PESQUISA

:

COORDENADOR

PEDAGÓGICO/PROFESSOR

-

REFLEXÃO

CONJUNTA E FORMAÇÃO CONTINUADA Lúcia Helena Wulff Batista De Souza (PUC-Campinas – CAPES) ... quem forma se forma e re-forma ao formar e quem é formado forma-se e forma ao ser formado”. Paulo Freire 1. Introdução Delimitação do objeto estudo - Relevância do projeto A vivência no contexto da prática pedagógica em instituição escolar, durante pelo menos 11 anos na função de coordenadora pedagógica, fornece os subsídios para o desenvolvimento desse projeto de pesquisa e também justifica a escolha pela linha de pesquisa “Universidade e a Formação de professores para o Ensino Fundamental e Médio”, opção feita ao ingressar no curso de Mestrado em Educação - PUC - Campinas. Por considerar que a formação de educadores deve ser um dos principais focos para a ação e pesquisa do profissional que tem a oportunidade de coordenar uma equipe de professores do Ensino Fundamental e/ou Médio, a minha experiência profissional une-se a de outros para tornar-se o objeto de estudo deste projeto de pesquisa. Tendo como tema principal a importância da atuação do coordenador pedagógico na formação continuada do professor, esse estudo tem como expectativa que suas práticas - do professor e do coordenador - estejam voltadas para a relação dialética entre a ciência e a construção do conhecimento escolar. Nesta perspectiva, o coordenador pedagógico deve incentivar o professor a evocar a paixão de ensinar e aprender e o interesse em investigar e pesquisar a sua prática. O processo de formação do professor pode desencadear o questionamento, que modifica a prática e desperta o desejo de aprofundar e sistematizar os

conhecimentos, tendo como suporte referenciais que vêm sendo consolidados desde a sua formação inicial, produzida a partir das relações sociais estabelecidas, garantindo assim uma consciência política e social de seu papel profissional. Portanto o tema deste projeto de pesquisa está também estreitamente relacionado com a formação do professor, com o interesse em investigar, pesquisar

1

e viver uma prática de forma reflexiva. conforme Hernandez (1998). Resgatar esta experiência para uma conseqüente ação reflexiva talvez seja um dos grandes desafios do trabalho do coordenador pedagógico. a valorização do registro e análise das observações para a reflexão da prática. utilizando as reflexões realizadas como ferramentas para ampliar as perspectivas de ação em sala de aula. Importa também considerar neste estudo. na trajetória do professor. através da mediação. A partir dessas considerações surge a questão central deste projeto de pesquisa: Em que aspectos a reflexão conjunta . baseando-se apenas na sua própria experiência. a visão que o professor tem de sua prática. Diante da oportunidade de atuar junto ao professor. fazendo dela a sua pesquisa-ação. pois quando aprende um esquema de ação tenta logo aplicá-lo. com observações.contribuirá para o encontro de novos caminhos formativos na prática pedagógica do professor? Este projeto de pesquisa poderá responder ainda outras questões também relevantes com relação à formação de educadores: Como o coordenador pedagógico pode discutir e intervir. estão diretamente relacionados às expectativas com relação ao trabalho do coordenador pedagógico junto ao professor quando este se vê diante da necessidade de pesquisar a sua ação constantemente. acompanhando e instigando-o a buscar uma prática cada vez mais competente? Como tornar a reflexão conjunta uma prática constante? Em que momentos do cotidiano escolar o coordenador pedagógico tem a oportunidade para trabalhar junto com o professor? Qual o papel do registro na reflexão da prática do coordenador e do professor? Reuniões periódicas são suficientes para esta reflexão conjunta da prática? Estas questões. que serão investigadas no decorrer da pesquisa junto a coordenadores pedagógicos sintetizam o nosso objetivo maior que é o de acompanhar e propor alternativas de como exercer a função de coordenação pedagógica nas escolas a serem estudadas. o coordenador pedagógico pode auxiliá-lo a refletir e investigar sobre o percurso e as constatações que faz quando se propõe a pesquisar a prática pedagógica a partir das observações da realidade. para ampliação e aprofundamento. É importante saber como ocorre: a orientação ao professor no processo de “observar” a sua própria aula. Os objetivos deste projeto de pesquisa. reflexões.professor / coordenador . a reflexão sobre o conteúdo trabalhado e a busca da relação 2 .

porque indaguei.” (Fontana.1) Esta idéia de Nóvoa apesar de parecer tão “lugar comum” nos pressupostos pedagógicos. intervindo educo e me educo. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar ou anunciar a novidade”. Tarefa igualmente difícil para o coordenador é encontrar espaços para orientar o professor nesse processo de formação. a discussão da trajetória do professor. onde o coordenador e o professor. ele planeja. conhecedor de seu papel social e suas competências. p.. seu dizer. acompanhando e instigando-o a buscar uma ação profissional competente.p. dúvidas.p.1996. ele controla sua ação.p. buscando estudo e cursos.12) Não é tarefa fácil o professor assumir-se como aprendiz. intervenho. Discussão e justificativa do projeto A escolha como epígrafe deste projeto de uma reflexão de Paulo Freire sobre o processo de formar... certezas e talvez as conclusões que dela retirou.. Pesquiso para constatar. (1996.(Freire.. assumem-se “. nem inovação pedagógica. é ainda difícil de ser colocada em prática pelos coordenadores de uma 3 .1995.como sujeito também da produção do saber.. uma vez que implica em refletir.prática.24) Formar-se contribui para a descoberta do verdadeiro sentido do trabalho e escolha profissional. 1996.ele define. mas criar as possibilidades para a sua produção ou a sua construção”. (Nóvoa.teoria .definitivamente de que ensinar não é transferir conhecimento. Mais desafiador ainda é encontrar espaços na escola para refletir conjuntamente a prática.. a motivação para tornar constante a reflexão sobre a prática. pois segundo “Não há ensino de qualidade. exercitar a sua capacidade de aprender e criar com aguçada curiosidade. poderá transformar a realidade através de suas ações. que têm uma prática voltada para a investigação e nela atuam com reflexão crítica. nem reforma educativa.24) O educador como sujeito de sua própria aprendizagem. evoluir. ele dirige. constatando. Sendo competente e reflexivo “. 2.” e se convencem “. “Ensino porque busco. desafios e interesses. tornando-se visível em suas intenções e objetivos. sem uma adequada formação de professores”. buscando um caminho individual / coletivo. a partir de necessidades. porque indago e me indago. foi por acreditar que nela se encerra o verdadeiro sentido desta proposta. a reflexão crítica a respeito de prática para que ela possa traduzir-se em resultados significativos para o aluno..

onde a mudança da escola vai depender. refletindo sobre o papel do coordenador pedagógico na escola pública e privada. isto porque a verdadeira formação está não no fato de fornecer cursos de treinamento e/ou aperfeiçoamento para a aquisição de técnicas e metodologias. socializa em seu grupo. Hoje. Baseada em Nóvoa. É de extrema importância que coordenador e professor encontrem espaços de interação entre as duas dimensões: pessoal e profissional. chegamos a um tempo em que a formação contínua do professor tem uma maior importância. um percurso vivido que não pode ser deixado de lado. já que suas experiências anteriores. acredito que o coordenador deve procurar estimular o professor para uma perspectiva crítico–reflexiva da prática pedagógica. É preciso também situar este trabalho no contexto geral da sociedade. mas que o professor tem uma trajetória. um profissional que vive a sua prática. que é também uma identidade profissional. irão contribuir para as suas perspectivas e ações. assim como desenvolvimento pessoal. que contribua para a conquista de sua autonomia e também para o seu o seu desenvolvimento pessoal. conquistando assim a identidade e autonomia em uma prática que realmente o transforme em pesquisador. com perspectivas de melhorias na Educação para este novo século que se inicia. não só o projeto da escola. constrói a sua trajetória. com vistas à formação de uma identidade. mas principalmente de uma transformação das práticas pedagógicas na sala de aula.forma geral. valoriza a sua própria história. 4 . embora ainda necessite de movimentos sociais cada vez mais fortes para a reivindicação de melhores condições de vida. mas sim no oferecimento de oportunidades para que o professor possa tornar-se um profissional reflexivo. e dela decorre também a necessidade de considerar. talvez seja realmente a única alternativa. ou melhor. na coordenação pedagógica e na escola como um todo. Historicamente. sendo chamados a desenvolver a experiência dialética de ensinar e aprender. não só dos professores e de sua formação. Isto para que o professor compreenda que estar em formação implica num investimento pessoal. a situação da escola e da educação caracteriza-se por possuir setores mais resistentes. Existe a necessidade de que haja um desenvolvimento organizacional. com algumas conquistas democráticas. um trabalho sobre os caminhos e projetos próprios.

ela pode ser transformadora. Neles também encontramos a consideração de que o aluno possa ser sujeito de sua própria formação. exclusão e incompetência técnica. ausência de controle. o que implica em estimular a autonomia do aluno. naquilo que é o seu papel inerente. 5 . num complexo interativo em que. decorrente de sua realidade e particularidade. interagir com o grupo e integrar-se no trabalho em equipe. fracasso. É necessário também dar importância não só ao desenvolvimento das potencialidades individuais. que é o de promover o processo ensino-aprendizagem. normas.Passamos por um momento de transição. que constituem um referencial para a educação no Ensino Fundamental e Médio para todo o nosso país. mas sobretudo ao trabalho coletivo. mediado pelo coordenador pedagógico. Nos Parâmetros Curriculares Nacionais/ 97. trazendo a resignificação da unidade entre aprendizagem e ensino. atendendo às suas reais necessidades. mas sim avançar para uma prática educativa que conheça os jovens e crianças a quem nos propomos educar. espírito crítico que favoreçam a sua criatividade. No processo de ensino-aprendizagem é preciso que sejam exploradas metodologias que propiciem ao aluno. a função primordial é a de subsidiar a elaboração ou a revisão curricular em Estados e Municípios. que é emergencial hoje. a construção e problematização. precisa melhorar as suas condições de funcionamento interno e externo. No entanto. Considerando a escola como um produto de relações sociais. um projeto que organiza uma rotina pedagógica com planejamentos. Dimensionando melhor a proposta. muitas escolas continuam como reprodutoras do sistema e para superar o modelo ideológico a elas imposto não basta só estar a serviço das classes menos favorecidas e não constituir-se por uma proposta de conteúdos e objetivos dinâmicos. no qual o coordenador pedagógico tem também uma importância fundamental. argumentação. metodologia definida e avaliações coerentes. o que precisamos é de uma escola transformadora que para superar o seu imobilismo. mas sobretudo. que exige propostas que assegurem o compromisso de mudança para atender as necessidades da maioria da população. coordenador e o professor também se vêm como sujeitos de conhecimento. Nos PCNs está explícito a necessidade de um projeto educativo próprio de cada escola. dandolhe oportunidade de reconhecer as suas próprias capacidades.

no caso. A proposta é de que consideremos que para o aluno aprender depende de suas possibilidades em sua fase de desenvolvimento. Metodologia do Projeto de Pesquisa A opção pela pesquisa qualitativa se dá pela possibilidade de buscar as respostas às questões da pesquisa considerando o papel do coordenador pedagógico inserido no processo de educação. situado historicamente numa realidade em que pese as suas relações de trabalho.”.. isto porque são eles os executores do projeto desenvolvido dentro da sala de aula. pode-se trazer a produção de conhecimento conseqüente.. o que implica na escolha de uma perspectiva teórica para explicá-la e determinar qual é a prática educativa que será assumida. para se constituir verdadeira ajuda educativa. com possível modificação que.. com o professor.No processo de ensino-aprendizagem.numa perspectiva que excede o individual. é preciso entender como se dá a construção do conhecimento. propor tarefas que visam a ampliação e aprofundamento das reflexões do professor.p. 6 . pois o relato e análise dessa experiência e a de outros coordenadores pedagógicos. Enquanto pesquisadora. coordenador / professor têm de suas funções. participar do planejamento. como bem coloca Ivani Fazenda (1999. a minha prática será também importante. Assim “. contribuirão para conhecer como é exercida a função de coordenador pedagógico nestas instituições. 3. com a sua ação e/ou intervenção. buscando a configuração do seu papel profissional. promover a aprendizagem o mais significativa possível.modificando-se e modificando o conhecimento .. p. no cotidiano escolar. Com isso. dos conhecimentos que já construiu e do ensino que recebe. estabelecendo relações entre o objeto do conhecimento com a experiência que o aluno já tem com aquele objeto.a posse do conhecimento sempre indica ao indivíduo a aventura de questioná-lo e modificá-lo . 51) É papel do educador.. em constante formação e da equipe em sua proposta pedagógica e curricular. das escolas a serem estudadas.1997. onde as vozes dos professores terão sempre importância em todas as ações inseridas no projeto pedagógico da escola..” (PCNs. A mediação é utilizada como forma de ação/intervenção. como também com a sociedade como um todo.a intervenção pedagógica deve-se ajustar ao que os alunos conseguem realizar em cada momento de sua aprendizagem. Considero que o papel de coordenador é observar.17) “.

onde a teoria pode ser modificada a partir da realidade construída e a prática poderá ser também modificada à luz dessa teoria. estas serão construídas a partir das entrevistas e observações a serem realizadas. como as pedagógicas sistemáticas. exatamente por ser a seara do coordenador nas diferentes funções que 7 . isto porque. pátios. tanto os fatos e ações das observações propriamente ditos. será fundamental para as categorias de análise.Os caminhos escolhidos para o desenvolvimento da pesquisa serão determinados por categorias a posteriori. Partir dos depoimentos coletados. entrevista e análise de documentos. conselhos de classe e outros espaços. sendo que terão como suporte as questões já levantadas anteriormente. do conhecimento da documentação existente sobre as funções do coordenador pedagógico nas escolas pesquisadas e também da análise de documentos legais disponíveis nas delegacias de ensino.: salas de aula.objeto. As observações poderão ocorrer nos espaços das escolas em que os coordenadores pedagógicos atuam. Considerar o processo histórico como um referencial nesse projeto.coordenador pedagógico . O cotidiano escolar será uma das categorias que provavelmente a pesquisa nos trará. laboratórios.foi instituída no espaço escolar. Tudo deverá ser registrado. As técnicas adequadas para essa pesquisa são: observação. diferentes reuniões. considerou o processo acima. conhecendo o cotidiano dos coordenadores. pretendemos acompanhar o papel do coordenador na formação continuada do professor. no sentido de referendar a relação sujeito . assim como as reflexões feitas. a escolha do referencial teórico. Ao optar pela abordagem qualitativa. as expectativas em relação aos seus papéis e a sua importância na formação continuada de professores. em seu cotidiano. Estarão também de acordo com o Projeto Pedagógico construídos pelas diferentes escolas em que ocorrerá a pesquisa. que também deverão ser analisadas. centrado na figura do coordenador. por ex.os coordenadores pedagógicos. Como já foi colocado anteriormente. significa que a análise será baseada nas mudanças havidas no decorrer do tempo em que esta função . com ênfase na relação dialética entre a teoria e a prática do professor. situando o processo histórico desta função na instituição escolar. sendo que todas serão decorrentes das questões epistemológicas do projeto. de nosso objeto de estudo .

auxiliando nas dúvidas e principalmente vivendo com ele a prática de ensinar e aprender. buscaremos trazer de modo dialético a explicação da realidade escolar vivida pelo educador hoje. Cabe ao coordenador mediar a investigação da prática pedagógica pelo professor com o objetivo de aprimorá-la. Este estudo é de grande interesse. necessárias em um processo de formação continuada. O grande desafio desta pesquisa é conseguir contribuir para a ação do coordenador como mediador entre a prática do professor e a fundamentação teórica que a sustenta. Segundo Chizzotti “o cotidiano e suas ações são necessariamente fragmentos de tempo e espaço fisicamente delimitados. mudam as formas de ver e agir sobre o projeto pedagógico dela. e que define sempre idêntico. já que muda o papel da escola. O movimento entre teoria e prática também poderá confirmar ou reformular as práticas e os papéis dos profissionais investigados e é isso que justifica a relevância para a sua realização. acompanhando o estudo teórico. justamente por estar relacionado a um movimento político e de idéias. influenciado pela democratização da escola e conseqüentes mudanças no seu papel e função. como também.desempenha no dia-a-dia. Nessa perspectiva a figura do coordenador pedagógico. do próprio coordenador pedagógico. medir ou descrever a ação e o comportamento individual” (1999. muda também os papéis dos que nela trabalham. articulada ao passado. Estudar a reflexão conjunta do coordenador / professor sobre a prática pedagógica do presente. constante e por essa via posso captar a repetição. à luz do materialismo dialético. p. um dos grandes desafios do século XXI. hábitos das pessoas. repetitivo. bem como a análise de experiência. que darão significado social e político para este projeto. recoloca em pauta a questão das relações entre a teoria a prática na educação. Re-construir a história do coordenador pedagógico possibilitará recuperar as lutas pela transformação do papel social do Educador. da escola e principalmente. por ser onde encontra os espaços de reflexão com o professor. rituais. e as oportunidades e desafios do coordenador pedagógico frente aos fatores sociais em transformação.90). tem por base os caminhos teóricos escolhidos. passíveis de mensuração – é uma porção de vida que se repete. pois 8 . observação dos acontecimentos diários ocorridos no espaço escolar. Em síntese.

solidariedade. Há contatos com profissionais e escolas. paciência. tem um importante papel. Bibliografia CHIZZOTTI. respeito ao ritmo do outro. Ed. Cação. Como os docentes aprendem.) – Novos enfoques da pesquisa educacional. 9 à 13. Fernando. construindo assim uma nova história para o papel desses profissionais inseridos na instituição escolar.Metodologia da Pesquisa educacional. 1999. 4a ed. nº 4 pág. Neste processo. HERNANDEZ. Campinas. são qualidades indispensáveis àquele que deseja coordenar uma equipe. com disponibilidade para um trabalho de pesquisa qualitativa. Antonio. 1996. para conjuntamente encontrarem os caminhos de sua trajetória profissional e a possibilidade de trabalharem dialeticamente a relação ensinar – aprender. 9 .a humildade. Denise e MOROSINI. São Paulo.(org. SP. 5. FAZENDA.São Paulo: Cortez. 4. . FONTANA.numa reflexão. 1999. Coleção Magistério. Marília (org.). Alguns encaminhamentos estão sendo feitos com relação ao desenvolvimento da pesquisa propriamente dita. Novos enfoques da pesquisa educacional.) . In: FAZENDA. LEITE. FREIRE. ousadia. no século XXI. 1996 (coleção leitura). Pátio – Revista Pedagógica. . oferecendo também subsídios para uma prática transformadora continuada. Esse processo certamente envolve ambos . Resultados Esperados Ao oferecermos aos coordenadores pedagógicos das escolas pesquisadas. Ivani (org. que decorre da ação-reflexão conjunta . 1997. Roseli A. 3a ed. estaremos.Doutoramento). SP: Papirus.São Paulo: Cortez. Universidade Futurante: Produção do ensino e inovação. Ivani (org. através da metodologia da pesquisa. . Pedagogia da Autonomia – saberes necessário à prática educativo.São Paulo: Cortez. coragem. Paulo. propostas alternativas de trabalho junto aos professores. o registro cotidiano das atividades. “O cotidiano e as pesquisas em educação”. Paz e Terra. Como nos tornamos professores? Aspectos da Constituição do sujeito como professor.coordenador e professor .coordenador e professor. fev/1998.). ----------------------. Campinas: Unicamp. 3a ed. 1997. a partir de uma observação direta e apurada. (texto para exame de qualificação.

São Paulo: Ed. de Inovação Educacional. A aula Operatória e a construção do conhecimento. Maria da Glória. 1997 PIMENTEL. “Metodologias não-convencionais em teses acadêmicas”.Metodologia da Pesquisa-Ação. Paulo Afonso C. 7a ed. – Brasília: MEC/SEF. A Paixão de Formar: da Psicanálise à Educação (dissertação de mestrado . Papirus. Registro. PLACCO. Lawrence – La investigacion como base de la enseñanza. Cleide A. 2a edição. Vera Maria Nigro de Souza . 1996.1996. VEIGA. --------------. WEFFORT. 1988. In NÓVOA. (Coleção Magistério: Formação e Trabalho Pedagógico). “Formação de professores e profissão docente”. São Paulo: Ed. Papirus Ed. Reflexão: Instrumentos Metodológicos I”. SP. de Inovação Educacional. 1999.Secretaria de Educação Fundamental. 1995. Os professores e a sua formação . Michel . Dom Quixote. In: Educando o olhar da observação: Aprendizagem do olhar série seminários. São Paulo. Ivani (org. PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS: Introdução aos PCNs . 1994. In FAZENDA. Porto alegre: Artes Médicas. 2a edição.temas de Educação 1 do Inst. RONCA.São Paulo: Cortez. 1996. In Paixão de Ensinar. Madalena Freire. Donald A. Magda. Campinas: Ed. 2a edição. Cortez: Autores associados.temas de Educação 1 do Inst. In Educação & Supervisão: o trabalho coletivo na escola. Ed. de. e TERZI. São Paulo. Do Instituto Esplan.PUC/SP). . Maria Cecília Pereira da. “Educação Escolar e classes populares – uma reflexão sobre o atual momento educacional e político do Brasil”. Morata.1995. Papirus.) – Novos enfoques da pesquisa educacional. Lisboa: Public. Lisboa: Publicações Dom Quixote. 3a ed. “Formar professores como profissionais reflexivos”. 10 . “Observação. NÓVOA. In Os professores e a sua formação . António. 1991. Ilma Passos Alencastro. Madrid. SCHÖN. THIOLLENT. SOARES. O professor em construção. Artcolor. 1996. Antonio.“O que é um grupo?”. Artcolor. STENHOUSE. Campinas.1995 SILVA. 1994. 3a ed.MELLO. Projeto Político Pedagógico da escola: uma construção coletiva (1). .Formação e Prática do Educador e do Orientador: Confrontos e questionamentos.São Paulo: Cortez. Guiomar N.2a edição.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful