Estatuto dos Funcionários Públicos do Município de Porto Alegre.

O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE: Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte Lei Complementar:

TÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º - Este Estatuto regula o regime jurídico entre o Município e os seus funcionários.
· A Constituição Federal de 1988 estabelece em seu art. 39 o Regime Jurídico Único e a PMPA já implantou o Regime Estatutário. Lei Complementar nº 233, de 05-10-90, dispõe sobre o Regime Jurídico dos Funcionários do Município de Porto Alegre. Regime Temporário está previsto no art. 37, inciso IX da Constituição Federal de 1988 e art. 17, inciso II da Lei Orgânica do Município, sendo adotada pelo Município através da Lei Municipal nº 7.770, de 18-01-96, que dispõe sobre a admissão de pessoal por tempo determinado, para atender necessidades temporárias de excepcional interesse público.

Art. 2º - Funcionário, para os efeitos deste Estatuto, é a pessoa legalmente investida em cargo público municipal. Art. 3º - Cargos públicos municipais são os criados por Lei, em número certo e com denominação própria, consistindo em conjuntos de atribuições cometidas a funcionários mediante retribuição pecuniária padronizada. Art. 4º - Os cargos públicos municipais são de provimento efetivo ou em comissão. Art. 5º - Classe é o agrupamento de cargos da mesma profissão ou atividade e do mesmo nível de dificuldade. Art. 6º - Quadro é o conjunto de cargos e funções gratificadas. Art. 8º - São requisitos para ingresso no serviço público municipal: I - ser brasileiro; II - ter dezoito anos de idade; III - estar quite com as obrigações militares e eleitorais; IV - ter boa conduta; V - gozar de boa saúde física e mental; VI - ter atendido as condições prescritas para o cargo. Art. 9º - Precederá o ingresso no serviço público municipal, a inspeção de saúde, realizada por órgão competente do Município, à exceção dos cargos em comissão que terão trinta (30) dias para realizála. Parágrafo único - A inspeção de saúde para ingresso é valida por noventa dias, podendo ser repetida durante este período, no caso de candidato julgado temporariamente incapaz.
· Redação do ³caput´ do art. 9º, dada pela Lei Complem entar nº 148, de 30-12-86.

Art. 10 - Além da inspeção de saúde será realizado exame psicológico para ingresso, que terá caráter informativo. Parágrafo único - De acordo com a natureza das respectivas atribuições, serão indicados em lei os cargos para os quais será realizado exame psicológico para ingresso, em caráter seletivo.

TÍTULO II DO PROVIMENTO, EXERCÍCIO E VACÂNCIA

CAPÍTULO I Do provimento
Art. 11 - O provimento dos cargos efetivos dar-se-á por: I - nomeação; II - promoção, transferência e readaptação, como formas de movimentação interna de detentor de cargo efetivo; III - reintegração, reversão e aproveitamento, como formas de retorno ao exercício de cargo. Parágrafo único - Para o provimento por nomeação, além dos requisitos enumerados no artigo 8º, deve o candidato ter obtido habilitação em concurso público, cujo prazo de validade não haja expirado.
· Redação do inciso II, do art. 11, dada pela Lei Complementar nº 173, de 08-01-88.

CAPÍTULO III Da nomeação
Art. 20 - Nomeação é o ato de investidura em cargo de provimento efetivo ou em comissão, de acordo com a forma indicada em lei. Parágrafo único - Do ato de nomeação em caráter efetivo, constará a expressão "para cumprir estágio probatório", exceto quando se tratar de funcionário estável do Município. Art. 21 - A nomeação em caráter efetivo obedecerá à ordem de classificação dos candidatos.

CAPÍTULO IV Da posse
Art. 22 - Posse é a aceitação expressa do cargo pelo nomeado. Art. 23 - São competentes para dar posse: I - o Prefeito, aos titulares de postos de sua imediata confiança; II - o órgão de recursos humanos, nos demais casos. Art. 24 - A posse processar-se-á mediante assinatura de termo, podendo ser tomada por procuração. Art. 25 - A autoridade a quem couber dar posse verificará previamente, sob pena de responsabilidade, se foram satisfeitos os pressupostos legais para o provimento.
· O artigo está em consonância com o § 2º, do art. 37 da Constituição Federal de 1988.

Art. 26 - A posse dar-se-á no prazo de até quinze dias contados da data da publicação do ato de nomeação no órgão de divulgação oficial. § 1º - O prazo para a posse poderá ser prorrogado: a) a pedido, por igual período; b) "ex-officio", quando ocorrer impossibilidade dos órgãos competentes em executar os exames biométricos e psicotécnicos no prazo previsto. § 2º - Se a posse não se der dentro do prazo, a nomeação será tornada sem efeito.
· Redação do art. 26 dada pela Lei Complementar nº 173, de 08-01-88, que alterou o ³caput´, acrescentou § 1º e renumerou o parágrafo único para § 2º.

CAPÍTULO V Da lotação
Art. 27 - Lotação, observados os limites numéricos fixados, é a distribuição dos funcionários nas Repartições em que devam ter exercício. § 1º - A indicação da repartição atenderá, sempre que possível, à relação entre as características demonstradas pelo funcionário, as atribuições do cargo e as atividades do órgão. § 2º - Tanto a lotação como a relotação poderão ser feitas, a pedido ou "ex-officio", no interesse da Administração.

pelo valor nominal.depósito em moeda corrente. deva prestar caução como garantia. § 2º . IV . § 2º . § 3º .Exercício é o desempenho das atribuições do cargo pelo funcionário nele provido. será compreendida no próprio ato.O funcionário poderá ser posto à disposição de outra entidade governamental ou da Administração Indireta do Município. II .A promoção. dada pela Lei Complementar nº 173. da autorização o objeto do afastamento.Nos casos de reintegração. CAPÍTULO VI Do exercício Art. Decreto nº 9. que os registrará. Art. nos seguintes casos: I . 28 . expressamente. emitidas por instituição legalmente autorizada. de 16-02-87. 31 . do Estado ou do Município.O funcionário que. reversão e aproveitamento.O exercício terá início no prazo de até cinco dias contados da data da posse.797. § 4º . mediante convênio.Também será admitida a cedência de professores municipais a entidades educacionais particulares que.Dependem da autorização do Prefeito. na forma que a Lei dispuser. de 08-01-88. § 2º . por prescrição legal ou regulamentar.apólices de seguro de fidelidade funcional.Deverá constar. no caso de nomeação em cargo em comissão ou designação para função gratificada.colocação à disposição. se é com ou sem ônus para o Município.O responsável por alcance ou desvio de material não ficará isento da ação administrativa e criminal que couber. as contribuições referentes ao prêmio serão descontadas do funcionário segurado. a transferência e a readaptação não interrompem o exercício. institui a Banca de Remanejamento e Lotação de Pessoal.convocação para integrar representação desportiva de caráter regional. de 31-08-90.884. o prazo referido neste artigo será contado da data da publicação do ato. 29.O início do exercício e as alterações que nele ocorram serão comunicados ao órgão de recursos humanos. não poderá entrar em exercício sem a prévia satisfação dessa exigência. · Redação do § 2º. coloquem à disposição do Município vagas em seus estabelecimentos. Art. desde que com ônus para o Município. § 1º .A efetividade do funcionário será comunicada mensalmente e por escrito. § 3º . quando for o caso.§ 3º .garantia hipotecária. ainda que o valor da caução seja superior ao montante do prejuízo causado.exercício em repartições diferentes daquelas em que estiverem lotados. assegurando-se .estudo ou missão científica. de 15-10-87. alterado pelo Decreto nº 9.A lotação. quando o pedido tiver fundamentação e houver pareceres favoráveis dos órgãos respectivos. Art. Art.Se o empossado não entrar em exercício dentro do prazo.009. IV . III . poderá ser admitida cedência de funcionários estáveis às Sociedades de Economia Mista do Município. Parágrafo único . § 1º . II . · Decreto nº 8. os afastamentos de funcionários.No caso de seguro.Não poderá ser autorizado o levantamento da caução antes de tomadas as contas do funcionário. III . V . § 1º . § 3º . será tornado sem efeito o ato de nomeação.estudo ou missão especial no interesse do Município. em folha de pagamento. do art.títulos de dívida pública da União. dispõe sobre a lotação de funcionários efetivos na Administração Centralizada do Município.Quando houver interesse do Município.A caução poderá ser feita por uma das modalidades seguintes: I . 29 . 30 . 32 . § 4º . cultural ou artística. o prazo de sua duração e.

c) suplementar ou complementar.O disposto neste artigo não se aplica nas seguintes hipóteses: a) ocorrência de reciprocidade de cedência de professor com outra entidade pública. 9. pela Lei Complementar nº 191. regula o afastamento de funcionário para estudo. altera delegação de competência dos titulares de Repartições da Administração Centralizada.serviço noturno. acrescentado o § 3º. acrescentando o art.Vetado.99.serviço extraordinário. 32.No caso de condenação. acrescenta parágrafo único ao art. Decreto nº 12. de 19.O horário normal de trabalho de cada cargo ou função é o estabelecido na legislação específica.07. assim o exijam condições especiais ao desempenho das atribuições do cargo. b) para prestação de serviços à Justiça Eleitoral.421. 3º.415. b) de dedicação exclusiva.762.447/92 e 10. os . § 1º . 34 .O Prefeito determinará. Decreto nº 9. Parágrafo único . 37 . de 1º-07-97 revogou os Decretos nºs 9. · Redação do art. transformou o parágrafo único em 1º e inclui o § 2º.762. pela Lei Complem entar nº 280. de 25.99 incluiu art.058. Decreto nº 12. § 1º .450/89.Absolvido.Vetado.058/87. § 2º . sendo alterado sucessivamente pelos Decretos 9. dispõe sobre a movimentação de pessoal entre Administração Direta e Indireta do Município e órgãos e entidades da Administração Direta e Indireta da União. sendo-lhe ressarcidas as diferenças pecuniárias a que fizer jus. 7º A ao Decreto nº 11. de 09-12-87. quando não discriminado em lei ou regulamento.659. III . o horário de trabalho das repartições. de 27-12-88 e acrescentado o § 4º. 9. Decreto nº 9. 9. Decreto nº 11. terá considerado este tempo como de efetivo exercício. com ônus para o Município. será considerado afastado do exercício do cargo .O funcionário poderá ser convocado para prestar: I .922/91.058. 33 . Art.Somente poderão ser convocados para regime de dedicação exclusiva. Art. 7º do Decreto nº 11.450. 9. § 2º .O funcionário.97. nos termos da lei. alterando a alínea ³f´ pela ³e´ do inciso XIII. continuará afastado até o cumprimento total da pena .891/90. 35 . podendo ser: a) de tempo integral.447/92 e 10. dos Estados. quando além do tempo integral. Art. no art. II .Nenhum funcionário poderá permanecer afastado do serviço público municipal por mais de 4 (quatro) na os. do Distrito Federal e do Município.762/97 Decreto nº 12.726/90.regime especial de trabalho.433/89.430.725/90. delega competência ao Secretário Municipal de Educação. de . se integrante do magistério municipal em atividades vinculadas ao sistema de ensino. nos termos do art. do mesmo Decreto. de 01. Decreto nº 9.07. de 09-10-92. 33 dada pela Lei Complementar nº 173. incisos II e III da Lei Complementar nº 133/85. preso para perquirição de sua responsabilidade em crime comum ou funcional.desta forma a contagem de tempo de serviço público. 10. incluiu inciso VI ao art. 36 . do art.762/97. CAPÍTULO VII Do regime de trabalho Art. c) para o exercício de postos de confiança na forma do inciso VII do artigo 76. quando o sujeitar a maior número de horas semanais do que o estabelecido por lei para seu cargo.746/93. de 08-01-88 que alterou o ³caput´. 5º do Decreto nº 9. 10. de 09-06-89. 32. e revogando a alínea ³e´. de 10-01-96. · Alterada a redação do § 2º. Art. de 06-03-90.01. Decreto nº 11.2000.O funcionário não poderá se ausentar novamente senão após decorrido prazo igual ao do afastamento.891/90. de 09-12-87 e revoga Decreto nº 9. contado da data do regresso.746/93. d) para o desempenho de mandato eletivo nos termos do inciso VIII do artigo 76. e se esta não for de natureza que determine a demissão. 9. 9.1º do Decreto nº 11.663.922/91.

titulares de cargos para cujo provimento seja exigida formação universitária ou habilitação legal equivalente.562. 39 da Constituição Federal de 1988 que estende aos servidores públicos o estabelecido em seu art. do artigo 39 da Constituição Federal estende aos servidores públicos o estabelecido em seu artigo 7º.Vetado. quando não compensado por folga. Relativamente ao serviço noturno. observado o procedimento previsto no art. Art. 40 . poderá ser realizado sob a forma de plantões para assegurar o funcionamento do complexo hospitalar mantido pelo Município e a vigilância do patrimônio Municipal . 7º.dada pela Lei Complementar nº 147. no inciso XI do artigo 31 da L.Considerar-se-á ainda extraordinário o trabalho realizado em horas ou dias em que não houver expediente.Considera-se serviço noturno o realizado entre as vinte e duas horas de um dia e as cinco horas do dia seguinte. Art. feriados e dias de pontos facultativos. 31. do art. do Tribunal de Justiça. das Autarquias e Câmara Municipal estabelecem condições para o serviço noturno. igualmente. 31. Parágrafo único . datado de 26-11-90. Foi declarada a inconstitucionalidade do art. caracterizada pela excepcionalidade e emergência. · Lei Complementar nº 341.A hora de trabalho noturno será computada como de cinqüenta e dois minutos e trinta segundos. Art. do art. Art.O serviço extraordinário. previsto. inciso xiv da LOM e o § 2º. Decreto nº 11. · Redação do parágrafo único. relativamente ao percentual pago por serviço extraordinário prestado em sábados.O limite de que trata este artigo não se aplica na hipótese de necessidade de prestação de serviço. 38 . inciso XV. Parágrafo único .O plantão extraordinário visa a substituição do plantonista titular legalmente afastado ou em falta ao serviço. 40 . dispõe sobre o trabalho em regime de plantão de 12 horas consecutivas de serviço por 36 horas consecutivas de descanso. pelo acórdão nº 59004503190. de 16-12-86. além das normais estabelecidas por semana para o respectivo cargo. domingos. dispõe sobre a regulamentação do artigo 4º da Lei Complementar nº 341.Estágio probatório é o período de dois anos de exercício do funcionário nomeado em . 40.M. de 17-0195. Os planos de carreiras do poder Executivo e do Legislativo estabelecem as formas de remunerar o serviço extraordinário em consonância com o art. 42 . · Os respectivos Planos de Carreiras da Administração Centralizada. 39 . o § 2º. excepcionalmente. de 20-08-96 . consideram-se extraordinárias as horas de trabalho realizadas pelo funcionário. acrescentado pela Lei Complem entar nº 147. inciso XIII. para atividade de natureza essencial. CAPÍTULO VIII Do estágio probatório Art. facultada a opção do servidor no limite do art. republicado em 13-11-96. 41 . da Lei Orgânica do Município. sendo que os respectivos Planos de Carreira da Administração Centralizada. 118. · Parágrafo único do art. 38 . de 16-12-86.Para efeitos desta lei. Parágrafo único . de 17-01-95. das Autarquias e da Câmara Municipal estabelecem condições para o serviço noturno.O.O serviço extraordinário de que tratam os artigos 38 e 39 não poderá exceder a vinte e cinco por cento do número de horas ou plantões mensais estabelecidos com base na carga horária do cargo. inciso IX. Parágrafo único .

Parágrafo único .Verificado.Os requisitos estabelecidos neste artigo poderão ser desdobrados na forma em que dispuser o regulamento. nos termos do art. para apresentar defesa. Decreto nº 13.idoneidade moral. Art. Art.O funcionário ocupante de cargo de provimento efetivo adquire estabilidade após dois anos de exercício. o órgão encarregado da aferição do estágio probatório providenciará no esclarecimento das alegações levantadas.943. será processada a exoneração do funcionário. assessoramento . Decreto nº 12. 15 e revogou o art. 5º. Art. dispõe sobre o Estágio Probatório. ser-lhe-á aberta vistas do processo pelo prazo de cinco dias úteis. 12. 45 . de 06. § 1º . revogando todos os Decretos anteriores. em qualquer fase do estágio.A aferição periódica dos requisitos do estágio probatório processar-se-á no período máximo de até vinte meses. III . sob a orientação e controle do órgão de recursos humanos.eficiência. 11. 68 . ou de sentença judicial condenatória passada em julgado. nos termos do regulamento.dedicação ao serviço.O funcionário deverá cumprir estágio probatório no exercício do cargo para o qual foi nomeado em caráter efetivo. seu resultado totalmente insatisfatório. todos do Decreto nº 8.744/86.3º.Instruído. § 3º . com alterações introduzidas pelo Decreto nº 8.For provido.023. · Relativamente ao § 2º deste artigo.Apresentada defesa. inciso LV da Constituição Federal de 1988. 1º. 2º. II . é assegurado aos litigantes em processo administrativo o contraditório e ampla defesa com os recursos e meios à ela inerentes.12. o estágio probatório é dispensável para funcionários com mais de dois anos de efetivo exercício ininterrupto no serviço público Municipal. 44 . Parágrafo único .disciplina. 9º. 43 . salvo quando.2000.837. em que se lhe tenha assegurado ampla defesa. 13. IV . CAPÍTULO IX Da estabilidade Art. de 27-05-86. servindo o período restante para aferição final. em virtude de concurso público. § 4º . antes de completá-lo: Parágrafo único . de 26-06-87.07. em outro cargo no qual terá continuidade o estágio. durante o qual é apurada a conveniência de sua confirmação no serviço público municipal. § 2º . 47 . 46 . o processo será encaminhado ao órgão colegiado de pessoal para apreciação.Sempre que se concluir pela exoneração do estagiário. sempre que julgado necessário.Função gratificada é a instituída por lei para atender a encargos de chefia.2000. alterou os arts. · Na PMPA. mediante verificação dos seguintes requisitos: I .caráter efetivo. Decreto nº 8.A estabilidade diz respeito ao serviço público e não ao cargo.O funcionário estável não poderá ser demitido senão em virtude de inquérito administrativo. de 06.O estagiário será submetido a treinamento e acompanhamento. CAPÍTULO XVI Da função gratificada Art. regulamenta o instituto do Estágio Probatório.744. pois o funcionário é considerado estável após este prazo. Art.

exoneração. III . dada pela Lei Complementar nº 145. · Redação do art. nos termos do parágrafo anterior. nos termos do art.As funções gratificadas atribuídas aos funcionários de outra esfera governamental. IV . CAPÍTULO XVIII Da vacância Art. Art.Excepcionalmente. de 05-01-98. · Relativamente a alínea ³b´ deste artigo. VI . não serão incorporáveis aos vencimentos ou proventos.Dar-se-á a exoneração: I . 70 . § 3º .readaptação. desde que esteja previsto no plano de carreiras. § 1º . observados os requisitos para o exercício. inciso LV da Constituição Federal de 1988. sendo privativa de funcionário detentor de cargo de provimento efetivo.A vacância da função gratificada dar-se-á por dispensa.demissão.A abertura de vaga ocorrerá na data da publicação da lei que criar o cargo ou do ato que formalizar qualquer das hipóteses previstas no art.Dar-se-á a substituição de titular de cargo em comissão ou de função gratificada durante o seu impedimento legal. b) não forem satisfeitas as condições de estágio probatório. é assegurado aos litigantes em processo administrativo o contraditório e a ampla defesa com recursos e meios a ela inerentes. 71 . · Conforme ADIN 231 e 245-RJ-STF. V . ou por destituição. 69.promoção.transferência. 5º. c) ocorrer posse em outro cargo. o posicionamento adotado pela PMPA."ex officio" quando: a) se tratar de cargo em comissão. Art. CAPÍTULO XVII Da substituição Art. 73 .Para efeitos deste artigo poderão ser considerados como de impedimento os trinta dias que se seguirem à vacância do cargo em comissão ou da função gratificada. § 2º .A substituição de que trata este artigo poderá ser automática na forma do regulamento. sendo este. de 08-12-86. a pedido ou "ex officio". ressalvados os casos de cargo em comissão e acumulação permitida em lei. 68. II . VII .aposentadoria. poderão ser atribuídas funções gratificadas da Secretaria Municipal de Saúde a funcionários públicos detentores de cargo de provimento efetivo.exclusão por falecimento. 70. § 2º . para viabilizar a implantação do Sistema Único de Saúde. § 1º .a pedido. II .e outros de confiança.A vacância do cargo decorrerá de: I .O substituto perceberá o vencimento ou a gratificação durante o período de afastamento do titular. Art. 72 . a promoção somente poderá ocorrer quando se der no seio de um a carreira e limitada a ela. de outra esfera governamental que estejam cedidos ao Município. dada pela Lei Complementar nº 407. · Redação do § 1º do art. . 69 .

do art.luto por falecimento de cônjuge. XII .prestação de provas em concurso público.casamento. XI . iniciativa do Poder Legislativo Municipal. estadual ou municipal.férias. IX . f) nos casos dos incisos I. estadual ou municipal.júri e outros serviços obrigatórios por lei.desempenho de mandato eletivo federal.Desempenho de mandato eletivo do Presidente. h) paternidade.2000. Secretário-Geral e Tesoureiro-Geral. regularmente matriculados. ao inciso XVI. d) por acidente em serviço. ou designação do Presidente da República. III . XVII . . VIII . V .convocação para o serviço militar obrigatório. quando o afastamento houver sido expressamente autorizado pelo Prefeito e sem prejuízo da retribuição.90.doação de sangue. para todos os efeitos legais. agressão não-provocada no exercício de suas atribuições ou doença profissional. XVIII ± Participação em reunião de avaliação do desempenho escolar dos filhos menores. X . XIII . XIV . de caráter nacional. 154. desde que devidamente atestado pela escola. acrescentou o inciso XVII. da Entidade Superior de Representação do conjunto da categoria dos municipários. VI . Parágrafo único . que tenha ingressado sob a forma de nomeação ou contratação. o anteriormente prestado ao Município pelo funcionário. de Governador de Estado. ascendentes.exercício de outro cargo no Município. A Lei Complementar nº 245.exercício de função ou cargo de governo ou administração por nomeação.assistência a filho excepcional. 76 . de 04-10-88. de Presidente dos Poderes Legislativo e Judiciário ou de Prefeito Municipal. mediante comprovação. na forma do art. 76. até oito dias. de provimento em comissão. g) para concorrer a mandato eletivo federal.Constitui tempo de serviço municipal. 94. 151. e III do art. de 07. Lei Complementar nº 448.Será considerado de efetivo exercício o afastamento em virtude de: I . de 11-01-91. XV . II .missão ou estudo noutros pontos do território nacional ou no estrangeiro.freqüência a aulas e realização de provas na forma do art. XVI . c) à funcionária adotante.TÍTULO III DOS DIREITOS E VANTAGENS CAPÍTULO I Do tempo de serviço Art. Redação do inciso VII. b) à funcionária gestante. sogros e irmãos. IV .convocação para representações desportivas. dada pela Lei Complem entar nº 243. ou funções correspondentes.licenças: a) prêmio. descendentes. i) ao funcionário adotante. acrescentou as alíneas ³h´ e ³i´. até oito dias. na forma do art. incluiu o inciso XVIII. e) para tratamento de saúde.06. e a Lei Complementar nº 183.exercício de presidência de entidade representativa de todas as classes de cargos que congregue no mínimo cinqüenta por cento de funcionários do Quadro de Cargos de Provimento Efetivo. II. VII . de 18-0191.

01. não acumuláveis e intransferíveis. estende aos servidores públicos o gozo de férias remuneradas. 84 .É facultado ao funcionário optar pela conversão. ou no caso do art. agressão não provocada no exercício de suas atribuições ou moléstia profissional. aos dependentes. inciso VIII.89 Art. na falta deste. 39. anualmente. § 1º . 81 . de 08-12-86.O funcionário que tiver gozado mais de trinta dias de licença para tratar de interesses particulares. dispõe sobre a aplicação dos artigos 81 e seguintes. Art. descontadas eventuais parcelas correspondentes à antecipação. será antecipado o valor correspondente a um mês de retribuição pecuniária. O art. em pecúnia.10. § 5º .Quando se tratar de funcionário estável. Art. 87 .Ao funcionário em estágio probatório o gozo de férias somente será concedido após cada doze meses de efetivo exercício. com pelo menos 1/3 a mais que o salário normal. quando no efetivo exercício de suas atribuições.O funcionário gozará. por exercício. § 4º . 84 da Lei Complementar nº 133/85. a antecipação de que trata este artigo. 3º pelo Decreto nº 8.O funcionário que.Somente depois do primeiro ano de exercício adquirirá o funcionário direito à férias. a retribuição relativa ao período. no valor da retribuição que lhe seria devida nos dias correspondentes. § 2º da Constituição Federal de 1988.Ao entrar em gozo de férias. por período superior a cento e oitenta dias. iguais e consecutivas.643. salvo por absoluta necessidade de serviço ou motivo justo. no mês de novembro. de 20-02-86. gozar licença nos casos do art. de um terço do período de férias a que tiver direit o. poderá ser descontada em parcelas mensais.O disposto neste artigo não se aplica nos casos de licença decorrente de acidente no serviço. consecutivos ou não. terá protelado.719. de 20-10-89.As férias dos integrantes do Magistério Público Municipal. Parágrafo único . Art. · Decreto nº 8. Art.544. · Decreto nº 9. de 20-02-86. 141. § 2º . ao funcionário que o desejar.544. na forma deste artigo.Se o funcionário vier a falecer quando já implementado o período de um ano que lhe assegura o direito à férias. até o máximo de dez. Art. alterado em seu art. dispõe sobre a aplicação do art. coincidirão com o período de férias escolares. de 11.CAPÍTULO II Das férias Art. 82 da lei Complementar nº 133/85. a vinte dias consecutivos de férias por semestre. somente após um ano da apresentação fará jus a férias. § 1º . § 6º . desde que não prejudiquem o serviço. incisos I e II. trinta dias de férias.A escala de férias será organizada anualmente. será paga ao cônjuge sobrevivente ou. 141.É facultado o gozo de férias em dois períodos de quinze dias. 86 . em um exercício. § 3º . podendo ser alterada de acordo com a conveniência do serviço ou do funcionário.O funcionário que opere direta e continuamente com Raios X e substâncias radioativas. Decreto nº 12. próximo às fontes de irradiação.É proibida a acumulação de férias. por igual período. revogando as disposições em contrário. 85 . revogando expressamente o Decreto nº 9.826. de 20. dispõe sobre a aplicação do art. dispõe sobre a aplicação dos artigos deste capítulo. 83 . · Decreto nº 8. . até o máximo de dois períodos consecutivos. § 2º .2000. 82 .É proibido levar à conta de férias qualquer falta ao serviço. terá direito.719. § 3º .Caso o funcionário não tenha liquidado o valor da antecipação anterior será abatido o saldo devedor anterior. o direito ao gozo de férias no ano seguinte.

em número de horas de até um terço do regime semanal de trabalho prestado pelo funcionário. nos seguintes casos: I .para tratamento de saúde: II . III .É assegurado o afastamento do funcionário efetivo. · Decreto 12. 91 . exclui o direito do funcionário à vantagem prevista no inciso III. deste artigo. a freqüência mínima obrigatória exigida para cada disciplina e respectivo horário semanal. V .por motivo de doença em pessoa da família. 1º e 2º graus.para prestação de serviço militar obrigatório. . III .durante os dias de provas em exames supletivos e de habilitação a curso superior.Ao funcionário estudante que for indicado pelo estabelecimento de ensino em que estiver cursando. deverá comprovar perante à chefia imediata: I . § 1º . 141 .mensalmente. sob pena de ser considerado faltoso ao serviço. IV . para participar de viagem oficial de estudo e intercâmbio cultural ou competições esportivas. Art.415. de 19. III . do ³caput´ dada pela Lei Complem entar nº 424. em curso: a) técnico ou superior.para repouso à gestante e à puérpera.99. de 18-09-98. de curso equivalente em horário diverso do de trabalho.as datas em que se realizarão as diversas provas e seu comparecimento.para concorrer a cargo público eletivo e exercê-lo.07. · Redação do inciso III.para assistir aulas obrigatórias. delegou competência aos titulares de repartição para autorizar afastamento de funcionário no caso do inciso III deste artigo. CAPÍTULO VIII Das licenças SEÇÃO I Disposições Gerais Art. no Município de Porto Alegre. II .O funcionário. CAPÍTULO III Das vantagens ao funcionário estudante Art. b) de especialização ou de pós-graduação. tiver mais de trinta dias de falta ao serviço.A existência. para os estudantes de ensino superior. § 3º .Art.durante os dias de provas finais do ano ou semestre letivo. sem prejuízo de sua retribuição pecuniária. 92 . Art.O funcionário terá direito a licença: I .previamente. o comparecimento às aulas. VI . poderá ser concedida autorização sem prejuízo da retribuição.para fins de adoção. no ano antecedente àquele em que deveria gozá-las. II . desde que relacionado às atribuições do cargo ou função. § 2º .Perderá o direito às férias o funcionário que. 88 .O funcionário que usufruir das vantagens previstas no artigo anterior fica obrigado a trazer em dia suas obrigações. 90 .O funcionário que estiver cumprindo estágio probatório somente poderá fruir a vantagem prevista nos itens I e II deste artigo. ou pela respectiva organização estudantil.

144 . § 2º . Art.para acompanhar cônjuge. 141.Será. admitido atestado de médico particular quando ficar comprovada a inexistência de serviço médico oficial na localidade. II .A concessão será precedida da indispensável inspeção médica pelo órgão de biometria. salvo nos casos do inciso V do art. 143 . salvo se houver necessidade de exames suplementares. II . SEÇÃO II Da licença para tratamento de saúde Art.nos casos dos incisos II. IV e IX.readaptação. desde que haja sido submetido à inspeção médica para ingresso e julgado apto.O funcionário em licença para tratamento de saúde deverá abster-se de atividade remunerada ou não compatível com o seu estado.O funcionário não poderá recusar-se à inspeção médica. as faltas correrão a exclusiva responsabilidade do funcionário. VIII .A inspeção será efetuada: I .por um médico nos casos de licença até trinta dias e à funcionária gestante.Quando o funcionário se encontrar fora do Município. acrescentado pela Lei Complementar nº 245. antes de se completarem trezentos e sessenta e cinco dias. Art.O funcionário não poderá permanecer em licença por prazo superior a vinte e quatro meses. quando poderá ser prorrogada por até igual período.a pedido. § 1º . 148 . podendo esta ser realizada a domicílio quando o funcionário residir no Município e for impossível seu comparecimento. quando a licença terá a duração do mandato.A licença somente terá início na data do pedido. Art. se o funcionário se apresentar para exame nas vinte e quatro horas subseqüentes. Parágrafo único .Será integralmente assegurada a retribuição pecuniária ao funcionário licenciado para tratamento de saúde. II . III. § 1º . acidentado em serviço.para tratamento de saúde.concessão de nova licença. excepcionalmente. nos demais casos.retorno ao serviço com ou sem limitação de tarefas.VII . vítima de agressão não-provocada no exercício de suas .Quando for negada a licença. II . · Inciso X do art. Art. até que se realize a inspeção. X .Ao funcionário em comissão só será concedida licença: I . § 5º .Nas licenças prolongadas. como prêmio.O atestado particular só produzirá efeito depois de examinado pelo órgão competente e referendado pelo serviço biométrico. legalmente afastado do exercício do cargo. 145 . sob pena de suspensão do pagamento de sua retribuição pecuniária. para fins de licença. dada pela Lei Complementar nº 156. § 2º . § 4º .paternidade. de 04-05-87.A licença para tratamento de saúde será: I . poderá ser acolhido laudo de outro serviço médico oficial até trinta dias.para tratar de interesses particulares. e redação do inciso II. 141. Art. constituída de três médicos.O resultado da inspeção será comunicado ao funcionário imediatamente após a sua realização. § 3º .em caráter especial. 146 . III . deverá o órgão de biometria pronunciar-se sobre a natureza da doença indicando se o caso é de: I . quando ficará à disposição do órgão de biometria até a conclusão final. sob pena de suspensão imediata da licença. 147 .por junta. IX . do parágrafo único. Art."ex officio". 142 . e do inciso VIII do mesmo artigo. de 18-01-91.

152 foram acrescentados pela Lei Complem entar nº 245. 151 . no prazo de oito dias. de 18-01-91. § 4º . do art. quando seu regime de trabalho obedecer a turno único. serão considerados objeto de licença para tratamento de saúde. Art.A licença de que trata o artigo anterior será concedida: I .Ao término da licença a que se refere o artigo anterior. quando o seu regime de trabalho obedecer a dois turnos. Art. não darão motivo à licença. IV . 152 . a contar do quinto mês de gestação.com dois terços. SEÇÃO III Da licença por motivo de doença em pessoa da família Art. II . deduzido destes o período de licença por luto. no período perinatal.sem retribuição pecuniária. assegurada a retribuição pecuniária. § 2º . em razão de acidente em serviço ou agressão não-provocada no exercício de suas atribuições. III . SEÇÃO V Da licença para fins de adoção .Provar-se-á a doença mediante inspeção médica procedida pelo órgão de biometria.Os casos patológicos. com o exercício do cargo. dada pela Lei Complem entar nº 245. § 1º . de ascendente. § 2º .Ao funcionário é concedida licença-paternidade por dez dias consecutivos ao nascimento do filho. 153.O funcionário poderá obter licença por motivo de doença do cônjuge. de 18-01-91. a licença-paternidade é dilatada por mais trinta dias. da seção IV alterada pela Lei Complementar nº 245. descendente e colateral consanguíneo. até o segundo grau desde que prove ser indispensável a sua assistência e esta não possa ser prestada. · Os §§ 3º e 4º.Ocorrendo o falecimento da gestante e a sobrevivência da criança.com a retribuição pecuniária total até noventa dias.Para concessão de licença e tratamento do funcionário acometido de moléstia profissional. da companheira ou companheiro.As moléstias passíveis de tratamento ambulatorial compatíveis com o exercício do cargo. durante dois meses. desde que comprovada aquela condição pelo órgão de Biometria. 153 . § 1º . licença de cento e vinte dias. simultaneamente. quando superior a cento e oitenta dias e não exceder de trezentos e sessenta e cinco dias. § 3º .atribuições ou acometido de moléstia profissional. Art. é indispensável a comprovação detalhada da ocorrência.Para concessão da licença e tratamento do funcionário. SEÇÃO IV Da licença para repouso à gestante e à puérpera e da licença-paternidade · Redação do título. Parágrafo único .com um terço.À funcionária gestante será concedida mediante inspeção médica. · Redação do art. 150 . terá direito a desempenhar atribuições compatíveis com seu estado. mediante apresentação da Certidão de Óbito.À funcionária gestante. de 18-01-91. é assegurado à funcionária lactante o direito de comparecer ao serviço em um turno. mediante apresentação da Certidão de Nascimento. quando exceder de trezentos e sessenta e cinco dias até o máximo de setecentos e trinta dias. quando em serviço de natureza braçal. Art. ou em três horas consecutivas por dia. quando superior a noventa dias e não ultrapassar a cento e oitenta dias. mediante processo "ex officio". verificados antes ou depois do parto e deste decorrentes. o laudo médico deverá estabelecer sua rigorosa caracterização. 149 .

e inclusão do parágrafo único pela Lei Complementar nº 245.O funcionário que concorrer a cargo público eletivo será licenciado na forma da legislação eleitoral. 159 .A licença poderá ser negada. 157 e seu parágrafo único. 163 . 157 . se titular de cargo em comissão ou função gratificada. a qualquer tempo. 162 . sob pena de ser considerado faltoso. SEÇÃO IX Da licença para acompanhar o cônjuge Art.Nos casos de adoção ou legitimação adotiva. A Lei Orgânica do Município. de 18-01-91. nos casos previstos neste artigo. Art. sem retribuição pecuniária. 161 . 142.Art.O funcionário estável poderá obter licença de até dois anos. garante a extensão ao servidor público adotante os direitos que assistem ao pai e à mãe naturais.A licença somente será concedida mediante pedido devidamente instruído e vigorará até o limite máximo estabelecido no art. durante os estágios previstos pelos regulamentos militares. na forma da Lei. de 25-11-94. · Redação do ³caput´ do art. § 2º . de crianças até sete anos de idade. sem vencimento. em seu art.Não será concedida nova licença antes de decorridos dois anos.Ao funcionário oficial da reserva das forças armadas será também concedida licença. parágrafos terceiro e quarto. 158 .A licença será concedida à vista de documento oficial que prove a incorporação obrigatória ou a matrícula em curso de formação da reserva. Parágrafo único . serão concedidos à funcionária adotante 120 (cento e vinte) dias de licença.O funcionário deverá aguardar em exercício a concessão da licença. sem retribuição pecuniária. de 08-01-88. a partir da autorização judicial de guarda e responsabilidade do adotando. Parágrafo único . Art. dada pela Lei Complementar nº 331. SEÇÃO VIII Da licença para tratar de interesses particulares Art. nos termos do art.Será concedida licença. 31. quando o afastamento for inconveniente ao interesse do serviço. para acompanhar o cônjuge quando este for transferido independentemente de solicitação própria para fora da Região Metropolitana de Porto Alegre. SEÇÃO VI Da licença para concorrer a cargo público e exercê-lo Art. será exonerado ou dispensado. SEÇÃO VII Da licença para prestação de serviço militar obrigatório Art. Art. Art. Parágrafo único .O funcionário desincorporado deverá reassumir o exercício do cargo dentro do prazo máximo de trinta dias. Art. é estendida a licençapaternidade. a contar da data da reassunção do cargo. dada pela Lei Complementar nº 173. nos termos da lei federal. reassumir o exercício do cargo. o funcionário será licenciado a partir da posse.Ao funcionário. nos termos em que dispõe o artigo 152. 163. sob pena de incorrer em falta funcional. para tratar de interesses particulares. · Redação do ³caput´ do art. ao funcionário que for convocado para prestar serviço militar ou desempenhar outros encargos atinentes à segurança nacional.O funcionário poderá. 155 . inciso VIII. 154. 156 . 160 .Eleito. SEÇÃO X . § 1º . 154 .O funcionário estável terá direito à licença.

nas condições previstas para o aproveitamento de funcionário em disponibilidade. CAPÍTULO XII Do direito de petição Art.Considerado o período aquisitivo. poderá a autoridade competente atribuir-lhe funções compatíveis com o cargo que ocupava. 184 . recorrer e de representar.O funcionário em disponibilidade poderá ser aposentado nas hipóteses do art. será submetido à autoridade que houver prolatado o despacho. Art.É assegurado ao funcionário o direito de requerer. Art. 167 . o efetivo tempo de serviço.O funcionário estável será colocado em disponibilidade quando o cargo de que era titular houver sido declarado extinto por lei e enquanto não ocorrer o seu obrigatório aproveitamento. excluído o período anual em que o funcionário tiver registrado falta ou sofrido punição.Por qüinqüênio de efetivo exercício. que não poderá ser renovado. 185 . 187 .O provento na disponibilidade será proporcional ao tempo de serviço. 168. como última instância administrativa. a decisão ou o ato. decisão ou ato houver sido o Prefeito.O pedido de reconsideração deverá conter novos argumentos ou provas suscetíveis de reformar o despacho. § 1º .Enquanto não vagar o cargo. Parágrafo único . pedir reconsideração. se providos. serão dirigidas ao Prefeito Municipal e terão despacho final no prazo máximo de quarenta (40) dias.As petições. seus efeitos retroagirão à data do ato impugnado. Art. Parágrafo único . 188 .Na hipótese prevista no parágrafo anterior será assegurado ao funcionário provento correspondente ao cargo de que era detentor.O direito de reclamação administrativa prescreve em um ano a contar do ato ou fato do qual se originar. § 3º . o qüinqüênio será apurado. § 4º . computandose. CAPÍTULO IX Da disponibilidade Art. § 5º . ano a ano. § 2º . .A decisão sobre qualquer recurso será precedida de parecer do órgão colegiado competente.Terá caráter de recurso o pedido de reconsideração quando o prolator do despacho. Parágrafo único . proferido a decisão ou praticado o ato. 186 . 164 . o funcionário terá direito à concessão automática de três meses de licença-prêmio. com direito de opção remuneratória. § 2º . sendo indelegável sua decisão.Da licença-prêmio Art.O pedido de reconsideração. Art.O pedido de reconsideração e o recurso não terão efeito suspensivo e.Caberá recurso ao Prefeito. § 1º . salvo determinação expressa em lei ou regulamento. nem se verificar qualquer das hipóteses a que alude o parágrafo anterior.A disponibilidade não exclui a possibilidade de nomeação para cargo em comissão.

§ 1º . XI .freqüentar cursos legalmente instituídos.manter espírito de cooperação e solidariedade com os colegas de trabalho. XVII . XV .respeitar seus superiores hierárquicos e acatar suas ordens. XVIII . recebendo denúncia ou representação a respeito de irregularidades no serviço ou de falta cometida por funcionário. regulamentos e demais normas necessárias ao desempenho de suas atribuições. b) pedidos de certidões para fins de direito. V .providenciar para que esteja sempre em dia no assentamento individual seu endereço residencial e sua declaração de família. d) diligências solicitadas para instrução de processo disciplinar. VIII . § 2º . 196 .É assegurado o direito de vistas do processo ao funcionário ou representante legal. e) deprecados judiciais. XVI .manter coleção atualizada de leis. 197 . VII .O prazo prescricional terá início na data da publicação do ato impugnado ou quando este for de natureza reservada. Parágrafo único . II . pessoalmente com zelo e presteza os encargos que lhe competirem e os trabalhos de que for incumbido. § 2º . atendendo-as sem preferências pessoais. dentro do prazo de cinco dias. XII .usar de discrição. Art. III . X . XIII . para seu aperfeiçoamento e especialização.manter apresentação pessoal compatível com suas atividades funcionais.observar as normas legais e regulamentares. CAPÍTULO III Das proibições Art.zelar pela economia e conservação do material que lhe for confiado. a encaminhará a quem de direito.Será considerado como co-autor o superior hierárquico que.A representação está isenta do pagamento da taxa de expediente. seu subordinado.São deveres do funcionário: I . deixar de tomar as providências necessárias a sua apuração. dentro de suas atribuições.observar as normas de segurança e medicina do trabalho estabelecidas.ser pontual.O pedido de reconsideração e o recurso interrompem a prescrição administrativa. exceto quando manifestamente ilegais. VI . 189 .A representação será dirigida ao chefe imediato do funcionário que. Art.desempenhar.atender preferencial e prontamente: a) requisições destinadas à defesa da Fazenda Municipal. IV .ser leal às instituições constitucionais e administrativas a que servir. § 1º . se a solução não for de sua alçada.Ao funcionário é proibido: .sugerir providências tendentes ao aperfeiçoamento do serviço.representar ou comunicar a seu chefe imediato irregularidades de que tiver conhecimento no órgão em que servir. XIV . bem como o uso obrigatório dos equipamentos de proteção individual (EPI) que lhe forem fornecidos. poderá o funcionário dirigi-la direta e sucessivamente às chefias superiores. TÍTULO IV CAPÍTULO II Dos deveres Art.Se não for dado andamento à representação.manter assiduidade. IX . naquela em que tiver ciência o interessado. 190 .tratar com urbanidade as partes. c) pedidos de informações da Câmara Municipal.

XV . atribuições diferentes das definidas em lei ou regulamento como próprias do cargo ou função em que esteja legalmente investido. XXIII .desviar ou empregar quaisquer bens do Município em atividades particulares ou políticas. XVI . V . emprego ou função em empresa. III . XVII . por si ou como representante de outrem.atender pessoas na repartição para tratar de assuntos particulares. sem prévia permissão da autoridade competente.receber propinas. VI .valer-se do cargo ou função para lograr proveito pessoal. XVIII . qualquer proveito. salvo quando se tratar de funções de confiança de empresa que participe o Município.deixar de comparecer ao serviço sem causa justificável. modificar ou substituir.referir-se de modo depreciativo.coagir ou aliciar subordinados com objetivos políticos-partidários. XX .constituir-se procurador de partes ou servir de intermediário perante qualquer órgão municipal.entregar-se a atividades político-partidárias nas horas e locais de trabalho. presentes e vantagens de qualquer espécie.retirar.ingerir bebidas alcoólicas durante o horário de trabalho ou drogar-se. em trabalho assinado.exercer funções de direção ou gerência de empresa industrial ou comercial. sem prévia licença de seu superior imediato. às autoridades e a atos da administração pública municipal. implicando dano ao ambiente de trabalho. o desempenho de encargos que competir a si ou a seus subordinados. XXIV ± Assediar alguém com a finalidade de obter vantagem sexual. leituras ou outras atividades estranhas ao serviço.entreter-se durante as horas de trabalho em palestras. parecer ou despacho. ou permitir que subordinado seu exerça.Não está compreendido na proibição dos itens XIV. XV e XVI deste artigo. criticá-los do ponto de vista doutrinário ou da organização do serviço. bem como apresentar-se em estado de embriagues ao serviço. podendo porém. XIX . XIV . IV . direta ou indiretamente.retirar-se do recinto de trabalho. fora dos casos previstos em lei.I .praticar usura. com o Município. VIII . quotista ou comanditário. comissões. XXI . XIII . qualquer documento ou objeto existente na repartição. caso em que o funcionário será considerado como exercendo cargo em comissão. industrial ou civil de caráter oneroso.valer-se da condição de funcionário para desempenhar atividades estranhas às suas funções ou para lograr. a participação de .exercer comércio ou participar de sociedades comerciais.exercer. exceto quando se tratar de parente até o segundo grau ou cônjuge. X . IX . XXII .participar de atos de sabotagem contra o serviço público. II . em informação. XII .aceitar representação de Estado estrangeiro. à evolução na carreira profissional ou à eficiência do serviço § 1º . VII . XI .exercer.celebrar contratos de natureza comercial. estabelecimento ou instituição que tenha relações industriais ou comerciais com o Município em matéria que se relacione com a finalidade da repartição em que esteja lotado.cometer a pessoas estranhas à repartição. em razão de suas atribuições. em detrimento da dignidade da função pública. em prejuízo de suas atividades. mesmo fora das horas de trabalho. exceto como acionista.

assim como as instâncias civil.cassação de disponibilidade. · Relativamente aos incisos VIII. Art.07. no que exceder os limites da caução e na falta de outros bens que respondam pela indenização.À primeira infração. 197. IV . X.Na aplicação das penas disciplinares serão consideradas a natureza e a gravidade da infração e os danos delas resultantes para o serviço público. § 3º . penais e disciplinares poderão cumular-se. CAPÍTULO V Das penas e sua aplicação Art. § 4º.funcionário na presidência de associações. § 2º . do disposto no parágrafo anterior. a Constituição Federal de 1988.Tratando-se de dano causado a terceiros. responderá o funcionário perante a Fazenda Municipal. apurada em processo regular. VI . será liquidado mediante desconto em prestações mensais não-excedentes da décima parte da retribuição pecuniária. 37. o funcionário responde civil. 200 .suspensão ou multa. § 2º . vítima do assédio sexual. § 2º .A não-observância. III . na direção ou gerência de cooperativas e entidades de classe. a mudança do local de trabalho. Art. XIII. XII. penal e administrativa. CAPÍTULO IV Da responsabilidade Art. § 1º . ou como sócio. obrigatoriamente deverá ser encaminhado a tratamento especializado.2000. 37. V . até a conclusão do respectivo processo disciplinar. se esta não for possível. Art. estabelece as consequências do ato de improbidade administrativa conceituado através da Lei Federal nº 8429/92. incluiu o inciso XXIV e § 3º ao art. em seu art. constitui falta de exação no cumprimento do dever. por ação ou omissão. II . de 06. 201 . através de composição amigável ou. 202 . é facultada ao funcionário. poderá ser aplicada qualquer das penas indicadas neste artigo. 203 .cassação de aposentadoria. .As cominações civis.O ressarcimento de prejuízo causado à Fazenda Municipal. · A Constituição Federal de 1988 em seu art.Quando o funcionário violar o disposto no inciso VI por comprovado motivo de dependência. XVII e XXI deste artigo.Pelo exercício irregular de suas atribuições.repreensão.São penas disciplinares: I . 198 . através de ação regressiva pelo competente órgão jurídico do Município.A responsabilidade penal abrange os crimes e contravenções imputadas ao funcionário nessa qualidade.A responsabilidade civil decorre de procedimento doloso ou culposo que importe em prejuízo da Fazenda Municipal ou de terceiros. penal e administrativamente. · Lei Complementar nº 450. § 4º estabelece as consequências do ato de improbidade administrativa conceituado através da Lei Federal nº 8429/92.demissão. sem prejuízo de sua retribuição pecuniária. § 3º .A responsabilidade administrativa resulta de atos ou omissões praticadas no desempenho de cargo ou função. de iniciativa do Poder Legislativo Municipal. 199 . § 1º . Art.Consultado o órgão de recursos humanos. sendo umas e outras independentes entre si. de acordo com a natureza e gravidade.destituição de função gratificada.

5º. IV . no devido tempo. bem como propuser. VI . . V . IV .A multa não acarretará prejuízo na contagem de tempo de serviço. V . § 3º . § 2º .ofensa física contra qualquer pessoa. Art.O detentor de cargo em comissão.A destituição de função gratificada dar-se-á: I . 205 . de tal gravidade que resulte em lesões pessoais ou danos de monta.quando a infração for intencional ou se revestir de gravidade.quando o funcionário contribuir para que.falta de exação no desempenho das atribuições.que atestar falsamente a prestação de serviço.revelação de fato ou informação de natureza sigilosa de que tenha ciência em razão de cargo ou função. efeito ou reincidência.aplicação indevida de dinheiro público. a suspensão poderá ser convertida em multa. à prestação de serviço extraordinário.§ 3º .A suspensão não será aplicada enquanto o funcionário estiver em licença por qualquer dos motivos constantes do art.responsável pelo retardamento de processo sumário. Art. II . X . será o funcionário advertido particular e verbalmente. II . por sua natureza e reduzida gravidade.abandono do cargo. VII . 206 . interpoladas durante um (1) ano. 204 . tendo em vista circunstância atenuante. cometida em serviço.na violação das proibições consignadas neste Estatuto. · É assegurada a ampla defesa.transgressão de qualquer das disposições constantes dos incisos XVII a XXIII do art.que deixar de atender notificação para prestar depoimento em processo disciplinar.A suspensão. salvo quando se tratar de depoimento em processo judicial. que não poderá exceder de noventa dias consecutivos.Os efeitos da conversão da suspensão em multa não serão alterados mesmo que ao funcionário seja assegurado afastamento legal remunerado durante o período. VI . III . § 1º . policial ou administrativo disciplinar. Art. não demande a aplicação das penas previstas neste artigo. VIII . XI .lesão dos cofres públicos ou dilapidação do patrimônio municipal. 205. Parágrafo único . conforme estabelece o art. em número superior a sessenta (60) dias úteis. salvo em legítima defesa.acumulação proibida na forma da Lei. implicará a perda de todas as vantagens e direitos decorrentes do exercício do cargo e aplicar-se-á ao funcionário: I .Quando se tratar de falta funcional que. § 4º . a não ser para efeito de concessão de avanço e licença-prêmio.nos casos de reincidência em infração já punida com repreensão.Quando houver conveniência para o serviço. caracterizado pelo não comparecimento ao serviço por mais de trinta dias consecutivos.reincidência na transgressão prevista no inciso V do art. III .141.A repreensão será aplicada por escrito na falta de cumprimento do dever funcional ou quando ocorrer procedimento público inconveniente. considerada sua gravidade. 207 . sem justo motivo. Art. 197.quando se verificar falta de exação no seu desempenho. na base de cinqüenta por cento por dia de retribuição pecuniária. será demitido sem perda do cargo efetivo de que seja titular.como gradação de penalidade mais grave.ausências excessivas ao serviço. VIII . enquadrado nas disposições deste artigo.incontinência pública e escandalosa e prática de vícios de jogos proibidos. permitir ou receber a retribuição correspondente a trabalho não realizado.indisciplina ou insubordinação graves ou reiteradas.O funcionário será punível com demissão nas hipóteses de: I . não se apure irregularidade no serviço. IX . inciso LV da Constituição Federal de 1988.que se recusar. XII . II . VII .

de 08-01-88.Para aplicação de penas disciplinares são competentes: I .Uma vez submetido a inquérito administrativo. até a de suspensão ou multa limitada ao máximo de trinta dias. VII .celebrou contrato de natureza comercial.pratica usura. · Redação do inciso IV do art. de 06.Do ato de demissão constará sempre o dispositivo legal em que se fundamentar. a demissão poderá ser aplicada com a nota "a bem do serviço público". A Constituição Federal de 1988. se a de suspensão ou multa. 203.XIII . § 4º.Aplicar-se-á a cassação de disponibilidade quando ficar provado que o funcionário: I .429/92.Excetua-se do disposto neste artigo o funcionário estável processado por abandono de cargo ou ausências excessivas ao serviço. 214 . estabelece as consequências do ato de improbidade administrativa conceituado através da Lei Federal nº 8. sem autorização legal. V . se as de cassação de aposentadoria ou disponibilidade e demissão nos demais casos. se a de repreensão. 215 . se as de destituição de função e demissão por abandono de cargo ou faltas excessivas ao serviço. Art. até a de suspensão por dez dias. § 2º . Art. reconhecida sua inocência.os titulares de órgãos em nível de Divisão e Coordenação.foi condenado por crime que importaria em demissão se estivesse em atividade. a qual constará sempre do ato de demissão fundamentado nos incisos X a XIII do artigo anterior. de inquérito administrativo em que for indiciado.aceitou representação de Estado estrangeiro. 212 . quando em atividade. Art. Parágrafo único . II .os Secretários Municipais.O prazo de prescrição será suspenso quando ocorrer a hipótese do § 1º do art. Art. em qualquer hipótese. II . III . Diretores Gerais de Autarquias e os titulares de órgãos diretamente subordinados ao Prefeito. industrial ou civil de caráter oneroso com a administração municipal por si ou como representante de outrem.o Prefeito. § 1º .os titulares de órgãos diretamente subordinados aos Secretários Municipais e DiretoresGerais de Autarquias. por decisão judicial transitada em julgado. Art. incorrer na perda da função pública na forma da Lei Penal. 211 .07.A aplicação das penalidades prescreverá em: I .um ano. deverá constar do assentamento . III . Art.O prazo de prescrição contar-se-á da data do conhecimento do ato ou fato por superior hierárquico.quatro anos. qualquer infração punível com demissão.Dar-se-á a cassação da aposentadoria quando ficar provado que o aposentado transgrediu o disposto nos incisos I a III do artigo anterior. Art. V . · Lei Complementar nº 450. alterou o inciso V. 37.Toda pena imposta ao funcionário. no caso de repreensão. III .aceitou cargo ou função pública contra expressa disposição de lei. 210 . 213 . depois da conclusão do processo. 209 . IV . em qualquer caso. § 3º . 208 .exerce advocacia administrativa. VI . IV . em seu art. das previstas no art.corrupção passiva nos termos da lei penal.as demais chefias. por esta regular-seáa prescrição sempre que os prazos forem superiores aos estabelecidos neste artigo.No caso de inquérito administrativo. § 4º . Parágrafo único .Atendendo à gravidade da falta. até a de suspensão por cinco dias. 207 dada pela Lei Complementar nº 173. Art.dois anos.três anos.Se a infração disciplinar for também prevista como crime na lei penal. bem como o resultado. a prescrição interrompe-se na data da instauração. a pedido.prática de outros crimes contra a administração pública. e no seu inciso XIV quando a pena cominada na lei penal for a de reclusão.2000. XIV . II .A demissão será aplicada ao funcionário que condenado.praticou. IV . o funcionário só poderá ser exonerado. 205.

b) na sindicância ficar comprovada a ocorrência de irregularidade ou falta funcional grave. . b) sendo determinado o indiciado. 221 . ainda que sem indicação da autoria. sob pena de se tornar co-responsável. quando: a) não houver dados suficientes para sua determinação ou para apontar o funcionário faltoso. deverá. não for a falta confessada.A autoridade que tiver ciência de irregularidades no serviço municipal ou de falta funcional é obrigada a promover de imediato a sua apuração. Parágrafo único . 203.inquérito administrativo. ser comunicada ao Órgão de Recursos Humanos. II .Para os efeitos do disposto neste artigo. imediatamente. 220 .As irregularidades e faltas funcionais serão apuradas por meio de: I . quando: a) a gravidade da ação ou omissão torne o autor passível de pena das previstas nos incisos III a VI do art.sindicância. Art. toda penalidade aplicada. TÍTULO V DO PROCESSO DISCIPLINAR CAPÍTULO I Da apuração de irregularidades Art. documentalmente provada ou manifestamente evidente.individual.

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