Práticas de Enfermagem: Lavagem e Sinais Vitais

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PRÁTICAS DE ENFERMAGEM PARA PREPAÇÃO DO EXAME PRÁTICO

PARTE 1: FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

CAPÍTULO 1: LAVAGEM DE MÃOS

Temos três tipos de lavagem de mãos que são:

 Lavagem de mãos social


 Lavagem de mãos higiénico- medico
 Lavagem de mãos cirúrgico

Passos de lavagem de mãos higiénico- medico

Ligar a torneira numa pressão mínima

Molhar o sabonete e as mãos em seguida friccionar nas mãos para fazer espumas, meter espumas na
torneira e fechar.

Começando com os passos:

1. palma com palma dez vezes


2. palma com dorso dez vezes
3. espaços interdigitais dez vezes
4. espaços extra digitais dez vezes
5. punho percursor sobre a palma dez vezes
6. ponta dos dedos com a palma dez vezes
7. polegar com a palma dez vezes
8. movimento rotativo das extremidades dos dedos até ao punho, 5 cm do punho dez vezes.

CAPÍTULO 2: CONTROLE DE SINAIS VITAIS


2.1. Sinais vitais

São aqueles sinais que denotam o funcionamento dos sistemas orgânicos mais importantes para
manter a vida, ou seja, são indicadores do funcionamento normal ou anormal do corpo humano.

Objetivos

 -Avaliar o comportamento dos sinais que denotam a vida;


 -Contribuir para determinar o diagnóstico do paciente;
 Permitem o enfermeiro planear e implementar as prescrições;
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PRÁTICAS DE ENFERMAGEM PARA PREPAÇÃO DO EXAME PRÁTICO

 Permitir ao enfermeiro avaliar a resposta e o sucesso e o sucesso das intervenções e


terapêuticas realizadas;
 Alertar o técnico de saúde na recuperação ou no agravamento do estado do paciente;

Classificação dos sinais vitais

 -Temperatura;
 -Pulso (frequência cardíaca);
 -Respiração (frequência respiratória);
 -Tensão arterial;

Os quatro sinais vitais aqui referidos, são as verificações mais realizadas pelos profissionais de
saúde, mas existem ainda mais outros sinais que denotam o funcionamento normal ou anormal dos
sistemas do organismo.

Precauções para avaliação dos sinais vitais

 Comprovar as condições higiênicas e o bom funcionamento dos aparelhos;


 Não se deve aferir os sinais vitais depois de exercícios físicos ou em estado de emoção
forte;
 Não ensacudir os aparelhos junto a unidade do paciente

2.2. Temperatura

Temperatura corporal: É o grau de calor do organismo mantido em consequência do


funcionamento dos seus órgãos internos, razão pela qual a temperatura do corpo humano seja
permanente durante toda vida.

A unidade de medida da temperatura é o Grau Célsius(C). E o aparelho usado pra a sua avaliação
é o termômetro clinico.

A temperatura normal do corpo humano varia entre 36 à 37,4C (Apirexia) com ligeiras oscilações
(subidas e descidas) em função do meio ambiente, exercício físico, digestão, emoções e tantos
outros fatores.

2.3. Factores Que Influenciam A Variação Da Temperatura


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PRÁTICAS DE ENFERMAGEM PARA PREPAÇÃO DO EXAME PRÁTICO

Como referido acima os factores que podem influenciar a variação da temperatura são :exercicio
fisico,clima,digestão,emoção,sexo,posição, e outros a temperatura é o único sinal vital que não
varia segundo a idade.

Variações da temperatura

Hipotermia:temperatura abaixo dos valores normais,sobretudo provocadas pela diminuição da


vitalidade do organismo, os seus valores rondam entre 35 à 35,9C

Apirexia:temperatura normal do corpo [Link] seus valores rondam entre 36 á 37,4C

Sub-febril:febres ligeiras,de longa duração e de origem não bem conhecida o seu valor oscila
entre 37,5 á 37,7C

Hipertermia:temperatura acima dos valores normais os seus valores oscilam entre 37,8 á 39,9C

Hiperpirexia:febres altas apartir de 40 C

Regiões para avaliar a temperatura

 -Boca
 -Axila
 -Flexura do cotovelo
 -recto
 -vagina
 -virilha

Materiais necessarios

Tabuleiro desinfectado contendo:

 1-um par de luvas descartaveis ou mais


 2-termometro
 3-taça com bolas de algodão seco
 4-Relogio cpm ponteiro de segundo
 5-Bloco de notas
 6-lapid,borracha e esferografica
 7-aparadeira para sujos e para material recuperavel.

Procedimentos
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*levar o tabuleiro junto a unidade do paciente e colocar-se a sua direita

*descubra e seque a região axilar com uma torunda seca

*pegue o termometro e verifique se se o mercurio esta abaixo de 35

*colocar o termometro na axila,tendo o cuidado de que não haja roupa entre o termometro e a pele
do paciente,pedindo-lhe que encoste o braão ao torax

*espere 5 minutos para retirar o termometro

*retire o termometro e limpe-o com uma torunda seca desde a zona graduada até a area do
mercurio

*coloque o termometro na altur ados olhos e proceda a leitura

*Depois de determinar as cifras da temperatura baixe o termometro e coloque na aparadeira para


recuperaveis

*anotar os valores no bloco de notas pu no processo do paciente

*arrumar o material

*Despedir do paciente e dirigir-se a sala de trabalho

*desarrumar o material,lavar e colocar na area reservada pra sua conservação

*lavar e secar as mãos

2.4. Pulso (frequência cardíaca)


Pulsação: é a dilatação da parede da artéria ao receber o fluxo de sangue bombeado pelo coração
em cada contracção do ventrículo esquerdo.

Em outras palavras, o pulso é a sensão que sentimos ao comprimir uma artéria contra um plano
resistente.

 Frequência Cardíaca

É o número de pulsações que acontecem durante um minuto.

 Valores normais da frequência cardíaca ou pulso

Recém-nascido 120-160 Pulsações /minutos


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PRÁTICAS DE ENFERMAGEM PARA PREPAÇÃO DO EXAME PRÁTICO

Crianças 90-140 Pulsações /minutos


Adolescentes e Adultos 60-90 Pulsações /minutos
Idosos 60-70 Pulsações /minutos

 O Pulso varia quanto a frequência, ao ritmo e amplitude.

Quanto a frequência: o pulso pode ser:

a) -Taquicardia: aumento da frequência do pulso.

b)-Bradicardia: diminuição do pulso ou quando apresenta valores abaixo do normal.

Quanto ao ritmo: o pulso pode ser:

Ritmo: é a regularidade com que sucedem as contracções.

a) -Rítmico: quando os intervalos de tempo entre as contracções são iguais e constantes


durante todo o período da sua avaliação.

b) -Arrítmico: quando apresenta diferenças nos intervalos de tempos entre uma e outra
contracção durante a sua avaliação.

•quanta amplitude

a) -Amplitude: é a sensão do volume do pulso que depende da quantidade de sangue que sentimos
nas artérias: que pode ser;

-Cheio, forte ou grosso.

-Pequeno, delgado ou fino.

•Factores que influenciam na variação do pulso: Exercício físico, calor, emoções, dor,
ansiedade, fármaco, hemorragia, problemas respiratórios etc.

• Locais de avaliação do pulso

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PRÁTICAS DE ENFERMAGEM PARA PREPAÇÃO DO EXAME PRÁTICO

O local principal é na artéria radial, mais pode se tomar na branquial, temporal, femoral, pediosa,
etc. Sendo a artéria carótica o lugar de ultimo recurso para avaliação do pulso, visto ser aí onde
passa às últimas porções de sangue reservadas para a irrigação dos capilares cerebrais.

2.5. Frequencia respiratoria

•Regras geral

- O Pulso deve ser tomando duas vezes ao dia, se não houver outras indicações.

-O Braço do paciente deve estar apoiado.

•A Respiração é o processo de entrada de ar carregado de oxigénio nos pulmões e a saída do ar


carregado de dióxido de carbono e vapor de água, e consta de dois movimentos que são: a
inspiração e a expiração.

•Eupneia é a classificação dada ao valor normal da frequência respiratória e que varia consoante a
idade do individuo e tantos outros fatores, sendo:

•Valores normais da frequência respiratória

Recém-nascido 35-40 CR/minuto


Crianças de até 6 meses 30-50 CR/minuto
Criança ate 2 anos 25-32CR/minuto
Idade escolar 20-30 CR/minuto
Adolescente 16-20 CR/minuto
Adulto 12-16 CR/ minuto

•Factores que influencia a variação da respiração:

O Sexo, a idade, posição, clima esforço físico, riso, emoção, ansiedade, canto, sono, tabagismo
etc.

•Variações ou Alterações: Frequência e amplitude;

•quanto a frequência:

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PRÁTICAS DE ENFERMAGEM PARA PREPAÇÃO DO EXAME PRÁTICO

a) -Taquipneia: aumento da frequência respiratória, isto é quando os seus valores se situam acima
dos normais.

b)-Bradipneia: diminuição da frequência respiratória, valor situado abaixo do normal.

•Quanto Amplitude:

a) - Respiração profunda: quando o volume de ar que entra nos pulmões é maior do que o
normal (lenta e pesada).
b) -Respiração superficial: quando o volume de ar que entra nos pulmões menor do que o
necessário (acelerada e leve).

Dispneia: é toda dificuldade respiratória que pode manifestar-se tanto no aumento da frequência
como na sua diminuição, podendo apresentar-se sob formas de:

1-Ortopneia situação em que o doente só consegue respirar normalmente quando sentado ou de pé,
por esta razão é que; em outros termos de denomina por dispneia de posição.

2-Apneia: paragem respiratória mais ou menos prolongada, mais que não pode exceder os 4
minutos.

3-Respiração estertorosa: respiração difícil e dolorosa acompanhada de um guincho.

2.6. Tensão arterial ou T.A

É a pressão exercida pela passagem de sangue nas paredes das artérias. A pressão arterial depende
de duas forças ou movimentos que são:

a)-Pressão sistólica: corresponde a contracção do ventrículo esquerdo tem como característica um


movimento com som activo.

b)-Pressão diastólica: corresponde ao relaxamento do músculo cardíaco, também considerado


repouso ventricular, tem como característica um som passivo.

Débito cardíaco é o volume de sangue bombeado pelo coração durante um minuto.

Volume sistólico é a quantidade de sangue bombeado pelo coração durante uma contracção do
ventrículo esquerdo.

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PRÁTICAS DE ENFERMAGEM PARA PREPAÇÃO DO EXAME PRÁTICO

Frequência cardíaca é número de vezes que o coração bombea o sangue na aorta no período de um
minuto.

• A unidade de avaliação da T.A chamasse milímetro de mercúrio(mmHg)

O aparelho que serve para avaliar a T.A chama-se Esfigmomanómetro

•Valores normais da pressão arterial

Sístole 100-140mmhg
Diástole 60-90mmhg

•Factores que influenciam na variação da pressão arterial são: A idade, stress, emoção exercício
físico etc.

•Hipotensão arterial: é a queda dos valores da pressão arterial, isto é, valores encontrados abaixo
dos normais estabelecidos. Sendo a pressão sistólica abaixo de 100, e a diastólica abaixo de 60
mmhg. Esta situação é causada pela diminuição de líquidos no aparelho circulatório, ou da
falência do músculo cardíaco em bombear o sangue.
•Factores que influenciam a queda da tensão arterial

-Dilatação das arteriais

-Pouca força ventrículo

-Pouca quantidade de líquidos no aparelho circulatório.

•Hipertensão arterial: é a elevação dos valores da tensão arterial, quando os valores se encontram
acima daqueles normalmente estabelecidos; Sístole igual ou acima de 140mmhg ou diástole igual
ou acima de 90mmhg, quer dizer que: uma tensão 140/90 mmhg.

•Factores influentes temos: obesidade, idade, actividade física, o fumo, raça, consumo exagerado
de álcool, sal, fármacos, dor e tantos outros.

Material necessário para avaliação dos sinais vitais:ELABORADO POR: SIRO AFONSO

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PRÁTICAS DE ENFERMAGEM PARA PREPAÇÃO DO EXAME PRÁTICO

1-Tabuleiro com:

2-Um par de luva ou mais

3-Termometro clinico

4-Esfigmomanometro

5-Estetoscópio bi-auricular

6- Relógio com ponteiro de segundos

7-Taça com bolhas de algodão embebidas em álcool

8-Taça com bolhas de algodão seco

9-Aparadeira para sujos

10-Aparadeira para recuperados

11-Bloco de nota: lápis com borracha e esferográfica

12-Cartão do doente

2-Fora do tabuleiro:

-Livro de registo

-Biombo

-Cadeira, mesa, marquesa

CAPÍTULO: 3- ADMINISTRAÇÃO DE VACINAS

Vacina: é um produto biológico produzido a partir de agentes patogénicos (vírus ou bactérias),


utilizados para obter uma imunização.

Vacinação: é o acto de administrar vacinas no organismo humano ou animal, não activas de


agentes patogénicos para criação de anticorpos contra doenças. A Vacinação é uma forma de
fortalecer o organismo contra determinadas doenças.

3.1. Objectivo da vacinação

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PRÁTICAS DE ENFERMAGEM PARA PREPAÇÃO DO EXAME PRÁTICO

a) -É de proteger o organismo de doenças ou contra substâncias estranhas e invasivas


b) -Cria uma barreira que impede que os agentes infeciosos, destruir, e elimina-las do
organismo, antes que se multiplicam ou antes que estes cansem doença no organismo.

 Imunidade

É capacidade que organismo tem de defender-se perante uma agressão bacteriana, viral,
parasitaria etc.

 Imunização

É o processo que consiste em administração de produtos biológicos em ser vivo, e capaz de


garantir a imunidade no organismo.

A imunidade pode ser activa ou passiva

Imunidade activa: é aquela que ocorre quando o próprio corpo do individuo produz uma resposta
imune.

Imunidade passiva: é aquela em que o individuo recebe anticorpos já protos, sem que seu sistema
imunológico seja estimulado.

Antígeno: são substâncias produzidas de bactérias, vírus ou outros agentes infeciosos, capazes de
estimular a produção de anticorpos específicos.

Anticorpo: são substâncias produzidas pelo organismo em resposta de um antígeno.

Material para administração intradérmica (BCG) angulo de 10 a 15º

1-Tabuleiro com:

Um ou dois pares de luvas

-Cartão de vacinação ou caderno de saúde da criança

-Uma ou duas seringas de 5ml para diluição


- Uma ou duas seringas de 0.05 ml para aplicação da vacina

-Bloco de nota lápis com borracha e lapiseira

-Relógio de ponteiro de segundo


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PRÁTICAS DE ENFERMAGEM PARA PREPAÇÃO DO EXAME PRÁTICO

-Taça com bolhas de algodão embebido em água fervida

-Taça com bolhas de algodão seco

-Aparadeira para sujos

1-I-Aparadeira para recuperados

2-Fora do tabuleiro:

-Livro do PAV

-Caixa isotérmica com a vacina BCG e seu diluente

-Caixa de incineração ou de segurança

-Biombo

-cadeira

-Mini arca

Materiais para administração intramuscular angulo de 90º

1-Tabuleiro com:

-Um ou dois pares de luvas

-Cartão de vacinação ou caderno de saúde da criança

- Uma ou duas seringas de 0.5 ml para aplicação da vacina

-Bloco de nota lápis com borracha e lapiseira

-Relógio de ponteiro de segundo

-Taça com bolhas de algodão embebido em água fervida

-Taça com bolhas de algodão seco

-Aparadeira para sujos

-Aparadeira para recuperados

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PRÁTICAS DE ENFERMAGEM PARA PREPAÇÃO DO EXAME PRÁTICO

2-Fora do tabuleiro:
-Livro de registo do PAV

-Caixa-Caixa de incineração ou de segurança

-Biombo

-Cadeira

-Mini arca

Materiais para administração na via subcutânea ângulo de 45º

1-Tabuleiro com:

Um ou dois pares de luvas

-Cartão de vacinação ou caderno de saúde da criança

-Uma ou duas seringas de 5ml para diluição

- Uma ou duas seringas de 0.5 ml para aplicação da vacina

-Bloco de nota lápis com borracha e lapiseira

-Relógio de ponteiro de segundo

-Taça com bolhas de algodão embebido em água fervida

-Taça com bolhas de algodão seco

-Aparadeira para sujos

-Aparadeira para recuperados

2-Fora do tabuleiro:

-Livro de registo do PAV

-Caixa isotérmica com a vacina Sarampo/Rubéola e Febre-amarela e seus diluentes

-Caixa de incineração ou de segurança

-Biombo
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PRÁTICAS DE ENFERMAGEM PARA PREPAÇÃO DO EXAME PRÁTICO

iso Cadeira

-Mini arca

CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO
Idade Vacina Dose Via de Local Dosagem
administração
Pólio Dose 0 Ora Boca 2 Gotas
Ao BCG Única Intradérmica Braço esquerdo músculo 0.05 ml
deltoide

Nascer Hepatite B Única Intramuscular Na face ântero-lateral da 0.5 ml


coxa
esquerda

Pólio 1ªDose Oral Boca 2 Gotas


Rotavírus Oral Sublingual Todo Tubo
1ºDose
Pneumococ 1ºDose Intramuscular Terço médio da face 0.5 ml

2 o externa da coxa direita

Meses
Pentavalent 1ºDose Intramuscular Terço médio da face 0.5 ml
e externa da coxa esquerda
Pólio 2ª Dose Oral Boca 2 gotas

Pólio Única Intramuscular Terço médio da face 0.5 ml


4 inativada externa

Meses da coxa direita

Pneumococ 2ª Dose Intramuscular Terço médio da face 0.5 ml


o externa
da coxa direita

Rotavírus 2ª Dose Oral Sublingual Todo tubo

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PRÁTICAS DE ENFERMAGEM PARA PREPAÇÃO DO EXAME PRÁTICO

Pentavalent 2ª Dose Intramuscular Terço médio da face 0.5 ml


e externa da coxa
esquerda
Pólio 3ª Dose Oral Boca 2 gotas

6 Vitamina A 1ª Dose Oral Boca 3 gotas


Pneumococ 3ª Dose Intramuscular Terço médio da face 0.5 ml

Meses o externa
da coxa direita

Pentavalent 3ª Dose Intramuscular Terço médio da face 0.5 ml


e externa da coxa
esquerda

9 Vitamina A 2ª Dose Oral Boca 3 gotas


Meses
Sarampo \ 1ª Dose Subcutânea Região deltoide do 0.5 ml

9 Rubéola braço esquerdo

Meses
Febreamarela Única Subcutânea Região deltoide do 0.5 ml
braço direito
15 Sarampo \ 2ª Dose Subcutânea Região deltoide do 0.5 ml
Meses Rubéola braço esquerdo

CAPÍTULO: 4 - CONSULTA PRÉ-NATAL

É o acompanhamento que o enfermeiro/o faz a gestante durante a gravidez, desde a concepção até
ao trabalho de parto. Faz-se de forma periódica,30/30 dias até há 7ª mês, e de 15/15dias do 8 mês
até ao fim.
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PRÁTICAS DE ENFERMAGEM PARA PREPAÇÃO DO EXAME PRÁTICO

4.1. Objectivos da consulta pré-natal


1-Identificar, tratar ou controlar as patologias associadas a gravidez
2-Prevenir complicações na gestação ou parto
3-Assegurar a boa saúde materna ou nascimento de um bebe saudável
4-Promover um desenvolvimento fetal
5-Reduzir os índices de morbi-mortalidade materna fetal
6-Preparar a casa para o exercício da paternidade consciente.

4.2. Classificação da consulta


A consulta pré-natal esta dividida em três:
1-Pré-consulta
é o conjunto de acções que visam o preparo da cliente para a [Link]-se ações
como:
 Recepção
 Avaliação dos sinais vitais
 Verificação do peso e altura
 Pedir a gravida para esvaziar a bexiga
 Encaminhar a gestante ao consultório

-Consulta propriamente dita

Na consulta propriamente dita começaremos pela identificação da utente,passando para a


anamnese e a busca de antecedentes(familiares,pessoais,ginecologicos,obstetricos,ritmo
menstrual) e depois vamos ao exame físico.

Exame físico

exame físico deve ser feito de uma forma integral, através da: inspeção, palpação, auscultação e
precursão, focalizando no abdómem para implementar as quatros manobras de Leopold, a partir
do 7º mês de gestação. exploração que o enfermeiro faz no corpo de um paciente ou utente para
detetar certas anomalias.
ELABORADO POR: SIRO AFONSO
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PRÁTICAS DE ENFERMAGEM PARA PREPAÇÃO DO EXAME PRÁTICO

O exame físico pode ser: geral, local ou sistémico.

Para fazer o exame físico deve-se dividir o corpo em diferentes partes e esta será a ordem logica a
seguir:
a) –Cabeça: vamos dividir a cabeça em duas partes o crânio e a face começando no crânio vamos
inspecionar o tipo de crânio: normocefálico, microcefálico, macrocefálico e hidrocefálico; vou ver
a cor do cabelo a higiene se é limpo de boa implantação não tem alopecia (queda dos cabelos),
pediculose (piolhos) dermatite seborreica (caspa).

Face: coloração branca ou negra tipo alegre, triste ou reservada, não têm cicatrizes palpar para
ver se a pele é olhosa ou não. Sobrancelhas: simetria bilateral, implantação, palpar para ver se a
presença de cauda.

Olhos: simetria, estrabismo, a higiene, presença de secreções ocular palpar para ver a coloração
das mucosas: normocoradas, hipocoradas (possível anemia), hipercoradas (possível conjuntivite).

Nariz: ver a implantação, presenças cílios, secreções, sangue (epistaxe), desvio do tabique nasal
por último avaliar a permeabilidade dos dois orifícios.
Boca: observar a comissura labial humidade, lábioporino. Pedir ao paciente que abre a boca para
observar a higiene e humidade da língua, cárie dentária, aftas, observar a orofaringe se há ou não
infeções com ajuda da espátula.

Ouvidos: observar a implantação, simetria e presença do pavilhão, não tem secreções por lenta.
Palpar o tampão auditivo e procurar otite.

Pescoço: inspecionar o tipo de: curto, comprido ou normal ver presença de cicatriz, deformidades.
Avaliar a morbilidade do pescoço de cima para baixo e depois dois laterais direito e esquerdo.
Palpar os gânglios: recto auricular, submandibular e supraclavicular.

Tórax anterior: inspecionar a presença de cicatrizes, feridas deformidades. Temos 4 focos:


aórtico, pulmonar, mitral e tricúspide. Mamilo o tipo protuso, raso e invertido, palpar para ver
se presença de nódulos ou mastite (inflamação da mamas), palpando de forma horaria de mais
afastado para mais próximo, mais colocando uma almofada de baixo da costa da paciente para
possibilitar apalpação, com as mãos por detrás da nuca. Nota. Não vamos dividir o abdómem em
9 nove parte.
ELABORADO POR: SIRO AFONSO
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PRÁTICAS DE ENFERMAGEM PARA PREPAÇÃO DO EXAME PRÁTICO

Abdómem: inspecionar se presença de cicatrizes, estrias palpar e implementar as manobras de


Leopold a partir do 7ª mês.

1-Palpar ou determinar o fundo do útero: para permitir ou mensurar a altura uterina, com ajuda
da fita métrica.

2-Determinar a posição do dorso fetal: para permitir fixar o estetoscópio de pinard, para avaliar
o foco cardíaco fetal

3-Determinar apresentação: para identificar qual é a parte do feto que se encontra na região
pélvica materna. Apresentação pode ser cefálica, pélvica e transversal.

4-Grau de encaixamento: para determinar se o polo esta encaixado ou móvel.

Órgãos genitais: inspecionar se tem corrimento cheiroso, infeções, com ajuda do especulo vamos
ver os pequenos lábios, palpando para observar a vagina e o colo do utero. Apos isso retirar as
luvas e calçar outras luvas, para dar sequência nos membros superiores e inferiores.

Membros superiores: coloração ver a simetria, presença de cicatrizes, feridas, palpar para detetar
edema, colocando a palma da mão por de baixo do membro e pressione com o dedo polegar,
permeabilidade dos membros. Por último observar os espaços interdigitais utilizando algodão para
explorar a presença de lesões inflamatórias ou infeções da pele.

Membros inferiores: coloração presença de cicatrizes, feridas, palpar edema com teste de godem,
e por ultimo observar os espaços interdigitais usando algodão para explorar a presença de lesões
inflamatórias ou infeções da pele.

-Pós-consulta

é a orientação adicional e a aplicação de medidas preventivas e curativas, relativas a situação


encontra na consulta.

Factores de risco na gravidez: gravidez ectópica, gravidez gemelar, altura inferior a 1.50 cm,
Malaria, anemia, hipertensão, pré-eclampsia, etc.

Quantos kg a gestante pode aumentar por trimestre

•primeiro trimestre 1 a 2 kg

•Segundo trimestre 4ª 5 kg
ELABORADO POR: SIRO AFONSO
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PRÁTICAS DE ENFERMAGEM PARA PREPAÇÃO DO EXAME PRÁTICO

•Terceiro trimestre 3 a 4 kg

podemos dar o sulfato ferroso na gestante a partir da 1ª ao 9ª mês

podemos dar desparasitante e fansidar na gestante a partir do 5ª meses.

4.3. Cálculo da data provável do parto

para calcular a DPP temos que conhecer data da última menstruação

1-A regra diz que os meses abaixo de 4 temos que usar a seguinte fórmula +7 no dia e +9 no mês.
Aqui a gravidez não ira de transitar.

2-A regra diz que para os meses acima de 3 temos que usar a seguinte formula +7 no dia e 3 no
mês e +1 no ano. Por a gravidez ira de transitar este caso.

Exercícios

DUM 12/03/2023 DUM 15/05/2023

+7 +9 +7 -3 +1

DPP 19/12/2023 DPP 22/02/2024

4.4. Cálculo do tempo gestacional em semana

Regra para calcular o tempo gestacional em semana temos que ter em conta a data da última
menstruação ex. 09/05/2022

Subtrair os dias do mês em causa maio que tem 31 dias com o dia da menstruação (09), assim
31-09=22.

Depois de tudo vamos somar os dias de cada mês atéELABORADO


a data actual. Ex hojeSIRO
POR: 19/08/2022
AFONSO
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PRÁTICAS DE ENFERMAGEM PARA PREPAÇÃO DO EXAME PRÁTICO

exemplo:

Maio---22

Junho ---30

Julho--31

Agosto--12

19 de agosto é o dia em que a gestante apareceu na consulta

Total de dias 95 dias, dividir por 7, porque a semana tem sete dias, assim:95:7=13 semanas e 5
dias.

Em mês temos 13:4=3 meses e 2 dia.

Materiais para a consulta pré-natal

Tabuleiro desinfetado com:

-Cartão da gestante

-Um ou dois pares de luvas

-Fita métrica

-Estetoscópio de pinard

-Aparelho completo de avaliação da T.A

-Termómetro clínico

-Relógio de ponteiro de segundo

-Bloco de nota: lápis com borracha e lapiseira

-Taça com bolhas de algodão seco

-solução antisseptica

-Dois lençois

-Aparadeira para sujos


ELABORADO POR: SIRO AFONSO
19
PRÁTICAS DE ENFERMAGEM PARA PREPAÇÃO DO EXAME PRÁTICO

-Aparadeira para recuperados

-Medicamentos para profilaxia (Albendazol, fansidar e sulfato ferroso)

-Mosquiteiro sos

-Recipiente com água potável

Fora do tabuleiro:

-Balanças

-Mesa cadeira

-Livro de registo

-Talimetro fico

-Biombo

-Marquesa ou cama de observação

CAPÍTULO: 5- CONSULTA DE PUERICULTURA

Consulta de puericultura: é uma consulta feita nas areias de prestação de serviços de saúde a
todas as crianças dos zeros aos 5 anos de idade. Esta consulta é feita de forma periódica de 30
em30 dias.

5.1. Objetivos da consulta:


1-Prevenção das doenças correntes

2-Assegurar o desenvolvimento físico, psicomotor e social da criança

3-Promover o bom desenvolvimento harmonioso das crianças 4-Detetar


precocemente algumas patologias e encaminhar na pediatria

5-Velar pelo crescimento e desenvolvimento das crianças menos de 6 anos.

5.2. Principais actividades da puericultura

[Link]ção: é o conjunto de acções que visam limitar a incidência de doença.


ELABORADO POR: SIRO AFONSO
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PRÁTICAS DE ENFERMAGEM PARA PREPAÇÃO DO EXAME PRÁTICO

[Link]: é o acto de pesar, mensurar as medidas antropométricas.

[Link]: dieta terapêutica e hidroterapia.

[Link]ção para saúde.

5.3. Parâmetros para avaliar o crescimento e desenvolvimento da criança

[Link] para idade: ao nascer 2.5 a 4kg


[Link]: é a distância media que se mede da parte mais alta que é a cabeça até a planta dos pés.
Altura ao nascer 50 cm

[Link]ímetro cefálico: é a medida do tamanho da cabeça do bebé. Objetivo é de avaliar o


desenvolvimento do cérebro. Valor no recém-nascido 34 a 36 cm

[Link]ímetro torácico: é a medida da circunferência do tórax em centímetros. Valor normal ao


nascer 32 a 34 cm

[Link]ímetro branquial: serve para avaliar o estado nutricional. 13.5 a 25 cm. Começa-se avaliar a
partir dos seis meses. Mais caso o bebe tiver baixo peso deve se avaliar.

5.4. Cartão de saúde materno-infantil

é a identidade sobre o estado de saúde da criança que visa promover e acompanhar o


desenvolvimento da criança através do programa básico de saúde. Esta constituído em três partes:
identificação, calendário de vacinação e gráfico de peso.

ELABORADO POR: SIRO AFONSO


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