I - FUNDAMENTOS E FONTES DOS DIREITOS HUMANOS Apostila 01 Disciplina: Direitos Humanos Prof.: Tertuliano C. Pinheiro 1.

O Homem e seus Direitos Em toda sociedade há direitos que não podem ser negados: São direitos essenciais, porque decorrem da própria essência do ser humano; São fundamentais, porque estão nos fundamentos da própria ordem social; 2. Noção de Homem -Podemos afirmar que o homem é um ser racional e social, portador de direitos que são essenciais e fundamentais à sua sobrevivência. A noção de direitos humanos subordina-se, necessariamente, à noção que se tiver do homem, que é o titular desses direitos. -Duas correntes do pensamento antropofilosófico imaginam um ideal de vida tendo por base o respeito a dignidade do ser humano: · Naturalista, de fundamentos materialistas · Idealista, de fundamentos espiritualistas A Noção Materialista do Homem: destaca seus aspectos físicos, resultando na imagem de um ser biológico, psicológico, econômico, cultural, social e político. A Noção Espiritualista do Homem: trata do idealismo filosófico. Acrescenta a noção de homem outro elemento, a “alma espiritual”, dando ao conceito de consciência uma dimensão mais ampla que àquela admitida pelos naturalistas, que não reconhecem a existência dessa alma espiritual no homem. -A Consciência é aqui entendida como a “relação da alma consigo mesma”. 3. A Dignidade da Pessoa Humana Pessoa é: -“substância individual da natureza racional”. Entre os séculos V e VI da era atual, assim a definiu Severino Boécio. Esta definição foi aceita por São Tomás de Aquino em meados do século XIII, é ainda acolhida pelos filósofos tomistas do nosso tempo. “pessoa significa que não posso ser habitado por nenhum outro, e que na relação comigo próprio, me encontro só comigo; que não posso ser representado por nenhum outro e que sou único e tudo subsiste ainda quando é violada a esfera da intimidade e patenteada aos outros da maneira mais profunda”. Conceitua Romano Guandini. A dignidade da pessoa humana é um dado tanscendente e suporte indispensável de qualquer organização social que afirme a existência de direitos humanos fundamentais e se disponha a torná-los efetivos e assegurados pela sociedade e pelo Estado, como um bem impostergável. Sendo inerente a pessoa, é inalienável e inviolável. É o reconhecimento da existência dessa dignidade que faz o homem diferenciar-se dos demais animais. 4. A pessoa humana como pressuposto dos direitos humanos. a) os direitos existem em razão da pessoa humana; b) igualmente se fundam na sua natureza; c) é base de toda ordem social - primeira realidade social/primeira realidade jurídica.

tais como a proteção à vida.Os Direitos Fundamentais -Direitos Humanos fundamentais é o conjunto institucionalizado de direitos e garantias do ser humano que tem por finalidade básica o respeito a sua dignidade. a sucessão. as leis. exige a segurança social (satisfação dos direitos econômicos). credo ou convicção político-filosófica. . lembra Flávia Piovesan. · aborto e suicídio). Indiretas . Tempos primitivos – formação do Estado: necessidade de limitar o poder estatal – precedentes. sob pena de responsabilidade civil. 6 . XIX a. a jurisprudência dos tribunais e as convenções internacionais. -A evolução dos Direitos comportam dois aspectos que se destacam: a) O filosófico situa-se no plano das cogitações. seja a título gratuito ou oneroso. jurídicos que ainda alicerçam as sociedades de nossos tempos. a remuneração do trabalho. · Indivisibilidade: porque não devem ser analisados isoladamente. a propriedade. c) Históricas As leis Antigas como as do Código de Hammurabi (Séc. o contrato. de Manu. as Leis Mosaicas. o Direito Romano. o progresso técnico. independente de sua nacionalidade. o matrimônio. · Universalidade: a abrangência desses direitos engloba todos os indivíduos.C. não se perdem pelo decurso de prazo. as constituições. A a declaração universal. a natureza humana. · · Inalienabilidade: não há possibilidade de transferência. sexo. · Efetividade: a atuação do Poder Púbico deve ser no sentido de garantir a efetivação dos direitos e garantias previstas. são fontes valiosas do direito ocidental. os fatores morais e os sociais. b) Formais Os costumes. com mecanismos coercitivos.Fontes dos direitos humanos Espécie de fontes: a) Materiais Diretas . -São características dos direitos humanos: · Imprescritibilidade: são imprescritíveis.5 . por meio de sua proteção contra o arbítrio do poder estatal e o estabelecimento de condições mínimas de vida e desenvolvimento da personalidade humana. o pensamento dos filósofos e dos ideólogos.).são a sociedade humana e os órgãos do poder político (ou estatal). O estudo dessas lei antigas revela-nos como se formaram e como evoluíram muitos dos institutos. ou seja. Por exemplo: o direito à vida. coloca no mesmo patamar de igualdade os direitos civis e políticos com os direitos econômicos e culturais.são a razão. a reputação e outros. · inviolabilidade: impossibilidade de desrespeito por determinações infraconstitucionais ou por ato das autoridades públicas. administrativa e criminal. as revoluções e as guerras. raça. II – DIREITOS HUMANOS: EVOLUÇÃO HISTÓRICA 1. as crenças religiosas. · · irrenunciabilidade: não podem ser objeto de renúncia (polêmica discussão: eutanásia.

Protegia a vida ( não matarás).. Estes livros contém toda legislação Israelita. sociais e religiosas de observação obrigatória para o povo de Israel. ora repúblicas. XIII a.C. a. Punia o adultério e admitia o divórcio. civil e penal. Só Javé (Deus) estava acima da Lei. Foi justamente nelas que nos séculos VI e V a. Compõe-se de um conjunto de regras morais. de proscrição. obrigacional e contratual. já existiam leis escritas como os códigos de Hammurabi e de Manu. atentados. atribuída a Moisés e reunida nos primeiros livros da Bíblia sob o título de pentateuco. -Originaram-se na tradição oral. religiosa. -Precedem as cogitações filosóficas a respeito do direito. XIII a. ).. etc. limitava-se a proteger a vida. XIII a. não cometerás adultério. o livro dos números e o Deuteronômio ( palavra grega que significa “segunda lei”). Direitos na antigüidade.). a integridade física. a integridade física das pessoas. a propriedade ( não furtarás). a mulher para efeito político igualava-se aos escravos. a mulher devia obediência a seu pai se solteira. Sócrates e Platão. -As primeiras leis escritas da antigüidade que influenciaram até nossos dias: -O Código de Hammurabi ( séc. Admitia a pena de morte e a escravidão. ora reinos. adotando-se o talião (dente por dente.C) tem 282 parágrafos com matéria processual.b) O normativo situa-se no plano dos fatos. a família e a propriedade privada. Tábuas da Lei ou Decálogo – 10 mandamentos fundamentais. . família. penal patrimonial. . -Em todos os modelos de sociedade antiga. que é uma súmula admirável de todo direito judaico. -O Código de Manu ( séc. ao qual os Judeus denominam Torá. sucessão. Pela primeira vez. não cobiçarás a mulher do próximo).C. As penas adotadas pelo código eram severas para os crimes de lesão corporal e os homicídios. -Lei mosaica (séc. XVII.C. 2. tanto oriental. Admitia a pena de morte. a honra pessoal. preços e remuneração de serviços. são exemplos dos primeiros modelos de Estado que se tem conhecimento.). para completar-se com o Levítico. institui o descanso semanal (no sétimo dia descansarás).As cidades Greco-Romanas.C. Digna do maior respeito. ou Lei. surgiram as primeiras cogitações filosóficas sobre o direito: Aristóteles. Compõe-se de 12 livros. quanto ocidental.(mesmo assim era privilégio dos poucos integrantes do poder e seus protegidos). a família – exigia do marido comportamento digno em relação a mulher e à família.: guerras. ao marido se casada e ao filho mais velho se viúva.Lisboa – 1966) era “uma sociedade rigorosamente masculina”. Tem como fundamento as Leis Divinas. compreendendo a organização política. a família ( honrarás teu pai e tua mãe. A legislação pincipia com o decálogo. a vida. Entretanto. -Quando nasceram as Normas Jurídicas? -As normas jurídicas são anterior ao Estado. governantes e governados estavam sujeitos a mesma Lei. Este código protegia a propriedade privada. que datam respectivamente dos séculos XVII e. a honra. No dizer de André Bonnard (civilização Grega. regulamenta profissões. É conjuntural: ex. a honra( não prestarás falso testemunho). de exílio e de confisco. lei dos crimes hediondo. -O direito vigente nas sociedades da antigüidade.

declarando a liberdade de residência. por conseqüência deixou-nos uma nova visão sobre o ser humano: “Deus criou o homem a sua imagem e semelhança” (Gen. assegurando aos acusados um processo legal.-O pensamento religioso declinado no antigo testamento e posteriormente o cristianismo. de Navarra. da Suécia. 3. -Tais textos. -Profundas modificações sociais. em virtude da estabilidade das instituições inglesas (p. juiz e chefe de polícia. g) Os privilégios e favor da União. vassalos e nobres (O poder do rei era repartido entre nobres e seus vassalos. mediante conselhos regionais). É considerada o documento básico das liberdades inglesas). que outorgava a cidadania ao estrangeiro e lhe dava proteção. pelos barões ingleses ( limitativa do poder do rei e de seus “sheriffs”. de sua vida ou de sua integridade corporal sem processo judicial em devida forma. embora limitados. e que tampouco a ninguém prive de seus bens senão de conformidade com o direito e mediante processo legal”. pobre ou rico. como prescrevem o direito e a justiça do país. trouxeram grande contribuição para a evolução dos fundamentos do direito e. do domicílio e da propriedade. i) O código de Magnus Erikson. condicionaram a formação de regras consuetudinárias de ampla proteção aos direitos humanos. segundo o qual o rei devia jurar “ser leal e justo com seus cidadãos.produzidas na Europa desde o final da Idade Média ( séc. de 1283. Almir de Oliveira) denominou pitorescamente de “uma anarquia organizada”. de 1214. da Hungria. pois todos vós sois um só em Jesus Cristo” ( Gal. comandante militar. “Não há mais Judeu nem Grego.os vilões. d) As leis de Leão de Castela. c) A Bula Áurea. h) A carta Neuchâtel. encontram-se nos seguintes documentos: a) A Carta Magna firmada pelo rei inglês João sem. cada um dos quais era. feita para proteger os privilégios dos barões e os direitos dos homens livres. Constituiu isso o que Walter Theimer (cit. dos condes Ulrico e Bertoldo. no sentido de proteger a pessoa humana. de 1256. de Teobaldo II. de Afonso XII. A primeira das sete regras dispunha: “os juízes devem garantir a liberdade”. econômicas e culturais. de 1287. de Aragão. da honra. 4. b) Limitação das Provisões de Oxford.28). já não há mais nem escravo nem homem livre. de 1253. denominadas as “Sete Partidas”. Os Direitos na Idade Média -Fusão do pensamento: Religioso predominante com a prática consuetudinária. condes. XV): . de 1350. que visavam a proteger a inviolabilidade da vida. escalonados em barões. marqueses e duques. -Exemplo do processo evolutivo das Instituições Medievais. f) A carta das liberdades.26-27). ex: Parlamento e Judiciário). no seu feudo ou território. que evitasse a punição injusta. 1. em 1480. de André II. que reconheceu o direito de resistência dos governados ao governante. de 1258. e) Os privilégios gerais. De Pedro III. 3. de Castela. -Ápice do Feudalismo: o Rei . de modo que não prive nenhum. ao mesmo tempo. já não há mais o homem e a mulher. Os direitos humanos na idade moderna e contemporânea. imposta a Henrique III. j) As pragmáticas de Fernando e Isabel. de 1222.terra (1215/1225.

instituindo o que Eduardo Spinola Filho tem como “uma das maiores conquistas da liberdade individual. foram produzidos no século XVII três documentos muito expressivos da proteção dos direitos individuais: a) Petition of Rights – 1628. pois esta era direito de todos. o advento da imprensa de Gutemberg. Declarou ilegal os atos da autoridade real que. juiz imparcial. b) Habeas Corpus Amendment Act . b) Concepção antropocêntrica. dentre outras. sem permissão do parlamento. a ciência de Galileu e Newton.01.· Expansão do comércio marítimo. b) A Declaração da Independência dos Estados Unidos – 04. suspendessem as leis ou sua execução e mandassem arrecadar dinheiro pela ou para a coroa real. a desintegração da sociedade cristã pela reforma protestante — tudo isso resultou em novas atitudes filosóficas e científicas que situaram o homem no centro dos estudos e dos acontecimentos. suas liberdades e franquias. liberdade de imprensa e de religião. (requeria que nenhum homem livre fosse detido ou aprisionado. nem exilado. da qual emergiu o indivíduo com a afirmação de suas liberdades e de seus direitos. reflorecimento das cidades. efetiva o surgimento da monarquia constitucional na Inglaterra.1776 (de Thomas Jefferson). Esta declaração diferenciava-se das inglesas porque aquelas importavam na limitação do poder do Rei e a afirmar a supremacia do Parlamento. submetendo-a a soberania popular.1688. a perseguição a pessoa por motivo de petição dirigida ao rei.07. a formação e ascensão da burguesia mercantil. eleições livres para os representantes do Executivo e Legislativo. Caracterizou-se como afirmação dos direitos inalienáveis do ser humano e a proclamação de que os poderes dos governos derivam do consentimento dos governados. de 12. -No século XVIII tivemos igualmente três documentos expressivos da preocupação com o indivíduo: a) A Declaração de Direitos do Bom Povo da Virgínia. vedou a imposição de penas cruéis e inusitadas. em face da prepotência dos detentores do poder público”.1679. -O Humanismo Renascentista : o homem como um ser dotado de liberdade e dignidade próprias. devido processo legal. vigente na Idade Média.1776 – trata-se da primeira declaração de direitos fundamentais no sentido moderno: Consagrava o princípio da isonomia. . Meio de transação entre o Parlamento e o Rei. documento dirigido ao monarca em que os parlamentares pediram o reconhecimento de diversos direitos e liberdades para os súditos. nem despojado de seu feudo. nem posto fora da lei. nem molestado de qualquer outro modo. -Na Idade Moderna a compreensão sobre o mundo e a vida. senão em virtude de sentença legal de seus pares ou de disposição das leis do país (garantia do due process of law ou devido processo legal). c) Bill of Rights . os descobrimentos marítimos portugueses. -Na Inglaterra. eleições livres para o parlamento. tripartição do poder. além do permitido pelo parlamento. valorização do indivíduo frente as autoridades científicas e à filosofia. proclamou a liberdade de palavra de discussão e de procedimento no seio do Parlamento e vedou que fosse ela impedida ou questionada em qualquer corte ou lugar. mudaram significativamente: a) Concepção teocêntrica do mundo e da vida. -O racionalismo.

c) Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão – 27. 5 – Universalidade das declarações de direitos: A Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948. É mais abstrata.12. a segurança e a dignidade da pessoa humana. ideal democrático. sem distinção de raça. Os artigos 3º a 11 encerram os direitos de ordem individual. econômicos. É o documento marcante do Estado Liberal e proclama os seguintes princípios: Isonomia. idade. sexo. reserva legal. moral e social de todo o século XVIII (Rosseau. possuindo três características: a) intelectualismo. igualdade.08. da Revolucionária União Soviética. o direito de resistência a opressão e a concepção comum desses direitos). -As declarações de direitos desde 1789 (França) demonstram uma vocação universalizante. (Os artigos do 1º ao 21 são tradicionalmente denominados de direitos e garantias individuais – ou direitos humanos de primeira geração). a liberdade. compreendendo a vida. a prisão e as penas arbitrárias. e a irretroatividade da lei penal. b) mundialismo e individualismo. o direito de acesso aos tribunais. liberdades públicas e direitos políticos. fraternidade e não discriminação. que arrola os direitos básicos e as liberdades fundamentais que pertencem a todos os seres humanos. uma Proclamação e 30 artigos.1789 emergiu da Revolução Francesa ocorrida no mesmo ano e sintetiza o pensamento político. Seu preâmbulo afirmava que “a ignorância e os desprezos dos direitos do homem são as únicas causas dos males públicos e da corrupção dos governos”. anterioridade da lei penal. Locke e Montesquieu). cor. a igual proteção da lei. presunção de inocência. Os artigos de 22 a 28 cuidam dos direitos econômicos. origem nacional ou social. liberdade religiosa. -A primeira resultou na criação da Sociedade das Nações (1919) e a segunda. mais universalizante. com a extensão do número de direitos reconhecidos e o surgimento dos direitos sociais (direitos humanos de Segunda geração). propriedade. A Declaração dos Direitos do Povo Trabalhador e Explorado de 1918. consubstanciar duas tendências mundiais: o universalismo e o socialismo (tomada essa definição em amplo sentido. Seu conteúdo distribui-se por um Preâmbulo (reconhece solenemente: a dignidade da pessoa humana.1948 a ONU aprova a Declaração Universal dos Direitos Humanos. -Que influenciou tal mudança? Duas guerras mundiais. Os artigos de 18 a 21 cuidam das faculdades espirituais. Em 10. ligado ao aspecto social). ou qualquer outra. liberdade. -Século XX. -Os artigos 1º e 2º contém os princípios gerais de liberdade. sociais e culturais (assim denominados direitos sociais do homem – ou direitos . Os artigos de 12 a 17 contém os direitos do indivíduo em relação ao seu grupo e aos bens. na criação da ONU (1945). o homem passa a ser uma preocupação do direito internacional. contra as discriminações. políticos. a presunção de inocência até final julgamento. sociais e culturais. opinião política. teve por objetivo fundamental suprimir a exploração do homem pelo homem e fazer triunfar o socialismo em todos os países. que compreendem (ou estão classificados) cinco categorias de direitos: civis. as garantias contra a escravidão e a tortura. religião. Até então um rígido conceito de soberania impedia essa visão. livre manifestação do pensamento. -As declarações do século XX procuraram. a partir daí.

Professor Tertuliano Cabral Pinheiro Aulas na Fundação Escola Superior do Ministério Público do Estado do RN .92. submetidos em seguida a ratificação dos Estados membros).: o Brasil somente aderiu a tais pactos em 24. Por que razões? BIBLIOGRAFIA: 1) OLIVEIRA. 26 de setembro de 2001. “Direitos Humanos e o Direito Constitucional Internacional – 4ª Edição – Ed.04. 5) MORAIS. ALEXANDRE DE. -A Declaração Universal proporcionou a certeza. Max Limonad. Doutrina e Jurisprudência”. 2ª Edição – Edições Paloma. Obs. 3) VIEIRA. segurança e possibilidade dos direitos humanos. JOSÉ AFONSO DA.1992. ALEXANDRE DE. 6) MORAIS. 14ª Edição – Ed.1999. 6ª Edição – Ed. Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos e Pacto Internacional de Direitos Econômicos. “Direito Constitucional”. O artigo 29 trata dos deveres do indivíduo com a comunidade (direitos humanos de terceira geração) e o art. Malheiros. 2000. de 22.01. 1998. 2ª Edição – Ed.11. entrando em vigência em nosso território em 24.12. Atlas.66.1969. 4) SILVA. 2000. “Direitos Humanos – Instrumentos Internacionais de Proteção. 1997. OSCAR VILHENA. Atlas. Sociais e Culturais. aprovados pela Assembléia Geral da ONU em 16. “Curso de Direito Constitucional Positivo”. “Direitos Humanos Fundamentais. 2000. FLÁVIA.humanos de segunda geração). mas não a sua eficácia. Diante deste quadro de ineficácia tem-se procurado firmar Pactos Internacionais na busca da sua efetividade (ex. 2) PIOVESAN. Convenção Americana sobre Direitos Humanos: Pacto de San José da Costa Rica. “Curso de Direitos Humanos” -1ª Edição . ALMIR DE. Natal. Teoria Geral.30 diz que a interpretação de qualquer dispositivo contido na Declaração somente pode ser feito em benefício dos direitos e das liberdades nela proclamados.Editora Forense.

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