Você está na página 1de 2

meio&mensagem http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/Conteudo/?WAN_elege_pontos_digitais_mais_quen...

Olá, Artur

Publicidade

Publicidade

WAN elege pontos digitais mais quentes


do planeta
Escandinávia, Reino Unido, Estados Unidos, Coréia, Japão, Austrália e Nova
Zelândia são locais onde existe grande penetração de internet e mobile segundo
pesquisa da Associação Mundial de Jornais (WAN)

Sandra Silva
Revista da Criação novo
30/05/2008 - 12:12
IV Congresso novo

Wave Festival In Rio

Trinta Under 30

BRIC

Fatos Marcantes 30 Anos

Cobertura Proxxima 2008

Meio Digital

Diário de Bordo

Prêmio Caboré 2007

Cobertura MaxiMídia 2007

Prêmio MMonline/MSN

Galeria Criativa

Mobile

M&M Network A Associação Mundial de Jornais (WAN), que realiza o 61º Congresso Mundial em
Gotemburgo (Suécia) na próxima semana, divulgou a 2ª edição da pesquisa
Opinião "Tendências Mundiais de Mídia Digital 2008" (do projeto "Shaping the Future of
the Newspaper") com os países mais digitais do globo terrestre. O
Podcast levantamento inclui ainda informações da agência japonesa Dentsu e da Carat
FAQ (Aegis) sobre novas mídias. No topo do ranking digital da WAN estão
Escandinávia, Reino Unido, Estados Unidos, Coréia, Japão, Austrália e Nova
RSS Zelândia. Os sete países da lista "Hot Spots" (áreas de irradiação) são aqueles
com penetração superior a 65% de mobile e 40% de internet. O Brasil ainda está
na lista dos "países frios", apesar do grande número de aparelhos celulares
vendidos por aqui.

Previsão da PricewaterhouseCoopers indica que a receita digital/móbile


mundial pode chegar a US$ 153,4 bilhões em 2011, ante US$ 12,7 bilhões em
Anúncios Google 2002. Os três principais mercados globais do mundo em 2011 serão Estados
Unidos, Ásia e mercados emergentes (incluindo o Brasil), além do Canadá.
Escolha um Plano de Saúde
Principais Marcas e Tipos de O bolo publicitário pode bater US$ 500 bilhões em 2010 com US$ 73,1 bilhões
Planos Peça Orçamento Já Sem em receitas de publicidade na internet a partir de 2011. O levantamento da
Compromisso WAN indica ainda que a publicidade na internet pode fechar o ano de 2008 com
www.CasaDoCorretor.net crescimento de 22%. Para 2009, a expansão da publicidade na net pode chegar a
16,6%, atingindo 13,6% em 2010 e 11,5% em 2011.
Anuncie neste site
Nos Estados Unidos, o mercado publicitário online cresce mais fortemente do
Publicidade
que o impresso. Em 2007, mais de 60% dos anunciantes
entrevistados planejavam utilizar email ou ferramentas de pesquisa para
alcançar os clientes. Apenas 20% planejavam veicular peças em mídia impressa.
Apesar da expansão da internet, vídeo on line e mobile marketing ainda estão
na infância nos EUA, com menos de 15% das preferências. Pesquisa do
eMarketer, nos Estados Unidos, indica ainda um boom de publicidade na
internet apesar da crise financeira do país (setor imobiliário, crédito e
bancário). Em 2001 esse mercado de online advertising era de US$ 40 milhões. A
previsão para 2011 é que chegue a US$ 4,3 bilhões. No entanto, o
mercado ainda é altamente concentrado: 90% das campanhas estão apenas em
três sites: Yahoo, MSN ou Google.

"Tendências 2008" indica ainda que na Europa Oriental a internet poderá ser o
terceiro canal de veiculação de publicidade em 2010, superando a veiculação de
peças em revistas. No topo do ranking publicitário, estão TV e jornais. Os países
do Leste Europeu estão no grupo de países que têm tido um rápido crescimento
em internet. Dentsu elege celular para publicidade do futuro.

Informações da agência publicitária Dentsu, no Japão, indicam crescimento do


publicidade em móbile de 28,8 bilhões de yens em 2005 para 128,3 bilhões de
yens em 2011. A publicidade de buscas (link patrocinado, entre outros
formatos) em móbile que não existia até pouco tempo pode chegar a 49,4
bilhões de yens em 2011. Para a agência de publicidade japonesa, o celular é
canal com maior potencial publicitário dos próximos anos.

1 of 2 31/5/2008 09:36
meio&mensagem http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/Conteudo/?WAN_elege_pontos_digitais_mais_quen...

Pesquisa da empresa americana iCrossing indica ainda que 69% das buscas em
mobile nos Estados Unidos são de informações sobre mapas; 65% são do tempo;
62% informações locais; 51% notícias; 42% entretenimento; 32% esportes e 20%
de buscas financeiras.

A mídia em celular parece ser mesmo a mais atraentre para o futuro da


publicidade. Apesar disso, mobile representa menos de 1% na receita dos
jornais. Mas já começam a surgir algumas iniciativas. O jornal japonês Asahi
Shimbun tem conseguido ótimos resultados em conteúdo com a criação de 12
sites de mobile content. O mobile site "Asahi Otona no Hondona" tem conteúdo
de quadrinhos mangá e livro eletrônico.

O americano Ganett lançou em 1997 alertas de esportes e notícias no celular.


Nos anos seguintes, o serviço passou a ser utilizado para publicidade e
promoções do grupo. O display digital Ganett e textos de mensagens
publicitárias vêm crescendo. Um dos recentes sucessos ocorreu com campanha
da Chevrolet.

Na Polônia, a Gazeta Wyborcza criou estratégia mobile com o portal Gazeta


Wyborcza utilizando plataforma de jornais (Opera Mini) com podcast, mobile
vídeo e rádio, em parceria com Nokia e FIFA.

O grupo escandinávio Schibsted tem 50% da receita digital. A companhia criou


vários sites de classificados online e triplicou o tráfico de internet na Suécia. Nos
Estados Unidos, foi lançada uma rede de compra de mídia online unificada
(quadrantone.com) em fevereiro de 2008. Os parceiros fundadores são Gannett,
Hearst, Tribune e New York Times.

Em mobile TV, cinco países na Europa são os líderes em receitas: na Itália a


projeção é de crescimento de 45 milhões de euros em 2006 para 1,17 bilhão em
2011. Os mercados do Reino Unido e França podem chegar a 967 milhões de
euros em 2011, seguidos de Alemanha (766 milhões de euros) e Espanha (517
milhões de euros). Apesar do crescimento, a mobile TV não superará a internet
TV, segundo a pesquisa.

Boom no consumo de mídia digital


Estimativa da agência Carat (Aegis Group) indica que o consumo de mídia digital
já equivale a 50% do total de consumo de mídia. Em 2010, pode alcançar 66% e
bater 80% em 2020. Em 2000 o consumo semanal de mídia era de 60 horas
semanais e pode bater as 90 horas semanais em 2020. Só para comparar, a
jornada de trabalho semanal no Brasil é de 44 horas semanais. Em 1940, as
pessoas gastavam apenas 20 horas semanais com o consumo de mídia.

A TV analogia foi o fator que causou o primeiro "boom" de consumo de


mídia. Celular, rádio digital, TV digital e internet têm gerado nova explosão de
consumo. Os top five canais de consumo de mídia são TV, internet, email, rádio
e jornais.

A pesquisa de tendências digitais da WAN aponta também que, em internet, os


sites preferidos pelos internautas são os mais conhecidos: Google, Yahoo e MSN.

Um levantamento da Nokia "Um Olhar do Próximo Episódio", realizado em 12


países da América, Europa e Ásia, incluindo Brasil entre outros, indica que ouvir
rádio é ainda a atividade popular global. Mais de 60% dos entrevistados no
Canadá, Alemanha, França e Rússia têm esse hábito. Os sites mais visitados
mundialmente são Yahoo, You Tube (Google), Windows Livi, Google, My Space
(News Corporation). As redes sociais mais populares são My Space, Windows Live
Space e Facebook. Os comunicadores instantâneos mais populares são MSN,
Yahoo Messenger, Skype e Google Talk. Já os sites de vídeos no topo do ranking
são You Tube, Yahoo e My Space.No Brasil, 48% dos entrevistados participam de
redes sociais, 50% lêem blogs, 50% jogam online, 80% ouvem música,
67% utilizam MP3 e 45% alugam DVDs.

comentários (2) comente enviar para um amigo imprimir

Nintendo lança Wii Fit no Brasil


Bolsa de Mulher lança Movimento Rosa
Microsoft exibirá anúncios em celulares
Capital Inicial lança canal de rock no YouTube
PlayPhone administra Cartoon Network no celular

2 of 2 31/5/2008 09:36