ACESSO VENOSO CENTRAL

http://www.acls.com.br/sati-acessovenoso.htm

Terapia Intensiva Moderna Básica
ACESSO VENOSO CENTRAL

Ferrari.D
O acesso venoso central é de extrema importância para o intensivista. Avaliadas as possibilidades complicações, deve ser decisão baseada no benefício. Para grandes infusões volumétricas, o ideal ainda é o acesso venoso periférico, preferencialmente a veia cubital e com Jelco 14. Na Uti a manutenção do acesso periférico torna-se muitas vezes inviável em virtude das hipotensões graves que ocasionam o calapso da circulação periférica, dificultando punção, e a permanência por períodos maiores de três dias do acesso, que muitas vezes não é permitida. Indicações de Acesso Venoso Central Hipovolemia Refratária Hipotensão Grave Procedimentos específicos: Swan-Ganz, MCP, hemodiálise. Medida de PVC Utilização de Drogas Vasoativas Acesso periférico difícil

A técnica de punção mais utilizada é a de Seldinger, com complicações que variam de 0,5 a 10%. Sabe-se que quanto maior o número de punções do profissional, menor a possibilidade de complicações.

Sven Ivar Seldinger. ( Radiologista, em 1953 efetua cateterização das artérias e coração. Seu método é adaptado para cesso venoso com vantagem de fornecer maior calibre para os catéteres )

O Acesso pode ser realizado de três formas: — — — Veia Jugular Interna ( VJI ); Veia Subclávia ( VSC ); Dissecção de veia periférica.

O acesso jugular direito é o mais indicado, sobretudo em pacientes acima de 60 anos com deformidades torácicas ou em ventilação mecânica com alta dependência de peep ou pressões inspiratórias. A punção esquerda deve ser evitada por Ter a passagem do ducto torácico. Na VM, ao puncionar, deve-se desconectar o ventilador não mais que 15 segundos.

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avaliando riscos. Técnica 1. informar o paciente do procedimento.000 contraindicada a punção. fração decimal (2cc) de midazolam diluído em 10 ml de AD. ainda em avaliação custo-benefício. Há dois tipos de dispositivos. coagulopatia e possibilidade de sangramento. A secção do catéter pode ser evitada quando ao introduzi-lo. Trendelemburg. contudo não há benefício teórico com equipe treinada.br/sati-acessovenoso. deformidades anatômicas localizadas.ACESSO VENOSO CENTRAL http://www. permanece até apresentar sinais localizados ou sistêmicos que possam indicar infecção. O custo é de 3-4 vezes quando comparados nas opções. que caso ocorra. ocorrendo entre 35 a 40% dos casos. pneumopatas graves para acesso subclávio. A antissepsia deve ser extensa na região. e solicitar coagulograma com medidas de TP e TTPA. Na necessidade. aguardando a radiologia de controle para localização do catéter e descartar punções pleurais com pneumotórax. A Fisioterapia torácica deve ser evitada nas primeiras duas horas. bomba de diurético ou dieta parenteral. O Intracath tem deixado cada vez mais de ser utilizado.com. A utilização de catéteres com bactericidas tem se demonstrado promissora. portanto avaliar a necessidade de analgesia endovenosa prévia e/ou posterior.acls. sedação contínua. como febre sem foco aparente. O bloqueio deve ser feito vagarosamente com introdução de agulha IM e já servindo como “punção de prova” para localização que deve ser avaliada a possibilidade de abandonado-lo após três tentivas. Não há definição para o tempo de permanência do catéter. portanto somente infundir no primeiro momento Solução Fisiológica a 0. não devendo ultrapassar três semanas. as punções devem ser realizadas na região cervical a qual permite compressão mecânica local. retirar a agulha lentamente e concomitante. inferior a 20. Infecção* Flebite Trombose Embolia Infusão Mediastinal Secção do catéter Pneumotórax* Punção carotídea* Hematoma localizado * mais comuns As infecções ocorrem por germes Gram negativos ou Estafilococos. Na punção jugular a localização da artéria carótida é fundamental. ambos com fio guia. Em situações de agitação psicomotora pode ser necessário sedação mínima. com cautela no idoso. substituídos por catéteres. Antes de punção eletiva. superiror ). o Intracath e o Catéter de single e dúplo lúmens. como consenso. entre elas. protejendo-a de punção acidental. faz-se necessário a contagem de plaquetas. A infusão mediastinal pode ocorrer. com trocas de luvas após o término da mesma. A falha do cateterização se dá entre 5 a 10%. Técnica Na possibilidade. mantenha compressão local por tempo maior de três minutos intermitentes. o que deve ser justificado a necessidade de duplo-lúmen com previsão de infusão múltipla de drogas.htm As contra-indicações são relativas. sendo preocupante os germes Multiresistentes (MR). A dor é importante sintoma pós-punção. 2 de 5 28/07/2011 20:55 . O uso de máscara deve ser realizado já neste momento. Coxim no ombro ( dorso.9%. 2. Retira-se e encaminha para cultura. pós uso de trombolítico ou em uso de heparinização.

colocar avental. Solicitar Rx de tórax. Lateralização da cabeça. 7. Direção: VJI – com inclinação de 30 .acls. 14.9%. evite puxar o catéter com agulha parada. VSC – Ponto Médio do terço médio da clavícula. 17. Desconectar a seringa e obstruir com polegar. VSC. 10. Refluxo: sangue de coloração vermelha-escura.com. VJI . 11. 16. Efetuar curativo Oclusivo. 9. nova punção medial. na dificuldade. 6. Trocar luvas.0 na pele. Conectar SF0. Antissepsia. 13. Bloqueio com xylocaína a 2%. 15. abaixando o frasco para permitir refluxo. Efetuar aspiração contínua e leve.pressionar com polegar o local da punção e direcioná-la para o manúbrio esternal com indicador. Auscultar pulmão. 12. o 5.Veia Jugular Interna: Punção homolateral em direção ao mamilo no ápice das inserções do esternocleiomstoideo ( ESCM ).htm 3. 8. visualizando o monitor de ECG. 4. Localizar o local de punção: VJI – ápice do triângulo das inserções do ESCM. em direção ao mamilo do lado puncionado. Introduzir guia lentamente. próximo a veia jugular externa ( VJE ) 3 de 5 28/07/2011 20:55 . Campo estéril.br/sati-acessovenoso. Fixar catéter com fio 3.ACESSO VENOSO CENTRAL http://www.

PortoCath. o acesso será através de punção intra-ósseo tibial em crianças até seis anos de idade e veia femoral ou safena acima de seis anos.br/sati-acessovenoso. diminuição da agregação plaquetária. Catéter Duas e três vias.htm VSC: Veia Subclávia : Punção em direção ao manúbrio esternal. havendo condições clínicas não emergenciais.jugular interna e v.com.acls.jugular externa. 4 de 5 28/07/2011 20:55 . cubital mediana no cotovelo ou safena magna no tornozelo.femoral. v. Dupla via para Hemodiálise Na Criança: O acesso venoso na criança está na dependência da idade e da gravidade. terapia concomitante com lúmen independente. v. Cateter Mono-lúmen Catéter : entre os benefícios teóricos estão a inserção com medida de profundidade.subclávia. Na emergência em três tentativas das vias convencionais como a veia femoral. o acesso deverá ser na ordem de preferência a v. Em criança maiores. introduzindo agulha no terço médio da clavícula. local da punção com menor incidência de hematoma e formação de trombos.ACESSO VENOSO CENTRAL http://www.

htm SWAN GANZ : http://www.br/sati-acessovenoso.acls.medicinaintensiva.com.ACESSO VENOSO CENTRAL http://www.br/swanganz.com.htm 5 de 5 28/07/2011 20:55 .

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