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EDIÇÃO ESPECIAL

AS MAIORES EMPRESAS NÃO FINANCEIRAS DE PORTUGAL

A lista das empresas que comandam o país por vendas e mais 6 indicadores As melhores e as piores I 24 sectores em análise I As líderes de cada distrito

500
Os desafios da internacionalização
A abertura da economia portuguesa ao mundo, como as empresas dão o salto para o estrangeiro e o que o Estado deve fazer para as ajudar

Dados fornecidos por

ESTA REVISTA FAZ PARTE INTEGRANTE DO PÚBLICO 4618 E NÃO PODE SER VENDIDA SEPARADAMENTE

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PÚBLICO 500 MAIORES EMPRESAS NÃO FINANCEIRAS
EDITORIAL Carlos Rosado de Carvalho
página 1

INDÚSTRIA AUTOMÓVEL Lurdes Ferreira
página 38

TEMA DE CAPA OS DESAFIOS DA INTERNACIONALIZAÇÃO
O PAPEL DO ESTADO NA INTERNACIONALIZAÇÃO João Ramos Silva
página 5

INDÚSTRIA DE CELULOSE, PAPEL E ARTES GRÁFICAS Anabela Campos
página 38

INDÚSTRIA DA MADEIRA, CORTIÇA E MÓVEIS Carlos Rosado de Carvalho
página 40

COMO AS EMPRESAS PORTUGUESAS DÃO O SALTO Cristina Caldeira
página 10

INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO, BEBIDAS E TABACO Rita Siza
página 40

PORTUGAL INTERNACIONAL Rui Nunes
página 16

INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO Clara Teixeira
página 42

500 MAIORES GRANDES NÚMEROS
QUANTO VALEM AS 500 Carlos Rosado de Carvalho
página 22

INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS Anabela Campos
página 42

INDÚSTRIA FARMACÊUTICA

ANÁLISES SECTORIAIS
COMÉRCIO Carlos Romero
página 28

Ana Rita Guerra
página 44

INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA Ana Rita Guerra
página 44

COMÉRCIO, ALIMENTAÇÃO, BEBIDAS E TABACO Carlos Romero
página 28

INDÚSTRIA QUÍMICA Ana Rita Guerra
página 46

COMÉRCIO AUTOMÓVEL Lurdes Ferreira
página 30

INDÚSTRIA TÊXTIL, DO VESTUÁRIO E DO COURO Rita Siza
página 46

COMÉRCIO FARMACÊUTICO Ana Rita Guerra
página 30

MEDIA Clara Teixeira
p á g i n a 47

COMÉRCIO DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO Clara Teixeira
página 32

SERVIÇOS Anabela Campos
página 48

COMÉRCIO DE PRODUTOS PETROLÍFEROS Lurdes Ferreira
página 32

SERVIÇOS DE TRANSPORTES Anabela Campos
página 48

COMUNICAÇÕES Clara Teixeira
página 34

AGRICULTURA E INDÚSTRIA EXTRACTIVA
página 49

CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS Rita Siza
página 36

LISTA
AS 500 POR VENDAS EM 2001
página 49

ELECTRICIDADE, GÁS E ÁGUA Lurdes Ferreira
página 36

ÍNDICE
AS 500 DE A a Z
p á g i n a 70

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O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2

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O papel do Estado na internacionalização
As empresas atrevem-se a pisar um terreno (os mercados estrangeiros) que, à partida, não conhecem tão bem, porque pensam que dispõem de vantagens sobres os seus concorrentes externos. cabe aos Governos implementar políticas que visem reforçar as vantagens que as “suas” empresas dispõem.
JOAQUIM RAMOS SILVA, Professor do ISEG/UTL

as levam a pisar um terreno que, à partida, não conhecem tão bem. Este processo é, por seu turno, determinado pela especialização internacional do país de origem. Para começar, tornase evidente que os governos podem implementar políticas que visem reforçar as vantagens que as “suas” empresas dispõem.
SELECCIONAR ÁREAS DE ESPECIALIZAÇÃO...

Desde

o início dos anos 80, em muitos países, foram lançados programas de privatizações mais ou menos vastos e profundos e diminuíram as regulamentações públicas rígidas que antes bloqueavam os mais variados sectores de actividade económica. Ao mesmo tempo, foram postos de pé organismos de supervisão da concorrência que têm actuado, pelo menos num certo número de casos, com razoável eficácia. No plano externo, numa base unilateral, multilateral ou de integração económica (por grupos de países como na União Europeia), têm sido eliminadas barreiras ao comércio bem como removidos obstáculos ao movimento de capitais. Até a circulação internacional de trabalhadores, embora encontre numerosos entraves, aumentou claramente. É certo que estamos bem longe de um mundo de livre circulação, e que muitas discriminações permanecem, mas, neste domínio, a paisagem da economia mundial tem mudado em aspectos significativos. Neste contexto, fará

Tendo em conta a sua importância central, vale a pena caracterizar um pouco melhor esta forma de contribuição do Estado. Note-se que, até meados do séc. XX, a especialização internacional era vista como estável e só no longo prazo podia eventualmente conhecer mudanças. Posteriormente, este modo de pensar foi posto em causa pela evidência empírica. Assim, por exemplo, ao longo dos últimos cinquenta anos, o Japão e as novas economias industrializadas asiáticas já conheceram vários ciclos de especialização, que se tornou, portanto, dinâmica e flexível. Em particular, a acção dos governos tem marcado este processo, ao evoluir-se das vantagens comparativas (naturais ou “dadas”), para as vantagens competitivas (em grande parte, “construídas” pelas instituições). Vejamos um exemplo esclarecedor. Nos anos 60, a Irlanda optou por uma especialização baseada em indústrias capitalintensivas. Um amplo conjunto de medidas foi implementado com vista a concretizar esta orientação. Uma das traves mestras desta estratégia foi a generalização do ensino técnico ao nível do terceiro ciclo do secundário, na sequência da qual foram criados toda uma série de Regional Technical Colleges por toda a Irlanda, cujo sucesso residiu nos estreitos laços que estabeleceram entre os mundos académico e industrial. Mais tarde, a nova orientação foi criticada por economistas de renome, na medida em que, a Irlanda se estaria a afastar da especialização determinada pela sua dotação de factores, em particular a abundância do factor trabalho, pois era tradicionalmente um país de forte emigração que conhecia elevadas taxas de desemprego. A este propósito, Bela Balassa chegou mesmo a referir-se aos “erros irlandeses”. Pode-se talvez considerar que a estratégia irlandesa tardou em dar frutos, mas quando o fez, a partir

Nos anos 60, a Irlanda optou por uma especialização baseada em indústrias capitalintensivas. Uma das traves mestras desta estratégia foi a generalização do ensino técnico ao nível do terceiro ciclo do secundário, cujo sucesso residiu nos estreitos laços que estabeleceram entre os mundos académico e industrial.
sentido considerar que o Estado tem ainda um papel a desempenhar na internacionalização das empresas? Para vários autores a resposta é, sem margem para dúvidas, afirmativa, ou melhor, embora em bases novas e diferentes, faz, até, mais sentido. No passado, as actividades internacionais das empresas resumiam-se, no essencial, à exportação e às operações mais directamente relacionadas com ela (eg, despacho). Mas, nas últimas décadas, elas têm-se progressivamente alargado em cadeia: abertura de sucursais de vendas, criação de canais de distribuição, produção no estrangeiro, por vezes de maneira articulada em diversos países, etc. Em termos simplificados, como nos ensina a teoria económica, as empresas lançam-se nestas actividades porque usufruem de vantagens (em relação aos seus concorrentes externos), que, proporcionando-lhes mais lucros,

CÓDIGO DE CONDUTA DOS PODERES PÚBLICOS
Definir e implementar estratégias sustentáveis de especialização e de competitividade. I Articular as políticas “internas” (educação e formação de recursos humanos, investigação e desenvolvimento, infra-estruturas, etc.) com o processo de internacionalização das empresas. I Diplomacia económica activa que coloque o Estado ao lado das empresas e lhes forneça informação e apoio valiosos. I Participação dos organismos públicos ao lado de outros (privados, semi-públicos, da sociedade civil) na constituição de redes de suporte à internacionalização das empresas. I Os subsídios à produção, eventualmente a conceder, devem ser sempre temporários, e aplicar-se apenas a novos produtos e sectores em que as empresas já tenham revelado hipóteses de sucesso e não a priori. I Encargos fiscais das empresas.
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O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2

do final dos anos 80, com o desenvolvimento das novas tecnologias de informação e comunicação, para o qual estava bem apetrechada (a indústria farmacêutica era aliás outra área importante de especialização), foi de uma forma brilhante. Sem dúvida, a via irlandesa não é a única. A Itália, por exemplo, optou por manter uma especialização em indústrias trabalho-intensivas, conseguindo igualmente melhorias notáveis no seu desempenho. Neste caso, contou sobretudo uma administração local eficiente, que na base de vastas e sofisticadas redes sociais, acelerou o dinamismo económico e a competitividade (eg, no quadro dos “distritos industriais”). Qualquer que seja a opção no domínio da especialização, ela tem que ser clara e implementada de uma forma responsável, a fi m de adquirir credibilidade e sustentabilidade. Os Estados, devido ao carácter geral dos seus fins, são mais vocacionados para tarefas deste tipo do que as empresas privadas, que têm objectivos e meios de acção comparativamente limitados, mesmo tomadas em conjunto. Outra forma de intervenção do Estado, relevante em países ainda em início de internacionalização (é o caso de Portugal), diz respeito ao facto de esta se realizar no contexto de um processo de aprendizagem. Assim, desde que certas condições mínimas se verifiquem, quanto mais cedo as empresas se lançarem na internacionalização e desenvolverem actividades nos mercados externos, mais cedo podem progredir, nomeadamente consolidando e expandindo as suas vantagens. No entanto, muitos governos actuam erradamente, incentivando e protegendo apenas políticas de concentração no mercado interno, esquecendo que as actividades internacionais podem trazer maiores retornos para as suas empresas, e portanto, para as suas economias. Aliás, a criação de externalidades internacionais positivas é considerada, hoje em dia, um dos mais preciosos capitais para o conjunto das empresas de um determinado país.
... DESENVOLVER POLÍTICAS RELEVANTES...

SUBSÍDIOS: A TRADIÇÃO JÁ NÃO É O QUE ERA
TRADICIONALMENTE, AS FORMAS DE INTERVENÇÃO pública privilegiadas a este nível eram as subvenções à exportações e outras similares. Não deixam de ser verdade que muitos governos ainda as praticam apoiando assim directamente as suas empresas. No entanto, quer por razões institucionais (no GATT/ OMC, este tipo de medidas é condenado, podendo dar origem a represálias), quer pelas distorções que provoca nas relações económicas internacionais, esta forma de intervenção tem vindo a perder algum terreno, em nome de uma maior transparência do mercado. É certo que a teoria económica pode recomendar o apoio do Estado às empresas a fi m de se tornarem competitivas à escala internacional, mas sob a forma de subsídios à produção e em condições muito restritivas. Eles devem ser sempre temporários, dirigir-se a novos produtos e sectores com reais hipóteses de sucesso e nunca ser concedidos a priori. Acresce que os países pequenos (em termos económicos) sofrem de uma grande desigualdade a este nível: uma grande economia, onde o Estado tem sempre um vasto orçamento à sua disposição, e o pode manipular, está mais equipada para tomar a dianteira de processos deste tipo, sobretudo em mercados onde existem elevadas barreiras à entrada (veja-se o exemplo da aeronáutica). Para o caso daqueles países, embora não se deva em absoluto excluir os subsídios à produção, devem ser escolhidos, de preferência, outros instrumentos mais eficazes de apoio à internacionalização das empresas. No quadro junto, resumimos os principais vectores da contribuição do Estado para a internacionalização das empresas. Evidentemente não se trata aqui de exaurir o tema. I

Uma vez defi nida, a estratégia de especialização funciona como base do processo. O Estado pode agora avançar com políticas relevantes para a internacionalização das empresas de uma maneira consequente, entre outras, ao nível da educação e formação de recursos humanos (tão importantes como vimos no caso irlandês), investigação e desenvolvimento, e infra-estruturas. No passado, muitas destas políticas eram consideradas estritamente internas, isto é, com poucos reflexos na competitividade internacional das empresas (a administração pública era talvez o caso mais flagrante), mas este ponto de vista tem vindo a alterar-se, mesmo em economias relativamente fechadas. Numa perspectiva de competição global, os ganhos obtidos nestes sectores (por exemplo, através de uma administração pública eficiente), fazem por vezes a diferença

fundamental para as empresas. Assim, torna-se indispensável uma articulação entre estas políticas públicas e as necessidades das empresas que se internacionalizam.
... E APOSTAR NA DIPLOMACIA ECONÓMICA

Outro domínio onde o papel do Estado cresceu foi na diplomacia económica. Tradicionalmente, o seu espaço estava bem demarcado, e os objectivos económicos eram secundários. Mas, nas últimas décadas, a diplomacia económica

prende-se com a lógica despesista dominante. a grande dificuldade em compreender o novo papel do Estado neste domínio. De novo. Temos que reconhecer que muitos empresários apenas olham para o Estado como uma fonte de onde podem “sacar” mais alguns fundos. Com efeito. Quanto aos políticos. pode desempenhar uma função insubstituível na construção e funcionamento das redes. como mostrou Carron de la Carrière. em vez de cada um para seu lado. tendo em conta a rentabilidade das respectivas operações. as actividades desenvolvidas neste contexto podem ter um custo relativamente baixo e o seu fi nanciamento ser partilhado pelos diversos agentes que nelas participam. autor da obra “Diplomatie économique”. a grande dificuldade em compreender o novo papel do Estado no domínio da internacionalização. designadamente de carácter informativo. o Estado. as referidas estratégias. tornou-se um dos principais instrumentos ao dispor das empresas que se internacionalizam (bem como na atracção das empresas estrangeiras). enquanto revelam uma enorme preguiça e falta de iniciativa. mesmo que digam o contrário. Na medida em que as actividades externas das empresas têm consequências cada vez maiores na economia dos países e regiões e abrangem um número crescente e diverso de actores. “Estado é despesa pública”. em países como Portugal. através de certos organismos e serviços. que ajudem de facto as empresas. É que. ficam contentes ao distribuir os “seus” milhões. uma actuação em rede é Uma pequena nota a terminar. capacidade e as adaptar. Aliás. recomendável. Aliás. Para a maioria dos agentes. muitos destes serviços públicos podem e devem ser cobrados às empresas. No caso das pequenas e médias empresas é óbvio que um quadro deste tipo potencia grandemente a sua internacionalização. “Estado é despesa pública”. Temos que reconhecer que muitos empresários apenas olham para o Estado como uma fonte de onde podem “sacar” mais alguns fundos. ela pode oferecer-lhes não só um importante apoio institucional como ainda vários tipos de serviços. prende-se com a lógica despesista dominante. embora não pressuponham mais despesa pública (vimos até que alguns novos serviços públicos de apoio devem ser cobrados aos seus beneficiários). I 8 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .T E M A D E C A P A / O P I N I Ã O A estratégia de internacionalização exige escolhas claras e consequentes do Governo F OTO G R A F I A M I G U E L S I LVA levada a cabo por muitos governos. se necessário. em defi nir e executar estratégias de internacionalização dignas desse nome. A PREGUIÇA PORTUGUESA Em países como Portugal. difíceis de obter por outras vias. Os organismos públicos podem ainda participar activamente na criação de redes de suporte à internacionalização. como temos salientado em diversas ocasiões. exigem escolhas claras e consequentes bem como persistência na sua implementação e. isto é. Para a maioria dos agentes.

10 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . abriu novas oportunidades. Por outro lado. vender fora do país de origem oferece alguns obstáculos. Isto não significa. não obstante as facilidades criadas pelo Mercado Único Europeu. desregulamentação e mundialização da concorrência. um crescente reconhecimento da inevitabilidade de concorrer em mercados abertos e sob a pressão do tempo. pela exploração de competências próprias.T E M A D E C A P A Como as empresas portuguesas dão o salto A maioria das firmas nacionais prefere internacionalizar-se para países culturalmente e geograficamente próximos. mas sim como actuações orientadas por uma lógica estratégica face a uma concorrência cada vez mais global. que impulsionaram as empresas portuguesas a desenvolver esforços para a adopção de estratégias activas de internacionalização. através de aquisições de unidades sob a forma de “joint-venture”. caracterizado pela interdependência das economias. Daí que se torne indispensável reflectir em conjunto sobre os processos de internacionalização das empresas portuguesas. para muitas empresas os principais concorrentes são outras empresas nacionais. Tais actuações visam ganhar capacidade competitiva. Quando a opção é o investimento de raiz nota-se um claro desenvolvimento no estabelecimento das filiais comerciais em detrimento de unidades produtivas. na verdade. Por um lado. que os espaços nacionais tenham perdido toda a sua relevância. mas também desafios. R . Cristina Caldeira* O ENQUADRAMENTO externo actual. Existe. porém. Na última década. globalização dos mercados. embora os desafios competitivos de empresas europeias não estabelecidas em Portugal assumam também importância. A internacionalização não pode ser vista como mera extensão das posições nacionais num mundo crescentemente homogeneizado. pela inserção em redes de relações dinâO reforço de rede de relações levou a PT a comprar a brasileira Telesp F OTO G R A F I A D . uma parcela significativa das empresas portuguesas “interiorizou” já a ideia de que a protecção conferida pelas fronteiras nacionais é cada vez mais limitada.

1994). regulamentares e linguísticas dos países ou regiões). em detrimento do investimento de raiz. No entanto. e em particular os projectos de investimentos externos. DE DOMÉSTICA A GLOBAL A evolução internacional de uma empresa atravessa quatro fases distintas: DOMÉSTICA — A empresa é predominantemente orientada para o mercado doméstico e limita-se a exportar pontualmente. e Davie J. que de um modo geral põe em confronto. MUNDIAL — A empresa actua à escala global e adequa as suas práticas de gestão às características de cada zona servida. tem como destino países em vias de desenvolvimento em virtude das vantagens comparativas ao nível do custo de mão-de-obra. Uma vez iniciado o processo de internacionalização. clientes. pelo esbatimento de “handicaps” existentes e/ou pelo acesso e endogeneização de novas competências. operações “inward-outward”. notamos um . económicas. Qualquer iniciativa desta natureza. realização de economias de localização. ou de partes do processo produtivo. o relacionamento com outras empresas Embora o processo de internacionalização de cada empresa seja diferente. MULTINACIONAL — A empresa tem uma presença significativa num vasto número de países e procura conciliar os interesses do mercado doméstico com os dos mercados externos. devem ser analisada tendo em conta toda a sua envolvente política. No que se refere à internacionalização das actividades. com frequência o padrão de expansão geográfica tem início na simples exportação “spot” em resposta a encomendas colocadas por clientes estrangeiros.. Quanto à forma de concretização do investimento. aumento das economias de escala e de experiência. a maioria das fi rmas portuguesas seleccionou os países cultural e geograficamente próximos para se expandirem geograficamente. A ESTRATÉGIA LUSITANA. Consequentemente. Um processo de internacionalização é normalmente encarado como um início de fase de sucesso e de afi rmação das empresas. mas contínua a privilegiar o mercado doméstico. os processos de internacionalização não são simples nem podem ser separados das estratégias competitivas prosseguidas pelas empresas. De acordo com um estudo de campo efectuado junto de 30 empresas portuguesas no âmbito de uma tese de mestrado. verificamos um especial predomínio de aquisições de unidades sob a forma de “joint-venture”. mas também a factores relacionais e externos. a complexidade do processo deve-se a factores internos à empresa. por outro. enquanto as pequenas empresas limitam-se a in- ternacionalizar a actividade logística e comercial. não é um processo isento de riscos e condicionantes.. a perspectiva da economia nacional com a óptica da empresa (micro-macro) e. Os conhecimentos adquiridos vão assim permitindo aumentar a competitividade da empresa. jurídica. verifica-se que as empresas vão reforçando as suas posições no exterior à medida que vão acumulando experiência internacional. (concorrentes. INTERNACIONAL — A empresa exporta regularmente para um número restrito de mercados externos. económica. “…internationalisation is commonly used to describe the developmental process of increasing involvement in international business”. fornecedores) e a capacidade de adaptação e articulação de diferentes condições locais (especificidades culturais.O BÊ-Á-BÁ DA INTERNACIONALIZAÇÃO EXISTEM INÚMER AS DEFINIÇÕES DE internacionalização. passa pela criação de uma rede de agentes e distribuidores nos mercados externos para consolidar as posições comerciais e pode mesmo terminar na construção de grandes empresas transnacionais com operações integradas em todo o mundo. O trabalho também permite concluir que a internacionalização baseada na deslocalização da produção. (1989). Envolvem vertentes diversas. incluindo nomeadamente a atitude competitiva. I C. Na perspectiva de Porter (1986). micas. Wheeler C. os mecanismos de gestão e de coordenação de actividades. por um lado. Esta posição competitiva traduz-se num aspecto positivo que pode ocorrer por três vias: exploração das competências centrais. que vão actuar ora como estímulo ora como condicionante da internacionalização.C. as grandes empresas internacionalizam a logística e a produção. social e cultural (Root. o desenvolvimento interno de competências dinâmicas de geração. Segundo Young S. Hamill J. absorção e integração de conhecimento. A internacionalização da actividade comercial ocorre especialmente para países da União Europeia. a configuração geográfica das actividades da empresa. Segundo o mesmo autor.

é defensável que o processo de internacionalização da empresa seja enquadrado com as competências e vantagens competitivas desenvolvidas no mercado doméstico. com vista a maximizar a competitividade conjunta das actividades no país de origem e no estrangeiro. divulgação de informação. duas decisões críticas: para onde internacionalizar e como internacionalizar.C. retorno.T E M A D E C A P A claro desenvolvimento no estabelecimento das fi liais comerciais em oposição às produtivas. à partida. onde uma elite alcança patamares de competitividade à escala global. atractivos oferecidos pelos países desenvolvidos (UE) às empresas portuguesas baseiamse na possibilidade de desenvolvimento de estratégias de cooperação. a internacionalização está a servir como uma arma de competitividade. Constata-se assim que o sucesso competitivo no país de origem condiciona de várias maneiras a internacionalização de uma empresa. controlo. experiência. PARA ONDE AVANÇAR E COMO O PROCESSO DE INTERNACIONALIZAÇÃO DE UMA EMPRESA envolve. OS CUSTOS E OS BENEFÍCIOS. Como consequência. risco. uma mentalidade internacional e conhecimento dos mercados) conseguem “ultrapassar etapas” da internacionalização e lançar-se no investimento directo. potenciando diferentes graus de internacionalização. com maior incidência para as grandes empresas. contratos de gestão ou alianças estratégicas. num acréscimo de competitividade que viabiliza a adopção de novas estratégias de internacionalização. a empresa deve procurar restringir o seu leque de opções de internacionalização em função da análise dos seguintes factores: enquadramento legal. verificamos entre as empresas portuguesas a existência de um duplo comportamento. muitas vezes sem qualquer estratégia definida. internos e externos à empresa. Os estudos de campo demonstram que o problema central das empresas portuguesas em fase de internacionalização é o do estabelecimento de uma estratégia de entrada no mercado-alvo. permite-lhes a integração em redes. o estudo revela que. possibilidade de subcontratações vantajosas. Neste sentido. Para além de potenciar visibilidade às empresas. natureza dos activos. acesso ao mercado. I C. competição. Ao nível microeconómico. de uma forma genérica. custo. denotando pois um claro atraso em relação às suas congéneres europeias. que incluem contratos de licenciamento. as quais conferem massa crítica. estas em clara inferioridade. Uma vez identificadas as primeiras modalidades de entrada nos mercados externos. em paralelo com um movimento concertado da economia mundial. podemos verificar que não há uma internacionalização padronizada. visto ter de obedecer a critérios de natureza estratégica. Numa primeira conclusão. Enquanto as grandes empresas (com uma dimensão internamente adquirida. enquanto os países em vias de desenvolvimento tendem a conceder benefícios aos investidores portugueses através da facilidade de relações interpessoais. entre os casos-limite da exportação e do IDE (investimento directo estrangeiro). Paralelamente as PME vão-se impondo. Portugal desenvolve esforços com vista a uma rápida integração no competitivo espaço europeu. que constituem mais-valias muito valorizadas pelos empresários e executivos contactados. e que a opção entre os vários modos de entrada é condicionada pela existência de factores relacionais. As consequências mais imediatas consubstanciam-se numa maior abertura da economia ao exterior. ao mesmo tempo que as restantes dão ainda os primeiros passos na internacionalização. observamos um vasto conjunto de alternativas. algum aprofundamento do negócio internacional. Hoje admitimos que. há uma tomada de consciência por parte das empresas portuguesas de que para sobreviverem têm de marcar posição. De acordo com a tipologia apresentada por Franklin Root (1994). as PME internacionalizam-se de acordo com as oportunidades detectadas. 12 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . Relativamente aos factores de atractividade e de localização. A selecção dos mercados prioritários é motivo de grande ponderação. DesenharamA Galp foi para Espanha para crescer e ter acesso a recursos F OTO G R A F I A P E D R O C U N H A se estratégias de aumento de quotas de mercado através de aquisições. Outro elemento de diferenciação prende-se com a preocupação em matéria de inserção geoeconómica e de estabelecimento de agrupamentos contratuais externos demonstrada pelas empresas de maior dimensão. recursos e produtos. Ao nível macroeconómico.

F. Paris. a globalização da actividade económica. Entry Strategies for International Markets. MUNDELL R. by Peter J. mestre em Economia Internacional pelo Instituto Superior de Economia e Gestão. É genericamente aceite que o crescimento do investimento directo das empresas portuguesas no estrangeiro é um facto positivo. Hamill. Lexington Books. Richard (1989). por não abdicarem da centralização. doutoranda em Ciência Política na Universidade Católica Portuguesa PARA SABER MAIS BARTLETT. J. Hemel Hempstead. Hensinki School of Economics. esta opção de internacionalizar contém em si alguns custos. International Business Operations. Numa primeira fase. M. (1997). (1995). Competition in Global Industries. C. seguiase a abertura de delegações e contratos de fornecimento de empresas. na medida em que vai obviamente alterar a estrutura organizacional existente e a cultura tradicionalmente padronizada.T E M A D E C A P A FACTORES NA BASE DA INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS PORTUGUESAS EMPRESAS PENETRAÇÃO OU CONSOLIDAÇÃO EM MERCADOS I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I ACESSO A RECURSOS PRODUTIVOS MANUTENÇÃO OU REFORÇO DE REDES DE RELAÇÕES I RESPOSTA A MOVIMENTO DE CONCORRENTES ACESSO A COMPETÊNCIAS BES BÉBÉCAR CGD CIMPOR CIN CORTICEIRA AMORIM DELTA EFACEC EDP ENGIL FAIART FAPOR GROWELA GRUPO AUTOSIL GRUPO BCP-ATLÂNTICO GRUPO IMPÉRIO GRUPO PESTANA GRUPO SOMAGUE GRUPO VISTA ALEGRE HOVIONE JM MACONDE OCIDENTAL SEGUROS PETROGAL PT RENOVA SONAE INDÚSTRIA SOPORCEL TMG LDA. Reappraising the Eclectic Paradigm in an Age of Alliance Capitalism. procuraram-se manter na vanguarda da tecnologia. seguido da criação de redes próprias de distribuição e aumento da capacidade produtiva. J-H.A. PORTER. MUCCHIELLI. TLS. e sobretudo vai melhorar a imagem das empresas portuguesas junto das empresas europeias e/ou mundiais. para posteriormente terem lugar as “joint-ventures” com parceiros locais. (1957). Routledge. dificultando a passagem de uma hierarquia vertical para uma hierarquia horizontal consentânea com uma estratégia de internacionalização deram-se concentrações no “core business” das empresas. como forma de cruzamento de experiências e partilha de “know-how” específico e competências. M. Sobretudo as empresas de raiz familiar apresentam grandes entraves à mudança. PORTER. International Trade and Factor Mobility. Journal of International Business Studies. I * a autora é professora do Instituto de Artes Design e Marketing (IADE). PORTER. Londres. Os benefícios são igualmente visíveis em virtude de a internacionalização potenciar negócios da empresa/grupo em zonas geográficas diversificadas. Boston. M. J-L. as empresas desejavam obter uma base nacional coesa. Harvard Business School Press. (1994). um alvo importante. Lawrence (1990). Harvard Business School Press. ED. American Economic Review. (1986). A Vantagem Competitiva das Nações. ROOT. por não abdicarem da centralização. ganhando deste modo a dimensão necessária à internacionalização. Esta nova realidade vai permitir detectar oportunidades de negócio. Prentice Hall International (UK) Ltd YOUNG. 14 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . Stephen. Third Quarter.Buckley. Wheeler. L’Avantage Concurrentiel. e na liderança no mercado nacional. TAGGART. Inter Editions. (1988). 461-91. Nestes mercados. Harvester Wheatssheaf/Prentice Hall. Nova Iorque. com natural impacto no controlo de custos e na obtenção de maiores economias de escala. entre outros. em paralelo.A. Os mercados desenvolvidos da Europa e EUA serão sempre. J-H. DUNNING. pp. Em conclusão. James. Multinational Firms and International. e Ghoshal Sumatra (1989). O impacto desta dinâmica nas empresas portuguesas é notório na preocupação crescente ao nível da modernização e promoção do produto. (1993). SA I Fonte: inquérito realizado no âmbito da tese de mestrado da autora do artigo Sobretudo as empresas de raiz familiar apresentam grandes entraves à mudança. International Market Entry and Development. The Essence of International Business. Managing Across Borders: The Transnational Solution. a mobilidade crescente dos factores determinantes do crescimento e um número crescente de países a atingir a fase de desenvolvimento favorecem o processo de internacionalização. DUNNING. No entanto. J. LUOSTARINEN. que em complemento do mercado interno oferecem vantagens competitivas e reforçam a competitividade nos mercados internacionais. Colin e Davies. Ed. dificultando a passagem de uma hierarquia vertical para uma hierarquia horizontal consentânea com uma estratégia de internacionalização. Reijo e Welch. Campus. os investimentos tendem a ser feitos mediante acordos de cooperação inter-empresas (nacionais ou estrangeiras). (1997). Alliance Capitalism and Global Business. & MICHAEL C. (1993).

4 4.4 10.3 14.8 4.1 12.9 1999 18.8 1.3 4.1 4.8 8. que se consolidou com a adesão à então Comunidade Económica As saídas e as entradas têm como principal destino e origem a União Europeia F OTO G R A F I A PAU L O P I M E N TA A QUEM VENDEMOS… Destinos das exportações portuguesas.2 14.8 3.8 3.3 2.5 11.8 10.7 2000 25.0 1.3 18.8 4.8 4.0 21. 16 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .7 4.6 1.5 2001 2002/JUL 27.7 10. Quer um quer outro revelam situações desconfortáveis.6 1. 1995-2002 (Julho) PAÍSES ESPANHA ALEMANHA FRANÇA REINO UNIDO EUA ITÁLIA BÉLGICA-LUX.0 4.1 2.7 2.7 10.6 2.4 1.0 4.2 11. de metade dos turistas.8 11.4 3.5 5.8 2000 19.9 12.3 14.9 4.6 7.3 1.1 1998 15.7 11.8 13.8 4.5 6.6 10.6 3.3 3.2 12.3 3.9 3.7 1. vendemos a esta e à Alemanha. 1995-2002 (Julho) PAÍSES ESPANHA ALEMANHA FRANÇA ITÁLIA REINO UNIDO PAÍSES BAIXOS BÉLGICA-LUX EUA BRASIL JAPÃO 1995 21.7 1999 25.5 3.3 2.4 7. têm amenizado as preocupações. países ordenados pelas posições em Julho de 2002. sem ocorrência garantida ou prevista –.9 10.7 2001 2002/JUL 19.6 4. Alemanha e Reino Unido.8 8.2 6.2 4.4 15.0 4.2 1996 14.4 1998 24.1 4.1 14.9 18.6 21.5 3.0 12.9 1.7 4.0 5. juntamente com o Reino Unido.0 19.7 1.8 4.1 1.3 1.8 1.7 15. as colónias. países ordenados pelas posições em Julho de 2002.1 1997 14. Fonte: INE.6 3.6 4.8 4.2 1997 23. investimos no Brasil e recebemos investimento directo de Espanha.2 3.7 Valores em percentagem.8 14.9 4.2 1996 22.6 5.2 3.9 20.6 19. Valores em percentagem.2 10.8 4.5 … E A QUEM COMPRAMOS Origens das importações portuguesas.1 6.3 1.4 2.9 6. O mundo exterior à União Europeia (UE) só interessa a Portugal enquanto fornecedor de combustíveis.1 5.4 1. como o ouro do Brasil.0 2.4 3. Os habituais são os do comércio e investimento internacional.2 1.8 5.5 2.2 1.3 5.2 2.1 7.1 12.9 1.0 4.2 1.4 3. após dezenas de anos de fundos comunitários e 500 de império.1 11.7 3.1 4.8 27.0 1.9 2. origem.T E M A D E C A P A Portugal internacional Vamos às compras a Espanha.2 1.4 13.1 19.4 13.2 4.0 10.9 13. A importância do turismo assente no sol e praia reforça esta perspectiva. as remessas dos emigrantes ou os dinheiros da Europa.9 5.7 3.5 19.3 7. É recorrente a constatação de uma baixa produtividade que compromete a competitividade da produção e impede a melhoria sustentada do nível de vida dos autóctones.5 3.7 1. T Rui Nunes HÁ VÁRIOS CRITÉRIOS para aferir o grau de internacionalização de uma economia.5 2. que troca recursos naturais (sobretudo floresta) e produtos de mão de-obra barata (como vestuário e calçado) por tecnologia.4 2. PAÍSES BAIXOS ANGOLA SUÉCIA 1995 15. COMÉRCIO INTERNACIONAL Os saldos das trocas por sector revelam um perfi l de economia colonial. Fonte: INE.4 5.6 4.6 5.7 15.4 6.2 4.7 6.8 1.6 14.5 14.2 8.2 3. Factores extraordinários – isto é. Estão a levar a País a interrogar-se sobre a causa e persistência de problemas estruturais e angústias existenciais.0 5.8 4.4 6.3 1.

Muitos destes produtos de alta tecnologia correspondem às tecnologias de informação e comunicação. I Europeia. Ausente dos sectores com forte potencial de crescimento. que deu mais peso às exportações tecnológicas. no que seria uma ‘remake’ do modelo irlandês. para o que tem importado factores (fundos da UE. dado o reforço dos sectores tradicionais. inconveniente poupado aos não transaccionáveis. Os economistas são unânimes em apontar o enviezamento da actividade dos grupos económicos portugueses no sentido dos bens não transaccionáveis.2 por cento da média geral. É este modelo de crescimento cujo fim é anunciado com regularidade. INVESTIMENTO DIRECTO ESTRANGEIRO Alguém disse que a salvação das grandes empresas portuguesas estava no investimento directo no estrangeiro. por força da abertura de mercados e da acção governativa. valeram menos de dois por cento do comércio mundial.1 pontos percentuais a sua quota de mercado neste período. Entre 1985 e 2000 as exportações destes produtos aumentaram a uma média anual de 12 por cento. coloca-se a questão de saber que motivos existem para uma EMN vir para Portugal. o que significa ganho de importância do comércio intra-firma. O documento identifica 40 produtos que representaram 40 por cento das exportações mundiais em 2000. com destaque para os sectores de electrónica. a economia portuguesa tem crescido baseada no mercado interno. os produtos de baixa tecnologia. além da integração na UE e mão-de-obra barata? A banalização desta oferta. Na edição de 2002 do relatório sobre o investimento mundial. Portugal aumentou em 0. como banca. e concluído que o almejado modelo de crescimento assente mais nas exportações que no consumo interno exige outra estrutura produtiva e novos actores ou a reciclagem dos actuais. Ou seja: qual é a oferta de Portugal com boa cotação no mercado do investimento directo internacional. imigrantes do Leste e mobilização da mão-de-obra feminina) – e economizado a sua regeneração interna. mais interessada em melhorar do que em alterar a estrutura produtiva. Os produtos de tecnologia intermédia. Resta saber como e com quem melhorar e alterar a es- trutura das exportações. que obrigou a indústria a conter os preços. automóvel e vestuário. que têm no vestuário o principal elemento (o qual proporciona o maior saldo positivo no comércio externo português). Há quem radique a explicação no fim da desvalorização do escudo em 1991. com a abertura de fronteiras e o desen- . outro foi o aumento do comércio internacional de componentes. Um dos traços mais incisivos detectados pela Cnuced foi o de as exportações crescerem no período tanto mais quanto mais elevado o nível tecnológico dos produtos. dada a contracção dos mercados e a subida dos custos unitários de trabalho. para compensar a liberalização do mercado nacional. acima dos 8. Aqui chegados é o drama. cujos ganhos de quota em 2001 são explicados pelo Banco de Portugal com o sacrifício das margens. É a esta luz que deve ser lido o défice comercial português – explicado em mais de 40 por cento pelo saldo com Espanha –. que difundisse junto das pequenas e médias empresas saber organizacional e tecnológico e permitisse o acesso a mercados e capital. da autoria da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (Cnuced).EXPORTAÇÕES À BOLEIA DA AUTOEUROPA A instalação da Autoeuropa permitiu que Portugal fosse uma das 20 economias (a vigésima. em especial os não baseados nos recursos naturais. representaram nove por cento das exportações. em movimento para Leste e China e não resolve o problema da ausência portuguesa nos sectores com forte dinâmica de procura. como o automóvel. Mas a indústria automóvel é madura. e corresponde a uma produção cada vez mais gerida à escala internacional. Este perfi l melhorou em 1995. para ser exacto) ganhadoras no período 1985-2000 em termos de quota de mercado nas exportações mundiais. com a Autoeuropa. protegidos da concorrência internacional. imobiliário e distribuição. que representam 19 daqueles 40 produtos. De acordo com a edição de 2002 do relatório sobre o investimento mundial. a Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento constata que “o que conta são os factores que tornam localizações particulares vantajosas para actividades particulares”. mas que a salvação da economia portuguesa dependia da entrada de investimento directo estrangeiro (IDE) estruturante. Os produtos mais dinâmicos foram os industriais. mas o seu ritmo de crescimento foi lento. Mas se se faz depender das empresas multinacionais (EMN) a melhoria e diversificação do tecido produtivo – dada a preferência dos capitães da indústria portuguesa pela tranquilidade dos não transaccionáveis –. Os items electrónicos representaram 13 por cento das exportações mundiais em 2000 e explicam 75 por cento do crescimento das exportações entre 1985 e 2000. Por fim. não motivado apenas pelos baixos salários.

O que tem mais espaços em branco é o da inovação. mercados de venda. sejam zonas de produção segmentada e/ou montagem. de acordo com o segundo Globalization Index elaborado pela consultora A. laboratórios empresariais. empenhamento político e tecnologia. directo e de carteira. Em nenhum dos critérios Portugal está nos dez primeiros. É o mais importante. cujo “sto- 18 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . I A aposta no Brasil fez disparar o investimento no estrangeiro FOTOG R AFIA G R EGG N EWTO N / R E UTE RS volvimento das tecnologias de informação e comunicação. T. mostra o predomínio das empresas norte-americanas nos sectores de forte potencial de crescimento: “software”. E há a questão sobre se se deve atrair IDE em geral ou privilegiar nichos. A Irlanda ganha graças ao critério da integração económica. Os melhores desempenhos portugueses são os relativos aos contactos pessoais. bem como o número de embaixadas que acolhe. aumenta a importância do que faz a diferença na cadeia de valor. audiovisual/entretenimento. Itália. Na primeira consideraram fluxos de comércio e investimento. secundada por Suíça e Singapura. à frente de República Checa. telecomunicações (serviços. resultante do esvaziar da bolha da nova economia. empresariais e institucionais concretos. Kearney em parceria com a revista Foreign Policy. Luxemburgo e Grécia. Nova Zelândia e Malásia. bem como receitas e pagamentos relativas a expatriados e activos possuídos no estrangeiro. onde está a concepção da operação e a recolha dos proveitos. Para os compromissos políticos elegeram o número de organizações e de missões da ONU em que os países participam. que é reforçado com outra liderança nos contactos pessoais.NO TOP 15 DA GLOBALIZAÇÃO Portugal é um dos países mais globalizados. o pior é o respeitante aos compromissos internacionais do Estado. O que também tem crescido de forma assinalável é o investimento directo português no estrangeiro (IDPE). No último critério centraram atenções no mundo da internet. Isto recomenda ver o mundo de acordo com três mapas: o da inovação. Liderado pela Irlanda. Um estudo do Departamento de Prospectiva e Planeamento [A UE face ao(s) seu(s) Futuro(s)]. redes e equipamentos). como utilizadores e servidores. Ora. parques de ciência e tecnologia. mas não de inovadores. contactos pessoais. e à integração económica. plataformas logísticas. Bélgica. Se dois terços do comércio mundial envolvem EMN. Para isto escolheram quatro variáveis. que determinaram inclusões e ordenações conforme os graus de internacionalização quantificados: integração económica. o da produção e o do consumo. tráfego telefónico e deslocações transfronteiriças. Nos contactos pessoais basearam-se no turismo e viagens. o ranking exclui quatro membros da União Europeia. a saber. logo a seguir a EUA. coordenado por Félix Ribeiro. Questão difícil em conjuntura de refluxo. saúde (farmácia e biotecnologia) e aeronáutica/ espaço/electrónica de Defesa. Enquanto os EUA lideram na tecnologia. a França faz o mesmo no empenho político. com o qual só por si ficaria em quarto lugar. Israel. fruto do turismo e dos (e)imigrantes. O contributo da tecnologia e empenho político é irrisório. o que ilustra a importância destes agentes do comércio e produção internacional e o à-vontade com que gerem os países como pontos da sua cadeia de actividade. microelectrónica. mas necessária quando se sabe que o stock de IDE em Portugal atingiu 30 por cento do produto interno bruto (PIB) em 2001. que fecha a lista. nem o anedotário nacional sobre Portugal ser um país de inventores. “hardware”. A aparente e recente descoberta em Portugal da inovação como parte da solução não deve fazer esquecer que os sistemas de inovação nascem em ambientes sociais. França e Alemanha.ª posição. O novo ranking é esperado para Janeiro. a redução dos obstáculos à produção e mobilidade internacional vai de par com o reforço da ‘clusterização’ da inteligência nos extremos daquela cadeia (inovação e marketing) – em que Portugal prima pela ausência. Espanha. há um terço que é mesmo intra-firma. agravado pelo pessimismo ambiente. ou base nacional. O último índice [de 2002] coloca o País na 15. É composto por universidades. Os autores dizem que um dos objectivos da iniciativa é quantificar uma das palavras mais abusadas do novo século – globalização.

221 4.8 mil milhões de euros (dos quais 3. mais do que o risco-país [Mário Soares não admitiu que dera uma palavra a Hassan II sobre o interesse português em investir em Marrocos?]. 2002 (Julho) GRUPO VESTUÁRIO CALÇADO MADEIRA.056 2. Internacionalizar só significava exportar e atrair IDE. O IDPE é recentíssimo. a geográfica a menos importante.145 IMPORTAÇÕES 571 223 371 423 698 1. após os 8. Fonte: INE EXPORTAÇÕES 1. A importante é a económica.4 -402. O “stock” de IDP deve situar-se entre 750 milhões e mil milhões de euros.645 976 798 659 786 1. Semapa na Tunísia) e da PT. UE e Japão). acaba de anunciar a sua saída deste mercado. BORRACHAS VEÍCULOS.ck” já ascendia a 22.885 SALDO 1074. a EDP.28 -526. que motivaram privatizações. I MAGREBE. com um saldo de 100 milhões de contos (500 milhões de euros). então ministro da Economia. uma holding de José Roquette. com 300 milhões de euros.3 em Espanha e um no Brasil).807 -7739. via consórcio Medi Telecom. investiram no exterior para defender/aumentar a criação de valor. associadas a empresas de Espanha em muitos casos. Acossadas na base doméstica. de nível de desenvolvimento (a maior parte dos fluxos de IDE é feita entre EUA. a PT escusou-se a concorrer a outra licença móvel na Tunísia. Da Argélia vêm motivos de reflexão. que também verifica a proximidade económica. entre aquisições e racionalizações. justificado com a fase alta do sector das telecomunicações. uma licença de operador móvel em Marrocos. na proximidade geográfica (Espanha. OUTRO MATERIAL DE TRANSPORTE METAIS COMUNS AGRÍCOLAS QUÍMICOS MÁQUINAS. que adquiriu. mas também mediterrânicas. Augusto Mateus. COUROS ÓPTICA E PRECISÃO PLÁSTICOS. A teoria do IDE explica que as empresas têm uma lógica de proximidade nos seus investimentos externos.804 2.367) . CORTIÇA MINERAIS. alegadamente para se concentrar no Brasil. em particular Brasil. escrevia Vítor Corado Simões em 1985.911 SALDO COM UE 950 719 296 134 9 (40) (186) (266) (191) (313) (514) (439) (733) (949) (1.085 -2079. o que pode ser um sinal da sua dificuldade de penetrar em mercados exigentes. pelo mesmo movimento. Por sua vez. Aquelas já investiram mais de 500 milhões de euros.457) (1. Em 1999 a Tunísia deveria estar entre os cinco principais países em termos de stock de IDP. as empresas portuguesas de maior envergadura. e a aventura do Brasil. até por força das relações crescentes com a União Europeia.062 310 16. APARELHOS COMBUSTÍVEIS MINERAIS TOTAL Valores em milhões de euros.139 -630.818 2.033 -68. linguística (Brasil) e histórica (Palop). até então fortes de um mercado interno reservado. I O COMÉRCIO POR PRODUTOS Saldo do comércio externo português por grupos de produtos. Infra-estruturas. associada a uma fi lial da Sonatrach. e Magrebe). por o Governo de Tunis não ter detectado o arrefecimento do entusiasmo nas telecomunicações e manter um preço que a PT entendeu elevado.84 -1742. para atalhar a internacionalização “truncada e limitada” da economia portuguesa.154 504 599 64 159 595 2. graças à persistência e às ligações de Dias Loureiro.812 -268. UMA ENTRADA COM PEZINHOS DE LÃ O Magrebe é um dos principais destinos do investimento directo português (IDP). Após a investida da Cimpor na Galiza (1992).875 834 485 639 3.428 88. As empresas portuguesas seguiram um padrão diferente. Porque não se aproveita a importação de gás natural para contrapartidas? O investimento da Efacec. logística e banca são alguns sectores onde estão os investidores portugueses.897 -201.121 3. Após a descoberta da Espanha – que tem na aquisição da Corporación Noroeste pela Cimpor o feito emblemático –.3 mil milhões de euros (dos quais 2.669) (718) (5.009 -984.505 1. O principal IDP é das cimenteiras (Cimpor em Marrocos e Tunísia.204 427.07 -1571. Portugal torna-se exportador líquido de capital pela primeira vez em 1995. o fenómeno amplifica-se com a abertura nas ditas economias emergentes.408 236. o Magrebe. ao investirem. e o valor da aquisição desta. MINÈRIOS PASTAS CELULÓSICAS.3 em Espanha) de 2000. Mais tarde (2001).223 705 861 332 561 1. telecomunicações. PAPEL MATÉRIAS TÊXTEIS OUTROS PRODUTOS ALIMENTARES PELES.04 753. que agiu enquanto vice-presidente da Plêiade. suscitada pelas privatizações. revela-se um dos principais sedutores do capital português.347 -262. fez com que o ano em que ocorreu (1999) fosse o do maior IDP em Marrocos.7 no Brasil e 2. caracterizada entre outras pela “escassez do IDPE”. apresenta em 1997 a Nova Política para a Internacionalização. ano em que se investiu 8.338 -1581. mostra que o que conta é o risco-projecto.390 23. “A proximidade psíquica vale mais do que a física”. Mas a questão que está em cima da mesa é saber se a crescente integração da economia de Portugal na UE se reduzirá à sua iberização.8 por cento do PIB no final de 2001. após uma breve incursão em Marrocos (desde 1999).

As empresas listadas em PÚBLICO 500 foram ordenadas por vendas.” (pontos). SFAC. Nos quadros das análises sectoriais. RESULTADOS LÍQUIDOS — Lucro ou prejuízo no exercício de 2001. resultado de exercício e resultados transitados) no final do exercício de 2001. VENDAS — Total das vendas de mercadorias e da prestação de serviços no exercício de 2001. “factoring”. Os valores apresentados em PÚBLICO 500 foram extraídos dos relatórios e contas não consolidados das empresas referentes ao exercício de 2001 ou recolhidos pela Servitrade através de contacto directo com as empresas.” (vírgulas) em vez de “. A Servitrade e o PÚBLICO agradecem a todas as empresas a colaboração prestada. reservas. I LU S T R AÇÃO A N D R É CA R R I L H O . 500 Indicadores utilizados CAPITAL SOCIAL — Capital social registado pela empresa no final de 2001. Com as casas décimais acontece o inverso. ERRATA Devido a um problema técnico as casas dos milhares dos números apresentados nos quadros aparecem separadas por “. e parabancárias. NÚMERO DE TRABALHADORES — Número médio de trabalhadores no exercício de 2001. etc…). onde se lê “capital próprio” deve ler-se “rentabilidade do capital próprio em %”. Lda. CAPITAL PRÓPRIO — Total dos capitais próprios (capital social. No final da listagem é apresentado um índice alfabético das empresas incluídas. A lista PÚBLICO 500 não inclui sociedades gestoras de participações sociais nem empresas do sector financeiro (bancos. como sociedades de “leasing”. seguradoras.A RECOLHA E TRATAMENTO DOS DADOS LISTA PÚBLICO 500 — “ranking” das maiores empresas portuguesas não financeiras — é da responsabilidade da Servitrade-Serviços para Gestão de Empresas. RENTABILIDADE DOS CAPITAIS PRÓPRIOS — Resultado líquido a dividir pelo capital próprio. em percentagem. UNIDADE MONETÁRIA todos os valores estão expressos em milhares de euros. VARIAÇÃO DAS VENDAS — Aumento/diminuição das vendas face ao exercício de 2000.

Das empresas que integram a lista nos dois anos. TEJO ENERGIA S. A saída mais marcante é também de uma empresa do sector automóvel.948.0 25.A. para os quais não temos informação disponível. do produto interno bruto do país nesse ano.2% LUCROS 2.A. 1 2 3 4 EMPRESA GLAXO WELLCOME LDA LUSOPONTE S.A.A.9 mil milhões de euros. é necessário subtrair às vendas os consumos intermédios.A.D. TELEPAC S. cerca de 6.8% 328.A.ª posição. a “pior” é a BP Lubs.ª para 399. os accionistas das 500 tinham investidos 28. 2000 21 25 32 46 69 73 92 98 101 104 Nota: As entradas/saídas podem ter acontecido simplesmente porque as empresas não forneceram dados para um dos anos MAIORES SUBIDAS. Distintas são também as empresas que integram a lista das 500 de 2000 e 2001.A.O. sectoriais e até distritais muito distintas.O. RENAULT GEST S. pelo que não são directamente comparáveis. IBEROL S. N. NOKIA PORTUGAL S. Como se referiu anteriormente. PT PRIME S. Feitas as contas.A.5 CRESC. a Glaxo Wellcome Farmacêutica deu um trambolhão de 163 lugares.1 por cento para ser mais preciso. EM PORTUGAL EPUL 186 178 5 6 RÓTOR S. destaque para a RCI Gest.. 17. e ainda mais aos investidores em bolsa.9 mil milhões de euros.0 14. em termos nominais.A. da 474. No crescimento das vendas. N.0 8.O. CAPITAL PRÓPRIO 10.0% 2000 80. CLASS. 114 102 152 150 7 8 CORTICEIRA AMORIM . com mais de 450 milhões de euros. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 EMPRESA RCI GEST S.A. a riqueza gerada no pais aumentou.6 por cento face a 2000.ª. DAS VENDAS 10. Como são uma média e consideram apenas as empresas da lista que têm indicadores para 2001 e 2002. No ano passado. 1 2 3 4 . que comercializa automóveis ligeiros e pesados que entrou para o 26º lugar. que mal ganham para a inflação.. que ocupava a 21. os accionistas ganharam 10.O. De acordo com cálculos efectuados pelo PÚBLICO a partir dos dados fornecidos pela Servitrade. ELECTROTÉCNICA S. para 122. sectoriais e.2 RENT. 69.º LUGARES GANHOS 313 256 206 202 EMPRESA N.0 N. 98 83 145 144 9 10 ENTREPOSTO LISBOA LDA AUTOMERCANTIL LDA 74 74 22 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . FUJITSU SIEMENS COMPUTER S.ª.400.8 CRESC. CENTRALCER S.º LUGARES PERDIDOS 163 142 133 114 5 6 7 8 9 10 NOVIS TELECOM S.SAN JOSÉ S. .255. também há números para todos os gostos.2 por cento escondem realidades muito distintas. Pelo contrário.A.R. Para avaliar o contributo das 500 para o PIB. Em termos sectoriais. 2001 26 66 67 72 83 125 157 159 167 168 Começando pelas empresas.A.E MAIORES DESCIDAS NO “RANKING” N. DOS TRABALHADORES -2.9 CAPITAL PRÓPRIO 288. apenas 6. ao passar de 236. Durante o ano passado. UNIARME C. Para dar emprego a tanta gente. e fechado pela CP. por cada cem escudos de capital próprio.º TRABALHADORES 332. HONDA AUTOMÓVELS. CONST.6% CAPITAL SOCIAL 15.2 por cento. AGROSS C.ª para 161.164.D. E QUEM SAÍU DA LISTA N. pouco mais de metade do ritmo de crescimento da lista PÚBLICO 500. isso não se nota no conjunto das 500 maiores empresas não fi nanceiras do país por vendas.088. PINTO LEITÃO S. parceira desde a primeira hora neste projecto. como atestam os relatórios sobre a economia portuguesa.A. com uma quebra superior a 67 por cento.A.284. CENTRAL DE CERVEJAS S. OPEL PORTUGAL S.. que no ano passado suportaram perdas à volta dos 25 por cento. DE PÚBLICO 500 2001 VENDAS 84.A.A.L.G R A N D E S N Ú M E R O S Abrandamento. Nas entradas. estes 10. a PSA Gestão.1% N.. N. “ranking” encabeçado pela EDP Distribuição. o contributo das 500 para o PIB será seguramente superior ao seu peso no emprego. veja-se o caso dos resultados líquidos.I.6 por cento em 2001.659.9 mil milhões de euros.1 escudos — e uma rentabilidade de dez por cento é de fazer inveja aos titulares de depósitos a prazo. no mesmo ano as vendas das PÚBLICO 500 deram um pulo de 10. qual abrandamento? Enquanto a economia crescia apenas 6.5% 2. Em todo o caso.5 por cento da população empregada.A. ASTRA PORTUGUESA LDA TEODORO GOMES ALHO & FILHOS LDA SONAE . em termos empresariais. O que não quer dizer que essas empresas contribuíram com essa percentagem para a riqueza nacional. para 84.509.A.599. DOS LUCROS 33.R. QUEM ENTROU. Nota: Os dados nãos são directamente comparáveis devido à entrada e saída de empresas da lista. regionais.IMOBILIÁRIA GESTÃO S.L.A. Mas valeu a pena: o conjunto das empresas que fazem parte da lista deste ano registou lucros de cerca de 2. DAIMLERCHYSLER RAIL SYSTEMS S. até.537.A. e a “melhor” é a Scal. Taxas de variação e rentabilidades calculadas apenas com base nas empresas com registos nos dois anos .792 VAR. que galgou 313 posições.277. as vendas das 500 maiores empresas não financeiras do PÚBLICO davam um salto de dez por cento.A MITSUBISHI TRUCKS EUROPE S. SOTÉCNICA . CLASS. INSTITUTO LUSO-FÁRMACO LDA JAIME RIBEIRO & FILHOS S.INDÚSTRIA S.292. os números médios das 500 escondem realidades empresariais.. a que mais subiu foi a Novis. Os quase 85 milhões de euros que entraram nos cofres das maiores empresas de Portugal no exercício terminado a 31 de Dezembro de 2001 correspondem a cerca de 70 por cento. DIAGEO PORTUGAL LDA TOP TOURS LDA CIBAL S. com prejuízos de quase 270 milhões . 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 EMPRESA PSA GESTÃO S.A. J.330. A lista de 2001 integra mais de cem empresas que não estavam nas 500 de 2000..A.800.REP. Enquanto no O B.3 mil milhões de euros em capitais próprios.A.850.SOC..A.A.A.884.A. RTC LDA SOMAFEL S. Carlos Rosado de Carvalho SE O ANO DE 2001 foi de abrandamento..073 N. com um salto que excedeu os mil por cento. RADIOTELEVISÃO PORTUGUESA S. SCAL S. o número médio de trabalhadores com ficha nas 500 superou os 330 mil.

EMPRESA -115.A.A.A.A. 6.6 3 4 MITSUBISHI MOTORS DE PORTUGAL S.294 7 8 FORD LUSITANA S. 1 2 penalizadas pelo abrandamento foram a RTP.0 CAPITAL PRÓPRIO 17. rádio e televisão são os primeiros a pagar a factura do abrandamento: quando toca a encolher gastos. 10 LEAR S. 6 REN S. com perdas de 109 milhões.731.A. 4 STCP S. -35. 222.0 -425.. CONTACTO S..A. MAIS RENTÁVEIS N.0 -15.A.8 -89.234.9 -28. -32.A.sector de electricidade.9 -115.688.0 90.P. -173.4 5 BRISA S.8 7 YAZAKI SALTANO DE PORTUGAL LDA 8 CAMINHOS DE FERRO PORTUGUESES E. 1 2 EMPRESA BP LUBS LDA CAPITAIS PRÓPRIOS N. SONAE ..9 .HYGIENE PRODUCTS LDA NOVIS TELECOM S.300 5 6 GMAC LDA CPPE S. RADIOTELEVISÃO PORTUGUESA S. UNIPESSOAL LDA PORTELA & Cª S.0 9 10 INSTITUTO LUSO-FÁRMACO LDA DAIMLERCHYSLER RAIL SYSTEMS S.0 -31. 2 EDP DISTRIBUIÇÃO S. A quebra da publicidade acabou por penalizar a rentabilidade dos media.2 9 10 BOREALIS POLÍMEROS S.031. IBERUSA S. 5 TURBOGÁS S.A.A.O..HIPERMERCADOS S. Beja mete apenas duas empresas.0 -14. 100.A.5 1 CTT S.A.VEÍCULOS E MÁQUINAS S.A.0 994.300 9 10 DAI S.A.000 EMPRESA ERICSSON LDA RENT.A -90.2 9 TMN S.O.7 3 PETROGAL S.A.421 6..A.A SAP PORTUGAL SOC. PRÓRIO % 41. 6.069.IMOBILIÁRIA GESTÃO S. LUSOCERAM S.A 102.. 4 PT COMUNICAÇÕES S. responsáveis por mais de 70 por cento do total das vendas das 500. 118.A 2 PT COMUNICAÇÕES S. E MENORES VAR.0 7 8 C. o distrito mais próximo. CAP.994.A.A.A. N. 3 MODELO CONTINENTE .6 EMPRESA SCAL S.A.7 125.A. FUJITSU SIEMENS COMPUTER S.4 -173.6 100.7 9 PINGO DOCE S. VENDAS % -67.9 -19. enquanto Bragança e Vila Real não estão presentes na lista.P.9 346.096.O.330 12. que são mesmo o sector menos rentável das 500.0 -32.A.O.043.0 166.A. ENTREPOSTO . Em termos regionais.226.2 7 8 FIAT AUTO PORTUGUESA S.862. EMPRESA Valores em milhares de euros CAPITAL PRÓPRIO -497.IMOBILIÁRIA GESTÃO S. EMPRESA Valores em milhares de euros CAPITAL PRÓPRIO 6. 694.0 1.235.6 -40.A. 8.0 36.717.6 7 8 SONAE . -76. gás e água as vendas dispararam 40 por cento.A.2 -36.9 -255.A. S.A.774 11.A.421..000 7. Como seria de esperar. E PIORES MENOS RENTÁVEIS MAIORES.758.3 3 4 ALCATEL PORTUGAL S.5 -72.1 562. o que equivale a uma rentabilidade de menos 231 por cento! As empresas mais MELHORES. 9 ABAR S.0 -941. 3 CARRIS S. CORTICEIRA AMORIM . mas a grande distância.2 1 CAMINHOS DE FERRO PORTUGUESES E.A.A.226. 1 2 EMPRESA ROCHE LDA EMEF S.M.9 -615.A.A. EFACEC S.169.A.A.249. 806.A.O.ENERGIA S. 1 2 MENOS DINÂMICAS VAR. CAPITAIS PRÓPRIOS N.A.A. RENT. -29.057 5. 85. 3 4 SCA .6 745. 10 TAP S. CAP.1 MAIS DINÂMICAS N.880.A. RTC LDA -37.A.559. 6 SECURITAS S. A imprensa. ACCENTURE S.0 5 6 ASTRA PORTUGUESA LDA IRMÃOS VILA NOVA LDA 121.3 82. 1. muito por culpa da quebra da publicidade.0 541.A.5 113.2 5 6 LUSOPONTE S. 186. com apenas 83 empresas e pouco mais de 14 por cento da facturação. 11. e a SIC.A. I . PRÓRIO % -340.INDÚSTRIA S.6 5 TAP S. a publicidade é uma das primeiras da fi la.A.0 GLAXO WELLCOME FARMACÊUTICA LDA 1 EDP DISTRIBUIÇÃO S.O. com prejuízos de 118 milhões de euros para capitais próprios de 51 milhões de euros. é o do Porto.5 86. 541. com prejuízos de 27 milhões.O. O distrito de Lisboa mete 278 empresas na lista. nos media recuaram 11 por cento.A. EDP DISTRIBUIÇÃO . 4 PORTUCEL S. 6 VASP LDA 7 GESPOST LDA 8 RECHEIO S. 10 RTC LDA EMPREGADOS N. 8 METROPOLITANO DE LISBOA E.3 217.575. YAZAKI SALTANO DE PORTUGAL LDA -81.0 ..A. VENDAS % 1212.8 -81. as 500 confirmam mais uma vez a macrocefalia do país.0 N.P.226.A.A.A.1 5 6 SIC S.027 3 4 3.1 7 SOPORCEL S.5 9 10 PORTUGÁLIA S. 2 RADIOTELEVISÃO PORTUGUESA S.9 -43.A.

878.0 9.880 3.4 30.987.801.80 50.809 24. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO AUTOMÓVEL .452..7 -9.70 COMÉRCIO AUTOMÓVEL 799.C.456.984.446.0 580.2 Valores em milhares de euros MELHORES.182.50 IND.O.256.176.592.054 8.825.638 870 494 332. 572.937.8 INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA 7.436.2 18. DO VESTUÁRIO E DO COURO INDÚSTRIA FARMAÊUTICA MEDIA INDÚSTRIA DA MADEIRA.1 10.8 19.749 6. CORTIÇA E MÓVEIS INDÚSTRIA EXTRACTIVA AGRICULTURA E PECUÁRIA PÚBLICO 500 10.208.3 -1.400.7 15.9 3.5 8.4 COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS INDÚSTRIA FARMAÊUTICA SERVIÇOS COMÉRCIO FARMACÊUTICO COMUNICAÇÕES COMÉRCIO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.3 15. DO VESTUÁRIO E DO COURO 4. ÁGUA E GÁS COMUNICAÇÕES N.629.455.5 201.0 40.9 55.7 44.9 302. E PIORES SECTORES MENOS RENTÁVEIS N.0 -7..586 6.0 1.380.3 1.4 334. N.672 32.817 6.O.963.5 INDÚSTRIA AUTOMÓVEL 6.5 1.9 91.551.084.664.8 -64.543. Prório % 10..316.137.827.1 11.4 2.963.756.176.4 19.9 257.4 -0.831 3.5 Capital Próprio 7.452.1 51. CORTIÇA E MÓVEIS COM.981.1 3.8 -37.6 92.868.9 -23.360 6.2 68.537.765.6 COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO 10.700..4 -2. SECTORES MAIS RENTÁVEIS N.5 -117.9 10.10 312.1 17. ÁGUA E GÁS 17749 INDÚSTRIA TÊXTIL.490.829 16.9 32.8 1.3 -1.4 5.852.9 6.3 26.405.0 2.6 1.088.067.2 5.00 IND. DO VESTUÁRIO E DO COURO 17625 INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO 16813 IND.3 10.7 50.963.6 42.6 20.5 5.3 242.9 -1.132 11.7 27.562.818.6 -17.651.436.651.792 CAPITAIS PRÓPRIOS N.8 INDÚSTRIA TÊXTIL.0 N.1 14.7 AGRICULTURA E PECUÁRIA 2.O.6 101.741.868.807.164.00 SERVIÇOS 1.8 -231.915.E MENORES CAPITAIS PRÓPRIOS N.715.9 20.1 19.160 36.176.5 6.2 N.235.20 300.2 64.0 382.4 18.1 AGRICULTURA E PECUÁRIA INDÚSTRIA EXTRACTIVA INDÚSTRIA FARMAÊUTICA COMÉRCIO FARMACÊUTICO INDÚSTRIA DA MADEIRA.4 .027 3.5 42.185.491.9 89. 494 870 2586 3485 3638 3817 4233 6027 6160 6360 3 4 CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO 18.8 N. ÁGUA E GÁS 7.370.40 318.2 1.833.2 13.º TRAB.20 INDÚSTRIA QUÍMICA 1.173.208.8 -7.60 Virar de página 12 17 35 11 46 52 16 43 42 19 21 20 13 27 19 12 16 22 21 11 11 11 1 2 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 ELECTRICIDADE.6 2.1 619.7 18. BEBIDAS E TABACO IND. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 SECTOR RENT.9 19.485 4.096.261.8 10.216.491.8 5.0 162.256. ALIMENTAÇÃO.7 -1.683.6 1. CELULOSE.4 318.8 7.7 6.137. PAPEL E ARTES GRÁFICAS INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA TÊXTIL.180.O.6 2.7 -0. PRÓRIO % MEDIA -231.4 5.462.6 -0.208. CORTIÇA E MÓVEIS COMÉRCIO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO MEDIA COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS INDÚSTRIA QUÍMICA Valores em milhares de euros 24 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .2 41.233 25.896.3 SECTOR ELECTRICIDADE.715.1 8.9 -57.5 799.8 16.9 9.8 33.700.8 -0. Sector Emp. SECTOR 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 N. CORTIÇA E MÓVEIS -2.944.7 7.6 1.813 43.684.1 N.769.718.8 26.1 11.992.797.70 242.O.4 300.349.884.3 2.C.8 6.1 3.6 7 8 INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO 11.867.5 34.7 5. SERVIÇOS 43749 COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.349.1 679.º TRAB.7 20.3 28.4 -24.741.4 174.455.6 5 6 COMÉRCIO FARMACÊUTICO SERVIÇOS INDÚSTRIA FARMAÊUTICA SERVIÇOS DE TRANSPORTES 13.814. DA MADEIRA.521.258. PAPEL E ARTES GRÁFICAS 2.5 33.1 CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS 5.844.948.0 20.985. VENDAS % 40.2 645.756 7.4 INDÚSTRIA QUÍMICA 5.3 4.0 625. % Líquidos 808..8 Rent. BEBIDAS E TABACO 36855 COMUNICAÇÕES 33054 CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS 32809 SERVIÇOS DE TRANSPORTES 25880 INDÚSTRIA AUTOMÓVEL 24829 ELECTRICIDADE.8 9 10 9 10 INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS INDÚSTRIA TÊXTIL.9 12. Vendas Var. DO VESTUÁRIO E DO COURO 5.487.925.3 89.3 14. MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO FARMACÊUTICO IND.985.2 1.2 -8.00 COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS 1.765.40 162.00 382.8 16.833. ÁGUA E GÁS COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.º Class.349..2 9.90 201. Cap.135.6 28. DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO 1.575.481.4 13.5 1.698.601.9 312.5 37. DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO 11831 500 84. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 SECTOR RENT. VENDAS % -11.30 454.979.3 5 6 INDÚSTRIA QUÍMICA INDÚSTRIA CELULOSE.960. -15.0 -11.10 AGRICULTURA E PECUÁRIA MEDIA INDÚSTRIA EXTRACTIVA INDÚSTRIA FARMAÊUTICA COMÉRCIO COM. PRÓRIO % 30.O.7 454.916.8 1.9 341.C.2 2. 1 2 SECTORES MENOS DINÂMICOS VAR.20 CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS 1.2 202.1 17.3 3.2 7 8 COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA -0.749 11. CORTIÇA E MÓVEIS -1.2 11.7 11.559.309.O.855 33.7 11.801.9 4.983. 2001 Valores em milhares de euros EMPREGADOS N.540.659.8 58.7 -400.8 EMPREGADOS VAR.º Trab.4 -7. PAPEL E ARTES GRÁFICAS -1. SECTOR 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 CAPITAL PRÓPRIO 20.. SECTOR 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 N.176.4 13.420.597.263.231.992.490. CAP.0 -11.G R A N D E S N Ú M E R O S / S E C T O R E S AS 500 POR SECTOR AGRICULTURA MAIORES. METALÚRGICA E METALOMECÂNICA Valores em milhares de euros SECTORES MAIS DINÂMICOS N.7 17. % Resultados Var.7 -35.818.1 941.684.625 2.4 8.375.135.O.639.80 COMUNICAÇÕES 3. SECTOR 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 CAPITAL PRÓPRIO ELECTRICIDADE.551. 1 2 SECTOR MEDIA INDÚSTRIA EXTRACTIVA N.368 17.4 SERVIÇOS DE TRANSPORTES -64.1 561.1 20.261.629. CAP. BEBIDAS E TABACO COMUNICAÇÕES COMÉRCIO AUTOMÓVEL CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO FARMACÊUTICO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO SERVIÇOS DE TRANSPORTES COMÉRCIO INDÚSTRIA QUÍMICA INDÚSTRIA CELULOSE.7 5.458.420.3 INDÚSTRIA DA MADEIRA.763.671.7 6.456.00 NDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS 1.7 INDÚSTRIA EXTRACTIVA -9.575..2 2. 656.1 8.111.5 3 4 COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DA MADEIRA.5 1.4 6.1 2.3 58.6 17.

088.1 261.A.A.A.2 7 8 10 11 CPPE S.046.531.IMVT S.20 73. 1. 53. 1.841.90 178.1 Valores em milhares de euros Valores em milhares de euros Valores em milhares de euros .899.248.219.299 3.00 15.394.0 2 3 4 100 127 150 BERTRAND FAURE S.292. LACTOGAL S. 500 1 92 BRAGA EMPRESA VULCANO S.0 9 10 394 398 FAPRICELA S.AÇOS PLANOS S.70 218.491.A.577.169.20 4.735.305. COELIMA S.954.671.860.796.00 87.O.6 124.80 88.6 379.907.A. SALVADOR CAETANO .50 555.10 83.8 123.385. OCP PORTUGAL S.20 10.00 150.A.O.796.781.662.220.278.253.30 18.134.10 666. CARCLASSE S.660.305.A. MERLONI S.A.30 653. VIDREIRA DO MONDEGO S.631.0 329.50 31. SOQUIFA S.50 178.8 330.685.90 273.50 -53.90 9.A.882.098.062.50 -14.035.O.00 149. DOW PORTUGAL S. 142.242.000. 103.952.3 88.2 9 10 298 305 PROLEITE C.104.426.60 268.10 98.202.60 198.70 737.8 121.321.648.572.575.7 105.1 150.6 AUTOEUROPA LDA BOREALIS POLÍMEROS S. OPTIMUS S.124.SIS.885.432. STORA CELBI S.40 169.539 2.592. BAVIERA S.797.A.659.80 1.606.869.405 2.30 17.463.O.736.230.80 97.899. LABORATÓRIOS PFIZER LDA SLEM LDA 2.A.292.7 MANUEL MARQUES DOS SANTOS CAVACO S. DE ELECTRÓNICA LDA 280.50 10. DIAGEO PORTUGAL LDA LUSOSIDER .995.A.6 64.397.60 11.60 291.50 521.A. 1.677.A.391.60 12.988.3 1 2 EDP DISTRIBUIÇÃOS.7 102.500.A.529.0 617.355. 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 4 46 53 116 125 128 144 149 163 223 EMPRESA VENDAS 111 113 CASCA S.50 6.495.0 3 4 139 155 AUTO INDUSTRIAL S. 500 1 2 EMPRESA VENDAS LISBOA N.614.A.845.R.727.7 3 4 3 5 PT COMUNICAÇÕES S.A. AUTO SUECO (COIMBRA) LDA 116. 60.426 1. 1. 1 500 6 EMPRESA VENDAS 1.2 92. ECCO’LET (PORTUGAL) LDA 91.833.303.360. SOPOL S.2 5 6 162 181 RIOPELE S.222.3 5 6 184 190 SOLVERDE S. GRUNDIG . ALLIANCE UNICHEM FARMACÊUTICA S.758 2.209.80 Resultados líquidos 2.O.50 211.00 76.00 853.169.973.60 84.LOGÍSTICA LDA 81.0 N.363.A.035 625 1. VICAIMA S.005.8 281.9 106.A.164.344.5 2 3 4 5 6 7 8 9 10 7 20 22 35 38 45 55 58 64 MODELO CONTINENTE .A.O. 2. UNICER S.390 2.914.979.194.A.9 414.601.0 5.910.20 487.A.A. 70.792.A.3 139.129.2 1.90 1.012.3 PORTO EMPRESA BLAUPUNKT AUTO-RÁDIO LDA VENDAS 366.153.2 Valores em milhares de euros Valores em milhares de euros Valores em milhares de euros COIMBRA N. SOARES DA COSTA S.0 956.7 160.985.574 59.884. 1 500 40 N.A.323.939.100 811 357 332.484.859.701.50 Capital social 12.30 28.994.G R A N D E S N Ú M E R O S / D I S T R I T O S AS 500 POR DISTRITO N.60 4. 88.A.20 Empregados 206.ª SODICENTRO LDA 45.509.5 9 10 12 13 SHELL PORTUGUESA LDA VODAFONE TELECEL S.725.50 55.041.A.10 1.0 2 3 4 57 99 106 CONTINENTAL MABOR S.786.292.628.426.958.30 57.4 78.491. REN S.L.021.876.40 425.50 33.417.374.A BP PORTUGUESA S.4 2.A.045.921.507.503.853.R.368.A.273.563.593 2.60 67.70 14.10 668.A.564.º empresas Distrito nas 500 278 83 23 29 29 10 7 7 7 4 5 5 3 4 2 2 2 LISBOA PORTO SETÚBAL BRAGA AVEIRO COIMBRA VISEU LEIRIA SANTAREM VIANA DO CASTELO PONTA DELGADA FUNCHAL PORTALEGRE FARO BEJA CASTELO BRANCO ANGRA DO HEROISMO PÚBLICO 500 Valores em milhares de euros Vendas 59.7 112.A.80 856. 5.00 39.588.9 73.040 12.00 AS MAIORES POR VENDAS AVEIRO N.A.3 5 6 8 9 TMN S.1 7 8 221 295 FERPINTA S.664.50 189.0 106.A.721.30 279.60 2.864.A.885.0 5 6 192 256 ALVES BANDEIRA & Cª LDA FARBEIRA C.466.385.821.382.A.40 -23.9 44.905.586.0 1.20 285.0 2. GRUNDIG .080 15.852.871.A.A.118.233.579.6 280.A.851.00 121.A PETROGAL S.650.5 602. 58.L.6 60.667.A.90 26.HIPERMERCADOS S.178.370.470.594.A.A.414.012.178. LEAR S.50 287.8 46. 500 1 2 EMPRESA VENDAS SETÚBAL N. 79.80 47.60 82.730.50 2.80 46.541.360.60 65.378.9 9 10 249 278 EMPREITEIROS CASAIS S.6 291. VENDAS 170.538. LISNAVE S.404 16. SIMOLDES LDA 158.356 3.90 123.053.90 Capital próprio 22.601.0 7 8 328 380 MAHLE S.A.731.693. TAP S.379.1 69.868.5 134. MODIS S.948.1 7 8 212 237 LAMEIRINHO S.

a Caetano & Montalverne (hipermercados).CASH & CARRY S. supermercados e “cash & carry”. Fernandes — e na empresa de venda por catálogo La Redoute Portugal. a Lido Sol II (supermercados) a DAGC (distribuidora de produtos alimentares). 323.Comércio Internacional de Cereais viu as suas vendas dispararem 42.5 RESULT.6 por cento em 2001 face a 2000. a Aviludo (comércio alimentar).2 1.046. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos apostas mútuas que integra a lista das 500 maiores.A.40 83. registem-se os prejuízos de três empresas do grupo Jerónimo Martins — o “cash & carry” Recheio.497. De registar ainda baixas de vendas numa empresa de ferros e aços — Estabelecimentos J. “salvando-se”.60 MANUEL NUNES & FERNANDES LDA 156.00 MODIS .30 FEIRA NOVA .A. 112. É um sinal claro do abrandamento económico que se tem vivido nos últimos tempos em Portugal. VENDAS 275. DE BEBIDAS LDA 124.7 5. bebidas e tabaco estão sobretudo ligadas à chamada distribuição moderna.40 496. pelo tipo de produtos que comercializam. 703.HIPERMERCADOS S.7 11.A. de um modo geral.6 5. a Unifac. com relevo para as grandes cadeias de hipermercados. -5 32. ZARA PORTUGAL LDA FLORÊNCIO AUGUSTO CHAGAS S. se situam aquém da inflação. I C .558. BEBIDAS E TABACO Vítima do aperto de cinto COM DUAS EMPRESAS no “top ten” das 500 maiores — a Modelo Continente Hipermercados.00 1. 826.A.90 TOTAL DAS 35 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros. a J.D.197.258.491. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos Neste contexto.DISTRIBUIÇÃO CENTRALIZADA S. entre as 27 empresas.30 42. SOARES CORREIA S.85 euros).501.DISTRIB.70 72.984. Apesar de tudo. 1. I CA R L O S R O M E R O COMÉRCIO DE ALIMENTAÇÃO.00 Cª PORTUGUESA DE HIPERMERCADOS S. Passaram a integrar o “ranking” das 500 maiores.A.90 11. garantindo acréscimos que.7 14. o destaque mais óbvio vai para uma subida global das vendas superior a 15 por cento.6 58.60 CAP. A crónica macrocefalia lusitana e o poder de atracção das duas grandes metrópoles manifesta-se no facto de.2 15. a rede de hipermercados Feira Nova.4 45. OLEOCOM S. também a Lusograin . J.A. face a 2000.S E C T O R E S COMÉRCIO Cereais fazem a despesa DAS 27 EMPRESAS que integram o segmento das 500 maiores que compõem o sector do comércio em geral.6 1.10 64. a Diageo Portugal (distribuidora de vinhos). 2.7 RESULT.962.10 71.628.7 N.605.CASH & CARRY PORTUGAL S.00 191.4 N. sexta maior empresa portuguesa em volume de negócios.950.601.991.853. seis empresas: a Goodyear Portuguesa (pneus e câmaras de ar) a Pull & Bear (pronto-a-vestir). 637.202. registou um aumento de vendas próximo dos 70 por cento.043.981.4 por cento).9 8. ambas do grupo Sonae —.2 N.70 2.513.513.930.735.361.8 14.C.4 7.00 1. a Lourinho (conservas de carne).555.546. MICHELIN LDA SONAE TAFIBRA S. ambas ligadas à importação e comércio de cereais — a líder AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 61 73 87 209 219 225 240 247 259 273 EMPRESA UNIFAC S.A.9 1. as 37 empresas integrantes do comércio de alimentação.40 N. LÍQUIDOS 16.5 22.665.00 78.3 4. No capítulo dos resultados de exploração.30 MAKRO . e a Modis Distribuição Centralizada.70 175.5 17.970.5 N. indiciando alguma dificuldade na afirmação desta forma de distribuição de produtos no mercado português.70 PINGO DOCE .A.8 10. Entre as empresas que divulgaram resultados de exploração em 2001.HIPERMERCADOS S. 541. PRÓPRIO 38. PRÓPRIO 14.811.8 N.7 6. 1.80 8.A.A. 28 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .80 RECHEIO .2 1.128.30 VARIAÇÃO % 68.9 42. -999 12. igualmente do grupo liderado por Alexandre Soares dos Santos.231.7 21.DISTRIBUIÇÃO ALIMENTAR S. sétima. embora quase insignificante (.3 -1.723. CASA DA SORTE S. da confiança das famílias e da evolução da capacidade de compra das grandes massas consumidoras. apenas uma deu prejuízo.A.6 6. Faria (calçado) e a Unimadeiras (comércio de madeiras).º EMPREGADOS 11774 1606 4550 6057 3320 2000 1090 1800 405 149 36855 MODELO CONTINENTE . Passaram a integrar o “ranking” das 500 maiores uma empresa de origem galega.10 -7. Justino das Neves (materiais para a construção) a Abar (adubos e fertilizantes).00 67. um sinal de que os tipos de jogo ligados à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa continuam em perda face às cada vez mais populares “slot-machines” exploradas pelos casinos portugueses. São.919. a Casa da Sorte.A.D.9 1.656. 5.A.60 230. 793. mesmo que marginalmente (menos 0.9 13.80 CAP.852. AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 6 7 14 15 17 18 25 47 102 125 EMPRESA VENDAS VARIAÇÃO % 2. é significativo que o volume de vendas total em 2001 tenha diminuído. 14 terem sede na capital e cinco no Porto. R .2 14 N.091.90 79.A. que saltou do 99º lugar entre as 500 em 2000 para o 59º lugar no ano passado.594.10 2. B. com lucros em 2001. a Ribeiro.499.D. LÍQUIDOS 1.9 17.5 15. um excelente barómetro da saúde da economia.A. LUSOGRAIN LDA LOJAS FRANCAS DE PORTUGAL S.00 CARREFOUR (PORTUGAL) S. com uma quebra no volume de negócios de 11 por cento.3 6.º EMPREGADOS 15 11 1233 271 70 20 9 261 162 129 3817 do segmento.644. a Constantinos e a Carpan (comércio alimentar).825.80 4.2 -11 7. A maior baixa de vendas registou-se na única empresa ligada à comercialização de TOTAL DAS 27 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros. os supermercados Pingo Doce e a Jerónimo Martins Distribuição de Produtos.7 -7.70 DIAGEO PORTUGAL .118.40 55.30 167.7 13. no espaço comum europeu e no mundo.6 3. em boa parte explicada pelos acréscimos exponenciais registados em duas das empresas do “ranking”. os grandes grupos distribuidores instalados em Portugal têm conseguido suster as quebras nominais de vendas.D.4 11.8 31.2 14.

3 17.20 -11.20 23. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos fi m do actual imposto Automóvel (IA). que amargou com prejuízos de 4.A.738.9 17 -31.L.10 138.30 6.4 -10.80 10. SOQUIFA S. Não obstante.10 -2.8 milhões de euros.A.863.301. Sensível à quebra da procura interna e.R.00 165. Em curva descendente.2 por cento. tendo-se destacado por contrariar o ambiente geral de redução dos lucros (entre as empresas com dados disponíveis).L. Os resultados líquidos ressentiram-se e recuaram 2.1 por cento registados pela média das 500 do PÚBLICO.3 13.9 milhões de euros para 42.753. contra uma quebra de 23.2 por cento das vendas das 500. O mesmo já não pode dizer a Roche.20 Valores em milhares de euros.885.00 331.869.L. I LURDES FERREIRA COMÉRCIO FARMACÊUTICO Ganhar a cooperar AS EMPRESAS dedicadas à comercialização de produtos farmacêuticos que fazem parte das 500 maiores do PÚBLICO. a redução verificada nas vendas foi de 9.5 11.7 9.40 6.6 -1.8 10.428.3 N. quase o dobro dos 10.4 RESULT. sobretudo por via da incorporação de uma componente ambiental.027. que sofreu um decréscimo de 1.3 28.60 116.835. ou seja. Além disso. em 2001. AUTO SUECO LDA VENDAS 734.40 206. da 429ª em 2000 para a 173ª posição em 2001.437.90 160. IA N A R I TA G U E R R A 30 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . mais 180 por cento do que os 1.904.A.3 44.564.636.70 264.875.357.4 milhões em 2000. AUTOMÓVEIS CITROEN S. FIAT AUTO PORTUGUESA S.7 milhões de euros alcançados em 2000.7 por cento.4 N.90 1.50 364.683.263. o sector tem mantido em 2002 o mesmo comportamento. assim. A criação de um regime fiscal mais justo. PEUGEOT PORTUGAL S.562.A.090.176.A. enquanto a Auto Sueco continuou a ser a maior empregadora de um sector fortemente pulverizado.00 -355. ROCHE LDA BOTELHO & RODRIGUES LDA COOPROFAR C.20 230. CODIFAR C.80 1.8 11. Por segmentos. foi o do comércio automóvel.A.7 7.10 12. a liderança no ramo.579.3 -11.00 -672.30 430. Com a defi nição de questões como esta ainda longe no horizonte.7 milhões de euros.A. a empresa conseguiu uma rentabilidade dos capitais próprios. Nos primeiros nove meses do ano em curso.5 por cento. registando aumentos nas vendas.7 -30.386.371.405.1 4.8 19.7 RESULT. PRÓPRIO 53. categoria que inclui ligeiros de passageiros.597.2 -5.30 1.576.590. esteve a Merck Farma e Química que caiu da 473 para a 497ª posição.30 VARIAÇÃO % 9. defendendo que só assim se poderá dar um novo fôlego ao sector. já neste quadro que a SIVA manteve. é para a estabilidade ou incremento da rentabilidade.9 44. Prova disso mesmo é o facto de a rentabilidade dos capitais próprios do sector ter atingido os 19.90 CAP.160.6 -1.9 16 222.992. um clássico barómetro do consumo. passaram de 14.2 19. muitas das quais são cooperativas. mas o Orçamento do Estado para 2003 deixou claro que a sua concretização não é para os anos mais imediatos. AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 35 59 64 74 97 99 114 137 152 158 EMPRESA ALLIANCE UNICHEM FARMACÊUTICA S. LÍQUIDOS 29. todo-o-terreno e comerciais ligeiros.1 14.426.3 por cento.8 10. ou seja.3 por cento nas vendas.512.40 479.20 2.169.6 por cento de acréscimo para o conjunto das 500 maiores.330. que também viu as vendas baixarem em 7.214. a variação negativa nos lucros é ainda mais expressiva: 33.R.9 1. Com a descida das vendas a contrariar a média das 500 maiores.10 278. O sector reclama há anos uma reforma da fiscalidade automóvel. OCP PORTUGAL S. tiveram em 2001 uma evolução favorável.2 10.2 8.6 por cento no comércio automóvel. contra lucros de 1.7 33.A.2 11. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos A subida mais espantosa aconteceu com a SCA .70 CAP.70 261. que representa 3.00 5.1 17.30 106. Foi. RCI GEST S.20 -4.462. porém. que os veículos automóveis passem a ser menos caros em Portugal.A. não significa.90 VARIAÇÃO % 10. a tendência do sector.30 104. tal como se prevê.6 por cento nas vendas.60 280. em consequência de uma quebra de 7. de 13.560. PRÓPRIO 13. VENDAS 414.º EMPREGADOS 210 100 29 145 172 88 536 380 93 822 8672 TOTAL DAS 46 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.508.8 -7 12. o que se verifica já desde 1999.10 89.1 12.445. com menos 12.8 11.R.00 2.6 -5.8 por cento para os veículos ligeiros. que elimine a progressividade do imposto em função da cilindrada.40 280. Apesar de alguns casos em que os resultados pioraram.742.640. graças a um acréscimo das vendas em 121. de quebra de vendas. o clima de arrefecimento de vendas mantém-se. LEVERELIDA LDA UNIÃO FARMACÊUTICOS DE PORTUGAL C.2 13.º EMPREGADOS 424 210 208 200 186 169 130 212 58 95 3485 TOTAL DAS 21 EMPRESAS DO SECTOR 2. com o AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 16 26 28 33 41 44 58 60 63 80 EMPRESA SIVA S. a empresa mais que duplicou o número de trabalhadores e alcançou resultados líquidos de 4.Hygiene Products que quase triplicou as vendas.L. A Astra Portuguesa também se destacou ao galgar mais de 250 posições no “ranking”.5 19.A GMAC LDA MERCEDES-BENZ PORTUGAL S.4 por cento.80 525.825. COFANOR C.403. Melhor esteve a Wyeth Lederle Portugal .8 milhões.00 863.6 -340. por isso. nos resultados líquidos e no número de trabalhadores. o que lhe permitiu entrar directamente para o 426º posto do “ranking”.R.385. por agora.9 58.S E C T O R E S COMÉRCIO AUTOMÓVEL De marcha atrás SE HÁ SECTOR que reflectiu o abrandamento económico em 2001.0 por cento. FIAT DISTRIBUIDORA DE PORTUGAL LDA BAVIERA S. a descida acumulada de maior peso foi a dos comerciais ligeiros. LÍQUIDOS 2.8 11.8 -32 -8.

5 48.055. Para além dos problemas da conjuntura. Por isso.30 195.90 CAP. esta última em fase de fusão com a Compaq.D.973.845.40 N. para perceber que a heterogeneidade dos seus AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 75 76 77 84 86 91 105 108 122 131 EMPRESA WORTEN S.601. 64.046.717.429.00 10.A. No segmento dos bens de consumo.L.316. Mas basta olhar para o “ranking” dos maiores grupos desta actividade que pesa 2.1 -4.4 35.360.A.00 431.303.5 27.176.739.80 20.539.70 CAP. — LISBOA VENDAS 229. mas também as que fornecem fios e cabos eléctricos para obras do próprio Estado chegam a esperar até dois anos para receberem o que lhes é devido. RODOGESTE LDA — LISBOA PETRIN S.A.7 32 -2. entre o Estado e as petrolíferas para o “congelamento” dos preços de venda ao público.8 N. José Valverde refere que no segmento dos bens de equipamento há empresas muito afectadas pelo atraso nos pagamentos do Estado. refinadora de petróleo) viu os seus lucros multiplicarem-se duas vezes e meia.259. que quebraram 0.3 39. I LURDES FERREIRA 32 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . Duas delas saíram de prejuízos para fortes resultados positivos (a BP e a Repsol).3 10.7 37. A então chamada política de estabilidade de preços.363.00 147.60 266. Quatro das maiores empresas do sector ditaram a tendência.592. fornecedores de telemóveis de alta-fidelidade. a maior empresa deste ramo (a Petrogal.2 RESULT.A.810. As empresas que vendem computadores e de telemóveis marcam igualmente presença forte no “ranking” dos grossistas de material eléctrico e electrónico.D.9 88. “um dos maiores problemas do sector”. entre outros.40 11.2 31. fotográfico e de TOTAL DAS 20 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.60 149.040.1 6. Este foi o último ano de vigência do acordo. junto dos consumidores. Foi também um ano com menos dúvidas do que o que vivem actualmente face à prometida AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 2 9 12 32 49 62 70 95 107 140 EMPRESA PETROGAL S.40 8.00 1.40 6.550.70 151.5 85.00 27.2 29. onde em 2001 as empresas continuaram a aumentar a facturação.00 1.454.1 4.1 4.90 116.246.387.5 30. BP PORTUGUESA S.3 N.5 29. S.827.40 VARIAÇÃO % -3.780.A. que quadruplicaram naquele ano.807.7 -0.3 10. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos relojoaria — prefere definir a actividade em dois segmentos: bens de consumo corrente (electrodomésticos) e bens de equipamento (material eléctrico e electrónico).90 201.00 1.9 2. “mas se o Natal correr bem pode ser suficiente para equilibrar os valores”.979.º EMPREGADOS 2777 340 319 200 120 1000 128 400 9 180 6160 liberalização do preço dos combustíveis em 2003 e antes da qual esperam ver arrumadas várias dúvidas — a definição de um mecanismo de acompanhamento dos preços livres e um novo sistema de liquidação de IVA sem esquecer a entrada em funcionamento da autoridade da concorrência.8 22.1 -17. COMPUTER 2000 PORTUGUESA LDA HEWLETT-PACKARD PORTUGAL S.232.141.8 2. mas dos lucros.8 N.A. O dinamismo não vem das vendas.266.7 por cento nas vendas das 500 maiores do PÚBLICO.A. revendedores de computadores e material informático.40 2.60 9. baseou-se na utilização de um fundo de correcção. 5.10 125. de subidas do preço do crude no mercado internacional. assinado em Julho de 1999.40 295.S E C T O R E S COMÉRCIO DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO A braços com calotes O ATRASO nos pagamentos devidos das administrações central e local às empresas de comércio de material eléctrico e electrónico é. enquanto as petrolíferas “pagavam” na situação inversa.A. — LISBOA SOLBI LDA — LISBOA D. a Agefe — associação que representa empresas grossistas e importadoras de material eléctrico e electrónico.40 120.9 174.644.085.5 32. TOTAL DAS 17 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros. e a Shell também melhorou. José Valverde admite uma quebra nas vendas no final do ano em curso.00 1.1 por cento em 2001 neste ramo do comércio.7 36.426. para José Valverde.309. SONY PORTUGAL LDA SAMSUNG S. em que se verificaram variações recorde face ao comportamento geral das 500 maiores empresas portuguesas não fi nanceiras. o que em 2002 deverá fazer com que a sua posição no “ranking” se altere. que pretendia minimizar os efeitos.10 237.2 8. PRÓPRIO 64.50 167. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos Um dos pontos que mais se destaca é o da relação entre as vendas e os resultados líquidos. SHELL PORTUGUESA LDA CEPSA LDA REPSOL PORTUGAL LDA GALPGESTE LDA ESSO PORTUGUESA S.375.50 307. dirigente da Agefe. através da IBM e da Hewlett Packard.1 15. LÍQUIDOS 84.A. quando o preço praticado por estas era inferior ao que aplicariam se se reflectisse os preços internacionais.00 50.215.60 162.50 175. na medida em que reúne grandes superfícies comerciais de venda de electrodomésticos.187.3 24.3 1 8. através do qual o Estado pagava às petrolíferas. “Estamos a falar de empresas em que o Estado representa mais de 50 por cento da facturação”.039.3 2. I C L A R A T E I X E I R A COMÉRCIO DE PRODUTOS PETROLÍFEROS Ano dourado AS PETROLÍFERAS bem podem recordar 2001 como um dos seus anos dourados de actividade. — PORTO Cª IBM PORTUGUESA S.5 625.70 3.80 223.758.496. ERICSSON TELECOMUNICAÇÕES LDA CPCDI S. LÍQUIDOS 13.30 214.677.1 RESULT.223.1 5.694.9 12. — PORTO CARDOL LDA — LISBOA VENDAS 5.1 -22. “As empresas de imagem médica (radiologia) são das mais prejudicadas”.º EMPREGADOS 690 532 106 168 320 125 171 40 210 100 4233 problemas é proporcional à da sua composição. acrescenta.4 -0.8 10.10 VARIAÇÃO % 23. PRÓPRIO 8.A.252.5 83. mas em particular dos transportadores.20 520.9 8.214.1 18.I.70 871.

apesar de em 2001 ter obtido maior volume de negócios que a Novis (cerca de 157 milhões de euros).20 CAP.273. PT PRIME S.914.1 22.20 617.6 20.00 956. mas os três operadores móveis conquistaram terreno e estão cada vez mais perto da empresa líder da tabela.2 0. no final do ano passado.813.830.D.777. que passou os restantes 11 meses do ano em guerra com os pequenos accionistas da PT Multimedia. Desde o final do ano passado que se arrastam temas que ainda marcam a agenda diária dos jornais.D. AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 3 8 13 19 20 54 66 161 276 324 EMPRESA PT COMUNICAÇÕES S. 18.6 -7.50 2.8 6.A.4 N.º EMPREGADOS 11027 1132 1100 17330 812 338 750 65 139 300 33054 TOTAL DAS 11 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros. PORTUGAL TELECOM INOVAÇÃO S. A OniTelecom.484.A.2 20.1 N. Com oito milhões de utilizadores de telemóveis em Portugal. logo em Janeiro de 2001.A. 14.A. O sector das telecomunicações assistiu em 2001 a falências.357.20 104.80 255.60 VARIAÇÃO % 11.577.A.70 54. mantendo a mesma posição que em 2000.A. observa-se uma predominância das empresas do grupo PT.3 13.CORREIOS DE PORTUGAL S.00 -24.344. havendo lugar apenas para um dos novos operadores: a Novis Telecom.S E C T O R E S COMUNICAÇÕES O telefone não toca A PORTUGAL TELECOM (PT) ainda deu um ar da sua graça e começou o novo ano a fazer um grande negócio.428.538.624. a tão esperada fusão entre a Oni e a SonaeCom. como a Televisão Digital Terrestre (TDT) e a terceira geração móvel (UMTS). a despedimentos e à “hibernação” das prometidas tecnologias do futuro.434. 2.8 50.A.6 166.50 288.6 38.394. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos A quebra não foi suficiente para destronar a PT Comunicações do “ranking” das maiores empresas do sector.D. que se traduziu pela criação de uma “joint-venture” com a Telefónica para o mercado móvel no Brasil. Mas a euforia nas telecomunicações tinha morrido em 2000.60 2.1 34.00 1. com a Anacom e ainda com alguns dos seus maiores accionistas de referência. VENDAS 2. LÍQUIDOS 276.648. foi excluída do “ranking” porque provavelmente não forneceu os dados necessários para o efeito.727.A. Entre eles.80 20. PRÓPRIO 17. a TMN (do grupo PT).807.30 103. maior volume de receita que a PT Comunicações. OPTIMUS S.1 N. MARCONI S. VODAFONE TELECEL S. o direito à interligação por parte da OniWay.168. NOVIS TELECOM S. TV CABO TEJO S.6 30.636.50 6.8 RESULT. TMN S.503.90 N.7 13. 656. No terreno.985. O melhor exemplo partiu precisamente do grupo PT. notou-se ao longo de 2001 uma perda de receita na rede fixa e sua respectiva transferência para o negócio móvel.D. No resto da tabela.3 9. I C L A R A T E I X E I R A . em conjunto.00 271.A.70 N.799.2 31.00 64.2 23. a Vodafone e a Optimus movimentam já.756.60 636. CTT .A.

086. EPAL S. incluindo a Somague.6 8. e estafado que está o mercado da habitação.REDE ELÉCTRICA NACIONAL S. SERRA & FORTUNATO S.9 por cento do total. CONSTRUTORA DO TÂMEGA S.1 -338 -29.30 189. que passa actualmente o braço-de-ferro entre o grupo eléctrico e a entidade reguladora.795. aos quais estão inevitavelmente associados parques de estacionamento.7 RESULT.70 25.2 7. GDL S.90 256.A.Engenharia.00 91. AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 29 36 45 50 65 68 78 88 89 98 EMPRESA SOMAGUE . o sector com mais firmas na lista.572. os lucros subiram em consonância com as vendas.438.318.191. passando esta a ser a maior empresa portuguesa. itinerários principais e pontes. Vertiginosa foi a subida da Constructora San José.A. défice público galopante e relativa indefinição quanto às obras públicas que vão realmente avançar nos tempos mais próximos. O ano de 2001 não teve privatizações para a história deste sector. TRANSGÁS S.M.462. a nova palavra mágica para as sociedades de construção remete para o maravilhoso mundo do futebol. ruas. enquanto o segundo defende que a resposta da empresa tem de ser por via de uma maior eficiência de custos.A. 60 por cento das vendas registadas no sector da electricidade.519.60 412. peso que se acentua na comparação dos resultados líquidos: 97 por cento dos lucros obtidos neste sector deveram-se às mesmas duas empresas e sobretudo à área da distribuição.40 -25..423.00 Valores em milhares de euros. LÍQUIDOS 450.A.90 7. PRÓPRIO 8. ELECTRICIDADE DOS AÇORES S.A.00 214.A.ENERGIA S. EMPRESA DE ELECTRICIDADE DA MADEIRA S. o pessimismo instalou-se entre os industriais da construção. De acordo com os indicadores das 500 maiores do PÚBLICO. TEIXEIRA DUARTE S. GÁS E ÁGUA Mudança de líder É O SECTOR por onde passam planos de novas fases de privatização.5 por cento para 5.8 5. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos Com os projectos ligados às grandes infra-estruturas — novo aeroporto de Lisboa. EDIFER S.2 -6.90 70.635.4 -1.A.844.1 5 18. LÍQUIDOS 8. rede de TGV.8 mil milhões de euros. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos O grupo EDP garantiu neste ano.50 808.457.7 8. TOTAL DAS 12 EMPRESAS DO SECTOR 10. Não fora o Euro 2004 e a crise no sector da construção seria realmente a doer: atrasos nos pagamentos.481. MOTA & Cª S.A.662. é o da subida dos lucros da EDP Distribuição ter sido mais do dobro superior à das suas vendas.2 2.4 -67.00 44. através da EDP Distribuição e da CPPECompanhia Portuguesa de Produção de Energia.00 5. REN .374.518.1 5.00 7.40 -922. de implicações estratégicas sensíveis para a economia portuguesa.50 1.20 VARIAÇÃO % 14. No calendário para 2003.5 92.3 11.696.104.3 31.60 8.988.555. Outro dado a registar. 6. ESTÁDIOS e mais estádios.639.4 N.2 8.80 20. o ano de 2001 ainda revelou algum crescimento.00 37.6 13.00 124.00 2.E. e depois das recentes medidas do Governo relativas ao fim do crédito bonificado para compra de habitação.528.239. já que foi o ano em que a Petrogal “cedeu” à EDP Distribuição o primeiro lugar no “ranking” nacional. CONSTRUTORA ABRANTINA S.960.30 164. A generalidade das empresas subiu a sua posição relativa face ao ano anterior.00 330.60 CAP.A. É pelos resultados da EDP Distribuição. as 52 empresas de construção e obras públicas presentes no “ranking”.346.A. Acabada a época dourada das auto-estradas. TEJO ENERGIA S. 25.194. que em 2000 era a 424ª empresa e em 2001 passou a ser a 278ª.A. TOTAL DAS 52 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.70 297. estradas e acessos. quebras nos lançamentos de concursos e diminuições das adjudicações.6 11. do Porto.A.A.80 59.5 27.209. CPPE S.40 1.00 2.208. S. tendencialmente decrescentes este ano.9 0.A.. água e gás.180. mas teve um facto de peso. No geral.2 7. o que é sobretudo devido à EDP Distribuição e à CPPE.2 47. que passou da 35ª para a 27ª posição.9 4. a primeira empresa do sector. Estádios.853.235. ERSE.7 9 1.1 2.448.20 525.6 5.351.S E C T O R E S CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS Estádios e pouco mais ESTÁDIOS.3 6. SA.6 N.00 VARIAÇÃO % 86. MONIZ DA MAIA.219. SOARES DA COSTA S.10 408. que tem vindo a ressentir-se da subida gradual dos juros. com o primeiro a queixar-se que as descidas de tarifas impostas pelo regulador estão a esmagar a sua margem de negócio.592. e a rentabilidade dos capitais próprios alinhou pela média geral do mercado.ENGENHARIA S.7 -0.60 244.8 19.164.3 40 RESULT. PRÓPRIO 7.70 184.A.A. A C.80 295.80 6.A.4 11.C.9 17.4 12.074.º EMPREGADOS 12000 618 1699 231 8 8 1018 242 938 803 17749 com a qual o Estado perderá a maioria do capital.1 22.3 5.4 6 125.3 N. entre outras — a aguardarem decisões políticas num morno banho-maria.9 10.950.00 251.6 3. A TURBOGÁS S.A. I LURDES FERREIRA 36 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . I R I TA S I Z A ELECTRICIDADE.490.40 3. operação AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 1 5 10 27 51 67 124 183 250 303 EMPRESA EDP DISTRIBUIÇÃO . centros comerciais. agravando a crise do mercado residencial.615. Apesar de as perspectivas do sector serem negras — a Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas (AECOPS) já veio dizer que o ano 2002 vai apresentar uma taxa de crescimento negativa —.733. VENDAS 5.60 CAP.650.963.A. estão a alienação dos últimos 30 por cento que o Estado detém ainda na EDP e a privatização em bolsa de uma parte do capital da Galpenergia. viram as suas vendas aumentarem 17.00 1.80 305. ENGIL S. VENDAS 478.A.278. ponte sobre o Tejo em Lisboa.011.º EMPREGADOS 1461 2056 2590 1755 3897 1450 1329 402 890 527 32809 pavilhões desportivos.622.

para 131.90 291.953.º EMPREGADOS 1076 420 337 1040 774 540 530 10 297 6756 TOTAL DAS 12 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.70 2. todos tem os dentes afiados para a privatização. desceram 0.A.50 -9.6 milhões de euros. A Soporcel lidera o “ranking”. PRÓPRIO 7.6 por cento em 2001 face a 2000.00 139.675. dado que houve uma quebra de 24.6 8.A.7 22.860.145.273.9 16.663.504. PAPEL E ARTES GRÁFICAS De olho na Portucel PORTUGAL TEM no sector da celulose um dos activos mais cobiçado da Europa.067. É um desempenho inferior ao das 500 maiores.411.80 374.4 2.20 10. os da indústria automóvel diminuíram 41.368. o Grupo Portucel Soporcel.700.A. pelo menos.153. com as vendas a ascenderam a 581.814 milhões.9 19.3 6.º EMPREGADOS 3660 197 2102 1400 65 5300 94 6421 1105 638 24256 TOTAL DAS 16 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros. ao recuar 66.5 por cento.5 -0. É. O grupo assume ainda grande importância pela relevante fileira florestal de que é proprietário. o que indicia a colocação no mercado de produtos predominantemente de menor valor também. que cresceu 61.8 12.583. para 5. PORTUCEL VIANA S.00 29. em 2001.5 -18 -10.5 por cento.20 120.6 -18 2. o P3.002.4 5. como a Sonae. teve a maior descida do sector em termos de lucros em 2001.4 por cento. PORTUCEL TEJO S. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos O indicador mais expressivo do que foi o ano de 2001 para a indústria automóvel em Portugal é o dos resultados líquidos.60 -1.50 341. A maior unidade de montagem nacional (a Autoeuropa) confirmou o seu peso. A. O melhor comportamento no sector em termos de vendas foi o da Imprensa Nacional.420.80 2.814.20 210. em que o centro de engenharia a localizar na Maia e o centro tecnológico da região galega.8 13.30 -9.IMVT S.A.70 22. STORA CELBI S.D.2 118.7 25.538.8 N. 15.452.9 -26.A.2 10.793.S E C T O R E S INDÚSTRIA AUTOMÓVEL Travão nos lucros AS CINCO UNIDADES de montagem do sector automóvel e a centena e meia de empresas de componentes automóveis que representam o maior sector exportador da economia portuguesa parecem ter-se ressentido. VENDAS 455.50 158.545.60 47. À beira da privatização.772. como a sueca Stora Enso.D.A. do empresário Paulo Fernandes. 8. Menos feliz ainda foi o comportamento do sector ao nível lucros. caso a estratégia de envolvimento das empresas de componentes automóveis em projectos de concepção e desenvolvimento. e com o processo sucessivamente adiado.432.A.1 13.1 por cento. que registou um crescimento de 38.20 45.10 1.A. SIMOLDES .257.7 12 6.360.662. com resultados líquidos de 77 milhões de euros.017. já que representam 70 por cento do total deste sector.80 202. que representam 2.90 94. Os dados disponíveis revelam ainda que a Celulose do Caima. A empresa mais lucrativa foi a Soporcel. SALVADOR CAETANO .6 -13. RENOVA S.A. vão cooperar na investigação e desenvolvimento no sector automóvel.458. LÍQUIDOS 71.5 64.80 CAP.5 -10.3 N.357.00 -11.A. se concretize em efectivo fornecimento.755. para 120. A maior subida coube à Portucel Viana.000.30 131. LEAR CORPORATION PORTUGAL S.827.A.A.80 106.01 milhões de euros.00 574. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos maiores demonstram bem a sua importância. a gigantes mundiais do sector.1 milhões de euros. mais 15.5 milhões de euros em 2001.90 1.2 -0.528. Cª DE CELULOSE DO CAIMA S. IA N A B E L A CA M P O S 38 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .806.40 CAP.00 5.90 32.5 7.257. PORTUCEL EMBALAGEM S. Desde grupos portugueses.80 VARIAÇÃO % -14. para onde apontam os resultados das menos das 16 empresas que estão entre as 500 maiores não financeiras do país. tendo contribuído com mais de 40 por cento das vendas do sector. LÍQUIDOS N. em regime de complementaridade. a indústria apresenta um nível inferior ao da média das 500 maiores na rentabilidade do capital próprio. como o do veículo da Pininfarina.80 46.4 6 RESULT.859. MITSUBISHI MOTORS DE PORTUGAL S.911.A.064.10 1. com a assinatura de uma parceria entre o Norte de Portugal e a Galiza. Em termos globais. sendo igualmente a quarta maior empresa nacional. de um clima de arrefecimento europeu e da dificuldade em ganhar quotas de mercado de maior valor acrescentado.PLÁSTICOS LDA VENDAS 2. IMPRENSA NACIONAL E.1 por cento do total das 500 maiores. PRÓPRIO N. têm sido muitas as manifestações de interesse pela maior empresa da pasta e do papel da península Ibérica e uma das maiores da Europa.1 -10.6 RESULT. IL U R D E S F E R R E I R A INDÚSTRIA DE CELULOSE.6 13.5 -49 11 -2. Ainda face aos dados de 2001. Ou seja.336. YAZAKI SALTANO DE PORTUGAL LDA BERTRAND FAURE S.2 -37. onde o crescimento nas vendas foi de 10.P. As vendas geradas pelas cinco empresas do universo Portucel pertencentes ao “ranking” da celulose.9 6.787.10 2.20 6.6 por cento. LISGRÁFICA S. as vendas do sector.236.286 mil milhões de euros em 1. AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 4 24 38 39 42 53 69 79 100 150 EMPRESA AUTOEUROPA LDA RENAULT PORTUGUESA S.70 379.207.00 -3.2 10.00 5.2 38. Enquanto o conjunto das 500 maiores viu aumentar os seus resultados líquidos em 33. Um passo importante nesse sentido foi dado no dia 28 de Outubro.868.30 2. FORD LUSITANA S. sendo esta última uma debilidade consensualmente apontada.3 -81.987.5 por cento do que em 2000.50 241. 1. CITROEN LUSITÂNIA S.60 73.A. A quebra deuse mesmo com um aumento das vendas do sector em seis por cento. A viragem neste ponto vital da sua actividade pode alterar-se a prazo.2 por cento.360. papel e artes gráficas das 500 AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 2 3 4 5 6 7 8 9 10 31 113 118 129 175 236 373 387 392 EMPRESA PORTUCEL S.9 por cento em 2001 face ao ano anterior.80 VARIAÇÃO % 8.

AMORIM . a Amorim Revestimentos.564.70 257. e 20ª no “ranking” das 500 maiores.7 24. iogurtes.3 21. e o lançamento de uma marca de café. Depois aparece a Sogrape.70 48. e já este ano apostou em força no segmento das águas.6 por cento nas vendas.758.A. a fabricante de aglomerados Casca. LÍQUIDOS -421. entre os quais as empresas de construção.A. Dois lugares abaixo está a Unicer.637.6 7. responsável pela produção de farinhas e pela comercialização de uma variedade de produtos que vai dos chocolates aos cereais (recuperou quatro lugares no “ranking” face à posição do ano anterior).768.º.30 57.4 6 12. que este ano se tornou a maior empresa de vinho do Porto com a compra da Sandeman.70 50. NESTLÉ PORTUGAL S.50 CAP. I CA R L O S R O SA D O D E CA RVA L H O 40 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .00 49.5 milhões de euros.008.00 1. mas apesar disso registou um aumento de 21.537.ª das 500 maiores do PÚBLICO não pode TOTAL DAS 43 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.6 por cento para 625. apenas quatro não emagreceram.745.100. A culpa é AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 111 309 329 347 351 354 363 365 400 446 EMPRESA CASCA S.D. que comercializa bebidas espirituosas de origem estrangeira.90 VARIAÇÃO % 25.6 -31. TABAQUEIRA S. é a Lactogal. SA.00 4.70 40.985. no ano passado o volume de negócios do sector recuou 1.80 42.º postos para o 111.A.90 N.7 32 15.9 12. figuram na lista dedicada à indústria da alimentação: a Unicol e a Pronicol.2 2.706.235.7 N.9 N. Depois de um salto de quase 22 por cento em 2000. SOVENA S. FIMA/VG LDA REAGRO S. ao passar do 137. Melgaço e Pedras Salgadas à Jerónimo Martins (a empresa ainda figura. A outra empresa do grupo. -749.9 -0.A.4 -2.6 RESULT.60 131.454. com destaque para a líder.6 214. VENDAS 602. Mal esteve igualmente a Corticeira Amorim que viu os seus prejuízos aumentarem quase 900 vezes.8 0.º EMPREGADOS 629 207 37 548 424 546 150 110 241 96 3638 do abrandamento económico que obriga os principais clientes do sector. a posição de liderança vai para o homem de Campomaior: a empresa Manuel Rui Azinhais Nabeiro.150.9 1.A.4 milhões de euros.658. de 84.00 50. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos fazer publicidade. terceira do sector e 52.A.279.90 30. que viu o volume de negócios recuar 31 por cento.6 -6. e a Amorim Revestimentos. INDÚSTRIAS JOMAR S. que também subiu em relação a 2000.A. CORTICEIRA AMORIM S.3 -21.664.882.7 26. Basta pensar por momentos na publicidade que nos assola na televisão. na 355ª posição desta lista). é de registar a recuperação da RAR — Refinarias de Açúcar Reunidas.1 N.6 -5. ÁLVARO COELHO & IRMÃOS LDA MOVELPARTES S. sumos e vinhos. Logo depois vem Nestlé Portugal.6 2. MANUEL TEIXEIRA & Cª LDA VENDAS 142.10 48. A Tabaqueira. SA é a primeira empresa a surgir na lista.A.559.00 235. cujas vendas deram um pulo de 25 por cento. na rua ou nas revistas para imediatamente nos depararmos com os seus nomes.1 -6.A.152.7 milhões de euros.1 -25.00 144.9 9.971.027.974.888.4 16.899. ambas fabricantes de produtos lácteos. Nos açúcares.50 25.7 22 4. o que lhe permitiu subir 26 lugares no “ranking” das 500.864.00 234.30 44.968.80 VARIAÇÃO % 1. Para isso muito contribuiu a própria líder de vendas do sector que passou de mais seis milhões de lucros em 2000 para um prejuízo de 422 mil euros no ano passado.7 22.875. Nas bebidas. LÍQUIDOS 26.A.00 -5. -12.A. PRÓPRIO -0. A empresa da cerveja “Super Bock” diversificou o seu portfolio para os refrigerantes.8 -8.20 658. de bebidas e tabacos é ocupado por algumas das empresas que mais investem na publicidade em Portugal. LONGA VIDA S. PRÓPRIO 13.8 24. Lda está em 145º lugar.A.1 -15.7 5.3 -8.3 -5. sumos e até chás. Duas empresas açorianas.2 6.102.907. o equivalente a 0. o maior do sector. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos cento do que em 2000.90 26. e a Bacardi-Martini Portugal.8 1. também integra o quadro negro ao passar de um lucro de cerca de 91 mil euros para um prejuízo superior a três milhões. cujas marcas vão do leite ao queijo AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 22 37 52 55 56 71 72 104 109 119 EMPRESA LACTOGAL S.º EMPREGADOS 1987 1141 975 1345 200 45 1133 318 202 150 16813 passando pelas manteigas. CENTRAL DE CERVEJAS S.4 417 414.70 281.10 296. As maiores quebras de vendas foram registadas por duas empresas do grupo Amorim: a Corticeira Amorim.S E C T O R E S INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO As rainhas da publicidade O “TOP-5” da indústria alimentar.A. UNICER S. a apertarem o cinto.60 280. A provar que 2001 foi um ano para esquecer está igualmente o facto de o sector ter entrado no vermelho com prejuízos de cerca de 8.384.466. a primazia é do vinho do Porto: a Cockburn Smithes & Cª.30 53.REVESTIMENTOS S. IR I TA S I Z A INDÚSTRIA DA MADEIRA.878. A primeira da lista.7 0.5 4. A Jomar afinou pelo mesmo diapasão ao contabilizar resultados líquidos negativos de 4.2 9.10 3 -3.6 2.140.A.873.1 -1. Nos cafés.4 22.A. em nome individual.5 mil euros em 2000 para mais de cinco milhões. com a aquisição da Vidago.70 153. que vendeu menos 22 por TOTAL DAS 11 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.00 -4. RAÇÕES VALOURO S.A. CORTIÇA E MÓVEIS O caruncho ataca de novo O CARUNCHO VOLTOU a atacar as vendas das 11 empresas da indústria da madeira que integram as 500 maiores do PÚBLICO.30 625.10 CAP.811. Das onze empresas do sector. MADIBÉRIA LDA POLIFACE S. à frente da concorrência nacional. SARDINHA & LEITE S.D.90 408.7 por cento do total das 500.7 24.80 2. que ocupa este ano a 175º posição (no ano passado era a 213ª).1 RESULT. contra um lucro de 134 mil euros no exercício anterior.117. A excepção que confirma a regra é a Sardinha & Leite que viu os seus lucros darem um pulo de 75 por cento.255.

BLAUPUNKT AUTO-RÁDIO PORTUGAL LDA PHILIPS PORTUGUESA S.7 N.683. O mesmo se passou com a Grundig.D.5 para 611.096. economista da ANIMEE — Associação Nacional dos Industriais de Material Eléctrico e Electrónico.8 -0. 456. à cerâmica Lusoceram.014.D.90 -9.4 milhões de euros. a maior empresa industrial deste segmento. Positivas só mesmo as expectativas de melhoria nas exportações “a curto prazo” e no investimento nas empresas a um ano. com resultados líquidos negativos em 244.797. 11 das 16 empresas integradas presentes na lista das 500 subiram no “ranking”.00 366.1 milhões para 46.A. de 486.812. de 6.901.529.30 106.VIDROS S. entre 2000 e 2001.3 N. Apesar das vendas do sector terem crescido a um ritmo inferior ao das 500 maiores do PÚBLICO.653.4 4.3 26.30 87.389.833.90 74. À sua frente. basta olhar para algumas das maiores empresas do sector. viu a sua facturação subir.3 14.3 13. O negócio do material eléctrico e electrónico em Portugal é claramente dominado por capital estrangeiro.6 217.7 -2.425.3 12. A síntese de conjuntura da ANIMEE. mas os lucros caíram. SCHNEIDER ELECTRIC PORTUGAL LDA VENDAS 611. uma média que supera os 33. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos ros.101.402.60 59. PRÓPRIO 18 N.70 100.769 mil milhões de eu- AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 30 43 135 166 177 187 198 203 269 302 EMPRESA CIMPOR S.815.577. 16. e o facto de algumas das maiores empresas industriais de material eléctrico e electrónico até terem visto a sua facturação aumentar em 2001 não significa que tenham escapado ilesas à crise.º EMPREGADOS 887 403 823 375 1135 158 169 214 530 297 7132 TOTAL DAS 16 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros. aumentaram 4. CABELTE S.A. Quanto aos lucros. que lucrou 87.7 milhões de euros.318. IA N A B E L A CA M P O S 42 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . a Cabelte.A. O abrandamento económico deixa o sector na corda bamba. “É nos resultados líquidos que se detectam os efeitos do abrandamento da economia.685. a suíça Holcim e a francesa Lafarge.6 RESULT.6 12.A. vir a ser beliscado no curto prazo devido ao período difícil que o país atravessa. SECIL S.4 -14. e a maior descida.3 milhões de euros.70 7. LÍQUIDOS 79.994.6 milhões para 293.7 milhões AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 21 40 48 83 92 93 106 149 213 232 EMPRESA SIEMENS S. A Cimpor .973.40 87.403.60 2. VENDAS 456. ALCATEL PORTUGAL S.6 por cento para 221. BETÃO LIZ S. no mesmo período. ROCA S. o que representa 2.7 1. a quebra na taxa de utilização da capacidade produtiva.º EMPREGADOS 1832 1990 2005 25 1200 728 729 294 238 230 11831 TOTAL DAS 19 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.60 9. o sector de minerais não metálicos teve um bom comportamento em 2001.A. a associação aponta a forte descida nas vendas.769.5 3. As vendas do sector.A.20 1. Apenas uma empresa teve prejuízos.3 por cento.70 VARIAÇÃO % 25.00 203.90 -244.5 8. -14.que em 2001 esteve praticamente parada ao nível das decisões estratégicas.SISTEMAS DE ELECTRÓNICA LDA MERLONI S.40 118.7 2.30 VARIAÇÃO % 1.3 11.30 65.574. no entanto.1 9.00 150.A.7 milhões para 150. SAINT-GOBAIN SEKURIT PORTUGAL S. FUJITSU SIEMENS COMPUTER S. de 52. Philips ou Fujitsu. vidreiras a empresas de betão.565. cujo volume de negócios aumentou de 116.9 -3. B.80 9.1 9 7. de Queirós Pereira. A liderança em crescimento de vendas coube à vidreira Santos Barosa. a Cimpor.381. A Siemens Portugal. estão as filiais nacionais dos maiores grupos mundiais europeus e asiáticos do sector.3 20.7 29.3 18. a degradação da situação das empresas e a descida da taxa de emprego.1 2 27.A.A. a sul-africana Natal Portland e brasileira Cimento Brumado .693. PRÓPRIO 53. GRUNDIG .A. referente ao segundo trimestre deste ano. CIMPOR BETÃO S.330.4 5.9 4.00 88.7 milhões de euros.514.8 4.30 85. na medida em que a maior empresa de capital nacional. cerâmicas.6 -1. S.041. CMP S.00 322.1 por cento do total das 500. mas que em 2002 voltou às compras e adquiriu duas grandes cimenteiras.A.3 3. salienta Alegro de Magalhães.10 302.682.830. disse ainda Alegro de Magalhães.60 -290. I C L A R A T E I X E I R A INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS Na corda bamba LIDERADOPORUMAdasmaisrespeitadas empresas portuguesas a nível internacional.6 milhões de euros. mais 40. sobretudo ao nível dos lucros. 18.883.A.049. A rentabilidade degradou-se”. que inclui desde cimenteiras. surge na nona posição do “ranking” do sector.S E C T O R E S INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO Curto-circuito nos lucros TODOS SE RESSENTEM por igual dos sustos da conjuntura.569. a vidreira Barbosa & Almeida. como a Siemens.7 7.80 170.746.216. LÍQUIDOS 46. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos de euros. Para perceber que aquele dirigente tem razão.00 N. cresceram 36. já que o menor crescimento não deixará de afectar a construção de quem o sector é dos principais fornecedores.505.A.7 -15.7 -173.70 93.708.40 1.90 334.763. A liderança neste indicador coube à Secil.50 CAP.D.4 N. a Blaupunkt. mas o pior é que em 2002 não trouxe a recuperação.A.A.5 RESULT.70 CAP.5 533. VULCANO S.972.10 4. mas os resultados baixaram de 7.70 81. admite que o sector “está a sentir em cheio o impacto negativo da crise dos mercados de telecomunicações. cujo o recente processo de privatização gerou uma “guerra” que envolveu a sua rival Secil e duas das maiores cimenteiras do mundo.90 N. SANTOS BAROSA . tecnologias de informação e electrónica”.A.5 por cento para 1. Mas o bom comportamento deste sector fundamental no desenvolvimento da economia portuguesa pode.8 5.9 38.6 por cento das 500.A. Como sinais negativos. BETECNA S.2 mil euros.344.30 169.30 4.2 22.D.4 3.714.7 27. mas teve apenas o terceiro lugar ao nível dos lucros.A.6 7.00 2.5 por cento que em 2000.8 mil euros.gerou o maior volume de venda do sector.00 58. -29.

o que demonstra o bom estado de saúde do sector.60 112.A.A.60 N. a empresa ventrou no vermelho.6 6. É o caso da Glaxo Wellcome Farmacêutica Lda que perdeu 40. LÍQUIDOS 10.D. com a injecção de 50 milhões de euros por parte da banca.3 37.80 125.063.1 por cento do total das 500 maiores do PÚBLICO.688. G .619. VENDAS 157. R .30 62.70 10. OTIS ELEVADORES S.8 7.010. As vendas recuaram 10 por cento o que a levou a descer da 182ª para a 215ª posição. já que a empresa atravessa dificuldades financeiras cuja resolução foi iniciada em Outubro de 2002.944.3 -6.1 por cento).730.D.737.5 8.450.80 -1. destaque para a Lisnave .60 78. O dinamismo do sector é patente também nas vendas que subiram 11. perdendo 10.9 por cento nas vendas.6 por cento de vendas caindo do 236º para o 399º posto.740.7 -9. LISNAVE S. cujas vendas subiram 40. METEORO LDA VENDAS 121.9 26.7 por cento da fabricante de elevadores Schindler. 3.446. 7.D. 9. N.A.CILAG LDA BENCKISER PORTUGAL LDA UNILFARMA LDA PORTELA & Cª S.Estaleiros Navais e Thyssen Elevatec que também registaram taxas apreciáveis. LÍQUIDOS -2.50 79.3 por cento. Do lado das vendas.A.5 40.3 por cento e os seus resultados líquidos crescerem 149.10 1. a Fapricela e a Martifer que entram na lista das 500 após pulos significativos no TOTAL DAS 22 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.575.D.2 3.759. 34.A.782. N.D. 19 15.3 1.1 RESULT.A. Por exemplo.476.4 -2.8 N.D. O pulo nas vendas permitiu à sociedade passar da 342ª posição na lista das 500 de 2000 para a 164ª posição no ano passado. GONVARRI S.1 por cento.00 15. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos viu as vendas dispararem 85.898.3 26.D.90 71. sobressaem a Sá Couto.355. A Thyssen Elevatec disparou da 485ª para a 395ª posição. onde pesam 1.896.50 67. empresa de manutenção ferroviária ligada à CP.4 41.711.1 por cento. Mas nem todas as empresas da indústria farmacêutica apresentaram-se de boa saúde em 2001.80 79. IA .30 496.D.80 1. Como se isso não bastasse. ao mesmo tempo que os resultados líquidos melhoraram 57.40 66. 44 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . que permitiu igualmente contratar mais trabalhadores.D. a empresa conseguiu transformar prejuízos em lucros.563.9 8. subindo do 190º para o 144º posto do “ranking”.90 65.70 941.628.40 N.A.50 1. devido ao acréscimo de 20. a Luso-Fármaco ganhou 26.6 N.10 CAP.3 14.3 N.2 15. Em movimento ascendente situaram-se também os Laboratórios Pfizer Lda.3 7.D. A Sanofi Synthelabo também não esteve bem em termos de vendas.188.8 -11. que TOTAL DAS 11 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros. LABORATÓRIO MEDINFAR S.A.8 11. PRÓPRIO 38.º EMPREGADOS 192 325 315 156 308 167 80 309 288 263 2586 942 milhões de euros. Mas terá sido sol de pouca dura.467. o equivalente a 1.6 -10.164.5 por cento da EMEF.1 por cento das 500. 9. o que lhe valeu a passagem do 244º posto para o 266º. a indústria farmacêutica regista uns impressionantes 20.1 6.8 5.3 85. Contas feitas a média do sector não ultrapassa 7.20 CAP.90 81. LABORATÓRIOS PFIZER LDA INSTITUTO LUSO-FÁRMACO LDA JANSSEN .00 102.D.6 por cento.9 -255.488.4 N. Apesar da quebra das vendas.1 por cento nas vendas que exigiu mais trabalhadores (a força laboral progrediu 47. PRÓPRIO -3 13. e os 30.531. não tiveram uma evolução homogénea no ano de 2001.4 por cento e os capitais próprios renderam 37.290.1 -16.50 54.718.D.6 0 20.AÇOS PLANOS S. a rentabilidade dos capitais próprios do sector varia entre os meAS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 128 130 144 215 221 223 224 264 272 310 EMPRESA LUSOSIDER .6 por cento nas vendas.8 RESULT.A.Indústria Aeronáutica de Portugal também conseguiu sair dos prejuízos em 2001 ajudada pela melhoria das vendas em 7.046. contra prejuízos de nove milhões no ano anterior. N.10 9. OGMA S.1 por cento para AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 101 123 163 164 218 220 260 271 286 326 EMPRESA MERCK SHARP & DOHME LDA NOVARTIS FARMA S. IA N A R I TA G U E R R A INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA Do oito ao oitenta AS EMPRESAS DA INDÚSTRIA da metalurgia e metalomecânica presentes nas 500 maiores do PÚBLICO.10 2.650.S E C T O R E S INDÚSTRIA FARMACÊUTICA Pronta para os genéricos? COM UMA TENDÊNCIA ascendente na maioria das empresas. 33. EMEF S. Veremos se boa saúde do sector vai continuar ao mesmo nível após a entrada dos genéricos que está a ser preparada pelo Governo como forma de reduzir a factura dos medicamentos no orçamento.360. A empresa ascendeu da 251ª posição no “ranking” de 2000 para a 163ª posição no último exercício. tendo-se registado grandes disparidades nos indicadores analisados.80 57. Os antigos estaleiros da Margueira saíram do vermelho ao lucrarem cerca de 500 mil euros.1 N. A empresa igualmente na rentabilidade dos capitais próprios.A.3 escudos.8 por cento na rentabilidade de capitais próprios.543.509.3 por cento.A.70 120. Já a Lisnave conseguiu vendas de mais 26.60 866. uma vez que a rentabilidade média das 500 empresas é de 10.9 por cento. As más notícias na EMEF não são apenas na rentabilidade. A OGMA . 3.90 VARIAÇÃO % -9.90 80.8 N. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos volume de negócios.2 37.º EMPREGADOS 282 1912 1020 1846 215 88 1264 627 100 46 11368 nos 255.70 N.789.7 N.398.20 VARIAÇÃO % 15.4 por cento contra 10.40 65.10 78. SLEM LDA ANODIL S.463. SANOFI SYNTHELABO S.400. com estas a quebraram 16. FERPINTA S. Também a Hydro Alumínio Portalex caiu do 379º para o 416º posto.40 101. Por cada 100 escudos que os accionistas têm na empresa.A. Ainda no que se refere a crescimento.900.2 por cento. A liderar o crescimento do sector esteve o Instituto Luso-Fármaco.504. N.

578. . a Neoplástica (86.5 10 26.3 -8 5.420. Por seu lado. A.8 0. vendendo a sua parte no capital aos restantes accionistas. cujas vendas decresceram 11. — paira constantemente sobre a cabeça de milhares de trabalhadores.411. caso da C.A.362. No entanto.S E C T O R E S INDÚSTRIA QUÍMICA Reacção negativa O ANO QUE PASSOU não foi bom para as empresas da indústria química que parecem ter reagido pior do que as suas colegas das 500 maiores do PÚBLICO ao abrandamento económico.727. foram poucas as empresas do “ranking” que soçobraram: apenas seis viram o seu volume de vendas cair.3 19.169. As vendas da empresa de pneus progrediram 15. A pontificar em terreno negativo esteve igualmente a Neoplástica. As referências especiais vão para o crescimento da Coelima — Indústrias Têxteis. & J.10 77.A.A. PRÓPRIO -20.6 por cento e os resultados líquidos diminuíram os referidos 86.9 por cento). DO VESTUÁRIO E DO COURO Ordem para deslocalizar A PALAVRA “DESLOCALIZAÇÃO” definitivamente entrou no léxico maldito do universo da indústria têxtil. mas abaixo da média do sector (5. calçado e sacaria que constam da lista das 500 maiores do PÚBLICO.00 117..3 -0.8 0. fiação. a Maconde — Confecções SA.30 Valores em milhares de euros.2 2. o que a terá obrigado a despedir pessoal.D.600.20 103.6 -3. CONTINENTAL MABOR S.916.217.718.5 170 1. O volume de negócios das 27 empresas que compõem o sector recuou 1.6 32.3 12.3 18.9 por cento.8 9.A.563.1 1.317.40 123. PRÓPRIO 14. O ritmo de falências e encerramentos é alucinante.098. RIOPELE S. penteação.5 por cento).9 5.523.6 0. BAYER PORTUGAL S. o comendador Joaquim Cardoso. A Fisipe (190.084.90 70. DOW PORTUGAL . O destaque pela positiva nesta rubrica vai para a Conti- AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 46 57 103 127 136 138 160 172 228 246 EMPRESA BOREALIS POLÍMEROS S..00 20.828. VENDAS 104.20 28. SA.3 5. Recorde-se que. do vestuário e do couro..10 47. CIN S.491.60 280. tal como no ano anterior.012. COELIMA S.10 546.2 2.740.7 70.70 155. VENDAS 329.5 8.588. AVENTIS PHARMA LDA CIRES S.1 -1. no início deste ano. AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 156 162 181 190 212 248 290 333 364 376 EMPRESA MACONDE .3 por cento do total das 500.P. histórico líder da empresa.737.242. JOSÉ MACHADO DE ALMEIDA & Cª LDA ANTÓNIO DE ALMEIDA & FILHOS LDA SOMELOS . ARLÍQUIDO LDA FISIPE S.ADUBOS DE PORTUGAL S. A ameaça de transferência de unidades para os países de Leste da Europa.50 1. Algumas delas. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos nental Lemmerz Portugal que alcançou um espectacular acréscimo de 556.565. A.9 5. A liderar a lista deste sector está.20 4. e só em três casos os resultados líquidos entraram no vermelho. com menos 29.30 10.872.5 0. LÍQUIDOS -56.90 CAP. perante uma conjuntura económica desfavorável.7 9.7 por cento para mais de um milhões de euros nos resultados líquidos..A.TECIDOS S.7 milhões de contos. A má “perfomance” do sector em termos de resultados deve-se à Trevira que viu os prejuízos pularem mais de dez vezes.4 33 1.582.º EMPREGADOS 1975 1834 1100 1300 1070 1136 762 617 1161 1470 17625 TOTAL DAS 21 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.A. Norte de África ou para o longínquo continente asiático — Paquistão.A.20 103.70 60. Mas a liderança do sector em termos de crescimento pertenceu à Dow com um acréscimo de quase 17 por cento.6 RESULT.30 1.7 0. COTESI S.10 64.1 N.8 0.820.689. 2.111. TÊXTIL MANUEL GONÇALVES S. mais de seis vezes a média do sector.70 VARIAÇÃO % -29.517.8 por cento). podendo quase contabilizarse como uma por dia. alcançam este clube num ano “mau”: as vendas da firma de calçado caíram mais de 20 por cento relativamente a 2000.10 88.A.00 -2.20 92.9 por cento de vendas. SA.8 6.70 53. anunciou a sua retirada da empresa.663.514. e debatendose com uma concorrência tão desigual dos países de Terceiro Mundo.A.092. o que lhe confere uma rentabilidade dos capitais próprios superior a 34 por cento.2 3. Apesar da quebra dos lucros.869.50 95.044.60 71.185.PRODUTOS QUÍMICOS S.20 48.858.5 -5. motivo pelo qual a empresa foi notícia.A. que subiu da 440ª para a 332ª posição.607. I ANA RITA GUERRA INDÚSTRIA TÊXTIL. ECCO’LET LDA LAMEIRINHO S.3 16. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos Das 21 empresas de confecção.A.581.20 81.1 RESULT.50 116.50 33. da 450ª em 2000 para a 378ª posição no ano passado. Clark — Fábrica de Calçado.1 20.5 N.1 -9. o que lhe dá uma rentabilidade de capitais próprios negativa em 20. a rentabilidade dos capitais próprios ainda se mantém acima da linha da água (dois por cento).173.60 -1.20 VARIAÇÃO % -4.20 5.10 1.A.80 9. IR I TA S I Z A 46 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .6 por cento para pouco mais de 1900 milhões de contos.3 por cento. China.289. contra lucros de 31 milhões no exercício anterior.A. a Bayer (36 por cento) e também deram uma ajuda com quebras de lucros significativas. LÍQUIDOS 4. que nos últimos tempos têm assistido à saída das máquinas e ao fecho das empresas.756.90 18.911. oito são recém-chegadas. resultados líquidos negativos de 56 milhões de euros. Índia. que num ano galgou 84 lugares para a 180ª posição e aumentou as suas vendas em 33 por cento e ainda para a Somelos . enquanto os lucros caíram quase 60 por cento para 64.Tecidos SA.5 11.A. que invariavelmente “tinham muito trabalho e ainda mais encomendas”.º EMPREGADOS 580 931 824 85 382 186 306 734 271 295 6360 TOTAL DAS 19 EMPRESAS DO SECTOR 1.8 4.2 4.CONFECÇÕES S.3 2. a Borealis Polímeros interpretou a maior quebra no volume de negócios.00 4.3 14.2 por cento nas vendas o que lhe permitiu galgar 72 lugares no “ranking”.6 9.2 3.80 969.70 CAP.

946. catapultaram o sector para “uma onda recessiva”.983. e os novos media da era digital terem feito coincidir as suas crises internas”.D. foi o ano da digestão da Lusomundo (“Jornal de Notícias” e “Diário de Notícias”) pela PT Multimedia e de vários títulos adquiridos de forma avulsa pelo grupo Cofina.A. Apesar do revés.80 93. Na imprensa.00 -109.9 -231. VENDAS 127.A.20 3. reflectindo o mau ano publicitário.30 50. que num ápice conquistou o primeiro lugar das audiências no cabo.080.90 N.802.8 13. que representam 0. há igualmente lugar para o negócio da edição.043.D.512. analógicos. SOJORNAL S.º EMPREGADOS 380 479 500 1010 434 1898 241 333 156 416 6027 TOTAL DAS 11 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.550. PRÓPRIO -90.662.MEDIA Más notícias O ANO PASSADO foi mau para os media em Portugal. com as vendas das empresas do sector. em especial na televisão. representado pela Porto Editora (edição escolar) e Círculo de Leitores (edição genérica por subscrição).A.4 N.698.00 62.8 3 -5. editado pelo Observatório da Comunicação.50 69.4 52.704.70 46.996.10 2. dos quais 109 milhões pertencem à RTP. PRESSELIVRE S. RADIOTELEVISÃO PORTUGUESA S.7 9.70 1.5 -9. 27.8 -11 RESULT.70 679.4 -32.206.643.2 N.2 por cento nos prejuízos para quase 118 milhões de euros.A. Neste “ranking” das empresas de media. apesar de ter perdido 26 lugares na listagem geral entre 2000 e 2001.C.A. PÁGINAS AMARELAS S.8 6. -67.A. com as 11 empresas que compõem o sector a registarem um aumento de 12.60 -117. No Outono. graças à aposta que o canal de Queluz fez na produção televisiva nacional.00 atirar Emídio Rangel para a RTP.071.2 2. o “Anuário da Comunicação”. ABRIL CONTROLJORNAL LDA RÁDIODIFUSÃO PORTUGUESA S. Ao analisar o ano de 2001.60 44. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos .40 3.277. a recuarem 11 por cento. um negócio que representa cerca de 150 milhões de euros por ano. -3.A. Rangel lançou a SIC Notícias.40 47.6 18.754.202.90 CAP.470.A.4 5. PORTO EDITORA LDA DIÁRIO DE NOTÍCIAS S.80 3.90 7.8 N.425. com a SIC a ser destronada pela TVI na liderança das audiências em Agosto.872. I CLARA TEIXEIRA VARIAÇÃO % -26 2 -18. Disso se ressentiram os resultados.575. naquela que foi a transferência do ano. o declínio da SIC viria a AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 120 178 255 283 289 345 372 385 410 477 EMPRESA SIC S.8 por cento das 500 do PÚBLICO. aliados ao facto de “sectores tradicionais.30 61. a SIC manteve algum brilho e pouco a pouco reconquistou audiências e continua a liderar o “ranking” do sector de media em Portugal. LÍQUIDOS -27. .80 37. chama a atenção para a descida do investimento publicitário e para os efeitos do 11 de Setembro nos media que.4 0. Antes de deixar Carnaxide. assistiu-se ao aumento da concorrência. No exercício de 2001. JORNAL DE NOTÍCIAS S.

066. Comandado pela Brisa.A.614. houve uma melhoria face a 2000.9 -12.722.A.8 milhões de euros em 2001 que faz do sector o mais deficitário das 500.694.332.A.A.186.20 -73. A Sonae .603.5 N. reduziu as vendas em 36.00 119. cujos resultados líquidos negativos descerem para menos de metade.D. AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 34 81 90 96 110 133 145 151 157 169 EMPRESA BRISA S.3 11. TRANSPORTES FREITAS LDA TRANSINSULAR S. PORTUGÁLIA S.9 14.7 13. ANA S. PRÓPRIO 26.381. É a crónica doença das empresas de transportes estatais. LÍQUIDOS 212.115. que representa 4.909. mas iguais O SECTOR DOS SERVIÇOS engloba uma grande variedade de empresas.6 N.IMOBILIÁRIA GESTÃO S.90 5.40 57. como viu as vendas reduzir 35. e algumas estão mesmo tecnicamente falidas.712.4 37. MEGAMEIOS A.5 por cento nos resultados líquidos e uma rentabilização TOTAL DAS 42 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.5 7. Mas há mais: a Carris de Lisboa (. ano em que os resultados líquidos foram negativos em 453.4 19.A.70 2.4 5 8.3 12.5 11. passando da 421ª para a 384ª posição.50 57.606. de 122 milhões de euros em 2000 para 43.470.178. que em 2001 tinha capitais próprios negativos de 497 milhões de euros.40 VARIAÇÃO % 6.A.A. VENDAS 430.3 RESULT. SACOR MARÍTIMA S.2 37.9 N.380.1 N. e que poderá passar pela abertura à iniciativa privada. que vão desde hotelaria e restauração.7 por cento. aluguer de automóveis e segurança.30 334.350.D. cujo modelo de privatização e a avaliação da companhia deverão ser conhecidos no princípio de 2003.50 3.5 36.1 por cento. que não só deslizou do 278º para o 420º lugar.2 por cento do volume de negócios das 500 maiores do PÚBLICO.60 803. a aeroportos.0 por cento e continuou com resultados líquidos negativos.5 18. PARQUE EXPO 98 S. CARRIS S.007. 39.057.5 3.896. Com mais uma empresa que em 2000.20 166.057. SECURITAS S. acima dos 10 por cento da média da lista. cujas vendas recrudesceram 59. que contabilizou vendas superiores a 430 milhões de euros no ano passado.50 119. TOP TOURS LDA ACCENTURE S.556. NA ÁREA dos transportes. que com 205.80 56. Mal também se situou a RTC .4 milhares.671.20 12.974.A.458. o Metropolitano de Lisboa. Contudo.A.0 por cento.5 por cento e o capital próprio render menos 11.90 70.A.00 16. a tradição ainda é o que era: as contas continuam no “vermelho” e o futuro das empresas.A. Apesar do impressionante montante de prejuízos.4 23.1 59.7 32.717.5 102. os resultados líquidos dispararam 520.4 1.7 N. os resultados líquidos cair 51. LÍQUIDOS -43.568. TRANSPORTES LUÍS SIMÕES S.Radiotelevisão Comercial Lda. I ANABELA CAMPOS 48 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . as empresas presentes não apresentaram uma evolução homogénea. que TOTAL DAS 13 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.6 milhões.1 por cento.00 1.3 1.5 por cento. destaca-se pela positiva.1 RESULT.00 -14.418. participada da RTP que vende o espaço publicitário da estação estatal.20 1. mais 78. A acompanhar esta tendência favorável esteve também a Assimec. na ordem dos 400.. 3.80 139.350.450.6 por cento do volume de negócios das 500 maiores. Com um resultado líquido negativo de 268.50 1. com mais 102.40 97.2 milhões de euros) e a Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (.3 5. representando apenas 2. PATINTER LDA PORTLINE S. Para o aligeirar dos prejuízos contribuiu significativamente a TAP.10 494 6.091.Auto-estradas de Portugal em termos de volume de vendas.20 CAP.867. 90.6 20.896.00 4. consultoria de gestão e publicidade.295.182 milhões milhões de euros.º EMPREGADOS 2040 470 1553 13 7300 4725 126 143 225 830 43749 registou um crescimento de 13. AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 82 112 134 174 244 252 312 313 316 EMPRESA TAP S.466.169.00 204.A.70 106.5 19. PRÓPRIO -8.1 18.231. CAMINHOS DE FERRO PORTUGUESES E.3 por cento para 2.954.P. SONAE .C.60 111. É histórico o estatuto deficitário das grandes empresas do sector de transportes. A empresa deixou assim o 353º lugar da lista do anos passado e foi ocupar o 151º este ano. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos dos capitais próprios superior em 90.30 -268.40 144.00 CAP.8 5.20 94.5 milhões de euros.43 milhões de euros). bem à frente da Parque Expo 98 S.738. A TAP.5 19.50 72. as vendas das empresas que integram os serviços de transporte cresceram 8. EUREST LDA MÉDIA PLANNING PUBLICIDADE S. que ascenderam em 2001 aos 430.797. o sector.4 -0. pelo menos o de algumas.Imobiliária Gestão S.C. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos aguardam uma “reformulação orgânica” já prometida pelo Governo.521.5 por cento nas vendas.40 205.A.D.40 VARIAÇÃO % 10. I ANABELA CAMPOS SERVIÇOS DE TRANSPORTES A tradição mantém-se AFINAL.378.7 100 19. VENDAS 1.S E C T O R E S SERVIÇOS Diferentes. A desvalorizar perigosamente esteve a Lusoponte. 15.3 por cento e os capitais próprios valorizaram 65.E.70 N. especialmente os aéreos e ferroviários.9 N. continua a ser a maior empresa do sector.732. que perdeu o 222º posto e foi parar ao 355º.C. não parece muito brilhante.º EMPREGADOS 8000 6294 1090 65 52 4000 675 44 540 140 25880 sendo o caso mais emblemático o da CP Caminhos de Ferro Portugueses.90 182.3 8.050.9 -400.7 -64.9 milhares detém a segunda posição em vendas no sector dos serviços.A.A.20 104. É de destacar a posição privilegiada da Brisa . reflectindo a diversidade do sector.A.20 7.540.4 milhões de euros.134.6 por cento.70 569.4 66.7 por cento e a rentabilidade dos capitais próprios em 14. a CP é também a campeã dos prejuízos registados em 2001 pelas 13 empresas que compõe o sector dos serviços de transportes das 500 maiores do PÚBLICO. -76.182.

A Somincor.80 VARIAÇÃO % -7. no entanto.º EMPREGADOS 870 Valores em milhares de euros. Nas 500. Aquela que já foi a maior mina da Europa fechou o ano de 2001 com um prejuízo de 15 milhões de euros. é muito reduzida quando comparada com a média das 500 que excedeu os dez por cento.50 VARIAÇÃO % -9.960.7 milhões de euros). actualmente.3 N.208. I R. de Beja.9 RESULT.SOC.3 por cento da Interaves./C. que pode implicar a perda do controlo accionista por parte do Estado português.7 por cento do produto interno bruto (PIB). LÍQUIDOS -15.A. 1. a ser marcada pelo impasse na gestão — o ex-presidente.8 N.095.O FACTO DE SÓ EXISTIREM duas empresas agro-pecuárias entre as 500 maiores do PÚBLICO é revelador do peso e da importância do sector na economia portuguesa. ainda não foi substituído — e no processo de venda de uma parte do seu capital.00 41.50 89.A. AGRO-PECUÁRIA S. VENDAS 101.A. em consequência de uma descida das cotações do cobre até valores inferiores a 60 cêntimos de dólar por libra de peso. VENDAS 48.1 35. impulsionada pelo consumo de carne “livre de perigo” de doenças (a crise dos frangos com dioxinas nunca chegou a afectar a produção portuguesa). INTERAVES . LÍQUIDOS 411.SOC. 2.865. A rentabilidade dos capitais próprios das duas empresas. que cria bovinos.T.5 3. O ano de 2001 ficou marcado pela crise das vacas loucas e os abates daí decorrentes. o seu peso ainda é menor. A reorganização interna e algum recuperação nas cotações fizeram entretanto com que a empresa tivesse regressado aos lucros no primeiro semestre deste ano (1. não ultrapassando 0. o que poderá explicar a quebra de mais de nove por cento nas vendas da SAPJUSociedade Agro-Pecuária.180. PRÓPRIO 2. S. AGRO-PECUÁRIA S.4 CAP.8 2.8 por cento. SA. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos .1 por cento das vendas totais. AS MAIORES DA AGRICULTURA E PECUÁRIA Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 362 443 EMPRESA SAPJU . Soares Carneiro. nesse ano. A indústria extractiva é outra das fracas presenças nas 500 do PÚBLICO.3 6. única representante do sector mineiro. PRÓPRIO -9.3 RESULT.00 CAP.º EMPREGADOS 230 264 494 TOTAL DAS 2 EMPRESAS DO SECTOR A MAIOR DA INDÚSTRIA EXTRACTIVA por vendas em 2001 SECTOR 500 1 165 EMPRESA SOMINCOR S.4 161 572. A agricultura representa. perdeu quase vinte lugares na OUTROS SECTORES Deserto agrícola e mineiro tabela em relação a 2000 num ano em que a sua facturação diminuiu por via da forte quebra sentida nos preços do cobre a nível internacional. O mesmo argumento poderá ser invocado para explicar o forte crescimento de 35. A segunda metade do ano está.

9 489. TMN S.A.1 12665.5 694249.9 26466.7 1.0 5426592.6 N. PORTUCEL S.A. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.2 -3.1 N. SIEMENS S.8 636357.8 79812.59 580 1.0 104830.D.6 13. % 86.8 N.A.4 19.0 335958. CAP.99 172 65 403 88 2.3 N.A.0 341827. SIVA S.5 -6. RECHEIO S.0 13.A.8 6.09 100 231 29 1.A.8 6452.32 2 17.A.6 12.2 112582.0 38.2 10232. 20036.3 478622. CARREFOUR (PORTUGAL) S. -5.A.1 -10.9 11046.0 236138.9 574360.A.1 11.9 VAR.6 412696.8 -29. CIMPOR S.A.A.8 46425.3 25457.3 -13. PAPEL E ARTES GRÁFICAS INDÚSTRIA AUTOMÓVEL COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.9 806421.3 12.9 8.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS.D.1 31285.6 443011.A.3 17.1 2. PT COMUNICAÇÕES S.755 50 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .6 222. BOREALIS POLÍMEROS S.0 1176. 28.A.4 -20.0 1219278.8 16231.0 431550.9 N. TEIXEIRA DUARTE S.A.3 2.3 212050. AUTOEUROPA .A. BLAUPUNKT AUTO-RÁDIO PORTUGAL LDA PEUGEOT PORTUGAL S.2 15.A.8 11.1 180701.4 525208.6 3.4 994226.6 -1.7 15.6 42042.6 15207. CLASS.4 9.0 1559169.0 N.5 125.0 276799.A. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO. SECIL S. Cª PORTUGUESA DE HIPERMERCADOS S. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS VENDAS 5650374. GMAC LDA SOMAGUE S.5 18964.2 617503.0 1046845.9 227201.4 163994.1 8.4 1090.A.D.D. REPSOL PORTUGAL LDA ENGIL S.056 1.8 9.4 1.4 -14.4 414169.3 31.9 7.1 12992.A PETROGAL S. -999.1 2813.0 2273000.A.IIMVT S.4 11.0 118443.2 0.3 26.4 331357.0 47878.6 -355.9 92926.3 2351. 6.774 1. CTT .5 87330.0 6694.1 8.2 -7950.6 456683.7 -14.0 1394484.4 330572. NESTLÉ PORTUGAL S.6 4.0 -14049.0 158419. 745994. PINGO DOCE S.0 84040. ÁGUA E GÁS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.1 55313.3 13.6 322569.141 2.6 17475.2 N.6 305950.0 2209104. 16.8 329869.132 340 1.0 1628735.0 2545. RENAULT PORTUGUESA S. FORD LUSITANA S.3 71700.A.A.A. ÁGUA E GÁS COMÉRCIO AUTOMÓVEL CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS INDÚSTRIA CELULOSE.0 53. BP PORTUGUESA S. OPTIMUS S.5 18971.º TRAB.A.057 210 3. BEBIDAS E TABACO COMUNICAÇÕES COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS ELECTRICIDADE.8 1.777 11.6 118.04 424 2.6 58.0 295448.33 812 1.0 1363973. TRANSGÁS S.3 22364.A. MODIS .2 2. 6742.0 1853594.3 RENT.5 366693.987 858 197 1.CORREIOS DE PORTUGAL S. MODELO CONTINENTE .A. SHELL PORTUGUESA LDA VODAFONE TELECELS.A. CITROEN LUSITÂNIA S.1 29.0 1043235.0 29825.DISTRIBUIÇÃO CENTRALIZADA S.0 24.102 1.7 25. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO. FEIRA NOVA S. BRISA .0 108712.C.5 50.9 77068.3 7.9 334403.A.606 1.6 8194.3 114971.6 20.9 258325.027 3.2 4.8 14.3 68677.3 18.1 33. 44519.D.0 541226.0 55711.7 479301. CEPSA LDA MERCEDES-BENZ PORTUGAL S.7 53.4 8.A.0 169836.0 23561.7 26266.6 1.9 10.9 74712. 12 2.4 5.3 13.1 379859.2 1169954.9 22.5 430057.4 271168. ÁGUA E GÁS SERVIÇOS DE TRANSPORTES COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMUNICAÇÕES COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO. MAKRO S. PHILIPS PORTUGUESA S.7 2953.9 581527.9 2403.461 887 1.AUTO ESTRADAS DE PORTUGAL S.6 323555.8 8086.6 -56169.A. SALVADOR CAETANO .8 424072.1 4.A.0 473234.6 826723. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO. BEBIDAS E TABACO COMUNICAÇÕES COMUNICAÇÕES INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA CELULOSE. FIAT DISTRIBUIDORA DE PORTUGAL LDA SOARES DA COSTA S.7 793497.66 618 11.4 10428.6 -7.A.A.5 10.D.4 38898.0 5063.0 602864.7 11. LACTOGAL S.0 408152.A.0 307677.4 N.7 5.5 191490.7 11.7 1. TAP S.0 N.0 149790.ENERGIA S.A.8 1.9 32.7 175.832 1.HIPERMERCADOS S.8 374064.0 20518.0 364869. 2001 2000 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 2 1 3 4 5 6 7 11 8 9 10 12 14 15 13 16 17 18 20 30 27 19 26 28 24 — 33 22 35 31 23 36 40 38 44 42 39 34 49 47 51 54 52 45 56 29 48 43 53 50 EMPRESA EDP DISTRIBUIÇÃO .0 22.D.2 8.0 -24434.2 -29.A.1 6.9 1. PAPEL E ARTES GRÁFICAS COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMÉRCIO AUTOMÓVEL SERVIÇOS COMÉRCIO FARMACÊUTICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA AUTOMÓVEL INDÚSTRIA AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS COMÉRCIO AUTOMÓVEL CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.5 430875.0 2344914.3 734738. ALLIANCE UNICHEM FARMACÊUTICA S.5 19.AUTOMÓVEIS LDA REN . RCI GEST S. CPPE S.9 -1.3 637962.REDE ELÉCTRICA NACIONAL S.0 525371.7 8.5 3.5 611682. SECTOR ELECTRICIDADE.1 17.8 703513.076 200 145 2.1 13.6 -0.0 26811. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO AUTOMÓVEL ELECTRICIDADE.0 956648. ÁGUA E GÁS COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMUNICAÇÕES INDÚSTRIA AUTOMÓVEL ELECTRICIDADE.9 455420.1 -8.3 276851.7 -11.3 5.9 CAPITAL PRÓPRIO 6096758.7 541991.1 34.3 50739.3 6.5 2118.699 8 319 1.A.005 120 1.A.1 2145.9 1. SOPORCEL S.3 7.A.A.55 6.7 -43614.3 5.A.D.9 RESULTADOS LÍQUIDOS 450795.4 541226.9 81378.A.0 23.A.8 2. PRÓPRIO % 7.2 N.3 -425.

D. COMPUTER 2000 PORTUGUESA LDA C. CONSTRUTORA DO TÂMEGA S.9 20428.4 -672.º TRAB.2 237141.0 4. ENTREPOSTO .8 2140.4 217.6 9.105 52 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .4 N.6 -12. FUJITSU SIEMENS COMPUTER S. N. SERRA & FORTUNATO S. HEWLETT-PACKARD PORTUGAL S.2 36717.2 13.4 78487.0 35736.9 -9381.294 25 168 133 320 1.4 15.4 18708.0 241528.1 5386.7 -173.1 1.7 15875.1 280027. SOC. CLASS. CP .4 167807.9 37. S.2 728 74 400 13 186 527 169 1.2 -37. Cª IBM PORTUGUESA S.7 56653.D.3 251662. PRÓPRIO % N.5 62683.A.9 13. UNIFAC S.421 822 470 6.7 14.8 N.3 4.6 21.1 158360.8 5.D.2 175252.0 112131.5 235875.4 663.3 338 1.A.A.5 11.L.1 -11512.8 44.2 64.2 256635.0 19.R.A.D.5 206508.AEROS DE PORTUGAL S.3 162574.7 14499.4 39.1 37492.5 1164.0 244438. C.2 -81.3 69129.0 40375.A.2 53865. 7791.9 66.A.553 125 1.8 22.7 8.2 -0. SCC .6 64.4 2426.8 9354.A.A. TEJO ENERGIA S.0 10.7 280385. ÁGUA E GÁS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA AUTOMÓVEL COMUNICAÇÕES INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO FARMACÊUTICO COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO FARMACÊUTICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMUNICAÇÕES ELECTRICIDADE.8 195223.4 25.9 8334.2 -30.0 13259.0 32589.0 -268450.2 23.1 18.8 -5. CPCDI S.3 182896.7 13078.1 -23.8 46491.3 4758.R.45 94 128 45 1.7 146677.7 1.5 25102.4 27.8 20539.0 19.7 -18.9 -9257.7 1454.0 N.2 1491.3 27.9 15.A.6 280873.D.M. 2001 2000 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 57 64 90 63 59 58 61 55 65 60 99 74 37 70 71 — — 84 41 76 83 — 79 75 87 86 77 107 72 68 67 82 — 81 62 78 94 96 97 89 119 91 80 66 115 95 106 100 108 110 EMPRESA TURBOGÁS S.0 280491.COMÉRCIO DE OLEAGINOSAS S.0 33420.A.CONFECÇÕES LDA MONIZ DA MAIA.A.8 0.P.1 13331. MITSUBISHI MOTORS DE PORTUGAL S. TABAQUEIRA S.0 1733.D.0 9.7 37011.8 VAR.2 436.L.A.3 199021.A.3 8.A.PUBLICIDADE E MEIOS A.A. EDIFER S.3 162. CAP.0 10. UNIÃO DOS FARMACÊUTICOS DE PORT.A.4 205350.A.8 2793. CONSTRUTORA ABRANTINA S.6 11.5 N.133 11 200 690 532 106 1. LEAR CORPORATION PORTUGAL S.TERMO-DOMÉSTICOS S.7 RESULTADOS LÍQUIDOS -25988.A.8 26.A.1 264560.A.0 160426.A.0 296706.1 12.2 15.4 189462.9 -2640.6 8.8 CAPITAL PRÓPRIO -15862.9 408.2 8. SECTOR ELECTRICIDADE.5 16.1 2214.A.8 52791.4 51397.A.8 29789. ESSO PORTUGUESA S.0 N. 31.2 21805.GEST.5 191091.A.9 5394.8 47.6 166712.0 13445.1 17.A.4 79285.6 64812.9 204722.4 165576.3 214387.6 266810.SOC. % 2.233 402 890 1.8 201266.6 -0.C.0 170842. CITROEN S.A.0 230176.9 -8.4 261885.8 203830.8 281882.8 68. YAZAKI SALTANO DE PORTUGAL LDA AUTO SUECO LDA PARQUE EXPO 98 S.A.0 23316.2 29. ERICSSON TELECOMUNICAÇÕES LDA ZARA PORTUGAL .897 750 8 1.9 -0.2 9994. RODOGESTE LDA MEGAMEIOS .9 1.7 43972.A. MOTA & Cª S.3 2. ALCATEL PORTUGAL S. REAGRO S.0 229215.7 5.6 3601.7 112770.2 -31. BAVIERA S.A. SOQUIFA .5 -4.5 32. CENTRAL DE CERVEJAS S.7 2008.0 20567.4 9179. 6318.0 234255.7 170041.4 225808.2 27.9 7.0 1636.345 200 931 536 210 380 15 1 93 208 3.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS.1 16797.MEDICAMENTOS S.9 164180. ANA . OCP PORTUGAL S.5 30100.4 2577.5 44388.5 -497069.1 5568.1 -5.9 214239.C.329 6.A.3 208428.0 31. 8 975 5.7 278835.0 42279.0 11303. GALPGESTE .7 -28.5 1437. 64.8 1002.1 -32.9 167. BERTRAND FAURE S.8 17.4 10.E. ÁGUA E GÁS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA AUTOMÓVEL COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO COMÉRCIO FARMACÊUTICO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA AUTOMÓVEL COMÉRCIO AUTOMÓVEL SERVIÇOS SERVIÇOS DE TRANSPORTES INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS SERVIÇOS COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS SERVIÇOS COMÉRCIO FARMACÊUTICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO FARMACÊUTICO INDÚSTRIA AUTOMÓVEL VENDAS 297960.8 223644.7 14.2 4.4 N.2 2. PT PRIME S.C. CODIFAR C.7 184423. 5039.3 11.7 7.E.7 -15.A.7 230605.0 1214.1 35.7 32.3 5.7 291868.6 255777.6 N.9 229453.6 RENT.1 -3.7 3074.8 12131. 24.4 -9911.7 0.5 288538. FIMA/VG LDA CONTINENTAL MABOR S.6 3.5 20.5 30.2 17. UNICER S. 20283.2 22.3 803. LEVERELIDA LDA WORTEN S.3 169901.8 6.CAMINHOS DE FERRO PORTUGUESES E.A.8 16.7 275361. ÁREAS DE SERVIÇO LDA FIAT AUTO PORTUGUESA S.8 12.9 11836.A.3 210432.2 5.0 168450.2 7853. MARCONI S.3 19781.A.A.9 2.5 871.7 23330. OLEOCOM .VEÍCULOS E MÁQUINAS S. VULCANO .A.A. HISPÂNICA DE AUTOMÓVEIS S.0 169277.

7 55814.1 1394.0 79.A.4 9911.R.4 13.4 11. AUTO INDUSTRIAL S.0 11.4 RESULTADOS LÍQUIDOS 10467.6 132002.A. PAPEL E ARTES GRÁFICAS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO MEDIA CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA FARMAÊUTICA ELECTRICIDADE.A.A.A. COFANOR C.9 147085.D.1 -3.2 8. IMPRENSA NACIONAL .7 9. LISNAVE .D.A.9 27309.0 1. DE CONSTRUÇÕES S.6 43343.8 27. CAP.ADUBOS DE PORTUGAL S.9 120509.912 100 432 4.A. 48.3 629 1.7 1458.A.4 -0.A.5 116904.6 42939.6 5. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA QUÍMICA INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS INDÚSTRIA DA MADEIRA.8 123197.1 -4753.D.D.D. STORA CELBI S.4 -90.5 -1117.5 91679.A.3 116600.INDÚSTRIAS LÁCTEAS S.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS.A. DIAGEO PORTUGAL LDA ALCÂNTARA REFINARIAS S.) S.A.09 420 130 33 297 612 337 150 380 544 210 325 1. CASCA .A.3 149429.5 2583.8 13177.7 106860. 26221.D.5 5.A.CASA DA MOEDA E.9 17177.A.2 41.4 -22.7 12387.A. 192 405 824 318 171 729 9 40 202 7. % 15.PRODUTOS QUÍMICOS S.1 10.3 -7.0 87510.D.2 44937.9 N.0 -26.6 29965.6 12.7 4896.2 85. PORTUCEL VIANA S.A.0 VAR.5 32.5 29347.5 142907.0 127802.0 -421. 7249.5 14101.7 110660.0 RENT.1 24. DO ALTO DO LUMIAR S.AÇOS PLANOS S.ELECTRODOMÉSTICOS S.A.7 120675.2 118318. SIMOLDES .SISTEMAS DE ELECTRÓNICA LDA PETRIN S.0 124615.0 6.6 20.0 25.3 29.D.7 20.9 -19849.8 -115.L.4 10.PLÁSTICOS LDA SECTOR INDÚSTRIA FARMAÊUTICA COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.5 8.6 2454.0 -290.0 114267.8 7.3 4733. EPAL S.3 2.8 1513. RAÇÕES VALOURO S.7 4.6 119134. SOLBI LDA NOVARTIS FARMA S.9 38.1 24.9 18.8 10. SOPOL S.A.7 117828.8 18214.ELECTRÓNICA PORTUGUESA S. PAPEL E ARTES GRÁFICAS COMÉRCIO FARMACÊUTICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA CELULOSE.9 88571.1 11. 80.6 39767.7 4411.6 19909.7 13. SOVENA S.2 6.0 15.2 -749. MERLONI .8 160188.A. PRÓPRIO % 38. OPCA S.2 2074.1 520. SIC S.5 10787.5 106994.2 1564.018 149 245 85 282 1.INSULAR DE HIPERMERCADOS S.9 CAPITAL PRÓPRIO 26997.3 -11.1 295.2 -1.0 151055.TRANSPORTES AÉREOS S.8 21.7 134541. GEST.4 13.1 -7.SOC. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA AUTOMîVEL VENDAS 157718.6 9. 3834.04 1. ÁGUA E GÁS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.A. AVENTIS PHARMA LDA ROCHE .º TRAB. 48.D.9 5936.0 119055.2 131008.2 22.6 -9.5 N.0 N.6 37.6 36.7 9.7 155411.1 11.0 19815.5 -1488.3 24.7 -17.0 124202.9 111418.2 26.0 121355.7 116214.3 N.3 12.5 7.D. S.0 7609. CLASS.4 319660.D.A.1 6.7 37232.4 153974.7 131153.A.3 33506. 6. PORTUGÁLIA . SGAL . BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA QUÍMICA INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA CELULOSE.3 33675.0 7653. 8360. 2001 2000 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 109 117 105 125 88 133 136 132 131 126 137 113 85 123 206 239 173 129 150 93 102 164 128 130 — 121 151 112 197 139 124 141 148 142 134 147 120 135 154 103 152 165 293 190 217 155 163 175 162 195 EMPRESA MERCK SHARP & DOHME LDA MANUEL NUNES & FERNANDES LDA A.D. 0.6 22.8 -14694.3 N.7 22.3 138863.5 6253.2 9973. 17095.6 88.A.A.5 -76.725 65 823 382 212 186 386 180 291 560 573 1.8 16.6 116154.5 2772.2 6018.A.7 287202.4 123012.5 -2. SAMSUNG .8 100382.5 12.6 138783. DE REVESTIMENTOS S.3 1497.9 112531.7 -27202.9 N.1 82.8 9.1 119717.1 15563.0 -2740.0 37.9 31638.ESTALEIROS NAVAIS S.6 120246.9 125780.6 144332.4 119940. SUMOLIS S.1 113142. LONGA VIDA .9 N.2 116379.0 -16.5 5799. EUREST (PORTUGAL) LDA TRANSPORTES FREITAS LDA ROCA . DOW PORTUGAL .6 27417.A.1 144768.3 139606.6 161634.7 7528.1 346.SOC.9 59.02 126 454 473 850 294 638 54 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .1 31.8 N.FARMACÊUTICA QUÍMICA LDA CIRES S.A. CORTIÇA E MÓVEIS SERVIÇOS DE TRANSPORTES INDÚSTRIA CELULOSE.7 3979.8 13012.SOC.4 1496.A.3 625.0 22. PAPEL E ARTES GRÁFICAS INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS SERVIÇOS DE TRANSPORTES INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO FARMACÊUTICO INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA SERVIÇOS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO. CONSTRUTORA DO LENA S.2 1581. DAIMLERCHYSLER RAIL SYSTEMS (PORT.4 11685.7 N.D.A.8 19197.8 156128.A.3 -2.7 107553.8 4217.4 12622. INSCO .4 19.7 N.3 78333. D.9 -12.5 5.3 38.2 -340. CONTACTO .A. SECURITAS S.1 24.6 8.A.I.0 11608.1 107802.L.0 150685. SONY PORTUGAL LDA GRUNDIG .0 22257.0 29662.9 3.8 126476.6 -26.3 25. 496.4 4656.P.3 2.8 20289. LUSOSIDER .0 25968.6 -1.7 2745. CARDOL LDA DANONE PORTUGAL S.2 11. .5 N. MANUEL RUI AZINHAIS NABEIRO LDA COMPAL S.P.2 N. 7964.8 N.0 139538.4 125737.A.0 5.CERÂMICA E COMÉRCIO S.A. OGMA S.8 65.5 10. MÉDIA PLANNING PUBLICIDADE S.

A. S.5 90021.5 10450.D.2 1504.1 22.º TRAB.0 N.5 27454.1 86386.A.3 -3783.0 7.3 7.9 87867. SOLVERDE S.T.2 N. PAPEL E ARTES GRÁFICAS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS MEDIA SERVIÇOS COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA TÊXTIL. EFACEC.8 14. A.A.6 14.7 -1.H.A. DE EMPREITADAS S.5 93637.9 N.A.7 12106.1 88158.0 6556.D.1 34307.3 54549.6 -15208. LABORATÓRIOS PFIZER LDA INSTITUTO LUSO-FÁRMACO LDA SOMINCOR.8 N.2 N.5 170.1 46 242 1.2 31593. CAP.3 39. B.9 88194.9 -18.2 88195. 546.A.A.5 N.5 9010.1 -19285.D.0 25.A.3 -7.0 56516.3 2. GARAGEM VICTÓRIA . DO VESTUÁRIO E DO COURO COMÉRCIO AUTOMÓVEL ELECTRICIDADE.A.1 92357. BAYER PORTUGAL S. 46.7 1565.9 19071.7 100. S.135 479 216 38 1.A.SOC.0 32. S. AUTO SUECO () LDA MACONDE . 9.3 91237.4 33982.VIAGENS E TURISMO LDA COOPROFAR C.0 10523.8 11.4 40. 793.8 97466.9 26. SANTOS LDA XEROX PORTUGAL LDA HUF PORTUGUESA LDA PROSEGUR LDA PROSEGUR .2 8642.3 N.9 91292. BRISTOL MYERS SQUIBB LDA TECNOVIA .2 11.7 99567. A.2 13. -0.1 2579.5 12.1 RENT.235 350 205 158 790 500 1.5 -2.8 -15.5 162818.REFINARIAS DE AÇÚCAR REUNIDAS S.3 7.5 96426.9 26763. ASTRA PORTUGUESA LDA TRANSINSULAR S.A.6 24.2 4101.D. RENOVA S.D.9 16894.4 7091. SECTOR SERVIÇOS COMÉRCIO FARMACÊUTICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA TÊXTIL.6 -14.1 24.3 33306.3 8642. 26.5 4514.4 104590.A.0 34059. JOHNSON CONTROLS II LDA C.D.IMOBILIÁRIA GESTÃO S.0 9389. % 102.2 87341.1 95408.0 103740. 14.0 -1.9 CAPITAL PRÓPRIO 3833. 143 58 349 415 501 1.D.8 8014. ÁGUA E GÁS SERVIÇOS INDÚSTRIA AUTOMÓVEL COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS SERVIçOS INDÚSTRIA TÊXTIL. CLASS.7 8289.0 13.3 7507. SANTOS . CMP .4 N.9 101180.AUTOMÓVEIS S.6 94250.0 26134.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS.8 37.Cª DE SEGURANÇA LDA BETÃO LIZ S.D.2 27541.2 102463.6 2640.A.3 41.A.D.5 8.0 103098.6 87014.8 N.7 98061.3 166.2 20686.2 121.3 424.1 9756.3 4565.D. FÁBRICA TÊXTIL RIOPELE S.7 19.1 9010. CIMPOR BETÃO S.6 0. 2001 2000 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 353 168 167 140 146 144 — 179 — 166 474 153 251 342 145 171 — — 263 160 138 209 429 184 194 213 181 178 198 143 264 248 215 201 249 226 220 180 186 199 187 229 224 212 218 — 269 232 223 242 EMPRESA SONAE .05 4.0 8390.7 10271. DO VESTUÁRIO E DO COURO COMÉRCIO FARMACÊUTICO COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA AUTOMÓVEL SERVIÇOS SERVIÇOS INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS COMÉRCIO FARMACÊUTICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS VENDAS 106295. TOP TOURS .3 1212.2 5.5 N.1 4.0 93754.D.8 15563.8 18.0 4441.0 47535.A.5 N.0 30528.0 12.2 88883. A.8 24018.5 7.3 12.1 119056.D.834 315 156 870 375 240 55 830 100 910 734 249 52 774 276 1.3 -9.2 6.9 -5.8 18.1 N.0 -4.A. SPACE LDA ENTREPOSTO V.3 188 236 331 254 450 5.1 8293.5 VAR.8 60694.9 95756.6 39. ACCENTURE . S.3 93815.3 33.8 N.T.L.2 N.3 -941.1 494. 55.CONSULTORES DE GESTÃO S.5 14.5 44.975 225 95 631 306 65 1.0 -1514.1 -1.D.9 4818.CIMENTOS MACEIRA E PATAIAS S.0 0.0 106029. 8.8 20.1 475. TOTALFINA PORTUGA.2 5761. S.7 14.3 N.CONFECÇÕES S.3 106105. DO VESTUÁRIO E DO COURO SERVIÇOS COMÉRCIO FARMACÊUTICO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA QUÍMICA COMUNICAÇÕES INDÚSTRIA TÊXTIL.2 104738.5 83. PRÓPRIO % 90. 1041.VEÍCULOS E PEÇAS S.A.4 22347.6 14. DO VESTUÁRIO E DO COURO INDÚSTRIA FARMAÊUTICA INDÚSTRIA FARMAÊUTICA INDÚSTRIA EXTRACTIVA INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS SERVIÇOS INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO FARMACÊUTICO SERVIÇOS DE TRANSPORTES INDÚSTRIA CELULOSE.6 6320. 0. S.6 87341.8 N.D.9 N.6 40517.3 88242.1 11.5 3622. 65599.3 96224.1 6.1 3.6 91346.5 5. VASP . ESTORIL SOL S.2 7. 480.5 94411.6 1.0 863. S.9 120732.3 13. BOTELHO & RODRIGUES LDA BENTO PEDROSO CONSTRUÇÕES S.A.8 16.1 18.A.5 -0.8 -5.9 103992.A.A.5 103727. TRANSP.0 5899. E DISTRIBUIÇÃO LDA ECCO’LET (PORTUGAL) LDA WYETH LEDERLE PORTUGAL (FARMA) LDA ALVES BANDEIRA & Cª LDA SOC.3 24.D. COMERCIAL C. NOVIS TELECOM S.1 94974.4 15.9 2.4 N.7 105988.1 49923.7 10.SOC.D. PÁGINAS AMARELAS S.4 92727.041 169 155 702 56 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . 15536.7 -3.0 5362.A.4 18389.3 7.3 69940.3 10043.1 8572.C.A. -244. RAR .2 41.3 7889. S.0 -48. COELIMA .6 10515. CIN . SCAL S.8 7790.A.0 88262.A.3 85. GDL S.5 RESULTADOS LÍQUIDOS 3470.7 104820.8 2478.4 101619. 99067.E.4 88322.R.0 6556.A. IBEROL S.3 -3.8 100577. 4.3 4.3 86586.A.6 5258.3 87402.A.6 14.3 -72.2 106160.8 93001. CIBAL S.0 632.6 8.0 15.7 520.INDÚSTRIAS TÊXTEIS S.8 7295.5 -922.A.

8 -10.6 1. N.7 2610.0 42. -55.9 81228. GRUNDIG .3 RESULTADOS LÍQUIDOS -25.5 38.9 2. 222 657 214 250 21 430 412 584 271 182 500 1. N. CIMPOMÓVEL . % -7.4 969. 3782.3 84499.0 3070.A.8 533.5 9.0 12576.0 83155.A. ÁGUA E GÁS VENDAS 86368.7 26934.LOGÍSTICA PORTUGAL LDA NOVOPCA S.0 47122.6 70490.0 N. 17292.4 33275.7 1627.6 -0.6 72355.4 N.7 61.7 71546. 2001 2000 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 174 237 192 250 177 334 208 — 252 354 363 216 235 247 182 228 193 203 240 272 225 294 219 — 245 299 211 238 — 255 210 259 246 298 241 287 — 254 227 360 205 207 169 266 268 256 274 258 361 282 EMPRESA FERNANDO SIMÃO LDA ALVES RIBEIRO LDA BETECNA . PROFARIN LDA EMEF S.CILAG FARMACÊUTICA LDA MICHELIN .1 85746.A.D.0 473.A.0 13.6 -2.D.7 621.6 21449. DE CARNES S.7 1.A.3 7.264 20 489 160 271 690 2.0 -1501.D.4 -8.5 3.D.6 30015.5 -0.D.8 -338. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO INDÚSTRIA TÊXTIL.1 54760.1 73374.1 2650. FLORÊNCIO AUGUSTO CHAGAS S.3 17.COMÉRCIO DE VIATURAS LDA Cª CARRIS DE FERRO DE S.1 5. SONAE TAFIBRA .3 53.6 79007.0 1672.2 -0.1 72742.1 22.6 76747.A.0 674.A.2 37201.5 8600.A.9 -89. 12533.2 96519. CABELTE S. DO VESTUÁRIO E DO COURO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO FARMACÊUTICO INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA FARMAÊUTICA COMÉRCIO INDÚSTRIA FARMAÊUTICA INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA COMÉRCIO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.8 -7. LFP .8 15. EDIFICADORA LUZ & ALVES LDA ZAGOPE S. 27.3 71689. EUROFRUTAS .5 15.2 N.D.9 3311.0 24056.COMBUSTÍVEIS S.A.A.0 1951.0 0.2 N. CABLINAL PORTUGUESA LDA LUSOGRAIN LDA PIONEER TECHNOLOGY PORTUGAL S.GESTÃO COMERCIAL S.5 3415.1 N.A.4 1321.INDÚSTRIA E COM.9 RENT.8 -107.8 7.3 4.2 1480.1 81164.0 0.A.0 6097.6 -2.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS.8 18092.D. INICIATIVAS DE MEIOS LDA SCHNEIDER ELECTRIC PORTUGAL LDA TECNIDATA SI S.9 3874.D.2 72811.0 19.5 N. DO VESTUÁRIO E DO COURO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS ELECTRICIDADE.A.D.9 82531. MECI S. INDÚSTRIAS DE ALIMENTAÇÃO IDAL LDA PORTUCEL EMBALAGEM S.D.5 -1843.4 N.0 -3806. ROBERT BOSCH LDA NOVADELTA S.5 20.0 4. 0.8 7379.8 VAR.7 70491.3 -13.A.INDÚSTRIA TÊXTIL S.A.4 -115234.SOC.4 78730.7 -8.2 14436.A. 11118.0 14.A.C.3 81588. N. BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS SERVIÇOS INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO SERVIÇOS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO. DE FRUTAS S.2 11068.SOC.A.0 1401.2 181586.3 83867.2 74505.4 75904. 19.2 2. PRÓPRIO % -0.433 9 300 280 304 4 114 295 261 1.2 2.D. 5.7 77703. N.º TRAB. 630.348 58 230 595 68 497 540 1 420 1.D.8 14.3 15.3 22781.1 83043.5 1517.1 1080.6 -14.9 81514.9 N. N.4 5.3 1883.A.2 -255.3 72208.3 7. SECTOR COMÉRCIO AUTOMÓVEL CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS SERVIÇOS COMÉRCIO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA TÊXTIL.ª GERTAL S.9 27.5 3.3 81829.136 250 938 58 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .A. N.D.0 N.6 13112.6 73134. 3402.4 9.9 13061.4 N.A.8 22.4 202.2 73080.Cª LUSO PNEU LDA BENCKISER PORTUGAL LDA FERPINTA S.D.2 49.BETÃO PRONTO S.A. 5.5 80950.846 124 332 308 70 167 215 530 88 1.7 57.4 13.0 8.6 N.D.0 36120.0 70582.4 78558.A.0 N.8 N.5 1065.5 79360.2 72868.D.2 6.4 27. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA CELULOSE.0 77317. JOSÉ MACHADO DE ALMEIDA & Cª LDA EMPREITEIROS CASAISS.5 -8.A.6 6.D.A.D.8 6.D.2 -10.2 1147. 5.6 77594.2 2344.1 3420.0 13129. EMPRESA PÚBLICA DE URBANIZAÇÃO DE JAIME RIBEIRO & FILHOS S.7 -73671.1 -2663.0 45.8 4. EMPRESA DE ELECTRICIDADE DA MADEIRA S.6 12. LUSO-ESPANHOLA DE METAIS LDA ANODIL .5 4.3 N.9 -23.2 -3710.1 78711.1 12.9 4292.2 N.D.D.4 80582.8 56035. 0.7 -35.5 -28. PAPEL E ARTES GRÁFICAS INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA AUTOMÓVEL COMÉRCIO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO AUTOMÓVEL SERVIÇOS DE TRANSPORTES COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO. SICASAL . AGIP PORTUGAL .4 -9.0 79628.VEÍCULOS PESADOS S. CAP.1 -2. RENAULT TRUCKS PORTUGAL LDA AR LÍQUIDO LDA LIDO SOL II S.4 84436.D.8 N. 2063.2 -6.0 73145.8 13.0 CAPITAL PRÓPRIO 4738.0 75914. JERÓNIMO MARTINS LDA FISIPE S.3 80188.0 15678. SLEM .9 71962.1 7006.3 127. 94.6 2961.1 N.9 2230.D. OBRECOL S.9 8.1 7. 19903.9 85938.7 -1.8 N.0 73854. 5.5 -9900. LAMEIRINHO . ENTREPOSTO .3 -4.0 83788.D.3 72178.7 N. N.8 N.A.D.0 2197.7 15.6 5542. IBERUSAS.7 28375. CLASS.8 -6.1 27904.8 79930. 112.4 3. N. JANSSEN .D.07 238 14 1.3 -0.A.EXTRUSÃO E DISTRIBUIÇÃO S.5 32.5 339.9 4.LOJAS FRANCAS DE PORTUGAL S.6 73536.A.0 4620.1 1970.

9 N. DO VESTUÁRIO E DO COURO SERVIÇOS COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO. SOARES CORREIA .3 1258.1 32215.0 69459.A.6 66300.8 18.D.1 N.R.1 -25.7 63220. CIMERTEX S.1 62159. RENT.5 8. BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.PRODUTOS QUÍMICOS S. S.A.3 9.COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS S.0 3.6 RESULTADOS LÍQUIDOS -1200. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.3 16.A.A.7 N.0 1630.COMÉRCIO E REPRESENT.0 1116. CONSTRUCTORA SAN JOSÉ S. HONDA AUTOMÓVEL DE PORTUGAL S.6 16. TRANSPORTES LUÍS SIMÕES S.9 8091.0 22528.0 5.2 69653.0 63690.7 9898.9 36.A.3 7152. -67.1 71.2 35.9 15075.3 -7.9 10177.A.A. SOGENAVE S.L.9 10166.A.L. 2001 2000 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300 279 296 170 273 202 277 280 319 234 290 307 326 332 302 364 351 276 341 338 370 318 306 303 308 292 372 301 345 424 343 397 344 297 314 275 244 337 305 284 339 — 320 499 315 316 482 281 285 300 309 EMPRESA SOLVAY PORTUGAL .2 34.5 9.1 8.1 20.A.0 763.A.6 17.7 60282.7 60676.3 6.A. VICAIMA .6 25.9 -1. ALBERTO MARTINS MESQUITA & FILHOS S.6 2624.9 65789.3 17.4 866.3 70066. TINTAS ROBBIALAC S. FONSECAS .5 71.7 4.6 -11.4 15974.A. CAPITAL PRÓPRIO 55515. DANZAS LDA TV CABO TEJO S.3 65063.6 2444.6 65822.CONSTRUTORA DURIENSE S. ELECTROTÉCNICA S.PAVIMENTOS E VIAS S.3 -8.4 -1. 1501. PAVIA .0 7766. ABBOTT LABORATÓRIOS LDA ABRIL CONTROLJORNAL .1 66917. CAP.ARMAZ. 2.3 N.4 1773.5 60667.9 66993.0 67.7 3.A.3 60872.PRODUTOS SIDERÚRGICOS S. 5464.2 -0.2 -441.EMPREITEIROS S.9 19.7 62996.7 60278. UNILFARMA LDA TREVIRA FIBRAS S.3 496.9 2.9 60766.5 63747.2 N.6 41.1 44. EMPRESA DO JORNAL DE NOTÍCIAS S.2 N.4 2005.9 4.3 9656.8 11.A. DISTRIB.D.8 15165.6 5.4 2685.D. N.2 N.2 11.D.3 17704.1 60444. PRÓPRIO % -2. PESCANOVA (PORTUGAL) LDA SECTOR INDÚSTRIA QUÍMICA SERVIÇOS DE TRANSPORTES COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO FARMACÊUTICO MEDIA COMÉRCIO FARMACÊUTICO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO INDÚSTRIA FARMAÊUTICA INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.6 5.2 27560.2 66046.4 66688. BEBIDAS E TABACO MEDIA INDÚSTRIA TÊXTIL.3 69537. SOC.2 -2.7 3319.6 9. BEBIDAS E TABACO MEDIA INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA FARMAÊUTICA COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.R. PORTALEGRE GARCIAS LDA MERCAUTO LDA OTIS ELEVADORES S.8 14.1 66182. ACORIL .6 -599.0 64889.3 6.2 N. ANTÓNIO DE ALMEIDA & FILHOS LDA SAP PORTUGAL SOC.6 0.A.8 27561.2 28598.0 4923.7 907.9 8.9 1. % 6. COCKBURN SMITHES & Cª S.3 12. RUI COSTA E SOUSA & IRMÃO LDA VISEU RÁDIODIFUSÃO PORTUGUESA S.3 2517.A. J.8 9.5 -10.9 60771.1 1602.2 67644.1 VAR.A.A.3 41688.EDITORA LDA FARBEIRA C.7 3593.6 20.5 -5.D.2 15.8 3. SOTÉCNICA .7 15.5 4.A. PROLEITE C.8 64919. MONTE & MONTE S.4 11241.A.7 7.A.0 7.0 -2415.1 19662.7 64.0 1732.0 11.8 32.0 1100.0 70.L. S.8 254. CARCLASSE .5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS.3 4398.1 32.6 5178.SOC.8 4.4 11589.9 12856.0 5. BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA FARMAÊUTICA INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA COMÉRCIO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS COMUNICAÇÕES INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO AUTOMÓVEL CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.0 17.9 31. GONVARRI .2 0.2 8735.7 64260.1 64222.6 18.2 4. UNIPESSOAL LDA WURTH (PORTUGAL) LDA TEODORO GOMES ALHO & FILHOS LDA BICC CELCAT S.0 6.2 26936.VIDROS S.6 24031.9 5719.A.R.6 2615. TABASUL .6 58.A.D.0 14.0 N.1 488.1 65972.1 62582.º TRAB.4 10.8 N.3 62816.01 500 520 288 167 198 434 762 90 626 480 283 246 455 148 107 174 67 60 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .D.5 -7.6 30.8 25630. SANTOS BAROSA .4 64273. 11339.SOC.8 52927. 254.A.D. INDÚSTRIAS DE CARNES NOBRE S.4 24.A. CASA DA SORTE S.6 300.4 35.3 650.1 67504.9 4.4 3575.7 14.0 151.4 4734.4 3575.9 890.A.9 409.8 1472.9 3512.7 7290.8 1.5 69828.0 60347. PORTELA & Cª S.9 11725.7 18.3 35668.2 -18.3 1401.7 14.0 69601.6 13.3 -16.6 19. 11.1 63747.8 3026.5 458.5 N.A.7 60794. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO VENDAS 70423.8 12822.4 67023.4 579. 380 675 42 210 500 90 523 251 162 80 231 110 167 627 860 252 57 487 530 230 309 100 129 137 168 139 494 130 110 159 430 120 1. 12582.D.1 4864.9 N.0 5977. -3704.3 14.2 1759. DE FERRO S. DE TABACOS S. ALICOOP C.8 18596.3 62398.6 24.7 7.2 60321.7 61946. RAMALHO ROSA COBETAR S.D.3 29043.5 62379. SANOFI SYNTHELABO S.A.0 64352.2 3.D.6 69643.A.7 21991.4 29.A. TONOVA UNIPESSOAL LDA CONDURIL .1 1529. A.2 8.1 2391.A.7 49767. CLASS.D. RIBERALVES S.8 3. DE EMPREITADAS ADRIANO S.A.A.8 13469.1 18.9 66646.

I.4 9375.AUTOMÓVEIS E REPARAÇÕES S.6 4.4 3754.R.º TRAB.A.5 33528.1 16768.E.SOC. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMUNICAÇÕES CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA FARMAÊUTICA COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS INDÚSTRIA AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DA MADEIRA.1 -29191.D.L. 15415.3 62.7 -3.D.0 -1.5 N.2 15688.A. COOP.7 51187.FUNDAÇÕES E GEOTÉCNI.A.5 13.1 N.A.D.5 22.3 50425.1 14457. LABORATÓRIO MEDINFAR S. AMTROL-ALFA .2 -615.1 25.0 -3117. CAP.6 54776.8 17.2 53035. TECNASOL-FGE .9 55381. SACOR MARÍTIMA S.8 12. 55.1 755.5 11.0 15621. PORTLINE S.8 385.9 6.0 7826.8 VAR.SISTEMAS DE ELECTRÓNICA S.0 50046.7 17.3 21.A.0 2415.4 57186. TEKA PORTUGUESA LDA PROLÓGICA . 318. P.D.1 51593.5 N. BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO INDÚSTRIA DA MADEIRA.5 3. 2209.0 3.7 N. MODALFA .A.9 47.7 18.8 392.9 -32.2 50235.7 798.A.5 7.2 58423.5 51749.8 57968.2 55914.9 N.0 6844.9 12994.0 3.9 58668. 9.0 -173880.9 50534. S.0 1651.A.2 56682.VINHOS DE PORTUGAL S.8 -27149.0 2095.2 41899.0 11.2 2072.6 -1.D.0 28840.9 N.A.898 300 548 256 230 156 62 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . MADIBÉRIA LDA METEORO LDA EFACEC . CORTIÇA E MÓVEIS SERVIÇOS DE TRANSPORTES SERVIÇOS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA TÊXTIL. 11.0 4881.4 54636.ª AMORIM .4 54046.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS. EUSÉBIOS & FILHOS S. RADIOTELEVISÃO PORTUGUESA S. DILOP .METALOMECÂNICA S. 5538.0 12381. GRUPO ANTOLIN LUSITANIA S.A.C. DE CONSTRUÇÕES H.9 3647. POSTLOG .A.1 54706.0 969.D. POSTAIS E LOGÍSTICA S.3 -67.L. 12.5 44700.A.2 56603. BACARDI .8 53758.C.0 -14.AÇOS E INDÚSTRIAS S.4 59555.3 34500.2 56335.A.43 470 470 464 1.5 43006.4 28.4 -5. HAGEN S.4 0.5 54209.7 53225.A.1 17. % 12. CLASS.0 10864. SOC.A.A.D.0 -293.7 51025.5 57468. 2001 2000 301 302 303 304 305 306 307 308 309 310 311 312 313 314 315 316 317 318 319 320 321 322 323 324 325 326 327 328 329 330 331 332 333 334 335 336 337 338 339 340 341 342 343 344 345 346 347 348 349 350 348 — 335 378 333 — 328 331 295 — — 380 387 377 327 431 — — 391 317 312 399 — — 366 — 384 — — 464 398 340 440 291 — 352 404 422 402 460 381 430 — — 243 — 289 408 — 405 EMPRESA ETERMAR S.5 4574.3 13.4 50251.9 2513.2 7.0 -15. CONSTRUÇÕES GABRIEL A.9 N. SORGAL . 7.A.6 7.A.2 3. COUTO S. MANUEL MARQUES DOS SANTOS CAVACO S.1 9.2 9801.6 N.1 34. ELECTRICIDADE DOS AÇORES S.5 1.8 9659.A.0 8458. GASPE LDA MAHLE .COMÉRCIO E SERVIÇOS S.1 N. 22389.4 50142. 1384. SECTOR CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS ELECTRICIDADE. PATINTER LDA GRUDISUL LDA ENTREPOSTO MÁQUINAS S.6 1971.9 50659.5 53044. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO AUTOMÓVEL SERVIÇOS DE TRANSPORTES INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.9 307.A.5 53979.8 58736. POLIFACE S. DO VESTUÁRIO E DO COURO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA COMÉRCIO AUTOMÓVEL SERVIÇOS INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS SERVIÇOS DE TRANSPORTES CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS MEDIA INDÚSTRIA AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DA MADEIRA.3 8665.1 1859.2 324.0 4965.A.3 34.R.8 -0. S.8 569.2 4697.A.0 32.9 4001.7 56480.A. 19.7 RESULTADOS LÍQUIDOS 901.0 8.3 58036.PRODUTOS ALIMENTARES S. 2465.C.0 N.SISTEMAS INFORMÁTICOS S.1 12.SERV.5 21318. ALIM.D. 3199. 11.0 N.D.8 -43031.6 11.D.6 9.7 N. DE ÓLEOS E RAÇÕES S.L.D.4 37.7 10681.0 16188.3 50477.D.3 19366.0 23.2 250. CORTIÇA E MÓVEIS INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO SERVIÇOS DE TRANSPORTES SERVIÇOS DE TRANSPORTES COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.0 3. J.7 53462. ÁGUA E GÁS COMÉRCIO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO. AVELINO.D.4 13.7 59714. ABAST.5 57378.0 17295.7 9415.7 -21.0 51156. PARA ANIMAIS C.7 27.1 855.A.0 23.7 4.4 N. 400 297 803 55 151 460 151 105 207 46 320 44 540 39 202 140 162 930 210 329 305 180 180 300 363 263 55 464 37 587 226 82 617 311 42 429 160 1 438 400 2.4 58.0 15.4 -4.C. RAMADA . ENSUL . 12.6 53318. IND.A.8 11.A.6 5.0 4120.E. SÁ COUTO LDA F. PRÓPRIO % 6.A.5 19.7 6793. 16.1 -15.2 4.9 1. CEREAL ASSOCIADOS PORTUGAL A. FARINHA & AGRELA LDA LACTICOOP U.6 38.0 10.7 54020.REVESTIMENTOS S.9 N.8 9.0 52681.7 13.A. N. GESPOST LDA PORTUGAL TELECOM INOVAÇÃO S.8 3357. CORTIÇA E MÓVEIS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO VENDAS 60063. AGRÍCOLA DE BARCELOS C.2 741.0 20651.3 4311.4 534.D. NACIONAL S.COMPONENTES DE MOTORES.R.A.6 26.6 CAPITAL PRÓPRIO 13507.2 10.7 16.1 4916.D. DE TRANSPORTES COLECTIVOS DO S.0 2666.2 1007.2 32.8 17.0 -109206.8 57167.6 50542.9 534.A.7 241.EMPREENDIMENTOS NORTE SUL S.A.0 50198. ALISUPER S.3 RENT.6 55989.3 57476.MARTINI PORTUGAL LDA SOMELOS .9 11. VIATEL S.9 8877. SAINT-GOBAIN SEKURIT PORTUGAL S.TECIDOS S.D. VESAUTO .0 25488.4 N.0 1714.7 8.1 N.4 17.1 50.0 59062. LEGRAND ELÉCTRICA S.7 23.0 50577.3 9.3 2.4 -6.8 11164.0 1948.9 -3.8 9.6 N. UNIBETÃO LDA SOGRAPE .6 0.A.9 7.1 28.0 N.A. COOP.0 N. SOC.3 52976. 2737.A. S.

76. DO VESTUÁRIO E DO COURO INDÚSTRIA DA MADEIRA.7 10529.D.A. SELECT . 411.8 -8. CAP.1 37.A.3 49253.CONSTRUÇÕES S.0 7941.8 10582.4 48894.D.2 46238.7 -10. CLASS.6 2571.2 49133.7 53723.1 32. LASSEN TRANSITÁRIOS LDA GEFCO (PORTUGAL) .1 -3. -4190.0 5017. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO FARMACÊUTICO INDÚSTRIA DA MADEIRA.A.RADIOTELEVISÃO COMERCIAL LDA V.3 23.0 N.8 -1563.0 N.D.9 48010.1 18.7 N.7 47663.7 15. MARTIFER LDA COTESI .5 13.2 -4.D.6 65. 424 7 123 546 68 356 320 1. CORTIÇA E MÓVEIS SERVIÇOS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS SERVIÇOS COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.1 166.0 -3.7 106206.L.9 936.9 3252.A.9 45889.SOC.5 23176.8 9429. EUROPCAR INTERNACIONAL LDA SISTEMAS MC DONALD’S PORTUGAL LDA MOTIVO S.1 10.2 11.9 681. N.A.3 47872.A.6 N. CONTINENTAL LEMMERZ (PORTUGAL) LDA FOSFOREIRA PORTUGUESA S. MOCAR S.L.5 45631.5 -3.A.0 2.7 14726. ASSIMEC S.6 -5.5 3.6 46462.A.6 N.A. FDO .7 VAR.0 N.A.9 -1.7 5623. 6104.6 N.3 48503.0 34.8 47578.2 0.0 18729. ÁGUA E GÁS INDÚSTRIA QUÍMICA INDÚSTRIA QUÍMICA INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS SERVIÇOS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS SERVIÇOS MEDIA COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA CELULOSE.1 2.6 59.6 RESULTADOS LÍQUIDOS -5150.3 -2.2 -11336.6 0.0 7126. RTC .A.6 -5. 2.4 27467.1 2518.5 6.9 49764.9 18866.0 -839.0 48637.A.5 44849.3 5.3 7443. .5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS. FERSEQUE S.THOMAZ DOS SANTOS S.0 50005. CORTIÇA E MÓVEIS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.2 28.1 3662.1 48564.A.5 4539.SISTEMAS DE INFORMAÇÃO S.0 45733.S.8 47662. CINCA S.4 46852.1 -49.0 59.0 6843.3 5873.6 2043.8 48865.9 37335. PAPEL E ARTES GRÁFICAS SERVIÇOS ELECTRICIDADE. 16166. ÁLVARO COELHO & IRMÃOS LDA TÊXTIL MANUEL GONÇALVES S. VIDREIRA DO MONDEGO S. B.6 9.0 45993.0 46972.3 4.7 N. CORTIÇA E MÓVEIS INDÚSTRIA TÊXTIL.3 N.A.5 3.1 6.7 23140.6 -14.0 1351.1 9.2 -480.3 15.0 27.7 325.7 7.0 1948.2 49888.A.8 -244.7 21.0 4469.8 0. PORTGÁS S.R.5 2.0 4.6 637.0 340. SECTOR INDÚSTRIA DA MADEIRA. PT .P.TRANSITÁRIOS LDA SONICEL S.8 0.5 56. PRESSELIVRE S.0 44658.0 921. % -31. ESTABELECIMENTOS J.9 369.2 -18.4 44885.R.A.4 45755.CONSERVAS DE CARNE LDA PORTUCEL TEJO S.4 -49.D.4 5.2 -40.4 4858.C.3 1.2 4.A. NEW HOLLAND PORTUGAL LDA SAPJU .INDÚSTRIA S.9 0.0 12145.0 3098.º TRAB.6 1835.9 40. -2. CORTIÇA E MÓVEIS COMÉRCIO AUTOMÓVEL SERVIÇOS SERVIÇOS COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS COMÉRCIO MEDIA INDÚSTRIA CELULOSE.0 0.D.A.0 171.5 48173.0 6801.1 49882. CORTIÇA E MÓVEIS VENDAS 50027.2 36.4 7. LUSITÂNIAGÁS .2 47169.4 49923.4 5627.6 2.8 45378.7 16.5 7.5 RENT.0 48230. N. 15.2 37.3 46357. 1.D.A.4 -4384.2 N.6 20.0 19274.D.0 -9.A.2 15. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA CELULOSE.Cª DE TÊXTEIS SINTÉTICOS S. ÁGUA E GÁS INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.7 6.D.6 417. GRUPO GEL S.A.A.0 270.5 46979.6 22026.D.8 14855.47 107 19 88 254 100 147 242 14 333 22 10 346 77 306 82 297 159 271 550 102 60 105 183 241 64 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . PAPEL E ARTES GRÁFICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA TÊXTIL.0 N. -28.A. MOVELPARTES S. S.3 47212.9 -6.4 25.0 7255.ª THYSSEN ELEVATEC S. T.9 6932.A. MAZDA MOTOR DE PORTUGAL LDA Cª DE CELULOSE DO CAIMA S.9 46156.0 3018.5 192.5 13.3 7.3 23. LISGRÁFICA S.S.D. B.0 13459.3 5.D.0 4123.6 49629.9 48267.9 N.7 -0.0 11.5 14424. -1368.8 27.9 N.RECURSOS HUMANOS LDA UNICOL U.4 27.7 46649.7 6. N. A LUTA C.3 6.3 46614.Cª DE GÁS DO CENTRO S.1 3. TURISMO CRUZEIRO LDA TEMPUS INTERNACIONAL LDA SODICENTRO LDA GLAXO WELLCOME FARMACÊUTICA LDA SARDINHA & LEITE S. 45. SOJORNAL S.D.5 24589. BRAUN MEDICAL LDA INDÚSTRIAS JOMAR S.0 16382.4 658.128 75 150 16 230 150 1.8 44.0 2312.A.0 1482.6 CAPITAL PRÓPRIO 20348.0 47619.5 1671.C.5 14.6 33.A.2 46706. 2001 2000 351 352 353 354 355 356 357 358 359 360 361 362 363 364 365 366 367 368 369 370 371 372 373 374 375 376 377 378 379 380 381 382 383 384 385 386 387 388 389 390 391 392 393 394 395 396 397 398 399 400 253 415 449 349 222 — 396 — 428 406 — 346 409 347 — — 401 — 375 388 400 389 350 — — 365 — 450 453 420 — 411 — 421 437 — 329 — — 463 — 359 390 — 485 — 479 441 236 393 EMPRESA CORTICEIRA AMORIM . 52757. FERNANDES S. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO AUTOMÓVEL AGRICULTURA E PECUÁRIA INDÚSTRIA DA MADEIRA.9 45089.2 48475.3 25537.7 52.A.A.0 46.1 45675.9 49097.161 110 210 156 105 95 631 191 241 530 139 224 1. FRIEDRICH GROHE PORTUGAL LDA LOURINHO .D. DO VESTUÁRIO E DO COURO ELECTRICIDADE.6 1.0 6760.0 3102.7 25.D.4 414.5 46547.2 2244.M.5 12.0 1030.9 5.A.9 N.9 45535. PRÓPRIO % -25.4 -36. FAPRICELA S. PAPEL E ARTES GRÁFICAS COMÉRCIO INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA SERVIÇOS COMÉRCIO COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA FARMAÊUTICA INDÚSTRIA DA MADEIRA.7 48607.4 -10.5 44893. AGRO-PECUÁRIA S.0 -9.0 46470.8 34.

0 1501.9 1.9 8373. 174.4 N.0 42097.2 44071. PRÓPRIO % 26. BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA COMÉRCIO COMÉRCIO INDÚSTRIA TÊXTIL.7 9236.3 100.5 N.7 12.3 13.9 164.5 -3.0 39254.A.0 39254. EDS .7 -10.R.4 7.0 N.0 8702.6 -3.4 10.3 6.0 3824.1 26.8 475.A. PROMOR S.0 8.0 10909.2 42059.5 11922.1 N.2 41318.A.0 43091.9 20.6 43217.0 5932. 329. BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA AUTOMÓVEL COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO AGRICULTURA E PECUÁRIA COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DA MADEIRA.PORTUGAL LDA SCHERING LUSITANA LDA FARSANA PORTUGAL . FONTES S.0 N.3 17014.9 1. N.0 N.D.6 10.7 -14.9 10.8 44333.0 13.6 41554.3 20030.7 3410.A.9 61701.0 85132.COMÉRCIO DE FIOS LDA INTERAVES .4 2.6 26.4 21180. PRONICOL S. FUJIFILM PORTUGAL LDA MUNDOTÊXTIL LDA LUSOPONTE S.7 3.1 15.3 43199. SECTOR COMÉRCIO COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMÉRCIO COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.9 -6.1 7995.8 41967.7 44379. CLASS.2 42920.8 319.0 186. CLC .A.9 1198.0 2644.LOGISTICA INTEGRADA S.A.A. 820. BP LUBS COMPANHIA DE LUBRIFICANTES LDA LA REDOUTE PORTUGAL S.5 3. 214.7 67554.5 -2.5 3. 3.A. PETROIBÉRICA S.8 28.A.HYGIENE PRODUCTS LDA SOMAFEL S.0 5428.5 42677.A.6 30.CAMIÕES.0 188. E INDÚSTRIA S.5 41052. CORTIÇA E MÓVEIS INDÚSTRIA TÊXTIL. HYDRO ALUMÍNIO PORTALEX S.0 RENT. 77.0 17384.4 7. ATLAS COPCO DE PORTUGAL LDA MARQUES LDA MANUEL TEIXEIRA & Cª LDA JEFAR .0 -27.0 42395. FUJITSU SERVICES LDA MUNDIFIOS .8 -21.8 1850.INDÚSTRIA DE CALÇADO S. AGRO-PECUÁRIA S. 724.0 43900.134 400 170 80 214 559 21 11 45 68 389 514 40 340 97 330 128 196 30 59 125 190 850 130 141 140 54 150 21 264 141 590 96 560 274 210 161 66 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .8 346.D. DO VESTUÁRIO E DO COURO SERVIÇOS COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.2 42858.8 40754.6 17.UNIPESSOAL LDA CAM .0 40286. 905.3 5074.9 42795.6 571.0 N.4 41095.0 146.5 -9.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS.4 -81.4 5. 9204.7 44174. PULL & BEAR (PORTUGAL) .0 6995.9 13752.A. PAPEL E ARTES GRÁFICAS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO VENDAS 44609.A.A. 72.D.A.5 5610.9 6.0 2205.5 -26.8 43921.0 3798. 53 85 345 84 222 22 75 196 61 156 33 67 40 3.D.3 40674.A.A.4 5.D. 3.1 1895.9 VAR.0 41099.3 42509.ELECTRODOMÉSTICOS LDA A.4 13. 5. RODRIGUES CORREIA LOPES LDA ELECTROMECÂNICA PORTUGUESA PREH LDA PAULO DE OLIVEIRA LDA CASTELO BRANCO SCA .0 22280.6 44264.8 22.0 14.1 22.5 35.1 27.D. 1852.D.DISTRIBUIÇÃO S.7 43174. 702. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA TÊXTIL.4 9.2 181.7 43414. ELECTROLUX LDA A.0 5523. N.A.0 42600.6 42013.D.9 10.6 1.2 20065.6 41456.D.1 34. HONDA MOTOR DE PORTUGAL S.7 5.8 3135.D. 9.0 N. Cª DO PAPEL DO PRADO S.9 N. SOC.5 5.5 RESULTADOS LÍQUIDOS 3032. RÓTOR S.1 9. PORTO EDITORA LDA YAMAHA MOTOR PORTUGAL LDA BRIDGESTONE FIRESTONE PORTUGUESA LDA DAGC LDA VEDIOR PSICOEMPREGO LDA SCHINDLER S.7 N.3 7277.D.5 32.A.3 40536.3 17.6 25.A.5 -8.5 8.A.5 42269. EMPRESA MADEIRENSE DE TABACOS S. SUNVIAUTO S.5 8.9 -6.7 6.3 5.0 11067.A.9 43125. LUSOCERAMS.0 161.3 2511.D.4 9.4 -11.7 N.4 -1152.0 9.6 44255. COOP.0 10445.0 40968.2 21.0 N.6 -12.8 41957.3 -67. SOGRAPE .0 44822.7 9.A.2 42174.2 44471.COM.A.3 1683.0 11144.1 40899.D.A.6 30.2 1712.8 26.0 4405.D.8 17.0 15040.6 -4. CAP. AGRÍCOLA DE VILA DO CONDE C. EXPEDIS .º TRAB. AUTOM.9 N. 2001 2000 401 402 403 404 405 406 407 408 409 410 411 412 413 414 415 416 417 418 419 420 421 422 423 424 425 426 427 428 429 430 431 432 433 434 435 436 437 438 439 440 441 442 443 444 445 446 447 448 449 450 — — 392 — 394 458 — 356 459 443 416 457 — — 436 379 434 448 466 278 — — 417 — — — 313 470 — 481 465 483 468 — 321 — — 382 487 414 — 472 — 475 — 426 — — 439 486 EMPRESA GOODYEAR PORTUGUESA .1 17. DO VESTUÁRIO E DO COURO INDÚSTRIA CELULOSE.3 4.D.6 N.0 2494.3 43106.6 -6.7 -35.L.0 5260.0 4286.0 7172.5 1105.2 29889.3 22.0 11776. CASTELIMO S. BEBIDAS E TABACO MEDIA COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.2 N. ARROZEIRAS MUNDIARROZ S.2 3.9 43311.D.9 254.7 2793.A.CONFECÇÕES LDA DAI S.3 40796.7 -0.2 12.3 15681.0 5243.6 43613.7 5191.2 43215.6 43208.D.D. % 1.0 1609.6 186. DO VESTUÁRIO E DO COURO COMÉRCIO FARMACÊUTICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO AUTOMÓVEL SERVIÇOS COMÉRCIO FARMACÊUTICO COMÉRCIO FARMACÊUTICO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO. 1.0 CAPITAL PRÓPRIO 11470. AUTO VISTULA S. RÁDIO POPULAR .Cª LOGÍSTICA DE COMBUSTÍVEIS S.0 3800.5 44358.0 1939.3 44289.7 2165.A.0 N.1 15205.0 7144.3 1244.0 N.0 54.0 -1804.0 55194.0 24581.0 32.0 10686.SOC.8 -3452. E MOTORES S.1 42459.

D.9 -42. SOC.0 290.0 5.0 5178.A.8 13.0 2688.0 6774. N.4 N. N.1 12.0 39282.0 CAPITAL PRÓPRIO 6004. DO VESTUÁRIO E DO COURO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.1 9.A.5 38516. T.8 N.5 321.0 6021.2 2313.0 3951. RICARDO GALLO .A.2 8.A. MOTOROLA PORTUGAL LDA DAN CAKE (PORTUGAL) S.D.D.7 36710.6 8.7 16.8 30.5 N.M.0 5469.5 N.3 3320.4 -16.0 -85.0 9. AMBAR (AMÉRICO BARBOSA) S.D. VICAIMA S. SECTOR COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.0 699.2 16.2 37574.A.1 3.CABOS PARA AUTOMÓVEIS S. FARIA & Cª S.9 15.A.0 40146.0 84.0 N.3 -172.5 -6.D.0 8191. CARPAN C.7 2.4 18617.1 39880. SOCITREL .0 978.D.1 2.D. BEBIDAS E TABACO MEDIA INDÚSTRIA QUÍMICA INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA COMÉRCIO COMÉRCIO INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA TÊXTIL.S.2 9659. 43. INDÚSTRIA TÊXTIL DO AVE S. ITALCO .9 24.A.RIBEIRÃO CONFECÇÕES TÊXTEIS S.5 7855.8 -19.7 1. 4.8 -8.4 36985. 0.3 N.9 7.4 8811. S.A.A.1 36088. BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS COMÉRCIO INDÚSTRIA DA MADEIRA.0 -194. GELPEIXE .3 N.7 36304.7 -9.0 9.0 2094.0 N.4 N. AUTOMERCANTIL LDA EXTRUSAL .2 36326.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS.0 N.0 -1444. CLASS.A.0 6808.7 37495.7 36329.7 37409.0 971. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA QUÍMICA VENDAS 40381.8 37455. & J.CONFECÇÕES TÊXTEIS S.1 40352. CORTIÇA E MÓVEIS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA TÊXTIL.T.0 6500.1 -4.MODA ITALIANA LDA CONSTANTINOS LDA CÍRCULO DE LEITORES S.0 42905.2 36274. 492. RICON .0 -18. S.9 37282. N.0 1800. JUSTINO DAS NEVES S.2 37550.0 8.0 N.2 38143.0 460. SOMAGUE ENGENHARIA . 230 262 146 230 330 61 804 1. N.A.A.VIDRO DE EMBALAGEM S. CAP.A.0 2.9 8.6 18. PRÓPRIO % 19. 3.8 21.0 N.0 2295.2 19.A.8 13. ABAR S. CONFIAUTO S.6 -3384.9 40306.P.4 37994.9 2.A.A.6 113.A.0 168.9 15.SOC. UNIMADEIRAS S.3 -10.1 37215.0 28928. 6683.6 -2.3 -4.5 17.0 2.1 -6.7 6770. % 12.3 55 293 177 1.0 16422.5 9.D. N.A.0 205. DO VESTUÁRIO E DO COURO COMÉRCIO AUTOMÓVEL MEDIA SERVIÇOS COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA TÊXTIL.D.6 38968. 3518.0 37889.0 15. NEOPLÁSTICA S.0 -6.1 39307.0 36059.A.0 32.7 40078. PAPEL E ARTES GRÁFICAS INDÚSTRIA TÊXTIL. 12.6 RESULTADOS LÍQUIDOS 1170.L. 654.0 10793.0 15452.A.9 33.6 7890.2 36541.0 N.A.0 162000.Cª PORT.R.2 N.7 2140. STOHR PORTUGAL LDA TV CABO S.0 857.A.963 10 200 92 180 130 68 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . LACTICÍNIOS VIGOR S.8 2. DO VESTUÁRIO E DO COURO SERVIÇOS INDÚSTRIA QUÍMICA INDÚSTRIA TÊXTIL.0 1335.0 492. RIBEIRO.7 178.0 8370.2 12.1 2.5 23.A.1 11.0 N. DOMINGOS DA SILVA TEIXEIRA S.4 -7.0 37602.0 1532.0 1422.A.9 15011. BROWNING VIANA S.0 38604.8 37164.2 10.A.1 37665.0 31877.2 -11.A. DO VESTUÁRIO E DO COURO INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO. J. DO VESTUÁRIO E DO COURO COMUNICAÇÕES INDÚSTRIA TÊXTIL. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA CELULOSE.A.7 38814.MADEIRA S.A. DE REPRESENTAÇÕES S.A. C.2 1.A. TRIUNFO INTERNACIONAL LDA ITAU S.0 124.7 38069.A.7 39247.3 25. DO VESTUÁRIO E DO COURO SERVIÇOS COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA TÊXTIL.8 37379.0 164.A. CONFETIL .D.0 3040.3 -10. 2873.0 -9. S.4 39062.D.0 7809.D.0 7.A.0 36696.5 -20.A. DO VESTUÁRIO E DO COURO SERVIÇOS INDÚSTRIA QUÍMICA SERVIÇOS DE TRANSPORTES COMÉRCIO COMÉRCIO FARMACÊUTICO COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.M.D.0 RENT. IND. DO VESTUÁRIO E DO COURO INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA TÊXTIL.9 40080.D.6 -0.4 2. MERCK FARMA E QUÍMICA S.DISTRIBUIÇÃO S. 17.8 11.º TRAB. 2346.D.D.D.0 7526.0 37124.1 38716.4 36698.D.0 -4. GASIN . GAMOBAR .2 36236.D. N.9 0. DIÁRIO DE NOTÍCIAS S.7 131.D.0 -545.2 13.3 4564.2 15068. DA ÁGUA DO LUSO S.1 14. IRMÃOS VILA NOVA LDA AVILUDO S.9 40124.0 45981. ADMINISTRAÇÃO DO DE ALBERPLÁS .0 11114.D. CLARK .FÁBRICA DE CALÇADO LDA ARTHUR ANDERSEN S.1 12.0 562731.7 19.9 21. CABELAUTO .GASES INDUSTRIAIS S.7 21.0 8846.8 11146.0 37796. 21231. 2001 2000 451 452 453 454 455 456 457 458 459 460 461 462 463 464 465 466 467 468 469 470 471 472 473 474 475 476 477 478 479 480 481 482 483 484 485 486 487 488 489 490 491 492 493 494 495 496 497 498 499 500 — 497 — — 493 — 433 — 385 432 — — — — — — 489 — — — 435 — — 491 — — 444 — — — — 413 — — 476 — 462 — — 480 — — — — — — 473 455 — 452 EMPRESA CAETANO & MONT`ALVERNE S. AMARAL & FILHOS .5 VAR.0 37328.0 38120.FIAÇÃO DE LÃ E MISTOS S.A.0 -4. VILA GALÉ S.0 637.5 321. DE TREFILARIA S.D.A.6 27.4 20.0 13267.6 706.0 29111. DE EXTRUSÃO S.0 37156.INDÚSTRIA DE PLÁSTICOS LDA METROPOLITANO DE E.SOC.0 1080.0 124899.0 -568.4 14. 5.9 40197. TINTAS DYRUP S. N.0 2.0 10014.9 N.ALIMENTOS CONGELADOS S.4 36155.0 9393.0 8. GRAÇAFIL .8 3.A.055 306 257 300 171 120 1 38 650 295 582 208 600 145 99 416 900 70 515 350 320 423 44 180 94 168 33 7 395 144 160 390 73 1.0 -15.0 14761.4 1.6 -18.2 -10.A. 2562.

CONFECÇÕES TÊXTEIS S.R. DOS FARMACÊUTICOS DO NORTE C.A.A. FARINHA & AGRELA LDA — FUNCHAL 306 AVENTIS PHARMA LDA — LISBOA 136 AVILUDO .A.COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS E SERVIÇOS S. — VISEU 39 CLC . — PONTA DELGADA 467 AMBAR (AMÉRICO BARBOSA) .FARMACÊUTICA PORTUGUESA LDA — LISBOA 199 BROWNING VIANA .INDÚSTRIA DE PLÁSTICOS LDA — AVEIRO 494 ALBERTO MARTINS DE MESQUITA & FILHOS S. PRODUTOS INFORMÁTICOS S.SISTEMAS DE ELECTRÓNICA S. FERNANDES S. — LISBOA 171 ETERMAR .A. — LISBOA 98 CONTACTO .INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS S.A.ENERGIA S. — PORTO 274 CODIFAR . — PORTO 402 C.A. — PORTO 177 BACARDI .COMÉRCIO DE EQUIPAMENTO AGRÍCOLA E INDUSTRIAL S.A.DISTRIBUIDORA DE BEBIDAS LDA — SETUBAL 125 DIÁRIO DE NOTÍCIAS S.A. — LISBOA 186 C. — LISBOA 89 CONSTRUTORA DO LENA S.A. — AVEIRO 336 FÁBRICA TÊXTIL RIOPELE S. — LISBOA 160 BENCKISER PORTUGAL LDA — LISBOA 220 BENTO PEDROSO CONSTRUÇÕES S.A.A.A.VEÍCULOS E PEÇAS S.A.A S 5 0 0 M A I O R E S D E A A Z Nome da empresa Classificação nas 500 Nome da empresa Classificação nas 500 Nome da empresa Classificação nas 500 A A LUTA .A. — COIMBRA 111 CASTELIMO .Cª PORTUGUESA DE COMPUTADORES.A.A.SOC.R.COOP. — BRAGA 57 COOP.A.ORGANIZAÇÃO NOGUEIRA DA SILVA S.A. — LISBOA 304 COOP.FÁBRICA DE CALÇADO LDA — AVEIRO C.BETÃO PRONTO S. BRAUN MEDICAL LDA — LISBOA 353 B. DE COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS E REPRESENTAÇÕES LDA — PORTO 201 FERPINTA .L.A. DE EXPLORAÇÃO DE CENTROS COMERCIAIS S. — PORTO 289 EMPRESA MADEIRENSE DE TABACOS S.H. SILVA & SILVA S. ABASTECEDORA DOS RETALHISTAS DE PRODUTOS ALIMENTARES DO NORTE C.A. — LISBOA 205 ALBERPLÁS .L. AGRÍCOLA DE BARCELOS C.A. DE CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO S. A.AÇÚCARES S.SOC. — PORTO 281 ALCÂNTARA REFINARIAS . B.Cª PORTUGUESA DE PRODUÇÃO DE ELECTRICIDADE S.A.DISTRIBUIÇÃO DE BEBIDAS E ALIMENTAÇÃO S.E.A. — LISBOA 138 Cª PORTUGUESA DE HIPERMERCADOS S.DISTRIBUIDORA DE ARTIGOS DE GRANDE CONSUMO DE LISBOA LDA — LISBOA 413 DAI .L.ABASTECEDORA CENTRAL DE PRODUTOS PARA A PECUÁRIA S. AUTOMÓVEIS E MOTORES S. — LISBOA 432 EXTRUSAL . — PORTO 158 CORTICEIRA AMORIM .INDÚSTRIAS DE TUBOS DE AÇO DE FERNANDO PINHO TEIXEIRA S. — LISBOA 126 ALCATEL PORTUGAL S. — LISBOA 433 CMP .A. — SETUBAL 488 ABBOTT LABORATÓRIOS LDA — LISBOA 254 ABRIL CONTROLJORNAL . — SETUBAL 46 BOTELHO & RODRIGUES LDA — LISBOA 152 BP LUBS COMPANHIA DE LUBRIFICANTES LDA — LISBOA 404 BP PORTUGUESA S.R.LOGISTICA INTEGRADA S.METALOMECÂNICA S.SOC. — LISBOA 242 CIMPOR .Cª DE TÊXTEIS SINTÉTICOS S. — LISBOA 60 AVELINO.A.R.A. — LISBOA 78 Cª CARRIS DE FERRO DE LISBOA S.PRODUTOS QUÍMICOS S.INDÚSTRIA DE TREFILARIA S. — AVEIRO 370 CÍRCULO DE LEITORES S. DE IMPORTAÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS DE BORRACHA LDA — LISBOA 412 BRISA .FÁBRICA DE ARMAS E ARTIGOS DE DESPORTO S.IMÓVEIS E CONSTRUÇÕES DE A.L.ª — COIMBRA 394 FARBEIRA .A. — PORTO 287 CIMPOMÓVEL . AGRÍCOLA DE VILA DO CONDE C.A.ALUGUER DE AUTOMÓVEIS LDA — LISBOA 357 EUSÉBIOS & FILHOS S. — LISBOA 215 EMPREITEIROS CASAIS DE ANTÓNIO FERNANDES DA SILVA S. — PORTO 376 CPCDI .A. — PORTO 474 AMORIM .A. — LISBOA 14 Cª PORTUGUESA RÁDIO MARCONI S.M.A. DE DESENVOLVIMENTO AGRO INDUSTRIAL S.CABOS PARA AUTOMÓVEIS S. — LISBOA 477 DILOP .A.SOC.COOP. — LISBOA 70 ESTABELECIMENTOS J.EQUIPAMENTO PARA A INDÚSTRIA AUTOMÓVEL LDA — VIANA DO CASTELO 239 CAETANO & MONT`ALVERNE S. — LISBOA 159 CIMERTEX .A.A. — PORTO 311 ELECTRICIDADE DOS AÇORES S.A.A. — LISBOA 321 DOMINGOS DA SILVA TEIXEIRA S.L.SOC. — BRAGA 162 FAPRICELA . — LISBOA 315 ENTREPOSTO V.A. — PORTO 35 ÁLVARO COELHO & IRMÃOS LDA — AVEIRO 363 ALVES BANDEIRA & Cª LDA — COIMBRA 192 ALVES RIBEIRO LDA — LISBOA 202 AMARAL & FILHOS .PRODUTOS ALIMENTARES S. RAMADA . — LISBOA 180 EPAL .I. — LISBOA 59 COELIMA .A.CONSULTORES DE GESTÃO S.CONSTRUÇÕES PIRES COELHO & FERNANDES S.A. — LISBOA 50 ENSUL .A.ADUBOS DE PORTUGAL S. — PORTO 91 CPPE . — LISBOA 480 DANONE PORTUGAL S. DE FRUTAS S.A.R.L. — AVEIRO 100 BETÃO LIZ S.A.A.A.L. — LISBOA 224 ANTÓNIO DE ALMEIDA & FILHOS LDA — BRAGA 290 ARROZEIRAS MUNDIARROZ S.A. — AVEIRO 434 AUTOEUROPA .A. .M.INDÚSTRIA DE PNEUS S.A. — PONTA DELGADA 303 ELECTROLUX LDA — LISBOA 422 ELECTROMECÂNICA PORTUGUESA PREH LDA — PORTO 424 EMEF .R.A.BEBIDAS E ALIMENTAÇÃO LDA — BRAGA 423 A. S. — BRAGA 181 COFANOR . — AVEIRO 438 A.HIPERMERCADOS S. — FARO 322 ALLIANCE UNICHEM FARMACÊUTICA S. DE FARMACÊUTICOS DO CENTRO C.CORREIOS DE PORTUGAL S.VEÍCULOS PESADOS S. — LISBOA 10 CTT . — LISBOA 338 CIBAL . DE PRODUTOS ALIMENTARES ALGARVE C.A.IMPORTAÇÃO DE AUTOMÓVEIS S.A.A.A.EMPREENDIMENTOS NORTE SUL S. — LISBOA 34 BRISTOL MYERS SQUIBB .A.CABOS ELÉCTRICOS E TELEFÓNICOS S. — LISBOA 131 DAGC . — LISBOA 17 FERNANDO SIMÃO .A. — SETUBAL 334 ENTREPOSTO COMERCIAL .L.A.COMÉRCIO E ALUGUER DE VEÍCULOS AUTOMÓVEIS LDA — LISBOA 459 AUTOMÓVEIS CITROEN S. — FARO 288 ALISUPER .COMPLEXO INDUSTRIAL GRÁFICO S.A.ELECTRONIC DATA SYSTEMS DE PORTUGAL PROCESSAMENTO DE DADOS INFORMÁTICOS LDA — LISBOA 429 EFACEC . — LISBOA 90 ANODIL .A. DISTRIBUIDORA FARMACÊUTICA C.A.A. — PORTO 213 CABLINAL PORTUGUESA . — LEIRIA 166 COCKBURN SMITHES & Cª S.A.SOC. — AVEIRO 460 F F.A. — PORTO 114 COMPAL .COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS S.AEROPORTOS DE PORTUGAL S. . — LISBOA 68 EDIFICADORA LUZ & ALVES LDA — LISBOA 206 EDP DISTRIBUIÇÃO .A.DISTRIBUIÇÃO S.Cª INDUSTRIAL DE CERÂMICA S.A.A.L.INDÚSTRIA DE BETÃO PRONTO S. — PORTO 374 FIAT AUTO PORTUGUESA S.A.A.A.R. — LISBOA 76 Cª INDUSTRIAL DE RESINAS SINTÉTICAS . — LISBOA 485 CITROEN LUSITÂNIA S.R. — COIMBRA 139 AUTO SUECO (COIMBRA) LDA — COIMBRA 155 AUTO SUECO LDA — PORTO 80 AUTO VISTULA .A.A.A.INDÚSTRIA S. — VIANA DO CASTELO 482 C C. — AVEIRO 347 AMTROL-ALFA . — BRAGA 278 CARDOL .ENERGIA MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS ELÉCTRICOS S.COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS S.CIMENTOS MACEIRA E PATAIAS S.Cª PORTUGUESA DE EXTRUSÃO S.FÁBRICA DE VIDROS BARBOSA & ALMEIDA S. CLARK .AUTO ESTRADAS DE PORTUGAL S. FONTES S.A.A.EMPRESA DE MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTO FERROVIÁRIO S. — PORTO 285 CONFETIL .A.A.AÇOS E INDÚSTRIAS S.A. — BRAGA 340 CONSTRUCTORA SAN JOSÉ S. — BRAGA 318 ANA . — PORTO 58 BAYER PORTUGAL S.COMÉRCIO E INDÚSTRIA S. — LISBOA 147 COMPUTER 2000 PORTUGUESA LDA — LISBOA 77 CONDURIL . — LISBOA 448 Cª IBM PORTUGUESA S.EXLPORAÇÃO DE SUPERMERCADOS DO ALGARVE S. . SANTOS . — AVEIRO 351 COTESI .A. — BRAGA 308 COOP. — LISBOA 244 Cª DE CELULOSE DO CAIMA S. — PORTO 465 CONFIAUTO .INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS ALIMENTARES S.A.A. & J.A. — LISBOA 203 BICC CELCAT .Cª LOGÍSTICA DE COMBUSTÍVEIS S.A.PRODUTOS FARMACÊUTICOS LDA — LISBOA 173 AUTO INDUSTRIAL S. — LISBOA 9 BRIDGESTONE FIRESTONE PORTUGUESA .A.A.A. — LISBOA 259 CASCA .SOC. — LEIRIA 117 CONSTRUTORA DO TÂMEGA S.A.A. — LISBOA 360 A. — BRAGA 342 EXPEDIS . — LISBOA 387 Cª DO PAPEL DO PRADO S.EQUIPAMENTOS PARA AUTOMÓVEIS S. — AVEIRO 221 FERSEQUE .PORTUGUESA DE PETRÓLEOS LDA — LISBOA 32 CEREAL ASSOCIADOS PORTUGAL A.LISBOA 19 D D. DISTRIBUIÇÃO.SOC.COOP. — LISBOA 294 BLAUPUNKT AUTO-RÁDIO PORTUGAL LDA — BRAGA 40 BOREALIS POLÍMEROS S.FÁBRICA DE SAPATOS LDA — AVEIRO190 EDIFER .MARTINI PORTUGAL LDA — LISBOA 332 BAVIERA .L.A.A.A.INDÚSTRIAS TÊXTEIS S.CABOS DE ENERGIA E TELECOMUNICAÇÕES S. — PONTA DELGADA 451 CAMINHOS DE FERRO PORTUGUESES E. — PORTO 121 CONTINENTAL LEMMERZ (PORTUGAL) .DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS 462 70 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . — PORTO 188 EFACEC . — LISBOA 234 EUROPCAR INTERNACIONAL .D. — FUNCHAL 450 EMPRESA PÚBLICA DE URBANIZAÇÃO DE LISBOA — LISBOA 210 ENGIL .A.A. — BRAGA 454 DOW PORTUGAL . — BRAGA 249 EMPRESA DE ELECTRICIDADE DA MADEIRA S. RODRIGUES CORREIA LOPES . EUROPEIA DE RESTAURANTES LDA — LISBOA 133 EUROFRUTAS . — SANTAREM 408 DAIMLERCHYSLER RAIL SYSTEMS (PORTUGAL) S.A. .A. — LISBOA 153 BERTRAND FAURE .A.A.COOP.EDITORA LDA — LISBOA 255 ACCENTURE . — LISBOA 63 FIAT DISTRIBUIDORA DE PORTUGAL LDA — LISBOA 44 FIMA/VG .CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE S. DE CONSTRUÇÕES S. — LISBOA431 FDO .A.COOP.A.A.A.CONSTRUÇÕES S.A.E.A — LISBOA 1 EDS .EMPRESA DE OBRAS TERRESTRES E MARÍTIMAS S.R.A. — LISBOA 440 ARTHUR ANDERSEN S.P. — PORTO 476 CONSTANTINOS LDA — LISBOA 484 CONSTRUÇÕES GABRIEL A.EXTRUSÃO E DISTRIBUIÇÃO S. . — FUNCHAL 250 EMPRESA DO JORNAL DE NOTÍCIAS S.L.A. .P. DE COMERCIALIZAÇÃO DE COMBUSTÍVEIS LDA — LISBOA 140 CARPAN . — COIMBRA 256 FARSANA PORTUGAL . — LISBOA 463 ASSIMEC .A. — BRAGA 491 CABELTE . — LISBOA 428 CEPSA .CONSTRUTORA DURIENSE S.A.CIRES S. — FARO 473 B B. — PORTO 172 CINCA . — SETUBAL 301 EUREST (PORTUGAL) . DOS PROPRIETÁRIOS DE FARMÁCIA C. — LISBOA 94 ENTREPOSTO LISBOA .A.VEÍCULOS E MÁQUINAS S. — LISBOA 141 DANZAS LDA — PORTO 275 DIAGEO PORTUGAL .EMPREITEIROS S. .E.A.A. — LISBOA 169 ACORIL .AUTOMÓVEIS LDA — SETÚBAL 4 AUTOMERCANTIL .A.A.COMBUSTÍVEIS S.CAMIÕES. — LISBOA 124 ERICSSON TELECOMUNICAÇÕES LDA — LISBOA 86 ESSO PORTUGUESA S.A. — LISBOA187 CIN .Cª PRODUTORA DE CONSERVAS ALIMENTARES S. COUTO S. ABASTECEDORA DE PRODUTOS ALIMENTARES DO CONCELHO DE CASCAIS C.A. — LISBOA 198 BETECNA .INDÚSTRIA DE CIMENTOS S.SOC. — BRAGA 383 FEIRA NOVA . — PORTO 417 COOPROFAR .A.SOC.SOC.A.COMÉRCIO DE VIATURAS LDA — LISBOA 243 ENTREPOSTO MÁQUINAS . .DISTRIBUIÇÃO E LOGÍSTICA PARA A INFORMÁTICA S.A.A. — LISBOA 270 ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE LISBOA — LISBOA 493 AGIP PORTUGAL .A. DE CONSTRUÇÃO CIVIL S.R. ABASTECEDORA DOS INDUSTRIAIS DE ALIMENTOS COMPOSTOS PARA ANIMAIS C.I. — LISBOA 82 CARCLASSE .COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS S. — LISBOA 143 DAN CAKE (PORTUGAL) S. — SETUBAL 384 ASTRA PORTUGUESA . — LISBOA 54 CABELAUTO .REPRESENTAÇÃO EM PORTUGAL — PORTO 279 CONSTRUTORA ABRANTINA S.A. DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS S. DE REVESTIMENTOS S.COOP. — LISBOA 30 CIMPOR BETÃO .COMPONENTES PARA AUTOMÓVEIS LDA — SETUBAL 378 CONTINENTAL MABOR .A. — PORTO 499 CARREFOUR (PORTUGAL) . — LISBOA 393 ESTORIL SOL S.EMPRESA PORTUGUESA DAS ÁGUAS LIVRES S. — AVEIRO 127 E ECCO’LET (PORTUGAL) .A.CONSTRUÇÃO E MANUTENÇÃO ELECTROMECÂNICA S.A.A. — LISBOA 93 ALICOOP .COOP.A.A.A.REVESTIMENTOS S.SOC. — LISBOA 103 ABAR .A. — LISBOA 47 CASA DA SORTE .

A. — PORTO 65 MOTIVO .C.INDÚSTRIA TÊXTIL S.CONSTRUÇÕES METALOMECÂNICAS LDA — VISEU 375 MAZDA MOTOR DE PORTUGAL LDA — LISBOA 386 MECI . — AVEIRO 389 LUSOCERAM .A.A. — LISBOA 33 MERCK FARMA E QUÍMICA S. LDA — LISBOA 441 FUJITSU SIEMENS COMPUTER S.A.A.A. — LISBOA 48 PINGO DOCE .Cª LUSO PNEU LDA — LISBOA 219 MITSUBISHI MOTORS DE PORTUGAL S. — LISBOA 416 I IBEROL .FIAÇÃO DE LÃ E MISTOS S.INDÚSTRIA DE PLÁSTICOS S. — LISBOA 145 MEGAMEIOS .COMÉRCIO E SERVIÇOS S. — LISBOA 129 INDÚSTRIA TÊXTIL DO AVE S.A.R.A.A. — LISBOA 359 MOTOROLA PORTUGAL . — AVEIRO 305 MANUEL NUNES & FERNANDES LDA — LISBOA 102 MANUEL RUI AZINHAIS NABEIRO LDA — PORTALEGRE 146 MANUEL TEIXEIRA & Cª LDA — PORTO 446 MARQUES LDA — PONTA DELGADA 445 MARTIFER .SOC.ª — VIANA DO CASTELO 346 GRUPO GEL .AUTOMÓVEIS S.A.CILAG FARMACÊUTICA LDA — LISBOA 218 JEFAR . — SANTAREM 257 INDÚSTRIAS JOMAR .INDÚSTRIA DE CALÇADO S. — LISBOA 96 MERCAUTO . — LISBOA 178 PARQUE EXPO 98 S. — LISBOA 348 NEOPLÁSTICA .COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS S.HOTELARIA E RESTAURAÇÃO S.A.A. — PONTA DELGADA 148 INSTITUTO LUSO-FÁRMACO LDA — LISBOA 164 INTERAVES .A.COMÉRCIO E INDÚSTRIA DE CAFÉS S.A. — SANTAREM 469 J. — PORTO 365 MUNDIFIOS .Nome da empresa – sede Classificação nas 500 Nome da empresa – sede Classificação nas 500 Nome da empresa – sede Classificação nas 500 ALIMENTARES LDA — LISBOA 56 FISIPE .AUTOMÓVEIS S. — SETUBAL 241 POLIFACE .A.AÇOS PLANOS S.Cª GERAL DE RESTAURANTES E ALIMENTAÇÃO S.MODA ITALIANA LDA — LISBOA 483 ITAU .A. — PORTO 208 IMPRENSA NACIONAL .COMÉRCIO E INDÚSTRIA DE PRODUTOS ALIMENTARES S.A.A.A.EMPRESA DE GASES E DERIVADOS DO PETRÓLEO LDA — PORTO 327 GDL . — LISBOA 373 LISNAVE . — LISBOA 209 FONSECAS .A.SOC. — LISBOA 15 PIONEER TECHNOLOGY PORTUGAL S.A.DISTRIBUIÇÃO CENTRALIZADA S.SOC.SOC.FÁBRICA DE COMPONENTES PARA O AUTOMÓVEL LDA — VISEU 195 HYDRO ALUMÍNIO PORTALEX S. DE PETRÓLEOS IBÉRICO-LATINOS S.A.COMÉRCIO DE TRACTORES E MÁQUINAS AGRÍCOLAS LDA — LISBOA 361 NOVADELTA . — LISBOA 403 LUSOGRAIN .A.HIPERMERCADOS S.TRANSITÁRIOS LDA — LISBOA 368 GELPEIXE . — LISBOA 81 PATINTER .A. — LISBOA 182 GARCIAS .PRODUTOS FARMACÊUTICOS S.ALIMENTOS CONGELADOS S.A. — LISBOA 339 LEVERELIDA .LOJAS FRANCAS DE PORTUGAL S.A.UNIPESSOAL LDA — LISBOA 401 GRAÇAFIL .A. — LISBOA 130 OLEOCOM .A.A.C.A.A.A.A.ELECTRODOMÉSTICOS S.A.Cª DE GÁS DO CENTRO S. — PORTO 156 MADIBÉRIA .PUBLICIDADE E MEIOS A. — PORTO 486 GASPE .Cª INDUSTRIAL DE TRANSFORMAÇÃO DE CEREAIS S. — LISBOA 471 LACTICOOP .DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS DE LIMPEZA E HIGIENE PESSOAL LDA — LISBOA 74 LFP . — BRAGA 492 INDÚSTRIAS DE ALIMENTAÇÃO IDAL LDA — SANTAREM 235 INDÚSTRIAS DE CARNES NOBRE S. — LISBOA 379 FRIEDRICH GROHE PORTUGAL . — PORTO 6 MODIS .COMÉRCIO E REPRESENTAÇÕES S.A.A.SOC. — PORTO 265 MOTA & Cª S.PETROGAL S.PETRÓLEOS E INVESTIMENTOS S. — PORTO 500 NESTLÉ PORTUGAL S.A. — SETUBAL 226 MÉDIA PLANNING PUBLICIDADE S.E. — PORTO 271 PORTGÁS .ACTIVIDADES PUBLICITÁRIAS LDA — LISBOA 231 INSCO .OBRAS E CONSTRUÇÕES S.LOGÍSTICA PORTUGAL LDA — BRAGA 237 GRUNDIG .A.A. — LISBOA 204 OCP PORTUGAL . — LISBOA 42 FOSFOREIRA PORTUGUESA S. — LISBOA 326 LABORATÓRIOS PFIZER LDA — SETUBAL 163 LACTICÍNIOS VIGOR S.A.A.COMÉRCIO INTERNACIONAL DE CEREAIS LDA — LISBOA 240 LUSOPONTE .PAVIMENTOS E VIAS S. P.COMPONENTES DE MOTORES.A.A. — LISBOA 37 NEW HOLLAND PORTUGAL .MADEIRAS E DERIVADOS S.A.ASSENTOS DE ESPUMA LDA — PORTALEGRE 185 JOSÉ MACHADO DE ALMEIDA & Cª LDA — PORTO 248 L LA REDOUTE PORTUGAL . — LISBOA 69 MOCAR S.COMPONENTES E SISTEMAS PARA MOBILIÁRIO E CONSTRUÇÃO S. DE PRODUTORES DE LEITE ENTRE DOURO E MONDEGO U.A. — PORTO 498 GARAGEM VICTÓRIA .A.A.A.SISTEMAS DE ELECTRÓNICA LDA — BRAGA 106 GRUPO ANTOLIN LUSITANIA . — LISBOA 83 G GALPGESTE . — PORTO 161 NOVOPCA . — SETUBAL 246 FLORÊNCIO AUGUSTO CHAGAS S.A.INSTITUTO TÉCNICO DE ALIMENTAÇÃO HUMANA S.ARMAZÉNS DE FERRO S. — LISBOA 84 HONDA AUTOMÓVEL DE PORTUGAL S.A.A.PRODUTOS ALIMENTARES S.DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTARES S.A.A. DISTRIBUIDORA DO SUL LDA — FARO 314 GRUNDIG .OBRAS PÚBLICAS E CIMENTO ARMADO S.MONTAGENS ELÉCTRICAS.PRODUTOS FARMACÊUTICOS S.A.DISTRIBUIÇÃO ALIMENTAR S. — AVEIRO 307 LACTOGAL . — SETUBAL 144 LONGA VIDA .A. — LISBOA 88 MONTE & MONTE S. IBÉRICA DE OLEAGINOSAS S. — SETUBAL 53 LEGRAND ELÉCTRICA S. — LISBOA 18 MANUEL MARQUES DOS SANTOS CAVACO S. AGRO-PECUÁRIA S.IMPRESSÃO E ARTES GRÁFICAS S. — PORTO 273 JAIME RIBEIRO & FILHOS S.A.TRANSFORMAÇÃO E COMÉRCIO DE MADEIRAS LDA — VISEU 309 MAHLE .A.A.INSULAR DE HIPERMERCADOS S.A.TELECOMUNICAÇÕES S.GESTÃO E ADMINISTRAÇÃO DE POSTOS DE ABASTECIMENTO LDA — LISBOA 323 GLAXO WELLCOME FARMACÊUTICA LDA — LISBOA 399 GMAC .A. SÁ COUTO LDA — PORTO 335 J.CASA DA MOEDA E.TECNOLOGIAS DE INFORMACAO.PRODUTOS ALIMENTARES LDA — LISBOA 300 PETRIN . — BRAGA 447 JERÓNIMO MARTINS .FIBRAS SINTÉTICAS DE PORTUGAL S. — SETUBAL 420 LUSOSIDER . — LISBOA 366 MODALFA .ESTALEIROS NAVAIS S.COMPONENTES AUTOMOVEL S.INDÚSTRIA AERONÁUTICA DE PORTUGAL S. — PORTO 64 OGMA .VENDAS POR CATÁLOGO S.A. — LISBOA 458 J J. — COIMBRA 328 MAKRO . — LISBOA 299 FORD LUSITANA S.A.CASH & CARRY PORTUGAL S. — LISBOA 253 HONDA MOTOR DE PORTUGAL S.A. — PORTO 354 INICIATIVAS DE MEIOS . DE PRODUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE GÁS S.A.CONFECÇÕES S. — PORTO 7 MONIZ DA MAIA.A.A. DISTRIBUIDORA DE GÁS NATURAL DE LISBOA S.SOC.COMÉRCIO E INDÚSTRIA DE PRODUTOS ALIMENTARES LDA — LISBOA 262 GASIN .L. — LISBOA 264 P PÁGINAS AMARELAS S. — BRAGA 212 LASSEN TRANSITÁRIOS LDA — PORTO 367 LEAR CORPORATION PORTUGAL .DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS DE CONSUMO LDA — LISBOA 245 JOHNSON CONTROLS II . — LISBOA 73 OPCA . — LEIRIA 405 LABORATÓRIO MEDINFAR .A. — LISBOA 142 OPTIMUS .EMPREITEIROS S.P.A.COMÉRCIO DE FIOS LDA — BRAGA 442 MUNDOTÊXTIL .PRODUTOS SIDERÚRGICOS S. — PORTO 238 O OBRECOL . — PORTO 377 PORTLINE . — LISBOA 168 IBERUSA . — SETUBAL 272 GOODYEAR PORTUGUESA .A. — PORTO 107 PETROIBÉRICA . — LISBOA 123 NOVIS TELECOM S.A.A. A.A. — LISBOA 443 IRMÃOS VILA NOVA LDA — BRAGA 472 ITALCO . — LISBOA 2 PEUGEOT PORTUGAL .COMPONENTES SANITÁRIOS LDA — AVEIRO 390 FUJIFILM PORTUGAL LDA — PORTO 418 FUJITSU SERVICES . — PORTO 331 MODELO CONTINENTE . — LISBOA 406 HUF PORTUGUESA . — PORTO 329 PORTELA & Cª S.A.SOC.A. — LISBOA 247 LIDO SOL II . SERRA & FORTUNATO .A.UNIÃO COOP. EXPORTADORA DE TÊXTEIS LDA — BRAGA 419 N NACIONAL .A.INDÚSTRIAS LÁCTEAS S. — PORTO 109 LOURINHO .A.COMPONENTES PARA A INDÚSTRIA DO MOBILIÁRIO S. — LISBOA 453 GERTAL .A.A. — LISBOA 217 NOVARTIS FARMA . — PORTO 211 JANSSEN . — SANTAREM 421 PETRÓLEOS DE PORTUGAL .COMPONENTES PARA AUTOMÓVEIS S.A.METALOMECÂNICA DE REPARAÇÃO E CONSTRUÇÃO DE AUTOMÓVEIS LDA — LISBOA 263 MERCEDES-BENZ PORTUGAL . S.PORTUGUESA DE AUTOMÓVEIS TRANSPORTADORES LDA — VISEU 313 PAULO DE OLIVEIRA LDA — CASTELO BRANCO 425 PAVIA . — PORTO 20 OTIS ELEVADORES S. DE REPRESENTAÇÕES S. — LISBOA 316 .A.COMÉRCIO E ALUGUER DE VEÍCULOS LDA — LISBOA 28 GONVARRI .ª — FUNCHAL 229 LISGRÁFICA .A.A. JUSTINO DAS NEVES S.A.PRODUTOS FARMACÊUTICOS S.A.A. — LISBOA 183 GEFCO (PORTUGAL) . — SETUBAL 128 M MACONDE . — BRAGA 475 GRUDISUL .SISTEMAS DE INFORMÁTICA E DE MEDIDA S. SOARES CORREIA .COMÉRCIO DE OLEAGINOSAS S. — LISBOA 497 MERCK SHARP & DOHME LDA — LISBOA 101 MERLONI . — LISBOA 495 MICHELIN .COMÉRCIO E MOTIVAÇÃO DE MERCADOS S. — SETUBAL 149 METEORO .A.A.GESTÃO DE ÁREAS DE SERVIÇO LDA — LISBOA 62 GAMOBAR .GASES INDUSTRIAIS S.TRANSPORTES MARÍTIMOS INTERNACIONAIS S.CONSTRUTORES ASSOCIADOS S.CONCESSIONÁRIA PARA A TRAVESSIA DO TEJO S. — PORTO 352 H HEWLETT-PACKARD PORTUGAL .EMPREENDIMENTOS CERÂMICOS S.P.SOC. TÉCNICA METALÚRGICA DOS SANTOS LDA — LISBOA 310 METROPOLITANO DE LISBOA E.CONSERVAS DE CARNE LDA — PORTO 391 LUSITÂNIAGÁS . — LISBOA 266 PESCANOVA (PORTUGAL) .COMUNICAÇÕES LDA — LISBOA 479 MOVELPARTES .SOC.A.A. — LISBOA 230 GESPOST .A. — PORTO 22 LAMEIRINHO . CIVIS E INDUSTRIAIS S.A. — LISBOA 41 PHILIPS PORTUGUESA S.

ENGENHARIA E CONSTRUÇÕES S.SOC.A.A. FARIA & Cª S.CELULOSE BEIRA INDUSTRIAL S. — BRAGA 364 THYSSEN ELEVATEC .SOC.CONFECÇÕES LDA — LISBOA 87 72 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .A.MADEIRA S. ATLAS COPCO DE PORTUGAL LDA — LISBOA 444 SOC. DE IMPORTAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMÓVEIS S.SOC. APLICAÇÕES E PRODUTOS INFORMÁTICOS . TÉCNICA DE EQUIPAMENTOS E TRACTORES S. — LISBOA 280 SOGRAPE . — SETUBAL 116 SOPORCEL .A.A. AGRÍCOLA DE PRODUTORES DE LEITE DO CENTRO LITORAL C.EMPRESA GERAL DE OBRAS PÚBLICAS TERRESTRES E MARÍTIMAS S.A.SOLUÇÕES EMPRESARIAIS DE TELECOMUNICAÇÕES E SISTEMAS S.SERVIÇOS E EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA S.IMOBILIÁRIA GESTÃO S.A. — PORTO 225 SONICEL .A. — LISBOA 119 RÁDIO POPULAR .A.VIDROS S.R. — AVEIRO 184 SOMAFEL . — LISBOA 236 PORTUCEL TEJO .A. LUSO BRITÂNICA DE INFORMÁTICA LDA — LISBOA 122 SOLVAY PORTUGAL .CENTRO COMERCIAL DE MATERIAIS S.A. — PORTO 456 TV CABO TEJO S.Cª GERAL DE CAL E CIMENTO S.INDÚSTRIA DE COMPONENTES DE AUTOMÓVEIS S. UNIPESSOAL LDA — LISBOA 291 SAPJU .A.COMÉRCIO DE VEÍCULOS LDA — COIMBRA 398 SOGENAVE .SOC.EMPRESA PRODUTORA DE PAPÉIS INDUSTRIAIS S.S.CONFECÇÕES LDA — LISBOA 407 R RAÇÕES VALOURO S.SOC. DE INVESTIMENTOS TURÍSTICOS DA COSTA VERDE S.A. — LISBOA 337 VIATEL .A.A. — AVEIRO 470 VIDREIRA DO MONDEGO S. — LISBOA 16 SLEM .A.PRODUTORA ENERGÉTICA S. DE COMÉRCIO E REPRESENTAÇÕES S. INDUSTRIAL E COMERCIAL S.UNIÃO DE IMPORTADORES DE MATÉRIAS PRIMAS S.A.A.FARMACÊUTICA QUÍMICA LDA — LISBOA 137 RODOGESTE .A.A. — LISBOA 312 SAINT-GOBAIN SEKURIT PORTUGAL .A. — LISBOA 112 POSTLOG .A.UNIÃO DAS COOPERATIVAS DE LACTICÍNIOS TERCEIRENSE U.A. — LISBOA 151 SONAE TAFIBRA .TÉCNICA DE MONTAGEM LDA — LISBOA WYETH LEDERLE PORTUGAL (FARMA) LDA — LISBOA X XEROX PORTUGAL . — LISBOA 251 SOLVERDE . DE CONSTRUÇÕES SOARES DA COSTA S.VIDRO DE EMBALAGEM S.ELECTRÓNICA PORTUGUESA S.SOC.A. — COIMBRA 380 VILA GALÉ .SERVIÇOS E TECNOLOGIA DE SEGURANÇA S.A. LUSO-ESPANHOLA DE METAIS LDA — SETUBAL 223 SOC. — LISBOA 356 VASP .A.SERVIÇOS POSTAIS E LOGÍSTICA S. — LISBOA 343 TECNIDATA SI .A.P.A. — LEIRIA 490 RICON . DE CONSTRUÇÕES ALBERTO LEAL S. — ANGRA DO HEROISMO 382 UNIFAC .CASH & CARRY S.SOC. TRANSPORTES E DISTRIBUIÇÃO LDA — LISBOA 189 VEDIOR PSICOEMPREGO . HAGEN S. — LISBOA 297 RICARDO GALLO . — LISBOA 66 PULL & BEAR (PORTUGAL) . INDEPENDENTE DE COMUNICAÇÃO S.Í N D I C E Nome da empresa – sede Classificação nas 500 Nome da empresa – sede Classificação nas 500 Nome da empresa – sede Classificação nas 500 PORTO EDITORA LDA — PORTO 410 PORTUCEL .VIDRO AUTOMÓVEL S.M.EMPRESA PRODUTORA DE EMBALAGENS DE CARTÃO S. — LISBOA 415 SCHNEIDER ELECTRIC PORTUGAL .M.SOC. — LISBOA 283 RADIOTELEVISÃO PORTUGUESA S.T.A. — LISBOA 97 UNIBETÃO . — LEIRIA 439 PRONICOL .PRODUÇÃO.SOC. — SETUBAL 478 TABAQUEIRA .A. PORTUGUESA DE PAPEL S.A. PORTUGUESA DE AVIAÇÃO.A.SISTEMAS INFORMÁTICOS S.SOC. DE EMPREITADAS ADRIANO S.A.A. — LISBOA 385 PROFARIN . DE COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS S. DE CONSTRUÇÕES H. — LISBOA 5 RENAULT PORTUGUESA .A. — PORTO 167 SCC . — PORTO 320 SOJORNAL .SOC. GESTORA DO ALTO DO LUMIAR S.A. — LISBOA 11 TRANSPORTES FREITAS LDA — PORTO 134 TRANSPORTES LUÍS SIMÕES S. — LISBOA 296 SOVENA .MEDICAMENTOS S.SOC.TRANSPORTES DE SEGURANÇA LDA — LISBOA 196 PT .A.A.A.A.A.A.S. — PORTO 38 SAMSUNG .SOC. — LISBOA 13 VULCANO .A. — LISBOA 276 U UNIÃO DOS FARMACÊUTICOS DE PORTUGAL C.A.VINHOS DE PORTUGAL S. — FUNCHAL 461 SOMELOS . CENTRAL DE CERVEJAS S.SOC.SOC. — LISBOA 372 SOLBI . DE CONSTRUÇÕES S.L. A.RADIOTELEVISÃO COMERCIAL LDA — LISBOA 355 RUI COSTA E SOUSA & IRMÃO LDA — VISEU 282 S S. DISTRIBUIDORA DE TABACOS S. — LISBOA 27 TRANSINSULAR .A.A. — LISBOA 233 TECNOVIA .SOC.SISTEMAS. — VISEU 344 VICAIMA .A.Cª PORTUGUESA DE TRANSPORTES AÉREOS S.TECNOLOGIAS DE COMUNICAÇÃO S. — COIMBRA113 SUMOLIS . — PORTO 487 SODICENTRO .A.EMPRESA INDUSTRIAL DE TABACOS S.CERÂMICA E COMÉRCIO S. — PORTO 400 SCA .SOC. — AVEIRO 92 W WORTEN . — LISBOA 345 RAMALHO ROSA COBETAR .SOC.A. DE ÓLEOS E RAÇÕES S. — LISBOA 286 SANTOS BAROSA . . COMÉRCIO E EXCURSÕES LDA — LISBOA 179 STOHR PORTUGAL . — LISBOA 207 ZARA PORTUGAL .SOC.A.A.ENGENHARIA S.C.ENGENHARIA E OBRAS FERROVIÁRIAS S.A. DE EMPREITADAS S. COMERCIAL C.SISTEMAS DE INFORMAÇÃO S. — LISBOA 108 SANOFI SYNTHELABO .ENGARRAFAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE BEBIDAS S. — LISBOA 350 PROMOR .UNIPESSOAL LDA — SANTAREM 284 TOP TOURS . — AVEIRO 298 PROLÓGICA .FUNDAÇÕES E GEOTÉCNICA S.A. . — AVEIRO 452 SOC.SOC.A.IMPRENSA LIVRE S.VIAGENS E TURISMO LDA — LISBOA 157 TOTALFINA PORTUGAL .A.A.A.A. — AVEIRO 295 VICAIMA .SOC. — LISBOA 43 SECURITAS .A.BEBIDAS DE PORTUGAL S. A. — LISBOA 67 TEKA PORTUGUESA .T.A.A. — AVEIRO 324 PORTUGÁLIA .INDÚSTRIAS METALÚRGICAS E VEÍCULOS DE TRANSPORTE S. — LEIRIA 371 T. MINEIRA DE NEVES CORVO S.ABASTECEDORA DE PRODUTOS AGRO-PECUÁRIOS S. DE EMPREENDIMENTOS TURÍSTICOS S.A. — LISBOA 85 SOC. — AVEIRO 317 SOTÉCNICA . — LISBOA 25 REN . — BRAGA 99 SORGAL .EMPRESA PRODUTORA DE PASTA E PAPEL S. — LISBOA 170 TRANSGÁS .RECURSOS HUMANOS LDA — LISBOA 381 SGAL .A.A. — BRAGA 333 SOMINCOR . — LISBOA 466 S. — PORTO 409 SOGRAPE .A.A.A.REFINARIAS DE AÇÚCAR REUNIDAS S.T.SOC. — LEIRIA 135 ROCHE .A.COMUNICAÇÕES PESSOAISS. — LISBOA 110 SELECT . — LISBOA 325 SOC.A. JORNALÍSTICA E EDITORIAL S.PRODUTOS QUÍMICOS S.A.TECIDOS S.A.INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE CARNES S.REDE ELÉCTRICA NACIONAL S. — BEJA 362 SARDINHA & LEITE S.A.A.SOC.L. — LISBOA 395 TINTAS DYRUP S.UNIÃO INTERNACIONAL DE LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS LDA — LISBOA 260 UNIMADEIRAS . — LISBOA 61 UNILFARMA .A.A.SOC.R.IMPORTAÇÃO DE RELOJOARIA LDA — LISBOA 397 TEODORO GOMES ALHO & FILHOS LDA — SETUBAL 293 TÊXTIL MANUEL GONÇALVES S.A. — PORTO 176 RCI GEST .APARELHAGEM ELÉCTRICA LDA — LISBOA 232 SECIL .PETRÓLEO E DERIVADOS LDA — LISBOA 49 RIBEIRO. — LISBOA 388 PT COMUNICAÇÕES S. HISPÂNICA DE AUTOMÓVEIS S.A.A. GERAL DE CONSTRUÇÕES E OBRAS PÚBLICAS S.A.R. — VIANA DO CASTELO 118 PORTUGAL TELECOM INOVAÇÃO S. — LISBOA 468 VODAFONE TELECEL .A.A. — LISBOA 302 SALVADOR CAETANO .PRODUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA S. COMÉRCIO E EXPLORAÇÃO FLORESTAL S.A. — LISBOA 23 SOQUIFA . INDUSTRIAL DE TREFILARIA S.A. — LISBOA 29 SOMAGUE ENGENHARIA . — LISBOA 31 PORTUCEL EMBALAGEM .PLÁSTICOS LDA — AVEIRO 150 SISTEMAS MC DONALD’S PORTUGAL LDA — LISBOA 358 SIVA . GERAL DE ABASTECIMENTOS À NAVEGAÇÃO E INDÚSTRIA HOTELEIRA S.TERMO-DOMÉSTICOS S.Cª DE PETRÓLEOS S.FÁBRICA DE PAPEL DO ALMONDA S.TRANSPORTES MARÍTIMOS INSULARES S. — PORTO 268 SOC. — LISBOA 36 TEJO ENERGIA .A.DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS INDUSTRIAIS LDA — LISBOA 214 PROLEITE .A.PROCESSAMENTO CENTRALIZADO DE CARNES . — ANGRA DO HEROISMO 449 PROSEGUR . DE TRANSPORTES COLECTIVOS DO PORTO S.A.SOC.EQUIPAMENTOS PARA O LAR S.SOC.IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO S.TRABALHO TEMPORÁRIO LDA — LISBOA 414 VESAUTO .A.INDÚSTRIA DE MADEIRAS E DERIVADOS S.A.A.A. DE MONTAGENS METALOMECÂNICAS S.A. — PORTO 341 SOC.Cª INDUSTRIAL TÊXTIL LDA — BRAGA 455 STORA CELBI .INDÚSTRIAS DE BETÃO PREPARADO LDA — LISBOA 319 UNICER . — LISBOA 277 TMN . — LISBOA 369 SONY PORTUGAL LDA — LISBOA 105 SOPOL .A.SOC.DISTRIBUIÇÃO S.EMPRESA DE CELULOSE DO TEJO S. — LISBOA 464 TINTAS ROBBIALAC S. — LISBOA 258 RAR . — LISBOA 26 REAGRO . — LISBOA222 SIEMENS S.A.A.A. — LISBOA 427 SOMAGUE .A. — PORTO 489 RIBERALVES .A. . DA ÁGUA DO LUSO S. — LISBOA 252 TREVIRA FIBRAS S. .A. — LISBOA 21 SIMOLDES .GESTÃO COMERCIAL S. — PORTALEGRE 261 TRIUNFO INTERNACIONAL . — LISBOA 52 TABASUL . . ELECTROTÉCNICA S.A.PRODUTOS LÁCTEOS S. — LISBOA 330 PRESSELIVRE .TELECOMUNICAÇÕES MÓVEIS NACIONAIS S. — LISBOA 24 RENAULT TRUCKS PORTUGAL LDA — LISBOA 227 RENOVA . — BRAGA 481 ROBERT BOSCH LDA — LISBOA 216 ROCA .SOC. NACIONAL DE COMÉRCIO DE ELECTRODOMÉSTICOS S. — LISBOA 72 SCHERING LUSITANA LDA — LISBOA 430 SCHINDLER . — BEJA 165 SONAE .A. — PORTO 435 RTC . — PORTO WURTH (PORTUGAL) . AGRO-PECUÁRIA S.ELECTRODOMÉSTICOS LDA — PORTO 437 RÁDIODIFUSÃO PORTUGUESA S.A.Cª DE SEGURANÇA LDA — LISBOA 197 PROSEGUR .COOP.A.ELEVADORES E TECNOLOGIA S.COMÉRCIO E INDÚSTRIA DE PRODUTOS ALIMENTARES S. — LISBOA 71 RECHEIO . DE TÊXTEIS E CONFECÇÕES LDA — LISBOA 457 TURBOGÁS .HYGIENE PRODUCTS LDA — LISBOA 426 SCAL .A. — PORTO 436 T T. PORTUGUESA DO AR LÍQUIDO (ARLÍQUIDO) LDA — LISBOA 228 SOCITREL .Cª INDUSTRIAL DE FRUTAS E BEBIDAS S. — CASTELO BRANCO 392 PORTUCEL VIANA .SOC. — LISBOA 3 PT PRIME . — AVEIRO 496 V V.ASCENSORES E ESCADAS ROLANTES S. — SANTAREM 175 REPSOL PORTUGAL .THOMAZ DOS SANTOS S.E.A.A. — LISBOA 8 TONOVA .A.SOC.A.A. — LISBOA 200 TEIXEIRA DUARTE .RIBEIRÃO CONFECÇÕES TÊXTEIS S.A. — LISBOA 120 SICASAL . — SETUBAL 267 TECNASOL-FGE .GESTÃO DE POSTOS RODOVIÁRIOS LDA — LISBOA 95 RÓTOR . — LISBOA 104 SPACE .SOC. PORTUGUESA DE GÁS NATURAL S. — PORTO 55 UNICOL .A.S. — LISBOA 174 TRANSPORTES AÉREOS PORTUGUESES S.COMÉRCIO E INDÚSTRIA DE PRODUTOS ALIMENTARES S. — PORTO 45 SOC.COMPONENTES ELÉCTRICOS PARA AUTOMÓVEIS LDA — PORTO 79 Z ZAGOPE . SANTOS LDA — PORTO 193 SOC. — LISBOA 154 SACOR MARÍTIMA S.GESTÃO E INOVAÇÃO DE TRANSPORTES S. — LISBOA 115 SHELL PORTUGUESA LDA — LISBOA 12 SIC .SOC. — LISBOA 269 SAP PORTUGAL .M.EQUIPAMENTOS DE COZINHA LDA — AVEIRO 349 TEMPUS INTERNACIONAL .EQUIPAMENTOS DE ESCRITÓRIO LDA — LISBOA 75 292 191 194 Y YAMAHA MOTOR PORTUGAL LDA — LISBOA 411 YAZAKI SALTANO DE PORTUGAL .A.AUTOMÓVEIS E REPARAÇÕES S.A. — LISBOA 51 TURISMO CRUZEIRO LDA — LISBOA 396 TV CABO PORTO S.A.A.A.A.L.PRODUTOS FARMACÊUTICOS S. — LISBOA 132 SUNVIAUTO .