1 POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA INTRODUÇÃO Estabelecimento de políticas e maior consciência ambiental: 1970 Controle de emissões de poluentes não evitou alterações

significativas no meio ambiente; Os sete maiores poluentes, segundo as principais discussões sobre os poluentes do ar, e para os quais a EPA (Environmetal Protection Agency) dos USA, estabelece os padrões de qualidade do ar: CO, Hidrocarbonetos (especificamente CH4), Chumbo, NO2, SO2, oxidantes fotoquímicos e particulados.

DEFINIÇÃO DE POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA A emissão no ar atmosférico de qualquer material que pela sua concentração possa tornar este ar impróprio, nocivo ou ofensivo à saúde, inconveniente ao bem estar público, danoso aos materiais, a fauna e a flora, ou prejudicial à segurança, ao uso e gozo da propriedade e as atividades normais da comunidade.

AR AMBIENTE Primário: padrão do ar necessário considerando a saúde pública Secundário: padrão do ar necessário considerando o bem estar público POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA Possui fatores problemáticos: complexidade de transporte e previsibilidade dos efeitos Ocorrência de reações químicas complexas: NO + HC + O2 + luz do sol → NO2 + O3

POLUENTES Poluentes Primários: originados diretamente das fontes de emissão. Poluentes secundários: formados na atmosfera através da reação química entre poluentes primários e constituintes naturais da atmosfera.

OS TIPOS MAIS COMUNS DE POLUENTES GASOSOS Dióxido de enxofre (SO2): mais comum dos poluentes gasosos, presente em combustíveis e minérios,

Principais fontes: 1. tratamento de minérios em que o enxofre constitui a maior parte do minério.

2 2. a queima de combustíveis, em que a concentração de dióxido de enxofre é pequena porém, a quantidade liberada é muito grande. Principais Métodos de Controle: absorção, adsorção e combustão

Óxidos de nitrogênio (NOX) Principais formas: mais estáveis: óxido nitroso (N2O), óxido nítrico (NO), dióxido de nitrogênio (NO2), hexaóxido de nitrogênio (N2O6), pentóxido de nitrogênio (N2O5), tetraóxido de nitrogênio (N2O4), um óxido instável: o trióxido de nitrogênio (NO3).

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Principais fontes: processos de combustão, e na fabricação de ácido nítrico. Estes gases dão origem a névoa ácida. Métodos de controle: processos de absorção Monóxido de carbono (CO) Fontes: processos combustão incompleta Método de Controle: via de regra para o monóxido de carbono é a combustão catalítica, em presença de platina, a cerca de 160oC. Compostos de Flúor: Principais formas: ácido fluorídrico (HF), tetrafluoreto de silicone (SiF4), o ácido fluorsilícico (H2SiF6), Principal fonte: fabricação de superfosfatados. Método de Controle: processos de absorção. Cloro e Cloretos: Principais fontes: resíduos gasosos da fusão de alumínio, em processos onde foi utilizado o cloreto de sódio, etc. Métodos de Controle: processos de absorção

3 Ácido Sulfídrico (H2S) Principais fontes: resíduo encontrado em processos petroquímicos, resíduos da industria de celulose.

Principais Métodos de Controle: absorção e adsorção.

EFEITOS GLOBAIS DE POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA EFEITO ESTUFA CHUVA ÁCIDA DESTRUIÇÃO DA CAMADA DE OZÔNIO INVERSÃO TÉRMICA EFEITOS SOBRE A SAÚDE

EFEITO ESTUFA O ar que circunda a terra tem como função primordial filtrar as radiações solares, impedindo desta maneira que a mesma se torne muito quente ou muito fria, durante o dia e a noite, funcionando como uma estufa, permitindo que cerca de 70% da radiação emitida atinja a terra, refletindo o restante para o espaço. Dessa energia que atinge a Terra, retornam para o espaço 86%, sendo que cerca de 14% ficam retidos pela atmosfera. Comparando as partes superiores e inferiores do diagrama apresentado na Figura 1, pode-se observar que a luz do sol atinge a superfície terrestre praticamente desimpedida exceto por áreas com nuvens, ao passo que o pico de radiação da terra está entre 8 e 12 µm (região do infravermelho), cuja janela não é tão larga quanto àquela para a energia solar. Esta é a principal razão pela qual a atmosfera é menos transparente a saída de energia radiante de infravermelho do que para a entrada de energia solar. Gases do efeito estufa (‘green houses’): CO2, CH4, N2O e CFC’s. A contribuição relativa de cada gás de efeito estufa na atmosfera é a seguinte: CO2 55 %; CH4 15 %; CFC’s 11 e 12 %, outros CFC’s 7 % e N2O 6 %. Outros causadores do efeito estufa são o vapor de água e particulados. O vapor de água não é classificado no grupo de gases do efeito estufa, pois não está claramente definido que o aumento de vapor na atmosfera contribua significativamente ao efeito estufa, já que o mesmo contribui para a ocorrência de outras ocorrências climáticas como chuvas. Os materiais particulados contribuem para o efeito estufa, porém possuem um período de permanência na atmosfera muito inferior aos gases de efeito estufa, tendo portanto menos impacto. Crescentes emissões: agravamento do efeito estufa pela formação de um filtro natural

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hidroelétrica. . CFCs: larga utilização dos freons (refrigeração) Alternativas para minimizar o problema: Redução do CO2 : o redução do uso de combustíveis fósseis. Diagrama de absorção de radiação recebida ou emitida pela Terra. CH4: processos de combustão incompleta. utilizando-se formas alternativas de energia (eólica. solar). nuclear. na produção e distribuição de gás natural.4 Principais fontes de emissão de gases de efeito estufa: CO2 : processos de combustão e desmatamento. pelos gases da atmosfera. o parar o desmatamento de florestas tropicais Figura 1.

pois podem ficar totalmente acidificados. causando corrosão eletroquímica. a chuva ácida. são resultado de alguns poluentes como: SOx e NOx. o desmatamentos: a chuva ácida faz clareiras. Imagine uma floresta com muitas árvores utilizando mutuamente. . casas. acelerando-o.5 CHUVA ÁCIDA pH natural da chuva: 5 – 6. O carbono influencia neste processo. pinturas. o agricultura: a chuva ácida afeta as plantações quase do mesmo jeito que das florestas. Esses metais podem alcançar rios e serem utilizados pelo homem causando sérios problemas de saúde. Essas reações podem destruir florestas. rochas. tendo assim mais áreas atingidas. o lagos: os lagos podem ser os mais prejudicados com o efeito da chuva ácida. convertem-se a ácidos. com a ajuda do ozônio das camadas baixas da atmosfera. a deposição/precipitação ácida. destruindo represas. Prejuízos para o meio ambiente: o solo: perde a fertilidade e os animais terrestres. o Corrosão: em metais. Um dos principais responsáveis pela corrosão metálica é o SO2 do ar. com pH abaixo do pH natural da chuva. com a umidade da chuva. Prejuízos ao homem: o Saúde: a chuva ácida libera metais tóxicos que estavam no solo. principalmente amarelos e vermelhos. ver Figura 2. o Prédios. arquitetura: a chuva ácida também ajuda a corroer os materiais usados nas construções como casas. só que é destruída mais rápido já que as plantas são do mesmo tamanho. A umidade relativa e a temperatura também influenciam neste processo. os gases dióxido de enxofre e monóxido de nitrogênio os quais. perdendo toda a sua vida. turbinas hidrelétricas etc. aquáticos e aves. devido à solubilidade do CO2 em água. algum tempo após muitas plantas que se utilizavam da sombra destas árvores morrem e assim vão indo até formar uma clareira. acostumadas com ambientes limpos não se adaptam a esses terrenos que perdem sua vegetação natural. agora duas árvores são atingidas pela chuva ácida e morrem. O H2S age sobre os pigmentos. como resultado da absorção e adsorção dos poluentes gasosos sobre a matéria particulada.5. edifícios e arquitetura. matando duas ou três árvores (Figura 3). o qual está presente na atmosfera. Prejuízos aos animais e plantas: pH < 4. é freqüentemente chamada de deposição/precipitação ácida. devido à emissão de poluentes pode ocorrer por via seca ou úmida. A palidez das tintas e a redução do poder de rigidez. oxidam-se e. uma vez o pH da chuva sem efeitos poluentes já é ácido. que se converte em H2SO4. etc.

6 Figura 2. Prejuízos da precipitação ácida sobre as plantas Reações envolvidas: Chuva naturalmente ácida: • CO2(g) + H2O(l) ⇒ H2CO3(aq) Chuva ácida causada pela queima de combustíveis que contém enxofre como impureza (gasolina e óleo diesel): I. Queima do enxofre • S + O2 ⇒ SO2 . Ciclo de precipitação ácida por via seca ou úmida Figura 3.

Reação entre N2 e O2 nos motores dos automóveis (devido à temperatura elevada): • N2 + 2O2 ⇒ 2NO2 II . Responsável por filtrar 70 a 90% dessa radiação u. Principais Causas da Diminuição: Acredita-se que sejam as emissões na atmosfera do grupo de gases utilizados nos sistemas de refrigeração.v→ ClO + O2 ClO + O2 → Cl + 2 O2 Reação global: 2 O3 → 3 O2 . solventes. CF2Cl2 e CFC 11. CFCl3 - Reações dos CFCs com Ozônio: Cl + O3 + radiação u.28 µm).7 II.2 a 0.v incidente. Transformação do SO2 em SO3: • SO2 + ½ O2 ⇒ SO3 III. espumas. na produção de aerossóis. evitando a elevação demasiada da temperatura da Terra. etc: os clorofluorcarbonos (CFC’s) Formas dos CFCs: CFC 12.Reação do óxido com água: • 2NO2 + H2O ⇒ HNO2 + HNO3 DIMINUIÇÃO DA CAMADA DE OZÔNIO Camada de Ozônio Localização: Estratosfera (10 a 20 Km acima da superfície) Função principal: filtrar radiação solar u.v incidente (na faixa de 0. Reações dos óxidos com água: • • SO2 + H2O ⇒ H2SO3 SO3 + H2O ⇒ H2SO4 Nitrogênio (NOx): I .

não é capaz de subir por ser mais pesado. NOx: alergias. e portanto susceptível ao ataque de OH na atmosfera. dor de cabeça. como se a fumaça que sai das chaminés não subissem e permanecessem junto ao solo. perda de concentração e até morte o HC: problemas respiratórios. irritação nos olhos e garganta o CO: desconforto físico.Previsão dos efeitos é complexa: grande número de variáveis Principais efeitos sobre a saúde: o particulados. ou seja. EFEITOS SOBRE A SAÚDE . bronquite crônica. pois.8 Alternativas para o Problema: Restrição do uso dos CFCs. Parte I: Perfil de temperatura mais freqüente com o aumento da altitude. deixando o ambiente cada vez mais turvo. a superfície do solo está fria e o sol aquece as camadas superiores da atmosfera. estacionária. levam a uma grande dissipação da poluição. tem-se a inversão da situação normal. Substituir dos CFCs. Parte II: Inversão no perfil de temperatura. asma. o ar aquecido próximo ao solo. fazendo com que as poeiras. no entanto. INVERSÃO TÉRMICA O aquecimento do solo. acima de uma camada de ar mais fria próxima ao solo . conforme Figura 4. pelas radiações solares permite o estabelecimento de correntes de convecção do ar. com uma camada de ar mais quente. tontura. e o ar quente não pode descer por ser mais leve. o ar frio junto ao solo. SOx . cancerígenos e mutagênicos Figura 4. por flúorcarbonos contendo pelo menos um átomo de hidrogênio. Dessa forma. o fenômeno da inversão térmica leva a uma situação de completa estagnação do ar. essas correntezas ascensionais. fumaças e gases liberados pelas chaminés se diluam nas camadas atmosféricas superiores. náuseas. partículas inaláveis. Quando. sendo mais leve. tende a subir.

PRONAR" . previstos no PRONAR" . Limitações econômicas impostas por pressões de mercado. Eliminação da operação/etapa inteira ou em parte. Combinação das alternativas anteriores."Dispõe sobre o Programa Nacional de Controle da Poluição do Ar . Fatores Importantes na Seleção de Equipamentos de Controle Podem ser reunidos em 3 grupos ou categorias: o Ambientais o Engenharia o Econômicos . previstos no PRONAR" . Modificação operação/etapa. CONSIDERAÇÕES PARA A SELEÇÃO DO MÉTODO OU EQUIPAMENTO DE CONTROLE DE POLUIÇÃO AMBIENTAL Fatores principais limitantes na Engenharia quanto ao controle de poluição: 1."Dispõe sobre padrões de qualidade do ar. Ano:1989 . Resolução N° 8 os padrões de qualidade do ar são estabelecidos em relação à quantidade de poluente por quantidade de energia calorífica gerada (emissão). Ano:1990 .Publicação DOU: 28/12/1990 As resoluções podem ser obtidas no site: http://www. Ano:1990 . Relocação da operação.Publicação DOU: 25/08/1989 Resoluções CONAMA: Nº 003."Dispõe sobre padrões de qualidade do ar.mma. 2. 3. Limites legais impostos para proteção da saúde pública e bem estar social.Data da legislação: 06/12/1990 . Aplicação de uma tecnologia de controle de poluição adequada 5.br/port/conama/ Os padrões de qualidade do ar são estabelecidos de duas maneiras nas resoluções: Resolução N° 3 os padrões de qualidade do ar são estabelecidos em relação à quantidade de poluente por volume de ar (imissão).9 LEGISLAÇÃO PERTINENTE Resoluções CONAMA: Nº 005.Data da legislação: 15/06/1989 . 4. 2.Publicação DOU: 22/08/1990 Resoluções CONAMA: Nº 008. Limites sociais impostos pela comunidade nos quais a fonte de poluição é ou será localizada. Alternativas principais na estratégia de avaliação do impacto ambiental: 1. 3.Data da legislação: 28/06/1990 .gov.

Espaço disponível 3. temperatura. . Ambientais 1. serviços de engenharia. dimensões dos poluentes e respectivas faixas de operação de acordo com os tipos de coletores são mostradas na Figura 5. etc. manutenção. Emissão máxima de poluentes permitida 6. etc. etc.10 a. instalação. Contribuição do sistema de controle de poluição do ar para os níveis de ruído da planta. Contribuição do sistema de controle de poluição do ar para efluentes líquidos e poluição do solo 8. Condições do ambiente 4. Econômicos 1. Disponibilidade de utilidades e instalações auxiliares 5.) 3.) 2. etc. Localização do equipamento 2. Expectativa de vida útil do equipamento MÉTODOS E EQUIPAMENTOS DE CONTROLE Principais alternativas: o Sistemas de adsorção o Sistemas de absorção o Coletores mecânicos o Filtros de manga o Condensadores o Precipitadores eletrostáticos o Sistemas de Combustão As principais alternativas.) 2. b. etc. Características do projeto e eficiência do sistema de controle c. Engenharia 1. Características da corrente gasosa (fluxo. odores.) 7.) 3. Características dos contaminantes (propriedades físicas e químicas. Capital investido (equipamentos. Fatores estéticos (vapores visíveis em vapores de água. concentração. Custos operacionais (utilidades.

são filtros especiais de alta performance (acima de 95% para partículas de 0. informática. plantas processadoras de alimentos. PRINCIPAIS VANTAGENS E DESVANTAGENS DOS PRINCIPAIS MÉTODOS DE CONTROLE DE POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA SISTEMAS DE ABSORÇÃO Colunas empacotadas e colunas de pratos Vantagens: queda de pressão relativamente baixa padronização da construção em fibra de vidro em armação de plástico permite operação em atmosferas corrosivas. pode-se melhorar a transferência de massa sem a necessidade de compra de uma nova parte do equipamento. Estes são utilizados em centrais de ar condicionado e sistemas de ventilação industrial de alta qualidade de filtração. . salas de isolamento e salas hospitalares. indústria eletrônica. custo de investimento relativamente baixo. aumentando-se a altura e/ou tipo de enchimento ou número de pratos.3 microns). salas de envase asséptico. Dimensões dos poluentes e respectivas faixas de aplicação dos coletores/ dispositivos de controle de poluição Os filtros absolutos citados na Figura 5. capacidade de obter eficiência relativamente alta de transferência de massa.11 Figura 5. áreas de limpeza controlada e equipamentos de fluxo laminar.

capacidade para coleta de material particulado e gases. espaço necessário relativamente pequeno. Desvantagens: pode gerar um problema de disposição de água ou líquido. Coluna de Pratos: menos susceptível ao entupimento. não necessitando considerações de queda de pressão significativas. a remoção de sólidos pode causar o entupimento do leito ou pratos. se tratamento do efluente líquido gerado não é necessário. custos de manutenção são relativamente elevados. capacidade de operar com correntes de gás a temperaturas e umidades elevadas. o sistema torna-se sensível à temperatura. o produto é coletado ou removido molhado. para alguns processos. com elevada tendência à formação de espuma. quando a construção é feita em fibra de vidro com estrutura de plástico. Comparação da coluna de pratos e coluna empacotada Coluna Empacotada: queda de pressão mais baixa. construção simples e barata.12 espaço necessário relativamente pequeno. capacidade de alcançar elevadas eficiências de remoção de particulados finos. menos problemas com caminhos preferenciais. . preferível para líquidos. Lavadores de Gases Vantagens: não possuem fontes secundárias de poeira. porém com grande queda de pressão. menos pesada. capacidade para coleta de gases. a corrente de gás já está a pressões elevadas. baixo custo. aumentos de temperatura resultarão em menos problemas. assim como particulados (especialmente aqueles com características mais aderentes).

o resfriamento da corrente gasosa pode ser necessário para obter-se uma faixa de temperatura de operação usual (inferior a 120°F). SISTEMA DE ADSORÇÃO Vantagens: recuperação do produto é possível. há possibilidade do sistema ser totalmente automatizado sem necessidade de operação manual. produto coletado está molhado. problemas de corrosão são mais severos do que em sistemas secos. pré-filtração da corrente de gás pode ser necessária para remover alguns particulados capazes de entupir o leito do adsorvente. não há problemas de disposição química quando o poluente (produto) é recuperado e retorna ao processo. a regeneração do adsorvente requer uma fonte de vapor/vácuo.13 Desvantagens: pode gerar um problema de disposição da água. excelente controle e resposta às mudanças no processo. queda de pressão e potência requerida podem ser elevados. acúmulo de sólidos na interface líquido-sólido pode ser um problema ao processo. a capacidade adsorvente diminui com o aumento no número de ciclos. equipamentos relativamente simples com poucos problemas de manutenção. necessidade de vapor é relativamente alta para dessorção de hidrocarbonetos de alto peso molecular. Desvantagens: a recuperação do produto pode necessitar de um esquema de destilação ou extração caro e não usual. investimento inicial relativamente alto. opacidade da pluma de vapores gerada pode criar um aspecto estético desagradável. capacidade de remoção de contaminantes gasosos ou vapores do processo a níveis extremamente baixos. custos de manutenção são relativamente elevados. . CICLONES Vantagens: baixo custo de construção.

relativamente insensível a flutuações na corrente gasosa. ineficiente para operar com materiais de características aderentes. principalmente para particulados com dimensão abaixo de 10 µm. certas poeiras podem necessitar de tratamento do tecido do filtro para evitar penetração de poeira ou. auxílio na remoção de poeira. não há problemas com disposição de resíduos. poluição de água ou congelamento de líquido. - - Desvantagens: temperaturas maiores que 550 °F. limitações de temperatura e pressão.). Desvantagens: eficiência de remoção global de particulados relativamente baixa. FILTRO DE MANGAS Vantagens: eficiência de remoção ou coleta extremamente elevada para particulados com ampla faixa de tamanho. o ar de saída do filtro pode ser recirculado dentro da planta em vários casos. - . coleta e disposição a seco do material. Os filtros podem queimar se poeira oxidável é coletada. operação relativamente simples. o material removido ou coletado é recuperado seco para subseqüente processamento ou disposição. de milímetros a microns. para conservação de energia. pois permite a coleta de fumaça submicron e contaminantes gasosos. resultando numa faixa de dimensões e localização do flange de entrada e saída adaptável às necessidades de instalação. Eficiência e queda de pressão não são relativamente afetadas por grandes mudanças na carga de particulados na entrada para filtros continuadamente limpos. concentrações de algumas poeiras no coletor (cerca de 50g/m3) podem representar perigo de fogo ou explosão se uma faísca ou chama entra por acidente.14 queda de pressão relativamente baixa (para o grau de remoção obtido). manutenção e reparo simples. coletores deste tipo estão disponíveis um grande número de configurações. o uso de filtros de fibra ajuda. etc. necessidade de manutenção relativamente elevada (substituição e limpeza de mangas. que ainda estão em estágio de desenvolvimento e podem ser muito caros. permitindo a coleta de poeira inflamável. na faixa de 2 a 6 inH2O. em outros casos. devido a alguns materiais de construção utilizados. requerem tecidos metálicos ou minerais refratários especiais.

PRECIPITADORES ELETROSTÁTICOS Vantagens: eficiência de remoção extremamente elevada pode ser obtida. materiais higroscópicos. a substituição do meio filtrante. as necessidades para resfriamento podem se tornar extremamente caras. ou constituintes gasosos. condensação de umidade. requer a utilização de proteção respiratória para o pessoal de manutenção. tipicamente menor que 0. no caso de condensadores de contato indireto.5 inH2O. . temperatura. capacidade de operação a alta pressão (150 psi) ou em condições de vácuo. Desvantagens: eficiência de remoção relativamente baixa para contaminantes gasosos. ou componentes adesivos. podem causar a formação de uma camada de torta ou requerer aditivos especiais. considerando-se concentrações típicas de aplicações de controle de poluição.15 tempo de vida do meio filtrante pode ser curto a temperaturas elevadas e na presença de particulados ácidos ou alcalinos. projetado para operação contínua com mínimas necessidades de manutenção. pode operar com elevadas taxas de fluxo de gás. CONDENSADORES Vantagens: recuperação do produto puro. custo de operação relativamente baixo. e carga de particulados. requer uma queda de pressão média de 4 a 10 inH2O. composição do gás e particulados. Desvantagens: custo inicial elevado. com um gasto de energia relativamente baixo. a água usada como líquido refrigerante em um condensador de contato indireto (trocador de calor casco-tubo) não faz contato com a corrente de gás e pode ser reutilizada após o resfriamento. baixa queda de pressão. capacidade de operação a altas temperaturas (1300 °F). equipamento muito sensível a flutuações nas condições da corrente gasosa. particularmente o fluxo. coleta e disposição do material a seco.

Desvantagens: custo de operação relativamente elevado. manutenção especializada e relativamente sofisticada é necessária. possibilidade da chama se propagar para etapas anteriores e subseqüentes perigo de explosão. capacidade de geração de vapor ou recuperação de calor em outras formas. no caso de incineração catalítica. devido a ser um processo reversível e portanto economicamente mais praticável. SISTEMAS DE COMBUSTÃO Vantagens: simplicidade de operação.16 certos particulados são difíceis de coletar. envenenamento do catalisador. precauções especiais são necessárias para proteção individual contra alta voltagem. principalmente quanto ao combustível utilizado. ozônio é produzido por descarga negativa do eletrodo durante a ionização da corrente de gás. Processo de adsorção química ou física é exotérmico. combustão incompleta pode causar problemas de poluição ainda piores. dá-se por contato gás-sólido Adsorção: Física ou Química Física: mais utilizada. devido às características de elevada ou baixa resistividade. PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DOS SISTEMAS DE CONTROLE DE POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA SISTEMAS DE ADSORÇÃO Processo de Adsorção: transferência do gás para a fase sólida. capacidade para destruição completa de organismos contaminantes. há perigo de explosão quando se tratam de gases combustíveis e/ou coleta de particulados combustíveis. . facilitando a regeneração do adsorvente. espaço necessário para a instalação é relativamente grande.

secagem de gases e líquidos. vedação das partes fixas em contato com as partes móveis do leito. Leito móvel: o Leito rotativo (Figura 8): Vantagem: • • sistema mais compacto com reduzida queda de pressão. freon TF e diclorometano. peneira molecular: remoção seletiva de contaminantes de hidrocarbonetos. 100 a 1000 ppm). sílica gel: secagem e purificação de gases. leito móvel e leito fluidizado os sistemas de leito fixo são em geral utilizados para recuperação de solventes como tricloroetileno. bauxita: tratamento de frações de petróleo. Regeneração dos Adsorventes: Vapor superaquecido (regeneração térmica) o Problemas na regeneração: compostos orgânicos com alto ponto de ebulição (> 260ºC) ou produtos bastante reativos (ácidos orgânicos. tetracloroetileno. - Desvantagem: • • .17 Característica dos materiais adsorventes: elevada relação: Adsorventes mais comuns e suas aplicações: carvão ativado: recuperação de solventes (efetiva para conc. Leito fixo/estacionário (Figura 6): o são utilizados na forma cilíndrica. Utilização mais eficiente do leito. o Regeneração ocorre pela passagem de vapor pelo leito (Figura 7). cetonas). uso de leitos pequenos causa decréscimo na eficiência de utilização do vapor para regeneração. Equipamentos de Adsorção: configurações: leito fixo (mais utilizado). área superficial/massa. tolueno. devido ao sistema de regeneração contínua. aldeídos. onde o solvente da corrente gasosa passa através do leito na direção axial. gases e líquidos. alumina: secagem de ar. eliminação de odores e purificação de gases.

Exemplos: reativos: ácidos orgânicos. • • Desvantagens: • • Perda por atrito das partículas de carvão do leito. cetonas e monômeros. não devem ser adsorvidos em carvão. Produtos orgânicos de elevados ponto de ebulição (superior a 260°C) ou muito reativos. Possui baixo custo inicial comparado ao leito fixo. glicóis e aminas. os quais não são removíveis por meio de dessorção com vapor. necessitando de filtro para o ar de saída. elevado ponto de ebulição: resinas. Vantajoso para grandes volumes de ar a serem tratados e quando o espaço disponível para instalação é reduzido. e recuperação do leito adsorvente com vapor (b) . podendo ser recuperado mais solvente com menos carvão ativado do que nos leitos fixos e rotativos. Ar de entrada também deve ser filtrado para evitar entupimento do leito. devido à possibilidade de reação com o leito e formação de produtos poliméricos. Figura 6.18 o Leito fluidizado (Figura 9) Vantagens: • Aumento da eficiência de utilização do leito. hidrocarbonetos de cadeia longa. fenóis. aldeídos. devido ao movimento contra-corrente. Sistema de adsorção com leito fixo (a). em relação ao leito fixo.

19 Figura 7. Diagrama de fluxo de sistema de recuperação de solvente retido no leito de carvão ativado Figura 8. Sistema de adsorção de leito fluidizado com sistema de recuperação do leito . Sistema de adsorção com leito rotativo Figura 9.

12 e 13). aminas. . H2S.20 SISTEMAS DE ABSORÇÃO Processo de absorção: A transferência do gás para a fase líquida se dá por meio do contato líquido-gás Absorção: Solubilização e Química Solubilização Química Principais Aplicações: recuperação de compostos gasosos purificação de correntes gasosas HCl. lavador venturi. a qual é mais utilizada em aplicações industriais para poluentes gasosos quando são necessárias eficiências de 90 a 95%. SO2. concorrente e cruzado: • Gotas de líquido (Figuras 14 a 18): colunas de aspersão. NH3. Os recheios utilizados nas colunas são de materiais cerâmicos. metálicos ou termoplásticos. soluções alcalinas e ácidas Equipamentos de Absorção: Configurações: o Dispersão Da fase líquida: • Filme líquido: coluna de recheio (Figuras 10. Apresentam baixa eficiência para particulados abaixo de cerca de 5 µm. Cl2. câmara ciclone-spray. com eficiências acima de 70%. As colunas de aspersão são bastante utilizadas para coleta de poeira mais grosseira (acima de 25 µm) e para pré-resfriamento de correntes gasosas. o Configurações de acordo com o fluxo: contra-corrente. Da fase gasosa: • Bolhas de gás: Torre de pratos. Tanques de aspersão e Tanques de agitação. 11. HF. podendo remover particulados acima de 10 µm. álcoois e orgânicos Produtos mais usados em Sistemas de Absorção: Água. NOX.

21 Figura 10. Coluna de recheio – fluxo concorrente . Coluna de recheio .fluxo contra-corrente Figura 11. Coluna de recheio – fluxo cruzado Figura 12.

Tipos de recheios de coluna Figura 14. Coluna de aspersão ou lavador de gases .22 Figura 13.

Lavador de gases tipo ciclone. com spray de líquido na entrada do ciclone Figura 16. Lavador de gases tipo ciclone com spray de líquido no centro do ciclone .23 Figura 15.

Lavador de gases tipo venturi COLETORES MECÂNICOS Processo de separação do sólido: mudança na direção da corrente gasosa Principal Aplicação: separação de materiais particulados onde não são exigidas elevadas remoções de particulados. Lavador de gases tipo venturi. com coletor tipo ciclone Figura 18. .24 Figura 17.

Tipos de Equipamentos: Câmara de separação por gravidade (figura 19) Precipitadores dinâmicos (figura 20) Separadores inerciais (figura 21) Ciclones (figura 22 e 23) Figura 19. Separador inercial .25 Vantagem: investimento inicial baixo e baixo custo de operação. Precipitador dinâmico Figura 21. Câmara de separação por gravidade Figura 20.

(d) entrada axial e descarga periférica FILTROS MANGA Processo de separação sólido: passagem por uma malha (tecido) filtrante. (b) entrada axial e descarga periférica de material particulado Figura 23. . armação em formato de gaiola (Figura 25).26 Figura 22. Coletores tipo ciclone: (a) entrada tangencial e saída axial. o qual está sobre um suporte. Coletores tipo ciclone: (c) entrada axial e descarga axial.

nylon. etc. Por método de limpeza: o Limpeza por vibração o Limpeza por fluxo reverso (Figura 26) o Limpeza por pulso de ar (Figura 24) Figura 24. teflon. Filtro manga. Tipos de Equipamentos: podem ser classificados por métodos de limpeza.27 Materiais do meio filtrante: algodão. por capacidade de fluxo e por faixas de temperatura de operação. vidro. Aplicações dos Filtros manga: ampla faixa de particulados sem características adesivas. sistema de limpeza com pulso de ar Figura 25. Tipos de gaiolas ou suportes para o meio filtrante nos filtros-manga . pp.

possuem menor custo de instalação e requerem menos equipamentos auxiliares e manutenção. contato indireto: o líquido refrigerante e vapores/condensado estão separados por uma superfície. a menos que a diluição do poluente seja inferior aos níveis previstos em legislação. são os trocadores de calor (Figura 28). este condensado não pode ser utilizado e pode causar um problema de disposição. Funcionamente do sistema de limpreza de um filtro manga por fluxo de ar reverso: (a) filtração. o São os condensadores mais usados para o controle de poluição atmosférico. os vapores e condensado são misturados (Figura 27). tubular.28 Figura 26. o Vantagens: são mais simples. (c) limpeza com a saída do material particulado CONDENSADORES Processo de Condensação: aumento de pressão ou redução de temperatura (remoção de calor) Tipos de Condensadores: contato direto: o líquido refrigerante. . o Tipos: casco-tubo. de pratos planos e vários outros tipos de unidades com superfície tubular. o Desvantagens: o condensado tem um volume de 10 a 20 vezes do condensador indireto (de superfície). (b) fluxo de ar reverso. com ar resfriado.

Condensadores de contato direto: (a) spray. Tipos de condensadores de contato por superfície: trocadores casco-tubo . (b) jato. (c) barométrico Figura 28.29 Figura 27.

1 a 1 µm) que adquirem carga elétrica rapidamente. remoção do material particulado em dispositivo externo. Podem ser utilizados numa ampla faixa de temperatura e pressão. mesmo a 2000°F (1093°C) e várias atmosferas.30 PRECIPITADORES ELETROSTÁTICOS Processo de separação : aplicação de carga (alta voltagem) sobre o material particulado suspenso na corrente gasosa (ver Figura 29 e 30). Indústria petroquímica (craqueamento catalítico) e na indústria química (produção de ácido sulfúrico e plantas de produção de sulfato de cálcio). Figura 29. Aplicações: partículas finamente divididas (0. remoção das partículas carregadas por campo elétrico. Precipitador eletrostático . neutralizando a carga das mesmas. Princípio de funcionamento do precipitador eletrostático Figura 30.

Aplicações: Incineradores: controle de odores e fumaça com algumas aplicações para o controle de emissão de hidrocarbonetos e CO “Flare”: excesso de gases poluentes. Representação esquemática de um incinerador térmico Figura 32. porém pode ser usado para eliminar grandes volumes de certos gases (hidrocarbonetos. Incineração catalítica (Figura 32). mas utilizam um catalisador metálico para promover a redução rápida necessária. Queima direta na chama (Flare) (Figura 33 a 35). Representação esquemática de um incinerador catalítico . Métodos de oxidação rápida para destruição de contaminantes combustíveis: Incineração térmica (Figura 31). Os métodos térmicos e de chama caracterizam-se pela presença de chama durante a combustão. hidrogênio. temperatura e turbulência. Os principais parâmetros considerados no projeto de incineradores são tempo. amônia.31 SISTEMAS DE COMBUSTÃO Os sistemas de combustão são utilizados para o controle de emissão de poluentes atmosféricos quando há poluentes gasosos e/ou particulados combustíveis ou que se decompõem termicamente. Os incineradores catalíticos servem-se do mesmo propósito. Estas unidades operam com altas taxas de reação e baixa geração de temperatura pelos materiais contaminantes. HCN. ou outros gases tóxicos e perigosos) para proteção da planta e/ou meio ambiente Figura 31.

Representação esquemática de um “flare” com elevação Figura 34. (b) unidade de fluxo forçado coaxial .32 Figura 33. Representação esquemática de um “flare” sem elevação Figura 35. Dois tipos de sistemas de “flare” com fluxo forçado: (a) unidade de fluxo forçado biaxial.

conseqüentemente. constituindo-se no segundo caso de: coluna ou esqueleto externo: tijolos. incluindo máximo. A dispersão de poluentes consiste em exalar efluentes gasosos por uma chaminé elevada. O mínimo de informações necessárias para o projeto adequado de chaminés são as seguintes: descrição detalhada dos gases gerados no processo. Descrição topográfica e informações sobre possibilidade de atividades sísmicas. material estrutural e acessórios. Atualmente. incluindo características de performance dos equipamentos de controle localizados antes da chaminé. Escadas de acesso são importantes para serviços de amostragem e manutenção. as plataformas de amostragem devem ser pelo menos 10 vezes o diâmetro da chaminé a partir do duto de entrada da mesma. informações sobre as propriedades físicas e químicas da corrente gasosa são muito importantes. e no caso de chaminés com camisa. uma plataforma de amostragem. concreto armado ou ainda de metal. Os quatro parâmetros mais importantes na especificação de uma chaminé são os seguintes: materiais de construção. O projeto de chaminés envolve procedimentos rigorosos que empregam técnicas de modelagem de dispersão do ar para prever o fluxo dos poluentes na atmosfera ao serem carregados pelos ventos. taxa de fluxo de gás e temperaturas de entrada nas condições atuais. futuras e condições de projeto. Portanto. O diferencial de temperatura entra a corrente gasosa e o ar atmosférico é também um parâmetro importante para a seleção dos materiais. As chaminés podem ser construídas em diferentes materiais. sob condições convenientes. camisa: tijolos ou aço para chaminés altas. sistema de luzes de segurança e luzes de alerta para aeronaves. A Chaminé pode ser com ou sem camisa interna. A porta de acesso é necessária para permitir a remoção de quaisquer materiais acumulados no fundo da chaminé. são os seguintes: . pois predominava a idéia de que a diluição dos poluentes era a melhor alternativa. maior era a dispersão dos poluentes e conseqüentemente mais efetivo era o controle de poluição. e concreto reforçado. tijolos. mínimo e valores médios. escadas. dispondo-se das informações acima e informações da planta. Para saber o material mais adequado. Os parâmetros de projeto a serem calculados ou especificados. Segundo regulamentações. incluindo elevação acima do nível do mar e flutuações de temperatura ambiente. Propriedades como corrosão e acidez ou basicidade da corrente gasosa devem ser determinados. Layout de partes planas e elevações da planta e edificações. as chaminés são o componente final de um sistema complexo de controle de poluição ou sistema de ventilação. Dados específicos locais. nessa época quanto maior a altura da chaminé. Dados meteorológicos.33 DISPERSÃO DOS EFLUENTES ATMOSFÉRICOS POR CHAMINÉS Anteriormente as chaminés eram utilizadas como método de controle de poluição. incluindo aço. As chaminés são utilizadas numa série de aplicações e. fornece também um acesso ao espaço entre a parede interna e externa. seu projeto está diretamente ligado ao local e tipo de processo envolvido. Acessórios de chaminés incluem uma porta de acesso.camisa. dos quais os dados de ventos são bastante importantes. com o rigor da legislações e consciência da comunidade de modo geral.

chapter 14. máxima e mínima dos ventos para o local. A elevação da pluma é uma função da velocidade da pluma e do diferencial de temperatura entre o gás que sai da chaminé e o ar atmosférico..br/port/conama/ . a altura efetiva da chaminé.asp http://www.mma. De acordo com as boas práticas em engenharia.br/Ar/ar_geral. Air Pollution Control and Design for Industry. A. O U. http://www. Paul N. Velocidade de saída dos gases. USA. Tamanho do duto de entrada. Springer-Verlag. 2. 1993. Altura da chaminé.ines. Buonicore. O diâmetro ou largura do duto de entrada não deve ser maior do que 50% do diâmetro interno da chaminé ou 33% do diâmetro da parede externa.. reforço das aberturas na parede externa. 1994.. 2 ed. “Air Pollutants and Global Climate”. projeto da fundação da chaminé. Nevers. 193-194.gov.eti. Air & Waste Management Association. pois está relacionada a concentração de contaminante nos ventos próximos à superfície. Air Pollution Control Engeneering Manual. Velocidades de saída mais elevadas nas chaminés aumentam a altura da pluma e portanto. Marcel Dekker.S Environmental Protection Agency (EPA) tem definido os edifícios que afetam a pluma da chaminé dentro de uma distância de 5xL (sendo L a medida dos edifícios de menor altura) e conseqüentemente a altura da chaminé deve ser de acordo com as boas práticas de engenharia (GEP) .34 1. Outros parâmetros importantes para o projeto de chaminés são os seguintes: espessura da parede externa da chaminé. L. McGraw-Hill. A velocidade de saída dos gases deve ser de uma a cinco vezes a velocidade do vento. A altura efetiva da chaminé é definida como a altura da chaminé mais a altura de elevação da pluma.5 vezes a altura do edifício nas proximidades. quando a chaminé não possuir camisa interna. A velocidade de saída dos gases é um parâmetro de projeto importante.. Noel.. 1992. chapter 1.cetesb.gov. projeto de mobilidade da chaminé. 4. A. Cheremisinoff. Velocidades de saída mais baixas permitem a chegada desses contaminantes à regiões próximas do solo (ver Figura 36). “Stacks in Pollution Control”. USA. Air Pollution Control Equipment. 1995.br/chuva/ http://www. Altura efetiva da chaminé. Velocidades de saída entre 3000 e 4000 fpm têm proporcionado uma margem de segurança adequada em projetos. Buonicore. Air Pollution Control Engineering. Entretanto.5xL ou um máximo de 65 metros (213 feet). Um diferencial de 1ºF é esperado para produzir um correspondente aumento na altura efetiva da chaminé de cerca de 9 feet. W.sp. deve-se conhecer a velocidade média. O EPA define essas boas práticas como sendo GEP = altura do prédio + 1. BIBLIOGRAFIA Theodore. Van Nostrand Reinhold.. considera-se aceitável uma altura de chaminé equivalente a 2. pp. problemas de ressonância. J. 3. USA. USA. “Stacks”. Davis.

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