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Fotos do Museu Pitaluga

Cap

Fotos do Museu Pitaluga Cap Museu Cap Pitaluga O Museu Cap Pitaluga Foi criado para que

Museu Cap Pitaluga

O Museu Cap Pitaluga Foi criado para que nele fosse preservada toda uma história que não pode e não deve ser esquecida, pois todo o acervo nele existente são lembranças e fatos de uma época que marca a presença e participação efetiva do Brasil na Campanha da Itália e da cavalaria brasileira representado pelo 1º Esqd Rec.

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Acervo

Inaugurado em 13 de novembro de 2002, o museu possui fotos com a participação da Força Expedicionária Brasileira (FEB), e em particular do 1º Esquadrão de Reconhecimento na 2º Guerra Mundial, peças de fardamentos, medalhas, material aprisionado e documentos históricos e armamento. Além de contar com uma biblioteca que possui livros referentes à guerra e outros assuntos.

Localização: 1º Esqd C Mec – Esqd Ten Amaro Rua Com Antonio Jannuzzi – nº 415 Bairro Belo Horizonte – Valença – RJ

Funcionamento:

Segunda e Quinta:

08:00h às 11:00h

Sexta:

13:30h às 16:00h 08:00h às 11:00h

Sábados, Domingos e Feriados visitas agendadas.

Contato pelo Telefone

(24) 2452-0505 – Ramal 26 Sgt Romano – Cb Brandão – Cb Cardoso

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Museu Cap Pitaluga

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Valença - RJ

Resumo Histórico do 1º Esquadrão de Cavalaria Mecanizado

O 1º Esqd C Mec (Esqd Ten Amaro), foi criado em

06

de

dezembro de 1943,

originário do 2º Regimento

Moto-Mecanizado (Campinho - RJ), onde tinha a denominação de 3º Esquadrão de Reconhecimento e Descoberta.

Posteriormente, passou a chamar-se 1º Esquadrão de Reconhecimento e a partir de 01 de janeiro de 1973, 1º Esquadrão de Cavalaria Mecanizado.

Após a sua criação, transferiu-se para o conjunto de barracões situados na Vila Militar, onde se encontra a 1ª Cia PE, mudou-se para o Morro do Capistrano no qual permaneceu até meados de março de 1973, quando então ocupou o atual aquartelamento, em Valença.

Tem como Patrono o 2º Ten Cav R/2 Amaro Felicíssimo da Silveira, morto pelos alemães na Itália, durante a realização de uma patrulha de reconhecimento no transcurso da 2ª Guerra Mundial.

A

Unidade,

além

do

Ten

Amaro,

teve

na

campanha da Itália outras baixas: 2º Sgt Pedro Krinski, Cb Benedito Alves e o Sd Bernardino da Silva.

O 1º Esquadrão de Reconhecimento saiu do Morro do Capistrano indo brilhar na Itália no Vale do Rio do Pó e Serchio, principalmente na região de Gaggio Montano, Marano Sull Panaro, Collecchio, Fornovo, Montese.

Foi à única OM da arma de Cavalaria do Exército Brasileiro que combateu na maior Guerra travada até hoje, sobre a face da terra.

Muitos viveram por este Esquadrão, construindo, instruindo e educando gerações e gerações de jovens brasileiros, presentes em todos os momentos da vida Nacional.

General Plínio Pitaluga

Era o Ten Cav Plínio Pitaluga, que em 1944 partiu para os campos de batalha da Itália, para ser sub- comandante do 1º Esqd Rec, e em seguida promovido ao posto de Capitão, assumiu o comando deste Esquadrão, que como seu nome indica é uma Unidade de Reconhecimento, que não permite que o inimigo surpreenda a tropa que o combate, nesse caso a Força Expedicionária Brasileira. Nascido em Cuiabá em 13 de janeiro de 1910, seu pai Octávio Pitaluga, major de Infantaria sertanista da comissão Rondon, e sua mãe Maria Nina Moreira Pitaluga, acostumado às andanças do Marechal Cândido Rondon, e à vida militar, o educaram de acordo com o seu pendor militar para ser realmente um militar, o que aconteceu. Pois em 1932 entrou para Escola Militar de Realengo,

concluindo o curso em 1935, quando foi declarado Aspirante a Oficial da Arma de Cavalaria, em 15 de março de 1935, promovido a 2º Ten a 26 de dezembro de 1935 e a 1º Ten em 24 de maio de 1937 e a Cap em 25 de dezembro de 1944, quando assumiu o comando do 1º Esqd Rec em 10 de janeiro de 1945, e teve sob seu comando inúmeras vitórias importantes na Itália. O General Plínio Pitaluga possuía os seguintes Cursos:

  • - Curso de formação de Oficial da arma de cavalaria da Escola Militar de Realengo;

  • - Aperfeiçoamento de Oficiais;

  • - Comando e Estado-Maior das Forças Armadas. Desempenhou as seguintes funções (mais expressivas)

    • - Comandante do 1º Esquadrão de Reconhecimento durante a 2ª Guerra Mundial;

    • - Instrutor da Escola de Comando e Estado-Maior;

    • - Diretor de Aperfeiçoamento e Especialização;

Após 1945, o Esquadrão continuou cultivando suas tradições, formando Soldados e preparando cidadãos para a Pátria.

  • - Comandante do Regimento de Reconhecimento Mecanizado, hoje 15º Regimento de Cavalaria Mecanizado;

  • - Comandante da 4ª Divisão de Cavalaria, hoje 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada;

    • - No Exterior, serviu como Adido Militar na Argentina, no biênio 1967-1969. Portador de cerca de 30 (trinta) medalhas, podendo se destacar: recebeu do governo Americano a Medalha de

Bravura Bronze Star e do Governo Brasileiro, além de muitas outras, a Cruz de Combate de 1ª Classe, somente agraciado, assim como a de 2ª Classe, aos militares dotados de virtude: “BRAVURA”. Nacionais:

  • - Ordem do Mérito Militar – Grande Oficial;

  • - Medalha de Campanha;

  • - Ordem do Rio Branco;

  • - Medalha Militar de Ouro;

  • - Medalha de Guerra;

  • - Medalha do Pacificador;

  • - Medalha do Mérito Santos Dumont;

  • - Medalha Mérito Tamandaré;

  • - Medalha Humanitária – 1ª Classe.

Estrangeiras:

  • - Da França – Cruz de Guerra com Palma;

  • - Da Itália – Medalha Cruz ao valor Militar e Ordem do Mérito da Itália;

  • - Da Argentina – Ordem de Maio ao Mérito. Foi promovido a General em 1968, quando era adido militar na Argentina, como General comandou durante os anos de 1969 a 1972, a 4ª Divisão de Cavalaria, responsável pela segurança do sul do Mato Grosso. Foi presidente do Conselho Nacional da Associação dos Ex-combatentes do Brasil, reeleito durante 30 anos, e muito lutou pela assistência e amparo aos ex-combatentes do Exército, Marinha de Guerra e Mercante e da Força Aérea Brasileira, que participaram do esforço de guerra, no Brasil e na Itália. Casado com a senhora Maria Therezinha Vaz Pitaluga, teve 04 filhos:

    • - Marcos Vaz Pitaluga (falecido);

    • - Fábio Vaz Pitaluga – 1º Secretário do Itamarati;

    • - Octávio Vaz Pitaluga – Administrador de empresas;

  • - Patrícia Vaz Pitaluga – Antropóloga. Na XXIX Convenção Nacional das Associações dos Ex-combatentes do Brasil, realizada na cidade de Valença/RJ, os delegados por unanimidade, acrescentaram e

  • aprovaram no art. 99 do Estatuto a criação de Presidente de Honra do Conselho, em homenagem ao Gen Pitaluga. O General Pitaluga faleceu no Hospital Central do Exército as 09:00 h do dia 17 de dezembro de 2002 e teve as honras militares devidas.