EDIÇÃO ESPECIAL

AS MAIORES EMPRESAS NÃO FINANCEIRAS DE PORTUGAL

A lista das empresas que comandam o país por vendas e mais 6 indicadores As melhores e as piores I 24 sectores em análise I As líderes de cada distrito

500
Os desafios da internacionalização
A abertura da economia portuguesa ao mundo, como as empresas dão o salto para o estrangeiro e o que o Estado deve fazer para as ajudar

Dados fornecidos por

ESTA REVISTA FAZ PARTE INTEGRANTE DO PÚBLICO 4618 E NÃO PODE SER VENDIDA SEPARADAMENTE

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PÚBLICO 500 MAIORES EMPRESAS NÃO FINANCEIRAS
EDITORIAL Carlos Rosado de Carvalho
página 1

INDÚSTRIA AUTOMÓVEL Lurdes Ferreira
página 38

TEMA DE CAPA OS DESAFIOS DA INTERNACIONALIZAÇÃO
O PAPEL DO ESTADO NA INTERNACIONALIZAÇÃO João Ramos Silva
página 5

INDÚSTRIA DE CELULOSE, PAPEL E ARTES GRÁFICAS Anabela Campos
página 38

INDÚSTRIA DA MADEIRA, CORTIÇA E MÓVEIS Carlos Rosado de Carvalho
página 40

COMO AS EMPRESAS PORTUGUESAS DÃO O SALTO Cristina Caldeira
página 10

INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO, BEBIDAS E TABACO Rita Siza
página 40

PORTUGAL INTERNACIONAL Rui Nunes
página 16

INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO Clara Teixeira
página 42

500 MAIORES GRANDES NÚMEROS
QUANTO VALEM AS 500 Carlos Rosado de Carvalho
página 22

INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS Anabela Campos
página 42

INDÚSTRIA FARMACÊUTICA

ANÁLISES SECTORIAIS
COMÉRCIO Carlos Romero
página 28

Ana Rita Guerra
página 44

INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA Ana Rita Guerra
página 44

COMÉRCIO, ALIMENTAÇÃO, BEBIDAS E TABACO Carlos Romero
página 28

INDÚSTRIA QUÍMICA Ana Rita Guerra
página 46

COMÉRCIO AUTOMÓVEL Lurdes Ferreira
página 30

INDÚSTRIA TÊXTIL, DO VESTUÁRIO E DO COURO Rita Siza
página 46

COMÉRCIO FARMACÊUTICO Ana Rita Guerra
página 30

MEDIA Clara Teixeira
p á g i n a 47

COMÉRCIO DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO Clara Teixeira
página 32

SERVIÇOS Anabela Campos
página 48

COMÉRCIO DE PRODUTOS PETROLÍFEROS Lurdes Ferreira
página 32

SERVIÇOS DE TRANSPORTES Anabela Campos
página 48

COMUNICAÇÕES Clara Teixeira
página 34

AGRICULTURA E INDÚSTRIA EXTRACTIVA
página 49

CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS Rita Siza
página 36

LISTA
AS 500 POR VENDAS EM 2001
página 49

ELECTRICIDADE, GÁS E ÁGUA Lurdes Ferreira
página 36

ÍNDICE
AS 500 DE A a Z
p á g i n a 70

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O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2

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O papel do Estado na internacionalização
As empresas atrevem-se a pisar um terreno (os mercados estrangeiros) que, à partida, não conhecem tão bem, porque pensam que dispõem de vantagens sobres os seus concorrentes externos. cabe aos Governos implementar políticas que visem reforçar as vantagens que as “suas” empresas dispõem.
JOAQUIM RAMOS SILVA, Professor do ISEG/UTL

as levam a pisar um terreno que, à partida, não conhecem tão bem. Este processo é, por seu turno, determinado pela especialização internacional do país de origem. Para começar, tornase evidente que os governos podem implementar políticas que visem reforçar as vantagens que as “suas” empresas dispõem.
SELECCIONAR ÁREAS DE ESPECIALIZAÇÃO...

Desde

o início dos anos 80, em muitos países, foram lançados programas de privatizações mais ou menos vastos e profundos e diminuíram as regulamentações públicas rígidas que antes bloqueavam os mais variados sectores de actividade económica. Ao mesmo tempo, foram postos de pé organismos de supervisão da concorrência que têm actuado, pelo menos num certo número de casos, com razoável eficácia. No plano externo, numa base unilateral, multilateral ou de integração económica (por grupos de países como na União Europeia), têm sido eliminadas barreiras ao comércio bem como removidos obstáculos ao movimento de capitais. Até a circulação internacional de trabalhadores, embora encontre numerosos entraves, aumentou claramente. É certo que estamos bem longe de um mundo de livre circulação, e que muitas discriminações permanecem, mas, neste domínio, a paisagem da economia mundial tem mudado em aspectos significativos. Neste contexto, fará

Tendo em conta a sua importância central, vale a pena caracterizar um pouco melhor esta forma de contribuição do Estado. Note-se que, até meados do séc. XX, a especialização internacional era vista como estável e só no longo prazo podia eventualmente conhecer mudanças. Posteriormente, este modo de pensar foi posto em causa pela evidência empírica. Assim, por exemplo, ao longo dos últimos cinquenta anos, o Japão e as novas economias industrializadas asiáticas já conheceram vários ciclos de especialização, que se tornou, portanto, dinâmica e flexível. Em particular, a acção dos governos tem marcado este processo, ao evoluir-se das vantagens comparativas (naturais ou “dadas”), para as vantagens competitivas (em grande parte, “construídas” pelas instituições). Vejamos um exemplo esclarecedor. Nos anos 60, a Irlanda optou por uma especialização baseada em indústrias capitalintensivas. Um amplo conjunto de medidas foi implementado com vista a concretizar esta orientação. Uma das traves mestras desta estratégia foi a generalização do ensino técnico ao nível do terceiro ciclo do secundário, na sequência da qual foram criados toda uma série de Regional Technical Colleges por toda a Irlanda, cujo sucesso residiu nos estreitos laços que estabeleceram entre os mundos académico e industrial. Mais tarde, a nova orientação foi criticada por economistas de renome, na medida em que, a Irlanda se estaria a afastar da especialização determinada pela sua dotação de factores, em particular a abundância do factor trabalho, pois era tradicionalmente um país de forte emigração que conhecia elevadas taxas de desemprego. A este propósito, Bela Balassa chegou mesmo a referir-se aos “erros irlandeses”. Pode-se talvez considerar que a estratégia irlandesa tardou em dar frutos, mas quando o fez, a partir

Nos anos 60, a Irlanda optou por uma especialização baseada em indústrias capitalintensivas. Uma das traves mestras desta estratégia foi a generalização do ensino técnico ao nível do terceiro ciclo do secundário, cujo sucesso residiu nos estreitos laços que estabeleceram entre os mundos académico e industrial.
sentido considerar que o Estado tem ainda um papel a desempenhar na internacionalização das empresas? Para vários autores a resposta é, sem margem para dúvidas, afirmativa, ou melhor, embora em bases novas e diferentes, faz, até, mais sentido. No passado, as actividades internacionais das empresas resumiam-se, no essencial, à exportação e às operações mais directamente relacionadas com ela (eg, despacho). Mas, nas últimas décadas, elas têm-se progressivamente alargado em cadeia: abertura de sucursais de vendas, criação de canais de distribuição, produção no estrangeiro, por vezes de maneira articulada em diversos países, etc. Em termos simplificados, como nos ensina a teoria económica, as empresas lançam-se nestas actividades porque usufruem de vantagens (em relação aos seus concorrentes externos), que, proporcionando-lhes mais lucros,

CÓDIGO DE CONDUTA DOS PODERES PÚBLICOS
Definir e implementar estratégias sustentáveis de especialização e de competitividade. I Articular as políticas “internas” (educação e formação de recursos humanos, investigação e desenvolvimento, infra-estruturas, etc.) com o processo de internacionalização das empresas. I Diplomacia económica activa que coloque o Estado ao lado das empresas e lhes forneça informação e apoio valiosos. I Participação dos organismos públicos ao lado de outros (privados, semi-públicos, da sociedade civil) na constituição de redes de suporte à internacionalização das empresas. I Os subsídios à produção, eventualmente a conceder, devem ser sempre temporários, e aplicar-se apenas a novos produtos e sectores em que as empresas já tenham revelado hipóteses de sucesso e não a priori. I Encargos fiscais das empresas.
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do final dos anos 80, com o desenvolvimento das novas tecnologias de informação e comunicação, para o qual estava bem apetrechada (a indústria farmacêutica era aliás outra área importante de especialização), foi de uma forma brilhante. Sem dúvida, a via irlandesa não é a única. A Itália, por exemplo, optou por manter uma especialização em indústrias trabalho-intensivas, conseguindo igualmente melhorias notáveis no seu desempenho. Neste caso, contou sobretudo uma administração local eficiente, que na base de vastas e sofisticadas redes sociais, acelerou o dinamismo económico e a competitividade (eg, no quadro dos “distritos industriais”). Qualquer que seja a opção no domínio da especialização, ela tem que ser clara e implementada de uma forma responsável, a fi m de adquirir credibilidade e sustentabilidade. Os Estados, devido ao carácter geral dos seus fins, são mais vocacionados para tarefas deste tipo do que as empresas privadas, que têm objectivos e meios de acção comparativamente limitados, mesmo tomadas em conjunto. Outra forma de intervenção do Estado, relevante em países ainda em início de internacionalização (é o caso de Portugal), diz respeito ao facto de esta se realizar no contexto de um processo de aprendizagem. Assim, desde que certas condições mínimas se verifiquem, quanto mais cedo as empresas se lançarem na internacionalização e desenvolverem actividades nos mercados externos, mais cedo podem progredir, nomeadamente consolidando e expandindo as suas vantagens. No entanto, muitos governos actuam erradamente, incentivando e protegendo apenas políticas de concentração no mercado interno, esquecendo que as actividades internacionais podem trazer maiores retornos para as suas empresas, e portanto, para as suas economias. Aliás, a criação de externalidades internacionais positivas é considerada, hoje em dia, um dos mais preciosos capitais para o conjunto das empresas de um determinado país.
... DESENVOLVER POLÍTICAS RELEVANTES...

SUBSÍDIOS: A TRADIÇÃO JÁ NÃO É O QUE ERA
TRADICIONALMENTE, AS FORMAS DE INTERVENÇÃO pública privilegiadas a este nível eram as subvenções à exportações e outras similares. Não deixam de ser verdade que muitos governos ainda as praticam apoiando assim directamente as suas empresas. No entanto, quer por razões institucionais (no GATT/ OMC, este tipo de medidas é condenado, podendo dar origem a represálias), quer pelas distorções que provoca nas relações económicas internacionais, esta forma de intervenção tem vindo a perder algum terreno, em nome de uma maior transparência do mercado. É certo que a teoria económica pode recomendar o apoio do Estado às empresas a fi m de se tornarem competitivas à escala internacional, mas sob a forma de subsídios à produção e em condições muito restritivas. Eles devem ser sempre temporários, dirigir-se a novos produtos e sectores com reais hipóteses de sucesso e nunca ser concedidos a priori. Acresce que os países pequenos (em termos económicos) sofrem de uma grande desigualdade a este nível: uma grande economia, onde o Estado tem sempre um vasto orçamento à sua disposição, e o pode manipular, está mais equipada para tomar a dianteira de processos deste tipo, sobretudo em mercados onde existem elevadas barreiras à entrada (veja-se o exemplo da aeronáutica). Para o caso daqueles países, embora não se deva em absoluto excluir os subsídios à produção, devem ser escolhidos, de preferência, outros instrumentos mais eficazes de apoio à internacionalização das empresas. No quadro junto, resumimos os principais vectores da contribuição do Estado para a internacionalização das empresas. Evidentemente não se trata aqui de exaurir o tema. I

Uma vez defi nida, a estratégia de especialização funciona como base do processo. O Estado pode agora avançar com políticas relevantes para a internacionalização das empresas de uma maneira consequente, entre outras, ao nível da educação e formação de recursos humanos (tão importantes como vimos no caso irlandês), investigação e desenvolvimento, e infra-estruturas. No passado, muitas destas políticas eram consideradas estritamente internas, isto é, com poucos reflexos na competitividade internacional das empresas (a administração pública era talvez o caso mais flagrante), mas este ponto de vista tem vindo a alterar-se, mesmo em economias relativamente fechadas. Numa perspectiva de competição global, os ganhos obtidos nestes sectores (por exemplo, através de uma administração pública eficiente), fazem por vezes a diferença

fundamental para as empresas. Assim, torna-se indispensável uma articulação entre estas políticas públicas e as necessidades das empresas que se internacionalizam.
... E APOSTAR NA DIPLOMACIA ECONÓMICA

Outro domínio onde o papel do Estado cresceu foi na diplomacia económica. Tradicionalmente, o seu espaço estava bem demarcado, e os objectivos económicos eram secundários. Mas, nas últimas décadas, a diplomacia económica

autor da obra “Diplomatie économique”. enquanto revelam uma enorme preguiça e falta de iniciativa. as referidas estratégias. Aliás. difíceis de obter por outras vias. Quanto aos políticos. tendo em conta a rentabilidade das respectivas operações. No caso das pequenas e médias empresas é óbvio que um quadro deste tipo potencia grandemente a sua internacionalização. exigem escolhas claras e consequentes bem como persistência na sua implementação e. ficam contentes ao distribuir os “seus” milhões. Os organismos públicos podem ainda participar activamente na criação de redes de suporte à internacionalização. “Estado é despesa pública”. em países como Portugal. designadamente de carácter informativo.T E M A D E C A P A / O P I N I Ã O A estratégia de internacionalização exige escolhas claras e consequentes do Governo F OTO G R A F I A M I G U E L S I LVA levada a cabo por muitos governos. muitos destes serviços públicos podem e devem ser cobrados às empresas. que ajudem de facto as empresas. recomendável. Aliás. tornou-se um dos principais instrumentos ao dispor das empresas que se internacionalizam (bem como na atracção das empresas estrangeiras). pode desempenhar uma função insubstituível na construção e funcionamento das redes. I 8 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . “Estado é despesa pública”. capacidade e as adaptar. É que. Para a maioria dos agentes. ela pode oferecer-lhes não só um importante apoio institucional como ainda vários tipos de serviços. prende-se com a lógica despesista dominante. em vez de cada um para seu lado. De novo. a grande dificuldade em compreender o novo papel do Estado no domínio da internacionalização. em defi nir e executar estratégias de internacionalização dignas desse nome. as actividades desenvolvidas neste contexto podem ter um custo relativamente baixo e o seu fi nanciamento ser partilhado pelos diversos agentes que nelas participam. A PREGUIÇA PORTUGUESA Em países como Portugal. o Estado. através de certos organismos e serviços. se necessário. a grande dificuldade em compreender o novo papel do Estado neste domínio. isto é. Na medida em que as actividades externas das empresas têm consequências cada vez maiores na economia dos países e regiões e abrangem um número crescente e diverso de actores. Temos que reconhecer que muitos empresários apenas olham para o Estado como uma fonte de onde podem “sacar” mais alguns fundos. prende-se com a lógica despesista dominante. Para a maioria dos agentes. uma actuação em rede é Uma pequena nota a terminar. Com efeito. embora não pressuponham mais despesa pública (vimos até que alguns novos serviços públicos de apoio devem ser cobrados aos seus beneficiários). Temos que reconhecer que muitos empresários apenas olham para o Estado como uma fonte de onde podem “sacar” mais alguns fundos. mesmo que digam o contrário. como mostrou Carron de la Carrière. como temos salientado em diversas ocasiões.

Por um lado. mas sim como actuações orientadas por uma lógica estratégica face a uma concorrência cada vez mais global. pela inserção em redes de relações dinâO reforço de rede de relações levou a PT a comprar a brasileira Telesp F OTO G R A F I A D . caracterizado pela interdependência das economias. mas também desafios. Isto não significa. Cristina Caldeira* O ENQUADRAMENTO externo actual. não obstante as facilidades criadas pelo Mercado Único Europeu. desregulamentação e mundialização da concorrência. Por outro lado. Daí que se torne indispensável reflectir em conjunto sobre os processos de internacionalização das empresas portuguesas. Tais actuações visam ganhar capacidade competitiva. A internacionalização não pode ser vista como mera extensão das posições nacionais num mundo crescentemente homogeneizado. uma parcela significativa das empresas portuguesas “interiorizou” já a ideia de que a protecção conferida pelas fronteiras nacionais é cada vez mais limitada. para muitas empresas os principais concorrentes são outras empresas nacionais. vender fora do país de origem oferece alguns obstáculos. Na última década. Quando a opção é o investimento de raiz nota-se um claro desenvolvimento no estabelecimento das filiais comerciais em detrimento de unidades produtivas. na verdade. que os espaços nacionais tenham perdido toda a sua relevância. porém. globalização dos mercados. embora os desafios competitivos de empresas europeias não estabelecidas em Portugal assumam também importância. através de aquisições de unidades sob a forma de “joint-venture”. R . que impulsionaram as empresas portuguesas a desenvolver esforços para a adopção de estratégias activas de internacionalização. 10 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . um crescente reconhecimento da inevitabilidade de concorrer em mercados abertos e sob a pressão do tempo. abriu novas oportunidades. pela exploração de competências próprias. Existe.T E M A D E C A P A Como as empresas portuguesas dão o salto A maioria das firmas nacionais prefere internacionalizar-se para países culturalmente e geograficamente próximos.

económica. tem como destino países em vias de desenvolvimento em virtude das vantagens comparativas ao nível do custo de mão-de-obra. ou de partes do processo produtivo. Hamill J. No entanto. o desenvolvimento interno de competências dinâmicas de geração. MUNDIAL — A empresa actua à escala global e adequa as suas práticas de gestão às características de cada zona servida. Quanto à forma de concretização do investimento. (1989). as grandes empresas internacionalizam a logística e a produção. Wheeler C.C. em detrimento do investimento de raiz. notamos um . que vão actuar ora como estímulo ora como condicionante da internacionalização. Esta posição competitiva traduz-se num aspecto positivo que pode ocorrer por três vias: exploração das competências centrais. aumento das economias de escala e de experiência. “…internationalisation is commonly used to describe the developmental process of increasing involvement in international business”. económicas. DE DOMÉSTICA A GLOBAL A evolução internacional de uma empresa atravessa quatro fases distintas: DOMÉSTICA — A empresa é predominantemente orientada para o mercado doméstico e limita-se a exportar pontualmente.. não é um processo isento de riscos e condicionantes. o relacionamento com outras empresas Embora o processo de internacionalização de cada empresa seja diferente. Uma vez iniciado o processo de internacionalização. social e cultural (Root. pelo esbatimento de “handicaps” existentes e/ou pelo acesso e endogeneização de novas competências. que de um modo geral põe em confronto. De acordo com um estudo de campo efectuado junto de 30 empresas portuguesas no âmbito de uma tese de mestrado. (concorrentes. MULTINACIONAL — A empresa tem uma presença significativa num vasto número de países e procura conciliar os interesses do mercado doméstico com os dos mercados externos. os mecanismos de gestão e de coordenação de actividades. Segundo o mesmo autor. e em particular os projectos de investimentos externos. Qualquer iniciativa desta natureza. passa pela criação de uma rede de agentes e distribuidores nos mercados externos para consolidar as posições comerciais e pode mesmo terminar na construção de grandes empresas transnacionais com operações integradas em todo o mundo. jurídica. os processos de internacionalização não são simples nem podem ser separados das estratégias competitivas prosseguidas pelas empresas. Um processo de internacionalização é normalmente encarado como um início de fase de sucesso e de afi rmação das empresas. a perspectiva da economia nacional com a óptica da empresa (micro-macro) e. absorção e integração de conhecimento.O BÊ-Á-BÁ DA INTERNACIONALIZAÇÃO EXISTEM INÚMER AS DEFINIÇÕES DE internacionalização. a complexidade do processo deve-se a factores internos à empresa. fornecedores) e a capacidade de adaptação e articulação de diferentes condições locais (especificidades culturais. Na perspectiva de Porter (1986). incluindo nomeadamente a atitude competitiva. O trabalho também permite concluir que a internacionalização baseada na deslocalização da produção. operações “inward-outward”. a maioria das fi rmas portuguesas seleccionou os países cultural e geograficamente próximos para se expandirem geograficamente. A internacionalização da actividade comercial ocorre especialmente para países da União Europeia. regulamentares e linguísticas dos países ou regiões). por um lado. No que se refere à internacionalização das actividades.. A ESTRATÉGIA LUSITANA. Envolvem vertentes diversas. clientes. Segundo Young S. a configuração geográfica das actividades da empresa. enquanto as pequenas empresas limitam-se a in- ternacionalizar a actividade logística e comercial. micas. e Davie J. Os conhecimentos adquiridos vão assim permitindo aumentar a competitividade da empresa. INTERNACIONAL — A empresa exporta regularmente para um número restrito de mercados externos. verificamos um especial predomínio de aquisições de unidades sob a forma de “joint-venture”. mas contínua a privilegiar o mercado doméstico. devem ser analisada tendo em conta toda a sua envolvente política. 1994). Consequentemente. por outro. realização de economias de localização. mas também a factores relacionais e externos. com frequência o padrão de expansão geográfica tem início na simples exportação “spot” em resposta a encomendas colocadas por clientes estrangeiros. I C. verifica-se que as empresas vão reforçando as suas posições no exterior à medida que vão acumulando experiência internacional.

recursos e produtos. Neste sentido. verificamos entre as empresas portuguesas a existência de um duplo comportamento. competição. algum aprofundamento do negócio internacional.T E M A D E C A P A claro desenvolvimento no estabelecimento das fi liais comerciais em oposição às produtivas. que constituem mais-valias muito valorizadas pelos empresários e executivos contactados. Outro elemento de diferenciação prende-se com a preocupação em matéria de inserção geoeconómica e de estabelecimento de agrupamentos contratuais externos demonstrada pelas empresas de maior dimensão. experiência. ao mesmo tempo que as restantes dão ainda os primeiros passos na internacionalização. que incluem contratos de licenciamento. PARA ONDE AVANÇAR E COMO O PROCESSO DE INTERNACIONALIZAÇÃO DE UMA EMPRESA envolve. há uma tomada de consciência por parte das empresas portuguesas de que para sobreviverem têm de marcar posição.C. internos e externos à empresa. e que a opção entre os vários modos de entrada é condicionada pela existência de factores relacionais. atractivos oferecidos pelos países desenvolvidos (UE) às empresas portuguesas baseiamse na possibilidade de desenvolvimento de estratégias de cooperação. I C. Os estudos de campo demonstram que o problema central das empresas portuguesas em fase de internacionalização é o do estabelecimento de uma estratégia de entrada no mercado-alvo. a empresa deve procurar restringir o seu leque de opções de internacionalização em função da análise dos seguintes factores: enquadramento legal. a internacionalização está a servir como uma arma de competitividade. com vista a maximizar a competitividade conjunta das actividades no país de origem e no estrangeiro. Enquanto as grandes empresas (com uma dimensão internamente adquirida. observamos um vasto conjunto de alternativas. De acordo com a tipologia apresentada por Franklin Root (1994). é defensável que o processo de internacionalização da empresa seja enquadrado com as competências e vantagens competitivas desenvolvidas no mercado doméstico. controlo. Uma vez identificadas as primeiras modalidades de entrada nos mercados externos. entre os casos-limite da exportação e do IDE (investimento directo estrangeiro). Para além de potenciar visibilidade às empresas. num acréscimo de competitividade que viabiliza a adopção de novas estratégias de internacionalização. duas decisões críticas: para onde internacionalizar e como internacionalizar. permite-lhes a integração em redes. DesenharamA Galp foi para Espanha para crescer e ter acesso a recursos F OTO G R A F I A P E D R O C U N H A se estratégias de aumento de quotas de mercado através de aquisições. As consequências mais imediatas consubstanciam-se numa maior abertura da economia ao exterior. A selecção dos mercados prioritários é motivo de grande ponderação. enquanto os países em vias de desenvolvimento tendem a conceder benefícios aos investidores portugueses através da facilidade de relações interpessoais. Relativamente aos factores de atractividade e de localização. as PME internacionalizam-se de acordo com as oportunidades detectadas. o estudo revela que. visto ter de obedecer a critérios de natureza estratégica. as quais conferem massa crítica. muitas vezes sem qualquer estratégia definida. com maior incidência para as grandes empresas. onde uma elite alcança patamares de competitividade à escala global. podemos verificar que não há uma internacionalização padronizada. Hoje admitimos que. em paralelo com um movimento concertado da economia mundial. natureza dos activos. à partida. possibilidade de subcontratações vantajosas. estas em clara inferioridade. Numa primeira conclusão. potenciando diferentes graus de internacionalização. acesso ao mercado. OS CUSTOS E OS BENEFÍCIOS. Como consequência. de uma forma genérica. Portugal desenvolve esforços com vista a uma rápida integração no competitivo espaço europeu. Paralelamente as PME vão-se impondo. uma mentalidade internacional e conhecimento dos mercados) conseguem “ultrapassar etapas” da internacionalização e lançar-se no investimento directo. divulgação de informação. custo. contratos de gestão ou alianças estratégicas. retorno. 12 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . risco. Ao nível macroeconómico. denotando pois um claro atraso em relação às suas congéneres europeias. Ao nível microeconómico. Constata-se assim que o sucesso competitivo no país de origem condiciona de várias maneiras a internacionalização de uma empresa.

American Economic Review. a mobilidade crescente dos factores determinantes do crescimento e um número crescente de países a atingir a fase de desenvolvimento favorecem o processo de internacionalização. J-L. e na liderança no mercado nacional. seguido da criação de redes próprias de distribuição e aumento da capacidade produtiva. Managing Across Borders: The Transnational Solution. Os benefícios são igualmente visíveis em virtude de a internacionalização potenciar negócios da empresa/grupo em zonas geográficas diversificadas.Buckley. as empresas desejavam obter uma base nacional coesa. Nestes mercados. os investimentos tendem a ser feitos mediante acordos de cooperação inter-empresas (nacionais ou estrangeiras). by Peter J. 461-91. por não abdicarem da centralização. pp. LUOSTARINEN. (1997).T E M A D E C A P A FACTORES NA BASE DA INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS PORTUGUESAS EMPRESAS PENETRAÇÃO OU CONSOLIDAÇÃO EM MERCADOS I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I ACESSO A RECURSOS PRODUTIVOS MANUTENÇÃO OU REFORÇO DE REDES DE RELAÇÕES I RESPOSTA A MOVIMENTO DE CONCORRENTES ACESSO A COMPETÊNCIAS BES BÉBÉCAR CGD CIMPOR CIN CORTICEIRA AMORIM DELTA EFACEC EDP ENGIL FAIART FAPOR GROWELA GRUPO AUTOSIL GRUPO BCP-ATLÂNTICO GRUPO IMPÉRIO GRUPO PESTANA GRUPO SOMAGUE GRUPO VISTA ALEGRE HOVIONE JM MACONDE OCIDENTAL SEGUROS PETROGAL PT RENOVA SONAE INDÚSTRIA SOPORCEL TMG LDA. e sobretudo vai melhorar a imagem das empresas portuguesas junto das empresas europeias e/ou mundiais. Esta nova realidade vai permitir detectar oportunidades de negócio. seguiase a abertura de delegações e contratos de fornecimento de empresas. a globalização da actividade económica. Os mercados desenvolvidos da Europa e EUA serão sempre. J. Paris. Lexington Books. 14 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . M. M. DUNNING. The Essence of International Business. (1988). MUCCHIELLI. (1993). esta opção de internacionalizar contém em si alguns custos. PORTER. Competition in Global Industries. Numa primeira fase. Entry Strategies for International Markets. International Business Operations. F. dificultando a passagem de uma hierarquia vertical para uma hierarquia horizontal consentânea com uma estratégia de internacionalização deram-se concentrações no “core business” das empresas. Boston. como forma de cruzamento de experiências e partilha de “know-how” específico e competências. J-H. A Vantagem Competitiva das Nações. O impacto desta dinâmica nas empresas portuguesas é notório na preocupação crescente ao nível da modernização e promoção do produto. Routledge. Hemel Hempstead. Third Quarter. MUNDELL R. doutoranda em Ciência Política na Universidade Católica Portuguesa PARA SABER MAIS BARTLETT. Em conclusão. (1995). por não abdicarem da centralização. Hamill. (1997).A. Reijo e Welch. I * a autora é professora do Instituto de Artes Design e Marketing (IADE). Wheeler. & MICHAEL C. PORTER. PORTER. International Market Entry and Development. DUNNING. Harvester Wheatssheaf/Prentice Hall. mestre em Economia Internacional pelo Instituto Superior de Economia e Gestão. (1957). SA I Fonte: inquérito realizado no âmbito da tese de mestrado da autora do artigo Sobretudo as empresas de raiz familiar apresentam grandes entraves à mudança. para posteriormente terem lugar as “joint-ventures” com parceiros locais. Richard (1989). procuraram-se manter na vanguarda da tecnologia. ED. entre outros. Sobretudo as empresas de raiz familiar apresentam grandes entraves à mudança. que em complemento do mercado interno oferecem vantagens competitivas e reforçam a competitividade nos mercados internacionais. Campus. ROOT. (1993). Hensinki School of Economics. No entanto. Reappraising the Eclectic Paradigm in an Age of Alliance Capitalism. Ed. J.A. em paralelo. James. (1994). Alliance Capitalism and Global Business. (1986). Journal of International Business Studies. TLS. com natural impacto no controlo de custos e na obtenção de maiores economias de escala. Inter Editions. International Trade and Factor Mobility. e Ghoshal Sumatra (1989). Harvard Business School Press. Prentice Hall International (UK) Ltd YOUNG. L’Avantage Concurrentiel. C. Nova Iorque. TAGGART. na medida em que vai obviamente alterar a estrutura organizacional existente e a cultura tradicionalmente padronizada. É genericamente aceite que o crescimento do investimento directo das empresas portuguesas no estrangeiro é um facto positivo. dificultando a passagem de uma hierarquia vertical para uma hierarquia horizontal consentânea com uma estratégia de internacionalização. Londres. J-H. um alvo importante. Stephen. Multinational Firms and International. Colin e Davies. M. Lawrence (1990). ganhando deste modo a dimensão necessária à internacionalização. Harvard Business School Press.

0 5.5 19.1 12.6 4.8 8.9 4.1 4. Estão a levar a País a interrogar-se sobre a causa e persistência de problemas estruturais e angústias existenciais.2 11.9 3.3 14.2 6.3 18.9 20.8 1. têm amenizado as preocupações.7 15.5 14.8 1. PAÍSES BAIXOS ANGOLA SUÉCIA 1995 15.1 12.2 4.9 1999 18.9 1.3 1.4 3.7 10.3 2.0 4.8 2000 19.1 1997 14.5 3.3 7.9 5.4 15.6 19.9 6. É recorrente a constatação de uma baixa produtividade que compromete a competitividade da produção e impede a melhoria sustentada do nível de vida dos autóctones. sem ocorrência garantida ou prevista –.9 10. COMÉRCIO INTERNACIONAL Os saldos das trocas por sector revelam um perfi l de economia colonial.2 4.4 3. as remessas dos emigrantes ou os dinheiros da Europa.3 3.7 15.2 1. vendemos a esta e à Alemanha.1 4.7 6.6 7.2 1.4 3.4 6.8 13.6 21. Quer um quer outro revelam situações desconfortáveis.3 3.4 1.7 11.2 1.2 10.5 2.3 1. A importância do turismo assente no sol e praia reforça esta perspectiva.4 1998 24.0 4.1 14.0 5. países ordenados pelas posições em Julho de 2002.2 1.0 21.2 1996 14.6 10.2 2. 16 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .0 12. 1995-2002 (Julho) PAÍSES ESPANHA ALEMANHA FRANÇA ITÁLIA REINO UNIDO PAÍSES BAIXOS BÉLGICA-LUX EUA BRASIL JAPÃO 1995 21. Os habituais são os do comércio e investimento internacional.8 4.8 4.5 3. investimos no Brasil e recebemos investimento directo de Espanha. T Rui Nunes HÁ VÁRIOS CRITÉRIOS para aferir o grau de internacionalização de uma economia.6 4.5 3.7 2.6 4.0 4.1 2.7 10.8 4.1 6.7 4.6 1.2 12.8 4.6 1.7 2000 25.8 5.2 1996 22. Valores em percentagem.9 18.2 1997 23.7 1.8 4.4 2.0 1.7 1999 25.4 13.8 11.4 2.8 4.3 14.4 10.7 1. O mundo exterior à União Europeia (UE) só interessa a Portugal enquanto fornecedor de combustíveis.0 4.2 3. Alemanha e Reino Unido.7 1.9 13.6 5.2 8.1 7.2 4.8 3.3 1.1 1998 15. Fonte: INE.7 Valores em percentagem.4 5.7 2001 2002/JUL 19.7 3.0 19. juntamente com o Reino Unido. origem.8 8.5 5.1 11.8 14.3 1.1 5.0 2.4 13.3 4.5 2001 2002/JUL 27.3 5. Fonte: INE. países ordenados pelas posições em Julho de 2002. as colónias. 1995-2002 (Julho) PAÍSES ESPANHA ALEMANHA FRANÇA REINO UNIDO EUA ITÁLIA BÉLGICA-LUX.9 12.8 4.3 2. Factores extraordinários – isto é.6 5.5 … E A QUEM COMPRAMOS Origens das importações portuguesas. de metade dos turistas.8 27.5 2.6 3. que troca recursos naturais (sobretudo floresta) e produtos de mão de-obra barata (como vestuário e calçado) por tecnologia.6 3.7 3.6 14.2 3.9 1.5 6. que se consolidou com a adesão à então Comunidade Económica As saídas e as entradas têm como principal destino e origem a União Europeia F OTO G R A F I A PAU L O P I M E N TA A QUEM VENDEMOS… Destinos das exportações portuguesas.8 10.1 4.8 1. como o ouro do Brasil.0 1.1 1.9 4.4 1.6 2.4 6.T E M A D E C A P A Portugal internacional Vamos às compras a Espanha.2 14.2 3.0 10.8 4.5 11.4 4.7 4.4 7.8 3.1 19. após dezenas de anos de fundos comunitários e 500 de império.9 2.

valeram menos de dois por cento do comércio mundial. representaram nove por cento das exportações. Mas a indústria automóvel é madura. mas que a salvação da economia portuguesa dependia da entrada de investimento directo estrangeiro (IDE) estruturante.EXPORTAÇÕES À BOLEIA DA AUTOEUROPA A instalação da Autoeuropa permitiu que Portugal fosse uma das 20 economias (a vigésima. Resta saber como e com quem melhorar e alterar a es- trutura das exportações. que têm no vestuário o principal elemento (o qual proporciona o maior saldo positivo no comércio externo português). dada a contracção dos mercados e a subida dos custos unitários de trabalho. não motivado apenas pelos baixos salários. Os economistas são unânimes em apontar o enviezamento da actividade dos grupos económicos portugueses no sentido dos bens não transaccionáveis. Os produtos de tecnologia intermédia. mas o seu ritmo de crescimento foi lento. Na edição de 2002 do relatório sobre o investimento mundial. Há quem radique a explicação no fim da desvalorização do escudo em 1991. imigrantes do Leste e mobilização da mão-de-obra feminina) – e economizado a sua regeneração interna. inconveniente poupado aos não transaccionáveis. no que seria uma ‘remake’ do modelo irlandês. que deu mais peso às exportações tecnológicas. com a Autoeuropa. que difundisse junto das pequenas e médias empresas saber organizacional e tecnológico e permitisse o acesso a mercados e capital. que obrigou a indústria a conter os preços. com a abertura de fronteiras e o desen- . Os items electrónicos representaram 13 por cento das exportações mundiais em 2000 e explicam 75 por cento do crescimento das exportações entre 1985 e 2000. É a esta luz que deve ser lido o défice comercial português – explicado em mais de 40 por cento pelo saldo com Espanha –. com destaque para os sectores de electrónica. I Europeia. para ser exacto) ganhadoras no período 1985-2000 em termos de quota de mercado nas exportações mundiais. em movimento para Leste e China e não resolve o problema da ausência portuguesa nos sectores com forte dinâmica de procura. automóvel e vestuário. como o automóvel.2 por cento da média geral. INVESTIMENTO DIRECTO ESTRANGEIRO Alguém disse que a salvação das grandes empresas portuguesas estava no investimento directo no estrangeiro. como banca. Portugal aumentou em 0. Muitos destes produtos de alta tecnologia correspondem às tecnologias de informação e comunicação. É este modelo de crescimento cujo fim é anunciado com regularidade. imobiliário e distribuição. para compensar a liberalização do mercado nacional. Entre 1985 e 2000 as exportações destes produtos aumentaram a uma média anual de 12 por cento. o que significa ganho de importância do comércio intra-firma. Aqui chegados é o drama. da autoria da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (Cnuced). além da integração na UE e mão-de-obra barata? A banalização desta oferta. acima dos 8. a Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento constata que “o que conta são os factores que tornam localizações particulares vantajosas para actividades particulares”. Ausente dos sectores com forte potencial de crescimento. Este perfi l melhorou em 1995. mais interessada em melhorar do que em alterar a estrutura produtiva. por força da abertura de mercados e da acção governativa. Mas se se faz depender das empresas multinacionais (EMN) a melhoria e diversificação do tecido produtivo – dada a preferência dos capitães da indústria portuguesa pela tranquilidade dos não transaccionáveis –. em especial os não baseados nos recursos naturais. Os produtos mais dinâmicos foram os industriais. outro foi o aumento do comércio internacional de componentes. e concluído que o almejado modelo de crescimento assente mais nas exportações que no consumo interno exige outra estrutura produtiva e novos actores ou a reciclagem dos actuais. Por fim. Um dos traços mais incisivos detectados pela Cnuced foi o de as exportações crescerem no período tanto mais quanto mais elevado o nível tecnológico dos produtos. os produtos de baixa tecnologia. e corresponde a uma produção cada vez mais gerida à escala internacional. que representam 19 daqueles 40 produtos. para o que tem importado factores (fundos da UE. O documento identifica 40 produtos que representaram 40 por cento das exportações mundiais em 2000. Ou seja: qual é a oferta de Portugal com boa cotação no mercado do investimento directo internacional. dado o reforço dos sectores tradicionais. a economia portuguesa tem crescido baseada no mercado interno. De acordo com a edição de 2002 do relatório sobre o investimento mundial. coloca-se a questão de saber que motivos existem para uma EMN vir para Portugal. protegidos da concorrência internacional. cujos ganhos de quota em 2001 são explicados pelo Banco de Portugal com o sacrifício das margens.1 pontos percentuais a sua quota de mercado neste período.

O último índice [de 2002] coloca o País na 15. Na primeira consideraram fluxos de comércio e investimento. Nos contactos pessoais basearam-se no turismo e viagens. Em nenhum dos critérios Portugal está nos dez primeiros. França e Alemanha. directo e de carteira. tráfego telefónico e deslocações transfronteiriças. mercados de venda. Kearney em parceria com a revista Foreign Policy. saúde (farmácia e biotecnologia) e aeronáutica/ espaço/electrónica de Defesa. fruto do turismo e dos (e)imigrantes. bem como o número de embaixadas que acolhe. Ora. Se dois terços do comércio mundial envolvem EMN. que determinaram inclusões e ordenações conforme os graus de internacionalização quantificados: integração económica. O que também tem crescido de forma assinalável é o investimento directo português no estrangeiro (IDPE). É o mais importante. T. o que ilustra a importância destes agentes do comércio e produção internacional e o à-vontade com que gerem os países como pontos da sua cadeia de actividade. que é reforçado com outra liderança nos contactos pessoais.NO TOP 15 DA GLOBALIZAÇÃO Portugal é um dos países mais globalizados. parques de ciência e tecnologia. bem como receitas e pagamentos relativas a expatriados e activos possuídos no estrangeiro. É composto por universidades. telecomunicações (serviços. há um terço que é mesmo intra-firma. coordenado por Félix Ribeiro. Para isto escolheram quatro variáveis. o pior é o respeitante aos compromissos internacionais do Estado. Israel. mostra o predomínio das empresas norte-americanas nos sectores de forte potencial de crescimento: “software”. Enquanto os EUA lideram na tecnologia. a saber. No último critério centraram atenções no mundo da internet. nem o anedotário nacional sobre Portugal ser um país de inventores. plataformas logísticas. como utilizadores e servidores. Nova Zelândia e Malásia. cujo “sto- 18 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . Isto recomenda ver o mundo de acordo com três mapas: o da inovação. audiovisual/entretenimento. Liderado pela Irlanda. a redução dos obstáculos à produção e mobilidade internacional vai de par com o reforço da ‘clusterização’ da inteligência nos extremos daquela cadeia (inovação e marketing) – em que Portugal prima pela ausência. A Irlanda ganha graças ao critério da integração económica. resultante do esvaziar da bolha da nova economia. laboratórios empresariais. agravado pelo pessimismo ambiente. microelectrónica. Itália. secundada por Suíça e Singapura. à frente de República Checa. Para os compromissos políticos elegeram o número de organizações e de missões da ONU em que os países participam. onde está a concepção da operação e a recolha dos proveitos. contactos pessoais. A aparente e recente descoberta em Portugal da inovação como parte da solução não deve fazer esquecer que os sistemas de inovação nascem em ambientes sociais. aumenta a importância do que faz a diferença na cadeia de valor. O que tem mais espaços em branco é o da inovação. o ranking exclui quatro membros da União Europeia. Espanha. que fecha a lista. Os autores dizem que um dos objectivos da iniciativa é quantificar uma das palavras mais abusadas do novo século – globalização. mas não de inovadores. empresariais e institucionais concretos. de acordo com o segundo Globalization Index elaborado pela consultora A. O contributo da tecnologia e empenho político é irrisório. Os melhores desempenhos portugueses são os relativos aos contactos pessoais. O novo ranking é esperado para Janeiro. “hardware”. Um estudo do Departamento de Prospectiva e Planeamento [A UE face ao(s) seu(s) Futuro(s)]. ou base nacional. com o qual só por si ficaria em quarto lugar. I A aposta no Brasil fez disparar o investimento no estrangeiro FOTOG R AFIA G R EGG N EWTO N / R E UTE RS volvimento das tecnologias de informação e comunicação. logo a seguir a EUA. empenhamento político e tecnologia. Luxemburgo e Grécia. sejam zonas de produção segmentada e/ou montagem. E há a questão sobre se se deve atrair IDE em geral ou privilegiar nichos.ª posição. o da produção e o do consumo. e à integração económica. redes e equipamentos). Bélgica. a França faz o mesmo no empenho político. Questão difícil em conjuntura de refluxo. mas necessária quando se sabe que o stock de IDE em Portugal atingiu 30 por cento do produto interno bruto (PIB) em 2001.

139 -630.204 427. escrevia Vítor Corado Simões em 1985. As empresas portuguesas seguiram um padrão diferente. que motivaram privatizações. Após a investida da Cimpor na Galiza (1992). e o valor da aquisição desta. “A proximidade psíquica vale mais do que a física”. até por força das relações crescentes com a União Europeia. O IDPE é recentíssimo.033 -68. e Magrebe). mas também mediterrânicas. após os 8.121 3. que agiu enquanto vice-presidente da Plêiade.804 2. justificado com a fase alta do sector das telecomunicações. mostra que o que conta é o risco-projecto. revela-se um dos principais sedutores do capital português. CORTIÇA MINERAIS. Infra-estruturas. A teoria do IDE explica que as empresas têm uma lógica de proximidade nos seus investimentos externos. Semapa na Tunísia) e da PT. associada a uma fi lial da Sonatrach.645 976 798 659 786 1.338 -1581.154 504 599 64 159 595 2. Augusto Mateus. linguística (Brasil) e histórica (Palop). MINÈRIOS PASTAS CELULÓSICAS. acaba de anunciar a sua saída deste mercado. COUROS ÓPTICA E PRECISÃO PLÁSTICOS.875 834 485 639 3. entre aquisições e racionalizações.145 IMPORTAÇÕES 571 223 371 423 698 1. a PT escusou-se a concorrer a outra licença móvel na Tunísia.347 -262. e a aventura do Brasil.062 310 16. I O COMÉRCIO POR PRODUTOS Saldo do comércio externo português por grupos de produtos.085 -2079. de nível de desenvolvimento (a maior parte dos fluxos de IDE é feita entre EUA. alegadamente para se concentrar no Brasil.8 mil milhões de euros (dos quais 3. com 300 milhões de euros. suscitada pelas privatizações. A importante é a económica.812 -268. Aquelas já investiram mais de 500 milhões de euros.457) (1. até então fortes de um mercado interno reservado. ao investirem.04 753.4 -402. a geográfica a menos importante. após uma breve incursão em Marrocos (desde 1999). o fenómeno amplifica-se com a abertura nas ditas economias emergentes.223 705 861 332 561 1. Mais tarde (2001). Mas a questão que está em cima da mesa é saber se a crescente integração da economia de Portugal na UE se reduzirá à sua iberização. Por sua vez.84 -1742.3 mil milhões de euros (dos quais 2. uma licença de operador móvel em Marrocos. Internacionalizar só significava exportar e atrair IDE. I MAGREBE. então ministro da Economia. APARELHOS COMBUSTÍVEIS MINERAIS TOTAL Valores em milhões de euros.009 -984.911 SALDO COM UE 950 719 296 134 9 (40) (186) (266) (191) (313) (514) (439) (733) (949) (1.669) (718) (5. a EDP.07 -1571. Da Argélia vêm motivos de reflexão.367) .3 em Espanha) de 2000.ck” já ascendia a 22.807 -7739. mais do que o risco-país [Mário Soares não admitiu que dera uma palavra a Hassan II sobre o interesse português em investir em Marrocos?]. por o Governo de Tunis não ter detectado o arrefecimento do entusiasmo nas telecomunicações e manter um preço que a PT entendeu elevado. 2002 (Julho) GRUPO VESTUÁRIO CALÇADO MADEIRA.390 23.505 1. Em 1999 a Tunísia deveria estar entre os cinco principais países em termos de stock de IDP. O “stock” de IDP deve situar-se entre 750 milhões e mil milhões de euros. associadas a empresas de Espanha em muitos casos. para atalhar a internacionalização “truncada e limitada” da economia portuguesa. graças à persistência e às ligações de Dias Loureiro. Acossadas na base doméstica.221 4. pelo mesmo movimento. investiram no exterior para defender/aumentar a criação de valor.897 -201. UMA ENTRADA COM PEZINHOS DE LÃ O Magrebe é um dos principais destinos do investimento directo português (IDP).056 2.8 por cento do PIB no final de 2001. logística e banca são alguns sectores onde estão os investidores portugueses. o que pode ser um sinal da sua dificuldade de penetrar em mercados exigentes. fez com que o ano em que ocorreu (1999) fosse o do maior IDP em Marrocos. UE e Japão). uma holding de José Roquette.28 -526. telecomunicações. caracterizada entre outras pela “escassez do IDPE”. que também verifica a proximidade económica.408 236. OUTRO MATERIAL DE TRANSPORTE METAIS COMUNS AGRÍCOLAS QUÍMICOS MÁQUINAS. o Magrebe. Fonte: INE EXPORTAÇÕES 1. em particular Brasil.7 no Brasil e 2. O principal IDP é das cimenteiras (Cimpor em Marrocos e Tunísia. PAPEL MATÉRIAS TÊXTEIS OUTROS PRODUTOS ALIMENTARES PELES. com um saldo de 100 milhões de contos (500 milhões de euros).3 em Espanha e um no Brasil). BORRACHAS VEÍCULOS. via consórcio Medi Telecom. que adquiriu. apresenta em 1997 a Nova Política para a Internacionalização. na proximidade geográfica (Espanha. ano em que se investiu 8. Porque não se aproveita a importação de gás natural para contrapartidas? O investimento da Efacec.818 2. as empresas portuguesas de maior envergadura.428 88.885 SALDO 1074. Portugal torna-se exportador líquido de capital pela primeira vez em 1995. Após a descoberta da Espanha – que tem na aquisição da Corporación Noroeste pela Cimpor o feito emblemático –.

onde se lê “capital próprio” deve ler-se “rentabilidade do capital próprio em %”. e parabancárias. A Servitrade e o PÚBLICO agradecem a todas as empresas a colaboração prestada. Com as casas décimais acontece o inverso. CAPITAL PRÓPRIO — Total dos capitais próprios (capital social. RENTABILIDADE DOS CAPITAIS PRÓPRIOS — Resultado líquido a dividir pelo capital próprio. RESULTADOS LÍQUIDOS — Lucro ou prejuízo no exercício de 2001. SFAC. Lda. VARIAÇÃO DAS VENDAS — Aumento/diminuição das vendas face ao exercício de 2000. seguradoras. VENDAS — Total das vendas de mercadorias e da prestação de serviços no exercício de 2001. reservas. I LU S T R AÇÃO A N D R É CA R R I L H O . A lista PÚBLICO 500 não inclui sociedades gestoras de participações sociais nem empresas do sector financeiro (bancos. Os valores apresentados em PÚBLICO 500 foram extraídos dos relatórios e contas não consolidados das empresas referentes ao exercício de 2001 ou recolhidos pela Servitrade através de contacto directo com as empresas. etc…). NÚMERO DE TRABALHADORES — Número médio de trabalhadores no exercício de 2001. em percentagem. Nos quadros das análises sectoriais. como sociedades de “leasing”. “factoring”. 500 Indicadores utilizados CAPITAL SOCIAL — Capital social registado pela empresa no final de 2001.” (pontos).A RECOLHA E TRATAMENTO DOS DADOS LISTA PÚBLICO 500 — “ranking” das maiores empresas portuguesas não financeiras — é da responsabilidade da Servitrade-Serviços para Gestão de Empresas. resultado de exercício e resultados transitados) no final do exercício de 2001. ERRATA Devido a um problema técnico as casas dos milhares dos números apresentados nos quadros aparecem separadas por “.” (vírgulas) em vez de “. UNIDADE MONETÁRIA todos os valores estão expressos em milhares de euros. As empresas listadas em PÚBLICO 500 foram ordenadas por vendas. No final da listagem é apresentado um índice alfabético das empresas incluídas.

Das empresas que integram a lista nos dois anos. Para dar emprego a tanta gente.ª.A.088. que comercializa automóveis ligeiros e pesados que entrou para o 26º lugar. CLASS.A.ª para 399.A. 69. apenas 6.D. No ano passado.8% 328. CAPITAL PRÓPRIO 10. o contributo das 500 para o PIB será seguramente superior ao seu peso no emprego.164. Carlos Rosado de Carvalho SE O ANO DE 2001 foi de abrandamento. 2000 21 25 32 46 69 73 92 98 101 104 Nota: As entradas/saídas podem ter acontecido simplesmente porque as empresas não forneceram dados para um dos anos MAIORES SUBIDAS. os accionistas ganharam 10. as vendas das 500 maiores empresas não financeiras do PÚBLICO davam um salto de dez por cento.2 RENT. estes 10. TEJO ENERGIA S.A.A. Para avaliar o contributo das 500 para o PIB. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 EMPRESA RCI GEST S. em termos empresariais.. SCAL S..O.REP. a PSA Gestão.A. para 84. DOS LUCROS 33.º LUGARES GANHOS 313 256 206 202 EMPRESA N.792 VAR.INDÚSTRIA S. que ocupava a 21.E MAIORES DESCIDAS NO “RANKING” N. que no ano passado suportaram perdas à volta dos 25 por cento.SOC.R.A. Enquanto no O B.ª posição. 98 83 145 144 9 10 ENTREPOSTO LISBOA LDA AUTOMERCANTIL LDA 74 74 22 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . UNIARME C. NOKIA PORTUGAL S.A.1 por cento para ser mais preciso.A. veja-se o caso dos resultados líquidos.ª para 161. Como se referiu anteriormente. PINTO LEITÃO S.I. . Os quase 85 milhões de euros que entraram nos cofres das maiores empresas de Portugal no exercício terminado a 31 de Dezembro de 2001 correspondem a cerca de 70 por cento.A. EM PORTUGAL EPUL 186 178 5 6 RÓTOR S..O.L. sectoriais e até distritais muito distintas. com uma quebra superior a 67 por cento. “ranking” encabeçado pela EDP Distribuição.884.9 mil milhões de euros.R.0% 2000 80.A MITSUBISHI TRUCKS EUROPE S.IMOBILIÁRIA GESTÃO S. qual abrandamento? Enquanto a economia crescia apenas 6. 1 2 3 4 EMPRESA GLAXO WELLCOME LDA LUSOPONTE S.1% N.. Feitas as contas..0 25. pelo que não são directamente comparáveis. os números médios das 500 escondem realidades empresariais. em termos nominais. Como são uma média e consideram apenas as empresas da lista que têm indicadores para 2001 e 2002. a Glaxo Wellcome Farmacêutica deu um trambolhão de 163 lugares. Durante o ano passado. E QUEM SAÍU DA LISTA N.0 8.6 por cento face a 2000.A. com um salto que excedeu os mil por cento. o número médio de trabalhadores com ficha nas 500 superou os 330 mil. e a “melhor” é a Scal. para 122.292.330. De acordo com cálculos efectuados pelo PÚBLICO a partir dos dados fornecidos pela Servitrade. IBEROL S. Nas entradas. 114 102 152 150 7 8 CORTICEIRA AMORIM .5 CRESC.948. OPEL PORTUGAL S. RTC LDA SOMAFEL S.SAN JOSÉ S. DOS TRABALHADORES -2. DAIMLERCHYSLER RAIL SYSTEMS S. N.A. O que não quer dizer que essas empresas contribuíram com essa percentagem para a riqueza nacional. regionais. CONST.6 por cento em 2001. CENTRAL DE CERVEJAS S. que galgou 313 posições. os accionistas das 500 tinham investidos 28. N. no mesmo ano as vendas das PÚBLICO 500 deram um pulo de 10.ª. Distintas são também as empresas que integram a lista das 500 de 2000 e 2001. CLASS.º TRABALHADORES 332. e ainda mais aos investidores em bolsa. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 EMPRESA PSA GESTÃO S.A. DIAGEO PORTUGAL LDA TOP TOURS LDA CIBAL S.A. e fechado pela CP. QUEM ENTROU.º LUGARES PERDIDOS 163 142 133 114 5 6 7 8 9 10 NOVIS TELECOM S.A. No crescimento das vendas.5 por cento da população empregada. com prejuízos de quase 270 milhões . AGROSS C.A.A.073 N.284. A saída mais marcante é também de uma empresa do sector automóvel.800.509.A. Mas valeu a pena: o conjunto das empresas que fazem parte da lista deste ano registou lucros de cerca de 2. Em termos sectoriais.O.A.3 mil milhões de euros em capitais próprios. Taxas de variação e rentabilidades calculadas apenas com base nas empresas com registos nos dois anos . 2001 26 66 67 72 83 125 157 159 167 168 Começando pelas empresas.2 por cento.537. RADIOTELEVISÃO PORTUGUESA S. J. destaque para a RCI Gest.9 mil milhões de euros. parceira desde a primeira hora neste projecto.9 CAPITAL PRÓPRIO 288.8 CRESC.659. do produto interno bruto do país nesse ano.A.A.400. como atestam os relatórios sobre a economia portuguesa.A. pouco mais de metade do ritmo de crescimento da lista PÚBLICO 500.5% 2. sectoriais e. A lista de 2001 integra mais de cem empresas que não estavam nas 500 de 2000.850. Pelo contrário.A. ASTRA PORTUGUESA LDA TEODORO GOMES ALHO & FILHOS LDA SONAE . 17.277.0 14. ELECTROTÉCNICA S. RENAULT GEST S. para os quais não temos informação disponível. cerca de 6..A.D. TELEPAC S. a “pior” é a BP Lubs. a que mais subiu foi a Novis. a riqueza gerada no pais aumentou.599. SOTÉCNICA . também há números para todos os gostos. FUJITSU SIEMENS COMPUTER S. DE PÚBLICO 500 2001 VENDAS 84. INSTITUTO LUSO-FÁRMACO LDA JAIME RIBEIRO & FILHOS S. PT PRIME S.1 escudos — e uma rentabilidade de dez por cento é de fazer inveja aos titulares de depósitos a prazo. é necessário subtrair às vendas os consumos intermédios.2% LUCROS 2.2 por cento escondem realidades muito distintas. Em todo o caso. CENTRALCER S.L. da 474.A.255. que mal ganham para a inflação.. 1 2 3 4 . com mais de 450 milhões de euros. DAS VENDAS 10.O. até. ao passar de 236. isso não se nota no conjunto das 500 maiores empresas não fi nanceiras do país por vendas.9 mil milhões de euros. N.A.A.G R A N D E S N Ú M E R O S Abrandamento.0 N. Nota: Os dados nãos são directamente comparáveis devido à entrada e saída de empresas da lista. HONDA AUTOMÓVELS.6% CAPITAL SOCIAL 15.. por cada cem escudos de capital próprio.

A quebra da publicidade acabou por penalizar a rentabilidade dos media.4 5 BRISA S.9 . 11. CAP.9 -615.6 7 8 SONAE . 6 VASP LDA 7 GESPOST LDA 8 RECHEIO S.0 166.INDÚSTRIA S.A. RENT.057 5. ACCENTURE S.731. 1. 5 TURBOGÁS S.A. 6 REN S..0 GLAXO WELLCOME FARMACÊUTICA LDA 1 EDP DISTRIBUIÇÃO S. EDP DISTRIBUIÇÃO .880.A SAP PORTUGAL SOC. 1 2 penalizadas pelo abrandamento foram a RTP.0 -425. 8 METROPOLITANO DE LISBOA E.A. YAZAKI SALTANO DE PORTUGAL LDA -81. 10 LEAR S.A.0 36. EFACEC S.HYGIENE PRODUCTS LDA NOVIS TELECOM S. o que equivale a uma rentabilidade de menos 231 por cento! As empresas mais MELHORES.A.A.A.0 994. UNIPESSOAL LDA PORTELA & Cª S.226.. LUSOCERAM S.0 -14. VENDAS % -67.9 -255.A.O.A..3 3 4 ALCATEL PORTUGAL S.. 6. Em termos regionais.8 -89.0 CAPITAL PRÓPRIO 17.027 3 4 3. com prejuízos de 27 milhões.IMOBILIÁRIA GESTÃO S.M. E PIORES MENOS RENTÁVEIS MAIORES.A. A imprensa.A..0 -15. mas a grande distância.5 9 10 PORTUGÁLIA S.300 5 6 GMAC LDA CPPE S. N.0 541. CORTICEIRA AMORIM . 4 PORTUCEL S. EMPRESA -115.A.2 9 10 BOREALIS POLÍMEROS S.5 1 CTT S.A. 186. 10 TAP S.A.A.9 -43. 1 2 EMPRESA ROCHE LDA EMEF S.7 9 PINGO DOCE S.2 1 CAMINHOS DE FERRO PORTUGUESES E.O. IBERUSA S. -32. -173.5 -72. RADIOTELEVISÃO PORTUGUESA S. 4 STCP S.0 9 10 INSTITUTO LUSO-FÁRMACO LDA DAIMLERCHYSLER RAIL SYSTEMS S.A. EMPRESA Valores em milhares de euros CAPITAL PRÓPRIO -497.O. 1 2 MENOS DINÂMICAS VAR.A. 6. EMPRESA Valores em milhares de euros CAPITAL PRÓPRIO 6. Como seria de esperar.A.717. MAIS RENTÁVEIS N. CAP. o distrito mais próximo.A.A.A 102. 4 PT COMUNICAÇÕES S.6 3 4 MITSUBISHI MOTORS DE PORTUGAL S.069. I . as 500 confirmam mais uma vez a macrocefalia do país.688.HIPERMERCADOS S.6 745.6 -40.A.0 7 8 C.0 N.1 562.A.A. 3 4 SCA .A. PRÓRIO % -340. 6 SECURITAS S.9 -115.4 -173. 9 ABAR S. 10 RTC LDA EMPREGADOS N. 1 2 EMPRESA BP LUBS LDA CAPITAIS PRÓPRIOS N. com prejuízos de 118 milhões de euros para capitais próprios de 51 milhões de euros.A.2 5 6 LUSOPONTE S. nos media recuaram 11 por cento.3 217.0 -32.234.5 113.000 EMPRESA ERICSSON LDA RENT. O distrito de Lisboa mete 278 empresas na lista. 2 EDP DISTRIBUIÇÃO S.A. 3 CARRIS S.A.A.169.A.7 3 PETROGAL S.000 7.2 -36.1 MAIS DINÂMICAS N.O.O. que são mesmo o sector menos rentável das 500.096.. 222.A 2 PT COMUNICAÇÕES S. FUJITSU SIEMENS COMPUTER S.330 12.8 7 YAZAKI SALTANO DE PORTUGAL LDA 8 CAMINHOS DE FERRO PORTUGUESES E.249. muito por culpa da quebra da publicidade.P.A.0 -941.9 -28.A.P.9 346.758. 806. com perdas de 109 milhões. -76.2 7 8 FIAT AUTO PORTUGUESA S.0 -31.294 7 8 FORD LUSITANA S.A. CONTACTO S. SONAE .A.A.A.2 9 TMN S.226.559.P.5 86. 3 MODELO CONTINENTE . ENTREPOSTO .0 5 6 ASTRA PORTUGUESA LDA IRMÃOS VILA NOVA LDA 121.043.A.A.235.A.. responsáveis por mais de 70 por cento do total das vendas das 500.0 1. 85.ENERGIA S.A.A.1 7 SOPORCEL S.A. 118. -35.sector de electricidade.1 5 6 SIC S.6 EMPRESA SCAL S.862.VEÍCULOS E MÁQUINAS S.. 2 RADIOTELEVISÃO PORTUGUESA S.A. 100. VENDAS % 1212. PRÓRIO % 41.575.0 .A.IMOBILIÁRIA GESTÃO S.226.3 82. 694.A.031. é o do Porto.421 6.O. 8.6 100.774 11.300 9 10 DAI S.7 125. a publicidade é uma das primeiras da fi la. S.0 90.6 5 TAP S. enquanto Bragança e Vila Real não estão presentes na lista.A.A. com apenas 83 empresas e pouco mais de 14 por cento da facturação. 541.O. gás e água as vendas dispararam 40 por cento.994.9 -19. E MENORES VAR. e a SIC.A -90. CAPITAIS PRÓPRIOS N. Beja mete apenas duas empresas.A.A.8 -81.421. rádio e televisão são os primeiros a pagar a factura do abrandamento: quando toca a encolher gastos. -29. RTC LDA -37.

7 -0..027 3.880 3.0 625.827.1 AGRICULTURA E PECUÁRIA INDÚSTRIA EXTRACTIVA INDÚSTRIA FARMAÊUTICA COMÉRCIO FARMACÊUTICO INDÚSTRIA DA MADEIRA.7 20.683.983.4 -2.490. CORTIÇA E MÓVEIS COM.4 5.4 .O. CAP.5 6.8 33.916.182.446.O. CAP.765.586 6.8 5.00 COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS 1.9 32.261.818.9 19.769. 494 870 2586 3485 3638 3817 4233 6027 6160 6360 3 4 CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO 18.4 300.7 27.2 5.698.208. 1 2 SECTOR MEDIA INDÚSTRIA EXTRACTIVA N.0 9.176. DO VESTUÁRIO E DO COURO 17625 INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO 16813 IND.7 AGRICULTURA E PECUÁRIA 2.8 -0.O.825.3 5 6 INDÚSTRIA QUÍMICA INDÚSTRIA CELULOSE. CORTIÇA E MÓVEIS -2. CELULOSE.5 3 4 COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DA MADEIRA.1 679.10 AGRICULTURA E PECUÁRIA MEDIA INDÚSTRIA EXTRACTIVA INDÚSTRIA FARMAÊUTICA COMÉRCIO COM.40 318.0 382.8 9 10 9 10 INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS INDÚSTRIA TÊXTIL. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 SECTOR RENT.8 10.2 13.7 18.256.8 1.8 -231.9 4.9 12.1 561.7 5.90 201.3 242.405. SECTORES MAIS RENTÁVEIS N.7 -35.O. SECTOR 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 CAPITAL PRÓPRIO 20.5 1.70 COMÉRCIO AUTOMÓVEL 799.2 2. PRÓRIO % MEDIA -231.0 N. METALÚRGICA E METALOMECÂNICA Valores em milhares de euros SECTORES MAIS DINÂMICOS N.3 10.651.1 14.4 INDÚSTRIA QUÍMICA 5.5 34.7 -9.137. PRÓRIO % 30.844.8 16.807.452.809 24.963.7 INDÚSTRIA EXTRACTIVA -9.233 25. ALIMENTAÇÃO.5 201.4 13.6 7 8 INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO 11.8 26..4 334.0 580.º Trab.258.370.629.801.20 INDÚSTRIA QUÍMICA 1.7 7.8 INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA 7.9 91.659.30 454.349.9 -1.0 -11.6 92. CORTIÇA E MÓVEIS -1.4 6.944.2 N.756 7.4 SERVIÇOS DE TRANSPORTES -64..2 Valores em milhares de euros MELHORES.349.878. SECTOR 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 N.455.3 28.1 10.979.462.491.380.915.231.4 318..7 17.20 300.00 NDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS 1.436.3 INDÚSTRIA DA MADEIRA.792 CAPITAIS PRÓPRIOS N. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 SECTOR RENT.852.6 -0.521.80 COMUNICAÇÕES 3.1 8.7 -400.868.176. Prório % 10.829 16..664.684.6 -17.185. 572.5 5.715.C.3 14.5 -117.6 17.756.813 43.2 11.2 64.1 CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS 5.814.2 68.992.368 17.1 17.º TRAB.6 COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO 10.088.2 1.5 INDÚSTRIA AUTOMÓVEL 6. DO VESTUÁRIO E DO COURO 5.817 6. PAPEL E ARTES GRÁFICAS 2.137.3 58.7 50.235.9 302.420.10 312.9 55. DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO 1.135.452. DO VESTUÁRIO E DO COURO INDÚSTRIA FARMAÊUTICA MEDIA INDÚSTRIA DA MADEIRA.6 2.6 101. DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO 11831 500 84..896.O.111.6 1.2 645.6 2.485 4.C.671.132 11.3 89.9 341.797.490. % Líquidos 808.4 30.985.639.0 -11. VENDAS % -11. BEBIDAS E TABACO IND.8 19.176.6 42.992.º TRAB.4 18. DA MADEIRA.208.3 26.0 162.963.4 -7.5 33.º Class.5 8.8 7.4 COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS INDÚSTRIA FARMAÊUTICA SERVIÇOS COMÉRCIO FARMACÊUTICO COMUNICAÇÕES COMÉRCIO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.4 -0.715.160 36.1 8.8 1.40 162.3 2.173.261.937.985.7 5.981.400.651.O.2 202. ÁGUA E GÁS COMUNICAÇÕES N.763.80 50.2 18.984. Cap.855 33.3 3.50 IND.6 20.349.8 16.436.360 6.1 3. SECTOR 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 N.925. MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO FARMACÊUTICO IND.8 Rent.3 -1.20 CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS 1.741. VENDAS % 40.7 15. SERVIÇOS 43749 COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.135.00 382..884. -15.5 799.7 454.1 941.9 3.960.7 6. N.176.7 11.2 9.G R A N D E S N Ú M E R O S / S E C T O R E S AS 500 POR SECTOR AGRICULTURA MAIORES.6 5 6 COMÉRCIO FARMACÊUTICO SERVIÇOS INDÚSTRIA FARMAÊUTICA SERVIÇOS DE TRANSPORTES 13.562.4 13.629.9 -23.3 1.309.9 -57.638 870 494 332.067.O.208.0 40.9 20.054 8.741.E MENORES CAPITAIS PRÓPRIOS N.3 4.4 2.551.2 -8.2 41.4 19.8 INDÚSTRIA TÊXTIL.963.801.625 2.7 11.3 SECTOR ELECTRICIDADE.455.749 6.867.2 1.9 9.8 -37.458.9 6.6 1.8 6.420. CORTIÇA E MÓVEIS INDÚSTRIA EXTRACTIVA AGRICULTURA E PECUÁRIA PÚBLICO 500 10.487.868.543.749 11. Vendas Var.4 174.1 51.684. SECTOR 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 CAPITAL PRÓPRIO ELECTRICIDADE.481. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO AUTOMÓVEL .00 SERVIÇOS 1. 2001 Valores em milhares de euros EMPREGADOS N.9 89.1 17.9 10.700.559.491.551.1 19.9 312.00 IND.601.8 58.765. CORTIÇA E MÓVEIS COMÉRCIO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO MEDIA COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS INDÚSTRIA QUÍMICA Valores em milhares de euros 24 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .6 28.575.7 6. PAPEL E ARTES GRÁFICAS -1.1 11.4 5. 1 2 SECTORES MENOS DINÂMICOS VAR.256.833.084. BEBIDAS E TABACO COMUNICAÇÕES COMÉRCIO AUTOMÓVEL CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO FARMACÊUTICO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO SERVIÇOS DE TRANSPORTES COMÉRCIO INDÚSTRIA QUÍMICA INDÚSTRIA CELULOSE.5 37. ÁGUA E GÁS 7.1 3.6 1.818.8 N.5 42.672 32.1 20.096.70 242.3 15.216.2 2.3 -1. E PIORES SECTORES MENOS RENTÁVEIS N.9 257.0 -7.1 N. ÁGUA E GÁS 17749 INDÚSTRIA TÊXTIL.456.540. Sector Emp.8 -7.375.4 8.O..833. BEBIDAS E TABACO 36855 COMUNICAÇÕES 33054 CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS 32809 SERVIÇOS DE TRANSPORTES 25880 INDÚSTRIA AUTOMÓVEL 24829 ELECTRICIDADE.7 44.700.592.456.8 -64.C.537.263.180.0 20.1 619.1 11.5 1.597. DO VESTUÁRIO E DO COURO 4.987.8 EMPREGADOS VAR.831 3. PAPEL E ARTES GRÁFICAS INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA TÊXTIL.948.0 1.316.1 2.164.4 -24. % Resultados Var. ÁGUA E GÁS COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.7 -1.5 Capital Próprio 7.2 7 8 COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA -0.0 2.718.60 Virar de página 12 17 35 11 46 52 16 43 42 19 21 20 13 27 19 12 16 22 21 11 11 11 1 2 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 ELECTRICIDADE.575.5 1. 656.

A.884.6 64.385.000.LOGÍSTICA LDA 81.985.631.30 28.869.178.356 3.A.8 46.988.A.178.394. 1 500 6 EMPRESA VENDAS 1.90 1.736.O.871.6 60.374. 1.727.0 617.219.O.IMVT S.344.564.579.20 487.A.80 88.021.2 5 6 162 181 RIOPELE S.730. LISNAVE S.671.053.045.592.G R A N D E S N Ú M E R O S / D I S T R I T O S AS 500 POR DISTRITO N.A BP PORTUGUESA S. 103.0 7 8 328 380 MAHLE S.868.914.273.169.507.A.10 83.A. LABORATÓRIOS PFIZER LDA SLEM LDA 2.650. SIMOLDES LDA 158.648. GRUNDIG . VENDAS 170. TAP S.50 287.685.169.A. AUTO SUECO (COIMBRA) LDA 116. LEAR S.851. STORA CELBI S.A. 88.979.A.104. VICAIMA S.035 625 1.852.A PETROGAL S.588.248.124.220.30 653.575.50 6.470.2 92.5 9 10 12 13 SHELL PORTUGUESA LDA VODAFONE TELECEL S.00 AS MAIORES POR VENDAS AVEIRO N.A.SIS.6 280.305.7 105.60 4.509. 1 500 40 N. DOW PORTUGAL S.00 15.845.90 26.80 856.129.A.60 82.405 2.860.292.90 123.10 668.594.080 15.40 -23.0 N.539 2.HIPERMERCADOS S.0 9 10 394 398 FAPRICELA S.3 88.00 87.601. 60.921.A. ECCO’LET (PORTUGAL) LDA 91.973.305.194. 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 4 46 53 116 125 128 144 149 163 223 EMPRESA VENDAS 111 113 CASCA S.A.3 139.134.50 555.303.8 281.864.360.426 1.50 189.1 261.80 47.432.ª SODICENTRO LDA 45.7 102.954.572.758 2.876. LACTOGAL S. BAVIERA S.A.593 2.A.9 9 10 249 278 EMPREITEIROS CASAIS S.1 69.292.AÇOS PLANOS S.500.8 121.A.417.50 Capital social 12.153.30 18.A.2 7 8 10 11 CPPE S.385.60 11.397.3 5 6 8 9 TMN S.A.60 65.80 97.10 1. SALVADOR CAETANO . OPTIMUS S. SOQUIFA S.A.90 178. 79.725.606.50 10.797. OCP PORTUGAL S.628.899. REN S.242.041.50 178.A.321.60 67.A.035.20 10.00 853.A.905.90 9.323.1 Valores em milhares de euros Valores em milhares de euros Valores em milhares de euros .382.80 1.60 268.907.60 291.9 44.529.A.100 811 357 332.390 2.R.60 198.952.0 3 4 139 155 AUTO INDUSTRIAL S. 500 1 92 BRAGA EMPRESA VULCANO S. 1.994.00 149.A.L.50 31.491.2 9 10 298 305 PROLEITE C.538.20 73.391.1 7 8 221 295 FERPINTA S.A.531.796.735. VIDREIRA DO MONDEGO S.9 106.0 2 3 4 57 99 106 CONTINENTAL MABOR S.0 106. 53.20 Empregados 206.164.360.693.012.484.948.10 666.A.370.60 84.853.667.0 1.6 291.50 521.00 121.885.00 150. MERLONI S.3 1 2 EDP DISTRIBUIÇÃOS.3 5 6 184 190 SOLVERDE S.7 MANUEL MARQUES DOS SANTOS CAVACO S.1 7 8 212 237 LAMEIRINHO S.8 330. MODIS S.899.563.A.792.80 46.088.60 12.00 39.A. 70.796.098.A. CARCLASSE S.414.20 285.50 -53.299 3.7 160.A.90 273.8 123. 500 1 2 EMPRESA VENDAS LISBOA N.586.5 602. SOARES DA COSTA S.292.50 33.0 2.574 59.278.60 2.659.731. ALLIANCE UNICHEM FARMACÊUTICA S.995.A.833.50 -14.721.90 Capital próprio 22. COELIMA S.005.677.R.378.A.0 5 6 192 256 ALVES BANDEIRA & Cª LDA FARBEIRA C.491.664.355.O.50 55.50 211.426.426.614.00 76. 2.662.379.6 AUTOEUROPA LDA BOREALIS POLÍMEROS S.859. 142.4 2.70 218.230.10 98.404 16. 1.A.30 57.A.5 2 3 4 5 6 7 8 9 10 7 20 22 35 38 45 55 58 64 MODELO CONTINENTE . DE ELECTRÓNICA LDA 280.062.2 Valores em milhares de euros Valores em milhares de euros Valores em milhares de euros COIMBRA N.A.6 124.80 Resultados líquidos 2. UNICER S.L.9 73.781.012.0 329. GRUNDIG .O.70 14.463.7 112.118.701. DIAGEO PORTUGAL LDA LUSOSIDER .A.A. 5. 1.046.0 2 3 4 100 127 150 BERTRAND FAURE S.70 737.A.O.363.577.939.4 78.368.30 17. 500 1 2 EMPRESA VENDAS SETÚBAL N.A.30 279.466. 58.5 134.O.841.A.910.2 1.209.495.253.601.40 425.A. SOPOL S.958.0 956.882.040 12.º empresas Distrito nas 500 278 83 23 29 29 10 7 7 7 4 5 5 3 4 2 2 2 LISBOA PORTO SETÚBAL BRAGA AVEIRO COIMBRA VISEU LEIRIA SANTAREM VIANA DO CASTELO PONTA DELGADA FUNCHAL PORTALEGRE FARO BEJA CASTELO BRANCO ANGRA DO HEROISMO PÚBLICO 500 Valores em milhares de euros Vendas 59.222.821.7 3 4 3 5 PT COMUNICAÇÕES S.233.0 5.50 2.9 414.660.786.6 379.885.40 169.202.541.3 PORTO EMPRESA BLAUPUNKT AUTO-RÁDIO LDA VENDAS 366.503.1 150.A.20 4.

30 VARIAÇÃO % 68.10 71.7 21.60 CAP.258. da confiança das famílias e da evolução da capacidade de compra das grandes massas consumidoras.90 79. indiciando alguma dificuldade na afirmação desta forma de distribuição de produtos no mercado português. sétima.2 1.046. registem-se os prejuízos de três empresas do grupo Jerónimo Martins — o “cash & carry” Recheio.7 14. LÍQUIDOS 16. ambas ligadas à importação e comércio de cereais — a líder AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 61 73 87 209 219 225 240 247 259 273 EMPRESA UNIFAC S.9 1.9 1. supermercados e “cash & carry”.644.501.555.2 1. face a 2000. “salvando-se”.6 58.A.5 N.A. MICHELIN LDA SONAE TAFIBRA S.S E C T O R E S COMÉRCIO Cereais fazem a despesa DAS 27 EMPRESAS que integram o segmento das 500 maiores que compõem o sector do comércio em geral. um excelente barómetro da saúde da economia.962. É um sinal claro do abrandamento económico que se tem vivido nos últimos tempos em Portugal. De registar ainda baixas de vendas numa empresa de ferros e aços — Estabelecimentos J.2 14.8 14.6 3.A.3 -1.60 230.128. se situam aquém da inflação. 1.CASH & CARRY S.DISTRIBUIÇÃO ALIMENTAR S. 637. PRÓPRIO 38.981.60 MANUEL NUNES & FERNANDES LDA 156. os supermercados Pingo Doce e a Jerónimo Martins Distribuição de Produtos.00 1.4 7.825. 5.811.A.3 6.D. I C .991. as 37 empresas integrantes do comércio de alimentação.40 496. Passaram a integrar o “ranking” das 500 maiores.3 4.A. PRÓPRIO 14. com uma quebra no volume de negócios de 11 por cento. Apesar de tudo.852.601. 28 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . DE BEBIDAS LDA 124.A.90 TOTAL DAS 35 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros. os grandes grupos distribuidores instalados em Portugal têm conseguido suster as quebras nominais de vendas.4 11.7 13.40 N.2 15.80 8.A. B. igualmente do grupo liderado por Alexandre Soares dos Santos.70 DIAGEO PORTUGAL .919.9 42. Passaram a integrar o “ranking” das 500 maiores uma empresa de origem galega.00 67.00 Cª PORTUGUESA DE HIPERMERCADOS S.Comércio Internacional de Cereais viu as suas vendas dispararem 42.CASH & CARRY PORTUGAL S.C. a Casa da Sorte. garantindo acréscimos que. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos apostas mútuas que integra a lista das 500 maiores.6 1. SOARES CORREIA S.A.558. A maior baixa de vendas registou-se na única empresa ligada à comercialização de TOTAL DAS 27 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros. -999 12.10 64.197. 112.853. VENDAS 275. a Caetano & Montalverne (hipermercados). um sinal de que os tipos de jogo ligados à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa continuam em perda face às cada vez mais populares “slot-machines” exploradas pelos casinos portugueses. e a Modis Distribuição Centralizada. a Unifac.A. a Lido Sol II (supermercados) a DAGC (distribuidora de produtos alimentares).7 -7.30 167.594.70 PINGO DOCE . 323.7 N. 1. a Ribeiro. apenas uma deu prejuízo.970.DISTRIB.6 5. J. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos Neste contexto. registou um aumento de vendas próximo dos 70 por cento.231.7 5.A.00 1.9 17.80 4.2 N. 793.00 MODIS .40 55.499. que saltou do 99º lugar entre as 500 em 2000 para o 59º lugar no ano passado.7 RESULT.4 N. com relevo para as grandes cadeias de hipermercados. embora quase insignificante (. bebidas e tabaco estão sobretudo ligadas à chamada distribuição moderna. a Diageo Portugal (distribuidora de vinhos).80 RECHEIO .091.8 10.70 2. ZARA PORTUGAL LDA FLORÊNCIO AUGUSTO CHAGAS S.513.361.90 11.HIPERMERCADOS S.2 14 N.8 31.546.9 8. pelo tipo de produtos que comercializam. CASA DA SORTE S. em boa parte explicada pelos acréscimos exponenciais registados em duas das empresas do “ranking”.628.723.D.30 42. seis empresas: a Goodyear Portuguesa (pneus e câmaras de ar) a Pull & Bear (pronto-a-vestir). OLEOCOM S.7 6.00 78. AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 6 7 14 15 17 18 25 47 102 125 EMPRESA VENDAS VARIAÇÃO % 2.513.30 MAKRO .665.30 FEIRA NOVA . 541. São.00 CARREFOUR (PORTUGAL) S.491.7 11.656.A. a Aviludo (comércio alimentar). Faria (calçado) e a Unimadeiras (comércio de madeiras).4 por cento). R .00 191. 703. Justino das Neves (materiais para a construção) a Abar (adubos e fertilizantes). A crónica macrocefalia lusitana e o poder de atracção das duas grandes metrópoles manifesta-se no facto de.118. a Lourinho (conservas de carne).8 N.497.5 RESULT. 2. também a Lusograin . com lucros em 2001. LUSOGRAIN LDA LOJAS FRANCAS DE PORTUGAL S.043. Entre as empresas que divulgaram resultados de exploração em 2001.202.10 -7. é significativo que o volume de vendas total em 2001 tenha diminuído.10 2. o destaque mais óbvio vai para uma subida global das vendas superior a 15 por cento.6 6. mesmo que marginalmente (menos 0. LÍQUIDOS 1.984.930.D. Fernandes — e na empresa de venda por catálogo La Redoute Portugal.DISTRIBUIÇÃO CENTRALIZADA S. 14 terem sede na capital e cinco no Porto. -5 32.950. 826.6 por cento em 2001 face a 2000. a J.605.5 15. sexta maior empresa portuguesa em volume de negócios. ambas do grupo Sonae —. no espaço comum europeu e no mundo. a rede de hipermercados Feira Nova.70 72.º EMPREGADOS 11774 1606 4550 6057 3320 2000 1090 1800 405 149 36855 MODELO CONTINENTE .2 -11 7.70 175. de um modo geral.40 83.A.º EMPREGADOS 15 11 1233 271 70 20 9 261 162 129 3817 do segmento.5 17. No capítulo dos resultados de exploração. BEBIDAS E TABACO Vítima do aperto de cinto COM DUAS EMPRESAS no “top ten” das 500 maiores — a Modelo Continente Hipermercados.D. entre as 27 empresas.80 CAP.A.85 euros).A.A.4 45.5 22.9 13.HIPERMERCADOS S. a Constantinos e a Carpan (comércio alimentar). I CA R L O S R O M E R O COMÉRCIO DE ALIMENTAÇÃO.735.

8 11. Foi.636.00 5.426.330. a tendência do sector.6 -1. COFANOR C.9 44.5 19. VENDAS 414. tal como se prevê.00 165.562.6 por cento de acréscimo para o conjunto das 500 maiores.70 261.90 160. SOQUIFA S.169.A.A. LÍQUIDOS 29. que elimine a progressividade do imposto em função da cilindrada. o sector tem mantido em 2002 o mesmo comportamento.L. LÍQUIDOS 2.A. da 429ª em 2000 para a 173ª posição em 2001.4 por cento.742. enquanto a Auto Sueco continuou a ser a maior empregadora de um sector fortemente pulverizado. a descida acumulada de maior peso foi a dos comerciais ligeiros. contra lucros de 1.9 1.445.160. ROCHE LDA BOTELHO & RODRIGUES LDA COOPROFAR C. Prova disso mesmo é o facto de a rentabilidade dos capitais próprios do sector ter atingido os 19.6 por cento nas vendas.2 -5.090.º EMPREGADOS 424 210 208 200 186 169 130 212 58 95 3485 TOTAL DAS 21 EMPRESAS DO SECTOR 2. o que lhe permitiu entrar directamente para o 426º posto do “ranking”. já neste quadro que a SIVA manteve.357.00 2.L.512.R. de 13.869.3 por cento. Apesar de alguns casos em que os resultados pioraram.4 milhões em 2000.904.753. CODIFAR C.A.30 6.683. foi o do comércio automóvel.462.1 14. o clima de arrefecimento de vendas mantém-se.5 11. A criação de um regime fiscal mais justo. I LURDES FERREIRA COMÉRCIO FARMACÊUTICO Ganhar a cooperar AS EMPRESAS dedicadas à comercialização de produtos farmacêuticos que fazem parte das 500 maiores do PÚBLICO.40 6. com o AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 16 26 28 33 41 44 58 60 63 80 EMPRESA SIVA S. O sector reclama há anos uma reforma da fiscalidade automóvel.9 16 222.386.590. que os veículos automóveis passem a ser menos caros em Portugal. um clássico barómetro do consumo.835. OCP PORTUGAL S. com menos 12. graças a um acréscimo das vendas em 121.7 33. em 2001.597. FIAT DISTRIBUIDORA DE PORTUGAL LDA BAVIERA S.1 12. que amargou com prejuízos de 4.992.405.8 10.8 11.3 28.2 13. contra uma quebra de 23.7 milhões de euros alcançados em 2000.9 milhões de euros para 42.6 por cento no comércio automóvel.214. Melhor esteve a Wyeth Lederle Portugal .º EMPREGADOS 210 100 29 145 172 88 536 380 93 822 8672 TOTAL DAS 46 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.10 -2.7 9. Em curva descendente. O mesmo já não pode dizer a Roche.R.3 por cento nas vendas.437.A. porém.00 -355.80 10. FIAT AUTO PORTUGUESA S.8 19.301. todo-o-terreno e comerciais ligeiros.3 44.0 por cento. AUTO SUECO LDA VENDAS 734.90 1.6 -1.576.579.8 milhões de euros. esteve a Merck Farma e Química que caiu da 473 para a 497ª posição. Os resultados líquidos ressentiram-se e recuaram 2.6 -5. o que se verifica já desde 1999. Não obstante. por agora.60 280. que sofreu um decréscimo de 1.1 4.20 2. RCI GEST S.R.8 10.00 -672.875.40 206. IA N A R I TA G U E R R A 30 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .2 19.80 525. mas o Orçamento do Estado para 2003 deixou claro que a sua concretização não é para os anos mais imediatos.403.40 280.385. de quebra de vendas. por isso.20 23.2 por cento.560. passaram de 14.00 331.027.20 -11.Hygiene Products que quase triplicou as vendas.R.30 VARIAÇÃO % 9. que também viu as vendas baixarem em 7.A GMAC LDA MERCEDES-BENZ PORTUGAL S.8 11.10 138. muitas das quais são cooperativas.90 CAP.10 278.564. Além disso. tiveram em 2001 uma evolução favorável.885.A.80 1.7 por cento. sobretudo por via da incorporação de uma componente ambiental.738. a empresa mais que duplicou o número de trabalhadores e alcançou resultados líquidos de 4.2 10. registando aumentos nas vendas.L. a liderança no ramo. Por segmentos.2 por cento das vendas das 500.371. ou seja.428.3 -11.8 -32 -8. é para a estabilidade ou incremento da rentabilidade.40 479.4 N.30 430. AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 35 59 64 74 97 99 114 137 152 158 EMPRESA ALLIANCE UNICHEM FARMACÊUTICA S. categoria que inclui ligeiros de passageiros.5 por cento.263. Com a defi nição de questões como esta ainda longe no horizonte.20 230. A Astra Portuguesa também se destacou ao galgar mais de 250 posições no “ranking”. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos A subida mais espantosa aconteceu com a SCA . PRÓPRIO 53.10 12.10 89.176. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos fi m do actual imposto Automóvel (IA).7 milhões de euros.1 17. quase o dobro dos 10.6 -340.3 N. nos resultados líquidos e no número de trabalhadores. a variação negativa nos lucros é ainda mais expressiva: 33.A.70 CAP.9 17 -31. tendo-se destacado por contrariar o ambiente geral de redução dos lucros (entre as empresas com dados disponíveis).3 13.7 RESULT.508.8 -7 12. defendendo que só assim se poderá dar um novo fôlego ao sector.S E C T O R E S COMÉRCIO AUTOMÓVEL De marcha atrás SE HÁ SECTOR que reflectiu o abrandamento económico em 2001.7 -30.7 7.70 264. Sensível à quebra da procura interna e. não significa.30 1.00 863.2 8. LEVERELIDA LDA UNIÃO FARMACÊUTICOS DE PORTUGAL C. assim. a redução verificada nas vendas foi de 9.60 116.3 17.A.50 364.30 104. ou seja.4 RESULT.825.2 11.20 Valores em milhares de euros. Nos primeiros nove meses do ano em curso. em consequência de uma quebra de 7.A.8 milhões. PEUGEOT PORTUGAL S.863. que representa 3.30 106. PRÓPRIO 13. Com a descida das vendas a contrariar a média das 500 maiores.90 VARIAÇÃO % 10.4 -10. AUTOMÓVEIS CITROEN S.1 por cento registados pela média das 500 do PÚBLICO.L. mais 180 por cento do que os 1. a empresa conseguiu uma rentabilidade dos capitais próprios.640.9 58.20 -4.8 por cento para os veículos ligeiros.

A.1 5.644.363.7 37. assinado em Julho de 1999. a maior empresa deste ramo (a Petrogal.5 83. I LURDES FERREIRA 32 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .5 30.1 4.00 10.10 237.055.4 35.90 116.9 88.2 29.979.D.5 32.00 431.7 36.2 8. para José Valverde. revendedores de computadores e material informático.827.7 32 -2.A.9 12.60 9. Para além dos problemas da conjuntura. SHELL PORTUGUESA LDA CEPSA LDA REPSOL PORTUGAL LDA GALPGESTE LDA ESSO PORTUGUESA S.00 147. José Valverde admite uma quebra nas vendas no final do ano em curso.539.40 6. PRÓPRIO 64. entre o Estado e as petrolíferas para o “congelamento” dos preços de venda ao público.246.3 2. — PORTO Cª IBM PORTUGUESA S.4 -0. baseou-se na utilização de um fundo de correcção. Foi também um ano com menos dúvidas do que o que vivem actualmente face à prometida AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 2 9 12 32 49 62 70 95 107 140 EMPRESA PETROGAL S.7 por cento nas vendas das 500 maiores do PÚBLICO.90 201.1 15.5 85. “As empresas de imagem médica (radiologia) são das mais prejudicadas”.303.40 8. enquanto as petrolíferas “pagavam” na situação inversa.141. mas também as que fornecem fios e cabos eléctricos para obras do próprio Estado chegam a esperar até dois anos para receberem o que lhes é devido. Este foi o último ano de vigência do acordo. Por isso.3 1 8.70 871. BP PORTUGUESA S.00 50.30 195.810. através da IBM e da Hewlett Packard.387.I. — LISBOA SOLBI LDA — LISBOA D.046.8 N.758.259.10 VARIAÇÃO % 23.º EMPREGADOS 2777 340 319 200 120 1000 128 400 9 180 6160 liberalização do preço dos combustíveis em 2003 e antes da qual esperam ver arrumadas várias dúvidas — a definição de um mecanismo de acompanhamento dos preços livres e um novo sistema de liquidação de IVA sem esquecer a entrada em funcionamento da autoridade da concorrência.360.A.215. junto dos consumidores.5 48.A. “Estamos a falar de empresas em que o Estado representa mais de 50 por cento da facturação”. Mas basta olhar para o “ranking” dos maiores grupos desta actividade que pesa 2. mas dos lucros.1 -17.550. quando o preço praticado por estas era inferior ao que aplicariam se se reflectisse os preços internacionais.807.L.2 RESULT. onde em 2001 as empresas continuaram a aumentar a facturação. PRÓPRIO 8.40 2. refinadora de petróleo) viu os seus lucros multiplicarem-se duas vezes e meia.429.375.70 CAP.694.1 -22. I C L A R A T E I X E I R A COMÉRCIO DE PRODUTOS PETROLÍFEROS Ano dourado AS PETROLÍFERAS bem podem recordar 2001 como um dos seus anos dourados de actividade. acrescenta. entre outros.973.50 307.214.A. Quatro das maiores empresas do sector ditaram a tendência.60 266. fotográfico e de TOTAL DAS 20 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.A.8 10.3 39.00 1.9 2.40 N. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos Um dos pontos que mais se destaca é o da relação entre as vendas e os resultados líquidos.496.20 520.00 1. para perceber que a heterogeneidade dos seus AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 75 76 77 84 86 91 105 108 122 131 EMPRESA WORTEN S. SONY PORTUGAL LDA SAMSUNG S.40 VARIAÇÃO % -3.3 N. — LISBOA VENDAS 229. — PORTO CARDOL LDA — LISBOA VENDAS 5.90 CAP.70 3. 5.9 8.8 2.1 4.316. “mas se o Natal correr bem pode ser suficiente para equilibrar os valores”. esta última em fase de fusão com a Compaq. dirigente da Agefe.677.50 167.176. “um dos maiores problemas do sector”. LÍQUIDOS 13.845.8 N. na medida em que reúne grandes superfícies comerciais de venda de electrodomésticos.7 -0.A. S.40 120. fornecedores de telemóveis de alta-fidelidade.5 27.00 27. ERICSSON TELECOMUNICAÇÕES LDA CPCDI S. RODOGESTE LDA — LISBOA PETRIN S.5 625.40 11.601. No segmento dos bens de consumo.º EMPREGADOS 690 532 106 168 320 125 171 40 210 100 4233 problemas é proporcional à da sua composição. que quebraram 0.80 223. As empresas que vendem computadores e de telemóveis marcam igualmente presença forte no “ranking” dos grossistas de material eléctrico e electrónico.A. e a Shell também melhorou.00 1. TOTAL DAS 17 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.1 18.039.426.739.266.A.309. de subidas do preço do crude no mercado internacional. Duas delas saíram de prejuízos para fortes resultados positivos (a BP e a Repsol).3 10.040.S E C T O R E S COMÉRCIO DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO A braços com calotes O ATRASO nos pagamentos devidos das administrações central e local às empresas de comércio de material eléctrico e electrónico é.1 por cento em 2001 neste ramo do comércio.5 29.1 -4. a Agefe — associação que representa empresas grossistas e importadoras de material eléctrico e electrónico. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos relojoaria — prefere definir a actividade em dois segmentos: bens de consumo corrente (electrodomésticos) e bens de equipamento (material eléctrico e electrónico). O dinamismo não vem das vendas.80 20. mas em particular dos transportadores.1 6. A então chamada política de estabilidade de preços.3 24.9 174.60 162.3 10. que quadruplicaram naquele ano.8 22.232.085. em que se verificaram variações recorde face ao comportamento geral das 500 maiores empresas portuguesas não fi nanceiras. que pretendia minimizar os efeitos.50 175.1 RESULT.2 31.30 214. José Valverde refere que no segmento dos bens de equipamento há empresas muito afectadas pelo atraso nos pagamentos do Estado.187. o que em 2002 deverá fazer com que a sua posição no “ranking” se altere. COMPUTER 2000 PORTUGUESA LDA HEWLETT-PACKARD PORTUGAL S.00 1. 64.40 295.454. LÍQUIDOS 84.60 149.D.717.A.70 151.592.780.252.10 125.223. através do qual o Estado pagava às petrolíferas.

VENDAS 2. apesar de em 2001 ter obtido maior volume de negócios que a Novis (cerca de 157 milhões de euros). CTT .813. OPTIMUS S.503. PT PRIME S.00 271. 2.80 255. mantendo a mesma posição que em 2000.D. a despedimentos e à “hibernação” das prometidas tecnologias do futuro.777. mas os três operadores móveis conquistaram terreno e estão cada vez mais perto da empresa líder da tabela.A.8 50.20 CAP. observa-se uma predominância das empresas do grupo PT.30 103.807.914.A.00 64.1 N.70 54.3 9. MARCONI S. TMN S. PORTUGAL TELECOM INOVAÇÃO S.3 13. a TMN (do grupo PT).00 956.344. O sector das telecomunicações assistiu em 2001 a falências.2 23.00 1.A. notou-se ao longo de 2001 uma perda de receita na rede fixa e sua respectiva transferência para o negócio móvel.636. PRÓPRIO 17. em conjunto.A.6 20.A. 14.CORREIOS DE PORTUGAL S.830. a Vodafone e a Optimus movimentam já. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos A quebra não foi suficiente para destronar a PT Comunicações do “ranking” das maiores empresas do sector.577.648.624.6 38.168. com a Anacom e ainda com alguns dos seus maiores accionistas de referência.8 6.80 20. a tão esperada fusão entre a Oni e a SonaeCom.S E C T O R E S COMUNICAÇÕES O telefone não toca A PORTUGAL TELECOM (PT) ainda deu um ar da sua graça e começou o novo ano a fazer um grande negócio. Com oito milhões de utilizadores de telemóveis em Portugal.70 N.7 13. que se traduziu pela criação de uma “joint-venture” com a Telefónica para o mercado móvel no Brasil. LÍQUIDOS 276.6 30.D. Desde o final do ano passado que se arrastam temas que ainda marcam a agenda diária dos jornais.428. No resto da tabela. 18. I C L A R A T E I X E I R A .484.1 N.D.8 RESULT.985.756. Entre eles. logo em Janeiro de 2001.60 636. que passou os restantes 11 meses do ano em guerra com os pequenos accionistas da PT Multimedia.60 2. 656. maior volume de receita que a PT Comunicações. como a Televisão Digital Terrestre (TDT) e a terceira geração móvel (UMTS). o direito à interligação por parte da OniWay. No terreno. Mas a euforia nas telecomunicações tinha morrido em 2000. TV CABO TEJO S.6 166. O melhor exemplo partiu precisamente do grupo PT.A.A.434.727. AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 3 8 13 19 20 54 66 161 276 324 EMPRESA PT COMUNICAÇÕES S.357.1 34.2 31.273.A.4 N.799.50 6.A.2 20.º EMPREGADOS 11027 1132 1100 17330 812 338 750 65 139 300 33054 TOTAL DAS 11 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.394.20 104.6 -7. VODAFONE TELECEL S.A.90 N.50 2.538.20 617.50 288.D. no final do ano passado. NOVIS TELECOM S.00 -24. A OniTelecom. foi excluída do “ranking” porque provavelmente não forneceu os dados necessários para o efeito.1 22.2 0.60 VARIAÇÃO % 11. havendo lugar apenas para um dos novos operadores: a Novis Telecom.

com o primeiro a queixar-se que as descidas de tarifas impostas pelo regulador estão a esmagar a sua margem de negócio.40 -25. TRANSGÁS S. CONSTRUTORA ABRANTINA S. o que é sobretudo devido à EDP Distribuição e à CPPE.6 N. Vertiginosa foi a subida da Constructora San José.180.6 3.423.90 256.1 -338 -29.6 11. CPPE S.º EMPREGADOS 12000 618 1699 231 8 8 1018 242 938 803 17749 com a qual o Estado perderá a maioria do capital.2 7.164. A generalidade das empresas subiu a sua posição relativa face ao ano anterior.650.A.4 11.7 -0.592.448.00 330.A..733. SA.622. A TURBOGÁS S.615.E. SOARES DA COSTA S.60 CAP.00 91. No calendário para 2003.70 297.5 92.104.A. estradas e acessos.457. o pessimismo instalou-se entre os industriais da construção. GÁS E ÁGUA Mudança de líder É O SECTOR por onde passam planos de novas fases de privatização. ELECTRICIDADE DOS AÇORES S.351. a nova palavra mágica para as sociedades de construção remete para o maravilhoso mundo do futebol. 6.572.00 214.635. Não fora o Euro 2004 e a crise no sector da construção seria realmente a doer: atrasos nos pagamentos.A. peso que se acentua na comparação dos resultados líquidos: 97 por cento dos lucros obtidos neste sector deveram-se às mesmas duas empresas e sobretudo à área da distribuição.8 19. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos O grupo EDP garantiu neste ano. a primeira empresa do sector.3 5. 25. É pelos resultados da EDP Distribuição.C.20 VARIAÇÃO % 14.2 8.90 7. as 52 empresas de construção e obras públicas presentes no “ranking”.00 2.191.A. Apesar de as perspectivas do sector serem negras — a Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas (AECOPS) já veio dizer que o ano 2002 vai apresentar uma taxa de crescimento negativa —.00 37. MOTA & Cª S. enquanto o segundo defende que a resposta da empresa tem de ser por via de uma maior eficiência de custos.3 11. S.A.3 40 RESULT.40 3.9 por cento do total.A.00 2.346.00 7.853. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos Com os projectos ligados às grandes infra-estruturas — novo aeroporto de Lisboa. que tem vindo a ressentir-se da subida gradual dos juros.A. itinerários principais e pontes.086.A. TEIXEIRA DUARTE S.A. TOTAL DAS 12 EMPRESAS DO SECTOR 10.5 por cento para 5. REN .30 189.30 164.795. entre outras — a aguardarem decisões políticas num morno banho-maria. VENDAS 478.60 8.60 244. operação AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 1 5 10 27 51 67 124 183 250 303 EMPRESA EDP DISTRIBUIÇÃO . VENDAS 5. CONSTRUTORA DO TÂMEGA S. ruas.Engenharia. que passa actualmente o braço-de-ferro entre o grupo eléctrico e a entidade reguladora. do Porto. ESTÁDIOS e mais estádios.4 12.10 408. aos quais estão inevitavelmente associados parques de estacionamento.9 4.70 184.696.7 RESULT.844.8 5.988.528.6 8.9 10.70 25.60 412. EPAL S. GDL S.6 13.518.3 N. Estádios. através da EDP Distribuição e da CPPECompanhia Portuguesa de Produção de Energia. passando esta a ser a maior empresa portuguesa.4 -1.8 mil milhões de euros.A.4 N.M.A.00 Valores em milhares de euros.235.011. I R I TA S I Z A ELECTRICIDADE. que passou da 35ª para a 27ª posição. rede de TGV. O ano de 2001 não teve privatizações para a história deste sector.2 -6. e depois das recentes medidas do Governo relativas ao fim do crédito bonificado para compra de habitação. os lucros subiram em consonância com as vendas. ponte sobre o Tejo em Lisboa.00 251.80 305.ENGENHARIA S. PRÓPRIO 8.074.20 525.80 295.960. TOTAL DAS 52 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.3 6. o ano de 2001 ainda revelou algum crescimento.80 59. mas teve um facto de peso. Outro dado a registar. EDIFER S. e estafado que está o mercado da habitação.90 70.00 VARIAÇÃO % 86. tendencialmente decrescentes este ano. ERSE.7 9 1. já que foi o ano em que a Petrogal “cedeu” à EDP Distribuição o primeiro lugar no “ranking” nacional.519.50 1. SERRA & FORTUNATO S. é o da subida dos lucros da EDP Distribuição ter sido mais do dobro superior à das suas vendas.ENERGIA S.9 0. quebras nos lançamentos de concursos e diminuições das adjudicações.A.209.80 20.1 22.A. EMPRESA DE ELECTRICIDADE DA MADEIRA S. que em 2000 era a 424ª empresa e em 2001 passou a ser a 278ª.2 47.2 7.A.. e a rentabilidade dos capitais próprios alinhou pela média geral do mercado. TEJO ENERGIA S. PRÓPRIO 7. I LURDES FERREIRA 36 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . água e gás.6 5. De acordo com os indicadores das 500 maiores do PÚBLICO.º EMPREGADOS 1461 2056 2590 1755 3897 1450 1329 402 890 527 32809 pavilhões desportivos.950.438. o sector com mais firmas na lista. ENGIL S.278.00 124. A C.481.A.7 8. centros comerciais.80 6.239. de implicações estratégicas sensíveis para a economia portuguesa. défice público galopante e relativa indefinição quanto às obras públicas que vão realmente avançar nos tempos mais próximos.A.REDE ELÉCTRICA NACIONAL S. estão a alienação dos últimos 30 por cento que o Estado detém ainda na EDP e a privatização em bolsa de uma parte do capital da Galpenergia.40 1.S E C T O R E S CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS Estádios e pouco mais ESTÁDIOS.4 6 125.208.462.639. viram as suas vendas aumentarem 17. agravando a crise do mercado residencial. 60 por cento das vendas registadas no sector da electricidade.50 808. Acabada a época dourada das auto-estradas.9 17. AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 29 36 45 50 65 68 78 88 89 98 EMPRESA SOMAGUE .00 5.1 5. No geral.374. LÍQUIDOS 8.A.A. MONIZ DA MAIA.555. LÍQUIDOS 450.963.1 2.2 2.662.00 1.318.219.3 31.A.40 -922.4 -67.00 44. incluindo a Somague.194.5 27.1 5 18.60 CAP.490.

A empresa mais lucrativa foi a Soporcel.6 8.A.A. É.432.9 6.9 16. para 131.257. pelo menos. LEAR CORPORATION PORTUGAL S.60 -1. CITROEN LUSITÂNIA S.6 RESULT. LÍQUIDOS 71. onde o crescimento nas vendas foi de 10. que registou um crescimento de 38.50 241.90 32. ao recuar 66. 8.700. o P3.5 por cento do que em 2000. SIMOLDES .814 milhões.2 -37.PLÁSTICOS LDA VENDAS 2.º EMPREGADOS 3660 197 2102 1400 65 5300 94 6421 1105 638 24256 TOTAL DAS 16 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.860.A.A.80 374.70 22.806.00 5.01 milhões de euros.20 6. sendo esta última uma debilidade consensualmente apontada.2 10. IA N A B E L A CA M P O S 38 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .868. Desde grupos portugueses.286 mil milhões de euros em 1.D.10 2.793.360.3 6.017. PAPEL E ARTES GRÁFICAS De olho na Portucel PORTUGAL TEM no sector da celulose um dos activos mais cobiçado da Europa. caso a estratégia de envolvimento das empresas de componentes automóveis em projectos de concepção e desenvolvimento. o que indicia a colocação no mercado de produtos predominantemente de menor valor também.5 por cento.30 -9.IMVT S.A.420.20 120.336.A.50 341. que representam 2. SALVADOR CAETANO .2 10.30 2. A viragem neste ponto vital da sua actividade pode alterar-se a prazo. dado que houve uma quebra de 24.80 106.60 73.5 -10. as vendas do sector.953. do empresário Paulo Fernandes.814. O melhor comportamento no sector em termos de vendas foi o da Imprensa Nacional.987.9 19.6 -13. vão cooperar na investigação e desenvolvimento no sector automóvel.6 -18 2. em regime de complementaridade. se concretize em efectivo fornecimento.A. mais 15. A maior unidade de montagem nacional (a Autoeuropa) confirmou o seu peso. PRÓPRIO N.504.6 por cento em 2001 face a 2000. PORTUCEL TEJO S. todos tem os dentes afiados para a privatização.10 1.80 46. LÍQUIDOS N.2 118.5 milhões de euros em 2001. como a sueca Stora Enso. LISGRÁFICA S.1 -10.3 -81. sendo igualmente a quarta maior empresa nacional. Ainda face aos dados de 2001. para onde apontam os resultados das menos das 16 empresas que estão entre as 500 maiores não financeiras do país.80 202.90 94.8 N. com as vendas a ascenderam a 581. YAZAKI SALTANO DE PORTUGAL LDA BERTRAND FAURE S.50 158. É um desempenho inferior ao das 500 maiores.9 -26. o Grupo Portucel Soporcel.067.911.5 64.1 por cento do total das 500 maiores. IL U R D E S F E R R E I R A INDÚSTRIA DE CELULOSE.20 10. como o do veículo da Pininfarina.80 VARIAÇÃO % -14.9 por cento em 2001 face ao ano anterior.70 379.755.80 2. VENDAS 455. PRÓPRIO 7.A.3 N.80 CAP.4 por cento. e com o processo sucessivamente adiado.A. têm sido muitas as manifestações de interesse pela maior empresa da pasta e do papel da península Ibérica e uma das maiores da Europa.545.4 5.D.7 12 6. teve a maior descida do sector em termos de lucros em 2001. de um clima de arrefecimento europeu e da dificuldade em ganhar quotas de mercado de maior valor acrescentado. Em termos globais. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos maiores demonstram bem a sua importância. Um passo importante nesse sentido foi dado no dia 28 de Outubro.A.6 por cento. em 2001. papel e artes gráficas das 500 AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 2 3 4 5 6 7 8 9 10 31 113 118 129 175 236 373 387 392 EMPRESA PORTUCEL S.6 milhões de euros. STORA CELBI S.A.000. RENOVA S. para 120.S E C T O R E S INDÚSTRIA AUTOMÓVEL Travão nos lucros AS CINCO UNIDADES de montagem do sector automóvel e a centena e meia de empresas de componentes automóveis que representam o maior sector exportador da economia portuguesa parecem ter-se ressentido. 1. em que o centro de engenharia a localizar na Maia e o centro tecnológico da região galega.064.662.452.772. PORTUCEL VIANA S.411.90 1.00 -3.1 13.675.80 VARIAÇÃO % 8. As vendas geradas pelas cinco empresas do universo Portucel pertencentes ao “ranking” da celulose.P.583.153.5 por cento. com resultados líquidos de 77 milhões de euros. AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 4 24 38 39 42 53 69 79 100 150 EMPRESA AUTOEUROPA LDA RENAULT PORTUGUESA S.7 22. os da indústria automóvel diminuíram 41.458.368. MITSUBISHI MOTORS DE PORTUGAL S.538. 15.4 6 RESULT.8 13.00 574. A Soporcel lidera o “ranking”. Ou seja.90 291. PORTUCEL EMBALAGEM S.273.1 por cento.º EMPREGADOS 1076 420 337 1040 774 540 530 10 297 6756 TOTAL DAS 12 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.A.10 1. O grupo assume ainda grande importância pela relevante fileira florestal de que é proprietário. a indústria apresenta um nível inferior ao da média das 500 maiores na rentabilidade do capital próprio.7 25.40 CAP.859.20 210. Os dados disponíveis revelam ainda que a Celulose do Caima. já que representam 70 por cento do total deste sector. que cresceu 61.00 139.360.00 -11. tendo contribuído com mais de 40 por cento das vendas do sector.2 -0.2 38.5 -0. Menos feliz ainda foi o comportamento do sector ao nível lucros. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos O indicador mais expressivo do que foi o ano de 2001 para a indústria automóvel em Portugal é o dos resultados líquidos. Enquanto o conjunto das 500 maiores viu aumentar os seus resultados líquidos em 33.002. a gigantes mundiais do sector.A.257. Cª DE CELULOSE DO CAIMA S. como a Sonae. IMPRENSA NACIONAL E.70 2. desceram 0.207.00 29.4 2.827.A.5 7. A maior subida coube à Portucel Viana.5 -18 -10.663.8 12. À beira da privatização.528.5 -49 11 -2. FORD LUSITANA S.6 13.787.357.60 47.00 5.145.20 45. com a assinatura de uma parceria entre o Norte de Portugal e a Galiza.2 por cento.30 131.1 milhões de euros. A.236. A quebra deuse mesmo com um aumento das vendas do sector em seis por cento.50 -9. para 5.

758.564.027. AMORIM . que vendeu menos 22 por TOTAL DAS 11 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.00 49.3 -8. que este ano se tornou a maior empresa de vinho do Porto com a compra da Sandeman. Depois aparece a Sogrape.20 658.466.A. Duas empresas açorianas. a primazia é do vinho do Porto: a Cockburn Smithes & Cª. A excepção que confirma a regra é a Sardinha & Leite que viu os seus lucros darem um pulo de 75 por cento.899.537.00 -5. CENTRAL DE CERVEJAS S. A primeira da lista.A. IR I TA S I Z A INDÚSTRIA DA MADEIRA. é a Lactogal.º EMPREGADOS 1987 1141 975 1345 200 45 1133 318 202 150 16813 passando pelas manteigas.8 -8. FIMA/VG LDA REAGRO S.D. terceira do sector e 52. e já este ano apostou em força no segmento das águas.9 12.235.4 417 414. com a aquisição da Vidago.7 por cento do total das 500. MADIBÉRIA LDA POLIFACE S. no ano passado o volume de negócios do sector recuou 1. Das onze empresas do sector. responsável pela produção de farinhas e pela comercialização de uma variedade de produtos que vai dos chocolates aos cereais (recuperou quatro lugares no “ranking” face à posição do ano anterior). variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos cento do que em 2000. Melgaço e Pedras Salgadas à Jerónimo Martins (a empresa ainda figura. -749.A. que viu o volume de negócios recuar 31 por cento. a apertarem o cinto. LONGA VIDA S.7 32 15. Basta pensar por momentos na publicidade que nos assola na televisão. UNICER S.255.70 48. iogurtes.140. de 84. o equivalente a 0.30 53. mas apesar disso registou um aumento de 21. ao passar do 137. à frente da concorrência nacional.1 -15.2 6. Lda está em 145º lugar.10 CAP.00 4.888.7 24.30 57.658.3 -21. é de registar a recuperação da RAR — Refinarias de Açúcar Reunidas.90 408. Nos açúcares. PRÓPRIO -0.974. o que lhe permitiu subir 26 lugares no “ranking” das 500.7 22 4.7 5.4 6 12.ª das 500 maiores do PÚBLICO não pode TOTAL DAS 43 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.70 153. A Jomar afinou pelo mesmo diapasão ao contabilizar resultados líquidos negativos de 4. e a Bacardi-Martini Portugal.9 -0.1 -25.1 -6.5 milhões de euros.637.60 280. As maiores quebras de vendas foram registadas por duas empresas do grupo Amorim: a Corticeira Amorim. e o lançamento de uma marca de café.A. RAÇÕES VALOURO S.706.70 40.6 RESULT.6 -31.6 2.878.7 0. A provar que 2001 foi um ano para esquecer está igualmente o facto de o sector ter entrado no vermelho com prejuízos de cerca de 8.º postos para o 111. LÍQUIDOS 26. Mal esteve igualmente a Corticeira Amorim que viu os seus prejuízos aumentarem quase 900 vezes.117.A. entre os quais as empresas de construção. Nos cafés.6 por cento nas vendas.60 131.7 N.90 30.50 CAP.90 VARIAÇÃO % 25. I CA R L O S R O SA D O D E CA RVA L H O 40 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . a posição de liderança vai para o homem de Campomaior: a empresa Manuel Rui Azinhais Nabeiro.30 625. em nome individual.00 144.A. contra um lucro de 134 mil euros no exercício anterior. sumos e até chás. Depois de um salto de quase 22 por cento em 2000.8 0.7 26. CORTICEIRA AMORIM S.3 21. MANUEL TEIXEIRA & Cª LDA VENDAS 142. sumos e vinhos.50 25. SA.1 RESULT.00 1.80 42.745.100.7 24. Logo depois vem Nestlé Portugal. figuram na lista dedicada à indústria da alimentação: a Unicol e a Pronicol.985. ambas fabricantes de produtos lácteos.70 257.5 4.4 -2.A.70 50.10 3 -3.REVESTIMENTOS S.4 milhões de euros. SA é a primeira empresa a surgir na lista.8 24.70 281. PRÓPRIO 13. SARDINHA & LEITE S.6 -6.A. a Amorim Revestimentos. que comercializa bebidas espirituosas de origem estrangeira. também integra o quadro negro ao passar de um lucro de cerca de 91 mil euros para um prejuízo superior a três milhões. SOVENA S. apenas quatro não emagreceram.6 214.279.A.A. A empresa da cerveja “Super Bock” diversificou o seu portfolio para os refrigerantes. ÁLVARO COELHO & IRMÃOS LDA MOVELPARTES S. e 20ª no “ranking” das 500 maiores. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos fazer publicidade. CORTIÇA E MÓVEIS O caruncho ataca de novo O CARUNCHO VOLTOU a atacar as vendas das 11 empresas da indústria da madeira que integram as 500 maiores do PÚBLICO.9 1.A. na rua ou nas revistas para imediatamente nos depararmos com os seus nomes.2 2.5 mil euros em 2000 para mais de cinco milhões.6 2. e a Amorim Revestimentos.8 1. LÍQUIDOS -421.7 22.º.008. o maior do sector.00 50. Dois lugares abaixo está a Unicer. na 355ª posição desta lista). A culpa é AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 111 309 329 347 351 354 363 365 400 446 EMPRESA CASCA S.A. A outra empresa do grupo.3 -5. com destaque para a líder.150.882.864. VENDAS 602.90 26.768.4 16.º EMPREGADOS 629 207 37 548 424 546 150 110 241 96 3638 do abrandamento económico que obriga os principais clientes do sector.1 N.1 -1. a fabricante de aglomerados Casca.968.454.6 -5.971.80 VARIAÇÃO % 1.875.10 48. cujas vendas deram um pulo de 25 por cento.A. Nas bebidas.7 milhões de euros.30 44.D.00 234.6 7.102. A Tabaqueira.4 22. Para isso muito contribuiu a própria líder de vendas do sector que passou de mais seis milhões de lucros em 2000 para um prejuízo de 422 mil euros no ano passado.00 235.873. INDÚSTRIAS JOMAR S.S E C T O R E S INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO As rainhas da publicidade O “TOP-5” da indústria alimentar.80 2.A.90 N. NESTLÉ PORTUGAL S. que ocupa este ano a 175º posição (no ano passado era a 213ª). -12.9 9.6 por cento para 625.152.00 -4.907.384.A.A. cujas marcas vão do leite ao queijo AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 22 37 52 55 56 71 72 104 109 119 EMPRESA LACTOGAL S.9 N. TABAQUEIRA S. de bebidas e tabacos é ocupado por algumas das empresas que mais investem na publicidade em Portugal. que também subiu em relação a 2000.811.664.10 296.2 9.559.

00 N. S.A.10 302.A.797.90 74.9 -3.1 9. BETECNA S.4 N.7 1.1 9 7.30 106.3 milhões de euros. BLAUPUNKT AUTO-RÁDIO PORTUGAL LDA PHILIPS PORTUGUESA S.3 20. a Blaupunkt.40 118.6 por cento das 500.8 mil euros. 456.7 -15.014. A liderança neste indicador coube à Secil. mas teve apenas o terceiro lugar ao nível dos lucros.693. mas os lucros caíram. vir a ser beliscado no curto prazo devido ao período difícil que o país atravessa. no mesmo período. SCHNEIDER ELECTRIC PORTUGAL LDA VENDAS 611. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos de euros.A. “É nos resultados líquidos que se detectam os efeitos do abrandamento da economia.1 por cento do total das 500.50 CAP. -14. e o facto de algumas das maiores empresas industriais de material eléctrico e electrónico até terem visto a sua facturação aumentar em 2001 não significa que tenham escapado ilesas à crise.60 59. a suíça Holcim e a francesa Lafarge.30 169.º EMPREGADOS 1832 1990 2005 25 1200 728 729 294 238 230 11831 TOTAL DAS 19 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros. PRÓPRIO 53.5 por cento que em 2000. Mas o bom comportamento deste sector fundamental no desenvolvimento da economia portuguesa pode. CABELTE S.574. de 6.D.70 7. que lucrou 87. VULCANO S.763. SAINT-GOBAIN SEKURIT PORTUGAL S.3 por cento.3 26.6 milhões para 293. referente ao segundo trimestre deste ano.2 mil euros. cerâmicas. mas que em 2002 voltou às compras e adquiriu duas grandes cimenteiras.402.708. vidreiras a empresas de betão. tecnologias de informação e electrónica”.D.30 65.972.D.7 -173.A.425.00 150.682.8 5. ROCA S.6 por cento para 221.70 100. o que representa 2.S E C T O R E S INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO Curto-circuito nos lucros TODOS SE RESSENTEM por igual dos sustos da conjuntura.5 para 611.60 9. LÍQUIDOS 46.330. -29.90 N.3 18.5 533.A.A.7 milhões AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 21 40 48 83 92 93 106 149 213 232 EMPRESA SIEMENS S.8 -0.80 9.90 -244. VENDAS 456.00 322. LÍQUIDOS 79.9 4.4 4.A. mas o pior é que em 2002 não trouxe a recuperação. B.6 217.que em 2001 esteve praticamente parada ao nível das decisões estratégicas.812. A síntese de conjuntura da ANIMEE.973.gerou o maior volume de venda do sector. salienta Alegro de Magalhães.70 93.3 14. Como sinais negativos. viu a sua facturação subir.A.041. PRÓPRIO 18 N.7 7.569. I C L A R A T E I X E I R A INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS Na corda bamba LIDERADOPORUMAdasmaisrespeitadas empresas portuguesas a nível internacional.A.389. disse ainda Alegro de Magalhães.577. uma média que supera os 33.7 N. O negócio do material eléctrico e electrónico em Portugal é claramente dominado por capital estrangeiro. O abrandamento económico deixa o sector na corda bamba.3 N.D.00 88. SECIL S. mais 40.3 3.A.683.A.4 5. a vidreira Barbosa & Almeida.00 58.5 RESULT. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos ros.A.70 81. a Cabelte.3 12.70 CAP.096.90 -9. GRUNDIG .7 milhões de euros. a Cimpor.685.7 2. mas os resultados baixaram de 7.30 4.9 38. surge na nona posição do “ranking” do sector. sobretudo ao nível dos lucros. cresceram 36.A. FUJITSU SIEMENS COMPUTER S.A.A.VIDROS S. Positivas só mesmo as expectativas de melhoria nas exportações “a curto prazo” e no investimento nas empresas a um ano.403. Para perceber que aquele dirigente tem razão.7 29.6 7.8 4.40 87. a sul-africana Natal Portland e brasileira Cimento Brumado .80 170.514.00 203.00 2. a degradação da situação das empresas e a descida da taxa de emprego.4 milhões de euros.216.70 VARIAÇÃO % 25.746. estão as filiais nacionais dos maiores grupos mundiais europeus e asiáticos do sector.505.833. A Cimpor .20 1.30 VARIAÇÃO % 1. com resultados líquidos negativos em 244.6 -1.60 2.6 RESULT. de 52. SANTOS BAROSA .A. basta olhar para algumas das maiores empresas do sector. que inclui desde cimenteiras.5 3. como a Siemens.7 27.2 22. entre 2000 e 2001.A.1 milhões para 46.40 1.101.565. IA N A B E L A CA M P O S 42 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . BETÃO LIZ S.6 12.4 -14.4 3.653. a maior empresa industrial deste segmento.769 mil milhões de eu- AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 30 43 135 166 177 187 198 203 269 302 EMPRESA CIMPOR S. cujo volume de negócios aumentou de 116. de 486.A.6 milhões de euros.830.10 4. a associação aponta a forte descida nas vendas.SISTEMAS DE ELECTRÓNICA LDA MERLONI S. cujo o recente processo de privatização gerou uma “guerra” que envolveu a sua rival Secil e duas das maiores cimenteiras do mundo.883. aumentaram 4. na medida em que a maior empresa de capital nacional.º EMPREGADOS 887 403 823 375 1135 158 169 214 530 297 7132 TOTAL DAS 16 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros. Quanto aos lucros. 16.60 -290.344.30 87.769. A liderança em crescimento de vendas coube à vidreira Santos Barosa.3 11. Apenas uma empresa teve prejuízos. já que o menor crescimento não deixará de afectar a construção de quem o sector é dos principais fornecedores. à cerâmica Lusoceram.00 366. economista da ANIMEE — Associação Nacional dos Industriais de Material Eléctrico e Electrónico. no entanto. Apesar das vendas do sector terem crescido a um ritmo inferior ao das 500 maiores do PÚBLICO. ALCATEL PORTUGAL S.7 -2. o sector de minerais não metálicos teve um bom comportamento em 2001.3 13. Philips ou Fujitsu. À sua frente. A Siemens Portugal.901. a quebra na taxa de utilização da capacidade produtiva.90 334.5 8.529.994. As vendas do sector. CMP S. CIMPOR BETÃO S.7 milhões de euros.381. e a maior descida. O mesmo se passou com a Grundig.30 85.5 por cento para 1. admite que o sector “está a sentir em cheio o impacto negativo da crise dos mercados de telecomunicações. A rentabilidade degradou-se”.714. de Queirós Pereira.815.049. 11 das 16 empresas integradas presentes na lista das 500 subiram no “ranking”. 18.7 milhões para 150.318.1 2 27.

3 por cento e os seus resultados líquidos crescerem 149.6 por cento nas vendas. A empresa ascendeu da 251ª posição no “ranking” de 2000 para a 163ª posição no último exercício.9 8. 3.650.4 41.010.D.400.1 por cento.10 CAP. R . a empresa ventrou no vermelho.70 N.10 78.782.1 por cento).355. LABORATÓRIO MEDINFAR S.7 por cento da fabricante de elevadores Schindler. Por exemplo. Contas feitas a média do sector não ultrapassa 7.6 -10.A.450.3 escudos.A.360.188.2 15.A.A.D.688.Estaleiros Navais e Thyssen Elevatec que também registaram taxas apreciáveis.5 40.628.9 -255. a Luso-Fármaco ganhou 26. ao mesmo tempo que os resultados líquidos melhoraram 57. e os 30.290. o que demonstra o bom estado de saúde do sector.50 79.60 N. Do lado das vendas. já que a empresa atravessa dificuldades financeiras cuja resolução foi iniciada em Outubro de 2002.60 78.6 N.D.8 5.467.504.A.A. VENDAS 157.A. Como se isso não bastasse.3 26. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos volume de negócios. a indústria farmacêutica regista uns impressionantes 20. Por cada 100 escudos que os accionistas têm na empresa.90 71. subindo do 190º para o 144º posto do “ranking”.619.4 por cento e os capitais próprios renderam 37.Indústria Aeronáutica de Portugal também conseguiu sair dos prejuízos em 2001 ajudada pela melhoria das vendas em 7. contra prejuízos de nove milhões no ano anterior.A. a rentabilidade dos capitais próprios do sector varia entre os meAS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 128 130 144 215 221 223 224 264 272 310 EMPRESA LUSOSIDER . empresa de manutenção ferroviária ligada à CP.50 1. que permitiu igualmente contratar mais trabalhadores.1 N.730.1 -16.5 8.º EMPREGADOS 192 325 315 156 308 167 80 309 288 263 2586 942 milhões de euros.063. As más notícias na EMEF não são apenas na rentabilidade. METEORO LDA VENDAS 121. devido ao acréscimo de 20.7 N. Ainda no que se refere a crescimento.8 RESULT. É o caso da Glaxo Wellcome Farmacêutica Lda que perdeu 40.2 37. LABORATÓRIOS PFIZER LDA INSTITUTO LUSO-FÁRMACO LDA JANSSEN .1 RESULT.543.10 1.80 1.2 3.7 -9.90 65. 34.90 81.1 6.3 -6.70 941. PRÓPRIO 38.D.50 67.898.8 N.3 85.575. cujas vendas subiram 40.1 por cento das 500. o que lhe valeu a passagem do 244º posto para o 266º.CILAG LDA BENCKISER PORTUGAL LDA UNILFARMA LDA PORTELA & Cª S.446.60 866.6 0 20. Veremos se boa saúde do sector vai continuar ao mesmo nível após a entrada dos genéricos que está a ser preparada pelo Governo como forma de reduzir a factura dos medicamentos no orçamento.488. A OGMA .737. sobressaem a Sá Couto.10 9.8 -11. N. OTIS ELEVADORES S.896. A Thyssen Elevatec disparou da 485ª para a 395ª posição.D. não tiveram uma evolução homogénea no ano de 2001.A. N. Também a Hydro Alumínio Portalex caiu do 379º para o 416º posto.20 VARIAÇÃO % 15.3 1.398. A liderar o crescimento do sector esteve o Instituto Luso-Fármaco. perdendo 10. As vendas recuaram 10 por cento o que a levou a descer da 182ª para a 215ª posição.164.40 65.90 80.9 por cento nas vendas. LÍQUIDOS -2. O pulo nas vendas permitiu à sociedade passar da 342ª posição na lista das 500 de 2000 para a 164ª posição no ano passado. 19 15.3 7. EMEF S. GONVARRI S.80 125. Em movimento ascendente situaram-se também os Laboratórios Pfizer Lda. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos viu as vendas dispararem 85.944.046. o equivalente a 1. 3.740.A. a Fapricela e a Martifer que entram na lista das 500 após pulos significativos no TOTAL DAS 22 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros. PRÓPRIO -3 13.3 14. Mas terá sido sol de pouca dura. OGMA S. LISNAVE S.10 2. com estas a quebraram 16.900.00 102.80 -1.50 54. onde pesam 1.789.1 por cento do total das 500 maiores do PÚBLICO. 44 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .1 por cento para AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 101 123 163 164 218 220 260 271 286 326 EMPRESA MERCK SHARP & DOHME LDA NOVARTIS FARMA S.718. 9.4 por cento contra 10.A. SLEM LDA ANODIL S. Mas nem todas as empresas da indústria farmacêutica apresentaram-se de boa saúde em 2001.A.80 57.D. O dinamismo do sector é patente também nas vendas que subiram 11. IA N A R I TA G U E R R A INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA Do oito ao oitenta AS EMPRESAS DA INDÚSTRIA da metalurgia e metalomecânica presentes nas 500 maiores do PÚBLICO.3 N.2 por cento. A empresa igualmente na rentabilidade dos capitais próprios.711. com a injecção de 50 milhões de euros por parte da banca. G . a empresa conseguiu transformar prejuízos em lucros. 33.30 62.759. tendo-se registado grandes disparidades nos indicadores analisados.509.D.D. N.40 101. Já a Lisnave conseguiu vendas de mais 26.3 por cento.40 66.AÇOS PLANOS S.6 por cento de vendas caindo do 236º para o 399º posto.80 79.9 26.6 por cento.531. Apesar da quebra das vendas. 7. FERPINTA S.463.3 por cento.9 por cento.D.D. SANOFI SYNTHELABO S.8 11. destaque para a Lisnave .1 por cento.8 N.90 VARIAÇÃO % -9.8 por cento na rentabilidade de capitais próprios. uma vez que a rentabilidade média das 500 empresas é de 10.4 N.º EMPREGADOS 282 1912 1020 1846 215 88 1264 627 100 46 11368 nos 255. A Sanofi Synthelabo também não esteve bem em termos de vendas.70 120.20 CAP. IA . que TOTAL DAS 11 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.00 15.5 por cento da EMEF.60 112.8 7. Os antigos estaleiros da Margueira saíram do vermelho ao lucrarem cerca de 500 mil euros.30 496.S E C T O R E S INDÚSTRIA FARMACÊUTICA Pronta para os genéricos? COM UMA TENDÊNCIA ascendente na maioria das empresas.476.D.40 N.4 -2.70 10. N.6 6.1 por cento nas vendas que exigiu mais trabalhadores (a força laboral progrediu 47.563. LÍQUIDOS 10. 9.3 37.D.

.70 VARIAÇÃO % -29.20 4.4 33 1.185..5 por cento).044.740. O ritmo de falências e encerramentos é alucinante.8 0.PRODUTOS QUÍMICOS S.173.20 28.70 CAP.6 por cento e os resultados líquidos diminuíram os referidos 86.50 33.820.517.2 2.A.3 18. ARLÍQUIDO LDA FISIPE S. SA.911.1 RESULT. e só em três casos os resultados líquidos entraram no vermelho.20 VARIAÇÃO % -4. A liderar a lista deste sector está.111.084.50 116.581. O volume de negócios das 27 empresas que compõem o sector recuou 1.20 5.523.9 por cento).10 546.098. fiação.578.A.3 14.7 9.CONFECÇÕES S.00 20. LÍQUIDOS -56. mais de seis vezes a média do sector.828. TÊXTIL MANUEL GONÇALVES S.80 969. AVENTIS PHARMA LDA CIRES S.8 6.30 Valores em milhares de euros.563.1 N.858. penteação. LÍQUIDOS 4.582. o que a terá obrigado a despedir pessoal.9 5.20 92. anunciou a sua retirada da empresa. O destaque pela positiva nesta rubrica vai para a Conti- AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 46 57 103 127 136 138 160 172 228 246 EMPRESA BOREALIS POLÍMEROS S. SA. mas abaixo da média do sector (5.6 9. enquanto os lucros caíram quase 60 por cento para 64.20 48.10 1.9 5. Algumas delas. A má “perfomance” do sector em termos de resultados deve-se à Trevira que viu os prejuízos pularem mais de dez vezes.60 71.8 0.689.10 47. CONTINENTAL MABOR S.A.362. DO VESTUÁRIO E DO COURO Ordem para deslocalizar A PALAVRA “DESLOCALIZAÇÃO” definitivamente entrou no léxico maldito do universo da indústria têxtil.727. PRÓPRIO 14. Índia.TECIDOS S.A.8 0. alcançam este clube num ano “mau”: as vendas da firma de calçado caíram mais de 20 por cento relativamente a 2000.3 5. que nos últimos tempos têm assistido à saída das máquinas e ao fecho das empresas. & J.916. Apesar da quebra dos lucros.50 95. que invariavelmente “tinham muito trabalho e ainda mais encomendas”. cujas vendas decresceram 11. o que lhe confere uma rentabilidade dos capitais próprios superior a 34 por cento. no início deste ano.3 16. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos Das 21 empresas de confecção.1 -1.A.8 9. AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 156 162 181 190 212 248 290 333 364 376 EMPRESA MACONDE .90 70.5 170 1.3 2.169. RIOPELE S.Tecidos SA. oito são recém-chegadas.2 2.3 por cento. COTESI S. vendendo a sua parte no capital aos restantes accionistas.9 por cento de vendas. DOW PORTUGAL . A Fisipe (190.5 0.20 103. contra lucros de 31 milhões no exercício anterior. perante uma conjuntura económica desfavorável.50 1.663. caso da C. o que lhe dá uma rentabilidade de capitais próprios negativa em 20. tal como no ano anterior.6 por cento para pouco mais de 1900 milhões de contos. .5 11. a rentabilidade dos capitais próprios ainda se mantém acima da linha da água (dois por cento). A ameaça de transferência de unidades para os países de Leste da Europa. ECCO’LET LDA LAMEIRINHO S.30 10.7 por cento para mais de um milhões de euros nos resultados líquidos. 2.P.S E C T O R E S INDÚSTRIA QUÍMICA Reacção negativa O ANO QUE PASSOU não foi bom para as empresas da indústria química que parecem ter reagido pior do que as suas colegas das 500 maiores do PÚBLICO ao abrandamento económico. Clark — Fábrica de Calçado.10 77. JOSÉ MACHADO DE ALMEIDA & Cª LDA ANTÓNIO DE ALMEIDA & FILHOS LDA SOMELOS .491. As vendas da empresa de pneus progrediram 15.70 155.7 milhões de contos.3 12.872. Norte de África ou para o longínquo continente asiático — Paquistão.00 -2. da 450ª em 2000 para a 378ª posição no ano passado.7 0.6 -3.1 1.8 por cento). A pontificar em terreno negativo esteve igualmente a Neoplástica.607. a Bayer (36 por cento) e também deram uma ajuda com quebras de lucros significativas.5 10 26. A. motivo pelo qual a empresa foi notícia. COELIMA S.º EMPREGADOS 1975 1834 1100 1300 1070 1136 762 617 1161 1470 17625 TOTAL DAS 21 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.2 por cento nas vendas o que lhe permitiu galgar 72 lugares no “ranking”.D. IR I TA S I Z A 46 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .1 20. BAYER PORTUGAL S.A.70 53.3 -8 5. que subiu da 440ª para a 332ª posição.514.217.600.5 8. a Borealis Polímeros interpretou a maior quebra no volume de negócios.80 9.70 60.3 -0.ADUBOS DE PORTUGAL S.00 4. China.90 18.. PRÓPRIO -20. calçado e sacaria que constam da lista das 500 maiores do PÚBLICO. com menos 29.90 CAP. a Maconde — Confecções SA.A.10 64.565.411.A. histórico líder da empresa. Mas a liderança do sector em termos de crescimento pertenceu à Dow com um acréscimo de quase 17 por cento.2 3. As referências especiais vão para o crescimento da Coelima — Indústrias Têxteis.9 por cento.242. e debatendose com uma concorrência tão desigual dos países de Terceiro Mundo.718. a Neoplástica (86.7 70.60 -1.20 103.30 1. No entanto.289. podendo quase contabilizarse como uma por dia. A.º EMPREGADOS 580 931 824 85 382 186 306 734 271 295 6360 TOTAL DAS 19 EMPRESAS DO SECTOR 1.1 -9. foram poucas as empresas do “ranking” que soçobraram: apenas seis viram o seu volume de vendas cair.5 -5.A. CIN S.869.A. VENDAS 104. I ANA RITA GUERRA INDÚSTRIA TÊXTIL.A.092. do vestuário e do couro. Por seu lado.00 117.756.6 0. que num ano galgou 84 lugares para a 180ª posição e aumentou as suas vendas em 33 por cento e ainda para a Somelos . Recorde-se que.A.3 19.737.40 123..588.012. — paira constantemente sobre a cabeça de milhares de trabalhadores.6 32.6 RESULT.10 88. resultados líquidos negativos de 56 milhões de euros. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos nental Lemmerz Portugal que alcançou um espectacular acréscimo de 556.2 4. VENDAS 329.A.2 3.3 por cento do total das 500.317. o comendador Joaquim Cardoso.8 4.420.5 N.A.20 81.60 280.

4 -32.10 2. a SIC manteve algum brilho e pouco a pouco reconquistou audiências e continua a liderar o “ranking” do sector de media em Portugal.30 50.202.206. o declínio da SIC viria a AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 120 178 255 283 289 345 372 385 410 477 EMPRESA SIC S.8 3 -5.A.80 3.802. analógicos.662. dos quais 109 milhões pertencem à RTP.4 0.4 N. Ao analisar o ano de 2001.00 atirar Emídio Rangel para a RTP. Rangel lançou a SIC Notícias.90 7. que num ápice conquistou o primeiro lugar das audiências no cabo.512.080.60 44. -3.2 2. I CLARA TEIXEIRA VARIAÇÃO % -26 2 -18.7 9. LÍQUIDOS -27. JORNAL DE NOTÍCIAS S. que representam 0.D.50 69. ABRIL CONTROLJORNAL LDA RÁDIODIFUSÃO PORTUGUESA S. editado pelo Observatório da Comunicação. foi o ano da digestão da Lusomundo (“Jornal de Notícias” e “Diário de Notícias”) pela PT Multimedia e de vários títulos adquiridos de forma avulsa pelo grupo Cofina. PÁGINAS AMARELAS S.8 13.9 -231.4 5.983.A.643. PORTO EDITORA LDA DIÁRIO DE NOTÍCIAS S.A.º EMPREGADOS 380 479 500 1010 434 1898 241 333 156 416 6027 TOTAL DAS 11 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros. assistiu-se ao aumento da concorrência. PRESSELIVRE S. graças à aposta que o canal de Queluz fez na produção televisiva nacional.8 -11 RESULT.A.698.70 679. catapultaram o sector para “uma onda recessiva”.A. e os novos media da era digital terem feito coincidir as suas crises internas”.425. Neste “ranking” das empresas de media.MEDIA Más notícias O ANO PASSADO foi mau para os media em Portugal.5 -9.704.A.70 1.A. -67. No exercício de 2001.2 por cento nos prejuízos para quase 118 milhões de euros.60 -117. um negócio que representa cerca de 150 milhões de euros por ano. representado pela Porto Editora (edição escolar) e Círculo de Leitores (edição genérica por subscrição). VENDAS 127. Apesar do revés.80 93. com a SIC a ser destronada pela TVI na liderança das audiências em Agosto.8 6. Disso se ressentiram os resultados.70 46. RADIOTELEVISÃO PORTUGUESA S.C.575. 27.946.00 -109. SOJORNAL S.D. PRÓPRIO -90. aliados ao facto de “sectores tradicionais.754.4 52.2 N. com as 11 empresas que compõem o sector a registarem um aumento de 12.00 62.277.90 N. em especial na televisão.043.996. apesar de ter perdido 26 lugares na listagem geral entre 2000 e 2001.20 3. . naquela que foi a transferência do ano.470. Na imprensa.30 61. No Outono. chama a atenção para a descida do investimento publicitário e para os efeitos do 11 de Setembro nos media que.90 CAP. há igualmente lugar para o negócio da edição.550.872. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos .8 N. Antes de deixar Carnaxide.8 por cento das 500 do PÚBLICO. a recuarem 11 por cento.80 37.6 18.071.40 47. reflectindo o mau ano publicitário.40 3. o “Anuário da Comunicação”.A. com as vendas das empresas do sector.

732. ANA S. que TOTAL DAS 13 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.9 -12. o Metropolitano de Lisboa.3 por cento para 2.5 11.7 32.182 milhões milhões de euros.A.1 59. que contabilizou vendas superiores a 430 milhões de euros no ano passado. AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 34 81 90 96 110 133 145 151 157 169 EMPRESA BRISA S.8 5.4 37.954. o sector. os resultados líquidos cair 51.40 205.D.458.20 7.A.50 1.1 N. as empresas presentes não apresentaram uma evolução homogénea.90 182. bem à frente da Parque Expo 98 S.050. EUREST LDA MÉDIA PLANNING PUBLICIDADE S.178.40 97. que representa 4.70 N.Radiotelevisão Comercial Lda. 39. SONAE . 3.066. NA ÁREA dos transportes. CAMINHOS DE FERRO PORTUGUESES E. mais 78.614.Imobiliária Gestão S.C.IMOBILIÁRIA GESTÃO S.A. VENDAS 1.722. Com um resultado líquido negativo de 268.5 por cento nas vendas.7 100 19.00 204.5 18.5 por cento nos resultados líquidos e uma rentabilização TOTAL DAS 42 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros. reduziu as vendas em 36.C.556.10 494 6.50 72.186.694. com mais 102.A.0 por cento e continuou com resultados líquidos negativos.3 RESULT. consultoria de gestão e publicidade. que em 2001 tinha capitais próprios negativos de 497 milhões de euros.466.671. A TAP.5 por cento e o capital próprio render menos 11.091.4 milhares. mas iguais O SECTOR DOS SERVIÇOS engloba uma grande variedade de empresas.00 1.4 -0.6 milhões.381. Mal também se situou a RTC .80 56.90 70.30 -268. especialmente os aéreos e ferroviários.A.40 144.40 57. Apesar do impressionante montante de prejuízos.568.9 -400.332.00 16.30 334.A. TOP TOURS LDA ACCENTURE S. É a crónica doença das empresas de transportes estatais.7 por cento e a rentabilidade dos capitais próprios em 14.00 CAP. reflectindo a diversidade do sector. PARQUE EXPO 98 S. participada da RTP que vende o espaço publicitário da estação estatal.A.2 milhões de euros) e a Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (.5 N.9 N. ano em que os resultados líquidos foram negativos em 453. A desvalorizar perigosamente esteve a Lusoponte.231.6 por cento do volume de negócios das 500 maiores.3 1. que perdeu o 222º posto e foi parar ao 355º.057.D. Com mais uma empresa que em 2000. I ANABELA CAMPOS 48 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . CARRIS S.380.A.896.418. e que poderá passar pela abertura à iniciativa privada.115.00 4.A.50 119. PRÓPRIO 26.40 VARIAÇÃO % 10. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos dos capitais próprios superior em 90.A. os resultados líquidos dispararam 520. Para o aligeirar dos prejuízos contribuiu significativamente a TAP.P.20 12.5 102.00 119. É de destacar a posição privilegiada da Brisa . destaca-se pela positiva. I ANABELA CAMPOS SERVIÇOS DE TRANSPORTES A tradição mantém-se AFINAL.5 19.80 139.A.9 14.1 por cento. LÍQUIDOS 212.1 por cento.974.20 CAP. que não só deslizou do 278º para o 420º lugar.20 -73.43 milhões de euros). -76. A empresa deixou assim o 353º lugar da lista do anos passado e foi ocupar o 151º este ano.5 7.3 12. a tradição ainda é o que era: as contas continuam no “vermelho” e o futuro das empresas.0 por cento. AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 82 112 134 174 244 252 312 313 316 EMPRESA TAP S.S E C T O R E S SERVIÇOS Diferentes. não parece muito brilhante.182.7 por cento.797.909. PATINTER LDA PORTLINE S. cujas vendas recrudesceram 59. É histórico o estatuto deficitário das grandes empresas do sector de transportes.E.5 36.A.20 94.20 1.8 milhões de euros em 2001 que faz do sector o mais deficitário das 500.134. MEGAMEIOS A.5 3. TRANSPORTES FREITAS LDA TRANSINSULAR S.90 5.2 por cento do volume de negócios das 500 maiores do PÚBLICO.A. SECURITAS S. que com 205. como viu as vendas reduzir 35.50 57.9 milhares detém a segunda posição em vendas no sector dos serviços.3 5.7 -64.D.4 5 8.3 por cento e os capitais próprios valorizaram 65.Auto-estradas de Portugal em termos de volume de vendas. que vão desde hotelaria e restauração. Contudo.896.º EMPREGADOS 2040 470 1553 13 7300 4725 126 143 225 830 43749 registou um crescimento de 13.70 569.606. representando apenas 2.540.9 N.4 19.5 milhões de euros.717.2 37.450.470. TRANSPORTES LUÍS SIMÕES S.4 milhões de euros.1 18. a CP é também a campeã dos prejuízos registados em 2001 pelas 13 empresas que compõe o sector dos serviços de transportes das 500 maiores do PÚBLICO.70 2.169. a aeroportos.7 13. Comandado pela Brisa. Mas há mais: a Carris de Lisboa (. que ascenderam em 2001 aos 430.6 por cento.1 RESULT.20 104. passando da 421ª para a 384ª posição.40 VARIAÇÃO % 6.867. SACOR MARÍTIMA S.00 -14. na ordem dos 400.50 3.378.3 8. aluguer de automóveis e segurança. 15. VENDAS 430.057. pelo menos o de algumas.350. A acompanhar esta tendência favorável esteve também a Assimec. as vendas das empresas que integram os serviços de transporte cresceram 8.3 11. PORTUGÁLIA S.521.70 106.A.5 19. continua a ser a maior empresa do sector.6 20.6 N. PRÓPRIO -8..60 111. A Sonae .4 66. cujos resultados líquidos negativos descerem para menos de metade. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos aguardam uma “reformulação orgânica” já prometida pelo Governo. de 122 milhões de euros em 2000 para 43.20 166.A.º EMPREGADOS 8000 6294 1090 65 52 4000 675 44 540 140 25880 sendo o caso mais emblemático o da CP Caminhos de Ferro Portugueses.4 23.4 1. cujo modelo de privatização e a avaliação da companhia deverão ser conhecidos no princípio de 2003.5 por cento.A.350. houve uma melhoria face a 2000. acima dos 10 por cento da média da lista. e algumas estão mesmo tecnicamente falidas.603. 90.7 N.007.295.C. LÍQUIDOS -43.712.60 803.738.

PRÓPRIO 2.3 RESULT.1 35.4 CAP. Aquela que já foi a maior mina da Europa fechou o ano de 2001 com um prejuízo de 15 milhões de euros. A Somincor.00 41. O mesmo argumento poderá ser invocado para explicar o forte crescimento de 35.7 por cento do produto interno bruto (PIB).T.208.50 VARIAÇÃO % -9. 1.865. o seu peso ainda é menor. A segunda metade do ano está. A agricultura representa.8 N. A reorganização interna e algum recuperação nas cotações fizeram entretanto com que a empresa tivesse regressado aos lucros no primeiro semestre deste ano (1. nesse ano.9 RESULT. O ano de 2001 ficou marcado pela crise das vacas loucas e os abates daí decorrentes. S. SA.3 6. A rentabilidade dos capitais próprios das duas empresas. A indústria extractiva é outra das fracas presenças nas 500 do PÚBLICO. VENDAS 101. que pode implicar a perda do controlo accionista por parte do Estado português.5 3.3 por cento da Interaves. LÍQUIDOS 411. que cria bovinos.180. é muito reduzida quando comparada com a média das 500 que excedeu os dez por cento.7 milhões de euros).º EMPREGADOS 870 Valores em milhares de euros. VENDAS 48.SOC. actualmente. a ser marcada pelo impasse na gestão — o ex-presidente. Nas 500.O FACTO DE SÓ EXISTIREM duas empresas agro-pecuárias entre as 500 maiores do PÚBLICO é revelador do peso e da importância do sector na economia portuguesa. no entanto. Soares Carneiro. LÍQUIDOS -15. única representante do sector mineiro.4 161 572.960. não ultrapassando 0. AGRO-PECUÁRIA S.3 N.8 por cento.A.095.8 2. AS MAIORES DA AGRICULTURA E PECUÁRIA Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 362 443 EMPRESA SAPJU . AGRO-PECUÁRIA S. de Beja. I R. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos ./C.80 VARIAÇÃO % -7. 2. o que poderá explicar a quebra de mais de nove por cento nas vendas da SAPJUSociedade Agro-Pecuária. em consequência de uma descida das cotações do cobre até valores inferiores a 60 cêntimos de dólar por libra de peso.º EMPREGADOS 230 264 494 TOTAL DAS 2 EMPRESAS DO SECTOR A MAIOR DA INDÚSTRIA EXTRACTIVA por vendas em 2001 SECTOR 500 1 165 EMPRESA SOMINCOR S.A. INTERAVES .00 CAP.1 por cento das vendas totais.A.SOC. ainda não foi substituído — e no processo de venda de uma parte do seu capital. impulsionada pelo consumo de carne “livre de perigo” de doenças (a crise dos frangos com dioxinas nunca chegou a afectar a produção portuguesa). perdeu quase vinte lugares na OUTROS SECTORES Deserto agrícola e mineiro tabela em relação a 2000 num ano em que a sua facturação diminuiu por via da forte quebra sentida nos preços do cobre a nível internacional. PRÓPRIO -9.50 89.

7 1.8 6.8 -29.102 1. CEPSA LDA MERCEDES-BENZ PORTUGAL S.7 53. PAPEL E ARTES GRÁFICAS COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMÉRCIO AUTOMÓVEL SERVIÇOS COMÉRCIO FARMACÊUTICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA AUTOMÓVEL INDÚSTRIA AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS COMÉRCIO AUTOMÓVEL CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.6 42042.9 RESULTADOS LÍQUIDOS 450795.9 32.1 34.6 12.A.2 617503.55 6.9 N. 745994.A.6 8194.7 1.1 17.A.7 8. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO AUTOMÓVEL ELECTRICIDADE. % 86. FIAT DISTRIBUIDORA DE PORTUGAL LDA SOARES DA COSTA S. SECTOR ELECTRICIDADE.1 -8.2 2.4 8.3 12.A.3 -13.8 1.6 305950.6 -0.3 114971. -999.076 200 145 2.33 812 1. LACTOGAL S.606 1. SIVA S.A.2 4.1 2813.8 2. CITROEN LUSITÂNIA S.0 84040.0 295448.6 13.0 23561.5 10. CIMPOR S.1 31285.5 -6. RCI GEST S.0 169836.09 100 231 29 1.1 11.987 858 197 1. BEBIDAS E TABACO COMUNICAÇÕES COMUNICAÇÕES INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA CELULOSE.9 10. BEBIDAS E TABACO COMUNICAÇÕES COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS ELECTRICIDADE.7 15.A.32 2 17.D. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.A.9 2403.A.7 175.5 430875.9 581527.0 24.0 1363973.4 1090.9 806421.6 222.8 6452.5 430057.4 525208.9 574360. PORTUCEL S.9 81378.IIMVT S.0 276799.6 118. RENAULT PORTUGUESA S. MODELO CONTINENTE .9 334403. 6742.D.9 1.4 -14.7 11.0 1219278.6 N.8 1.3 17.6 58.2 -7950.0 55711.9 CAPITAL PRÓPRIO 6096758.3 2351.4 271168.A.5 611682.9 227201.A. OPTIMUS S.8 329869. SIEMENS S.8 374064.A.A. 2001 2000 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 2 1 3 4 5 6 7 11 8 9 10 12 14 15 13 16 17 18 20 30 27 19 26 28 24 — 33 22 35 31 23 36 40 38 44 42 39 34 49 47 51 54 52 45 56 29 48 43 53 50 EMPRESA EDP DISTRIBUIÇÃO .3 25457.3 22364.1 8.0 108712.D.5 366693.0 -24434.7 541991. 28.DISTRIBUIÇÃO CENTRALIZADA S.59 580 1.7 26266.9 22.8 16231.5 19.0 236138. CLASS.AUTO ESTRADAS DE PORTUGAL S.3 18.1 2145.0 38. MODIS . FEIRA NOVA S.9 26466. SHELL PORTUGUESA LDA VODAFONE TELECELS.2 10232.005 120 1.056 1.5 3.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS.3 N.8 703513.6 443011. SECIL S. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.1 180701.7 -14.D.6 -56169.8 8086. CPPE S. CTT .0 2545.2 8.A.6 3.ENERGIA S.A.1 N. BP PORTUGUESA S.7 2953. 20036.2 15.0 104830.3 13.4 9.4 163994.3 -425.0 541226.6 323555. ÁGUA E GÁS COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMUNICAÇÕES INDÚSTRIA AUTOMÓVEL ELECTRICIDADE.2 N.A.1 13.9 489.0 -14049.132 340 1.4 10428.0 307677. TEIXEIRA DUARTE S.8 9.5 18971.9 7.0 473234.AUTOMÓVEIS LDA REN .A PETROGAL S.0 20518.0 13. PRÓPRIO % 7. NESTLÉ PORTUGAL S. CAP.4 N.A.9 92926.3 68677. TAP S.3 13.3 6.1 2.4 38898.D.7 -43614.8 N.A.8 14.6 -355.0 N.461 887 1.057 210 3.A.A. 44519.A.A.A.3 276851. MAKRO S. SOPORCEL S.A. 16.0 22.HIPERMERCADOS S.0 1394484. -5. 12 2.3 5. PINGO DOCE S.A. BRISA . PT COMUNICAÇÕES S.0 118443. FORD LUSITANA S.3 RENT.0 1628735.3 734738.A. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.141 2.0 6694. Cª PORTUGUESA DE HIPERMERCADOS S.4 1.6 1.7 793497. RECHEIO S.0 525371.A.5 87330.9 258325.3 7.0 341827.8 424072.1 4.8 79812.5 50.6 456683.REDE ELÉCTRICA NACIONAL S. CARREFOUR (PORTUGAL) S.9 455420.6 4.0 53.1 12665.0 431550.4 11.7 5.7 11.A.0 158419.9 -1.2 N.0 47878.5 125.6 20. ÁGUA E GÁS COMÉRCIO AUTOMÓVEL CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS INDÚSTRIA CELULOSE.0 2273000.774 1. ALLIANCE UNICHEM FARMACÊUTICA S.A.1 379859.7 25.777 11.4 541226.9 8.0 956648.4 -20.3 212050.6 322569.2 -29.0 408152.0 2209104. AUTOEUROPA .832 1.9 VAR.A.6 826723. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS VENDAS 5650374.66 618 11.0 149790.0 1176.1 8.1 6.D.3 71700.755 50 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . BLAUPUNKT AUTO-RÁDIO PORTUGAL LDA PEUGEOT PORTUGAL S.027 3.0 1559169.CORREIOS DE PORTUGAL S.8 46425.A.A.º TRAB.3 5.04 424 2.0 N.1 12992.8 11.699 8 319 1. SALVADOR CAETANO .A.6 15207.2 -3.2 1169954.3 31.5 694249.3 2. PHILIPS PORTUGUESA S.6 17475.0 26811. PAPEL E ARTES GRÁFICAS INDÚSTRIA AUTOMÓVEL COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.5 2118. TMN S. BOREALIS POLÍMEROS S.0 29825.C.0 23. ÁGUA E GÁS SERVIÇOS DE TRANSPORTES COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMUNICAÇÕES COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.3 7.0 335958.7 479301.4 5.A.A.8 636357.0 364869.4 19. ÁGUA E GÁS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.A.9 11046.4 414169.A.1 -10.0 1853594.4 994226.9 77068.D.A.A.1 55313.0 1043235.0 2344914.3 637962.7 -11.0 602864.3 26.99 172 65 403 88 2.6 -7.6 412696.5 191490.A.D.3 50739.A. TRANSGÁS S.1 29.A. REPSOL PORTUGAL LDA ENGIL S.3 478622.A.0 5063.0 1046845.1 33.4 330572.9 1.4 331357.2 112582. GMAC LDA SOMAGUE S.2 0. 6.9 74712.0 5426592.5 18964.6 -1. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.

0 40375.7 15875.7 278835.0 4.5 235875.8 N.8 203830.9 -0.A. N.7 291868.5 1437.1 17.0 10.8 9354.A.6 N.9 204722.4 189462.2 29.421 822 470 6.8 281882.3 182896.A. REAGRO S.7 56653.A. CITROEN S.3 4.0 31.R.553 125 1.A.7 2008.3 214387.0 32589. ALCATEL PORTUGAL S.0 -268450.9 5394.0 33420.8 195223. % 2.2 -37.0 35736.7 8.1 16797. MITSUBISHI MOTORS DE PORTUGAL S.8 201266.5 32.D. ANA .6 3. CAP.45 94 128 45 1.0 N.8 6. 20283.8 17.A.0 9.4 N.C.5 -4.2 22. 8 975 5.5 62683.CONFECÇÕES LDA MONIZ DA MAIA. PRÓPRIO % N.6 -0.5 20. PT PRIME S. CP .2 27. ESSO PORTUGUESA S.7 -173. HEWLETT-PACKARD PORTUGAL S.1 -23.CAMINHOS DE FERRO PORTUGUESES E.1 37492. 2001 2000 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 57 64 90 63 59 58 61 55 65 60 99 74 37 70 71 — — 84 41 76 83 — 79 75 87 86 77 107 72 68 67 82 — 81 62 78 94 96 97 89 119 91 80 66 115 95 106 100 108 110 EMPRESA TURBOGÁS S.0 280491.1 5568.2 2.0 13259.2 7853.5 30100.9 164180.5 288538.8 0.0 20567.4 10.4 15.7 112770.4 27. TEJO ENERGIA S.2 4.A.9 2.TERMO-DOMÉSTICOS S.9 37.6 RENT. SCC .0 42279.5 871.7 -28.4 205350.7 5. SOQUIFA .3 11. SOC.1 18.2 436.7 7.D.9 7.0 1733. 64.9 408.3 8. OCP PORTUGAL S.8 22.1 12.A.COMÉRCIO DE OLEAGINOSAS S. S.3 210432.8 2793.E.3 19781. FUJITSU SIEMENS COMPUTER S.7 43972.AEROS DE PORTUGAL S.E.0 296706.4 663.PUBLICIDADE E MEIOS A.0 13445.0 N.7 184423.7 23330.L.A.1 2214. CODIFAR C.4 217.133 11 200 690 532 106 1.7 230605.8 -5.6 280873.D.4 25.0 169277.A.6 64812. MOTA & Cª S.2 36717.A. YAZAKI SALTANO DE PORTUGAL LDA AUTO SUECO LDA PARQUE EXPO 98 S.2 728 74 400 13 186 527 169 1. 31.P.A.3 162574.2 9994.1 158360.6 166712.9 11836. LEVERELIDA LDA WORTEN S.8 12.A.9 -8.1 1.8 16.6 266810.A.8 223644. SERRA & FORTUNATO S.1 -5.A.0 19.3 69129.3 251662.L.5 N.3 4758.A.2 5.2 1491.8 12131.7 146677.3 803.2 23.1 -11512.4 261885.A.3 2.º TRAB.7 275361.A.4 39. ÁREAS DE SERVIÇO LDA FIAT AUTO PORTUGUESA S.A.0 241528.3 5.1 5386.7 14499.0 112131.8 2140.MEDICAMENTOS S.4 2426. ENTREPOSTO .105 52 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .7 -15.D. 6318.A.A.8 CAPITAL PRÓPRIO -15862.2 -30.R. BAVIERA S. SECTOR ELECTRICIDADE.2 -31.8 52791.2 -81.897 750 8 1.4 -9911.8 26.7 14.6 -12. OLEOCOM . 5039.4 78487.0 244438.A.5 -497069.294 25 168 133 320 1.7 1454.A.0 1214.5 44388. LEAR CORPORATION PORTUGAL S.8 44. VULCANO .233 402 890 1. CONSTRUTORA DO TÂMEGA S.2 237141.345 200 931 536 210 380 15 1 93 208 3.A.6 255777.5 191091.9 15.3 169901. UNICER S. CENTRAL DE CERVEJAS S.M.0 160426.5 16.0 11303.2 175252.7 32.1 13331. CLASS.329 6.4 167807. UNIFAC S. BERTRAND FAURE S. Cª IBM PORTUGUESA S.7 280385.1 -3.0 19.8 20539.9 -2640.3 208428. EDIFER S. C. ÁGUA E GÁS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA AUTOMÓVEL COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO COMÉRCIO FARMACÊUTICO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA AUTOMÓVEL COMÉRCIO AUTOMÓVEL SERVIÇOS SERVIÇOS DE TRANSPORTES INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS SERVIÇOS COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS SERVIÇOS COMÉRCIO FARMACÊUTICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO FARMACÊUTICO INDÚSTRIA AUTOMÓVEL VENDAS 297960.5 1164.A.C.8 68.A.2 8.1 35.A.A.2 256635.A.9 -9257.7 RESULTADOS LÍQUIDOS -25988.A.1 280027.A.0 23316.4 225808.C. ERICSSON TELECOMUNICAÇÕES LDA ZARA PORTUGAL .0 1636.7 0.D. CONSTRUTORA ABRANTINA S.9 66.2 13.SOC.VEÍCULOS E MÁQUINAS S.9 1.8 1002.5 25102.4 9179.7 1.0 10.9 13.7 14.0 234255. COMPUTER 2000 PORTUGUESA LDA C.4 165576.7 -18.3 162.9 167.5 11.6 21.5 206508. 7791. ÁGUA E GÁS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA AUTOMÓVEL COMUNICAÇÕES INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO FARMACÊUTICO COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO FARMACÊUTICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMUNICAÇÕES ELECTRICIDADE. GALPGESTE .4 79285.GEST.6 3601. TABAQUEIRA S.9 20428.0 170842. UNIÃO DOS FARMACÊUTICOS DE PORT.1 264560.A. HISPÂNICA DE AUTOMÓVEIS S.0 230176.8 5.7 37011.1 -32.2 64.2 17.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS.4 2577.8 29789.9 -9381.3 338 1.5 30.A.9 8334.2 21805. MARCONI S.9 214239.A.3 199021.3 27.D.6 64.4 N.A. FIMA/VG LDA CONTINENTAL MABOR S.8 VAR.0 229215.0 168450.8 47.6 8.2 -0.2 15.4 -672.7 3074.A.7 13078.A.4 51397.9 229453.2 53865.6 11.8 46491. RODOGESTE LDA MEGAMEIOS .6 9. 24. CPCDI S.4 18708.7 170041.

A.0 124615.3 149429.L.1 82.7 106860.1 144768.4 1496.6 138783.8 13012.9 111418.3 38.6 -26.3 139606.7 4411.3 N.5 -2.6 132002. .6 119134.7 3979.D.8 20289.9 27309.ADUBOS DE PORTUGAL S.6 42939.4 -22.8 4217.4 123012.4 -90.0 150685.L.2 2074. DAIMLERCHYSLER RAIL SYSTEMS (PORT.7 117828.0 6.6 39767.A.7 107553.2 26.ELECTRÓNICA PORTUGUESA S. SONY PORTUGAL LDA GRUNDIG .9 5936.9 59.4 319660.A. CLASS.4 10.8 19197.9 38. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA QUÍMICA INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA CELULOSE.3 116600.7 7528.0 VAR.4 11.1 -3.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS.6 19909.A.0 5.A.INDÚSTRIAS LÁCTEAS S.5 142907.7 287202.8 160188.PLÁSTICOS LDA SECTOR INDÚSTRIA FARMAÊUTICA COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.1 10.3 -11.D.A.D.9 120509.02 126 454 473 850 294 638 54 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .1 295.6 144332.A.A.A.4 125737.7 120675.5 5. MÉDIA PLANNING PUBLICIDADE S. 26221.3 138863.P. PORTUCEL VIANA S.5 5799.8 21.5 116904.6 88. DIAGEO PORTUGAL LDA ALCÂNTARA REFINARIAS S.A. 6.2 N.2 -749. CORTIÇA E MÓVEIS SERVIÇOS DE TRANSPORTES INDÚSTRIA CELULOSE.9 CAPITAL PRÓPRIO 26997.A. SOVENA S.0 22257. CARDOL LDA DANONE PORTUGAL S.6 36.5 2772.9 147085. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA AUTOMîVEL VENDAS 157718.6 -1.3 -7. 3834.A. SOLBI LDA NOVARTIS FARMA S.4 12622.7 12387.0 151055.D.ESTALEIROS NAVAIS S.D.2 118318.6 8.2 8.0 124202. 0.7 4.5 6253. PRÓPRIO % 38.3 25. % 15. PAPEL E ARTES GRÁFICAS COMÉRCIO FARMACÊUTICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA CELULOSE.912 100 432 4.5 10787.3 2.3 33675.4 13.7 110660.0 29662.8 9.1 24.8 18214. 17095.0 25968.2 131008.R. EUREST (PORTUGAL) LDA TRANSPORTES FREITAS LDA ROCA .7 9.A.6 29965.1 11.3 33506.0 RENT.8 100382.2 11. SIC S.6 116154.6 2454.A. GEST.4 13.5 -1117.INSULAR DE HIPERMERCADOS S.5 5. DE REVESTIMENTOS S.SOC.9 125780. PAPEL E ARTES GRÁFICAS INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS SERVIÇOS DE TRANSPORTES INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO FARMACÊUTICO INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA SERVIÇOS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.0 127802. PAPEL E ARTES GRÁFICAS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO MEDIA CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA FARMAÊUTICA ELECTRICIDADE.0 114267.6 120246.2 44937. AVENTIS PHARMA LDA ROCHE .8 65.4 119940.1 119717. SGAL .FARMACÊUTICA QUÍMICA LDA CIRES S. S.0 79.9 N. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA QUÍMICA INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS INDÚSTRIA DA MADEIRA.018 149 245 85 282 1.A.5 14101.8 126476.3 24.CASA DA MOEDA E.9 17177. 8360.7 134541.7 116214.3 1497.1 520.0 7609. CASCA .7 20. PORTUGÁLIA . LONGA VIDA .SOC. INSCO .0 -26.A.0 1.TRANSPORTES AÉREOS S.A.2 1581.1 346. RAÇÕES VALOURO S.) S. 7964.7 4896. SOPOL S.8 -14694.0 -421.AÇOS PLANOS S.1 24.A.A.5 7.PRODUTOS QUÍMICOS S.6 37.0 19815.2 9973.0 139538.9 -19849.1 15563.3 12.3 625.D. CONSTRUTORA DO LENA S.0 -16. STORA CELBI S.7 1458.7 55814.A.1 -4753.8 13177.8 123197.6 9.7 9.A.6 12.7 -17.2 -340.2 -1. IMPRENSA NACIONAL .D. 7249.725 65 823 382 212 186 386 180 291 560 573 1.7 2745.1 107802.2 85.1 24.7 155411. MANUEL RUI AZINHAIS NABEIRO LDA COMPAL S. DO ALTO DO LUMIAR S. 48.7 -27202. D.5 106994.6 27417.1 113142.1 6.0 25.0 11.0 -2740.A. COFANOR C.D.SISTEMAS DE ELECTRÓNICA LDA PETRIN S. OGMA S.7 N. MERLONI .5 -1488.5 29347.4 9911.4 RESULTADOS LÍQUIDOS 10467.0 11608.8 N.4 153974. SECURITAS S.3 N.7 22. LUSOSIDER .A.5 10.9 -12.4 11685.A.8 7.8 10.2 6018.6 161634.A.7 37232.9 3.9 112531.3 29.D.0 37.A. DE CONSTRUÇÕES S. 192 405 824 318 171 729 9 40 202 7. ÁGUA E GÁS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.6 -9.I.3 -2.D.4 -0. SIMOLDES .8 N.A.2 41.0 119055.P.04 1.5 N.1 11.3 78333.1 31.CERÂMICA E COMÉRCIO S.SOC. OPCA S. SUMOLIS S.A.5 -76.D.4 4656.A. 80.5 32.2 22.3 4733. EPAL S.9 N. LISNAVE .9 N. 496.8 -115.D.8 27.0 87510. CAP.6 22. 2001 2000 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 109 117 105 125 88 133 136 132 131 126 137 113 85 123 206 239 173 129 150 93 102 164 128 130 — 121 151 112 197 139 124 141 148 142 134 147 120 135 154 103 152 165 293 190 217 155 163 175 162 195 EMPRESA MERCK SHARP & DOHME LDA MANUEL NUNES & FERNANDES LDA A.A.2 116379. 48.D.5 N.ELECTRODOMÉSTICOS S.8 156128.8 16.9 31638.A.0 121355.7 131153.8 1513.7 N.3 2.5 12.6 5.6 43343.1 -7.5 2583.1 1394. DOW PORTUGAL .0 -290.4 19. CONTACTO .A.A.0 7653.9 88571.7 13.0 N.0 22.2 6.5 91679.A.5 8.6 20. SAMSUNG .2 1564.09 420 130 33 297 612 337 150 380 544 210 325 1. AUTO INDUSTRIAL S.3 629 1.0 15.º TRAB.A.9 18.

7 10271.3 7889.INDÚSTRIAS TÊXTEIS S. SCAL S.6 94250.5 94411.6 1. RAR .4 104590.6 -14.3 106105.0 -4.3 -72.9 26763.3 -7. DO VESTUÁRIO E DO COURO COMÉRCIO AUTOMÓVEL ELECTRICIDADE.4 88322.D. % 102.9 88194.2 41.D.1 11. CIMPOR BETÃO S. VASP .9 CAPITAL PRÓPRIO 3833.2 27541.135 479 216 38 1. CIBAL S.1 2579.1 34307.4 18389.3 -9.7 8289.6 40517.834 315 156 870 375 240 55 830 100 910 734 249 52 774 276 1.2 104738.1 -19285.2 88883.7 520.5 93637.2 5761.7 98061.0 15.D.3 10043.5 170.3 7507.8 7790.9 19071.9 101180.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS.1 86386.3 87402. S.3 1212.0 5362.A. PÁGINAS AMARELAS S.0 10523.6 39. S.A.5 RESULTADOS LÍQUIDOS 3470.7 104820. SANTOS LDA XEROX PORTUGAL LDA HUF PORTUGUESA LDA PROSEGUR LDA PROSEGUR .0 863. 4.05 4.9 120732.1 95408. NOVIS TELECOM S.D.0 103740.0 12.6 0. PRÓPRIO % 90.1 475.0 N.A.8 14.2 4101.8 93001. CMP .D.7 -3. 55.CONFECÇÕES S.9 4818.8 24018.3 N.0 4441.A. 14. COMERCIAL C.1 N.6 14.9 95756. 0.6 91346.3 7.1 88158. A.A.0 88262. ASTRA PORTUGUESA LDA TRANSINSULAR S.2 106160.3 39.1 8572.2 31593.3 41.3 4.5 N. DO VESTUÁRIO E DO COURO INDÚSTRIA FARMAÊUTICA INDÚSTRIA FARMAÊUTICA INDÚSTRIA EXTRACTIVA INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS SERVIÇOS INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO FARMACÊUTICO SERVIÇOS DE TRANSPORTES INDÚSTRIA CELULOSE. CIN .VEÍCULOS E PEÇAS S. DE EMPREITADAS S. 2001 2000 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 353 168 167 140 146 144 — 179 — 166 474 153 251 342 145 171 — — 263 160 138 209 429 184 194 213 181 178 198 143 264 248 215 201 249 226 220 180 186 199 187 229 224 212 218 — 269 232 223 242 EMPRESA SONAE .4 7091. 793.A.A.9 N.0 93754.3 96224.1 3.9 103992.A.4 15.D.0 25.4 92727.2 8642. A. S.041 169 155 702 56 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .5 83.5 8. ÁGUA E GÁS SERVIÇOS INDÚSTRIA AUTOMÓVEL COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS SERVIçOS INDÚSTRIA TÊXTIL.6 87341.º TRAB.7 100.A.A.6 24.9 2.5 -0.3 24.0 106029.3 -3.3 91237.9 -18.A.3 33306.8 97466. 99067. TRANSP.2 7. IBEROL S.9 87867. A.SOC.3 69940. ESTORIL SOL S.8 60694.0 47535.D.T.0 13.9 -5.8 11. S. 546.8 20.6 14.A.5 -2.3 85.2 11.1 18.6 -15208. CAP.2 5.3 -941.8 18.7 10.6 5258. SANTOS . E DISTRIBUIÇÃO LDA ECCO’LET (PORTUGAL) LDA WYETH LEDERLE PORTUGAL (FARMA) LDA ALVES BANDEIRA & Cª LDA SOC. 143 58 349 415 501 1. 8.D.A.A.4 33982.3 -3783. BAYER PORTUGAL S.D.1 494.5 27454.5 -922.1 94974.A.2 121.8 N. AUTO SUECO () LDA MACONDE .D. S.7 -1.1 9010.D.1 6. SECTOR SERVIÇOS COMÉRCIO FARMACÊUTICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA TÊXTIL.A.5 4514.H.T.A. GDL S.2 6.IMOBILIÁRIA GESTÃO S.2 87341.9 16894.975 225 95 631 306 65 1.0 56516. SOLVERDE S.D.E. TOP TOURS . RENOVA S.5 14.8 N. S.3 N.5 9010.A.5 3622.3 8642. PAPEL E ARTES GRÁFICAS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS MEDIA SERVIÇOS COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA TÊXTIL.235 350 205 158 790 500 1.1 RENT. B. -0.8 N.A.6 6320. TOTALFINA PORTUGA.5 12.9 26.4 40.0 103098.0 6556.2 N. CLASS.VIAGENS E TURISMO LDA COOPROFAR C.D.A.A.7 99567.8 18.4 N.6 8. S.A.A.3 2.1 119056.5 7.CIMENTOS MACEIRA E PATAIAS S.4 N.2 88195.2 N.1 9756. BRISTOL MYERS SQUIBB LDA TECNOVIA .7 12106.5 5.8 100577.0 32.7 19.9 N. 1041.3 88242.7 105988.5 N.0 9389.0 34059.A.5 44.1 92357.3 7.2 13.3 93815.8 8014.8 -15. GARAGEM VICTÓRIA .L.1 -1.7 14.3 188 236 331 254 450 5.D. 46.3 4565.8 7295.7 1565.8 2478.5 103727.1 49923.5 10450.3 7.0 8390.3 166.0 6556.AUTOMÓVEIS S.1 46 242 1.1 24.1 4. 15536. DO VESTUÁRIO E DO COURO SERVIÇOS COMÉRCIO FARMACÊUTICO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA QUÍMICA COMUNICAÇÕES INDÚSTRIA TÊXTIL. 26.2 20686. -244.C.5 VAR.2 1504. EFACEC.8 15563.1 22.0 7.5 90021.6 2640.2 N.3 13.5 96426. FÁBRICA TÊXTIL RIOPELE S.CONSULTORES DE GESTÃO S. DO VESTUÁRIO E DO COURO COMÉRCIO FARMACÊUTICO COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA AUTOMÓVEL SERVIÇOS SERVIÇOS INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS COMÉRCIO FARMACÊUTICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS VENDAS 106295. LABORATÓRIOS PFIZER LDA INSTITUTO LUSO-FÁRMACO LDA SOMINCOR. COELIMA .6 14.A.A.REFINARIAS DE AÇÚCAR REUNIDAS S.9 91292. 9.0 0.0 -1514. 65599.A.D.0 632.0 -1.3 54549.1 8293.6 10515. ACCENTURE . S.R. BOTELHO & RODRIGUES LDA BENTO PEDROSO CONSTRUÇÕES S.A.3 12.4 22347.0 -48.0 30528.Cª DE SEGURANÇA LDA BETÃO LIZ S.6 87014.D.SOC.0 5899.4 101619.3 86586. JOHNSON CONTROLS II LDA C.2 102463. SPACE LDA ENTREPOSTO V.3 33.8 16.3 424.0 26134.5 N. 480.8 N.5 162818.A.8 -5.8 37.

6 72355.5 3415.CILAG FARMACÊUTICA LDA MICHELIN .D.6 1.D.D.GESTÃO COMERCIAL S.0 83155.7 28375. N. 5.3 127. SLEM .7 2610.2 N.7 -1. LFP .D.8 79930.5 38.4 78730.6 13112.4 N.1 7006.D.0 N.0 19.0 N.0 13129.6 2961. OBRECOL S.7 61.0 70582.3 RESULTADOS LÍQUIDOS -25.1 83043.9 2230.1 27904.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS.4 9.5 339.9 27.1 78711. EUROFRUTAS .9 -23.8 7379.0 24056.3 84499.9 -89.1 12.6 79007.2 14436.3 81829.A.1 85746.5 32. CABLINAL PORTUGUESA LDA LUSOGRAIN LDA PIONEER TECHNOLOGY PORTUGAL S. 19903.4 33275.3 7.A.D.COMBUSTÍVEIS S.7 1627.7 621.A.6 12.D.º TRAB.8 533. ENTREPOSTO .0 13. 12533.5 80950. GRUNDIG .D. 11118. MECI S. N.A.9 N.2 37201.D.3 72178.6 77594. 5.2 72811.LOJAS FRANCAS DE PORTUGAL S.8 7.3 4.5 8600.8 14. CABELTE S.0 73145.0 1951. ROBERT BOSCH LDA NOVADELTA S.2 -255. 94.1 1970.0 47122.A.COMÉRCIO DE VIATURAS LDA Cª CARRIS DE FERRO DE S.2 1147. 19.D.1 73374.8 N.8 22.9 4.0 73854.9 81514.D.4 -8.D.4 969.A.A.8 4.D.7 71546.5 3.2 1480. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA CELULOSE.7 -8.9 3311.4 N.1 54760.8 -10. 2001 2000 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 174 237 192 250 177 334 208 — 252 354 363 216 235 247 182 228 193 203 240 272 225 294 219 — 245 299 211 238 — 255 210 259 246 298 241 287 — 254 227 360 205 207 169 266 268 256 274 258 361 282 EMPRESA FERNANDO SIMÃO LDA ALVES RIBEIRO LDA BETECNA .A.A.D.8 N.7 1.LOGÍSTICA PORTUGAL LDA NOVOPCA S.9 81228.D.8 VAR.6 N.5 15.264 20 489 160 271 690 2.5 N.8 -338. ÁGUA E GÁS VENDAS 86368.A.VEÍCULOS PESADOS S.846 124 332 308 70 167 215 530 88 1.1 5.5 -0.Cª LUSO PNEU LDA BENCKISER PORTUGAL LDA FERPINTA S. 630. EMPRESA PÚBLICA DE URBANIZAÇÃO DE JAIME RIBEIRO & FILHOS S.5 1517.0 83788. LUSO-ESPANHOLA DE METAIS LDA ANODIL . 3402.3 -0.A.1 81164. JERÓNIMO MARTINS LDA FISIPE S. EMPRESA DE ELECTRICIDADE DA MADEIRA S.8 18092.D.3 81588.5 -9900.D.D.D. DO VESTUÁRIO E DO COURO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS ELECTRICIDADE. 112.D.5 1065.3 N.2 -0.348 58 230 595 68 497 540 1 420 1.9 13061.0 45. CAP.0 -3806.5 -28. PRÓPRIO % -0.8 15.0 0.5 79360.9 RENT. N.0 36120.D.8 -7.A.3 -4.2 49.433 9 300 280 304 4 114 295 261 1. JOSÉ MACHADO DE ALMEIDA & Cª LDA EMPREITEIROS CASAISS.0 15678.7 N.9 8.A.07 238 14 1.0 4620.2 2344. FLORÊNCIO AUGUSTO CHAGAS S.5 9. SECTOR COMÉRCIO AUTOMÓVEL CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS SERVIÇOS COMÉRCIO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA TÊXTIL.8 56035.0 6097.A.3 7.0 1672.6 30015.7 77703.7 -73671.1 N.3 22781. N.3 -13.3 72208.6 70490. N.6 73536.INDÚSTRIA E COM.0 3070.A.1 -2663.0 77317.7 70491. JANSSEN .2 73080.D.A.9 71962.7 15. DE CARNES S. LAMEIRINHO .ª GERTAL S.5 3. N.3 71689.0 N.2 2.1 72742.A.7 26934.4 -115234.2 -10. PAPEL E ARTES GRÁFICAS INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA AUTOMÓVEL COMÉRCIO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO AUTOMÓVEL SERVIÇOS DE TRANSPORTES COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO. 2063.9 2.2 N. 222 657 214 250 21 430 412 584 271 182 500 1. % -7. BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS SERVIÇOS INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO SERVIÇOS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.A.1 7.A.INDÚSTRIA TÊXTIL S.0 4.BETÃO PRONTO S.5 4.4 13. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO INDÚSTRIA TÊXTIL.0 75914.EXTRUSÃO E DISTRIBUIÇÃO S.D.9 3874.6 -2. N. INDÚSTRIAS DE ALIMENTAÇÃO IDAL LDA PORTUCEL EMBALAGEM S.4 84436.0 12576.2 72868.A.4 75904.0 42.A.2 -6.0 CAPITAL PRÓPRIO 4738. EDIFICADORA LUZ & ALVES LDA ZAGOPE S. CIMPOMÓVEL .6 5542.A. SONAE TAFIBRA .6 76747.9 85938.2 11068.A. SICASAL .1 22.1 3420. DE FRUTAS S.0 -1501.9 82531.8 -107.3 17. 27.0 14.1 -2.0 674.A. 5.A.4 N.4 80582.3 83867.8 13.7 57. 17292. 0. 5.136 250 938 58 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .0 0.2 2.4 3.A. IBERUSAS.0 2197.4 5. RENAULT TRUCKS PORTUGAL LDA AR LÍQUIDO LDA LIDO SOL II S.2 74505. INICIATIVAS DE MEIOS LDA SCHNEIDER ELECTRIC PORTUGAL LDA TECNIDATA SI S.3 15.5 -8.6 -14. N. 0.0 8.4 78558.6 6.2 181586.8 -6.0 473.D.6 73134. CLASS.A.0 79628.1 N.4 27. DO VESTUÁRIO E DO COURO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO FARMACÊUTICO INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA FARMAÊUTICA COMÉRCIO INDÚSTRIA FARMAÊUTICA INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA COMÉRCIO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.5 -1843.7 -35.5 20.3 80188.3 53. AGIP PORTUGAL .D.0 1401. -55.8 6.2 96519.A.4 -9.C. 3782.8 N.6 21449.6 -0.9 4292.8 N.4 1321.2 6.1 1080.SOC.4 202.2 N.6 -2.D.3 1883.2 -3710.SOC.1 2650. PROFARIN LDA EMEF S.

7 15.6 58.1 488.A.A.2 -441. RUI COSTA E SOUSA & IRMÃO LDA VISEU RÁDIODIFUSÃO PORTUGUESA S.6 19.5 62379.0 17.1 2391.PRODUTOS QUÍMICOS S.3 N.4 67023.5 -7.7 64.PRODUTOS SIDERÚRGICOS S.2 66046.3 65063.7 21991. 12582.R.6 2615.1 60444.7 61946.8 1.1 -25.A.9 15075.8 15165.4 579.1 66917.7 60282.0 11. PESCANOVA (PORTUGAL) LDA SECTOR INDÚSTRIA QUÍMICA SERVIÇOS DE TRANSPORTES COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO FARMACÊUTICO MEDIA COMÉRCIO FARMACÊUTICO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO INDÚSTRIA FARMAÊUTICA INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.A.4 -1.8 12822.9 12856.0 1100.0 7766.A.8 9.9 4.D.SOC.1 32215.3 41688.1 20.5 N.0 5.EDITORA LDA FARBEIRA C.7 3.9 N.7 907.4 3575. SOARES CORREIA .2 15.6 5.SOC.9 -1. N.5 60667.7 7.3 69537.7 62996.5 -5.8 11.3 650.A. ALICOOP C.5 4.1 63747.9 8.0 5977. DO VESTUÁRIO E DO COURO SERVIÇOS COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.A. BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA FARMAÊUTICA INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA COMÉRCIO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS COMUNICAÇÕES INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO AUTOMÓVEL CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.6 18.3 1401.6 RESULTADOS LÍQUIDOS -1200. HONDA AUTOMÓVEL DE PORTUGAL S.A. SOGENAVE S.1 71.3 6.9 4.A.4 15974. S.4 66688.9 10177.4 11241. UNILFARMA LDA TREVIRA FIBRAS S. 5464.9 36.9 3512.9 2. VICAIMA .7 3319.2 N.3 29043. PRÓPRIO % -2.3 12.L.2 11. CONSTRUCTORA SAN JOSÉ S.2 N.A.5 63747.0 N.3 17.1 32.3 -16.3 9.3 496. 380 675 42 210 500 90 523 251 162 80 231 110 167 627 860 252 57 487 530 230 309 100 129 137 168 139 494 130 110 159 430 120 1.2 1759.8 3026.3 4398.A.7 60794.3 16.0 63690.3 6.A.6 65822. TONOVA UNIPESSOAL LDA CONDURIL .6 300.8 3. FONSECAS .7 64260.3 2517.3 62816.5 8. UNIPESSOAL LDA WURTH (PORTUGAL) LDA TEODORO GOMES ALHO & FILHOS LDA BICC CELCAT S. -3704. 11. -67. 11339.6 24031.D.7 7290.6 2444.8 1472.0 1732.1 62159. GONVARRI .1 18.0 3. DE TABACOS S.2 3.6 69643.7 14.1 65972.2 67644. 2001 2000 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300 279 296 170 273 202 277 280 319 234 290 307 326 332 302 364 351 276 341 338 370 318 306 303 308 292 372 301 345 424 343 397 344 297 314 275 244 337 305 284 339 — 320 499 315 316 482 281 285 300 309 EMPRESA SOLVAY PORTUGAL .A.D. INDÚSTRIAS DE CARNES NOBRE S.A.0 763.2 -18.3 70066. ANTÓNIO DE ALMEIDA & FILHOS LDA SAP PORTUGAL SOC.A. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO VENDAS 70423.3 -8.0 6.3 62398.1 64222. PAVIA .A. RAMALHO ROSA COBETAR S.8 18.6 0.D.5 458.8 13469. PORTELA & Cª S.D.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS.4 866.3 9656.0 151.6 2624.A.9 10166.A.1 N.7 4. COCKBURN SMITHES & Cª S. TINTAS ROBBIALAC S.A.CONSTRUTORA DURIENSE S.0 4923. SOC.A. % 6.8 64919. DE EMPREITADAS ADRIANO S.8 27561.0 70. ACORIL . CLASS.6 30.7 63220.8 N.1 44.0 69601.01 500 520 288 167 198 434 762 90 626 480 283 246 455 148 107 174 67 60 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .D.A.9 31.6 25.A.A. RIBERALVES S.9 409.6 -11.A.EMPREITEIROS S.1 66182.6 16.0 7. 254.D. DE FERRO S.4 24.A. EMPRESA DO JORNAL DE NOTÍCIAS S.6 41.A. CASA DA SORTE S.A.D.2 N.1 8. DISTRIB.2 69653.5 71.8 25630.4 35. ALBERTO MARTINS MESQUITA & FILHOS S.2 27560.7 60278.9 65789.0 5.VIDROS S.1 1529.9 N. CAPITAL PRÓPRIO 55515. PORTALEGRE GARCIAS LDA MERCAUTO LDA OTIS ELEVADORES S. J. 1501.8 254. BEBIDAS E TABACO MEDIA INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA FARMAÊUTICA COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.3 7152. TABASUL . MONTE & MONTE S.0 69459.4 64273.7 7.9 5719.6 9.0 -2415.8 32.8 52927. 2.7 N.3 35668. TRANSPORTES LUÍS SIMÕES S.2 26936. SANOFI SYNTHELABO S.1 4864.3 60872.9 66646.2 4.D.4 1773.2 35.A.A.5 69828.6 66300.COMÉRCIO E REPRESENT.D.7 14.7 3593.0 1116.3 -7.R.L.4 3575.2 28598. DANZAS LDA TV CABO TEJO S.6 5.2 0.PAVIMENTOS E VIAS S.D.2 -2.2 34.6 -599. A.4 29.L.7 9898.6 5178.8 3.1 62582.2 8735.8 14.0 60347.3 1258.1 19662. BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.9 890.4 2685.0 1630.2 N.3 17704.4 4734.ARMAZ.R.2 8.A.9 66993.0 64889. ELECTROTÉCNICA S. S.6 13.5 -10.4 2005.2 -0.6 17.7 18.9 60771.A.COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS S.6 24.0 14.9 19.0 64352.1 1602.8 18596.1 VAR.º TRAB. BEBIDAS E TABACO MEDIA INDÚSTRIA TÊXTIL.0 67.0 22528.9 8091.9 60766.9 11725.A.5 9.4 10. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO. PROLEITE C.7 49767.1 67504.9 1. CAP. ABBOTT LABORATÓRIOS LDA ABRIL CONTROLJORNAL . CARCLASSE .3 14. SOTÉCNICA .4 11589.D.8 4.A.2 60321. RENT.6 20. CIMERTEX S. SANTOS BAROSA .7 60676.

MADIBÉRIA LDA METEORO LDA EFACEC . BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO AUTOMÓVEL SERVIÇOS DE TRANSPORTES INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.L.D.0 11.5 13. 11.METALOMECÂNICA S.4 -4.0 50046.D. 11.1 14457.2 56603.7 10681.6 50542.0 1714.2 9801.7 53462.4 N. SOC.0 6844. 3199.0 N.9 3647.A.0 32.3 52976. TECNASOL-FGE .0 -15. AVELINO.º TRAB. 15415.D. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMUNICAÇÕES CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA FARMAÊUTICA COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS INDÚSTRIA AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DA MADEIRA.0 2666.2 32.3 62.6 53318. CEREAL ASSOCIADOS PORTUGAL A.SERV. 9.8 3357. CONSTRUÇÕES GABRIEL A.9 55381.9 50534.7 59714.0 N.0 1948.1 12. 2001 2000 301 302 303 304 305 306 307 308 309 310 311 312 313 314 315 316 317 318 319 320 321 322 323 324 325 326 327 328 329 330 331 332 333 334 335 336 337 338 339 340 341 342 343 344 345 346 347 348 349 350 348 — 335 378 333 — 328 331 295 — — 380 387 377 327 431 — — 391 317 312 399 — — 366 — 384 — — 464 398 340 440 291 — 352 404 422 402 460 381 430 — — 243 — 289 408 — 405 EMPRESA ETERMAR S. SAINT-GOBAIN SEKURIT PORTUGAL S.4 13.0 -109206.A.5 43006.1 N.9 58668.1 50.D.A.6 4.7 51187.D. S. 22389. 7.3 -67.7 23.E.0 3. SOC.1 -15.A.3 4311.C.A. HAGEN S.4 54046.SISTEMAS INFORMÁTICOS S.0 28840.7 16.7 -21.7 6793.D. 318.43 470 470 464 1.C.0 8.3 19366.4 58. UNIBETÃO LDA SOGRAPE .A. CLASS.5 7.2 1007.C.0 59062.0 52681.0 16188.9 N.A. FARINHA & AGRELA LDA LACTICOOP U.8 -0.5 21318.0 23.4 50142. PRÓPRIO % 6.A.A.8 11164.2 741. J.9 50659. 16.1 16768.6 N.I. ELECTRICIDADE DOS AÇORES S.A.3 8665.4 37. MODALFA .9 N.R.9 N.8 9659.6 1971.SISTEMAS DE ELECTRÓNICA S.9 4001.7 4.5 N.4 9375.4 50251.5 53979. GRUPO ANTOLIN LUSITANIA S.D.8 9. POSTLOG .0 -293.2 4697.6 5.7 N.3 34500.6 N.6 CAPITAL PRÓPRIO 13507.2 2072.0 2415.5 11.5 33528.A.0 23.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS.D. RAMADA .2 15688.4 534.0 4881.8 57167.ª AMORIM . GESPOST LDA PORTUGAL TELECOM INOVAÇÃO S.4 17.1 855.1 N.D.A.4 54636.7 27. MANUEL MARQUES DOS SANTOS CAVACO S.5 19.A.A.6 9.9 8877. COOP.A. DILOP .D.2 7.REVESTIMENTOS S. ENSUL .1 17.7 8. CORTIÇA E MÓVEIS INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO SERVIÇOS DE TRANSPORTES SERVIÇOS DE TRANSPORTES COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.R.SOC.0 4965.8 11. BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO INDÚSTRIA DA MADEIRA.9 -3. 2465.8 17.898 300 548 256 230 156 62 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .8 57968.9 7.5 N.D.4 57186.0 50198.5 53044.6 0.8 VAR. LABORATÓRIO MEDINFAR S. N.0 51156. POLIFACE S.0 8458.3 50425.0 N.2 58423.9 11. ABAST.0 15.5 1.9 2513.D.7 241. SECTOR CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS ELECTRICIDADE.1 54706.1 755.2 4.1 -29191.D.D.7 9415.7 13. COUTO S.A.A.0 -173880. LEGRAND ELÉCTRICA S.1 N.0 25488.2 -615.A. ÁGUA E GÁS COMÉRCIO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.2 56335.0 2095.A.1 51593. RADIOTELEVISÃO PORTUGUESA S.7 798. BACARDI .2 56682.3 13.0 -14.A. AMTROL-ALFA .8 392.7 -3.2 10.4 -5.0 12381. 1384.8 9. DO VESTUÁRIO E DO COURO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA COMÉRCIO AUTOMÓVEL SERVIÇOS INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS SERVIÇOS DE TRANSPORTES CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS MEDIA INDÚSTRIA AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DA MADEIRA.3 34.A. 19.E. SÁ COUTO LDA F. 55.A.VINHOS DE PORTUGAL S.1 25.A.5 44700.3 50477.FUNDAÇÕES E GEOTÉCNI. DE ÓLEOS E RAÇÕES S. DE TRANSPORTES COLECTIVOS DO S.A.7 56480.8 385.1 4916.7 54020.0 3.2 3.6 7.TECIDOS S. NACIONAL S.8 12. ALISUPER S.4 -6.A.3 RENT.4 3754.0 N.9 47.0 1651. ALIM.L.0 -1. DE CONSTRUÇÕES H.COMPONENTES DE MOTORES.2 50235.0 4120.6 54776.8 569.7 51025.9 N. TEKA PORTUGUESA LDA PROLÓGICA .7 N.A.A.3 21. VIATEL S.2 324.A.8 17.0 10.A. COOP.EMPREENDIMENTOS NORTE SUL S.7 17.PRODUTOS ALIMENTARES S.0 10864.5 4574.9 6. EUSÉBIOS & FILHOS S.3 57476. 12.0 20651.A.0 7826.6 55989.MARTINI PORTUGAL LDA SOMELOS .8 53758. PARA ANIMAIS C. PATINTER LDA GRUDISUL LDA ENTREPOSTO MÁQUINAS S.1 34. 12.5 3.D. 400 297 803 55 151 460 151 105 207 46 320 44 540 39 202 140 162 930 210 329 305 180 180 300 363 263 55 464 37 587 226 82 617 311 42 429 160 1 438 400 2.9 307.3 58036. VESAUTO .C.2 41899. 5538. CORTIÇA E MÓVEIS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO VENDAS 60063. P.7 RESULTADOS LÍQUIDOS 901.5 22.0 50577.9 1.AÇOS E INDÚSTRIAS S.7 18.3 9.6 26.2 250.AUTOMÓVEIS E REPARAÇÕES S. PORTLINE S.4 28.5 57468.0 -3117. 2209.4 59555.9 12994.A.8 58736.2 53035.1 1859.0 17295.L.8 -43031.9 -32.4 0. SORGAL .5 54209.A.6 -1.2 55914.4 N. CORTIÇA E MÓVEIS SERVIÇOS DE TRANSPORTES SERVIÇOS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA TÊXTIL.6 11. 2737.0 969.5 51749.3 2. GASPE LDA MAHLE .9 534.1 28.COMÉRCIO E SERVIÇOS S. SACOR MARÍTIMA S.R. % 12. CAP.8 -27149.0 15621.A. S. IND.D.1 9.6 38. AGRÍCOLA DE BARCELOS C.A. S.0 3.7 53225. POSTAIS E LOGÍSTICA S.5 57378.

7 106206.5 3.1 -3.A.3 7443.5 44849.7 7.5 14424.7 N.D.9 45535.0 5017.6 65.2 37.0 3098.4 -49.4 48894. MOCAR S.R. RTC .0 12145.4 5627.0 11.A.0 16382. 15.7 10529.0 1351. 411.A.0 48230.3 46357.6 CAPITAL PRÓPRIO 20348.SISTEMAS DE INFORMAÇÃO S.6 N.Cª DE GÁS DO CENTRO S.9 369.0 7126.7 21.8 0.3 5873.6 RESULTADOS LÍQUIDOS -5150. PRÓPRIO % -25. PAPEL E ARTES GRÁFICAS COMÉRCIO INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA SERVIÇOS COMÉRCIO COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA FARMAÊUTICA INDÚSTRIA DA MADEIRA.8 47662.4 -4384.0 59.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS. N.6 9.7 46649.3 5.3 15. SELECT .A.6 46462.D.0 4469.7 6.0 921.4 4858.0 1948.2 2244.6 637.6 -5.4 658.5 -3.0 -9.6 22026.6 1.0 2.7 N.6 417.0 47619.4 414.0 6843.2 46238.D. VIDREIRA DO MONDEGO S.2 48475.7 52. LASSEN TRANSITÁRIOS LDA GEFCO (PORTUGAL) . CORTIÇA E MÓVEIS SERVIÇOS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS SERVIÇOS COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.A.8 -244.6 2571.0 34.CONSTRUÇÕES S. CAP.0 340.0 19274.8 48865.0 46972.161 110 210 156 105 95 631 191 241 530 139 224 1.C. PT . FRIEDRICH GROHE PORTUGAL LDA LOURINHO .9 18866.9 49097.3 48503.D.1 166.0 44658.1 9.3 49253.6 N.0 46470.1 49882. PAPEL E ARTES GRÁFICAS SERVIÇOS ELECTRICIDADE. PAPEL E ARTES GRÁFICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA TÊXTIL.3 5. B.5 4539.8 9429.1 32. -4190.0 N.1 48564.9 37335. A LUTA C.9 -1.A.1 2518.2 N.8 0.D.0 6760.9 45889.7 23140. FDO .0 1482.3 23.A. 1.8 47578.8 27.1 3662.6 59.9 N.0 N.7 14726.7 53723.6 -5.1 -49.A.8 45378. AGRO-PECUÁRIA S.A.A.TRANSITÁRIOS LDA SONICEL S.A.0 48637.0 46.9 45089. EUROPCAR INTERNACIONAL LDA SISTEMAS MC DONALD’S PORTUGAL LDA MOTIVO S. 424 7 123 546 68 356 320 1.8 -1563.1 6.8 -8. DO VESTUÁRIO E DO COURO ELECTRICIDADE.6 N.Cª DE TÊXTEIS SINTÉTICOS S.D.7 -0.7 16.7 6. CINCA S. B.5 45631.A.A.D.7 48607.D. MAZDA MOTOR DE PORTUGAL LDA Cª DE CELULOSE DO CAIMA S. 2.6 0.5 RENT.L.4 25.6 33.5 14. SOJORNAL S.D. 6104.0 -3.6 2.5 56.5 44893. S.2 -11336.0 -9. CORTIÇA E MÓVEIS INDÚSTRIA TÊXTIL. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO AUTOMÓVEL AGRICULTURA E PECUÁRIA INDÚSTRIA DA MADEIRA.0 13459.2 -4.3 47872.0 4123.CONSERVAS DE CARNE LDA PORTUCEL TEJO S. TURISMO CRUZEIRO LDA TEMPUS INTERNACIONAL LDA SODICENTRO LDA GLAXO WELLCOME FARMACÊUTICA LDA SARDINHA & LEITE S.8 14855.4 -36. -2.A.RADIOTELEVISÃO COMERCIAL LDA V.1 10.6 -14.9 936.2 0.9 49764.3 25537.P.128 75 150 16 230 150 1.0 N. CLASS.8 34.7 25.2 49133.3 46614. 76.5 1671.2 15.3 23.INDÚSTRIA S. ÁGUA E GÁS INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.9 0. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO FARMACÊUTICO INDÚSTRIA DA MADEIRA.9 40. NEW HOLLAND PORTUGAL LDA SAPJU .7 -10.3 1.5 48173.0 0.ª THYSSEN ELEVATEC S.THOMAZ DOS SANTOS S.A.7 5623.1 37.0 171.7 VAR. BRAUN MEDICAL LDA INDÚSTRIAS JOMAR S. 2001 2000 351 352 353 354 355 356 357 358 359 360 361 362 363 364 365 366 367 368 369 370 371 372 373 374 375 376 377 378 379 380 381 382 383 384 385 386 387 388 389 390 391 392 393 394 395 396 397 398 399 400 253 415 449 349 222 — 396 — 428 406 — 346 409 347 — — 401 — 375 388 400 389 350 — — 365 — 450 453 420 — 411 — 421 437 — 329 — — 463 — 359 390 — 485 — 479 441 236 393 EMPRESA CORTICEIRA AMORIM .5 13.6 1835. CORTIÇA E MÓVEIS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.0 6801.0 18729.2 -480.D.7 47663.A.5 12.A. CONTINENTAL LEMMERZ (PORTUGAL) LDA FOSFOREIRA PORTUGUESA S. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA CELULOSE.1 45675.2 28.3 47212.5 46979.0 2312.M.9 5.0 N.9 -6. PRESSELIVRE S.2 11. CORTIÇA E MÓVEIS COMÉRCIO AUTOMÓVEL SERVIÇOS SERVIÇOS COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS COMÉRCIO MEDIA INDÚSTRIA CELULOSE.3 -2. -28.4 44885.8 10582.9 N.2 4.0 3018.A.4 -10.8 44. LISGRÁFICA S. % -31.D.3 7. MOVELPARTES S.4 45755.S.0 45733.7 15.2 36.4 5.5 24589.D.A.1 2.A. FAPRICELA S. ÁGUA E GÁS INDÚSTRIA QUÍMICA INDÚSTRIA QUÍMICA INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS SERVIÇOS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS SERVIÇOS MEDIA COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA CELULOSE.0 7255. SECTOR INDÚSTRIA DA MADEIRA.D.0 270.5 192. MARTIFER LDA COTESI .RECURSOS HUMANOS LDA UNICOL U.1 3.A.S. 45.SOC.7 325.6 49629.5 3.º TRAB.3 6.0 -839.9 48010.0 45993.D.0 4. T.0 3102.2 49888. N.4 27. CORTIÇA E MÓVEIS VENDAS 50027. 52757.0 27. PORTGÁS S. ESTABELECIMENTOS J.5 7.A.A.3 N. ASSIMEC S.2 47169.4 46852.0 1030.2 -40.9 681.A.0 7941.C. -1368.L. N.5 46547.4 7.6 20.1 18.6 2043. ÁLVARO COELHO & IRMÃOS LDA TÊXTIL MANUEL GONÇALVES S.3 4. DO VESTUÁRIO E DO COURO INDÚSTRIA DA MADEIRA.D.A.A.R.9 6932.A.5 13.0 50005.2 46706.4 27467. GRUPO GEL S.9 3252. LUSITÂNIAGÁS .9 N.A.9 48267.5 2.4 49923.5 23176. FERNANDES S. FERSEQUE S.47 107 19 88 254 100 147 242 14 333 22 10 346 77 306 82 297 159 271 550 102 60 105 183 241 64 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .5 6.A. 16166.2 -18.9 46156. .

9 6.2 43215.A.0 40286.7 3410.HYGIENE PRODUCTS LDA SOMAFEL S.7 -14.0 43900.D.9 13752.6 30.134 400 170 80 214 559 21 11 45 68 389 514 40 340 97 330 128 196 30 59 125 190 850 130 141 140 54 150 21 264 141 590 96 560 274 210 161 66 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . SOGRAPE . ARROZEIRAS MUNDIARROZ S.0 42097.D.0 2644.A.5 -2.7 44174.2 44071. 174.7 5.3 40796.D.A.UNIPESSOAL LDA CAM .7 43174.D. CLC .2 181.D.6 43613.A.A.COM. N.5 44358.0 10686.9 43311.3 7277.A.6 -6.3 17.0 3800.4 2. EMPRESA MADEIRENSE DE TABACOS S. E MOTORES S. 9204.8 43921.6 41554.8 28.0 N.A. CASTELIMO S.9 1198.0 43091.2 44471.1 34.0 40968.5 5610.8 44333.9 1.1 42459.6 -12.CAMIÕES.0 N.0 -27.5 11922. BEBIDAS E TABACO MEDIA COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.0 10909.Cª LOGÍSTICA DE COMBUSTÍVEIS S.0 11144.7 6.5 32.CONFECÇÕES LDA DAI S.1 7995.8 475.º TRAB.D.D.2 21.0 3798.0 N.L.9 VAR. RÓTOR S.6 44255. 1.6 43208.0 3824.7 9.7 44379.0 2494.9 164.0 161.5 5.0 8. CAP.0 39254. 9.9 254.7 2793.9 N.2 20065.5 8.0 6995.6 -4.0 7144.7 -35.6 N.4 41095.0 4286.3 44289.A.7 3.8 3135.A.8 41957.A.4 7.1 27.7 -0.0 1939.D.4 -81. 5. PRÓPRIO % 26.6 571. CLASS.5 N.0 RENT.0 22280. HONDA MOTOR DE PORTUGAL S.A.A.0 13. BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA AUTOMÓVEL COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO AGRICULTURA E PECUÁRIA COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DA MADEIRA. SOC. SECTOR COMÉRCIO COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMÉRCIO COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.0 N.8 -21.3 -67.1 26.A.5 42677.0 188. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA TÊXTIL. PROMOR S. FONTES S.4 N.A. 1852.0 42395.1 22.8 40754. BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA COMÉRCIO COMÉRCIO INDÚSTRIA TÊXTIL.8 41967.7 12.0 1501.3 1244.2 3.A.0 54.0 7172.7 43414.9 10.D.A.0 N.3 1683.9 -6.2 42174.2 42858.A.6 -3.A.9 1.0 24581.0 CAPITAL PRÓPRIO 11470.5 41052.1 15205.INDÚSTRIA DE CALÇADO S.3 4.5 -26. HYDRO ALUMÍNIO PORTALEX S.7 67554. EDS . FUJIFILM PORTUGAL LDA MUNDOTÊXTIL LDA LUSOPONTE S.1 9.6 1.R. 2001 2000 401 402 403 404 405 406 407 408 409 410 411 412 413 414 415 416 417 418 419 420 421 422 423 424 425 426 427 428 429 430 431 432 433 434 435 436 437 438 439 440 441 442 443 444 445 446 447 448 449 450 — — 392 — 394 458 — 356 459 443 416 457 — — 436 379 434 448 466 278 — — 417 — — — 313 470 — 481 465 483 468 — 321 — — 382 487 414 — 472 — 475 — 426 — — 439 486 EMPRESA GOODYEAR PORTUGUESA .3 22.A.0 32.0 5260.PORTUGAL LDA SCHERING LUSITANA LDA FARSANA PORTUGAL .3 42509. 53 85 345 84 222 22 75 196 61 156 33 67 40 3.D. AGRO-PECUÁRIA S. Cª DO PAPEL DO PRADO S.6 41456.0 14. FUJITSU SERVICES LDA MUNDIFIOS .D.0 44822.3 5074.D.4 5.5 RESULTADOS LÍQUIDOS 3032.3 40674.8 1850. 3.5 8. ELECTROLUX LDA A.0 42600.5 -9.6 186.2 29889.3 2511.1 N.0 5428.0 -1804.1 17.6 30.6 26. PORTO EDITORA LDA YAMAHA MOTOR PORTUGAL LDA BRIDGESTONE FIRESTONE PORTUGUESA LDA DAGC LDA VEDIOR PSICOEMPREGO LDA SCHINDLER S.5 -8.4 5.3 15681.2 42059. CORTIÇA E MÓVEIS INDÚSTRIA TÊXTIL.0 11067.7 9236. 77.6 42013.6 25.4 13.3 20030.0 8702.4 10.A. PRONICOL S.8 -3452.7 5191.0 5932.5 3.LOGISTICA INTEGRADA S.3 5. 214.0 N.3 43199.0 5523.0 1609.4 9.A.D.A.3 100.2 N.5 42269.9 42795.0 39254.7 N.3 40536.0 2205. 724.4 -11. N.0 N.D. PAPEL E ARTES GRÁFICAS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO VENDAS 44609. PETROIBÉRICA S.8 319. ATLAS COPCO DE PORTUGAL LDA MARQUES LDA MANUEL TEIXEIRA & Cª LDA JEFAR .COMÉRCIO DE FIOS LDA INTERAVES .9 61701. DO VESTUÁRIO E DO COURO SERVIÇOS COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.3 43106. DO VESTUÁRIO E DO COURO INDÚSTRIA CELULOSE.0 41099.A.1 40899.8 346.0 N. 820.0 4405.0 17384.5 35.1 1895.0 55194.ELECTRODOMÉSTICOS LDA A.8 22.A.A.5 3.4 7. 3.A. AUTOM. AGRÍCOLA DE VILA DO CONDE C.2 42920.2 1712. PULL & BEAR (PORTUGAL) .8 26.9 20.6 10. EXPEDIS .7 -10.0 186. RODRIGUES CORREIA LOPES LDA ELECTROMECÂNICA PORTUGUESA PREH LDA PAULO DE OLIVEIRA LDA CASTELO BRANCO SCA .2 41318.4 9.7 N.9 8373.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS.D.DISTRIBUIÇÃO S. COOP. SUNVIAUTO S.2 12.D.0 9.0 146.0 15040. 72. 905. E INDÚSTRIA S.1 15.4 21180.5 -3. LUSOCERAMS.SOC.D.3 6.9 10.9 N.0 10445.6 44264.8 17. 329.6 17.0 11776.3 13.9 -6.7 2165.9 43125. AUTO VISTULA S. BP LUBS COMPANHIA DE LUBRIFICANTES LDA LA REDOUTE PORTUGAL S.4 -1152. RÁDIO POPULAR . DO VESTUÁRIO E DO COURO COMÉRCIO FARMACÊUTICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO AUTOMÓVEL SERVIÇOS COMÉRCIO FARMACÊUTICO COMÉRCIO FARMACÊUTICO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO. 702. % 1.0 85132.D.3 17014.0 5243.5 1105.6 43217.

A.2 -10.0 14761.A.0 28928. 21231.3 N.0 29111. UNIMADEIRAS S.A. 17.S.0 15452. CARPAN C.0 15.0 2. CAP.D.M.A.0 637.A.7 38814.0 -194.4 14.D. DO VESTUÁRIO E DO COURO SERVIÇOS COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA TÊXTIL.A.4 8811.0 -568. 230 262 146 230 330 61 804 1.6 18.FÁBRICA DE CALÇADO LDA ARTHUR ANDERSEN S.9 0.A.8 -19.0 10014.A. DO VESTUÁRIO E DO COURO SERVIÇOS INDÚSTRIA QUÍMICA INDÚSTRIA TÊXTIL.4 N.0 2094.INDÚSTRIA DE PLÁSTICOS LDA METROPOLITANO DE E.9 40197.7 39247.0 162000.2 38143.0 6500.9 24. S.0 37889. DO VESTUÁRIO E DO COURO COMUNICAÇÕES INDÚSTRIA TÊXTIL. PAPEL E ARTES GRÁFICAS INDÚSTRIA TÊXTIL. S. 5.GASES INDUSTRIAIS S.0 3951.2 8.0 -18.6 -0.6 706.0 7809.º TRAB.3 25.8 30.0 37328.8 37164.MODA ITALIANA LDA CONSTANTINOS LDA CÍRCULO DE LEITORES S.1 11.0 7.D. SOCITREL .0 8.2 9659.8 2.8 N. DOMINGOS DA SILVA TEIXEIRA S. DA ÁGUA DO LUSO S.4 20.7 40078.3 -10.A.2 36236. C.2 13.D.0 13267.RIBEIRÃO CONFECÇÕES TÊXTEIS S.0 40146.ALIMENTOS CONGELADOS S.MADEIRA S. N. JUSTINO DAS NEVES S.A.1 3.0 38120.A.6 8.0 45981.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS.0 N.D.A.4 18617.8 13.Cª PORT. 3.1 2.0 978. DO VESTUÁRIO E DO COURO COMÉRCIO AUTOMÓVEL MEDIA SERVIÇOS COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA TÊXTIL.4 36698.0 168.5 9.2 1.7 36710.1 38716. GAMOBAR . 2001 2000 451 452 453 454 455 456 457 458 459 460 461 462 463 464 465 466 467 468 469 470 471 472 473 474 475 476 477 478 479 480 481 482 483 484 485 486 487 488 489 490 491 492 493 494 495 496 497 498 499 500 — 497 — — 493 — 433 — 385 432 — — — — — — 489 — — — 435 — — 491 — — 444 — — — — 413 — — 476 — 462 — — 480 — — — — — — 473 455 — 452 EMPRESA CAETANO & MONT`ALVERNE S.0 492. ABAR S. DO VESTUÁRIO E DO COURO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.A.6 27.A.0 6774.7 16. 0.7 19.2 15068.A.0 N.CABOS PARA AUTOMÓVEIS S. 2562.6 -3384.0 460. CLARK .0 6808. VICAIMA S.T. STOHR PORTUGAL LDA TV CABO S.0 38604.0 42905. N.7 36304.4 37994.0 5178.9 15.0 37124.0 N.0 124.0 562731.9 40124.0 8.A. 2873.0 7526.3 N. N.9 2.055 306 257 300 171 120 1 38 650 295 582 208 600 145 99 416 900 70 515 350 320 423 44 180 94 168 33 7 395 144 160 390 73 1.A.0 N.0 -85. 43.7 36329.7 2140.4 2.D.0 N.0 -545.A.0 205.6 113. CLASS. MOTOROLA PORTUGAL LDA DAN CAKE (PORTUGAL) S.8 11146. BROWNING VIANA S.A.FIAÇÃO DE LÃ E MISTOS S. DO VESTUÁRIO E DO COURO SERVIÇOS INDÚSTRIA QUÍMICA SERVIÇOS DE TRANSPORTES COMÉRCIO COMÉRCIO FARMACÊUTICO COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.A.1 39880. S. TRIUNFO INTERNACIONAL LDA ITAU S.5 321.D.CONFECÇÕES TÊXTEIS S.D.4 -16. DO VESTUÁRIO E DO COURO INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.5 N. INDÚSTRIA TÊXTIL DO AVE S.3 -172.9 N.9 37282.7 37409.A.1 9. GRAÇAFIL .D. TINTAS DYRUP S.D.8 21.A.7 38069.D.9 40306.7 21.0 -4.5 VAR.1 14.2 -11.A.6 7890.1 40352.0 -15.9 7. 2346.2 36274. N.5 -20.9 40080.4 -7. % 12. BEBIDAS E TABACO MEDIA INDÚSTRIA QUÍMICA INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA COMÉRCIO COMÉRCIO INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA TÊXTIL.A.0 6021.D.8 37455.6 -2.0 N.0 1422.SOC.4 39062.6 RESULTADOS LÍQUIDOS 1170. GASIN .0 -4.0 -1444.0 CAPITAL PRÓPRIO 6004.0 1335.0 2. 492.3 55 293 177 1.SOC.A. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA TÊXTIL.2 12.8 -8.D.0 1532.3 3320.3 -10. & J.0 2688. CABELAUTO . 654. SOC.4 36155.A.0 39282.9 21.5 38516.D.0 N.963 10 200 92 180 130 68 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .D. RICON .1 37665. 3518.5 N. RIBEIRO.A.1 36088. N. DO VESTUÁRIO E DO COURO INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA TÊXTIL.4 N.0 8846.0 RENT. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA QUÍMICA VENDAS 40381.0 37602.L.7 1.0 5469. DIÁRIO DE NOTÍCIAS S.2 36541.A. MERCK FARMA E QUÍMICA S.A. AMARAL & FILHOS .0 2295.2 16. 12.5 17.0 9393. CONFETIL .8 37379.4 36985.A. DE EXTRUSÃO S. SECTOR COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.1 12.0 857.9 33.0 10793.2 2313.9 15011.0 1080.0 164. DE TREFILARIA S.7 37495. SOMAGUE ENGENHARIA .0 5.2 19.0 84. PRÓPRIO % 19.0 8370. FARIA & Cª S. ITALCO .4 1.1 -4.9 15. N.3 -4.1 12.D. CONFIAUTO S. DE REPRESENTAÇÕES S.D.5 -6. LACTICÍNIOS VIGOR S. J. AMBAR (AMÉRICO BARBOSA) S.7 131.0 1800.7 6770. N.A. T.A.2 37574.9 8. ADMINISTRAÇÃO DO DE ALBERPLÁS . BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS COMÉRCIO INDÚSTRIA DA MADEIRA.A.2 37550.5 321.0 -6.2 N.0 37796.M.0 11114.0 124899.0 2.0 36059.A.0 37156.6 -18.1 -6.1 39307.A.0 36696. RICARDO GALLO .8 13.0 971. NEOPLÁSTICA S.0 -9.1 2.0 32.D. GELPEIXE .5 23.0 8191.D. IND.A. VILA GALÉ S.7 2.D.0 9.6 38968.7 -9. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA CELULOSE. 4.8 3.2 10.0 9.A.0 16422.DISTRIBUIÇÃO S.A.0 699.3 4564. CORTIÇA E MÓVEIS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.9 -42.P.7 178.8 11.D.5 7855. IRMÃOS VILA NOVA LDA AVILUDO S. AUTOMERCANTIL LDA EXTRUSAL . 6683.VIDRO DE EMBALAGEM S.0 3040.D.0 290.0 31877.R.1 37215.2 36326.

R.CABOS ELÉCTRICOS E TELEFÓNICOS S.A.COOP.INDÚSTRIA S. — LISBOA 205 ALBERPLÁS . — LISBOA 160 BENCKISER PORTUGAL LDA — LISBOA 220 BENTO PEDROSO CONSTRUÇÕES S. — AVEIRO 221 FERSEQUE .A.R. — PORTO 474 AMORIM .A.Cª DE TÊXTEIS SINTÉTICOS S.A — LISBOA 1 EDS . — LISBOA 59 COELIMA .A. — PORTO 177 BACARDI . — BRAGA 57 COOP. — PORTO 417 COOPROFAR .L.FÁBRICA DE SAPATOS LDA — AVEIRO190 EDIFER .CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE S. — LISBOA 360 A.ALUGUER DE AUTOMÓVEIS LDA — LISBOA 357 EUSÉBIOS & FILHOS S.A.COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS E SERVIÇOS S.HIPERMERCADOS S.A.A. COUTO S.R.A. RAMADA .P.ENERGIA S. DOS PROPRIETÁRIOS DE FARMÁCIA C.COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS S. — LISBOA 440 ARTHUR ANDERSEN S.A.A.CIRES S.A.Cª PRODUTORA DE CONSERVAS ALIMENTARES S.BETÃO PRONTO S.A. AUTOMÓVEIS E MOTORES S.REVESTIMENTOS S.A.A.A. — PORTO 311 ELECTRICIDADE DOS AÇORES S.INDÚSTRIAS TÊXTEIS S.A.EQUIPAMENTO PARA A INDÚSTRIA AUTOMÓVEL LDA — VIANA DO CASTELO 239 CAETANO & MONT`ALVERNE S.A.COMÉRCIO E INDÚSTRIA S. PRODUTOS INFORMÁTICOS S.SOC. — AVEIRO 127 E ECCO’LET (PORTUGAL) .M.I.ADUBOS DE PORTUGAL S.COOP. . ABASTECEDORA DOS RETALHISTAS DE PRODUTOS ALIMENTARES DO NORTE C. — LISBOA 9 BRIDGESTONE FIRESTONE PORTUGUESA .PORTUGUESA DE PETRÓLEOS LDA — LISBOA 32 CEREAL ASSOCIADOS PORTUGAL A. — LISBOA 68 EDIFICADORA LUZ & ALVES LDA — LISBOA 206 EDP DISTRIBUIÇÃO . CLARK . — LISBOA 89 CONSTRUTORA DO LENA S. — LISBOA 90 ANODIL .A.A. — LISBOA 78 Cª CARRIS DE FERRO DE LISBOA S.A.COOP.CIMENTOS MACEIRA E PATAIAS S. — VISEU 39 CLC . — LISBOA 94 ENTREPOSTO LISBOA . — BRAGA 181 COFANOR .A. .L.A. — FUNCHAL 250 EMPRESA DO JORNAL DE NOTÍCIAS S.A. — LISBOA 463 ASSIMEC . — PORTO 287 CIMPOMÓVEL . — PORTO 114 COMPAL . — FARO 288 ALISUPER . DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS S. — LISBOA 124 ERICSSON TELECOMUNICAÇÕES LDA — LISBOA 86 ESSO PORTUGUESA S. — SANTAREM 408 DAIMLERCHYSLER RAIL SYSTEMS (PORTUGAL) S. — PORTO 58 BAYER PORTUGAL S.A.A.SOC. — LISBOA 448 Cª IBM PORTUGUESA S.A.A.AEROPORTOS DE PORTUGAL S.A.A. — AVEIRO 434 AUTOEUROPA . DE IMPORTAÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS DE BORRACHA LDA — LISBOA 412 BRISA . — PORTO 121 CONTINENTAL LEMMERZ (PORTUGAL) .FARMACÊUTICA PORTUGUESA LDA — LISBOA 199 BROWNING VIANA . — LISBOA 480 DANONE PORTUGAL S. — LISBOA 54 CABELAUTO . — AVEIRO 370 CÍRCULO DE LEITORES S. DE DESENVOLVIMENTO AGRO INDUSTRIAL S.FÁBRICA DE ARMAS E ARTIGOS DE DESPORTO S. — LISBOA 171 ETERMAR .SOC. — FARO 473 B B.A.ª — COIMBRA 394 FARBEIRA . — LISBOA 393 ESTORIL SOL S. — BRAGA 162 FAPRICELA .EXTRUSÃO E DISTRIBUIÇÃO S.A. — PORTO 188 EFACEC .L.DISTRIBUIDORA DE ARTIGOS DE GRANDE CONSUMO DE LISBOA LDA — LISBOA 413 DAI .A.A.A. — BRAGA 278 CARDOL .A. — LISBOA 14 Cª PORTUGUESA RÁDIO MARCONI S.COMÉRCIO DE EQUIPAMENTO AGRÍCOLA E INDUSTRIAL S.DISTRIBUIÇÃO E LOGÍSTICA PARA A INFORMÁTICA S. — LISBOA 198 BETECNA . — BRAGA 308 COOP. SANTOS . .A.R.A. — LISBOA 224 ANTÓNIO DE ALMEIDA & FILHOS LDA — BRAGA 290 ARROZEIRAS MUNDIARROZ S. DE FRUTAS S.H. — LISBOA 169 ACORIL .L.A.COMBUSTÍVEIS S. — PORTO 499 CARREFOUR (PORTUGAL) .A.A. — LISBOA 103 ABAR .A. — LISBOA 10 CTT .A. — LISBOA 50 ENSUL .A.A.A.COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS S.A.A. — LISBOA 147 COMPUTER 2000 PORTUGUESA LDA — LISBOA 77 CONDURIL .Cª LOGÍSTICA DE COMBUSTÍVEIS S.INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS ALIMENTARES S.SOC.SISTEMAS DE ELECTRÓNICA S.ABASTECEDORA CENTRAL DE PRODUTOS PARA A PECUÁRIA S.A.DISTRIBUIÇÃO S. — PORTO 274 CODIFAR .A. — COIMBRA 139 AUTO SUECO (COIMBRA) LDA — COIMBRA 155 AUTO SUECO LDA — PORTO 80 AUTO VISTULA . — LISBOA431 FDO .SOC.I. — AVEIRO 438 A.EMPRESA DE MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTO FERROVIÁRIO S.A.R.A. — LISBOA 138 Cª PORTUGUESA DE HIPERMERCADOS S. — LISBOA 126 ALCATEL PORTUGAL S.A.INDÚSTRIA DE PNEUS S.A. — LISBOA 131 DAGC . — BRAGA 318 ANA .VEÍCULOS PESADOS S.A.A. — LISBOA 270 ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE LISBOA — LISBOA 493 AGIP PORTUGAL .A.A.INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS S. — LISBOA 234 EUROPCAR INTERNACIONAL .A.A. — LISBOA 387 Cª DO PAPEL DO PRADO S.E. — LISBOA 477 DILOP . — LISBOA 98 CONTACTO . ABASTECEDORA DE PRODUTOS ALIMENTARES DO CONCELHO DE CASCAIS C.R.R.L.A.A. — LISBOA 34 BRISTOL MYERS SQUIBB .R.CONSTRUTORA DURIENSE S.A. . — PORTO 289 EMPRESA MADEIRENSE DE TABACOS S. — LISBOA 60 AVELINO. — LISBOA 242 CIMPOR .AUTOMÓVEIS LDA — SETÚBAL 4 AUTOMERCANTIL .IMPORTAÇÃO DE AUTOMÓVEIS S. — LISBOA 215 EMPREITEIROS CASAIS DE ANTÓNIO FERNANDES DA SILVA S.A.COMÉRCIO DE VIATURAS LDA — LISBOA 243 ENTREPOSTO MÁQUINAS .SOC. — VIANA DO CASTELO 482 C C. — PORTO 91 CPPE .A. B. — SETUBAL 384 ASTRA PORTUGUESA .A. — LEIRIA 166 COCKBURN SMITHES & Cª S.LOGISTICA INTEGRADA S.FÁBRICA DE CALÇADO LDA — AVEIRO C.M.COOP.INDÚSTRIA DE TREFILARIA S.A. — LISBOA 428 CEPSA .A. — PORTO 376 CPCDI .CONSTRUÇÃO E MANUTENÇÃO ELECTROMECÂNICA S. — LISBOA 30 CIMPOR BETÃO . — LISBOA 244 Cª DE CELULOSE DO CAIMA S. — COIMBRA 111 CASTELIMO .A.A.A. DOS FARMACÊUTICOS DO NORTE C.A. . & J.L. — LISBOA 70 ESTABELECIMENTOS J. — SETUBAL 301 EUREST (PORTUGAL) .A.A.R. — SETUBAL 46 BOTELHO & RODRIGUES LDA — LISBOA 152 BP LUBS COMPANHIA DE LUBRIFICANTES LDA — LISBOA 404 BP PORTUGUESA S.A. DE CONSTRUÇÕES S. — LISBOA 432 EXTRUSAL .A. — FARO 322 ALLIANCE UNICHEM FARMACÊUTICA S.L.A.CONFECÇÕES TÊXTEIS S.ELECTRONIC DATA SYSTEMS DE PORTUGAL PROCESSAMENTO DE DADOS INFORMÁTICOS LDA — LISBOA 429 EFACEC .L. — COIMBRA 256 FARSANA PORTUGAL .ORGANIZAÇÃO NOGUEIRA DA SILVA S.A.A.P.AÇÚCARES S.EDITORA LDA — LISBOA 255 ACCENTURE .DISTRIBUIDORA DE BEBIDAS LDA — SETUBAL 125 DIÁRIO DE NOTÍCIAS S. S.A. — BRAGA 340 CONSTRUCTORA SAN JOSÉ S.A. — PONTA DELGADA 467 AMBAR (AMÉRICO BARBOSA) .PRODUTOS ALIMENTARES S. RODRIGUES CORREIA LOPES .COMÉRCIO E ALUGUER DE VEÍCULOS AUTOMÓVEIS LDA — LISBOA 459 AUTOMÓVEIS CITROEN S. DE REVESTIMENTOS S.E.INDÚSTRIA DE BETÃO PRONTO S. — AVEIRO 351 COTESI . — LISBOA 17 FERNANDO SIMÃO .EXLPORAÇÃO DE SUPERMERCADOS DO ALGARVE S.MARTINI PORTUGAL LDA — LISBOA 332 BAVIERA . — PORTO 402 C. — LISBOA 63 FIAT DISTRIBUIDORA DE PORTUGAL LDA — LISBOA 44 FIMA/VG . — LISBOA 321 DOMINGOS DA SILVA TEIXEIRA S.A.EMPRESA DE OBRAS TERRESTRES E MARÍTIMAS S.A. FONTES S.D. — PORTO 465 CONFIAUTO . AGRÍCOLA DE VILA DO CONDE C. FERNANDES S. — LISBOA 180 EPAL .A. DISTRIBUIÇÃO.INDÚSTRIAS DE TUBOS DE AÇO DE FERNANDO PINHO TEIXEIRA S. — PONTA DELGADA 303 ELECTROLUX LDA — LISBOA 422 ELECTROMECÂNICA PORTUGUESA PREH LDA — PORTO 424 EMEF .A.VEÍCULOS E PEÇAS S.A.AUTO ESTRADAS DE PORTUGAL S. DE EXPLORAÇÃO DE CENTROS COMERCIAIS S.A. . — PONTA DELGADA 451 CAMINHOS DE FERRO PORTUGUESES E. — PORTO 281 ALCÂNTARA REFINARIAS .Cª PORTUGUESA DE EXTRUSÃO S.A S 5 0 0 M A I O R E S D E A A Z Nome da empresa Classificação nas 500 Nome da empresa Classificação nas 500 Nome da empresa Classificação nas 500 A A LUTA .COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS S.A. — LISBOA 433 CMP .COOP.IMÓVEIS E CONSTRUÇÕES DE A.A. — LISBOA 485 CITROEN LUSITÂNIA S. — PORTO 158 CORTICEIRA AMORIM . — AVEIRO 336 FÁBRICA TÊXTIL RIOPELE S.A.A. DE CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO S. — LISBOA187 CIN . — BRAGA 249 EMPRESA DE ELECTRICIDADE DA MADEIRA S.VEÍCULOS E MÁQUINAS S. .CONSTRUÇÕES PIRES COELHO & FERNANDES S. — LISBOA 259 CASCA .A. — LISBOA 153 BERTRAND FAURE . — BRAGA 491 CABELTE .A.A.A. — LISBOA 143 DAN CAKE (PORTUGAL) S.SOC.L. — AVEIRO 347 AMTROL-ALFA .AÇOS E INDÚSTRIAS S.EMPREENDIMENTOS NORTE SUL S.A.EQUIPAMENTOS PARA AUTOMÓVEIS S.ENERGIA MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS ELÉCTRICOS S.A.BEBIDAS E ALIMENTAÇÃO LDA — BRAGA 423 A.DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS 462 70 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .INDÚSTRIA DE PLÁSTICOS LDA — AVEIRO 494 ALBERTO MARTINS DE MESQUITA & FILHOS S.FÁBRICA DE VIDROS BARBOSA & ALMEIDA S.METALOMECÂNICA S.A. — SETUBAL 488 ABBOTT LABORATÓRIOS LDA — LISBOA 254 ABRIL CONTROLJORNAL .COOP. DE FARMACÊUTICOS DO CENTRO C.A.CORREIOS DE PORTUGAL S. — LISBOA 203 BICC CELCAT . — PORTO 213 CABLINAL PORTUGUESA . EUROPEIA DE RESTAURANTES LDA — LISBOA 133 EUROFRUTAS . — LISBOA 76 Cª INDUSTRIAL DE RESINAS SINTÉTICAS . A. DE COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS E REPRESENTAÇÕES LDA — PORTO 201 FERPINTA . — FUNCHAL 450 EMPRESA PÚBLICA DE URBANIZAÇÃO DE LISBOA — LISBOA 210 ENGIL .DISTRIBUIÇÃO DE BEBIDAS E ALIMENTAÇÃO S. — LISBOA 159 CIMERTEX . DE PRODUTOS ALIMENTARES ALGARVE C.CABOS DE ENERGIA E TELECOMUNICAÇÕES S.A.A. . FARINHA & AGRELA LDA — FUNCHAL 306 AVENTIS PHARMA LDA — LISBOA 136 AVILUDO .COMPLEXO INDUSTRIAL GRÁFICO S.A. — BRAGA 383 FEIRA NOVA .A.A.A.A.CONSULTORES DE GESTÃO S. — LISBOA 82 CARCLASSE . — PORTO 35 ÁLVARO COELHO & IRMÃOS LDA — AVEIRO 363 ALVES BANDEIRA & Cª LDA — COIMBRA 192 ALVES RIBEIRO LDA — LISBOA 202 AMARAL & FILHOS . — PORTO 476 CONSTANTINOS LDA — LISBOA 484 CONSTRUÇÕES GABRIEL A.PRODUTOS QUÍMICOS S. — PORTO 172 CINCA . — LEIRIA 117 CONSTRUTORA DO TÂMEGA S. — LISBOA 186 C. — AVEIRO 460 F F.A.A. BRAUN MEDICAL LDA — LISBOA 353 B.A.Cª PORTUGUESA DE COMPUTADORES.A. — LISBOA 315 ENTREPOSTO V. ABASTECEDORA DOS INDUSTRIAIS DE ALIMENTOS COMPOSTOS PARA ANIMAIS C.A.A.E.A.L.A. — LISBOA 141 DANZAS LDA — PORTO 275 DIAGEO PORTUGAL .Cª INDUSTRIAL DE CERÂMICA S.A.R.L.A.COOP.CAMIÕES.Cª PORTUGUESA DE PRODUÇÃO DE ELECTRICIDADE S. — LISBOA 338 CIBAL .PRODUTOS FARMACÊUTICOS LDA — LISBOA 173 AUTO INDUSTRIAL S.INDÚSTRIA DE CIMENTOS S.SOC. — PORTO 285 CONFETIL . — SETUBAL 334 ENTREPOSTO COMERCIAL .EMPRESA PORTUGUESA DAS ÁGUAS LIVRES S.A. DISTRIBUIDORA FARMACÊUTICA C. SILVA & SILVA S.SOC. — BRAGA 454 DOW PORTUGAL .A.A. DE COMERCIALIZAÇÃO DE COMBUSTÍVEIS LDA — LISBOA 140 CARPAN .A. DE CONSTRUÇÃO CIVIL S.A.SOC.REPRESENTAÇÃO EM PORTUGAL — PORTO 279 CONSTRUTORA ABRANTINA S. — LISBOA 304 COOP.A.SOC. — LISBOA 47 CASA DA SORTE . — AVEIRO 100 BETÃO LIZ S.A. — LISBOA 294 BLAUPUNKT AUTO-RÁDIO PORTUGAL LDA — BRAGA 40 BOREALIS POLÍMEROS S.SOC. — BRAGA 342 EXPEDIS .CABOS PARA AUTOMÓVEIS S.CONSTRUÇÕES S. — LISBOA 93 ALICOOP .COMPONENTES PARA AUTOMÓVEIS LDA — SETUBAL 378 CONTINENTAL MABOR .EMPREITEIROS S.A. — PORTO 374 FIAT AUTO PORTUGUESA S. AGRÍCOLA DE BARCELOS C.LISBOA 19 D D.A.

A. — LISBOA 339 LEVERELIDA .A.A. EXPORTADORA DE TÊXTEIS LDA — BRAGA 419 N NACIONAL . — PORTO 107 PETROIBÉRICA . — LISBOA 129 INDÚSTRIA TÊXTIL DO AVE S.A.COMPONENTES PARA AUTOMÓVEIS S. — PORTO 352 H HEWLETT-PACKARD PORTUGAL . — LISBOA 209 FONSECAS . S.C. — LISBOA 403 LUSOGRAIN .DISTRIBUIÇÃO ALIMENTAR S.A.A. — SANTAREM 257 INDÚSTRIAS JOMAR .ª — VIANA DO CASTELO 346 GRUPO GEL .PAVIMENTOS E VIAS S. — SANTAREM 421 PETRÓLEOS DE PORTUGAL .INSULAR DE HIPERMERCADOS S.SISTEMAS DE ELECTRÓNICA LDA — BRAGA 106 GRUPO ANTOLIN LUSITANIA .A.AUTOMÓVEIS S.A.SOC. — COIMBRA 328 MAKRO . — LISBOA 266 PESCANOVA (PORTUGAL) .SISTEMAS DE INFORMÁTICA E DE MEDIDA S.SOC.COMPONENTES DE MOTORES.A.A.SOC.A.INDÚSTRIA DE CALÇADO S. — PORTO 377 PORTLINE .PRODUTOS ALIMENTARES LDA — LISBOA 300 PETRIN . — LISBOA 178 PARQUE EXPO 98 S.A.A.Cª GERAL DE RESTAURANTES E ALIMENTAÇÃO S.A. — SETUBAL 272 GOODYEAR PORTUGUESA . — LISBOA 142 OPTIMUS .A.R.Nome da empresa – sede Classificação nas 500 Nome da empresa – sede Classificação nas 500 Nome da empresa – sede Classificação nas 500 ALIMENTARES LDA — LISBOA 56 FISIPE . — SETUBAL 420 LUSOSIDER . — LISBOA 123 NOVIS TELECOM S.A.A.A.A.INDÚSTRIA AERONÁUTICA DE PORTUGAL S.A.DISTRIBUIÇÃO CENTRALIZADA S. — BRAGA 447 JERÓNIMO MARTINS . — AVEIRO 305 MANUEL NUNES & FERNANDES LDA — LISBOA 102 MANUEL RUI AZINHAIS NABEIRO LDA — PORTALEGRE 146 MANUEL TEIXEIRA & Cª LDA — PORTO 446 MARQUES LDA — PONTA DELGADA 445 MARTIFER .A.IMPRESSÃO E ARTES GRÁFICAS S. — LISBOA 316 .PETROGAL S. — PORTO 365 MUNDIFIOS .A. — LISBOA 497 MERCK SHARP & DOHME LDA — LISBOA 101 MERLONI . — PORTO 22 LAMEIRINHO .GASES INDUSTRIAIS S.VENDAS POR CATÁLOGO S. CIVIS E INDUSTRIAIS S.FIAÇÃO DE LÃ E MISTOS S.COMÉRCIO E SERVIÇOS S. — BRAGA 492 INDÚSTRIAS DE ALIMENTAÇÃO IDAL LDA — SANTAREM 235 INDÚSTRIAS DE CARNES NOBRE S.HIPERMERCADOS S. — LISBOA 42 FOSFOREIRA PORTUGUESA S.A.A. — LISBOA 299 FORD LUSITANA S.Cª LUSO PNEU LDA — LISBOA 219 MITSUBISHI MOTORS DE PORTUGAL S.A.COMPONENTES AUTOMOVEL S.DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS DE LIMPEZA E HIGIENE PESSOAL LDA — LISBOA 74 LFP .A.CONSERVAS DE CARNE LDA — PORTO 391 LUSITÂNIAGÁS .A.ALIMENTOS CONGELADOS S.CONSTRUTORES ASSOCIADOS S. — LISBOA 130 OLEOCOM .A.A. — PORTO 65 MOTIVO .OBRAS PÚBLICAS E CIMENTO ARMADO S. — LISBOA 81 PATINTER .PRODUTOS SIDERÚRGICOS S. — LISBOA 69 MOCAR S.A.METALOMECÂNICA DE REPARAÇÃO E CONSTRUÇÃO DE AUTOMÓVEIS LDA — LISBOA 263 MERCEDES-BENZ PORTUGAL .COMÉRCIO E INDÚSTRIA DE PRODUTOS ALIMENTARES LDA — LISBOA 262 GASIN . — LISBOA 230 GESPOST .TECNOLOGIAS DE INFORMACAO. LDA — LISBOA 441 FUJITSU SIEMENS COMPUTER S.ASSENTOS DE ESPUMA LDA — PORTALEGRE 185 JOSÉ MACHADO DE ALMEIDA & Cª LDA — PORTO 248 L LA REDOUTE PORTUGAL .A.A. — PORTO 238 O OBRECOL .COMÉRCIO E INDÚSTRIA DE CAFÉS S.SOC.COMUNICAÇÕES LDA — LISBOA 479 MOVELPARTES . — LISBOA 41 PHILIPS PORTUGUESA S.EMPREENDIMENTOS CERÂMICOS S. — SANTAREM 469 J.AUTOMÓVEIS S.COMÉRCIO E REPRESENTAÇÕES S.A. — LISBOA 183 GEFCO (PORTUGAL) . — LISBOA 373 LISNAVE . — SETUBAL 226 MÉDIA PLANNING PUBLICIDADE S. — PONTA DELGADA 148 INSTITUTO LUSO-FÁRMACO LDA — LISBOA 164 INTERAVES .ARMAZÉNS DE FERRO S. — SETUBAL 53 LEGRAND ELÉCTRICA S. — PORTO 64 OGMA . — PORTO 354 INICIATIVAS DE MEIOS .TRANSITÁRIOS LDA — LISBOA 368 GELPEIXE . — LISBOA 15 PIONEER TECHNOLOGY PORTUGAL S. — PORTO 271 PORTGÁS .FÁBRICA DE COMPONENTES PARA O AUTOMÓVEL LDA — VISEU 195 HYDRO ALUMÍNIO PORTALEX S.A. DE REPRESENTAÇÕES S.A.Cª DE GÁS DO CENTRO S. — LISBOA 145 MEGAMEIOS .COMPONENTES SANITÁRIOS LDA — AVEIRO 390 FUJIFILM PORTUGAL LDA — PORTO 418 FUJITSU SERVICES .PETRÓLEOS E INVESTIMENTOS S. — SETUBAL 128 M MACONDE .A.A.A.A.A.CILAG FARMACÊUTICA LDA — LISBOA 218 JEFAR .A.TELECOMUNICAÇÕES S.A.A. — PORTO 486 GASPE .CONFECÇÕES S. IBÉRICA DE OLEAGINOSAS S.MADEIRAS E DERIVADOS S.A.CASH & CARRY PORTUGAL S.MODA ITALIANA LDA — LISBOA 483 ITAU .A.COMPONENTES E SISTEMAS PARA MOBILIÁRIO E CONSTRUÇÃO S.A.A.EMPRESA DE GASES E DERIVADOS DO PETRÓLEO LDA — PORTO 327 GDL . — LEIRIA 405 LABORATÓRIO MEDINFAR .DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTARES S.A.A. — LISBOA 406 HUF PORTUGUESA .A.A.INDÚSTRIA TÊXTIL S.DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS DE CONSUMO LDA — LISBOA 245 JOHNSON CONTROLS II . — LISBOA 359 MOTOROLA PORTUGAL .A. — SETUBAL 246 FLORÊNCIO AUGUSTO CHAGAS S. SERRA & FORTUNATO .PRODUTOS FARMACÊUTICOS S.A.A. — LISBOA 182 GARCIAS .A. — LISBOA 443 IRMÃOS VILA NOVA LDA — BRAGA 472 ITALCO .A.COMÉRCIO E INDÚSTRIA DE PRODUTOS ALIMENTARES S.A.GESTÃO DE ÁREAS DE SERVIÇO LDA — LISBOA 62 GAMOBAR . — PORTO 498 GARAGEM VICTÓRIA .ª — FUNCHAL 229 LISGRÁFICA . AGRO-PECUÁRIA S.A. — LISBOA 2 PEUGEOT PORTUGAL . — LISBOA 84 HONDA AUTOMÓVEL DE PORTUGAL S.L.EMPREITEIROS S.PRODUTOS FARMACÊUTICOS S. DE PRODUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE GÁS S.A. — LISBOA 348 NEOPLÁSTICA . — LISBOA 379 FRIEDRICH GROHE PORTUGAL . SÁ COUTO LDA — PORTO 335 J. — PORTO 273 JAIME RIBEIRO & FILHOS S. — AVEIRO 389 LUSOCERAM . — LISBOA 37 NEW HOLLAND PORTUGAL . — PORTO 208 IMPRENSA NACIONAL . — LISBOA 83 G GALPGESTE .CONSTRUÇÕES METALOMECÂNICAS LDA — VISEU 375 MAZDA MOTOR DE PORTUGAL LDA — LISBOA 386 MECI . — LISBOA 326 LABORATÓRIOS PFIZER LDA — SETUBAL 163 LACTICÍNIOS VIGOR S.A. — AVEIRO 307 LACTOGAL . — PORTO 329 PORTELA & Cª S.SOC. — PORTO 7 MONIZ DA MAIA.A.A.P.ESTALEIROS NAVAIS S.A. — PORTO 161 NOVOPCA .OBRAS E CONSTRUÇÕES S. — SETUBAL 144 LONGA VIDA . — LISBOA 453 GERTAL .MONTAGENS ELÉCTRICAS. — LISBOA 73 OPCA .C. — PORTO 156 MADIBÉRIA . DISTRIBUIDORA DO SUL LDA — FARO 314 GRUNDIG .COMÉRCIO E MOTIVAÇÃO DE MERCADOS S. TÉCNICA METALÚRGICA DOS SANTOS LDA — LISBOA 310 METROPOLITANO DE LISBOA E. A. — LISBOA 168 IBERUSA .A.E.COMÉRCIO DE FIOS LDA — BRAGA 442 MUNDOTÊXTIL . DE PETRÓLEOS IBÉRICO-LATINOS S. — BRAGA 212 LASSEN TRANSITÁRIOS LDA — PORTO 367 LEAR CORPORATION PORTUGAL .HOTELARIA E RESTAURAÇÃO S.A. — PORTO 265 MOTA & Cª S. — PORTO 109 LOURINHO . JUSTINO DAS NEVES S. — PORTO 211 JANSSEN .UNIPESSOAL LDA — LISBOA 401 GRAÇAFIL .A.COMÉRCIO DE OLEAGINOSAS S. — LISBOA 264 P PÁGINAS AMARELAS S.TRANSFORMAÇÃO E COMÉRCIO DE MADEIRAS LDA — VISEU 309 MAHLE .PRODUTOS FARMACÊUTICOS S.A. — PORTO 20 OTIS ELEVADORES S.A. — LISBOA 88 MONTE & MONTE S.ELECTRODOMÉSTICOS S.A.CASA DA MOEDA E. — LISBOA 253 HONDA MOTOR DE PORTUGAL S.A.A. DISTRIBUIDORA DE GÁS NATURAL DE LISBOA S. SOARES CORREIA . — LISBOA 495 MICHELIN . — LISBOA 18 MANUEL MARQUES DOS SANTOS CAVACO S.A. — LISBOA 96 MERCAUTO . — LISBOA 217 NOVARTIS FARMA . — PORTO 331 MODELO CONTINENTE .A.FIBRAS SINTÉTICAS DE PORTUGAL S.AÇOS PLANOS S.INDÚSTRIAS LÁCTEAS S.A.A.SOC.LOGÍSTICA PORTUGAL LDA — BRAGA 237 GRUNDIG .A.A.SOC. — SETUBAL 149 METEORO .A.SOC.COMÉRCIO DE TRACTORES E MÁQUINAS AGRÍCOLAS LDA — LISBOA 361 NOVADELTA .A.COMPONENTES PARA A INDÚSTRIA DO MOBILIÁRIO S.TRANSPORTES MARÍTIMOS INTERNACIONAIS S.A.A.A. — LISBOA 416 I IBEROL . — LISBOA 458 J J. — PORTO 500 NESTLÉ PORTUGAL S.INDÚSTRIA DE PLÁSTICOS S. — LISBOA 48 PINGO DOCE .ACTIVIDADES PUBLICITÁRIAS LDA — LISBOA 231 INSCO .A.SOC.A.A.UNIÃO COOP. — PORTO 6 MODIS . — LISBOA 204 OCP PORTUGAL .A.COMÉRCIO E ALUGUER DE VEÍCULOS LDA — LISBOA 28 GONVARRI .PRODUTOS ALIMENTARES S.A.COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS S.COMÉRCIO INTERNACIONAL DE CEREAIS LDA — LISBOA 240 LUSOPONTE .Cª INDUSTRIAL DE TRANSFORMAÇÃO DE CEREAIS S.INSTITUTO TÉCNICO DE ALIMENTAÇÃO HUMANA S. DE PRODUTORES DE LEITE ENTRE DOURO E MONDEGO U. — SETUBAL 241 POLIFACE . — LISBOA 33 MERCK FARMA E QUÍMICA S.A.P.LOJAS FRANCAS DE PORTUGAL S.A.PORTUGUESA DE AUTOMÓVEIS TRANSPORTADORES LDA — VISEU 313 PAULO DE OLIVEIRA LDA — CASTELO BRANCO 425 PAVIA . P. — LISBOA 247 LIDO SOL II .PUBLICIDADE E MEIOS A. — LISBOA 471 LACTICOOP . — LISBOA 366 MODALFA .GESTÃO E ADMINISTRAÇÃO DE POSTOS DE ABASTECIMENTO LDA — LISBOA 323 GLAXO WELLCOME FARMACÊUTICA LDA — LISBOA 399 GMAC . — BRAGA 475 GRUDISUL .A.A.CONCESSIONÁRIA PARA A TRAVESSIA DO TEJO S.A.

A.L. INDUSTRIAL E COMERCIAL S.SOC.PLÁSTICOS LDA — AVEIRO 150 SISTEMAS MC DONALD’S PORTUGAL LDA — LISBOA 358 SIVA . MINEIRA DE NEVES CORVO S.A.SOC. — BRAGA 481 ROBERT BOSCH LDA — LISBOA 216 ROCA .A. — LISBOA222 SIEMENS S.A.A.EQUIPAMENTOS DE COZINHA LDA — AVEIRO 349 TEMPUS INTERNACIONAL .A.IMPRENSA LIVRE S.A. — ANGRA DO HEROISMO 382 UNIFAC . — AVEIRO 496 V V. — LISBOA 372 SOLBI . . DISTRIBUIDORA DE TABACOS S.A. — LISBOA 43 SECURITAS .INDÚSTRIAS DE BETÃO PREPARADO LDA — LISBOA 319 UNICER .ELEVADORES E TECNOLOGIA S. GERAL DE ABASTECIMENTOS À NAVEGAÇÃO E INDÚSTRIA HOTELEIRA S. FARIA & Cª S. — PORTO 167 SCC .A.A.SOC.A.A.SISTEMAS DE INFORMAÇÃO S.A.A. — LISBOA 67 TEKA PORTUGUESA . — SETUBAL 116 SOPORCEL . — VIANA DO CASTELO 118 PORTUGAL TELECOM INOVAÇÃO S.TELECOMUNICAÇÕES MÓVEIS NACIONAIS S.SOC. — AVEIRO 470 VIDREIRA DO MONDEGO S.A. — SETUBAL 478 TABAQUEIRA .A.A. — LISBOA 66 PULL & BEAR (PORTUGAL) .A. — LISBOA 31 PORTUCEL EMBALAGEM .A. — PORTO 400 SCA .COMPONENTES ELÉCTRICOS PARA AUTOMÓVEIS LDA — PORTO 79 Z ZAGOPE .A. — LISBOA 286 SANTOS BAROSA .EMPRESA PRODUTORA DE PASTA E PAPEL S. — PORTO 341 SOC. — LISBOA 112 POSTLOG .VIDRO DE EMBALAGEM S.APARELHAGEM ELÉCTRICA LDA — LISBOA 232 SECIL . DE TÊXTEIS E CONFECÇÕES LDA — LISBOA 457 TURBOGÁS .A.A.GESTÃO COMERCIAL S. — LISBOA 115 SHELL PORTUGUESA LDA — LISBOA 12 SIC . GESTORA DO ALTO DO LUMIAR S.A.Í N D I C E Nome da empresa – sede Classificação nas 500 Nome da empresa – sede Classificação nas 500 Nome da empresa – sede Classificação nas 500 PORTO EDITORA LDA — PORTO 410 PORTUCEL . — VISEU 344 VICAIMA .A. DE TRANSPORTES COLECTIVOS DO PORTO S.SOC.Cª GERAL DE CAL E CIMENTO S.A. — LISBOA 174 TRANSPORTES AÉREOS PORTUGUESES S.A.IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO S. COMÉRCIO E EXCURSÕES LDA — LISBOA 179 STOHR PORTUGAL .MEDICAMENTOS S. — LISBOA 21 SIMOLDES . A.T.A.A. — LISBOA 330 PRESSELIVRE .COMÉRCIO E INDÚSTRIA DE PRODUTOS ALIMENTARES S. DE ÓLEOS E RAÇÕES S.SOC. COMÉRCIO E EXPLORAÇÃO FLORESTAL S.P. — AVEIRO 184 SOMAFEL .A. — BEJA 362 SARDINHA & LEITE S. — ANGRA DO HEROISMO 449 PROSEGUR .MADEIRA S.DISTRIBUIÇÃO S. AGRO-PECUÁRIA S.SOC.A.SOC. DE INVESTIMENTOS TURÍSTICOS DA COSTA VERDE S. — LISBOA 3 PT PRIME .CASH & CARRY S. — BRAGA 99 SORGAL .SOC.ENGENHARIA S.SOC. — PORTO 45 SOC.A.TRABALHO TEMPORÁRIO LDA — LISBOA 414 VESAUTO .A.A.A.PRODUTORA ENERGÉTICA S. — LISBOA 325 SOC.A. — LISBOA 276 U UNIÃO DOS FARMACÊUTICOS DE PORTUGAL C. — LISBOA 251 SOLVERDE .PRODUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA S.A.A. — LISBOA 385 PROFARIN .A. — LISBOA 23 SOQUIFA .T. — LEIRIA 371 T. HAGEN S.A.ASCENSORES E ESCADAS ROLANTES S. A. — LISBOA 312 SAINT-GOBAIN SEKURIT PORTUGAL . DE EMPREITADAS S.ELECTRODOMÉSTICOS LDA — PORTO 437 RÁDIODIFUSÃO PORTUGUESA S.A.ENGARRAFAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE BEBIDAS S.A.A.UNIÃO DAS COOPERATIVAS DE LACTICÍNIOS TERCEIRENSE U.A. — PORTO 55 UNICOL .A. — PORTALEGRE 261 TRIUNFO INTERNACIONAL . — LISBOA 119 RÁDIO POPULAR .AUTOMÓVEIS E REPARAÇÕES S. — LISBOA 269 SAP PORTUGAL .SOC.A. DE COMÉRCIO E REPRESENTAÇÕES S.SOC.Cª INDUSTRIAL TÊXTIL LDA — BRAGA 455 STORA CELBI .SISTEMAS.EMPRESA PRODUTORA DE EMBALAGENS DE CARTÃO S.PRODUTOS FARMACÊUTICOS S.A. — LISBOA 97 UNIBETÃO .INDÚSTRIA DE MADEIRAS E DERIVADOS S.A. COMERCIAL C. — LISBOA 277 TMN . — LISBOA 350 PROMOR . — PORTO 436 T T. — COIMBRA 380 VILA GALÉ .A. — LISBOA 27 TRANSINSULAR . NACIONAL DE COMÉRCIO DE ELECTRODOMÉSTICOS S. — LISBOA 395 TINTAS DYRUP S. — LISBOA 51 TURISMO CRUZEIRO LDA — LISBOA 396 TV CABO PORTO S.L. — LEIRIA 439 PRONICOL . — AVEIRO 298 PROLÓGICA . DE IMPORTAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMÓVEIS S. — LISBOA 8 TONOVA . ELECTROTÉCNICA S. — SETUBAL 267 TECNASOL-FGE . — LISBOA 427 SOMAGUE . — LISBOA 11 TRANSPORTES FREITAS LDA — PORTO 134 TRANSPORTES LUÍS SIMÕES S. — PORTO WURTH (PORTUGAL) .A.S. — SANTAREM 175 REPSOL PORTUGAL .SOC.T.A. LUSO-ESPANHOLA DE METAIS LDA — SETUBAL 223 SOC.TERMO-DOMÉSTICOS S. — LISBOA 154 SACOR MARÍTIMA S. PORTUGUESA DE GÁS NATURAL S.M.A. — PORTO 320 SOJORNAL .SOC.VIAGENS E TURISMO LDA — LISBOA 157 TOTALFINA PORTUGAL .REDE ELÉCTRICA NACIONAL S. — LISBOA 200 TEIXEIRA DUARTE .RIBEIRÃO CONFECÇÕES TÊXTEIS S.A. DE CONSTRUÇÕES SOARES DA COSTA S. — LISBOA 13 VULCANO .IMOBILIÁRIA GESTÃO S. — PORTO 435 RTC .Cª PORTUGUESA DE TRANSPORTES AÉREOS S. — LISBOA 283 RADIOTELEVISÃO PORTUGUESA S.SERVIÇOS E TECNOLOGIA DE SEGURANÇA S.A.A. PORTUGUESA DO AR LÍQUIDO (ARLÍQUIDO) LDA — LISBOA 228 SOCITREL .CONFECÇÕES LDA — LISBOA 407 R RAÇÕES VALOURO S.A. DE EMPREENDIMENTOS TURÍSTICOS S.A. — LISBOA 5 RENAULT PORTUGUESA . — LISBOA 104 SPACE .PETRÓLEO E DERIVADOS LDA — LISBOA 49 RIBEIRO.BEBIDAS DE PORTUGAL S.TECNOLOGIAS DE COMUNICAÇÃO S.A.R.A.A.A. ATLAS COPCO DE PORTUGAL LDA — LISBOA 444 SOC.ELECTRÓNICA PORTUGUESA S. — PORTO 225 SONICEL .A.M.TRANSPORTES MARÍTIMOS INSULARES S.A. — PORTO 456 TV CABO TEJO S. — BRAGA 364 THYSSEN ELEVATEC .A. — LISBOA 297 RICARDO GALLO . — AVEIRO 324 PORTUGÁLIA .A.RADIOTELEVISÃO COMERCIAL LDA — LISBOA 355 RUI COSTA E SOUSA & IRMÃO LDA — VISEU 282 S S.SOC. JORNALÍSTICA E EDITORIAL S. — LISBOA 36 TEJO ENERGIA .TRANSPORTES DE SEGURANÇA LDA — LISBOA 196 PT .VINHOS DE PORTUGAL S. — LISBOA 337 VIATEL .HYGIENE PRODUCTS LDA — LISBOA 426 SCAL .A. DE EMPREITADAS ADRIANO S.A. APLICAÇÕES E PRODUTOS INFORMÁTICOS . — LISBOA 258 RAR . INDUSTRIAL DE TREFILARIA S.THOMAZ DOS SANTOS S. — LISBOA 280 SOGRAPE .R. — LISBOA 16 SLEM .A.GESTÃO DE POSTOS RODOVIÁRIOS LDA — LISBOA 95 RÓTOR . — LISBOA 26 REAGRO .SOLUÇÕES EMPRESARIAIS DE TELECOMUNICAÇÕES E SISTEMAS S. — LISBOA 464 TINTAS ROBBIALAC S.S. — LISBOA 108 SANOFI SYNTHELABO .SERVIÇOS POSTAIS E LOGÍSTICA S.A.A.EQUIPAMENTOS PARA O LAR S. — LISBOA 345 RAMALHO ROSA COBETAR . — LISBOA 356 VASP .Cª INDUSTRIAL DE FRUTAS E BEBIDAS S.COMÉRCIO E INDÚSTRIA DE PRODUTOS ALIMENTARES S.IMPORTAÇÃO DE RELOJOARIA LDA — LISBOA 397 TEODORO GOMES ALHO & FILHOS LDA — SETUBAL 293 TÊXTIL MANUEL GONÇALVES S.SOC. — LISBOA 466 S. . — LISBOA 252 TREVIRA FIBRAS S. — LISBOA 72 SCHERING LUSITANA LDA — LISBOA 430 SCHINDLER .A.A.A.VIDROS S. — AVEIRO 452 SOC.SOC.A.SERVIÇOS E EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA S. LUSO BRITÂNICA DE INFORMÁTICA LDA — LISBOA 122 SOLVAY PORTUGAL .UNIÃO DE IMPORTADORES DE MATÉRIAS PRIMAS S.FARMACÊUTICA QUÍMICA LDA — LISBOA 137 RODOGESTE .CONFECÇÕES LDA — LISBOA 87 72 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .COMUNICAÇÕES PESSOAISS.A. — LISBOA 110 SELECT .A. — AVEIRO 295 VICAIMA .EMPRESA GERAL DE OBRAS PÚBLICAS TERRESTRES E MARÍTIMAS S. — LEIRIA 490 RICON .REFINARIAS DE AÇÚCAR REUNIDAS S. — LISBOA 25 REN .CERÂMICA E COMÉRCIO S.C.E.SISTEMAS INFORMÁTICOS S. — LISBOA 233 TECNOVIA .INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE CARNES S.A. CENTRAL DE CERVEJAS S.TECIDOS S.A.TÉCNICA DE MONTAGEM LDA — LISBOA WYETH LEDERLE PORTUGAL (FARMA) LDA — LISBOA X XEROX PORTUGAL .ENGENHARIA E CONSTRUÇÕES S. — PORTO 487 SODICENTRO . — LISBOA 85 SOC.A. .CENTRO COMERCIAL DE MATERIAIS S. — LISBOA 302 SALVADOR CAETANO .A.A. TRANSPORTES E DISTRIBUIÇÃO LDA — LISBOA 189 VEDIOR PSICOEMPREGO .A. SANTOS LDA — PORTO 193 SOC. — LISBOA 24 RENAULT TRUCKS PORTUGAL LDA — LISBOA 227 RENOVA .COMÉRCIO DE VEÍCULOS LDA — COIMBRA 398 SOGENAVE .A.A.R. — LISBOA 52 TABASUL .A.SOC.EMPRESA INDUSTRIAL DE TABACOS S.A.A. — LISBOA 468 VODAFONE TELECEL .A. UNIPESSOAL LDA — LISBOA 291 SAPJU . — LISBOA 207 ZARA PORTUGAL . INDEPENDENTE DE COMUNICAÇÃO S.INDÚSTRIAS METALÚRGICAS E VEÍCULOS DE TRANSPORTE S.EMPRESA DE CELULOSE DO TEJO S. — COIMBRA113 SUMOLIS .A.A.ABASTECEDORA DE PRODUTOS AGRO-PECUÁRIOS S.A. — LEIRIA 135 ROCHE . — BRAGA 333 SOMINCOR . — PORTO 176 RCI GEST .A.A.A.SOC.A.SOC.Cª DE SEGURANÇA LDA — LISBOA 197 PROSEGUR .SOC.A.INDÚSTRIA DE COMPONENTES DE AUTOMÓVEIS S.A.SOC. TÉCNICA DE EQUIPAMENTOS E TRACTORES S.A. — LISBOA 415 SCHNEIDER ELECTRIC PORTUGAL .A.A. — PORTO 268 SOC.FÁBRICA DE PAPEL DO ALMONDA S.L.PRODUTOS QUÍMICOS S.CELULOSE BEIRA INDUSTRIAL S.SOC.DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS INDUSTRIAIS LDA — LISBOA 214 PROLEITE . — AVEIRO 92 W WORTEN . — LISBOA 343 TECNIDATA SI . HISPÂNICA DE AUTOMÓVEIS S. PORTUGUESA DE AVIAÇÃO.A. — LISBOA 369 SONY PORTUGAL LDA — LISBOA 105 SOPOL .FUNDAÇÕES E GEOTÉCNICA S. — CASTELO BRANCO 392 PORTUCEL VIANA . — LISBOA 236 PORTUCEL TEJO .ENGENHARIA E OBRAS FERROVIÁRIAS S.EQUIPAMENTOS DE ESCRITÓRIO LDA — LISBOA 75 292 191 194 Y YAMAHA MOTOR PORTUGAL LDA — LISBOA 411 YAZAKI SALTANO DE PORTUGAL .A. — LISBOA 61 UNILFARMA .A. DE MONTAGENS METALOMECÂNICAS S. — LISBOA 132 SUNVIAUTO .SOC. — LISBOA 29 SOMAGUE ENGENHARIA .SOC. — AVEIRO 317 SOTÉCNICA .A.SOC. — BEJA 165 SONAE .UNIPESSOAL LDA — SANTAREM 284 TOP TOURS .SOC. — LISBOA 151 SONAE TAFIBRA .SOC.PRODUÇÃO. PORTUGUESA DE PAPEL S.PRODUTOS LÁCTEOS S. — PORTO 409 SOGRAPE .A.S.A. — LISBOA 388 PT COMUNICAÇÕES S. DE CONSTRUÇÕES H.A.PROCESSAMENTO CENTRALIZADO DE CARNES . DE COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS S. — LISBOA 120 SICASAL . DE CONSTRUÇÕES S.A. DA ÁGUA DO LUSO S.A. — FUNCHAL 461 SOMELOS . .EMPRESA PRODUTORA DE PAPÉIS INDUSTRIAIS S. . — LISBOA 170 TRANSGÁS .A.A.GESTÃO E INOVAÇÃO DE TRANSPORTES S.COOP.A.A.A.Cª DE PETRÓLEOS S.UNIÃO INTERNACIONAL DE LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS LDA — LISBOA 260 UNIMADEIRAS .A. — LISBOA 71 RECHEIO .SOC.SOC.RECURSOS HUMANOS LDA — LISBOA 381 SGAL . — LISBOA 296 SOVENA . DE CONSTRUÇÕES ALBERTO LEAL S.VIDRO AUTOMÓVEL S. — PORTO 38 SAMSUNG .SOC. — PORTO 489 RIBERALVES . AGRÍCOLA DE PRODUTORES DE LEITE DO CENTRO LITORAL C.A. GERAL DE CONSTRUÇÕES E OBRAS PÚBLICAS S.M.SOC.A.