Você está na página 1de 122
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

Sumário

INTRODUÇÃO

5

CAPÍTULO I - CONCEITOS BÁSICOS DE COMBUSTÃO

7

I.1- Combustíveis e Comburente

7

I.2 – Reações de Combustão

8

I.3 – Cálculo do Ar Necessário à Combustão

8

I.4 - Poder Calorífico Superior e Poder Calorífico Inferior

9

I.5 – Calor Sensível e Calor Latente

10

CAPÍTULO II - CALDEIRAS - CONSIDERAÇÕES GERAIS

12

II.1 – Tipos de Caldeiras – Características e Empregos

12

a) Caldeiras de Tubos de Fogo (Flamotubulares ou Fogotubulares)

12

b) Caldeiras Aquotubulares (Tubos de Água)

14

1) Caldeiras Aquotubulares de tubos retos

15

2) Caldeiras Aquotubulares de tubos curvos

16

3) Caldeiras Aquotubulares de circulação positiva

16

II.2 – Partes de uma Caldeira – Componentes Principais

17

II.3 - Fornalhas e Queimadores

19

1 - Fornalhas que queimam sob suporte

19

2 - Fornalhas que queimam em suspensão

20

2.2 - Ar de Combustão

21

2.3 - Queimadores

23

II.4 - Caldeiras para Energia

29

II.5 - Acessórios e Instrumentos de Caldeiras

31

II.5.1 - Dispositivos de Alimentação

31

II.5.2 - Visor de Nível

32

II.5.3 - Indicadores de Pressão

33

II.5.4

-

Válvulas

33

II.5.5

-

Válvulas

solenóides

33

- II.5.7 - Detetor de chama

II.5.6

Pressostatos

34

35

II.6 - Controle de Tiragem

36

CAPÍTULO III - OPERAÇÃO DE CALDEIRAS

38

III.1 - Partida do Equipamento

38

III.2 - Operação de Rotina

39

38 III.1 - Partida do Equipamento 38 III.2 - Operação de Rotina 39 eng.joseluiz@globo.com Página 1
38 III.1 - Partida do Equipamento 38 III.2 - Operação de Rotina 39 eng.joseluiz@globo.com Página 1
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

III.3 - Regulagem e Controles

40

III.3.1 - Regulagem e Controle de Nível de Água

40

III.3.2 - Regulagem e Controle de Pressão

45

III.4 - Anomalias mais comuns durante a Operação

45

1 - Volta da Chama

45

2 - Furo em Tubos

46

3 - Baixo Nível

46

CAPÍTULO IV - PREVENÇÃO CONTRA EXPLOSÃO E OUTROS RISCOS

48

IV.1 - Riscos de Acidentes - Segurança e proteção da caldeira

49

IV.2 - Explosões de Fornalhas

49

IV.3 – Análise de Riscos

51

CAPÍTULO V - TRATAMENTO DE ÁGUA PARA CALDEIRAS

61

V.1 - Água de Alimentação - Problemas e Controle

61

V.2 - Problemas Provocados pela Água de Alimentação

62

V.3 - Controle de Incrustações e Corrosão

62

V.3.1 - Tratamento Externo

64

 

a) Clarificação

64

b) Troca Iônica

64

c)

Desaeração

65

V.3.2 - Tratamento Interno

65

 

1

- Redutor de Dureza

66

2

-

Álcali

68

3 - Redutor de Oxigênio

68

4 - Neutralizantes do Vapor

69

V.4 - Limpeza dos Sistemas de Geração de Vapor

70

Limpeza de Caldeiras

70

 

Limpeza

Manual

71

Limpeza

Mecânica

71

Limpeza

Química

71

Limpeza Química de Caldeiras Novas ou Reformadas

1

Tubulação

72

V.5 – Hibernação / Proteção nas paradas

72

CAPÍTULO VI - MANUTENÇÃO DE CALDEIRAS

74

VI.1 – Inspeção e Manutenção Preventiva -

74

74

2 -

Alvenaria

74

3 -

Queimador

74

4 - Ventilador

75

74 74 2 - Alvenaria 74 3 - Queimador 74 4 - Ventilador 75 eng.joseluiz@globo.com Página
74 74 2 - Alvenaria 74 3 - Queimador 74 4 - Ventilador 75 eng.joseluiz@globo.com Página
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

5 -

Bombas

75

6 -

Instrumentação

75

7 -

Válvulas

75

8 Chaves Magnéticas/Motores

-

75

9 - Válvulas

de Segurança

75

VI.2 - CARTA DE AVARIAS

76

1 - Falha na ignição

76

2 - Falha na chama

76

3 - O queimador faz fumaça ou funciona pulsativamente

76

4 - A bomba de óleo não debita

77

5 - O ventilador não debita

77

6 - A bomba de alimentação não debita

77

BIBLIOGRAFIA

 

78

LIVROS

78

MANUAIS

78

ANEXOS

79

ANEXO 1

80

LIMITES A SEREM OBEDECIDOS PARA A ÁGUA NO INTERIOR DA CALDEIRA

80

ANEXO 2

 

81

LEGISLAÇÃO DE SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO

81

ANEXO 3

 

82

NORMA REGULAMENTADORA N o 13 (NR-13)

82

CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO

82

ANEXO I-A

 

99

CURRÍCULO MÍNIMO PARA “TREINAMENTO DE SEGURANÇA NA OPERAÇÃO DE

CALDEIRAS”

99

ANEXO I-B

.101

CURRÍCULO MÍNIMO PARA “TREINAMENTO DE SEGURANÇA NA OPERAÇÃO DE

UNIDADES DE PROCESSO”

101

ANEXO II

103

REQUISITOS PARA CERTIFICAÇÃO DE “SERVIÇO PRÓPRIO DE INSPEÇÃO DE

EQUIPAMENTOS”

103

ANEXO III

104

ANEXO IV

105

CLASSIFICAÇÃO DE VASOS DE PRESSÃO

105

ANEXO 4

107

RENDIMENTO DA COMBUSTÃO

109

DE VASOS DE PRESSÃO 105 ANEXO 4 107 RENDIMENTO DA COMBUSTÃO 109 eng.joseluiz@globo.com Página 3
DE VASOS DE PRESSÃO 105 ANEXO 4 107 RENDIMENTO DA COMBUSTÃO 109 eng.joseluiz@globo.com Página 3
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

TABELA DE VAPOR SATURADO

110

TABELA DE VAPOR SATURADO

111

TABELA DE VISCOSIDADE DO ÓLEO COMBUSTÍVEL RESIDUAL

112

VERSUS TEMPERATURA DE AQUECIMENTO

112

CARACTERIZAÇÃO DE ÓLEO – A1

113

INFORMAÇÕES SOBRE ÓLEO COMBUSTÍVEL TIPO A2

114

CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DO GN DE CAMPOS

115

CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DO GN DISTRIBUÍDO PELA CEG

116

VÁLVULA DE SEGURANÇA

117

PORTARIA ANP N.º 90 (29/04/99)

119

ÓLEOS COMBUSTÍVEIS

119

QUADRO DE ESPECIFICAÇÕES

119

Resolução CNP N°03/86 (PONTO DE FLUIDEZ SUPERIOR)

120

ARMAZENAGEM E MANUSEIO DE ÓLEOS COMBUSTÍVEIS:

121

TABELA DE TRANSFORMAÇÃO DE CONDUTIVIDADE PARA SÓLIDOS DISSOLVIDOS

122

121 TABELA DE TRANSFORMAÇÃO DE CONDUTIVIDADE PARA SÓLIDOS DISSOLVIDOS 122 eng.joseluiz@globo.com Página 4
121 TABELA DE TRANSFORMAÇÃO DE CONDUTIVIDADE PARA SÓLIDOS DISSOLVIDOS 122 eng.joseluiz@globo.com Página 4
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

INTRODUÇÃO

A Portaria n o 23 de 27/12/94, que alterou a norma regulamentadora n o 13 da Portaria n o 3214, de 08/06/78, estabelece a obrigatoriedade do Treinamento de Segurança para Operadores de Caldeiras e Estágio Supervisionado. Estão isentos dessa obrigatoriedade os Operadores que, comprovadamente através de Carteira Profissional, tiverem mais de 3 anos de experiência nessa atividade e aqueles já possuidores de certificados de Treinamento conforme a Portaria 02 de

08/05/84.

Consideramos que a participação de profissionais já experientes, nesses cursos de treinamento, é conveniente em função da oportunidade de reciclagem de conhecimentos, pois pelos riscos envolvidos, a operação de caldeiras exige do operador o máximo de qualificação e atualização.

Esta publicação aborda o assunto de forma generalizada, incluindo os tópicos exigidos pela NR-13, além de focalizar outros aspectos que são importantes para a qualificação do Operador de Caldeiras.

outros aspectos que são importantes para a qualificação do Operador de Caldeiras. eng.joseluiz@globo.com Página 5
outros aspectos que são importantes para a qualificação do Operador de Caldeiras. eng.joseluiz@globo.com Página 5
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

CAPÍTULO I

CONCEITOS BÁSICOS DE COMBUSTÃO

CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO CAPÍTULO I CONCEITOS BÁSICOS DE COMBUSTÃO eng.joseluiz@globo.com Página 6
CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO CAPÍTULO I CONCEITOS BÁSICOS DE COMBUSTÃO eng.joseluiz@globo.com Página 6
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

CAPÍTULO I - CONCEITOS BÁSICOS DE COMBUSTÃO

I.1- Combustíveis e Comburente

Breve histórico:

No Brasil, até o ano de 1919, o único combustível industrial era a lenha. Aliás a lenha não só era utilizada industrialmente, mas seu uso também era total em locomotivas e navegação.

Em seguida surgiram o carvão mineral, os óleos vegetais, o betume e finalmente o petróleo e seus derivados. Durante muito tempo o carvão teve preponderância como combustível industrial.

Somente em 1926 é que teve início o consumo de óleo combustível em indústrias e em centrais termoelétricas. Em 1940, já tínhamos muitas indústrias adaptadas para o uso de óleo combustível, sendo que a maioria voltou a consumir lenha no período da 2 a Guerra Mundial.

Atualmente, a grande maioria das indústrias, centrais elétricas e estradas de ferro utilizam os derivados de petróleo como fonte de energia calorífica, principalmente os óleos combustíveis e o gás natural.

Classificação dos Combustíveis:

- Sólidos

- Líquidos

- Gasosos

Sólidos: Madeira, turfa, linhita, antracito, hulha, carvão vegetal, coque de carvão, coque de petróleo, etc

Líquidos: Petróleo, óleo de xisto, alcatrão, álcool e óleos vegetais.

Gasosos: Metano, hidrogênio, gás liquefeito de petróleo, gás de coqueria (siderúrgica), gasogênio, biogás, gás natural, etc

Sabemos que a combustão é a reação química entre duas substâncias:

Combustível e Comburente com produção de calor e luz.

O Combustível é a substância que queima e contém em sua composição principalmente dois elementos: carbono e hidrogênio.

e contém em sua composição principalmente dois elementos: carbono e hidrogênio. eng.joseluiz@globo.com Página 7
e contém em sua composição principalmente dois elementos: carbono e hidrogênio. eng.joseluiz@globo.com Página 7
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

O Comburente é o elemento que entra na reação de combustão como fonte

de oxigênio.

A fonte usual de oxigênio é o ar atmosférico, onde o oxigênio está contido

na proporção de 23% em peso e 21%em volume, o restante é praticamente constituído de nitrogênio.

I.2 – Reações de Combustão

C + O 2 CO 2 + 32.761 Kj/Kg de carbono

(8.100 Kcal/Kg)

2

C + O 2 2 CO + 9.205 Kj/Kg de carbono (2.407 Kcal/Kg)

2

H 2 + O 2 2 H 2 O (l) + 141.796 Kj/Kg de hidrogênio (34.100 Kcal/Kg)

2 H 2 + O 2 2 H 2 O (V) + 120.876 Kj/Kg de hidrogênio (28.890 Kcal/Kg) S + O2 SO 2 + 9.247 Kj/Kg de enxôfre (2.200 Kcal/Kg)

Observa-se, pelas reações anteriores, que deve-se sempre orientar a queima no sentido de se obter o CO 2 pois tem-se assim uma maior liberação de calor. Na prática, queimam-se combustíveis que não se compõem apenas de

Carbono (C), mas também de hidrogênio (H 2 ) e enxofre (S), conforme visto nas reações acima.

A combustão é completa quando todos os elementos combustíveis contidos

no combustível em questão (C, H 2 , S, etc), combinam-se com o oxigênio do ar, fornecendo os produtos finais correspondentes.

I.3 – Cálculo do Ar Necessário à Combustão

Como foi visto, a combustão é completa quando a quantidade de ar é necessária e suficiente para oxidar os elementos constituintes do combustível utilizado.

Havendo combustão incompleta teremos fuligem, aldeído e monóxido de carbono, além de não ocorrer a liberação total do calor do combustível.

A quantidade de ar teórica necessária à combustão pode ser calculada pela

seguinte fórmula:

Kg ar/ kg de combustivel = 11,5 (% C) + 34,7 (% H 2 ) + 4,3 (% S)

Os percentuais de carbono e hidrogênio no combustível são calculados aproximadamente por:

% P/P Carbono = 100 - (% H 2 + S + H 2 O + cinzas) % P/P Hidrogênio = 26 - (15 x densidade)

Os percentuais de água, cinzas e enxofre são obtidos em laboratório.

x densidade) Os percentuais de água, cinzas e enxofre são obtidos em laboratório. eng.joseluiz@globo.com Página 8
x densidade) Os percentuais de água, cinzas e enxofre são obtidos em laboratório. eng.joseluiz@globo.com Página 8
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

Exemplificando, podemos considerar a queima de um óleo combustível tipo A, com a seguinte composição média: C = 84%, H 2 = 11%, S = 4% e água = 1%.

Para queimar 1 Kg desse óleo, necessitamos:

84/100

x

11,5 = 9,66

11/100 x

34,7 = 3,81

4/100

x

4,3 = 0,17

Dessa forma, teremos: 9,66 + 3,81 + 0,17 = 13,6 Kg de ar/Kg de óleo A

Considerando que o ar possui 23% P/P do oxigênio, então teremos:

0,23 x 13,6 3,1 Kg O 2 /Kg de óleo tipo A

Na prática, trabalha-se com excesso de ar para garantir-se a queima completa do combustível e a mínima concentração de CO (monóxido de carbono)

O excesso de ar varia em função do combustível utilizado. São aceitáveis de 15% a 30% para óleos e de 10% a 15% para gases.

 

ANÁLISE TÍPICA PARA ÓLEO E GÁS NATURAL

 
 

ÓLEO

GÁS

ÓLEO

 

GÁS

 

(ESTEQUIOMÉTRICO)

 

(C/ EXCESSO DE AR)

% CO 2

15

11

 

13

 

10

% CO

---

---

0,01

- 0,05

0,01

- 0,05

% O 2

   

2

-

3

2

-

3

I.4 - Poder Calorífico Superior e Poder Calorífico Inferior de um Combustível

Como foi visto no capítulo inicial, as reações químicas da combustão liberam calor, estas reações são denominadas exotérmicas. O calor assim gerado é que constitui o calor da combustão e que pode ser aproveitado das mais diversas maneiras. Assim, cada combustível ao ser queimado é capaz de liberar uma determinada quantidade de calor. Essas quantidades de calor são medidas em aparelhos chamados calorímetros e são específicas para cada combustível. Assim, a quantidade de calor liberada constitui uma das mais importantes características do combustível e é denominada poder calorífico.

Define-se poder calorífico como a quantidade de calor produzida pela queima total de uma unidade de combustível. Ex: Kcal/Kg; BTU/lb; Kcal/Nm³.

pela queima total de uma unidade de combustível. Ex: Kcal/Kg; BTU/lb; Kcal/Nm³. eng.joseluiz@globo.com Página 9
pela queima total de uma unidade de combustível. Ex: Kcal/Kg; BTU/lb; Kcal/Nm³. eng.joseluiz@globo.com Página 9
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

Poder Calorífico Superior:

O poder calorífico supeiror é o calor liberado pela combustão da unidade de

massa do combustível a volume constante, estando a água formada pela combustão, no estado líquido. No poder calorífico superior a água formada permanece no estado líquido,

logo, seu calor latente é incluido no calor gerado na combustão.

Poder Calorífico Inferior:

É o calor liberado pela combustão da unidade de massa do combustível, na

pressão constante de 1 atm, permanecendo a água da combustão no estado gasoso (vapor). No poder calorífico inferior a água formada permanece no estado gasoso, logo, seu calor latente fica excluído do calor gerado na combustão. Na prática é o

que ocorre, visto que, a temperatura dos gases de combustão é superior à temperatura de saturação do vapor d'água à pressão atmosférica, permanecendo a água na forma de vapor superaquecido.

I.5 – Calor Sensível e Calor Latente

Denomina-se de calor sensível a quantidade de calor necessária para elevar a temperatura de um corpo de massa m e calor específico c (*), desde a temperatura t 1 , até a temperatura t 2 .

O calor latente, ao contrário do calor sensível, não produz aquecimento,

sendo aproveitado pelo corpo para realizar uma mudança de estado.

(*)Denomina-se calor específico c a quantidade de calor necessária para elevar de 1°C a temperatura de 1 g de uma substância.

de calor necessária para elevar de 1°C a temperatura de 1 g de uma substância. eng.joseluiz@globo.com
de calor necessária para elevar de 1°C a temperatura de 1 g de uma substância. eng.joseluiz@globo.com
de calor necessária para elevar de 1°C a temperatura de 1 g de uma substância. eng.joseluiz@globo.com
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

CAPÍTULO II

CALDEIRAS CONSIDERAÇÕES GERAIS

CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO CAPÍTULO II CALDEIRAS CONSIDERAÇÕES GERAIS eng.joseluiz@globo.com Página 11
CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO CAPÍTULO II CALDEIRAS CONSIDERAÇÕES GERAIS eng.joseluiz@globo.com Página 11
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

CAPÍTULO II - CALDEIRAS - CONSIDERAÇÕES GERAIS

Os geradores de vapor (caldeiras) são equipamentos complexos de troca de calor, que produzem vapor a partir da energia térmica (queima de combustível), constituídos por diversos equipamentos associados, perfeitamente integrados, para permitir a obtenção do maior rendimento térmico possível.

II.1 – Tipos de Caldeiras – Características e Empregos

As caldeiras podem ser classificadas em dois tipos:

a) Caldeiras de Tubos de Fogo (Flamotubulares ou Fogotubulares)

Nestes equipamentos, o qual consiste essencialmente de um corpo cilíndrico com dois espelhos fixos nos quais os tubos são mandrilados ou soldados, os gases de combustão atravessam a caldeira pelo interior dos tubos cedendo calor à água que está envolvendo esses tubos, conforme mostram as figuras II.1 e

II.2.

Exemplos: Caldeiras ATA, Caldeiras ICESA, Caldeiras TENGE, Caldeiras AALBORG, etc.

Caldeiras ATA, Caldeiras ICESA, Caldeiras TENGE, Caldeiras AALBORG, etc. Figura II.1 eng.joseluiz@globo.com Página 12

Figura II.1

Caldeiras ATA, Caldeiras ICESA, Caldeiras TENGE, Caldeiras AALBORG, etc. Figura II.1 eng.joseluiz@globo.com Página 12
Caldeiras ATA, Caldeiras ICESA, Caldeiras TENGE, Caldeiras AALBORG, etc. Figura II.1 eng.joseluiz@globo.com Página 12
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

Figura II.2
Figura II.2

As caldeiras fogotubulares são as unidades de geração de vapor de menor porte, estando limitadas à produção de no máximo 20 t/h de vapor e pressão não superior a 300 psi (20 Kgf/cm 2 ).

VANTAGENS:

menor investimento (têm menor custo e são mais econômicas do que as similares aquotubulares)

exigem pouca alvenaria

manutenção mais fácil

tratamento de água menos rigoroso

atendem bem à variação de demanda de vapor, devido ao grande volume de água que encerram.

apresentam alta eficiência de transferência de calor por área de troca térmica ( 40% maior que as aquotubulares ).

de calor por área de troca térmica ( 40% maior que as aquotubulares ). eng.joseluiz@globo.com Página
de calor por área de troca térmica ( 40% maior que as aquotubulares ). eng.joseluiz@globo.com Página
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

DESVANTAGENS:

pressão de trabalho limitada (=20 Kgf/cm 2 ), devido ao fato de que a espessura da chapa dos corpos cilíndricos crescem com o diâmetro;

partida mais lenta, devido ao grande volume de água;

pequena taxa de vaporização, logo, ocupam muito espaço em relação à área de aquecimento;

circulação deficiente de água;

não produz vapor superaquecido, somente vapor saturado.

b) Caldeiras Aquotubulares (Tubos de Água)

Quando necessita-se de maiores produções e pressões de vapor, utiliza-se as caldeiras aquotubulares.

Nestes equipamentos os gases de combustão atravessam toda caldeira pela parte externa dos tubos cedendo calor à água contida no interior dos mesmos.

externa dos tubos cedendo calor à água contida no interior dos mesmos. Figura II.3 eng.joseluiz@globo.com Página

Figura II.3

externa dos tubos cedendo calor à água contida no interior dos mesmos. Figura II.3 eng.joseluiz@globo.com Página
externa dos tubos cedendo calor à água contida no interior dos mesmos. Figura II.3 eng.joseluiz@globo.com Página
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO Figura II.4 As Caldeiras Aquotubulares por

Figura II.4

As Caldeiras Aquotubulares por possuírem uma estrutura tubular que

compõem a parte principal da absorção de calor, permite a obtenção de grandes superfícies de aquecimento. Nestes tipos de caldeiras as produções de vapor

e temperatura de

chegam a atingir até 750 t/h, com pressões de até 200Kgf/cm

450 a 500° C, existindo unidades com pressão crítica (226 atm) e supercrítica (350 atm).

As Caldeiras Aquotubulares podem ser classificadas em três grandes categorias:

2

Caldeiras aquotubulares de tubos retos

Caldeiras aquotubulares de tubos curvos

Caldeiras aquotubulares de circulação positiva

1) Caldeiras Aquotubulares de tubos retos

Essas caldeiras possuem um feixe de tubos retos paralelos e inclinados por onde a água circula, segundo uma mesma orientação, sempre da parte posterior

para a anterior. A capacidade dessas caldeiras varia de 3 a 30 t/h de vapor, com

pressões até 45 Kgf/cm

vapor/m 2 . Esse tipo de caldeira apresenta varias vantagens, tais como facilidade de troca e limpeza dos tubos, facilidade de limpeza dos depósitos de fuligens por fora dos tubos, comportam um grande volume de água e dispensam chaminés elevadas ou

. Sua vaporização específica é da ordem de 20-25 Kg

2

chaminés elevadas ou . Sua vaporização específica é da ordem de 20-25 Kg 2 eng.joseluiz@globo.com Página
chaminés elevadas ou . Sua vaporização específica é da ordem de 20-25 Kg 2 eng.joseluiz@globo.com Página
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

tiragem forçada por provocarem pequena perda de no carga circuíto dos gases (15

a 20 mm de coluna d'água).

2) Caldeiras Aquotubulares de tubos curvos

Essas caldeiras são constituidas por tubos curvos unidos a tambores e dispostos de formas diversas. Atualmente os tipos mais difundidos são os de dois tambores por serem de menor custo. A aplicação de paredes de água em caldeiras constituem um grande avanço tecnico e confere enormes vantagens tais como:

diminuição do tamanho das caldeiras (caldeiras compactas), queda de temperatura de combustão, menor custo de refratários, vaporização mais rápida, etc

As caldeiras de vapor aquotubulares de tubos curvos, do tipo compacta, chegam a atingir capacidade acima de 150 t/h de vapor. Sua vaporização específica é de 28 a 30 Kg vapor/m 2 , podendo atingir mesmo a 45 Kg vapor/m

2

.

3) Caldeiras Aquotubulares de circulação positiva

Observa-se que a circulação da água no interior dos tubos apresenta uma tendência natural, graças à diferença de peso específico entre a água situada nas partes mais frias da caldeira, e a água aquecida e misturada com bolhas de vapor nas partes onde se processa forte troca térmica. Aplicando-se esse princípio determinou-se a concepção de novas unidades geradoras de vapor.

Nessas unidades, a circulação de água é rigorosamente orientada e sempre unidirecional através de todo sistema tubular. Essas caldeiras são chamadas de

circulação positiva, podendo-se ser de circulação positiva natural ou forçada, esta última feita com auxílio de bombas. As concepções mais modernas, mantendo-se

o sistema de circulação forçada, operam com elevada pressão positiva na câmara

de combustão (1 a 2 Kgf/cm

de 200 cm/s e alcançando coeficientes de transmissão de calor 15 vezes maiores de uma caldeira comum. Essas condições permitem colocar a caldeira em operação rapidamente (5 a 7 minutos), atingindo rendimentos da ordem de 85-

90%.

), assegurando aos gases uma velocidade da ordem

2

De

acordo

com

classificadas em:

a

fonte

de

aquecimento

utilizada,

as

caldeiras

são

Caldeiras a combustíveis convencionais (sólidos, líquidos e gasosos)

Caldeiras elétricas ( resistências e eletrodos)

Caldeiras de recuperação (gases de escape e produtos resíduais)

Caldeiras nucleares (fissão de urânio)

Caldeiras solares (energia solar)

• Caldeiras nucleares (fissão de urânio) • Caldeiras solares (energia solar) eng.joseluiz@globo.com Página 16
• Caldeiras nucleares (fissão de urânio) • Caldeiras solares (energia solar) eng.joseluiz@globo.com Página 16
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

II.2 – Partes de uma Caldeira – Componentes Principais

Nas caldeiras existem três partes distintas, que compoem sua estrutura:

Câmara de combustão (fornalha)

Câmara de água (feixes tubulares e tubulações inferiores)

Câmara de vapor (espaço disponível na tubulação superior, acima do nível de água)

Componentes principais de Caldeira Flamotubular

Conforme vimos, uma caldeira flamotubular consiste essencialmente de um corpo cilindrico (horizontal ou vertical) com dois espelhos fixos nos quais os tubos são mandrilados. Em uma das extremidades situa-se a fornalha de um modo que os gases resultantes da combustão, passando por dentro dos tubos, cedem calor à

água. Nas caldeiras fogotubulares mais comuns a fornalha está montada dentro do corpo cilíndrico, sendo que o queimador está montado na parte da frente da fornalha e na parte de trás temos uma tampa, com geometria tal, que faz com que os gases invertam o seu percuso, passando por dentro dos tubos para então alcançar a chaminé.

percuso, passando por dentro dos tubos para então alcançar a chaminé. Figura II.5 eng.joseluiz@globo.com Página 17

Figura II.5

percuso, passando por dentro dos tubos para então alcançar a chaminé. Figura II.5 eng.joseluiz@globo.com Página 17
percuso, passando por dentro dos tubos para então alcançar a chaminé. Figura II.5 eng.joseluiz@globo.com Página 17
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

Componentes Principais de uma Caldeira Aquotubular:

ARAÚJO Componentes Principais de uma Caldeira Aquotubular: Figura II.6 (1) Tambor de Vapor - é o

Figura II.6

(1) Tambor de Vapor - é o superior de onde o vapor produzido é distribuído para consumo ou se dirige para o super-aquecedor. (2) Tambor de Lama - é o vaso inferior, colocado na parte mais baixa e fria da caldeira e onde se acumula o lodo formado. (3) Feixe Tubular - conjunto de tubos que compõem a área de troca térmica entre os gases provenientes do combustível queimado e a água a ser evaporada. (4) Fornalha - conjunto próprio para promover a queima do combustível. (5) Super-aquecedor - é o componente no qual se consegue o super-aquecimento do vapor à pressão de trabalho. O super-aquecimento do vapor é feito com o aproveitamento de calor transmitido por radiação e convecção na câmara de combustão. (6) Economizador - componente do sistema no qual se faz o pré-aquecimento da água de alimentação, aproveitando o calor sensível dos gases resultantes da combustão antes de lançá-los à atmosfera. (7) Pré-aquecedor de Ar - é o componente no qual se faz o pré-aquecimento do ar de combustão por meio do aproveitamento do calor sensível dos gases de combustão. (8) Chaminé - é a parte que garante a circulação dos gases quentes da combustão através de todo o sistema, pelo efeito de tiragem. Quando a tiragem, porém, é promovida por ventiladores ou exaustores, sua função se resume em dirigir os gases de combustão para a atmosfera.

exaustores, sua função se resume em dirigir os gases de combustão para a atmosfera. eng.joseluiz@globo.com Página
exaustores, sua função se resume em dirigir os gases de combustão para a atmosfera. eng.joseluiz@globo.com Página
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

II.3 - Fornalhas e Queimadores

Denomina-se de fornalha ao local destinado à queima do combustível. É composta do combustor (queimador), que promove a queima do combustível e da câmara de combustão onde se verifica a completa queima dos gases.

A seleção correta de uma fornalha constitui o fator mais importante no projeto de um gerador de vapor. A seleção se faz considerando os seguintes fatores:

tipo de combustível

volume de combustível

teor de umidade

granulometria

teor de cinzas e voláteis

peso específico

limpeza da fornalha

temperatura da fornalha

método de injeção de ar

regime de trabalho do gerador

comprimento da chama

Classificação das Fornalhas

Temos vários critérios para a classificação das fornalhas e podemos dividi- los em duas grandes categorias:

a) Fornalhas que queimam sob suporte (combustíveis sólidos) b) Fornalhas que queimam em suspensão (combustíveis gaseificados e sólidos pulverizados, finamente divididos)

1 - Fornalhas que queimam sob suporte

1.1 - Fornalhas de grelhas planas levemente inclinadas - são destinadas

para combustão de lenha em toras, tendo aplicação limitada a caldeiras de até 20 t/h de vapor.

1.2 - Fornalhas em escada - são constituídas de degraus apoiados em travessões inclinados, sobre os quais o combustível é projetado manual ou mecanicamente. São adequadas para combustíveis mais leve, tais como: casca de arroz, casca de amendoim, serragem, bagaço de cana, madeira picada, etc

1.3 - Fornalhas de esteiras rotativas móveis - o combustível é alimentado

mecanicamente, formando uma camada espessa que se extingue à medida que avança na fornalha e descarregando as cinzas residuais no fim do trajeto.

medida que avança na fornalha e descarregando as cinzas residuais no fim do trajeto. eng.joseluiz@globo.com Página
medida que avança na fornalha e descarregando as cinzas residuais no fim do trajeto. eng.joseluiz@globo.com Página
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

2 - Fornalhas que queimam em suspensão

Nesta categoria temos as fornalhas destinadas a queima de óleo combustível, gás e combustíveis sólidos pulverizados. Neste caso temos um equipamento responsável pela queima do combustível chamado queimador ou combustor.

Considerando que no caso de combustível gasosos a fornalha não apresenta muitos problemas técnicos a resolver, então, nos deteremos mais no caso de combustíveis líquidos.

2.1 - Combustíveis líquidos Nos combustíveis líquidos o principal problema é passar o combustível para o estado gasoso. As funções da fornalha e do maçarico são assim distribuídas:

Vaporização

Combustão

Câmara de Combustão

Fornalha

Queimador

Atomização Dosagem ar/combustão Turbulência

Sabemos que para o processo de combustão ser eficiente é necessário que:

a) A relação entre combustível e comburente deve ser estreita e bem determinada;

b) A mistura entre combustível e comburente (ar) deve ser a mais íntima e no menor espaço de tempo possível;

c) O excesso de ar deve ser o mínimo necessário à combustão;

d) A temperatura da câmara de combustão deve ser a mais alta possível, de maneira a gaseificar, no menor tempo, as gotículas do combustível lançadas pelo queimador;

e) A fornalha deve ser criteriosamente dimensionada de acordo com a temperatura que deva trabalhar e com a quantidade de combustível a ser queimado;

f) A circulação dos gases de combustão deve ser tal que promova a eficiente troca térmica através do sistema, sem no entanto prejudicar a tiragem.

a eficiente troca térmica através do sistema, sem no entanto prejudicar a tiragem. eng.joseluiz@globo.com Página 20
a eficiente troca térmica através do sistema, sem no entanto prejudicar a tiragem. eng.joseluiz@globo.com Página 20
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

2.2 - Ar de Combustão

O ar necessário ao processo de combustão pode ser classificado da seguinte forma:

Ar Primário: quando os queimadores utilizam ar para atomização do óleo, ou seja, é o ar que entra no corpo do queimador para que se consiga o efeito de pulverização do combustível.

Ar Secundário: é o ar que entra efetivamente no processo de combustão. Este ar pode ser suprido por ventiladores ("ventoinhas") ou através de janelas reguláveis, convenientemente colocadas.

através de janelas reguláveis, convenientemente colocadas. Figura II.7 Ar Terciário: quando o ar primário e

Figura II.7

Ar Terciário: quando o ar primário e secundário não são suficientes para o processo de combustão, faz-se uma terceira adução de ar, que pode ser succionado por efeito de tiragem ou soprado por ventilador.

Como já mencionamos anteriormente, é necessário, na prática, que seja introduzido um excesso de ar para garantir-se a queima completa do combustível. O excesso de ar deve ser controlado para que não se perca eficiência, pois o ar que não participa da combustão tende a resfriar a chama, além de aumentar a velocidade dos gases dentro da caldeira com conseqüênte perda de energia.

O excesso de ar deve ser controlado através de instrumentos analizadores de gases de combustão, tais como, analizadores portáteis ou analizadores contínuos.

Nas caldeiras que queimam óleos combustíveis normalmente monitoramos o % CO 2 .

Nas caldeiras que queimam óleos combustíveis normalmente monitoramos o % CO 2 . eng.joseluiz@globo.com Página 21
Nas caldeiras que queimam óleos combustíveis normalmente monitoramos o % CO 2 . eng.joseluiz@globo.com Página 21
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

Nas caldeiras que queimam gases faz-se necessário o monitoramento de oxigênio (O 2 ) ou do CO (monóxido de carbono).

o monitoramento de oxigênio (O 2 ) ou do CO (monóxido de carbono). Figura II.8 eng.joseluiz@globo.com
o monitoramento de oxigênio (O 2 ) ou do CO (monóxido de carbono). Figura II.8 eng.joseluiz@globo.com
o monitoramento de oxigênio (O 2 ) ou do CO (monóxido de carbono). Figura II.8 eng.joseluiz@globo.com
o monitoramento de oxigênio (O 2 ) ou do CO (monóxido de carbono). Figura II.8 eng.joseluiz@globo.com
o monitoramento de oxigênio (O 2 ) ou do CO (monóxido de carbono). Figura II.8 eng.joseluiz@globo.com

Figura II.8

o monitoramento de oxigênio (O 2 ) ou do CO (monóxido de carbono). Figura II.8 eng.joseluiz@globo.com
o monitoramento de oxigênio (O 2 ) ou do CO (monóxido de carbono). Figura II.8 eng.joseluiz@globo.com
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

2.3 - Queimadores

Numa caldeira ou no caso geral de instalações para queima de óleo combustível, a função mais importante do sistema é exercida pelos chamados queimadores ou combustores, os quais realizam a pulverização do óleo projetando-o no interior da fornalha. O queimador de óleo tem assim por finalidade pulverizar o óleo combustível e lançá-lo no interior da fornalha, finalmente dividido em gotículas, cujos diâmetros variam, aproximadamente, de 30 a 150 mícrons. Dessa forma ocorre gaseificação rápida, permitindo que a superfície de contato de combustível com o oxigênio do ar de combustão seja grandemente aumentada.

A pulverização de combustível é obtida por meio de um agente pulverizador. Os diversos tipos de queimadores existentes no mercado, podem ser classificados, quanto ao processo empregado na atomização, em duas classes:

Queimadores de pulverização com fluido auxiliar (ar ou vapor)

Queimadores de pulverização mecânica

2.3.1 - Queimador de pulverização a ar de baixa pressão

Este tipo de queimador é encontrado em fornos industriais e algumas caldeiras antigas. A pressão de ar varia de 150 a 800 mm de coluna d'água e passa para o bico do queimador através de uma série de palhetas que lhe dão um movimento rotativo. Devido à forma cônica do bico do queimador, a velocidade do ar é aumentada sem que se modifique o seu movimento espiral. O efeito de turbilhonamento obtido faz com que o óleo combustível admitido, já parcialmente aquecido, seja inteiramente misturado com o ar, facilitando a combustão.

aquecido, seja inteiramente misturado com o ar, facilitando a combustão. Figura II.9 eng.joseluiz@globo.com Página 23

Figura II.9

aquecido, seja inteiramente misturado com o ar, facilitando a combustão. Figura II.9 eng.joseluiz@globo.com Página 23
aquecido, seja inteiramente misturado com o ar, facilitando a combustão. Figura II.9 eng.joseluiz@globo.com Página 23
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

Num queimador a ar de baixa pressão, a velocidade do ar varia com a raiz quadrada da pressão. Dessa forma, se a pressão do ar, no bico do queimador, correspondente a descarga máxima, for de 635 mm de coluna d'água, ao reduzimos a descarga de óleo à metade será necessário reduzir para cerca de 160 mm de coluna d'água a pressão de ar, de modo que mantenha correta a proporção ar/óleo.

Nos queimadores de baixa pressão é necessário grande volume de ar. Em geral não são satisfatórias as condições de pulverização abaixo de 250 mm de coluna d'água. A viscosidade máxima admissível neste tipo de queimador está em torno de 90 SSU.

Queimador de Baixa Pressão, com Comando Independente de Ar Primário, Secundário e Terciário (aduzido pela Pedra Refratária)

Ar Primário, Secundário e Terciário (aduzido pela Pedra Refratária) Figura II.10 eng.joseluiz@globo.com Página 24

Figura II.10

Ar Primário, Secundário e Terciário (aduzido pela Pedra Refratária) Figura II.10 eng.joseluiz@globo.com Página 24
Ar Primário, Secundário e Terciário (aduzido pela Pedra Refratária) Figura II.10 eng.joseluiz@globo.com Página 24
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

Queimador

Rotativo,

pulverização

produzida pelo ar primário):

e

ar

de

baixa

pressão

(rotação

pelo ar primário): e ar de baixa pressão (rotação Figura II.11 Figura II.12 Figura II.13

Figura II.11

primário): e ar de baixa pressão (rotação Figura II.11 Figura II.12 Figura II.13 eng.joseluiz@globo.com Página 25

Figura II.12

primário): e ar de baixa pressão (rotação Figura II.11 Figura II.12 Figura II.13 eng.joseluiz@globo.com Página 25

Figura II.13

primário): e ar de baixa pressão (rotação Figura II.11 Figura II.12 Figura II.13 eng.joseluiz@globo.com Página 25
primário): e ar de baixa pressão (rotação Figura II.11 Figura II.12 Figura II.13 eng.joseluiz@globo.com Página 25
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

2.3.2 - Queimador de Pulverização a Ar de Alta Pressão

Neste tipo de queimador a pressão do ar é superior a 1 Kgf/cm 2 . O ar primário para esses queimadores é produzido por compressores. Quanto maior a pressão do ar primário, menor a percentagem total de ar necessário. Assim complementa-se com ar secundário, facilitando o controle da combustão. Este tipo de queimador também trabalha eficientemente com vapor. Admite viscosidade máxima em torno de 170 SSU.

Queimador a Alta Pressão de Ar, ou a Vapor

de 170 SSU. Queimador a Alta Pressão de Ar, ou a Vapor Figura II.14 Queimador a

Figura II.14

Queimador a Alta Pressão de Ar, ou a Vapor

Ar, ou a Vapor Figura II.14 Queimador a Alta Pressão de Ar, ou a Vapor Figura

Figura II.15

Ar, ou a Vapor Figura II.14 Queimador a Alta Pressão de Ar, ou a Vapor Figura
Ar, ou a Vapor Figura II.14 Queimador a Alta Pressão de Ar, ou a Vapor Figura
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

2.3.3 - Queimador de Pulverização a Vapor

Este tipo de queimador é indicado para caldeiras que possuem vapor para esse fim. O consumo de vapor utilizado para a pulverização está entre 0,15 a 0,4 Kg de vapor por quilo de óleo pulverizado. O processo de atomização a vapor é semelhante ao utilizado com ar comprimido, ou seja, o vapor passa através de um estreitamento arrastando consigo o combustível em pequenas gotículas.

estreitamento arrastando consigo o combustível em pequenas gotículas. Figura II.16 eng.joseluiz@globo.com Página 27

Figura II.16

estreitamento arrastando consigo o combustível em pequenas gotículas. Figura II.16 eng.joseluiz@globo.com Página 27
estreitamento arrastando consigo o combustível em pequenas gotículas. Figura II.16 eng.joseluiz@globo.com Página 27
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

2.3.4 - Queimador de Pulverização Mecânica

Esse tipo de queimador, também denominado queimador a jato-pressão, é normalmente empregado em instalações de grande porte nas quais predomina o fator econômico e em instalações marítimas, devido não só ao menor consumo de energia como principalmente devido à economia de água. A pulverização do óleo combustível é produzida pela passagem do óleo sob alta pressão através de um orifício. A pressão do óleo varia normalmente de 4 a 9,5 Kgf/cm 2 , mas pode atingir valores bem maiores e é produzida por uma bomba. Usado para óleos até 150 SSU.

maiores e é produzida por uma bomba. Usado para óleos até 150 SSU. Figura II.17 eng.joseluiz@globo.com

Figura II.17

maiores e é produzida por uma bomba. Usado para óleos até 150 SSU. Figura II.17 eng.joseluiz@globo.com
maiores e é produzida por uma bomba. Usado para óleos até 150 SSU. Figura II.17 eng.joseluiz@globo.com
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

Queimador a Jato-Pressão:

PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO Queimador a Jato-Pressão: II.4 - Caldeiras para Energia Alternativa. Figura

II.4 - Caldeiras para Energia Alternativa.

Figura II.18

A crise do petróleo, deflagrada em 1973, trouxe alterações substanciais nos custos e disponibilidades da energia. Esta nova realidade obrigou as empresas a adaptarem seus processos de produção , bem como a buscarem soluções visando a substituição do óleo combustível por outras fontes energéticas. No caso do nosso país, dependendo da região, temos diversas alternativas a serem consideradas no que tange à substituição do óleo combustível por outra fonte de energia, ou seja: eletricidade, lenha, carvão mineral, biomassa, gás, etc Considerando que o assunto é bastante extenso, empolgante e requer um ou mais cursos específicos para cada alternativa energética disponível, então, nos limitaremos nesta obra a fazer um breve comentário sobre os equipamentos disponíveis para esses casos.

a) Caldeiras Elétricas

As caldeiras elétricas, para geração de vapor d'água, são empregadas na Europa desde 1905 e nos Estados Unidos desde 1920. As caldeiras elétricas são, basicamente, vasos de pressão nos quais adaptamos os elementos de aquecimento. Há dois tipos de caldeiras elétricas: as de resistência e as eletrodos.

Há dois tipos de caldeiras elétricas: as de resistência e as eletrodos. eng.joseluiz@globo.com Página 29
Há dois tipos de caldeiras elétricas: as de resistência e as eletrodos. eng.joseluiz@globo.com Página 29
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

Nas caldeiras de resistência, a corrente elétrica passa através de uma série de resistências elétricas devidamente protegidas, que se acham imersas na água, provocando o seu aquecimento até atingir a vaporização, dentro de um vaso de pressão.

Nas caldeiras a eletrodo, a corrente elétrica circula através da água, convertendo a energia elétrica em térmica, até a produção de vapor.

Neste caso, também, tudo se processa no interior de um vaso de pressão.

Por motivos econômicos,as caldeiras de resistênica estão limitadas a potências de 2.000 a 2.600 KW, o que corresponde a produção de cerca de 3.500 Kg/h de vapor.

Quanto ao aspecto segurança, esses equipamentos além de requererem a atenção relativa aos ítens de segurança normais de caldeiras, requerem cuidados também, devido aos equipamentos elétricos que compõem esse tipo de caldeira.

b) Caldeiras a Combustíveis Sólidos

As caldeiras a combustíveis sólidos (lenha, resíduos vegetais, carvão, etc ),

já operam há bastante tempo no Brasil. Dependendo do tipo de produto a ser queimado, existem vários arranjos que são utilizados, ou seja, tipo de grelhas, tipo de fornalhas, etc

Os aspectos relativos à segurança são praticamente os mesmos de uma caldeira a óleo combustível, sendo que dependendo do tipo de alimentação empregada alguns outros aspectos precisam ser levados em consideração, tais como EPI adequados.

c) Caldeiras a Gás

Em diversas regiões de país o uso de caldeiras a gás vem aumentando bastante, principalmente devido a oferta de gás natural.

O uso de caldeiras a gás apresenta muitas vantagens, pois o gás em

mistura com o ar entra em ignição facilmente, permitindo regulagens simples, chama estável e ausência de poluição.

Existem diversos tipos de queimadores a gás utilizados em caldeiras e que operam de uma forma segura e eficiente. Não existe necessidade de modificações das fornalhas das caldeiras a óleo quando modificadas para queimarem gás.

das fornalhas das caldeiras a óleo quando modificadas para queimarem gás. eng.joseluiz@globo.com Página 30
das fornalhas das caldeiras a óleo quando modificadas para queimarem gás. eng.joseluiz@globo.com Página 30
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

d) Caldeiras a Óleo Combustível

Devido ao fato de ainda a maioria dos queimadores de geração de vapor, existentes nas indústrias, utilizarem óleo combustível como fonte térmica, abordaremos os aspectos: operacionais, de segurança e de manutenção relativos a esse tipo de caldeira.

e de manutenção relativos a esse tipo de caldeira. Figura II.19 II.5 - Acessórios e Instrumentos

Figura II.19

II.5 - Acessórios e Instrumentos de Caldeiras

Acessórios de caldeiras são os equipamentos ou dispositivos que atuam no sentido de aumentar o rendimento, melhorar as condições de segurança, facilitar a continuidade de operação e facilitar o controle de regulagens. O termo "acessórios" confunde-se com o termo "instrumentos" em alguns aspectos. De uma forma geral os instrumentos são os elementos de controle de regulagens.

II.5.1 - Dispositivos de Alimentação

Os aparelhos de alimentação de água para caldeiras são elementos indispensáveis ao funcionamento do sistema de geração de vapor, devem manter uma determinada vazão e vencer a perda de carga total do sistema, ou seja, perda de carga da tubulação, válvulas e a contra-pressão do vapor.

ou seja, perda de carga da tubulação, válvulas e a contra-pressão do vapor. eng.joseluiz@globo.com Página 31
ou seja, perda de carga da tubulação, válvulas e a contra-pressão do vapor. eng.joseluiz@globo.com Página 31
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

Existem três tipos de aparelhos de alimentação normalmente usadas nos geradores de vapor:

1) Bombas Centrífugas 2) Bombas Alternativas 3) Injetores

1 - Bombas Centrífugas

As bombas centrífugas são as mais utilizadas e atendem a toda a gama de capacidade e pressões necessárias aos geradores de vapor, podendo atingir vazões da ordem de 500m 3 /h. Nas pequenas instalações de baixa pressão as bombas centrífugas de um estágio são suficientes. A medida que se necessita de pressão maiores, utiliza-se bombas de vários estágios. São acionados por motor elétrico ou por turbinas auxiliares .

necessário que o reservatório de alimentação de água para a caldeira

esteja a pelo menos 4 metros acima da entrada da bomba, a fim de se ter uma pressão positiva na sucção da bomba, já que a água no tanque deve estar a uma temperatura elevada. Para maior garantia deve-se consultar o fabricante da bomba a esse respeito.

É

2 - Bombas Alternativas

As bombas alternativas oferecem a vantagem da economia de força, porém tem limitações de capacidade e pressão. Normalmente, são indicadas para vazão máxima de 50 m³/h e pressão de 20 Kgf/cm². Apresentam o inconveniente de arrastar óleo e graxas lubrificantes das partes móveis juntamente com o vapor de escape, necessitando a instalação de separadores.

3 - Injetores

Os injetores são aparelhos que utilizam o próprio vapor de caldeira como meio de impulsão da água. Normalmente são instalados como aparelho de reserva pronto para operar quando se verifica deficiências na bomba de alimentação de água. Não trabalham com água quente (acima de 40°C) e também não fazem sucção, devendo o tanque de água estar elevado, acima do injetor.

II.5.2 - Visor de Nível

O visor de nível ou coluna de nível, é o aparelho que permite controlar

visualmente o nível de água no interior da caldeira. Fazem parte do conjunto de nível, os seguintes elementos:

- corpo

- registro de nível

- torneiras de prova

- registros de descarga

elementos: - corpo - registro de nível - torneiras de prova - registros de descarga eng.joseluiz@globo.com
elementos: - corpo - registro de nível - torneiras de prova - registros de descarga eng.joseluiz@globo.com
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

Deve-se ter especial cuidado na manutenção do visor de nível, para ficarmos seguros que não existe indicação de nível falso. Uma das mais importantes regras na operação de caldeiras é manter-se constantemente a água na caldeira a um nível apropriado.

O operador deverá sempre verificar o nível da água observando a garrafa de

nível instalada no balão da caldeira. Recomenda-se que o visor seja drenado a cada início de turno de operação.

Este procedimento além de assegurar a operação livre do visor, assegura também a certeza de que o operador, ao chegar, verificará o nível da água.

A garrafa de nível também deve ser drenada a cada turno, para que se

remova a lama acumulada que causa turvação no visor, ocasionando falsa observação do nível de água.

Mais detalhes sobre o controle e regulagem de nível de água será fornecido no Capítulo III.

II.5.3 - Indicadores de Pressão

Os indicadores de pressão do gerador de vapor são os manômetros. Estão localizados nas partes da caldeira onde necessita-se indicação de pressão. Normalmente a escala de um manômetro corresponde pelo menos duas vezes a pressão normal do trabalho. São ligados ao ponto de medição de pressão através de sifão e válvula de bloqueio. Este processo evita o contato do manômetro com temperaturas elevadas.

II.5.4 - Válvulas

a) Válvula Principal de saída de vapor

A válvula principal de saída de vapor permite a vazão de todo o vapor

produzido pela caldeira. Normalmente são as válvulas dio tipo globo por permitirem controle mais perfeito da vazão, mas pode-se usar válvulas tipo gaveta quando não se tem ou não necessita-se de rigoroso controle da vazão.

b) Válvula de Segurança As válvulas de segurança destinam-se a evitar que a pressão nas caldeiras eleve-se além do limite especificado pelo projeto. Com isto temos assegurada a segurança do equipamento.

As válvulas de segurança corretamente dimensionadas devem:

1) abrir totalmente a uma determinada pressão 2) permanecer aberta enquanto a pressão retorna ao valor normal de operação 3) fechar instantaneamente após verificar-se o abaixamento da pressão às condições normais de operação.

após verificar-se o abaixamento da pressão às condições normais de operação. eng.joseluiz@globo.com Página 33
após verificar-se o abaixamento da pressão às condições normais de operação. eng.joseluiz@globo.com Página 33
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

As válvulas de segurança devem ter saída para fora da "casa de caldeiras", através de tubos de igual ou maior diâmetro que a saída da válvula; se houver necessidade de curvas, que sejam bem suaves a fim de dar livre expansão à descarga. Devem ser testadas, diariamente, puxando-se as alvancas com toda pressão de trabalho da caldeira, a fim de que não fiquem presas por falta de uso e semanalmente, deixando-se que a caldeira atinja a pressão de abertura das válvulas. Devem ser reguladas tendo como limite a PMTA.

c) Válvula de alimentação

Destina-se a permitir ou interromper o suprimento de água na caldeira. São

válvulas do tipo globo com passagem reta.

d) Válvula de retenção

Tem como função evitar o retorno de água sob pressão do interior da

caldeira. São instaladas após a válvula de alimentação.

e) Válvula de descarga

São

caldeira

ocasionando a "desconcentração"do equipamento. Maiores detalhes sobre a

necessidade de purga da caldeira são fornecidos no capítulo referente a tratamento de água.

válvulas

de

descarga

rápida

que

permitem

a

purga

da

II.5.5 - Válvulas solenóides

As válvulas solenóides são válvulas eletromagnéticas que trabalham

totalmente abertas ou fechadas, em função de energização ou não da bobina, isto

é, quando energizadas liberam o fluxo e quando não energizadas bloqueiam o

fluxo. Assim, são utilizadas em várias funções como por exemplo no controle de alimentação de combustível, no controle de vapor etc.

II.5.6 - Pressostatos

a) Pressostato de modulação de chama

Tem como funções modificar a vazão de combustível e do ar secundário, obtendo-se assim a redução da chama em pressões elevadas no interior da caldeira ou aumentando-a quando em baixas pressões, objetivando igualar dentro

de certos limites a produção e o consumo de vapor.

O sistema de modulação é constituído pelo Pressostato de Modulação de

Chama e por um Servo-Motor que atua sobre a válvula de combustível e sobre o damper do ventilador de ar secundário. Nas caldeiras equipadas com foto-resistor,

o Pressostato de Modulação de Chama é conjugado ao programador de

combustão no comando automático, de forma a obrigar o sistema de combustão a partir em fogo baixo. Após a sensibilização do foto-resistor, o servo-motor atua abrindo todo o fogo, caso a pressão de vapor no interior da caldeira não seja muito elevada.

todo o fogo, caso a pressão de vapor no interior da caldeira não seja muito elevada.
todo o fogo, caso a pressão de vapor no interior da caldeira não seja muito elevada.
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

b) Pressostato de máxima

Esse pressostato faz parte do sistema de segurança da caldeira. Sua função é desligar o circuito automático quando a caldeira atinge a Pressão Máxima de Trabalho, ou seja, atua desligando a alimentação de corrente elétrica do

sistema automático de combustão, cortando assim a alimentação de óleo combustível (fecha a válvula solenóide), desligando a bomba de óleo, o ventilador e o programador.

II.5.7 - Detetor de chama Os equipamentos industriais que utilizam combustíveis tais como caldeiras e fornos, devem ser protegidos nos casos de extinção acidental da chama ou de falhas de ignição. O detetor mais usado é o do tipo ótico, o qual, detetando a luminosidade da chama, emite um impulso elétrico que é retificado no programador, abrindo e fechando circuitos.

Existem três tipos de Detetores Óticos:

a) Detetor de luz visível - somente aplicado para óleo;

b) Detetor de luz infra-vermelha - usados para óleo e gás;

c) Detetor de luz ultra-violeta - usados para óleo e gás.

Um outro dispositivo empregado é o tipo "flame rod" que utiliza uma fonte externa de energia elétrica, eletrodo para detectar a chama e um amplificador eletrônico.

O princípio de operação consiste na captação de elétrons livres liberados pela ionização do gás de combustão. O sinal de corrente formada é amplificado operando um relé de controle.

II.6 - Controle de Tiragem

Uma das condições fundamentais para a queima numa fornalha é a existência de corrente de ar contínua, suprindo-a de oxigênio necessário à combustão e retirando os gases de combustão através dos dutos de escape. A essa corrente de ar denomina-se "tiragem".

A tiragem pode ser "natural" ou "mecânica". A tiragem natural é aquela devida ao diferencial de pressão existente entre a fornalha e a saída dos gases produzidos pela chaminé. Para que haja uma combustão eficiente essa diferença de pressão deverá vencer todas as perdas de carga existentes e promover uma alimentação de ar suficiente para fornecer todo o oxigênio necessário à queima completa.

de ar suficiente para fornecer todo o oxigênio necessário à queima completa. eng.joseluiz@globo.com Página 35
de ar suficiente para fornecer todo o oxigênio necessário à queima completa. eng.joseluiz@globo.com Página 35
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

Além da altura da chaminé, o espaçamento entre a sua extremidade e o chapéu é importante para uma tiragem adequada. Na prática, esse espaçamento deve ser igual ao diâmetro da chaminé.

A tiragem mecânica é aquela na qual se utiliza equipamentos mecânicos, geralmente ventiladores, com a finalidade de promover a alimentação de ar, ficando a chaminé apenas com a função de expelir os gases no alto, facilitando a sua dispersão. Este processo é geralmente utilizado nas caldeiras de maior porte, onde o ar

e os gases da combustão são submetidos a maiores perdas de carga tornando a tiragem natural antieconômica ou até mesmo impraticável. A tiragem mecânica pode ainda ser classificada:

- forçada

- induzida

- mista

Na tiragem mecânica forçada, o ventilador insufla o ar de combustão na fornalha.

Na tiragem mecânica induzida, o ventilador é colocado após a fornalha, com a função de retirar os gases de combustão.

A tiragem excessiva produz um aumento na temperatura dos gases na

chaminé e reduz o percentual de CO 2 .

A tiragem inadequada, por sua vez, resulta em combustão deficiente e

excesso de fuligem.

A medição da tiragem é feita na câmara de combustão e na chaminé.

Tiragem insuficiente na câmara de combustão acarreta saída dos gases e fumaça para a área exterior e vizinha. A tiragem deve ser suficiente para evitar pressão elevada na câmara de combustão.

A temperatura na chaminé é função do projeto de caldeira.

O fabricante do equipamento deverá fornecer a temperatura da chaminé

para as condições de operação determinadas.

Temperaturas altas dos gases de combustão indicam perda de calor pela chaminé. É necessário verificar com o fabricante a temperatura de projeto. Observar a retirada de fuligem de modo a manter-se as superfícies de troca de calor sempre limpas. A tiragem, também, deve ser observada de modo que não se tenha tiragem

excessiva, o que evidentemente produzirá um aumento de temperatura dos gases

e redução do teor de CO 2 .

produzirá um aumento de temperatura dos gases e redução do teor de CO 2 . eng.joseluiz@globo.com
produzirá um aumento de temperatura dos gases e redução do teor de CO 2 . eng.joseluiz@globo.com
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

CAPÍTULO III

OPERAÇÃO DE CALDEIRAS

: NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO CAPÍTULO III OPERAÇÃO DE CALDEIRAS eng.joseluiz@globo.com Página
: NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO CAPÍTULO III OPERAÇÃO DE CALDEIRAS eng.joseluiz@globo.com Página
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

CAPÍTULO III - OPERAÇÃO DE CALDEIRAS

III.1 - Partida do Equipamento

A vida útil da caldeira, entre outros fatores, depende muito dos cuidados e procedimentos adotados na partida do equipamento, os quais devem ser observados criteriosamente ao início de operação.

A operação deve ser conduzida de maneira tal, que os seguintes objetivos sejam alcançados:

- nível máximo de segurança

- menor número possível de paradas

- máximo aproveitamento do combustível

- evitar formação de fumaça negra ou branca

- evitar a formação de incrustações ou depósitos sobre as superfícies de troca térmica

- assegurar a duração da vida do equipamento.

Colocação da Caldeira em Linha

Antes de se colocar a caldeira em linha, devemos nos certificar se todas as portas de visita estão fechadas, bem como se todos os motores, correias e acoplamentos estão em perfeito estado.

Dependendo do tipo de gerador de vapor, existirão algumas características que deverão ser observadas no início da operação do equipamento, daí ser fundamental que o operador conheça bem o tipo de caldeira e esteja ciente das normas e instruções fornecidas pelo fabricante e que constam do MANUAL DE OPERAÇÃO. No entanto, alguns procedimentos são comuns e devem ser seguidos. São eles:

1 - verificar o depósito de água

2 - verificar o depósito de óleo

3 - verificar as conexões do queimador

4 - verificar as válvulas que deverão ficar fechadas, bem como aquelas que deverão permanecer abertas

5 - verificar se o óleo combustível encontra-se na temperatura e pressão ideais para atomização

6 - observar o nível de água do equipamento

7 - iniciar a sequência de acendimento conforme o tipo de caldeira.

do equipamento 7 - iniciar a sequência de acendimento conforme o tipo de caldeira. eng.joseluiz@globo.com Página
do equipamento 7 - iniciar a sequência de acendimento conforme o tipo de caldeira. eng.joseluiz@globo.com Página
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

Todo acendimento inicial com a caldeira fria deve ser lento e deve seguir a curva de acendimento característica do equipamento.

CURVA DE ACENDIMENTO INICIAL – CALDEIRA FRIA

equipamento. CURVA DE ACENDIMENTO INICIAL – CALDEIRA FRIA Figura III.1 III.2 - Operação de Rotina Uma

Figura III.1

III.2 - Operação de Rotina

Uma caldeira deve operar dentro das especificações para a qual foi projetada. Uma operação mal feita, reduz a eficiência do sistema provocando prejuízos significativos além de oferecer sérios riscos.

Existe um mínimo de prescrições que devem ser do conhecimento de todos os operadores de caldeiras, as quais enumeramos abaixo:

1) Inspecionar periodicamente o corpo de nível, fazendo a descarga diariamente pelas torneiras de prova. Este procedimento permite ao operador assegurar-se de que as partes responsáveis pela indicação do nível não estão entupidas. Se em consequência do entupimento a caldeira for operada sem água, poderão ocorrer danos totais.

Sendo constatada a falta de nível, deve-se imediatamente apagar o fogo e deixar a caldeira esfriar.

Para evitar explosões, nunca se deve injetar água.

fogo e deixar a caldeira esfriar. Para evitar explosões, nunca se deve injetar água. eng.joseluiz@globo.com Página
fogo e deixar a caldeira esfriar. Para evitar explosões, nunca se deve injetar água. eng.joseluiz@globo.com Página
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

2) Proceder a descarga da caldeira conforme as prescrições do Departamento Técnico (para eliminação da lama e partículas estranhas).

3) Testar periodicamente as válvulas de segurança.

4) Não exceder à pressão normal de operação, para evitar descargas pelas válvulas de segurança, pois a constante perda de vapor afeta o rendimento de caldeira.

5) Manter os visores de nível e indicadores em geral, perfeitamente limpos.

6) Nunca aproveitar a incandescência da fornalha para acender o queimador. Esta prática evita a eventual formação de misturas gasosas, que podem chegar ao ponto de provocar explosões, causando danos totais à fornalha.

7) Diariamente devem ser coletadas amostras de água de alimentação e descarga para análise.

III.3 - Regulagem e Controles

III.3.1 - Regulagem e Controle de Nível de Água

O controle automático do nível de água em caldeiras é imprescindível, visto que

um controle manual apresentaria sérios inconvenientes, a saber:

- nível de água baixo, aquém dos limites de segurança, normalmente por descuido - nível de água alto, ocasionando arraste de água pelo vapor - alimentação descontínua

O controle automático fornece segurança e estabilidade à operação.

CONTROLE DE NÍVEL A UM ELEMENTO:

a) TIPO ON-OFF. Controle de Nível por Eletrodos.

Baseia-se no princípio da condutividade elétrica da água. Trabalha-se, normalmente, com três eletrodos de aço inox, isolados do corpo da caldeira, na altura do nível máximo (3 o eletrodo), nível mínimo (2 o eletrodo) e nível crítico (1 o eletrodo).

eletrodo), nível mínimo (2 o eletrodo) e nível crítico (1 o eletrodo). eng.joseluiz@globo.com Página 40
eletrodo), nível mínimo (2 o eletrodo) e nível crítico (1 o eletrodo). eng.joseluiz@globo.com Página 40
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

Se o nível de água baixar aquém do 2 o eletrodo, um sistema de comando amplificado liga a bomba de alimentação.

Se o nível de água atingir o 3 o eletrodo, a bomba desliga e interrompe a alimentação. Se por algum motivo o nível cair abaixo do 2 o eletrodo e a bomba não funcionar e continuar até atingir o 1 o eletrodo (nível crítico), soará um alarme e haverá a paralização da combustão (a caldeira apagará).

haverá a paralização da combustão (a caldeira apagará). b) TIPO CONTÍNUO Figura III.2 eng.joseluiz@globo.com

b) TIPO CONTÍNUO

Figura III.2

a paralização da combustão (a caldeira apagará). b) TIPO CONTÍNUO Figura III.2 eng.joseluiz@globo.com Página 41
a paralização da combustão (a caldeira apagará). b) TIPO CONTÍNUO Figura III.2 eng.joseluiz@globo.com Página 41
a paralização da combustão (a caldeira apagará). b) TIPO CONTÍNUO Figura III.2 eng.joseluiz@globo.com Página 41
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

c) TIPO TERMOSTÁTICO.

Figura III.3

É um sistema completamente mecânico e encontrado em algumas caldeiras mais antigas. É utilizado em caldeiras aquotubulares e atua em função da expansão ou contração de um elemento termostático, em consequência da maior ou menor quantidade de água em relação ao vapor em contato com este elemento. O movimento de expansão ou contração age diretamente sobre a válvula de alimentação corrigindo o nível da caldeira.

sobre a válvula de alimentação corrigindo o nível da caldeira. Figura III.4 eng.joseluiz@globo.com Página 42

Figura III.4

sobre a válvula de alimentação corrigindo o nível da caldeira. Figura III.4 eng.joseluiz@globo.com Página 42
sobre a válvula de alimentação corrigindo o nível da caldeira. Figura III.4 eng.joseluiz@globo.com Página 42
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

d) TIPO TERMOHIDRÁULICO.

Também baseia-se no efeito de dilatação e contração. Um tubo de latão instalado inclinado como um indicador de nível, recebe uma camisa tubular aletada.

Esta câmara comunica-se com uma válvula de diafragma. À medida que o nível oscila, a água da câmara entra em contato com maior ou menor superfície de vapor. A estas variações correspondem contrações ou dilatações da água que refletem sobre o diafragma da válvula de alimentação de água.

que refletem sobre o diafragma da válvula de alimentação de água. Figura III.5 eng.joseluiz@globo.com Página 43

Figura III.5

que refletem sobre o diafragma da válvula de alimentação de água. Figura III.5 eng.joseluiz@globo.com Página 43
que refletem sobre o diafragma da válvula de alimentação de água. Figura III.5 eng.joseluiz@globo.com Página 43
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO Figura III.6 eng.joseluiz@globo.com Página

Figura III.6

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO Figura III.6 eng.joseluiz@globo.com Página
NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO Figura III.6 eng.joseluiz@globo.com Página
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

III.3.2 - Regulagem e Controle de Pressão

Os controladores de pressão atuam no sentido de manter constante a pressão máxima de trabalho permitida durante a operação da caldeira. Os sistemas de controle de pressão atuam equitativamente no fluxo de óleo e no fluxo de ar secundário para o queimador em função da variação de carga na caldeira. Assim sendo, a pressão de trabalho permanece constante.

Assim sendo, a pressão de trabalho permanece constante. Figura III.7 III.4 - Anomalias mais comuns durante

Figura III.7

III.4 - Anomalias mais comuns durante a Operação

1 - Volta da Chama

Este tipo de anomalia aparece geralmente quando a circulação dos gases através do sistema não é mantida. Isto pode acontecer no início da operação quando todo o sistema está frio e em particular a fornalha, ou durante bruscas variações de cargas, quando são exigidas maiores demandas que mesmo com a tiragem forçada, não é mantida a circulação adequada dos gases. Esse fenômeno pode ocorrer, também, quando se verificar uma obstrução na sucção obrigatória dos gases.

O acúmulo de combustível não queimado na fornalha, também pode provocar o retorno da chama, quando de sua combustão.

na fornalha, também pode provocar o retorno da chama, quando de sua combustão. eng.joseluiz@globo.com Página 45
na fornalha, também pode provocar o retorno da chama, quando de sua combustão. eng.joseluiz@globo.com Página 45
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

2 - Furo em Tubos

Quando for constatado furo em tubos, deverá o operador tomar as seguintes medidas:

- apagar os queimadores

- manter ligados os ventiladores

- manter a alimentação da água.

A válvula de respiro deve ser mantida aberta, bem como, a válvula geral de distribuição de vapor, até a pressão cair lentamente até chegar a zero.

Prossegue-se com o resfriamento até a abertura do equipamento.

3 - Baixo Nível

Quando for observado que o tambor de vapor está sem nível ou com o nível muito baixo, devem ser tomadas as seguintes providências:

- apagar os queimadores imediatamente

- fechar a alimentação de água

- fechar gradualmente a válvula principal de saída de vapor, a fim de evitar perda de água, e portanto, maior abaixamento do nível. Esta prática deve ser feita com o máximo de cuidado.

maior abaixamento do nível. Esta prática deve ser feita com o máximo de cuidado. eng.joseluiz@globo.com Página
maior abaixamento do nível. Esta prática deve ser feita com o máximo de cuidado. eng.joseluiz@globo.com Página
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

CAPÍTULO IV

PREVENÇÃO CONTRA EXPLOSÃO E OUTROS RISCOS

: JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO CAPÍTULO IV PREVENÇÃO CONTRA EXPLOSÃO E OUTROS RISCOS eng.joseluiz@globo.com Página 47
: JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO CAPÍTULO IV PREVENÇÃO CONTRA EXPLOSÃO E OUTROS RISCOS eng.joseluiz@globo.com Página 47
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

CAPÍTULO IV - PREVENÇÃO CONTRA EXPLOSÃO E OUTROS RISCOS

IV.1 - Riscos de Acidentes - Segurança e proteção da caldeira

Sabemos que todas as caldeiras oferecem riscos na operação, provocados por manobras indevidas ou por situações imprevistas devido a complexidade do sistema. A fim de tornar a operação mais segura possível, lança-se mão de um grande número de controles e dispositivos de segurança, conforme vimos anteriormente. Entretanto, mesmo com toda a aparelhagem possível a atenção do operador constitui o fator fundamental no que se refere à segurança do sistema. Compete ao operador eliminar e regularizar o mais rapidamente possível qualquer anormalidade que ocorra, evitando com isto uma perda de controle do sistema. Devemos lembrar que mesmo nos sistemas automatizados há a possibilidade de falha na instrumentação.

um

mínimo

de

prescrições

e

situações

que

devem

ser

do

conhecimento do operador de caldeiras, a saber:

1) Testar diariamente o corpo do nível (pelo menos uma vez por turno), fazendo a descarga pelas torneiras de prova. Este procedimento permite ao operador assegurar-se que as partes responsáveis pela indicação do nível não estão entupidas.

2) Se for constatada a falta de nível de água na caldeira, deve-se imediatamente apagar o fogo e fechar as válvulas de vapor e alimentação de água, deixando a caldeira esfriar lentamente. NUNCA INJETAR ÁGUA NESSA SITUAÇÃO.

3) Testar diariamente as válvulas de segurança.

4) Não exceder a pressão normal de operação, para evitar descargas pela válvula de segurança. A constante perda de vapor afeta o rendimento do equipamento.

5) Proceder às descargas regulares da caldeira de acordo com as prescrições do Departamento Técnico.

6) Coletar regularmente amostras de água de alimentação e da descarga para análise.

7) Manter os visores de nível e indicadores em geral perfeitamente limpos.

8) Nunca

aproveitar

queimador.

a

incandescência

da

fornalha

para

reascender

o

9) Não abandonar o equipamento confiando em que ele é automático.

para reascender o 9) Não abandonar o equipamento confiando em que ele é automático. eng.joseluiz@globo.com Página
para reascender o 9) Não abandonar o equipamento confiando em que ele é automático. eng.joseluiz@globo.com Página
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

10)Comunicar à pessoa indicada qualquer anormalidade observada.

11)Ocorrendo perda de chama e a penetração de óleo na fornalha, proceder à purga da mesma pelo menos por 5 minutos.

NUNCA ACENDER IMEDIATAMENTE O QUEIMADOR.

12)Acompanhar todas as inspeções e manutenções efetuadas no sistema.

13)Verificar os queimadores quanto a limpeza, deteriorização e funcionamento.

IV.2 - Explosões de Fornalhas

Causas

As explosões de fornalhas são geralmente resultantes das seguintes condições:

1) acúmulo de combustível não queimado devido a combustão incompleta, perda de chama ou vazamento da válvula de combustível.

2) mistura deste combustível não queimado com ar em proporções que favoreçam explosões.

3) aplicação de calor suficiente para elevar a temperatura da mistura e alcançar o ponto de ignição.

O combustível pode penetrar na fornalha, sem se queimar, de várias maneiras, como por exemplo:

1) se o fogo é extinto e o combustível não é cortado imediatamente

2) através de vazamento pela válvula principal de óleo combustível

3) se o combustível não está queimando tão rápido quanto está entrando na fornalha

4) se houver dificuldades de estabilização da ignição na partida da caldeira.

4) se houver dificuldades de estabilização da ignição na partida da caldeira. eng.joseluiz@globo.com Página 49
4) se houver dificuldades de estabilização da ignição na partida da caldeira. eng.joseluiz@globo.com Página 49
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

Providências

Pode-se evitar explosões de fornalhas tomando-se algumas precauções, tais como:

1) na partida da caldeira trabalhar com um excesso de ar suficiente para assegurar na fornalha uma atmosfera rica em ar, prevenindo assim o acúmulo de misturas explosivas

2) verificar se as válvulas principais de óleo combustível estão bem fechadas e não deixam passar produto

3) remover os queimadores que estão fora de serviço, para evitar gotejamento

4) havendo perda de chama, feche imediatamente todas as válvulas principais de óleo e purge a fornalha suficientemente

5) remova periodicamente água e borra dos tanques de óleo

6) certifique-se, na partida da caldeira, se o óleo combustível está aquecido e recirculado para dar a necessária viscosidade no queimador

7) observe atentamente a chama do queimador na partida do equipamento

8) mantenha em bom estado de conservação os sistemas se segurança da fornalha, ou seja, sistemas de segurança da chama e de controle do queimador

9) antes da partida da caldeira faça uma completa inspeção nas áreas circunvizinhas ao fogo e limpe conforme necessitar

10)manter os bicos dos queimadores limpos e desobstruídos

e limpe conforme necessitar 10)manter os bicos dos queimadores limpos e desobstruídos eng.joseluiz@globo.com Página 50
e limpe conforme necessitar 10)manter os bicos dos queimadores limpos e desobstruídos eng.joseluiz@globo.com Página 50
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

IV.3 – Análise de Riscos

Objetivo:

Destacar os riscos mais representativos em caldeiras, as causas, os efeitos e as ações que minimizam a possibilidade de ocorrência desses riscos, bem como, aquelas qua reduzam ou neutralizam os efeitos.

Atividade:

PARTIDA DA CALDEIRA.

Risco:

EXPLOSÃO NA FORNALHA.

Causa:

ACÚMULO DE VAPORES DE COMBUSTÍVEL.

Efeito:

LESÕES (QUEIMADURAS, FRATURAS E MORTE) E/OU DANOS NA CALDEIRA.

Ações Preventivas:

- na partida da caldeira proceder o acendimento pelo "automático";

- se for necessário o acendimento manual, inicialmente circular ar na fornalha (purga dos gases da fornalha) por 05 minutos no mínimo;

- ao término da operação da caldeira, fechar as válvulas de óleo combustível/gás;

- remover o queimador.

Ações Corretivas:

Caso ocorra explosão na fornalha:

- fechar as válvulas de combustível;

- prestar atendimento as vítimas;

- deixar a caldeira resfriar;

- manter contato com o profissional habilitado;

- abrir a caldeira;

- seguir os procedimentos determinados pelo profissional habilitado;

- fazer relatório de ocorrência.

determinados pelo profissional habilitado; - fazer relatório de ocorrência. eng.joseluiz@globo.com Página 51
determinados pelo profissional habilitado; - fazer relatório de ocorrência. eng.joseluiz@globo.com Página 51
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

Atividade:

OPERAÇÃO DE CALDEIRA.

Risco:

ACÚMULO DE COMBUSTÍVEL NA FORNALHA.

Causa:

FALHA DO DETETOR DE CHAMA OU DO SISTEMA ELÉTRICO.

Efeito:

PERDA

DE

CHAMA/RESÍDUOS

SÓLIDOS

ADERIDOS

À

(SUPERAQUECIMENTO LOCALIZADO)

Ações Preventivas:

FORNALHA

- testar diariamente o funcionamento do detetor de chama;

- em caos de falha no funcionamento do detetor de chama, retirar a caldeira de operação e providenciar o reparo.

Ações Corretivas:

Caso haja acúmulo de óleo na fornalha:

- retirar a caldeira de operação;

- fechar as válvulas de combustível;

- deixar a caldeira resfriar purgando sempre a fornalha (ventilador ligado);

- retirar cuidadosamente o queimador;

- proceder a limpeza da caldeira;

- investigar as causas de ocorrência;

- providenciar os reparos.

da caldeira; - investigar as causas de ocorrência; - providenciar os reparos. eng.joseluiz@globo.com Página 52
da caldeira; - investigar as causas de ocorrência; - providenciar os reparos. eng.joseluiz@globo.com Página 52
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF. : JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

Atividade:

OPERAÇÃO DA CALDEIRA

Risco:

SUPERAQUECIMENTO

Causa:

FALTA D'ÁGUA (NÍVEL CRÍTICO)/FALHA NO TRATAMENTO DE ÁGUA (INCRUSTAÇÕES)/SOBRECARGA DA CALDEIRA.

Efeito:

DANOS AO EQUIPAMENTO.

Ações Preventivas:

- manter em perfeito funcionamento os dispositivos de segurança:

pressostatos/válvulas de segurança/sistema de controle de nível;

- testar diariamente o sistema de controle de nível e apagar a caldeira através da descarga da garrafa de nível;

- fazer o correto tratamento da água de alimentação;

- não trabalhar com a caldeira em sobrecarga.

Ações Corretivas:

Caso ocorra falta d'água e o sistema de controle de nível não atuar, adotar o seguinte procedimento:

- apagar o queimador;

- fechar as válvulas de combustível;

- fechar as válvulas de entrada de água de alimentação;

- fechar as válvulas de saída de vapor;

- manter em funcionamento o ventilador de ar secundário;

- deixar a caldeira resfriar lentamente;

NUNCA INJETAR ÁGUA NA CALDEIRA PARA RESFRIÁ-LA. ESSE PROCEDIMENTO PROVOCARÁ UMA VIOLENTA VAPORIZAÇÃO, PODENDO CAUSAR EXPLOSÃO.

- investigar as causas da ocorrência;

- informar ao profissional habilitado;

- abrir a caldeira;

- seguir os procedimentos determinados pelo profissional habilitado.

a caldeira; - seguir os procedimentos determinados pelo profissional habilitado. eng.joseluiz@globo.com Página 53
a caldeira; - seguir os procedimentos determinados pelo profissional habilitado. eng.joseluiz@globo.com Página 53
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF.: JOSÉ LUIZ DE

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF.: JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF.: JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO AAnnáálliissee ddee RRiissccooss nnaa OOppeerraaççããoo
AAnnáálliissee ddee RRiissccooss nnaa OOppeerraaççããoo ddee CCaallddeeiirraass aa GGááss oouu aa ÓÓlleeoo
AAnnáálliissee ddee RRiissccooss nnaa OOppeerraaççããoo ddee
CCaallddeeiirraass aa GGááss oouu aa ÓÓlleeoo
nnaa OOppeerraaççããoo ddee CCaallddeeiirraass aa GGááss oouu aa ÓÓlleeoo eng.joseluiz@globo.com Página 54
nnaa OOppeerraaççããoo ddee CCaallddeeiirraass aa GGááss oouu aa ÓÓlleeoo eng.joseluiz@globo.com Página 54
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF.: JOSÉ LUIZ DE

ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO

NOME DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF.: JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO

DA DISCIPLINA : NR-13 CALDEIRAS PROF.: JOSÉ LUIZ DE ARAÚJO A A N N Á Á

AANNÁÁLLIISSEE DDEE RRIISSCCOOSS ---- CCAALLDDEEIIRRAASS AA GGÁÁSS // ÓÓLLEEOO

PPaarrttiiddaa ddaa ccaallddeeiirraa

RRIISSCCOOSS

CCAAUUSSAASS

CCOONNSSEEQQUUÊÊNNCCIIAASS

MMEEDDIIDDAASS DDEE CCOONNTTRROOLLEE

AACCÚÚMMUULLOO DDEE GGÁÁSS// VVAAPPOORREESS IINNFFLLAAMMÁÁVVEEIISS NNAA FFOORRNNAALLHHAA

PASSAGEM DE GÁS / ÓLEO PARA A FORNALHA

EXPLOSÃO

NA

PPRREEVVEENNTTIIVVAASS

FORNALHA

LESÃO

AAOO TTÉÉRRMMIINNOO DDAA OOPPEERRAAÇÇÃÃOO::

   

-- FFEECCHHAARR AA VVÁÁLLVVUULLAA DDEE BBLLOOQQUUEEIIOO MMAANNUUAALL DDEE GGÁÁSS

queimadura

fratura

NO CASO DE ÓLEO COMBUSTÍVEL:

PPAARRTTIIDDAA

morte

- FECHAR AS VÁLVULAS;

MMAANNUUAALL SSEEMM

- REMOVER O QUEIMADOR;

PPUURRGGAA

DDAA

- ACENDER PELA SEQUÊNCIA AUTOMÁTICA.

FFOORRNNAALLHHAA

CCAASSOO SSEEJJAA NNEECCEESSSSÁÁRRIIOO OO AACCEENNDDIIMMEENNTTOO MMAANNUUAALL,, VVEENNTTIILLAARR ((PPUURRGGAARR)) AA FFOORRNNAALLHHAA PPOORR PPEELLOO MMEENNOOSS 55 MMIINNUUTTOOSS PPAARRAA AA RREEMMOOÇÇÃÃOO DDOOSS VVAAPPOORREESS IINNFFLLAAMMÁÁVVEEIISS

OOBBSS::

AAss cca