EDIÇÃO ESPECIAL

AS MAIORES EMPRESAS NÃO FINANCEIRAS DE PORTUGAL

A lista das empresas que comandam o país por vendas e mais 6 indicadores As melhores e as piores I 24 sectores em análise I As líderes de cada distrito

500
Os desafios da internacionalização
A abertura da economia portuguesa ao mundo, como as empresas dão o salto para o estrangeiro e o que o Estado deve fazer para as ajudar

Dados fornecidos por

ESTA REVISTA FAZ PARTE INTEGRANTE DO PÚBLICO 4618 E NÃO PODE SER VENDIDA SEPARADAMENTE

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PÚBLICO 500 MAIORES EMPRESAS NÃO FINANCEIRAS
EDITORIAL Carlos Rosado de Carvalho
página 1

INDÚSTRIA AUTOMÓVEL Lurdes Ferreira
página 38

TEMA DE CAPA OS DESAFIOS DA INTERNACIONALIZAÇÃO
O PAPEL DO ESTADO NA INTERNACIONALIZAÇÃO João Ramos Silva
página 5

INDÚSTRIA DE CELULOSE, PAPEL E ARTES GRÁFICAS Anabela Campos
página 38

INDÚSTRIA DA MADEIRA, CORTIÇA E MÓVEIS Carlos Rosado de Carvalho
página 40

COMO AS EMPRESAS PORTUGUESAS DÃO O SALTO Cristina Caldeira
página 10

INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO, BEBIDAS E TABACO Rita Siza
página 40

PORTUGAL INTERNACIONAL Rui Nunes
página 16

INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO Clara Teixeira
página 42

500 MAIORES GRANDES NÚMEROS
QUANTO VALEM AS 500 Carlos Rosado de Carvalho
página 22

INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS Anabela Campos
página 42

INDÚSTRIA FARMACÊUTICA

ANÁLISES SECTORIAIS
COMÉRCIO Carlos Romero
página 28

Ana Rita Guerra
página 44

INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA Ana Rita Guerra
página 44

COMÉRCIO, ALIMENTAÇÃO, BEBIDAS E TABACO Carlos Romero
página 28

INDÚSTRIA QUÍMICA Ana Rita Guerra
página 46

COMÉRCIO AUTOMÓVEL Lurdes Ferreira
página 30

INDÚSTRIA TÊXTIL, DO VESTUÁRIO E DO COURO Rita Siza
página 46

COMÉRCIO FARMACÊUTICO Ana Rita Guerra
página 30

MEDIA Clara Teixeira
p á g i n a 47

COMÉRCIO DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO Clara Teixeira
página 32

SERVIÇOS Anabela Campos
página 48

COMÉRCIO DE PRODUTOS PETROLÍFEROS Lurdes Ferreira
página 32

SERVIÇOS DE TRANSPORTES Anabela Campos
página 48

COMUNICAÇÕES Clara Teixeira
página 34

AGRICULTURA E INDÚSTRIA EXTRACTIVA
página 49

CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS Rita Siza
página 36

LISTA
AS 500 POR VENDAS EM 2001
página 49

ELECTRICIDADE, GÁS E ÁGUA Lurdes Ferreira
página 36

ÍNDICE
AS 500 DE A a Z
p á g i n a 70

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O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2

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O papel do Estado na internacionalização
As empresas atrevem-se a pisar um terreno (os mercados estrangeiros) que, à partida, não conhecem tão bem, porque pensam que dispõem de vantagens sobres os seus concorrentes externos. cabe aos Governos implementar políticas que visem reforçar as vantagens que as “suas” empresas dispõem.
JOAQUIM RAMOS SILVA, Professor do ISEG/UTL

as levam a pisar um terreno que, à partida, não conhecem tão bem. Este processo é, por seu turno, determinado pela especialização internacional do país de origem. Para começar, tornase evidente que os governos podem implementar políticas que visem reforçar as vantagens que as “suas” empresas dispõem.
SELECCIONAR ÁREAS DE ESPECIALIZAÇÃO...

Desde

o início dos anos 80, em muitos países, foram lançados programas de privatizações mais ou menos vastos e profundos e diminuíram as regulamentações públicas rígidas que antes bloqueavam os mais variados sectores de actividade económica. Ao mesmo tempo, foram postos de pé organismos de supervisão da concorrência que têm actuado, pelo menos num certo número de casos, com razoável eficácia. No plano externo, numa base unilateral, multilateral ou de integração económica (por grupos de países como na União Europeia), têm sido eliminadas barreiras ao comércio bem como removidos obstáculos ao movimento de capitais. Até a circulação internacional de trabalhadores, embora encontre numerosos entraves, aumentou claramente. É certo que estamos bem longe de um mundo de livre circulação, e que muitas discriminações permanecem, mas, neste domínio, a paisagem da economia mundial tem mudado em aspectos significativos. Neste contexto, fará

Tendo em conta a sua importância central, vale a pena caracterizar um pouco melhor esta forma de contribuição do Estado. Note-se que, até meados do séc. XX, a especialização internacional era vista como estável e só no longo prazo podia eventualmente conhecer mudanças. Posteriormente, este modo de pensar foi posto em causa pela evidência empírica. Assim, por exemplo, ao longo dos últimos cinquenta anos, o Japão e as novas economias industrializadas asiáticas já conheceram vários ciclos de especialização, que se tornou, portanto, dinâmica e flexível. Em particular, a acção dos governos tem marcado este processo, ao evoluir-se das vantagens comparativas (naturais ou “dadas”), para as vantagens competitivas (em grande parte, “construídas” pelas instituições). Vejamos um exemplo esclarecedor. Nos anos 60, a Irlanda optou por uma especialização baseada em indústrias capitalintensivas. Um amplo conjunto de medidas foi implementado com vista a concretizar esta orientação. Uma das traves mestras desta estratégia foi a generalização do ensino técnico ao nível do terceiro ciclo do secundário, na sequência da qual foram criados toda uma série de Regional Technical Colleges por toda a Irlanda, cujo sucesso residiu nos estreitos laços que estabeleceram entre os mundos académico e industrial. Mais tarde, a nova orientação foi criticada por economistas de renome, na medida em que, a Irlanda se estaria a afastar da especialização determinada pela sua dotação de factores, em particular a abundância do factor trabalho, pois era tradicionalmente um país de forte emigração que conhecia elevadas taxas de desemprego. A este propósito, Bela Balassa chegou mesmo a referir-se aos “erros irlandeses”. Pode-se talvez considerar que a estratégia irlandesa tardou em dar frutos, mas quando o fez, a partir

Nos anos 60, a Irlanda optou por uma especialização baseada em indústrias capitalintensivas. Uma das traves mestras desta estratégia foi a generalização do ensino técnico ao nível do terceiro ciclo do secundário, cujo sucesso residiu nos estreitos laços que estabeleceram entre os mundos académico e industrial.
sentido considerar que o Estado tem ainda um papel a desempenhar na internacionalização das empresas? Para vários autores a resposta é, sem margem para dúvidas, afirmativa, ou melhor, embora em bases novas e diferentes, faz, até, mais sentido. No passado, as actividades internacionais das empresas resumiam-se, no essencial, à exportação e às operações mais directamente relacionadas com ela (eg, despacho). Mas, nas últimas décadas, elas têm-se progressivamente alargado em cadeia: abertura de sucursais de vendas, criação de canais de distribuição, produção no estrangeiro, por vezes de maneira articulada em diversos países, etc. Em termos simplificados, como nos ensina a teoria económica, as empresas lançam-se nestas actividades porque usufruem de vantagens (em relação aos seus concorrentes externos), que, proporcionando-lhes mais lucros,

CÓDIGO DE CONDUTA DOS PODERES PÚBLICOS
Definir e implementar estratégias sustentáveis de especialização e de competitividade. I Articular as políticas “internas” (educação e formação de recursos humanos, investigação e desenvolvimento, infra-estruturas, etc.) com o processo de internacionalização das empresas. I Diplomacia económica activa que coloque o Estado ao lado das empresas e lhes forneça informação e apoio valiosos. I Participação dos organismos públicos ao lado de outros (privados, semi-públicos, da sociedade civil) na constituição de redes de suporte à internacionalização das empresas. I Os subsídios à produção, eventualmente a conceder, devem ser sempre temporários, e aplicar-se apenas a novos produtos e sectores em que as empresas já tenham revelado hipóteses de sucesso e não a priori. I Encargos fiscais das empresas.
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O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2

do final dos anos 80, com o desenvolvimento das novas tecnologias de informação e comunicação, para o qual estava bem apetrechada (a indústria farmacêutica era aliás outra área importante de especialização), foi de uma forma brilhante. Sem dúvida, a via irlandesa não é a única. A Itália, por exemplo, optou por manter uma especialização em indústrias trabalho-intensivas, conseguindo igualmente melhorias notáveis no seu desempenho. Neste caso, contou sobretudo uma administração local eficiente, que na base de vastas e sofisticadas redes sociais, acelerou o dinamismo económico e a competitividade (eg, no quadro dos “distritos industriais”). Qualquer que seja a opção no domínio da especialização, ela tem que ser clara e implementada de uma forma responsável, a fi m de adquirir credibilidade e sustentabilidade. Os Estados, devido ao carácter geral dos seus fins, são mais vocacionados para tarefas deste tipo do que as empresas privadas, que têm objectivos e meios de acção comparativamente limitados, mesmo tomadas em conjunto. Outra forma de intervenção do Estado, relevante em países ainda em início de internacionalização (é o caso de Portugal), diz respeito ao facto de esta se realizar no contexto de um processo de aprendizagem. Assim, desde que certas condições mínimas se verifiquem, quanto mais cedo as empresas se lançarem na internacionalização e desenvolverem actividades nos mercados externos, mais cedo podem progredir, nomeadamente consolidando e expandindo as suas vantagens. No entanto, muitos governos actuam erradamente, incentivando e protegendo apenas políticas de concentração no mercado interno, esquecendo que as actividades internacionais podem trazer maiores retornos para as suas empresas, e portanto, para as suas economias. Aliás, a criação de externalidades internacionais positivas é considerada, hoje em dia, um dos mais preciosos capitais para o conjunto das empresas de um determinado país.
... DESENVOLVER POLÍTICAS RELEVANTES...

SUBSÍDIOS: A TRADIÇÃO JÁ NÃO É O QUE ERA
TRADICIONALMENTE, AS FORMAS DE INTERVENÇÃO pública privilegiadas a este nível eram as subvenções à exportações e outras similares. Não deixam de ser verdade que muitos governos ainda as praticam apoiando assim directamente as suas empresas. No entanto, quer por razões institucionais (no GATT/ OMC, este tipo de medidas é condenado, podendo dar origem a represálias), quer pelas distorções que provoca nas relações económicas internacionais, esta forma de intervenção tem vindo a perder algum terreno, em nome de uma maior transparência do mercado. É certo que a teoria económica pode recomendar o apoio do Estado às empresas a fi m de se tornarem competitivas à escala internacional, mas sob a forma de subsídios à produção e em condições muito restritivas. Eles devem ser sempre temporários, dirigir-se a novos produtos e sectores com reais hipóteses de sucesso e nunca ser concedidos a priori. Acresce que os países pequenos (em termos económicos) sofrem de uma grande desigualdade a este nível: uma grande economia, onde o Estado tem sempre um vasto orçamento à sua disposição, e o pode manipular, está mais equipada para tomar a dianteira de processos deste tipo, sobretudo em mercados onde existem elevadas barreiras à entrada (veja-se o exemplo da aeronáutica). Para o caso daqueles países, embora não se deva em absoluto excluir os subsídios à produção, devem ser escolhidos, de preferência, outros instrumentos mais eficazes de apoio à internacionalização das empresas. No quadro junto, resumimos os principais vectores da contribuição do Estado para a internacionalização das empresas. Evidentemente não se trata aqui de exaurir o tema. I

Uma vez defi nida, a estratégia de especialização funciona como base do processo. O Estado pode agora avançar com políticas relevantes para a internacionalização das empresas de uma maneira consequente, entre outras, ao nível da educação e formação de recursos humanos (tão importantes como vimos no caso irlandês), investigação e desenvolvimento, e infra-estruturas. No passado, muitas destas políticas eram consideradas estritamente internas, isto é, com poucos reflexos na competitividade internacional das empresas (a administração pública era talvez o caso mais flagrante), mas este ponto de vista tem vindo a alterar-se, mesmo em economias relativamente fechadas. Numa perspectiva de competição global, os ganhos obtidos nestes sectores (por exemplo, através de uma administração pública eficiente), fazem por vezes a diferença

fundamental para as empresas. Assim, torna-se indispensável uma articulação entre estas políticas públicas e as necessidades das empresas que se internacionalizam.
... E APOSTAR NA DIPLOMACIA ECONÓMICA

Outro domínio onde o papel do Estado cresceu foi na diplomacia económica. Tradicionalmente, o seu espaço estava bem demarcado, e os objectivos económicos eram secundários. Mas, nas últimas décadas, a diplomacia económica

enquanto revelam uma enorme preguiça e falta de iniciativa. Temos que reconhecer que muitos empresários apenas olham para o Estado como uma fonte de onde podem “sacar” mais alguns fundos. as actividades desenvolvidas neste contexto podem ter um custo relativamente baixo e o seu fi nanciamento ser partilhado pelos diversos agentes que nelas participam. difíceis de obter por outras vias. muitos destes serviços públicos podem e devem ser cobrados às empresas. prende-se com a lógica despesista dominante. prende-se com a lógica despesista dominante. Aliás. em vez de cada um para seu lado.T E M A D E C A P A / O P I N I Ã O A estratégia de internacionalização exige escolhas claras e consequentes do Governo F OTO G R A F I A M I G U E L S I LVA levada a cabo por muitos governos. Os organismos públicos podem ainda participar activamente na criação de redes de suporte à internacionalização. como temos salientado em diversas ocasiões. em países como Portugal. “Estado é despesa pública”. Para a maioria dos agentes. No caso das pequenas e médias empresas é óbvio que um quadro deste tipo potencia grandemente a sua internacionalização. a grande dificuldade em compreender o novo papel do Estado no domínio da internacionalização. como mostrou Carron de la Carrière. tendo em conta a rentabilidade das respectivas operações. Para a maioria dos agentes. Quanto aos políticos. Com efeito. A PREGUIÇA PORTUGUESA Em países como Portugal. através de certos organismos e serviços. embora não pressuponham mais despesa pública (vimos até que alguns novos serviços públicos de apoio devem ser cobrados aos seus beneficiários). capacidade e as adaptar. isto é. Na medida em que as actividades externas das empresas têm consequências cada vez maiores na economia dos países e regiões e abrangem um número crescente e diverso de actores. De novo. autor da obra “Diplomatie économique”. tornou-se um dos principais instrumentos ao dispor das empresas que se internacionalizam (bem como na atracção das empresas estrangeiras). É que. se necessário. I 8 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . em defi nir e executar estratégias de internacionalização dignas desse nome. Aliás. exigem escolhas claras e consequentes bem como persistência na sua implementação e. a grande dificuldade em compreender o novo papel do Estado neste domínio. o Estado. “Estado é despesa pública”. pode desempenhar uma função insubstituível na construção e funcionamento das redes. que ajudem de facto as empresas. mesmo que digam o contrário. as referidas estratégias. ela pode oferecer-lhes não só um importante apoio institucional como ainda vários tipos de serviços. uma actuação em rede é Uma pequena nota a terminar. ficam contentes ao distribuir os “seus” milhões. designadamente de carácter informativo. recomendável. Temos que reconhecer que muitos empresários apenas olham para o Estado como uma fonte de onde podem “sacar” mais alguns fundos.

mas sim como actuações orientadas por uma lógica estratégica face a uma concorrência cada vez mais global. R . Cristina Caldeira* O ENQUADRAMENTO externo actual.T E M A D E C A P A Como as empresas portuguesas dão o salto A maioria das firmas nacionais prefere internacionalizar-se para países culturalmente e geograficamente próximos. 10 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . mas também desafios. um crescente reconhecimento da inevitabilidade de concorrer em mercados abertos e sob a pressão do tempo. pela inserção em redes de relações dinâO reforço de rede de relações levou a PT a comprar a brasileira Telesp F OTO G R A F I A D . não obstante as facilidades criadas pelo Mercado Único Europeu. abriu novas oportunidades. desregulamentação e mundialização da concorrência. através de aquisições de unidades sob a forma de “joint-venture”. Existe. Daí que se torne indispensável reflectir em conjunto sobre os processos de internacionalização das empresas portuguesas. embora os desafios competitivos de empresas europeias não estabelecidas em Portugal assumam também importância. uma parcela significativa das empresas portuguesas “interiorizou” já a ideia de que a protecção conferida pelas fronteiras nacionais é cada vez mais limitada. que os espaços nacionais tenham perdido toda a sua relevância. que impulsionaram as empresas portuguesas a desenvolver esforços para a adopção de estratégias activas de internacionalização. Isto não significa. na verdade. Quando a opção é o investimento de raiz nota-se um claro desenvolvimento no estabelecimento das filiais comerciais em detrimento de unidades produtivas. Por um lado. globalização dos mercados. para muitas empresas os principais concorrentes são outras empresas nacionais. Por outro lado. A internacionalização não pode ser vista como mera extensão das posições nacionais num mundo crescentemente homogeneizado. Na última década. vender fora do país de origem oferece alguns obstáculos. Tais actuações visam ganhar capacidade competitiva. pela exploração de competências próprias. caracterizado pela interdependência das economias. porém.

económica. regulamentares e linguísticas dos países ou regiões).O BÊ-Á-BÁ DA INTERNACIONALIZAÇÃO EXISTEM INÚMER AS DEFINIÇÕES DE internacionalização.. 1994). os mecanismos de gestão e de coordenação de actividades. por um lado. enquanto as pequenas empresas limitam-se a in- ternacionalizar a actividade logística e comercial. que vão actuar ora como estímulo ora como condicionante da internacionalização. e em particular os projectos de investimentos externos. pelo esbatimento de “handicaps” existentes e/ou pelo acesso e endogeneização de novas competências. ou de partes do processo produtivo. operações “inward-outward”. INTERNACIONAL — A empresa exporta regularmente para um número restrito de mercados externos. A ESTRATÉGIA LUSITANA. A internacionalização da actividade comercial ocorre especialmente para países da União Europeia. Envolvem vertentes diversas. verificamos um especial predomínio de aquisições de unidades sob a forma de “joint-venture”. que de um modo geral põe em confronto. a complexidade do processo deve-se a factores internos à empresa. Os conhecimentos adquiridos vão assim permitindo aumentar a competitividade da empresa. De acordo com um estudo de campo efectuado junto de 30 empresas portuguesas no âmbito de uma tese de mestrado. Segundo Young S. Na perspectiva de Porter (1986). Consequentemente. “…internationalisation is commonly used to describe the developmental process of increasing involvement in international business”.C. em detrimento do investimento de raiz. fornecedores) e a capacidade de adaptação e articulação de diferentes condições locais (especificidades culturais. jurídica. (1989). notamos um . MULTINACIONAL — A empresa tem uma presença significativa num vasto número de países e procura conciliar os interesses do mercado doméstico com os dos mercados externos. económicas. não é um processo isento de riscos e condicionantes. realização de economias de localização. Wheeler C. O trabalho também permite concluir que a internacionalização baseada na deslocalização da produção. aumento das economias de escala e de experiência. passa pela criação de uma rede de agentes e distribuidores nos mercados externos para consolidar as posições comerciais e pode mesmo terminar na construção de grandes empresas transnacionais com operações integradas em todo o mundo. Hamill J. as grandes empresas internacionalizam a logística e a produção. mas contínua a privilegiar o mercado doméstico. mas também a factores relacionais e externos. incluindo nomeadamente a atitude competitiva. Quanto à forma de concretização do investimento. a maioria das fi rmas portuguesas seleccionou os países cultural e geograficamente próximos para se expandirem geograficamente. DE DOMÉSTICA A GLOBAL A evolução internacional de uma empresa atravessa quatro fases distintas: DOMÉSTICA — A empresa é predominantemente orientada para o mercado doméstico e limita-se a exportar pontualmente. Um processo de internacionalização é normalmente encarado como um início de fase de sucesso e de afi rmação das empresas. MUNDIAL — A empresa actua à escala global e adequa as suas práticas de gestão às características de cada zona servida. o relacionamento com outras empresas Embora o processo de internacionalização de cada empresa seja diferente. a configuração geográfica das actividades da empresa. e Davie J. No que se refere à internacionalização das actividades. por outro. tem como destino países em vias de desenvolvimento em virtude das vantagens comparativas ao nível do custo de mão-de-obra. devem ser analisada tendo em conta toda a sua envolvente política. social e cultural (Root. I C. Segundo o mesmo autor. Esta posição competitiva traduz-se num aspecto positivo que pode ocorrer por três vias: exploração das competências centrais. micas.. Qualquer iniciativa desta natureza. absorção e integração de conhecimento. (concorrentes. com frequência o padrão de expansão geográfica tem início na simples exportação “spot” em resposta a encomendas colocadas por clientes estrangeiros. Uma vez iniciado o processo de internacionalização. verifica-se que as empresas vão reforçando as suas posições no exterior à medida que vão acumulando experiência internacional. clientes. os processos de internacionalização não são simples nem podem ser separados das estratégias competitivas prosseguidas pelas empresas. o desenvolvimento interno de competências dinâmicas de geração. No entanto. a perspectiva da economia nacional com a óptica da empresa (micro-macro) e.

num acréscimo de competitividade que viabiliza a adopção de novas estratégias de internacionalização. à partida. Portugal desenvolve esforços com vista a uma rápida integração no competitivo espaço europeu. Outro elemento de diferenciação prende-se com a preocupação em matéria de inserção geoeconómica e de estabelecimento de agrupamentos contratuais externos demonstrada pelas empresas de maior dimensão. com maior incidência para as grandes empresas. há uma tomada de consciência por parte das empresas portuguesas de que para sobreviverem têm de marcar posição. Ao nível microeconómico. I C. Constata-se assim que o sucesso competitivo no país de origem condiciona de várias maneiras a internacionalização de uma empresa. internos e externos à empresa. Para além de potenciar visibilidade às empresas. muitas vezes sem qualquer estratégia definida. o estudo revela que. observamos um vasto conjunto de alternativas. Relativamente aos factores de atractividade e de localização. Como consequência. controlo. ao mesmo tempo que as restantes dão ainda os primeiros passos na internacionalização. a internacionalização está a servir como uma arma de competitividade. em paralelo com um movimento concertado da economia mundial.T E M A D E C A P A claro desenvolvimento no estabelecimento das fi liais comerciais em oposição às produtivas. visto ter de obedecer a critérios de natureza estratégica. De acordo com a tipologia apresentada por Franklin Root (1994). OS CUSTOS E OS BENEFÍCIOS. custo. onde uma elite alcança patamares de competitividade à escala global.C. As consequências mais imediatas consubstanciam-se numa maior abertura da economia ao exterior. natureza dos activos. 12 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . DesenharamA Galp foi para Espanha para crescer e ter acesso a recursos F OTO G R A F I A P E D R O C U N H A se estratégias de aumento de quotas de mercado através de aquisições. enquanto os países em vias de desenvolvimento tendem a conceder benefícios aos investidores portugueses através da facilidade de relações interpessoais. experiência. entre os casos-limite da exportação e do IDE (investimento directo estrangeiro). competição. Ao nível macroeconómico. estas em clara inferioridade. a empresa deve procurar restringir o seu leque de opções de internacionalização em função da análise dos seguintes factores: enquadramento legal. é defensável que o processo de internacionalização da empresa seja enquadrado com as competências e vantagens competitivas desenvolvidas no mercado doméstico. com vista a maximizar a competitividade conjunta das actividades no país de origem e no estrangeiro. Uma vez identificadas as primeiras modalidades de entrada nos mercados externos. uma mentalidade internacional e conhecimento dos mercados) conseguem “ultrapassar etapas” da internacionalização e lançar-se no investimento directo. Numa primeira conclusão. Hoje admitimos que. atractivos oferecidos pelos países desenvolvidos (UE) às empresas portuguesas baseiamse na possibilidade de desenvolvimento de estratégias de cooperação. verificamos entre as empresas portuguesas a existência de um duplo comportamento. divulgação de informação. podemos verificar que não há uma internacionalização padronizada. Os estudos de campo demonstram que o problema central das empresas portuguesas em fase de internacionalização é o do estabelecimento de uma estratégia de entrada no mercado-alvo. recursos e produtos. algum aprofundamento do negócio internacional. as PME internacionalizam-se de acordo com as oportunidades detectadas. risco. que constituem mais-valias muito valorizadas pelos empresários e executivos contactados. de uma forma genérica. Enquanto as grandes empresas (com uma dimensão internamente adquirida. Paralelamente as PME vão-se impondo. potenciando diferentes graus de internacionalização. Neste sentido. e que a opção entre os vários modos de entrada é condicionada pela existência de factores relacionais. acesso ao mercado. possibilidade de subcontratações vantajosas. que incluem contratos de licenciamento. A selecção dos mercados prioritários é motivo de grande ponderação. contratos de gestão ou alianças estratégicas. denotando pois um claro atraso em relação às suas congéneres europeias. duas decisões críticas: para onde internacionalizar e como internacionalizar. retorno. PARA ONDE AVANÇAR E COMO O PROCESSO DE INTERNACIONALIZAÇÃO DE UMA EMPRESA envolve. as quais conferem massa crítica. permite-lhes a integração em redes.

na medida em que vai obviamente alterar a estrutura organizacional existente e a cultura tradicionalmente padronizada. Third Quarter. PORTER. Journal of International Business Studies. por não abdicarem da centralização. (1994). Nova Iorque. Lawrence (1990). Prentice Hall International (UK) Ltd YOUNG. (1995). LUOSTARINEN. É genericamente aceite que o crescimento do investimento directo das empresas portuguesas no estrangeiro é um facto positivo. MUCCHIELLI. ganhando deste modo a dimensão necessária à internacionalização.A. e sobretudo vai melhorar a imagem das empresas portuguesas junto das empresas europeias e/ou mundiais. Em conclusão. Managing Across Borders: The Transnational Solution. International Business Operations. Competition in Global Industries. SA I Fonte: inquérito realizado no âmbito da tese de mestrado da autora do artigo Sobretudo as empresas de raiz familiar apresentam grandes entraves à mudança. Reappraising the Eclectic Paradigm in an Age of Alliance Capitalism. Stephen. Colin e Davies.Buckley. Os benefícios são igualmente visíveis em virtude de a internacionalização potenciar negócios da empresa/grupo em zonas geográficas diversificadas. (1986). Paris. Wheeler. Lexington Books. em paralelo. by Peter J. esta opção de internacionalizar contém em si alguns custos. PORTER. Reijo e Welch. (1993). M. International Trade and Factor Mobility. seguiase a abertura de delegações e contratos de fornecimento de empresas. PORTER. seguido da criação de redes próprias de distribuição e aumento da capacidade produtiva. (1993). No entanto. Esta nova realidade vai permitir detectar oportunidades de negócio. com natural impacto no controlo de custos e na obtenção de maiores economias de escala. DUNNING. TLS. que em complemento do mercado interno oferecem vantagens competitivas e reforçam a competitividade nos mercados internacionais. e na liderança no mercado nacional. J-H. M. Campus. Hensinki School of Economics. Richard (1989). Boston. Nestes mercados. procuraram-se manter na vanguarda da tecnologia. mestre em Economia Internacional pelo Instituto Superior de Economia e Gestão. Entry Strategies for International Markets. (1957). por não abdicarem da centralização. Os mercados desenvolvidos da Europa e EUA serão sempre. dificultando a passagem de uma hierarquia vertical para uma hierarquia horizontal consentânea com uma estratégia de internacionalização deram-se concentrações no “core business” das empresas. Londres. A Vantagem Competitiva das Nações. dificultando a passagem de uma hierarquia vertical para uma hierarquia horizontal consentânea com uma estratégia de internacionalização. L’Avantage Concurrentiel.A. J. Harvard Business School Press. 461-91. C. Hemel Hempstead. J. 14 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . J-L. Alliance Capitalism and Global Business. Multinational Firms and International. e Ghoshal Sumatra (1989). Routledge. Harvester Wheatssheaf/Prentice Hall. a mobilidade crescente dos factores determinantes do crescimento e um número crescente de países a atingir a fase de desenvolvimento favorecem o processo de internacionalização. The Essence of International Business. (1988). Inter Editions. (1997). DUNNING.T E M A D E C A P A FACTORES NA BASE DA INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS PORTUGUESAS EMPRESAS PENETRAÇÃO OU CONSOLIDAÇÃO EM MERCADOS I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I ACESSO A RECURSOS PRODUTIVOS MANUTENÇÃO OU REFORÇO DE REDES DE RELAÇÕES I RESPOSTA A MOVIMENTO DE CONCORRENTES ACESSO A COMPETÊNCIAS BES BÉBÉCAR CGD CIMPOR CIN CORTICEIRA AMORIM DELTA EFACEC EDP ENGIL FAIART FAPOR GROWELA GRUPO AUTOSIL GRUPO BCP-ATLÂNTICO GRUPO IMPÉRIO GRUPO PESTANA GRUPO SOMAGUE GRUPO VISTA ALEGRE HOVIONE JM MACONDE OCIDENTAL SEGUROS PETROGAL PT RENOVA SONAE INDÚSTRIA SOPORCEL TMG LDA. Harvard Business School Press. James. um alvo importante. International Market Entry and Development. como forma de cruzamento de experiências e partilha de “know-how” específico e competências. Hamill. Sobretudo as empresas de raiz familiar apresentam grandes entraves à mudança. Numa primeira fase. MUNDELL R. F. os investimentos tendem a ser feitos mediante acordos de cooperação inter-empresas (nacionais ou estrangeiras). M. ED. I * a autora é professora do Instituto de Artes Design e Marketing (IADE). doutoranda em Ciência Política na Universidade Católica Portuguesa PARA SABER MAIS BARTLETT. a globalização da actividade económica. para posteriormente terem lugar as “joint-ventures” com parceiros locais. O impacto desta dinâmica nas empresas portuguesas é notório na preocupação crescente ao nível da modernização e promoção do produto. ROOT. Ed. American Economic Review. TAGGART. J-H. entre outros. as empresas desejavam obter uma base nacional coesa. & MICHAEL C. (1997). pp.

países ordenados pelas posições em Julho de 2002.6 5.7 1.2 8.6 4.1 1998 15.5 14.6 5.7 1999 25.4 13.6 10.2 1.8 1. sem ocorrência garantida ou prevista –.4 6.2 4.2 10. Alemanha e Reino Unido.2 11.0 5.7 15.2 1.8 4.3 14.8 4. Fonte: INE. 16 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .2 1997 23.0 2.7 1.9 3.2 2.3 3.5 … E A QUEM COMPRAMOS Origens das importações portuguesas. as remessas dos emigrantes ou os dinheiros da Europa.6 2.7 10.9 5.7 10.4 5.5 2.7 Valores em percentagem.2 12.3 1.3 5.3 2.9 4.9 18. de metade dos turistas.9 1. Quer um quer outro revelam situações desconfortáveis.8 10.0 21. COMÉRCIO INTERNACIONAL Os saldos das trocas por sector revelam um perfi l de economia colonial.7 3.8 4.8 4.3 4.6 3. Factores extraordinários – isto é.8 11.7 3.1 12. T Rui Nunes HÁ VÁRIOS CRITÉRIOS para aferir o grau de internacionalização de uma economia.2 3. que se consolidou com a adesão à então Comunidade Económica As saídas e as entradas têm como principal destino e origem a União Europeia F OTO G R A F I A PAU L O P I M E N TA A QUEM VENDEMOS… Destinos das exportações portuguesas. vendemos a esta e à Alemanha.4 2.3 14.8 27.8 1.8 4.8 4.0 4.0 12.8 8.5 3. Estão a levar a País a interrogar-se sobre a causa e persistência de problemas estruturais e angústias existenciais.7 4. Os habituais são os do comércio e investimento internacional.0 19. PAÍSES BAIXOS ANGOLA SUÉCIA 1995 15.8 13.8 8.6 14. como o ouro do Brasil.5 2.1 7.6 4.9 1999 18.0 4.9 2.8 2000 19.0 5.T E M A D E C A P A Portugal internacional Vamos às compras a Espanha.4 10.2 3.8 14. 1995-2002 (Julho) PAÍSES ESPANHA ALEMANHA FRANÇA REINO UNIDO EUA ITÁLIA BÉLGICA-LUX. juntamente com o Reino Unido.6 21.1 11.4 2.2 6. É recorrente a constatação de uma baixa produtividade que compromete a competitividade da produção e impede a melhoria sustentada do nível de vida dos autóctones.3 1.4 1998 24.4 7. O mundo exterior à União Europeia (UE) só interessa a Portugal enquanto fornecedor de combustíveis. origem.8 1.5 19.7 2001 2002/JUL 19.1 6.6 1.3 1.5 5.1 19.5 3. investimos no Brasil e recebemos investimento directo de Espanha.4 15.4 3.8 4.4 1.0 4.2 4.0 1.8 3.2 1.7 11.7 1.1 1.1 4.2 1.1 4.1 1997 14.9 6.0 10.4 13.1 2. após dezenas de anos de fundos comunitários e 500 de império.2 3.1 14.3 18. 1995-2002 (Julho) PAÍSES ESPANHA ALEMANHA FRANÇA ITÁLIA REINO UNIDO PAÍSES BAIXOS BÉLGICA-LUX EUA BRASIL JAPÃO 1995 21.3 3.5 2001 2002/JUL 27.1 5.6 19. têm amenizado as preocupações.8 3.2 4. países ordenados pelas posições em Julho de 2002.3 2.0 1.9 4. A importância do turismo assente no sol e praia reforça esta perspectiva.9 12.8 5.2 1996 14.7 6.6 3.9 13.7 4.9 20.6 1.4 1.1 12.4 3.7 2. Fonte: INE.3 7. que troca recursos naturais (sobretudo floresta) e produtos de mão de-obra barata (como vestuário e calçado) por tecnologia.4 3.6 7.0 4.6 4. Valores em percentagem.2 14.9 10.5 6.8 4.5 11. as colónias.7 15.2 1996 22.4 4.3 1.5 3.7 2000 25.4 6.1 4.9 1.

que representam 19 daqueles 40 produtos. Entre 1985 e 2000 as exportações destes produtos aumentaram a uma média anual de 12 por cento. Os produtos mais dinâmicos foram os industriais. no que seria uma ‘remake’ do modelo irlandês. imobiliário e distribuição. como banca. a economia portuguesa tem crescido baseada no mercado interno. a Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento constata que “o que conta são os factores que tornam localizações particulares vantajosas para actividades particulares”. Por fim. acima dos 8. o que significa ganho de importância do comércio intra-firma. Mas a indústria automóvel é madura. representaram nove por cento das exportações. que têm no vestuário o principal elemento (o qual proporciona o maior saldo positivo no comércio externo português). além da integração na UE e mão-de-obra barata? A banalização desta oferta. para o que tem importado factores (fundos da UE. Aqui chegados é o drama. com destaque para os sectores de electrónica. mas que a salvação da economia portuguesa dependia da entrada de investimento directo estrangeiro (IDE) estruturante. valeram menos de dois por cento do comércio mundial. que difundisse junto das pequenas e médias empresas saber organizacional e tecnológico e permitisse o acesso a mercados e capital. É a esta luz que deve ser lido o défice comercial português – explicado em mais de 40 por cento pelo saldo com Espanha –. com a Autoeuropa. os produtos de baixa tecnologia. que obrigou a indústria a conter os preços. Os produtos de tecnologia intermédia. O documento identifica 40 produtos que representaram 40 por cento das exportações mundiais em 2000. De acordo com a edição de 2002 do relatório sobre o investimento mundial. para ser exacto) ganhadoras no período 1985-2000 em termos de quota de mercado nas exportações mundiais. em movimento para Leste e China e não resolve o problema da ausência portuguesa nos sectores com forte dinâmica de procura.EXPORTAÇÕES À BOLEIA DA AUTOEUROPA A instalação da Autoeuropa permitiu que Portugal fosse uma das 20 economias (a vigésima. Os economistas são unânimes em apontar o enviezamento da actividade dos grupos económicos portugueses no sentido dos bens não transaccionáveis. Portugal aumentou em 0. cujos ganhos de quota em 2001 são explicados pelo Banco de Portugal com o sacrifício das margens. protegidos da concorrência internacional. Ou seja: qual é a oferta de Portugal com boa cotação no mercado do investimento directo internacional. Os items electrónicos representaram 13 por cento das exportações mundiais em 2000 e explicam 75 por cento do crescimento das exportações entre 1985 e 2000. Na edição de 2002 do relatório sobre o investimento mundial. não motivado apenas pelos baixos salários.2 por cento da média geral. I Europeia. Mas se se faz depender das empresas multinacionais (EMN) a melhoria e diversificação do tecido produtivo – dada a preferência dos capitães da indústria portuguesa pela tranquilidade dos não transaccionáveis –. dado o reforço dos sectores tradicionais. e corresponde a uma produção cada vez mais gerida à escala internacional. Há quem radique a explicação no fim da desvalorização do escudo em 1991. inconveniente poupado aos não transaccionáveis. por força da abertura de mercados e da acção governativa. Resta saber como e com quem melhorar e alterar a es- trutura das exportações. automóvel e vestuário.1 pontos percentuais a sua quota de mercado neste período. dada a contracção dos mercados e a subida dos custos unitários de trabalho. coloca-se a questão de saber que motivos existem para uma EMN vir para Portugal. como o automóvel. INVESTIMENTO DIRECTO ESTRANGEIRO Alguém disse que a salvação das grandes empresas portuguesas estava no investimento directo no estrangeiro. para compensar a liberalização do mercado nacional. Ausente dos sectores com forte potencial de crescimento. imigrantes do Leste e mobilização da mão-de-obra feminina) – e economizado a sua regeneração interna. que deu mais peso às exportações tecnológicas. outro foi o aumento do comércio internacional de componentes. e concluído que o almejado modelo de crescimento assente mais nas exportações que no consumo interno exige outra estrutura produtiva e novos actores ou a reciclagem dos actuais. Este perfi l melhorou em 1995. com a abertura de fronteiras e o desen- . Muitos destes produtos de alta tecnologia correspondem às tecnologias de informação e comunicação. em especial os não baseados nos recursos naturais. Um dos traços mais incisivos detectados pela Cnuced foi o de as exportações crescerem no período tanto mais quanto mais elevado o nível tecnológico dos produtos. mais interessada em melhorar do que em alterar a estrutura produtiva. mas o seu ritmo de crescimento foi lento. É este modelo de crescimento cujo fim é anunciado com regularidade. da autoria da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (Cnuced).

contactos pessoais. Questão difícil em conjuntura de refluxo. empresariais e institucionais concretos. agravado pelo pessimismo ambiente. “hardware”. que determinaram inclusões e ordenações conforme os graus de internacionalização quantificados: integração económica. a saber. Os autores dizem que um dos objectivos da iniciativa é quantificar uma das palavras mais abusadas do novo século – globalização. sejam zonas de produção segmentada e/ou montagem. Um estudo do Departamento de Prospectiva e Planeamento [A UE face ao(s) seu(s) Futuro(s)]. Isto recomenda ver o mundo de acordo com três mapas: o da inovação. o da produção e o do consumo. Itália. No último critério centraram atenções no mundo da internet. fruto do turismo e dos (e)imigrantes. plataformas logísticas. o que ilustra a importância destes agentes do comércio e produção internacional e o à-vontade com que gerem os países como pontos da sua cadeia de actividade. microelectrónica. com o qual só por si ficaria em quarto lugar. Nova Zelândia e Malásia. o ranking exclui quatro membros da União Europeia. logo a seguir a EUA. O que também tem crescido de forma assinalável é o investimento directo português no estrangeiro (IDPE). Ora. o pior é o respeitante aos compromissos internacionais do Estado. secundada por Suíça e Singapura. Kearney em parceria com a revista Foreign Policy. parques de ciência e tecnologia. tráfego telefónico e deslocações transfronteiriças. A aparente e recente descoberta em Portugal da inovação como parte da solução não deve fazer esquecer que os sistemas de inovação nascem em ambientes sociais. É o mais importante. Na primeira consideraram fluxos de comércio e investimento. Enquanto os EUA lideram na tecnologia. Para os compromissos políticos elegeram o número de organizações e de missões da ONU em que os países participam. O contributo da tecnologia e empenho político é irrisório.ª posição. audiovisual/entretenimento. directo e de carteira.NO TOP 15 DA GLOBALIZAÇÃO Portugal é um dos países mais globalizados. ou base nacional. a redução dos obstáculos à produção e mobilidade internacional vai de par com o reforço da ‘clusterização’ da inteligência nos extremos daquela cadeia (inovação e marketing) – em que Portugal prima pela ausência. França e Alemanha. Para isto escolheram quatro variáveis. e à integração económica. A Irlanda ganha graças ao critério da integração económica. Os melhores desempenhos portugueses são os relativos aos contactos pessoais. Liderado pela Irlanda. redes e equipamentos). empenhamento político e tecnologia. Luxemburgo e Grécia. que é reforçado com outra liderança nos contactos pessoais. Se dois terços do comércio mundial envolvem EMN. I A aposta no Brasil fez disparar o investimento no estrangeiro FOTOG R AFIA G R EGG N EWTO N / R E UTE RS volvimento das tecnologias de informação e comunicação. que fecha a lista. O último índice [de 2002] coloca o País na 15. bem como o número de embaixadas que acolhe. mostra o predomínio das empresas norte-americanas nos sectores de forte potencial de crescimento: “software”. Espanha. mas necessária quando se sabe que o stock de IDE em Portugal atingiu 30 por cento do produto interno bruto (PIB) em 2001. há um terço que é mesmo intra-firma. nem o anedotário nacional sobre Portugal ser um país de inventores. aumenta a importância do que faz a diferença na cadeia de valor. cujo “sto- 18 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . Nos contactos pessoais basearam-se no turismo e viagens. É composto por universidades. telecomunicações (serviços. Bélgica. como utilizadores e servidores. E há a questão sobre se se deve atrair IDE em geral ou privilegiar nichos. saúde (farmácia e biotecnologia) e aeronáutica/ espaço/electrónica de Defesa. O que tem mais espaços em branco é o da inovação. Em nenhum dos critérios Portugal está nos dez primeiros. coordenado por Félix Ribeiro. Israel. onde está a concepção da operação e a recolha dos proveitos. O novo ranking é esperado para Janeiro. laboratórios empresariais. de acordo com o segundo Globalization Index elaborado pela consultora A. resultante do esvaziar da bolha da nova economia. mas não de inovadores. à frente de República Checa. a França faz o mesmo no empenho político. mercados de venda. bem como receitas e pagamentos relativas a expatriados e activos possuídos no estrangeiro. T.

4 -402. O IDPE é recentíssimo. As empresas portuguesas seguiram um padrão diferente.457) (1.8 mil milhões de euros (dos quais 3.056 2. Internacionalizar só significava exportar e atrair IDE. fez com que o ano em que ocorreu (1999) fosse o do maior IDP em Marrocos. de nível de desenvolvimento (a maior parte dos fluxos de IDE é feita entre EUA. suscitada pelas privatizações.139 -630. e o valor da aquisição desta. telecomunicações.804 2.009 -984. justificado com a fase alta do sector das telecomunicações. a EDP.669) (718) (5. após os 8. COUROS ÓPTICA E PRECISÃO PLÁSTICOS. Fonte: INE EXPORTAÇÕES 1. logística e banca são alguns sectores onde estão os investidores portugueses. que também verifica a proximidade económica. entre aquisições e racionalizações.645 976 798 659 786 1.04 753. por o Governo de Tunis não ter detectado o arrefecimento do entusiasmo nas telecomunicações e manter um preço que a PT entendeu elevado. Augusto Mateus. UE e Japão). associada a uma fi lial da Sonatrach. Por sua vez.085 -2079.154 504 599 64 159 595 2. UMA ENTRADA COM PEZINHOS DE LÃ O Magrebe é um dos principais destinos do investimento directo português (IDP). mostra que o que conta é o risco-projecto. Semapa na Tunísia) e da PT.3 em Espanha e um no Brasil). MINÈRIOS PASTAS CELULÓSICAS. Em 1999 a Tunísia deveria estar entre os cinco principais países em termos de stock de IDP. Porque não se aproveita a importação de gás natural para contrapartidas? O investimento da Efacec.338 -1581. então ministro da Economia. PAPEL MATÉRIAS TÊXTEIS OUTROS PRODUTOS ALIMENTARES PELES.84 -1742. I O COMÉRCIO POR PRODUTOS Saldo do comércio externo português por grupos de produtos.07 -1571. que agiu enquanto vice-presidente da Plêiade. Acossadas na base doméstica. o Magrebe.428 88. O “stock” de IDP deve situar-se entre 750 milhões e mil milhões de euros. I MAGREBE. até por força das relações crescentes com a União Europeia. escrevia Vítor Corado Simões em 1985.812 -268. revela-se um dos principais sedutores do capital português. com 300 milhões de euros. graças à persistência e às ligações de Dias Loureiro. investiram no exterior para defender/aumentar a criação de valor.121 3.897 -201.505 1. apresenta em 1997 a Nova Política para a Internacionalização.367) . que adquiriu. a geográfica a menos importante. 2002 (Julho) GRUPO VESTUÁRIO CALÇADO MADEIRA. o fenómeno amplifica-se com a abertura nas ditas economias emergentes.145 IMPORTAÇÕES 571 223 371 423 698 1.347 -262. ao investirem.818 2. via consórcio Medi Telecom. “A proximidade psíquica vale mais do que a física”.ck” já ascendia a 22.875 834 485 639 3. uma licença de operador móvel em Marrocos. o que pode ser um sinal da sua dificuldade de penetrar em mercados exigentes. caracterizada entre outras pela “escassez do IDPE”. associadas a empresas de Espanha em muitos casos. em particular Brasil. O principal IDP é das cimenteiras (Cimpor em Marrocos e Tunísia. A teoria do IDE explica que as empresas têm uma lógica de proximidade nos seus investimentos externos. para atalhar a internacionalização “truncada e limitada” da economia portuguesa. Infra-estruturas. após uma breve incursão em Marrocos (desde 1999).062 310 16. ano em que se investiu 8.7 no Brasil e 2. com um saldo de 100 milhões de contos (500 milhões de euros).807 -7739. que motivaram privatizações. Após a investida da Cimpor na Galiza (1992). A importante é a económica. OUTRO MATERIAL DE TRANSPORTE METAIS COMUNS AGRÍCOLAS QUÍMICOS MÁQUINAS.3 mil milhões de euros (dos quais 2. acaba de anunciar a sua saída deste mercado.28 -526. APARELHOS COMBUSTÍVEIS MINERAIS TOTAL Valores em milhões de euros.033 -68. alegadamente para se concentrar no Brasil.885 SALDO 1074. Portugal torna-se exportador líquido de capital pela primeira vez em 1995.8 por cento do PIB no final de 2001. as empresas portuguesas de maior envergadura. CORTIÇA MINERAIS. Mas a questão que está em cima da mesa é saber se a crescente integração da economia de Portugal na UE se reduzirá à sua iberização. e a aventura do Brasil.3 em Espanha) de 2000.408 236. Mais tarde (2001). Aquelas já investiram mais de 500 milhões de euros. a PT escusou-se a concorrer a outra licença móvel na Tunísia.390 23. BORRACHAS VEÍCULOS. uma holding de José Roquette.223 705 861 332 561 1.911 SALDO COM UE 950 719 296 134 9 (40) (186) (266) (191) (313) (514) (439) (733) (949) (1. mas também mediterrânicas. na proximidade geográfica (Espanha. mais do que o risco-país [Mário Soares não admitiu que dera uma palavra a Hassan II sobre o interesse português em investir em Marrocos?]. Da Argélia vêm motivos de reflexão. até então fortes de um mercado interno reservado. pelo mesmo movimento. linguística (Brasil) e histórica (Palop). Após a descoberta da Espanha – que tem na aquisição da Corporación Noroeste pela Cimpor o feito emblemático –.204 427.221 4. e Magrebe).

Os valores apresentados em PÚBLICO 500 foram extraídos dos relatórios e contas não consolidados das empresas referentes ao exercício de 2001 ou recolhidos pela Servitrade através de contacto directo com as empresas. 500 Indicadores utilizados CAPITAL SOCIAL — Capital social registado pela empresa no final de 2001. seguradoras. onde se lê “capital próprio” deve ler-se “rentabilidade do capital próprio em %”. RESULTADOS LÍQUIDOS — Lucro ou prejuízo no exercício de 2001. VARIAÇÃO DAS VENDAS — Aumento/diminuição das vendas face ao exercício de 2000.A RECOLHA E TRATAMENTO DOS DADOS LISTA PÚBLICO 500 — “ranking” das maiores empresas portuguesas não financeiras — é da responsabilidade da Servitrade-Serviços para Gestão de Empresas. e parabancárias. A lista PÚBLICO 500 não inclui sociedades gestoras de participações sociais nem empresas do sector financeiro (bancos. Com as casas décimais acontece o inverso. Lda. A Servitrade e o PÚBLICO agradecem a todas as empresas a colaboração prestada. em percentagem. reservas. VENDAS — Total das vendas de mercadorias e da prestação de serviços no exercício de 2001. RENTABILIDADE DOS CAPITAIS PRÓPRIOS — Resultado líquido a dividir pelo capital próprio. Nos quadros das análises sectoriais. SFAC. CAPITAL PRÓPRIO — Total dos capitais próprios (capital social. resultado de exercício e resultados transitados) no final do exercício de 2001. como sociedades de “leasing”. As empresas listadas em PÚBLICO 500 foram ordenadas por vendas. I LU S T R AÇÃO A N D R É CA R R I L H O . “factoring”. ERRATA Devido a um problema técnico as casas dos milhares dos números apresentados nos quadros aparecem separadas por “. No final da listagem é apresentado um índice alfabético das empresas incluídas.” (vírgulas) em vez de “. etc…). UNIDADE MONETÁRIA todos os valores estão expressos em milhares de euros. NÚMERO DE TRABALHADORES — Número médio de trabalhadores no exercício de 2001.” (pontos).

CLASS. parceira desde a primeira hora neste projecto. a Glaxo Wellcome Farmacêutica deu um trambolhão de 163 lugares.088. N.292.. 114 102 152 150 7 8 CORTICEIRA AMORIM .A.A.6 por cento em 2001. é necessário subtrair às vendas os consumos intermédios. Enquanto no O B.537. CONST. RTC LDA SOMAFEL S.A..ª. pouco mais de metade do ritmo de crescimento da lista PÚBLICO 500.. as vendas das 500 maiores empresas não financeiras do PÚBLICO davam um salto de dez por cento. Como se referiu anteriormente.. destaque para a RCI Gest.ª.2% LUCROS 2. N. DAS VENDAS 10. IBEROL S. Em termos sectoriais.A. DE PÚBLICO 500 2001 VENDAS 84. Carlos Rosado de Carvalho SE O ANO DE 2001 foi de abrandamento. regionais. 2001 26 66 67 72 83 125 157 159 167 168 Começando pelas empresas. NOKIA PORTUGAL S. Para avaliar o contributo das 500 para o PIB..A.884.L.INDÚSTRIA S. que mal ganham para a inflação.º LUGARES PERDIDOS 163 142 133 114 5 6 7 8 9 10 NOVIS TELECOM S.IMOBILIÁRIA GESTÃO S. pelo que não são directamente comparáveis.9 mil milhões de euros.8% 328.850.A. Em todo o caso. INSTITUTO LUSO-FÁRMACO LDA JAIME RIBEIRO & FILHOS S. com um salto que excedeu os mil por cento. TEJO ENERGIA S.073 N. SCAL S. os números médios das 500 escondem realidades empresariais. qual abrandamento? Enquanto a economia crescia apenas 6.6% CAPITAL SOCIAL 15. DOS LUCROS 33. J. estes 10. o contributo das 500 para o PIB será seguramente superior ao seu peso no emprego.SOC.A. a PSA Gestão. 17. veja-se o caso dos resultados líquidos.. 1 2 3 4 EMPRESA GLAXO WELLCOME LDA LUSOPONTE S.1 por cento para ser mais preciso.9 mil milhões de euros. Pelo contrário.L.A. A saída mais marcante é também de uma empresa do sector automóvel.277.O.6 por cento face a 2000. No ano passado. RENAULT GEST S. Nota: Os dados nãos são directamente comparáveis devido à entrada e saída de empresas da lista. .A. até.A.º LUGARES GANHOS 313 256 206 202 EMPRESA N. Distintas são também as empresas que integram a lista das 500 de 2000 e 2001. DAIMLERCHYSLER RAIL SYSTEMS S. DOS TRABALHADORES -2. Mas valeu a pena: o conjunto das empresas que fazem parte da lista deste ano registou lucros de cerca de 2. ao passar de 236.ª posição.O.A. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 EMPRESA PSA GESTÃO S. 2000 21 25 32 46 69 73 92 98 101 104 Nota: As entradas/saídas podem ter acontecido simplesmente porque as empresas não forneceram dados para um dos anos MAIORES SUBIDAS.A. e ainda mais aos investidores em bolsa.A. a riqueza gerada no pais aumentou. que comercializa automóveis ligeiros e pesados que entrou para o 26º lugar. ASTRA PORTUGUESA LDA TEODORO GOMES ALHO & FILHOS LDA SONAE . ELECTROTÉCNICA S.800.0 N.I.400.3 mil milhões de euros em capitais próprios. Como são uma média e consideram apenas as empresas da lista que têm indicadores para 2001 e 2002. com uma quebra superior a 67 por cento. e a “melhor” é a Scal.REP. Nas entradas. AGROSS C.A.A. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 EMPRESA RCI GEST S. “ranking” encabeçado pela EDP Distribuição.9 CAPITAL PRÓPRIO 288. De acordo com cálculos efectuados pelo PÚBLICO a partir dos dados fornecidos pela Servitrade.A MITSUBISHI TRUCKS EUROPE S.599.284.2 por cento escondem realidades muito distintas. o número médio de trabalhadores com ficha nas 500 superou os 330 mil. UNIARME C. em termos nominais.A. cerca de 6. E QUEM SAÍU DA LISTA N.O. do produto interno bruto do país nesse ano.8 CRESC. sectoriais e até distritais muito distintas. que ocupava a 21. DIAGEO PORTUGAL LDA TOP TOURS LDA CIBAL S.0 25. os accionistas das 500 tinham investidos 28.0% 2000 80. da 474. CAPITAL PRÓPRIO 10. por cada cem escudos de capital próprio. Taxas de variação e rentabilidades calculadas apenas com base nas empresas com registos nos dois anos . 1 2 3 4 .5% 2. Feitas as contas..0 14.9 mil milhões de euros.A.A.2 por cento. a “pior” é a BP Lubs. que galgou 313 posições.A. para 84.164. em termos empresariais. Os quase 85 milhões de euros que entraram nos cofres das maiores empresas de Portugal no exercício terminado a 31 de Dezembro de 2001 correspondem a cerca de 70 por cento.R. Para dar emprego a tanta gente. para 122. CENTRALCER S. EM PORTUGAL EPUL 186 178 5 6 RÓTOR S. HONDA AUTOMÓVELS. PINTO LEITÃO S.R.G R A N D E S N Ú M E R O S Abrandamento.A. RADIOTELEVISÃO PORTUGUESA S. e fechado pela CP.948. Durante o ano passado.509. com mais de 450 milhões de euros.A. FUJITSU SIEMENS COMPUTER S. os accionistas ganharam 10. N. 69.E MAIORES DESCIDAS NO “RANKING” N. sectoriais e.1 escudos — e uma rentabilidade de dez por cento é de fazer inveja aos titulares de depósitos a prazo. também há números para todos os gostos.A.A. Das empresas que integram a lista nos dois anos. CLASS.5 por cento da população empregada.1% N. a que mais subiu foi a Novis. que no ano passado suportaram perdas à volta dos 25 por cento. apenas 6.A.0 8.2 RENT. 98 83 145 144 9 10 ENTREPOSTO LISBOA LDA AUTOMERCANTIL LDA 74 74 22 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .659.A. A lista de 2001 integra mais de cem empresas que não estavam nas 500 de 2000.792 VAR.SAN JOSÉ S.A. O que não quer dizer que essas empresas contribuíram com essa percentagem para a riqueza nacional.O. QUEM ENTROU.º TRABALHADORES 332. TELEPAC S. SOTÉCNICA . OPEL PORTUGAL S. No crescimento das vendas.5 CRESC. com prejuízos de quase 270 milhões . CENTRAL DE CERVEJAS S. no mesmo ano as vendas das PÚBLICO 500 deram um pulo de 10.ª para 161. isso não se nota no conjunto das 500 maiores empresas não fi nanceiras do país por vendas. como atestam os relatórios sobre a economia portuguesa. PT PRIME S.255.A.D. para os quais não temos informação disponível.D.330.ª para 399..

S.0 1.300 9 10 DAI S.000 EMPRESA ERICSSON LDA RENT. 6 REN S.5 113.A. 9 ABAR S.A.A.0 -14.O.M.559.8 7 YAZAKI SALTANO DE PORTUGAL LDA 8 CAMINHOS DE FERRO PORTUGUESES E.A 102. EFACEC S. RENT. -76. 694. 1 2 penalizadas pelo abrandamento foram a RTP.sector de electricidade.A -90.A.4 5 BRISA S. mas a grande distância.300 5 6 GMAC LDA CPPE S. 806. CONTACTO S.031.7 3 PETROGAL S.A.A.A. rádio e televisão são os primeiros a pagar a factura do abrandamento: quando toca a encolher gastos.A.A. EMPRESA Valores em milhares de euros CAPITAL PRÓPRIO 6. YAZAKI SALTANO DE PORTUGAL LDA -81.774 11..0 7 8 C.1 5 6 SIC S.758.2 1 CAMINHOS DE FERRO PORTUGUESES E..A. 6.2 7 8 FIAT AUTO PORTUGUESA S. PRÓRIO % 41.057 5.IMOBILIÁRIA GESTÃO S.4 -173.A.421.A.7 125. 1. A quebra da publicidade acabou por penalizar a rentabilidade dos media.A.A.O. 2 EDP DISTRIBUIÇÃO S. IBERUSA S.P. RTC LDA -37.226.A SAP PORTUGAL SOC. RADIOTELEVISÃO PORTUGUESA S.ENERGIA S. 85..9 -115.6 745.A.A.1 7 SOPORCEL S. EDP DISTRIBUIÇÃO .2 9 10 BOREALIS POLÍMEROS S.9 -43. E PIORES MENOS RENTÁVEIS MAIORES. nos media recuaram 11 por cento.IMOBILIÁRIA GESTÃO S..096.6 -40. é o do Porto.A.0 -15. ENTREPOSTO .043. com apenas 83 empresas e pouco mais de 14 por cento da facturação. 4 STCP S. 6.7 9 PINGO DOCE S. PRÓRIO % -340.717.1 MAIS DINÂMICAS N. 4 PORTUCEL S. CAPITAIS PRÓPRIOS N. ACCENTURE S. 4 PT COMUNICAÇÕES S. Em termos regionais.9 -19. 222.HYGIENE PRODUCTS LDA NOVIS TELECOM S.O.O. MAIS RENTÁVEIS N.0 N. A imprensa. Como seria de esperar.A. 100. 118. VENDAS % 1212.A. com prejuízos de 118 milhões de euros para capitais próprios de 51 milhões de euros.6 100.575.3 217.994.5 86.2 9 TMN S. enquanto Bragança e Vila Real não estão presentes na lista. 10 LEAR S.A.6 5 TAP S.0 36.0 GLAXO WELLCOME FARMACÊUTICA LDA 1 EDP DISTRIBUIÇÃO S.249. 3 MODELO CONTINENTE . 10 TAP S.0 9 10 INSTITUTO LUSO-FÁRMACO LDA DAIMLERCHYSLER RAIL SYSTEMS S..6 7 8 SONAE .A.A.3 82.0 90.VEÍCULOS E MÁQUINAS S. FUJITSU SIEMENS COMPUTER S.0 166. 10 RTC LDA EMPREGADOS N.0 -425. 1 2 MENOS DINÂMICAS VAR.O.A.731. responsáveis por mais de 70 por cento do total das vendas das 500.5 1 CTT S. muito por culpa da quebra da publicidade. -35. CAP.A.A. 1 2 EMPRESA BP LUBS LDA CAPITAIS PRÓPRIOS N.027 3 4 3.A.3 3 4 ALCATEL PORTUGAL S.421 6.A.226.HIPERMERCADOS S. E MENORES VAR. 5 TURBOGÁS S. 11. Beja mete apenas duas empresas.2 5 6 LUSOPONTE S.2 -36.169..0 -32. gás e água as vendas dispararam 40 por cento.000 7.234. 186.A. N.0 5 6 ASTRA PORTUGUESA LDA IRMÃOS VILA NOVA LDA 121.P. VENDAS % -67.A.226.A.1 562.A.O. e a SIC.330 12. o que equivale a uma rentabilidade de menos 231 por cento! As empresas mais MELHORES.A.9 346. as 500 confirmam mais uma vez a macrocefalia do país.0 -31.294 7 8 FORD LUSITANA S. 8. -29.9 -28.A. 1 2 EMPRESA ROCHE LDA EMEF S.A.6 EMPRESA SCAL S.A.A. 3 4 SCA .862.A.688.0 -941.5 -72. EMPRESA -115.A 2 PT COMUNICAÇÕES S. 8 METROPOLITANO DE LISBOA E.069. -173.0 541. UNIPESSOAL LDA PORTELA & Cª S.0 994. CAP. LUSOCERAM S. com prejuízos de 27 milhões. com perdas de 109 milhões. SONAE . 3 CARRIS S.. o distrito mais próximo.6 3 4 MITSUBISHI MOTORS DE PORTUGAL S. que são mesmo o sector menos rentável das 500. 541. I .0 CAPITAL PRÓPRIO 17.0 .880.A.A. O distrito de Lisboa mete 278 empresas na lista.235..A.9 -615.A.A.A.O.5 9 10 PORTUGÁLIA S.A. -32.INDÚSTRIA S. 6 SECURITAS S. a publicidade é uma das primeiras da fi la. EMPRESA Valores em milhares de euros CAPITAL PRÓPRIO -497.9 -255.8 -81.P.A.8 -89. 2 RADIOTELEVISÃO PORTUGUESA S. 6 VASP LDA 7 GESPOST LDA 8 RECHEIO S.A.A.9 . CORTICEIRA AMORIM .A.

1 619.521.9 4.7 27. CELULOSE.1 14.818.160 36.8 16.9 89.7 6.985.3 INDÚSTRIA DA MADEIRA.915.833.4 -0. CAP.963.2 7 8 COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA -0.E MENORES CAPITAIS PRÓPRIOS N.2 18.960.7 -35.562.5 5.5 201.3 3.2 41. VENDAS % 40.9 312.7 AGRICULTURA E PECUÁRIA 2.0 1.2 -8.2 Valores em milhares de euros MELHORES.1 8.O.543.70 COMÉRCIO AUTOMÓVEL 799.7 15.884.8 INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA 7.088.8 -7.4 SERVIÇOS DE TRANSPORTES -64. PAPEL E ARTES GRÁFICAS 2.485 4.8 Rent.937.807.629.C.9 10. E PIORES SECTORES MENOS RENTÁVEIS N.3 4.4 5.O.9 257.5 34.135.7 454.7 18.258.7 5.1 20.00 COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS 1.00 IND.2 5. ALIMENTAÇÃO.592.7 11.4 -7.3 58.10 AGRICULTURA E PECUÁRIA MEDIA INDÚSTRIA EXTRACTIVA INDÚSTRIA FARMAÊUTICA COMÉRCIO COM.984.963.5 1.6 -0.º Trab.490.700.6 101.715.868. PAPEL E ARTES GRÁFICAS -1. 656.182.3 10.C.741.651. BEBIDAS E TABACO 36855 COMUNICAÇÕES 33054 CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS 32809 SERVIÇOS DE TRANSPORTES 25880 INDÚSTRIA AUTOMÓVEL 24829 ELECTRICIDADE.0 2.40 318.O.3 15.0 625.316.176.985. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 SECTOR RENT..844. Prório % 10.90 201.9 19.1 2.4 2.867. METALÚRGICA E METALOMECÂNICA Valores em milhares de euros SECTORES MAIS DINÂMICOS N.852.4 174. SECTOR 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 N.6 28.8 7.6 7 8 INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO 11.491.3 14. ÁGUA E GÁS 17749 INDÚSTRIA TÊXTIL.551.540.1 17.963.405.817 6.º Class.490.20 300.368 17.981.2 64.671. DO VESTUÁRIO E DO COURO 4. SECTOR 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 CAPITAL PRÓPRIO 20.137.349.452. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 SECTOR RENT.880 3.8 -37. CORTIÇA E MÓVEIS INDÚSTRIA EXTRACTIVA AGRICULTURA E PECUÁRIA PÚBLICO 500 10.4 19.185.216. PRÓRIO % 30.00 382.O.0 20.684.462.7 INDÚSTRIA EXTRACTIVA -9.5 33.601.7 17.70 242.4 -24. CAP.829 16.769.137.456.8 N.8 58.10 312.814.084.6 92.436.176.809 24.659.672 32.6 42.436.944.446.7 -400.456.G R A N D E S N Ú M E R O S / S E C T O R E S AS 500 POR SECTOR AGRICULTURA MAIORES.027 3.0 382.452.827.481.6 17.4 6..741.575.5 1.O.1 10.9 12.801.813 43.9 -57.792 CAPITAIS PRÓPRIOS N.638 870 494 332.878.825.7 -0.60 Virar de página 12 17 35 11 46 52 16 43 42 19 21 20 13 27 19 12 16 22 21 11 11 11 1 2 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 ELECTRICIDADE.458.3 242.559.7 6.9 9.5 37.8 EMPREGADOS VAR.O.3 2.3 5 6 INDÚSTRIA QUÍMICA INDÚSTRIA CELULOSE.235.3 -1.586 6.7 -9.256. % Líquidos 808.8 6.9 -23.639.208.1 8.2 13. DO VESTUÁRIO E DO COURO 17625 INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO 16813 IND.0 -11.349.0 N.1 19.765.700.7 20.176.5 8. BEBIDAS E TABACO COMUNICAÇÕES COMÉRCIO AUTOMÓVEL CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO FARMACÊUTICO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO SERVIÇOS DE TRANSPORTES COMÉRCIO INDÚSTRIA QUÍMICA INDÚSTRIA CELULOSE. 494 870 2586 3485 3638 3817 4233 6027 6160 6360 3 4 CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO 18.2 N.749 11.3 26.718.6 2.7 5.597.7 44.9 91.6 5 6 COMÉRCIO FARMACÊUTICO SERVIÇOS INDÚSTRIA FARMAÊUTICA SERVIÇOS DE TRANSPORTES 13.5 1.O.1 AGRICULTURA E PECUÁRIA INDÚSTRIA EXTRACTIVA INDÚSTRIA FARMAÊUTICA COMÉRCIO FARMACÊUTICO INDÚSTRIA DA MADEIRA. Vendas Var..O.261. DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO 11831 500 84.5 Capital Próprio 7.4 318.1 N.629.9 20.487.5 INDÚSTRIA AUTOMÓVEL 6.º TRAB.8 26.765.067.2 2.6 1.455.4 COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS INDÚSTRIA FARMAÊUTICA SERVIÇOS COMÉRCIO FARMACÊUTICO COMUNICAÇÕES COMÉRCIO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.1 679.0 9. 1 2 SECTOR MEDIA INDÚSTRIA EXTRACTIVA N.983.455.8 -0.0 -7.7 50.763.30 454.2 2.420.0 580.8 9 10 9 10 INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS INDÚSTRIA TÊXTIL.5 799.4 30.4 8.756 7. BEBIDAS E TABACO IND.831 3.6 -17.3 SECTOR ELECTRICIDADE. MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO FARMACÊUTICO IND.9 6.2 1..8 10.8 1.0 40. CORTIÇA E MÓVEIS -2.3 89.0 162. SECTOR 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 N.992. SECTORES MAIS RENTÁVEIS N. Sector Emp.20 CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS 1. PRÓRIO % MEDIA -231.3 28.6 2.C.370. -15.551.715.4 18. CORTIÇA E MÓVEIS COMÉRCIO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO MEDIA COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS INDÚSTRIA QUÍMICA Valores em milhares de euros 24 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . % Resultados Var.096.263.176.537.4 13.375.6 1.8 -231.992. SERVIÇOS 43749 COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.80 50.261.5 42.698. CORTIÇA E MÓVEIS COM.948.664.2 11.208.3 -1.9 -1. CORTIÇA E MÓVEIS -1.684..1 11.3 1.164.925.1 51.7 -1.2 68.054 8.575.1 11.855 33.987.40 162.00 SERVIÇOS 1.5 6.5 3 4 COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DA MADEIRA.9 32.6 20. DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO 1.233 25.8 19.801.132 11.135.20 INDÚSTRIA QUÍMICA 1.8 -64.1 3.256.651.8 1.9 302.818.979.9 55. DO VESTUÁRIO E DO COURO 5.2 9.797.491.9 3.756.833.868.7 11. DA MADEIRA.7 7.231.8 INDÚSTRIA TÊXTIL.208.6 1. ÁGUA E GÁS COMUNICAÇÕES N. N.173.360 6. ÁGUA E GÁS COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO..1 3.00 NDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS 1.380.420.9 341.2 202.180. DO VESTUÁRIO E DO COURO INDÚSTRIA FARMAÊUTICA MEDIA INDÚSTRIA DA MADEIRA..309.4 334.4 .1 17.4 INDÚSTRIA QUÍMICA 5.1 CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS 5.111. 1 2 SECTORES MENOS DINÂMICOS VAR.4 13. SECTOR 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 CAPITAL PRÓPRIO ELECTRICIDADE.749 6.349.. Cap.400.8 33.8 16.2 1.1 941.80 COMUNICAÇÕES 3.5 -117.50 IND. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO AUTOMÓVEL .916.2 645.4 -2.896. 2001 Valores em milhares de euros EMPREGADOS N. VENDAS % -11.8 5. PAPEL E ARTES GRÁFICAS INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA TÊXTIL.0 -11. ÁGUA E GÁS 7.6 COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO 10.1 561.4 300. 572.683.4 5.625 2.º TRAB.

70 218.L.A.A. 103.2 1.470.9 106. 60.40 -23.404 16.432.60 65.20 10. REN S.5 602.50 -53.6 379.SIS.O.606.90 Capital próprio 22.A.7 105.667.90 273.985.A.194.O.0 617.628.233.3 1 2 EDP DISTRIBUIÇÃOS.60 84. VICAIMA S. ALLIANCE UNICHEM FARMACÊUTICA S.80 856.660.899.9 9 10 249 278 EMPREITEIROS CASAIS S.355.LOGÍSTICA LDA 81.50 33.60 12.00 15.884.50 -14.3 5 6 8 9 TMN S.299 3.A.8 281. SOPOL S.A.864.363.R.3 5 6 184 190 SOLVERDE S.7 112.781.995.8 123.509.721.378. LEAR S.833.0 2 3 4 57 99 106 CONTINENTAL MABOR S.A. 500 1 2 EMPRESA VENDAS LISBOA N.601. 1.A.503.954.356 3.178.60 67.491.088.577.648.153. 1.169. MERLONI S.248.A.30 279.973.202.495.178.A.000. 500 1 92 BRAGA EMPRESA VULCANO S.303. CARCLASSE S.0 9 10 394 398 FAPRICELA S.614.80 97.988.00 149.292.650.859.30 17.O.278.572. 1.50 189. SIMOLDES LDA 158.1 7 8 212 237 LAMEIRINHO S.118.2 92.50 211.00 150.463.10 666.A.219.3 88.851.60 198.500.588. 70.631.1 69.905.0 3 4 139 155 AUTO INDUSTRIAL S.0 5.426.A.50 Capital social 12.AÇOS PLANOS S.90 178.098.586.100 811 357 332.0 329.A.A.60 2.O.00 87.952.374.50 6.592.A.758 2.370.R.821.A. 1 500 40 N. GRUNDIG .035.A.385.HIPERMERCADOS S.50 287. 1.30 653.50 555.A.882.507.IMVT S.871.731.9 414.L.391. 2.321.169.80 1.005.A.730.00 AS MAIORES POR VENDAS AVEIRO N.104. 500 1 2 EMPRESA VENDAS SETÚBAL N. 79.6 60.845.914.994.382.80 47.164.8 121. SALVADOR CAETANO .A.20 285. LACTOGAL S.124. AUTO SUECO (COIMBRA) LDA 116.90 123.5 134.292.1 7 8 221 295 FERPINTA S.A BP PORTUGUESA S.10 668. VENDAS 170.A.6 AUTOEUROPA LDA BOREALIS POLÍMEROS S.90 26.531. 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 4 46 53 116 125 128 144 149 163 223 EMPRESA VENDAS 111 113 CASCA S.899.484.30 57.344.368.594.725.134.A. STORA CELBI S.853.A.379.921.0 2.10 1.273.6 124.786.O.735.792.659.414. 142.O.876. DOW PORTUGAL S.A.70 14.60 4.230.50 55. TAP S.80 88.868.222.7 102.00 853.046.1 150.948.6 64.910.1 261.10 83.080 15.A PETROGAL S.7 160.0 1.50 31.390 2. 1 500 6 EMPRESA VENDAS 1.0 5 6 192 256 ALVES BANDEIRA & Cª LDA FARBEIRA C.575.A.A.A.6 291.538.2 Valores em milhares de euros Valores em milhares de euros Valores em milhares de euros COIMBRA N.60 11.50 521. ECCO’LET (PORTUGAL) LDA 91.40 425. OPTIMUS S.041. 88.869.9 44.50 178. DIAGEO PORTUGAL LDA LUSOSIDER .60 82.A.30 18.7 3 4 3 5 PT COMUNICAÇÕES S. BAVIERA S.305.10 98.541.8 330. 58. MODIS S.385. 5.A.60 268.A.529.20 Empregados 206.045.736. SOQUIFA S.A. GRUNDIG .593 2.979.0 2 3 4 100 127 150 BERTRAND FAURE S.2 9 10 298 305 PROLEITE C.323.50 2. LISNAVE S.664.701.305.012.1 Valores em milhares de euros Valores em milhares de euros Valores em milhares de euros .685.053.3 139.80 Resultados líquidos 2.021.677.852.907.253.727.220.671.A.958.360.693.A.0 N.A.4 2.885. OCP PORTUGAL S.20 4.405 2.3 PORTO EMPRESA BLAUPUNKT AUTO-RÁDIO LDA VENDAS 366.A.035 625 1.040 12.062.2 5 6 162 181 RIOPELE S.417. UNICER S.00 121.A.4 78.394.242.A.209.A.G R A N D E S N Ú M E R O S / D I S T R I T O S AS 500 POR DISTRITO N. LABORATÓRIOS PFIZER LDA SLEM LDA 2.40 169.9 73.8 46.80 46. DE ELECTRÓNICA LDA 280.70 737.601.129.796. 53.491.426.563.A.292.7 MANUEL MARQUES DOS SANTOS CAVACO S.6 280.90 1.841.360.5 9 10 12 13 SHELL PORTUGUESA LDA VODAFONE TELECEL S.00 39.860.0 106. COELIMA S.50 10.0 7 8 328 380 MAHLE S.466.20 73. VIDREIRA DO MONDEGO S. SOARES DA COSTA S.0 956.60 291.A.2 7 8 10 11 CPPE S.00 76.012.426 1.397.885.939.30 28.A.797.º empresas Distrito nas 500 278 83 23 29 29 10 7 7 7 4 5 5 3 4 2 2 2 LISBOA PORTO SETÚBAL BRAGA AVEIRO COIMBRA VISEU LEIRIA SANTAREM VIANA DO CASTELO PONTA DELGADA FUNCHAL PORTALEGRE FARO BEJA CASTELO BRANCO ANGRA DO HEROISMO PÚBLICO 500 Valores em milhares de euros Vendas 59.539 2.5 2 3 4 5 6 7 8 9 10 7 20 22 35 38 45 55 58 64 MODELO CONTINENTE .662.796.564.A.579.90 9.574 59.20 487.ª SODICENTRO LDA 45.

00 191.A.80 CAP.40 496.10 71.594.A. BEBIDAS E TABACO Vítima do aperto de cinto COM DUAS EMPRESAS no “top ten” das 500 maiores — a Modelo Continente Hipermercados.3 4. face a 2000.HIPERMERCADOS S. da confiança das famílias e da evolução da capacidade de compra das grandes massas consumidoras.7 RESULT.558.80 RECHEIO . as 37 empresas integrantes do comércio de alimentação. com uma quebra no volume de negócios de 11 por cento.DISTRIBUIÇÃO ALIMENTAR S.962.90 11.513.984.70 175.00 MODIS .A.60 CAP. Faria (calçado) e a Unimadeiras (comércio de madeiras). a Aviludo (comércio alimentar). SOARES CORREIA S.70 PINGO DOCE . É um sinal claro do abrandamento económico que se tem vivido nos últimos tempos em Portugal. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos Neste contexto.2 N. Passaram a integrar o “ranking” das 500 maiores uma empresa de origem galega. -5 32.80 4. ZARA PORTUGAL LDA FLORÊNCIO AUGUSTO CHAGAS S. um sinal de que os tipos de jogo ligados à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa continuam em perda face às cada vez mais populares “slot-machines” exploradas pelos casinos portugueses.497. seis empresas: a Goodyear Portuguesa (pneus e câmaras de ar) a Pull & Bear (pronto-a-vestir). MICHELIN LDA SONAE TAFIBRA S.85 euros).CASH & CARRY S. sexta maior empresa portuguesa em volume de negócios. a Diageo Portugal (distribuidora de vinhos).6 1. 5.10 2. que saltou do 99º lugar entre as 500 em 2000 para o 59º lugar no ano passado.5 RESULT. 1.656. VENDAS 275.10 -7.4 7.30 FEIRA NOVA . Apesar de tudo. AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 6 7 14 15 17 18 25 47 102 125 EMPRESA VENDAS VARIAÇÃO % 2. pelo tipo de produtos que comercializam. R . -999 12.555.70 72. 826.A. DE BEBIDAS LDA 124.HIPERMERCADOS S.40 83.C.128. a Constantinos e a Carpan (comércio alimentar).S E C T O R E S COMÉRCIO Cereais fazem a despesa DAS 27 EMPRESAS que integram o segmento das 500 maiores que compõem o sector do comércio em geral. 1.501. “salvando-se”. igualmente do grupo liderado por Alexandre Soares dos Santos.A. J.8 31. registou um aumento de vendas próximo dos 70 por cento. 14 terem sede na capital e cinco no Porto. bebidas e tabaco estão sobretudo ligadas à chamada distribuição moderna.DISTRIBUIÇÃO CENTRALIZADA S.00 Cª PORTUGUESA DE HIPERMERCADOS S. LÍQUIDOS 1.A.60 230.4 45.3 6. Entre as empresas que divulgaram resultados de exploração em 2001.9 42. A maior baixa de vendas registou-se na única empresa ligada à comercialização de TOTAL DAS 27 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.7 14.9 17. PRÓPRIO 38.5 15.7 11.043.499.30 MAKRO .491.5 22.70 2. garantindo acréscimos que.40 55.046. em boa parte explicada pelos acréscimos exponenciais registados em duas das empresas do “ranking”.90 79. A crónica macrocefalia lusitana e o poder de atracção das duas grandes metrópoles manifesta-se no facto de. 793.A. entre as 27 empresas. registem-se os prejuízos de três empresas do grupo Jerónimo Martins — o “cash & carry” Recheio. 541.6 5. 703.853. 28 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .A. com relevo para as grandes cadeias de hipermercados.601.40 N.30 167.231.118.10 64.2 1.4 N.00 1.970.7 21.D.2 -11 7. I CA R L O S R O M E R O COMÉRCIO DE ALIMENTAÇÃO. Passaram a integrar o “ranking” das 500 maiores.8 14.30 VARIAÇÃO % 68.2 1.9 1. mesmo que marginalmente (menos 0.665.4 por cento). apenas uma deu prejuízo. embora quase insignificante (. 2.º EMPREGADOS 11774 1606 4550 6057 3320 2000 1090 1800 405 149 36855 MODELO CONTINENTE .9 8. a Unifac.D.7 5. 112.7 -7. a J. sétima. São.00 1.8 10. 323.7 N.º EMPREGADOS 15 11 1233 271 70 20 9 261 162 129 3817 do segmento.605.546.930. B. também a Lusograin . de um modo geral. LUSOGRAIN LDA LOJAS FRANCAS DE PORTUGAL S.513.2 14 N. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos apostas mútuas que integra a lista das 500 maiores. é significativo que o volume de vendas total em 2001 tenha diminuído.A.70 DIAGEO PORTUGAL .361.2 15. indiciando alguma dificuldade na afirmação desta forma de distribuição de produtos no mercado português. OLEOCOM S.80 8. a Lourinho (conservas de carne).644.202.6 3.3 -1. I C .7 6.950. e a Modis Distribuição Centralizada.811.A.9 1.CASH & CARRY PORTUGAL S.D.628. 637. LÍQUIDOS 16.4 11.919.9 13.7 13. a Casa da Sorte. a rede de hipermercados Feira Nova.60 MANUEL NUNES & FERNANDES LDA 156. No capítulo dos resultados de exploração.991.6 6.DISTRIB.5 17. Fernandes — e na empresa de venda por catálogo La Redoute Portugal. a Lido Sol II (supermercados) a DAGC (distribuidora de produtos alimentares). ambas ligadas à importação e comércio de cereais — a líder AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 61 73 87 209 219 225 240 247 259 273 EMPRESA UNIFAC S.6 por cento em 2001 face a 2000.00 CARREFOUR (PORTUGAL) S.258.5 N.197. os supermercados Pingo Doce e a Jerónimo Martins Distribuição de Produtos.981.A.00 67.00 78. supermercados e “cash & carry”.8 N. Justino das Neves (materiais para a construção) a Abar (adubos e fertilizantes). PRÓPRIO 14.A.2 14.852. CASA DA SORTE S. um excelente barómetro da saúde da economia.091. com lucros em 2001.735.A. ambas do grupo Sonae —.D.825. se situam aquém da inflação. a Ribeiro.A.723. no espaço comum europeu e no mundo.A.90 TOTAL DAS 35 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.6 58. a Caetano & Montalverne (hipermercados).30 42. De registar ainda baixas de vendas numa empresa de ferros e aços — Estabelecimentos J. os grandes grupos distribuidores instalados em Portugal têm conseguido suster as quebras nominais de vendas.Comércio Internacional de Cereais viu as suas vendas dispararem 42. o destaque mais óbvio vai para uma subida global das vendas superior a 15 por cento.

30 VARIAÇÃO % 9.L.3 28.6 -340.10 278. da 429ª em 2000 para a 173ª posição em 2001.40 6.30 1.027.1 12.992. que amargou com prejuízos de 4. Com a descida das vendas a contrariar a média das 500 maiores.10 12. PEUGEOT PORTUGAL S. CODIFAR C. defendendo que só assim se poderá dar um novo fôlego ao sector.9 58.2 19.160. de quebra de vendas.1 17.885. Sensível à quebra da procura interna e.6 -5. o que se verifica já desde 1999.2 por cento.263.A. por agora.437.20 230.4 -10.A. Foi.3 por cento.70 261.40 479.3 -11.330. FIAT AUTO PORTUGUESA S.371.7 -30.00 331.60 116. Em curva descendente.A.835. I LURDES FERREIRA COMÉRCIO FARMACÊUTICO Ganhar a cooperar AS EMPRESAS dedicadas à comercialização de produtos farmacêuticos que fazem parte das 500 maiores do PÚBLICO.90 1.00 2.576. A Astra Portuguesa também se destacou ao galgar mais de 250 posições no “ranking”.7 7.385.L.562.357.640.20 -4.S E C T O R E S COMÉRCIO AUTOMÓVEL De marcha atrás SE HÁ SECTOR que reflectiu o abrandamento económico em 2001.386.8 -32 -8.1 por cento registados pela média das 500 do PÚBLICO. a redução verificada nas vendas foi de 9.2 11.5 por cento.2 13. a descida acumulada de maior peso foi a dos comerciais ligeiros. VENDAS 414.597.1 4. passaram de 14. que os veículos automóveis passem a ser menos caros em Portugal. mais 180 por cento do que os 1.80 10. LÍQUIDOS 29.6 -1.3 por cento nas vendas.445. enquanto a Auto Sueco continuou a ser a maior empregadora de um sector fortemente pulverizado.10 -2.2 por cento das vendas das 500.40 206. que representa 3. O sector reclama há anos uma reforma da fiscalidade automóvel.214.A.904. COFANOR C. o que lhe permitiu entrar directamente para o 426º posto do “ranking”.8 10. Apesar de alguns casos em que os resultados pioraram.7 milhões de euros. que sofreu um decréscimo de 1. a empresa conseguiu uma rentabilidade dos capitais próprios.R.8 milhões de euros.9 17 -31.6 por cento nas vendas. RCI GEST S.7 por cento.6 por cento de acréscimo para o conjunto das 500 maiores.7 milhões de euros alcançados em 2000.A.8 por cento para os veículos ligeiros.426.º EMPREGADOS 424 210 208 200 186 169 130 212 58 95 3485 TOTAL DAS 21 EMPRESAS DO SECTOR 2.2 10. AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 35 59 64 74 97 99 114 137 152 158 EMPRESA ALLIANCE UNICHEM FARMACÊUTICA S.20 2.508.20 -11. LEVERELIDA LDA UNIÃO FARMACÊUTICOS DE PORTUGAL C. todo-o-terreno e comerciais ligeiros. com o AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 16 26 28 33 41 44 58 60 63 80 EMPRESA SIVA S.3 13.753.9 44.A GMAC LDA MERCEDES-BENZ PORTUGAL S.428. Os resultados líquidos ressentiram-se e recuaram 2.Hygiene Products que quase triplicou as vendas. Por segmentos.30 430. em 2001.A.00 863. registando aumentos nas vendas. com menos 12.00 -672. em consequência de uma quebra de 7.00 165. Melhor esteve a Wyeth Lederle Portugal .590.7 9. O mesmo já não pode dizer a Roche.560.6 por cento no comércio automóvel. um clássico barómetro do consumo. categoria que inclui ligeiros de passageiros.4 milhões em 2000. IA N A R I TA G U E R R A 30 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .º EMPREGADOS 210 100 29 145 172 88 536 380 93 822 8672 TOTAL DAS 46 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.30 6.738.20 Valores em milhares de euros.70 CAP. PRÓPRIO 13.825.6 -1.3 44. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos A subida mais espantosa aconteceu com a SCA . esteve a Merck Farma e Química que caiu da 473 para a 497ª posição. Não obstante.742.L. A criação de um regime fiscal mais justo.10 138. de 13. o clima de arrefecimento de vendas mantém-se.90 160. PRÓPRIO 53.8 11. AUTO SUECO LDA VENDAS 734. FIAT DISTRIBUIDORA DE PORTUGAL LDA BAVIERA S.8 -7 12.8 11.40 280.R. a tendência do sector.2 -5.70 264. graças a um acréscimo das vendas em 121. foi o do comércio automóvel.090.20 23.2 8.875. quase o dobro dos 10. AUTOMÓVEIS CITROEN S. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos fi m do actual imposto Automóvel (IA).50 364. a empresa mais que duplicou o número de trabalhadores e alcançou resultados líquidos de 4. contra lucros de 1.3 N.5 11. ou seja.A. é para a estabilidade ou incremento da rentabilidade. Além disso.869.8 19.8 milhões. tal como se prevê.863.R.60 280. LÍQUIDOS 2.462.80 1. que elimine a progressividade do imposto em função da cilindrada.5 19. ROCHE LDA BOTELHO & RODRIGUES LDA COOPROFAR C.A.7 RESULT. o sector tem mantido em 2002 o mesmo comportamento.90 VARIAÇÃO % 10.9 1.3 17.10 89.90 CAP. tendo-se destacado por contrariar o ambiente geral de redução dos lucros (entre as empresas com dados disponíveis).30 106.4 N. sobretudo por via da incorporação de uma componente ambiental. tiveram em 2001 uma evolução favorável.0 por cento.4 por cento.512.8 11.80 525. já neste quadro que a SIVA manteve. assim.636.00 -355. não significa.301.403. OCP PORTUGAL S.7 33. Nos primeiros nove meses do ano em curso.405.00 5. porém. contra uma quebra de 23.R. que também viu as vendas baixarem em 7.564.9 milhões de euros para 42.9 16 222. a liderança no ramo. nos resultados líquidos e no número de trabalhadores. SOQUIFA S.4 RESULT.169. Com a defi nição de questões como esta ainda longe no horizonte.579. mas o Orçamento do Estado para 2003 deixou claro que a sua concretização não é para os anos mais imediatos.176. muitas das quais são cooperativas.L. a variação negativa nos lucros é ainda mais expressiva: 33.A.683. ou seja.1 14.8 10.30 104. Prova disso mesmo é o facto de a rentabilidade dos capitais próprios do sector ter atingido os 19. por isso.

055. em que se verificaram variações recorde face ao comportamento geral das 500 maiores empresas portuguesas não fi nanceiras.232.176. ERICSSON TELECOMUNICAÇÕES LDA CPCDI S. SHELL PORTUGUESA LDA CEPSA LDA REPSOL PORTUGAL LDA GALPGESTE LDA ESSO PORTUGUESA S. fotográfico e de TOTAL DAS 20 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.9 88.A. e a Shell também melhorou.80 223.303. mas dos lucros. “um dos maiores problemas do sector”.A.739. “As empresas de imagem médica (radiologia) são das mais prejudicadas”.7 32 -2. “Estamos a falar de empresas em que o Estado representa mais de 50 por cento da facturação”. entre outros.8 22.780.2 31.5 85.3 10. entre o Estado e as petrolíferas para o “congelamento” dos preços de venda ao público.00 1.60 162.3 1 8.3 24.040.8 2.A. quando o preço praticado por estas era inferior ao que aplicariam se se reflectisse os preços internacionais.5 27.5 32.7 36.00 10. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos Um dos pontos que mais se destaca é o da relação entre as vendas e os resultados líquidos.10 237. de subidas do preço do crude no mercado internacional. O dinamismo não vem das vendas.539. PRÓPRIO 8.223. Foi também um ano com menos dúvidas do que o que vivem actualmente face à prometida AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 2 9 12 32 49 62 70 95 107 140 EMPRESA PETROGAL S. baseou-se na utilização de um fundo de correcção. 64.60 149.046.40 11.2 RESULT.00 1.00 1.1 RESULT.266.º EMPREGADOS 2777 340 319 200 120 1000 128 400 9 180 6160 liberalização do preço dos combustíveis em 2003 e antes da qual esperam ver arrumadas várias dúvidas — a definição de um mecanismo de acompanhamento dos preços livres e um novo sistema de liquidação de IVA sem esquecer a entrada em funcionamento da autoridade da concorrência. através da IBM e da Hewlett Packard.L.5 29.00 1.7 37.426.70 3.10 125.9 12.601.60 266.1 -4.973. S. refinadora de petróleo) viu os seus lucros multiplicarem-se duas vezes e meia.00 431. As empresas que vendem computadores e de telemóveis marcam igualmente presença forte no “ranking” dos grossistas de material eléctrico e electrónico.1 -17. a maior empresa deste ramo (a Petrogal. LÍQUIDOS 13.187.1 6. mas em particular dos transportadores.A.00 50.1 15. LÍQUIDOS 84. na medida em que reúne grandes superfícies comerciais de venda de electrodomésticos.496.3 39.40 N. — PORTO CARDOL LDA — LISBOA VENDAS 5.90 201. 5. A então chamada política de estabilidade de preços.00 147.10 VARIAÇÃO % 23. SONY PORTUGAL LDA SAMSUNG S.9 8.2 8.80 20. acrescenta. enquanto as petrolíferas “pagavam” na situação inversa.90 116.S E C T O R E S COMÉRCIO DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO A braços com calotes O ATRASO nos pagamentos devidos das administrações central e local às empresas de comércio de material eléctrico e electrónico é. Duas delas saíram de prejuízos para fortes resultados positivos (a BP e a Repsol).A.D.5 83.4 35. No segmento dos bens de consumo.8 N.375. revendedores de computadores e material informático.039.246. Este foi o último ano de vigência do acordo.4 -0.40 6.50 307.70 151. José Valverde refere que no segmento dos bens de equipamento há empresas muito afectadas pelo atraso nos pagamentos do Estado. PRÓPRIO 64.A.454. — LISBOA VENDAS 229.215.979. dirigente da Agefe.644.I. “mas se o Natal correr bem pode ser suficiente para equilibrar os valores”.845.A.387. que quadruplicaram naquele ano.3 10.1 -22.60 9.592.5 625.1 5.309.141. que pretendia minimizar os efeitos.259.5 48.A.9 174.40 2.085.1 por cento em 2001 neste ramo do comércio. onde em 2001 as empresas continuaram a aumentar a facturação. a Agefe — associação que representa empresas grossistas e importadoras de material eléctrico e electrónico.1 4.5 30.00 27.40 295. RODOGESTE LDA — LISBOA PETRIN S.9 2.70 CAP.252.1 18.8 N.90 CAP. que quebraram 0.D.550. BP PORTUGUESA S.429.7 por cento nas vendas das 500 maiores do PÚBLICO. COMPUTER 2000 PORTUGUESA LDA HEWLETT-PACKARD PORTUGAL S. José Valverde admite uma quebra nas vendas no final do ano em curso. I C L A R A T E I X E I R A COMÉRCIO DE PRODUTOS PETROLÍFEROS Ano dourado AS PETROLÍFERAS bem podem recordar 2001 como um dos seus anos dourados de actividade.677.363. para perceber que a heterogeneidade dos seus AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 75 76 77 84 86 91 105 108 122 131 EMPRESA WORTEN S. mas também as que fornecem fios e cabos eléctricos para obras do próprio Estado chegam a esperar até dois anos para receberem o que lhes é devido.40 8.827.807.694. TOTAL DAS 17 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.º EMPREGADOS 690 532 106 168 320 125 171 40 210 100 4233 problemas é proporcional à da sua composição. Quatro das maiores empresas do sector ditaram a tendência. junto dos consumidores. — LISBOA SOLBI LDA — LISBOA D. através do qual o Estado pagava às petrolíferas. o que em 2002 deverá fazer com que a sua posição no “ranking” se altere.50 167.7 -0.50 175.30 214. para José Valverde.360.40 VARIAÇÃO % -3. Mas basta olhar para o “ranking” dos maiores grupos desta actividade que pesa 2.40 120.70 871. I LURDES FERREIRA 32 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .316. fornecedores de telemóveis de alta-fidelidade.214.A. Por isso. esta última em fase de fusão com a Compaq.A.20 520. — PORTO Cª IBM PORTUGUESA S. Para além dos problemas da conjuntura.8 10.1 4.3 N.3 2.717.758. assinado em Julho de 1999. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos relojoaria — prefere definir a actividade em dois segmentos: bens de consumo corrente (electrodomésticos) e bens de equipamento (material eléctrico e electrónico).2 29.30 195.810.

2 23. No terreno.830.777.D.60 636.168.00 1.00 956.636. PRÓPRIO 17.357. TMN S.60 2. que passou os restantes 11 meses do ano em guerra com os pequenos accionistas da PT Multimedia.799. como a Televisão Digital Terrestre (TDT) e a terceira geração móvel (UMTS).624. notou-se ao longo de 2001 uma perda de receita na rede fixa e sua respectiva transferência para o negócio móvel.20 CAP.º EMPREGADOS 11027 1132 1100 17330 812 338 750 65 139 300 33054 TOTAL DAS 11 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros. 656. LÍQUIDOS 276. a Vodafone e a Optimus movimentam já.A. NOVIS TELECOM S. a TMN (do grupo PT). variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos A quebra não foi suficiente para destronar a PT Comunicações do “ranking” das maiores empresas do sector.A.648. logo em Janeiro de 2001. foi excluída do “ranking” porque provavelmente não forneceu os dados necessários para o efeito.A. a despedimentos e à “hibernação” das prometidas tecnologias do futuro. com a Anacom e ainda com alguns dos seus maiores accionistas de referência.A.A. O sector das telecomunicações assistiu em 2001 a falências.1 N. Mas a euforia nas telecomunicações tinha morrido em 2000.A.90 N.6 -7.20 617. No resto da tabela.273.A. o direito à interligação por parte da OniWay.70 54.344. O melhor exemplo partiu precisamente do grupo PT. mas os três operadores móveis conquistaram terreno e estão cada vez mais perto da empresa líder da tabela.577.503.A.985.434.727. Com oito milhões de utilizadores de telemóveis em Portugal. A OniTelecom. apesar de em 2001 ter obtido maior volume de negócios que a Novis (cerca de 157 milhões de euros).00 64.1 N.6 38.80 255.A.8 RESULT. I C L A R A T E I X E I R A .80 20.2 0.50 2. Desde o final do ano passado que se arrastam temas que ainda marcam a agenda diária dos jornais. AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 3 8 13 19 20 54 66 161 276 324 EMPRESA PT COMUNICAÇÕES S.807.1 22.484. que se traduziu pela criação de uma “joint-venture” com a Telefónica para o mercado móvel no Brasil.3 13. VODAFONE TELECEL S. a tão esperada fusão entre a Oni e a SonaeCom. maior volume de receita que a PT Comunicações. OPTIMUS S. PT PRIME S. TV CABO TEJO S.813.3 9.D.8 6.CORREIOS DE PORTUGAL S.60 VARIAÇÃO % 11.50 6.S E C T O R E S COMUNICAÇÕES O telefone não toca A PORTUGAL TELECOM (PT) ainda deu um ar da sua graça e começou o novo ano a fazer um grande negócio.428.00 -24.D. no final do ano passado.70 N. Entre eles.6 30.A. havendo lugar apenas para um dos novos operadores: a Novis Telecom. 14. MARCONI S.7 13.6 166.4 N.538. VENDAS 2.D. PORTUGAL TELECOM INOVAÇÃO S.1 34.394.50 288.20 104. em conjunto.756. 18.8 50.2 31.2 20.00 271.30 103.6 20. observa-se uma predominância das empresas do grupo PT.914. mantendo a mesma posição que em 2000. CTT . 2.

00 214.1 2.00 124. MONIZ DA MAIA.7 -0. a primeira empresa do sector. que passa actualmente o braço-de-ferro entre o grupo eléctrico e a entidade reguladora. do Porto.318.2 -6.2 7. itinerários principais e pontes. água e gás.5 92.6 13.528.8 19.1 5 18. passando esta a ser a maior empresa portuguesa. MOTA & Cª S.A.A.00 91. através da EDP Distribuição e da CPPECompanhia Portuguesa de Produção de Energia. peso que se acentua na comparação dos resultados líquidos: 97 por cento dos lucros obtidos neste sector deveram-se às mesmas duas empresas e sobretudo à área da distribuição.80 305. No calendário para 2003.3 11. TEIXEIRA DUARTE S.9 0.2 7.A. e a rentabilidade dos capitais próprios alinhou pela média geral do mercado.448. TOTAL DAS 12 EMPRESAS DO SECTOR 10. SERRA & FORTUNATO S.351.00 1. TOTAL DAS 52 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.4 -1.518.988. AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 29 36 45 50 65 68 78 88 89 98 EMPRESA SOMAGUE .60 8. PRÓPRIO 7. No geral.9 por cento do total.50 1. SOARES DA COSTA S.481. Outro dado a registar.A. PRÓPRIO 8.60 412. quebras nos lançamentos de concursos e diminuições das adjudicações.5 27. enquanto o segundo defende que a resposta da empresa tem de ser por via de uma maior eficiência de custos.9 4.40 -25.A. A TURBOGÁS S.A. a nova palavra mágica para as sociedades de construção remete para o maravilhoso mundo do futebol.00 330.10 408.º EMPREGADOS 1461 2056 2590 1755 3897 1450 1329 402 890 527 32809 pavilhões desportivos.4 11.519.80 20. CONSTRUTORA ABRANTINA S.00 5.346. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos O grupo EDP garantiu neste ano. S. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos Com os projectos ligados às grandes infra-estruturas — novo aeroporto de Lisboa. VENDAS 5.4 -67.A.70 297.572.A.00 VARIAÇÃO % 86.00 44.438. e depois das recentes medidas do Governo relativas ao fim do crédito bonificado para compra de habitação.2 2.639. operação AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 1 5 10 27 51 67 124 183 250 303 EMPRESA EDP DISTRIBUIÇÃO .REDE ELÉCTRICA NACIONAL S.7 RESULT.194.457.3 31. TRANSGÁS S.9 10. o sector com mais firmas na lista.3 6.4 12.7 8.30 164. com o primeiro a queixar-se que as descidas de tarifas impostas pelo regulador estão a esmagar a sua margem de negócio. VENDAS 478.3 5. TEJO ENERGIA S.164.2 8.219. centros comerciais.70 25.00 Valores em milhares de euros.8 5.239.074.50 808.40 1.615.622.20 525.209.60 CAP.90 256.5 por cento para 5. rede de TGV.960. SA.ENGENHARIA S.60 244. REN .80 59. É pelos resultados da EDP Distribuição.00 2. que tem vindo a ressentir-se da subida gradual dos juros. viram as suas vendas aumentarem 17.3 N. ELECTRICIDADE DOS AÇORES S. LÍQUIDOS 450. que passou da 35ª para a 27ª posição. EPAL S.462.9 17. I LURDES FERREIRA 36 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .40 -922. ERSE.795. estradas e acessos. aos quais estão inevitavelmente associados parques de estacionamento. o que é sobretudo devido à EDP Distribuição e à CPPE. mas teve um facto de peso. 25.950.853.592.4 6 125. CPPE S.011. de implicações estratégicas sensíveis para a economia portuguesa.A.6 N. já que foi o ano em que a Petrogal “cedeu” à EDP Distribuição o primeiro lugar no “ranking” nacional.1 22.086.963.191.A.A.00 7.733. os lucros subiram em consonância com as vendas. Vertiginosa foi a subida da Constructora San José.70 184. Não fora o Euro 2004 e a crise no sector da construção seria realmente a doer: atrasos nos pagamentos.2 47. A C.6 11.º EMPREGADOS 12000 618 1699 231 8 8 1018 242 938 803 17749 com a qual o Estado perderá a maioria do capital.208. o pessimismo instalou-se entre os industriais da construção.6 8.635. e estafado que está o mercado da habitação.6 3. ponte sobre o Tejo em Lisboa.A. A generalidade das empresas subiu a sua posição relativa face ao ano anterior.S E C T O R E S CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS Estádios e pouco mais ESTÁDIOS. as 52 empresas de construção e obras públicas presentes no “ranking”.80 295.80 6. agravando a crise do mercado residencial.6 5. Estádios. GDL S. é o da subida dos lucros da EDP Distribuição ter sido mais do dobro superior à das suas vendas.374. ruas.ENERGIA S. EMPRESA DE ELECTRICIDADE DA MADEIRA S.A.A.662.555.180..A.20 VARIAÇÃO % 14..490. De acordo com os indicadores das 500 maiores do PÚBLICO. o ano de 2001 ainda revelou algum crescimento.7 9 1.90 7.278. ENGIL S.696.C. CONSTRUTORA DO TÂMEGA S. Apesar de as perspectivas do sector serem negras — a Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas (AECOPS) já veio dizer que o ano 2002 vai apresentar uma taxa de crescimento negativa —. 6. EDIFER S.1 -338 -29.4 N. GÁS E ÁGUA Mudança de líder É O SECTOR por onde passam planos de novas fases de privatização. que em 2000 era a 424ª empresa e em 2001 passou a ser a 278ª. LÍQUIDOS 8. Acabada a época dourada das auto-estradas.A. 60 por cento das vendas registadas no sector da electricidade.60 CAP.A.A.3 40 RESULT. I R I TA S I Z A ELECTRICIDADE.8 mil milhões de euros.A.E. incluindo a Somague.235.104.30 189. défice público galopante e relativa indefinição quanto às obras públicas que vão realmente avançar nos tempos mais próximos. entre outras — a aguardarem decisões políticas num morno banho-maria.1 5.00 37. O ano de 2001 não teve privatizações para a história deste sector.00 2.40 3.650.A.Engenharia.844. estão a alienação dos últimos 30 por cento que o Estado detém ainda na EDP e a privatização em bolsa de uma parte do capital da Galpenergia. tendencialmente decrescentes este ano.423.00 251. ESTÁDIOS e mais estádios.M.90 70.

A quebra deuse mesmo com um aumento das vendas do sector em seis por cento. que registou um crescimento de 38.1 -10.5 por cento.70 379.50 241.00 -3. PRÓPRIO N.953.145. Cª DE CELULOSE DO CAIMA S. LÍQUIDOS 71.528.860. Menos feliz ainda foi o comportamento do sector ao nível lucros.20 10.40 CAP.675. o P3. O melhor comportamento no sector em termos de vendas foi o da Imprensa Nacional.6 13.8 12. 1.859.9 16. É um desempenho inferior ao das 500 maiores.787.2 por cento.A. SALVADOR CAETANO . para 5. Enquanto o conjunto das 500 maiores viu aumentar os seus resultados líquidos em 33. VENDAS 455. É. PRÓPRIO 7. 15.3 6.A.IMVT S.4 6 RESULT. 8.A.538.50 341. RENOVA S.50 -9.452.A. Em termos globais.806.1 por cento. PORTUCEL VIANA S.P.4 2.360.6 por cento em 2001 face a 2000.80 CAP. Ou seja. se concretize em efectivo fornecimento.A. A Soporcel lidera o “ranking”.814.00 -11. o Grupo Portucel Soporcel.20 120. A maior unidade de montagem nacional (a Autoeuropa) confirmou o seu peso.4 5.357.70 2.504. caso a estratégia de envolvimento das empresas de componentes automóveis em projectos de concepção e desenvolvimento.5 -0. Um passo importante nesse sentido foi dado no dia 28 de Outubro.000. sendo esta última uma debilidade consensualmente apontada.3 N.5 por cento.7 25.827.5 -10.814 milhões.7 12 6.A.9 por cento em 2001 face ao ano anterior. com as vendas a ascenderam a 581.411. como a sueca Stora Enso.A.90 32.2 10.6 RESULT.9 19.2 10. onde o crescimento nas vendas foi de 10.420. PORTUCEL TEJO S.30 -9.20 45.80 VARIAÇÃO % -14.772.80 2.663.458.º EMPREGADOS 1076 420 337 1040 774 540 530 10 297 6756 TOTAL DAS 12 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros. LEAR CORPORATION PORTUGAL S. em 2001.S E C T O R E S INDÚSTRIA AUTOMÓVEL Travão nos lucros AS CINCO UNIDADES de montagem do sector automóvel e a centena e meia de empresas de componentes automóveis que representam o maior sector exportador da economia portuguesa parecem ter-se ressentido.º EMPREGADOS 3660 197 2102 1400 65 5300 94 6421 1105 638 24256 TOTAL DAS 16 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros. pelo menos. AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 4 24 38 39 42 53 69 79 100 150 EMPRESA AUTOEUROPA LDA RENAULT PORTUGUESA S.D.662. O grupo assume ainda grande importância pela relevante fileira florestal de que é proprietário.80 202. todos tem os dentes afiados para a privatização.8 13. desceram 0. LISGRÁFICA S. já que representam 70 por cento do total deste sector. para 120. para onde apontam os resultados das menos das 16 empresas que estão entre as 500 maiores não financeiras do país.90 94.368.10 2.2 38.4 por cento. As vendas geradas pelas cinco empresas do universo Portucel pertencentes ao “ranking” da celulose.432.00 5.9 -26.80 VARIAÇÃO % 8.2 118.064.207.336. STORA CELBI S. IA N A B E L A CA M P O S 38 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . mais 15.911.6 -18 2.5 milhões de euros em 2001.236.5 7.755. e com o processo sucessivamente adiado. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos O indicador mais expressivo do que foi o ano de 2001 para a indústria automóvel em Portugal é o dos resultados líquidos. CITROEN LUSITÂNIA S.2 -37. SIMOLDES .545.D.6 por cento.286 mil milhões de euros em 1.60 -1.5 64.9 6.700.5 -18 -10. a indústria apresenta um nível inferior ao da média das 500 maiores na rentabilidade do capital próprio. do empresário Paulo Fernandes.A. tendo contribuído com mais de 40 por cento das vendas do sector.6 milhões de euros. as vendas do sector. A maior subida coube à Portucel Viana.90 1. teve a maior descida do sector em termos de lucros em 2001.10 1. com resultados líquidos de 77 milhões de euros. Ainda face aos dados de 2001.A.257. como o do veículo da Pininfarina. Desde grupos portugueses.793. IL U R D E S F E R R E I R A INDÚSTRIA DE CELULOSE. têm sido muitas as manifestações de interesse pela maior empresa da pasta e do papel da península Ibérica e uma das maiores da Europa.583.20 6. que representam 2. YAZAKI SALTANO DE PORTUGAL LDA BERTRAND FAURE S.A.60 47. Os dados disponíveis revelam ainda que a Celulose do Caima.A.80 106. os da indústria automóvel diminuíram 41. À beira da privatização.1 milhões de euros.80 374. papel e artes gráficas das 500 AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 2 3 4 5 6 7 8 9 10 31 113 118 129 175 236 373 387 392 EMPRESA PORTUCEL S.868.90 291.7 22.00 139. A viragem neste ponto vital da sua actividade pode alterar-se a prazo.360.3 -81. A empresa mais lucrativa foi a Soporcel.067. a gigantes mundiais do sector.A. ao recuar 66.A. de um clima de arrefecimento europeu e da dificuldade em ganhar quotas de mercado de maior valor acrescentado. que cresceu 61. MITSUBISHI MOTORS DE PORTUGAL S. PORTUCEL EMBALAGEM S.987.60 73.30 2. para 131.30 131.257.017. dado que houve uma quebra de 24. o que indicia a colocação no mercado de produtos predominantemente de menor valor também.6 8.00 5. em que o centro de engenharia a localizar na Maia e o centro tecnológico da região galega.2 -0. em regime de complementaridade.5 -49 11 -2.00 574.002.50 158. LÍQUIDOS N.00 29. IMPRENSA NACIONAL E.1 13. PAPEL E ARTES GRÁFICAS De olho na Portucel PORTUGAL TEM no sector da celulose um dos activos mais cobiçado da Europa.8 N.273.20 210. como a Sonae.70 22.01 milhões de euros.1 por cento do total das 500 maiores.PLÁSTICOS LDA VENDAS 2.5 por cento do que em 2000.10 1. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos maiores demonstram bem a sua importância. A.A. vão cooperar na investigação e desenvolvimento no sector automóvel. sendo igualmente a quarta maior empresa nacional. com a assinatura de uma parceria entre o Norte de Portugal e a Galiza.153. FORD LUSITANA S.6 -13.80 46.

º postos para o 111.150. terceira do sector e 52. a Amorim Revestimentos.A. Depois de um salto de quase 22 por cento em 2000.117. à frente da concorrência nacional.A.7 0. Nos açúcares. UNICER S. ambas fabricantes de produtos lácteos. a primazia é do vinho do Porto: a Cockburn Smithes & Cª.454. que comercializa bebidas espirituosas de origem estrangeira. CORTICEIRA AMORIM S.10 CAP. cujas vendas deram um pulo de 25 por cento.A.80 2.A.279.758. e 20ª no “ranking” das 500 maiores.6 por cento nas vendas.60 280. LÍQUIDOS 26.A.A.8 24. e a Bacardi-Martini Portugal. A outra empresa do grupo.30 625.2 9.4 16. a apertarem o cinto.3 21. A primeira da lista. SARDINHA & LEITE S. em nome individual.4 22.00 144.6 RESULT. CORTIÇA E MÓVEIS O caruncho ataca de novo O CARUNCHO VOLTOU a atacar as vendas das 11 empresas da indústria da madeira que integram as 500 maiores do PÚBLICO.559. cujas marcas vão do leite ao queijo AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 22 37 52 55 56 71 72 104 109 119 EMPRESA LACTOGAL S. Nas bebidas. A excepção que confirma a regra é a Sardinha & Leite que viu os seus lucros darem um pulo de 75 por cento. -749.1 -25.º. MANUEL TEIXEIRA & Cª LDA VENDAS 142. que ocupa este ano a 175º posição (no ano passado era a 213ª).664. Para isso muito contribuiu a própria líder de vendas do sector que passou de mais seis milhões de lucros em 2000 para um prejuízo de 422 mil euros no ano passado.985.A.00 -4. Logo depois vem Nestlé Portugal.90 N.7 por cento do total das 500. o que lhe permitiu subir 26 lugares no “ranking” das 500. é a Lactogal.5 mil euros em 2000 para mais de cinco milhões.20 658.7 32 15.6 2. Depois aparece a Sogrape.974. SA. PRÓPRIO 13.466. sumos e vinhos.4 milhões de euros. apenas quatro não emagreceram. responsável pela produção de farinhas e pela comercialização de uma variedade de produtos que vai dos chocolates aos cereais (recuperou quatro lugares no “ranking” face à posição do ano anterior).7 26.811. FIMA/VG LDA REAGRO S. a fabricante de aglomerados Casca. de 84. que vendeu menos 22 por TOTAL DAS 11 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.60 131.4 -2.90 30.7 22 4. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos cento do que em 2000.6 7.00 235. TABAQUEIRA S. Melgaço e Pedras Salgadas à Jerónimo Martins (a empresa ainda figura.80 42. que este ano se tornou a maior empresa de vinho do Porto com a compra da Sandeman.8 -8.637.140.971.6 -5.1 N.7 N.027. INDÚSTRIAS JOMAR S.10 48. a posição de liderança vai para o homem de Campomaior: a empresa Manuel Rui Azinhais Nabeiro.A.6 -31. figuram na lista dedicada à indústria da alimentação: a Unicol e a Pronicol.6 214.9 12.255.50 25.6 por cento para 625. SA é a primeira empresa a surgir na lista. que viu o volume de negócios recuar 31 por cento.50 CAP.658. Das onze empresas do sector. CENTRAL DE CERVEJAS S. contra um lucro de 134 mil euros no exercício anterior. mas apesar disso registou um aumento de 21.A.968.90 VARIAÇÃO % 25.30 57.888.7 22.1 -15.3 -5.102.70 50. e a Amorim Revestimentos. SOVENA S.00 -5.100.S E C T O R E S INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO As rainhas da publicidade O “TOP-5” da indústria alimentar.706.1 -6.70 48.9 -0. A provar que 2001 foi um ano para esquecer está igualmente o facto de o sector ter entrado no vermelho com prejuízos de cerca de 8. Basta pensar por momentos na publicidade que nos assola na televisão.10 3 -3.4 417 414.9 N. o maior do sector.768. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos fazer publicidade.10 296. NESTLÉ PORTUGAL S. IR I TA S I Z A INDÚSTRIA DA MADEIRA. o equivalente a 0.00 4. LÍQUIDOS -421.30 44. AMORIM . entre os quais as empresas de construção. Lda está em 145º lugar.008.A. que também subiu em relação a 2000. com a aquisição da Vidago. As maiores quebras de vendas foram registadas por duas empresas do grupo Amorim: a Corticeira Amorim.70 257.564. Duas empresas açorianas.5 milhões de euros.D. também integra o quadro negro ao passar de um lucro de cerca de 91 mil euros para um prejuízo superior a três milhões.00 50.7 5. PRÓPRIO -0.873.70 153. VENDAS 602.7 24.8 1.A.537.5 4. na rua ou nas revistas para imediatamente nos depararmos com os seus nomes.6 2. LONGA VIDA S.6 -6. A culpa é AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 111 309 329 347 351 354 363 365 400 446 EMPRESA CASCA S.00 234.882.90 26.70 40. Dois lugares abaixo está a Unicer.8 0.3 -21.1 -1.864.1 RESULT. I CA R L O S R O SA D O D E CA RVA L H O 40 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .907. e o lançamento de uma marca de café. ÁLVARO COELHO & IRMÃOS LDA MOVELPARTES S.70 281.REVESTIMENTOS S.00 1.2 6.875.D.152.A. RAÇÕES VALOURO S. A Jomar afinou pelo mesmo diapasão ao contabilizar resultados líquidos negativos de 4. na 355ª posição desta lista). iogurtes. A Tabaqueira.9 9. de bebidas e tabacos é ocupado por algumas das empresas que mais investem na publicidade em Portugal.A. Mal esteve igualmente a Corticeira Amorim que viu os seus prejuízos aumentarem quase 900 vezes. sumos e até chás. -12. e já este ano apostou em força no segmento das águas. MADIBÉRIA LDA POLIFACE S.7 milhões de euros.80 VARIAÇÃO % 1.º EMPREGADOS 629 207 37 548 424 546 150 110 241 96 3638 do abrandamento económico que obriga os principais clientes do sector. A empresa da cerveja “Super Bock” diversificou o seu portfolio para os refrigerantes.745.30 53.9 1.A.2 2.4 6 12. ao passar do 137.ª das 500 maiores do PÚBLICO não pode TOTAL DAS 43 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.º EMPREGADOS 1987 1141 975 1345 200 45 1133 318 202 150 16813 passando pelas manteigas.7 24.878.3 -8. é de registar a recuperação da RAR — Refinarias de Açúcar Reunidas.90 408. no ano passado o volume de negócios do sector recuou 1.235.00 49. Nos cafés. com destaque para a líder.899.A.384.A.

A.1 milhões para 46.A.A.30 106.6 RESULT. de 486.20 1.A.30 VARIAÇÃO % 1.833.529.797.1 9 7.A.4 3.90 N. surge na nona posição do “ranking” do sector. estão as filiais nacionais dos maiores grupos mundiais europeus e asiáticos do sector. viu a sua facturação subir. entre 2000 e 2001.101.60 -290. I C L A R A T E I X E I R A INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS Na corda bamba LIDERADOPORUMAdasmaisrespeitadas empresas portuguesas a nível internacional.A. de 52. mas que em 2002 voltou às compras e adquiriu duas grandes cimenteiras. GRUNDIG . “É nos resultados líquidos que se detectam os efeitos do abrandamento da economia.40 87. a degradação da situação das empresas e a descida da taxa de emprego.7 -15.A.6 por cento das 500.4 4. cujo o recente processo de privatização gerou uma “guerra” que envolveu a sua rival Secil e duas das maiores cimenteiras do mundo.3 N. À sua frente. que inclui desde cimenteiras.7 -173. tecnologias de informação e electrónica”.50 CAP.4 5. a associação aponta a forte descida nas vendas.9 4.A.A.402.A.00 322.80 9.30 87.096.D.40 118. salienta Alegro de Magalhães. ROCA S.9 -3. o sector de minerais não metálicos teve um bom comportamento em 2001.7 27.2 mil euros.505. mais 40.00 203.7 7.8 4. SAINT-GOBAIN SEKURIT PORTUGAL S. 18. e o facto de algumas das maiores empresas industriais de material eléctrico e electrónico até terem visto a sua facturação aumentar em 2001 não significa que tenham escapado ilesas à crise. 11 das 16 empresas integradas presentes na lista das 500 subiram no “ranking”. a Cimpor.389. LÍQUIDOS 46.565.8 mil euros. cerâmicas.SISTEMAS DE ELECTRÓNICA LDA MERLONI S.5 por cento que em 2000. VULCANO S.9 38. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos ros.3 milhões de euros.3 3.041.00 88.6 milhões de euros. A Cimpor . BLAUPUNKT AUTO-RÁDIO PORTUGAL LDA PHILIPS PORTUGUESA S. As vendas do sector.VIDROS S.746.6 217.5 RESULT.00 N.10 4.30 85.A. vidreiras a empresas de betão. uma média que supera os 33. A Siemens Portugal. a quebra na taxa de utilização da capacidade produtiva.D.3 20.574.7 -2.569. A liderança em crescimento de vendas coube à vidreira Santos Barosa.que em 2001 esteve praticamente parada ao nível das decisões estratégicas.70 7.653. -14.049. de Queirós Pereira.3 12. IA N A B E L A CA M P O S 42 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .6 por cento para 221.1 2 27.3 11.70 93.973. Apenas uma empresa teve prejuízos.70 CAP.90 -9.5 8.708.763.812.7 2.A. PRÓPRIO 53.683.10 302.7 milhões de euros.70 100. já que o menor crescimento não deixará de afectar a construção de quem o sector é dos principais fornecedores.70 VARIAÇÃO % 25. mas teve apenas o terceiro lugar ao nível dos lucros.3 26.344. no mesmo período. 16. vir a ser beliscado no curto prazo devido ao período difícil que o país atravessa. mas o pior é que em 2002 não trouxe a recuperação.90 -244. a vidreira Barbosa & Almeida. a sul-africana Natal Portland e brasileira Cimento Brumado . e a maior descida. cujo volume de negócios aumentou de 116.3 18.D.2 22.00 2.403.A.5 3. A rentabilidade degradou-se”.00 58.6 milhões para 293. 456.685. a Blaupunkt.6 -1.90 334. a maior empresa industrial deste segmento.4 N.S E C T O R E S INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO Curto-circuito nos lucros TODOS SE RESSENTEM por igual dos sustos da conjuntura.3 14.A. A síntese de conjuntura da ANIMEE. O abrandamento económico deixa o sector na corda bamba. CIMPOR BETÃO S.693. BETECNA S. BETÃO LIZ S. -29.A.8 -0.7 milhões AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 21 40 48 83 92 93 106 149 213 232 EMPRESA SIEMENS S.A.994. que lucrou 87.682.514.769 mil milhões de eu- AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 30 43 135 166 177 187 198 203 269 302 EMPRESA CIMPOR S.00 366.318. com resultados líquidos negativos em 244.40 1.70 81. de 6.4 milhões de euros. S.7 milhões para 150.3 por cento. como a Siemens.gerou o maior volume de venda do sector.769. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos de euros.A. o que representa 2.60 59.972.1 por cento do total das 500.577.381. Quanto aos lucros. LÍQUIDOS 79.D. basta olhar para algumas das maiores empresas do sector. CABELTE S.5 por cento para 1. VENDAS 456.216.901.80 170. Para perceber que aquele dirigente tem razão.30 169.A.30 65.4 -14. CMP S. disse ainda Alegro de Magalhães. SCHNEIDER ELECTRIC PORTUGAL LDA VENDAS 611. mas os resultados baixaram de 7. Como sinais negativos. Mas o bom comportamento deste sector fundamental no desenvolvimento da economia portuguesa pode.425. admite que o sector “está a sentir em cheio o impacto negativo da crise dos mercados de telecomunicações.014.6 7.6 12. mas os lucros caíram.5 para 611. SANTOS BAROSA . B. Positivas só mesmo as expectativas de melhoria nas exportações “a curto prazo” e no investimento nas empresas a um ano. a suíça Holcim e a francesa Lafarge.1 9. A liderança neste indicador coube à Secil.7 N.00 150. cresceram 36.60 2. referente ao segundo trimestre deste ano. Philips ou Fujitsu. SECIL S.815.8 5. à cerâmica Lusoceram.60 9. a Cabelte. FUJITSU SIEMENS COMPUTER S.90 74. no entanto.714. ALCATEL PORTUGAL S. Apesar das vendas do sector terem crescido a um ritmo inferior ao das 500 maiores do PÚBLICO. economista da ANIMEE — Associação Nacional dos Industriais de Material Eléctrico e Electrónico.30 4. aumentaram 4. sobretudo ao nível dos lucros.883.330.830.5 533.7 29. O mesmo se passou com a Grundig.3 13.º EMPREGADOS 1832 1990 2005 25 1200 728 729 294 238 230 11831 TOTAL DAS 19 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros. O negócio do material eléctrico e electrónico em Portugal é claramente dominado por capital estrangeiro.7 milhões de euros.º EMPREGADOS 887 403 823 375 1135 158 169 214 530 297 7132 TOTAL DAS 16 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros. PRÓPRIO 18 N.7 1. na medida em que a maior empresa de capital nacional.

619.90 80.D. SLEM LDA ANODIL S.9 por cento.º EMPREGADOS 192 325 315 156 308 167 80 309 288 263 2586 942 milhões de euros. que TOTAL DAS 11 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.3 N.A.711. O pulo nas vendas permitiu à sociedade passar da 342ª posição na lista das 500 de 2000 para a 164ª posição no ano passado.688. ao mesmo tempo que os resultados líquidos melhoraram 57.9 por cento nas vendas.8 N.6 N.Indústria Aeronáutica de Portugal também conseguiu sair dos prejuízos em 2001 ajudada pela melhoria das vendas em 7.D.A.5 8.00 15.730. SANOFI SYNTHELABO S.CILAG LDA BENCKISER PORTUGAL LDA UNILFARMA LDA PORTELA & Cª S.AÇOS PLANOS S.6 por cento de vendas caindo do 236º para o 399º posto.1 por cento).188.4 N.463. É o caso da Glaxo Wellcome Farmacêutica Lda que perdeu 40.1 por cento das 500. a Luso-Fármaco ganhou 26.D.80 79.D. a empresa conseguiu transformar prejuízos em lucros.509.D. a rentabilidade dos capitais próprios do sector varia entre os meAS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 128 130 144 215 221 223 224 264 272 310 EMPRESA LUSOSIDER . com estas a quebraram 16. contra prejuízos de nove milhões no ano anterior.50 79.4 por cento e os capitais próprios renderam 37. A OGMA .70 N.3 26.2 3.1 RESULT.1 por cento do total das 500 maiores do PÚBLICO.4 por cento contra 10.A.164.1 por cento.737. Por exemplo. N. G .2 por cento. não tiveram uma evolução homogénea no ano de 2001.6 0 20. a indústria farmacêutica regista uns impressionantes 20. PRÓPRIO -3 13.531. Veremos se boa saúde do sector vai continuar ao mesmo nível após a entrada dos genéricos que está a ser preparada pelo Governo como forma de reduzir a factura dos medicamentos no orçamento.D. A empresa igualmente na rentabilidade dos capitais próprios. já que a empresa atravessa dificuldades financeiras cuja resolução foi iniciada em Outubro de 2002. a Fapricela e a Martifer que entram na lista das 500 após pulos significativos no TOTAL DAS 22 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.A.900. 7.10 1.9 -255.1 6.543.650.D. Também a Hydro Alumínio Portalex caiu do 379º para o 416º posto.4 41.70 941. Os antigos estaleiros da Margueira saíram do vermelho ao lucrarem cerca de 500 mil euros.563.A.50 54.575.789. OTIS ELEVADORES S. A empresa ascendeu da 251ª posição no “ranking” de 2000 para a 163ª posição no último exercício. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos viu as vendas dispararem 85. Do lado das vendas. LÍQUIDOS 10.3 1. GONVARRI S.90 71.30 62.063. Mas terá sido sol de pouca dura.A.80 1.80 57. cujas vendas subiram 40. e os 30. OGMA S.3 por cento.S E C T O R E S INDÚSTRIA FARMACÊUTICA Pronta para os genéricos? COM UMA TENDÊNCIA ascendente na maioria das empresas.20 CAP.A. com a injecção de 50 milhões de euros por parte da banca.D.A.9 26.7 N. 19 15.9 8.50 67.80 -1.A. N. FERPINTA S.70 10.6 -10.504.40 101. perdendo 10.3 -6.º EMPREGADOS 282 1912 1020 1846 215 88 1264 627 100 46 11368 nos 255.8 N.8 RESULT.40 66. PRÓPRIO 38. o que demonstra o bom estado de saúde do sector.60 78. LABORATÓRIO MEDINFAR S.6 por cento. empresa de manutenção ferroviária ligada à CP. A Thyssen Elevatec disparou da 485ª para a 395ª posição. IA N A R I TA G U E R R A INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA Do oito ao oitenta AS EMPRESAS DA INDÚSTRIA da metalurgia e metalomecânica presentes nas 500 maiores do PÚBLICO.3 por cento.90 65. R . Mas nem todas as empresas da indústria farmacêutica apresentaram-se de boa saúde em 2001.6 6. 33. LÍQUIDOS -2.60 866.3 por cento e os seus resultados líquidos crescerem 149.D.D.944. As más notícias na EMEF não são apenas na rentabilidade.467.A. METEORO LDA VENDAS 121.355. 3. Por cada 100 escudos que os accionistas têm na empresa.20 VARIAÇÃO % 15. Já a Lisnave conseguiu vendas de mais 26. O dinamismo do sector é patente também nas vendas que subiram 11.A. As vendas recuaram 10 por cento o que a levou a descer da 182ª para a 215ª posição. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos volume de negócios. devido ao acréscimo de 20.50 1.Estaleiros Navais e Thyssen Elevatec que também registaram taxas apreciáveis.3 85. 9.8 7.8 11.40 65. 3. LABORATÓRIOS PFIZER LDA INSTITUTO LUSO-FÁRMACO LDA JANSSEN .476.398.3 37.046.488.290.10 CAP.7 por cento da fabricante de elevadores Schindler. o equivalente a 1. uma vez que a rentabilidade média das 500 empresas é de 10.4 -2. EMEF S. que permitiu igualmente contratar mais trabalhadores.10 9.1 por cento nas vendas que exigiu mais trabalhadores (a força laboral progrediu 47.60 112. Em movimento ascendente situaram-se também os Laboratórios Pfizer Lda.5 por cento da EMEF. IA . o que lhe valeu a passagem do 244º posto para o 266º.628.1 por cento.450.3 7. 34. onde pesam 1.30 496.010. 9.782. Ainda no que se refere a crescimento.2 37. VENDAS 157.5 40.446. LISNAVE S.898.400.3 escudos.1 N. subindo do 190º para o 144º posto do “ranking”. tendo-se registado grandes disparidades nos indicadores analisados. N.1 -16.40 N.718.60 N.D.1 por cento para AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 101 123 163 164 218 220 260 271 286 326 EMPRESA MERCK SHARP & DOHME LDA NOVARTIS FARMA S.360. 44 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .896.90 VARIAÇÃO % -9. a empresa ventrou no vermelho.90 81.00 102. N.A.80 125.740.3 14.2 15.70 120.D. A liderar o crescimento do sector esteve o Instituto Luso-Fármaco.8 5.10 78.6 por cento nas vendas.8 -11.7 -9. destaque para a Lisnave . A Sanofi Synthelabo também não esteve bem em termos de vendas. sobressaem a Sá Couto. Apesar da quebra das vendas.8 por cento na rentabilidade de capitais próprios. Contas feitas a média do sector não ultrapassa 7. Como se isso não bastasse.10 2.759.

alcançam este clube num ano “mau”: as vendas da firma de calçado caíram mais de 20 por cento relativamente a 2000.2 3.5 N.916.588. IR I TA S I Z A 46 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .P.362. do vestuário e do couro.6 -3.740.50 95.411.º EMPREGADOS 1975 1834 1100 1300 1070 1136 762 617 1161 1470 17625 TOTAL DAS 21 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros. e debatendose com uma concorrência tão desigual dos países de Terceiro Mundo. motivo pelo qual a empresa foi notícia.A. A liderar a lista deste sector está.092.6 9.A.8 4.7 9.CONFECÇÕES S. — paira constantemente sobre a cabeça de milhares de trabalhadores.6 por cento e os resultados líquidos diminuíram os referidos 86.60 280. CIN S.20 4. a rentabilidade dos capitais próprios ainda se mantém acima da linha da água (dois por cento).3 14.TECIDOS S.185.20 81.20 92.A.9 por cento).º EMPREGADOS 580 931 824 85 382 186 306 734 271 295 6360 TOTAL DAS 19 EMPRESAS DO SECTOR 1.828. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos nental Lemmerz Portugal que alcançou um espectacular acréscimo de 556.491. a Maconde — Confecções SA.30 10.911. calçado e sacaria que constam da lista das 500 maiores do PÚBLICO. que subiu da 440ª para a 332ª posição.40 123.3 por cento.D.60 71. perante uma conjuntura económica desfavorável. caso da C.5 10 26.7 70. VENDAS 104. o comendador Joaquim Cardoso.A.1 1. A pontificar em terreno negativo esteve igualmente a Neoplástica. SA. COELIMA S. LÍQUIDOS -56.20 48. China. DO VESTUÁRIO E DO COURO Ordem para deslocalizar A PALAVRA “DESLOCALIZAÇÃO” definitivamente entrou no léxico maldito do universo da indústria têxtil.1 -9.A. DOW PORTUGAL .A.5 170 1. A.30 1.8 0.044.PRODUTOS QUÍMICOS S.6 por cento para pouco mais de 1900 milhões de contos.563. A má “perfomance” do sector em termos de resultados deve-se à Trevira que viu os prejuízos pularem mais de dez vezes.173. CONTINENTAL MABOR S.3 2.517.80 9. fiação. Mas a liderança do sector em termos de crescimento pertenceu à Dow com um acréscimo de quase 17 por cento.70 53. cujas vendas decresceram 11.7 milhões de contos.60 -1. contra lucros de 31 milhões no exercício anterior. mais de seis vezes a média do sector.600. da 450ª em 2000 para a 378ª posição no ano passado. 2.012.5 por cento).2 2. SA.20 103.10 546. PRÓPRIO 14.00 20.A.70 CAP.9 por cento.1 20.90 CAP. o que a terá obrigado a despedir pessoal.3 -8 5. O volume de negócios das 27 empresas que compõem o sector recuou 1.2 2.5 -5.00 4.663.523.00 -2.10 88. a Borealis Polímeros interpretou a maior quebra no volume de negócios.80 969.90 70.A..90 18.718.10 77. Apesar da quebra dos lucros.50 116.2 4.50 1.9 por cento de vendas.858. As vendas da empresa de pneus progrediram 15.727.217. o que lhe confere uma rentabilidade dos capitais próprios superior a 34 por cento.70 60.9 5.5 0.70 VARIAÇÃO % -29.578.S E C T O R E S INDÚSTRIA QUÍMICA Reacção negativa O ANO QUE PASSOU não foi bom para as empresas da indústria química que parecem ter reagido pior do que as suas colegas das 500 maiores do PÚBLICO ao abrandamento económico.1 N. oito são recém-chegadas. No entanto. e só em três casos os resultados líquidos entraram no vermelho. que invariavelmente “tinham muito trabalho e ainda mais encomendas”.4 33 1.A.5 8.A.169. Norte de África ou para o longínquo continente asiático — Paquistão. LÍQUIDOS 4.869.30 Valores em milhares de euros.1 RESULT.6 32. tal como no ano anterior.A. AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 156 162 181 190 212 248 290 333 364 376 EMPRESA MACONDE .3 -0.7 0.084.8 0. . Índia. que num ano galgou 84 lugares para a 180ª posição e aumentou as suas vendas em 33 por cento e ainda para a Somelos . A ameaça de transferência de unidades para os países de Leste da Europa.737.098. podendo quase contabilizarse como uma por dia. BAYER PORTUGAL S.Tecidos SA. Clark — Fábrica de Calçado.317.820. PRÓPRIO -20. penteação.1 -1.689.A. RIOPELE S. anunciou a sua retirada da empresa.111. & J. no início deste ano.10 64.10 47.6 RESULT. AVENTIS PHARMA LDA CIRES S.7 por cento para mais de um milhões de euros nos resultados líquidos..581.242. JOSÉ MACHADO DE ALMEIDA & Cª LDA ANTÓNIO DE ALMEIDA & FILHOS LDA SOMELOS . ARLÍQUIDO LDA FISIPE S. com menos 29.8 por cento).ADUBOS DE PORTUGAL S.3 12.20 5.70 155.3 por cento do total das 500. O destaque pela positiva nesta rubrica vai para a Conti- AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 46 57 103 127 136 138 160 172 228 246 EMPRESA BOREALIS POLÍMEROS S.607.3 18.514. O ritmo de falências e encerramentos é alucinante..20 VARIAÇÃO % -4.2 3. ECCO’LET LDA LAMEIRINHO S. o que lhe dá uma rentabilidade de capitais próprios negativa em 20. que nos últimos tempos têm assistido à saída das máquinas e ao fecho das empresas.5 11. mas abaixo da média do sector (5.3 19.A. I ANA RITA GUERRA INDÚSTRIA TÊXTIL. resultados líquidos negativos de 56 milhões de euros. COTESI S. A. foram poucas as empresas do “ranking” que soçobraram: apenas seis viram o seu volume de vendas cair. Por seu lado.8 6.2 por cento nas vendas o que lhe permitiu galgar 72 lugares no “ranking”. Algumas delas. A Fisipe (190.10 1.3 16.8 9.6 0. enquanto os lucros caíram quase 60 por cento para 64. vendendo a sua parte no capital aos restantes accionistas.3 5.289..A. TÊXTIL MANUEL GONÇALVES S.20 28.756.20 103. a Neoplástica (86. VENDAS 329.8 0. As referências especiais vão para o crescimento da Coelima — Indústrias Têxteis.872.50 33.9 5.420. Recorde-se que. a Bayer (36 por cento) e também deram uma ajuda com quebras de lucros significativas.565.582. histórico líder da empresa. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos Das 21 empresas de confecção.00 117.

8 6.550.698. RADIOTELEVISÃO PORTUGUESA S. Disso se ressentiram os resultados.4 -32.00 atirar Emídio Rangel para a RTP.D. Na imprensa.5 -9. PRÓPRIO -90.20 3.D.9 -231. em especial na televisão.4 5.40 3. . PÁGINAS AMARELAS S.080. graças à aposta que o canal de Queluz fez na produção televisiva nacional.704.802. aliados ao facto de “sectores tradicionais. Rangel lançou a SIC Notícias. Apesar do revés.90 CAP.7 9. SOJORNAL S.6 18. que representam 0.60 -117.512.70 1.8 -11 RESULT. 27. reflectindo o mau ano publicitário.4 52.80 37. ABRIL CONTROLJORNAL LDA RÁDIODIFUSÃO PORTUGUESA S. Ao analisar o ano de 2001.043.575.A.10 2.70 46.754. PRESSELIVRE S. apesar de ter perdido 26 lugares na listagem geral entre 2000 e 2001.425.60 44. que num ápice conquistou o primeiro lugar das audiências no cabo.A.00 62.30 50.A.470. naquela que foi a transferência do ano. PORTO EDITORA LDA DIÁRIO DE NOTÍCIAS S.2 2. com as 11 empresas que compõem o sector a registarem um aumento de 12.2 N.30 61.2 por cento nos prejuízos para quase 118 milhões de euros. -3.4 N. editado pelo Observatório da Comunicação. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos .643.8 3 -5. o declínio da SIC viria a AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 120 178 255 283 289 345 372 385 410 477 EMPRESA SIC S. há igualmente lugar para o negócio da edição.8 por cento das 500 do PÚBLICO.º EMPREGADOS 380 479 500 1010 434 1898 241 333 156 416 6027 TOTAL DAS 11 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros. Antes de deixar Carnaxide.90 N. No exercício de 2001.40 47.00 -109.872. a SIC manteve algum brilho e pouco a pouco reconquistou audiências e continua a liderar o “ranking” do sector de media em Portugal.983.A.A. I CLARA TEIXEIRA VARIAÇÃO % -26 2 -18. assistiu-se ao aumento da concorrência. um negócio que representa cerca de 150 milhões de euros por ano. dos quais 109 milhões pertencem à RTP.277. e os novos media da era digital terem feito coincidir as suas crises internas”.A. catapultaram o sector para “uma onda recessiva”. com a SIC a ser destronada pela TVI na liderança das audiências em Agosto.206.8 13.8 N.70 679. Neste “ranking” das empresas de media.A.4 0. analógicos.80 93.996. VENDAS 127.90 7.50 69. chama a atenção para a descida do investimento publicitário e para os efeitos do 11 de Setembro nos media que. -67.80 3. representado pela Porto Editora (edição escolar) e Círculo de Leitores (edição genérica por subscrição).202.662. a recuarem 11 por cento. foi o ano da digestão da Lusomundo (“Jornal de Notícias” e “Diário de Notícias”) pela PT Multimedia e de vários títulos adquiridos de forma avulsa pelo grupo Cofina. JORNAL DE NOTÍCIAS S.A.C.071. LÍQUIDOS -27. o “Anuário da Comunicação”.946. com as vendas das empresas do sector. No Outono.MEDIA Más notícias O ANO PASSADO foi mau para os media em Portugal.

a aeroportos. É histórico o estatuto deficitário das grandes empresas do sector de transportes. Com mais uma empresa que em 2000. A Sonae .º EMPREGADOS 8000 6294 1090 65 52 4000 675 44 540 140 25880 sendo o caso mais emblemático o da CP Caminhos de Ferro Portugueses. não parece muito brilhante.5 3.20 94. que com 205.A.Auto-estradas de Portugal em termos de volume de vendas.295.C.458.521.9 14.5 por cento e o capital próprio render menos 11.540. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos dos capitais próprios superior em 90.20 CAP.1 N.D.5 por cento.050.738.2 por cento do volume de negócios das 500 maiores do PÚBLICO.A. PORTUGÁLIA S. cujas vendas recrudesceram 59.D.470. acima dos 10 por cento da média da lista.A.7 N.4 milhares.057.7 100 19.5 18.70 N. ANA S.20 -73.6 milhões.5 N. EUREST LDA MÉDIA PLANNING PUBLICIDADE S.3 por cento e os capitais próprios valorizaram 65. o sector.7 32.909.5 11.7 por cento e a rentabilidade dos capitais próprios em 14.70 106.134.90 5. LÍQUIDOS -43.10 494 6.30 334.712. mais 78.007. reduziu as vendas em 36.3 1. SECURITAS S. ano em que os resultados líquidos foram negativos em 453.1 18. Contudo.40 57.466.IMOBILIÁRIA GESTÃO S. Mal também se situou a RTC . A acompanhar esta tendência favorável esteve também a Assimec.380.9 N.5 19.231. 15.9 milhares detém a segunda posição em vendas no sector dos serviços.3 5.1 por cento. que em 2001 tinha capitais próprios negativos de 497 milhões de euros. passando da 421ª para a 384ª posição.90 182.8 5.974. VENDAS 1.S E C T O R E S SERVIÇOS Diferentes.7 -64.A.70 569.90 70.00 CAP.30 -268.722.A.50 72. as empresas presentes não apresentaram uma evolução homogénea. NA ÁREA dos transportes.732.186.4 66. pelo menos o de algumas.169.4 19.A. PATINTER LDA PORTLINE S. SONAE .4 -0.70 2. 3. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos aguardam uma “reformulação orgânica” já prometida pelo Governo.Radiotelevisão Comercial Lda.332.40 144.00 16. Apesar do impressionante montante de prejuízos.4 5 8.182 milhões milhões de euros. como viu as vendas reduzir 35.5 7.066. I ANABELA CAMPOS SERVIÇOS DE TRANSPORTES A tradição mantém-se AFINAL. aluguer de automóveis e segurança. que TOTAL DAS 13 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.3 RESULT. reflectindo a diversidade do sector.A.178. TOP TOURS LDA ACCENTURE S.40 VARIAÇÃO % 6. TRANSPORTES LUÍS SIMÕES S. CAMINHOS DE FERRO PORTUGUESES E.5 36.A. o Metropolitano de Lisboa.A. houve uma melhoria face a 2000.6 N.2 milhões de euros) e a Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (.4 1.1 59. É de destacar a posição privilegiada da Brisa .00 -14.3 12.1 RESULT.P.9 -400.4 milhões de euros.D.0 por cento e continuou com resultados líquidos negativos.7 por cento. A desvalorizar perigosamente esteve a Lusoponte.5 por cento nos resultados líquidos e uma rentabilização TOTAL DAS 42 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.00 119.350. com mais 102.5 milhões de euros.A. as vendas das empresas que integram os serviços de transporte cresceram 8.350.A. LÍQUIDOS 212. que perdeu o 222º posto e foi parar ao 355º. a CP é também a campeã dos prejuízos registados em 2001 pelas 13 empresas que compõe o sector dos serviços de transportes das 500 maiores do PÚBLICO.. destaca-se pela positiva.057.381.80 56.568. e algumas estão mesmo tecnicamente falidas.556.60 803.50 119.606.182.3 por cento para 2.20 1. TRANSPORTES FREITAS LDA TRANSINSULAR S.60 111. representando apenas 2.0 por cento. É a crónica doença das empresas de transportes estatais. cujos resultados líquidos negativos descerem para menos de metade.A. Mas há mais: a Carris de Lisboa (.C.20 7. que ascenderam em 2001 aos 430. I ANABELA CAMPOS 48 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . especialmente os aéreos e ferroviários.50 3.867.A.694.5 102. PRÓPRIO 26. CARRIS S. de 122 milhões de euros em 2000 para 43.80 139.43 milhões de euros). participada da RTP que vende o espaço publicitário da estação estatal.5 por cento nas vendas. que não só deslizou do 278º para o 420º lugar.378. AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 34 81 90 96 110 133 145 151 157 169 EMPRESA BRISA S. Com um resultado líquido negativo de 268.40 VARIAÇÃO % 10. e que poderá passar pela abertura à iniciativa privada.6 20. a tradição ainda é o que era: as contas continuam no “vermelho” e o futuro das empresas.2 37.50 57.115. mas iguais O SECTOR DOS SERVIÇOS engloba uma grande variedade de empresas.00 4. 39.3 8. que representa 4. MEGAMEIOS A.20 166. consultoria de gestão e publicidade.40 205. AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 82 112 134 174 244 252 312 313 316 EMPRESA TAP S. PARQUE EXPO 98 S.A. SACOR MARÍTIMA S. 90. A empresa deixou assim o 353º lugar da lista do anos passado e foi ocupar o 151º este ano. Para o aligeirar dos prejuízos contribuiu significativamente a TAP.954.7 13.00 1.450. que contabilizou vendas superiores a 430 milhões de euros no ano passado.º EMPREGADOS 2040 470 1553 13 7300 4725 126 143 225 830 43749 registou um crescimento de 13.9 -12. cujo modelo de privatização e a avaliação da companhia deverão ser conhecidos no princípio de 2003.091.717.50 1.797.40 97.00 204.5 19. -76.20 12. que vão desde hotelaria e restauração.A.E.671.9 N.8 milhões de euros em 2001 que faz do sector o mais deficitário das 500.C. na ordem dos 400. os resultados líquidos dispararam 520. continua a ser a maior empresa do sector.614. VENDAS 430.896. A TAP. Comandado pela Brisa.418. os resultados líquidos cair 51.896.Imobiliária Gestão S. bem à frente da Parque Expo 98 S. PRÓPRIO -8.1 por cento.3 11.20 104.603.6 por cento do volume de negócios das 500 maiores.A.4 37.6 por cento.4 23.

9 RESULT. o que poderá explicar a quebra de mais de nove por cento nas vendas da SAPJUSociedade Agro-Pecuária. o seu peso ainda é menor. que cria bovinos.8 2. 1. INTERAVES . AGRO-PECUÁRIA S. A reorganização interna e algum recuperação nas cotações fizeram entretanto com que a empresa tivesse regressado aos lucros no primeiro semestre deste ano (1. A agricultura representa. Nas 500. actualmente. O mesmo argumento poderá ser invocado para explicar o forte crescimento de 35.8 N.7 por cento do produto interno bruto (PIB). O ano de 2001 ficou marcado pela crise das vacas loucas e os abates daí decorrentes.3 RESULT. Soares Carneiro.180.865.5 3. perdeu quase vinte lugares na OUTROS SECTORES Deserto agrícola e mineiro tabela em relação a 2000 num ano em que a sua facturação diminuiu por via da forte quebra sentida nos preços do cobre a nível internacional.º EMPREGADOS 870 Valores em milhares de euros. A rentabilidade dos capitais próprios das duas empresas.50 VARIAÇÃO % -9.T.960.7 milhões de euros). A indústria extractiva é outra das fracas presenças nas 500 do PÚBLICO.50 89. AS MAIORES DA AGRICULTURA E PECUÁRIA Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 362 443 EMPRESA SAPJU . Aquela que já foi a maior mina da Europa fechou o ano de 2001 com um prejuízo de 15 milhões de euros. impulsionada pelo consumo de carne “livre de perigo” de doenças (a crise dos frangos com dioxinas nunca chegou a afectar a produção portuguesa).O FACTO DE SÓ EXISTIREM duas empresas agro-pecuárias entre as 500 maiores do PÚBLICO é revelador do peso e da importância do sector na economia portuguesa.3 por cento da Interaves. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos .80 VARIAÇÃO % -7. não ultrapassando 0.4 161 572. no entanto. PRÓPRIO 2. em consequência de uma descida das cotações do cobre até valores inferiores a 60 cêntimos de dólar por libra de peso.º EMPREGADOS 230 264 494 TOTAL DAS 2 EMPRESAS DO SECTOR A MAIOR DA INDÚSTRIA EXTRACTIVA por vendas em 2001 SECTOR 500 1 165 EMPRESA SOMINCOR S.SOC.8 por cento.1 35.A. nesse ano.A.SOC. é muito reduzida quando comparada com a média das 500 que excedeu os dez por cento.095. LÍQUIDOS 411.00 41.3 6. S. VENDAS 101.208./C. A Somincor. AGRO-PECUÁRIA S.A. PRÓPRIO -9. ainda não foi substituído — e no processo de venda de uma parte do seu capital. única representante do sector mineiro. I R. a ser marcada pelo impasse na gestão — o ex-presidente.3 N. que pode implicar a perda do controlo accionista por parte do Estado português. A segunda metade do ano está. LÍQUIDOS -15.00 CAP. de Beja. 2. VENDAS 48.4 CAP.1 por cento das vendas totais. SA.

8 9.1 12665.7 -11.A.3 478622.D.D. RENAULT PORTUGUESA S.1 29.0 5426592.6 412696. -999.33 812 1. BEBIDAS E TABACO COMUNICAÇÕES COMUNICAÇÕES INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA CELULOSE. TRANSGÁS S.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS.A.777 11.1 379859.9 77068.9 -1.8 329869.1 17.A.1 33.3 6.5 2118.0 525371.0 341827.A.9 581527. PHILIPS PORTUGUESA S.3 2351.7 2953.3 734738.9 32.A.4 8. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS VENDAS 5650374.2 8.6 8194.9 1.9 22. FEIRA NOVA S.6 826723.6 13.A. SECTOR ELECTRICIDADE. SECIL S.6 -355.141 2.7 1.2 -29.3 31.9 1.A.0 118443.A.0 1559169.A.9 VAR. BP PORTUGUESA S.8 1.3 212050.3 637962.5 191490.0 431550.A. CPPE S.0 2273000.6 42042.A.8 424072.A.4 330572.6 15207.3 -13.4 1.2 N.A.7 5.9 81378.6 323555.0 23.102 1.9 74712. PAPEL E ARTES GRÁFICAS COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMÉRCIO AUTOMÓVEL SERVIÇOS COMÉRCIO FARMACÊUTICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA AUTOMÓVEL INDÚSTRIA AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS COMÉRCIO AUTOMÓVEL CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO. CITROEN LUSITÂNIA S.3 -425.AUTO ESTRADAS DE PORTUGAL S.6 118.0 602864.6 -56169. PRÓPRIO % 7.132 340 1.5 125.1 31285.1 12992. NESTLÉ PORTUGAL S.6 305950.3 26. BOREALIS POLÍMEROS S.1 13.A.4 271168.0 84040.9 CAPITAL PRÓPRIO 6096758.8 -29.0 2209104.6 456683.0 295448.0 2344914.7 15.º TRAB.0 104830.REDE ELÉCTRICA NACIONAL S.A.0 47878. SIVA S. 745994.HIPERMERCADOS S.A. PINGO DOCE S. SIEMENS S.9 2403.8 374064.4 9.A.7 479301.0 1394484.5 366693. SHELL PORTUGUESA LDA VODAFONE TELECELS. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.A.7 -14.3 22364.0 1043235.0 1176.2 2.1 6.027 3. LACTOGAL S.8 14.0 -14049. MAKRO S.057 210 3.0 1628735. ALLIANCE UNICHEM FARMACÊUTICA S.1 4.0 5063.0 -24434.1 34. SALVADOR CAETANO .8 8086.0 53.3 71700.0 20518. PAPEL E ARTES GRÁFICAS INDÚSTRIA AUTOMÓVEL COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.8 6.6 20. 16.8 11. 12 2.2 4.774 1.056 1.9 489.3 13.4 331357.1 N. MODIS .A.832 1.9 455420.0 335958.2 -3.987 858 197 1. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO AUTOMÓVEL ELECTRICIDADE.0 23561.4 163994. BRISA .9 10.4 N. MODELO CONTINENTE .0 1363973.A.A.0 307677.6 1.699 8 319 1.8 2.5 19. 6. PT COMUNICAÇÕES S.5 -6.0 364869.D.6 17475.8 6452.4 -14.0 13.9 334403.0 169836.2 N.4 994226. 44519.7 11.0 1219278. Cª PORTUGUESA DE HIPERMERCADOS S. TMN S.0 236138.D.3 5.D. RECHEIO S.2 10232.DISTRIBUIÇÃO CENTRALIZADA S.99 172 65 403 88 2.8 16231. CLASS.A.1 -8. RCI GEST S.A.A.0 26811.3 114971. CEPSA LDA MERCEDES-BENZ PORTUGAL S. AUTOEUROPA .ENERGIA S. OPTIMUS S. PORTUCEL S.9 806421.1 2813.1 180701.4 11.D.3 50739.8 703513.461 887 1.2 15.0 22. FIAT DISTRIBUIDORA DE PORTUGAL LDA SOARES DA COSTA S.5 430057.6 N.7 8. ÁGUA E GÁS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO. -5. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.6 222.8 46425.076 200 145 2.0 149790.8 N.0 38.D.4 10428.3 13. REPSOL PORTUGAL LDA ENGIL S.55 6.9 574360.0 55711. 20036.6 4. TAP S.5 611682.0 1853594.A. CARREFOUR (PORTUGAL) S.4 414169.6 443011.A.0 1046845.6 -1.A PETROGAL S. % 86.1 2145.A.AUTOMÓVEIS LDA REN .A. CIMPOR S.9 8. CAP.4 38898.4 -20.8 79812.0 6694.3 RENT.5 18971.6 58.6 12.5 3.6 3.6 322569.3 7.5 87330.4 525208. 28.755 50 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .7 1.0 N.A.A.59 580 1.7 793497.04 424 2. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.A. FORD LUSITANA S.A.A.5 50. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.C.4 1090.8 1. SOPORCEL S. TEIXEIRA DUARTE S.5 10.2 0. ÁGUA E GÁS SERVIÇOS DE TRANSPORTES COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMUNICAÇÕES COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.A.5 18964.5 430875.9 26466.1 -10.A.0 956648.6 -0.2 112582.1 2.9 258325.7 25.2 617503.5 694249.1 8.8 636357.3 2.0 2545.7 -43614.9 227201.3 7.3 276851.0 541226. 2001 2000 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 2 1 3 4 5 6 7 11 8 9 10 12 14 15 13 16 17 18 20 30 27 19 26 28 24 — 33 22 35 31 23 36 40 38 44 42 39 34 49 47 51 54 52 45 56 29 48 43 53 50 EMPRESA EDP DISTRIBUIÇÃO .9 RESULTADOS LÍQUIDOS 450795.D.6 -7. 6742.4 5.7 26266.7 541991.4 541226.1 8.1 11.0 408152.9 11046.A.3 18.005 120 1.32 2 17.1 55313.A.0 158419.7 175. ÁGUA E GÁS COMÉRCIO AUTOMÓVEL CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS INDÚSTRIA CELULOSE.A.IIMVT S.CORREIOS DE PORTUGAL S.2 -7950.A.0 108712.0 29825.9 N.4 19.3 17. GMAC LDA SOMAGUE S.2 1169954.0 N.3 12.A.0 276799. CTT . ÁGUA E GÁS COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMUNICAÇÕES INDÚSTRIA AUTOMÓVEL ELECTRICIDADE.3 25457.A.606 1.3 5.7 11.9 7.9 92926.A.0 24.7 53.66 618 11. BEBIDAS E TABACO COMUNICAÇÕES COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS ELECTRICIDADE.3 N. BLAUPUNKT AUTO-RÁDIO PORTUGAL LDA PEUGEOT PORTUGAL S.3 68677.09 100 231 29 1.0 473234.

UNICER S. CITROEN S.8 46491.2 -0.2 -30.1 -3.2 23.8 22.GEST.9 66.8 47.5 62683.4 261885.1 158360. PRÓPRIO % N.4 -9911.9 2. HEWLETT-PACKARD PORTUGAL S.0 4.5 -4.7 170041.0 9.897 750 8 1.1 5568.421 822 470 6.9 7.7 2008.1 264560. 7791.A. N.0 13259.7 14499.1 37492.7 13078.9 164180.8 -5.2 21805.7 23330.A. SOC.0 241528.SOC.A.3 4.A.A. CLASS.A.A.A.4 2426.6 64812.6 266810.A.9 5394.2 7853.7 15875.4 79285.7 1454.4 189462. S.A.8 9354.3 182896.9 -8.6 3.8 2793.0 1636. RODOGESTE LDA MEGAMEIOS .3 27. COMPUTER 2000 PORTUGUESA LDA C.A. REAGRO S.E.8 VAR.5 30.6 64.2 5. TABAQUEIRA S.8 12.1 16797.1 13331. ENTREPOSTO .7 0.0 19. 20283.0 32589.R.9 214239. UNIFAC S.2 -81.2 64. LEAR CORPORATION PORTUGAL S.4 205350.0 N.8 68. 6318.45 94 128 45 1.8 20539.0 244438.8 5.P.6 -12.2 1491.0 23316.A.3 208428.D.0 112131.8 44.3 69129.5 235875.A.2 2.6 11.1 1.4 N.9 8334.6 3601.8 17.5 288538.3 803.0 1733.E.1 5386.5 1164.8 26.A.4 165576.A.6 21.R.0 169277.5 871.3 210432.7 3074.4 225808. MITSUBISHI MOTORS DE PORTUGAL S. TEJO ENERGIA S.7 14.3 162.9 37.A. PT PRIME S.M.0 N.7 -18. ESSO PORTUGUESA S.A. HISPÂNICA DE AUTOMÓVEIS S. OCP PORTUGAL S.1 17.3 2. CONSTRUTORA DO TÂMEGA S.5 1437. ÁREAS DE SERVIÇO LDA FIAT AUTO PORTUGUESA S.9 1.6 166712.105 52 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . ERICSSON TELECOMUNICAÇÕES LDA ZARA PORTUGAL . MOTA & Cª S.0 230176.2 4.5 N.1 2214.345 200 931 536 210 380 15 1 93 208 3. SERRA & FORTUNATO S.3 214387.0 10.7 275361.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS.7 230605.5 30100.L.2 36717.2 256635.8 203830.4 167807.0 -268450. CODIFAR C.A.1 35.2 436.7 14.A.2 9994.A.4 78487.233 402 890 1.A.7 RESULTADOS LÍQUIDOS -25988.0 234255.7 -173.C. 2001 2000 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 57 64 90 63 59 58 61 55 65 60 99 74 37 70 71 — — 84 41 76 83 — 79 75 87 86 77 107 72 68 67 82 — 81 62 78 94 96 97 89 119 91 80 66 115 95 106 100 108 110 EMPRESA TURBOGÁS S.6 280873.1 -32.4 9179.7 56653. BAVIERA S.3 19781.6 -0.5 25102.A. ALCATEL PORTUGAL S.8 12131.0 13445. ÁGUA E GÁS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA AUTOMÓVEL COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO COMÉRCIO FARMACÊUTICO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA AUTOMÓVEL COMÉRCIO AUTOMÓVEL SERVIÇOS SERVIÇOS DE TRANSPORTES INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS SERVIÇOS COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS SERVIÇOS COMÉRCIO FARMACÊUTICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO FARMACÊUTICO INDÚSTRIA AUTOMÓVEL VENDAS 297960.L.7 43972.0 42279.D.C.D.D.8 195223. MARCONI S. YAZAKI SALTANO DE PORTUGAL LDA AUTO SUECO LDA PARQUE EXPO 98 S.5 -497069.9 -2640.0 35736.8 2140.7 7.0 229215.2 22.8 1002. CONSTRUTORA ABRANTINA S. CENTRAL DE CERVEJAS S.8 281882. C.4 39.D.4 27.7 1.0 280491. 8 975 5. FUJITSU SIEMENS COMPUTER S.º TRAB.2 17.5 191091.A.9 15.553 125 1.MEDICAMENTOS S. SECTOR ELECTRICIDADE. CAP.A.3 169901.A.2 237141.5 32.2 728 74 400 13 186 527 169 1.3 251662.3 8.2 27.6 255777.4 25.3 4758.0 20567.6 RENT.0 296706. CP .0 40375.7 278835.329 6.8 223644. Cª IBM PORTUGUESA S.8 N.COMÉRCIO DE OLEAGINOSAS S.5 11.1 280027. LEVERELIDA LDA WORTEN S.7 112770.4 10.8 0.0 31.8 16.9 -9381.9 408.8 6.7 291868. EDIFER S.0 168450.A.A.8 52791.6 9.AEROS DE PORTUGAL S.7 280385.2 15. OLEOCOM .3 5.4 51397.4 -672. ÁGUA E GÁS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA AUTOMÓVEL COMUNICAÇÕES INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO FARMACÊUTICO COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO FARMACÊUTICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMUNICAÇÕES ELECTRICIDADE.4 2577.9 -0.7 -28.A.9 11836.5 16. GALPGESTE . 64.6 8.133 11 200 690 532 106 1.1 -5. VULCANO .2 8.0 160426.TERMO-DOMÉSTICOS S.0 11303.5 206508.A.3 338 1.D.7 8.7 -15.2 53865.PUBLICIDADE E MEIOS A.3 11. SCC .8 CAPITAL PRÓPRIO -15862.4 217.6 N.1 -11512.VEÍCULOS E MÁQUINAS S.9 -9257.C. SOQUIFA . ANA .0 19.A.A.0 33420.A.3 199021.4 18708.7 184423. CPCDI S.0 170842.1 -23.3 162574.A.9 167.2 13.A.7 5.A.4 N.8 201266. 5039.CONFECÇÕES LDA MONIZ DA MAIA.2 175252. UNIÃO DOS FARMACÊUTICOS DE PORT.A.1 18. FIMA/VG LDA CONTINENTAL MABOR S.9 229453.9 20428.2 -31.4 663.294 25 168 133 320 1.4 15.A.5 20.2 29.0 1214.9 204722. 31. 24.1 12. % 2.CAMINHOS DE FERRO PORTUGUESES E.2 -37.0 10.5 44388.7 37011.8 29789.7 146677.9 13.7 32. BERTRAND FAURE S.

1 346.A. IMPRENSA NACIONAL .7 2745.7 7528.1 24.FARMACÊUTICA QUÍMICA LDA CIRES S.2 1581.A.6 161634.0 114267. CLASS.0 150685.0 127802.4 19. LONGA VIDA . SOVENA S. PRÓPRIO % 38. AUTO INDUSTRIAL S.5 142907. DE REVESTIMENTOS S. LISNAVE .2 44937.4 11685.A.5 106994.I.INDÚSTRIAS LÁCTEAS S.D. CASCA .3 138863.5 12. LUSOSIDER . CONTACTO .A.5 -76.A.A.5 N.7 4.912 100 432 4.1 1394.7 117828.2 11.PLÁSTICOS LDA SECTOR INDÚSTRIA FARMAÊUTICA COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.3 33506.0 87510.7 120675. CONSTRUTORA DO LENA S.7 287202.0 7653. DAIMLERCHYSLER RAIL SYSTEMS (PORT.9 147085.2 6.9 -19849.2 118318.6 120246.8 13177.6 42939. SGAL . EPAL S. RAÇÕES VALOURO S.A.6 138783.6 29965.SISTEMAS DE ELECTRÓNICA LDA PETRIN S. 6.4 125737. CAP.2 6018. COFANOR C.4 13.3 33675.2 2074.9 17177.3 2.7 20.6 -1.6 88.7 55814.8 160188. PAPEL E ARTES GRÁFICAS INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS SERVIÇOS DE TRANSPORTES INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO FARMACÊUTICO INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA SERVIÇOS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.2 116379.0 -26.5 29347.D.7 110660. 48.9 31638.3 1497.0 5. SIMOLDES .0 VAR.SOC.0 RENT. EUREST (PORTUGAL) LDA TRANSPORTES FREITAS LDA ROCA .A.CERÂMICA E COMÉRCIO S.09 420 130 33 297 612 337 150 380 544 210 325 1.8 N.9 111418.6 116154. GEST.9 CAPITAL PRÓPRIO 26997. MANUEL RUI AZINHAIS NABEIRO LDA COMPAL S. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA AUTOMîVEL VENDAS 157718.4 1496.ELECTRODOMÉSTICOS S.0 6.2 -340.6 36.9 125780.2 26.3 629 1.5 10. MÉDIA PLANNING PUBLICIDADE S.A.9 18. S.3 -7.A. DO ALTO DO LUMIAR S.7 134541. 7249.A.4 12622.2 N.1 113142. SUMOLIS S. SONY PORTUGAL LDA GRUNDIG .6 37. SOLBI LDA NOVARTIS FARMA S.8 100382. INSCO . SOPOL S.7 116214.8 4217.3 139606. CORTIÇA E MÓVEIS SERVIÇOS DE TRANSPORTES INDÚSTRIA CELULOSE.5 10787.A.6 22.1 107802.3 149429.0 124202.6 132002.) S. DOW PORTUGAL .3 625.6 20.9 38.8 18214.7 3979.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS.A.6 39767.4 -22.A.D.8 10.7 106860.5 5799.1 15563. 48.6 -26. 80. 17095.0 11. STORA CELBI S.4 4656.5 5.0 25. D.0 37.5 -1488.9 27309.8 -14694.1 295. PAPEL E ARTES GRÁFICAS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO MEDIA CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA FARMAÊUTICA ELECTRICIDADE. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA QUÍMICA INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS INDÚSTRIA DA MADEIRA.8 N.3 2.7 12387.1 10.3 38. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA QUÍMICA INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA CELULOSE.A.8 9.2 -1.ADUBOS DE PORTUGAL S.4 9911. .8 65.7 9. DIAGEO PORTUGAL LDA ALCÂNTARA REFINARIAS S.5 -2.5 5.1 82.1 119717.A.5 7.8 -115.7 107553.A. PAPEL E ARTES GRÁFICAS COMÉRCIO FARMACÊUTICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA CELULOSE.CASA DA MOEDA E.9 5936.AÇOS PLANOS S.A.1 520.8 126476.TRANSPORTES AÉREOS S.7 N.A.9 -12.7 N.0 -16.2 -749.3 25.0 22257.7 22.D.2 1564.1 -3.0 139538. OPCA S.6 19909.0 79.8 19197.725 65 823 382 212 186 386 180 291 560 573 1.1 -4753. PORTUGÁLIA .A.2 131008.1 6.3 -2.0 151055.7 1458.A.2 8.0 -290.1 -7.4 119940.INSULAR DE HIPERMERCADOS S.4 10.3 24.8 13012.4 13.0 25968.2 22.4 -90.8 16.0 7609.7 4411. PORTUCEL VIANA S.1 144768.P.4 RESULTADOS LÍQUIDOS 10467.L.0 121355.0 11608.4 11.9 N.D.8 7.018 149 245 85 282 1.D.5 8.D.9 88571.R.A.7 13.1 24.D.A.5 -1117. 2001 2000 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 109 117 105 125 88 133 136 132 131 126 137 113 85 123 206 239 173 129 150 93 102 164 128 130 — 121 151 112 197 139 124 141 148 142 134 147 120 135 154 103 152 165 293 190 217 155 163 175 162 195 EMPRESA MERCK SHARP & DOHME LDA MANUEL NUNES & FERNANDES LDA A. MERLONI .6 43343.8 1513.3 -11.A.3 78333.A.A.9 112531.A. ÁGUA E GÁS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.0 15.2 85.6 5. SAMSUNG . OGMA S.4 -0. 192 405 824 318 171 729 9 40 202 7. 0.5 14101.7 155411.8 123197.3 29.8 156128.3 116600.2 9973.8 20289.5 91679.6 12.SOC.A.0 19815.6 119134.6 144332.º TRAB.4 319660.9 N.5 116904.0 N.0 -421.3 12.7 9.0 29662.1 11. 26221.6 2454.8 27. 3834.7 4896.ESTALEIROS NAVAIS S.04 1.A.D.A. AVENTIS PHARMA LDA ROCHE .0 124615.0 1.4 123012. % 15.5 2583.L.D.SOC.7 37232.P.D.9 N. 7964.9 120509.6 8.2 41.3 N.0 22. SECURITAS S.4 153974.0 -2740.5 32.D.A. CARDOL LDA DANONE PORTUGAL S.3 4733.D.5 N. DE CONSTRUÇÕES S.6 27417.6 -9.1 11.7 -17.9 59.3 N.1 24.9 3.A.5 2772. 8360.7 131153. 496.8 21.7 -27202.A.A.0 119055. SIC S.A.1 31.6 9.ELECTRÓNICA PORTUGUESA S.02 126 454 473 850 294 638 54 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .5 6253.PRODUTOS QUÍMICOS S.

5 RESULTADOS LÍQUIDOS 3470.0 47535. SECTOR SERVIÇOS COMÉRCIO FARMACÊUTICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA TÊXTIL.5 96426.3 7889.0 10523.0 -1514.9 101180.1 11. 26. CLASS.975 225 95 631 306 65 1.2 106160. S.0 6556.SOC.A.2 N. 8.6 94250. ACCENTURE .7 98061.A.5 103727.9 120732. 15536.A.1 475.A.º TRAB.0 103098. COMERCIAL C.7 10.3 8642. CIMPOR BETÃO S.INDÚSTRIAS TÊXTEIS S.3 N.5 14.0 5899.0 -48.8 60694.0 26134. -0.834 315 156 870 375 240 55 830 100 910 734 249 52 774 276 1.2 N. 4.5 4514.1 9756.7 -1.8 8014.1 -19285.SOC.0 4441.9 4818.4 104590.A.3 93815. S.A.7 100. 14.A.3 -3783.0 93754. LABORATÓRIOS PFIZER LDA INSTITUTO LUSO-FÁRMACO LDA SOMINCOR.8 16.1 94974.0 25.2 13.A. ÁGUA E GÁS SERVIÇOS INDÚSTRIA AUTOMÓVEL COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS SERVIçOS INDÚSTRIA TÊXTIL.2 104738.8 37.0 -4.1 494. IBEROL S.2 41.3 33.5 93637.A.D.1 24.A. A. 0.D.D.9 95756.CONSULTORES DE GESTÃO S.A.3 13.1 8572.6 91346.4 22347. B. PÁGINAS AMARELAS S.6 14.3 39.7 14. 480. CIN .5 3622.8 14.3 87402.8 2478.D.D.7 520.5 10450.1 9010. 1041.D.3 1212.3 -72.C.0 15.3 7.A.0 5362.7 104820.6 87341.0 0.2 4101.8 24018.6 24.9 CAPITAL PRÓPRIO 3833.8 20.5 90021.2 31593.3 7.0 6556.5 N.3 N.041 169 155 702 56 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .3 7.1 34307.5 12.4 N.3 -7.A.135 479 216 38 1.8 100577. SANTOS LDA XEROX PORTUGAL LDA HUF PORTUGUESA LDA PROSEGUR LDA PROSEGUR .6 40517.6 14. FÁBRICA TÊXTIL RIOPELE S.6 -14.A. SOLVERDE S.0 12.7 -3. COELIMA .8 15563.A.2 6.9 2.9 91292. -244. TRANSP.0 863.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS.3 4565. S.4 33982.3 24.6 5258.A.2 20686.3 69940. 9.A.2 88883.3 88242. JOHNSON CONTROLS II LDA C.3 7507.0 632.D.6 2640.6 6320.0 56516. ASTRA PORTUGUESA LDA TRANSINSULAR S. PAPEL E ARTES GRÁFICAS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS MEDIA SERVIÇOS COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA TÊXTIL.T. GDL S.2 121. BOTELHO & RODRIGUES LDA BENTO PEDROSO CONSTRUÇÕES S. DO VESTUÁRIO E DO COURO COMÉRCIO FARMACÊUTICO COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA AUTOMÓVEL SERVIÇOS SERVIÇOS INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS COMÉRCIO FARMACÊUTICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS VENDAS 106295.8 -15.3 12. 546.9 87867.1 88158. VASP .D.2 11. AUTO SUECO () LDA MACONDE . A.2 5. SANTOS .1 46 242 1.1 4.2 102463.1 86386.5 5. CAP. 793.4 18389.D. RENOVA S.7 8289.9 N.0 N.D.2 1504.8 N.5 162818. 65599.8 93001.D.A.2 5761.5 VAR.8 N.A.0 30528.5 N. ESTORIL SOL S.9 N.A.2 N.8 N.0 106029.1 6.0 7.6 8.A.Cª DE SEGURANÇA LDA BETÃO LIZ S.CONFECÇÕES S.9 26763.A.2 88195. SPACE LDA ENTREPOSTO V. RAR . DO VESTUÁRIO E DO COURO INDÚSTRIA FARMAÊUTICA INDÚSTRIA FARMAÊUTICA INDÚSTRIA EXTRACTIVA INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS SERVIÇOS INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO FARMACÊUTICO SERVIÇOS DE TRANSPORTES INDÚSTRIA CELULOSE.3 424.D.4 15. S.9 19071.D.REFINARIAS DE AÇÚCAR REUNIDAS S.VIAGENS E TURISMO LDA COOPROFAR C.A.A. 2001 2000 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 353 168 167 140 146 144 — 179 — 166 474 153 251 342 145 171 — — 263 160 138 209 429 184 194 213 181 178 198 143 264 248 215 201 249 226 220 180 186 199 187 229 224 212 218 — 269 232 223 242 EMPRESA SONAE .6 -15208.1 -1.6 87014.5 27454.2 8642.4 88322.4 92727.0 9389.0 34059.8 N.1 3.5 -0.6 10515.9 103992. S.0 -1.3 41. S. DO VESTUÁRIO E DO COURO SERVIÇOS COMÉRCIO FARMACÊUTICO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA QUÍMICA COMUNICAÇÕES INDÚSTRIA TÊXTIL.1 18.A.A.3 96224.4 101619. DE EMPREITADAS S.5 170.4 7091.8 7790.1 22.0 32.3 33306.8 11. A.5 N.6 0.5 94411.1 92357.VEÍCULOS E PEÇAS S.CIMENTOS MACEIRA E PATAIAS S.1 RENT.5 8.9 -18.A.R. EFACEC.3 2.1 119056. E DISTRIBUIÇÃO LDA ECCO’LET (PORTUGAL) LDA WYETH LEDERLE PORTUGAL (FARMA) LDA ALVES BANDEIRA & Cª LDA SOC.1 95408.5 44.1 2579.5 7. 55.0 88262.7 105988. SCAL S.0 8390.0 13.3 188 236 331 254 450 5. DO VESTUÁRIO E DO COURO COMÉRCIO AUTOMÓVEL ELECTRICIDADE. NOVIS TELECOM S.3 86586.9 26. 46.3 166.A.4 N.9 88194.IMOBILIÁRIA GESTÃO S.3 10043.5 -922.9 -5.7 1565.6 14.7 99567.3 85.2 7.3 -9. PRÓPRIO % 90.3 -941.D. BRISTOL MYERS SQUIBB LDA TECNOVIA .H.AUTOMÓVEIS S.5 83.3 91237.0 103740.5 9010.1 49923.6 39. TOTALFINA PORTUGA.7 12106.2 87341.3 -3.7 10271. CMP .T. S.E.L.8 -5.8 18.1 N.D.2 27541.4 40.D.A. S.3 54549.7 19. 143 58 349 415 501 1.3 4.8 7295. 99067.3 106105.5 -2. BAYER PORTUGAL S.9 16894.05 4.8 18.6 1. % 102.1 8293.8 97466. GARAGEM VICTÓRIA .235 350 205 158 790 500 1. CIBAL S. TOP TOURS .

A.1 54760.8 14.7 1.3 71689.1 -2663.4 969. ROBERT BOSCH LDA NOVADELTA S.5 79360. 27.2 74505. DO VESTUÁRIO E DO COURO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS ELECTRICIDADE.8 -10.5 -8.1 5.A.D.8 N.D.5 -0.3 83867.4 -8.6 72355.1 12.433 9 300 280 304 4 114 295 261 1. JERÓNIMO MARTINS LDA FISIPE S.SOC.4 78558.0 70582.7 61.LOGÍSTICA PORTUGAL LDA NOVOPCA S.0 47122.0 36120.6 -2.7 28375. N.4 1321.GESTÃO COMERCIAL S.D. INICIATIVAS DE MEIOS LDA SCHNEIDER ELECTRIC PORTUGAL LDA TECNIDATA SI S.9 2230. ENTREPOSTO .D.D.VEÍCULOS PESADOS S.D. DE FRUTAS S.7 77703. % -7.1 -2.7 2610.0 15678.CILAG FARMACÊUTICA LDA MICHELIN .9 4292.9 -23.A.0 4. 5.C. IBERUSAS.A.3 84499.3 4.8 7. 19.2 37201. 94.2 73080.3 7.8 15.6 70490.0 N. DE CARNES S.4 75904. JOSÉ MACHADO DE ALMEIDA & Cª LDA EMPREITEIROS CASAISS.2 14436.8 533.5 339.9 2.6 5542.BETÃO PRONTO S.2 11068.1 N.6 12.A.2 72868.0 -3806.1 7006. 0.A.0 13.8 22.8 -7.2 2344.5 1065.2 2.0 24056.º TRAB.8 6.0 77317.4 27. EMPRESA DE ELECTRICIDADE DA MADEIRA S.A.348 58 230 595 68 497 540 1 420 1.9 3311. DO VESTUÁRIO E DO COURO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO FARMACÊUTICO INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA FARMAÊUTICA COMÉRCIO INDÚSTRIA FARMAÊUTICA INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA COMÉRCIO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.2 N.D. EUROFRUTAS . CABELTE S.0 473.6 2961.1 78711. CABLINAL PORTUGUESA LDA LUSOGRAIN LDA PIONEER TECHNOLOGY PORTUGAL S.0 8.4 -115234.5 -28.1 7.0 79628.6 1.INDÚSTRIA E COM.2 1480. SICASAL . GRUNDIG .0 83155.4 202.6 76747.D.3 N. 3782.1 1970.D. 222 657 214 250 21 430 412 584 271 182 500 1.8 18092.A.0 0.3 53.EXTRUSÃO E DISTRIBUIÇÃO S.A.5 1517.7 -8. LUSO-ESPANHOLA DE METAIS LDA ANODIL .1 85746.3 80188.5 38.7 57.A.4 84436.A.7 621.4 9.1 72742.LOJAS FRANCAS DE PORTUGAL S.0 14.0 3070.6 79007.3 81829.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS.9 13061.A.1 N.5 8600.6 21449. N.0 1672. EDIFICADORA LUZ & ALVES LDA ZAGOPE S.3 15. EMPRESA PÚBLICA DE URBANIZAÇÃO DE JAIME RIBEIRO & FILHOS S.D.8 N.D.5 -1843.1 81164.3 -13. LAMEIRINHO .1 2650.D.8 N.3 127. BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS SERVIÇOS INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO SERVIÇOS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.8 7379.9 4.0 19.5 -9900. CAP.9 8. FLORÊNCIO AUGUSTO CHAGAS S.6 6. N. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO INDÚSTRIA TÊXTIL.2 -6.4 N.7 26934.4 -9.3 17.D.A.2 N.7 -73671.0 6097.A. 19903.D.6 -2.8 56035.2 72811.A.0 2197. MECI S. SLEM .2 -3710.0 73854. JANSSEN .1 22.A.136 250 938 58 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . ÁGUA E GÁS VENDAS 86368.4 13.8 -338.2 -0. OBRECOL S.D.A. 11118. 3402.0 N. CLASS.0 CAPITAL PRÓPRIO 4738.9 27. -55.8 VAR.6 77594.4 80582.7 -35.INDÚSTRIA TÊXTIL S.1 73374.2 181586.3 22781.A.9 85938.3 1883. N.Cª LUSO PNEU LDA BENCKISER PORTUGAL LDA FERPINTA S.A.2 49.0 4620.8 N. PAPEL E ARTES GRÁFICAS INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA AUTOMÓVEL COMÉRCIO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO AUTOMÓVEL SERVIÇOS DE TRANSPORTES COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.4 N. LFP . 5.0 674.0 N.2 N.9 71962.2 -255.D. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA CELULOSE.07 238 14 1.3 RESULTADOS LÍQUIDOS -25.A.5 3.4 3.6 13112.0 1951.6 -0.7 71546. SONAE TAFIBRA .0 42.5 15. N.2 96519.3 81588. 112.8 -6.3 -0.3 72178.D.3 7.0 45.5 4.0 0.9 3874.8 4.5 20.D.1 1080.D.D.SOC.5 3415.COMÉRCIO DE VIATURAS LDA Cª CARRIS DE FERRO DE S.8 79930.2 -10.7 1627. INDÚSTRIAS DE ALIMENTAÇÃO IDAL LDA PORTUCEL EMBALAGEM S.9 81228.6 73536.7 70491.4 78730. N.A. N.7 N.2 6.ª GERTAL S.7 -1.4 33275.0 -1501. N. AGIP PORTUGAL .9 81514.6 73134.9 RENT.6 -14.0 12576.0 73145. 0.A.A.3 72208.3 -4. PROFARIN LDA EMEF S.264 20 489 160 271 690 2.1 83043.D. 630.0 75914. CIMPOMÓVEL .5 3.A.9 82531.5 32.A.2 2.2 1147.5 N.9 N.846 124 332 308 70 167 215 530 88 1. RENAULT TRUCKS PORTUGAL LDA AR LÍQUIDO LDA LIDO SOL II S.A.5 80950. PRÓPRIO % -0.5 9.D.D.6 N.COMBUSTÍVEIS S.6 30015. 17292.0 1401.A.D.7 15. 12533.A.0 83788.D. SECTOR COMÉRCIO AUTOMÓVEL CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS SERVIÇOS COMÉRCIO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA TÊXTIL.0 13129.1 3420. 5.8 13.4 N.4 5. 2001 2000 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 174 237 192 250 177 334 208 — 252 354 363 216 235 247 182 228 193 203 240 272 225 294 219 — 245 299 211 238 — 255 210 259 246 298 241 287 — 254 227 360 205 207 169 266 268 256 274 258 361 282 EMPRESA FERNANDO SIMÃO LDA ALVES RIBEIRO LDA BETECNA .9 -89.8 -107. 5.D. 2063.1 27904.

4 24.9 10177. DE FERRO S.A.1 65972.7 14.2 1759.2 60321. % 6.R.6 30.7 60282.4 29.2 8.0 17.7 4.4 2005.3 1258.2 N.2 N.0 60347.8 27561.A. 11339.A.2 3.6 -599.8 3.6 18.5 8.0 1630.D. 1501.4 15974. SANTOS BAROSA .8 25630.D.SOC.3 60872. CAP.A. S.A. ALICOOP C.0 151.9 12856.6 69643. TRANSPORTES LUÍS SIMÕES S.2 -0.ARMAZ. PROLEITE C.D.9 31.0 7766.PAVIMENTOS E VIAS S.4 64273.1 20. FONSECAS .6 5.A.0 69601.1 64222.3 1401.1 67504.COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS S.3 12.6 41.A.6 5.6 5178.L.5 N.1 4864.7 64260.3 14.0 4923.7 3.2 69653.6 2615. EMPRESA DO JORNAL DE NOTÍCIAS S.9 4.9 8.6 24031.9 66993.3 4398.4 -1. DISTRIB.A.SOC.2 N.7 61946.0 64889. RIBERALVES S.5 71.A.3 41688.7 907.7 14.0 -2415.0 69459.8 254.A.9 15075.4 2685.0 1116.8 4.9 8091.7 62996.1 60444.6 20.2 26936.1 N.6 65822. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO VENDAS 70423.9 409. 2.7 60676. CONSTRUCTORA SAN JOSÉ S. J.5 62379.D.A.3 9.9 4.0 763.7 60794.CONSTRUTORA DURIENSE S.4 579.0 14.3 70066. INDÚSTRIAS DE CARNES NOBRE S.2 67644.5 4.EDITORA LDA FARBEIRA C.L.6 0.7 N.A.3 6. SOC.6 58.7 18.0 63690.6 2624.2 34. RAMALHO ROSA COBETAR S.1 63747.7 7290.2 27560. BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA FARMAÊUTICA INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA COMÉRCIO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS COMUNICAÇÕES INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO AUTOMÓVEL CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.3 62398. BEBIDAS E TABACO MEDIA INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA FARMAÊUTICA COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO. BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.2 -441.9 -1.4 3575.6 25.0 1100.A. DE TABACOS S. ABBOTT LABORATÓRIOS LDA ABRIL CONTROLJORNAL .3 7152.4 3575.A.8 15165. 11. COCKBURN SMITHES & Cª S.6 17.0 64352. DO VESTUÁRIO E DO COURO SERVIÇOS COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.3 35668.3 2517. ACORIL .5 9.A.0 N.01 500 520 288 167 198 434 762 90 626 480 283 246 455 148 107 174 67 60 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .D.A.9 N.COMÉRCIO E REPRESENT. CASA DA SORTE S.6 300.D.A.2 0.3 29043. TONOVA UNIPESSOAL LDA CONDURIL .8 3.4 866.2 -2.7 7.D.4 1773.1 62159.A.1 1602. DANZAS LDA TV CABO TEJO S.D. BEBIDAS E TABACO MEDIA INDÚSTRIA TÊXTIL. -67.PRODUTOS SIDERÚRGICOS S.1 -25.1 32.A.A. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.8 3026. PAVIA .3 -8. CARCLASSE .D. SOGENAVE S.9 60766.7 9898. HONDA AUTOMÓVEL DE PORTUGAL S.5 458.6 13.1 18.6 -11. N.3 -7.A.1 488.A. ALBERTO MARTINS MESQUITA & FILHOS S. GONVARRI .A.7 60278.9 65789. A.0 5977.A. 380 675 42 210 500 90 523 251 162 80 231 110 167 627 860 252 57 487 530 230 309 100 129 137 168 139 494 130 110 159 430 120 1.5 -5.9 10166.5 60667.º TRAB.7 64.PRODUTOS QUÍMICOS S.3 17.A.0 5.L.EMPREITEIROS S.8 1.1 19662.6 24.A. DE EMPREITADAS ADRIANO S.2 8735.0 67.7 7.5 63747. S.2 -18.1 VAR.1 66917.4 4734.4 66688.A.9 3512.8 32.9 1.3 69537.1 71.7 63220.3 496. RUI COSTA E SOUSA & IRMÃO LDA VISEU RÁDIODIFUSÃO PORTUGUESA S.4 11241.1 2391. SANOFI SYNTHELABO S.0 11. TINTAS ROBBIALAC S.9 11725. 2001 2000 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300 279 296 170 273 202 277 280 319 234 290 307 326 332 302 364 351 276 341 338 370 318 306 303 308 292 372 301 345 424 343 397 344 297 314 275 244 337 305 284 339 — 320 499 315 316 482 281 285 300 309 EMPRESA SOLVAY PORTUGAL .2 4.1 62582.8 N. UNIPESSOAL LDA WURTH (PORTUGAL) LDA TEODORO GOMES ALHO & FILHOS LDA BICC CELCAT S.8 18596.3 650.1 1529.5 -10.1 66182.6 9.8 1472. CLASS.2 28598.8 11.6 RESULTADOS LÍQUIDOS -1200.0 5.9 5719.4 35. 5464.4 10.8 52927. VICAIMA . SOARES CORREIA .2 15. RENT.2 11.7 49767. CAPITAL PRÓPRIO 55515.D.4 11589.9 N.8 18.2 66046. TABASUL . UNILFARMA LDA TREVIRA FIBRAS S.8 13469.9 2. SOTÉCNICA . ELECTROTÉCNICA S.7 21991. PORTELA & Cª S.7 3319. 254.8 9.3 17704. ANTÓNIO DE ALMEIDA & FILHOS LDA SAP PORTUGAL SOC.9 19.0 6.3 9656.6 16.8 12822.9 66646.A.3 16.1 44.2 35.0 1732.9 36.3 6.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS.A.5 -7.VIDROS S.A.A.A.0 3.5 69828.R. MONTE & MONTE S. CIMERTEX S.7 3593.2 N. 12582. -3704.6 66300. PORTALEGRE GARCIAS LDA MERCAUTO LDA OTIS ELEVADORES S.7 15.D.8 64919.3 62816.R. PESCANOVA (PORTUGAL) LDA SECTOR INDÚSTRIA QUÍMICA SERVIÇOS DE TRANSPORTES COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO FARMACÊUTICO MEDIA COMÉRCIO FARMACÊUTICO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO INDÚSTRIA FARMAÊUTICA INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.4 67023.9 890.A.9 60771.6 2444.0 22528.3 -16.1 32215. PRÓPRIO % -2.6 19.0 7.D.1 8.8 14.3 65063.0 70.3 N.

2 4.D.0 10. AMTROL-ALFA .0 32.7 RESULTADOS LÍQUIDOS 901. 11.0 25488.0 6844.A.0 11.1 N.4 13.6 55989.1 12.ª AMORIM .7 -3. CORTIÇA E MÓVEIS SERVIÇOS DE TRANSPORTES SERVIÇOS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA TÊXTIL.A.0 N.0 20651.8 -27149.2 15688.0 23.6 N.4 28.6 4.5 1.A.4 50251.7 23.0 15.4 9375.3 RENT.3 58036.0 -173880.7 13.METALOMECÂNICA S. MANUEL MARQUES DOS SANTOS CAVACO S.0 -1.6 9.7 53225.0 8458.9 50659. ENSUL .1 855.D.9 50534.EMPREENDIMENTOS NORTE SUL S. 12.8 385.AÇOS E INDÚSTRIAS S. PORTLINE S.0 969. AVELINO.7 8.A.8 VAR.9 47. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO AUTOMÓVEL SERVIÇOS DE TRANSPORTES INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.9 4001.7 56480.SOC.7 51025.D.0 52681.4 54046.1 14457. FARINHA & AGRELA LDA LACTICOOP U.D.3 57476.8 57167.9 12994.A. ABAST.4 17. DE CONSTRUÇÕES H. 11. 318.5 53044.8 53758.A.L.0 1651.A.0 17295.8 9. BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO INDÚSTRIA DA MADEIRA.A.1 51593.0 51156.8 -43031.9 7. GASPE LDA MAHLE . 22389.5 11. POLIFACE S. S.2 4697. POSTLOG . AGRÍCOLA DE BARCELOS C.9 8877.1 755.0 16188. COUTO S.2 3.0 4965.5 21318.8 57968.5 4574.9 3647. 19.9 -32. ELECTRICIDADE DOS AÇORES S. 1384.8 17.1 1859.7 6793.7 27.0 8. 16.C.5 53979.5 33528.0 N.2 7.3 8665.D.2 -615. S.9 -3.7 53462.A.8 17.A.3 4311.9 2513.1 N.4 57186.1 17. DILOP .9 58668.6 CAPITAL PRÓPRIO 13507.COMPONENTES DE MOTORES.7 10681.0 10864.1 -15.SISTEMAS INFORMÁTICOS S.D. TECNASOL-FGE .A.9 1.0 12381.4 534.3 62. GRUPO ANTOLIN LUSITANIA S. SACOR MARÍTIMA S.9 N.9 6. SÁ COUTO LDA F.1 54706.D.2 56335.2 56603.0 -109206.8 569.2 41899. NACIONAL S.8 9.1 9.6 1971. 2001 2000 301 302 303 304 305 306 307 308 309 310 311 312 313 314 315 316 317 318 319 320 321 322 323 324 325 326 327 328 329 330 331 332 333 334 335 336 337 338 339 340 341 342 343 344 345 346 347 348 349 350 348 — 335 378 333 — 328 331 295 — — 380 387 377 327 431 — — 391 317 312 399 — — 366 — 384 — — 464 398 340 440 291 — 352 404 422 402 460 381 430 — — 243 — 289 408 — 405 EMPRESA ETERMAR S.C. 2465. CONSTRUÇÕES GABRIEL A. MADIBÉRIA LDA METEORO LDA EFACEC .1 4916.2 58423.7 16. % 12.2 9801. PARA ANIMAIS C.6 38.MARTINI PORTUGAL LDA SOMELOS .0 50198.8 11164. 55. EUSÉBIOS & FILHOS S.4 N.4 N. CEREAL ASSOCIADOS PORTUGAL A.0 7826.COMÉRCIO E SERVIÇOS S.A.9 534. RAMADA . VESAUTO .7 59714.R.5 57378.A.5 22.1 34.8 58736.3 2. 9.7 17. LABORATÓRIO MEDINFAR S.7 4.6 -1.8 9659. 2209. GESPOST LDA PORTUGAL TELECOM INOVAÇÃO S. COOP.6 54776.3 9.PRODUTOS ALIMENTARES S.5 7. ÁGUA E GÁS COMÉRCIO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.0 -15. PATINTER LDA GRUDISUL LDA ENTREPOSTO MÁQUINAS S. PRÓPRIO % 6.7 798.D.6 N.8 392. SOC. MODALFA .3 34.2 56682.9 N.SERV.A.7 N. 3199.A.A. COOP.1 28.3 19366.7 9415. SOC.0 -14.A.A.1 16768.º TRAB.2 741.1 50.5 51749.898 300 548 256 230 156 62 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .5 44700. CORTIÇA E MÓVEIS INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO SERVIÇOS DE TRANSPORTES SERVIÇOS DE TRANSPORTES COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.1 N.A.0 2415.REVESTIMENTOS S.A.9 11.4 -4. SAINT-GOBAIN SEKURIT PORTUGAL S.5 N. DE TRANSPORTES COLECTIVOS DO S. N. CAP.A.VINHOS DE PORTUGAL S.3 50477.43 470 470 464 1. UNIBETÃO LDA SOGRAPE . S.AUTOMÓVEIS E REPARAÇÕES S.2 50235.3 34500.4 -6.D.7 51187.A.5 19.6 7.0 1714.0 2666.A. ALIM.8 -0.8 3357.5 3.A. HAGEN S.0 -293.4 -5. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMUNICAÇÕES CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA FARMAÊUTICA COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS INDÚSTRIA AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DA MADEIRA. IND.2 324.9 55381.0 28840.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS. 400 297 803 55 151 460 151 105 207 46 320 44 540 39 202 140 162 930 210 329 305 180 180 300 363 263 55 464 37 587 226 82 617 311 42 429 160 1 438 400 2.L.6 0.A.TECIDOS S.9 307.C.3 -67.C. SORGAL .FUNDAÇÕES E GEOTÉCNI.D.3 52976.2 32.8 12. DE ÓLEOS E RAÇÕES S.2 53035.A. 12.0 50046. J.0 4120.I.0 N.7 54020.2 1007.A.R.3 50425.0 -3117.9 N.R.6 53318.4 50142. 5538.E.A.D.A. 7.5 43006. BACARDI .6 26.D. 15415.5 54209.6 5.7 18.7 N.7 241.2 55914.0 50577.2 250. 2737. RADIOTELEVISÃO PORTUGUESA S.1 -29191.0 N.A.4 58. VIATEL S.0 1948.6 11.D.A.4 3754.3 13.9 N. POSTAIS E LOGÍSTICA S. ALISUPER S.4 0.0 3.D.4 54636.6 50542.5 13.8 11. DO VESTUÁRIO E DO COURO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA COMÉRCIO AUTOMÓVEL SERVIÇOS INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS SERVIÇOS DE TRANSPORTES CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS MEDIA INDÚSTRIA AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DA MADEIRA.4 59555.2 10.4 37.5 57468.0 3.SISTEMAS DE ELECTRÓNICA S.E. TEKA PORTUGUESA LDA PROLÓGICA .0 2095.A.D.D. LEGRAND ELÉCTRICA S.A. P. CLASS.5 N.0 4881.A.0 23. SECTOR CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS ELECTRICIDADE.7 -21.L.0 3.3 21.1 25.0 15621. CORTIÇA E MÓVEIS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO VENDAS 60063.2 2072.0 59062.

A. EUROPCAR INTERNACIONAL LDA SISTEMAS MC DONALD’S PORTUGAL LDA MOTIVO S.2 15.A.0 270.1 -49.D.0 45733.5 48173.7 23140.5 44849. CORTIÇA E MÓVEIS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.A.C.128 75 150 16 230 150 1.0 7941.0 1482.0 -9. B.D.9 49764. PAPEL E ARTES GRÁFICAS COMÉRCIO INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA SERVIÇOS COMÉRCIO COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA FARMAÊUTICA INDÚSTRIA DA MADEIRA.D.0 3098. FAPRICELA S.7 106206.D.1 49882.0 N.1 3662.A.2 36.0 2312.0 1351.0 4.D.161 110 210 156 105 95 631 191 241 530 139 224 1.1 6.8 -8.A. SOJORNAL S. GRUPO GEL S.3 5.1 32.6 2571.A. PORTGÁS S. FRIEDRICH GROHE PORTUGAL LDA LOURINHO . 2001 2000 351 352 353 354 355 356 357 358 359 360 361 362 363 364 365 366 367 368 369 370 371 372 373 374 375 376 377 378 379 380 381 382 383 384 385 386 387 388 389 390 391 392 393 394 395 396 397 398 399 400 253 415 449 349 222 — 396 — 428 406 — 346 409 347 — — 401 — 375 388 400 389 350 — — 365 — 450 453 420 — 411 — 421 437 — 329 — — 463 — 359 390 — 485 — 479 441 236 393 EMPRESA CORTICEIRA AMORIM .0 7255. % -31.5 14424. NEW HOLLAND PORTUGAL LDA SAPJU .3 1.7 VAR.9 40.0 6801. CORTIÇA E MÓVEIS VENDAS 50027.7 5623.0 13459.RECURSOS HUMANOS LDA UNICOL U. ASSIMEC S. MARTIFER LDA COTESI .5 7.A.7 15. -28.7 25. AGRO-PECUÁRIA S. ÁLVARO COELHO & IRMÃOS LDA TÊXTIL MANUEL GONÇALVES S.8 27.D.5 4539.5 2.0 59.6 637. FERSEQUE S.0 7126. DO VESTUÁRIO E DO COURO INDÚSTRIA DA MADEIRA. 424 7 123 546 68 356 320 1.1 166.8 47578.A.7 52.L.7 -0.5 14.2 4. -2.6 0.Cª DE GÁS DO CENTRO S.6 33.7 46649. 1. 52757. N.7 N.A. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO AUTOMÓVEL AGRICULTURA E PECUÁRIA INDÚSTRIA DA MADEIRA.6 65.7 14726. PAPEL E ARTES GRÁFICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA TÊXTIL.6 RESULTADOS LÍQUIDOS -5150.7 53723.D.A.A. MAZDA MOTOR DE PORTUGAL LDA Cª DE CELULOSE DO CAIMA S.4 -4384.º TRAB.C.A.7 6. CORTIÇA E MÓVEIS COMÉRCIO AUTOMÓVEL SERVIÇOS SERVIÇOS COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS COMÉRCIO MEDIA INDÚSTRIA CELULOSE. CORTIÇA E MÓVEIS INDÚSTRIA TÊXTIL.P.2 0.A.A. -1368.8 45378. PRESSELIVRE S.M.5 23176.6 49629.7 7.A.5 6.A.7 N.4 414.0 46.4 46852.5 3.6 CAPITAL PRÓPRIO 20348.S. ÁGUA E GÁS INDÚSTRIA QUÍMICA INDÚSTRIA QUÍMICA INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS SERVIÇOS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS SERVIÇOS MEDIA COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA CELULOSE.L.8 -1563. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO FARMACÊUTICO INDÚSTRIA DA MADEIRA.0 4123.1 18.6 2043.2 48475. DO VESTUÁRIO E DO COURO ELECTRICIDADE.A.3 48503. CINCA S.SISTEMAS DE INFORMAÇÃO S.A. MOVELPARTES S. BRAUN MEDICAL LDA INDÚSTRIAS JOMAR S.1 10.9 936.5 46547.9 -1.0 45993. 15.A.A.9 N.6 -14.8 0.1 2. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA CELULOSE.2 2244.0 0. ÁGUA E GÁS INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO. .INDÚSTRIA S. 2.5 46979.A.A.3 47212.D.9 45889.SOC.5 12. -4190.6 9. FDO .2 37.9 46156.4 5627. PRÓPRIO % -25.4 44885.6 417.9 -6. SELECT .A.0 44658.9 N.2 28.5 13.9 N.8 34.3 25537.2 46238.6 1.5 192. CAP.4 4858.5 44893.9 0.9 681.9 5.1 3.9 37335.D.0 3102.7 10529.7 6.3 5873.8 -244.0 46972. CLASS.0 340.D.8 47662.2 46706.0 -839.6 N. CORTIÇA E MÓVEIS SERVIÇOS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS SERVIÇOS COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.0 12145.0 16382.2 -18.5 3.A.3 47872.8 48865.0 6843.Cª DE TÊXTEIS SINTÉTICOS S. B.0 46470.A.0 1948.0 1030. ESTABELECIMENTOS J.0 6760.4 658. RTC . N.CONSTRUÇÕES S. FERNANDES S.A.4 25.8 9429.7 47663.4 5.2 -11336.3 7.RADIOTELEVISÃO COMERCIAL LDA V.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS.0 18729. LASSEN TRANSITÁRIOS LDA GEFCO (PORTUGAL) .5 -3. 76.D.0 921. N.7 16.3 23.0 34.3 -2.2 49133.6 -5.9 45089. 411.4 -10.6 2.4 49923.0 4469.9 48010.2 -480.0 48637.2 11.9 48267.3 23.0 47619.1 2518.2 -40.4 -49. PAPEL E ARTES GRÁFICAS SERVIÇOS ELECTRICIDADE.8 44.2 49888.4 27.1 -3.1 9.3 4.0 171.2 47169. S.0 2.0 5017.3 49253.6 -5.7 325.3 15. LUSITÂNIAGÁS .9 45535. LISGRÁFICA S.3 5.4 48894.3 46614.A.0 -3.0 27.0 19274. 6104.A.7 -10.4 45755. 16166.D.1 48564.6 1835.3 6.4 -36.7 48607.2 N.5 13.3 7443.8 14855.4 7.9 18866.6 N.0 -9.0 50005. 45.6 59.9 49097.47 107 19 88 254 100 147 242 14 333 22 10 346 77 306 82 297 159 271 550 102 60 105 183 241 64 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .0 N.D.A.0 3018.6 20. A LUTA C.1 45675.ª THYSSEN ELEVATEC S.8 0. PT .0 N.5 45631.6 46462. MOCAR S.0 48230.6 N.1 37.D.4 27467.0 11.0 N.3 46357.D.9 369. CONTINENTAL LEMMERZ (PORTUGAL) LDA FOSFOREIRA PORTUGUESA S. TURISMO CRUZEIRO LDA TEMPUS INTERNACIONAL LDA SODICENTRO LDA GLAXO WELLCOME FARMACÊUTICA LDA SARDINHA & LEITE S.R.TRANSITÁRIOS LDA SONICEL S.R.3 N.7 21.9 6932.CONSERVAS DE CARNE LDA PORTUCEL TEJO S.S.5 24589. T.5 RENT.5 56.8 10582.9 3252.6 22026.5 1671.2 -4. VIDREIRA DO MONDEGO S.THOMAZ DOS SANTOS S. SECTOR INDÚSTRIA DA MADEIRA.

3 1244.D.7 -10.3 5.0 5243.A.4 9.0 43900.5 8.3 7277.2 21.D.5 5. 214. FUJIFILM PORTUGAL LDA MUNDOTÊXTIL LDA LUSOPONTE S.5 3.0 N. Cª DO PAPEL DO PRADO S.0 8.5 -26. 3.3 40796.2 42059. EXPEDIS .6 30. 2001 2000 401 402 403 404 405 406 407 408 409 410 411 412 413 414 415 416 417 418 419 420 421 422 423 424 425 426 427 428 429 430 431 432 433 434 435 436 437 438 439 440 441 442 443 444 445 446 447 448 449 450 — — 392 — 394 458 — 356 459 443 416 457 — — 436 379 434 448 466 278 — — 417 — — — 313 470 — 481 465 483 468 — 321 — — 382 487 414 — 472 — 475 — 426 — — 439 486 EMPRESA GOODYEAR PORTUGUESA . ELECTROLUX LDA A.3 43106.8 22.A. FONTES S.7 2165.A.7 9236. 820.0 -27. BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA COMÉRCIO COMÉRCIO INDÚSTRIA TÊXTIL.5 44358. 329. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA TÊXTIL.9 43125.1 17.A.0 9.0 2494.6 N.3 17014. % 1.0 1609.INDÚSTRIA DE CALÇADO S.0 24581.LOGISTICA INTEGRADA S. DO VESTUÁRIO E DO COURO INDÚSTRIA CELULOSE.CONFECÇÕES LDA DAI S.D.5 -3.5 3.0 N.A. DO VESTUÁRIO E DO COURO SERVIÇOS COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO. SOGRAPE .8 26.6 26.5 -9.0 6995.0 N.4 5.ELECTRODOMÉSTICOS LDA A.6 -3.6 -12.1 7995. E MOTORES S. PORTO EDITORA LDA YAMAHA MOTOR PORTUGAL LDA BRIDGESTONE FIRESTONE PORTUGUESA LDA DAGC LDA VEDIOR PSICOEMPREGO LDA SCHINDLER S.4 41095.A.7 5191.0 186.0 11144.UNIPESSOAL LDA CAM .2 42920.0 N.8 44333.2 3.9 N.0 CAPITAL PRÓPRIO 11470.2 N.4 13.1 42459. 1.A.D.0 146.0 39254.0 3824.0 41099.6 1.COMÉRCIO DE FIOS LDA INTERAVES . SECTOR COMÉRCIO COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMÉRCIO COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO. 9.A.9 VAR.R.5 32. 9204.0 1939.5 11922.6 25.2 43215.7 2793.2 42174.0 7144.0 8702.7 43414. 3.3 2511.6 43208.7 -35.7 -0.7 6.6 571.2 41318.1 9.6 186.PORTUGAL LDA SCHERING LUSITANA LDA FARSANA PORTUGAL .º TRAB.7 44379. CLC .A. AUTOM.1 34.9 20.A.4 -11.6 44264. E INDÚSTRIA S.HYGIENE PRODUCTS LDA SOMAFEL S. 174.8 41967.D.7 43174. DO VESTUÁRIO E DO COURO COMÉRCIO FARMACÊUTICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO AUTOMÓVEL SERVIÇOS COMÉRCIO FARMACÊUTICO COMÉRCIO FARMACÊUTICO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.6 -6. FUJITSU SERVICES LDA MUNDIFIOS .A.0 54.0 55194.D.6 42013. COOP.9 42795.5 8.3 17. 905.1 22.6 41554.5 N.A.D.A.4 21180.A.0 5260.8 -3452.9 43311.5 5610.4 10.0 44822.9 254.6 17. PETROIBÉRICA S.9 164. CORTIÇA E MÓVEIS INDÚSTRIA TÊXTIL.1 N.0 N.3 5074.D.2 1712.0 N.3 44289.0 5932.7 -14.3 42509.A.0 22280. AGRÍCOLA DE VILA DO CONDE C.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS.3 100. 72.0 42395.DISTRIBUIÇÃO S.0 RENT. RODRIGUES CORREIA LOPES LDA ELECTROMECÂNICA PORTUGUESA PREH LDA PAULO DE OLIVEIRA LDA CASTELO BRANCO SCA .D.A.3 6.0 2205.3 15681.7 67554.D.9 1.8 41957. PRÓPRIO % 26.7 N.9 13752.0 11776.0 1501.134 400 170 80 214 559 21 11 45 68 389 514 40 340 97 330 128 196 30 59 125 190 850 130 141 140 54 150 21 264 141 590 96 560 274 210 161 66 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .8 28.4 2.7 5.1 27.9 6.6 10.D.A. ATLAS COPCO DE PORTUGAL LDA MARQUES LDA MANUEL TEIXEIRA & Cª LDA JEFAR .0 40968. 724. 702. PULL & BEAR (PORTUGAL) .9 10.7 3. BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA AUTOMÓVEL COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO AGRICULTURA E PECUÁRIA COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DA MADEIRA.A.3 1683.4 -1152.D.0 7172.0 40286. EDS .4 5.A.9 61701.3 13.7 44174. LUSOCERAMS.2 44071.5 RESULTADOS LÍQUIDOS 3032.1 15.0 85132.4 -81. BEBIDAS E TABACO MEDIA COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.3 20030.9 8373. BP LUBS COMPANHIA DE LUBRIFICANTES LDA LA REDOUTE PORTUGAL S.2 20065. EMPRESA MADEIRENSE DE TABACOS S.0 4405.5 -2.0 -1804.2 181.0 10686. HONDA MOTOR DE PORTUGAL S.A.8 -21.2 42858.CAMIÕES.3 40536.7 9.A.0 5523.8 43921.8 17. RÓTOR S.5 -8.5 1105. RÁDIO POPULAR .0 188.COM.0 43091.2 44471.9 N. 5.3 43199.0 15040. 77.9 1.5 41052. AGRO-PECUÁRIA S.D.9 10.7 N.0 42600.4 N.0 17384.0 N.9 1198.8 475.SOC. PROMOR S.6 30.8 3135. PAPEL E ARTES GRÁFICAS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO VENDAS 44609. CLASS.1 1895.8 40754.3 4.1 26.8 319.9 -6.8 346.4 7.L.D.2 29889.0 10909.0 11067.5 42677. N.D.9 -6.0 39254.6 43217.0 32.A.6 44255.A.2 12.0 14.0 5428.Cª LOGÍSTICA DE COMBUSTÍVEIS S. ARROZEIRAS MUNDIARROZ S.5 35. CAP.D.6 41456.0 161.D.3 22.5 42269.7 3410.6 -4.6 43613.A.0 4286.1 15205.0 2644. HYDRO ALUMÍNIO PORTALEX S.A.0 42097.A.D.0 3798.4 9.0 10445.0 13. CASTELIMO S. SOC.0 3800.0 N.4 7. 1852. N. AUTO VISTULA S.7 12.8 1850.3 -67. PRONICOL S.3 40674.1 40899. SUNVIAUTO S. 53 85 345 84 222 22 75 196 61 156 33 67 40 3.

N. T.5 7855.4 37994.A.VIDRO DE EMBALAGEM S.0 15452. C. ITALCO . DO VESTUÁRIO E DO COURO INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.9 7.2 19.5 N.Cª PORT.0 N.7 -9.2 36541.9 15.0 971. AMARAL & FILHOS .0 7.2 36326.0 8. VILA GALÉ S.7 37409. N.6 RESULTADOS LÍQUIDOS 1170.A.D.D.0 -85.CONFECÇÕES TÊXTEIS S.0 562731. RICARDO GALLO . CAP.0 -568.A.0 6021. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA TÊXTIL.0 13267.0 CAPITAL PRÓPRIO 6004.0 5469.A.2 9659. 492. SECTOR COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO. 5. DOMINGOS DA SILVA TEIXEIRA S.1 2.0 N.0 N. CONFETIL .0 31877.0 164.0 1422.A. 4.0 857.0 9393.D. RIBEIRO.0 15. N.8 11.0 8370.0 N.A.5 9. SOC.0 699.A.1 9.0 2688. 3. DE REPRESENTAÇÕES S.0 28928.2 38143.0 39282. 2346.9 8.8 N.1 39880.1 14.7 36304.4 39062.0 -18.4 -7.0 40146.4 8811.0 2094.8 30.9 2. & J.9 24.7 40078.0 2. MOTOROLA PORTUGAL LDA DAN CAKE (PORTUGAL) S.0 5178. INDÚSTRIA TÊXTIL DO AVE S.7 36710. 230 262 146 230 330 61 804 1.A.0 37124.A.6 38968.D.8 13. DE TREFILARIA S.9 -42.7 39247. DA ÁGUA DO LUSO S.A.L.A. 2562.7 2140. AMBAR (AMÉRICO BARBOSA) S.4 2.A.2 N. DO VESTUÁRIO E DO COURO SERVIÇOS INDÚSTRIA QUÍMICA SERVIÇOS DE TRANSPORTES COMÉRCIO COMÉRCIO FARMACÊUTICO COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.0 6774. S.2 12.7 131. 654.1 3.A.0 37156. BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS COMÉRCIO INDÚSTRIA DA MADEIRA.0 124.A.1 12. DO VESTUÁRIO E DO COURO SERVIÇOS COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA TÊXTIL.6 113.0 38120. 2001 2000 451 452 453 454 455 456 457 458 459 460 461 462 463 464 465 466 467 468 469 470 471 472 473 474 475 476 477 478 479 480 481 482 483 484 485 486 487 488 489 490 491 492 493 494 495 496 497 498 499 500 — 497 — — 493 — 433 — 385 432 — — — — — — 489 — — — 435 — — 491 — — 444 — — — — 413 — — 476 — 462 — — 480 — — — — — — 473 455 — 452 EMPRESA CAETANO & MONT`ALVERNE S.2 16.A.0 -4.3 -4. CLARK .D. N.0 637.1 38716.4 36698.0 460. J.7 21.0 37602.1 37665.4 20.7 1.3 -10.0 1080.5 VAR. PAPEL E ARTES GRÁFICAS INDÚSTRIA TÊXTIL. JUSTINO DAS NEVES S. DO VESTUÁRIO E DO COURO COMÉRCIO AUTOMÓVEL MEDIA SERVIÇOS COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA TÊXTIL.2 -10.0 9.2 37550.5 23.A. S.D. BEBIDAS E TABACO MEDIA INDÚSTRIA QUÍMICA INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA COMÉRCIO COMÉRCIO INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA TÊXTIL.0 -15. 43.5 321.0 7809.D.8 -19.A.8 -8.2 -11.SOC.T.3 25.RIBEIRÃO CONFECÇÕES TÊXTEIS S. IND.1 2.6 -0. ADMINISTRAÇÃO DO DE ALBERPLÁS .0 -4.9 40080. PRÓPRIO % 19.A.9 N.2 37574. DO VESTUÁRIO E DO COURO SERVIÇOS INDÚSTRIA QUÍMICA INDÚSTRIA TÊXTIL.0 N.A.1 39307. N.963 10 200 92 180 130 68 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA QUÍMICA VENDAS 40381.4 N.8 21.0 -6.INDÚSTRIA DE PLÁSTICOS LDA METROPOLITANO DE E.FÁBRICA DE CALÇADO LDA ARTHUR ANDERSEN S. SOMAGUE ENGENHARIA .0 2.0 168.º TRAB. MERCK FARMA E QUÍMICA S.7 178.5 321.4 1. 3518.9 37282.4 18617.D.0 42905.ALIMENTOS CONGELADOS S. CARPAN C.0 10793.A.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS.2 36236.0 978.0 5.0 6500.0 N.M. CONFIAUTO S.A.A.A.4 14.8 13.7 38814.5 17.5 -20.8 37455. CABELAUTO .6 -18.0 1800.9 0. NEOPLÁSTICA S.0 492.6 -2.A.2 2313.0 2. FARIA & Cª S. % 12.0 84.A.9 40306.0 9.A.D. 17.1 12.2 15068.SOC.0 36696.0 -9.0 162000.0 8191. LACTICÍNIOS VIGOR S.3 N.0 8846.7 38069. SOCITREL .9 15.0 7526.9 15011. DO VESTUÁRIO E DO COURO INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA TÊXTIL. BROWNING VIANA S.0 38604.A.055 306 257 300 171 120 1 38 650 295 582 208 600 145 99 416 900 70 515 350 320 423 44 180 94 168 33 7 395 144 160 390 73 1.CABOS PARA AUTOMÓVEIS S.A.3 55 293 177 1.0 RENT.GASES INDUSTRIAIS S.D. RICON .0 124899. IRMÃOS VILA NOVA LDA AVILUDO S.3 4564. TRIUNFO INTERNACIONAL LDA ITAU S.9 40124.A.D.A.D. VICAIMA S.A.7 19.7 2.0 11114.D.3 -172. 0.A.0 10014.0 3040.0 -194.R.0 32.0 14761.D.8 37379.D.D.D.3 N. GASIN .0 -545.A.7 16.D.0 2295.0 37328.7 6770.6 -3384.0 36059.0 1532.FIAÇÃO DE LÃ E MISTOS S.6 8. GAMOBAR .1 40352.5 N.3 3320.D.S.D. AUTOMERCANTIL LDA EXTRUSAL .0 3951. 21231.0 37796.0 6808.D.0 8. STOHR PORTUGAL LDA TV CABO S.0 45981. CLASS.DISTRIBUIÇÃO S.8 3. ABAR S.6 706.7 37495.6 27.4 36985.1 -4.0 205. N.2 36274.1 11. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA CELULOSE.2 8. S. N. TINTAS DYRUP S.A.4 -16.8 37164.6 18.D.MODA ITALIANA LDA CONSTANTINOS LDA CÍRCULO DE LEITORES S.0 16422.9 33.5 -6.MADEIRA S.1 36088. 2873. DE EXTRUSÃO S. CORTIÇA E MÓVEIS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.7 36329.3 -10.A.0 -1444.A.1 -6.A. DO VESTUÁRIO E DO COURO COMUNICAÇÕES INDÚSTRIA TÊXTIL. UNIMADEIRAS S.8 11146.8 2.0 29111.1 37215.4 36155.0 N.0 37889. DO VESTUÁRIO E DO COURO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO. 12.P.M.2 13.0 1335.9 21. GELPEIXE .4 N.2 1.5 38516. GRAÇAFIL .2 10.6 7890.0 290. 6683.9 40197. DIÁRIO DE NOTÍCIAS S.A.

A. . — LISBOA 321 DOMINGOS DA SILVA TEIXEIRA S. COUTO S. — PORTO 474 AMORIM .A. — COIMBRA 111 CASTELIMO .A. DE REVESTIMENTOS S. — BRAGA 57 COOP. . — PORTO 499 CARREFOUR (PORTUGAL) .Cª PORTUGUESA DE EXTRUSÃO S. — PORTO 121 CONTINENTAL LEMMERZ (PORTUGAL) . — LISBOA 387 Cª DO PAPEL DO PRADO S.A.PORTUGUESA DE PETRÓLEOS LDA — LISBOA 32 CEREAL ASSOCIADOS PORTUGAL A.A.A. — PORTO 476 CONSTANTINOS LDA — LISBOA 484 CONSTRUÇÕES GABRIEL A. BRAUN MEDICAL LDA — LISBOA 353 B.EMPRESA DE OBRAS TERRESTRES E MARÍTIMAS S. — LISBOA 147 COMPUTER 2000 PORTUGUESA LDA — LISBOA 77 CONDURIL . — LISBOA 180 EPAL .A.A.A.COMÉRCIO DE EQUIPAMENTO AGRÍCOLA E INDUSTRIAL S.COOP.L. — PORTO 465 CONFIAUTO .INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS S. — LISBOA 60 AVELINO. — PORTO 114 COMPAL . DE CONSTRUÇÃO CIVIL S. — FUNCHAL 250 EMPRESA DO JORNAL DE NOTÍCIAS S.SOC.SOC.A — LISBOA 1 EDS . — LISBOA 428 CEPSA .CIMENTOS MACEIRA E PATAIAS S.AUTO ESTRADAS DE PORTUGAL S. — LISBOA 304 COOP.DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS 462 70 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .A.A. — LEIRIA 117 CONSTRUTORA DO TÂMEGA S. ABASTECEDORA DOS RETALHISTAS DE PRODUTOS ALIMENTARES DO NORTE C. & J.A. DE COMERCIALIZAÇÃO DE COMBUSTÍVEIS LDA — LISBOA 140 CARPAN .A.A.A. — LISBOA 143 DAN CAKE (PORTUGAL) S.A.A. — LISBOA 203 BICC CELCAT .INDÚSTRIAS DE TUBOS DE AÇO DE FERNANDO PINHO TEIXEIRA S. — LISBOA 82 CARCLASSE .PRODUTOS QUÍMICOS S.A. — LISBOA 215 EMPREITEIROS CASAIS DE ANTÓNIO FERNANDES DA SILVA S. FERNANDES S.P. — LISBOA 477 DILOP .AEROPORTOS DE PORTUGAL S. DOS FARMACÊUTICOS DO NORTE C.A.A. — SETUBAL 488 ABBOTT LABORATÓRIOS LDA — LISBOA 254 ABRIL CONTROLJORNAL .AUTOMÓVEIS LDA — SETÚBAL 4 AUTOMERCANTIL . — LISBOA 138 Cª PORTUGUESA DE HIPERMERCADOS S.REVESTIMENTOS S.EQUIPAMENTO PARA A INDÚSTRIA AUTOMÓVEL LDA — VIANA DO CASTELO 239 CAETANO & MONT`ALVERNE S. — LISBOA 224 ANTÓNIO DE ALMEIDA & FILHOS LDA — BRAGA 290 ARROZEIRAS MUNDIARROZ S.A. — BRAGA 278 CARDOL .COOP. A. DE CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO S. — BRAGA 181 COFANOR . — LISBOA 393 ESTORIL SOL S.A.COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS S.A.Cª DE TÊXTEIS SINTÉTICOS S. PRODUTOS INFORMÁTICOS S.COMBUSTÍVEIS S. — BRAGA 342 EXPEDIS .A.L.EDITORA LDA — LISBOA 255 ACCENTURE .VEÍCULOS PESADOS S.A.LISBOA 19 D D. — LISBOA 17 FERNANDO SIMÃO . — PORTO 376 CPCDI .A.A.A.IMÓVEIS E CONSTRUÇÕES DE A.ENERGIA S. .L.CONSTRUTORA DURIENSE S.SOC. — LISBOA 50 ENSUL .CAMIÕES. — LISBOA 68 EDIFICADORA LUZ & ALVES LDA — LISBOA 206 EDP DISTRIBUIÇÃO .EMPRESA PORTUGUESA DAS ÁGUAS LIVRES S.R.AÇOS E INDÚSTRIAS S.A.A. — LISBOA 234 EUROPCAR INTERNACIONAL . — LISBOA 76 Cª INDUSTRIAL DE RESINAS SINTÉTICAS .FÁBRICA DE VIDROS BARBOSA & ALMEIDA S. — SETUBAL 46 BOTELHO & RODRIGUES LDA — LISBOA 152 BP LUBS COMPANHIA DE LUBRIFICANTES LDA — LISBOA 404 BP PORTUGUESA S.A.A.A.A.A.A.INDÚSTRIA DE PLÁSTICOS LDA — AVEIRO 494 ALBERTO MARTINS DE MESQUITA & FILHOS S.A.BETÃO PRONTO S.A.EMPREITEIROS S. RAMADA .M. — LISBOA 186 C.E.INDÚSTRIA S.A.LOGISTICA INTEGRADA S.A. — PONTA DELGADA 451 CAMINHOS DE FERRO PORTUGUESES E.D. — LISBOA 9 BRIDGESTONE FIRESTONE PORTUGUESA . — LISBOA187 CIN . — BRAGA 318 ANA .CABOS DE ENERGIA E TELECOMUNICAÇÕES S.COMPLEXO INDUSTRIAL GRÁFICO S.PRODUTOS ALIMENTARES S.R.L.A.L.A. — PORTO 285 CONFETIL .A.IMPORTAÇÃO DE AUTOMÓVEIS S.PRODUTOS FARMACÊUTICOS LDA — LISBOA 173 AUTO INDUSTRIAL S.R. — PORTO 281 ALCÂNTARA REFINARIAS .CORREIOS DE PORTUGAL S.A.A. — AVEIRO 221 FERSEQUE .ª — COIMBRA 394 FARBEIRA . — BRAGA 383 FEIRA NOVA .A.DISTRIBUIDORA DE ARTIGOS DE GRANDE CONSUMO DE LISBOA LDA — LISBOA 413 DAI .DISTRIBUIDORA DE BEBIDAS LDA — SETUBAL 125 DIÁRIO DE NOTÍCIAS S.A. — PONTA DELGADA 467 AMBAR (AMÉRICO BARBOSA) . — AVEIRO 370 CÍRCULO DE LEITORES S. — LISBOA 205 ALBERPLÁS . .SISTEMAS DE ELECTRÓNICA S. CLARK . — COIMBRA 139 AUTO SUECO (COIMBRA) LDA — COIMBRA 155 AUTO SUECO LDA — PORTO 80 AUTO VISTULA .DISTRIBUIÇÃO E LOGÍSTICA PARA A INFORMÁTICA S.R. ABASTECEDORA DOS INDUSTRIAIS DE ALIMENTOS COMPOSTOS PARA ANIMAIS C. — LISBOA 360 A. — LISBOA 160 BENCKISER PORTUGAL LDA — LISBOA 220 BENTO PEDROSO CONSTRUÇÕES S.DISTRIBUIÇÃO S.EXTRUSÃO E DISTRIBUIÇÃO S.A. — LISBOA 70 ESTABELECIMENTOS J.DISTRIBUIÇÃO DE BEBIDAS E ALIMENTAÇÃO S. — LISBOA 315 ENTREPOSTO V.L.A. — LISBOA 485 CITROEN LUSITÂNIA S.A. DE DESENVOLVIMENTO AGRO INDUSTRIAL S.A. DE PRODUTOS ALIMENTARES ALGARVE C. — LISBOA 89 CONSTRUTORA DO LENA S. — LISBOA 14 Cª PORTUGUESA RÁDIO MARCONI S. SANTOS .P.INDÚSTRIA DE BETÃO PRONTO S. — LISBOA 98 CONTACTO .ELECTRONIC DATA SYSTEMS DE PORTUGAL PROCESSAMENTO DE DADOS INFORMÁTICOS LDA — LISBOA 429 EFACEC .BEBIDAS E ALIMENTAÇÃO LDA — BRAGA 423 A.EMPRESA DE MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTO FERROVIÁRIO S.A.A. — LISBOA 244 Cª DE CELULOSE DO CAIMA S. — LISBOA 463 ASSIMEC .R. — AVEIRO 351 COTESI .Cª LOGÍSTICA DE COMBUSTÍVEIS S.A.ABASTECEDORA CENTRAL DE PRODUTOS PARA A PECUÁRIA S. — FUNCHAL 450 EMPRESA PÚBLICA DE URBANIZAÇÃO DE LISBOA — LISBOA 210 ENGIL .A. — LISBOA 63 FIAT DISTRIBUIDORA DE PORTUGAL LDA — LISBOA 44 FIMA/VG . — LISBOA 433 CMP .EQUIPAMENTOS PARA AUTOMÓVEIS S. RODRIGUES CORREIA LOPES .A. — PORTO 311 ELECTRICIDADE DOS AÇORES S.A. . — LISBOA 159 CIMERTEX .SOC.FÁBRICA DE SAPATOS LDA — AVEIRO190 EDIFER . — AVEIRO 347 AMTROL-ALFA .INDÚSTRIAS TÊXTEIS S. SILVA & SILVA S.A.A.INDÚSTRIA DE PNEUS S.A.R. — AVEIRO 434 AUTOEUROPA . — PORTO 35 ÁLVARO COELHO & IRMÃOS LDA — AVEIRO 363 ALVES BANDEIRA & Cª LDA — COIMBRA 192 ALVES RIBEIRO LDA — LISBOA 202 AMARAL & FILHOS .Cª INDUSTRIAL DE CERÂMICA S. — LISBOA 448 Cª IBM PORTUGUESA S.SOC.A.EXLPORAÇÃO DE SUPERMERCADOS DO ALGARVE S.A. — LISBOA 47 CASA DA SORTE .A. DE FARMACÊUTICOS DO CENTRO C.INDÚSTRIA DE TREFILARIA S.A. — SETUBAL 334 ENTREPOSTO COMERCIAL .COOP.FÁBRICA DE ARMAS E ARTIGOS DE DESPORTO S. — LISBOA 10 CTT . — PORTO 158 CORTICEIRA AMORIM .A.A.COMÉRCIO DE VIATURAS LDA — LISBOA 243 ENTREPOSTO MÁQUINAS . — FARO 288 ALISUPER . DE EXPLORAÇÃO DE CENTROS COMERCIAIS S.A.A. — FARO 473 B B.A. .R. — PORTO 172 CINCA .A.A.COOP.R. . — AVEIRO 127 E ECCO’LET (PORTUGAL) .COMPONENTES PARA AUTOMÓVEIS LDA — SETUBAL 378 CONTINENTAL MABOR . — LISBOA 54 CABELAUTO .A.COMÉRCIO E ALUGUER DE VEÍCULOS AUTOMÓVEIS LDA — LISBOA 459 AUTOMÓVEIS CITROEN S. — LISBOA 169 ACORIL .CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE S.A.R. AGRÍCOLA DE VILA DO CONDE C.R.A.A.MARTINI PORTUGAL LDA — LISBOA 332 BAVIERA . AUTOMÓVEIS E MOTORES S. — VIANA DO CASTELO 482 C C.I.CONSULTORES DE GESTÃO S.A.A. — LISBOA 103 ABAR .INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS ALIMENTARES S.COOP.A. FARINHA & AGRELA LDA — FUNCHAL 306 AVENTIS PHARMA LDA — LISBOA 136 AVILUDO . — SANTAREM 408 DAIMLERCHYSLER RAIL SYSTEMS (PORTUGAL) S. — LISBOA 124 ERICSSON TELECOMUNICAÇÕES LDA — LISBOA 86 ESSO PORTUGUESA S.SOC.HIPERMERCADOS S.A. — PORTO 417 COOPROFAR .A. — LISBOA 480 DANONE PORTUGAL S.COOP. — PORTO 188 EFACEC . AGRÍCOLA DE BARCELOS C.Cª PRODUTORA DE CONSERVAS ALIMENTARES S.COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS S. — AVEIRO 438 A. — PORTO 374 FIAT AUTO PORTUGUESA S.A. — LISBOA 141 DANZAS LDA — PORTO 275 DIAGEO PORTUGAL .SOC. — SETUBAL 384 ASTRA PORTUGUESA . — LISBOA 90 ANODIL . — LISBOA 30 CIMPOR BETÃO . — LISBOA 432 EXTRUSAL .A. — PORTO 274 CODIFAR .A.A.CONSTRUÇÃO E MANUTENÇÃO ELECTROMECÂNICA S.M.A.VEÍCULOS E PEÇAS S.A. — AVEIRO 100 BETÃO LIZ S.A. — LISBOA 338 CIBAL .A. .A. — SETUBAL 301 EUREST (PORTUGAL) . — PORTO 402 C.SOC. — BRAGA 162 FAPRICELA .L.A.A.A. DOS PROPRIETÁRIOS DE FARMÁCIA C. DE CONSTRUÇÕES S. DISTRIBUIÇÃO.A. — LISBOA 270 ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE LISBOA — LISBOA 493 AGIP PORTUGAL .Cª PORTUGUESA DE PRODUÇÃO DE ELECTRICIDADE S. — PONTA DELGADA 303 ELECTROLUX LDA — LISBOA 422 ELECTROMECÂNICA PORTUGUESA PREH LDA — PORTO 424 EMEF .A.ORGANIZAÇÃO NOGUEIRA DA SILVA S. — LISBOA 78 Cª CARRIS DE FERRO DE LISBOA S.A.A. — LISBOA 259 CASCA . — LISBOA 171 ETERMAR .I. — LISBOA 242 CIMPOR . DE FRUTAS S.INDÚSTRIA DE CIMENTOS S. — LISBOA 131 DAGC .A. — AVEIRO 460 F F. — LISBOA 153 BERTRAND FAURE .A.CONSTRUÇÕES S. — BRAGA 249 EMPRESA DE ELECTRICIDADE DA MADEIRA S. — LISBOA 440 ARTHUR ANDERSEN S. — PORTO 58 BAYER PORTUGAL S.ADUBOS DE PORTUGAL S. DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS S. — BRAGA 340 CONSTRUCTORA SAN JOSÉ S. DISTRIBUIDORA FARMACÊUTICA C. — LISBOA431 FDO .COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS S. — BRAGA 491 CABELTE .FARMACÊUTICA PORTUGUESA LDA — LISBOA 199 BROWNING VIANA .CABOS ELÉCTRICOS E TELEFÓNICOS S.SOC.A.A.ENERGIA MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS ELÉCTRICOS S. — COIMBRA 256 FARSANA PORTUGAL .A.A.H.A.A.Cª PORTUGUESA DE COMPUTADORES. DE IMPORTAÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS DE BORRACHA LDA — LISBOA 412 BRISA .COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS E SERVIÇOS S.SOC.A. — BRAGA 454 DOW PORTUGAL . EUROPEIA DE RESTAURANTES LDA — LISBOA 133 EUROFRUTAS .A.CONSTRUÇÕES PIRES COELHO & FERNANDES S. — LISBOA 126 ALCATEL PORTUGAL S. — LISBOA 93 ALICOOP .AÇÚCARES S.L. FONTES S.L.FÁBRICA DE CALÇADO LDA — AVEIRO C. B. — PORTO 287 CIMPOMÓVEL .COMÉRCIO E INDÚSTRIA S.A.A.CONFECÇÕES TÊXTEIS S.L.A.A. — LISBOA 34 BRISTOL MYERS SQUIBB . — BRAGA 308 COOP.A.CIRES S.E.SOC.ALUGUER DE AUTOMÓVEIS LDA — LISBOA 357 EUSÉBIOS & FILHOS S.REPRESENTAÇÃO EM PORTUGAL — PORTO 279 CONSTRUTORA ABRANTINA S. — LEIRIA 166 COCKBURN SMITHES & Cª S. — PORTO 91 CPPE . — LISBOA 294 BLAUPUNKT AUTO-RÁDIO PORTUGAL LDA — BRAGA 40 BOREALIS POLÍMEROS S.A.A. — LISBOA 198 BETECNA . — LISBOA 59 COELIMA .A.A S 5 0 0 M A I O R E S D E A A Z Nome da empresa Classificação nas 500 Nome da empresa Classificação nas 500 Nome da empresa Classificação nas 500 A A LUTA .A. S.SOC.COOP. — VISEU 39 CLC .CABOS PARA AUTOMÓVEIS S.E.EMPREENDIMENTOS NORTE SUL S.METALOMECÂNICA S.L.VEÍCULOS E MÁQUINAS S.A.A.A. — PORTO 213 CABLINAL PORTUGUESA .A. ABASTECEDORA DE PRODUTOS ALIMENTARES DO CONCELHO DE CASCAIS C. — PORTO 289 EMPRESA MADEIRENSE DE TABACOS S. — AVEIRO 336 FÁBRICA TÊXTIL RIOPELE S. — FARO 322 ALLIANCE UNICHEM FARMACÊUTICA S.A. — PORTO 177 BACARDI .A. — LISBOA 94 ENTREPOSTO LISBOA .A.A. DE COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS E REPRESENTAÇÕES LDA — PORTO 201 FERPINTA .A.

— LISBOA 217 NOVARTIS FARMA .INDÚSTRIAS LÁCTEAS S.A.DISTRIBUIÇÃO ALIMENTAR S.A.Cª INDUSTRIAL DE TRANSFORMAÇÃO DE CEREAIS S.A.A.INDÚSTRIA TÊXTIL S.DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS DE LIMPEZA E HIGIENE PESSOAL LDA — LISBOA 74 LFP .A.A.A. — SANTAREM 469 J.IMPRESSÃO E ARTES GRÁFICAS S. — LISBOA 209 FONSECAS .METALOMECÂNICA DE REPARAÇÃO E CONSTRUÇÃO DE AUTOMÓVEIS LDA — LISBOA 263 MERCEDES-BENZ PORTUGAL .COMÉRCIO INTERNACIONAL DE CEREAIS LDA — LISBOA 240 LUSOPONTE . — PORTO 331 MODELO CONTINENTE . S. — LISBOA 366 MODALFA .A. — LISBOA 453 GERTAL . A.A.P.OBRAS E CONSTRUÇÕES S.A.PRODUTOS FARMACÊUTICOS S. DISTRIBUIDORA DE GÁS NATURAL DE LISBOA S.PRODUTOS ALIMENTARES LDA — LISBOA 300 PETRIN .C.SOC.A.PETROGAL S.COMPONENTES AUTOMOVEL S.ª — FUNCHAL 229 LISGRÁFICA . — LISBOA 145 MEGAMEIOS .COMÉRCIO DE OLEAGINOSAS S.ª — VIANA DO CASTELO 346 GRUPO GEL . — PORTO 352 H HEWLETT-PACKARD PORTUGAL .A.A.A. AGRO-PECUÁRIA S. — LISBOA 168 IBERUSA .INSTITUTO TÉCNICO DE ALIMENTAÇÃO HUMANA S.A. — PORTO 329 PORTELA & Cª S.A.AÇOS PLANOS S.A.A.A.A. — LISBOA 497 MERCK SHARP & DOHME LDA — LISBOA 101 MERLONI .L. — LISBOA 443 IRMÃOS VILA NOVA LDA — BRAGA 472 ITALCO .A.A.TRANSFORMAÇÃO E COMÉRCIO DE MADEIRAS LDA — VISEU 309 MAHLE .COMÉRCIO E MOTIVAÇÃO DE MERCADOS S. — LISBOA 73 OPCA .SOC. — PORTO 354 INICIATIVAS DE MEIOS .A.CONFECÇÕES S.Cª LUSO PNEU LDA — LISBOA 219 MITSUBISHI MOTORS DE PORTUGAL S. — SETUBAL 53 LEGRAND ELÉCTRICA S.DISTRIBUIÇÃO CENTRALIZADA S.AUTOMÓVEIS S.HIPERMERCADOS S.A. — LISBOA 316 .A.A. DE PRODUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE GÁS S.A.A.GESTÃO E ADMINISTRAÇÃO DE POSTOS DE ABASTECIMENTO LDA — LISBOA 323 GLAXO WELLCOME FARMACÊUTICA LDA — LISBOA 399 GMAC .COMÉRCIO E INDÚSTRIA DE CAFÉS S. — LISBOA 83 G GALPGESTE .COMPONENTES E SISTEMAS PARA MOBILIÁRIO E CONSTRUÇÃO S. — PORTO 22 LAMEIRINHO .Nome da empresa – sede Classificação nas 500 Nome da empresa – sede Classificação nas 500 Nome da empresa – sede Classificação nas 500 ALIMENTARES LDA — LISBOA 56 FISIPE .A.A.A.A. JUSTINO DAS NEVES S.PRODUTOS FARMACÊUTICOS S. — LISBOA 359 MOTOROLA PORTUGAL .A. — PORTO 6 MODIS .A.CASH & CARRY PORTUGAL S. — PORTO 208 IMPRENSA NACIONAL .MONTAGENS ELÉCTRICAS.COMÉRCIO E SERVIÇOS S.A. — SETUBAL 144 LONGA VIDA . — LISBOA 204 OCP PORTUGAL . — BRAGA 475 GRUDISUL .A.DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS DE CONSUMO LDA — LISBOA 245 JOHNSON CONTROLS II . — SETUBAL 241 POLIFACE . — LISBOA 379 FRIEDRICH GROHE PORTUGAL . EXPORTADORA DE TÊXTEIS LDA — BRAGA 419 N NACIONAL . — PONTA DELGADA 148 INSTITUTO LUSO-FÁRMACO LDA — LISBOA 164 INTERAVES .A.C. — SANTAREM 421 PETRÓLEOS DE PORTUGAL .A.SOC.COMÉRCIO E ALUGUER DE VEÍCULOS LDA — LISBOA 28 GONVARRI .A. — SETUBAL 420 LUSOSIDER .VENDAS POR CATÁLOGO S.A.A.SOC.P.PRODUTOS SIDERÚRGICOS S. — SETUBAL 128 M MACONDE .SOC. — LISBOA 33 MERCK FARMA E QUÍMICA S.A.A. — LISBOA 299 FORD LUSITANA S. DE PETRÓLEOS IBÉRICO-LATINOS S.CONSERVAS DE CARNE LDA — PORTO 391 LUSITÂNIAGÁS .A. — LISBOA 15 PIONEER TECHNOLOGY PORTUGAL S. — LISBOA 266 PESCANOVA (PORTUGAL) .A.CILAG FARMACÊUTICA LDA — LISBOA 218 JEFAR .ESTALEIROS NAVAIS S. — PORTO 365 MUNDIFIOS .ASSENTOS DE ESPUMA LDA — PORTALEGRE 185 JOSÉ MACHADO DE ALMEIDA & Cª LDA — PORTO 248 L LA REDOUTE PORTUGAL . — SETUBAL 149 METEORO .COMPONENTES DE MOTORES.A. DISTRIBUIDORA DO SUL LDA — FARO 314 GRUNDIG .PRODUTOS ALIMENTARES S. — LISBOA 84 HONDA AUTOMÓVEL DE PORTUGAL S.COMUNICAÇÕES LDA — LISBOA 479 MOVELPARTES .GASES INDUSTRIAIS S.GESTÃO DE ÁREAS DE SERVIÇO LDA — LISBOA 62 GAMOBAR .A.A. — PORTO 211 JANSSEN .A. SOARES CORREIA . SÁ COUTO LDA — PORTO 335 J. — PORTO 107 PETROIBÉRICA . — PORTO 109 LOURINHO . — SETUBAL 246 FLORÊNCIO AUGUSTO CHAGAS S.Cª DE GÁS DO CENTRO S.FIAÇÃO DE LÃ E MISTOS S.A.Cª GERAL DE RESTAURANTES E ALIMENTAÇÃO S. — LISBOA 48 PINGO DOCE .A. CIVIS E INDUSTRIAIS S.A. IBÉRICA DE OLEAGINOSAS S. — PORTO 20 OTIS ELEVADORES S.LOGÍSTICA PORTUGAL LDA — BRAGA 237 GRUNDIG .A.A. — LISBOA 495 MICHELIN .A.COMÉRCIO E INDÚSTRIA DE PRODUTOS ALIMENTARES LDA — LISBOA 262 GASIN . — PORTO 486 GASPE . — PORTO 377 PORTLINE . P. — LISBOA 178 PARQUE EXPO 98 S.A.FIBRAS SINTÉTICAS DE PORTUGAL S.EMPREITEIROS S.A. — LISBOA 142 OPTIMUS .A.SOC. — PORTO 500 NESTLÉ PORTUGAL S. — AVEIRO 389 LUSOCERAM .EMPRESA DE GASES E DERIVADOS DO PETRÓLEO LDA — PORTO 327 GDL .A. — LISBOA 123 NOVIS TELECOM S.E. — LISBOA 69 MOCAR S. — LISBOA 96 MERCAUTO .PORTUGUESA DE AUTOMÓVEIS TRANSPORTADORES LDA — VISEU 313 PAULO DE OLIVEIRA LDA — CASTELO BRANCO 425 PAVIA .A. — COIMBRA 328 MAKRO .A. — LISBOA 230 GESPOST .A.SOC. — PORTO 271 PORTGÁS .TELECOMUNICAÇÕES S.A.COMÉRCIO DE TRACTORES E MÁQUINAS AGRÍCOLAS LDA — LISBOA 361 NOVADELTA . — LISBOA 326 LABORATÓRIOS PFIZER LDA — SETUBAL 163 LACTICÍNIOS VIGOR S.TRANSPORTES MARÍTIMOS INTERNACIONAIS S. — PORTO 7 MONIZ DA MAIA. — LISBOA 416 I IBEROL .A.A.R. — PORTO 498 GARAGEM VICTÓRIA .SOC. — SETUBAL 226 MÉDIA PLANNING PUBLICIDADE S.ACTIVIDADES PUBLICITÁRIAS LDA — LISBOA 231 INSCO .LOJAS FRANCAS DE PORTUGAL S. — LISBOA 471 LACTICOOP .A. — LEIRIA 405 LABORATÓRIO MEDINFAR . — PORTO 273 JAIME RIBEIRO & FILHOS S.EMPREENDIMENTOS CERÂMICOS S. — BRAGA 447 JERÓNIMO MARTINS .INDÚSTRIA AERONÁUTICA DE PORTUGAL S.SISTEMAS DE ELECTRÓNICA LDA — BRAGA 106 GRUPO ANTOLIN LUSITANIA . — LISBOA 264 P PÁGINAS AMARELAS S.DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTARES S. — PORTO 265 MOTA & Cª S. — LISBOA 182 GARCIAS .CONSTRUÇÕES METALOMECÂNICAS LDA — VISEU 375 MAZDA MOTOR DE PORTUGAL LDA — LISBOA 386 MECI .A. — LISBOA 130 OLEOCOM . — LISBOA 339 LEVERELIDA .A. — LISBOA 81 PATINTER . — LISBOA 18 MANUEL MARQUES DOS SANTOS CAVACO S.ALIMENTOS CONGELADOS S. — SANTAREM 257 INDÚSTRIAS JOMAR .COMÉRCIO E REPRESENTAÇÕES S. — AVEIRO 305 MANUEL NUNES & FERNANDES LDA — LISBOA 102 MANUEL RUI AZINHAIS NABEIRO LDA — PORTALEGRE 146 MANUEL TEIXEIRA & Cª LDA — PORTO 446 MARQUES LDA — PONTA DELGADA 445 MARTIFER . DE PRODUTORES DE LEITE ENTRE DOURO E MONDEGO U.SISTEMAS DE INFORMÁTICA E DE MEDIDA S. — LISBOA 247 LIDO SOL II . — LISBOA 406 HUF PORTUGUESA .A.A.A.A.UNIPESSOAL LDA — LISBOA 401 GRAÇAFIL . — AVEIRO 307 LACTOGAL .CASA DA MOEDA E.MADEIRAS E DERIVADOS S.PRODUTOS FARMACÊUTICOS S.OBRAS PÚBLICAS E CIMENTO ARMADO S. DE REPRESENTAÇÕES S. — LISBOA 41 PHILIPS PORTUGUESA S.HOTELARIA E RESTAURAÇÃO S. — LISBOA 373 LISNAVE .PUBLICIDADE E MEIOS A. TÉCNICA METALÚRGICA DOS SANTOS LDA — LISBOA 310 METROPOLITANO DE LISBOA E.TECNOLOGIAS DE INFORMACAO.ARMAZÉNS DE FERRO S.COMPONENTES PARA AUTOMÓVEIS S.A.ELECTRODOMÉSTICOS S.A.COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS S.PAVIMENTOS E VIAS S.CONSTRUTORES ASSOCIADOS S. — PORTO 64 OGMA . — PORTO 156 MADIBÉRIA .A.A. — LISBOA 403 LUSOGRAIN .AUTOMÓVEIS S. — LISBOA 183 GEFCO (PORTUGAL) .COMPONENTES SANITÁRIOS LDA — AVEIRO 390 FUJIFILM PORTUGAL LDA — PORTO 418 FUJITSU SERVICES .TRANSITÁRIOS LDA — LISBOA 368 GELPEIXE .INDÚSTRIA DE PLÁSTICOS S.PETRÓLEOS E INVESTIMENTOS S. — PORTO 238 O OBRECOL .A.A. — LISBOA 42 FOSFOREIRA PORTUGUESA S.A. — BRAGA 492 INDÚSTRIAS DE ALIMENTAÇÃO IDAL LDA — SANTAREM 235 INDÚSTRIAS DE CARNES NOBRE S. — PORTO 65 MOTIVO .A. — PORTO 161 NOVOPCA . — LISBOA 37 NEW HOLLAND PORTUGAL . — LISBOA 2 PEUGEOT PORTUGAL .A.A. — BRAGA 212 LASSEN TRANSITÁRIOS LDA — PORTO 367 LEAR CORPORATION PORTUGAL . — LISBOA 88 MONTE & MONTE S.A.A. — SETUBAL 272 GOODYEAR PORTUGUESA .A. SERRA & FORTUNATO .A. — LISBOA 458 J J.A.INDÚSTRIA DE CALÇADO S.SOC.A.COMÉRCIO E INDÚSTRIA DE PRODUTOS ALIMENTARES S.UNIÃO COOP.A.CONCESSIONÁRIA PARA A TRAVESSIA DO TEJO S.COMÉRCIO DE FIOS LDA — BRAGA 442 MUNDOTÊXTIL .A.A. LDA — LISBOA 441 FUJITSU SIEMENS COMPUTER S. — LISBOA 129 INDÚSTRIA TÊXTIL DO AVE S.A.COMPONENTES PARA A INDÚSTRIA DO MOBILIÁRIO S. — LISBOA 348 NEOPLÁSTICA . — LISBOA 253 HONDA MOTOR DE PORTUGAL S.FÁBRICA DE COMPONENTES PARA O AUTOMÓVEL LDA — VISEU 195 HYDRO ALUMÍNIO PORTALEX S.MODA ITALIANA LDA — LISBOA 483 ITAU .INSULAR DE HIPERMERCADOS S.

ELECTRODOMÉSTICOS LDA — PORTO 437 RÁDIODIFUSÃO PORTUGUESA S. — COIMBRA 380 VILA GALÉ .SOC.A.A.Cª DE SEGURANÇA LDA — LISBOA 197 PROSEGUR . — LISBOA 337 VIATEL .A.SERVIÇOS E TECNOLOGIA DE SEGURANÇA S.SISTEMAS.A. DE TÊXTEIS E CONFECÇÕES LDA — LISBOA 457 TURBOGÁS .A.A. — LISBOA 312 SAINT-GOBAIN SEKURIT PORTUGAL .A.EMPRESA GERAL DE OBRAS PÚBLICAS TERRESTRES E MARÍTIMAS S.ENGENHARIA E CONSTRUÇÕES S.RECURSOS HUMANOS LDA — LISBOA 381 SGAL .A.A. LUSO BRITÂNICA DE INFORMÁTICA LDA — LISBOA 122 SOLVAY PORTUGAL .TÉCNICA DE MONTAGEM LDA — LISBOA WYETH LEDERLE PORTUGAL (FARMA) LDA — LISBOA X XEROX PORTUGAL . — AVEIRO 470 VIDREIRA DO MONDEGO S.AUTOMÓVEIS E REPARAÇÕES S.Í N D I C E Nome da empresa – sede Classificação nas 500 Nome da empresa – sede Classificação nas 500 Nome da empresa – sede Classificação nas 500 PORTO EDITORA LDA — PORTO 410 PORTUCEL . TÉCNICA DE EQUIPAMENTOS E TRACTORES S.M.A.MADEIRA S. — LISBOA 252 TREVIRA FIBRAS S.A.A. — LISBOA 427 SOMAGUE .COMÉRCIO DE VEÍCULOS LDA — COIMBRA 398 SOGENAVE . — SETUBAL 478 TABAQUEIRA .EMPRESA PRODUTORA DE PASTA E PAPEL S.EQUIPAMENTOS DE COZINHA LDA — AVEIRO 349 TEMPUS INTERNACIONAL . — LISBOA 21 SIMOLDES .TELECOMUNICAÇÕES MÓVEIS NACIONAIS S. AGRÍCOLA DE PRODUTORES DE LEITE DO CENTRO LITORAL C.L. — PORTO 400 SCA .SOC. DE TRANSPORTES COLECTIVOS DO PORTO S.TRANSPORTES DE SEGURANÇA LDA — LISBOA 196 PT .CONFECÇÕES LDA — LISBOA 407 R RAÇÕES VALOURO S.A.A.PRODUÇÃO. COMERCIAL C.PETRÓLEO E DERIVADOS LDA — LISBOA 49 RIBEIRO. — LISBOA 43 SECURITAS . SANTOS LDA — PORTO 193 SOC. — LEIRIA 490 RICON .A. — LISBOA 466 S. APLICAÇÕES E PRODUTOS INFORMÁTICOS .A.SOC.A. — LISBOA 13 VULCANO .A. INDEPENDENTE DE COMUNICAÇÃO S. — LISBOA 51 TURISMO CRUZEIRO LDA — LISBOA 396 TV CABO PORTO S. — PORTO 268 SOC. PORTUGUESA DE PAPEL S.EMPRESA DE CELULOSE DO TEJO S. UNIPESSOAL LDA — LISBOA 291 SAPJU .PRODUTOS LÁCTEOS S.SOC. — LISBOA 27 TRANSINSULAR .SOC. HAGEN S. .A. INDUSTRIAL E COMERCIAL S. — BRAGA 481 ROBERT BOSCH LDA — LISBOA 216 ROCA .INDÚSTRIA DE COMPONENTES DE AUTOMÓVEIS S.A.P.CONFECÇÕES LDA — LISBOA 87 72 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .A.A.CASH & CARRY S. — LEIRIA 371 T.MEDICAMENTOS S.SOC. — LISBOA 61 UNILFARMA . — LISBOA 388 PT COMUNICAÇÕES S.SISTEMAS INFORMÁTICOS S.BEBIDAS DE PORTUGAL S. — PORTO 435 RTC . JORNALÍSTICA E EDITORIAL S.A.SOC.SOC.A. — LISBOA 3 PT PRIME . — LISBOA 115 SHELL PORTUGUESA LDA — LISBOA 12 SIC . — LISBOA 132 SUNVIAUTO . — LISBOA 23 SOQUIFA .Cª GERAL DE CAL E CIMENTO S. — PORTO 176 RCI GEST .SOC. — BEJA 362 SARDINHA & LEITE S.ELECTRÓNICA PORTUGUESA S. — LISBOA 26 REAGRO .A.VIDRO AUTOMÓVEL S. — LISBOA 385 PROFARIN .A.A. — LISBOA 72 SCHERING LUSITANA LDA — LISBOA 430 SCHINDLER . — LISBOA 280 SOGRAPE . — LISBOA 154 SACOR MARÍTIMA S.SOLUÇÕES EMPRESARIAIS DE TELECOMUNICAÇÕES E SISTEMAS S. — LISBOA 67 TEKA PORTUGUESA .SOC.A.GESTÃO E INOVAÇÃO DE TRANSPORTES S. — LISBOA 200 TEIXEIRA DUARTE . — LISBOA 66 PULL & BEAR (PORTUGAL) . — LISBOA 286 SANTOS BAROSA . DE ÓLEOS E RAÇÕES S.VINHOS DE PORTUGAL S.SOC. — PORTO 320 SOJORNAL .S. A.A.SOC.A.COMPONENTES ELÉCTRICOS PARA AUTOMÓVEIS LDA — PORTO 79 Z ZAGOPE . HISPÂNICA DE AUTOMÓVEIS S.SOC. — BRAGA 364 THYSSEN ELEVATEC .ENGENHARIA S.RIBEIRÃO CONFECÇÕES TÊXTEIS S.EQUIPAMENTOS PARA O LAR S.A.A. — LISBOA 464 TINTAS ROBBIALAC S.R.R. — LISBOA 24 RENAULT TRUCKS PORTUGAL LDA — LISBOA 227 RENOVA . — LISBOA 415 SCHNEIDER ELECTRIC PORTUGAL . — LISBOA 170 TRANSGÁS .PRODUTORA ENERGÉTICA S. — COIMBRA113 SUMOLIS .A.M.REFINARIAS DE AÇÚCAR REUNIDAS S. — CASTELO BRANCO 392 PORTUCEL VIANA . — LISBOA 97 UNIBETÃO . — SANTAREM 175 REPSOL PORTUGAL . — LISBOA 71 RECHEIO . . — LISBOA 296 SOVENA . — AVEIRO 295 VICAIMA .A.A.A.UNIPESSOAL LDA — SANTAREM 284 TOP TOURS . — LISBOA 52 TABASUL . — LISBOA 11 TRANSPORTES FREITAS LDA — PORTO 134 TRANSPORTES LUÍS SIMÕES S.HYGIENE PRODUCTS LDA — LISBOA 426 SCAL .A.A.A. CENTRAL DE CERVEJAS S.L.GESTÃO COMERCIAL S.A. — LISBOA 31 PORTUCEL EMBALAGEM .S.UNIÃO DE IMPORTADORES DE MATÉRIAS PRIMAS S.RADIOTELEVISÃO COMERCIAL LDA — LISBOA 355 RUI COSTA E SOUSA & IRMÃO LDA — VISEU 282 S S. DE COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS S.FÁBRICA DE PAPEL DO ALMONDA S. DE EMPREITADAS S.SOC.INDÚSTRIA DE MADEIRAS E DERIVADOS S.A.TERMO-DOMÉSTICOS S. — LEIRIA 135 ROCHE .SOC.EMPRESA PRODUTORA DE EMBALAGENS DE CARTÃO S. DE CONSTRUÇÕES H. — PORTO 489 RIBERALVES . — BRAGA 99 SORGAL .A.INDÚSTRIAS METALÚRGICAS E VEÍCULOS DE TRANSPORTE S.E. — BEJA 165 SONAE . — AVEIRO 452 SOC.ENGENHARIA E OBRAS FERROVIÁRIAS S.SOC.A.A.SOC.A.A. — LISBOA 104 SPACE .A.PRODUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA S. — LISBOA 207 ZARA PORTUGAL .A. ELECTROTÉCNICA S.SOC.PRODUTOS QUÍMICOS S.A. TRANSPORTES E DISTRIBUIÇÃO LDA — LISBOA 189 VEDIOR PSICOEMPREGO . — PORTO 55 UNICOL . — ANGRA DO HEROISMO 449 PROSEGUR .REDE ELÉCTRICA NACIONAL S.VIDROS S.A.A. — AVEIRO 184 SOMAFEL .Cª INDUSTRIAL DE FRUTAS E BEBIDAS S. — LISBOA 395 TINTAS DYRUP S.A. — PORTO WURTH (PORTUGAL) .A. DE CONSTRUÇÕES SOARES DA COSTA S. DE IMPORTAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMÓVEIS S. — LISBOA 258 RAR . — LEIRIA 439 PRONICOL .A.A.A.T.SOC.A.A.A. — AVEIRO 298 PROLÓGICA . — LISBOA 8 TONOVA . — AVEIRO 496 V V.A.SOC. ATLAS COPCO DE PORTUGAL LDA — LISBOA 444 SOC.L.SOC. — LISBOA 269 SAP PORTUGAL .A. — LISBOA 36 TEJO ENERGIA .A. — SETUBAL 267 TECNASOL-FGE .A.SOC.SERVIÇOS E EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA S.SOC. DE INVESTIMENTOS TURÍSTICOS DA COSTA VERDE S.A.EQUIPAMENTOS DE ESCRITÓRIO LDA — LISBOA 75 292 191 194 Y YAMAHA MOTOR PORTUGAL LDA — LISBOA 411 YAZAKI SALTANO DE PORTUGAL . — FUNCHAL 461 SOMELOS . — LISBOA 29 SOMAGUE ENGENHARIA . — LISBOA 356 VASP .A. — LISBOA 119 RÁDIO POPULAR .DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS INDUSTRIAIS LDA — LISBOA 214 PROLEITE . GESTORA DO ALTO DO LUMIAR S.A.A.A. — PORTALEGRE 261 TRIUNFO INTERNACIONAL .A.A.A.INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE CARNES S.IMPRENSA LIVRE S. GERAL DE CONSTRUÇÕES E OBRAS PÚBLICAS S. DE COMÉRCIO E REPRESENTAÇÕES S.EMPRESA INDUSTRIAL DE TABACOS S. — LISBOA 297 RICARDO GALLO . COMÉRCIO E EXCURSÕES LDA — LISBOA 179 STOHR PORTUGAL .A.APARELHAGEM ELÉCTRICA LDA — LISBOA 232 SECIL . — LISBOA 343 TECNIDATA SI . — LISBOA 330 PRESSELIVRE . FARIA & Cª S.IMOBILIÁRIA GESTÃO S. DE EMPREENDIMENTOS TURÍSTICOS S.SERVIÇOS POSTAIS E LOGÍSTICA S.TRABALHO TEMPORÁRIO LDA — LISBOA 414 VESAUTO . — AVEIRO 92 W WORTEN .A. GERAL DE ABASTECIMENTOS À NAVEGAÇÃO E INDÚSTRIA HOTELEIRA S. PORTUGUESA DE AVIAÇÃO.A.TECNOLOGIAS DE COMUNICAÇÃO S.COMÉRCIO E INDÚSTRIA DE PRODUTOS ALIMENTARES S.THOMAZ DOS SANTOS S.COMUNICAÇÕES PESSOAISS.SOC.COOP.A. INDUSTRIAL DE TREFILARIA S.SOC. .A. PORTUGUESA DE GÁS NATURAL S. — LISBOA 350 PROMOR .C. .A.A. NACIONAL DE COMÉRCIO DE ELECTRODOMÉSTICOS S.PLÁSTICOS LDA — AVEIRO 150 SISTEMAS MC DONALD’S PORTUGAL LDA — LISBOA 358 SIVA .A.S. MINEIRA DE NEVES CORVO S. — PORTO 456 TV CABO TEJO S. — LISBOA 108 SANOFI SYNTHELABO .A. DE MONTAGENS METALOMECÂNICAS S.T.A.A.SOC.A.UNIÃO INTERNACIONAL DE LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS LDA — LISBOA 260 UNIMADEIRAS .A.SOC.SOC.VIAGENS E TURISMO LDA — LISBOA 157 TOTALFINA PORTUGAL .A.A.GESTÃO DE POSTOS RODOVIÁRIOS LDA — LISBOA 95 RÓTOR .CELULOSE BEIRA INDUSTRIAL S.CENTRO COMERCIAL DE MATERIAIS S. — LISBOA 120 SICASAL . . — LISBOA 151 SONAE TAFIBRA . — LISBOA 302 SALVADOR CAETANO .M.A. PORTUGUESA DO AR LÍQUIDO (ARLÍQUIDO) LDA — LISBOA 228 SOCITREL .A.A. — PORTO 167 SCC . COMÉRCIO E EXPLORAÇÃO FLORESTAL S. DE EMPREITADAS ADRIANO S. — PORTO 45 SOC. — LISBOA 468 VODAFONE TELECEL .A. DE CONSTRUÇÕES S. LUSO-ESPANHOLA DE METAIS LDA — SETUBAL 223 SOC.R.A.A. — AVEIRO 317 SOTÉCNICA . — LISBOA 112 POSTLOG .Cª DE PETRÓLEOS S. — VISEU 344 VICAIMA .TRANSPORTES MARÍTIMOS INSULARES S.A. — LISBOA222 SIEMENS S. — LISBOA 276 U UNIÃO DOS FARMACÊUTICOS DE PORTUGAL C. — LISBOA 16 SLEM .SOC. — LISBOA 283 RADIOTELEVISÃO PORTUGUESA S.A. — PORTO 436 T T. — AVEIRO 324 PORTUGÁLIA .A. — LISBOA 5 RENAULT PORTUGUESA . — ANGRA DO HEROISMO 382 UNIFAC .A. — PORTO 225 SONICEL . — LISBOA 85 SOC.SISTEMAS DE INFORMAÇÃO S.A. — LISBOA 174 TRANSPORTES AÉREOS PORTUGUESES S. — LISBOA 251 SOLVERDE .ENGARRAFAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE BEBIDAS S.A.A.ELEVADORES E TECNOLOGIA S.A.A.FARMACÊUTICA QUÍMICA LDA — LISBOA 137 RODOGESTE .UNIÃO DAS COOPERATIVAS DE LACTICÍNIOS TERCEIRENSE U.CERÂMICA E COMÉRCIO S.A. — LISBOA 372 SOLBI . DA ÁGUA DO LUSO S. — LISBOA 233 TECNOVIA .A.SOC.A. — LISBOA 369 SONY PORTUGAL LDA — LISBOA 105 SOPOL .A. — PORTO 487 SODICENTRO .T. — LISBOA 325 SOC.SOC. — BRAGA 333 SOMINCOR .A.VIDRO DE EMBALAGEM S.TECIDOS S.A. A. DE CONSTRUÇÕES ALBERTO LEAL S. — LISBOA 25 REN .A.A.EMPRESA PRODUTORA DE PAPÉIS INDUSTRIAIS S.IMPORTAÇÃO DE RELOJOARIA LDA — LISBOA 397 TEODORO GOMES ALHO & FILHOS LDA — SETUBAL 293 TÊXTIL MANUEL GONÇALVES S.ABASTECEDORA DE PRODUTOS AGRO-PECUÁRIOS S. — PORTO 341 SOC.A.INDÚSTRIAS DE BETÃO PREPARADO LDA — LISBOA 319 UNICER . — LISBOA 345 RAMALHO ROSA COBETAR .COMÉRCIO E INDÚSTRIA DE PRODUTOS ALIMENTARES S.DISTRIBUIÇÃO S. — PORTO 38 SAMSUNG . — LISBOA 110 SELECT .A. — LISBOA 277 TMN .PROCESSAMENTO CENTRALIZADO DE CARNES .Cª INDUSTRIAL TÊXTIL LDA — BRAGA 455 STORA CELBI .A.PRODUTOS FARMACÊUTICOS S. — VIANA DO CASTELO 118 PORTUGAL TELECOM INOVAÇÃO S.Cª PORTUGUESA DE TRANSPORTES AÉREOS S.A.IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO S. — LISBOA 236 PORTUCEL TEJO .A.ASCENSORES E ESCADAS ROLANTES S.A. AGRO-PECUÁRIA S.FUNDAÇÕES E GEOTÉCNICA S.SOC.A. — SETUBAL 116 SOPORCEL . — PORTO 409 SOGRAPE . DISTRIBUIDORA DE TABACOS S.