer.

VIII . IX e X. c) fécula e farinha de mandioca. 9º. a mesma proporção das reduções de base de cálculo. 34. VI .ao leite procedente de outra Unidade da Federação ou ao leite em pó utilizado na reidratação. para emprego na avicultura e suinocultura. (Dec. 9º. 9º. nos termos do disposto no art. destinado à fabricação de ração ou alimentação animal. materiais secundários e materiais de embalagem empregados na fabricação dos produtos de que tratam os seguintes incisos do “caput” do art.530/92) a) XXV. (Dec.às matérias-primas empregadas na fabricação dos produtos referidos nas alíneas "a" e "b" do inciso VI do “caput” do art.876/91 DECRETO 14.96) Decreto nº 14.122/96) b) à Zona Franca de Manaus.ao material de embalagem utilizado no acondicionamento de banana exportada para o exterior com a isenção prevista na alínea “b” do inciso LXXIII do “caput” do art. 9º. apenas em relação às mercadorias constantes do Anexo 7 (Convênios ICM 66/88 e 7/89 e ICMS 15/91 e Lei Complementar nº 65/91. no período de 01 de março de 1989 a 15 de abril de 1991.a) ao exterior. que tenham saído com a isenção prevista no inciso XXVI do “caput” do art. até 04 de outubro de 1990. XII . material secundário e de embalagem empregados na fabricação dos produtos de que trata o inciso XIII do “caput” do art. 692. 19. sendo. 9º. (Dec. respeitado o disposto no inciso IV do “caput” do art. 9º. 15. b) produtos de indústria têxtil. 9º: (Dec.à aquisição de sementes. 15. a partir de 01 de junho de 1989. de amendoim e de milho. IV . nas saídas isentas de que trata o inciso XXI do “caput” do art. art. XI . objeto das saídas a que se refere o inciso XXXIV do “caput” do art.à entrada de milho proveniente de outra Unidade da Federação. quando da saída para o exterior dos seguintes produtos: a) óleo de algodão.527/96) IX . XIII . (Dec. 34. nos termos do art. II .às matérias-primas. 19. 15. III .530/92) b) LXXV.às mercadorias que tenham entrado para utilização.3º).530/92) V .às matérias-primas. observada. 24. com relação às entradas ocorridas até 31 de dezembro de 1990. excetuada a hipótese em que o leite retorne ao Estado de origem para consumo final. na hipótese prevista no inciso IV do art. 19. IX e X.à entrada de produto agrícola destinado à produção das sementes a que se refere o art. material secundário e de embalagem. (Dec. 9º.atualizado até 30 junho 2011 .às matérias-primas. até 04 de outubro de 1990. para efeito da não exigência do estorno. material secundário e material de embalagem.876/91 . 9º. VII . X .à mercadoria que tenha entrado no estabelecimento para industrialização. nas saídas ali mencionadas. na fabricação e acondicionamento dos produtos mencionados no inciso I do “caput” do art. como matéria-prima.12. utilizados pelo estabelecimento fabricante na produção de veículos rodoviários automotores. EFEITOS A PARTIR DE 31.942/97.à entrada das mercadorias ou dos respectivos insumos.

quanto às mercadorias que entrem no estabelecimento. para comercialização que a destine ao exterior.04. "b" e "c".942/97) 2.14. inclusive semi-elaboradas.às mercadorias e serviços que venham a ser objeto de operações ou prestações destinadas ao exterior. empregados na fabricação das mercadorias beneficiadas com a isenção prevista no inciso LXXXII. na hipótese de adubo simples ou composto e fertilizante. a partir da mencionada data. (Dec.812/95) XXI . 23. 18. produtos intermediários e material de embalagem efetivamente utilizados na industrialização dos produtos beneficiados com a isenção prevista no inciso CXII. 18. 9º. produtos intermediários e material de embalagem empregados na industrialização das mercadorias beneficiadas com a isenção prevista no inciso CXXXIX. ou dos respectivos insumos.876/91 . XIII.à entrada das mercadorias beneficiadas com a isenção prevista no art.a partir de 01 de julho de 1996.2001) b) a partir de 01 de abril de 2001.à matéria-prima. 19. (Dec.16.337/96) XXII . independentemente da mercadoria.ao crédito presumido previsto no art.atualizado até 30 junho 2011 . 23.942/97) a) a partir de 16 de setembro de 1996. às matérias-primas. XC. material secundário e material de embalagem. 19.326/95) XIX . a partir da mencionada data. ou dos respectivos insumos. às mercadorias ou insumos que tenham entrado no estabelecimento que promover a saída dos produtos com o benefício de redução de base de cálculo previsto no art. 19. para integração ou consumo em processo de produção de mercadorias industrializadas. 9º.942/97) 4. CXXVIII.à entrada das mercadorias beneficiadas com a isenção prevista no art.às mercadorias doadas na hipótese prevista no inciso CXIV do “caput” do art. e a serviço destinado ao exterior. 36. a partir da mencionada data. 19. 9º (Convênio ICMS 60/92). produto industrializado. (Dec. 24. a partir de 02 de janeiro de 1995 (Convênio ICMS 137/94). XLV (Convênio ICMS 33/96). (Dec. 19. (Dec.às matérias-primas. do "caput" do art.979/97) Decreto nº 14.9º (Convênio ICMS 91/91).942/97) XXIV .XIV . 19. a partir da mencionada data. 19. (Dec. "c".942/97) 3.às mercadorias beneficiadas com a isenção prevista no inciso CIV do "caput" do art. conforme se segue: (Dec. quanto à entrada de mercadoria.04. quanto à entrada de serviços relativos a produto primário. “b” do “caput” do art. quanto à entrada de mercadoria.2001) a) no período de 16 de outubro de 1992 a 30 de junho de 1999. 9º (Convênio ICMS 78/92). “b”. (Dec. (Dec. (Dec.942/97) 1.942/97) b) a partir de 01 de novembro de 1996: (Dec.2001) XVII . (Dec. para a produção de produtos primários destinados ao exterior. (Dec. 9º: (Dec. (Dec. 16. inclusive semi-elaborado.a partir de 01 de janeiro de 1996. 2.236/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 19.04.às matérias-primas e materiais secundários utilizados na fabricação de veículos com a isenção prevista na alínea "b" do inciso CXXXI do “caput” do art. quanto à entrada de mercadoria. 23. 18.343/2002) XVIII .337/96) XXIII . 9º. (Dec.236/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.236/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.876/91 DECRETO 14.417/93) XV . para a prestação que destine serviço ao exterior. bem como à prestação de serviços de transporte dessas mercadorias (Convênio ICMS 23/95). (Dec. 19. 9º. do "caput" do art.405/95) XX . 19. (Dec.417/93) XVI .

CLXVII. XLVIII. 9º.12. (Dec. (Dec. bolacha e bolo.no período de 01 de outubro de 1996 a 31 de dezembro de 1997 e a partir de 01 de janeiro de 1999.830/99 EFEITOS A PARTIR DE 01.a partir de 01 de julho de 1999. objeto das saídas beneficiadas com a isenção ali prevista. (Dec. 23.CEV beneficiados com a isenção prevista no art. 21. às matériasprimas. à entrada de mercadoria e material de embalagem destinados às saídas beneficiadas com o crédito presumido previsto no art. ou dos respectivos insumos. condicionado o benefício à opção pela sistemática estabelecida no § 6º do art. às mercadorias adquiridas ou aos serviços tomados.677/98) XXIX – a equipamentos e acessórios destinados à prestação de serviço de saúde. (Dec. 36.a partir de 14 de abril de 1998.237/2001) (12) XXXV . LI (Convênio ICMS 12/98).968/99) XXXII . CLVI (Convênio ICMS 101/97).às aquisições das mercadorias objeto das saídas de que trata o art. partes. relativamente às operações que o contribuinte promover com o benefício previsto no art. (Dec. relativamente às operações que o contribuinte promover com o benefício previsto no art.721/2001) XL .à entrada das mercadorias relacionadas no art.677/98) XXVIII . 36.876/91 .968/99) XXXIV – No período de 01 de fevereiro de 2000 a 28 de fevereiro de 2001. 21.às mercadorias adquiridas que venham a ser objeto das operações de saída que o contribuinte promover com o benefício previsto no art. CX e CLXV (Convênios ICMS 56/2000 e 76/2000). nos termos da isenção prevista no inciso CLX do "caput" do art. 21. (Dec.2001) XXXIX . produtos intermediários e material de embalagem. 475. XXVI. 23. 9º.247/2001) XXXVII .às aquisições dos insumos.a partir de 02 de janeiro de 1998. XXII. 23. 20. 9º.às mercadorias adquiridas ou aos serviços tomados.14.às entradas de produtos referentes às operações beneficiadas com a isenção prevista no art.721/2001) (Dec. CLXVI. 36. Decreto nº 14.às entradas de mercadorias ou serviços relativas aos estabelecimentos beneficiários do crédito presumido previsto no art. CXXXVII. 21. (Dec. CLI (Convênio ICMS 66/2000). biscoito.342/99) XXVII .967/99 – EFEITOS A PARTIR DE 31.às mercadorias adquiridas ou aos serviços tomados. 9º. “a”. 21. (Dec. 9º. XCIX (Convênio ICMS 102/97).07.391/2001) XXX . 9º. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . 20. às entradas de mercadorias ou serviços relativas aos estabelecimentos beneficiários do crédito presumido previsto no § 13 do art. 14. 23. 23. 9º.a partir de 01 de outubro de 1996. 36. 23. (Dec. às entradas de mercadorias ou serviços relativas aos estabelecimentos beneficiários do crédito presumido previsto no art. adquiridos por estabelecimento industrial de massa alimentícia. 23.247/2001) XXXVI .391/2001) XXXVIII . para uso na fabricação dos produtos contemplados com a redução de base de cálculo prevista no art. (Dec.XXV . 9º. (Dec.às entradas dos produtos e equipamentos beneficiados com a isenção prevista no art. relativamente às saídas que o contribuinte promover com o benefício previsto no art. CLIV. VII. 9º. 9º.06. (Dec.373/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 19. 23.99) XXXI . peças e acessórios destinados à produção de Coletores Eletrônicos de Votos . relativamente às operações que o contribuinte promover com o benefício previsto no art. (Dec. XLVIII.876/91 DECRETO 14.99) XXXIII . 21. "d" (Convênio ICMS 08/98).342/99) XXVI . (Dec. às mercadorias adquiridas ou aos serviços tomados.

313/2006) XLVIII . às mercadorias adquiridas ou aos serviços tomados correspondentes às operações contempladas com a isenção prevista no art.860/2007) LII – às aquisições do estabelecimento remetente correspondentes às saídas que este promover beneficiadas com a isenção prevista no art. 25. 35. e beneficiados com a isenção prevista no art.694/2003) XLIV – a partir de 13 de junho de 2003. "e". 29. para órgão ou entidade da Administração Pública. 9º.860/2007) LIII – a partir de 01 de abril de 2008.às operações de entrada dos veículos objeto de saída para a Polícia Rodoviária Federal. (Dec. de 23.25. (Dec. às operações realizadas com os medicamentos relacionados no Anexo 38 e beneficiados com a isenção prevista no art. 32.às entradas de insumos utilizados no processo de industrialização de biodiesel . 33. 30. 29. (Dec.às operações alcançadas pela isenção de que trata o art. (Dec. no período de 25 de outubro de 2000 a 31 de março de 2008. (Dec. (Dec. 30. CLXXVIII. 9º. 9º. 9º.167/2010) XLVI – a partir de 01 de janeiro de 2004. 9º. 9º.860/2007) LI – às aquisições do estabelecimento remetente correspondentes às saídas que este promover beneficiadas com a isenção prevista no art.506/2006) XLIX . realizadas diretamente pelo estabelecimento industrial ou importador.no período de 04 de janeiro de 2008 a 31 de dezembro de 2009. com observância das normas contidas no Convênio ICMS 57/2000.B100.641/2008) LIV .766/2003) XLV . mediante adjudicação. CCX.117/2009) LVII – operações beneficiadas com a isenção prevista no art. 6 ou 7 (Lei nº 12. 23.267/2002) XLIII – às entradas referentes às operações com redução de alíquota previstas no art. 31. direta ou indireta.a partir de 13 de junho de 2003.334. 9º (ACR Convênio ICMS 69/2001). 30.931/2009) Decreto nº 14. CC. 33. (Dec.061/2006) L . (Dec. (Dec.XLI . quando a respectiva saída ocorrer nos termos do art. CCV.atualizado até 30 junho 2011 . 9º. à entrada de mercadoria objeto de saída. 14.às mercadorias e aos serviços utilizados no processo de produção ou distribuição de hipoclorito de sódio. (Dec.01.às aquisições do estabelecimento remetente correspondentes às saídas que este promover beneficiadas com a isenção prevista no art. 9º.2003). (Dec.334. (Dec. CLXXV (Convênio ICMS 46/2003).413/2008) LVI – às operações com veículos ou motocicletas promovidas com a alíquota de 12% (doze por cento).01. LXVI (Convênio ICMS 67/2006). do Poder Executivo Estadual com a isenção prevista no art. CL (Convênio ICMS 119/2003). 14. nos termos do art. (Dec.255/2008) LV – às prestações de serviço de comunicação beneficiadas com a isenção prevista no inciso CCVIII do art. 9º. LXIX. 9º.596/2004) XLVII . 32. (Dec.às aquisições do remetente na transferência de bens beneficiada com a isenção prevista no art.721/2001) XLII . 9º (Convênio ICMS 141/2007). 6 e 7 (Lei nº 12. às mercadorias beneficiadas com a isenção prevista no inciso CCVII do art.876/91 . às operações. quando destinados aos órgãos e às entidades públicas ali referidos (Convênio ICMS 45/2003). 25. 26. CXCII. 9º. 24. 30. I. CCI. CCII. (Dec. (Dec. (Dec.876/91 DECRETO 14.25. antecedentes à saída do fármaco ou medicamento relacionados no Anexo Único do Convênio ICMS 87/2002. quando a respectiva saída estiver beneficiada com a redução de base de cálculo prevista no art. beneficiadas com a isenção prevista no inciso CLXIX do "caput" do art. CLXXIV.2003). I. ficando convalidados os lançamentos efetuados. "e". de 23.

CXXVIII. aparelhos e equipamentos industriais. “b”. 35.450/2009) LIX . § 3º A manutenção de crédito de que trata o inciso XII do "caput" prevalecerá até 31 de março de 1989. “a”. não sujeitos ao imposto na respectiva saída. (Dec. às operações beneficiadas com a isenção prevista no art. (Dec. observado o disposto no inciso IV do “caput” do art. 19. 34. os créditos acumulados referentes às matérias-primas. a manutenção integral ou parcial de créditos far-se-á exclusivamente mediante autorização em convênio. (Dec. SEÇÃO VII Do Crédito Acumulado Art. § 2º A partir de 01 de janeiro de 1991.876/91 .10. 35. na forma prevista nesta Seção. às operações e prestações. 35. às prestações de serviço de comunicação beneficiadas com a isenção prevista no art. no quadro “Detalhamento . deverá ser registrado no livro Registro de Apuração do ICMS . o produto classificado na posição 0901. cuja saída seja isenta do imposto nos termos do inciso XXV do “caput” do art. 48. 34.produtos industrializados.527/96) § 1º O valor dos créditos acumulados. do “caput” do art. 9º. materiais secundários e materiais de embalagem empregados na fabricação de: I .LVIII . CCXI.0200 da NBM/SH fica excluído do Anexo 4. até 15 de setembro de 1996. 9º. 9º.atualizado até 30 junho 2011 . 34. exclusive. 47. § 4º A partir de 01 de janeiro de 1990.031/2010) LXI .RAICMS. 14. “b” (Convênio ICMS 126/2010). nos termos estabelecidos no art.08. 19. 25. (Dec.máquinas. na proporção que tais saídas representem do total das saídas realizadas pelo estabelecimento: (Dec. 35. quando for o caso (Lei nº 13. inclusive importações do exterior. Serão utilizados. 9º. 7º. 14. II .21.527/96) § 2º Saldos credores decorrentes da entrada de mercadoria e serviço.527/96) Decreto nº 14. (Dec.Outros Débitos”.imputados pelo sujeito passivo a qualquer estabelecimento seu localizado neste Estado.891.876/91 DECRETO 14. devendo ser estornado o valor excedente. combinado com o inciso I. acumulados a partir de 16 de setembro de 1996. 9º. 7º.a partir de 1º de agosto de 2010. 19. podem ser. nos termos o inciso II do “caput” do art. exportados para o exterior.611/2010) LXIII – a partir de 1º de dezembro de 2010. por estabelecimento que realize operações e prestações destinadas ao exterior. (Dec.2009). CCXVII (Convênios ICMS 38/2009 e 11/2010). em idêntico percentual àquele ali previsto. de 19. beneficiadas com a isenção prevista no art. na linha 15. CCXXI (Convênio ICMS 73/2010).956/2010) § 1º O eventual acúmulo de crédito decorrente do disposto no inciso VI do "caput" poderá ser utilizado na forma da legislação vigente.616/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.949/2010) LX – às operações de entrada de veículo automotor novo de origem nacional beneficiadas com a redução de base de cálculo prevista no art. LXXVII. às operações com querosene de aviação beneficiadas com a redução de base de cálculo prevista no art. II. (Dec. LXXVIII. na forma desta Seção. os semi-elaborados. utilizados no período fiscal.310/2010) LXII – às operações beneficiadas com a isenção prevista no art.2003) I . (Dec.

conforme Decreto nº 14.2003) III . (Dec.876/91 DECRETO 14. 25. (Dec. mediante documento que reconheça o crédito. 50. desde que no respectivo prazo previsto para o recolhimento. Art.616/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.alternativamente ao disposto no inciso anterior.2003) I – a partir de 01 de maio de 2001. inclusive Notificação de Débito. o estabelecimento que tenha recebido. de débito do imposto do contribuinte ou de terceiros.527/96) b) de responsabilidade direta do contribuinte.527/96) c) de responsabilidade indireta do contribuinte.527/96) § 3º Relativamente aos saldos credores acumulados na forma do § 2º. que não poderá ultrapassar 30% (trinta por cento) do valor do ICMS a ser recolhido.transferidos pelo sujeito passivo. contendo minucioso demonstrativo relativo ao crédito acumulado.08. considerar-se-á o montante do saldo existente em 31 de dezembro de cada ano. fica condicionada a deferimento do Secretário da Fazenda. em cada período fiscal. nos termos deste artigo. Relativamente à utilização de crédito acumulado. § 2º O deferimento do pedido mencionado no parágrafo anterior dependerá de prévia verificação fiscal da efetiva existência e regularidade do crédito acumulado. I .08. 19. cada possibilidade e respeitando-se a exigência contida na parte final do mencionado inciso. somente poderá apropriá-lo mediante solicitação e após a expedição de ato específico deferindo o pedido. havendo saldo remanescente.876/91 . (Dec.2000) (Dec. 19. 25. quando o imposto for relativo às operações com insumos agropecuários e o contribuinte-substituto seja credenciado pela Diretoria de Administração Tributária da Secretaria da Fazenda. (Dec.09.979/97) (Dec. será observado o seguinte: (Dec. o crédito ali mencionado. nos termos estabelecidos em portaria do Secretário da Fazenda. sucessivamente. deverá comprovar o pagamento em dinheiro e de uma só vez das custas judiciais devidas.até 15 de setembro de 1996. será observado o seguinte: 19.08. a este Estado. devendo o mencionado documento ser emitido pela autoridade fazendária ali especificada. 25. poderão ser transferidos. § 1º A utilização do crédito fiscal. Os créditos acumulados de que trata o artigo anterior poderão ser utilizados para pagamento. pelo contribuinte que tenha recebido o mencionado crédito em transferência. quando existentes em 31 de dezembro de 1999 e que não tenham sido reconhecidos pela autoridade competente até 30 de abril de 2001. o contribuinte. 19. esgotando-se. utilizados para pagamento de débito do imposto: (Dec.616/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. na hipótese do inciso II do referido parágrafo.527/96) a) de responsabilidade direta do contribuinte. quando objeto de confissão de débito ou apurado em processo administrativo-tributário.2003) II – a partir de 01 de agosto de 2003. para usufruir do benefício previsto neste artigo. 19. em transferência. observada a forma prevista no inciso II do mencionado parágrafo. apurado em procedimento fiscal de ofício ou objeto de confissão. (ACR Lei nº 11.2003) Art. de 22. para outros contribuintes deste Estado.616/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.atualizado até 30 junho 2011 . para compensação parcelada. (Dec. a outros contribuintes deste Estado.616/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. 49. em pleito do contribuinte. para efeito de determinação do valor do crédito acumulado.08. 25. nos termos previstos em portaria do Secretário da Fazenda.II . desde que transitado em julgado. desde que no respectivo prazo previsto para o recolhimento. § 3º Na hipótese de crédito ajuizado.846.

979/97) 2. XIII. 25. 3.até 31 de julho de 2003: 45 (quarenta e cinco) dias. DE 01.2003) a) o reconhecimento previsto neste inciso atenderá ao disposto no § 2º.616/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.na hipótese do art.979/97) b) em pagamento. do art.2003) (Dec.2003) PARTIR DE 2.876/91 .08. II.PETROBRÁS.979/97) a) em transferência: (Dec. 48. 25. 2003) IV . ou em confissão de débito. fica condicionada ao reconhecimento prévio do respectivo valor pela Secretaria da Fazenda. para a Petróleo Brasileiro S. (Dec.979/97) III . (Dec.979/97) II . “c”. em relação a saídas para o exterior. 36. “b”. deduzidos os valores que tenham sido compensados até aquela data. 19.atualizado até 30 junho 2011 . 19. de débito do ICMS do contribuinte ou de terceiros.a utilização de crédito prevista no inciso II. (Dec. (Dec.08. contado da data de protocolização do pedido. (Dec. 19. II. 19. 19. 25.08.na hipótese de acumulação de crédito decorrente do benefício previsto no art.a partir de 01 de agosto de 2003: 90 (noventa) dias. para expedir o respectivo ato de reconhecimento do crédito: (Dec. 19. apurado em processo administrativo-tributário de ofício. para o estabelecimento fabricante do açúcar. 36.08.616/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. do art.registro na escrita fiscal.2003) 1. a apropriação do crédito recebido em transferência será efetuada observando-se o disposto no § 3º. exceto na hipótese da respectiva alínea "a". (Dec.979/97) 1. (Dec.876/91 DECRETO 14. inclusive Notificação de Débito. 19.08.616/2003– EFEITOS A 01. 19.25.616/2003– EFEITOS A PARTIR c) a partir de 01 de agosto de 2003. (Dec.979/97) Decreto nº 14. quando se tratar de atividade integrada.979/97) 3. serão observadas as normas específicas de manutenção e utilização de crédito acumulado previstas nos artigos 46 a 49. XIII. de acordo com a legislação específica vigente.979/97) b) a Secretaria da Fazenda terá o prazo máximo a seguir indicado. a este Estado. para estabelecimento fornecedor de bens do ativo fixo ou de insumos utilizados no processo de fabricação do álcool etílico hidratado combustível. 48. observando-se: (Dec. (Dec. o respectivo valor poderá ser utilizado exclusivamente pelo respectivo fabricante do álcool: (Dec.A . 25. 19.616/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01.

compensá-lo com saldo devedor apurado em outro estabelecimento do mesmo sujeito passivo localizado neste Estado. § 2º Para os efeitos deste Decreto.2000): (Dec.527/96) II . 20.876/91 . considera-se: I .846. segundo o disposto neste Capítulo.180/2001) (17) DECRETO 14. (Dec. observando-se: (Dec. III . considerando-se as obrigações vencidas na data em que termina o respectivo período de apuração e podendo ser liquidadas por compensação ou mediante pagamento em dinheiro.débito fiscal . a partir de 01 de agosto de 2000. a diferença será liquidada dentro do prazo fixado nos artigos 52 a 55 e disposições específicas. II . (Dec. poderá: (Dec. (Dec.527/96) I .transportá-lo para a apuração seguinte. (Dec. c) segmento de atividade econômica quando os sistemas referidos nos incisos I e II deste parágrafo forem insuficientes para garantir o recolhimento do tributo pelo setor. conforme disposições a seguir: (Dec. ser compensados os saldos credores e devedores entre os estabelecimentos do mesmo sujeito passivo localizados neste Estado.o valor resultante da aplicação da alíquota sobre a base de cálculo de cada operação ou prestação passível de cobrança do imposto. observado o seguinte: (Dec. 19.mercadoria ou serviço.09. 23.APÍTULO IX Da Apuração e dos Prazos de Recolhimento SEÇÃO I DA APURAÇÃO DO IMPOSTO Art. (Dec. se for o caso. nas seguintes hipóteses: a) contribuinte dispensado de escrita fiscal. (Dec.426/98) c) a partir de 01 de agosto de 1994: mensal. b) contribuinte submetido a sistema especial de fiscalização.atualizado até 30 junho 2011 .aquele compreendido entre o primeiro e o último dia do período de apuração correspondente.426/98) b) no período de 01 de abril de 1994 a 31 de julho de 1994: decendial. O imposto a recolher corresponde à diferença a maior entre débitos e créditos fiscais. desde que adote o regime normal de apuração do imposto.426/98) II . admitindo-se que a mencionada apuração seja efetuada por (NR Lei nº 11. observado o disposto no inciso II do § 3º. podendo.180/2001) (17) I . 23.mercadoria ou serviço dentro de determinado período. 23.527/96) § 1º A apuração do imposto deverá ser realizada em cada estabelecimento do sujeito passivo. de 22. à vista de cada operação ou prestação. 19.a partir de 01 de agosto de 2000. § 3º O estabelecimento que apurar saldo credor. 23.período. (Dec.as obrigações consideram-se liquidadas por compensação até o montante dos créditos escriturados no mesmo período mais o saldo credor de período ou períodos anteriores.180/2001) (17) II .426/98) a) até 31 de março de 1994: mensal.180/2001) (17) I .se o montante dos débitos do período superar o dos créditos.180/2001) (17) a) o disposto neste inciso somente se aplica ao saldo credor decorrente do ICMS devido por operações e prestações de responsabilidade direta do contribuinte. 20. 19. 23. 20. 51.período fiscal . 20. na forma admitida na legislação tributária do Estado.

472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. na hipótese de fornecimento de energia elétrica. (Dec. até o 5º (quinto) dia do segundo mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador.472/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01. até o 10º (décimo) dia do segundo mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador. pelo emitente. (Dec. mediante emissão de Nota Fiscal pelo estabelecimento que tenha apurado saldo credor.08.915/94) II . (Dec.2004) SEÇÃO II Dos Prazos de Recolhimento SUBSEÇÃO I DO IMPOSTO DE RESPONSABILIDADE DIRETA Art.180/2001) (17) c) o valor do crédito a ser transferido não poderá ser superior ao valor do saldo devedor apurado pelo estabelecimento destinatário.atualizado até 30 junho 2011 .08.07.180/2001) (17) § 4º A partir de 01 de julho de 2004. até o 15º (décimo quinto) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador. que se efetivar no período fiscal. aqueles indicados na alínea "a".estabelecimento industrial: a) inscrito no CACEPE com os códigos a seguir indicados.180/2001) (17) e) o crédito transferido nos termos da alínea anterior deverá ser lançado no livro Registro de Apuração do ICMS . antes da saída da mercadoria.2002) b) inscrito no CACEPE. abrangendo. inclusive.2004) I .estabelecimento produtor: a) inscrito no CACEPE.2002) c) não inscrito.180/2001) (17) d) a transferência do crédito far-se-á até o dia 10 do mês subseqüente ao da respectiva apuração. cujo primeiro dígito do CAE seja "2" e.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.08. no período de 01 de novembro de 1991 a 31 de julho de 2002. 25. respeitados aqueles indicados nos sistemas especiais de tributação: (Dec.07. 25.RAICMS. (Dec. nos demais casos.876/91 . 17. a apuração do imposto será feita tomando-se por base o faturamento. tendo como data de emissão o último dia do período em que tenha sido apurado. 25.b) não se inclui no saldo credor referido na alínea anterior o ICMS cujo recolhimento ocorra mediante documento de arrecadação específico distinto do utilizado para a apuração normal. 27. 23. conforme previsto no § 2º. devendo ser apropriado no período fiscal da respectiva apuração. com a correspondente emissão da Nota Fiscal. no campo "Outros Débitos". até o 15º (décimo quinto) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador: (Dec. 23. (Dec.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 52.2002) 1. e pelo destinatário. II. O recolhimento do imposto de responsabilidade direta do contribuinte far-se-á nos seguintes prazos. 17. 27. (Dec.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.08. (Dec. (Dec. no campo "Outros Créditos".2002) DECRETO 14. quando a responsabilidade pelo recolhimento não tiver sido transferida para o destinatário da mercadoria. "00": (Dec. 23. até 31 de outubro de 1991.915/94) 2. 25.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. a partir de 16 de julho de 1994. a partir de 01 de agosto de 2002. até o dia 10 do mês subseqüente ao da respectiva apuração. 23. (Dec.

01-0. a partir de 1º de maio de 2011. 25.00.14.60.64. 5. 11135/02 e 1122-4/01.03. 6.09. 3.03. empresa de distribuição de energia elétrica.00.24.31. 3. 4. de julho de 2002. 25.08.00. 5. 27.08.08.08.53. 5.50.00.25. 4. 27.22. (Dec. 6. 4. 3.01.2002) 2. 14.00. 3. (Dec. até o 5º (quinto) dia do segundo mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador e.09.31.60.02-0. 4.00.09. 24. 27. com os códigos da Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE-Fiscal: 1571-7/02.15.00.00.05.01. até o último dia do msubseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador: (Dec.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. 27.01-0.14.65.87. 24.14.65.00.00.56. 4.00.01-5.02.00.00. 4. 27.00.25.01-6.12. 25. 6. 5.65. 5.01-9.01-0.00.00. 27. 6.57.22. 19.09.35.00. 27. 5.22. 4.03. 6. 6. 24. 3113-5/00. 36.02-6.00.55.22.01-0 e 28.00.44.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.24.01-0.01.55.00.00. 6.01-2. 2620-4/00. 25.00 e 6. 5. no período de 16 de julho de 1994 a 31 de julho de 2002. 31. 4.65.01-4. 6. 5. 28. 26.01-6. 13.05 e 6.00.00.2002) 1. 25.00.41. 25.57.01-8. até 15 de julho de 1994. 5.14.11. 3.00. 25.00.01-2.51. 6.02.01-5.00.01-1.03.472/2003 – EFEITOS A PARTIR DE 01.50.64.00. (Dec. 3.59. (Dec.02-1.61. 6. até 30 de setembro de 1991. 3.24.24. 6.03.22.24.58.11.22.01-0. 6.51.66.60.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. com os códigos da CNAE: 1111-9/01. com os CAES correspondentes àqueles previstos no item 1: 10.01-9 e 27.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.24. a partir de 01 de novembro de 1991.56.66. 6.2002) 3. 4.00. de julho de 1994. 3.01-4.2002) c) inscrito no CACEPE com os códigos a seguir indicados.01-8.08. 5.2002) 1. 4.01-5. 3. 12.17.33.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. 5. até 31 de outubro de 1991. 2911-4/01.00.12.00. 25.03. 3. 5.60.05. 3.22.24.00. 1600-4/04.31.64. 5. com os CAEs: 3.01. 12. 3.61. 3. 5.01-1.01-6.59. 5. 24.2002) 2. 24. no período de 16 de julho de correspondentes àqueles indicados 24. sendo.2002) 2.01.11. 5.01. 6.22.05.02.08. 4. 5. inclusive.66. 3. 4.2002) 4.21.00.55.03.00. 29114/00.17.43. (Dec.01-0. (Dec.59.00.11. 4. 24.00. 6.876/91 .56.08.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. 24.03.00. 1111-9/02.11.02-4.43.22. 4.atualizado até 30 junho 2011 .21.01.00.43.11.87. relativamente aos fatos geradores ocorridos a partir do período fiscal de agosto de 2002. 25.87. 1595-4/01.00.24. com os CAEs: 3.00. 6. 3.00. 1591-1/01. 24. 25.21. 26.24. 6. até 15 de julho de 1994.23.42. no período de 16 de julho de 1994 a 31 de julho de 2002. (Dec.00.00.61.00. até 31 de outubro de 1991. 4.01-3. 25.01-1. DECRETO 14. 5.01-6.01-0. 4.00.00. 3.58.00.0.01.17.64.00. 3.02.00.02-1.87.02. 6. 4.01.51.01-1.24. 3. 4.44.00. com os CAEs 24.03. com os códigos da CNAE-Fiscal: 1521-0/00.57. com os CAEs correspondentes àqueles previstos no item 1: 26.45. 3.02-8.22.00.03.01-5 27.00.71.55. até 15 3.01-6.00. 20. (Dec.00.00. a partir de 01 de agosto de 2002. a partir de 01 de novembro de 1991.01-01. 4.66. 25. 4.41.23.24. 4.00. até o 10º (décimo) dia do segundo mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador e.00.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. 1600-4/01.01-8.01-7.22.00.00.01-6.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.61. 24.25.08.00. 4.01.01-9.41. 3113-5/01 e 3592-0/00.22.11.22.62.2002) 3.1. 1600-4/03.01-9. 2932-7/01. 5.57.54.01.01.62. 5.02. 4.00. 6.11. 6.03 e 6.21. 6. 5.11.01-2.22. 2932-7/00. 23.22.54. com os CAEs: 3.01-6.62.24. 1592-0/00.11.53. 6.33. 1994 a 31 no item 1: 24. 25.56.50.03. 25.25.54.58. 27. até o 5º (quinto) dia do segundo mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador: (Dec.561/2011) b) inscrito no CACEPE com os códigos a seguir indicados. 3.62. 1591-1/02.53.50.00. 3.31.02. 6. 5.00.00.03-6. 3. 25. 5.00.01-1.51. 5. 15830/02 e 1595-4/02.24. 1593-8/02.54.02.24.00.00.01-7. 27.53. 24.01. 5.31. a partir de 01 de agosto de 2002. 28.03. 14.23.08. 5.42.24. 4. 27. 4.23.17.58. 25. sendo. 4. 1600-4/02.59.

719/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. no período de 01 de outubro de 2000 a 30 de junho de 2004. 30% (trinta por cento).719/2000 – 1. (Dec. (Dec. (Dec. 1323-4/01. 31.2004) 2. 1910-0/00. 1410-9/03. 22. 2441-4/00 e 2521-6/00. 1329-3/02. 50% (cinqüenta por cento).10. 1410-9/05.31. 1731-0/00. 1422-2/01. (Dec.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 22. 1763-9/00. 1329-3/01.719/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 27. nos seguintes percentuais do ICMS devido no mês.2004) 3. 1429-0/03.10.2000) 2.01-1.2000) 2. a partir de 01 de novembro de 1991. (Dec. 13102/01. 1429-0/99.07.10. 25.01-7. 25.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. até o 5º (quinto) dia do mês subseqüente ao da apuração do imposto. 22.01-3.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. 22. até 31 de outubro de 1991.719/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 1939-9/00.21.3.2002) d) inscrito no CACEPE com o CAE ou o CNAE-Fiscal não discriminados nas alíneas anteriores: (Dec. 1779-5/00. 1410-9/09.01-2. (Dec.08.01-6 e 25. 1421-4/00. 1933-0/00. 1410-9/06. 17. observado o disposto no § 18: (Dec.01-8. 20% (vinte por cento). 1429-0/02.915/94) e) em se tratando de empresa de distribuição de energia elétrica: (Dec.2002) 3.01-4. 1719-1/00.07. 1931-3/01. 31.719/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 50% (cinqüenta por cento). 1429-0/04. 17.719/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 22. (Dec. (Dec. 1813-9/01.915/94) 2. 27. 1410-9/04. nos seguintes percentuais do ICMS devido no mês. 1761-2/00. até o 5º (quinto) dia do mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador. 25.10. 1422-2/02. até o 9º (nono) dia do mês subseqüente ao da apuração do imposto.08.45. 1812-0/01.1. 1324-2/01.2000) 1.2.10. até o último dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador.2000) 2. a partir de 01 de agosto de 2002.07. até o 9º (nono) dia do mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador.719/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. até o 5º (quinto) dia do segundo mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador. 1429-0/01.2000) 3. (Dec. 17. relativamente aos valores não recolhidos na forma do item anterior.2004) 3.10.876/91 . (Dec.22. observado o disposto no § 18 deste artigo e no § 4º do art. até o 28º (vigésimo oitavo) dia do mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador. 30% (trinta por cento).32. 27.2004) III . até o 25º (vigésimo quinto) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador. 1410-9/08. 14109/07. 27.3. (Dec.23. 22.07. até o último dia do terceiro mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador. 1321-8/01.atualizado até 30 junho 2011 . 27. 1410-9/02.08.31.2000) (Dec. com os códigos da CNAE-Fiscal: 1000-6/01. no período de 01 de outubro de 1991 a 30 de setembro de 2000: EFEITOS A PARTIR DE 01. 20% (vinte por cento). 1410-9/01. até o 28º (vigésimo oitavo) dia do mês subseqüente ao da apuração do imposto.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.1. a partir de 01 de julho de 2004.10. relativamente a 70% (setenta por cento) do valor do ICMS devido no mês. 1741-8/00.2.07. 1762-0/00. 1410-9/99. 31.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 1329-3/03.estabelecimento comercial atacadista: (Dec.2000) 1. 1721-3/00.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 17221/00.31.915/94) DECRETO 14. 1711-6/00. 22. 25.2002) 1. (Dec.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. relativamente aos fatos geradores ocorridos a partir do período fiscal de agosto de 2002.2.1. 1329-3/04.53. 1322-6/01. 51: (Dec.2004) 3.

08. 5243-4/02. através de Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais .09.99) IV . 8.00.08. 8. (Dec. relativamente ao imposto normal devido por empresa de telecomunicação. 17. 25.08. 17. (Dec. 21.02.01-5. 41. (Dec. (Dec. até 15 de julho de 1994.02-2. relativamente à recepção de som e imagem por meio de satélite.2002) b) inscrito no CACEPE com o CAE ou CNAE-Fiscal não discriminados na alínea anterior. com os CAEs: 8.915/94) VII . 41.915/94) b) a partir de 01 de novembro de 1991. 52337/01. em favor deste Estado. (Dec.915/94) b) a partir de 01 de novembro de 1991.35.estabelecimento prestador de serviço de comunicação: (Dec. 17. 17. 5244-2/07.915/94) a) até 31 de outubro de 1991.11. com os CAEs correspondentes àqueles indicados no item 1: 41. (Dec. quando o tomador do serviço estiver localizado neste Estado e a empresa prestadora do serviço em outra Unidade da Federação. 17.atualizado até 30 junho 2011 .2002) 2. até o 20º (vigésimo) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador. até o 20º (vigésimo) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador.15. a partir de 01 de agosto de 2002.42. até o 30º DECRETO 14.2002) 1.915/94) a) até 31 de outubro de 1991.62. até o 15º (décimo quinto) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador. na modalidade telefonia fixa comutada. até o 10º (décimo) dia do mês subseqüente ao da prestação. (Dec.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. 25. até 31 de outubro de 1991.01-6.09. 5243-4/01.2002) V . sendo. inclusive a mercadoria envolvida.41.08. até o 20º (vigésimo) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador.915/94) c) a partir de 14 de abril de 1998. até o 20º (vigésimo) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador e.09. 21.04.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.07.estabelecimento comercial varejista: a) inscrito no CACEPE com os códigos a seguir indicados.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01.15. 25.63. (Dec.03. (Dec.915/94) b) a partir de 01 de novembro de 1991. 17.08.09. quando se tratar de base de refinaria de petróleo. até o 15º (décimo quinto) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador: (Dec.06.a) até 31 de outubro de 1991. 25. até o 15º (décimo quinto) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador. 17.01-3 e 41.GNR. até o 15º (décimo quinto) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador.44. 8. relativamente aos fatos geradores ocorridos a partir do período fiscal de agosto de 2002.01.097/98) d) nos períodos fiscais de janeiro a dezembro de 2000.01-0. 17. 8. inclusive restaurantes.01-2. 25.01-6. com os códigos da CNAE-Fiscal: 5231-0/03. até o 20º (vigésimo) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador. no prazo indicado na alínea "b" do inciso anterior.502/99 – EFEITOS A PARTIR DE 01. no período de 16 de julho de 1994 a 31 de julho de 2002. VI .estabelecimento prestador de serviços relacionados no Anexo 1. 41. (Dec. 41.estabelecimento prestador de serviço de transporte: (Dec.02. 5244-2/08 e 5244-2/99. (Dec.876/91 . observado o disposto no § 16 (Convênio ICMS 10/98).09.2002) 3. 8. 5244-2/03.05.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.915/94) c) a partir de 01 de junho de 1999.01 e 8. 8. 42. a partir de 01 de novembro de 1991. até o 15º (décimo quinto) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador.

X .01. 14. c) até o dia 31 de dezembro de 1986.(trigésimo) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador. 14. a conversão será feita mediante a aplicação da taxa cambial de compra vigente no dia daquela emissão. convertendo em moeda nacional o valor indicado no art. devido por empresa de telecomunicação na modalidade de telefonia móvel celular.estabelecimento que promover a exportação de café cru a que se refere o art. na hipótese prevista no inciso IV do "caput" do art. imagem e INTERNET. XXV. XXV. se o contribuinte efetuar o pagamento até o 15º (décimo quinto) dia após a emissão da guia de exportação.985/2002 –EFEITOS A PARTIR DE 01.estabelecimento remetente. independentemente da denominação que lhes seja dada. 54.239/2003) g) até 29 de setembro de 2006. em relação à parcela complementar do imposto. 23. V.atualizado até 30 junho 2011 . poderá o contribuinte antecipar o pagamento do imposto. (Dec.CAE nº 48. quando enquadrado em portaria do Secretário da Fazenda. inscrita no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco .641/2006) VIII .843/2000) 3. observado o disposto no art.02. XXI: a) contribuinte que mantiver escrituração fiscal: (Dec. ERRATA DOE DE 15. (Dec. 25. relativamente aos períodos fiscais de fevereiro a maio de 2003. até o dia 28 de fevereiro de 2003. na forma estabelecida pela autoridade competente. (Dec. utilização de segmento espacial satelital.na hipótese dos incisos XII e XIII do “caput” do art. 22. até o 15º (décimo quinto) dia após o embarque da mercadoria para o exterior. à taxa cambial de compra vigente no dia do referido pagamento. que opere na banda "A". 54. 14. voz. prestados nos períodos fiscais de janeiro a julho de 2006 (Convênio ICMS 72/2006). da base de cálculo. apurada nos termos deste inciso. 15. até o dia 21 de janeiro de 2002. –EFEITOS A PARTIR DE 01. quando não enquadrado em portaria do Secretário da Fazenda. XI . 21. de meios de telecomunicação.21.995/2000 e) relativamente ao imposto normal correspondente ao período fiscal de dezembro de 2001. nos termos do art. quando emitir Nota Fiscal. 117. conforme estabelecido na mencionada portaria e de acordo com as normas específicas para a hipótese contidas no referido art. quando da saída da mercadoria.843/2000) 2.2000) (Dec. observandose: a) alternativamente ao disposto neste inciso. contratação de porta. XII . 54.530/92) b) na hipótese da alínea anterior.2002) f) relativamente ao imposto normal correspondente ao período fiscal de janeiro de 2003. (Dec.estabelecimento que promover as operações com café cru referidas nos incisos XXVI e XXVII do “caput” do art.CACEPE com o Código de Atividade Econômica .01. 22. para recolher o imposto antecipadamente. relativamente aos serviços de valor adicionado. no prazo estabelecido para sua categoria. inscrita DECRETO 14. 14.2000.01-7.estabelecimento sujeito a prévia estimativa de venda por período. quando se tratar de empresa concessionária de serviço público de transmissão de energia elétrica. 22.843/2000) 1. IX . 3º. deduzir-se-á a parcela equivalente ao Imposto de Exportação. V. (Dec. nos termos do art. disponibilização de equipamentos ou de componentes que sirvam de meio necessário para a prestação de serviços de transmissão de dados. 29.876/91 . a partir de 01 de dezembro de 2000. (Dec. até o 5º (quinto) dia útil do mês subseqüente àquele em que ocorrer a respectiva entrada. devido por empresa de telecomunicação na modalidade de telefonia.

quando da passagem pelo Posto Fiscal deste Estado.828/2010) I. 35. peças e componentes. 35. com código da Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE-Fiscal 4010-0/03. (Dec.337/96) a) o valor correspondente a 5% (cinco por cento) sobre a base de cálculo: até 30 de setembro de 2001.828/2010) III. 19. 19. (Dec. (Dec. no respectivo edital de licitação.876/91 . segundo os prazos indicados no inciso IV do caput.828/2010) II. (Dec. Piauí e Rio Grande do Norte. no prazo fixado.828/2010) DECRETO 14.no período de 01 de outubro de 1996 a 30 de setembro de 1997. 35. até o último dia do 4º (quarto) mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador. (Dec. relacionados no Anexo 22. 17.337/96) § 1º O estabelecimento varejista. no prazo determinado pela autoridade fiscal. (Dec. relativamente às saídas deste produto realizadas no período de 01 de maio de 1994 a 31 de outubro de 1996.870/94) XVII . 17.575/2003) b) contribuinte que não mantiver escrita fiscal. XIV . observando-se: (Dec. não se aplica o disposto no caput quando o recolhimento relativo a quaisquer das parcelas ali mencionadas: (Dec. 17. 17. o disposto no § 1º do art.estabelecimento industrial fabricante de embalagem flexível de polietileno e polipropileno: (Dec. o estabelecimento que promover saída de castanha de caju "in natura" para os Estados do Ceará. 10. 35.na hipótese de o leilão da mercadoria referida no inciso anterior ser substituído por venda através de licitação pública.423/94) a) relativamente aos fatos geradores ocorridos no período de 01 de junho a 31 de dezembro de 1993: até o último dia do 4º (quarto) mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador. 19. 757. (Dec.060/94) XIX . até 31 de dezembro de 1997. quando destinados a integralizar o ativo fixo do estabelecimento destinatário: (Dec. respectivamente. XV . e 14 da Lei nº 11. na hipótese de saída interestadual de máquinas. (Dec. 18.na hipótese da exigência antecipada do imposto no Posto Fiscal. para a retirada da mercadoria. 19.337/96) b) o valor correspondente ao saldo do imposto: no prazo previsto para a categoria do remetente.423/94) c) relativamente aos fatos geradores ocorridos no período de 01 de abril a 31 de dezembro de 1994: até o último dia do 2º (segundo) mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador. Paraíba. no ato da arrematação. antes da mencionada saída.a partir de 01 de novembro de 1994. equipamento. até o 15º (décimo quinto) dia ou 20º (vigésimo) dia dos meses de janeiro e fevereiro do ano seguinte.423/94) b) relativamente aos fatos geradores ocorridos no período de 01 de janeiro a 31 de março de 1994: até o último dia do 3º (terceiro) mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador. quanto ao imposto relativo ao período fiscal de dezembro.na hipótese de alienação em hasta pública. 25. (Dec.514.atualizado até 30 junho 2011 . partes.CACEPE. o disposto nos arts. Maranhão. recolherá o respectivo valor em duas parcelas iguais e sucessivas. até o dia 27 de junho de 2003.estabelecimento industrial fabricante de polpa de tomate. a partir de 1º de janeiro de 1998. XVI .343/96) XVIII . de 29 de dezembro de 1997. aparelhos. a partir de 1º de dezembro de 2010.no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco . XIII . (Dec. § 2º.

desde que comprove aquela condição. a partir de 01 de fevereiro de 2006: (Dec.2.1. até o primeiro dia útil subseqüente. (Dec. 19. 253. até 31 de janeiro de 2006. (Dec. 15.375/96) I . quando o primeiro dia útil subseqüente recair no mês seguinte àquele do referido termo final.828/2010) b) for realizado em valor inferior ao devido.907/2006) 2. em razão de suas operações ou prestações. (Dec. 19. 35.907/2006) 2. 28. até o dia útil imediatamente anterior. na hipótese do inciso III. deverá observar estes prazos e o disposto no art. 19.907/2006) 1.907/2006) 2.atualizado até 30 junho 2011 .828/2010) § 2º O prazo de recolhimento de que trata o inciso VII “caput” do será contado em relação ao mês de faturamento do serviço relativamente às ligações internacionais. sem qualquer acréscimo. o termo final do prazo será o primeiro dia útil subseqüente ao do ponto facultativo ou o do reinício das atividades fazendárias. 28.375/96) b) quando o termo final do prazo não for estabelecido para o final do mês: (Dec. quando o termo final do prazo for estabelecido para final de mês. (Dec. o recolhimento do imposto deverá ocorrer: (Dec.876/91 . desde que este recaia dentro do mês do referido termo final. 28. § 5º O imposto incidente sobre os acréscimos financeiros relativos a vendas a prazo será devido na mesma proporção em que ocorrer o vencimento do prazo para o recebimento dos mencionados encargos. § 10.375/96) a) quando o recolhimento do tributo deva ser efetuado mediante Documento de Arrecadação Estadual .DAE cuja emissão seja de responsabilidade da repartição fazendária. poderá recolher o imposto devido na primeira repartição fazendária. § 7º Quando a legislação não fixar prazo de pagamento.375/96) a) no dia útil imediatamente anterior. § 8º Relativamente ao termo final dos prazos de recolhimento do ICMS. 19. (Dec. volante ou Posto Fiscal que encontrar. 35. até o primeiro dia útil subseqüente. (Dec. 28. nos artigos 53 e 54 ou em qualquer outro dispositivo da legislação tributária do Estado. 28. (Dec.530/92) § 4º O produtor agropecuário. § 6º O prazo para recolhimento do imposto previsto no parágrafo anterior será idêntico àquele fixado para o estabelecimento que tenha promovido a venda.a) não ocorrer ou ocorrer a destempo. 35. (Dec. que não emita Nota Fiscal. este será efetuado até o último dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador ou o fato indicado como termo inicial do prazo de pagamento. 19. II.quando o referido termo final recair em dia decretado como ponto facultativo para o funcionalismo público estadual ou em dia em que não haja atividades fazendárias: (Dec.quando o referido termo final recair em dia não útil ou em que não haja expediente bancário.828/2010) IV. estabelecidos neste artigo. estiver obrigado a recolher o imposto em prazos diversos.907/2006) II . (Dec.375/96) DECRETO 14. tomar-se-á por base para a cobrança de multa de mora e juros o valor integral do imposto devido e o termo final do prazo de recolhimento correspondente ao mês de janeiro. § 3º Quando o contribuinte. será observado o seguinte: (Dec.

deverá efetuar o recolhimento do imposto destacado na Nota Fiscal relativa à operação de saída. Relativamente ao disposto no inciso XVII do “caput”. nas colunas próprias do Registro de Saídas.BTP ou outra forma de teleprocessamento. 15.530/92.097/98) II . da respectiva capacidade de produção.lançar a Nota Fiscal relativa à saída. o recolhimento será feito proporcionalmente ao número de tomadores de serviço de cada Unidade da Federação. 19. (Dec.94) § 11. adotando o seguinte procedimento: (Dec. 17. cafés. nos termos do art. a título de Operações com Débito do Imposto. 17. antes de iniciada a remessa.246/94) § 15 .o imposto a ser recolhido será atualizado monetariamente a partir do dia seguinte à data fixada para o respectivo pagamento.EFEITOS A PARTIR DE 29. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . 19. desde que o setor tenha atingido. 18. 17. no termo final do benefício. o valor do imposto recolhido na forma deste parágrafo.423/94) II . (Dec. observar-se-á: (Dec. com base no saldo devedor apurado pela empresa prestadora de serviço (Convênio ICMS 10/98).EFEITOS A PARTIR DE 29. (Dec.DAE. no quadro Detalhamento. "b" do “caput”.375/96) III . (Dec. relação DECRETO 14. 16. considera-se recolhido no prazo o imposto pago no último dia do mês por meio de banco de telepagamento . de forma antecipada. (Dec. poderá.876/91 . excepcionalmente.escriturar.94) § 10. 21. 18. (Dec.060/94) II .perderá o benefício o contribuinte que efetuar o recolhimento fora do respectivo prazo. a cada Unidade da Federação de localização dos tomadores do serviço. 18.915/94 . "c". (Dec.recolhimento em DAE específico”.060/94) I . hotéis e estabelecimentos similares deverá ser recolhido no prazo previsto no inciso IV.514/94) I . 17.423/94) § 14. (Dec.097/98) I . ser recolhido até o dia 30 de dezembro de 1992.na hipótese do inciso I. comprovando tal circunstância perante a Diretoria Técnica de Coordenação da Secretaria da Fazenda. O ICMS exigido. indicando o número. 16. Para efeito do disposto nos incisos XVI e XVII do "caput": (Dec.a empresa prestadora de serviço deverá enviar mensalmente. 17. 18. a utilização de 60% (sessenta por cento).acobertar o trânsito da mercadoria com uma via do respectivo DAE anexo à correspondente Nota Fiscal.060/94) § 16. (Dec. combinado com Dec. o incentivo ali previsto poderá ser prorrogado por igual período.09. o contribuinte. relativamente a operações com madeira industrializada e objeto de Aviso de Retenção. 17. não se aplicando a esta hipótese o disposto no § 1º.356/92) § 13.09. serão observadas as normas do inciso anterior. 21. O ICMS devido por restaurantes. Relativamente ao inciso VII. no livro Registro de Apuração do ICMS . através de Documento de Arrecadação Estadual . a título de Estorno de Débito.060/94) III .b) quando o recolhimento do tributo deva ser recolhido mediante DAE cuja emissão não seja de responsabilidade da repartição fazendária.Na hipótese do inciso XVIII do "caput". “a”. REVOGADO. no mínimo. no prazo previsto no inciso VII.915/94 .375/96) § 9º REVOGADO. "c". a série e a subsérie da Nota Fiscal correspondente à operação e a observação: “Castanha de caju “in natura” para outra Unidade da Federação . (Dec. (Dec. 51.na hipótese de estabelecimento prestador de serviço de comunicação sujeito ao sistema normal de apuração do imposto.814/93) § 12. (Dec.RAICMS. emitido no mês de novembro de 1992.

12. deverá ser recolhido até o dia 15 de agosto de 1999.12. estimado pelo contribuinte. (Dec.166/2010) I. II.166/2010) a) à comprovação da condição prevista no caput. 35. Relativamente ao disposto no inciso II. Relativamente ao ICMS de responsabilidade direta. 35. observar-se-á: (Dec. anteriormente às mencionadas modificações. o ICMS apurado mensalmente poderá ser recolhido até o 6º (sexto) mês subsequente ao da ocorrência do respectivo fato gerador.026/2002) I .07.2002. 25. equipamentos ou estoque de mercadorias.08. (Dec. XV.17.2002. desde que tenha sido observado o prazo estabelecido. 36. A partir de 1º de maio de 2010.12. "b".2004) I .166/2010) II. 36. (Dec.o saldo porventura remanescente referente ao período mencionado no inciso I.25. "c". restaurantes.1 não poderá ser inferior a 50% (cinqüenta por cento) do imposto devido no mês imediatamente anterior ao da ocorrência do fato gerador ou.2000) § 20. Fica convalidado o recolhimento do ICMS. poderá ser recolhido até o dia 31 de outubro de 2000. será recolhido até 30. do mencionado art. por base de refinaria de petróleo.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. 35.575/99) § 18. (Dec. 22.01-7.1 ou 3. o valor do imposto.07. 27.12. dirigido à Diretoria Geral de Planejamento da Ação Fiscal . a partir de 01 de julho de 2004. relativamente às operações realizadas no período fiscal de setembro de 2000.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. serão recolhidos no prazo estabelecido no inciso III. a partir de 01 de julho de 2004. decorrente do não-lançamento do crédito presumido previsto no art. de acordo com o respectivo CAE. da apuração do imposto.472/2003– EFEITOS A PARTIR DE 01. relativo aos períodos fiscais de janeiro a abril de 1999. (Dec. "e".atualizado até 30 junho 2011 . será observado o seguinte: (Dec. boates.12. ao da apuração do imposto. com vencimento até a 31 de maio de 2003. que se refere a bares. o diferimento de que trata o inciso I fica condicionado: (Dec. incidente sobre operações internas realizadas no período fiscal de dezembro de 2002.07. cafés.11.o valor a ser recolhido conforme previsto no item 2.contendo nome e endereço destes. adquiridos em outra Unidade da Federação. (Dec.2002 a 20.2004) II . lanchonetes. O saldo devedor do ICMS.038/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. será observado o seguinte: (Dec. bem como os respectivos valores das prestações e do ICMS correspondente. com destruição de máquinas.2002.3 da alínea "e" do inciso II do "caput". O ICMS devido por contribuinte inscrito no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco – CACEPE com o Código de Atividade Econômica – CAE 43.026/2002) II . na hipótese de estabelecimento industrial que tenha sido atingido por incêndio. juntamente com o valor do imposto relativo aos fatos geradores ocorridos de 21. 35. observado o disposto no § 14. 21.876/91 . (Dec.25.2002) § 22. 27. 35. 2 e 3. (Dec. mediante laudo pericial fornecido pela Polícia Civil. (Dec.25. referente aos produtos da cesta básica.3 ou 3. 27. relativamente aos prazos previstos no inciso II do caput.097/98) § 17.2002 a 31. do "caput" deste artigo.166/2010) DECRETO 14. (Dec.759/2000 – ERRATA DOE 02.quanto a fatos geradores ocorridos de 01. Corpo de Bombeiros ou órgão da Defesa Civil. DPC da Secretaria da Fazenda.na hipótese de o valor recolhido na forma do inciso I ser inferior ou superior a 50% (cinqüenta por cento) do ICMS devido no mês da ocorrência do fato gerador ou. a diferença a maior ou a menor deverá ser compensada na parcela a ser recolhida no prazo previsto no item 2. do "caput".166/2010) b) ao deferimento de pedido do interessado. efetuado sem o cumprimento das alterações previstas neste artigo. 21. hotéis e estabelecimentos similares.2004) § 19.026/2002) § 21. insumos ou matériasprimas.

35. 28.323/2005) 4.323/2005) 1. xarope e refrigerante: (Dec. pesagem. gelo: a partir de 01 de janeiro de 2009. 28.323/2005) 2. até o 5º (quinto) dia útil do mês subseqüente àquele em que ocorrer a saída do produto do estabelecimento do contribuinte-substituto.166/2010) SUBSEÇÃO II Do Imposto de Responsabilidade Indireta Art. o recolhimento do imposto devido na qualidade de contribuinte-substituto far-se-á nos seguintes prazos: I .2. no período de 01 de julho de 1997 a 31 de agosto de 2005: até o 10º (décimo) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer a saída do produto do estabelecimento do contribuinte-substituto.2009 ) (Dec.2. medição. até o 10º (décimo) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer a saída do produto do estabelecimento do contribuinte-substituto. fica limitado a R$ 250. c) nos demais casos.166/2010) IV . chope.323/2005) (Dec. 28. 35. análise.1. devendo o recolhimento do montante excedente ser efetuado nos prazos indicados no inciso II do caput deste artigo.876/91 . Respeitados os prazos indicados nos sistemas especiais de tributação. (Dec. até o último dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer a entrada. a partir de 01 de setembro de 2005: nos termos de decreto específico. a partir de 01 de março de 2001: nos termos de decreto específico. água mineral: (Dec. 3. nos termos de decreto específico.atualizado até 30 junho 2011 .o valor a ser recolhido mensalmente.323/2005) 3. (Dec. 28. quanto à parcela complementar do imposto. 28. na hipótese em que a mercadoria dependa de fixação de preço final ou de apuração do valor.323/2005) 2. 28. cerveja. 28. concentrado. classificação DECRETO 14.774/2008 – EFEITOS A PARTIR DE 01 01. 2. farinha de trigo: (Dec.323/2005) 1. b) em relação a estabelecimento adquirente.000. até 31 de agosto de 2005: até o 10º (décimo) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer a saída do produto do estabelecimento do contribuinte-substituto.III .323/2005) 1.246/2005 e 28.00 (duzentos e cinquenta mil reais).2. (Dec. 28. (Dec. nos termos do inciso I. 53.nos casos de retenção na fonte: a) nas saídas dos seguintes produtos: (Decretos 28.o disposto no inciso I somente se aplica pelo prazo de 6 (seis) meses contados a partir do período fiscal da ocorrência do mencionado incêndio.1. até 28 de fevereiro de 2001: até o 10º (décimo) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer a saída do produto do estabelecimento do contribuinte-substituto.1.323/2005) (Dec. (Dec. 28.relativamente a fato gerador ocorrido antes da entrada da mercadoria ou do serviço prestado ao contribuinte-substituto: a) em relação à sucata ferrosa utilizada pela indústria siderúrgica como matéria-prima. (Dec.323/2005) 3. a partir de 01 de setembro de 2005: nos termos de decreto específico. II . quando o remetente não emitir Nota Fiscal. b) nas vendas a domicílio por revendedor autônomo. 32.

15. o imposto cabível ao Estado de destino deverá ser recolhido ao Banco do Brasil S. relativamente ao imposto devido pelos demais estabelecimentos dispensados de inscrição no CACEPE. (Dec. quando for o caso.612/92) VII .99) Art. § 5º e art. III . XIII e XV.na hipótese de um estabelecimento.11 2002) (Dec.813/92) a) o imposto retido. 58. até 12. até o 5º (quinto) dia útil do mês subseqüente àquele em que ocorrer a entrada da mercadoria no estabelecimento do contribuinte-substituto.11. em conta especial.atualizado até 30 junho 2011 .11 2002) 2. na qualidade de contribuinte-substituto. IV . nos termos do art. DECRETO 14.01.24.949/2002-EFEITOS A PARTIR DE 12. relativamente ao período fiscal de outubro de 2002.Normal da categoria. III . pelo imposto devido por outro estabelecimento do mesmo contribuinte. 58. XII.249/98 .na hipótese indicada no art.a partir de 01 de janeiro de 1999. localizada na praça do estabelecimento remetente.876/91 . (Dec. c) nos demais casos. no mesmo prazo de recolhimento do ICMS .813/92) V . EFEITOS A PARTIR DE 12.nas hipóteses do art. "c" do “caput” aplica-se em relação aos serviços de transporte e comunicação quando: (Dec. § 8º. 58: (Dec.substituto. 15. situado neste Estado.substituto pelas saídas. 15.99) Parágrafo único. a crédito do Governo em cujo território se encontra estabelecido o adquirente das mercadorias: (Dec. por meio da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais. do “caput” do art.na hipótese de prestação de serviço de transporte ou de comunicação. IV . no prazo de recolhimento do ICMS .EFEITOS A PARTIR DE 01.na hipótese indicada no art. "b". VII. XIV.249/98 . VI . II . 58. 54. pelo estabelecimento prestador do serviço.o destinatário tiver sido eleito contribuinte-substituto em relação à prestação de serviço.24. na sua falta.24. até o 25º (vigésimo quinto ) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer o fato gerador. até o 10º (décimo) dia subseqüente ao término do período de apuração em que tiver ocorrido a retenção. e XXIII do "caput" do art.. ou. na qualidade de contribuinte . ficar responsável.A.530/92) II .01.EFEITOS A PARTIR DE 01. 5º. XIV. 58. 15. VI.na hipótese do inciso X.ou fato equivalente. XI. 14. até o 5º (quinto) dia útil do mês subseqüente àquele em que ocorrer a respectiva entrada. deverá ser recolhido em agência do Banco Oficial do Estado destinatário.Normal da categoria do contribuinte . "b".na aquisição de mercadoria efetuada em outra Unidade da Federação por contribuinte inscrito sob o regime fonte ou microempresa. também situado neste Estado.11 2002) 1. (Dec. de que trata a alínea anterior. até o 5º dia do mês subseqüente àquele em que tenha ocorrido a substituição. por força do inciso X. X.2002. nas hipóteses dos incisos XIV. 21. 15.nas hipóteses indicadas no art. O prazo referido no inciso II.530/92) I . IV. o remetente da mercadoria for responsável pelo ICMS do transportador não-inscrito.949/2002- b) o Banco recebedor deverá repassar os recursos à Secretaria da Fazenda ou de Finanças da Unidade da Federação destinatária.até 31 de dezembro de 1998. 58. (Dec. Fica exigido o pagamento antecipado do imposto: I . (Dec. 21. no prazo de 4(quatro) dias após o depósito.949/2002-EFEITOS A PARTIR DE 12. em agência de qualquer Banco Oficial estadual. (Dec.

a partir de 01 de julho de 2005. XXVI.na aquisição de embalagem de qualquer natureza. além do disposto no art. de polvilho ou tipo sanduíche .10.04. (Dec. relacionada em portaria do Secretário da Fazenda. independentemente do regime de inscrição. de 05 de março de 2001. "a". I.90.atualizado até 30 junho 2011 . VI . quando procedente das Regiões Sul e Sudeste.023/92) c) quando a mercadoria for importada do exterior. II.491/2004 – REPUBLICADO DOE 07. em outra Unidade da Federação por contribuinte deste Estado. do industrial. independentemente do regime de inscrição no CACEPE.NBM/SH 1905.no período de 01 de março a 31 de maio de 1999.401/95) VII .491/2004 – REPUBLICADO DOE 07. 18. o imposto será recolhido: (Dec. (Dec.nas hipóteses previstas no art.04. observar-se-á. (Dec. devendo o documento fiscal respectivo conter observação quanto a essa circunstância. 21.99) X . 26. em Unidade da Federação não-signatária do Protocolo ICMS 46/2000 e alterações. (Dec. "b". e XII.07. efetuada em outra Unidade da Federação por contribuinte deste Estado.237/2001) b) bolacha e biscoito de maisena.071.491/2004 – REPUBLICADO DOE 07. 23. na repartição fazendária do domicílio fiscal do produtor ou. 16.04. (Dec.023/92) b) quando a mercadoria proceder deste Estado.V . 16. contendo ovos) .a partir de 01 de setembro de 1992. bolacha e bolo deste Estado: (Dec. antes de ocorrer a respectiva saída.987/2005 – EFEITOS A PARTIR DE 01. "c". o imposto será recolhido no local e prazo específicos para a operação.NBM/SH 1905. III. e § 22: (Dec. III.2004) DECRETO 14.2004) XI . 23. (Dec. feijão e farinha de mandioca. biscoito. no caso da farinha de mandioca. observado o disposto no § 19 e. (Dec. e 2º.90. relativamente às sucessivas saídas internas de arroz. 16. (Dec. do industrial.NBM/SH 1905. no prazo estabelecido para a respectiva categoria do produtor ou.90.30.NBM/SH 1902. que não tenham organização administrativa adequada ao atendimento das obrigações tributárias.023/92) d) efetuado o pagamento nos termos das alíneas anteriores. observado o disposto no § 1º.nas demais hipóteses previstas na legislação. (Dec.30.237/2001) c) outras bolachas e biscoitos que não contenham edulcorantes . 16. 16.no período de 01 de junho de 2001 a 30 de junho de 2005. (Dec.03 A 31.401/95) IX . ou no § 5º. (Dec. 18. o tratamento tributário previsto em decreto específico: (Dec.26.237/2001) d) bolo . não relacionada no Anexo Único do Decreto nº 23. por contribuinte deste Estado.876/91 . não recheada e nem preparada de outro modo (exceto as do código 1902. 16.00.1. o imposto será recolhido nos termos dos parágrafos 1º. fica a circulação da mercadoria não mais sujeita a posterior recolhimento do imposto.na aquisição de mercadoria. 52. nas demais hipóteses. 24. na aquisição de açúcar de cana. 16. 23.11. 26.023/92) 2. (Dec.023/92) a) quando a mercadoria proceder de outra Unidade da Federação. que estabelece a sistemática prevista no mencionado Protocolo.313/99 – EFEITOS NO PERÍODO DE 01. independentemente do regime de inscrição do adquirente.2005) a) massa alimentícia não cozida. (Dec.023/92) 1.023/92) VIII .05. na aquisição dos produtos a seguir relacionados com as respectivas classificações na NBM/SH.2004) a) no período de 01 de outubro de 2002 a 31 de março de 2004. 27. no caso da farinha de mandioca. efetuada por indústria de massa alimentícia.

II. III . 19. (Dec. 36. 36. quando se tratar de entrada de madeira e produto da cesta básica. observado o disposto no § 22. nas hipóteses do inciso I do "caput". 18. 2004) b) queijo mussarela. XXVI.2004) 4. 629/97) b) nos demais casos.032/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. observado o disposto no § 21: (Dec. a partir de 01 de agosto de 2004. quando promovida. (Dec. quando não for fixado prazo específico diverso.08.pelo tomador do serviço. 19. com antecipação por substituição.2004) 4.782/06.2004) 5. na aquisição. 18. independentemente do destinatário.1. (Dec.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. nos termos do § 15. (Dec. acompanhar a mercadoria. no período de 01 de abril a 31 de maio de 1995: (Dec. (Dec. 26. 1.08.2. quando não for fixado prazo especifico diverso: (Dec. na hipótese dos incisos III.237/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.876/91 . (Dec.032/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.b) no período de 1º de abril de 2004 a 31 de maio de 2011.2001) a) por ocasião da passagem da mercadoria pela primeira unidade fiscal deste Estado: 19.112/96) 2.827/98) 3. exceto I e II. o respectivo Aviso de Retenção: (Dec. (Dec. no segundo caso. em outra Unidade da Federação. 19.032/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 23. quando for o caso.2005) § 1º O imposto será exigido: (Dec. 19.08. quitado. dos produtos a seguir relacionados. 27. 27. na saída interestadual de gipsita e gesso e seus derivados. 18. sendo. quando se tratar de entrada de mercadoria procedente de outra Unidade da Federação. (Dec. 02.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. emitindo-se.pelo Fisco Estadual.586/95) DECRETO 14.586/95) 2. a partir de 01 de janeiro de 1998. nas hipóteses dos incisos do "caput". até 31 de março de 1995. (Dec.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.pelo alienante da mercadoria.1 quando a entrada ocorrer no período de 01 a 15 dos meses de abril e maio de 1995: até o dia 05 do mês subseqüente ao da respectiva entrada.atualizado até 30 junho 2011 . no montante de 7% (sete por cento) do valor da respectiva Nota Fiscal. 624. nos termos da legislação específica. relativamente à entrada de mercadoria neste Estado. (Dec. 20. 02. procedentes de outra Unidade da Federação. (Dec.2004) c) queijo prato. devendo o correspondente Documento de Arrecadação Estadual – DAE.112/96) 1. 26. quando se tratar de entrada de sorvete procedente de outra Unidade da Federação: (Dec. 02. 27. nos termos do art. até 31 de julho de 2004. 20.04. na hipótese do inciso II do "caput". por contribuinte deste Estado. (Dec. 26.112/96) 4. V e VI. nos demais casos. relativamente à entrada de mercadoria neste Estado. 2004) a) leite UHT (longa vida). (Dec. II . até o 15º (décimo quinto) dia do mês subseqüente ao da emissão do respectivo Aviso de Retenção. observado o disposto em portaria do Secretário da Fazenda. 27.03. independentemente da procedência. nos termos de decreto específico. 26. 2004) XIII – a partir de 01 de maio de 2005.112/96) (Dec. 02. por estabelecimento comercial e por estabelecimento industrial não-credenciado para utilizar o crédito presumido previsto no art. do "caput".401/95) I .566/2011) XII – a partir de 01 de fevereiro de 2004.827/98) 2.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.

(Dec.827/98) 4. 18. (Dec.536/2005) 2.atualizado até 30 junho 2011 .2. contados da data da saída da mercadoria ou. 27. previstas no Decreto nº 16.2. 20.3 quando a entrada ocorrer no período de 16 a 31 de maio de 1995: até o dia 28 de junho de 1995. "b": (Dec. III. (Dec. da data de emissão da respectiva Nota Fiscal.1 e 2. nos termos do inciso III do "caput". na falta desta.536/2005) 2. o disposto nos subitens 2. sem destinatário certo. devendo o contribuinte. 27. 27. 19. observar o seguinte: (Dec.536/2005) a) no período de 01 de maio de 1996 a 31 de dezembro de 1997.827/98) DECRETO 14. III. (Dec. no sistema eletrônico de transmissão de dados denominado ARE Virtual.2 aplica-se em relação às operações com madeira. (Dec.536/2005) I – na hipótese de o recolhimento do imposto estar previsto para o momento da passagem da mercadoria pela primeira unidade fiscal deste Estado.2 quando a entrada ocorrer no período de 16 a 30 de abril de 1995: até o dia 20 de maio de 1995. quando se tratar de mercadoria conduzida por contribuinte de outra Unidade da Federação.536/2005) II – quando o recolhimento do imposto estiver previsto para momento posterior à passagem da mercadoria pela primeira unidade fiscal deste Estado. a emissão do respectivo DAE deve ser efetuada pelo contribuinte adquirente. 2. 20. mediante registro das Notas Fiscais. da data da emissão da respectiva Nota Fiscal: (Dec. 27. nos demais casos. 19. da data de emissão da respectiva Nota Fiscal. a partir de 01 de maio de 1996: da data da saída da mercadoria do estabelecimento remetente. 15 (quinze) dias. quando se tratar de contribuinte descredenciado. 20. (Dec. no prazo de 08 (oito) dias. conforme § 1º. 27. (Dec.876/91 .3.536/2005) 2. na hipótese do § 1º. até 30 de abril de 1996: da entrada da mercadoria no respectivo estabelecimento.1. 19.536/2005) 2.586/95) 3.2. relativas às mercadorias. 27.2.1 no período de 01 de julho de 1995 a 31 de dezembro de 1997: até o dia 25 do mês subseqüente ao da respectiva entrada. a partir de 01 de dezembro de 2004. (Dec. no período de 01 a 30 de junho de 1995: até o dia 15 de agosto de 1995.827/98) § 2º Não passando a mercadoria por qualquer unidade fiscal. e alterações.586/95) 2. quando se tratar de contribuinte credenciado nos termos de portaria do Secretário da Fazenda.669/95) 4. conforme alínea "a" do mencionado inciso III do § 1º: (Dec. relativamente à entrada de mercadoria neste Estado: (Dec. (Dec. de 29 de março de 1993. na falta desta.827/98) 4. o recolhimento será efetuado sob o código de receita 058-2. (Dec.1. nos prazos a seguir indicados. ou.112/96) b) na repartição fazendária do domicílio do contribuinte.112/96) 1. o recolhimento do imposto deverá ser efetivado: (Dec.112/96) (Dec. contados a partir: (Dec. 18. até o dia 25 do mês subsequente àquele da data da saída da mercadoria ou. 20. 18. na falta desta.2 a partir de 01 de janeiro de 1998: até o último dia útil do mês subseqüente ao da respectiva entrada.2.552. 08 (oito) dias. (2) (Dec.536/2005) a) na repartição fazendária do primeiro município onde ingressar a mercadoria. 27.536/2005) 2. 27. relativamente à entrada neste Estado. 27.

(Dec. 18. o contribuinte deverá comparecer à repartição fazendária do seu domicílio fiscal. (Dec. a ser proferido pela Secretaria da Fazenda. 20.a partir de 01 de janeiro de 1998. no prazo de 8 (oito) dias.876/91 . 27. "b". observando-se o disposto nos subitens 2. (Dec. deduzido o crédito fiscal legalmente destacado no respectivo documento.deverá ocorrer até o último dia do mês subseqüente ao da emissão do respectivo Aviso de Retenção. 18. (Dec. 18.827/98) III . na falta desta. "b". na hipótese do inciso V do "caput".827/98) IV . 18. da data da emissão do mencionado documento fiscal. 20.2.827/98) c) no período de 01 de dezembro de 2000 a 30 de novembro de 2004. 27. da data da emissão da respectiva Nota Fiscal. da data da emissão da respectiva Nota Fiscal. devendo o recolhimento ser efetuado sob o código de receita específico. 2.843/2000) 2. nos termos do inciso XI do "caput": REPUBLICADO DOE 07. no caso de estabelecimento industrial. ou do segundo mês subseqüente. do inciso I. em se tratando de estabelecimento comercial. não ocorrendo a entrega do documento fiscal no prazo estabelecido no item anterior. 18.401/95) II .401/95) a) a aplicação do disposto neste inciso fica condicionada a deferimento.827/98) I . (Dec. quando se tratar de estabelecimento comercial atacadista. 752. 18. 22. na falta desta. o recolhimento do imposto: (Dec. até o termo final do prazo previsto no inciso III.poderá ocorrer até o 15º (décimo quinto) dia do mês subseqüente ao da entrada da mercadoria neste Estado.536/2005) § 3º Para efeito do recolhimento do imposto mencionado no "caput". 20. III.401/95) I . no período de 01 de setembro de 1998 a 30 de novembro de 2000.401/95) § 5º Relativamente à entrada neste Estado das mercadorias a seguir indicadas.827/98) II . na falta desta.atualizado até 30 junho 2011 .3.401/95) b) o contribuinte que tiver seu pedido deferido nos termos deste inciso deverá comunicar à Secretaria da Fazenda qualquer alteração cadastral verificada. na hipótese do inciso V do "caput".1. (Dec.b) no período de 01 de janeiro de 1998 a 30 de novembro de 2000. até o último dia útil do mês àquele da data da saída da mercadoria ou. da data da emissão da respectiva Nota Fiscal. do parágrafo anterior. tomando-se como termo inicial o mês da data da saída da mercadoria ou. desde que a mercadoria se encontre acompanhada de documento fiscal hábil.embalagem de qualquer natureza. até o 20º (vigésimo) dia do mês subseqüente àquele da data da saída da mercadoria ou. 26. (Dec. observando-se: (Dec.843/2000) 1. na falta desta. 22. (Dec. observado o disposto no § 2º: (Dec. será aplicada a alíquota para as operações internas sobre a base de cálculo admitida.536/2005) d) a partir de 01 de dezembro de 2004.produtos componentes da cesta básica. procedentes de outra Unidade da Federação.401/95) c) fica vedado o deferimento previsto na alínea "a" quando o contribuinte tenha sido submetido ao sistema especial de controle e fiscalização previsto no art.04. "b". 4.491/2004 – DECRETO 14. o contribuinte ficará sujeito à penalidade específica prevista na legislação. 18.401/95) § 4º Relativamente às entradas de mercadorias ocorridas até 31 de março de 1995. o imposto será recolhido no prazo previsto no § 1º. para apresentação da respectiva Nota Fiscal. contados a partir da data da saída da mercadoria do estabelecimento remetente ou. (Dec. produtos indicados em portaria do Secretário da Fazenda.madeira. (Dec. 20. para os efeitos desta alínea.2 e 2. 20. se o adquirente estiver credenciado pela Secretaria da Fazenda. (Dec. observando-se: (Dec. (Dec.2004) (Dec. em pedido do contribuinte interessado.

comprovadamente.827/98) I . que não efetuar o pagamento do imposto no prazo ali estabelecido.a) no período de 01 de outubro de 2002 a 31 de março de 2004.DAT da Secretaria da Fazenda.493/96) II . 19. desde que observadas. O disposto no inciso V do "caput" não se aplica quando a mercadoria procedente de outra Unidade da Federação for destinada: (Dec. quando o contribuinte exercer sua atividade há menos de seis meses. mediante requerimento específico. (Dec.EFEITOS A PARTIR DE 16.187/97) 1. a título. a estabelecimentos que tenham a condição de central de distribuição.95) § 8º REVOGADO.EFEITOS A PARTIR DE 16.493/96) b) a aquisição da mercadoria deverá ser efetuada diretamente ao fabricante ou produtor.EFEITOS A PARTIR DE 16. fora do prazo. e 4º. quando o contribuinte tiver lançado a parcela do imposto. 6. as seguintes normas: (Dec. REVOGADO.03.08. 18.666/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2002.000 (seis milhões) e 300. quando o contribuinte tiver pago a parcela do imposto. junto à Diretoria de Administração Tributária .95) § 7º REVOGADO. (Dec.493/96) c) a condição de central de distribuição deverá ser declarada previamente pela Diretoria de Administração Tributária .no período de 01 de dezembro de 1996 a 31 de agosto de 1998.000 (trezentas mil) UFIRs e. até 31 de julho de 1997.000 (duzentas mil) UFIRs. sem que tenha efetuado o recolhimento da multa prevista no inciso XIV.III.aplicação das penalidades capituladas nos seguintes dispositivos do art.2004) (Dec.000 (quatro milhões) e 200. 18. 20. a dispensa da antecipação do recolhimento do imposto de que trata o referido inciso V do “caput”. por solicitação da parte interessada. mas não houver efetuado o seu recolhimento. § 10. (Dec. respectivamente. (Dec. espontaneamente. (Dec. 745. 26.95) § 9º O contribuinte.até 31. (Dec. 19.401/95 . 18. 20.03. (Dec. 19. no semestre imediatamente anterior à data do pedido de que trata a alínea anterior.491/2004 – REPUBLICADO DOE 07. b) inciso XIX.09. observando-se: (Dec.401/95 .03. a partir de 01 de agosto de 1997.827/98) a) obtenham.03. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . 24.000.401/95 . "b".401/95) I . 20.04.04.EFEITOS A PARTIR DE 16. 18. quando procedente do Sul e Sudeste. enquadrado na norma dos §§ 1º.2002) a) considera-se central de distribuição o estabelecimento que promova operações de saída de mercadoria exclusivamente para estabelecimento da mesma pessoa jurídica ou de empresas coligadas. salvo a hipótese de transferência. cumulativamente. 26.2004) b) a partir de 01 de abril de 2004.401/95 .conforme a hipótese: a) inciso XV.perda do regime de recolhimento ali previsto.95) §11. fica sujeito a: (Dec. 19.493/96) DECRETO 14.493/96) b) atinjam. II . (Dec. independentemente da procedência. de média mensal mínima de faturamento e de recolhimento do imposto.DAT da Secretaria da Fazenda. REPUBLICADO DOE 07.876/91 . a estabelecimentos que preencham as seguintes condições: (Dec. 19. 18. 4.491/2004 – § 6º REVOGADO. será considerada a média mensal mínima no trimestre imediatamente anterior à mencionada data do pedido.000. (Dec.

na condição de central de distribuição. o contribuinte obriga-se ao pagamento da diferença de alíquota. na entrada de mercadoria neste Estado.112/96) a) em momento posterior à passagem da mercadoria pela primeira unidade fiscal deste Estado. em razão do valor efetivamente cobrado na operação subseqüente. serão observadas as seguintes normas: (Dec. quando sujeita a sistema especial de tributação. relativamente ao recolhimento do imposto efetuado pelo adquirente. quando esta for signatária de acordo que prevê a respectiva substituição tributária. as demais normas previstas neste inciso. como tal definida no art. total ou complementar. (Dec. o imposto antecipado será calculado observando-se esta redução. 19.843/2000) § 12. nesta hipótese.493/96) III – no período de 01 de setembro de 1998 a 31 de dezembro de 2000.08. 21. procedente de outra Unidade da Federação.o recolhimento.112/96) III .a autoridade fazendária que cobrar a antecipação do imposto. 19.o recolhimento deverá ser efetuado nos seguintes prazos. 18. a estabelecimento beneficiário do Programa de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco – PRODEPE. conforme o caso. (Dec. se o referido imposto houver sido calculado a menor ou não estiver destacado na respectiva Nota Fiscal. relativamente às aquisições realizadas no período anterior ao mencionado despacho.876/91 . a estabelecimentos de pessoa jurídica que preencham as condições estabelecidas em portaria do Secretário da Fazenda. quando este não for devido na fase seguinte da circulação da mercadoria ou da prestação de serviço.843/2000) IV – a partir de 01 de agosto de 2000. deverá notificar o referido contribuinte-substituto. A partir de 01 de abril de 1995. considerando ser a responsabilidade deste do contribuinte-substituto localizado na Unidade da Federação de origem. (Dec. de 27 de dezembro de 1999. Não se procederá à antecipação do imposto. será efetuado pelo adquirente localizado neste Estado. (Dec.401/95) § 13. se preenchida a condição prevista na alínea anterior.493/96) 1. o contribuinte poderá continuar gozando do benefício. independentemente de prazo específico estabelecido para a hipótese: (Dec. 11 do Decreto nº 21. 19. 19. exceto nos casos específicos em que a legislação dispuser de forma contrária. (Dec. 19. 22. 19.735/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. observadas as demais normas do mencionado inciso. com os acréscimos legais cabíveis. III. o seguinte: (Dec. § 14. (Dec. até o dia 10 (dez) do primeiro mês do semestre subseqüente ao último mês da concessão anterior.959. III.493/96) c) renovem o pedido. emitida pelo remetente. A aplicação do disposto nos §§ 1º. (Dec.615/99 – EM VIGOR A PARTIR DE 01. Quando a base de cálculo do imposto da operação ou da prestação sujeita à antecipação tributária for reduzida. no que couber. isoladamente ou em conjunto.atualizado até 30 junho 2011 .112/96) II .112/96) DECRETO 14. § 15.2000) V – a partir de 01 de janeiro de 2001. 19. 19.10. ocorrendo despacho denegatório do pedido. “b”: (Dec. na hipótese do item anterior. observando-se. (Dec. (Dec. nas condições ali estabelecidas. serão adotadas. a estabelecimentos de pessoa jurídica que.2. para obtenção da dispensa de que trata a alínea “a”.493/96) 2. com antecipação do imposto por substituição. independentemente do despacho concessivo relativo à renovação. atinjam média aritmética mensal correspondente àquelas previstas na alínea "b" do inciso anterior. 22. e 4º não exime o contribuinte de recolher a diferença do imposto porventura devida. conforme previsto no § 1º.99) I . 22.

112/96) § 16. bolachas e bolos. como crédito fiscal. e ainda o valor resultante da aplicação dos seguintes percentuais sobre o montante das mencionadas parcelas: (Dec.775/2000) § 19. o adquirente deverá proceder à notificação de que trata o inciso II. (Dec. e ainda o valor resultante da aplicação do percentual de 20% (vinte por cento) sobre o montante das mencionadas parcelas. (Dec. (Dec.1.DAT da Secretaria da Fazenda (Lei nº 11.112/96) (Dec. aquele estabelecido em pauta fixada em instrução normativa da Diretoria de Administração Tributária . deduzindo-se. 19.atualizado até 30 junho 2011 . 21. deduzindo-se do resultado o crédito do imposto conforme constante da respectiva Nota Fiscal de aquisição.237/2001) I . “a”.a base de cálculo do imposto será o preço praticado pelo remetente acrescido do valor do IPI. (Dec. Na hipótese do inciso IX do "caput". quando incidente. 23.876/91 . 21. relativamente à entrada de mercadoria neste Estado. no período de 01 de abril de 1995 a 30 de abril de 1996. quando o total for inferior. 3. (Dec. 19.99) § 18. quando se tratar de combustíveis e lubrificantes. do frete e demais despesas acessórias debitadas ao adquirente. 19. quando o contribuinte estiver credenciado pela Secretaria da Fazenda para recolhimento do respectivo ICMS em prazo cujo termo final seja 31 de outubro de 2000.112/96) 1. III. nos demais casos. no período de 01 de abril a 03 de setembro de 1995. nos termos da legislação vigente. (Dec. de 20 de dezembro de 1996). a partir de 01 de maio de 1996.615/99 – EM VIGOR A PARTIR DE 01.massas alimentícias. 22. quando se tratar de combustíveis e lubrificantes.99) b) por ocasião da passagem de mercadoria pela primeira unidade fiscal deste Estado.a antecipação ali prevista refere-se apenas à saída subseqüente promovida pelo adquirente. (Dec. 21. observar-se-á: (Dec.237/2001) II .08.biscoitos. O valor do ICMS antecipado nos termos do parágrafo anterior será determinado pela aplicação da alíquota interna sobre o valor total obtido. prevalecendo. nos termos do § 1º. nas demais hipóteses. quando incidente.112/96) 2.237/2001) b) 40% (quarenta por cento) .inexistindo unidade fiscal.313/99 – EFEITOS NO PERÍODO DE 01. (Dec. quando não incluídas no referido preço. que tenha ocorrido no período de 01 a 30 de setembro de 2000.491/2004 – REPUBLICADO DOE 07.05. a partir de 01 de agosto de 1999.112/96) 2. (Dec.04. 23. 23. III.03 A 31. esteja o remetente localizado em Unidade da Federação que tenha denunciado o convênio ICMS disciplinador da respectiva substituição tributária. quando. 26.112/96) IV . o valor do ICMS normal constante na Nota Fiscal de aquisição. o mencionado termo final fica prorrogado para 10 de novembro de 2000.o imposto antecipado será calculado aplicando-se a alíquota prevista para as operações internas com o produto sobre o valor obtido na forma do inciso anterior. 23.2004) III . 23. (Dec. no prazo de 15 (quinze) dias contados da entrada da mercadoria neste Estado. 19. do frete e demais despesas acessórias debitadas ao adquirente.03 A 31. Relativamente ao inciso X do "caput". sendo o destinatário central de distribuição. quando não incluídas no referido preço.408. Na hipótese do § 1º.237/2001) DECRETO 14. 3: (Dec. 19. nos termos do § 2º. 19.99) § 17. a partir de 04 de setembro de 1995. a base de cálculo do imposto será o preço praticado pelo remetente acrescido do valor do IPI.237/2001) a) 30% (trinta por cento) .313/99 – EFEITOS NO PERÍODO DE 01. (Dec. procedente de outra Unidade da Federação.05. (Dec.

III. 2004) III . do valor correspondente ao imposto referido no inciso II ainda não recolhido.237/2001) a) quando o estabelecimento destinatário for fabricante do produto. sob a condição de que o recolhimento venha a ser efetuado no prazo legal. 23. antecipadamente. do § 2º.536/2005) § 21.237/2001) V .237/2001) b) quando se tratar de transferência entre estabelecimentos.a base de cálculo do imposto será o preço praticado pelo remetente acrescido do valor do IPI. 26. quando o contribuinte for considerado credenciado. e ainda o valor resultante da aplicação do percentual de 30% (trinta por cento) sobre o montante das mencionadas parcelas ou o valor estabelecido em pauta fiscal. 26. do frete e demais despesas acessórias debitadas ao adquirente. 02.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DEC.IV .349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. Santa Maria da Boa Vista e Terra Nova. 4. 2004) IV – o recolhimento do ICMS antecipado será efetuado: 01.2004) c) no retorno ao estabelecimento remetente. "b".a antecipação ali mencionada não se aplica: (Dec. devendo o referido crédito ser lançado na coluna "Contribuinte Substituído . 27.491/2004 – REPUBLICADO DOE 07.2. Orocó. 02. em razão do valor apurado relativamente à respectiva operação subseqüente. 26. (Dec. nos termos do § 1º.2004) II . 2004) b) até o último dia útil do mês subseqüente ao da respectiva entrada da mercadoria. que compõem a Microrregião de Petrolina. do livro Registro de Entradas. (Dec.237/2001) d) quando a mercadoria destinar-se a industrialização.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.05. Relativamente ao inciso XII do "caput". II. III. (Dec. nos termos do § 1º. (Dec. sob a condição de que o recolhimento venha a ser efetuado no prazo legal. a partir de 01 de maio de 2004. 23. não exime o contribuinte de recolher a diferença do imposto efetivamente devido. 23. 26. 23.04.o contribuinte poderá creditar-se.349/2004 – EFEITOS A PARTIR I .o recolhimento do ICMS antecipado. Lagoa Grande. (Dec. 01.o contribuinte poderá creditar-se. exceto varejistas. deduzindo-se do resultado o crédito do imposto conforme constante da respectiva Nota Fiscal de aquisição. 26.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE a) por ocasião da passagem da mercadoria pela primeira unidade fiscal deste Estado. (Dec. nos termos do inciso anterior. (Dec. 26. a partir de 01 de dezembro de 2004. 2004) (Dec.ICMS na Fonte". A partir de 01 de junho de 2002. 02. quando não incluídas no referido preço. deverá ocorrer até o último dia do segundo mês subseqüente ao da entrada da mercadoria no Estado. "a". Cabrobó. observado DECRETO 14. observar-se-á: DE 01. 02. do livro Registro de Entradas.876/91 . 02.237/2001) VII .2004) (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . VII. prevalecendo o que for maior. do valor correspondente ao imposto referido no inciso anterior ainda não recolhido. antecipadamente. quando incidente. Dormentes.237/2001) VI . na hipótese do inciso V do "caput". (Dec.710/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.o imposto antecipado será calculado aplicando-se a alíquota prevista para as operações internas com o produto sobre o valor estabelecido no inciso I. (Dec. o disposto no § 21. (Dec.o recolhimento do ICMS antecipado será efetuado nos termos do inciso IV do § 21. (Dec. III. nos termos § 1º. § 20. integrante da Mesorregião do São Francisco Pernambucano e for credenciado pela Secretaria da Fazenda. e.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 2004) (Dec. 23. hipótese em que se observará. 23. devendo o referido crédito ser lançado na coluna "Contribuinte Substituído – ICMS na Fonte". 26. o recolhimento do imposto. 26. quando o adquirente estiver localizado nos Municípios de Afrânio. Petrolina. 02.

536/2005) 3.710/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. até o 20º (vigésimo) dia do mês subseqüente àquele da data da saída da mercadoria ou.a antecipação ali mencionada não se aplica: 2004) (Dec.2.1. da data da emissão da respectiva Nota Fiscal. sob o código de receita 058-2.2. 27.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. observando-se o seguinte quanto à emissão do respectivo DAE: (Dec. 2004) 3. 26. mediante registro das Notas Fiscais. (Dec. 26. 02. quando se tratar de contribuinte credenciado nos termos de portaria do Secretário da Fazenda.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 27.2. quanto à emissão do respectivo DAE. 27. na hipótese de o recolhimento do imposto estar previsto para o momento da passagem da mercadoria pela primeira unidade fiscal deste Estado.2.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 2004) VI . 26. na hipótese de o recolhimento do imposto estar previsto para momento posterior ao da passagem da mercadoria pela primeira unidade fiscal deste Estado: (Dec. 2004) (Dec. (Dec. até o último dia útil do mês subseqüente àquele da data da saída da mercadoria ou. conforme previsto na alínea "a": na repartição fazendária do domicílio do contribuinte. (Dec. 27. da data da emissão da respectiva Nota Fiscal.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. a partir de 01 de dezembro de 2004. 02.536/2005) (Dec. 26.536/2005) 2. 26. hipótese em que será observado o disposto no inciso VII. quando se tratar de contribuinte descredenciado. em razão do valor apurado relativamente à respectiva operação subseqüente.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 26. 02. ou.876/91 .2. quando se tratar de mercadoria sem destinatário certo. e 3. exceto varejistas. no prazo de 08 (oito) dias.536/2005) 3.o recolhimento do ICMS antecipado não exime o contribuinte de recolher a diferença do imposto efetivamente devido.2004) c) no retorno ao estabelecimento remetente. conduzida por contribuinte de outra Unidade da Federação: na repartição fazendária do primeiro Município onde ingressar a mercadoria. observado o uso do código de receita 058-2 e o disposto nos subitens 3.2.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 27. no sistema eletrônico de transmissão de dados denominado ARE Virtual. (Dec.2. na hipótese prevista no item 1. (Dec. 27. 27.2. na falta desta. 27. na falta desta. c) não passando a mercadoria por qualquer unidade fiscal deste Estado: EFEITOS A PARTIR DE 01.536/2005) 3.05. contados a partir da data da saída da mercadoria ou.1. deve ser efetuada pelo contribuinte adquirente. na falta desta. V . da data da emissão da respectiva Nota Fiscal. contados a partir da data de saída da mercadoria do estabelecimento remetente.349/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. da data da emissão da respectiva Nota Fiscal: (Dec. 2004) b) quando se tratar de transferência entre estabelecimentos. 02.1. no período de 01 de fevereiro de 2004 a 30 de novembro de 2004. 15 (quinze) dias.2. 02. 26. antes da respectiva entrada da mercadoria no estabelecimento adquirente. relativas às mercadorias. a) quando o estabelecimento destinatário for fabricante do produto. 2004) VII – na hipótese de transferência entre estabelecimentos varejistas: (Dec. 2004) (Dec.o disposto em portaria do Secretário da Fazenda. (Dec.2. deve ocorrer nos prazos a seguir indicados.2.536/2005) 3.536/2005) DECRETO 14.536/2005) 3.1.536/2005) 3.349/2004 – 1. 02. 02. 26. 08 (oito) dias. (Dec. na falta desta. 27.2.

a base de cálculo do imposto será o preço praticado pelo remetente acrescido do valor do IPI.o disposto nos incisos II a V. (Dec.536/2005) 2. no sistema eletrônico de transmissão de dados denominado ARE Virtual. sob o código de receita 058-2. incluindo-se os acréscimos legais. pelo contribuinte adquirente.1. 27.atualizado até 30 junho 2011 . 27.536/2005) 2. relativamente à emissão do DAE. relativas às mercadorias. 55.2004) (Dec. indicando-se.2.2004) (Dec. DECRETO 14. (Dec.491/2004 – REPUBLICADO DOE I . DE 01.2. o número da respectiva Nota Fiscal de aquisição da mercadoria. do frete e demais despesas acessórias debitadas ao adquirente. os valores referentes à diferença devida ao Estado ou decorrentes do recolhimento intempestivo à conta única do Estado.536/2005) 2.536/2005) 2. quando se tratar de contribuinte credenciado nos termos de portaria do Secretário da Fazenda.710/2004 – EFEITOS A PARTIR Art.536/2005) 2. 15 (quinze) dias. quando se tratar de contribuinte descredenciado. mediante registro das Notas Fiscais. o cálculo do imposto a ser recolhido sob o código de receita 109-0. § 3º O recolhimento efetuado nos termos do parágrafo anterior será convalidado na hipótese de a pessoa física ou jurídica recebedora recolher ao Estado o respectivo valor. (Dec.2. quando incidente. será realizada: (Dec. o imposto será recolhido. pela Secretaria da Fazenda. contados da data da saída da mercadoria ou. (Dec. (Dec. (Dec. 26. da data da emissão da respectiva Nota Fiscal: (Dec. 08 (oito) dias. nos prazos a seguir indicados. VI. § 2º O disposto no "caput" não se aplica na hipótese de o recolhimento ser efetuado a pessoa física ou jurídica que não tenha sido autorizada ou credenciada nos termos de decreto do Poder Executivo.536/2005) § 22. "a" e "c".536/2005) 1.a) no período de 01 de maio de 2004 a 30 de novembro de 2004. "a". observar-se-á: 07. 27.876/91 .536/2005) 1. § 1º O disposto no "caput" não se aplica em relação às diferenças que vierem a ser apuradas e às penalidades cabíveis. 27. Relativamente ao inciso XI do "caput". 26. no campo "Observações".04. a partir da data do respectivo recolhimento.491/2004 – REPUBLICADO DOE 07. § 4º Na hipótese do parágrafo anterior. (Dec. serão de responsabilidade do contribuinte adquirente: (Dec. 26.05. na falta desta.2004) II .2. III. 27. 27. nas hipóteses previstas no § 1º. e VII do § 21.536/2005) 2. 27. 27.1. O recolhimento irregular do imposto não implicará em novo pagamento. por ocasião da passagem da mercadoria por qualquer unidade fiscal deste Estado. 27.04. quando não incluídas no referido preço. a emissão do Documento de Arrecadação Estadual – DAE. conforme previsto no inciso IV. serão de responsabilidade do sujeito passivo. 27.536/2005) b) a partir de 01 de dezembro de 2004: (Dec.

o fornecedor de alimentação.527/96) XI . (Dec. (Dec.876/91 .a cooperativa. 19. lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados do petróleo. 56.a sociedade civil de fim econômico. (Dec.350/2003) I .527/96) X . 25.527/96) IV . 19.527/96) II . (Dec.o importador.a sociedade civil de fim não-econômico que explore estabelecimento de extração de substância mineral ou fóssil. 19. de comunicação e de energia elétrica. 19. (Dec. que envolvam fornecimento de mercadoria.527/96) VII . mesmo sem habitualidade ou intuito comercial (NR Lei nº 12. operações relativas à circulação de mercadoria ou prestações de serviço de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. bem DECRETO 14. 19.527/96) III . o arrematante ou o adquirente. bebida e outras mercadorias em restaurantes. (Dec. que realize. o produtor. quando a mercadoria importada se destine ao uso ou consumo ou ativo permanente do respectivo estabelecimento.o fornecedor de serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios. 19. inclusive.adquira em licitação pública mercadoria.527/96) XII . em outra Unidade da Federação. Contribuinte é qualquer pessoa.335.527/96) VI . (Dec.527/96) III . 19. industrial ou que comercialize mercadoria que para esse fim adquirir ou produzir. com habitualidade ou em volume que caracterize intuito comercial. que envolvam fornecimento de mercadoria ressalvada em lei complementar.adquira.seja destinatária de serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior. (Dec. 19.01.CAPÍTULO X Do Sujeito Passivo SEÇÃO I Do Contribuinte Art.527/96) § 1º Incluem-se entre os contribuintes do imposto: (Dec. (Dec. 19.atualizado até 30 junho 2011 . de produção agropecuária. (Dec. as entidades da administração indireta e as fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público que vendam mercadoria que para esse fim adquirirem ou produzirem.a concessionária ou permissionária de serviço público de transporte. física ou jurídica. 19.527/96) II . (Dec. o industrial e o comerciante de mercadoria. bares. 19. (Dec. 19.527/96) V . ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior. em se tratando de pessoa física ou jurídica titular de estabelecimento. (Dec. cafés. inclusive importada do exterior.importe mercadorias do exterior para qualquer finalidade.os órgãos da Administração Pública. apreendida ou abandonada. adquirir bens ou serviços em operações interestaduais. de 23. na condição de consumidor final.527/96) IV . 19.527/96) IX .527/96) § 2º É também contribuinte a pessoa física ou jurídica que.o prestador de serviço de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. quando não destinados à comercialização ou industrialização.o prestador de serviços compreendidos na competência tributária dos Municípios. 19.527/96) VIII .a instituição financeira e a seguradora. (Dec. 19. lanchonetes e em qualquer outro estabelecimento. 19. (Dec.2003): (Dec.qualquer pessoa indicada nos incisos anteriores que.527/96) I . (Dec. 19.

a cooperativa de indústrias do açúcar e do álcool.846. quando obrigado a emiti-la. Considera-se contribuinte autônomo cada estabelecimento. Equipara-se a estabelecimento autônomo o veículo utilizado no comércio ambulante. industrial.180/2001) (17) Art. produtor ou prestador de serviço de transporte e de comunicação. nas hipóteses legalmente previstas. nas operações ou prestações com diferimento do imposto. 57. c) transportada com documento fiscal inidôneo. Decreto nº 14. 23. sem documento fiscal próprio ou com documento fiscal inidôneo. em relação à saída de mercadoria efetuada a contribuinte inscrito no CACEPE no regime fonte ou como microempresa. III . energia elétrica nas mesmas condições (NR Lei nº 11. Parágrafo único. através da cooperativa. V . IV . em relação à cana-de-açúcar e seus derivados. Considera-se responsável pelo imposto.o transportador.o leiloeiro. exceto as importadas ou apreendidas. saída ou transmissão de propriedade de mercadoria de terceiros.atualizado até 30 junho 2011 . a qualquer título. com relação à saída de mercadoria de terceiros. IX . quando as saídas destes forem realizadas.2000). ou com documento fiscal inidôneo. II . pelas indústrias cooperadas.o armazém-geral.o contribuinte destinatário. b) entrada. considerado contribuinte. 58. em relação ao imposto devido pelas operações subseqüentes com a mesma mercadoria. ainda que pertencentes ao mesmo titular. na saída de mercadoria decorrente de arrematação judicial. VII .como. ou o detentor de mercadoria recebida desacompanhada de documento fiscal próprio ou com documento fiscal inidôneo. VIII .o arrematante. a partir de 01 de agosto de 2000.o contribuinte que promover a saída de mercadoria sem documentação fiscal própria. este quando obrigado a manter escrita fiscal. e) proveniente de outra Unidade da Federação para entrega a destinatário incerto deste Estado.876/91 DECRETO 14.o possuidor. b) entregue a destinatário diverso do indicado no documento fiscal. industrial ou produtor. (Dec. salvo nas hipóteses admitidas pela legislação tributária. relativamente a: a) saída ou transmissão de propriedade de mercadoria depositada por contribuinte de outra Unidade da Federação. de 22. SEÇÃO II Do Responsável Art. permanente ou temporário. ou na aquisição de mercadoria ou de serviço prestado por contribuinte não-inscrito no CACEPE. alienadas em leilão. d) negociada no Estado durante o transporte. comercial. na qualidade de contribuinte-substituto: I . VI .o comerciante.09.876/91 . em relação à mercadoria: a) transportada sem documento fiscal próprio.

983/94) REVOGADO (Dec. neste caso se localizado em outra Unidade da Federação (Convênio ICMS 112/93). 17.relativamente a cigarro. (Dec.876/91 DECRETO 14. relativamente ao ICMS incidente desde a geração ou importação até a última etapa destinada ao consumo final. (Dec.X . a transmissão e sua respectiva conexão. chope. aí incluídas a conversão. c) o depositário a qualquer título.10. nas operações ou prestações interestaduais. outros produtos derivados do fumo e papel para cigarro: (Dec.989/94) REVOGADO o inciso XI do artigo 58.989/94) b) a partir de 01 de novembro de 1994. fumo desfiado ou picado e papel para cigarro. na saída de mercadoria ou bem depositado por empresa ou pessoa de outra Unidade da Federação.2009) b) a partir de 01 de novembro de 1994. inclusive nas destinadas ao Município de Manaus e Áreas de Livre Comércio.02.959/2009 – EFEITOS A PARTIR DE 01. ainda que destinada a outra Unidade da Federação.612/2010) XVI . que operem com cigarro.983/94) REVOGADO (Dec.no transporte da carga efetuado por contribuinte não-inscrito no cadastro de contribuinte dos Estados: a) a empresa transportadora. Decreto nº 14.02. até 31 de agosto de 2010.a empresa de comunicação.32. quando promover a saída para qualquer destinatário. 17. suas filiais ou agentes depositários. farinha de trigo. b) o remetente da mercadoria.o contribuinte indicado em acordo celebrado. localizado neste Estado ou em outra Unidade da Federação.02.2009) a) até 31 de outubro de 1994. nas operações internas e interestaduais.959/2009 – EFEITOS A PARTIR DE 01. inclusive para consumidor. XIII .2009 XI . através do Decreto nº 32. (Dec.32. XIV .Sistema Harmonizado NBM/SH. e homologado conforme dispuser legislação específica.959/2009 – EFEITOS A PARTIR DE 01. XV – a empresa que fornecer energia elétrica a consumidor final. derivados ou não do petróleo. em relação aos serviços por ela cobrados e prestados pelos seus postos de serviços ou por terceiros.989/94) a) até 31 de outubro de 1994.983/94) REVOGADO (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . 17. classificados na posição 2402 e no código 2403. cerveja. extrato. situada neste Estado ou em outra Unidade da Federação: (Dec. (Dec. 17.959/2009 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 36.0100 da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias . (Dec. o estabelecimento industrial. 17. deste Estado.32.02. entre os Estados e o Distrito Federal interessados. quando esta efetuar a subcontratação. com cigarro e outros produtos derivados do fumo.o estabelecimento industrial ou revendedor em relação à saída de cimento. o estabelecimento industrial fabricante e o estabelecimento importador. refrigerante. a distribuição e sua respectiva conexão. concentrado ou xarope destinado ao preparo de refrigerante. 17.2009) XII .a empresa distribuidora de combustíveis e lubrificantes. a comercialização e. relativamente à retenção e recolhimento do ICMS devido nas operações subseqüentes (Convênio ICMS 37/94). quando promover a saída para revendedor varejista.876/91 .

a partir de 1º de novembro de 2010. desde que solicite e obtenha da Diretoria de Administração Tributária . observado o disposto no § 19 e o seguinte: (Dec. 21. XXIII . (Dec. iniciar prestação de serviço de transporte neste Estado.001/2010) b) o depositário da mercadoria a qualquer título. quando a empresa de transporte subcontratada não for inscrita no CACEPE. empresa de transporte de outra Unidade da Federação. independentemente de o frete ocorrer na modalidade CIF ou FOB. 36. 416.001/2010) 1. micro empreendedor individual. 36.876/91 .001/2010) XXII .XVII . 3.EFEITOS A PARTIR DE 01.o Agente de Navegação Marítima ou qualquer outra pessoa responsável pela contratação do serviço de transporte.99) a) a partir de 01 de julho de 1993. relativamente às subcontratações. b) o tomador seja inscrito no CACEPE. (Dec. independentemente de o frete ocorrer na modalidade CIF ou FOB.01. cumulativamente: a) o tomador e o prestador do serviço situem-se neste Estado. XVIII . não inscritos no CACEPE. quando inscrito no CACEPE sob o regime normal.249/98 . XXI – na hipótese de empresa de transporte ou transportador autônomo de outra Unidade da Federação. microempresa.674/99) c) a partir de 01 de setembro de 1999. (Dec. quando contribuinte do imposto. 36.001/2010) 1. os seguintes (Convênios ICMS 25/90 e 132/2010): (Dec. 36. 64. promovidas por estabelecimento industrial ou cooperativa.01. 36. micro empreendedor individual.o estabelecimento principal na hipótese do art. microempresa. 21. até 31 de outubro de 2010. 21. exceto se: (Dec. quando o serviço for contratado de transportador autônomo ou. relativamente ao transporte interestadual rodoviário de cargas: (Dec. 36. relativamente às saídas de açúcar e demais produtos derivados da cana-de-açúcar a ele destinados. na hipótese de o frete ocorrer na modalidade CIF. na prestação interna.atualizado até 30 junho 2011 .o tomador do serviço de comunicação. 21.DAT da Secretaria da Fazenda credenciamento para efetuar o Decreto nº 14. b) no período de 01 de janeiro de 1999 a 31 de agosto de 1999.876/91 DECRETO 14.331/2009) 2. c) o destinatário da mercadoria. (Dec. 36. na saída da mercadoria ou bem depositado por pessoa física ou jurídica. a partir de 1º de novembro de 2010. 36.001/2010) (Dec. produtor rural.001/2010) 2. 33. exceto se: (Dec.o remetente da mercadoria. a partir de 15 de abril de 2009. relativamente à modalidade FOB. exceto no transporte intermodal.001/2010) 2. § 6°.249/98 .99) (Dec. (Dec. (Dec.EFEITOS A PARTIR DE 01. produtor rural. c) o prestador do serviço não seja inscrito no CACEPE. para fim de exportação.674/99) 1. até 31 de outubro de 2010.o transportador inscrito no CACEPE.36. XX .001/2010) 3.001/2010) a) o alienante ou o remetente da mercadoria. desde que. (Dec. XIX . quando contribuinte do imposto.o órgão competente referido no art.

na saída que promover. autorização da Unidade da Federação em que se encontra estabelecido o requerente para fiscalização do mesmo pela Secretaria da Fazenda deste Estado.000. o estabelecimento remetente deve comprovar que nos 12 (doze) meses imediatamente anteriores ao da protocolização do pedido de credenciamento. inscrição no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco . 36.674/99) d) no período de 01 de fevereiro de 2003 a 30 de junho de 2004. bem como estar regular relativamente a débitos fiscais .terceiros cujos atos ou omissões concorrerem para o não-recolhimento do imposto e acréscimos devidos pelo contribuinte ou responsável. (Dec.00 (seis milhões de reais). 28.26. 34. 21. (Dec.11.2000) a) o remetente deverá solicitar autorização à Gerência Geral de Planejamento e Controle da Ação Fiscal .451/2009) 1. para utilização do crédito presumido previsto no art. quando se tratar de estabelecimento industrial ou produtor de gipsita. 22.2005) Decreto nº 14. (Dec.07. (Dec. (Dec.2005) 1.2000) 2. de que trata o § 28. 22. o serviço de transporte deve ocorrer na modalidade .CIF.atualizado até 30 junho 2011 . 22. EFEITOS A PARTIR DE 01. o remetente. desde que sejam observadas. não se aplicando o disposto no § 25. (Dec.876/91 . 34.CIF. mediante despacho da GPC.876/91 DECRETO 14. efetuou operações de saída interestadual em montante superior a R$ 6.2004) e) a partir de 01 de julho de 2008. na hipótese de o serviço de transporte ocorrer na modalidade .722/2000 – 3. independentemente de o frete ocorrer na modalidade CIF ou FOB. além das normas específicas dele decorrentes. observados os requisitos estabelecidos nos itens 1 a 4 da alínea "b" do inciso I do § 19.GPC da Secretaria da Fazenda.451/2009) 2.08. 26301/99 e 2692-1/00 da Classificação Nacional de Atividades Econômico-Fiscais . (Dec.722/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01.08. de medicamentos e outras mercadorias relacionados no Convênio ICMS 76/94.000. e ser contratado de transportador autônomo ou empresa de transporte de outra Unidade da Federação. 22.recolhimento do imposto na qualidade de contribuinte-substituto. gesso e seus derivados. 19. não se aplicando o disposto no § 25 e observando-se o seguinte: (Dec. gesso e seus derivados.11. 34.527/96) XXV .722/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 34.247/2005 –EFEITOS A PARTIR DE 01. nos termos portaria da Secretaria da Fazenda.CNAEFiscal. quando se tratar de estabelecimento industrial ou produtor de gipsita. quando o referido remetente estiver localizado em Unidade da Federação que tenha denunciado o mencionado Convênio. que somente a concederá mediante o preenchimento das seguintes condições: (Dec.11.CACEPE na condição de contribuinte-substituto localizado em outra Unidade da Federação. regularidade quanto a obrigação tributária principal e acessórias.11.451/2009) f) a partir de 01 de janeiro de 2010. 28.722/2000 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.451/2009) XXIV . XXXIV.247/2005 –EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. quando comprovada a inobservância de qualquer das condições para o seu deferimento.a partir de 01 de novembro de 2000. e o serviço for contratado de transportador autônomo. com destino a este Estado. o seguinte procedimento: (Dec.2000) b) a autorização de que trata a alínea anterior deve ser cancelada de ofício.853/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. quando se tratar de contribuinte inscrito no CACEPE sob os códigos de atividade econômica 1410-9/05.2000) (Dec. e o citado estabelecimento estiver credenciado..

2005) XXVI – a partir de 01. 27.876/91 . 27. na saída que o mencionado contribuinte promover.275/2007) a) a base de cálculo é o preço do serviço resultante do volume de transmissão originada neste Estado. 27.876/91 DECRETO 14. 35.CEF. deverá ser informado à CEF. 27. relativamente à mercadoria ou bem importados. Decreto nº 14. relativamente à conexão e ao uso dos sistemas de transmissão na entrada de energia elétrica no seu estabelecimento. (Dec.673/2009) XXX – a partir de 01 de setembro de 2010.2002. atacadista ou importador localizado em outra Unidade da Federação. o montante das prestações de serviço de comunicação. relativamente ao imposto antecipado previsto em portaria do Secretário da Fazenda.314/2004) c) o crédito fiscal. (Dec.08.04. 24. mediante emissão de Nota Fiscal. nos termos da legislação vigente. relativamente à prestação de serviço de comunicação realizada por contribuinte para a mencionada CEF e referente às transações para captação de jogos lotéricos. para ser deduzido do valor do ICMS a ser retido. até o 10º (décimo) dia após o recolhimento do imposto. a responsabilidade pelo recolhimento do imposto que tenha deixado de ser retido caberá àquele definido nos termos da legislação específica relativa à substituição tributária.314/2004) b) sobre a base de cálculo definida na alínea "a".no período de 01 de janeiro de 2005 a 31 de dezembro de 2006.c) na hipótese da alínea "b". 25. conforme o caso. o remetente. 27. pelo contribuinte. 30. (Dec. (Dec. 28. de autopeças. a Caixa Econômica Federal .612/2010) § 1º A responsabilidade tributária de que trata este artigo poderá ser em relação às entradas ou às saídas de mercadoria. pelo importador. (Dec. se for o caso. (Dec.a partir de 19 de dezembro de 2002.612/2003) XXVIII . bem como o respectivo valor do imposto retido e do correspondente crédito deduzido. artigos de armarinho. (Dec. o consumidor de energia elétrica conectado à rede básica. mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais . o contribuinte industrial.247/2005 –EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. por ele entregues sem a prévia apresentação. do comprovante de recolhimento do ICMS ou do comprovante de exoneração do imposto.314/2004) XXIX – a partir de 01 de julho de 2009.314/2004) e) o recolhimento do ICMS retido deverá ser efetivado em favor deste Estado até o 9º (nono) dia do mês subseqüente ao da ocorrência dos fatos geradores. com destino a este Estado. o depositário estabelecido em recinto alfandegado. (Dec.314/2004) f) a CEF informará à unidade da Secretaria da Fazenda responsável pelo planejamento e controle da ação fiscal. em relação às saídas subsequentes àquela promovida a contribuinte não-inscrito no CACEPE. será aplicada a alíquota interna vigente para os respectivos serviços.atualizado até 30 junho 2011 . confecções em geral e tecidos. observado o disposto no § 27. observando-se (Convênios ICMS 69/2004 e 140/2006): (Dec. mediante termo de acordo firmado com a Secretaria da Fazenda de Pernambuco. para efeito de compensação. 33.173/2002) XXVII . observando-se o disposto no § 29 (Convênio ICMS 117/04). 27. efetuadas no mês anterior. (Dec. e dos outros documentos exigidos pela legislação (Convênio ICMS 143/2002). (Dec.GNRE. previstas neste inciso. efetuação de recebimento e pagamento de contas e outras transações que utilizem o canal lotérico.314/2004) d) a dedução do crédito fiscal indicado na alínea "c" deverá ser rateada na proporção do valor da base de cálculo do ICMS referente a cada Unidade da Federação.

IV . antes de iniciada a saída. § 9º O disposto no inciso XIV do "caput" aplica-se. inclusive. o proprietário. Decreto nº 14. se for o caso. adquirente da mercadoria.identificação do responsável pelo pagamento do imposto. e) o local do início e do final da prestação do serviço.876/91 . além dos requisitos exigidos. ou um outro elemento identificador. a empresa de transporte. desde que. ainda que no verso: a) o nome da empresa transportadora contratante do serviço.876/91 DECRETO 14. quando o respectivo destaque for exigido pela legislação tributária. a qualquer título. em relação à empresa de construção civil. XIX e XXI do "caput" deverá recolher o imposto na repartição fazendária. c) o preço do serviço. § 7º O disposto no inciso XIV do "caput" não se aplica quando a pessoa indicada como contribuinte-substituto não for inscrita no CACEPE. em relação aos incisos XIV e XXI. no caso de transporte rodoviário. b) a placa do veículo e a respectiva Unidade da Federação. às operações interestaduais. § 5º O disposto no inciso III do "caput" aplica-se.331/2009) I . além dos requisitos exigidos. sejam indicados. nos demais casos. a base de cálculo do imposto e a alíquota aplicável. II . XXI e XXIII. de veículo utilizado em operação de transporte de mercadoria ou de pessoas. o locatário. podendo ser dispensada a emissão de Conhecimento de Transporte.alíquota aplicável.valor do imposto. o transportador autônomo e a empresa de transporte de outra Unidade da Federação ficam dispensados da emissão de Conhecimento de Transporte. § 6º O imposto referido no inciso XV do "caput" será calculado sobre o preço praticado na operação final e assegurado seu recolhimento ao Estado ou ao Distrito Federal. o possuidor ou o detentor. § 4º Considera-se transportador. conforme o local onde deva ocorrer essa operação. na Nota Fiscal que acobertar o transporte da mercadoria. relativamente às operações e prestações internas. Nas hipóteses dos incisos XIV.preço. objeto da substituição.base de cálculo do imposto. II . § 8º O prestador de serviço não inscrito no CACEPE e não compreendido nas hipóteses dos incisos XIV. as seguintes informações. o comodatário.atualizado até 30 junho 2011 . inclusive. de obras hidráulicas e de outras obras semelhantes. que o documento de arrecadação: I . III . observado o disposto no § 26: (Dec. série e subsérie do documento fiscal que acobertar a operação. nos casos em que não seja exigido o documento fiscal. 33. observando-se. V . § 10. d) o número. § 3º A substituição tributária não exclui a responsabilidade do contribuinte-substituído.§ 2º O contribuinte-substituto sub-roga-se em todas as obrigações do contribuinte-substituído. quando for o caso. ou a identificação do bem.deverá acompanhar o transporte. os seguintes dados relativos à prestação do serviço. para os efeitos deste Decreto. na hipótese de o documento fiscal próprio não indicar o valor do imposto.deverá conter.

até 31 de outubro de 1994.530/92) I .§ 11.TRR. comprovada esta condição nos termos da legislação da Unidade da Federação de destino da mercadoria. às operações realizadas com aditivos. 154/94 e 85/95 . (Dec. 17. do Decreto nº 14. anotando nesta que o procedimento foi realizado de acordo com o “art. 17.0000) e óleos de têmpera. A empresa transportadora estabelecida e inscrita em outra Unidade da Federação. (Dec. protetivos e para transformadores. cujo imposto tenha sido recolhido antes de iniciada a saída.876/91”. máquinas. que tenha iniciado a prestação de serviço neste Estado. fica atribuída a qualquer remetente.989/94) II . 16. removedores (exceto. graxas.a partir de 29 de dezembro de 1989. A partir de 16 de julho de 1992.00. ao transportador revendedor retalhista . 16. a diferença entre o imposto devido ao Estado do início da prestação e o imposto pago na forma do § 8º. a partir de 26 de julho de 1994. relativamente ao ressarcimento do imposto retido anteriormente (Convênio ICMS 105/92).havendo a dispensa prevista no inciso I do § 8º.Decreto nº 16. II . O disposto no inciso X do "caput" não se aplica: (Dec. ainda que tenha adquirido o produto com antecipação tributária. na forma do § 8º. (Dec. (Dec.417/93) Decreto nº 14.000.876/91 .989/94) § 13. (Dec. como tal definida pelo Departamento Nacional de Combustíveis . classificada no código NBM/SH 2710. (Dec. 17. relativamente às operações interestaduais.ao diferencial de alíquota quando o produto for tributado e destinado ao consumo do adquirente. sendo este contribuinte do imposto. no final desta.417.989/94) b) à saída realizada por TRR.escriturar o Conhecimento de Transporte emitido. deverá proceder da seguinte forma: (Dec.no período de 16 de outubro de 1992 a 31 de outubro de 1994. III. assegurado seu recolhimento à Unidade da Federação onde estiver localizado o adquirente (Convênio ICMS 63/92).9902 (Convênios ICMS 116/89. 17. desengraxantes.417/93) § 14. fluidos. todos ainda que não derivados do petróleo. 105/92. 58. 15. se for o caso.989/94) § 15. para uso em aparelhos.964/96) III . o imposto retido nos termos do inciso X do "caput" compreende aquele devido desde a operação que realizar o contribuinte-substituto até a última operação. 18.417/93) II .DNC. na forma do inciso I. A responsabilidade referida no inciso X do "caput". § 12. emitir o Conhecimento de Transporte correspondente à prestação do serviço. desinfetantes. bem como. III . 17. até o dia 09 (nove) do mês subseqüente ao da prestação do serviço. no livro Registro de Saídas. 17. 16.atualizado até 30 junho 2011 . de 14 de janeiro de 1993). hipótese em que deverá observar a legislação de onde estiver estabelecido. em relação às saídas para destinatário definido como contribuinte-substituto. outros produtos similares.417/93) I . nas colunas relativas a "Documento Fiscal" e "Observações". equipamentos. o classificado no código NBM/SH 3814. § 11. motores e veículos. 16. (Dec. a partir de 30 de outubro de 1995.989/94) a) à saída com destino a distribuidora de derivados de petróleo e dos demais combustíveis e lubrificantes.recolher. anticorrosivos.a partir de 01 de novembro de 1994: (Dec. O disposto no inciso X do "caput" aplica-se também em relação: (Dec.876/91 DECRETO 14. além da aguarrás mineral. (Dec. agentes de limpeza. até 15 de outubro de 1992. por meio da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais. quando promover operação interestadual.989/94) I .

417/93) V .674/99) a) adote o sistema normal de tributação.§ 16. apurando o imposto mediante confronto de crédito e débito fiscais. 21. § 22 (Convênio ICMS 80/92). (Dec.o número da inscrição prevista no inciso anterior será aposto em todos os documentos dirigidos a este Estado.876/91 .417/93) b) cópia do documento de inscrição no Cadastro Geral de Contribuintes do Ministério da Economia. (Dec. (Dec. para o que remeterá à Secretaria da Fazenda . destinados à empresa de transporte que adotar base de cálculo integral dos respectivos serviços. As Notas Fiscais que acobertarem as operações interestaduais com os produtos referidos no inciso X do "caput". 16.674/99) I .o recolhimento do imposto por remetente não-inscrito no cadastro de contribuintes da Unidade da Federação de destino será efetuado nos termos da legislação desta. 21. 16.417/93) III . 16. além dos demais requisitos previstos na legislação.876/91 DECRETO 14. (Dec. (Dec. 16. se for o caso.Departamento da Receita Tributária .para efeito do inciso anterior. bem como o cumprimento de outras obrigações acessórias. número de inscrição e código de atividade econômica no seu cadastro de contribuintes.417/93) a) cópia do instrumento constitutivo da empresa.417/93) § 19.o número de inscrição do remetente no cadastro de contribuintes da Unidade da Federação de destino. ao estabelecimento responsável pela retenção. conjunta ou isoladamente.constitui crédito tributário da Unidade da Federação de destino o imposto retido. 16. O disposto no inciso X do "caput" não se aplica aos combustíveis e lubrificantes derivados de petróleo. 21. Fazenda e Planejamento. 21. 21. Relativamente ao inciso XXIII do "caput".417/93) VI .DAT da Secretaria da Fazenda a dispensa da condição de contribuinte-substituído.o valor do imposto retido. pelas Unidades da Federação envolvidas na operação. preencha os seguintes requisitos: (Dec. 16. estar em situação cadastral regular perante o CACEPE. 16. 16. (Dec.a fiscalização do estabelecimento responsável pela retenção do imposto poderá ser exercida. (Dec. (Dec. juros de mora e demais acréscimos legais com ele relacionados. a partir de 01 de janeiro de 1999.674/99) Decreto nº 14. 16.417/93) III . (Dec.até 31 de agosto de 1999.DRT: (Dec. será observado o seguinte(Convênio ICMS 105/92): (Dec. bem como correção monetária.417/93) I . 16. (Dec.417/93) I .674/99) 1. Relativamente ao disposto no inciso X do "caput". 16.a Unidade da Federação de destino poderá atribuir. o transportador rodoviário poderá não ficar sujeito à antecipação tributária. multa. desde que: (Dec. será observado o seguinte: (Dec.417/93) II .a base de cálculo do imposto retido. condicionando-se a do Fisco do Estado de destino a credenciamento prévio na Secretaria da Fazenda ou de Finanças da Unidade da Federação do estabelecimento a ser fiscalizado. 24. 16. (Dec. 16. desde que. nos termos do art.417/93) IV .417/93) § 17.417/93) § 18. (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec.674/99) b) solicite e obtenha da Diretoria de Administração Tributária . 16. adquiridos em outra Unidade da Federação.417/93) II . o contribuinte de outra Unidade da Federação deverá ser inscrito no CACEPE. deverão conter as seguintes informações (Convênio ICMS 105/92): (Dec.

o disposto no inciso II não se aplica quando o remetente for estabelecimento industrial ou produtor de gipsita. relativo ao frete.99: (Dec.aplica-se ainda na hipótese de a saída do produto ser promovida pelo contribuinte-substituído para outra Unidade da Federação.09. os valores relativos ao serviço e ao correspondente ICMS sobre o frete. “b” do “caput”. lançar no livro Registro de Saídas.2002) a) relativamente à escrituração fiscal.2002.09. 24.876/91 .959/2009 – EFEITOS A PARTIR DE 01. a partir de 01.674/99) (Dec. prestação a prestação.02.99 a 28.2002. não-atendimento das condições previstas em portaria do Secretário da Fazenda. não ter sócio que participe ou tenha participado de empresa considerada inidônea perante a Fazenda Estadual.040/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2002) 1.674/99) II .03. a partir de 01. (Dec. assumindo este a condição de contribuinte-substituto (Convênio ICMS 81/93). quando o transporte for na modalidade CIF.03.040/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.876/91 DECRETO 14. 21. 24.2002) III .674/99) 1. relativamente ao último período anterior ao do pedido.040/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.atualizado até 30 junho 2011 . (Dec. quando o transporte for na modalidade FOB. 19.03. no período de 01. na hipótese de o serviço de transporte interestadual rodoviário de cargas ocorrer na modalidade "CIF".a partir de 01 de julho de 2008. 4. (Dec. não-recolhimento do imposto.040/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.03. lançar no livro Registro de Entradas.09.040/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.983/94) Decreto nº 14.2002.2002) c) o transportador enquadrado na hipótese da alínea anterior será descredenciado. no prazo normal a que esteja sujeito: (Dec.03. 21.32.674/99) 2.02. 21. enquanto se mantiver regular em relação ao respectivo ICMS.03. (Dec. observado o disposto em portaria do Secretário da Fazenda.02. nas colunas "Valor Contábil" e "Contribuinte-Substituído pelas Entradas". ficando sujeito ao recolhimento do imposto. (Dec. observado o disposto em portaria do Secretário da Fazenda: (Dec. será observado o seguinte: (Dec.2.03. o contribuinte-substituto deverá: (Dec. estar regular com sua obrigação tributária principal. nas colunas "Contribuinte-Substituído p/ o Estado" e "Observações". 21. inclusive quanto ao parcelamento de débitos fiscais. 24.959/2009 – EFEITOS A PARTIR DE 01.03.2009) I .99 a 28.527/96) REVOGADO (Dec. 21. (Dec.2002) d) na hipótese do item 2 da alínea anterior. enquanto atender às condições estabelecidas em portaria do Secretário da Fazenda. (Dec.32. gesso e seus derivados.161/2008) REVOGADO os §§ 20 a 22 do artigo 58.2002) (Dec. 24. 24.2002) 2.674/99) b) o transportador inscrito no CACEPE será considerado credenciado para recolhimento do imposto normal. (Dec.040/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. ter apresentado a GIAM.2002) 1. no período de 01. 24.02.040/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01.674/99) 3. 24. o valor do ICMS sobre o frete e a circunstância de se tratar de substituição relativa ao frete FOB.040/2002 – 2. através do Decreto nº 32. 21.03. nas seguintes hipóteses. o recredenciamento do transportador ocorrerá nos termos previstos no ato normativo ali referido. Relativamente ao disposto no inciso XI.2009 § 20. 24.2002. 17.a partir de 01. EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.03.

acrescido do IPI. a crédito do governo em cujo território se encontra estabelecido o adquirente. conforme o disposto na legislação vigente. hipótese em que o adquirente assumirá a condição de contribuinte-substituto (Convênio ICMS 81/93). 17.983/94) 2.876/91 . bem como do valor resultante da aplicação. o recolhimento do imposto antecipado relativo ao frete é de responsabilidade do estabelecimento destinatário. 17. na sua falta.876/91 DECRETO 14. (Dec. em conta especial.983/94) a) quando o estabelecimento destinatário for contribuinte-substituto em relação ao produto (Convênio ICMS 81/93). (Dec. 17.983/94) b) na impossibilidade de inclusão do valor do frete na composição da base de cálculo de que trata a alínea anterior. o valor obtido tomando-se por base o preço praticado pelo contribuinte-substituto. quando se tratar de operações interestaduais. na saída do produto com preço máximo de venda a consumidor fixado pelo fabricante. 17. (Dec. a base de cálculo do imposto referido no item anterior é o valor do próprio frete. (Dec. carreto e demais despesas debitadas ao estabelecimento destinatário. 17.983/94) c) nas remessas em que a mercadoria deva retornar ao estabelecimento remetente e no respectivo retorno. o respectivo preço. (Dec. (Dec.983/94) 1.983/94) a) a base de cálculo será: (Dec. (Dec. 17. observar-se-á: (Dec. na saída sem o preço discriminado no item anterior.DAE.983/94) 1. o recolhimento será efetuado em agência do banco oficial da Unidade da Federação de destino ou. localizada na praça do estabelecimento remetente. será utilizado o Documento de Arrecadação Estadual .983/94) III . (Dec.atualizado até 30 junho 2011 .para fim de antecipação: (Dec. (Dec. frete. em agência de qualquer banco oficial signatário do Convênio patrocinado pela Associação Brasileira dos Bancos Comerciais Estaduais . 17.983/94) 2. 17.983/94) e) o recolhimento do imposto antecipado será promovido até o 9º (nono) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer a saída da mercadoria do estabelecimento do contribuinte-substituto. 17. exceto varejista. 17. do percentual de 50% (cinqüenta por cento) (Convênio ICMS 37/94).983/94) d) o valor do imposto antecipado corresponderá à diferença entre o imposto calculado na forma das alíneas "a" e "b" e o de responsabilidade direta do contribuinte-substituto (Convênio ICMS 37/94). observando-se (Convênio ICMS 37/94): (Dec. 17. mediante Guia Decreto nº 14. 17. 17. sobre o total dessas parcelas.983/94) 2. quando se tratar de operações internas.não se aplica: (Dec.ASBACE. 17.983/94) b) quando se tratar de transferência entre estabelecimentos da empresa industrial.II . (Dec. 17.983/94) 1.983/94) c) a alíquota para cálculo do imposto a ser retido será a vigente nas operações internas na Unidade da Federação de destino (Convênio ICMS 37/94).

Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais . adotando o seguinte procedimento (Convênio ICMS 81/93): (Dec. Na hipótese do § 20.983/94) § 21. (Dec.983/94) IV . podendo fazê-lo por via postal: (Dec.959/2009 – EFEITOS A PARTIR DE 01. contendo. cópia do documento de inscrição no CGC-MF. ou. inclusive de arrecadação.983/94) a) remeter para a Secretaria da Fazenda .983/94) 1. 17. por ocasião da saída da mercadoria. requerimento solicitando sua inscrição no CACEPE. 17.por ocasião da saída da mercadoria.983/94) 3. se a Unidade da Federação de origem for signatária do acordo que prevê a substituição tributária.891/2002) REVOGADO (Dec. (Dec. 17. deverá efetuar sua inscrição no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco . 17. (Dec. devendo uma via deste documento acompanhar o transporte da mercadoria (Convênio ICMS 81/93).983/94) VI . relativamente às operações interestaduais. a autoridade fazendária que fizer a cobrança deverá notificar o contribuinte-substituto.983/94) 2. (Dec.983/94) II .983/94) VII .na hipótese do inciso anterior. localizado em outra Unidade da Federação. destinados a este Estado. 17.CACEPE. cópia do instrumento constitutivo da empresa. 17. o contribuinte-substituto emitirá Nota Fiscal. (Dec. que promover saídas para este Estado. (Dec.983/94) V . (Dec.983/94) 3. 17. (Dec.GNR.quando o ICMS antecipado for calculado a menor ou não for destacado no documento fiscal respectivo. 17.no caso do inciso anterior. por meio da GNR.876/91 . 17. (Dec. além das indicações regulamentares. na hipótese do item anterior. o banco arrecadador deverá repassar os recursos à Secretaria da Fazenda ou de Finanças da Unidade da Federação beneficiária de destino. quando a mercadoria proceder de outra Unidade da Federação. o recolhimento do referido imposto é de responsabilidade do contribuinte-substituto. na sua falta. (Dec. 17.02. 17.atualizado até 30 junho 2011 . será observado o seguinte: (Dec.983/94) Decreto nº 14.a emissão da Nota Fiscal sem as indicações específicas previstas no inciso anterior implica exigência do imposto que deveria ter sido retido (Convênio ICMS 81/93). outro documento de arrecadação estadual (Convênio ICMS 81/93).não sendo adotado o procedimento previsto no inciso anterior. 17.Departamento da Receita Tributária. 17.o contribuinte-substituto. 17.2009) I . em relação a cada operação deverá o contribuinte-substituto efetuar o recolhimento do imposto devido a este Estado. o imposto ali referido será exigido do adquirente na passagem da mercadoria pela primeira unidade fiscal deste Estado.983/94) VIII . (Dec.876/91 DECRETO 14. o valor que tenha servido de base de cálculo para a retenção e o valor do imposto retido (Convênio ICMS 81/93). de modo que os recursos estejam disponíveis para esta até o 3º (terceiro) dia útil após o efetivo recolhimento (Convênio ICMS 81/93). 24.32.983/94) b) apor o respectivo número de inscrição no CACEPE no corpo das Notas Fiscais e nos demais documentos. (Dec.

983/94) b) será elaborada observando-se: (Dec. listagem contendo (Convênio ICMS 81/93): (Dec. (Dec.983/94) h) valor do imposto retido. (Dec. 17.983/94) VIII . ordem crescente do número da Nota Fiscal.atualizado até 30 junho 2011 . 17. (Dec. 17. 17. 17. também com recolhimento antecipado. 17.III . exigindo-se o imposto nos termos da legislação específica em vigor neste Estado (Convênio ICMS 81/93).876/91 DECRETO 14. até o 10º (décimo) dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer a saída. a respectiva atualização monetária e os acréscimos penais e moratórios integrarão o crédito tributário da Unidade da Federação de destino (Convênio 81/93). (Dec. dentro de cada CEP.983/94) (Dec.983/94) g) valor da base de cálculo do imposto retido. 17. data e número do respectivo documento de arrecadação.983/94) V . (Dec. 3. 17. com espacejamento maior na mudança deste. 17. 17.quando o contribuinte. estadual e no CGC. (Dec. 17. (Dec. 17.983/94) IV . 17. ordem crescente de inscrição no CGC. (Dec. que tenha adquirido a mercadoria com recolhimento antecipado do imposto. série. endereço. 17. (Dec. (Dec. (Dec.983/94) a) deverá ser emitida em separado relativamente às operações que tenham sido objeto de desfazimento do negócio.983/94) b) número. 17.o imposto retido na fonte.983/94) f) valor das despesas acessórias. promover a saída para outra Unidade da Federação.983/94) c) valor total da mercadoria. 17. 17.983/94) i) nome do banco em que tenha sido efetuado o recolhimento. (Dec. CEP e número de inscrição. subsérie e data da emissão da Nota Fiscal. ordem crescente de CEP. 17. 17.983/94) VI . dentro de cada CGC. 17. VII .983/94) 2.876/91 .constatado o não recolhimento do imposto pelo contribuinte-substituto. (Dec.983/94) e) valor do IPI e do ICMS relativos à operação.983/94) d) valor da operação.relativamente à listagem referida no inciso anterior (Convênio ICMS 81/93): (Dec. será suspensa essa condição do inadimplente enquanto perdurar a situação.983/94) a) nome.983/94) Decreto nº 14.o contribuinte-substituto deverá enviar à Secretaria da Fazenda ou de Finanças do Estado favorecido. (Dec.983/94) (Dec.o Estado favorecido poderá instituir documento próprio para apresentação das informações a que se refere o inciso anterior.983/94) 1. 17. deverá (Convênio ICMS 81/93): (Dec. dos estabelecimentos emitente e destinatário. (Dec.983/94) a) calcular o imposto antecipado conforme o disposto no inciso III do parágrafo anterior.

a primeira via da Nota Fiscal de ressarcimento será enviada ao fornecedor nela citado. do parágrafo anterior. 17. em decorrência de diferença de alíquota ou de base de cálculo. 17. o imposto retido pelo contribuinte-substituído for superior ao antecipado por ele.Normal calculado quando da saída promovida pelo contribuinte-substituído para a outra Unidade da Federação.se.fonte. referida na alínea "b" do inciso anterior. 17.983/94) XII . ou outro documento de arrecadação. 17.983/94) b) o contribuinte-substituto disponha dos documentos comprobatórios da situação. 17. calculado pelo contribuinte-substituto da operação original e o ICMS .983/94) b) como parcela dedutiva do resultado obtido na forma da alínea anterior.983/94) XIII .983/94) a) como base de cálculo e alíquota.983/94) XIV . (Dec.Normal e o ICMS .983/94) a) natureza da operação: ressarcimento. (Dec. d) como valor do ressarcimento. 17. utilizará o valor deste para compensálo no valor da retenção subseqüente. (Dec. 17. além das exigências regulamentares. 17. as aplicadas para cálculo do imposto antecipado na aquisição efetuada pelo contribuinte-substituído. (Dec.983/94) X .o contribuinte-substituto. 17.983/94) b) identificação da Nota Fiscal de sua emissão. (Dec. na hipótese do inciso VIII. pelo Estado destinatário Decreto nº 14. 2. nos termos do inciso IV do parágrafo anterior. a diferença a maior entre o somatório do ICMS . (Dec.876/91 .fonte.983/94) (Dec. 17. "e". "e". junto ao respectivo fornecedor. 17. 17.983/94) XI .na hipótese do inciso anterior. 17. (Dec.983/94) a) a referida retenção seja em favor da mesma Unidade da Federação e destinada ao mesmo contribuinte. relativamente ao imposto antecipado. desde que (Convênio ICMS 81/93): (Dec. o contribuinte-substituído poderá emitir Nota Fiscal.a fiscalização do contribuinte-substituto será exercida.atualizado até 30 junho 2011 . pelo Estado de domicílio do contribuinte-substituto. que tiver motivado o ressarcimento. (Dec. que tenha efetuado a retenção do imposto que venha a ser objeto de ressarcimento. (Dec. o valor do ressarcimento referido no inciso anterior será determinado adotando-se: (Dec. indistintamente.b) emitir Nota Fiscal.983/94) (Dec.983/94) c) declaração: "Nota Fiscal emitida para efeito de ressarcimento". contendo. ainda que retido na operação de aquisição.876/91 DECRETO 14.983/94) IX .os cálculos referidos no inciso anterior deverão ser demonstrados no corpo da Nota Fiscal de ressarcimento. acompanhada de cópia da GNR. (Dec. 17. referente ao recolhimento de que trata o inciso III. quando da aquisição da mercadoria. na forma do inciso III. do parágrafo anterior. para efeito de ressarcimento. as seguintes indicações(Convênio ICMS 81/93): (Dec. c) recolher o ICMS . 17. o valor do imposto de responsabilidade direta do contribuinte-substituído.

além das exigências regulamentares.959/2009 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec. III . remeterá à Diretoria de Planejamento e Controle da Ação Fiscal DPC da Secretaria da Fazenda. para efeito do mencionado cálculo (Convênio ICMS 68/2002).substituto por parte do Estado destinatário dependerá de acordo específico celebrado entre as respectivas Secretarias de Fazenda ou de Finanças (Convênio ICMS 81/93). 17.2009) (Dec.2002. o estabelecimento industrial localizado em outra Unidade da Federação.as operações serão escrituradas com a observância das seguintes normas: (Dec. nos termos do § 20. (Dec.983/94) 3. 17.876/91 . quando se tratar de alteração de valores. 17. "a". 17. 17.a partir de 05.07. (Dec.ocorrendo devolução de mercadoria. (Dec. de 30.983/94) Decreto nº 14.02. declaração: "Nota Fiscal emitida para efeito de ressarcimento".891/2002) XVII . 17. e o ICMS . a Nota Fiscal relativa a essa operação conterá apenas o valor do ICMS . em meio magnético.983/94) a) Registro de Entradas: (Dec.atualizado até 30 junho 2011 . Na hipótese de que tratam os §§ 20 e 21: (Dec. o seguinte: (Dec. na coluna "Contribuinte-Substituído" do Registro de Saídas. identificação da Nota Fiscal emitida para acobertar a mercadoria objeto do negócio desfeito. nos termos do art.32.983/94) c) na hipótese da alínea "a". I. 17. nos termos dos artigos 678 a 683. 17.Normal.983/94) a) se o imposto já houver sido recolhido. 17. 94. (Dec. 17. adotar-se-á o ressarcimento de que trata o inciso IX do § 21 (Convênio ICMS 81/93). (Dec. 6º.528.876/91 DECRETO 14. 17.983/94) XV .983/94) 1. o contribuinte-substituto que deixar de enviar as listas referidas no inciso anterior.ou pelos dois conjuntamente (Convênio ICMS 81/93).fonte será mantido como crédito fiscal do contribuinte que proceder à devolução da mercadoria. observar-se-á: (Dec. poderá ter sua inscrição cancelada até a respectiva regularização. para fim de cálculo do imposto antecipado.a partir de 01. 1.983/94) REVOGADO I .12. (Dec. (Dec. por mais de 30 (trinta) dias após sua atualização. inscrito no CACEPE na condição de contribuintesubstituto. 17. (Dec. as listas atualizadas dos preços.10.891/2002) § 22.2002. pelo contribuinte-substituído. cancelar-se-á a Nota Fiscal.o exercício da fiscalização do contribuinte .983/94) 2. III.983/94) 1. 17. caso a operação tenha sido lançada. 24. 17.96 (Convênio ICMS 68/2002).983/94) b) se o imposto retido não houver sido recolhido: (Dec. caso a operação não tenha sido lançada no Registro de Saídas. (Dec.983/94) XVI .983/94) II . aplicando-se o disposto no art. deduzir-se-á o valor deste imposto.983/94) (Dec. 17.no caso de desfazimento do negócio antes da entrega da mercadoria. natureza da operação: ressarcimento.983/94) 2. 24. do Decreto nº 19. a Nota Fiscal emitida para efeito de ressarcimento conterá.

fonte.2. (Dec. 17. devendo. saída para outra Unidade da Federação.983/94) 4. perecimento.atualizado até 30 junho 2011 . na saída da mercadoria. inclusive na hipótese de cobrança mediante Aviso de Retenção. 17.983/94) 3. 17. 17.983/94) 2. sujeita ou não à antecipação.876/91 . (Dec.876/91 DECRETO 14. (Dec. com recolhimento antecipado do imposto. observados os procedimentos relativos à mercadoria segurada ou não. dentro do Estado. sem recolhimento antecipado do imposto. o lançamento será efetuado de acordo com as normas gerais de escrituração. após o efetivo recolhimento. o crédito referente ao ICMS Normal ser estornado. na entrada da mercadoria sem destaque do imposto antecipado no respectivo documento fiscal ou calculado a menor. No que se refere ao disposto no § 14. nos termos do § 20. o valor deste deverá ser lançado na coluna "Contribuinte-Substituto para outro Estado". 17. o valor do imposto normal será escriturado na coluna “ICMS . na saída para outra Unidade da Federação. 17. (Dec. 17. (Dec.983/94) IV .989/94) I . a Nota Fiscal de ressarcimento emitida nos termos do inciso IX do § 21 deverá ser escriturada nas colunas "Documento Fiscal" e “ICMS Normal Debitado".983/94) 3.983/94) 1. não será objeto de estorno o crédito fiscal relativamente ao ICMS antecipado.3.983/94) 2.Normal e antecipado relativamente ao estoque existente na referida data. observado o disposto no inciso IX do § 21. na coluna "Contribuinte – Substituído -ICMS . (Dec.989/94) Decreto nº 14.fonte".o contribuinte que até o dia 31 de outubro de 1994 tenha adotado o sistema de pagamento antecipado com liberação nas operações subseqüentes. neste caso. conforme o caso. 17.1. na entrada da mercadoria com imposto recolhido antecipadamente. 17. o valor do ICMS . 17. 17. nas seguintes hipóteses: (Dec. (Dec. poderá creditar-se do ICMS . 17. 17. a Nota Fiscal de ressarcimento recebida será escriturada nas colunas "Documento Fiscal" e o seu valor será deduzido no próximo recolhimento ao Estado de domicílio do emitente.fonte somado ao do imposto normal será lançado na coluna “ICMS . na saída para outra Unidade da Federação. com recolhimento antecipado do imposto. VII e VIII.983/94) 4. (Dec. serão observadas as seguintes normas: (Dec.o TRR deverá: (Dec. "b".983/94) 3.Normal Debitado".983/94) 3. serão observadas as normas gerais de escrituração.983/94) b) Registro de Saídas: (Dec. 17. (Dec. saída direta para consumidor final.1. devendo o destinatário promover o recolhimento do referido imposto. II. (Dec. 17.Normal Creditado" e o ICMS . na coluna "Observações". (Dec.983/94) § 23.983/94) 3.

número e data da Nota Fiscal de sua emissão. 17. (Dec. considerando-se o custo de aquisição mais recente e adicionando-se. 17.989/94) II . 17. (Dec.deverá ser efetuado o levantamento do referido estoque. calculado sobre o valor das operações relacionadas. referente à quinzena imediatamente anterior: (Dec. por Unidade da Federação de destino.atualizado até 30 junho 2011 . subsérie.na hipótese mencionada no inciso anterior.876/91 DECRETO 14. 19. 15% ( quinze por cento).792/97) a) na hipótese de alteração do regime normal para o regime fonte: 30% (trinta por cento).792/97) b) na hipótese de alteração do regime normal para o regime microempresa: (Dec. (Dec. até os dias 5 (cinco) e 20 (vinte) de cada mês. possuírem. será observado o seguinte: (Dec. à distribuidora que tenha fornecido. no momento da solicitação de alteração do regime normal para os regimes previstos no inciso IV do “caput”. (Dec.na hipótese do inciso anterior: (Dec. 17. 17. 19. 17. a distribuidora fornecedora fará retenção complementar do TRR para o necessário repasse à Unidade da Federação destinatária. (Dec.989/94) 3. 19. estadual e no CGC. deverá efetuar o recolhimento do imposto devido na operação realizada pelo TRR. estoque de mercadorias adquiridas sem antecipação do ICMS. as seguintes indicações: (Dec.876/91 . à vista da relação recebida. 19. em quatro vias. 30% (trinta por cento).989/94) 4.989/94) c) entregar. 19. valor da operação. uma via da relação de que trata a alínea “b”. no mínimo.792/97) I .989/94) (Dec. (Dec. 17. (Dec. à Unidade da Federação de destino da mercadoria. na condição de contribuinte-substituto.989/94) § 24. (Dec. (Dec. 17. 17. “c”. (Dec. ao valor total. com a respectiva indicação do nome. o resultado da aplicação dos seguintes percentuais: (Dec.a) indicar na Nota Fiscal a seguinte expressão: “Imposto retido pela distribuidora”.989/94) b) a distribuidora a que se refere o inciso I.989/94) 1. 19. quando se tratar de gêneros alimentícios.989/94) 2. à Unidade da Federação de origem da mercadoria. 17. 17.792/97) 2. ou adquiridas com antecipação. 3. serão respeitados os percentuais específicos de agregação previstos na legislação tributária para determinadas mercadorias. 19.989/94) 5. fonte ou microempresa. (Dec. nos demais casos. série. mas sem liberação do imposto das operações subseqüentes. (Dec. endereço e inscrição.792/97) Decreto nº 14. Relativamente aos contribuintes que. contendo. identificação da empresa distribuidora fornecedora.792/97) II .792/97) 1. deduzindo este valor do recolhimento seguinte em favor da Unidade da Federação de origem. (Dec. para comercialização.989/94) a) se a alíquota interna vigente na Unidade da Federação de destino da mercadoria for superior à vigente na Unidade de origem. 17. (Dec.989/94) 2.989/94) 1. a mercadoria revendida. 17. quantidade e descrição da mercadoria.989/94) 3. com retenção do imposto. valor do imposto retido. 17. b) elaborar relação quinzenal. em favor da Unidade da Federação de destino das mercadorias.

792/97) b) a segunda e a terceira parcelas deverão ser pagas. (Dec.07. no percentual de 20% (vinte por cento) do total do imposto devido na prestação. que o mencionado remetente esteja inscrito no CACEPE.853/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. gesso e seus derivados.2004) III – será deduzido o valor do crédito presumido.atualizado até 30 junho 2011 . independentemente de o frete ocorrer na modalidade CIF ou FOB.2004) Decreto nº 14.2004) IV – o recolhimento do imposto será efetuado pelo transportador. acompanhar o transporte da mercadoria: (Dec. no último dia útil dos 02 (dois) meses subsequentes àquele em que tenha ocorrido o despacho concessivo do pedido de alteração de regime junto à respectiva ARE.876/91 DECRETO 14.26.07.853/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. a partir de 01 de abril de 2005. 19. (Dec.514.FIC com a nova inscrição do contribuinte no regime solicitado. prevalecendo o que for maior. e alterações.2004) b) na hipótese de impossibilidade de observância do estabelecido na alínea "a". antes de iniciada a prestação do serviço. deduzindo-se do resultado o valor do crédito disponível. exceto volante.07. (Dec.2004) VI – o contribuinte fica sujeito às penalidades previstas nos dispositivos da Lei nº 11.07.853/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.2004) II – o imposto será calculado aplicando-se a alíquota prevista para as operações interestaduais sobre a base de cálculo estabelecida no inciso I. observando-se o seguinte: (Dec.26.872/97) § 25. XI. 2630-1/99 e 2692-1/00 da Classificação Nacional de Atividades Econômico-Fiscais – CNAE-Fiscal. quitado. desde que observado o disposto no § 10.III . sucessivamente. (Dec.853/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.853/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.26. (Dec.2004) a) à falta de recolhimento do imposto correspondente à prestação. devendo o correspondente Documento de Arrecadação Estadual – DAE.853/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 36.26. em especial relativamente: (Dec. nos prazos a seguir indicados. 19.792/97) IV .07. (Dec.853/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 19. se houver. for inscrito no CACEPE sob os códigos de atividade econômica 1410-9/05.876/91 . nesta hipótese.26.o imposto deverá ser calculado aplicando-se a alíquota vigente para as operações internas sobre o valor determinado na forma dos incisos anteriores.ARE da Secretaria da Fazenda.26. mediante DAE específico.792/97) a) a primeira parcela deverá ser paga no momento da entrega. pela respectiva Agência da Receita Estadual . sendo suficiente.727/2005) I .07.26.07.2004) V – o transportador autônomo e a empresa transportadora ficam dispensados da emissão de Conhecimento de Transporte.o valor resultante do cálculo de que trata o inciso anterior deverá ser recolhido.2004) b) ao desvio de Posto Fiscal. 27.853/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01.07. 19.853/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. em até 3 (três) parcelas iguais e sucessivas. (Dec. a dispensa prevista no inciso V. (Dec. da Ficha de Inscrição Cadastral . de 29 de dezembro de 1997. com o código de receita 043-4. não sendo aplicada. independentemente do respectivo código da CNAE-Fiscal. se houver. nos termos do art.26.07. XXI e XXIII do "caput" não se aplica na prestação de serviço de transporte rodoviário interestadual de gipsita. com atualização monetária.a base de cálculo do imposto será o valor do frete ou aquele estabelecido em pauta fiscal.2004) a) por ocasião da passagem da mercadoria pela primeira unidade fiscal.853/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. quando esta não for registrada nos livros fiscais e não for emitido o respectivo documento fiscal. quando o remetente.07. (Dec. O disposto nos incisos XIV.26.26. na forma seguinte: (Dec. (Dec. (Dec. no período de 01 de julho de 2004 a 31 de março de 2005.

o remetente da mercadoria deve solicitar o credenciamento à Diretoria Geral de Planejamento e Controle da Ação Fiscal .673/2009) V – a partir de 01 de março de 2010.422. 2º.500. (Dec.(Dec.”. "c". “a”.422. o destaque do ICMS.331/2009) § 27. sem prejuízo do cumprimento das obrigações principal e acessórias: (Dec. 33. observar-se-á: (Dec. 35. DPC. de 2002. e alterações: (Dec. 33.1. 35. Relativamente ao inciso XXIX do "caput". (Dec. como base de cálculo. do mencionado Decreto nº 24. modelo 1 ou 1-A ou. I.34. por período fiscal. e alterações. deve ser observado aquele estabelecido no art. (Dec. (Dec. deve ser observado o seguinte: (Dec. ”f. da Secretaria da Fazenda.00 (mil e quinhentos reais). 35.atualizado até 30 junho 2011 . 33. A partir de 15 de abril de 2009. 35.635/2010) § 28. prevista no Decreto nº 24. (Dec. fica autorizado a emitir o respectivo Conhecimento de Transporte. 35. exceto em relação a mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária.673/2009) b) 30% (trinta por cento). de limpeza.§ 26. o consumidor de energia elétrica conectado à rede básica deverá. 33. e alterações. (Dec. (Dec. II. contratante do serviço. 53. 33. de higiene pessoal.673/2009) III – o prazo de recolhimento do imposto é aquele previsto no art. 34.612/2010) 3.673/2009) I – fica estabelecido o limite de R$ 1. a alíquota aplicável. Relativamente ao disposto no inciso XXX do “caput”. Na hipótese prevista no inciso XXIII. o remetente da mercadoria. 35.635/2010) b) além do limite previsto no inciso I. 2º. em substituição ao disposto no § 10. de 17 de junho de 2002. 33.612/2010) a) emitir Nota Fiscal. (Dec. onde deverá constar: (Dec. relativamente às operações com cosméticos e artigos de perfumaria. em relação a cada destinatário. III. nos demais casos. (Dec. na hipótese de dispensa da inscrição no CACEPE.673/2009) II – devem ser utilizadas as seguintes margens de valor agregado. hipótese em que deve ser adotada a margem prevista na norma específica que dispuser sobre o mencionado regime: (Dec. 33.612/2010) 1.612/2010) Decreto nº 14. até o último dia do segundo mês subsequente ao das operações de conexão e uso do sistema de transmissão de energia elétrica. (Dec. requerer a emissão de Nota Fiscal avulsa.612/2010) 2. "d".34. observada a regra prevista no § 19. 33.528. nas saídas promovidas por contribuinte credenciado para utilização da sistemática de tributação do ICMS relativo às operações realizadas por estabelecimento comercial atacadista com produtos alimentícios. salvo quando a norma específica de que trata o inciso II dispuser de forma contrária.876/91 . de 30 de dezembro de 1996. IX.673/2009) IV – aplicam-se as normas relativas ao regime de substituição tributária previstas no Decreto nº 19.451/2009) § 29.673/2009) a) 35% (trinta e cinco por cento).612/2010) I – a partir de 01 de setembro de 2010. (Dec.34. bebidas e artigos de escritório e de papelaria.876/91 DECRETO 14. o valor pago a todas as empresas transmissoras pela conexão e uso dos respectivos sistemas de transmissão de energia elétrica. ao qual deve ser integrado o montante do próprio imposto. do Decreto referido na alínea "a". relativamente às saídas promovidas pelo contribuinte-substituto. somente adquirindo a condição de credenciado a partir do mês subsequente ao da publicação do respectivo edital.635/2010) a) o valor do respectivo ICMS devido por substituição tributária corresponde àquele indicado no art. 1.

“a”.o armazém-geral e o depositário.612/2010) § 30. 35. 35. requisitar ao Operador Nacional do Sistema e aos agentes transmissores informações relativas às operações.612/2010) IV .612/2010) a) uso dos sistemas de transmissão.612/2010) (Dec. V .612/2010) b) conexão. o número do CNPJ e.876/91 .612/2010) III . devendo. sendo este obrigatório. a qualquer título. quando tiver participado do não-implemento da condição. até o último dia do mês subseqüente ao da realização das operações. (Dec.612/2010) V . se o débito do imposto tiver origem nos mencionados documentos: a) quando não houver o prévio credenciamento do referido estabelecimento. assim como as que possuam a qualidade de representante. desde que seja elaborado relatório contendo os valores devidos pela conexão. o valor pago a cada transmissora. (Dec. relativamente aos valores ou encargos incidentes sobre as seguintes etapas do fornecimento de energia elétrica: (Dec. o agente transmissor terá o prazo de 15 (quinze) dias. 35. 35. notas explicativas de interesse para a arrecadação e a fiscalização do ICMS. Decreto nº 14. neste caso quando elencadas pela lei estadual. para entregar à SEFAZ. pela remessa de mercadoria para o exterior ou por sua reintrodução no mercado interno. cumprir as obrigações previstas no § 29.o agente transmissor de energia elétrica fica dispensado da emissão de Nota Fiscal.o contribuinte que receber mercadoria com isenção ou não-incidência condicionadas. onde deverá constar: (Dec.876/91 DECRETO 14. com as informações necessárias para a apuração do imposto devido por todos os consumidores. “a”. 35. Respondem solidariamente pelo pagamento do crédito tributário: I .o transportador.o estabelecimento gráfico que imprimir documentos fiscais. II .qualquer pessoa responsável pela entrada de mercadoria importada do exterior. mandatário ou gestor de negócios. o adquirente e o remetente: a) em relação à mercadoria desacompanhada de documento fiscal. 59. III . desde que o Operador Nacional do Sistema elabore. (Dec. e forneça à Secretaria da Fazenda . quando receberem mercadoria para depósito ou quando derem saída a esta sem documento fiscal.b) elaborar relatório.SEFAZ relatório contendo os valores devidos pelo mencionado uso. (Dec. (Dec. anexo da Nota Fiscal mencionada na alínea “a”.atualizado até 30 junho 2011 . b) em relação à mercadoria desviada do seu destino. emitidos por terceiros. (Dec.na hipótese do não-fornecimento do relatório a que se refere o inciso III. para emissão dos respectivos documentos fiscais.612/2010) Art.612/2010) 1. com as informações necessárias para a apuração do imposto devido por todos os consumidores. o número de inscrição no CACEPE. 35. até o último dia do mês subsequente ao das operações.612/2010) 2. 35. se houver.a SEFAZ poderá. quando solicitado. a qualquer tempo. 35. IV . 35.612/2010) 3. II . 35. a contar da data-limite para fornecimento daquele relatório. o autoprodutor equipara-se a consumidor sempre que retirar energia elétrica da rede básica. 35. (Dec.o imposto devido deverá ser recolhido na data de emissão da Nota Fiscal referida no inciso I. Para efeito do disposto no inciso XXX do “caput”. (Dec. em relação a essa retirada.

b) a irregularidade cometida pelo alienante ou assistente técnico concorrer para a omissão total ou parcial dos valores registrados nos totalizadores e. § 1º Quando o estabelecimento estiver situado no território de mais de um Município deste Estado.atualizado até 30 junho 2011 . em área comum.b) quando não houver a prévia autorização fazendária para a sua impressão. próprio ou de terceiro.comercial. 19. aparelho e equipamento cujo controle fiscal se realize através dos seus totalizadores. desde que em um dos Municípios envolvidos. do contribuinte-locatário. conseqüentemente. através de contrato particular. 17. relativamente a entrada.produtor. na hipótese de armazenagem de mercadoria de terceiros. O locador de que trata o inciso IX do "caput" responde solidariamente pelas demais obrigações fiscais.o contribuinte alienante ou que preste assistência técnica a máquina.prestador de serviço de transporte e de comunicação. 61. II . mediante contrato de locação e prestação de serviço. para a falta de recolhimento do imposto. ali não mencionadas. III . quando: a) a referida alienação. constituído ou não. VI . relativamente aos valores acumulados nos totalizadores de tal bem. (Dec. Decreto nº 14. IV .industrial.o locador inscrito no CACEPE.808/94) Parágrafo único. relativamente à sistemática de armazenagem prevista no referido inciso. (Dec. intervenção ou outro fato relacionado com o bem ocorrerem sem observância dos requisitos legalmente exigidos. quanto à natureza. pode ser: I .527/96) Art.876/91 . quando o bem autorizado para um estabelecimento estiver sendo utilizado em outro. O estabelecimento.876/91 DECRETO 14.o adquirente de estabelecimento.o estabelecimento titular e o usuário de máquina. 60. considera-se o contribuinte domiciliado. aparelho e equipamento destinados à emissão de documentos fiscais e cujo controle do imposto devido esteja relacionado com dispositivos totalizadores das operações ou prestações. (Dec. saída e transmissão de propriedade de mercadoria que armazenar de terceiros sem documento fiscal próprio ou com documento fiscal inidôneo. VIII . se exigida. em relação ao débito. 17. c) quando a impressão for vedada pela legislação tributária. nos termos de normas específicas expedidas pela Secretaria da Fazenda. Considera-se estabelecimento o local. privado ou público. no Município em que se encontrar localizada a sede da propriedade. para os efeitos fiscais. IX . inclusive débito decorrente de processo administrativo-tributário.808/94) CAPÍTULO XI Do Estabelecimento SEÇÃO I Da Natureza Art. ainda que pertencentes ao mesmo titular. do respectivo alienante. VII . onde pessoas físicas ou jurídicas exerçam suas atividades em caráter temporário ou permanente. edificado ou não. bem como onde se encontrem armazenadas mercadorias.

19.atualizado até 30 junho 2011 . quando este exercício não importar em habitualidade. § 7º Não importa em autonomia de estabelecimentos: I .o fato de hotel ou estabelecimentos similares possuírem restaurante no mesmo recinto. 3º. IV . o local onde houver sido efetuada a operação ou prestação.a saída de mercadoria. por estabelecimento não industrial. nos termos do parágrafo anterior. III . bebidas e outras mercadorias. ou.a remessa.527/96) § 4º Caso ainda não seja possível determinar o domicílio tributário. III .876/91 DECRETO 14. considera-se o contribuinte domiciliado no Município que possua a maior base territorial do estabelecimento.§ 2º Caso a sede se situe em Município diverso daquele da base territorial do estabelecimento. 19. acréscimos de qualquer natureza e multas. para o efeito de responder por débitos do imposto. ainda que pertençam ao mesmo titular. § 8º Não altera a natureza do estabelecimento: I .o fato de o estabelecimento industrial manter equipamentos industriais em outro estabelecimento.o fato de o prestador de serviço de transporte ou de comunicação atuar simultaneamente com várias modalidades desses serviços. ainda que sejam da mesma natureza. II . 19. § 3º Na impossibilidade de determinação do domicílio do contribuinte. b) os equipamentos estejam na posse do estabelecimento usuário.o exercício de atividade de outra natureza. ainda que através de contrato de locação. para funcionários do próprio estabelecimento. § 5º Os estabelecimentos serão considerados autônomos: I .527/96) § 6º Todos os estabelecimentos do mesmo titular. ainda que produzida por terceiros. situado em área contígua àquele. (Dec. e uma das atividades relacionadas nos incisos I a IV do "caput".o fato de uma pessoa exercer simultaneamente qualquer das prestações de serviços referidos no art.quanto à natureza. quando a localização for diversa. b) alienação de sucata ou de quaisquer materiais que consistam em resíduos do respectivo processo de industrialização ou produção. (Dec. IV e V. situados dentro do Estado.quanto ao local.876/91 . para os efeitos deste Decreto. II . são considerados em conjunto.a saída decorrente de: a) desincorporação de bens do respectivo ativo fixo. de mercadoria para industrialização. ainda que este forneça ao público alimentação. IV .527/96) II . não for significativa a quantidade de mercadoria objeto da atividade secundária. desde que: a) os equipamentos estejam interligados ao estabelecimento principal por dutos. Decreto nº 14. considerar-se-á como tal. se situem no mesmo local e desenvolvam atividades integradas de indústria. (Dec. esteiras rolantes ou meios assemelhados. importando. ainda que com o objetivo de retorno ao estabelecimento de origem. este será imputado pela legislação tributária do Estado. comodato ou similar. comércio. produção ou prestação de serviço de transporte e de comunicação. encontrada a mercadoria ou constatada a prestação.

II .produtor .2002. as empresas de distribuição de energia elétrica. 29.pessoa natural ou jurídica de Direito Público ou Privado. sem estabelecimento fixo. e. ou à produção extrativa de substâncias minerais. ainda.pessoa natural ou jurídica de Direito Público ou Privado que: a) pratique a intermediação de mercadoria.indústria de transformação. (Dec. VI .atualizado até 30 junho 2011 . 24. c) forneça alimentação e bebidas.industrial . IV . contíguas ou não. VII . que se dedique à produção agrícola. IV . própria ou de terceiros.876/91 DECRETO 14.indústria de beneficiamento. explore propriedades. para aliená-la diretamente a consumidor. à captura de peixes. pessoa física. 19. especialmente as procedidas nos termos do § 5º. animal ou extrativa. a mesma pessoa exercer as atividades de indústria e de comércio. (Dec.cultura ou produção extrativa (exceto mineral).comerciante ambulante . quando. desde que as operações com os primeiros não configurem atividade preponderante em relação às demais. VIII . 62. no mesmo local e simultaneamente.180/2006) I . Decreto nº 14. 29.a pessoa natural ou jurídica. nos termos estabelecidos em portaria do Secretário da Fazenda.527/96) § 10.180/2006) b) a partir de 01 de maio de 2006.indústria de montagem. (Dec.180/2006) a) no mesmo local e simultaneamente. Até 31. III .pessoa natural ou jurídica de Direito Público ou Privado. obedecido o Código de Atividade Econômica CAE (Anexo 8) e alterações.considerar dois ou mais estabelecimentos como único quando: (Dec. 29. inclusive cooperativa.comércio atacadista.07.876/91 .comerciante .indústria de acondicionamento e reacondicionamento. II . que pratique operações havidas como de industrialização.produção extrativa mineral. b) forneça mercadoria juntamente com prestação de serviço.180/2006) II – considerar estabelecimentos distintos. A Secretaria da Fazenda poderá. (Dec. 23. que conduzir mercadoria.serviços e outros. na qualidade de produtor rural ou extrator. inclusive cooperativa. por segmento de atividade econômica: (Dec. será enquadrado em uma das seguintes classes: (Dec. crustáceos e moluscos.563/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. IX . sediadas no mesmo Município (Ajuste SINIEF 01/2006).2002) I . a mesma pessoa exercer a atividade de comércio com produtos sujeitos e produtos não sujeitos ao regime de substituição tributária. III . o estabelecimento.382/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01/06/2001) SEÇÃO II Do Código de Atividade Econômica Art.§ 9º Considera-se: I.08. V .comércio varejista. 29.

CACEPE. e alterações.559/94) § 6º A partir de 01 de agosto de 2002. o faturamento da atividade econômica exercida no ano anterior ou em parte deste. a duas ou mais atividades econômicas.876/91 .876/91 DECRETO 14. § 4º Considera-se comércio atacadista aquele que envolve operações de fornecimento de mercadoria a outro contribuinte.2002) I . simultaneamente. para revenda. 17.563/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. previstos no Anexo 8.até 31 de dezembro de 2006. na forma do artigo anterior. poderá alterar os Códigos de Atividade Econômica .CAE.08.não descaracterizam a natureza do estabelecimento. de acordo com o CAE. § 3º Na impossibilidade de ser adotado o critério estabelecido no parágrafo anterior. 24.08.2002) Decreto nº 14. bem como as classes de enquadramento indicadas no “caput”.se o contribuinte for. industrialização ou produção. 30.062/2006) § 7º Relativamente aos códigos da CNAE-Fiscal. (Dec.Fiscal .563/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. publicada no Diário Oficial da União de 05 de setembro de 2006. simultaneamente. 24.CNAE. no caso de ser ele incompleto. 24. publicada no Diário Oficial da União de 25 de junho de 1998. serão obedecidas as seguintes regras: I . será considerada a atividade preponderante.se o contribuinte se dedicar. 30.2002) II . classificado em duas ou mais classes da mesma natureza. § 2º A preponderância a que se referem os incisos I e II do parágrafo anterior será determinada adotando-se.563/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. a serem adotados no Sistema de Cadastro de Contribuintes: (Dec. para os seguintes períodos de vigência: (Dec. conforme Resolução IBGE/CONCLA nº 01/98. será considerada a classe preponderante. mencionados no parágrafo anterior.atualizado até 30 junho 2011 . conforme Resolução IBGE/CONCLA nº 01/2006.062/2006) I . considerar-se-á o período de 2 (dois) meses de atividade após o cadastramento do sujeito passivo. passam a ser adotados os códigos de atividade econômica da Classificação Nacional de Atividades Econômicas .08. (Dec. (Dec. mediante portaria. § 5º O Secretário da Fazenda. (Dec.§ 1º Na classificação do contribuinte. dentro de uma mesma classe. como critério básico. II .062/2006) II . que deve estar identificada no respectivo documento de inscrição no CACEPE. para fins de identificação da atividade econômica do contribuinte no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco .têm a finalidade de identificação do contribuinte para fins exclusivamente econômicos e cadastrais. (Dec. inclusive as transferências. aprovados pelos atos normativos respectivamente indicados.a partir de 01 de janeiro de 2007. 30.

734/98) II .916/94) II .2001) b) exigir inscrições distintas para atividades diferentes relativas à mesma natureza e exercidas pela mesma pessoa no mesmo local.07.a partir de 24 de julho de 1997.06.atualizado até 30 junho 2011 .382/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 23. (Dec.876/91 . conterá dados cadastrais de cada estabelecimento do contribuinte ou responsável.o depósito fechado. 61. (Dec. desde que devidamente habilitados. será organizado consoante dispuser portaria da Secretaria da Fazenda. será observado o seguinte: 01. a critério da Secretaria da Fazenda.734/98) SEÇÃO II Da Inscrição Art. 20. dados cadastrais do respectivo titular ou responsável. § 2º Relativamente à inscrição. 23.382/2001 – EFEITOS A PARTIR DE I . relativamente a cada estabelecimento. mediante portaria. (Dec. I. 20. de 22.458. para o exercício da profissão (Lei nº 11. 64. 17. § 1º A inscrição será individualizada por estabelecimento do contribuinte ou do responsável.06.2001) (Dec. O Estado de Pernambuco manterá atualizado. 63. Relativamente ao cadastro a que se refere o "caput".é vedada a concessão de uma única inscrição a estabelecimentos de natureza diversa. salvo quando a exposição for de curta duração. Parágrafo único. um cadastro denominado Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco .até 23 de julho de 1997. relativamente aos contribuintes do imposto.382/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01. Serão inscritos no CACEPE: I . por segmento de atividade econômica. 56 a 58. (Dec.o Secretário da Fazenda. do art. conterá. do seu responsável técnico. III . 23. (Dec.geral. mesmo que as atividades sejam integradas.2001) DECRETO 14. 20.06. ainda que situados no mesmo local e pertencentes ao mesmo titular. armazém .2001) a) permitir a concessão de uma única inscrição na hipótese de dois ou mais estabelecimentos serem considerados como único. II .todos os contribuintes e responsáveis definidos nos arts. frigorífico e similares. II. de construção civil ou congênere. poderá: (Dec. perante o Conselho Regional de Contabilidade. nos termos previstos no § 10.o responsável por qualquer obra hidráulica.97).o local de exposição de mercadorias.06. quando distinto do estabelecimento expositor. 23. do art.734/98) I . bem como do contabilista encarregado da escrituração fiscal ou. em se tratando de empresa de serviço contábil. 61.CACEPE SEÇÃO I Do Cadastro Art. observando-se: (Dec. nos termos do § 10.CACEPE. IV .TÍTULO II Da Obrigação Tributária Acessória CAPÍTULO I Do Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco .382/2001 – EFEITOS A PARTIR DE 01.

63 a 69. II .2000. 24. § 6º A Secretaria da Fazenda poderá dispensar a inscrição no CACEPE de estabelecimentos de um mesmo contribuinte situados no Estado. 15. § 4º A Secretaria da Fazenda. em cada caso. incêndio ou outras circunstâncias imprevisíveis.92) § 3º A Secretaria da Fazenda poderá.08. Parágrafo único.08. a seu critério. mediante portaria. 22.outros previstos em portaria do Secretário da Fazenda. § 1º O disposto no “caput” não se aplica no caso de armazenamento provisório de mercadorias.2002) Art.um dos estabelecimentos seja inscrito e havido como principal. relativamente a contribuinte que tenha suspendido suas atividades. 24.606/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. (Dec.§ 3º A imunidade. II – REVOGADO. O disposto neste artigo não se aplica na hipótese de despejo. § 1º REVOGADO.98) III . o Secretário da Fazenda. 66.876/91 . a Secretaria da Fazenda expedirá.o estabelecimento principal assuma a condição de contribuinte substituto relativamente aos demais dispensados de inscrição. a não-incidência ou a isenção não desobrigam o contribuinte e responsável da inscrição no CACEPE. 22.526/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. IV . desde que devidamente comprovadas. desabamento. CONFORME Dec. Art. quando inscrito no CACEPE. poderá prever casos de dispensa de inscrição no CACEPE. § 8º A partir de 01 de junho de 2000. (Dec. § 5º A pessoa física ou jurídica que se inscrever no CACEPE.atualizado até 30 junho 2011 .01.01. e que o respectivo pedido de alteração seja protocolado na repartição fazendária no prazo de 05 (cinco) dias. § 7º Para fim do disposto nos arts. (Parágrafo renomeado pelo Dec. somente procederá à mudança de endereço quando previamente autorizado pela repartição fazendária. (Dec. e sobre a documentação a ser exigida.690/92 – EFEITOS A PARTIR DE 11.328/2000 – EFEITOS SUSPENSOS ATÉ 30.08. fica sujeita ao cumprimento das respectivas obrigações acessórias. 20.2002.98) § 2º REVOGADO. O sujeito passivo. O início das atividades será precedido do deferimento do pedido de inscrição no CACEPE. 67. quando esta ocorrer. devendo. inscrever em outro regime o contribuinte que preencher as condições do § 1º. mediante portaria. (Dec. embora dispensada ou não obrigada. poderá estabelecer procedimentos específicos relacionados com a circulação de mercadorias ou prestação de serviços sujeitas ao ICMS.04.09. 65.microempresa. mediante portaria. para instruí-lo.526/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. desde que: I . DECRETO 14. conforme o disposto em portaria do Secretário da Fazenda. ser identificada a condição de não-contribuinte na respectiva ficha de inscrição cadastral. 20. nos termos do mencionado ato normativo.normal. (13) (Dec. instruções complementares quanto ao preenchimento do Documento de Atualização Cadastral DAC.601/2000) Art. a inscrição prevista no inciso II do "caput" será opcional.2002) § 2º A partir de 01.606/98 – EFEITOS A PARTIR DE 01. O contribuinte será inscrito em um dos seguintes regimes: I . contados da data da ocorrência.

Parágrafo único. III – relativamente ao contribuinte alienante que: (Dec. O disposto no inciso III não se aplica: I . d) obter autenticação de documentos fiscais. ainda. salvo o disposto no art. 68. b) imprimir ou emitir documentos fiscais ou obter autorização para sua impressão. em cada período fiscal. b) obter autorização para impressão de documentos fiscais. na hipótese prevista no art. poderá a Secretaria da Fazenda autorizar.000.673/2009) a) até 30 de junho de 2009. saída de mercadoria que deva ser.673/2009) b) a partir de 01 de julho de 2009. temporariamente. c) a partir de 01 de julho de 2009.00 (dois mil reais). documentos fiscais ainda em seu poder. por sua natureza. III . 69. 33. comercializada ou utilizada em processo de produção ou industrialização. observar o disposto em portaria da Secretaria da Fazenda.Art.876/91 . para quaisquer fins. III .530/92) II . 113. (Dec. 58.673/2009) Art. (Dec. É vedado ao contribuinte: I – não inscrito no CACEPE: a) realizar o pagamento do imposto com base em escrituração fiscal e mediante a apresentação de documento de arrecadação especifico para contribuinte inscrito.promover. c) imprimir documentos fiscais com base em autorização anterior ao cancelamento. adquirir mercadoria em montante superior a R$ 2. 58. Cada estabelecimento inscrito no CACEPE receberá um número de inscrição que constará obrigatoriamente: I .dos papéis apresentados às repartições estaduais. 70. A prova de inscrição no CACEPE far-se-á mediante a apresentação do respectivo cartão ou por outros meios admitidos em portaria do Secretário da Fazenda. quando designado por aquela. XXIX. Art. cisão. Parágrafo único. XXIX. assumir o encargo de prestar informações à Secretaria da Fazenda sobre o não-inscrito e de entregar a este a respectiva ficha de inscrição cadastral. Art. observando-se quanto à dispensa de inscrição no CACEPE o disposto em portaria da Secretaria da Fazenda.dos documentos. (Dec. transformação. II . livros e demais efeitos fiscais. para pessoa não inscrita no CACEPE. 15.dos atos e contratos firmados no País. observar o disposto no art. incorporação.em relação à energia elétrica e à ficha telefônica. 33. transmissão do acervo de estabelecimento ou demais modalidades de sucessão. nos termos da legislação específica. relativamente à totalidade de remetentes.que tenha sua inscrição no CACEPE cancelada: a) utilizar. 71.atualizado até 30 junho 2011 . devendo. 33. DECRETO 14. a utilização da inscrição de um dos sucedidos até a expedição do documento comprobatório da nova inscrição.673/2009) II . 33. (Dec. A inscrição é intransferível.quando a pessoa destinatária da mercadoria for dispensada de inscrição estadual. quantidade ou qualidade. Na hipótese de fusão.

será observado o seguinte e.de ofício. ainda que o contribuinte esteja em débito com a Fazenda Estadual. bem como perante o órgão ou entidade responsável pelo registro de empresas. (Dec. A Secretaria da Fazenda disporá.916/94) I . 28. nas seguintes hipóteses. poderá ser concedida a respectiva baixa. somente será concedida após fiscalização do contribuinte. Relativamente à concessão de baixa de inscrição do contribuinte no CACEPE. mediante despacho da referida unidade. (Dec.746/2007) § 1º A concessão de baixa não implica em quitação de imposto ou exoneração de qualquer responsabilidade de natureza fiscal para com a Fazenda Estadual. 72. (Dec. a partir de 01 de julho de 2005. observando-se as normas específicas e adotando-se. § 2º Até 29 de maio de 2007. b) baixa definitiva. contados do prazo previsto para a mencionada renovação. mediante o atendimento das respectivas exigências previstas na legislação específica relativa ao mencionado CACEPE. quando o contribuinte do ICMS. 17. 17.746/2007) Art. 17.746/2007) II – a partir de 30 de maio de 2007. a respectiva baixa não será concedida. (Dec. situado neste Estado. quando o contribuinte estiver em débito com a Fazenda Estadual. 30. reativar suas atividades. nem tiver sido objeto de recadastramento. 74. 30.746/2007) III – não será permitida a utilização dos documentos fiscais impressos anteriormente à concessão da baixa de inscrição no CACEPE. com vigência a partir da data de protocolização do respectivo pedido. 28. 30. (Dec. (Dec. relativo à sua inscrição no CACEPE anterior à respectiva baixa.746/2007) I . adotar uma das seguintes providências: (Dec.pague o referido débito. nos demais casos. a critério da Secretaria da Fazenda.Art. até 29 de maio de 2007. há mais de 5 (cinco) anos. pela unidade fazendária responsável pela respectiva ação fiscal. quando o contribuinte não possua débito para com a Fazenda Estadual. (Dec. os seguintes tipos de baixa: (Dec. observar-se-á o seguinte: (Dec.916/94) a) tiver sido objeto de cancelamento. 30. 17.746/2007) II – o referido contribuinte deverá estar regular em relação à inscrição no CNPJ/MF. 30. sem a devida regularização. o disposto no art. se a respectiva inscrição: (Dec. 30. a concessão de baixa de inscrição no CACEPE a estabelecimento em débito para com a Fazenda Estadual somente ocorrerá se outro estabelecimento do mesmo titular.012/2005) a) baixa provisória. mediante portaria.012/2005) (Dec. nos termos do art. ainda. que. 75: (Dec. A baixa de inscrição no CACEPE poderá ocorrer: (Dec.746/2007) I . SEÇÃO III Da Baixa Art. 77. 30.atualizado até 30 junho 2011 .916/94) II – por solicitação do contribuinte ou responsável inscrito. ressalvado o disposto no § 2º.até 29 de maio de 2007. (Dec. observadas as normas previstas em portaria do titular da referida Secretaria. cuja baixa definitiva de inscrição no CACEPE tenha sido concedida. homologando-se a baixa provisória. A partir de 01 de setembro de 2007. 73. DECRETO 14.746/2007) I – ao mencionado contribuinte será atribuído o mesmo número seqüencial.746/2007) Parágrafo único.916/94) b) não tiver sido renovada até 5 anos. 30. 30.876/91 . sobre o prazo de validade das inscrições no CACEPE.

a partir de 01.atualizado até 30 junho 2011 . mediante portaria. instituirá documentos. bem como os procedimentos necessários à inscrição. quando esta for exigida. denominação ou razão social.08. na hipótese em que. § 3º Através de edital. 78. (Dec. alteração de dados e baixa dos contribuintes e responsáveis no CACEPE e à emissão de via de documento comprobatório de inscrição. 73. declarar-se-á o cancelamento da inscrição.2002) § 1º São nulos os atos praticados pelo sujeito passivo incurso nas hipóteses deste artigo.876/91 .2002. a responsabilidade pelo pagamento do referido débito e ofereça bens em garantia. não promova circulação de mercadoria ou prestação de serviço. § 4º O edital de que trata o parágrafo anterior mencionará a data a partir da qual os atos e documentos são declarados inidôneos. DECRETO 14.526/2002 – EFEITOS A PARTIR DE 01. III . SEÇÃO V Da Atualização Cadastral Art. assinado pelo comprador ou cessionário. civil e penalmente perante o Estado. 24. Na hipótese de transferência de propriedade do estabelecimento.08. por período igual ou superior a 06 (seis) meses consecutivos. § 3º Para fim do disposto no parágrafo anterior. consideram-se estabelecimentos do mesmo titular os que mantiverem o mesmo nome. Art. Aquele que requerer inscrição no CACEPE será responsável pela veracidade dos dados constantes do pedido e pela autenticidade dos documentos que informarem o correspondente preenchimento.alterar o seu endereço sem a prévia autorização da autoridade fazendária competente. A Secretaria da Fazenda. § 2º A nulidade dos atos a que se refere o parágrafo anterior opera-se a partir do momento da ocorrência da irregularidade determinante do cancelamento da inscrição.II . de alteração e de emissão de via de documento comprobatório da inscrição. de ofício.obtiver inscrição mediante informações inverídicas. 77. encerrar as atividades do estabelecimento. 79.incorrer em outras hipóteses previstas em portaria do Secretário da Fazenda. IV . quando o sujeito passivo: I . nos termos do art. mediante termo. A baixa de inscrição no CACEPE em desacordo com as normas desta Seção não terá validade nem produzirá efeitos. não tendo solicitado a suspensão dessas atividades ou a baixa da respectiva inscrição no CACEPE.assuma. § 1º O disposto no "caput" aplica-se também ao pedido de baixa. SEÇÃO IV Do Cancelamento Art. 76. II . II. administrativa. O cancelamento de inscrição no CACEPE dar-se-á. de revalidação. 75. Art. § 2º Aquele que usar dados inverídicos ou documentos adulterados responderá. Art. o pedido de baixa de inscrição no CACEPE somente será aceito mediante juntada de termo de responsabilidade por débito fiscal do alienante.

deverá manter livros e documentos fiscais próprios. 28. mediante portaria. entendida a autenticação como o ato praticado pela autoridade competente com o objetivo de declarar que a Nota Fiscal impressa.187/2005) II – qualquer alteração cadastral. § 1º Quando ocorrer qualquer das seguintes hipóteses. apondo-se carimbo relativo aos novos dados cadastrais ou.preencher e apresentar à repartição fazendária documentos de arrecadação estadual e de informações econômico-fiscais. 81. mediante portaria. fica facultado à Secretaria da Fazenda. 15. ou outros documentos. fatos ou serviços sujeitos às normas tributárias. filial. utilizando-se outra forma de identificação dos referidos dados: (Dec. § 2º Atendendo ao interesse da administração fazendária. O sujeito passivo fica obrigado a: I .187/2005) § 2º Na hipótese do inciso I do parágrafo anterior. seja matriz. § 1º A Secretaria da Fazenda. 28. podendo. Cada estabelecimento. fusão ou cisão. a partir de 01 de agosto de 2005. situações.08. sucursal. bem como o livro utilizado ou outro documento correspondem aos autorizados. b) registrar a prestação de serviços. depósito ou qualquer outro. opcionalmente. a emissão de documentos fiscais passíveis de transferir a terceiros crédito do imposto. o procedimento ali previsto somente será adotado por período não superior ao estabelecido em portaria do Secretário da Fazenda. vedar. desde que tal dispensa não implique em: I . agência. poderá dispensar. a autenticação de livros e documentos fiscais.possuir e escriturar livros fiscais destinados ao registro de operações. § 4º A Secretaria da Fazenda poderá exigir. 80.emitir Nota Fiscal para: a) acompanhar o trânsito da mercadoria. II . Art. editará normas relativas aos livros e documentos fiscais. os documentos e os livros fiscais existentes no estabelecimento do contribuinte poderão continuar a ser utilizados. a Secretaria da Fazenda. § 3º Na hipótese da dispensa referida no parágrafo anterior.187/2005 – ERRATA DOE 11. relativamente ao contribuinte beneficiário. incorporação. o sujeito passivo das obrigações referidas nos incisos do "caput".retardamento ou diferença a menor do pagamento do imposto devido. mediante portaria. (Dec.divergência entre as operações e prestações declaradas no livro ou documento fiscal e as efetivamente realizadas. bem como de fundações instituídas ou mantidas pelo Poder Público. c) servir de base para o respectivo lançamento nos livros fiscais.530/92) DECRETO 14. inclusive. através de portaria.876/91 . III .CAPÍTULO II Dos Livros e Documentos Fiscais SEÇÃO ÚNICA Das Disposições Comuns Art. 28. (Dec.2005) I – transferência de propriedade do estabelecimento. II . total ou parcialmente. (Dec. estabelecer a obrigatoriedade de fornecimento de informações relativas ao imposto por parte de órgãos e entidades da administração direta e indireta.atualizado até 30 junho 2011 .

Cupom Fiscal emitido por Equipamento Emissor de Cupom Fiscal . (Dec.530/92) VIII . Parágrafo único. na hipótese de Autorização para Impressão de Documentos Fiscais . (Dec. (Dec. modelo 2. ou Nota Fiscal de Venda a Consumidor.597/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. 15. 15. mediante portaria.modelo 9. 83. ou.530/92) IX .Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica . (Dec. Art. (Dec. (Dec. Nota Fiscal Simplificada.paralelamente ao processo escolhido.Nota Fiscal de Entrada . os seguintes documentos fiscais: (Dec. Feita a opção por um dos processos previstos no "caput".530/92) X . estabelecerá as condições para a emissão de documentos fiscais e escrituração de livros fiscais por processo mecânico. 20.Nota Fiscal/Conta de Fornecimento d'Água.Nota Fiscal de Produtor .modelo 4. II .530/92) VII .Nota Fiscal .2003) I . para serem exibidos à autoridade fiscal. eletrônico ou qualquer outro não manuscrito. 18. (Dec. 15. Serão emitidos. II . 15.atualizado até 30 junho 2011 . modelo 2A.09. até que ocorra a prescrição dos créditos tributários decorrentes das operações e prestações a que se referem. exceto no caso do manuscrito. (Dec.no impedimento de utilização do processo escolhido.294/94) IV . em casos especiais. salvo quando se impuser a sua apresentação judicial ou para exame fiscal. 15.modelo 3. o contribuinte poderá emitir Nota Fiscal por qualquer outro dos mencionados processos nas seguintes hipóteses: I . Constituem instrumentos auxiliares dos livros e documentos fiscais os livros contábeis em geral ou quaisquer outros livros ou documentos exigidos pelos Poderes Públicos e outros papéis. 15. CAPÍTULO III Do Documento Fiscal Relativo à Operação e à Prestação SEÇÃO I Das Disposições Comuns SUBSEÇÃO I Das Disposições Gerais Art.ECF.Nota Fiscal Avulsa. Art.Art.modelo 8. A Secretaria da Fazenda.modelo 1 e 1-A. (Dec. 82. 26.modelo 10.530/92) DECRETO 14.113/96) III .Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas . Parágrafo único. ainda que pertençam a terceiros. de acordo com a operação ou prestação realizada. (Dec.Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas . 16. Os livros e documentos fiscais serão conservados no próprio estabelecimento.modelo 7. 84.818/93) VI .876/91 . nos termos do disposto em portaria do Secretário da Fazenda. até 31 de março de 1995. 85. 19.Nota Fiscal de Serviço de Transporte .530/92) XI .AIDF emitida até 28 de fevereiro de 1998.modelo 6.344/98) V .Conhecimento Aéreo . até 31 de maio de 1996. a critério da Secretaria da Fazenda. A Secretaria da Fazenda poderá autorizar que os livros e documentos fiscais sejam mantidos em local diferente do respectivo estabelecimento.

no final do dia. XVI . Nota Fiscal Eletrônica . XXV . desde que acompanhado do passaporte de identificação fornecido pela Confederação Brasileira de Hipismo .Nota Fiscal de Serviço de Comunicação . em casos especiais.nome.Documento de Excesso de Bagagem .NF-e (Ajuste SINIEF 07/2005). XXI .modelo 25. XXIII . o fornecedor ou vendedor deverá. XXII . XVIII . (Dec.597/2004 – EFEITOS A PARTIR DE 01. art.modelo 20.Nota Fiscal Resumo. raça. pelagem.modelo 23. XIX . II .quando se tratar de produtos e serviços imunes de tributação.Despacho de Transporte . emitir documento fiscal englobando as respectivas saídas.09.CBH e do documento de arrecadação. mencionando como destinatário: "Diversos-Decreto nº 14.modelo 11. 31.CBH. XXVI . (Dec. XVII .Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas . sexo e resenha gráfica do animal.modelo 19. § 4º Na hipótese do § 1º. § 2º Fica dispensada a emissão de Nota Fiscal no trânsito de eqüino com destino a concurso hípico. III .modelo 15.612/2008) § 1º A emissão da Nota Fiscal poderá ser dispensada.número de registro na Confederação Brasileira de Hipismo .2007). § 3º O passaporte de que trata o parágrafo anterior deverá conter. nas seguintes hipóteses: I . XV . até 31 de maio de 1996.862/2007) (22) XXVIII – Conhecimento de Transporte Multimodal de Cargas – modelo 26 (a partir de 01 de setembro de 2003 .modelo 13. as seguintes indicações: I . III".Bilhete de Passagem Rodoviária . (Dec.quando.nome.Autorização de Carregamento e Transporte .atualizado até 30 junho 2011 .530/92) XX .2003) XXIX – a partir de 01 de abril de 2008. III .ACR Ajuste SINIEF 06/2003).Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações . (Dec.Resumo de Movimento Diário . endereço e assinatura do proprietário. (Dec.Ordem de Coleta de Cargas .Manifesto de Carga .modelo 17.modelo 21.no fornecimento ou venda de até 200 (duzentas) fichas telefônicas por pessoa adquirente.modelo 22. 15. II .Nota Fiscal Provisória.876 de 12 de março de 1991. XIII . 30. na hipótese de ter havido ocorrência do fato gerador do imposto.876/91 . identidade.modelo 14. DECRETO 14.Bilhete de Passagem Ferroviária . 19.Bilhete de Passagem Aquaviária . a critério da Secretaria da Fazenda. além de autenticação da repartição fazendária da jurisdição do proprietário do animal.modelo 18. 85. 26. XXIV . § 1º.XII .09.113/96) XXVII – Nota Fiscal de Correção (até 30. XIV .modelo 16. data de nascimento. se referir a operações realizadas por estabelecimento não contribuinte do IPI.Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem .

§ 5º Relativamente aos documentos referidos neste artigo, é permitido, observado o disposto no § 28: (Dec. 18.294/94) I - o acréscimo de indicações necessárias ao controle de outros tributos federais e municipais, desde que atendidas as normas da legislação de cada tributo; II - o acréscimo de indicações de interesse do emitente, desde que não lhes prejudiquem a clareza; III - quanto ao controle do IPI: (Dec. 18.294/94) a) até 31 de março de 1995, a supressão das colunas referentes ao controle do IPI, no caso de utilização de documentos em operações não sujeitas a esse tributo; (Dec. 18.294/94) b) a partir de 01 de abril de 1995, a supressão dos campos referentes ao controle do IPI, no caso de utilização de documentos em operações não sujeitas a esse tributo, exceto o destinado à indicação prevista no artigo 119, II, "e", 9, hipótese em que não será preenchido; (Dec. 18.294/94) IV - a sua utilização em qualquer dimensão, desde que não lhes prejudique a clareza, contenha todos os elementos exigidos na legislação específica para cada tipo e as indicações neles contidas sejam legíveis. § 6º Fica dispensada a autenticação de Nota Fiscal, salvo na hipótese em que a Secretaria da Fazenda, através de portaria, assim exigir. § 7º Para o fim do disposto neste Decreto, considera-se: I - documento fiscal - qualquer documento instituído ou admitido pela legislação tributária para produzir efeitos fiscais, inclusive o selo fiscal; (Dec. 19.555/97 – EFEITOS A PARTIR DE 01.03.97) II - Nota Fiscal - qualquer documento instituído ou permitido pela legislação tributária para registrar operações ou prestações ou para lançamento nos livros fiscais. § 8º São de responsabilidade do sujeito passivo as informações por ele prestadas e constantes de documentos fiscais emitidos pela repartição fazendária. § 9º O contribuinte poderá adotar Nota Fiscal com modelo diverso do oficial, desde que atendidas as exigências específicas de cada documento, exceto, a partir de 01 de abril de 1995, relativamente aos modelos 1 e 1-A. (Dec. 18.294/94) § 10. Na hipótese do parágrafo anterior, observar-se-á: I - o contribuinte apresentará requerimento de aprovação do modelo que pretenda adotar, este em 02 (duas) vias, com as seguintes destinações: a) 1ª via - contribuinte; b) 2ª via - repartição fazendária; II - a Secretaria da Fazenda, se for o caso, deverá apor o visto de aprovação nas 02 (duas) vias de que trata o inciso anterior; III - o contribuinte deverá receber na repartição fazendária a 1ª via do modelo proposto, que terá a indicação "APROVADO" ou "NÃO APROVADO", devendo a 2ª via desse modelo ficar arquivada à disposição do Fisco estadual. § 11. Fica facultado ao contribuinte adotar modelo único de Nota Fiscal para os seus estabelecimentos, independentemente da natureza destes. § 12. A Nota Fiscal prevista no parágrafo anterior deverá conter as indicações necessárias ao atendimento das obrigações fiscais de todos os estabelecimentos que pretendam ser usuários do modelo único de Nota Fiscal nos termos deste artigo.

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§ 13. Na hipótese de mudança de endereço do estabelecimento, dentro do mesmo Município, fica dispensada a emissão de Nota Fiscal, mediante prévia autorização da repartição fazendária de sua jurisdição. § 14. No caso de alienação de estabelecimento, cisão, fusão, incorporação e qualquer hipótese de sucessão, ocorrendo ou não a circulação física do estoque de mercadorias ou dos bens do ativo fixo e materiais de uso ou consumo, serão observadas as seguintes normas, quando a operação for interna: (Dec. 15.530/92) I - poderá ser emitida uma única Nota Fiscal: (Dec. 15.530/92) a) relativamente ao estoque de mercadorias, desde que estas estejam lançadas no Registro de Inventário e o documento fiscal indique: (Dec. 15.530/92) 1. o número das folhas do Registro de Inventário onde constem as mercadorias, em substituição à discriminação destas no documento fiscal; (Dec. 15.530/92) 2. o valor total da operação e do respectivo ICMS, se for o caso; (Dec. 15.530/92) 3. a observação: “Nota Fiscal extraída nos termos do art. 85, § 14, do Decreto nº 14.876, de 12 de março de 1991, sendo parte integrante e inseparável desta as cópias das folhas nº_____ a nº _____ do Registro de Inventário nº ______, autenticadas pela repartição fazendária”; (Dec.
15.530/92)

b) relativamente aos bens do ativo fixo e materiais de uso ou consumo, desde que: (Dec. 15.530/92) 1. os bens e materiais constem de relação protocolizada na repartição fazendária do domicílio do contribuinte, indicando-se na referida relação os respectivos valores e ICMS, se for o caso, devendo ser visada, em todas as suas folhas, pela mencionada repartição fazendária; (Dec.
15.530/92)

2. do documento fiscal conste, em substituição à discriminação dos bens e/ou materiais, o valor total da operação e respectivo ICMS, se for o caso, e a observação: "Nota Fiscal extraída nos termos do art. 85, § 14, do Decreto nº 14.876, de 12 de março de 1991, sendo parte integrante e inseparável desta as cópias das folhas nº____ a nº_____ da relação protocolizada sob o nº ____, autenticadas pela repartição fazendária”; (Dec. 15.530/92) II - no caso de mercadorias ou bens e materiais com situações tributárias diversas, observar-se-á o disposto no art. 92 e, em relação a cada Nota Fiscal, as normas das alíneas "a" ou "b" do inciso anterior, conforme a hipótese. (Dec. 15.530/92) § 15. Relativamente à inutilização de documentos fiscais: (Dec. 35.703/2010) I – até 30 de setembro de 2010, quando o contribuinte substituir, nos termos da legislação vigente, a Nota Fiscal que adota por outra de aspecto diverso na forma ou no conteúdo, deverá apresentar à repartição fazendária de seu domicílio, para inutilização, as unidades não usadas;
(Dec. 35.703/2010)

II – a partir de 1º de outubro de 2010, quando for vedada a utilização pelo contribuinte de documento fiscal anteriormente autorizado, devem ser inutilizadas as unidades remanescentes, até o último dia do mês subseqüente àquele em que produza efeitos a norma relativa à mencionada vedação (Dec. 35.703/2010) § 16. A Secretaria da Fazenda poderá autorizar a utilização das unidades mencionadas no parágrafo anterior. § 17. Os campos para as indicações exigidas para os documentos fiscais, que não sejam de uso necessário para o contribuinte, poderão ser dispensados, a critério da Secretaria da Fazenda, exceto, a partir de 01 de abril de 1995, em relação aos modelos 1 e 1-A. (Dec. 18.294/94)

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§ 18. Os documentos fiscais emitidos neste Estado deverão conter, em espaço anterior ao destinado ao destaque do imposto, e, no período de 01 de abril de 1995 a 31 de março de 1997, em relação aos modelos 1 e 1-A, no campo previsto no art. 119, II, “g”, 2, a seguinte legenda: (Dec.
19.651/97)

I - quando o imposto for relativo à energia elétrica, à água e aos serviços de comunicação telefônica: “No valor da conta, você está pagando __% de ICMS”; II - quando o imposto for relativo a serviço de transporte: “No valor do serviço, você está pagando __% de ICMS”; III - quando o imposto for relativo a quaisquer outras mercadorias: “No valor da mercadoria, você está pagando __% de ICMS”. § 19. Relativamente ao disposto no parágrafo anterior, será observado o seguinte:
EFEITOS A PARTIR DE 01.03.97) (Dec. 19.555/97 –

I - até 31 de março de 1997, na hipótese de cupom fiscal que contenha no verso a identificação do emitente ou mensagem promocional deste, a legenda ali referida deverá ser impressa tipograficamente no verso; (Dec. 19.651/97) II - a partir de 01 de abril de 1997, no campo mencionado no art. 119, II, “g”, 2, nos casos previstos na legislação específica, será aposto o selo fiscal destinado à autenticação da Nota Fiscal, modelos 1 e 1-A, conforme previsto no §17 do art. 119. (Dec. 19.651/97) § 20. Para efeito do disposto no § 18, deverão ser observadas as seguintes normas para a impressão da legenda: (Dec. 15.530/92) I - Nota Fiscal - modelos 1 e 1-A, quando emitida: (Dec. 18.294/94) a) por processo manuscrito ou datilográfico, em tipo de corpo 12, caixa alta; (Dec. 18.294/94) b) por processamento de dados, em maiúsculas; (Dec. 18.294/94) II - Nota Fiscal - modelo 2: tipo de corpo 10, negrito, caixa alta; (Dec. 18.294/94) III - até 31 de março de 1995, Nota Fiscal - modelo 2-A: tipo de corpo 10, negrito, caixa alta;
18.294/94) (Dec.

IV - na hipótese do § 19: legenda inserta no verso da fita, em 3 (três) linhas do mesmo tamanho, ocupando toda a extensão do documento em sentido vertical. (Dec. 15.530/92) § 21. Ficam estabelecidos os seguintes prazos de validade da Nota Fiscal, inclusive o documento relativo ao transporte, enquanto acobertando mercadoria em trânsito: (Dec. 16.553/93) I - de até 5 (cinco) dias, quando o destinatário localizar-se no mesmo Município do estabelecimento do emitente; (Dec. 16.645/93) II - na hipótese de operações realizadas fora do estabelecimento, nos termos dos artigos 670 a 673: (Dec. 16.553/93) a) de até 30 (trinta) dias, quando o próprio veículo que se abasteça no estabelecimento remetente realize a entrega da mercadoria ao adquirente; (Dec. 16.553/93) b) quando for utilizado veículo-matriz abastecedor ou distribuidor, assim entendido aquele que se abasteça no estabelecimento remetente ou seja abastecido por outro veículo para fazer a distribuição da mercadoria com os veículos que efetuarão a respectiva entrega ao adquirente, será observado o seguinte: (Dec. 16.553/93) 1. se o abastecimento do veículo-matriz abastecedor ou distribuidor for efetuado por outro veículo, o prazo será o dos incisos I, II, ou IV, conforme a hipótese; (Dec. 16.553/93)

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2. se o abastecimento do veículo-matriz abastecedor ou distribuidor for efetuado por ele próprio, não há contagem de prazo para a validade da Nota Fiscal, como não há em relação às demais que se encontrem em poder do mencionado veículo-matriz, considerando-se este, para os efeitos desta norma, como se estabelecimento fosse; (Dec. 16.553/93) III – nas aquisições efetuadas em outra Unidade da Federação: (Dec. 28.768/2005) a) até 31 de dezembro de 2005: de até 30 (trinta) dias; (Dec. 28.768/2005) b) a partir de 01 de janeiro 2006: de até 15 (quinze) dias; (Dec. 28.768/2005) IV - de até 15 (quinze) dias, nas demais hipóteses. (Dec. 16.645/93) § 22. Relativamente à contagem dos prazos previstos no § 21, serão observadas as normas que se seguem: (Dec. 28.768/2005) I – quando o emitente do documento fiscal localizar-se neste Estado, o prazo será contado a partir do primeiro dia útil subseqüente àquele em que tenha ocorrido a saída da mercadoria ou a prestação do serviço ou, na falta deste dado, a partir da data da emissão do documento; (Dec.
30.848/2007)

II – quando o emitente do documento fiscal localizar-se em outra Unidade da Federação, o termo inicial de contagem do mencionado prazo será aquele respectivamente indicado: (Dec. 28.768/2005) a) até 31 de dezembro de 2005: a data da emissão da correspondente Nota Fiscal;
28.768/2005) (Dec.

b) a partir de 01 de janeiro de 2006: o 1º (primeiro) dia útil subseqüente àquele em que tenha ocorrido a entrada da mercadoria no Estado, devidamente registrada no respectivo documento fiscal, na passagem pelo primeiro posto fiscal de fronteira, ou, na falta do mencionado registro, a data da saída da mercadoria ou da prestação do serviço constante do referido documento fiscal, ou, na falta deste dado ou quando ele estiver rasurado ou ilegível, a data da emissão do respectivo documento fiscal. (Dec. 28.768/2005) III - a partir de 01 de março de 2006, quando o documento fiscal acobertar mercadoria que tenha sido retida para averiguação, por autoridade fazendária, a contagem dos mencionados prazos ficará suspensa, iniciando-se ou retomando-se tal contagem, conforme a hipótese, a partir da data da liberação da referida mercadoria e considerando-se, se for o caso, o tempo decorrido antes da respectiva retenção. (Dec. 28.944/2006) § 23. Os prazos previstos no parágrafo 21 não se aplicam a documento fiscal que se refira a mercadoria cuja identificação ocorra considerando-se cumulativamente marca, modelo, tipo e número de série de fabricação. (Dec. 16.553/93) § 24. A Secretaria da Fazenda por meio do Departamento da Fiscalização Tributária - DFT, na região metropolitana, e das Superintendências da Receita, no interior, a depender da jurisdição do contribuinte, poderá prorrogar ou revalidar os prazos previstos no § 21, de forma genérica ou específica, em pedido do interessado, observando-se: (Dec. 16.553/93) I - deverá ser levada em consideração a ocorrência de fatos imprevisíveis, bem como a distância a ser percorrida, as condições do transporte e a natureza da operação; (Dec. 16.553/93) II - o contribuinte ou transportador deverá portar cópia do despacho concessório, para eventual exibição ao Fisco. (Dec. 16.553/93) § 25. Caso seja constatada pela autoridade fazendária a utilização de documento fiscal com prazo de validade vencido, deverá ser lavrado, de ofício, o competente procedimento administrativotributário, aplicando-se a penalidade prevista no inciso XXIII do art. 745, caso a infração não seja passível de enquadramento no inciso XXV do mesmo artigo. (Dec. 16.553/93)

DECRETO 14.876/91 - atualizado até 30 junho 2011

§ 26. Fica instituído o Documento Fiscal Avulso, modelo 5, que será utilizado para emissão, pela Secretaria da Fazenda: (Dec. 16.818/93) I - da Nota Fiscal Avulsa, de que trata o inciso V do "caput" deste artigo; (Dec. 16.818/93) II - dos documentos previstos nos incisos IV, IX, X e XI do "caput" deste artigo, quando emitidos na forma do artigo 108, observando-se: (Dec. 16.818/93) a) a natureza do Documento Fiscal Avulso será determinada por um código a ser indicado em campo específico do referido documento: (Dec. 16.818/93) 1. - 1 ..... Nota Fiscal Avulsa; (Dec. 16.818/93) 2. - 2 ..... Nota Fiscal de Produtor; (Dec. 16.818/93) 3. - 3 ..... Conhecimento de Transporte Rodoviário; (Dec. 16.818/93) 4. - 4 ..... Conhecimento de Transporte Aeroviário; (Dec. 16.818/93) 5. - 5 ..... Conhecimento de Transporte Aquaviário; (Dec. 16.818/93) b) o Documento Fiscal Avulso será emitido em 5 (cinco) vias com as seguintes destinações: (Dec.
16.818/93)

1. - 1ª via: destinatário; (Dec. 16.818/93) 2. - 2ª via: repartição fiscal; (Dec. 16.818/93) 3. - 3ª via: remetente/transportador; (Dec. 16.818/93) 4. - 4ª via: Estado destinatário; (Dec. 16.818/93) 5. - 5ª Via: Estado de origem / Repartição Fazendária emitente; (Dec. 16.818/93) c) do formulário (modelo 5) do Documento Fiscal Avulso fará parte o DAE referente à arrecadação decorrente da emissão daquele documento; (Dec. 16.818/93) d) o DAE referido no inciso anterior será anulado quando da emissão do Documento Fiscal Avulso não resultar pagamento do tributo; (Dec. 16.818/93) e) os prazos de validade do Documento Fiscal Avulso serão os mesmos estabelecidos para a validade da Nota Fiscal, previstos no § 21 deste artigo. (Dec. 16.818/93) § 27. Relativamente à Nota Fiscal Avulsa e ao Documento Fiscal Avulso: (Dec. 20.344/98) I - no período de 01 de agosto de 1993 a 31 de janeiro de 1998, o modelo 5, formulário de Nota Fiscal Avulsa, fica substituído pelo modelo 5, formulário de Documento Fiscal Avulso, nos termos de modelo específico (Decreto nº 16.818, de 30.07.93); (Dec. 20.344/98) II - a partir de 01 de fevereiro de 1998, o formulário de Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A será utilizado para emissão dos documentos previstos no parágrafo anterior, observado o disposto no § 19 do art. 119; (Dec. 20.344/98) § 28. A partir de 01 de abril de 1995, o