Critério de Projeto

Pöyry Tecnologia Ltda. Rua Alexandre Dumas, 1901 Edifício Paramount - 2° andar 04717-004 São Paulo - SP BRASIL Tel. +55 11 3472 6955 Fax +55 11 3472 6980 E-mail: forest.br@poyry.com Data 17.05.2011

ELDORADO CELULOSE E PAPEL Projeto Eldorado Três Lagoas- MS - Brasil CRITÉRIO DE PROJETO E OBRAS CIVIS Conteúdo

N° Referência 20530.10-3000-L-0600_pt Nº Cliente 0101-3000-C-20002 Página 1 (162) e

1 INTRODUÇÃO 2 OBJETIVO 3 DEFINIÇÕES 4 CONDIÇÕES AMBIENTAIS 5 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 6 CRITÉRIOS DE PROJETO 7 ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS 8 ESPECIFICAÇÕES CONSTRUTIVAS 9 CONTROLE DE QUALIDADE TÉCNICA 10 DESCRIÇÃO DAS PRINCIPAIS CONSTRUÇÕES

Anexos

I II III IV V VI VII VIII IX X

Desenhos Padrão – Sistemas Subterrâneos (DC2) Desenhos Padrão – Estruturas de Concreto (DC3) Desenhos Padrão – Pavimentação (DC4) Desenhos Padrão – Estruturas Metálicas (DC5) Desenhos Padrão – Arquitetura (DC7) Desenhos Padrão – Instalações Hidráulicas (DC8) Desenhos Padrão – Mecânica (DM2) Tabela - Pavimentos das ilhas de Processo Tabela – Acabamentos Salas Elétricas Tabela – Referência para tipos de Pavimentos nas ilhas de Processo XI Gabarito - Elevações XII Índice do Documento (1+E) CM sdc/JCG, RFH,sms/CAS, MHE/mrm E comum

e

Distribuição ELDORADO PÖYRY AZEVEDO E TRAVASSOS DOC HOTEL

Orig. Rev. d

15.04.10 - sdc Data/Autor 07.02.11 - sdc

15.04.10 - MET Data/Verificado 07.02.11 - GSA

15.04.10 – sdc/JCG Data/Aprovado

15.04.10 –sms/CAS Data/Autorizado

Versão Original só em Inglês Observações Para Informação

07.02.11 – sdc/JCG 07.02.11 –MHE/CAS

20530.10-3000-L-0600 2

e

17.05.11 - LFG

17.05.11 - sdc

17.05.11 – sdc/JCG

17.05.11 –MHE/CAS

Onde indicado/Para Informação

3

1

INTRODUÇÃO

Evaporação. Linha de Fibras. . Estocagem de Toras. Estação de Tratamento de água para caldeira (ETAC). Turbogerador. Caldeira de Recuperação. Estocagem de fardos de celulose. identificando os itens a serem adotados para as seguintes principais edificações/construções: − − − − − − − − − − − − − − − − − − − − − − − − − Terraplenagem. Pátio de Madeira. Enfardamento. Drenagem pluvial. Caldeira de Força/Biomassa. Cozimento. Portões. Compressores. Lagoas pluviais. Pilha de Cavacos. Arruamento e Pavimentação.20530. Torres de Resfriamento. Secagem de Pasta. Edifícios Temporários. Cercas.10-3000-L-0600 4 Esse documento lida com os principais temas de construção do projeto ELDORADO. Pilha de Biomassa. Chaminé. Portarias e Balança. Sistemas Subterrâneos. Caustificação e forno de Cal.

Estação de tratamento de água (ETA). Estocagem de óleo. 5 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA Os projetos e a execução devem atender a legislação Brasileira. Emissário. Planta Química. aos códigos municipais. Estação de Tratamento de Efluentes. as legislações ambientais e outras legislações aplicáveis. Subestação Principal. Outras construções. Salas Elétricas. O Objetivo desse documento é descrever e estabelecer os principais critérios e orientações para o projeto e construção civil do projeto ELDORADO. Empresa que está fornecendo o pacote completo da ilha de processo com regime de preço global. Adutora. Empresa responsável pelo projeto de engenharia civil. Ponte de Tubulação.10-3000-L-0600 5 − − − − − − − − − − − − 2 OBJETIVO Chillers. 4 CONDIÇÕES AMBIENTAIS Para condições ambientais. Edifícios Administrativos.20530. 3 DEFINIÇÕES PROPRIETÁRIA: GERENCIADORA: PROPONENTES: CONTRATADA: PROJETISTA: EPC: ELDORADO CELULOSE E PAPEL. ao corpo de bombeiros. suprimentos e Construção. as normas de Higiene e Segurança no trabalho. . Empresas convidadas a apresentar proposta para a construção civil. Demolição e Serviços de Reparos – Norma regulamentar aprovada pelo decreto n° 3214 de 8 de junho de 1978). Empresa que venceu a concorrência e irá fornecer a construção civil. ver documento 20530. As prescrições da NR18 deverão ser estritamente seguidas (Construção. Empresa que irá fazer a supervisão e fiscalização do projeto. incluindo engenharia.10-3000-E-0900.

Outras normas internacionais. Normas e Especificações . de qualidade reconhecida como a ASTM. AISC. Casos específicos e/ou casos omissos nessas normas serão resolvidos pela presente especificação técnica. por outra especificação da ELDORADO ou pelo representante técnico da PROPRIETÁRIA. Códigos.10-3000-L-0600 6 Os projetos. serviços e execução de trabalhos deverão seguir a última versão das normas técnicas da ABNT e ANM (Associación MERCOSUR de Normalización). ACI. ISO e AASHTO.20530. materiais. poderão ser seguidas como complemento. 5.1 Documentos de Referência.

Mechanical Design and Layout Criteria .10-3000-L-0007 20530.10-3000-L-0001 20530.10-3000-L-1300 Mill Site Conditions and Mill Services General Specification for Fire Protection System Design Criteria for Ventilation and Air Conditioning Sewer System General Specification for Requirements of Brazilian Labor Ministry Regulations General Specification for Steel Tanks.10-3000-L-0008 20530.10-3000-L-0103 20530.10-3000-L-0800 20530. Shop and Field Fabricated General Specification for Painting General Specification for FRP Tanks Electrical Design Criteria 3D Modeling Instructions Especificação Técnica – Fabricação de Estruturas Metálicas Especificação Técnica – Montagem de Estruturas Metálicas Especificação Técnica.10-3000-L-0100 20530.10-3000-L-0010 20530.10-3000-L-0600 7 ELDORADO 20530.10-3000-L-0006 20530.Controle de Qualidade de Estruturas Metálicas.10-3000-L-0801 20530.10-3000-L-0802 20530.10-3000-L-0300 20530.10-3000-L-0105 20530.20530.10-3000-L-1301 20530.

20530.10-3000-E-0900 Caracterização do Site .10-3000-L-0600 8 20530.

20530.10-3000-L-0600 9 .

Método de Ensaio Extração e preparação de amostras de cimentos – Procedimento Perfil I estrutural de aço soldado por arco elétrico Requisitos gerais Junta de tela de aço soldada para armadura de concreto – Ensaio de resistência ao cisalhamento Zinco primário Zinco Projeto de estruturas de concreto – Procedimento Cargas para cálculo de estruturas de edificações Projeto e execução de fundações Forças devidas ao vento em edificações Blocos vazados de concreto simples para alvenaria – Requisitos Produtos metálicos .10-3000-L-0600 10 ABNT NBR 5000 NBR 5004 NBR 5008 NBR 5733 NBR 5735 NBR 5736 NBR 5737 NBR 5738 NBR 5739 NBR 5741 NBR 5884 NBR 5916 NBR 5996 NBR 6010 NBR 6118 NBR 6120 NBR 6122 NBR 6123 NBR 6136 NBR 6153 NBR 6207 NBR 6323 NBR 6355 NBR 6459 NBR 6648 NBR 6649 NBR 7007 NBR 7180 NBR 7181 NBR 7182 NBR 7185 NBR 7211 NBR 7212 NBR 7215 NBR 7222 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS Chapas grossas de aço de baixa liga e alta resistência Chapas finas de aço de baixa liga e alta resistência mecânica Chapas grossas e bobinas grossas.Procedimento Cimento Portland .Determinação da resistência à compressão Argamassa e concreto . de aço de baixa liga resistentes à corrosão atmosférica para uso estrutural – Requisitos Cimento Portland de alta resistência inicial – Especificação Cimento Portland de alto forno – Especificação Cimento Portland Pozolânico – Especificação Cimentos Portland resistentes a sulfatos – Especificação Concreto .Análise granulométrica Solo .Ensaio de compactação Solo .20530.Determinação da massa específica aparente.Determinação do limite de liquidez Chapas grossas de aço carbono para uso estrutural Chapas finas a quente de aço-carbono para uso estrutural Aços carbono e microligados para uso estrutural Solo .Determinação da resistência à tração por compressão diametral de corpos-de-prova cilíndricos .Ensaio de dobramento semi-guiado Método de ensaio Arame de aço – Ensaio de tração Galvanização de produtos de aço ou ferro fundido – Especificação Perfis estruturais de aço formados a frio Solo .Ensaio de compressão de corpos-de-prova cilíndricos .Determinação do limite de plasticidade Solo . "in situ".Procedimentos para moldagem e cura de corposde-prova Concreto. com emprego do frasco de areia Agregados para concreto – Especificação Execução de concreto dosado em central .

Especificação Tela de aço soldada . usados em estruturas fixas Solo . formado a frio.Determinação da massa do revestimento por unidade de área .Método de ensaio Barras e fios de aço destinados às armaduras para concreto armado .Verificação da espessura do revestimento por processo não-destrutivo . de aço-carbono. .Ensaio à compressão simples Segurança de escavação a céu aberto Projeto e execução de estruturas de concreto pré-moldado Aços para perfis laminados.Índice de suporte Califórnia Cálculo de alvenaria estrutural de blocos vazados de concreto. chapas grossas e barras. Perfil tubular.20530.Análise petrográfica de agregado para concreto – Parte 2: Agregado graúdo Produto de aço ou ferro fundido revestido de zinco por imersão a quente .10-3000-L-0600 11 NBR 7362-1 NBR 7362-2 NBR 7362-3 NBR 7362-4 NBR 7389-1 NBR 7389-2 NBR 7397 NBR 7399 NBR 7400 NBR 7480 NBR 7481 NBR 7482 NBR 7483 NBR 7821 NBR 8261 NBR 8522 NBR 8681 NBR 8800 NBR 8949 NBR 9061 NBR 9062 NBR 9763 NBR 9895 NBR 10837 NBR 10908 Sistemas enterrados para condução de esgoto Parte 1: Requisitos para tubos de PVC com junta elástica Sistemas enterrados para condução de esgoto Parte 2: Requisitos para tubos de PVC com parede maciça Sistemas enterrados para condução de esgoto Parte 3: Requisitos para tubos de PVC com dupla parede Sistemas enterrados para condução de esgoto Parte 4: Requisitos para tubos PVC com parede de núcleo celular Agregados .Método de ensaio Produto de aço ou ferro fundido galvanizado por imersão a quente . de seção circular. com e sem costura.Método de ensaio Galvanização de produtos de aço ou ferro fundido por imersão a quente .Análise petrográfica de agregado para concreto – Parte 1: Agregado miúdo Agregados . quadrada ou retangular para usos estruturais Concreto – Determinação dos módulos estáticos de elasticidade. Aditivos para argamassa e concreto – Ensaio de caracterização. de deformação e da curva tensão-deformação Ações e segurança nas estruturas – Procedimento Projeto de estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edifícios Paredes de alvenaria estrutural .Armadura para concreto Fios de aço para estruturas de concreto protendido – Especificação Cordoalhas de aço para estruturas de concreto protendido – Especificação Tanques soldados para armazenamento de Petróleo e Derivados.Verificação da uniformidade do revestimento .

para coletor de esgoto sanitário .Análise petrográfica Proteção contra incêndio em subestações elétricas de geração.Preparo. Parte 1: Disposições Gerais . transmissão e distribuição Dimensionamento de estruturas de aço de edifícios em situação de incêndio – Procedimento Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações – Procedimento Execução de estruturas de concreto – Procedimento Projeto de estruturas de concreto em situação de incêndio Perfis estruturais de aço soldados por alta freqüência (eletrofusão) – Perfis I. H e T – Requisitos Armazenamento de líquidos e combustíveis.Determinação da resistência à tração na flexão em corpos-de-prova prismáticos Verificação de desempenho de aditivos para concreto Controle tecnológico de materiais componentes do concreto – Procedimento Concreto de cimento Portland .10-3000-L-0600 12 NBR 10569 NBR 11578 NBR 11579 NBR 11742 NBR 11768 NBR 11785 NBR 12142 NBR 12317 NBR 12654 NBR 12655 NBR 12768 NBR 13231 NBR 14323 NBR 14432 NBR 14931 NBR 15200 NBR15279 NBR 17505-1 Conexões de PVC rígido com junta elástica.Tipos e dimensões. controle e recebimento – Procedimento Rochas para revestimento .Determinação da finura por meio da peneira 75 μm (n° 200) Porta Corta-fogo para saída de emergência Aditivos para concreto de cimento Portland – Especificação Barra anti-pânico – Requisitos Concreto . Cimento Portland composto – Especificação Cimento Portland .20530.

20530.10-3000-L-0600 13 .

massa específica aparente Agregado graúdo .Determinação da exsudação .Determinação de massa específica.Determinação da resistência à tração na flexão de corpos-de-prova prismáticos Cimento Portland .Determinação do tempo de pega Determinação da consistência pelo abatimento do tronco de cone Concreto – Preparação das bases dos corpos-de-prova e testemunhos cilíndricos para ensaio a compressão Concreto – Preparação de Concreto em Laboratório Concreto – Ensaio de compressão de corpos de prova cilíndricos Concreto . óxido de cálcio e óxido de magnésio Cimento Portland e outros materiais em pó .Determinação dos tempos de pega por meio de resistência à penetração Cimento Portland . massa específica aparente e absorção de água Agregados para concreto – Exame Petrográfico Concreto .Análise química .Determinação da massa específica Agregados – Amostragem Agregados .Determinação da absorção de água Concreto . óxido férrico.Análise química .10-3000-L-0600 14 AMN NM 9 NM 10 NM 14 NM 23 NM 26 NM 27 NM 28 NM 30 NM 33 NM 45 NM 51 NM 52 NM 53 NM 54 NM 55 NM 65 NM 67 NM 77 NM 79 NM 101 NM 102 ASSOCIACIÓN MERCOSUR DE NORMALIZACIÓN Concreto e argamassa . óxido de alumínio.20530.Determinação de massa específica.Disposições gerais Cimento Portland .Redução da amostra de campo para ensaios de laboratório Agregados – Verificação da reatividade potencial pelo método químico Agregado miúdo.Determinação da massa unitária e do volume de vazios Agregado graúdo – Ensaio de abrasão "Los Angeles" Agregado miúdo .Método de Ensaio .Amostragem de concreto fresco Agregados .Método de arbitragem para determinação de dióxido de silício.

20530.10-3000-L-0600 15 NM 248 Agregados .Determinação da composição granulométrica .

10-3000-L-0600 16 .20530.

10-3000-L-0600 17 NR 04 MINISTÉRIO DO TRABALHO Serviços especializados em Engenharia de Segurança e Medicina Ocupacional .20530.

20530.10-3000-L-0600 18 NR 18 Condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção .

10-3000-L-0600 19 .20530.

Standard specification for carbon structural steel Standard specification for high-strength low-alloy structural steel Standard specification for carbon steel and studs. shapes and sheet piling. Standard Specification for Carbons and Alloy Steel Nuts. Standard Specification for cold-formed welded and seamless carbon steel structural tubing in rounds and shapes Standard Specification for Hot-Formed welded and Seamless Carbon Steel Structural Tubing. 120/105 Ksi minimum tensile strength. plates. Deformed and Plain Carbon Steel bars for Concrete Reinforcement Method for Static Segregation of Self-Consolidating Concrete Using Column Technique. Standard Test Method for Passing Ability of SelfConsolidating Concrete by J-Ring. alloy steel. heat treated. steel. heat treated. 60000PSI tensile strength Standard specification for structural bolts. Standard specification for high-strength low alloy columbium-vanadium structural steel.10-3000-L-0600 20 ASTM ASTM A6 ASTM A36 ASTM A242 ASTM A307 ASTM A325 ASTM A490 ASTM A500 ASTM A501 ASTM A563 ASTM A572 ASTM F436-04 ASTM C33-03 ASTM C150-05 ASTM C1157-03 ASTM C260-06 ASTM C595-07 ASTM C494-05/ ASTM C494M-05 ASTM C1017/ C1017M-03 ASTMC1602/ C1602M ASTM A615/ A615 ASTM C1610 ASTM C1611 ASTM C1621 ASTM A706M /A706 ASTM A996M /A996 AMERICAN STANDARD OF TESTS AND MATERIALS Standard Specification for general requirements for rolled structural steel bars. Low-Alloy Steel Deformed and Plain bars for Concrete Reinforcement Standard Specification for Rail-Steel and Axle Steel Deformed bars for concrete Reinforcement . Standard Specification for structural bolts. 150Ksi minimum tensile strength.20530. Standard Specification for hardened steel washers Concrete Aggregates Portland cement Performance Specification for Hydraulic Cement Air Entraining Admixtures for Concrete Blended Hydraulic Cements Chemical Admixtures for Concrete Chemical Admixtures for use in producing flowing concrete Mixing Water Used in the Production of Hydraulic Cement Concrete. Standard Test Method for Slump Flow of SelfConsolidating Concrete.

10-3000-L-0600 21 ASTM D4263 Standard Test Method for Indicating Moisture in Concrete by the Plastic Sheet Method .20530.

20530.10-3000-L-0600 22 .

Requirements for Determining Fire Resistance of Concrete and Masonry Construction Creep and Skrinkage in concrete Tolerances for Concrete Construction and Materials Guide to Mass Concrete .107 /ACI 216.1R-05 AMERICAN CONCRETE INSTITUTE Building Code Requirements for Reinforced Concrete.107 ACI 209 ACI 117-90 ACI 207.20530.10-3000-L-0600 23 ACI ACI 318 ACI 216.

20530.2R-07 Report on thermal and volume effects on cracking of mass concrete .10-3000-L-0600 24 ACI 207.

20530.10-3000-L-0600 25 .

10-3000-L-0600 26 AISC AMERICAN INSTITUTE OF STEEL CONSTRUCTION .20530.

10-3000-L-0600 27 ANSI/AISC 360-05 Specification for Structural Steel Buildings .20530.

10-3000-L-0600 28 .20530.

20530.10-3000-L-0600 29

AASHTO AASHTO GDPS-4

AMERICAN ASSOCIATION OF STATE AND HIGHWAY TRANSPORTATION OFFICIALS Guide for Design of Pavement Structures

20530.10-3000-L-0600 30

AASHTO

LRFD Bridge Design Specification

20530.10-3000-L-0600 31

20530.10-3000-L-0600 32 ISO ISO 12944 ISO 10816 INTERNATIONAL STANDARD ORGANIZATION Paints and varnishes – Corrosion protection of steel structures by protective paint systems Mechanical Vibrations – Evaluation of Machine vibration by measurements on non-rotating parts .

Method of test at ambient temperature .10-3000-L-0600 33 ISO 6892 Metallic Materials.20530. Tensile Test.

10-3000-L-0600 34 .20530.

10-3000-L-0600 35 EUROCODE .20530.

.20530.10-3000-L-0600 36 EUROCODE 2– Part 3 Design of Concrete Structures: Liquid retaining and containment structures.

20530.10-3000-L-0600 37 .

10-3000-L-0600 38 FMGlobal 1-28 1-28R/ 1-29/R Wind Design Roof System .20530.

10-3000-L-0600 39 1-54 Roof Loads for New Construction .20530.

2 6. O intervalo de durabilidade não é um “tempo de garantia”. 6. sem a aplicação de manutenções ou reparos não programados. O sistema de coordenadas a ser utilizado no projeto é o sistema cartesiano: N12. como cargas permanetes.000.94” de Latitude Sul e 51º 36’ 24. As condições climáticas e outras informações do site encontram-se no documento 20530. sobrecargas.000 e E2. Essas estruturas deverão ser pintadas de acordo com o esquema de pintura Nº 01 (documento 20530.1 CRITÉRIOS DE PROJETO Condições Locais A fábrica será instalada aproximadamente 35 km de Três Lagoas. construídas e operadas de maneira a manter a segurança. durabilidade e uma aparência aceitável por 30 anos.3.2. As coordenadas geográficas do site são: 20º 35’ 58.35” de Longitude Oeste. − Cargas especiais agindo nas estruturas.3 Cargas de Projeto As cargas agindo nas estruturas podem ser dividas em quarto grupos: − Cargas gerais.10-3000-L-0600 40 6 6.1 Critério de Durabilidade Vida útil das estruturas As estruturas deverão ser projetadas.10-3000-L-0009 – General Specification for Painting).000.2.500. 6. fissuração e tensões térmicas. 6.Industrial) de acordo com a ISO 12944-2 – Classification of environments.1 Cargas Gerais . É uma consideração técnica que considera o programa de manutenção estabelecido pela PROPRIETÁRIA.2 Controle da Corrosão As estruturas metálicas das áreas de processo listadas a seguir devem ser classificadas dentro da categoria de corrosão atmosférica C5-I (Muito Alta . − Cargas devido aos equipamentos e veículos.3 Acabamento e pintura das estruturas metálicas O intervalo de durabilidade (ISO 12944-1) a ser considerado para a estrutura metálica é médio (M) – 5 a 15 anos. 6.000 –N14. 6.000.20530. cidade situada a 680 km a noroeste de São Paulo – SP. cargas de vento e empuxo de solo. A elevação em relação ao nível do mar é de 320m.10-3000-E-0900 – Caracterização do Site.2. − Fluência.000-E6.500.

1.Estocagem de rolos 45KN/m2 Salas Elétricas e MCC 10 KN/m2 Porão de Cabos 5 KN/m2 Depósito de Celulose – Estocagem de Fardos de celulose 63KN/m2.5 KN/m2 Coberturas: − Lajes de concreto com acesso esporádico 1 KN/m2 de pessoas − Lajes de concreto sem equipamentos. Deverá ser sempre considerada a pior situação de carregamento. dutos.20530.3. . Deverão estar incluídos os empuxos de terra e sub-pressão de água nos solos escavados. apenas 2 KN/m2 para acesso do pessoal de manutenção − Lajes de concreto com equipamentos 10 KN/m2 − Coberturas metálicas 0. utilizadas nos telhados metálicos das ilhas de processo.2 Cargas Acidentais 6. (O piso deverá ser dimensionado para a carga da empilhadeira / veículos) Escritórios.1. tubulação e itens similares permanentemente ancorados e/ou suportados pela estrutura. piso térreo 10 KN/m2 Secagem (wet end). acima das indicadas nesse item.5 KN. deverão ser informadas. As sobrecargas mínimas a serem consideradas para o projeto estrutural deverá ser conforme segue: − − − − − − − − − − Edifícios de processo. Sobrecargas.1.10-3000-L-0300) e o layout. equipamentos.2.1 Cargas Permanentes As cargas permanentes consistem no peso total das estruturas. 6. As sobrecargas atuantes nas Salas elétricas deverão atender o Critério de Projeto Elétrico (documento 20530. a ser confirmado pelo fornecedor 20 KN/m2 do equipamento Secagem de Pasta . acabamentos. escadas e patamares 2. Em terças e longarinas deverá ser considerada uma carga concentrada de 1. áreas privativas e sociais 2 KN/m2 2 Plataformas de manutenção Mecânica 5 KN/m Plataformas.5 KN/m2 Nas vigas de edifícios com equipamentos pesados deverá ser considerada uma carga concentrada de 10KN.3.1 Geral As sobrecargas atuantes nos pisos e lajes de processo deverão seguir os projetos/layouts mecânicos.10-3000-L-0600 41 As cargas permanentes e sobrecargas deverão atender os requisitos mínimos da NBR 6120. 6.3.

10-3000-L-0600 42 6.3. − .3 Cargas Dinâmicas Fundações. mínima carga para tráfego de empilhadeiras (Em cada área da fábrica. como no caso do pátio de estocagem de toras. O memorial de cálculo deverá ser submetido à aprovação da PROPRIETÁRIA. − Obs: No caso de cargas dinâmicas. 6.1.1. A velocidade básica de vento a ser considerada é Vo = 40m/s.3.3.) 6.1. valores ou outros requisitos específicos determinados pelo fabricante do equipamento a norma ISO 10816 deverá ser seguida. Os coeficientes de segurança do tombamento e deslizamento não deverão ser inferiores a 1. Para o dimensionamento e execução dos telhados deverão ser atendidos os requisitos dos documentos 1-28. documentos e layout do fornecedor. 6.3.29R e 1-54 da FM Global.2. as seguintes combinações de carga deverão ser consideradas: • Peso próprio da estrutura / fundação + peso próprio do equipamento + cargas dinâmicas • Peso próprio da estrutura + peso próprio do equipamento + sobrecargas + cargas dinâmicas As condições de operação do equipamento. a carga real por eixo deverá ser verificada para o tipo ou modelo de empilhadeira a ser utilizado. 1-28R/1.2.4 Cargas de Vento Forças de vento agindo em estruturas deverão ser calculadas de acordo com a NBR 6123. Cargas de tráfego: 180KN/eixo para tráfego de veículos Distância entre rodas (Bitola): 2500mm Distância entre eixos: 1350mm − Força horizontal Tangencial: 15KN/roda − 100KN/eixo.5 Empuxo de terra e água A estabilidade das estruturas sujeitas ao empuxo de terra deverá ser demonstrada com a utilização os coeficientes de empuxo em repouso (KO) ou ativo (KA). Caso não existam normas. baixa percepção por parte de pessoas e ausência de vibrações nocivas às estruturas deverão ser demonstradas através da análise dinâmica do conjunto estrutura/equipamentos em operação nas situações mais críticas.2 Cargas de equipamentos Cargas estáticas e dinâmicas dos equipamentos: − DE acordo com o diagrama de carga/ desenhos.1.20530. bases e estruturas sujeitas a carregamento dinâmico deverão ser projetadas levando em consideração os efeitos combinados de cargas estáticas e dinâmicas.2.2.5.

1. Empuxos de terra e água deverão ser considerados para todas as combinações possíveis.3.0m para a estação de tratamento de efluentes.8 Projeto Estrutural O projeto estrutural deverá indicar nos desenhos de formas todas as cargas atuantes sobre as lajes/estruturas/pisos. 6.3. A densidade de compactação deverá ser 98% do Proctor Normal. 296. área do pátio de madeiras. fluência.5 Sistemas Subterrâneos Os sistemas subterrâneos da fábrica serão compostos das seguintes redes: .2. 305. 6.2. Montagem: De acordo com o diagrama de carga ou layout / Plano de Rigging.3. A terraplenagem geral do site foi prevista com as seguintes cotas de elevação para os platôs: − Elev. 6. 6.20530.7 Retração.6 Cargas Especiais Incêndio: Todas as estruturas e materiais deverão atender os requisitos da NBR 14432.2.4 Terraplenagem As elevações dos platôs de terraplenagem da fábrica foram definidas baseadas na compensação de material de corte e aterro. esforços provenientes de variações de temperatura deverão ser calculados de acordo com a ABNT NBR 6118. − Elev. 317.2. O fator de segurança à flutuação não deverá ser inferior a 1. − Estruturas metálicas deverão ser projetadas de acordo com a NBR 14323. − − Explosão: 5KN/m2 nas áreas requeridas.5m para os prédios industriais. com ± 2% de desvio de umidade ótima. A área de bota-for a encontra-se também dentro dos limites da fazenda (Compensação de material).5m para a estação de tratamento de água A área de empréstimo e bota-fora para aterro e reaterro está localizada dentro dos limites da fazenda Santa Vera. 6.1. − As estruturas de concreto deverão ser projetadas de acordo com a NBR 15200. − Elev. quando pertinente. incluindo aquelas que possam ocorrer durante a fase de construção. Fluência e esforços devido à variação de temperatura Retração. com a finalidade de minimizar os volumes de empréstimo e bota-fora.1.10-3000-L-0600 43 Deverá ser demonstrada a capacidade das estruturas a resistir os esforços de subpressão da água e a segurança à flutuação da estrutura.

Sewer System) 6.8 Estruturas de Concreto . sob sua única e exclusiva responsabilidade. WFF – Rede de água de incêndio. (Ver documento 20530.10-3000-L0008 . WFP – Rede de água potável. todas as investigações geotécnicas e ensaios que considerar necessários para desenvolver o projeto de fundação.20530. O piso sob o Pipe Rack da fábrica deverá ser em bloco de concreto intertravado paginado colorido. A CONTRATADA deverá proceder. O esgoto sanitário será coletado das plantas EPC e será encaminhado à estação de tratamento de esgoto. e custo.6. 6. por exemplo.1 Pavimento das ilhas de processo Os pavimentos das ilhas de processo deverão ser conforme a tabela de referência do Anexo X.3%. A principal solução para as ruas internas da fábrica é em pavimento asfáltico. ESW – Rede de esgoto sanitário. 6. como.10-3000-L-0600 44 − − − − ERW – Rede de água pluvial. áreas de descarga de combustíveis. 6. caso solicitado pela PROPRIETÁRIA.7 Investigações Geotécnicas Os relatórios de sondagem fornecidos pela ELDORADO têm um caráter meramente ilustrativo e não são garantia de ser uma amostra representativa de todas as características geológicas e geotécnicas das condições locais. a memória de cálculo e o relatório de opinião especializada em geotecnia aplicada aos projetos de fundação. A CONTRATADA deverá apresentar. Nas áreas administrativas e no pátio de madeiras deverão ser utilizados blocos de concreto intertravados. O Efluente de processo será coletado das plantas EPC e bombeado para a ponte de tubulação até a planta de tratamento de efluentes. pavimentos e pisos. A inclinação máxima das rampas deverá ser 8% e a mínima inclinação para drenagem. Pavimento de concreto armado deverá ser aplicado nas áreas onde é necessária a garantia de estanqueidade. A drenagem pluvial será feita por gravidade até o rio Paraná e reservatório. 0.6 Ruas e Pavimentos As ruas internas da fábrica foram planejadas com largura de 8 ou 12m e raio de curvatura menor ou igual a 30m. a qualquer momento.

como em reservatórios de água potável e decantadores. com lado mínimo de 15cm.6. Devem ser registradas pela FISCALIZAÇÃO e exigidas que sejam seguidas. Em lajes e paredes delgadas (20cm). A densidade da armadura de distribuição deverá ser no mínimo 20% da densidade da armadura principal e o espaçamento máximo das armaduras deverá ser 150mm.42 deverão ser utilizados. A CONTRATADA é a responsável pela estanqueidade do concreto e é a única responsável por todos os reparos necessários em caso de descontinuidades ou falta de estanqueidade. procedimentos executivos cuidadosos e corretos são fundamentais para o projeto de estruturas de contenção de líquidos. As juntas estruturais de movimentação devem ser definidas pelo projetista e detalhadas no projeto. Quando as juntas tiverem de ser estanques. em massa < 0. deve-se garantir o espaçamento das malhas de armadura por meio de estribos-espaçadores de plástico. As dimensões das peças devem ser de 20cm. Deverá ser adotado o valor mais conservador. as dimensões da junta elástica.1 Projeto de estruturas de contenção de líquidos 6.1. O cobrimento das armaduras para concreto em contato com solo ou água.8. no mínimo.1 Recomendações do projeto estrutural Um projeto estrutural adequado. os detalhes de posição e de fixação da junta e o material de preenchimento a ser usado no vazio da mesma. sempre que possível. As armaduras das lajes de fundo e lajes de tampas deverão ser no mínimo 12mm. malhas de aço com espaçamento máximo de 150mm. especificar as propriedades mecânicas do material de constituição da junta elástica. deve ser maior ou igual a 5 cm em caso de pilares. Os limites listados na tabela apresentada no item 8. Para as obras de contenção de líquidos.8. vigas e face inferior da laje de cobertura e de fundo. Para estruturas de contenção de líquidos somente os concretos com relação água/ (cimento+adições ativas). para reduzir o risco de descontinuidades e falhas e para promover uma vida útil apropriada. NBR 14931 e NBR 9062.8 deverão ser consultados e seguidos. . perto das faces internas e externas.10-3000-L-0600 45 Todas as estruturas de concreto deverão ser projetadas de acordo com as ABNT NBR 6118. devem ser evitados os cantos vivos. o desenho tipo. O diâmetro das armaduras não deverá ser menor que 8mm. Não se deverá fazer concreto em contato com solo muito agressivo ou submerso em águas muito agressivas. levando em consideração os requisitos mínimos já especificados previamente nesse documento. As peças da estrutura que precisam ser estanques devem ter. 6. em cada direção.20530. empregando-se mísulas convenientemente armadas.

Antes do início de operação todas as estruturas de contenção de líquidos deverão ser submetidas a teste hidrostático de pelo menos 72h. considerando ainda: − Consistência do concreto fresco. é recomendável que o teor de argamassa seja acrescido para 56% a 58%.10-3000-L-0600 46 Não será permitido o uso de formas deslizantes nas estruturas de contenção de líquidos.1. de fácil aplicação e espalhamento.8. não previstas ou mal executadas.4 Juntas tipo Elástica Pré-Moldada . tolerâncias rigorosas quanto ao posicionamento dos cabos e ao alinhamento e verticalidade das formas.1. 6. Dispensa ponte de aderência (SIKA). além de exigências especiais relativas à técnica e ao controle de execução.8. recomendam-se: − Sistema SELANTE hidroexpansível tipo fita MASTERFLEX 610 com 10 x 25 mm de secção transversal e comprimento variável de até 15 m. 6. preferencialmente 19mm (brita 1) − O teor de argamassa seca deve estar entre 45% e 55%. Junta de concretagem é algo necessário e deve ser corretamente planejada e executada evitando-se as temidas juntas frias.6. Para o caso especial do concreto para as paredes dos tanques.1. todas as recomendações importantes relativas à operação / manutenção preventiva. Preferentemente. Sobre o substrato de concreto já endurecido aplicar ponte de aderência ADHESIVO MASTERFLEX (ex-Degussa. no desenho executivo. 6.8. O projetista deve fixar no método executivo de paredes de tanques e reservatórios. SIKASWELL VP com seção transversal de 10 x 25 mm e comprimento variável. − Sistema SELANTE hidroexpansível tipo perfil extrudado no local. eficientes. e que possam receber o concreto novo e.8. ao mesmo tempo.2 Concreto Dever-se-á utilizar concreto C40SA. abatimento do tronco de cone (comprovar que o “slump” se mantém nessa faixa nas condições operacionais de obra por pelo menos o período de tempo requerido na obra para descarga do concreto do caminhão betoneira): − 10cm ≤ “slump” ≤ 14cm − Dimensão máxima do agregado graúdo: − Dmax ≤ 25mm.20530. Devem constar.1. atual BASF).3 Selantes Hidroexpansivos Para as juntas de concretagem deverão ser utilizados os selantes hidroexpansivos tipo poliuretano hidroexpansível ou borracha hidroexpansível (ou hidrodilatável ou hidrofílica). duráveis. que tenham certa aderência ao concreto velho ou existente. pela implicação que possam ter com as hipóteses de cálculo. dando-se preferência a pouca argamassa no caso de areias finas e mais argamassado no caso de areias grossas. conforme item 7.

O objetivo é conseguir uma estrutura estanque ainda no concreto estrutural: − Escarificar energicamente as paredes do furo com ponteiro e talhadeira. até preencher o furo. − MASTERFLEX 2000 (Junta de PVC pré-moldada para selamento de Juntas) da BASF. numa espessura de 1 a 2 cm. − Secar a superfície do concreto do excesso de água. 6. com extremidades para poder se segurar as formas. dentro da argamassa que já está lá. manualmente. amassada com pouquíssima água que contenha 30% em volume de aditivo de base acrílico/estireno. além de uma excelente cura. úmida e contínua por pelo menos 10 dias. Utilizar um soquete de madeira tipo cabo de marreta para introduzir e compactar o maior número possível de pedras no fundo do furo.8. para 1 de areia fina e úmida. − Dar o acabamento superficial com argamassa de areia e cimento no traço de 1 de cimento para 1. tipo Ancoragem Cone 50 ou Cl da SH Formas ou Hand-e-form da Rohr. Os furos superficiais deixados pela retirada dos mesmos deverão ser preenchidos segundo o procedimento a seguir.3. recomendam-se − Perfilado SIKA (Junta elástica pré-moldada para concreto em PVC da SIKA).1 Resistência do Concreto . − Umedecer o concreto com bastante água por uns 15 minutos. − Preparar uma argamassa forte de traço em volume de 1 de cimento Portland CP II E 32 ou 40 ou CP III 40.1.10-3000-L-0600 47 Deverá ser prevista a instalação de juntas tipo elástica nas juntas de dilatação das estruturas hidráulicas. aplicando mais uma camada de argamassa seca numa espessura de 1 a 2 cm.5 de areia úmida. ou seja.2 e socar o maior número possível de pedras. obtendo uma argamassa de consistência equivalente a “terra seca” ou “massa de moldar” e bem homogênea. e curar com um saco de aniagem encharcado preso na superfície do furo reparado. deixá-lo na condição de “saturado superfície seca”.2 Projeto de Concreto Massa 6. Socar o maior número possível de pedras e assim sucessivamente. Uma vez desformadas as paredes. − MATA JUNTA VEDACIT (Junta elástica pré-moldada para concreto da VEDACIT). − Ao perceber que não cabe mais pedras.8.2. O maior problema de preenchimento desses furos é o risco de retração de secagem. se deverão retirar ou cortar as pontas e os cones. Os cones serão escolhidos em função do cobrimento projetado.5 Tirantes de forma Os tirantes de forma recomendados são os de núcleo perdido. 6. − Escolher manualmente brita 1 lavada e limpa. compactando cada pedra manualmente na argamassa. Para evitar tal problema é fundamental utilizar argamassa sem retração conforme item 7. Preferencialmente.8.20530. − Aplicar essa argamassa seca no fundo do furo. repetir a operação (5 e 6).

. se a concretagem será executada em mais de uma etapa. nas notas dos respectivos projetos executivos devem obrigatoriamente constar todas as premissas referentes ao plano detalhado de concretagem. Informar o procedimento das juntas de concretagem. com os respectivos equipamentos.8. Eventual uso de água gelada. através de notas indicativas e detalhes pertinentes que facilitem a execução na obra. redução do calor de hidratação.91. Ademais. contendo os respectivos procedimentos e a temperatura limite exigida. Descrição das juntas de contração.10-3000-L-0600 48 Recomenda-se considerar fck. Previsão das camadas de concretagem. o concreto poderá ser controlado aos 28 dias de idade através da consulta das equações da NBR 6118 ou do ACI 209. caso essa seja uma restrição de projeto determinada pelo estudo térmico. resistência característica do concreto à compressão aos 91 dias de idade e evitar exigir resistência a 28 dias ou menos. as quais também devem fazer parte de notas explicitas em projetos executivos. Essa medida visa permitir a redução do consumo de cimento por metro cúbico e conseqüentemente. Eventual uso de pós-resfriamento do concreto pronto.2. a previsão de arranques das armaduras e utilização de formas especiais. ou se as mesmas possuem inclinações e/ou ângulos preferências. ou seja. como por exemplo. contendo o procedimento de resfriamento e a temperatura limite exigida que será considerada no traço de concreto. − − − − Toda obra que utilize o sistema de concreto-massa. quando não for utilizado um sistema de concretagem ininterrupto. estruturais e/ou executivos. se as mesmas serão feitas ao longo de toda área em uma única cota ou se serão feitas em “degraus”.2 Premissas de Projeto De posse do estudo térmico. e a temperatura limite exigida. deverá constar o período mínimo de intervalo para concretagem da etapa posterior e as necessidades construtivas que implicam essa tomada decisão. 6. Portanto. ou seja. À critério da PROPRIETÁRIA e em virtude do nível das especificidades do projeto. descrevendo a altura das mesmas e a forma de execução. constando o procedimento de resfriamento. constando o diâmetro da agulha que pode variar em função do diâmetro máximo do agregado. Previsão das etapas de concretagem. o tipo e a quantia necessária que será considerada no traço de concreto. se faz necessária a elaboração de um plano detalhado de concretagem que conste as informações mínimas necessárias: − − − − − Eventual uso de gelo. Esse fato pode ocorrer quando não há possibilidade da concretagem de um elemento estrutural em uma só vez. Eventual necessidade de refrigeração de agregados graúdos. deve ser registrada de forma explicita nos projetos arquitetônicos.20530. solicitações adicionais às supracitadas podem ser exigidas. Informação sobre os tipos de vibradores que deverão ser utilizados para adensamento do concreto. contendo a quantidade. localização e espaçamento máximo entre as mesmas e ainda se as mesmas deverão sofrer algum tipo de tratamento específico.

Desenhos de armação. − Projeto de sistemas subterrâneos dentro da ilha de processo (água. − Layout geral das instalações do canteiro. Desenhos de cargas nas fundações. Instalações sanitárias prediais Esgoto sanitário.9 Documentos de Projeto A CONTRATADA de cada área de processo deve submeter à aprovação da PROPRIETÁRIA todos os critérios de projeto. − Redes para efluentes e pluviais. − Lista detalhada de todos os suportes. fundações e colunas. cortes e fachadas). − Planilhas de materiais e serviços. Desenhos para aprovação nos órgãos competentes (solicitados pelas autoridades locais). − Projeto detalhado de passarelas. − Layout dos equipamentos e suas cargas. − Desenhos arquitetônicos (Acabamentos e detalhes). − Projeto das fundações dos equipamentos. − Cronograma detalhado. incluindo aqueles que suportam equipamentos ou atividades que geram esforços dinâmicos.20530. incêndio. − Relatório ou parecer técnico sobre as fundações. Os documentos acima deverão ser entregues de acordo com o cronograma distribuído e acordado com todas as CONTRATADAS nos documentos do Contrato. − Desenhos de paisagismo. − Projeto de escavações a céu aberto. − Plano de rigging. Os documentos necessários para projeto são: Desenhos de formas. pisos e fundações. e pisos existentes. deverão ser apresentados os seguintes documentos: − Projeto de movimento de terra complementar. guarda-corpos e acessos. caixas. telefone. plantas. − Projeto de combate a incêndio. − Desenhos isométricos. − Especificações construtivas. esgoto. durante as montagens com guindastes − HVAC e ventilação natural.10-3000-L-0600 49 6. relatórios técnicos. elétrica. − Desenhos de pavimentação. − SPDA e aterramento − − − − − − − . − Desenhos das estruturas metálicas. dados. etc). Ademais. cálculos para estruturas. Desenhos de locação de estacas. − Memoriais de cálculo. − Desenhos de sinalização vertical e horizontal. − Desenhos arquitetônicos (Locação. − Projeto de proteção das redes enterradas.

proveniente do britamento de rochas estáveis. ou seja. quando for requerido. diabásio ou basalto e eventualmente britas calcárias. Cimentos com filler calcáreo (CP II F 32 e 40) e cimentos de alta resistência inicial (CP V ARI) deverão ser evitados por razões de durabilidade. 7 7.1 ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS Concreto Agregados Os agregados devem ser compostos por grãos de minerais duros.2. 7. em ordem decrescente de preferência: CP III 32 de acordo com NBR 5735.20530. Deve-se evitar a ocorrência de mais de 4% de mica. por sua natureza e/ou quantidade. de acordo com NBR 11578. ou artificial. Deverão ter forma normal. o aspecto visual externo do concreto. utilizar preferencialmente cimento RS (resistente a sulfatos). São recomendados cimentos Portland de alto forno e cimentos Portand Pozolânicos. Dever-se-á também realizar obrigatoriamente.1 7. a durabilidade ou. 3 (três) dimensões espaciais da mesma ordem de grandeza. granito. duráveis e limpos. Deverão ser seguidas as recomendações da ABNT NBR 7389 e NM54. CP II E 40.1. no mínimo o teste acelerado de barras ASTM 1260. CP II Z 32 e CP II 40.1. Para Requisitos de Controle de Qualidade ver item 9. Não devem conter substâncias que. . Para Requisitos de Controle de Qualidade ver item 9. Para o agregado graúdo serão obrigatoriamente utilizadas britas de gnaisse. possam afetar a hidratação e o endurecimento do cimento.2. Os seguintes cimentos são recomendados. É obrigatória a análise petrográfica dos agregados realizada por um laboratório especializado. a proteção da armadura contra corrosão. para cada tipo de agregado. CP IV 32 de acordo com NBR 5736. 3 (três) dimensões espaciais da mesma ordem de grandeza e ser as mais homogêneas possíveis. NBR 12654 e NBR 12655. de grãos angulosos e ásperos ao tato. Essa análise deverá ser feita para identificar uma possível reatividade com o álcali do cimento.2. ou seja. O agregado miúdo deverá ser natural. compactos.1.10-3000-L-0600 50 A CONTRATADA de processo deverá apresentar a lista dos seus projetistas de engenharia. Para estruturas de contenção de líquidos.2 Cimento Todos os cimentos Portland a serem empregados devem atender às normas ABNT NBR. que deverão necessariamente pertencer ao Vendor List da PROPRIETÁRIA. Todos os agregados devem atender às especificações da NBR 7211. Deverão ter forma normal. CP II E 32.

sem açúcar ou sal.10-3000-L-0600 51 7. Não se deve permitir o início de qualquer concretagem se a condição acima não for atendida.1. A água de amassamento do concreto deverá apresentar pH entre 5. e o calor de hidratação aumentando sobremaneira a durabilidade do concreto. reduzir riscos de reações deletérias tipo álcali-agregado. 7. em nenhuma hipótese. de acordo com a NBR 11768.3 Adições Ativas É obrigatório o uso de adições ativas tipo sílica ativa ou metacaulim. uma vez que a dosagem do concreto é uma responsabilidade da CONTRATADA) Aditivos de redução de água e controle e melhoria da trabalhabilidade: − Plastificantes tipo P ou PR. Águas não potáveis que atendam aos requisitos da tabela abaixo também podem ser empregadas como água de amassamento e cura. ou superplastificantes. em relação à massa final de cimento.0 e respeitar os seguintes limites máximos: . Para Requisitos de Controle de Qualidade ver item 9. Os operadores da central ou da betoneira deverão ser treinados e orientados sobre os cuidados no manuseio e dosagem correta dos aditivos. Não superar 10% de adição no caso do metacaulim nem 8% no caso da sílica ativa. é apropriada para uso em concreto. de acordo com a NBR 11768 Aditivos com idade superior a 6 meses de fabricação devem ser necessariamente ensaiados para verificação de sua eficiência. o uso de aditivos aceleradores à base de cloreto de cálcio em qualquer estrutura de concreto armado ou protendido. Antes de iniciar qualquer concretagem é necessário estocar quantidade suficiente de água para o amassamento do concreto e sua cura (aproximadamente 500 L/m3).4 Aditivos Não será permitido. para aumentar a compacidade do concreto.1. nos concretos com designação SA.2.3.20530. 7.5 Água de Amassamento e Cura A água potável isenta de microorganismos. O uso de plastificantes PA e super-plastificantes SPA também está proibido.8 e 8. Aditivos recomendados (apenas para orientação. reduzir o consumo de cimento. − Super Plastificantes tipo SP.1.

20530.10-3000-L-0600 52 Matéria orgânica (expressa em oxigênio consumido) Resíduo sólido Sulfatos (expresso em íons SO4-) 3 mg/l 5000 mg/l 300 mg/l .

20530.10-3000-L-0600 53 Cloretos (expresso em íons Cl-) 1000 mg/l .

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7.1.5.1 Armaduras para o Concreto As categorias de aço a serem utilizadas como armaduras para as estruturas de concreto armado deverão ser nervuradas. As seguintes barras deverão ser utilizadas: Aço CA-50: Armaduras longitudinais em geral (vigas, pilares, fundações, lajes, etc.) Aço CA-60 B: Armaduras transversais, armaduras de distribuição (estribos, lajes, telas para piso etc.) As barras deverão atender as normas NBR7480, NBR 7481, NBR 7482 e NBR 7483. Para Requisitos de Controle de Qualidade, ver item 9.2.5 7.1.6 Grau de Resistência dos Concretos Para que os diferentes tipos de concreto a ser empregados tenham uma durabilidade satisfatória durante toda a vida útil da estrutura, deverão seguir as seguintes características: 7.1.6.1 C10 (Concreto Magro) − Resistência característica aos 28 dias: fck ≥ 10 MPa − Slump máximo: 10 cm 7.1.6.2 C20SA (Concreto para estaca Hélice Contínua) O concreto a ser utilizado na concretagem das estacas “hélice contínua monitorada”, deve atender à NBR 12655 e a esta especificação: (parte obrigatória) − Concreto fresco (parte obrigatória e objeto de controle externo de recebimento): − Abatimento (“slump 250±10mm, conforme NM67; − Dmax = 12,5mm, brita zero, conforme NBR 7211; − Diâmetro do “slump test” de 600mm a 710mm, (slump flow), conforme ASTM C 1611 (direto, invertido, índice de observação visual); − Deve passar no ensaio de coesão e fluidez, chamado ensaio do anel (J-Ring), conforme ASTM C 1621; − Ter baixa segregação estática, no ensaio de coluna, conforme ASTM 1610; − Ter baixa exsudação total de água ≤ 1%, conforme NM 102; − Concreto endurecido (parte obrigatória e objeto de controle externo de recebimento): − fck ≥ 20MPa, aos 28 dias, conforme NBR 5738 e NBR 5739. Durabilidade (parte obrigatória e objeto de controle externo de recebimento): − adição de Metacaulim ou sílica ativa ou cinza de casca de arroz em teores acima de 5% em massa de cimento.

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Recomendações para dosagem desse concreto: (parte orientativa que fica a critério do executor, uma vez que a dosagem é de responsabilidade da CONTRATADA) − − − − − − − Agregados: deverá atender a NBR 7211, em especial não reativos com os álcalis do cimento (evitar risco de reação álcali-agregado); Cimento: CP III; Aditivos: plastificantes, incorporadores de ar, aceleradores, retardadores, desde que atendam a NBR 10908; NBR 11768 e NBR 12317; Adições ativas: metacaulim (≤ 10%), silíca ativa (≤ 8%), pozolanas totais incluindo as já presentes no cimento (≤ 25%), cinzas de casca de arroz (≤ 8%) em proporções limitadas no máximo indicado; Relação água / (cimento+adições ativas) < 0,56; Consumo de (cimento + adições ativas) ≥ 400kg/m3; Teor de argamassa seca α ≥ 56%, entendido como a relação porcentual, em massa seca, entre (cimento + adições + finos + agregado miúdo) / (cimento + adições + finos + agregado miúdo + agregado graúdo).

7.1.6.3 C20 (Concreto para guias, bueiros, calçadas e caixas) − − − − Resistência Característica aos 28 dias: fck ≥ 20 MPa Fator água / cimento: ≤ 0,56; Cimentos a ser empregados: ver item 7.1.2 Consumo de água máximo por m³, necessário para reduzir riscos de retração por secagem, deformação lenta excessiva, fissuras, e deformação: 175 kg/m³ (L/m³). − Aditivos, nas doses especificadas pelos fabricantes até um teor máximo de 2% da massa do cimento conforme item 7.1.4. NOTA: é recomendável estudar a compatibilidade cimento / aditivo, seja no campo ou no laboratório, pelo menos 14 dias antes do lançamento, verificando eventual demora exagerada na secagem medindo as resistências da argamassa aos 3, 7 e 14 dias. 7.1.6.4 C20SA (Concreto para bueiros, calçadas e caixas) − − − − Resistência Característica aos 28 dias: fck ≥ 20 MPa Fator água / cimento: ≤ 0,56; Cimentos a ser empregados: ver item 7.1.2 Consumo de água máximo por m³, necessário para reduzir riscos de retração por secagem, deformação lenta excessiva, fissuras, e deformação: 175 kg/m³ (L/m³). − Aditivos, nas doses especificadas pelos fabricantes até um teor máximo de 2% da massa do cimento conforme item 7.1.4. NOTA: é recomendável estudar a compatibilidade cimento / aditivo, seja no campo ou no laboratório, pelo menos 14 dias antes do lançamento, verificando eventual demora exagerada na secagem medindo as resistências da argamassa aos 3, 7 e 14 dias. − Para aumentar a durabilidade e reduzir a penetração dos íons cloreto, dever-se-á obrigatoriamente utilizar sílica ativa ou metacaulim conforme item 7.1.3.

20530.10-3000-L-0600 56

NOTA: A quantidade de sílica ativa ou metacaulim adicionada, deverá ser subtraída do peso final do cimento, para se obter a resistência característica exigida para este concreto. 7.1.6.5 C30 (Concreto Estrutural) − − − − Resistência Característica aos 28 dias: fck ≥ 30 MPa Fator água / cimento: ≤ 0,5; Cimentos a ser empregados: ver item 7.1.2. Consumo de água máximo por m³, necessário para reduzir riscos de retração por secagem, deformação lenta excessiva, fissuras, e deformação: 175 kg/m³ (L/m³). − Aditivos, nas doses especificadas pelos fabricantes até um teor máximo de 2% da massa do cimento conforme item 7.1.4. NOTA: é recomendável estudar a compatibilidade cimento / aditivo, seja no campo ou no laboratório, pelo menos 14 dias antes do lançamento, verificando eventual demora exagerada na secagem medindo as resistências da argamassa aos 3, 7 e 14 dias. 7.1.6.6 C30SA (Concreto Estrutural) − − − − Resistência Característica aos 28 dias: fck ≥ 30 MPa Fator água / (cimento+adições+finos): ≤ 0,47; Cimentos a ser empregados: ver item 7.1.2 Consumo de água máximo por m³, necessário para reduzir riscos de retração por secagem, deformação lenta excessiva, fissuras, e deformação: 175 kg/m³ (L/m³). − Aditivos, nas doses especificadas pelos fabricantes até um teor máximo de 2% da massa do cimento conforme item 7.1.4. NOTA: é recomendável estudar a compatibilidade cimento / aditivo, seja no campo ou no laboratório, pelo menos 14 dias antes do lançamento, verificando eventual demora exagerada na secagem medindo as resistências da argamassa aos 3, 7 e 14 dias − Para aumentar a durabilidade e reduzir a penetração dos íons cloreto, dever-se-á obrigatoriamente utilizar sílica ativa ou metacaulim conforme 7.1.3. 7.1.6.7 C35SA (Concreto Estrutural) − Resistência Característica aos 28 dias: fck ≥ 30 MPa − Fator água / (cimento+adições+finos): ≤ 0,45; − Cimentos a ser empregados: ver item 7.1.2 − Consumo de água máximo por m³, necessário para reduzir riscos de retração por secagem, deformação lenta excessiva, fissuras, e deformação: 175 kg/m³ (L/m³). − Aditivos, nas doses especificadas pelos fabricantes até um teor máximo de 2% da massa do cimento conforme item 7.1.4. NOTA: é recomendável estudar a compatibilidade cimento / aditivo, seja no campo ou no laboratório, pelo menos 14 dias antes do lançamento, verificando eventual demora exagerada na secagem medindo as resistências da argamassa aos 3, 7 e 14 dias − Para aumentar a durabilidade e reduzir a penetração dos íons cloreto, dever-se-á obrigatoriamente utilizar sílica ativa ou metacaulim conforme 7.1.3. 7.1.6.8 C40 (Concreto Estrutural)

NOTA: é recomendável estudar a compatibilidade cimento / aditivo. pelo menos 14 dias antes do lançamento.1.6.42.42. provenientes de rocha sã e não reativos (RAA). nas doses especificadas pelos fabricantes até um teor máximo de 1% da massa do cimento conforme item 7. dever-se-á obrigatoriamente utilizar sílica ativa ou metacaulim conforme 7.1.10 C40ER-SA (Concreto estrutural de endurecimento rápido para formas deslizantes) − Resistência Característica aos 28 dias: fck ≥ 40 MPa − Slump: 50 ± 10mm (ou seja. seja no campo ou no laboratório. fissuras.1. fissuras. .1. NOTA: é recomendável estudar a compatibilidade cimento / aditivo. 7 e 14 dias. necessário para reduzir riscos de retração por secagem. fissuras. deformação lenta excessiva. verificando eventual demora exagerada na secagem medindo as resistências da argamassa aos 3. pelo menos 14 dias antes do lançamento. − Usar agregados graúdos de Dmax < 25mm (Brita 2).2 Consumo de água máximo por m³. e deformação: 175 kg/m³ (L/m³). 7 e 14 dias − Para aumentar a durabilidade e reduzir a penetração dos íons cloreto.1. − Aditivos. deformação lenta excessiva. deformação lenta excessiva.4.4. e deformação: 175 kg/m³ (L/m³). − Teor de argamassa seca ≥ 50% − Fator água / materiais secos ≤ 0.1. − Cimentos a ser empregados: ver item 7. Cimentos a ser empregados: ver item 7. seja no campo ou no laboratório. 7.1. e deformação: 175 kg/m³ (L/m³).6. necessário para reduzir riscos de retração por secagem. necessário para reduzir riscos de retração por secagem. concreto seco) − Fator água / (cimento+adições+finos): ≤ 0. junto ao “pé” da forma para permitir seu deslizamento) − Cimento a ser empregado preferencialmente: CPV ARI RS − Consumo de água máximo por m³.075 (Mantidas as demais exigências) − Início de pega < 90min (tempo contado depois do concreto chegar ao pé da construção com forma deslizante) − Resistência do concreto medida através de esclerômetro de reflexão no concreto da obra: > 5% (Na parede.1.4.20530.2 − Consumo de água máximo por m³. − Aditivos. verificando eventual demora exagerada na secagem medindo as resistências da argamassa aos 3.3.42. nas doses especificadas pelos fabricantes até um teor máximo de 2% da massa do cimento conforme item 7. − Aditivos. nas doses especificadas pelos fabricantes até um teor máximo de 2% da massa do cimento conforme item 7.9 C40SA (Concreto Estrutural) − Resistência Característica aos 28 dias: fck ≥ 40 MPa − Fator água / (cimento+adições+finos): ≤ 0. para se obter a resistência característica exigida para este concreto 7.10-3000-L-0600 57 − − − − Resistência Característica aos 28 dias: fck ≥ 40 MPa Fator água / cimento: ≤ 0. NOTA: A quantidade de sílica ativa ou metacaulim adicionada deverá ser subtraída do peso final do cimento.

Composto Polimérico ARC® da Chesterton (100% resina Novolac. 7. No caso de utilização de plástico reforçado com fibras de vidro deverá ser utilizada mantas de fibra de vidro e véu sintético. areia e água. A maior dimensão dos grãos de areia não deverá exceder metade da menor dimensão dos nichos a serem preenchidos ou base a qual será aplicada. O cobrimento deverá ser no mínimo 40mm e ao retirar os varões os furos deverão ser preenchidos com graute.1 Argamassas e Grautes Argamassa de cimento e areia Composta de cimento Portland. Estão homologados os seguintes produtos: Plástico reforçado com fibras de vidro composto por resina estér vinílica DERAKANE MOMENTUM 411-350 da Ashland. para se obter a resistência característica exigida para este concreto. Proporção cimento/areia deverá ser 1:2. A resistência deverá ser no mínimo igual a da base de concreto na qual ela será aplicada.11. Pode ser empregado gelo em substituição à parte da água de amassamento para reduzir riscos de fissuras. seja no campo ou no laboratório. − Para aumentar a durabilidade e reduzir a penetração dos íons cloreto. Cuidar do cobrimento mínimo dos “furos dos varões guias”. reforçada com carga mineral) Revestimento reforçado com fibra de vidro CEILCOTE da International-AkzoNobel. As mantas de fibra de vidro deverão ter densidade de 450g/m2. 7 e 14 dias. é recomendável estudar a compatibilidade cimento / aditivo. Para procedimento de execução ver item 8.3 7. sem solvente. Não usar incorporadores de ar nem aceleradores de pega e endurecimento a base de cloretos. Deverão ser aplicadas no mínimo duas mantas. dever-se-á obrigatoriamente utilizar sílica ativa ou metacaulim em proporções de 5% a 6% do peso do cimento. A argamassa deverá conter uma quantidade mínima de água de espalhamento e aplicação e deverá ser amassada. pois podem atrasar a pega e endurecimento do concreto. NOTA: A quantidade de sílica ativa ou metacaulim adicionada deverá ser subtraída do peso final do cimento. no máximo 45 minutos antes da sua aplicação.3. pelo menos 14 dias antes do lançamento.20530. verificando eventual demora exagerada na secagem medindo as resistências da argamassa aos 3. 7.2 Revestimento anti -corrosivo para Concreto Canaletas e pisos que necessitem de proteção anti-ácida ou anti-alcalina deverão ser revestidas. . Os véus sintéticos deverão ser tipo Nexus ou Sontara. bicomponentre.10-3000-L-0600 58 NOTA: Deve-se tomar cuidado com aditivos plastificantes ou redutores de água.

Isenta de cloretos 20 MPa 30 MPa 37 MPa 45 MPa de 15 minutos a 2 horas ou o catálogo do fabricante.3. . o mesmo deve estar isento de pó. Quando aplicadas sobre concreto. A argamassa deverá ter uma resistência mínima à compressão de acordo com a NBR 5739: − − − − − − − − Usos: − − − − − Grauteamento de bases para equipamentos ou estruturas metálicas. Reparos em concreto estrutural (Especialmente as tixotrópicas).20530. Ancoragem de chumbadores. etc. Essas argamassas deverão ser empregadas seguindo estritamente as especificações do fabricante quanto ao preparo do substrato. Sikagrout ou Sikagrout 250 da Sika (Para verter).2 Argamassa/ Graute cimentício sem retração Podem ser argamassas fluidas para verter. Preenchimento de cavidades 1 dia 3 dias 7 dias 28 dias Tempo de expansão conforme catálogo do fabricante. V-1-Grauth ou V-2-Grauth da Otto Baumgart (Para verter). Fator água/pó 0.10-3000-L-0600 59 Aplicação: nivelamento de superfície para apoio de peças pré-moldadas (Tampas de canaletas. Sikagrout TIX da Sika (Tixotrópica). ou tixotrópicas para aplicar em superfícies verticais ou em fundos de vigas e lajes.) ou para colar revestimentos de pisos. aplicação e cura da mesma. Tempo de aplicação 20 minutos ou conforme o do fabricante. 7. porém seco ao toque. Poderão ser utilizados os produtos abaixo: − − − − − − Masterflow 490 da BASF (Para verter). Emcekrete 40 ou Emcekrete 60 da MC Bauchemie (Para verter). Fixação de trilhos.126 ou conforme o catálogo Utilizar essa argamassa como graute com espessura máxima recomendada pelo fabricante. de partes desagregadas. de gorduras. V-1-Grauth Tix da Otto Baumgart (Tixotrópica). vigas. preparo e mistura da argamassa. Poderão ser utilizados outros produtos com características equivalentes. saturado de água.

Anchorflow EP ou Combextra EPR da ANCHORTEC (Para verter). Quando aplicados sobre concreto. 7. sem perda de partículas. As proporções de aditivos deverão seguir as especificações do fabricante. Poderão ser utilizados os produtos abaixo: − − − − − − HVA.3 Argamassa / graute a base de resinas (Argamassa de ancoragem) A base dessa argamassa é uma resina epóxi ou de poliéster. quando o ar dos nichos já tenha saído e não exista possibilidade de que fique ar preso. A argamassa deve ter uma resistência à compressão mínima de acordo com a NBR 5739 (Concreto – Ensaio de compressão de corpos de prova cilíndricos): − − − − − − − 2 horas 4 horas 1 dia 7 dias Resistência a Cortante (BS 2782) dias Massa específica conforme catálogo do fabricante. bem como a possibilidade de fissuração.3. 25 a o 1.20530. Masterflow 211 da BASF (Para verter). poeira. Sika Anchorfix 3 da Sika (Tixotrópica). aplicação e cura da mesma. Emcekrete EP da MC Bauchemie (Para verter). formando bolhas. HY-150 e RE-500 da Hilti (Tixotrópica). pasta de cimento ou pingos de óleo. . O grauteamento de máquinas ou placas de suporte deve ser obrigatoriamente feito após o grauteamento das ancoragens. adicionar agregado graúdo para preencher nichos com a finalidade de reduzir a quantidade de material empregado. preparo e mistura da argamassa.80 g/cm3 ou o 40 MPa 50 MPa 60 MPa 70 MPa 20 MPa após 7 Utilização: − Grauteamento de bases para equipamentos ou estruturas metálicas (Para verter). Estes produtos deverão ser empregados seguindo estritamente as especificações do fabricante quanto ao preparo do substrato. Essas argamassas devem ter alta resistência ao arrancamento de barras ou chumbadores ancorados nos nichos por elas preenchidos. Devem ser utilizadas sempre argamassas de endurecimento normal (Produtos de endurecimento rápido devem ser estritamente evitados). Sikadur 42 CL da Sika (Para verter).10-3000-L-0600 60 No caso de utilizar essa argamassa como graute com espessura superior a 6cm ou para preencher cavidades. o mesmo estar completamente secos e curados. 40 Validade após mistura minutos ou conforme catálogo do fabricante.

heat treated. steel. heat treated. de acordo com a NBR 7007. ASTM A490 – Standard Specification for structural bolts. 120/105 Ksi minimum tensile strength. ASTM e outras normas relacionadas. ASTM A36 – Standard specification for carbon structural steel. as estruturas metálicas de cobertura deverão ser projetadas com tesouras em perfis laminados ou soldados e as terças. − − − Fixação de trilhos (Para verter). nas zonas de beiral e cumeeira. ASTM A500 – Standard Specification for cold-formed welded and seamless carbon steel structural tubing in rounds and shapes. 7. 150Ksi minimum tensile strength.1 Tipos de Aço As estruturas metálicas deverão ser fabricadas com aços estruturais com capacidade de ductilidade e soldabilidade. deverão ser espaçadas e/ou reforçadas considerando a pressão de vento calculada de acordo com a os Data sheets da FMGlobal. shapes and sheet piling.20530.4 Estruturas Metálicas As estruturas metálicas deverão ser projetadas de acordo com a NBR 8800. plates. ASTM A307 – Standard specification for carbon steel and studs. alloy steel.4. ASTM A572 – Standard specification for high-strength low alloy columbiumvanadium structural steel. ASTM A563-Standard Specification for Carbons and Alloy Steel Nuts. ASTM F436-04 – Standard Specification for hardened steel washers. Ancoragem de chumbadores (Para verter e Tixotrópicos). Ancoragem de barras de aço para concreto armado (Para verter e . ASTM A242 – Standard specification for high-strength low-alloy structural steel. ASTM A501 – Standard Specification for Hot-Formed welded and Seamless Carbon Steel Structural Tubing. 60000PSI tensile strength ASTM A325 – Standard specification for structural bolts. NBR 9763. As seguintes especificações de material da ASTM material deverão ser empregadas: ASTM A6 – Standard Specification for general requirements for rolled structural steel bars. Preenchimento de cavidades (para verter) 7.10-3000-L-0600 61 − Tixotrópico). Para atender os requisitos da maioria das companhias de seguro.

6. − Telha superior zipada. Para tanques em FRP ver documento 20530. 7. para permitir dilatação das telhas. rufos e pingadeiras do mesmo material e fabricante das telhas. − Passarelas e sistemas de proteção contra descargas elétricas deverão serem fixados ao telhado por meio de clips. rufos e pingadeiras do mesmo material e fabricante das telhas. − Suportes: de aço inox 304L.10-3000-L-0600 62 Materiais com classificação em outras normas. densidade 32kg/m 3. mínimo 0. com espessura suficiente para obter os valores de condutibilidade térmica k. As peças devem ser feitas por injeção ou pultrusão. − Parafusos auto perfurantes e auto atarraxantes de aço galvanizado.65mm de espessura − Isolamento térmico em manta de lã de rocha. estipulados caso a caso.6 7. calibradas diariamente. para permitir dilatação das telhas .65mm de espessura. de 0. mínimo 0.65mm de espessura. − Telha zipada com no mínimo 0. O revestimento da fibra de vidro deverá ser feito com resina Ester vinílica DERAKANE MOMENTUM 411-350.5 Plástico Reforçado com Fibra (FRP ou PRFV) As peças de FRP deverão ser fabricadas com núcleo de fibra de vidro. − Cumeeiras. − Garantia mínima: 15 anos. perfil trapezoidal.6.2 Telhado metálico zipado simples − Telhas de chapa de aço zincada a quente pós-pintada ou pré-pintada (caso seja garantida a durabilidade). 7. nunca parafusados. − Observação: Poderá ser utilizada telha de alumínio natural com 1mm de espessura no lugar da telha de aço galvanizado com 0. 7. no sistema “coil coating”com pintura tipo 35-15 (35 micrômetros na face externa e 15 micrômetros na interna). mas com qualidade equivalente poderão ser utilizados com aprovação da PROPRIETÁRIA. em aço inox AISI 304L. − Calhas: de aço zincado pré-pintado. para evitar o amassamento/rompimento da borracha.1 Coberturas Telhado metálico com telha zipada e isolamento térmico Os telhados metálicos isolados deverão ter: − Telhas de chapa de aço zincada a quente e pós-pintada ou pré-pintada (caso seja garantida a durabilidade) no sistema “coil coating”com pintura tipo 3515 (35 micrômetros na face externa e 15 micrômetros na interna). − Espaçadores: tipo cartola. − Cumeeiras. com suportação adequada. A perfuração dos parafusos deverá ser feita com as ferramentas apropriadas.80mm de espessura.65mm de espessura. − Inclinação mínima: 3 %.10-3000-L-0105. com furos ovais. com furos ovais.20530. − Telha inferior. − Suportes: de aço inox 304L.

− Passarelas e sistemas de proteção contra descargas elétricas deverão serem fixados ao telhado por meio de clips. para evitar o amassamento/rompimento da borracha. − Telha trapezoidal com no mínimo 0. nunca parafusados. nunca parafusados.65mm de espessura. Cobertura em Telhas Translúcidas As telhas translucidas serão em policarbonato alveolar.7 7. rufos e pingadeiras do mesmo material e fabricante das telhas. Ref. calibradas diariamente. − Passarelas e sistemas de proteção contra descargas elétricas deverão serem fixados ao telhado por meio de clips. na cor branco leitoso e deverão ter a mesma seção das telhas metálicas. de 0. com suportação adequada. − Garantia mínima: 15 anos.20530. As paredes estruturais deverão ser feitas com blocos estruturais com resistência mínima a compressão de 6. no sistema “coil coating”com pintura tipo 35-15 (35 micrômetros na face externa e 15 micrômetros na interna). calibradas diariamente. − Calhas: de aço zincado pré-pintado.3 Telhado metálico simples − Telhas de chapa de aço zincada a quente pós-pintada ou pré-pintada (caso seja garantida a durabilidade). de 0.0 MPa. − Observação: Poderá ser utilizada telha de alumínio natural com 1mm de espessura no lugar da telha de aço galvanizado com 0.6. 7. Glasser ou equivalente.7. − Calhas: de aço zincado pré-pintado. Deverá ser preservada a qualidade do material e da instalação.80mm de espessura. com furos ovais. NBR-8949 e NBR-10837. para evitar o amassamento/rompimento da borracha. Todos os blocos deverão atender as normas NBR-6136. − Inclinação mínima: 3 %.1 Fechamentos Laterais Alvenaria As alvenarias serão feitas em blocos de concreto de qualidade.10-3000-L-0600 63 − Parafusos auto perfurantes e auto atarraxantes de aço aluminizado A perfuração dos parafusos deverá ser feita com as ferramentas apropriadas. − Cumeeiras. − Observação: Poderá ser utilizada telha de alumínio natural com 1mm de espessura no lugar da telha de aço galvanizado com 0. Os blocos deverão ter dimensões constantes de 19x19x39cm e/ou 19x19x19cm.4 .80mm de espessura. 7. − Garantia mínima: 15 anos. para permitir dilatação das telhas − Parafusos auto perfurantes e auto atarraxantes de aço aluminizado A perfuração dos parafusos deverá ser feita com as ferramentas apropriadas.6. 7.65mm de espessura. com suportação adequada. − Suportes: de aço inox 304L. − Inclinação mínima: 3 %.65mm de espessura.

− Inclinação mínima: 3 %. com espessura suficiente para obter os valores de condutibilidade térmica k. − Garantia mínima: 15 anos. estipulados caso a caso. − Telha zipada com no mínimo 0. − Telha superior zipada. − Calhas: de aço zincado pré-pintado.2. nunca parafusados. em aço inox AISI 304L.65mm de espessura − Isolamento térmico em manta de lã de rocha.10-3000-L-0600 64 As alvenarias estruturais terão reforços verticais e horizontais (blocos canaleta) preenchidos com concreto C 30 armado.2 Fechamento Metálico Simples − Telhas de chapa de aço zincada a quente pós-pintada ou pré-pintada (caso seja garantida a durabilidade). rufos e pingadeiras do mesmo material e fabricante das telhas. − Calhas: de aço zincado pré-pintado.0 MPa.7. − Suportes: de aço inox 304L.7.2. mínimo 0.65mm de espessura. − Cumeeiras. − Parafusos auto perfurantes e auto atarraxantes de aço galvanizado.65mm de espessura. − Passarelas e sistemas de proteção contra descargas elétricas deverão serem fixados ao telhado por meio de clips. para permitir dilatação das telhas − Parafusos auto perfurantes e auto atarraxantes de aço aluminizado. para permitir dilatação das telhas. no sistema “coil coating”com pintura tipo 35-15 (35 micrômetros na face externa e 15 micrômetros na interna). densidade 32kg/m 3. de 0. com suportação adequada.20530.65mm de espessura. − Observação: Poderá ser utilizada telha de alumínio natural com 1mm de espessura no lugar da telha de aço galvanizado com 0.65mm de espessura. − Suportes: de aço inox 304L. de 0. As paredes não estruturais deverão ser feitas com blocos de fechamento não estruturais com resistência a compressão mínima de 4. 7. mínimo 0. perfil trapezoidal. − Cumeeiras. com furos ovais.80mm de espessura.1 Fechamento lateral metálico com isolamento Os fechamentos metálicos isolados deverão ter: − Telhas de chapa de aço zincada a quente e pós-pintada ou pré-pintada (caso seja garantida a durabilidade) no sistema “coil coating”com pintura tipo 3515 (35 micrômetros na face externa e 15 micrômetros na interna).7. − Passarelas e sistemas de proteção contra descargas elétricas deverão serem fixados ao telhado por meio de clips. − Observação: Poderá ser utilizada telha de alumínio natural com 1mm de espessura no lugar da telha de aço galvanizado com 0. − Inclinação mínima: 3 %. − Telha inferior. rufos e pingadeiras do mesmo material e fabricante das telhas. com furos ovais. − Espaçadores: tipo cartola. − Garantia mínima: 15 anos. com suportação adequada. 7.2 Fechamento em Telhas 7. . nunca parafusados.80mm de espessura.

quanto para trabalhos permanentes.7.20530. 8.2.10-3000-L-0600 65 7.3 Levantamento Topográfico A CONTRATADA deverá prever como inclusa no seu escopo e orçamento uma equipe de topografia completa. Deverá ser preservada a qualidade do material e da instalação. Deverão ser atendidas todas as normas brasileiras do Ministério do Trabalho. A calibração dos equipamentos deverá ser mecânica.3 Fechamento em Telhas Translúcidas As telhas translucidas serão em policarbonato alveolar. na cor branco leitoso e deverão ter a mesma seção das telhas metálicas. pavimentação.2 Segurança A CONTRATADA deve ser o único responsável pela segurança de toda a equipe. pessoas terceirizadas e todos os trabalhadores envolvidos na execução de serviços e trabalhos necessários para atender a finalidade do contrato. todos os recursos humanos. incluindo equipamentos.4 Terraplenagem . a sua custa. construções e instalações envolvendo qualquer ocorrência associada aos trabalhos e serviços objeto desse fornecimento. ensaios de materiais ou componentes e especificações de materiais devem ser atendidas e está na responsabilidade da CONTRATADA demonstrar. 8 8. Toda a documentação deverá ser incluída no Data Book. tanto para trabalhos temporários como escoramento temporário de valas ou fundações. especificações e documentos listados no item 5 – Documentos de Referência deverão ser estritamente seguidos. o objeto final de seu escopo. A CONTRATADA tem que prover. materiais e equipamentos para assegurar e garantir a segurança. o atendimento dessas normas. andaimes. 8.1 ESPECIFICAÇÕES CONSTRUTIVAS Atendimento às Normas Todas as normas. drenagem. por custa e responsabilidade própria. Todas as normas relacionadas com a construção civil. totalmente dedicada durante a construção do site. 8. A responsabilidade não poderá ser transferida e inclui todos os equipamentos.

de acordo cm a tabela seguinte: .1 Fundações Fundações Profundas Fundações Profundas poderão ser necessárias por razões geotécnicas. No final dos trabalhos. importados de área de jazida. A densidade de compactação deverá ser 98% do Proctor Normal com desvio de umidade de ± 2%. ensaios estátcos e dinâmicos (Pile Integrity Test – PIT). dentro dos limites de bateria. Dessa maneira. As fundações profundas deverão executadas conforme norma ABNT NBR-6122. armazenamento de solo.5 8. drenagem pluvial. áreas de empréstimo e bota-fora e também seus respectivos projetos são de responsabilidade única e exclusive da CONTRATADA. Nesse caso. controle tecnológico e todos os trabalhos temporários ou definitivos e construções necessárias para executar o objeto do contrato. acessos. a utilização de fundações profundas deverá ser confirmada por um relatório geotécnico de engenharia de fundações. Após a execução do estaqueamento e antes do arrasamento das estacas. estacas tipo Franki. escoramento de valas. sem contaminação.5. Os solos de aterro e reaterro deverão ser obtidos em jazida localizada dentro da área da fazenda Santa Vera. estacas perfuradas com uso de lama bentonítica. etc. Deverá ser considerado o movimento de terra proveniente de escavação para fundações. Os reaterros deverão ser executados com solos de qualidade atestada. Deverão ser previstos para as estacas. Poderão ser em estacas perfuradas tipo hélice contínua. As CONTRATADAS EPC serão também responsáveis por executar a drenagem interna da sua planta e pelo acesso para trabalhar no site durante a construção. estacas raiz ou estacas metálicas.20530. Deverão ser considerados ainda todos os acessos. pavimentos. pavimentação. rebaixamento do lençol freático. A CONTRATADA é responsável por executar alguns ajustes que se façam necessários para obtenção dos níveis finais para as construções e arruamento interno. evitando o acúmulo de água e erosões. 8. A área de bota-fora será a 2 Km do limite da fazenda. todas as construções temporárias na fábrica (taludes. estacas pré-moldadas. a CONTRATADA deverá fazer um cadastramento da execução e deverá submeter à análise do projetista em todos os casos onde for observado um desvio localizado superior a 10% do diâmetro da estaca ou 1% da inclinação de projeto da estaca.10-3000-L-0600 66 As áreas alocadas para a implantação dos EPC´s serão entregues terraplenadas na elevação final de projeto definida para cada EPC. escoramentos temporários de vala. a CONTRATADA deverá aplicar proteção em hdro-semeadura nas áreas de empréstimo e bota-for a.). drenagem. transporte de material excedente para bota fora e transporte de solo importado de jazida.

caldeiras PIT 10% das estacas 10% das estacas Testes de carga Estática 2% das estacas 1% das estacas . Turbina Digestores.20530.10-3000-L-0600 67 Estruturas Base da Secadora.

5% das estacas .20530. prédios 5% das estacas 0.10-3000-L-0600 68 Tanques.

agregados.6 Concreto Todo o concreto deverá atender as normas ABNT. Concretos dosados em volume não serão aceitos. aditivos.3. as cargas máximas dos ensaios e o cronograma de execução desses ensaios. as condições de apoio da fundação deverão ser inspecionadas e liberadas pelo controle de qualidade da CONTRATADA. sem o uso de formas. Em todos os casos será efetuada cura úmida ininterrupta. ensaios de carga estática indicando os sistemas de reação. testes de integridade (PIT).8. Obrigatoriamente.10-3000-L-0600 69 8. Para o lançamento do concreto no solo.7.1 Plano de Concretagem O plano de concretagem deverá considerar: . especificada em cada projeto. atestando o atendimento de todas as condições de apoio consideradas no projeto. para uma porcentagem representativa de estacas.20530. O cobrimento mínimo das armaduras deverá ser conforme item 8.6.3 Ensaios Pelo menos 7 (sete) dias antes de se iniciar a execução das fundações a CONTRATADA deve apresentar o cronograma de execução dos ensaios. no intuito de se verificar previamente (calibrar) o modelo de cálculo e os procedimentos construtivos adotados.6. sílica ativa etc. ou como alternativa. até a data em que o concreto atinja uma resistência de 18 MPa. o solo poderá ser coberto com manta PVC reforçada. A CONTRATADA deverá submeter à aprovação todos os materiais utilizados no concreto: cimentos. 50 % dos ensaios devem ser feitos antes da execução das fundações da edificação ou grupo de bases de equipamentos pesados.1.5.6. o solo deverá ser saturado com água e bem compactado. O concreto deverá atingir a resistência especificada no item 7. comprovada por ruptura de corpos de prova. para cada construção.2 Blocos para cabeça de estacas / Bases de equipamentos / Fundações Diretas As fundações de concreto (blocos de cabeça de estacas. Quando a concretagem é feita diretamente no solo escavado. 8. serem preparados em usina de concreto e dosados em massa. areia. fundações diretas e bases para equipamentos) podem ser feitas com formas de tábuas de madeira ou de compensado sem resinar. o cobrimento das armaduras deverá ser no mínimo 70mm. 8. 8. Antes do lançamento do lastro de concreto na cava. quantidade e diâmetro das estacas.5. As fundações profundas deverão ter seu desempenho confirmado no começo da construção através da execução de ensaios de carga estática e/ou de carga dinâmica. O tipo de concreto deverá ser conforme tabela do item 8. ensaios de carregamento dinâmico.

maior deve ser o teor de argamassa do traço.10-3000-L-0600 70 − − − − − − − − − Ordem de concretagem das partes da estrutura. − No caso de lançamento de concreto por intermédio de bombas. − O lançamento do concreto deverá obedecer a seguinte sistemática: conferir as medidas e elevações. . molhar as formas até a saturação. de retração. Intervalo mínimo e máximo entre duas concretagens de partes contíguas. adensamento e pessoal necessário Traço mais adequado a cada parte da estrutura. e os condutos serão colocados de modo a evitar a segregação do concreto nas formas. − Nenhum concreto será lançado em água. tenha sido aprovado. Juntas de concretagem. Detalhamento das juntas e seu processo construtivo. − Superfícies porosas nas fundações serão completamente umedecidas. − Nunca se utilizará concreto remisturado. lançamento. o concreto deverá ser lançado através de "janelas". Equipamentos de mistura. ou cascalho. Volume a concretar e duração da concretagem. No caso de pisos não será permitido o bombeamento do concreto. − Todas as infiltrações de água serão drenadas por meio de drenos de brita. assim como os traços especiais. Que deverá evitar-se junta de concretagem na laje de fundo e concretar as lajes junto com as mísulas.2 Preparação para lançamento Dever-se-á considerar que: − Nenhum concreto será lançado até que todo o trabalho de formas.3 Lançamento Durante a concretagem O lançamento deverá impedir a segregação do concreto e a modificação da relação água/cimento. de modo que a água do concreto fresco recém lançado não seja absorvida. Prazo de liberação para o uso 8. de dilatação. transporte. − Cuidados especiais deverão ser tomados quando o lançamento se der em ambiente com temperatura inferior a 10° C ou superior a 40° C.6.20530. de instalações de peças embutidas. 8. − Nunca se fará lançamento após o início de pega. os destinados aos locais de armadura muito densa. de preparação das superfícies das formas e de armação. os equipamentos propulsores serão instalados em posições tais que não causem danos ao concreto já lançado. − Quanto maior a altura de queda livre ou lançamento do concreto. − Em peças estreitas e altas. Dever-se-á considerar que: − O concreto será lançado somente com tempo seco no caso de pisos e/ou fundo de tanques. por exemplo.6. como. limpar o interior das formas e vedar as juntas. a disposição e o alinhamento das formas. ou por meio de funis ou trombas.

o concreto deve ser vibrado contínua e energicamente por meio de equipamento apropriado. expulsando o ar. − Introduzir a agulha na massa do concreto rapidamente. deve-se fazer com que a agulha atinja a camada subjacente. para levantar a nata do concreto. O adensamento deve ser cuidadoso para que o concreto envolva completamente a armadura e atinja todos os recantos da forma. a vibração deve ser evitada em pontos próximos às formas (menos de 10cm). a fim de que seja garantido o monolitismo entre subcamadas sucessivas. − Colocar o concreto em sub-camadas contínuas. deverá ser utilizada régua vibratória. exigindo-se maiores tempos para concretos mais secos. − Para a concretagem de pisos. mas caso não seja possível. passeio rápido.20530. O tempo de retirada da agulha pode estar compreendido entre 2 ou 3 segundos até 10 ou 15 segundos. intervalo superior a uma hora. − Sempre que se estiver vibrando uma camada. como: frequência de vibração. não sendo permitido entre o fim deste e o lançamento. abatimento do concreto. portanto.10-3000-L-0600 71 − Lançar o concreto logo após o amassamento. para assegurar a ligação entre as duas. − Deverá ser evitado o contato da agulha do vibrador com as barras da armadura. colocar a agulha na posição vertical. forma dos agregados e densidade da armadura.6.4 Adensamento É a operação que consiste em eliminar os vazios da massa de concreto. ficando as partes inferiores com mais pedra. retirando-a lentamente para evitar a formação de buracos que se enchem de pasta. incliná-la até um ângulo de 45o. a fim de que seja evitada a segregação por gravidade. 8. Em caso de agitação mecânica. a fim de permitir o salgamento do agregado da camada de alta resistência.5 vezes o raio de ação). − O excesso de vibração produz segregação do concreto. − O adensamento mecânico com o vibrador de agulha deverá obedecer às seguintes regras gerais: as camadas devem ter espessura máxima de 50cm. Com o uso de retardadores de pega. as distâncias entre os pontos de aplicação do vibrador devem ser da ordem de 6 a 10 vezes o diâmetro da agulha (± 1. − Concretar as superfícies inclinadas das partes mais baixas para as mais altas. esse prazo será contado a partir do fim da agitação. a vibração deve ser feita a uma profundidade não superior ao comprimento da agulha do vibrador. e com espessura máxima de 0. mais resistente. . nem se formem ninhos de agregados. A consistência do concreto deve ser compatível com a inclinação. − Devem ser tomadas precauções necessárias para que não se altere a posição da armadura. − O tempo de vibração depende de diversos fatores.50 m. aproximadamente horizontais. tornando-a mais compacta e. este prazo poderá ser aumentado de acordo com as características do aditivo. além do adensamento por meio de vibrador por imersão. e argamassa ou nata em excesso na superfície. menos permeável e mais durável − Durante e imediatamente após o lançamento.

desde que o concreto ainda permita a introdução do vibrador. ricas em sais e outros agentes agressivos. maior o efeito sobre a resistência.5 Acabamento superficial O acabamento do concreto fresco deverá ser feito com réguas de madeira apoiada nas guias mestras e. quando a resistência do concreto ainda é pequena. devem ser de cor clara para evitar o aquecimento do concreto e a subseqüente retração térmica. disponíveis e prontos para uso antes do início da concretagem. − Proteção por tecidos de aniagem. Quanto mais tempo decorrer até a revibração. 8. A cura deve impedir não só a brusca saída da água evaporável do concreto.6. etc. mantidas sobre as superfícies expostas. para evitar variações de coloração e textura. A CONTRATADA deverá ter todos os equipamentos e materiais necessários para uma adequada cura do concreto. sendo proibido o uso de água do mar ou de subsolo. para evitar-se o choque térmico. . por meio de estucagem com argamassa de cimento da mesma cor e textura do concreto exposto circundante. será empregado cimento de uma só marca e agregados de uma única procedência. papel ou por camada de areia mantida saturada. − A cura será iniciada logo após a pega e mantida durante 7 (sete) a 30 (trinta) dias. “bicheiras”. dentro de certo limite. executado um acabamento final com desempenadeira de madeira. neste caso a quantidade de água necessária à cura é indefinida.20530. Portanto. a espessura da camada deverá ser aproximadamente igual a ¾ do comprimento da agulha. − A revibração do concreto consiste em tornar vibrar o concreto antes que seja iniciada a pega e depois de passado algum tempo do lançamento e do primeiro adensamento. − Os vibradores de parede só devem ser usados se forem tomados cuidados especiais no sentido de evitar que a forma e armadura saiam de posição. A água utilizada será potável. vento e chuva) logo após o acabamento da superfície e a remoção das formas por um método ou combinação de métodos.6. se não puder atender a esta exigência não deverá ser empregado este equipamento. além da vantagem de se obter uma correção das conseqüências da exsudação. − Todo o concreto deverá ser curado e protegido durante sua cura(contra o sol.) deverá ser reparada ás custas da contratada.10-3000-L-0600 72 − Quando se utilizarem vibradores de imersão. limpo e uniforme. Deve estar à temperatura de ± 10oC em relação à da superfície do concreto. como a deposição de elementos agressivos diretamente sobre a superfície das peças nas primeiras idades. − Lonas plásticas ou papéis betumados impermeáveis. 8. em seguida. O concreto aparente deverá ter uma superfície completamente lisa e homogênea. Pode ser feita por molhagem contínua das superfícies expostas do concreto. Qualquer imperfeição que possa apresentar (cor não homogênea. Todas as superfícies de concreto deverão ter acabamento liso. e apresentar a mesma cor e textura das superfícies adjacentes.6 Cura É fundamental curar cuidadosamente o concreto durante o período de endurecimento para evitar a retração hidráulica nas primeiras idades.

Em paredes e pilares desformados a cura química deverá ser feita antes dos tempos da tabela abaixo e em pisos imediatamente após a concretagem e durante as 4(quatro) primeiras horas.10-3000-L-0600 73 − Somente será permitida a cura química do concreto com agentes a base de parafina. É recomendável adotar os tempos mínimos apresentados: . − O tempo de cura deverá estar condicionado à atividade do cimento empregado. a aeração e insolação a que a peça ficará exposta. após as quais deverá ser feita a cura úmida conforme a tabela abaixo.20530. bem como às condições de exposição.

20530.10-3000-L-0600 74 Tipo de cimento Tempo de cura em dias .

20530.10-3000-L-0600 75 Portland comum (CPII) Alto forno (CPIII) Pozolânico (CPIV) 7 a 10 10 a 15 20 a 30 .

1mm). com atenção especial para a distância mínima entre barras. de maneira a ser comprovado o fcj para içamento das peças pré-moldadas.7 Fissuração Para todas as estruturas. 8.8 Armaduras A montagem e instalação das armaduras dentro das formas serão verificadas de acordo com as plantas de projeto. Não será admitido içamento de peças pré-fabricadas.1mm (wk<=0.6. O cobrimento mínimo das armaduras deverá ser conforme tabela abaixo: .20530. deverão ser verificadas em cálculo as aberturas de fissuras e essas deverão estar de acordo com os limites permitidos da NBR6118. requerem cura rigorosa. As armaduras deverão ser inspecionadas para evitar o uso de barras que não sejam homogêneas no que diz respeito a geometria ou que tenham imperfeições superficiais como escamas ou alto grau de corrosão.6. antes de ter sido atingida essa resistência. − Concretos do tipo SA ou áreas de grande extensão. − Estruturas de concreto feitas com concreto C40 e C40SA devem ter cura úmida até se obter uma resistência de 25 MPa .como pisos.Deverá ser ensaiado o módulo de elasticidade do concreto. Para obras hidráulicas (estruturas de contenção de líquidos) a abertura de fissuras deverá ser limitada a 0. 8. preferencialmente com a utilização de sistemas de molhagem contínua.10-3000-L-0600 76 − Estruturas de concreto feitas com concretos C30 e C30SA devem ter cura úmida até se obter uma resistência de 18 MPa.

10-3000-L-0600 77 Estruturas Cobrimento em cm nominal .20530.

20530.Piso sobre solo .Bases de equipamento .Canaletas de piso .Colunas .Concreto protendiso .Estacas héice continua . lajes e caixas de escadas .Concreto com forma deslizante 5 7 5 5 4 5 4 4 5 5 4 5 5 2 5 5 .Tanques para químicos .Alvenaria armada .Vigas Baldrames .Vigas.Estrutura de concreto revestida com argamassa .Tubulões -Sapatas e blocos de estacas .Estacas pré-moldadas .10-3000-L-0600 78 . .Estrutura de contenção de líquidos.

seguindo rigorosamente os detalhes dos desenhos de projeto. 8.6.9 Formas As formas para concreto aparente deverão ser de primeira qualidade. Por esse motivo deverão ser previstas contra-flechas nas vigas e lajes das estruturas e análise dos dispositivos existentes para tal fim. Também deverão ser previstos contraventamentos dos escoramentos para garantia de resistência da estrutura às cargas máximas de serviço e esforços adicionais. de acordo com o projeto e recomendações NBR 6118. Utilizar espaçadores moldados com argamassa rica com traço 1 de cimento para 1. o cobrimento das armaduras do concreto deve ser maior que o diâmetro da barra a ser coberta. com um pouco de água para amassamento. Para garantir o cobrimento das barras. A quantidade e o posicionamento das emendas e dispositivos de apoio das escoras deverão estar de acordo com as exigências do projeto de formas e da NBR 6118. Para os requisitos de controle de qualidade das formas ver item 9. Não é permitido o aquecimento das barras para facilitar o dobramento. O alinhamento das barras deverá ser observado e seguido. As dimensões das peças deverão estar compatíveis com o projeto e com as tolerâncias prescritas na NBR 6118.10-3000-L-0600 79 Em qualquer caso.6 dessa especificação. As emendas soldadas deverão atender a NBR 6118. Deverão ser instalados dispositivos destinados a assegurar que as peças não deformem e garantindo a rigidez e condições de suporte das Formas. Deixar curar por 7 dias na sombra e com água Epaçadores plásticos podem ser usados atendendo a NBR 14931 O corte e dobra das barras deverá ser feito rigorosamente conforme o projeto.20530.2. a instalação de espaçadores deverá ser controlada em geometria. No caso de formas de madeira. . Todas as barras deverão ser instaladas dentro das formas. elas deverão ser saturadas antes do início das concretagens. quantidades e localização adequada. Deverá ser feito o controle para retirada das formas e escoramentos em função da resistência do concreto e das recomendações estabelecidas pela NBR 6118 Deverá ser ensaiado o módulo de elasticidade do concreto para verificação prévia da deformação da estrutura antes da retirada do escoramento. Emendas soldadas das barras são permitidas. de aço ou compensado plastificado de espessura mínima de 2cm com travamento externo. As emendas das barras deverão ser feita de acordo com a NBR6118.5 de areia.

10-3000-L-0600 80 8.6.7. Isso é também válido para bases de equipamentos e bases de estruturas metálicas. deverá ser feita a cura até o dia que o concreto apresentar uma resistência mínima à compressão de 18MPa. as peças de concreto deverão ter nos cantos um chanfro de 2cm a 45 0. Para um melhor acabamento. Para um melhor acabamento. O cobrimento das armaduras deverá atender as especificações da tabela do item 8.9).7. já considerado nas formas.2 Estruturas de concreto Pré Moldado Estruturas de concreto pré-moldado devem ter acabamento em concreto aparente. Em todos os casos. O cobrimento das armaduras deverá estar de acordo com a tabela no item 8. deverá ser feita a cura até o dia que o concreto apresentar uma resistência mínima à compressão de 25MPa. e para isso deverão ser consideradas formas metálicas ou de compensado com revestimento plástico. deverá ser utilizado o concreto C40SA (Ver item 7.1. Não é permitido o uso de cimento CP V ARI.6.1 Estruturas de Concreto Estruturas Moldadas in loco Estruturas de concreto moldadas in loco devem ter acabamento em concreto aparente. comprovados com ensaios de ruptura. as peças de concreto deverão ter nos cantos um chanfro de 2cm a 450. Em todos os casos. O transporte e içamento de peças de concreto pré-moldado devem seguir estritamente a NBR 9062-Projeto e execução de estruturas de concreto pré-moldado Para todas as peças. comprovados com ensaios de ruptura. . já considerado nas formas. Deverão ser utilizadas preferencialmente formas metálicas.20530.6. 8.8.7 8.8.

20530.10-3000-L-0600 81 8.7.3 Tipos de Concreto para Construção Os tipos de concreto a serem usados devem seguir a tabela abaixo: .

FUNDAÇÕES E CANALETAS . FUNDAÇÕES E CANALETAS Estaca Hélice :C20SA Restante:C30SA Contínua Cozimento C40SA Estaca Hélice :C20SA Restante:C40SA Contínua Linha de Fibras C40SA (Branqueamento) Estaca Hélice C20SA Restante:C40SA Contínua: Secagem Área úmida e moldados: C40SA Restante: C30SA Pré.Estaca Hélice C20SA Contínua: Área úmida: C40SA Restante: C30SA Enfardamento Pré Moldados: C40 Restante: C30 Estaca Hélice C20SA Restante: C30SA Contínua: Depósito de Celulose C30 Estaca Hélice :C20SA Restante: C30SA Contínua Evaporação C30SA Estaca Hélice :C20SA Restante: C30SA Contínua Caldeiras de Biomassa e C30 de Recuperação Estaca Hélice :C20SA Restante: C30SA Contínua CONSTRUÇÃO SUPERESTRUTURA PISOS.20530.10-3000-L-0600 82 CONSTRUÇÃO Pátio de Madeira SUPERESTRUTURA Pre Moldados: C40 Outras: C30 PISOS.

Ou C35SA.20530. Ou C30SA com incremento no cobrimento das armaduras de 5mm Restante: C30SA Estaca Hélice C20SA Restante: C40SA Hélice Contínua: Planta Química C40SA Estaca Hélice C20SA Restante: C40SA Contínua: Torres de Resfriamento C40SA Estaca Hélice :C20SA Contínua Restante: Não aplicável Subestação Principal C30 Estaca Hélice C20SA Restante: C30SA Salas Elétricas A mesma especificação da A mesma especificação da área do prédio que ela está área do prédio que ela está associada. tanques. associada C30 Estaca Hélice C20SA Restante: C30SA Contínua: Contínua: Edifícios Administrativos . reservatórios de água e bacias das torres de resfriamento) C40SA.10-3000-L-0600 83 Caustificação e Forno de C30SA Cal Estaca Hélice :C20SA Restante: C30SA Contínua Turbogerador C30 Estaca Hélice C20SA Restante: C30SA Contínua: ETAC (Estação de água Tanques e poços de Estaca de Caldeira) bombeamento: C40SA Contínua:C20SA Restante: C30SA Estruturas de contenção de líquidos (incluem Estações de Tratamento de água e efluentes.

o mesmo deverá ter um teor total de C3A menor que 5% Estacas hélice: C20 SA C40SA Utilizar obrigatoriamente cimento CP III 40 com 50% ou mais de escória. o mesmo deverá ter um teor total de C3A menor que 5% Estaca Hélice C20SA Restante: C40SA Contínua: Chaminé C40SA Blocos de estacas.10-3000-L-0600 84 CONSTRUÇÃO Ponte de Tubulação SUPERESTRUTURA Pré Moldados: C40SA Outras: C40 PISOS.20530. tubulões. ou outras estruturas em contato permanente com a umidade do solo ou com o lençol freático C30SA* Não se Aplica Bueiros. Caso se torne necessário utilizar outro cimento. da máquina de secagem. FUNDAÇÕES E CANALETAS Estaca Hélice C20SA Restante: C30SA Contínua: Depósito de Sulfato C40 Utilizar obrigatoriamente cimento CP III 40 com 50% ou mais de escória. bases do TG. Caso se torne necessário utilizar outro cimento. caixas. poços C30SA* bombeamento Estruturas de adução e de C30SA* suporte do emissário Caixas de passagem C30SA* elétricas Envelopes de tubulações C30SA* Guias e Sarjetas Calçadas C20SA Não se Aplica Não se Aplica Não se Aplica Não se Aplica Não se Aplica Não se Aplica C20SA .

8.4 Acabamento do Concreto Toda a superestrutura (Vigas.1 Características Gerais Concreto massa é qualquer volume de concreto moldado in seu com dimensões de magnitude suficiente para exigir que sejam tomadas medidas para controlar a geração de calor e a variação de volume decorrente.2). incorporadores de ar e plastificantes podem ser utilizados. Os percentuais de substituição de cimento podem variar de 4% a 8% em massa seca. CP II Z e CP II 40 (NBR 11578). 8. Os principais tipos de adições recomendáveis são metacaulim e sílica ativa.3 Controle do Concreto com Gelo na Central . É sempre preferível o uso de cimento frio.1.1. 8.10-3000-L-0600 85 *Por serem concretos em contato permanente com a umidade do solo e havendo possibilidade de reação álcali-agregado.7. As armaduras devem também ser estocadas à sombra. Não é recomendável o uso de aditivos aceleradores de nenhuma natureza e principalmente aqueles à base de cloreto de cálcio em concreto armado ou concreto protendido. Outros cimentos que podem ser utilizados são os dos tipos CP II E. No caso de cimento a granel.8 Concreto Massa 8. em geral estão a temperaturas da ordem de 60ºC. o que deve ser levado em conta nos cálculos térmicos e é um fator negativo. estucada e pintada com duas demãos de látex acrílico fosco em cor a ser definida posteriormente. CP II F 40) e cimentos de alta resistência inicial (CP V-ARI) não figuram dentro dos cimentos permitidos nesta especificação (Vide item 7. Aditivos retardadores. Os agregados devem ser estocados à sombra e/ou aspergir água fria e limpa sobre eles para mantê-los em temperaturas um pouco abaixo ou igual à do ambiente. Os cimentos com filler calcáreo (CP II F 32. a fim de minimizar a sua fissuração Recomenda-se que sejam usados cimentos que possuam baixo calor de hidratação. armazenados em silos. 8. na temperatura ambiente como em geral estão os cimentos ensacados.2 Uso de gelo Em certos casos críticos pode ser necessário e conveniente o emprego de gelo em escamas como parte da água de amassamento do concreto.1. 8. como cimento Portland tipo pozolânico CP IV (NBR 5736) ou os cimentos Portland de escória de alto forno tipo CP III (NBR 5735).8.1. o uso de sílica ativa ou metacaulim é obrigatório. Agregados ao sol esquentam pelo menos uns 5ºC a 20ºC em relação ao ambiente na sombra.20530. lajes e pilares) deverá ser lixada.8.

Anotar como “temperatura de lançamento 1”. Com o calor e com o tempo. evitar usar esses agregados.8. − O caminhão é rejeitado se o “abatimento” mínimo ou máximo especificados não for atendido. pigmentos ou adições. − Confirmar se os agregados graúdos estão sendo molhados com água fria e limpa. − Nunca adicionar mais água.20530. através de análise de pedido e de nota fiscal. <60ºC). − O caminhão é rejeitado se a temperatura máxima especificada for superada. o tipo e a classe. Nesse concreto medir a temperatura e anotar como “temperatura de lançamento 2”.10-3000-L-0600 86 − Confirmar a umidade da areia a cada 1h. O ideal é assegurar-se de que o gelo fique armazenado em caminhões frigoríficos no pátio da Central ou que venham chegando de pouco em pouco. Tolerância do cimento 2% em massa e dos agregados 3% em massa. correspondente ao volume médio do caminhão. se há gelo suficiente para toda a concretagem. Não permitir que o motorista do caminhão manuseie o registro de água do balão. Medir a temperatura do cimento na saída do silo para confirmar se está dentro do préestabelecido (por exemplo. − Confirmar o peso médio dos sacos de gelo em escamas ou triturado. − Para o concreto dos últimos 20% do volume de cada caminhão. O número de sacos de gelo na Central a ser adicionado a cada caminhão betoneira deve ser fixo para evitar problemas operacionais e para facilitar o controle. − Medir temperatura dos agregados graúdos e miúdos e confrontar com o préespecificado (por exemplo. Também com esse concreto medir e anotar o “slump de lançamento 2”.4 Controle do Concreto com Gelo no Canteiro − Medir a temperatura do concreto na chegada do caminhão. Anotar como “abatimento de chegada 1”. em geral cada saco tem de 22kg a 24 kg de gelo. no concreto descarregado num carrinho. Caso o saco pese mais de 22kg há de ser realizada a redução proporcional de sacos de gelo a serem lançados no caminhão. Uma vez iniciada a descarga o motorista deve retirar-se de perto do balão. − Medir o “abatimento” na chegada do caminhão antes de adicionar o superplastificante. − Confirmar com a central fornecedora de gelo. na central. depois de descarregado no carrinho. desviar a bica do cocho da bomba e encher um carrinho. Caso esteja com temperatura superior. Caso superem essa temperatura. deve-se evitar o uso desse cimento. . − Confirmar. 8. − Confirmar a pesagem dos materiais para assegurar-se de que estão de acordo com o traço especificado. Devem estar dentro da margem do especificado. <23ºC). o gelo derrete e vira água reduzindo a massa de gelo inicial. − Confirmar por nota fiscal a procedência do cimento. quando for o caso. No caso de chuva medir durante a chuva pelo menos uma vez. contar e acompanhar o lançamento dos sacos de gelo dentro de cada caminhão betoneira.1. tipo potável.

. agregado. sempre e no mínimo até o concreto alcançar 18MPa. É conveniente medir a pega do concreto com a agulha de Proctor e encurtar ou estender um pouco esse prazo.20530. É interessante que a cura seja realizada o mais cedo possível e por um período prolongado. seja de 2h após chegada do caminhão em canteiro. tubos perfurados. e.1. − Moldar corpos-de-prova para ensaiar à compressão às idades previstas.2R. deverá ser levado em consideração no estudo térmico o tipo de cimento. bem como se há necessidade de refrigeração dos agregados.8. entre outros.5 Cura A cura utilizada em concreto-massa é executada com água por meio de sistemas como: piscinas de água nas superfícies horizontais. bem como o agregado disponível na região onde a obra será executada. Por questões de viabilidade de projeto. 8. é sempre conveniente instalar termopares para controlar as temperaturas e confrontar com os cálculos térmicos.8. ou seja.10-3000-L-0600 87 − Admite-se que o tempo de pega dentro do qual o concreto deverá apresentar-se plástico o suficiente para permitir uma correta “costura” entre sub-camadas com o auxílio da agulha do vibrador. se há necessidade do uso de gelo.1. Este estudo deve ser realizado para cada caso específico.1. É necessário também conhecer o coeficiente de dilatação linear do concreto em estudo. o esquema de concretagem em camadas e as respectivas precauções quanto às juntas de contração térmica. O estudo térmico deve informar o tipo de cimento. 8. 8.7 Limite de deformação para não-fissuração Para a não fissuração é necessário que as deformações máximas atuantes (εatuante) sejam inferiores às resistentes (εresistente). Necessita-se conhecer a resistência à tração do concreto e seu módulo de elasticidade em tração e em compressão. Além disso. esse estudo fornecerá as ferramentas necessárias para a elaboração de um plano detalhado de concretagem.8. adições e aditivos que farão parte do traço de concreto. contendo informações para a confecção do traço de concreto. nebulizadores.6 Estudo Térmico O estudo térmico visa reduzir o risco de fissuras numa peça estrutural devido à dificuldade de dissipação do calor de hidratação. a fim de estimar as tensões geradas. − Se for o caso.8 Fatores de restrição da fundação e da própria estrutura É necessário levar em conta os fatores de restrição eventuais da fundação e da própria estrutura. se necessário em função dos resultados obtidos da agulha de Proctor. ainda. 8.8. O levantamento dessas informações deve estar exposto de forma clara e explicativa no estudo.1. há obras onde os elementos estruturais independentes requeiram cálculos térmicos independentes. recomendando-se o uso das expressões do ACI 207. uso de espargidores. justificando o uso dos mesmos.

Fundações e estruturas de concreto armado e protendido moldados “in loco”: .20530.10-3000-L-0600 88 8.9 Tolerâncias Dimensionais Tolerâncias máximas admissíveis .

vigas: . Nível de topo de lajes 5. Locação de estacas (segundo NBR 6122) TOLERÂNCIA (mm) ± 15 ±50 ± 20 ± 50 ± 25 ± 12. vigas .5 ± 20 ± 20 . Locação de peças em relação à linha de colunas: .lajes. Profundidade de nichos 9.20530. Alinhamento vertical: .Quinas externas de colunas ou placas.colunas. Locação de nichos em relação às linhas de centro do equipamento 8.Linhas ou superfícies com h<30m . Locação de bases de equipamentos em relação à linha de colunas 6. colunas. Nível de topo de bases de equipamentos antes do grauteamento 7.fundações 2.10-3000-L-0600 89 ITEM 1.30 ± 20 + 50 10% do diâmetro da estaca . h<30m 4.fundações 3. Dimensões de forma para concreto moldado "in loco": .

alinhamento vertical com respeito a um ponto fixo na base .10 Aberturas A execução ou outras de aberturas nas estruturas de concreto usando maquinário de corte ou outros dispositivos.20530. 8.11. sem a aprovação prévia do projetista estrutural.11 Execução de Revestimento Anti Corrosivo para o Concreto 8. a medida que a construção avança. é terminantemente proibida. Estruturas executadas por forma deslizante: .Inclinação da geratriz com respeito à vertical .5mm ou .alinhamento horizontal entre elementos adjacentes .6mm O controle geométrico do centro da forma deslizante deverá ser feito no mínimo em 8 pontos ao longo do eixo do centro.10-3000-L-0600 90 10. 8.Variação espessura das paredes Paredes até 250mm Paredes > 250mm ±25 <1/1000 altura ±25 + 20 e – 10 A média de 4 medidas tomadas a 60 graus deverá ser ≤ 12.Em nenhum segmento vertical de 3000mm poderá haver um desvio da vertical do centro da chaminé o de um ponto da superfície maior que .1 Plástico reforçado com fibra de Vidro (resina ester vinílica DERAKANE MOMENTUM 411-350) .

10-3000-L-0600 91 A aplicação do revestimento anti-corrosivo no concreto deverá obedecer no mínimo os seguintes procedimentos: 1. jateamento com areia ou hidrojateamento de alta pressão. 2.95% de resina. ou de escamas de vidro impregnadas com resinas DERAKANE. pela resistência química do revestimento. Esta camada com aproximadamente 2. Concreto . condições das juntas. impregnadas com resinas DERAKANE. Este tratamento promove a rugosidade necessária para perfeito ancoramento do revestimento.11. Estas diferenças podem gerar. No concreto. pois absorve as tensões geradas pela diferença entre os coeficientes de dilatação térmico-linear dos diferentes substratos (ex. . causando trincas e delaminações. 4. 5.Limpeza e descontaminação química. graxas. aplicadas com espátula ou desempenadeira na espessura de 1. Barreira Química: Constituída por duas a três mantas de fibra de vidro de 450 g/m².20530. Referir-se ao manual de aplicação ARC. aplicar a resina previamente catalisada até preencher completamente os seus poros para evitar posterior absorção de resina de laminação do revestimento. juntamente com o liner.5 mm de espessura e cerca de 75% de resina é responsável. Primer: Constituído por fina camada de resina. escovamento ou jateamento para promover rugosidade e eliminar partículas na nata formada na superfície. Liner: Formado por um ou dois véus de vidro tipo C ou sintético de alta qualidade (Nexus*).85%) com a Facilidade de Aplicação. Tratamento do Substrato . 2. etc. Camada Base: Mistura de resina DERAKANE e cargas minerais balanceadas e inertes quimicamente. 2. Esta camada é de fundamental importância. verificando-se escamações.Após limpeza. O concreto deve apresentar o mínimo de 20MPa de resistência a compressão.2 Composto Polimérico ARC® A aplicação do revestimento anti-corrosivo no concreto deverá obedecer no mínimo os seguintes procedimentos: 1. Inspeção e Verificação das condições do concreto: inspecionar a superfície do concreto. Referir-se ao manual de aplicação ARC.5 mm. sendo constituído de aproximadamente 90 . lascas ou bolhas. Esta argamassa deve conciliar um alto teor de carga (80 . evidências de rachaduras ou fissuras. rotativo. 3.: aço-carbono e concreto) e as camadas do revestimento de PRFV. Tratamento do Substrato: Limpeza para eliminação de óleos.5 a 2. 8. tensões de cisalhamento entre o substrato e o laminado. Mistura e aplicação dos compostos ARC Deverá ser feito conforme ficha técnica ou Mix Instruction. Concreto – A superfície deverá ser limpa de todos os contaminantes com escovamento manual. ao se variar a temperatura.

Tratamento da Superfície: O concreto deve estar curado. Isso normalmente ocorre após 4 horas. Não exceder o tempo de trabalho definido nas folhas de dados do produto.2. Deve-se fornecer ventilação suficiente para manter a concentração de vapores bem abaixo dos limites de segurança e saúde estabelecidos na folha de dados de segurança dos materiais. Nom:250µm Esp. 2. A espessura mínima recomendada para o composto ARC é de 6mm. No concreto.1 Aplicação em ambiente alcalino Deve ser realizadp conforme boletim técnico – Procedimento de Aplicação CEILCOTE 505/510 Coroline. Fazer a mistura conforme recomendações do fabricante e distribuir o produto sobre as superfícies horizontais usando uma caixa distribuidora ou uma régua. O produto deverá ser fornecido em Kits de 16. graxas. Camada Superior: O sistema de revestimento superior deverá ser aplicado imediatamente após a aplicação do primer (ARC 797) até o ponto onde o mesmo não tenha atingido o estágio de seco ao tato. 2. Mín: 175µm Esp. Não exceder o tempo de trabalho especificado na folha de dados do produto. . isento de contaminações tais como óleos. O ARC 797 tem uma espessura de filme seca recomendada para cada demão: Esp.10-3000-L-0600 92 Os materiais de revestimento contêm constituintes de amina. fazer aplicação manual ou por spray conforme manual de aplicação ARC. de aço para compactar o produto.1 Primer: Constituído por composto ARC 797. Caso seja encontrada umidade o teste deve ser refeito até que a umidade desapareça. 8.11.3.20530. agentes demoldantes ou poeiras. Referir-se ao manual de aplicação ARC. reguladas para a espessura desejada e usar uma desempenadeira limpa. É recomendado preparo de superfície por Jateamento abrasivo ou escarificação para promover perfil de rogosidade no substrato.Max:300µm É importante que o primer ainda esteja pegajoso no momento da aplicação da camada superior do composto ARC para concreto. Os compostos ARC para concreto tem uma espessura mínima de filme seco de 6mm. Todo o material deverá ser mantido a uma temperatura entre 20ºC e 32ºC por pelo menos 24h antes do uso. 8. O concreto deve estar seco no momento da aplicação. se aplicado em temperaturas entre 21ºC e 32ºC. A textura do concreto após o preparo de superfície deve ser similar a uma lixa 40-60.11.3 Revestimento CEILCOTE reforçado com fibra de Vidro A aplicação do revestimento anti-corrosivo no concreto deverá obedecer no mínimo os seguintes procedimentos: 1. Para assegurar que o concreto está livre de umidade recomenda-se o teste da Folha de Plástico (ASTM D4263).7m2 de rendimento (6mm de espessura) ou sistemas similares de embalagem.

Pré-misture individualmente a resina CEILCOTE 505 (Parte A) por 3 minutos. aplicado por aspersão. aplica-se a primeira demão de CEILCOTE 380 primer com espessura de 50-125 mícrons. Adicione o Agregado S-1 powder na mistura até que todo pó esteja embebido na solução. Alaine suavemente com tribcha embebida com solvente T-420. procedimento similiar ao CEILCOTE 505.2 Aplicação em ambiente ácido Deve ser realizadp conforme boletim técnico – Procedimento de Aplicação CEILCOTE 200MR Series. procurando atingir a espessura recomendada para acabamento de 450 microns. Depois da mistura inicial adicione o agente de cura numero 2 e misture novamente. porém com o uso de resina epóxi novolac. O sistema completo tem espessura de 2-3mm. aplicado com espátula. Obedeça os intervalos de repintura conforme procedimento de aplicação. Pressione a manta de fibra de vidro firmemente e sature com CEILCOTE 505 previamente catalisado.3. Depois da mistura inicial adicione o agente de cura conforme relação de mistura e misture por mais alguns minutos. Depois adicione o agente de cura e mistura-se novamete. Adicione o Agregado S-1 powder na mistura até que todo pó esteja embebido na solução. Após o concreto previamente preparado. aplica-se a primeira demão de CEILCOTE 680 primer com espessura de 50-125 mícrons. 8.11. Obedeça os intervalos de repintura conforme procedimento de aplicação. Pré-misture mecanicamente resina CEILCOTE 6640 (Parte A). Aplique o produto com desempenadeira atingindo espessura de 1000-2000 microns.20530. Espessura nominal de 3-5mm. recomenda-se a aplicação de CEILCOTE 800 coroline. respeitando a relação de mistura. Nota: Para áreas aonde existam altas concentrações de ácido sulfúrico ( superior a 75%). Misture novamente e proceda com aplicação. . uma camada base espatulada reforçada com fibra de vidro. Aplique o produto com desempenadeira atingindo espessura de 1250-2000 microns. Aplique o produto com desempenadeira atingindo espessura de 1500 microns. Após o concreto previamente preparado. Adicione o Agregado S-1 powder na mistura até que todo pó esteja embebido na solução. Pressione a manta de fibra de vidro firmemente e sature com CEILCOTE 6640 previamente catalisado.10-3000-L-0600 93 Trata-se de um revestimento epóximodificado. O revestimento consiste em uma vcamada de Primer ester vinilico. Pré-misture individualmente a resina CEILCOTE 242 Flakeline (Parte A) e posteriormente adicione o agente de cura numero 2. Pré-misture mecanicamente resina CEILCOTE 505 (Parte A). reforçado com fibra de vidro.

tubos não críticos (temperatura ≤ 50ºC e diâmetro ≤ 4”). NBR-5996. utilizando-se chumbadores. Não será permitido o jateamento e pintura de peças no local da obra.3. bombas. dispositivos de içamento e quaisquer outros suportes submetidos a cargas dinâmicas. A galvanização a fogo deve atender às seguintes normas: NBR 6323. desde que devidamente dimensionados para resistir os esforços requeridos.2) dentro do concreto.3) somente para a fixação de suportes secundários como plataformas metálicas.10-3000-L-0103. A aplicação de chumbadores de expansão está restringida a suportes de itens não críticos e com cargas baixas. plataformas e peças estruturais deverão ser pintadas em fábrica pela CONTRATADA antes do envio ao site. NBR-7399 e NBR-7400. 8.2 Chumbadores Todos os equipamentos. “tubing”. efeitos de temperatura ou cargas cíclicas devem ser fixados. instrumentos.10-3000-L-0800. apenas eventuais retoques. embutidos no concreto estrutural. eles serão colocados embebidos em graute cimentício sem retração ( ver item 7.12. No caso de serem posicionados posteriormente. As bombas poderão ser fixadas também com chumbadores mecânicos ou sem chumbadores com a utilização de amortecedor de borracha nas bases de concreto. 8.10-3000-L-0802. A montadora deverá ser responsável por pocedimentos e metodologia segurança na montagem dos pórticos metálicos.Manual of Steel Construction e normas relacionadas.3.20530. escadas. suportes de tubulação principais. aterramento. eletrodutos. bandejas elétricas. tipicamente usados na fixação de luminárias. passadiços.10-3000-L-0103. Todas as peças metálicas incluindo escadas. pequenos painéis e etc. e devidamente dimensionado para resistirem aos esforços requeridos. Deverão ainda atender os recomendações da NBR 8800 do AISC . Está permitida a utilização de chumbadores químicos (utilizando argamassa a base de resinas – item 7. A pintura deverá seguir as especificações do documento 20530. tendo sua estrutura própria. NBR-7397. NBR-6010.1 Insertos Metálicos Os insertos não deverão nunca ser soldados à armadura do concreto. . Todos os insertos deverão ser de aço carbono e pintados de acordo com o documento 20530.10-3000-L-0801 e 20530.12. 20530. vibrações. Não serão permitidos os insertos posicionados fora da face externa do concreto e rejuntados com argamassa.12 Estruturas Metálicas A fabricação e montagem de estruturas metálicas deverão seguir os documentos 20530.10-3000-L-0600 94 8.

eficiência em prazo e qualidade. sistema de fixação e vedação previamente aprovados pela PROPRIETÁRIA.6. As alvenarias deverão ser revestidas interna e externamente com argamassa e pintura com duas demãos de latéx acrílico fosco com cor a ser definida posteriormente.13. Serão com blocos de concreto tipo “U”. e deve garantir desta forma. tais como os pisos do manuseio de madeira. com as faces texturizadas e/ou coloridas. ou argamassa de cimento.13 Execução de Fechamentos Laterais 8.1 Alvenaria Todas as aberturas deverão ter vergas de concreto. depósitos de celulose. cal e areia no traço 1:2:6. O procedimento de pintura externa das alvenarias deve ser executado da forma projetada. A fileira superior deverá ser de blocos tipo U. As peças serão de concreto C40SA com o recobrimento mínimo prescrito na tabela do item 8. O assentamento das alvenarias será feito com argamassa colante.13. O assentamento das alvenarias será feito com argamassa colante.10-3000-L-0600 95 8. espessura de 10 mm. cal e areia no traço 1:2:6.1 Pisos de Concreto armado de alta resistência Estes pisos estarão sujeitos a grande movimentação de cargas. locais de carga e descarga ou equivalente. pátio de estocagem de toras.2 Fechamento lateral em peças de Concreto Pré-moldado Poderá ser feito com peças de concreto pré-moldado. alinhadas e aprumadas. 8. conforme orientações e especificações do fabricante. com armação apropriada e preenchimento de concreto C30. e para isso. carga e descarga de celulose ou outros.8. as paredes deverão resistentes ao fogo por três horas no mínimo. Todas as janelas deverão ter peitoris com pingadeira. As fiadas serão perfeitamente em nível. de 6.10-3000-L-0010.20530. transporte. 8. com armação apropriada e preenchimento de concreto C30.14 Trabalhos Preliminares e Instalações Provisórias Todas as instalações provisórias deverão atender aos requisitos estabelecidos no documento 20530. texturas. 8.15. . deverão ser preenchidos os vazios do bloco estrutural com areia. As paredes de alvenaria que complementam os fechamentos metálicos devem também ser de blocos de concreto. As juntas terão Nas celas dos transformadores com isolação à óleo e de geradores.0 MPa.15 Pisos 8. com cores. ou argamassa de cimento. conforme orientações e especificações do fabricante.

9 dessa especificação. No prédio da secagem. Na área do depósito de celulose deverá ser previsto pintura epóxi demarcando a área de passagem de pedestres e de estocagem de celulose. lado comando e piso do enfardamento.Ver itens 7.2 Acabamento dos Pisos Para salas elétricas o piso deverá ser nivelado com acabamento em piso vinílico 2mm.15.12 e 8. O piso dos banheiros deverá ser em cerâmica anti-derrapante de alta resistência Porto Belo em cor a ser definida posteriormente.11.10-3000-L-0600 96 O tipo de concreto a ser empregado será conforme projeto ou lista de materiais. para não dificultar a aderência com o novo concreto. A concretagem seguinte deverá ser efetuada 72 (setenta e duas) horas após. Ver itens 7.3. O carregamento destes pisos só poderá ocorrer após 30 dias da sua execução. Ocorrendo junta fria por interrupção eventual. Para detalhes de vedação de juntas e paginação consultar desenho padrão DC3-103 (Anexo II).6 respectivamente. .15.6. deixando a armadura limpa. − Concreto com proteção anti-ácida. As juntas do piso deverão ser estanques de modo a não permitir a infiltração de água que possa vir a carrear material granular da sub-base. − Concreto com proteção anti-alcalina. Para os requisitos de controle de qualidade consultar o item 9. isenta de nata e agregados finos. lançamento. A cor será definida posteriormente.1.11.1. 8. tal como Ashford Fórmula ou equivalente. Quando do lançamento do novo concreto. 8. construções ou estruturas deverão ser como segue: − Concreto com endurecedor de superfície: utilizar endurecedor a base de flúor-silicato de sódio. deverá ser aplicado revestimento com base epóxi.6.4 e 8. a seqüência da concretagem deverá ser paralisada e o concreto cortado mecanicamente de forma a resultar uma junta adequada. de acordo com cada caso. da Fademac com cor a ser definida pela PROPRIETÁRIA.12 e 8.1 Juntas de Concretagem As juntas de concretagem deverão obedecer aos detalhes de projeto.2. adensamento e cura do concreto ver os itens 8. 8. Para plano de concretagem. Deverá ser executado rodapé no mesmo material.20530. especificamente nas áreas do piso de operação superior da parte úmida da máquina. com demarcação de rotas de segurança para pessoas e máquinas. especialmente definido para atender cada função específica. a camada superficial do concreto velho deverá ser totalmente removida.6.6. 8. Para outras áreas.

11.2 e 8. nas canaletas e no sump pit. Se houver drenos ou ladrões conectados às canaletas. no trecho de laje sob os lavadores. canaletas com dimensões mínimas de 20 mm de profundidade e 100 mm de largura e 1% de inclinação para coletar vazamentos eventuais. ao redor de suas bases. − Estação de Tratamento de Água para a Caldeira (ETAC) – Deverá ser aplicada proteção anti-corrosiva conforme itens 7.2 e 8. − Planta Química – Todos os pisos e canaletas deverão ter revestimento anticorrosivo conforme itens 7. no caso de aplicação de resina ester vinílica com reforço em fibra de vidro.3 Pisos e Canaletas de Processo Os pisos de processo devem ser calculados considerando as cargas permanentes e sobrecargas devidas á montagem de equipamentos. Para o tanque de neutralização. A água de selagem de equipamento rotativos deve ser recolhida por meio de tubos e conduzida à canaleta mais próxima. Todas as bombas deverão ter. o piso e até 3m das colunas deverão ser protegidos com produto a base de flúor silicato de sódio.11. Todos os pisos deverão ter caimento adequado para os drenos e canaletas.11 somente nas canaletas e áreas de contenção de químicos. canaletas e muretas das áreas de contenção de químicos. em função do pH do líquido.11 nos pisos.2 e 8. Os pisos que possam receber derrames agressivos receberão revestimento anti-ácido ou anti alcalino. . Os pisos de processo terão geralmente acabamento desempenado liso com endurecedor de superfície como Ashford Formula. as mesmas devem ser dimensionadas de acordo com o fluxo para se evitar alagamentos. na área do tanque de neutralização e do tanque de água recuperada. deverá ser utilizada no mínimo três mantas de fibra de vidro. 8. As canaletas de piso devem ser dimensionadas para coletar o máximo possível do fluxo. Essas canaletas deverão ser conectadas na canaleta de piso mais próxima. operação ou manutenção.20530. − Estocagem de Sulfatos: devido às reações expansivas no concreto causadas pelos sulfatos. deverá ser aplicado proteção antiácida conforme itens 7. − Estação de tratamento de água (ETA) – Deverá ser aplicada proteção anticorrosiva conforme itens 7.2 e 8.10-3000-L-0600 97 A CONTRATADA deverá apresentar o critério numérico e os dados geotécnicos usados para definir as camadas de suporte dos pisos de concreto.15. considerando-se derrames do tanque de maior volume e drenagem de pluviais simultaneamente. As seguintes áreas deverão ter revestimento anti-corrosivo: − Linha de Fibras /Branqueamento – Para o piso térreo de operação.

11 no piso térreo.2 e 8. − Secagem .11 nas canaletas e no sump pit.11 nas canaletas e no sump pit.4 Piso Elevado Pisos Elevados poderão ser aplicados onde for apropriado. As lajes que possam receber derrames agressivos receberão revestimento anti-ácido ou anti. na bacia desaguadora e no piso de operação entre a bacia desaguadora e as canaletas em seu contorno.2 e 8.11 nas canaletas e nos poços de coleta. Para o tanque de neutralização. nas canaletas da área de processo e no sump pit.3. As lajes de processo que tenham adição de sílica ativa ou metacaulim.2 e 8. Todas as lajes terão um caimento mínimo de 1% para um ralo ou canaleta.11 nas áreas de contenção de soda e ácido sulfúrico. − Em todas as áreas confinadas deverá ser previsto revestimento anticorrosivo conforme itens 7.2 e 8. compatível com o nível de agressividade do derrame. . 8.1. operação ou manutenção (Ver item 6.11).2).2 e 8.Deverá ser aplicada proteção anti-corrosiva conforme itens 7. deverá ser utilizada no mínimo três mantas de fibra de vidro. 8. − Evaporação. na área dos queimadores de licor. Deverá ser aplicada proteção anti-ácida na área do tanque de ácido fórmico. em função do pH do líquido.2 e 8. − Cozimento e Massa Marrom – Deverá ser aplicada proteção anticorrosiva conforme itens 7. os quais deverão ter capacidade suficiente para drenar os derrames. − Caustificação e Forno de Cal .alcalino (ver itens 7. As lajes de processo. − Caldeira de Recuperação .16 Lajes de Processo As lajes de processo devem calcular-se considerando as cargas permanentes e sobrecargas devidas à montagem de equipamentos.10-3000-L-0600 98 − Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) – Deverá ser aplicada proteção anticorrosiva conforme itens 7.11 nas canaletas e áreas de contenção de químicos e na área tanque de neutralização. Os caimentos das lajes de processo serão executados na concretagem das lajes. acabamento desempenado liso com endurecedor de superfície.15. exceto quando especificado contrário. apenas de revestimento anti-ácido ou anti alcalino (ver itens 7.Deverá ser aplicada proteção antialcalina conforme itens 7.2 e 8. não precisarão de impermeabilização.11. no caso de aplicação de resina ester vinílica com reforço em fibra de vidro.Deverá ser aplicada proteção anticorrosiva conforme itens 7.20530. se for o caso.2 e 8.Deverá ser aplicada proteção anti-corrosiva conforme itens 7. com a autorização da PROPRIETÁRIA.2 e 8. nas canaletas. bem como a mureta de contenção. Esse revestimento deverá proteger também as bases de bombas e equipamentos.11).

Planta Química: FRP. A distância mínima entre mureta de contenção e base de equipamentos. devem ser bombeados para o sistema de efluentes. reatores deverá ser 1000 mm. em função do pH.19 Áreas de Tancagem Os diques de contenção para tanques de processo deverão seguir a norma NBR 175051. por meio de muretas de concreto armado. . deverão ser executados reforços nas bordas com cantoneiras de aço (embebidas no concreto como insertos) de acordo com o desenho padrão DM -012. torres. inclusive as águas pluviais.As áreas de contenção que possam receber fluidos agressivos deverão ter proteção antiácida ou anti-alcalina (ver itens 7. Para todas as canaletas.20 Impermeabilização Todas as superfícies em contato com o solo deverão ser impermeabilizadas contra umidade (viga baldrame). . A altura da mureta de contenção deverá ser de 250mm. conforme padrão constante no Anexo V.Outras áreas: Aço carbono galvanizado a fogo.18 Áreas de contenção Áreas para conter derrames de líquidos de processo.17 Tampas das Canaletas As tampas das canaletas de piso deverão ser conforme segue: .Áreas de tráfego pesado e canaletas com largura superior a 1m: concreto armado. Os diques para mais de um tanque deverá ter paredes de concreto ao longo de todo o perímetro da tancagem dimensionada para conter o volume do maior tanque mais 10% desse volume. em função do pH. para todas as áreas. . 8.2 e 8. 8.20530. A altura da mureta de contenção deverá ser no mínimo de 250mm e no máximo 400mm. tanques.10-3000-L-0600 99 8.Canaletas secas e canaletas para cabos deverão ter tampas removíveis em concreto C40SA. Os fluidos provenientes dessas áreas. 8.11). . O acesso de veículos às áreas de contenção se dará através de rampas. Os diques que possam receber fluidos agressivos deverão ter proteção antiácida ou anti-alcalina. que serão consideradas contaminadas. tipo tráfego pesado da Selmec ou equivalente. com inclinação máxima de 10%.

deverão ter vidros duplos de 5 mm de espessura mínima com câmara de ar no meio.1 Porta Corta Fogo As portas corta-fogo deverão ter resistência ao fogo mínima de 60 minutos. Estrutura metálica. chumbadores para fixação e reforços para instalação das dobradiças. assegurando uma resistência mínima de 60 minutos. A espessura desta proteção mecânica depende do tipo de tráfego que receberá. rejuntadas com mastique de emulsão hidroasfáltica e areia fina. deverão ter selo de certificação da ABNT e atender a NBR 11742. Os perfis das janelas deverão ser preenchidos com lã de rocha com densidade mínima de 30 kg/m3 A pintura das esquadrias deverá atender o documento 20530. aplicada segundo as especificações do fabricante e protegida mecanicamente com uma argamassa de cimento e areia. Para as Torres de resfriamento deverá ser feita impermeabilização das paredes da bacia de contenção com aplicação de solução de silicato modificado bioquimicamente ou por cristalização integral. chapa galvanizada #22 nas duas faces. Deverá ter uma apropriada tela de reforço e juntas de expansão a cada metro quadrado.21. as janelas que separem ambientes de trabalho permanente das áreas de processo. pré-vulcanizada de 1. Os batentes serão preenchidos com argamassa na instalação. Folha da porta: terá núcleo isolante térmico em poliuretano expandido da POLYURETHANE ou ECOPOL L40 ACF com retardante de chama e UREPOL MDI ou similar.21 Esquadrias Portas externas e caixilhos deverão ser em aço carbono nas áreas de processo. efetuando-se a correção destas antes do início dos trabalhos de impermeabilização. No caso em que seja necessário isolamento acústico. com tratamento anticorrosivo.2mm de espessura. nas salas elétricas e salas de controle deverão ser corta-fogo. colocada e soldada conforme recomendações do fabricante. (Ver item 8. Batentes: em chapa de aço galvanizado (MSG18). devem ter um corte acústico “transmission loss” mínimo de 30dB. dobrada em perfil para encaixe da folha da porta. galvanizada com reforços para fixação das dobradiças e fechaduras. calhas e lajes de processo descobertas deverão ser impermeabilizadas com uma membrana elastomérica butílica. e será no mínimo 5cm. A membrana elastomérica butílica poderá ser substituída por uma membrana asfáltica de 3mm de espessura. As portas externas para salas de ar condicionado devem ser herméticas. As portas internas das áreas de processo.21.10-3000-L-0103. 8. Deverá ser verificada a existência de falhas na concretagem. 8. Para tal.20530.1).10-3000-L-0600 100 Todas as lajes de coberturas. . Em todo o perímetro requadro com perfil “U” em chapa #22. A proteção mecânica será a mesma descrita acima.

As dobradiças serão de latão cromado. tipo Yale. As Fechaduras serão de cilindro. aparafusadas. As portas corta-fogo deverão ter barra anti-pânico na parte interna conforme NBR 11785. do tipo reforçado. galvanizada com reforços para fixação das dobradiças e fechaduras. . idem ao batente Em todo o perímetro da folha da porta haverá gaxeta de EPDM assegurando perfeita vedação entre a folha e o batente. A soleira será em chapa de aço galvanizada (MSG18). ter fechamento automático. 8.10m x 1. Fechaduras: externamente fechadura de sobrepor com alavanca e chave e internamente barra anti-pânico referência Yale-LaFonte incluindo acessórios e fixação.10-3000-L-0600 101 Soleira: em chapa de aço galvanizado (MSG18).21.2 Porta Estanque As portas estanques deverão ter dimensões 2.21.10m x 1. idem ao batente. O batente será em chapa de aço galvanizada (MSG18). As dobradiças serão aparafusadas. Ferragens: • • Dobradiças: do tipo helicoidal (Para fechamento automático por gravidade). Em todo o perímetro da folha da porta haverá gaxeta de EPDM assegurando perfeita vedação entre a folha e o batente. com pino e bola. chapa galvanizada #22 nas duas faces.20530.00m (livre). ter dimensões de 2. por meio de mola hidráulica superior. As portas deverão também atender o padrão DC7-315 (Anexo V). As portas estanques deverão ter barra anti-pânico na parte interna conforme NBR 11785. Os batentes serão preenchidos com argamassa na instalação. com maçanetas tipo alavanca. Estrutura metálica. da LaFonte. de latão cromado. com chaves. tipo Yale da LaFonte incluindo acessórios e fixação. 8.00m. chumbadores para fixação e reforços para instalação das dobradiças. com tratamento anticorrosivo. Em todo o perímetro requadro com perfil “U” em chapa #22.3 Porta Metálica com Visor As portas metálicas deverão ser pintadas. dobrada em perfil para encaixe da folha da porta.

A altura da bandeira deverá ser calculada em função da monovia a ser instalada para deslocamento de painéis. As portas a prova de explosão não deverão ter fechadura. 8. A base do visor deverá estar a 1200mm do piso.16m ≤ H ≤ 0.10m Altura do degrau (H): 0.1 Dimensões das escadas Largura da escada − − A largura mínima é duas unidades de passagem = 1. de maneira a resistir uma pressão de 5kN/m2.21. por meio de dobradiças especiais atuando por gravidade ou por mola hidráulica superior. devendo ter apenas uma maçaneta de alavanca de latão cromado da LaFonte. estanques.64m Lanços entre patamares − − − − − Distância entre lanços Dimensões dos degraus . plataforma ou edificação. Lance mínimo = 3 degraus Lance máximo ≤ 3. 8.00m a largura pode ser 0.22.10m Em função da população que atende pode necessitar mais unidades de 0. para a porta (excluindo a bandeira). ou similar. 8.21.10m exigida pela norma.10-3000-L-0600 102 Os visores deverão ter 300mm de largura por 600mm de altura.Os vidros terão 4mm de espessura e gaxetas de EPDM. Esse tipo de porta é específico para utilização nas caldeiras.5 Porta a Prova de Explosão As portas a prova de explosão deverão ser de chapa de aço carbono com reforços em perfis metálicos do mesmo material.55m Somente se a população for inferior a 50 pessoas e a altura ≤ 6. sendo que a outra terá a largura mínima ≥1. em duas folhas com bandeira. com largura de cada folha de 60cm (mínimo) e altura mínima de 2.4 Porta para Movimentação de painéis e Manutenção As portas para movimentação de painéis e manutenção deverão ser metálicas.70m Distância mínima = 0. Essa porta deverá ser instalada no acesso aos prédios das salas elétricas. centrados no eixo da folha.18m Piso do degrau (P) tal que: 0.22 Escadas As escadas devem atender a NBR9077.90m ou se for a segunda escada do andar. Deverão ter isolamento térmico no miolo em poliuretano expandido da POLY – URETHANE ou ECOPOL L40 ACF com retardante a chama e UREPOL MDI ou similar. tipo Yale.63m ≤ (2H+P) ≤0. 8.50m .20530. Deverão fechar automaticamente.

tal como Meta Caulk Wrap Strip da Guarutherm ou CP 25 WB Caulk da 3M ou equivalente. extintores.24 Pass-thru para instalações elétricas Nos locais em que cabos elétricos ou barramentos passam através de paredes ou lajes. sprinklers e tubulações) deverão ser projetados de acordo com as normas do corpo de Bombeiros. e por motivos de segurança ao fogo seja necessário um selante. O material dos guarda-corpos deverá ser aço carbono. 8.20530. em ambos os lados haverá patamares com comprimento mínimo = largura da folha Escada com lanços curvos.27 Sistemas de Ventilação e Ar-Condicionado .375m para degraus de 27cm (A profundidade do degrau é medida a 55cm do lado interno ou "olho") 8. Em todos os casos. Os guarda-corpos deverão ser pintados conforme documento 20530. 8.10-3000-L-0600 103 Comprimento dos patamares − − − Comprimento = (2H+P)n+P. 8. O selo deverá propiciar proteção ao fogo igual à da parede/laje na qual está sendo aplicado. em cor amarelo segurança.25 Sistema de Proteção contra descargas atmosféricas e Aterramento Para especificação de aterramento e SPDA. retardante de chama. dever-se-á empregar uma espuma expansiva. As salas de CCM deverão ter detectores de fumaça e sistema de alarme conforme a exigência da legislação brasileira. ver documento 20530. a norma NBR 13231 deverá ser seguida.10-3000-L0006. Todas as instalações de combate à incêndio (hidrantes.10-3000-L-0300. sendo n um número inteiro Se a escada muda de direção o comprimento mínimo será a largura da escada e a fórmula anterior não se aplica Se houver porta.26 Sistema de Combate a incêndio Para critério de proteção e combate a incêndio consultar documento 20530.23 Guarda-Corpo Os guarda-corpos deverão atender ao documento 20530. bomba ou escaparate: 0.10-3000-L-1300. aplicada com spray.Mechanical Design Criteria e o desenho padrão DC5-101 (Anexo IV). 8. admissível como saída de emergência (SE APLICA A ALGUNS TANQUES E A CHAMINÉ) − − Largura menor do degrau. na parte interna = 15cm Diâmetro mínimo do "olho".97m para degraus de P=32cm ou 1. Nas áreas da ETE e Torres de Resfriamento deverão ser de aço inox.10-3000-L-0103.

20530.10-3000-L-0600 104

Para requisitos de ar condicionado e ventilação, consultar documento 20530.10-3000L-0007- HVAC design Criteria. 8.28 Ruas e Acessos Pavimentos de acesso e ruas, incluídas no escopo de fornecimento, deverão ter suas áreas executadas e dimensionadas, pela CONTRATADA, em função do tipo e capacidade do tráfego e de acordo com estudos geotécnicos. A CONTRATADA deverá informar a PROPRIETÁRIA as cargas e a freqüência de tráfego de veículos em sua planta através do preenchimento da Tabela constante do Anexo VIII. 8.29 Áreas Externas As calçadas externas ao redor dos prédios deverão ser em concreto armado (DC4-305) ou não (DC4-304), a depender da utilização, ou em pavimento com blocos de concreto intertravados. As calçadas de concreto deverão ter largura mínima de 1,2m. 9 CONTROLE DE QUALIDADE TÉCNICA A CONTRATADA é responsável por toda infra-estrutura e por executar o controle técnico de todos os trabalhos e serviços. Ele tem que considerar como parte de seu escopo o fornecimento do controle de qualidade para a obra civil, e pela contração de uma empresa aprovada pela CONTRATANTE, incluindo a locação do laboratório. Todos os documentos deverão pertencer a um Data Book a ser entregue à CONTRATANTE após a construção. 9.1 Movimento de Terra nas áreas de EPC A CONTRATADA deverá efetuar os ensaios nos solos da jazida antes de sua aplicação para confirmar as suas características com base nas especificações da obra e das normas aplicáveis. A definição dos materiais a serem utilizados dentro da jazida deverá contar com a aprovação da PROPRIETÁRIA e do seu controle de qualidade. Toda a movimentação de material será de responsabilidade da CONTRATADA , assim como o preparo prévio da jazida pela remoção e raspagem integral da cobertura vegetal , sua drenagem provisória, implantação de acessos e reafeiçoamento e hidrosemeadura ao término dos trabalhos. Todas as operações de terraplenagem deverão ser acompanhadas por inspetor de campo especializado e laboratorista, de responsabilidade da CONTRATADA, munidos de equipamentos para os ensaios de campo.

20530.10-3000-L-0600 105

Todas as camadas compactadas deverão ser submetidas a ensaios "IN SITU" para verificação do atendimento ao grau de compactação especificado em projeto, cadastrando-se a locação e elevação de cada uma delas. A CONTRATADA deverá considerar no seu escopo e preço o envio de amostras para laboratório credenciado para a realização de ensaios específicos que não possam ser realizados na obra. O laboratório de controle tecnológico deverá estar operando na data inicial de começo das obras, registrando-se que todas as medições de serviços deverão estar acompanhadas dos respectivos boletins de controle tecnológico, sem o que os serviços não poderão ser considerados aceites, medidos e pagos. 9.2 Concreto O controle da qualidade do concreto deverá seguir as normas NBR 5738, NBR 5739; NBR 12654; NM 67, NM 33, NM 77, NM 101 e normas relacionadas. Deverão ser realizados e mantidos registros de modo a assegurar a “rastreabilidade” de cada batelada produzida e entregue na obra, permitindo o controle de todas as propriedades técnicas que determinam a qualidade do concreto, assim como dos seus materiais constituintes. Os registros deverão ser disponibilizados de imediato para a fiscalização. Os ensaios de todos os materiais do concreto deverão ser feitos por empresas de qualidade especializadas e pertencentes ao sistema/programa RBLE do INMETRO. Para o controle de qualidade do concreto será exigido o seguinte: − − − − − − Para o controle de qualidade e execução do concreto serão exigidos: 9.2.1 Agregados Na qualificação dos agregados é necessário executar ensaios prévios de amostras do material provenientes das fontes de produção ou exigir apresentação de certificado de qualidade fornecido pelo produtor ou fornecedor, onde constem os resultados dos ensaios de qualificação com prazo máximo de 15 dias antes da entrega dos agregados na central ou no canteiro de obras; A central de concreto, montada para atender a obra, ou a central externa adotada deverá ser aprovada pela PROPRIETÁRIA. Deverá haver controle do recebimento do concreto fornecido por central externa; A CONTRATADA deverá aprovar os tipos de materiais (cimento, microsílica, agregados, etc.) que serão empregados; A definição do traço de concreto deverá atender a norma e o projeto, e ser o mais adequado e econômico, visando atender as características de resistência e durabilidade da peça estrutural; A CONTRATADA deverá definir e apresentar o plano de concretagem; A COTRATADA deverá apresentar metodologia de reparo e recuperação de peças estruturais;

20530.10-3000-L-0600 106

Por ocasião do recebimento serão coletadas amostras “penhor” dos agregados para ensaios de qualificação, conforme estabelecido na NM 26 e reduzidas para ensaios de laboratório de acordo com a NM 27. Os agregados que estiverem cobertos de pó ou materiais lavados e que não satisfaçam as condições mínimas exigíveis de limpeza, deverão ser novamente lavados, ou então rejeitados. Dever-se-á pesquisar a reatividade de todos os agregados. Para tal dever-se-á efetuar uma apreciação petrográfica dos mesmos, realizada por técnico ou laboratório especializado. Dever-se-á também realizar obrigatoriamente, para cada tipo de agregado, no mínimo o teste acelerado de barras ASTM 1260. A resistência à abrasão será testada pelo método de “Los Ángeles” (NBR 6465-Agregados – Determinação da abrasão “Los Angeles”) Ensaios conforme tabela abaixo:

Determinação da massa específica. massa específica aparente Agregado Graúdo .10-3000-L-0600 107 ENSAIO Agregados – Determinação Composição granulométrica Agregado miúdo – Determinação da absorção de água Agregado miúdo – Determinação da massa específica.20530. massa específica aparente e absorção de água NORMA NM 248 NM 30 NM 52 NM 53 .

10-3000-L-0600 108 Agregados – Verificação da reatividade potencial pelo método químico NM 28 .20530.

Somente após conferência das características do cimento. e retiradas às amostras-penhor. Por ocasião do recebimento devem ser coletadas amostras “penhores” do cimento (mínimo de um saco por partida entregue ou 50 kg por material a granel. relacionadas na Nota Fiscal que acompanha a entrega. de forma a permitir o seu uso pela ordem de chegada.10-3000-L-0600 109 9. demarcados e sinalizados. Os lotes devem ser formados de acordo com a procedência.2 Cimento Na qualificação do cimento deve-se fazer ensaios prévios de amostras do material proveniente das fontes de produção ou exigir apresentação de certificado de qualidade fornecido pelo fabricante ou fornecedor referente à análise do cimento produzido no período máximo de 4 (quatro) meses antes da entrega. é que será autorizada a descarga correspondente. tipo. então. para eventuais ensaios de qualificação se houver problemas na obra. classe e idade do cimento. Essas amostras penhores devem ser guardadas por 4 meses. classe e marca do cimento estocado. sendo.2. Os silos de estoque a granel devem estar munidos de identificação onde conste: tipo. Ensaios conforme tabela abaixo: .20530.

20530.NM 23 Determinação da finura por meio da peneira de 75 NBR 11579 micrômetros (número 200) Cimento Portland-Determinação de tempos de pega Extração e preparação de amostras de cimentos NM 65 NBR 5741 .10-3000-L-0600 110 ENSAIO Cimento Portland e outros materiais Determinação da Massa Específica em NORMA pó.

20530.10-3000-L-0600 111 Determinação da Resistência à compressão de cimento NBR 7215 Portland .

Malha de aço soldada: NBR 7481.5 Armaduras Para controlar a qualidade das barras de aço a contratada deverá prover uma equipe para cada trabalho no campo. devem ser realizados ensaios de qualificação para verificação do atendimento aos requisitos das normas específicas para cada tipo de aditivo (NBR 10908. Será fornecida orientação quanto ao controle de adensamento. no campo ou diretamente no escritório do fornecedor e realizando os seguintes testes: − − − − Tração para aço: ISO 6892.4 Adensamento Deverá ser controlado o intervalo de tempo decorrido entre o instante de colocação de água de amassamento e o lançamento do concreto na peça de forma. − Melhor aproveitamento da energia de adensamento orienta-se quanto à profundidade adequada da penetração da agulha do vibrador. especialmente no que concerne ao tempo de duração de operação e posicionamento das agulhas. deve ser verificado o prazo de validade do produto fornecido. a amplitude. Dimensional: ISO 6892. O controle de qualidade do aço de armação deverá permitir a “rastreabilidade” do material.2. invariavelmente. diâmetro da agulha e comprimento do mangote deverão atender as recomendações técnicas seguintes − Acompanhamento quanto ao estado de conservação dos equipamentos. − Obtenção de costura adequada entre camadas. − Técnicas utilizadas em função do tipo de estrutura. Os tipos de quantidades de vibradores deverão ser adequados às necessidades da obra. Dobramento: NBR 6153.2.2.20530. o raio de giração. A freqüência. 9. Os ensaios deverão ser executados com os materiais empregados na obra e a dosagem do aditivo obedecerá ao indicado pelo fabricante. de forma a se obter concretos suficientemente homogêneos e compactos. de acordo com a NBR-7480. após o lançamento do concreto nas formas. Na impossibilidade de ensaiar pode ser aceito certificado de qualificação emitido com prazo inferior a 6 (seis) meses. cuidando-se para que sejam atendidas as seguintes condições: − − O tempo de início da operação deverá dar-se.10-3000-L-0600 112 9. No recebimento do aditivo na obra. 9. . NBR 11768 e NBR 12317). fazendo em especial o controle técnico das barras por amostragem.3 Aditivos Antes de iniciado o fornecimento.

9. evitando-se o uso de painéis que apresentem redução dimensional por secagem. será objetivo de tratamento especial. Uniformidade na aplicação de desmoldantes de acordo com as recomendações do fabricante e especificações da obra. Reutilização das Formas. antes do início das concretagens. Toda e qualquer eventual segregação. de modo que a estrutura receba cargas proporcionais aos valores que a mesma irá receber quando em trabalho. iniciando nos pontos de ocorrência de maiores flechas. pó de serra. pregos. anteriormente à colocação das armaduras. retirando-se do interior das mesmas aparas de madeira. quanto aos seguintes aspectos: − − − − − Existência de juntas posicionadas e executadas corretamente de modo que seja assegurada suficiente estanqueidade das Formas. Limpeza adequada das Formas anteriormente às concretagens. bem como seções com defeitos que possam ocasionar necessidade de ajustes nas juntas e emendas e/ou deformações na superfície do concreto. evitando-se fuga de nata ou argamassa do concreto. verificada após desforma. pontas de arame.2.7 Concreto Fresco Para o concreto fresco: . e outros materiais. A validade máxima dos certificados será de 6 (seis) meses.6 Formas Anteriormente às concretagens as Formas e escoramentos serão inspecionados. − − − 9. Dispositivos adequados à execução de um descimbramento gradativo e sem choques.20530.10-3000-L-0600 113 Não será aceita nenhuma barra de aço que não for fornecida com certificado que assegure que elas foram testadas e que atendem as normas citadas acima. Saturação das Formas de madeira.2. devido à exposição ao sol por longo tempo. Os planos para descimbramento das estruturas serão alvo de avaliação de modo a que o alívio das escoras se dê progressivamente. através do fornecimento de metodologia específica para cada caso.

Procedimento NM 33 NBR 7212 NM 79 NBR 14931 .10-3000-L-0600 114 ENSAIO NORMA Determinação da consistência pelo abatimento de tronco NM 67 de cone Concreto-Procedimento para moldagem e cura de corpos NBR 5738 de prova cilíndricos Concreto – Preparação das bases dos corpos-de-prova e NM 77 testemunhos cilíndricos para ensaio a compressão Concreto – Amostragem de concreto fresco Execução de concreto dosado em central Concreto – Preparação de cocreto em laboratório Execução de estruturas de concreto .20530.

controle e recebimento NBR 12655 .20530.10-3000-L-0600 115 Concreto–Preparo.

2.10-3000-L-0600 116 9.8 Concreto Endurecido Para o concreto endurecido: .20530.

10-3000-L-0600 117 ENSAIO Ensaio de compressão de corpos de prova cilíndricos NORMA NBR 5739 Determinação da Resistência à tração na flexão em NBR 12142 corpos de prova prismáticos Concreto – Ensaio de compressão de corpos-de-prova NM 101 cilíndricos .20530.

20530.10-3000-L-0600 118 Determinação da resistência à tração por compressão NBR 7222 diametral de corpos de prova cilíndricos .

etc. o mais rapidamente possível. coberturas metálicas. pátios. tensão do projeto. − Base e estrutura do Reclaimer da pilha de cavacos. − Bases do sistema de transporte de rejeito de cavacos. − Caixa coletora de água de lavagem e sistema de separação de areia. Os resultados dos ensaios deverão ser apresentados. − Bases. gráfico. .1 Pátio de Madeira A área do manuseio de madeiras é composta edificações prediais. − Bases do sistema transportador de cavacos para a peneira. A localização da obra (trecho. estruturas e cobertura metálica do picador de toras. − Bases.10-3000-L-0600 119 9. tensão máxima de ruptura. O escopo e os limites de baterias estão definidos nos respectivos Editais. ruas e áreas livres. − Bases e estruturas do transportador e lavagem de toras. tipo e marca do cimento. bases de equipamentos. origem e dimensão máxima do agregado.9 Controle tecnológico do Piso O representante da CONTRATADA deverá organizar. As datas de coleta. estruturas e cobertura metálica do triturador de cascas. − Bases e estruturas do descascador de toras. incluindo piso de concreto armado e sarjetão perimetral com caixas de coleta de efluentes e águas pluviais contaminadas.2. em 3(três) vias. Resultado do ensaio. etc. no caso de concreto. − Piso da pilha de Biomassa em concreto armado. um programa para a sistemática coleta de amostras e realização de ensaios. abrangendo: − Bases e estruturas da Mesa de Alimentação de Madeira e Unidade Hidráulica. − Bases do transportador de cavacos para a pilha circular de cavacos. que deverão conter basicamente: − − − − − A identificação das partes contratantes e do terceiro contratado para a execução da obra.20530. de acordo com formulários padronizados. estruturas e cobertura metálica para a peneira de cavacos. Posicionamento da amostra. com a devida antecedência e juntamente com a PROPRIETÁRIA. de recebimento em laboratório e de realização de ensaio. 10. − Bases do transportador de cascas da caixa coletora de água de lavagem para o transportador do triturador das cascas. − Conformação da área para a pilha circular de cavacos. área.). 10 DESCRIÇÃO DAS PRINCIPAIS CONSTRUÇÕES Em seguida. − Bases. − Bases do transportador do triturador de cascas. também a idade do CP (corpo de prova). está apresentada uma descrição sucinta das principais construções. − Bases do transportador de cavacos da peneira para o sistema transportador. em geral. etc. No caso de concreto. − Bases do transportador de cascas trituradas para a pilha de Biomassa.

6.3) em duas águas. O suporte do Reclaimer e o túnel do transportador de cavacos deverão ser executados também em concreto armado. para um poço de coleta e bombeamento. sala de logística. com celas de transformadores com bacias de contenção para óleo (Caso os trafos sejam a óleo) . estruturas e bases do sistema de transporte da pilha circular de cavacos. A pilha de cavacos terá piso de concreto armado.14). − Caixas de coleta de efluentes e águas pluviais contaminadas da pilha de biomassa. túnel e bases do transportador de biomassa. . Deverá ter previsão de sistema de coleta dos lixiviados da pilha. com altura suficiente para cobrir visualmente todo o telhado. O pátio de estocagem de toras deverá ter piso em blocos de concreto intertravado com dimensionado para a carga solicitada. sanitário com vestiário e copa. conexões. − Rede subterrânea de efluentes e águas pluviais contaminadas. − Instalações de drenagem pluvial.3).20530. − Poços de coleta e bombeamento (Bombas. − Piso de concreto armado de alta resistência na área das mesas receptoras de toras. − Áreas gramadas (grama esmeralda) As áreas cobertas terão telhado metálico simples (Ver 7. suportes do Reclaimer. As áreas sem tráfego ou circulação de pessoas deverão receber grama esmeralda. Haverá previsão de sistema de coleta dos lixiviados da pilha. − Instalações sanitárias e de esgoto sanitário. sala dos afiadores de facas.15) e outras salas de apoio. para um poço de coleta e bombeamento. − Ruas em bloco de concreto intertravados. − Drenagem pluvial das ruas. − Piso do Pátio de estocagem de toras em blocos de concreto intertravado. − Piso. − Caixas separadoras de água e óleo para os transformadores. tubulações até o Pipe rack). − Calçadas de concreto. sala de controle (conforme item 10.1).15. − Edificação em concreto pré-moldado e alvenaria de blocos estruturais de concreto e cobertura em laje de concreto impermeabilizada com telhado metálico simples para a sala elétrica. − Rede de água pluviais não contaminadas. − Redes subterrâneas de água fria e esgoto sanitário. A pilha de biomassa terá piso e paredes de concreto armado e cobertura metálica simples (conforme item 7. O piso da área de carregamento das mesas receptoras será de concreto armado de alta resistência (Conforme item 8. − Pisos e ruas de concreto armado. sala de painéis. porão de cabos.6. − Bases de suporte de tubulações. paredes de contenção e cobertura metálica da pilha de biomassa. Haverá uma edificação que compreenderá a sala elétrica (conforme item 10. com uma platibanda metálica.10-3000-L-0600 120 − Túnel. sala de controle.

− Pisos de concreto.3. edificação para estocagem de cavacos. − Bases para escadas de acesso aos tanques.10-3000-L-0600 121 10. para o Cozimento e Linha de fibras. A Sala elétrica será locada na Linha de Fibras. − Poço de coleta e bombeamento Para pisos e canaletas ver item 8.14. − Drenagem de águas pluviais das ruas. reatores e equipamentos. porão de cabos e sala de painéis. 10. tanques. abrangendo: − − − − Bases para digestor. tanques de flash e equipamentos relacionados.14. As construções da Linha de Fibras abrangem: − Bases para tanques. − Laje em concreto armado para os filtros de prensa com revestimento anticorrosivo.18). Para pisos e canaletas ver item 8. Para Tanques ver item 10. mureta de contenção. Piso de concreto. reatores e equipamentos. − Bases para ponte de tubulação metálica.15.2 Cozimento e Massa Marrom A área do Cozimento é composta por bases dos digestores. incluindo celas de transformadores com bacias para óleo. Inclui também uma sala elétrica comum ao Cozimento e Branqueamento. fechamento em alvenaria de blocos estruturais de concreto e cobertura em laje impermeabilizada e telhado metálico simples. rampas de acesso e revestimento anti-corrosivo em pisos e canaletas. . − Poço de coleta e bombeamento. − Caixas separadoras de óleo para os transformadores e rede de águas pluviais contaminadas. muretas de contenção. Equipamentos críticos deverão ser locados em áreas de contenção (Ver item 8. Bases para escadas metálicas de acesso a tanques e plataformas de processo. Deverá ser prevista uma única sala elétrica.17. de acordo com o item 10. instalada na área da Linha de fibras para atender o Cozimento e Branqueamento. − Ruas internas em concreto. inclusive canaletas. tanques. escadas de acesso e guarda-corpos. rampas de acesso e revestimento anti-corrosivo em pisos e canaletas. equipamentos e a laje dos filtros-prensa. Deverá ser prevista uma sala elétrica única. inclusive canaletas.3 Linha de Fibras (Branqueamento) A área do Branqueamento é composta por bases dos reatores. Equipamentos críticos deverão ser locados em áreas de contenção (Ver item 8. − Sala Elétrica em concreto pré-moldado. − Edificação em concreto armado para suporte de silo de cavacos.20). de acordo com o item 10.3. reatores e equipamentos. inclusive guias e sarjetas.20. Bases do elevador do digestor. tanque de flash e equipamentos.20530.

vigas da ponte rolante. − Sala de controle em dois níveis. bombas de vácuo. cobertura e fechamentos metálicos. e rede de pluviais contaminadas. A construção civil da área da secagem de polpa compreende as obras necessárias para área de tancagem externa. − Instalações sanitárias e de esgoto sanitário. porão de cabos e sala de painéis.20530.10-3000-L-0600 122 Para Tanques ver item 10. Enfardamento.20. sanitários/vestiários. salas e bases para trocadores de calor. edifício do secador com mezanino e ponte rolante. piso de concreto. paredes de alvenaria de blocos estruturais de concreto. − Caixas separadoras de água e óleo. escritório. salas elétricas. cortadeira e embalagem de celulose (enfardamento). laje de operação em concreto armado. uma para cada máquina (Ver item 10. pisos. para transformadores. Deverá ser prevista uma área para laboratório. − Poço de coleta e bombeamento. Abrangem as seguintes construções: − Área externa para Tancagem. Máquina secadora: Parte seca. − Ponte de Tubulação metálica. laboratório e salas de apoio. ruas e áreas externas. incluindo celas de transformadores com bacias para óleo. Máquina secadora: Parte úmida. − Edificação para as salas elétricas e mecânicas em concreto pré-moldado.14) e uma sala de controle comum (Ver item 10. parede de alvenaria de blocos estruturais de concreto. Depósito de celulose. canaletas de concreto e bases de equipamentos de concreto e poço de concreto para o Pulper inclusive revestimentos anti-corrosivos em canaletas e pintura epóxi em pisos. − Edificação para a máquina secadora. fazendo parte integral do edifício da secadora. inclusive canaletas. − Edificação para a máquina secadora.4 Secagem de Polpa A área da secagem de polpa é composta das seguintes subáreas: − − − − − − Tancagem. 10. − Redes subterrâneas de água fria e de esgoto sanitário. − Bases para os ventiladores da secadora. paredes de alvenaria de blocos estruturais de concreto. no edifício de secagem. mureta de contenção e rampas de acesso. . cobertura e fechamentos metálicos. salas para equipamentos de ventilação. Depuração de polpa branqueada. em concreto pré-moldado. em concreto pré-moldado.15). − Bases para ponte de tubulação metálica. mecânicas e de apoio. depósito e expedição de celulose. incluindo bases para tanque e equipamentos. − Instalações de drenagem pluvial. assim como salas elétricas.

18).19).). − Depósito de celulose com colunas de concreto armado. no nível do apoio da máquina.20530.2 Depuração de Polpa Branqueada A área da depuração de polpa branqueada é um espaço com áreas de contenção e canaletas. basicamente com a intenção de abrigar bases de concreto para os tanques e as bombas.15.1.10-3000-L-0600 123 − Edificação para cortadeira e enfardamento. estáticas e dinâmicas. também receberá cargas elevadas. preferencialmente.3.3. cobertura metálica e fechamento metálico e de alvenaria de blocos estruturais de concreto e piso de concreto armado.20. A edificação e a base da máquina terão fundações profundas. A base da máquina e o piso térreo serão em concreto armado moldado in loco.4. pátio e calçadas externas. porém sem fechamento lateral. O piso será de concreto e terá acabamento desempenado com conforme item 8. Na fachada principal do prédio da secagem haverá identificação visual do Projeto. A edificação deverá ser concebida.3). − Ruas. . O piso será de concreto armado desempenado com aplicação de endurecedor de superfície. Deverão ser previstas canaletas e áreas confinadas (conforme itens 8. O piso térreo deverá ser projetado para resistir às cargas de manutenção e a estocagem de rolos (Na área da estocagem de rolos deverão ser consideradas as cargas mínimas do item 6. com fechamento lateral em todas as faces e com ponte rolante com capacidade definida pelo fornecedor. Deverá ser prevista uma marquise com cobertura em telhado metálico simples (de acordo com o item 7. 10. cortadeira e prensas. 10.3 Secagem – area úmida A área úmida do prédio da máquina de secagem é uma edificação de dois andares.2. provenientes da troca de rolos. Sobre a área úmida deverá ser previsto um sistema de ventilação e um forro falso para se evitar a condensação e gotejamento de água sobre a polpa em formação. em estrutura de concreto prémoldado com solidarizarão em concreto moldado in loco.1 Tancagem A área da tancagem é uma área aberta cercadas com muretas de contenção e canaletas de piso (Ver item 8.1. que poderá ser estampada ou pintada sobre o fechamento metálico. com bases de concreto para os tanques e as bombas. com colunas de concreto armado.4.4. assim como áreas com grama esmeralda. Para Tanques ver item 10. Para pisos e canaletas de processo ver item 8. assim como bases para equipamentos. O piso de operação e manutenção. cobertura metálica e fechamento metálico e de alvenaria de blocos estruturais de concreto e piso de concreto armado.15.6. 10.3.

3).2. pisos e bases de equipamentos descritas acima deverão ser adotadas.6. A cobertura deverá ser em telhas metálicas simples (ver item 7.6.3). Parte do fechamento lateral em telha metálica terá vãos de iluminação em telhas translúcidas (ver item 7.6.3. Como a área seca é uma continuação do prédio da área úmida.10-3000-L-0600 124 O telhado deverá ser em cobertura metálica zipada com isolamento térmico. O telhado metálico terá como coroamento uma platibanda metálica.20530.4.4.7. O piso térreo e o piso de operação deverão ser em concreto desempenado com aplicação de endurecedor de superfície.6.1 e 8.4).3) com vãos de iluminação em telhas translúcidas (ver item 7. Nas demais áreas deverá ser aplicado endurecedor de superfície a base de flúor silicato de sódio. com altura suficiente para cobrir todo o telhado. Os valores de FF e FL deverão > 25.2.4.2) com vão de iluminação em telhas translúcidas (ver item 7.5 Enfardamento Para essa área.4).4 Secagem – área seca A área seca do prédio da máquina de secagem é uma edificação de um andar. . O pé direito deverá ser o mesmo da área úmida.7. Deverá ser prevista uma sala de manutenção e uma sala para armazenamento de tinta para estampagem dos fardos de celulose.2. O fechamento lateral do prédio da secagem deverá ser de alvenaria de blocos de concreto.2) com vãos de iluminação em telhas translúcidas (ver item 7. As bases das prensas deverão ter fundações independentes. O piso deverá ser em concreto nivelado.15. conforme item 7.7. Na área de enfardamento deverá receber pintura epóxi com demarcação de rotas para pessoas e máquinas.6 Depósito de Celulose O depósito de celulose é a continuação do prédio do enfardamento.13.7.7.1) até altura definida em projeto e complementados com telha metálica trapezoidal (ver item 7. de cobertura e fechamento lateral da área seca do prédio da máquina de secagem. as mesmas considerações de tipo de estrutura. Para canaletas deverá ser previsto revestimento anti-corrosivo (ver item 8. O fechamento lateral do prédio deverá ser em telhas metálicas simples (ver item 7. A cobertura deverá ser em telhas metálicas zipadas (conforme item 7. 10.6. 10.) 10. deverão ser previstos piso de concreto armado. calculado para tráfego de empilhadeiras e bases de equipamentos integradas ao piso.1. que possui um canal de ventilação nas fundações para interconectar a secadora com os ventiladores externos. revestidos (argamassados e pintados conforme itens 7. Deverá ser adotado o mesmo tipo de estrutura.2. com fechamento lateral em todas as faces.2).

tubulações até ponte de tubulações). − − − − − Bases para o edifício da caldeira em estrutura metálica (Todo o edifício da caldeira e dos precipitadores. torre da escada e elevador e sala elétrica localizada sob o precipitador eletrostático.7. O piso deverá ser projetado para tráfego de empilhadeiras. porão de cabos e sala de painéis.10-3000-L-0600 125 O depósito de celulose deverá ter fechamento em todos os lados com aberturas para acesso dos caminhões com porta tipo basculante. Piso de concreto. abrangendo: − − − − − − Bases para tanques. bases de equipamentos. O pé direito livre mínimo deverá ser de 8m. a qual poderá ser estampada ou pintada no fechamento metálico. muretas de contenção .20. O nível térreo comporta as bases de apóio da estrutura metálica da caldeira. O fechamento lateral do prédio deverá ser alvenaria até certa altura e acima em telhas metálicas simples (ver item 7. caixa de escadas e do elevador.20530. inclusive canaletas. Sala Elétrica em concreto e alvenaria de blocos estruturais de concreto incluindo celas de transformadores. do tanque de licor. 10. Torre de escada principal de segurança e elevador . inclusive fechamento lateral e escada secundária). sala elétrica.2. Para Tanques ver item 10. inclusive canaletas.3). Bases para passarelas.6 Caldeira de Recuperação Nessa área deverá ser prevista edificações. canaletas de piso. dos dutos de exaustão. e equipamentos. Os valores de FF e FL devem ser >25. Piso de concreto.2) com vãos de iluminação em telhas translúcidas (ver item 7. Bases para passarelas e escadas. − Poço de coleta e bombeamento (Bombas. canaletas. conexões. mureta de contenção e rampas de acesso. bases.5 Evaporação Compreende as bases de concreto para equipamentos e tanques e suportes das estruturas de acesso a equipamentos e tanques e uma sala elétrica. plataformas e escadas metálicas Ponte de Tubulação metálica. O piso deverá ser em concreto nivelado com acabamento em endurecedor de superfície a base de flúor silicato de sódio. tráfego de caminhões e estocagem de fardos de celulose.7. fundações. 10. A sala elétrica da Evaporação será compartilhada e locada na Caldeira de Recuperação.2. Bases para tanques. efeitos e equipamentos. mureta de contenção e rampas de acesso. do pipe rack metálico. áreas de contenção. Bases para ponte de tubulações metálica. Nas fachadas das áreas do prédio da secagem que a PROPRIETÁRIA considerar como principal será instalada identificação visual do Projeto.

15. Ponte de Tubulação metálica.20530.6.3. Instalações de drenagem pluvial.4).1 Prédio da Caldeira de Recuperação O prédio da Caldeira de recuperação deverá ser concebido em estrutura mista açoconcreto. porém próxima ao prédio principal da Caldeira.2. com pelo menos os seguintes níveis: − − − − − Nível dos injetores de licor. Atenção especial deverá ser dada ao projeto e execução do fechamento lateral para que não ocorra o destelhamento do fechamento lateral. Para Tanques ver item 10.3. suportará o precipitador Caixas separadoras de água e óleo (Para transformadores) e rede de pluviais contaminadas. As fachadas laterais deverão ser em telha metálica simples (Item 7. Para pisos e canaletas ver item 8. Nível dos ventiladores. A estrutura de concreto da sala elétrica. a ser definido posteriormente.7. Nível de suporte do transportador de cinzas.10-3000-L-0600 126 − − − − − − Sala elétrica em concreto pré-moldado e alvenaria de blocos estruturais de concreto incluindo celas de transformadores com bacias para óleo.3). Nível de operação. 10. Nível para manutenção da fornalha. Nesse prédio. Bases para ponte de tubulações metálica Bases dos apoios do duto de exaustão dos gases da caldeira.7. a qual poderá ser estampada ou pintada no fechamento metálico. será instalada identificação visual do Projeto.1. A escada para a rota de fuga da Caldeira de Recuperação deverá ter construção independente. Na fachada considerada pela PROPRIETÁRIA como principal. deverá ser instalada uma caixa de elevador resistente a explosão e escadas de acesso. 10.2 Precipitador Eletrostático e Sala Elétrica .2. porão de cabos e sala de painéis. As paredes da caixa de escada faceando a caldeira deverá ser dimensionada para resistir a carga de explosão de 5 kN/m2 (Ver item 6.2.20.2) com vãos de iluminação em telhas translúcidas (ver item 7. por ocasião das pressões de vento a que o prédio da Caldeira está sujeito. no sentido horizontal e vertical. As escadas deverão ser corta-fogo e fumaça. A porta de acesso a escada que dá acesso a caldeira deverá abrir para dentro da caldeira e ser a prova de explosão (item 8.21. As escadas da caldeira deverão atender a NBR 9077 e devem estar separadas do hall do elevador por uma parede corta fogo com resistência para 60 minutos.6.6).

com cobertura metálica e guarda-corpos. com cobertura metálica. Edificação em concreto armado para o queimador com cobertura e fechamento lateral metálicos.7 Caustificação Área aberta. para cal.6. − − − − − − − − − − − − − Bases para tanques e equipamentos. As bases do forno. com piso em concreto desempenado. Nessa área está a edificação para os filtros de licor.3. Baia de concreto e alvenaria de blocos estruturais de concreto. com bases de concreto para tanques e equipamentos. E compreendem as seguintes obras civis: . 10. Bases do forno. composta de piso térreo. Sala elétrica em concreto pré-moldado e alvenaria de blocos estruturais de concreto incluindo celas de transformadores com bacias para óleo. colunas e uma laje sob a qual será instalada a sala elétrica. 10. Para pisos e canaletas ver item 8.15. segregada com mureta de contenção. As fundações de todo o conjunto serão do tipo profundas.10-3000-L-0600 127 O precipitador eletrostático se apoiará em estrutura de concreto armado. Edificação para o filtro de lama em concreto armado. 10. Piso de concreto. Sala elétrica.20530. mureta de contenção e rampas de acesso. Bases para passarelas e escadas. Instalações de drenagem pluvial. inclusive guarda-corpos.8 Forno de Cal A área do Forno de Cal é composta pelos seguintes prédios: − − − − − − O edifício do filtro de lama. A sala elétrica terá as características descritas no item 10.14. O edifício do queimador. Bases do precipitador eletrostático. inclusive canaletas. Edificação em concreto armado para os filtros de licor com cobertura e fechamento lateral metálicos. de dois andares. Base do tanque de licor: Bases do duto de exaustão. Bases dos apoios do duto de exaustão dos gases da caldeira. porão de cabos e sala de painéis.3 Gases de exaustão da Caldeira de Recuperação Os gases de exaustão serão dutados até a Chaminé Central. inclusive guarda-corpos. Caixas separadoras de água e óleo (Para transformadores) e rede de pluviais contaminadas.

Instalações de drenagem pluvial.2). com uma platibanda metálica. O edifício do queimador será em concreto armado. incluindo celas de transformadores com bacias para óleo.6. em concreto pré-moldado. porão de cabos e sala de painéis. independentes da estrutura do edifício. com altura suficiente para cobrir visualmente todo o telhado. Drenagem de águas pluviais das ruas. vigas da ponte rolante. salas de baterias e escadas de acesso. Instalações de drenagem de óleo das bacias dos transformadores e das salas hidráulicas.14 e será comum ao forno e a caustificação Os gases de exaustão do forno serão dutados até a Chaminé Central. Edificação para as salas elétricas e mecânicas em concreto prémoldado. expostas.15.3. não serão impermeabilizadas por ter sílica ativa ou metacaulim no concreto . As lajes de processo de concreto. salas para equipamentos de ar condicionado. Plataforma de concreto para manutenção do condensador. assim como uma sala elétrica e salas mecânicas. Passarelas metálicas em chapa xadrez para manutenção da ponte rolante com escadas de marinheiro de acesso às mesmas.10-3000-L-0600 128 − − − − Ponte de tubulação metálica Bases para ponte de tubulações metálica Ruas internas em concreto.9 Prédio do Turbogerador Edificação para abrigar turbinas (de condensação – TG1 e de contrapressão TG2) com seus geradores. Instalações de drenagem das salas de ar condicionado. Bases de concreto armado para as turbinas e condensador. − − − − − − − − − . pisos e canaletas de concreto. − − Edificação para as turbinas. 10. A sala elétrica será de acordo com o item 10.20530. salas para unidades de lubrificação hidráulicas e bases de concreto das mesmas. Piso em grade eletrosoldada para as unidades hidráulicas. As áreas cobertas terão telhado metálico simples (Ver 7. Para pisos e canaletas ver item 8. Piso de operação em estrutura metálica e chapa xadrez. O edifício do filtro de lama terá estrutura de concreto armado e poderá ser aberto (sem fechamento lateral). inclusive escada de acesso. paredes de alvenaria de blocos estruturais de concreto. cobertura e fechamentos metálicos. Rede de água fria e instalações sanitárias. inclusive guias e sarjetas. sem fechamentos. paredes de alvenaria de blocos estruturais de concreto e corta-fogo. fazendo parte integral do edifício das turbinas.

As lajes internas terão a face inferior pintada com tinta acrílica. (Item 7. com hidrofugante de massa. Junto das vigas da ponte rolante deverá haver uma passarela metálica para manutenção com piso em chapa xadrez. A calha e as descidas de pluviais serão externas.14.1) argamassados e pintadas na face interna e externa com duas demãos de tinta látex acrílica fosca (ver itens 7.7. com vigas e pilares em concreto pré-moldado. terá dreno e estará rebaixado com respeito ao nível do piso térreo. Terá nível rebaixado em relação ao piso térreo e uma grade de aço eletrofundida. As vigas externas serão pintadas. Ponte de tubulação Metálica.1). A cobertura do hall das turbinas será em estrutura metálica com telhado zipado isolado tal como em 7. O piso térreo será em concreto com endurecedor de superfície Ashford Fórmula. com dreno. no nível do piso térreo. Poço de concreto armado para tanque de condensado e de flash Guarda-corpos do poço do tanque de condensado. o piso será de chapa de aço tipo xadrez apoiado sobre estrutura de aço carbono pintada. Os fechamentos laterais serão em alvenaria de blocos estruturais de concreto de 19cm. Deverão ser previstos vãos de iluminação fechados em tijolo de vidro nas fachadas. Cobertura e fechamento metálico do poço do tanque de condensado. As lajes de cobertura da sala elétrica serão tal como descrito no item 10. inclusive canaletas.será de concreto desempenado. O piso da sala de ar condicionado será de concreto vassourado. A edificação terá fundações profundas. No nível de operação.7.13. Ruas e calçadas de concreto. As mesas das turbinas serão em concreto moldado in loco. no exterior da edificação. A estrutura será de concreto armado. As lajes serão pré-moldadas com capa de solidarização concretada no local. conectado à caixa de separação de óleo. Os pilares externos serão pintados. .1. Áreas com grama esmeralda O hall das turbinas deverá ter uma ponte rolante.10-3000-L-0600 129 − − − − − − − − − − Caixas separadoras de água e óleo (Para transformadores) e rede de pluviais contaminadas. tipo Selmec. independentes da estrutura e do piso do edifício. As canaletas do piso térreo serão de concreto desempenado com endurecedor de superfície. deverá resistir às cargas indicadas no projeto. As bases dos equipamentos serão de concreto armado. As estruturas de concreto terão acabamento exposto e serão pintadas com tinta acrílica.20530. O piso das salas para as unidades hidráulicas de lubrificação. Piso externo de concreto. Bases para ponte de tubulações metálica.1 e 8.6. Bases de concreto para o tanque de acumulação de vapor.

e . poderão ser em concreto. com bases de concreto. haverá uma plataforma metálica ou de concreto. 10. A superestrutura será em concreto moldado in loco. A caixa terá cobertura metálica (item 7.20530.11 Torres de Resfriamento Foi previsto a instalação de duas torres de resfriamento para o Projeto ELDORADO. Os pisos das áreas externas serão de concreto desempenado. devido a tráfego intenso. As torres de resfriamento são compostas por uma bacia de concreto armado e um poço de bombas. cujo bloco de fundação será solidário com o do TG1.3). guarda-corpo e escada de acesso. Para pisos e canaletas ver item 8. No interior das celas.4. assim como o poço de bombeamento e as bases dos módulos da torre. com fundações apropriadas. 10. com nível rebaixado.20.1 e 8.12 Sala dos Compressores e secadores de ar . localizado numa caixa de concreto armado.10-3000-L-0600 130 Na área externa haverá uma mesa de concreto moldado in loco para suporte do condensador da turbina de condensação. quando necessário.7. deverá ser aplicada pintura com na cor preta.3.1). para manutenção. às salas elétricas. O pipe rack situado na lateral do prédio. serão de concreto armado.7. As canaletas serão em concreto armado.15. O restante da área externa será coberto com grama esmeralda.10 Planta Química Área para abrigar químicos. sem revestimento. O suporte do bandejamento e do cabeamento elétrico também será metálico. aos trafos e a rua de serviço.13. na qual haverá também o tanque de flash. Para Tanques ver item 10. Junto à mesa. A mesa deverá ter uma mureta de contenção e drenos. após revestimento com hidrofugante. Os acessos ao hall das turbinas. A bacia será em concreto armado. 10. para lavagem.6. O tanque de vapor acumulado será apoiado em bases de concreto armado. Haverão canaletas de concreto desempenado para as tubulações de condensado até o tanque de condensado. será metálico. Caso as paredes sejam em concreto armado o acabamento deverá ser conforme item 8. platibanda metálica. As paredes externas das torres serão revestidas e pintadas em cor a ser definida futuramente (ver itens 7. Todas as tampas de canaleta deverão ser em FRP.

1 e 8. no primeiro piso uma sala de cabos e painéis e a sala de CCM no segundo piso.1. Para acabamentos ver tabela do Anexo IX. Alvenarias de acordo com itens 7. .1 Células dos transformadores Os transformadores das áreas de processo do projeto serão de fornecimento Frame Contract e serão do tipo seco.13.1).1 e 8. Para estimativa de dimensões dos equipamentos a serem instalados na sala elétrica do EPC. consultar documento 20530.13 Tratamento de água para Caldeira (ETAC) A ETAC é composta por uma área aberta. com algumas áreas confinadas e bases de equipamentos. 10.3. A sala elétrica deverá ser projetada para instalar todo o equipamento elétrico.14). No Precipitador Eletrostático o tipo de transformador deverá ser definido pelo EPCista. Para alvenarias ver itens 7.1 e 8.14. Serão do tipo com isolação a óleo os transformadores da Subestação Principal e dos Turbogeradores.20.7. 10.1. As paredes das células dos transformadores desse tipo deverão ter paredes resistentes a fogo com alvenaria de blocos ocos de concreto preenchidos com areia. As células dos transformadores serão fechadas com paredes de alvenaria. Para pisos e canaletas ver item 8. 10.14. A sala de cabos deverá ter sistema de ventilação (insuflamento / exaustão).7.2 Sala de Cabos A sala de cabos deverá ser provida de duas saídas. com os mesmos acabamentos que as salas elétricas (Ver item 10.7.13.10-3000-L-0300. argamassada e pintadas (ver itens 7.14 Salas Elétricas As salas elétricas possuem usualmente na sua concepção uma área no piso térreo destinadas às células de transformadores. As portas deverão ser estanques. O pé direito mínimo é de 2. Para Tanques ver item 10. incluindo também equipamentos não inclusos no escopo de fornecimento do EPC.15.10-3000-L-0600 131 Edificação em concreto e alvenaria de blocos de concreto estrutural.13. posicionadas em lados opostos.20530. Os transformadores do tipo com isolação óleo deverão ter bacia de contenção de óleo. de acordo com a NBR 13231. 10. ter trilhos e portão com tela metálica para manutenção dos transformadores.50m.

14. As paredes serão rebocadas. O forro será de alumínio. conforme padrão DC7-314 e DC7-315 (Anexo V) respectivamente. Prever área de jardim interno com área mínima de 5m2.3 Salas de CCM A sala de CCM deverá ser provida e duas saídas. Acabamentos: − − − − 10. do tipo colméia.16 Sanitários O piso será paginado em granito de 2 cm de espessura.7. 10. O acesso a sala de controle deverá ser feito por antecâmara com duas portas estanques conforme padrão DC7-314 (Anexo V).1).10-3000-L-0600 132 Todas as aberturas para passagem de cabos. 10. eletrodutos deverão ser fechadas de acordo com o item 8.13. Junto das paredes haverá uma faixa de 20 cm de granito preto. uma de emergência e outra para acesso. eletrodutos deverão ser fechadas de acordo com item 8. As janelas da sala devem garantir uma redução de no mínimo 30dB (A) no nível de ruído externo. Para acabamentos ver tabela do Anexo IX.15 Salas de Controle As salas de controle deverão ter piso elevado no caso de ser implantada em piso térreo.4 Sala de Painéis (Painéis de automação) Na sala de painéis serão instalados os painéis do sistemas (SDCD). Para acabamentos ver tabela do Anexo IX. A sala de cabos deverá ser provida de duas saídas.14. conforme padrão DC7-314 e DC7-315 (Anexo V) respectivamente.21. A sala de CCM deverá ter sistema de ar condicionado. As janelas deverão ser de vidro duplo com espaço de ar entre eles. cores claras (ver itens 7. Todas as aberturas para passagem de cabos. As portas deverão ser estanques e corta-fogo.21. As esquadrias deverão ser em alumínio com enchimento de lã de rocha co densidade de 30 Kg/m3. .20530. com acabamento em massa corrida e pintura látex acrílica. uma de emergência e outra para acesso. 10. A sala de painéis deverá ter sistema de ar condicionado. com luminárias embutidas. As portas deverão ser estanques e corta-fogo.1 e 8. o sistema elétrico (PLC) e outros sistemas de controle de interface. Para acabamentos ver tabela do Anexo IX.

do pipe rack metálico. Haverá níveis intermediários para coleta de amostras e para manutenção em estrutura metálica. Além da pintura. cor clara. inclusive canaletas.18 Chaminé Construção em concreto armado realizada com forma deslizante para abrigar as chaminés da caldeira de recuperação. Bases para ponte de tubulações metálica. divisórias.7. lavatórios. Piso de concreto. assim como a sala elétrica são comuns a ambas as caldeiras. O nível térreo comporta as bases de apóio da estrutura metálica da caldeira. O forro será em fibra mineral. A caixa principal de escadas e elevador.10-3000-L-0600 133 Todos as instalações hidro-sanitárias deverão ser previstas e completamente fornecidas. incluindo todos os metais e louças sanitárias. bases de equipamentos. 10. Metais e louças serão Deca ou equivalente. cor clara e combinando com a cor dos azulejos. O corpo da área externa da Chaminé será pintado com duas demãos de látex acrílico fosco cor a ser definida posteriormente. Bases para tanques. 10. . restaurante e áreas administrativas serão de granito de 2 cm. cor clara. Em escritórios. e equipamentos. PEI-4. dos dutos de exaustão. Paredes em alvenaria conforme itens (7. somente na sua parte superior. Os azulejos serão Portobelo ou equivalente PEI-3.) O piso será em placas cerâmicas Portobelo ou equivalente.1 e 8. com luminárias embutidas. espelho etc. da caldeira de biomassa e do forno de cal.1) 10. descargas. Bases para passarelas e escadas.19 Área da Caldeira de Biomassa Deverão ser adotadas as mesmas características Caldeira de Recuperação. mureta de contenção e rampas de acesso. As divisórias serão de “granilite” nas áreas da fábrica. salas de controle. portas e acessórios (toalheiro. 40x40cm.17 Escritórios (Dentro das ilhas dos EPCistas) O nível de iluminação e a ventilação deverão seguir as normas brasileiras.20530. do precipitador eletrostático e canaletas. saboneteira. haverá faixas circundando a torre. − − − − − − Bases para o edifício da caldeira em estrutura metálica. O piso será em placas cerâmicas Portobelo ou equivalente. vasos. A laje superior será impermeabilizada. assim como as escadas internas. PEI-4.13. Ponte de Tubulação metálica. 40x40cm. 20x20cm.

10-3000-L-0600 134 − − Instalações de drenagem pluvial.20530. exceto o digestor. Haverá três faixas em alturas diferentes na parte superior e uma na parte inferior que identificará o conteúdo.20 Tanques Todos os tanques. inclusive os de aço inox. serão pintados. . Bases dos apoios do duto de exaustão dos gases da caldeira Para Tanques ver item 10. 10.20.

20530.10-3000-L-0600 ANEXO I ANEXO I DESENHOS PADRÃO – SISTEMAS SUBRTERRÂNEOS (DC2) (somente eletrônico) .

10-3000-L-0600 ANEXO II ANEXO II DESENHOS PADRÃO – ESTRUTURAS DE CONCRETO (DC3) .20530.

20530.10-3000-L-0600 ANEXO III ANEXO III DESENHOS PADRÃO – PAVIMENTAÇÃO (DC4) .

20530.10-3000-L-0600 ANEXO IV ANEXO IV DESENHOS PADRÃO – ESTRUTURAS METÁLICAS (DC5) .

20530.10-3000-L-0600 ANEXO V ANEXO V DESENHOS PADRÃO – ARQUITETURA (DC7) .

20530.10-3000-L-0600 ANEXO VI ANEXO VI DESENHOS PADRÃO – INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS (DC8) .

10-3000-L-0600 ANEXO VII ANEXO VII DESENHOS PADRÃO – MECÂNICA (DM2) .20530.

20530.10-3000-L-0600 ANEXO VIII ANEXO VIII TABELA – PAVIMENTOS DAS ILHAS DE PROCESSO .

10-3000-L-0600 ANEXO IX ANEXO IX TABELA – ACABAMENTOS .20530.SALAS ELÉTRICAS .

20530.10-3000-L-0600 ANEXO X ANEXO X TABELA –REFERÊNCIA PARA TIPOS DE PAVIMENTOS NAS ILHAS DE PROCESSO .

ELEVAÇÕES .20530.10-3000-L-0600 ANEXO XI ANEXO XI GABARITO .

20530.10-3000-L-0600 ANEXO XII

ANEXO XII ÍNDICE DO DOCUMENTO

20530.10-3000-L-0600 ANEXO XII 1

ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO...............................................................................................................................3 2 OBJETIVO......................................................................................................................................5 3 DEFINIÇÕES..................................................................................................................................5 4 CONDIÇÕES AMBIENTAIS........................................................................................................5 5 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA............................................................................................5 5.1 Documentos de Referência, Códigos, Normas e Especificações...................................................6 37 6 CRITÉRIOS DE PROJETO........................................................................................................40 6.1 Condições Locais.........................................................................................................................40 6.2 Critério de Durabilidade...............................................................................................................40 6.2.1 Vida útil das estruturas..............................................................................................................40 6.2.2 Controle da Corrosão.................................................................................................................40 6.2.3 Acabamento e pintura das estruturas metálicas.........................................................................40 6.3 Cargas de Projeto..........................................................................................................................40 6.3.1 Cargas Gerais............................................................................................................................40 6.4 Terraplenagem .............................................................................................................................43 6.5 Sistemas Subterrâneos..................................................................................................................43 6.6 Ruas e Pavimentos........................................................................................................................44 6.6.1 Pavimento das ilhas de processo...............................................................................................44 6.7 Investigações Geotécnicas............................................................................................................44 6.8 Estruturas de Concreto.................................................................................................................44 6.8.1 Projeto de estruturas de contenção de líquidos.........................................................................45 6.8.2 Projeto de Concreto Massa........................................................................................................47 6.9 Documentos de Projeto................................................................................................................49 7 ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS.........................................................................................50 7.1 Concreto.......................................................................................................................................50 7.1.1 Agregados..................................................................................................................................50 7.1.2 Cimento.....................................................................................................................................50 7.1.3 Adições Ativas..........................................................................................................................51 7.1.4 Aditivos.....................................................................................................................................51 7.1.5 Água de Amassamento e Cura..................................................................................................51 7.1.6 Grau de Resistência dos Concretos ..........................................................................................54 7.2 Revestimento anti -corrosivo para Concreto ...............................................................................58 7.3 Argamassas e Grautes..................................................................................................................58 7.3.1 Argamassa de cimento e areia...................................................................................................58 7.3.2 Argamassa/ Graute cimentício sem retração.............................................................................59 7.3.3 Argamassa / graute a base de resinas (Argamassa de ancoragem)............................................60 7.4 Estruturas Metálicas.....................................................................................................................61 7.4.1 Tipos de Aço.............................................................................................................................61 7.5 Plástico Reforçado com Fibra (FRP ou PRFV)............................................................................62 7.6 Coberturas....................................................................................................................................62 7.6.1 Telhado metálico com telha zipada e isolamento térmico........................................................62 7.6.2 Telhado metálico zipado simples..............................................................................................62 7.6.3 Telhado metálico simples..........................................................................................................63 7.6.4 Cobertura em Telhas Translúcidas............................................................................................63 7.7 Fechamentos Laterais...................................................................................................................63 7.7.1 Alvenaria...................................................................................................................................63 7.7.2 Fechamento em Telhas..............................................................................................................64

20530.10-3000-L-0600 ANEXO XII 2

8 ESPECIFICAÇÕES CONSTRUTIVAS.....................................................................................65 8.1 Atendimento às Normas...............................................................................................................65 8.2 Segurança.....................................................................................................................................65 8.3 Levantamento Topográfico..........................................................................................................65 8.4 Terraplenagem..............................................................................................................................65 8.5 Fundações.....................................................................................................................................66 8.5.1 Fundações Profundas.................................................................................................................66 8.5.2 Blocos para cabeça de estacas / Bases de equipamentos / Fundações Diretas..........................69 8.5.3 Ensaios.......................................................................................................................................69 8.6 Concreto.......................................................................................................................................69 8.6.1 Plano de Concretagem...............................................................................................................69 8.6.2 Preparação para lançamento.....................................................................................................70 8.6.3 Lançamento...............................................................................................................................70 8.6.4 Adensamento.............................................................................................................................71 8.6.5 Acabamento superficial.............................................................................................................72 8.6.6 Cura ..........................................................................................................................................72 8.6.7 Fissuração..................................................................................................................................76 8.6.8 Armaduras.................................................................................................................................76 8.6.9 Formas.......................................................................................................................................79 8.7 Estruturas de Concreto ................................................................................................................80 8.7.1 Estruturas Moldadas in loco .....................................................................................................80 8.7.2 Estruturas de concreto Pré Moldado.........................................................................................80 8.7.3 Tipos de Concreto para Construção .........................................................................................81 8.7.4 Acabamento do Concreto..........................................................................................................85 8.8 Concreto Massa............................................................................................................................85 8.9 Tolerâncias Dimensionais............................................................................................................88 8.10 Aberturas ...................................................................................................................................90 8.11 Execução de Revestimento Anti Corrosivo para o Concreto.....................................................90 8.11.1 Plástico reforçado com fibra de Vidro (resina ester vinílica DERAKANE MOMENTUM 411-350) 90 8.11.2 Composto Polimérico ARC®..................................................................................................91 8.11.3 Revestimento CEILCOTE reforçado com fibra de Vidro.......................................................92 8.12 Estruturas Metálicas...................................................................................................................94 8.12.1 Insertos Metálicos....................................................................................................................94 8.12.2 Chumbadores...........................................................................................................................94 8.13 Execução de Fechamentos Laterais............................................................................................95 8.13.1 Alvenaria.................................................................................................................................95 8.13.2 Fechamento lateral em peças de Concreto Pré-moldado.........................................................95 8.14 Trabalhos Preliminares e Instalações Provisórias......................................................................95 8.15 Pisos............................................................................................................................................95 8.15.1 Pisos de Concreto armado de alta resistência..........................................................................95 8.15.2 Acabamento dos Pisos.............................................................................................................96 8.15.3 Pisos e Canaletas de Processo.................................................................................................97 8.15.4 Piso Elevado............................................................................................................................98 8.16 Lajes de Processo.......................................................................................................................98 8.17 Tampas das Canaletas................................................................................................................99 8.18 Áreas de contenção.....................................................................................................................99 8.19 Áreas de Tancagem ...................................................................................................................99 8.20 Impermeabilização ....................................................................................................................99 8.21 Esquadrias................................................................................................................................100 8.21.1 Porta Corta Fogo...................................................................................................................100

........122 10......2 Sala de Cabos.....2 Precipitador Eletrostático e Sala Elétrica.....103 8...................................................................................................................103 8......................131 10...........................................................................22...........................................................................................................................................................................................................3 Gases de exaustão da Caldeira de Recuperação..........112 9.........................2..............................................................................................................................1 Células dos transformadores...................127 10...................................124 10.....................................................................................................112 9.....................................6...............102 8.....25 Sistema de Proteção contra descargas atmosféricas e Aterramento.131 10......................................2 Cimento.....7 Concreto Fresco................................................6 Depósito de Celulose..124 10.........................................................................102 8............................................21..............................................2.9 Controle tecnológico do Piso.............................131 10.........................................................131 ....................................................................................................................12 Sala dos Compressores e secadores de ar ......................4..............................................................................................101 8..........3 Aditivos ......................128 10........................................................................125 10.......130 10.........................................................................................................................2.......2.......................................5 Evaporação........................................5 Enfardamento .............................................................................................................109 9............................................................2...2 Porta Estanque ..23 Guarda-Corpo ....105 9...........................................................3 Porta Metálica com Visor...................................127 10......116 9.......2 Concreto ...........28 Ruas e Acessos .......113 9.....................................................................103 8.........................................10 Planta Química ...........6...........................9 Prédio do Turbogerador.......................................................................113 9.......................................................22 Escadas ............................11 Torres de Resfriamento.................................................................................112 9..................................................................6 Formas......................................................29 Áreas Externas...........21.......................................4......................................1 Pátio de Madeira..................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................27 Sistemas de Ventilação e Ar-Condicionado..................................................................................119 10.........................101 8..............................3 Secagem – area úmida..........................................................................................................................13 Tratamento de água para Caldeira (ETAC)..........................................................................126 10..............104 9 CONTROLE DE QUALIDADE TÉCNICA..105 9..........................2..................................................104 9...............................................................123 10...............5 Armaduras.........10-3000-L-0600 ANEXO XII 3 8...................................................................................24 Pass-thru para instalações elétricas.130 10...104 9...................................4....125 10.................................14................................103 8.8 Concreto Endurecido....1 Agregados .6....................126 10................102 8.........................................................................................4 Secagem – área seca............................................................20530........................................7 Caustificação...2 Cozimento e Massa Marrom...........................................4 Adensamento.14 Salas Elétricas..................................................................................................................................................104 8............121 10..........................................................................119 10 DESCRIÇÃO DAS PRINCIPAIS CONSTRUÇÕES ...........................................................................1 Movimento de Terra nas áreas de EPC ...........................................................................130 10.......127 10...................................................21............4 Secagem de Polpa......................................................................2 Depuração de Polpa Branqueada.............................................................................................4..........1 Prédio da Caldeira de Recuperação..................................................................................................................4..1 Dimensões das escadas.........2...............................8 Forno de Cal...............................................26 Sistema de Combate a incêndio..................14...............4..124 10.......123 10..............3 Linha de Fibras (Branqueamento).5 Porta a Prova de Explosão...........................................6 Caldeira de Recuperação.................................................................................102 8............................................................................2......................................................................................................121 10.......................123 10.............................................................................103 8......................................................................4 Porta para Movimentação de painéis e Manutenção..........................2......119 10............21............................................................................1 Tancagem.............................................................

.....20530................134 ............................................................................................................132 10.......................................................................................................16 Sanitários........................17 Escritórios (Dentro das ilhas dos EPCistas)................................133 10.....................4 Sala de Painéis (Painéis de automação) .132 10.........................................................................................................................14.....20 Tanques......18 Chaminé.............................................................132 10...............................19 Área da Caldeira de Biomassa.....................................15 Salas de Controle............................................................10-3000-L-0600 ANEXO XII 4 10......133 10...........................................................................................................................................................................3 Salas de CCM ........133 10..............14............132 10......................................

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