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ESCOLA SECUNDÁRIA DE SILVES

EFA – Curso de Dupla Certificação –


Nível III Área de Competência:
Área de Electricidade e Energia Cultura, Língua e Comunicação
Certificação: Técnico de Instalações
Eléctricas
Tema:
Núcleo Gerador 6 Questões culturais que envolvem o
Culturas de Urbanismo e Mobilidade planeamento e ordenamento do
Território
Ficha de Trabalho Nº3
Formando(a): ______________________________________ Ano: _____ Data:
____/____/________

Texto 1

Nós Enquanto acontecia essa calamidade,


Toda a vegetação, pletórica, potente,
I Ganhava imenso com a enorme mortandade!

Foi quando em dois verões, seguidamente, a Febre


E o Cólera também andaram na cidade,
Que esta população, com um terror de lebre,
Fugiu da capital como da tempestade. Num ímpeto de seiva os arvoredos fartos,
Numa opulenta fúria as novidades todas,
Ora, meu pai, depois das nossas vidas salvas Como uma universal celebração de bodas,
(Até então nós só tivéramos sarampo), Amaram-se! E depois houve soberbos partos.
Tanto nos viu crescer entre uns montões de malvas
Que ele ganhou por isso um grande amor ao campo! Por isso, o chefe antigo e bom da nossa casa,
Triste de ouvir falar em órfãos e em viúvas,
Se acaso o conta, ainda a fronte se lhe enruga: E em permanência olhando o horizonte em brasa,
O que se ouvia sempre era o dobrar dos sinos; Não quis voltar senão depois das grandes chuvas.
Mesmo no nosso prédio, os outros inquilinos
Morreram todos. Nós salvamo-nos na fuga. Ele, dum lado, via os filhos achacados,
Um lívido flagelo e uma moléstia horrenda!
……………………………………………………………………. E via, do outro lado, eiras, lezírias, prados,
E um salutar refúgio e um lucro na vivenda!
Sem canalização, em muitos burgos ermos
Secavam dejeções cobertas de mosqueiros. E o campo, desde então, segundo o que me lembro,
E os médicos, ao pé dos padres e coveiros, E todo o meu amor de todos estes anos!
Os últimos fiéis, tremiam dos enfermos! Nós vamos para lá; somos provincianos,
Desde o calor de maio aos frios de novembro!

II
Uma iluminação a azeite de purgueira,
De noite amarelava os prédios macilentos.
Barricas de alcatrão ardiam; de maneira Que de fruta! E que fresca e temporã,
Que tinham tons de inferno outros arruamentos. Nas duas boas quintas bem muradas,
Em que o Sol, nos talhões e nas latadas,
Porém, lá fora, à solta, exageradamente, Bate de chapa, logo de manhã!

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O laranjal de folhas negrejantes, O aço e a seda, as lâminas e o estofo;
(Porque os terrenos são resvaladiços) Tudo o que há de mais dúctil, de mais fofo,
Desce em socalcos todos os maciços, Tudo o que há de mais rijo e resistente!
Como uma escadaria de gigantes.
Mas isso tudo é falso, é maquinal,
Das courelas, que criam cereais, Sem vida, como um círculo ou um quadrado,
De que os donos - ainda! - pagam foros, Com essa perfeição do fabricado,
Dividem-no fechados pitosporos, Sem o ritmo do vivo e do real!
Abrigos de raízes verticais.

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Sim! Europa do Norte, o que supões


Dos vergéis que abastecem teus banquetes, E cá o santo Sol, sobre isto tudo,
Quando às docas, com frutas, os paquetes Faz conceber as verdes ribanceiras;
Chegam antes das tuas estações?! Lança as rosáceas belas e fruteiras
Nas searas de trigo palhagudo!
Oh! As ricas primeurs da nossa terra
E as tuas frutas ácidas, tardias, Uma aldeia daqui é mais feliz,
No azedo amoniacal das queijarias Londres sombria, em que cintila a corte!...
Dos fleumáticos farmers de Inglaterra! Mesmo que tu, que vives a compor-te,
Grande seio arquejante de Paris!...
Ó cidades fabris, industriais,
De nevoeiros, poeiradas de hulha, Ah! Que de glória, que de colorido,
Que pensais do país que vos atulha Quando, por meu mandado e meu conselho,
Com a fruta que sai de seus quintais? Cá se empapelam "as maçãs de espelho"
Que Herbert Spencer talvez tenha comido!
Todos os anos, que frescor se exala!
Abundâncias felizes que eu recordo! Para alguns são prosaicos, são banais
Carradas brutas que iam para bordo! Estes versos de fibra suculenta;
Vapores por aqui fazendo escala! Como se a polpa que nos dessedenta
Nem ao menos valesse uns madrigais!
Uma alta parreira moscatel
Por doce não servia para embarque: Pois o que a boca trava com surpresas
Palácios que rodejam Hyde-Park, Senão as frutas tônicas e puras!
Não conheceis esse divino mel! Ah! Num jantar de carnes e gorduras
A graça vegetal das sobremesas!...
Pois a Coroa, o Banco, o Almirantado,
Não as têm nas florestas em que há corças, Jack, marujo inglês, tu tens razão
Nem em vós que dobrais as vossas forças, Quando, ancorando em portos como os nossos,
Pradarias dum verde ilimitado! As laranjas com cascas e caroços
Comes com bestial sofreguidão!...
Anglos-saxónios, tendes que invejar!
Ricos suicidas, comparai convosco!
Aqui tudo espontâneo, alegre, tosco, ……………………………………………………………………….
Facílimo, evidente, salutar!
III
Oponde às regiões que dão os vinhos
Vossos montes de escórias inda quentes! Tínhamos nós voltado à capital maldita,
E as febris oficinas estridentes Eu vinha de polir isto tranqüilamente,
As nossas tecelagens e moinhos! Quando nos sucedeu uma cruel desdita,
Pois um de nós caiu, de súbito, doente.
E ó condados mineiros! Extensões
Carboníferas! Fundas galerias! Uma tuberculose abria-lhe cavernas!
Fábricas a vapor! Cutelarias! Dá-me rebate ainda o seu tossir profundo!
E mecânicas, tristes fiações! E eu sempre lembrarei, triste, as palavras ternas,
Com que se despediu de todos e do mundo!
Bem sei que preparais corretamente

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De tal maneira que hoje, eu desgostoso e azedo Que sinto só desdém pela literatura,
Com tanta crueldade e tantas injustiças, E até desprezo e esqueço os meus amados versos!
Se ainda trabalho é como os presos no degredo,
Com planos de vingança e idéias insubmissas. Cesário Verde

E agora, de tal modo a minha vida é dura,


Tenho momentos maus, tão tristes, tão perversos,
1. Refira que espaços se encontram em oposição neste poema de Cesário Verde.
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1.1. Explicite de que forma o sujeito poético caracteriza cada um deles. Justifique com
expressões do poema.
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1.3. Partilha da mesma opinião do sujeito poético face a estes dois espaços?
Indique as suas razões.
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Texto 2

“O espaço urbano está longe de ser homogéneo. O traçado das vias de circulação, o tamanho, o aspecto
e a disposição dos edifícios e a densidade das construções variam muito de zona para zona dentro da mesma
cidade. E às diferenças morfológicas, junta-se a grande diversidade de funções e dentro de cada função há
ainda nuances qualitativas, ou seja, níveis bastante diferenciados. Da zona central, com o seu comércio de
luxo e grande profusão de casas de espectáculos, escritórios, sedes de empresas e actividades hoteleiras,
até às zonas tipicamente industriais ou aos compactos bairros residenciais de gente modesta ou zonas de
luxuosas vivendas vai uma diferença abissal. Naturalmente que a causa desta diversidade funcional reside no
facto de toda a cidade possuir um conjunto de actividades terciárias (comércio, transportes, bancos,
administração, etc.), um conjunto de empresas industriais e um sector residencial. Assim, tendo em conta a
localização, a predominância e as características daqueles três grandes grupos de funções, podem delimitar-
se, no interior de uma cidade, unidades (zonas) espaciais funcionalmente mais ou menos homogéneas. São as
chamadas áreas funcionais, cada uma delas com as suas características próprias.
A renda locativa: factores condicionantes
1. A distância ao centro
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A diferenciação funcional das cidades está intimamente relacionada com o desigual valor do solo que,
por sua vez, depende de vários factores, entre os quais sobressai a acessibilidades. O preço do solo, (ou a
renda locativa) depende, em primeiro lugar, da distância ao centro da cidade, decrescendo, em regra, da zona

central para a periferia. Com efeito, é na zona central que se cruzam os eixos de comunicação, apresentando,
por isso, a máxima acessibilidade, tanto do exterior como das restantes zonas da cidade. Desse facto resulta
ser a zona mais procurada pelas actividades terciárias que servem uma clientela muito dispersa. A
consequência da grande concentração destas actividades no centro é a exiguidade do espaço disponível, o que
faz com que a procura exceda a oferta. Daí que a zona central seja o lugar onde a renda locativa atinge o
valor mais elevado. À medida que nos afastamos do centro, a acessibilidades diminui, pelo que as actividades
terciárias importantes se dispersam cada vez mais. Então a procura de terrenos diminui, o que provoca um
decréscimo do seu preço.
No entanto, o desigual valor do solo ou renda locativa em função da distância ao centro da cidade não é
uniforme. Com efeito, mesmo nas zonas relativamente afastadas do centro surgem pequenos núcleos, onde
esse valor se eleva devido à sua aptidão para determinadas funções, como centros comerciais, hotéis,
repartições públicas importantes, comércio especializado, etc.
2. Outros factores:
- os transportes: de um modo geral, o solo é mais caro junto dos principais eixos de convergência ao
centro e nas zonas melhor servidas por meios de transporte.
-as características ambientais: condições micro-climáticas e de relevo, poluição, barulho, presença ou
ausência de zonas verdes, etc.; e ainda considerações de ordem social (prestigio, bairros degradados,
racismo), obviamente que influenciam o preço dos solos.
- o uso que pode ser dado de acordo com os planos gerais de urbanização. Por exemplo, o solo destinado
às actividades terciárias é, em regra, mais caro do que o destinado à habitação, e este mais caro do que o de
implantação da indústria. E ainda dentro da área habitacional, depende da qualidade da construção
projectada, sendo frequente que o preço do terreno depende mais da especulação imobiliária do que
propriamente do lugar de construção, dentro de determinada zona a urbanizar.”

Texto 3

“A multifuncionalidade da paisagem rural”

Que desafio para o futuro?

Ao mesmo tempo que o carácter de cada paisagem se vai desvanecendo, vai aumentando o
interesse e procura da paisagem rural, por outros utilizadores que não a comunidade que nela vive
ou viveu. É neste contexto que se fala hoje de multifuncionalidade da paisagem rural, porque dela
cada vez mais se esperam várias funções: produção, não só em quantidade mas também de
qualidade, preservação dos recursos naturais, conservação da natureza, manutenção da identidade e
património cultural, recreio e turismo, qualidade de vida.
Em Portugal a paisagem rural oferece uma extraordinária riqueza e diversidade. Esta diversidade
deve-se a uma enorme variedade de condições naturais (apesar da relativa pequena dimensão do território),
que foram sendo aproveitadas e adaptadas por uma longa e específica acção humana, esbatendo certos
contrastes no território e realçando outros, e resultando na actualidade num mosaico cultural de extrema
diversidade. Assim, à escala local, cada paisagem é única e reflecte tanto a história natural como cultural de

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um território, fazendo parte integrante da identidade das comunidades que nela vivem. E fazendo o seu
conjunto parte integrante da identidade nacional.

Este papel da paisagem na identidade e na qualidade de vida das populações é hoje reconhecido e
defendido através de vários documentos estratégicos internacionais, dos quais se destaca a Convenção
Europeia da Paisagem, proposta pelo Congresso das Autoridades Regionais e Locais do Conselho da Europa e
aprovada em 2000. A Convenção tem como objectivo tanto a criação de instrumentos que permitam melhor
conhecer e gerir as paisagens, numa perspectiva integrada, mas também o desenvolvimento da consciência dos
vários actores e utilizadores da paisagem quanto à sua importância, as suas fragilidades e potencialidades, e a
atenção necessária à preservação da sua qualidade.
Na paisagem rural, o principal factor de transformação pelo Homem tem sido ao longo do
tempo a agricultura. Em cada região desenvolveram-se sistemas agrícolas específicos, aproveitando as
condições naturais e adaptados às restrições por elas impostas. A agricultura foi-se sempre modificando, mas
mantendo-se numa relação próxima e fechada com a comunidade que dela vivia e com o território utilizado.
Assim, até há recentemente, a identidade de cada comunidade prendia-se, por um lado, com a actividade
agrícola desenvolvida e as suas características próprias, mas também com o território onde ela se desenvolvia
e a paisagem daí resultante. E cada paisagem rural mantinha-se também assim única, com um carácter próprio
e facilmente reconhecido.
Nas últimas décadas vários factores levaram à transformação acelerada do sector agrícola e também
a mudanças cada vez mais marcantes das sociedades rurais. Para além da globalização de modelos e valores e
da transformação das sociedades, também o progresso tecnológico em várias frentes (factores de produção,
transportes e comunicações, entre outros) levaram a que se mudassem práticas e vivências. A agricultura
registou processos de especialização, concentração, intensificação, extensificação, abandono, etc. E também
a relação próxima e de dependência entre esta actividade, o território e os seus habitantes se foi
desvanecendo. Deste modo, as características que asseguravam o carácter de uma determinada paisagem
foram desaparecendo progressivamente, numa tendência geral para a simplificação e homogeneização das
paisagens e para a perca das suas características intrínsecas.
A mudança na paisagem, por diferentes causas, é um processo natural, visto que a paisagem é um
sistema dinâmico onde interagem tanto factores naturais como culturais. Mas as alterações no sentido da
homogeneização começaram há algumas décadas e continuam hoje em cada paisagem local, sem que sobre elas
se faça a necessária reflexão. O que parece especialmente absurdo porque, ao mesmo tempo que o carácter
de cada paisagem se vai desvanecendo, vai aumentando o interesse e procura da paisagem rural, por outros
utilizadores que não a comunidade que nela vive ou viveu. É neste contexto que se fala hoje de
multifuncionalidade da paisagem rural, porque dela cada vez mais se esperam várias funções: produção, não só
em quantidade mas também de qualidade, preservação dos recursos naturais, conservação da natureza,
manutenção da identidade e património cultural, recreio e turismo, qualidade de vida. E a estas funções se
associam vários actores e utilizadores: os proprietários e agricultores, tanto os locais como novos, os
caçadores e pescadores, os visitantes e turistas, os habitantes, tanto os de longa data como os recentes que
procuram outra qualidade ou tipo de vida, os que foram habitantes e que se mudaram, mas que se identificam
com a paisagem da sua infância, aqueles que desenvolvem actividades económicas com base na paisagem
(turismo, recreio, etc.), amantes e defensores da natureza e do ambiente, os técnicos e decisores, e
eventualmente muitos outros.
Não se pode assim esperar que o carácter de cada paisagem rural continue a depender exclusivamente
da agricultura ou da comunidade que nela vive. Essa é uma situação do passado, que deixou marcas profundas
que devem ser respeitadas, mas que tem que evoluir com base nas novas relações funcionais que se
estabelecem hoje. A verdadeira inovação e capacidade de resistência ao processo de globalização provêm
mais provavelmente da procura consciente de um novo carácter, que integre a herança do passado com a
procura de várias funções no presente e as expectativas em relação ao futuro. (…)”

Teresa Pinto-Correia

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Departamento Planeamento Biofísico e Paisagístico Universidade de Évora
In: Jornal de Animação da Rede Portuguea Leader +, II Série, n.º 16, Janeiro/Fevereiro de 2004

Após a leitura e análise dos textos 2 e 3, responda às seguintes questões:

1. Apresente as principais diferenças entre os espaços urbanos e os espaços rurais,


atendendo às actividades económicas, meios de produção, ocupação do solo, dinâmica
populacional, acessibilidades e espaços culturais.
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1.1. A imagem do espaço rural, ou o modo como este é considerado, tem vindo a sofrer
alterações. Explique em que consiste a multifuncionalidade do espaço rural.

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1.2. Considere o concelho de Silves (ou o da sua área de residência): descreva a sua área
urbana e diga de que modo se verifica a multifuncionalidade do seu espaço rural.
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