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EDIÇÃO ESPECIAL

AS MAIORES EMPRESAS NÃO FINANCEIRAS DE PORTUGAL

A lista das empresas que comandam o país por vendas e mais 6 indicadores As melhores e as piores I 24 sectores em análise I As líderes de cada distrito

500
Os desafios da internacionalização
A abertura da economia portuguesa ao mundo, como as empresas dão o salto para o estrangeiro e o que o Estado deve fazer para as ajudar

Dados fornecidos por

ESTA REVISTA FAZ PARTE INTEGRANTE DO PÚBLICO 4618 E NÃO PODE SER VENDIDA SEPARADAMENTE

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PÚBLICO 500 MAIORES EMPRESAS NÃO FINANCEIRAS
EDITORIAL Carlos Rosado de Carvalho
página 1

INDÚSTRIA AUTOMÓVEL Lurdes Ferreira
página 38

TEMA DE CAPA OS DESAFIOS DA INTERNACIONALIZAÇÃO
O PAPEL DO ESTADO NA INTERNACIONALIZAÇÃO João Ramos Silva
página 5

INDÚSTRIA DE CELULOSE, PAPEL E ARTES GRÁFICAS Anabela Campos
página 38

INDÚSTRIA DA MADEIRA, CORTIÇA E MÓVEIS Carlos Rosado de Carvalho
página 40

COMO AS EMPRESAS PORTUGUESAS DÃO O SALTO Cristina Caldeira
página 10

INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO, BEBIDAS E TABACO Rita Siza
página 40

PORTUGAL INTERNACIONAL Rui Nunes
página 16

INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO Clara Teixeira
página 42

500 MAIORES GRANDES NÚMEROS
QUANTO VALEM AS 500 Carlos Rosado de Carvalho
página 22

INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS Anabela Campos
página 42

INDÚSTRIA FARMACÊUTICA

ANÁLISES SECTORIAIS
COMÉRCIO Carlos Romero
página 28

Ana Rita Guerra
página 44

INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA Ana Rita Guerra
página 44

COMÉRCIO, ALIMENTAÇÃO, BEBIDAS E TABACO Carlos Romero
página 28

INDÚSTRIA QUÍMICA Ana Rita Guerra
página 46

COMÉRCIO AUTOMÓVEL Lurdes Ferreira
página 30

INDÚSTRIA TÊXTIL, DO VESTUÁRIO E DO COURO Rita Siza
página 46

COMÉRCIO FARMACÊUTICO Ana Rita Guerra
página 30

MEDIA Clara Teixeira
p á g i n a 47

COMÉRCIO DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO Clara Teixeira
página 32

SERVIÇOS Anabela Campos
página 48

COMÉRCIO DE PRODUTOS PETROLÍFEROS Lurdes Ferreira
página 32

SERVIÇOS DE TRANSPORTES Anabela Campos
página 48

COMUNICAÇÕES Clara Teixeira
página 34

AGRICULTURA E INDÚSTRIA EXTRACTIVA
página 49

CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS Rita Siza
página 36

LISTA
AS 500 POR VENDAS EM 2001
página 49

ELECTRICIDADE, GÁS E ÁGUA Lurdes Ferreira
página 36

ÍNDICE
AS 500 DE A a Z
p á g i n a 70

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O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2

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O papel do Estado na internacionalização
As empresas atrevem-se a pisar um terreno (os mercados estrangeiros) que, à partida, não conhecem tão bem, porque pensam que dispõem de vantagens sobres os seus concorrentes externos. cabe aos Governos implementar políticas que visem reforçar as vantagens que as “suas” empresas dispõem.
JOAQUIM RAMOS SILVA, Professor do ISEG/UTL

as levam a pisar um terreno que, à partida, não conhecem tão bem. Este processo é, por seu turno, determinado pela especialização internacional do país de origem. Para começar, tornase evidente que os governos podem implementar políticas que visem reforçar as vantagens que as “suas” empresas dispõem.
SELECCIONAR ÁREAS DE ESPECIALIZAÇÃO...

Desde

o início dos anos 80, em muitos países, foram lançados programas de privatizações mais ou menos vastos e profundos e diminuíram as regulamentações públicas rígidas que antes bloqueavam os mais variados sectores de actividade económica. Ao mesmo tempo, foram postos de pé organismos de supervisão da concorrência que têm actuado, pelo menos num certo número de casos, com razoável eficácia. No plano externo, numa base unilateral, multilateral ou de integração económica (por grupos de países como na União Europeia), têm sido eliminadas barreiras ao comércio bem como removidos obstáculos ao movimento de capitais. Até a circulação internacional de trabalhadores, embora encontre numerosos entraves, aumentou claramente. É certo que estamos bem longe de um mundo de livre circulação, e que muitas discriminações permanecem, mas, neste domínio, a paisagem da economia mundial tem mudado em aspectos significativos. Neste contexto, fará

Tendo em conta a sua importância central, vale a pena caracterizar um pouco melhor esta forma de contribuição do Estado. Note-se que, até meados do séc. XX, a especialização internacional era vista como estável e só no longo prazo podia eventualmente conhecer mudanças. Posteriormente, este modo de pensar foi posto em causa pela evidência empírica. Assim, por exemplo, ao longo dos últimos cinquenta anos, o Japão e as novas economias industrializadas asiáticas já conheceram vários ciclos de especialização, que se tornou, portanto, dinâmica e flexível. Em particular, a acção dos governos tem marcado este processo, ao evoluir-se das vantagens comparativas (naturais ou “dadas”), para as vantagens competitivas (em grande parte, “construídas” pelas instituições). Vejamos um exemplo esclarecedor. Nos anos 60, a Irlanda optou por uma especialização baseada em indústrias capitalintensivas. Um amplo conjunto de medidas foi implementado com vista a concretizar esta orientação. Uma das traves mestras desta estratégia foi a generalização do ensino técnico ao nível do terceiro ciclo do secundário, na sequência da qual foram criados toda uma série de Regional Technical Colleges por toda a Irlanda, cujo sucesso residiu nos estreitos laços que estabeleceram entre os mundos académico e industrial. Mais tarde, a nova orientação foi criticada por economistas de renome, na medida em que, a Irlanda se estaria a afastar da especialização determinada pela sua dotação de factores, em particular a abundância do factor trabalho, pois era tradicionalmente um país de forte emigração que conhecia elevadas taxas de desemprego. A este propósito, Bela Balassa chegou mesmo a referir-se aos “erros irlandeses”. Pode-se talvez considerar que a estratégia irlandesa tardou em dar frutos, mas quando o fez, a partir

Nos anos 60, a Irlanda optou por uma especialização baseada em indústrias capitalintensivas. Uma das traves mestras desta estratégia foi a generalização do ensino técnico ao nível do terceiro ciclo do secundário, cujo sucesso residiu nos estreitos laços que estabeleceram entre os mundos académico e industrial.
sentido considerar que o Estado tem ainda um papel a desempenhar na internacionalização das empresas? Para vários autores a resposta é, sem margem para dúvidas, afirmativa, ou melhor, embora em bases novas e diferentes, faz, até, mais sentido. No passado, as actividades internacionais das empresas resumiam-se, no essencial, à exportação e às operações mais directamente relacionadas com ela (eg, despacho). Mas, nas últimas décadas, elas têm-se progressivamente alargado em cadeia: abertura de sucursais de vendas, criação de canais de distribuição, produção no estrangeiro, por vezes de maneira articulada em diversos países, etc. Em termos simplificados, como nos ensina a teoria económica, as empresas lançam-se nestas actividades porque usufruem de vantagens (em relação aos seus concorrentes externos), que, proporcionando-lhes mais lucros,

CÓDIGO DE CONDUTA DOS PODERES PÚBLICOS
Definir e implementar estratégias sustentáveis de especialização e de competitividade. I Articular as políticas “internas” (educação e formação de recursos humanos, investigação e desenvolvimento, infra-estruturas, etc.) com o processo de internacionalização das empresas. I Diplomacia económica activa que coloque o Estado ao lado das empresas e lhes forneça informação e apoio valiosos. I Participação dos organismos públicos ao lado de outros (privados, semi-públicos, da sociedade civil) na constituição de redes de suporte à internacionalização das empresas. I Os subsídios à produção, eventualmente a conceder, devem ser sempre temporários, e aplicar-se apenas a novos produtos e sectores em que as empresas já tenham revelado hipóteses de sucesso e não a priori. I Encargos fiscais das empresas.
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O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2

do final dos anos 80, com o desenvolvimento das novas tecnologias de informação e comunicação, para o qual estava bem apetrechada (a indústria farmacêutica era aliás outra área importante de especialização), foi de uma forma brilhante. Sem dúvida, a via irlandesa não é a única. A Itália, por exemplo, optou por manter uma especialização em indústrias trabalho-intensivas, conseguindo igualmente melhorias notáveis no seu desempenho. Neste caso, contou sobretudo uma administração local eficiente, que na base de vastas e sofisticadas redes sociais, acelerou o dinamismo económico e a competitividade (eg, no quadro dos “distritos industriais”). Qualquer que seja a opção no domínio da especialização, ela tem que ser clara e implementada de uma forma responsável, a fi m de adquirir credibilidade e sustentabilidade. Os Estados, devido ao carácter geral dos seus fins, são mais vocacionados para tarefas deste tipo do que as empresas privadas, que têm objectivos e meios de acção comparativamente limitados, mesmo tomadas em conjunto. Outra forma de intervenção do Estado, relevante em países ainda em início de internacionalização (é o caso de Portugal), diz respeito ao facto de esta se realizar no contexto de um processo de aprendizagem. Assim, desde que certas condições mínimas se verifiquem, quanto mais cedo as empresas se lançarem na internacionalização e desenvolverem actividades nos mercados externos, mais cedo podem progredir, nomeadamente consolidando e expandindo as suas vantagens. No entanto, muitos governos actuam erradamente, incentivando e protegendo apenas políticas de concentração no mercado interno, esquecendo que as actividades internacionais podem trazer maiores retornos para as suas empresas, e portanto, para as suas economias. Aliás, a criação de externalidades internacionais positivas é considerada, hoje em dia, um dos mais preciosos capitais para o conjunto das empresas de um determinado país.
... DESENVOLVER POLÍTICAS RELEVANTES...

SUBSÍDIOS: A TRADIÇÃO JÁ NÃO É O QUE ERA
TRADICIONALMENTE, AS FORMAS DE INTERVENÇÃO pública privilegiadas a este nível eram as subvenções à exportações e outras similares. Não deixam de ser verdade que muitos governos ainda as praticam apoiando assim directamente as suas empresas. No entanto, quer por razões institucionais (no GATT/ OMC, este tipo de medidas é condenado, podendo dar origem a represálias), quer pelas distorções que provoca nas relações económicas internacionais, esta forma de intervenção tem vindo a perder algum terreno, em nome de uma maior transparência do mercado. É certo que a teoria económica pode recomendar o apoio do Estado às empresas a fi m de se tornarem competitivas à escala internacional, mas sob a forma de subsídios à produção e em condições muito restritivas. Eles devem ser sempre temporários, dirigir-se a novos produtos e sectores com reais hipóteses de sucesso e nunca ser concedidos a priori. Acresce que os países pequenos (em termos económicos) sofrem de uma grande desigualdade a este nível: uma grande economia, onde o Estado tem sempre um vasto orçamento à sua disposição, e o pode manipular, está mais equipada para tomar a dianteira de processos deste tipo, sobretudo em mercados onde existem elevadas barreiras à entrada (veja-se o exemplo da aeronáutica). Para o caso daqueles países, embora não se deva em absoluto excluir os subsídios à produção, devem ser escolhidos, de preferência, outros instrumentos mais eficazes de apoio à internacionalização das empresas. No quadro junto, resumimos os principais vectores da contribuição do Estado para a internacionalização das empresas. Evidentemente não se trata aqui de exaurir o tema. I

Uma vez defi nida, a estratégia de especialização funciona como base do processo. O Estado pode agora avançar com políticas relevantes para a internacionalização das empresas de uma maneira consequente, entre outras, ao nível da educação e formação de recursos humanos (tão importantes como vimos no caso irlandês), investigação e desenvolvimento, e infra-estruturas. No passado, muitas destas políticas eram consideradas estritamente internas, isto é, com poucos reflexos na competitividade internacional das empresas (a administração pública era talvez o caso mais flagrante), mas este ponto de vista tem vindo a alterar-se, mesmo em economias relativamente fechadas. Numa perspectiva de competição global, os ganhos obtidos nestes sectores (por exemplo, através de uma administração pública eficiente), fazem por vezes a diferença

fundamental para as empresas. Assim, torna-se indispensável uma articulação entre estas políticas públicas e as necessidades das empresas que se internacionalizam.
... E APOSTAR NA DIPLOMACIA ECONÓMICA

Outro domínio onde o papel do Estado cresceu foi na diplomacia económica. Tradicionalmente, o seu espaço estava bem demarcado, e os objectivos económicos eram secundários. Mas, nas últimas décadas, a diplomacia económica

É que. em defi nir e executar estratégias de internacionalização dignas desse nome. prende-se com a lógica despesista dominante. Na medida em que as actividades externas das empresas têm consequências cada vez maiores na economia dos países e regiões e abrangem um número crescente e diverso de actores. I 8 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . mesmo que digam o contrário. exigem escolhas claras e consequentes bem como persistência na sua implementação e. as actividades desenvolvidas neste contexto podem ter um custo relativamente baixo e o seu fi nanciamento ser partilhado pelos diversos agentes que nelas participam. ela pode oferecer-lhes não só um importante apoio institucional como ainda vários tipos de serviços. De novo. tendo em conta a rentabilidade das respectivas operações. difíceis de obter por outras vias. embora não pressuponham mais despesa pública (vimos até que alguns novos serviços públicos de apoio devem ser cobrados aos seus beneficiários). Os organismos públicos podem ainda participar activamente na criação de redes de suporte à internacionalização. enquanto revelam uma enorme preguiça e falta de iniciativa. em vez de cada um para seu lado. em países como Portugal. as referidas estratégias. a grande dificuldade em compreender o novo papel do Estado neste domínio. tornou-se um dos principais instrumentos ao dispor das empresas que se internacionalizam (bem como na atracção das empresas estrangeiras). recomendável. a grande dificuldade em compreender o novo papel do Estado no domínio da internacionalização. muitos destes serviços públicos podem e devem ser cobrados às empresas. capacidade e as adaptar. uma actuação em rede é Uma pequena nota a terminar. autor da obra “Diplomatie économique”. se necessário. designadamente de carácter informativo. isto é. como mostrou Carron de la Carrière. Para a maioria dos agentes. A PREGUIÇA PORTUGUESA Em países como Portugal. Temos que reconhecer que muitos empresários apenas olham para o Estado como uma fonte de onde podem “sacar” mais alguns fundos. o Estado. pode desempenhar uma função insubstituível na construção e funcionamento das redes. No caso das pequenas e médias empresas é óbvio que um quadro deste tipo potencia grandemente a sua internacionalização. Aliás. Temos que reconhecer que muitos empresários apenas olham para o Estado como uma fonte de onde podem “sacar” mais alguns fundos. Aliás. “Estado é despesa pública”. através de certos organismos e serviços. Com efeito. prende-se com a lógica despesista dominante. “Estado é despesa pública”.T E M A D E C A P A / O P I N I Ã O A estratégia de internacionalização exige escolhas claras e consequentes do Governo F OTO G R A F I A M I G U E L S I LVA levada a cabo por muitos governos. Para a maioria dos agentes. Quanto aos políticos. como temos salientado em diversas ocasiões. ficam contentes ao distribuir os “seus” milhões. que ajudem de facto as empresas.

Existe. A internacionalização não pode ser vista como mera extensão das posições nacionais num mundo crescentemente homogeneizado. porém. Na última década. na verdade. Quando a opção é o investimento de raiz nota-se um claro desenvolvimento no estabelecimento das filiais comerciais em detrimento de unidades produtivas. Por outro lado. mas sim como actuações orientadas por uma lógica estratégica face a uma concorrência cada vez mais global. mas também desafios. Cristina Caldeira* O ENQUADRAMENTO externo actual. Daí que se torne indispensável reflectir em conjunto sobre os processos de internacionalização das empresas portuguesas. desregulamentação e mundialização da concorrência. que impulsionaram as empresas portuguesas a desenvolver esforços para a adopção de estratégias activas de internacionalização. através de aquisições de unidades sob a forma de “joint-venture”. um crescente reconhecimento da inevitabilidade de concorrer em mercados abertos e sob a pressão do tempo.T E M A D E C A P A Como as empresas portuguesas dão o salto A maioria das firmas nacionais prefere internacionalizar-se para países culturalmente e geograficamente próximos. abriu novas oportunidades. uma parcela significativa das empresas portuguesas “interiorizou” já a ideia de que a protecção conferida pelas fronteiras nacionais é cada vez mais limitada. pela inserção em redes de relações dinâO reforço de rede de relações levou a PT a comprar a brasileira Telesp F OTO G R A F I A D . Por um lado. que os espaços nacionais tenham perdido toda a sua relevância. para muitas empresas os principais concorrentes são outras empresas nacionais. caracterizado pela interdependência das economias. Tais actuações visam ganhar capacidade competitiva. não obstante as facilidades criadas pelo Mercado Único Europeu. embora os desafios competitivos de empresas europeias não estabelecidas em Portugal assumam também importância. R . 10 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . Isto não significa. globalização dos mercados. pela exploração de competências próprias. vender fora do país de origem oferece alguns obstáculos.

a configuração geográfica das actividades da empresa. os mecanismos de gestão e de coordenação de actividades. “…internationalisation is commonly used to describe the developmental process of increasing involvement in international business”. realização de economias de localização.O BÊ-Á-BÁ DA INTERNACIONALIZAÇÃO EXISTEM INÚMER AS DEFINIÇÕES DE internacionalização. incluindo nomeadamente a atitude competitiva. o relacionamento com outras empresas Embora o processo de internacionalização de cada empresa seja diferente. Envolvem vertentes diversas. MULTINACIONAL — A empresa tem uma presença significativa num vasto número de países e procura conciliar os interesses do mercado doméstico com os dos mercados externos. (concorrentes. tem como destino países em vias de desenvolvimento em virtude das vantagens comparativas ao nível do custo de mão-de-obra. Segundo o mesmo autor. económica. Na perspectiva de Porter (1986). fornecedores) e a capacidade de adaptação e articulação de diferentes condições locais (especificidades culturais. enquanto as pequenas empresas limitam-se a in- ternacionalizar a actividade logística e comercial. mas também a factores relacionais e externos. No entanto. De acordo com um estudo de campo efectuado junto de 30 empresas portuguesas no âmbito de uma tese de mestrado. O trabalho também permite concluir que a internacionalização baseada na deslocalização da produção. ou de partes do processo produtivo. No que se refere à internacionalização das actividades. operações “inward-outward”. que de um modo geral põe em confronto. I C. com frequência o padrão de expansão geográfica tem início na simples exportação “spot” em resposta a encomendas colocadas por clientes estrangeiros. as grandes empresas internacionalizam a logística e a produção.. devem ser analisada tendo em conta toda a sua envolvente política. INTERNACIONAL — A empresa exporta regularmente para um número restrito de mercados externos. A internacionalização da actividade comercial ocorre especialmente para países da União Europeia. absorção e integração de conhecimento. social e cultural (Root. os processos de internacionalização não são simples nem podem ser separados das estratégias competitivas prosseguidas pelas empresas. aumento das economias de escala e de experiência. A ESTRATÉGIA LUSITANA. por outro. pelo esbatimento de “handicaps” existentes e/ou pelo acesso e endogeneização de novas competências. Uma vez iniciado o processo de internacionalização. DE DOMÉSTICA A GLOBAL A evolução internacional de uma empresa atravessa quatro fases distintas: DOMÉSTICA — A empresa é predominantemente orientada para o mercado doméstico e limita-se a exportar pontualmente. micas. não é um processo isento de riscos e condicionantes. clientes. económicas. Os conhecimentos adquiridos vão assim permitindo aumentar a competitividade da empresa. passa pela criação de uma rede de agentes e distribuidores nos mercados externos para consolidar as posições comerciais e pode mesmo terminar na construção de grandes empresas transnacionais com operações integradas em todo o mundo. jurídica. Hamill J. e em particular os projectos de investimentos externos. mas contínua a privilegiar o mercado doméstico. Qualquer iniciativa desta natureza.. Consequentemente. notamos um . em detrimento do investimento de raiz. Quanto à forma de concretização do investimento. que vão actuar ora como estímulo ora como condicionante da internacionalização. a maioria das fi rmas portuguesas seleccionou os países cultural e geograficamente próximos para se expandirem geograficamente.C. e Davie J. Segundo Young S. o desenvolvimento interno de competências dinâmicas de geração. (1989). MUNDIAL — A empresa actua à escala global e adequa as suas práticas de gestão às características de cada zona servida. Um processo de internacionalização é normalmente encarado como um início de fase de sucesso e de afi rmação das empresas. verificamos um especial predomínio de aquisições de unidades sob a forma de “joint-venture”. verifica-se que as empresas vão reforçando as suas posições no exterior à medida que vão acumulando experiência internacional. a complexidade do processo deve-se a factores internos à empresa. a perspectiva da economia nacional com a óptica da empresa (micro-macro) e. Esta posição competitiva traduz-se num aspecto positivo que pode ocorrer por três vias: exploração das competências centrais. Wheeler C. regulamentares e linguísticas dos países ou regiões). por um lado. 1994).

acesso ao mercado. Enquanto as grandes empresas (com uma dimensão internamente adquirida. estas em clara inferioridade. PARA ONDE AVANÇAR E COMO O PROCESSO DE INTERNACIONALIZAÇÃO DE UMA EMPRESA envolve. em paralelo com um movimento concertado da economia mundial. As consequências mais imediatas consubstanciam-se numa maior abertura da economia ao exterior. Outro elemento de diferenciação prende-se com a preocupação em matéria de inserção geoeconómica e de estabelecimento de agrupamentos contratuais externos demonstrada pelas empresas de maior dimensão. I C. que incluem contratos de licenciamento. Como consequência. Ao nível microeconómico. competição. uma mentalidade internacional e conhecimento dos mercados) conseguem “ultrapassar etapas” da internacionalização e lançar-se no investimento directo. há uma tomada de consciência por parte das empresas portuguesas de que para sobreviverem têm de marcar posição. Neste sentido. as quais conferem massa crítica. verificamos entre as empresas portuguesas a existência de um duplo comportamento. com vista a maximizar a competitividade conjunta das actividades no país de origem e no estrangeiro. as PME internacionalizam-se de acordo com as oportunidades detectadas. de uma forma genérica. Uma vez identificadas as primeiras modalidades de entrada nos mercados externos. A selecção dos mercados prioritários é motivo de grande ponderação. divulgação de informação. Relativamente aos factores de atractividade e de localização. denotando pois um claro atraso em relação às suas congéneres europeias. Hoje admitimos que. risco. Ao nível macroeconómico. experiência. muitas vezes sem qualquer estratégia definida. a empresa deve procurar restringir o seu leque de opções de internacionalização em função da análise dos seguintes factores: enquadramento legal. que constituem mais-valias muito valorizadas pelos empresários e executivos contactados. enquanto os países em vias de desenvolvimento tendem a conceder benefícios aos investidores portugueses através da facilidade de relações interpessoais. retorno. observamos um vasto conjunto de alternativas. visto ter de obedecer a critérios de natureza estratégica.T E M A D E C A P A claro desenvolvimento no estabelecimento das fi liais comerciais em oposição às produtivas. recursos e produtos. natureza dos activos. potenciando diferentes graus de internacionalização. podemos verificar que não há uma internacionalização padronizada. Portugal desenvolve esforços com vista a uma rápida integração no competitivo espaço europeu. Numa primeira conclusão. entre os casos-limite da exportação e do IDE (investimento directo estrangeiro). algum aprofundamento do negócio internacional. Os estudos de campo demonstram que o problema central das empresas portuguesas em fase de internacionalização é o do estabelecimento de uma estratégia de entrada no mercado-alvo. e que a opção entre os vários modos de entrada é condicionada pela existência de factores relacionais. OS CUSTOS E OS BENEFÍCIOS. com maior incidência para as grandes empresas. duas decisões críticas: para onde internacionalizar e como internacionalizar. contratos de gestão ou alianças estratégicas. internos e externos à empresa. possibilidade de subcontratações vantajosas. controlo. num acréscimo de competitividade que viabiliza a adopção de novas estratégias de internacionalização. Constata-se assim que o sucesso competitivo no país de origem condiciona de várias maneiras a internacionalização de uma empresa. atractivos oferecidos pelos países desenvolvidos (UE) às empresas portuguesas baseiamse na possibilidade de desenvolvimento de estratégias de cooperação. à partida. a internacionalização está a servir como uma arma de competitividade. o estudo revela que. onde uma elite alcança patamares de competitividade à escala global. permite-lhes a integração em redes. DesenharamA Galp foi para Espanha para crescer e ter acesso a recursos F OTO G R A F I A P E D R O C U N H A se estratégias de aumento de quotas de mercado através de aquisições.C. De acordo com a tipologia apresentada por Franklin Root (1994). custo. é defensável que o processo de internacionalização da empresa seja enquadrado com as competências e vantagens competitivas desenvolvidas no mercado doméstico. 12 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . Para além de potenciar visibilidade às empresas. Paralelamente as PME vão-se impondo. ao mesmo tempo que as restantes dão ainda os primeiros passos na internacionalização.

LUOSTARINEN. J. International Trade and Factor Mobility. Inter Editions. Prentice Hall International (UK) Ltd YOUNG. C. J-H. (1997). dificultando a passagem de uma hierarquia vertical para uma hierarquia horizontal consentânea com uma estratégia de internacionalização. Multinational Firms and International. Managing Across Borders: The Transnational Solution. by Peter J. PORTER.T E M A D E C A P A FACTORES NA BASE DA INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS PORTUGUESAS EMPRESAS PENETRAÇÃO OU CONSOLIDAÇÃO EM MERCADOS I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I I ACESSO A RECURSOS PRODUTIVOS MANUTENÇÃO OU REFORÇO DE REDES DE RELAÇÕES I RESPOSTA A MOVIMENTO DE CONCORRENTES ACESSO A COMPETÊNCIAS BES BÉBÉCAR CGD CIMPOR CIN CORTICEIRA AMORIM DELTA EFACEC EDP ENGIL FAIART FAPOR GROWELA GRUPO AUTOSIL GRUPO BCP-ATLÂNTICO GRUPO IMPÉRIO GRUPO PESTANA GRUPO SOMAGUE GRUPO VISTA ALEGRE HOVIONE JM MACONDE OCIDENTAL SEGUROS PETROGAL PT RENOVA SONAE INDÚSTRIA SOPORCEL TMG LDA. e na liderança no mercado nacional. Hamill. SA I Fonte: inquérito realizado no âmbito da tese de mestrado da autora do artigo Sobretudo as empresas de raiz familiar apresentam grandes entraves à mudança. MUNDELL R. a mobilidade crescente dos factores determinantes do crescimento e um número crescente de países a atingir a fase de desenvolvimento favorecem o processo de internacionalização. International Business Operations. esta opção de internacionalizar contém em si alguns custos. F. Harvester Wheatssheaf/Prentice Hall. Hensinki School of Economics. na medida em que vai obviamente alterar a estrutura organizacional existente e a cultura tradicionalmente padronizada. em paralelo. Lawrence (1990). É genericamente aceite que o crescimento do investimento directo das empresas portuguesas no estrangeiro é um facto positivo. Esta nova realidade vai permitir detectar oportunidades de negócio. A Vantagem Competitiva das Nações. & MICHAEL C. Reijo e Welch. No entanto. L’Avantage Concurrentiel. 14 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . Os mercados desenvolvidos da Europa e EUA serão sempre. procuraram-se manter na vanguarda da tecnologia. Nestes mercados. Sobretudo as empresas de raiz familiar apresentam grandes entraves à mudança. por não abdicarem da centralização. PORTER. seguido da criação de redes próprias de distribuição e aumento da capacidade produtiva. (1993). pp. Journal of International Business Studies. (1986). Colin e Davies. J-L.A. Boston. ROOT. Harvard Business School Press. TAGGART. DUNNING. I * a autora é professora do Instituto de Artes Design e Marketing (IADE). Londres. (1995). (1993). um alvo importante. com natural impacto no controlo de custos e na obtenção de maiores economias de escala. TLS. que em complemento do mercado interno oferecem vantagens competitivas e reforçam a competitividade nos mercados internacionais.Buckley. Third Quarter. Em conclusão. DUNNING. os investimentos tendem a ser feitos mediante acordos de cooperação inter-empresas (nacionais ou estrangeiras). Stephen. e sobretudo vai melhorar a imagem das empresas portuguesas junto das empresas europeias e/ou mundiais. Alliance Capitalism and Global Business. American Economic Review. seguiase a abertura de delegações e contratos de fornecimento de empresas. J-H. PORTER. ganhando deste modo a dimensão necessária à internacionalização. (1988). (1994). M. J. as empresas desejavam obter uma base nacional coesa. The Essence of International Business. Ed. como forma de cruzamento de experiências e partilha de “know-how” específico e competências. Hemel Hempstead. 461-91. O impacto desta dinâmica nas empresas portuguesas é notório na preocupação crescente ao nível da modernização e promoção do produto. Lexington Books. International Market Entry and Development. doutoranda em Ciência Política na Universidade Católica Portuguesa PARA SABER MAIS BARTLETT. (1997). Campus. (1957). para posteriormente terem lugar as “joint-ventures” com parceiros locais. Wheeler. Harvard Business School Press. Numa primeira fase. Routledge. dificultando a passagem de uma hierarquia vertical para uma hierarquia horizontal consentânea com uma estratégia de internacionalização deram-se concentrações no “core business” das empresas. Richard (1989). e Ghoshal Sumatra (1989). M. mestre em Economia Internacional pelo Instituto Superior de Economia e Gestão. Os benefícios são igualmente visíveis em virtude de a internacionalização potenciar negócios da empresa/grupo em zonas geográficas diversificadas. MUCCHIELLI. Competition in Global Industries. M. Entry Strategies for International Markets. ED. Nova Iorque.A. entre outros. Reappraising the Eclectic Paradigm in an Age of Alliance Capitalism. Paris. por não abdicarem da centralização. James. a globalização da actividade económica.

as colónias. O mundo exterior à União Europeia (UE) só interessa a Portugal enquanto fornecedor de combustíveis.3 2.4 10. as remessas dos emigrantes ou os dinheiros da Europa.5 2.6 4.6 3.6 3.8 4.4 6. Quer um quer outro revelam situações desconfortáveis.2 14.8 1.0 5.7 10.6 4.4 1.3 2.8 4. origem.6 21. T Rui Nunes HÁ VÁRIOS CRITÉRIOS para aferir o grau de internacionalização de uma economia.2 3.8 8.2 1997 23.3 14.9 4.0 4.0 10.1 4.9 1.2 12.7 1.3 18. É recorrente a constatação de uma baixa produtividade que compromete a competitividade da produção e impede a melhoria sustentada do nível de vida dos autóctones.0 1.4 3. que troca recursos naturais (sobretudo floresta) e produtos de mão de-obra barata (como vestuário e calçado) por tecnologia.2 2. Os habituais são os do comércio e investimento internacional.7 3.1 12.5 5.1 1998 15.T E M A D E C A P A Portugal internacional Vamos às compras a Espanha.7 6.2 3. como o ouro do Brasil.0 19.8 2000 19.8 4.6 1.5 19.5 2001 2002/JUL 27.8 10. de metade dos turistas.2 1996 14.4 2. Estão a levar a País a interrogar-se sobre a causa e persistência de problemas estruturais e angústias existenciais.7 1999 25.8 4.0 4.3 1.3 5.8 4.2 1996 22.1 2.5 2.0 2. Fonte: INE.6 1.9 1999 18.7 2. vendemos a esta e à Alemanha.8 8.9 13. têm amenizado as preocupações.9 18.1 4.7 2001 2002/JUL 19.4 5.8 1.1 4.0 1.7 15. Valores em percentagem.7 15. PAÍSES BAIXOS ANGOLA SUÉCIA 1995 15.3 1.8 1.9 2.3 14. sem ocorrência garantida ou prevista –.2 1. Factores extraordinários – isto é.0 12.4 6.6 19.6 7. que se consolidou com a adesão à então Comunidade Económica As saídas e as entradas têm como principal destino e origem a União Europeia F OTO G R A F I A PAU L O P I M E N TA A QUEM VENDEMOS… Destinos das exportações portuguesas. 16 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .1 1.3 3.2 8.3 4.6 10. investimos no Brasil e recebemos investimento directo de Espanha.2 10.9 6.7 10. 1995-2002 (Julho) PAÍSES ESPANHA ALEMANHA FRANÇA REINO UNIDO EUA ITÁLIA BÉLGICA-LUX. após dezenas de anos de fundos comunitários e 500 de império. países ordenados pelas posições em Julho de 2002.8 27. Alemanha e Reino Unido.1 14.7 4.4 2.4 1.2 4.9 20.8 11.5 3.5 11. COMÉRCIO INTERNACIONAL Os saldos das trocas por sector revelam um perfi l de economia colonial.8 4.8 3. juntamente com o Reino Unido.4 7.8 14.4 4.9 10.7 2000 25.1 11. países ordenados pelas posições em Julho de 2002.4 3.1 12.4 15.1 7.7 3.2 1.9 12.0 5.6 5.2 1.4 13.5 3.6 2.7 11.2 3.1 6.3 3.3 1.8 3.2 11.6 4.7 4. A importância do turismo assente no sol e praia reforça esta perspectiva.4 3.7 Valores em percentagem.5 6.3 1.7 1.8 4.9 4.0 4.1 5.8 5.4 13.9 5.3 7.5 … E A QUEM COMPRAMOS Origens das importações portuguesas.5 3. Fonte: INE.6 14.0 4.2 1.1 19.9 1.8 13.4 1998 24.0 21.2 4.2 4. 1995-2002 (Julho) PAÍSES ESPANHA ALEMANHA FRANÇA ITÁLIA REINO UNIDO PAÍSES BAIXOS BÉLGICA-LUX EUA BRASIL JAPÃO 1995 21.8 4.1 1997 14.6 5.7 1.5 14.2 6.9 3.

a Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento constata que “o que conta são os factores que tornam localizações particulares vantajosas para actividades particulares”. Muitos destes produtos de alta tecnologia correspondem às tecnologias de informação e comunicação. com a abertura de fronteiras e o desen- . não motivado apenas pelos baixos salários. por força da abertura de mercados e da acção governativa. inconveniente poupado aos não transaccionáveis.1 pontos percentuais a sua quota de mercado neste período. Há quem radique a explicação no fim da desvalorização do escudo em 1991. com destaque para os sectores de electrónica. para o que tem importado factores (fundos da UE. mas que a salvação da economia portuguesa dependia da entrada de investimento directo estrangeiro (IDE) estruturante. Entre 1985 e 2000 as exportações destes produtos aumentaram a uma média anual de 12 por cento. da autoria da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (Cnuced). mas o seu ritmo de crescimento foi lento. INVESTIMENTO DIRECTO ESTRANGEIRO Alguém disse que a salvação das grandes empresas portuguesas estava no investimento directo no estrangeiro. imobiliário e distribuição. em movimento para Leste e China e não resolve o problema da ausência portuguesa nos sectores com forte dinâmica de procura. dado o reforço dos sectores tradicionais. protegidos da concorrência internacional. cujos ganhos de quota em 2001 são explicados pelo Banco de Portugal com o sacrifício das margens. Ou seja: qual é a oferta de Portugal com boa cotação no mercado do investimento directo internacional. além da integração na UE e mão-de-obra barata? A banalização desta oferta.2 por cento da média geral. dada a contracção dos mercados e a subida dos custos unitários de trabalho. que deu mais peso às exportações tecnológicas. o que significa ganho de importância do comércio intra-firma. para compensar a liberalização do mercado nacional.EXPORTAÇÕES À BOLEIA DA AUTOEUROPA A instalação da Autoeuropa permitiu que Portugal fosse uma das 20 economias (a vigésima. De acordo com a edição de 2002 do relatório sobre o investimento mundial. automóvel e vestuário. no que seria uma ‘remake’ do modelo irlandês. para ser exacto) ganhadoras no período 1985-2000 em termos de quota de mercado nas exportações mundiais. como o automóvel. Resta saber como e com quem melhorar e alterar a es- trutura das exportações. Ausente dos sectores com forte potencial de crescimento. Mas a indústria automóvel é madura. Este perfi l melhorou em 1995. É este modelo de crescimento cujo fim é anunciado com regularidade. Os economistas são unânimes em apontar o enviezamento da actividade dos grupos económicos portugueses no sentido dos bens não transaccionáveis. e concluído que o almejado modelo de crescimento assente mais nas exportações que no consumo interno exige outra estrutura produtiva e novos actores ou a reciclagem dos actuais. Aqui chegados é o drama. Mas se se faz depender das empresas multinacionais (EMN) a melhoria e diversificação do tecido produtivo – dada a preferência dos capitães da indústria portuguesa pela tranquilidade dos não transaccionáveis –. que obrigou a indústria a conter os preços. Os produtos de tecnologia intermédia. representaram nove por cento das exportações. coloca-se a questão de saber que motivos existem para uma EMN vir para Portugal. Os produtos mais dinâmicos foram os industriais. Na edição de 2002 do relatório sobre o investimento mundial. os produtos de baixa tecnologia. que difundisse junto das pequenas e médias empresas saber organizacional e tecnológico e permitisse o acesso a mercados e capital. mais interessada em melhorar do que em alterar a estrutura produtiva. O documento identifica 40 produtos que representaram 40 por cento das exportações mundiais em 2000. que representam 19 daqueles 40 produtos. imigrantes do Leste e mobilização da mão-de-obra feminina) – e economizado a sua regeneração interna. em especial os não baseados nos recursos naturais. com a Autoeuropa. a economia portuguesa tem crescido baseada no mercado interno. e corresponde a uma produção cada vez mais gerida à escala internacional. como banca. Um dos traços mais incisivos detectados pela Cnuced foi o de as exportações crescerem no período tanto mais quanto mais elevado o nível tecnológico dos produtos. outro foi o aumento do comércio internacional de componentes. I Europeia. Portugal aumentou em 0. É a esta luz que deve ser lido o défice comercial português – explicado em mais de 40 por cento pelo saldo com Espanha –. Por fim. que têm no vestuário o principal elemento (o qual proporciona o maior saldo positivo no comércio externo português). valeram menos de dois por cento do comércio mundial. acima dos 8. Os items electrónicos representaram 13 por cento das exportações mundiais em 2000 e explicam 75 por cento do crescimento das exportações entre 1985 e 2000.

bem como receitas e pagamentos relativas a expatriados e activos possuídos no estrangeiro. Luxemburgo e Grécia. contactos pessoais. O que tem mais espaços em branco é o da inovação. aumenta a importância do que faz a diferença na cadeia de valor. Espanha.NO TOP 15 DA GLOBALIZAÇÃO Portugal é um dos países mais globalizados. No último critério centraram atenções no mundo da internet. I A aposta no Brasil fez disparar o investimento no estrangeiro FOTOG R AFIA G R EGG N EWTO N / R E UTE RS volvimento das tecnologias de informação e comunicação. sejam zonas de produção segmentada e/ou montagem. audiovisual/entretenimento. Na primeira consideraram fluxos de comércio e investimento. Enquanto os EUA lideram na tecnologia. há um terço que é mesmo intra-firma. Bélgica. redes e equipamentos). Para os compromissos políticos elegeram o número de organizações e de missões da ONU em que os países participam. É composto por universidades. mercados de venda. Os autores dizem que um dos objectivos da iniciativa é quantificar uma das palavras mais abusadas do novo século – globalização. saúde (farmácia e biotecnologia) e aeronáutica/ espaço/electrónica de Defesa. com o qual só por si ficaria em quarto lugar. Em nenhum dos critérios Portugal está nos dez primeiros. directo e de carteira. plataformas logísticas. A Irlanda ganha graças ao critério da integração económica. que é reforçado com outra liderança nos contactos pessoais. Um estudo do Departamento de Prospectiva e Planeamento [A UE face ao(s) seu(s) Futuro(s)]. de acordo com o segundo Globalization Index elaborado pela consultora A. França e Alemanha. Isto recomenda ver o mundo de acordo com três mapas: o da inovação. T. bem como o número de embaixadas que acolhe. tráfego telefónico e deslocações transfronteiriças. Se dois terços do comércio mundial envolvem EMN. laboratórios empresariais. o que ilustra a importância destes agentes do comércio e produção internacional e o à-vontade com que gerem os países como pontos da sua cadeia de actividade. fruto do turismo e dos (e)imigrantes. logo a seguir a EUA. nem o anedotário nacional sobre Portugal ser um país de inventores. como utilizadores e servidores. É o mais importante. o pior é o respeitante aos compromissos internacionais do Estado. “hardware”. Liderado pela Irlanda. Israel. O último índice [de 2002] coloca o País na 15. O novo ranking é esperado para Janeiro. parques de ciência e tecnologia. Para isto escolheram quatro variáveis. que fecha a lista. Questão difícil em conjuntura de refluxo. O contributo da tecnologia e empenho político é irrisório. mas não de inovadores. a redução dos obstáculos à produção e mobilidade internacional vai de par com o reforço da ‘clusterização’ da inteligência nos extremos daquela cadeia (inovação e marketing) – em que Portugal prima pela ausência. microelectrónica. Kearney em parceria com a revista Foreign Policy. a saber. A aparente e recente descoberta em Portugal da inovação como parte da solução não deve fazer esquecer que os sistemas de inovação nascem em ambientes sociais. o ranking exclui quatro membros da União Europeia. o da produção e o do consumo. agravado pelo pessimismo ambiente. Nova Zelândia e Malásia. empenhamento político e tecnologia. cujo “sto- 18 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . E há a questão sobre se se deve atrair IDE em geral ou privilegiar nichos. ou base nacional. Itália. e à integração económica. que determinaram inclusões e ordenações conforme os graus de internacionalização quantificados: integração económica. coordenado por Félix Ribeiro. empresariais e institucionais concretos. resultante do esvaziar da bolha da nova economia. secundada por Suíça e Singapura. Ora. mostra o predomínio das empresas norte-americanas nos sectores de forte potencial de crescimento: “software”. a França faz o mesmo no empenho político. Os melhores desempenhos portugueses são os relativos aos contactos pessoais. mas necessária quando se sabe que o stock de IDE em Portugal atingiu 30 por cento do produto interno bruto (PIB) em 2001. Nos contactos pessoais basearam-se no turismo e viagens. O que também tem crescido de forma assinalável é o investimento directo português no estrangeiro (IDPE). à frente de República Checa. telecomunicações (serviços. onde está a concepção da operação e a recolha dos proveitos.ª posição.

338 -1581. investiram no exterior para defender/aumentar a criação de valor. e Magrebe). revela-se um dos principais sedutores do capital português. ano em que se investiu 8. apresenta em 1997 a Nova Política para a Internacionalização. justificado com a fase alta do sector das telecomunicações. uma holding de José Roquette. a PT escusou-se a concorrer a outra licença móvel na Tunísia.885 SALDO 1074. associadas a empresas de Espanha em muitos casos.897 -201.ck” já ascendia a 22.390 23.818 2.911 SALDO COM UE 950 719 296 134 9 (40) (186) (266) (191) (313) (514) (439) (733) (949) (1. suscitada pelas privatizações. “A proximidade psíquica vale mais do que a física”. o fenómeno amplifica-se com a abertura nas ditas economias emergentes.204 427. após uma breve incursão em Marrocos (desde 1999).223 705 861 332 561 1.121 3. que também verifica a proximidade económica. Semapa na Tunísia) e da PT. uma licença de operador móvel em Marrocos. em particular Brasil. mais do que o risco-país [Mário Soares não admitiu que dera uma palavra a Hassan II sobre o interesse português em investir em Marrocos?]. APARELHOS COMBUSTÍVEIS MINERAIS TOTAL Valores em milhões de euros. entre aquisições e racionalizações. O principal IDP é das cimenteiras (Cimpor em Marrocos e Tunísia. e a aventura do Brasil.804 2. na proximidade geográfica (Espanha.28 -526. As empresas portuguesas seguiram um padrão diferente. Mas a questão que está em cima da mesa é saber se a crescente integração da economia de Portugal na UE se reduzirá à sua iberização.7 no Brasil e 2.84 -1742. escrevia Vítor Corado Simões em 1985.347 -262.669) (718) (5. com 300 milhões de euros. a EDP. linguística (Brasil) e histórica (Palop). Após a investida da Cimpor na Galiza (1992). telecomunicações. fez com que o ano em que ocorreu (1999) fosse o do maior IDP em Marrocos. logística e banca são alguns sectores onde estão os investidores portugueses.009 -984. que agiu enquanto vice-presidente da Plêiade. até então fortes de um mercado interno reservado.056 2.812 -268. o Magrebe. o que pode ser um sinal da sua dificuldade de penetrar em mercados exigentes. 2002 (Julho) GRUPO VESTUÁRIO CALÇADO MADEIRA. Da Argélia vêm motivos de reflexão. a geográfica a menos importante. I MAGREBE. I O COMÉRCIO POR PRODUTOS Saldo do comércio externo português por grupos de produtos.457) (1. as empresas portuguesas de maior envergadura.3 em Espanha e um no Brasil). que adquiriu. BORRACHAS VEÍCULOS. caracterizada entre outras pela “escassez do IDPE”.04 753. e o valor da aquisição desta. UE e Japão). MINÈRIOS PASTAS CELULÓSICAS. UMA ENTRADA COM PEZINHOS DE LÃ O Magrebe é um dos principais destinos do investimento directo português (IDP). via consórcio Medi Telecom. O “stock” de IDP deve situar-se entre 750 milhões e mil milhões de euros. PAPEL MATÉRIAS TÊXTEIS OUTROS PRODUTOS ALIMENTARES PELES.8 mil milhões de euros (dos quais 3. de nível de desenvolvimento (a maior parte dos fluxos de IDE é feita entre EUA. graças à persistência e às ligações de Dias Loureiro. Aquelas já investiram mais de 500 milhões de euros. Porque não se aproveita a importação de gás natural para contrapartidas? O investimento da Efacec.085 -2079.3 em Espanha) de 2000. mostra que o que conta é o risco-projecto. OUTRO MATERIAL DE TRANSPORTE METAIS COMUNS AGRÍCOLAS QUÍMICOS MÁQUINAS.408 236.139 -630.505 1. O IDPE é recentíssimo.8 por cento do PIB no final de 2001. então ministro da Economia.875 834 485 639 3. com um saldo de 100 milhões de contos (500 milhões de euros).367) . Mais tarde (2001).4 -402. Em 1999 a Tunísia deveria estar entre os cinco principais países em termos de stock de IDP. para atalhar a internacionalização “truncada e limitada” da economia portuguesa.807 -7739. até por força das relações crescentes com a União Europeia.645 976 798 659 786 1. Augusto Mateus. após os 8. Fonte: INE EXPORTAÇÕES 1.221 4.033 -68. alegadamente para se concentrar no Brasil. Portugal torna-se exportador líquido de capital pela primeira vez em 1995. associada a uma fi lial da Sonatrach. Infra-estruturas. Após a descoberta da Espanha – que tem na aquisição da Corporación Noroeste pela Cimpor o feito emblemático –. Internacionalizar só significava exportar e atrair IDE. mas também mediterrânicas.07 -1571. que motivaram privatizações. Acossadas na base doméstica. COUROS ÓPTICA E PRECISÃO PLÁSTICOS. por o Governo de Tunis não ter detectado o arrefecimento do entusiasmo nas telecomunicações e manter um preço que a PT entendeu elevado. acaba de anunciar a sua saída deste mercado. ao investirem. CORTIÇA MINERAIS.062 310 16. Por sua vez.154 504 599 64 159 595 2. A teoria do IDE explica que as empresas têm uma lógica de proximidade nos seus investimentos externos.145 IMPORTAÇÕES 571 223 371 423 698 1. A importante é a económica. pelo mesmo movimento.428 88.3 mil milhões de euros (dos quais 2.

reservas. I LU S T R AÇÃO A N D R É CA R R I L H O . Nos quadros das análises sectoriais. As empresas listadas em PÚBLICO 500 foram ordenadas por vendas. e parabancárias. onde se lê “capital próprio” deve ler-se “rentabilidade do capital próprio em %”.A RECOLHA E TRATAMENTO DOS DADOS LISTA PÚBLICO 500 — “ranking” das maiores empresas portuguesas não financeiras — é da responsabilidade da Servitrade-Serviços para Gestão de Empresas. CAPITAL PRÓPRIO — Total dos capitais próprios (capital social. VARIAÇÃO DAS VENDAS — Aumento/diminuição das vendas face ao exercício de 2000. No final da listagem é apresentado um índice alfabético das empresas incluídas. VENDAS — Total das vendas de mercadorias e da prestação de serviços no exercício de 2001. UNIDADE MONETÁRIA todos os valores estão expressos em milhares de euros.” (pontos). SFAC. etc…). Lda. seguradoras. RESULTADOS LÍQUIDOS — Lucro ou prejuízo no exercício de 2001. como sociedades de “leasing”. Os valores apresentados em PÚBLICO 500 foram extraídos dos relatórios e contas não consolidados das empresas referentes ao exercício de 2001 ou recolhidos pela Servitrade através de contacto directo com as empresas. resultado de exercício e resultados transitados) no final do exercício de 2001. NÚMERO DE TRABALHADORES — Número médio de trabalhadores no exercício de 2001. ERRATA Devido a um problema técnico as casas dos milhares dos números apresentados nos quadros aparecem separadas por “. Com as casas décimais acontece o inverso. A lista PÚBLICO 500 não inclui sociedades gestoras de participações sociais nem empresas do sector financeiro (bancos. em percentagem.” (vírgulas) em vez de “. “factoring”. 500 Indicadores utilizados CAPITAL SOCIAL — Capital social registado pela empresa no final de 2001. A Servitrade e o PÚBLICO agradecem a todas as empresas a colaboração prestada. RENTABILIDADE DOS CAPITAIS PRÓPRIOS — Resultado líquido a dividir pelo capital próprio.

regionais. ELECTROTÉCNICA S. RTC LDA SOMAFEL S.284.A.A. que ocupava a 21.850.0 N.L. é necessário subtrair às vendas os consumos intermédios.. Nas entradas.º TRABALHADORES 332. também há números para todos os gostos.O. Distintas são também as empresas que integram a lista das 500 de 2000 e 2001.D. com prejuízos de quase 270 milhões . e fechado pela CP.O. isso não se nota no conjunto das 500 maiores empresas não fi nanceiras do país por vendas. até.2% LUCROS 2. a riqueza gerada no pais aumentou.O.6 por cento face a 2000. TEJO ENERGIA S. 1 2 3 4 .659.A. CONST. HONDA AUTOMÓVELS. 98 83 145 144 9 10 ENTREPOSTO LISBOA LDA AUTOMERCANTIL LDA 74 74 22 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 ..537. E QUEM SAÍU DA LISTA N. Carlos Rosado de Carvalho SE O ANO DE 2001 foi de abrandamento.5 CRESC.292.SOC.A. qual abrandamento? Enquanto a economia crescia apenas 6. apenas 6. Em termos sectoriais. NOKIA PORTUGAL S. 114 102 152 150 7 8 CORTICEIRA AMORIM .º LUGARES GANHOS 313 256 206 202 EMPRESA N.A.A. os accionistas ganharam 10..1% N. CLASS.REP. a que mais subiu foi a Novis.R. no mesmo ano as vendas das PÚBLICO 500 deram um pulo de 10..0 8.3 mil milhões de euros em capitais próprios. “ranking” encabeçado pela EDP Distribuição. INSTITUTO LUSO-FÁRMACO LDA JAIME RIBEIRO & FILHOS S.SAN JOSÉ S. A lista de 2001 integra mais de cem empresas que não estavam nas 500 de 2000. Durante o ano passado. 17. sectoriais e até distritais muito distintas. destaque para a RCI Gest. N. Taxas de variação e rentabilidades calculadas apenas com base nas empresas com registos nos dois anos . Mas valeu a pena: o conjunto das empresas que fazem parte da lista deste ano registou lucros de cerca de 2.0 14.E MAIORES DESCIDAS NO “RANKING” N.9 mil milhões de euros.D.0 25. parceira desde a primeira hora neste projecto.A.277.ª para 161.A. como atestam os relatórios sobre a economia portuguesa. Para avaliar o contributo das 500 para o PIB.A. A saída mais marcante é também de uma empresa do sector automóvel.088. IBEROL S. O que não quer dizer que essas empresas contribuíram com essa percentagem para a riqueza nacional. PT PRIME S. AGROSS C. que galgou 313 posições.1 por cento para ser mais preciso.8 CRESC.ª posição. CLASS. Os quase 85 milhões de euros que entraram nos cofres das maiores empresas de Portugal no exercício terminado a 31 de Dezembro de 2001 correspondem a cerca de 70 por cento. J. OPEL PORTUGAL S. para 84. Para dar emprego a tanta gente. DAIMLERCHYSLER RAIL SYSTEMS S. 2000 21 25 32 46 69 73 92 98 101 104 Nota: As entradas/saídas podem ter acontecido simplesmente porque as empresas não forneceram dados para um dos anos MAIORES SUBIDAS. as vendas das 500 maiores empresas não financeiras do PÚBLICO davam um salto de dez por cento. em termos empresariais. por cada cem escudos de capital próprio.400.º LUGARES PERDIDOS 163 142 133 114 5 6 7 8 9 10 NOVIS TELECOM S.I. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 EMPRESA RCI GEST S. que mal ganham para a inflação. 69.ª. que comercializa automóveis ligeiros e pesados que entrou para o 26º lugar.8% 328. pouco mais de metade do ritmo de crescimento da lista PÚBLICO 500.9 mil milhões de euros. a “pior” é a BP Lubs. Como são uma média e consideram apenas as empresas da lista que têm indicadores para 2001 e 2002.792 VAR. DAS VENDAS 10. DOS TRABALHADORES -2. No crescimento das vendas. CENTRAL DE CERVEJAS S.A. estes 10. ao passar de 236.A. cerca de 6..1 escudos — e uma rentabilidade de dez por cento é de fazer inveja aos titulares de depósitos a prazo. DIAGEO PORTUGAL LDA TOP TOURS LDA CIBAL S.A. EM PORTUGAL EPUL 186 178 5 6 RÓTOR S.948. RENAULT GEST S.6% CAPITAL SOCIAL 15. veja-se o caso dos resultados líquidos.330.073 N.884..A.. sectoriais e. com um salto que excedeu os mil por cento. pelo que não são directamente comparáveis. com uma quebra superior a 67 por cento. 1 2 3 4 EMPRESA GLAXO WELLCOME LDA LUSOPONTE S. do produto interno bruto do país nesse ano.A.0% 2000 80. da 474.A MITSUBISHI TRUCKS EUROPE S. DE PÚBLICO 500 2001 VENDAS 84.A. QUEM ENTROU.2 por cento.2 por cento escondem realidades muito distintas.ª.9 CAPITAL PRÓPRIO 288. Feitas as contas.A. Em todo o caso. os números médios das 500 escondem realidades empresariais.A. para os quais não temos informação disponível.A. N. RADIOTELEVISÃO PORTUGUESA S.R. UNIARME C. Nota: Os dados nãos são directamente comparáveis devido à entrada e saída de empresas da lista. os accionistas das 500 tinham investidos 28. CAPITAL PRÓPRIO 10. a Glaxo Wellcome Farmacêutica deu um trambolhão de 163 lugares. e a “melhor” é a Scal. Das empresas que integram a lista nos dois anos. No ano passado. CENTRALCER S.6 por cento em 2001.A.INDÚSTRIA S.A.A.A.A.2 RENT.O. e ainda mais aos investidores em bolsa.A. para 122.A. Enquanto no O B. com mais de 450 milhões de euros. SCAL S.L. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 EMPRESA PSA GESTÃO S. em termos nominais.255.599. PINTO LEITÃO S.5 por cento da população empregada. que no ano passado suportaram perdas à volta dos 25 por cento. .800. TELEPAC S.ª para 399. o número médio de trabalhadores com ficha nas 500 superou os 330 mil. 2001 26 66 67 72 83 125 157 159 167 168 Começando pelas empresas.5% 2.IMOBILIÁRIA GESTÃO S.G R A N D E S N Ú M E R O S Abrandamento.9 mil milhões de euros.. ASTRA PORTUGUESA LDA TEODORO GOMES ALHO & FILHOS LDA SONAE . a PSA Gestão. De acordo com cálculos efectuados pelo PÚBLICO a partir dos dados fornecidos pela Servitrade. N.164.A. DOS LUCROS 33. Pelo contrário. SOTÉCNICA .509. o contributo das 500 para o PIB será seguramente superior ao seu peso no emprego. Como se referiu anteriormente. FUJITSU SIEMENS COMPUTER S.A.

806. as 500 confirmam mais uma vez a macrocefalia do país. PRÓRIO % 41.0 -941. RENT. 6.A.226.A. RADIOTELEVISÃO PORTUGUESA S. RTC LDA -37.A. enquanto Bragança e Vila Real não estão presentes na lista.A.IMOBILIÁRIA GESTÃO S.0 -32. VENDAS % 1212.2 7 8 FIAT AUTO PORTUGUESA S.0 .6 3 4 MITSUBISHI MOTORS DE PORTUGAL S.A.9 -28. 1. N.A. IBERUSA S.O.A.9 346. E MENORES VAR.5 1 CTT S. CONTACTO S. EDP DISTRIBUIÇÃO . 222. 6 SECURITAS S.235.P.5 9 10 PORTUGÁLIA S.A.A.A.A.2 -36.A.0 1. 6.VEÍCULOS E MÁQUINAS S. 1 2 EMPRESA ROCHE LDA EMEF S.0 GLAXO WELLCOME FARMACÊUTICA LDA 1 EDP DISTRIBUIÇÃO S.294 7 8 FORD LUSITANA S. com perdas de 109 milhões. 10 LEAR S.6 EMPRESA SCAL S.0 N.0 7 8 C.8 7 YAZAKI SALTANO DE PORTUGAL LDA 8 CAMINHOS DE FERRO PORTUGUESES E. 541.000 7.A. Beja mete apenas duas empresas.O. com prejuízos de 118 milhões de euros para capitais próprios de 51 milhões de euros.HYGIENE PRODUCTS LDA NOVIS TELECOM S.0 -425.096.A.717. E PIORES MENOS RENTÁVEIS MAIORES. ENTREPOSTO .A.INDÚSTRIA S. mas a grande distância.731.5 86.A.A. rádio e televisão são os primeiros a pagar a factura do abrandamento: quando toca a encolher gastos.3 3 4 ALCATEL PORTUGAL S.774 11. o que equivale a uma rentabilidade de menos 231 por cento! As empresas mais MELHORES.5 -72. 4 PT COMUNICAÇÕES S. nos media recuaram 11 por cento.9 -43.9 -615.031. 2 EDP DISTRIBUIÇÃO S.994. 4 PORTUCEL S. Como seria de esperar.A.A.A.A.A 2 PT COMUNICAÇÕES S. A quebra da publicidade acabou por penalizar a rentabilidade dos media.0 5 6 ASTRA PORTUGUESA LDA IRMÃOS VILA NOVA LDA 121..6 745.862.A.IMOBILIÁRIA GESTÃO S.7 9 PINGO DOCE S.A.0 -15. UNIPESSOAL LDA PORTELA & Cª S.000 EMPRESA ERICSSON LDA RENT. 5 TURBOGÁS S.1 5 6 SIC S. muito por culpa da quebra da publicidade. o distrito mais próximo.A -90. EMPRESA Valores em milhares de euros CAPITAL PRÓPRIO -497. com apenas 83 empresas e pouco mais de 14 por cento da facturação.. 6 REN S. EFACEC S.688.O..O.8 -89. 10 TAP S.A.sector de electricidade. 8 METROPOLITANO DE LISBOA E. FUJITSU SIEMENS COMPUTER S. 8. ACCENTURE S.A.0 9 10 INSTITUTO LUSO-FÁRMACO LDA DAIMLERCHYSLER RAIL SYSTEMS S.P. com prejuízos de 27 milhões.421 6.421.A.O. YAZAKI SALTANO DE PORTUGAL LDA -81.0 541. O distrito de Lisboa mete 278 empresas na lista. 11.8 -81.A.HIPERMERCADOS S.226.A.4 5 BRISA S.O.ENERGIA S.. -35. a publicidade é uma das primeiras da fi la.6 5 TAP S.234. SONAE .2 5 6 LUSOPONTE S.4 -173.6 100. 3 CARRIS S. 3 MODELO CONTINENTE .A.9 -255. CORTICEIRA AMORIM .A. 9 ABAR S.A. Em termos regionais.880.069.7 125.O.A. 2 RADIOTELEVISÃO PORTUGUESA S.2 1 CAMINHOS DE FERRO PORTUGUESES E. EMPRESA Valores em milhares de euros CAPITAL PRÓPRIO 6.1 562. 85.P. 4 STCP S. 186. e a SIC.0 166. EMPRESA -115.3 82.A. 6 VASP LDA 7 GESPOST LDA 8 RECHEIO S.A. 694.2 9 10 BOREALIS POLÍMEROS S. 1 2 MENOS DINÂMICAS VAR.M.6 7 8 SONAE .300 9 10 DAI S.A.0 994. 3 4 SCA .A.A.6 -40. 100.559.057 5.0 CAPITAL PRÓPRIO 17.7 3 PETROGAL S.A. 118. I .0 -31.9 -19. CAPITAIS PRÓPRIOS N.A.A 102. A imprensa.A.226.9 -115.027 3 4 3. -76..A. é o do Porto.3 217.169..5 113.A.0 90. 1 2 EMPRESA BP LUBS LDA CAPITAIS PRÓPRIOS N. CAP. MAIS RENTÁVEIS N.575. -173. VENDAS % -67.249.A SAP PORTUGAL SOC. PRÓRIO % -340.9 . responsáveis por mais de 70 por cento do total das vendas das 500.0 -14. S.A.A. -29. LUSOCERAM S. 1 2 penalizadas pelo abrandamento foram a RTP.1 MAIS DINÂMICAS N.2 9 TMN S.A.A.300 5 6 GMAC LDA CPPE S.758...A. que são mesmo o sector menos rentável das 500.A.0 36.1 7 SOPORCEL S.043. CAP.330 12. -32. gás e água as vendas dispararam 40 por cento. 10 RTC LDA EMPREGADOS N.

4 5. CAP. N.2 -8.8 -37.0 20.1 CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS 5.6 5 6 COMÉRCIO FARMACÊUTICO SERVIÇOS INDÚSTRIA FARMAÊUTICA SERVIÇOS DE TRANSPORTES 13.651.2 N.831 3.5 Capital Próprio 7. MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO FARMACÊUTICO IND.7 15.6 2.700.487.3 3.0 625.10 312.216.2 64.5 5.176.5 1.756 7. Cap.7 -0.638 870 494 332.0 2.O.2 1.C.5 6.10 AGRICULTURA E PECUÁRIA MEDIA INDÚSTRIA EXTRACTIVA INDÚSTRIA FARMAÊUTICA COMÉRCIO COM.096.0 N. Prório % 10.O.683.0 -7.182.. % Resultados Var. ÁGUA E GÁS 7.3 58.987. PRÓRIO % MEDIA -231.8 INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA 7.4 334.5 33.1 N. PAPEL E ARTES GRÁFICAS INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA TÊXTIL.9 10.O.818.E MENORES CAPITAIS PRÓPRIOS N.7 18.7 -400.176. SERVIÇOS 43749 COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.3 SECTOR ELECTRICIDADE.9 32.8 10.º TRAB.0 9.1 8. CORTIÇA E MÓVEIS -1.4 318.8 1..8 5.981.067.6 28.490. BEBIDAS E TABACO IND.C.400.807.4 13.3 26.8 EMPREGADOS VAR.7 -1.1 11.537.458.5 34.5 1.915.70 242.551.9 3.9 -23.1 14.3 -1.349.7 5.456.258.80 50.868.825.50 IND.027 3.9 19. BEBIDAS E TABACO COMUNICAÇÕES COMÉRCIO AUTOMÓVEL CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO FARMACÊUTICO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO SERVIÇOS DE TRANSPORTES COMÉRCIO INDÚSTRIA QUÍMICA INDÚSTRIA CELULOSE.164.0 40.368 17.9 341.8 16.4 13.70 COMÉRCIO AUTOMÓVEL 799.462.491.852. METALÚRGICA E METALOMECÂNICA Valores em milhares de euros SECTORES MAIS DINÂMICOS N.490.40 162.9 302.801.818. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 SECTOR RENT.º Class.2 7 8 COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA -0.2 202.672 32.º Trab.7 17.698.813 43.7 6.7 44. PAPEL E ARTES GRÁFICAS -1.4 COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS INDÚSTRIA FARMAÊUTICA SERVIÇOS COMÉRCIO FARMACÊUTICO COMUNICAÇÕES COMÉRCIO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.855 33.629.671.540.420.769.208. DO VESTUÁRIO E DO COURO 5.233 25.1 19.9 20.436.7 5..2 Valores em milhares de euros MELHORES.6 1.684.7 -9.2 9.985.6 COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO 10.2 1.562.9 9.7 50.5 1.176.625 2. SECTOR 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 CAPITAL PRÓPRIO 20.1 11. Vendas Var.3 4.208.4 2.884.1 941.792 CAPITAIS PRÓPRIOS N. CORTIÇA E MÓVEIS COMÉRCIO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO MEDIA COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS INDÚSTRIA QUÍMICA Valores em milhares de euros 24 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .1 20. 572.3 242.3 1.G R A N D E S N Ú M E R O S / S E C T O R E S AS 500 POR SECTOR AGRICULTURA MAIORES. 2001 Valores em milhares de euros EMPREGADOS N.4 174.6 7 8 INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO 11. DO VESTUÁRIO E DO COURO 4.763.6 1.1 8.30 454.0 580.715.3 -1.4 -2.817 6.256.9 -1.261.4 300.765. % Líquidos 808. ÁGUA E GÁS 17749 INDÚSTRIA TÊXTIL.455.833.452.741.452.349.491.896.O. VENDAS % 40.814.256.6 92.8 26.9 55.809 24.261.8 Rent.446. -15.878.559.456.2 645.176.979.827.5 42.8 6. DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO 1.880 3.º TRAB.360 6.7 -35.7 6. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 SECTOR RENT.375.3 5 6 INDÚSTRIA QUÍMICA INDÚSTRIA CELULOSE.80 COMUNICAÇÕES 3.C.8 -64.963.1 679. DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO 11831 500 84.983.868.6 2.088.370.916.3 89.6 1.7 7.405. 656. SECTORES MAIS RENTÁVEIS N.5 201.4 8.231.3 2.6 20.8 16.481.185.5 799.3 15.173.180. Sector Emp..9 91.6 -17.6 101. SECTOR 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 CAPITAL PRÓPRIO ELECTRICIDADE.O.455.137. BEBIDAS E TABACO 36855 COMUNICAÇÕES 33054 CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS 32809 SERVIÇOS DE TRANSPORTES 25880 INDÚSTRIA AUTOMÓVEL 24829 ELECTRICIDADE.00 NDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS 1.797.135.4 6. SECTOR 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 N.20 INDÚSTRIA QUÍMICA 1.160 36.O.664.963.829 16.984.684.7 AGRICULTURA E PECUÁRIA 2. DO VESTUÁRIO E DO COURO INDÚSTRIA FARMAÊUTICA MEDIA INDÚSTRIA DA MADEIRA. PAPEL E ARTES GRÁFICAS 2.8 -231.944.2 2.5 INDÚSTRIA AUTOMÓVEL 6.700. ÁGUA E GÁS COMUNICAÇÕES N.485 4.5 -117.1 17.20 300.. ÁGUA E GÁS COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO. PRÓRIO % 30. 1 2 SECTORES MENOS DINÂMICOS VAR.765. CORTIÇA E MÓVEIS -2.4 -24.715.575. CAP.132 11.135.801. SECTOR 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 N. 1 2 SECTOR MEDIA INDÚSTRIA EXTRACTIVA N.0 162..20 CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS 1.7 11.2 68.4 30.349.2 11.651.316.1 619.4 5.4 -7.7 11.00 SERVIÇOS 1.235.263. CORTIÇA E MÓVEIS INDÚSTRIA EXTRACTIVA AGRICULTURA E PECUÁRIA PÚBLICO 500 10.380.948.521.960.9 6.985.5 3 4 COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DA MADEIRA.992.7 INDÚSTRIA EXTRACTIVA -9.8 N.756.2 13.2 41.40 318.00 382.8 1.543.9 -57.925.833.963.111.60 Virar de página 12 17 35 11 46 52 16 43 42 19 21 20 13 27 19 12 16 22 21 11 11 11 1 2 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 ELECTRICIDADE.2 5. E PIORES SECTORES MENOS RENTÁVEIS N.0 -11.9 257.937.6 -0. CORTIÇA E MÓVEIS COM.1 10. DO VESTUÁRIO E DO COURO 17625 INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO 16813 IND.3 28.8 -0.5 8. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO AUTOMÓVEL .7 20.7 27.4 SERVIÇOS DE TRANSPORTES -64. CELULOSE..844.0 1.9 12.0 -11.208.3 14.601.137.867.4 19.084.1 561. 494 870 2586 3485 3638 3817 4233 6027 6160 6360 3 4 CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO 18.749 11.309.436..8 58.6 17.8 33.6 42.1 51.00 IND.1 17.718.1 3.2 2.592. VENDAS % -11.9 4.4 .575.9 89.4 -0.551.4 INDÚSTRIA QUÍMICA 5.420.992.054 8.3 INDÚSTRIA DA MADEIRA.9 312.8 INDÚSTRIA TÊXTIL.8 19.O.O.8 7.597.8 -7.7 454.3 10.586 6.2 18.639.659.749 6.90 201.1 3. DA MADEIRA.8 9 10 9 10 INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS INDÚSTRIA TÊXTIL.1 2.00 COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS 1.629.1 AGRICULTURA E PECUÁRIA INDÚSTRIA EXTRACTIVA INDÚSTRIA FARMAÊUTICA COMÉRCIO FARMACÊUTICO INDÚSTRIA DA MADEIRA.4 18.741.0 382. ALIMENTAÇÃO.5 37.

914.8 330.A.796.50 55.A.129.7 112.041.378.995.470.3 139.994.860.905.062.677.046.50 555.100 811 357 332.631.00 76.70 14.118.0 2 3 4 100 127 150 BERTRAND FAURE S. 1.50 10. DE ELECTRÓNICA LDA 280.90 26.A.531.662.426.153.A.685.ª SODICENTRO LDA 45. GRUNDIG .AÇOS PLANOS S.A.A.60 65. ALLIANCE UNICHEM FARMACÊUTICA S.509.233. SIMOLDES LDA 158. ECCO’LET (PORTUGAL) LDA 91. 500 1 92 BRAGA EMPRESA VULCANO S.948.50 287. VICAIMA S.899.758 2.90 9.538.659.134.8 46.2 1.592.220.A PETROGAL S.851.A. 79.80 46.012.305.6 124.60 291.2 92.563.A.845. 60.1 150.7 102.1 261.1 7 8 221 295 FERPINTA S. AUTO SUECO (COIMBRA) LDA 116.391.30 17.3 5 6 184 190 SOLVERDE S. SOPOL S.859.104.A.693.660.3 PORTO EMPRESA BLAUPUNKT AUTO-RÁDIO LDA VENDAS 366. 53.414.0 7 8 328 380 MAHLE S.7 MANUEL MARQUES DOS SANTOS CAVACO S. 1. OCP PORTUGAL S.292.3 5 6 8 9 TMN S. 70.671.5 602.8 123.628.321.60 11.088.792.495.9 414.491.A.A.572.10 83.SIS.8 281.124.9 44. 500 1 2 EMPRESA VENDAS SETÚBAL N.169.A.876.593 2.164.564.952.885.731. MERLONI S.A.2 7 8 10 11 CPPE S.80 88. MODIS S.A.360.601.G R A N D E S N Ú M E R O S / D I S T R I T O S AS 500 POR DISTRITO N.588.O. TAP S.IMVT S.242.178.O.382.A.A.853.579.0 5.355.60 84.50 Capital social 12.30 57.053.50 -14.O.0 2.A.2 5 6 162 181 RIOPELE S.869.390 2. 1.90 178.10 1.00 149.575.899. OPTIMUS S.A.363.701. 58.A. 500 1 2 EMPRESA VENDAS LISBOA N.1 7 8 212 237 LAMEIRINHO S.278.60 268.0 106.50 211.404 16.781.463.50 31.20 487. LEAR S.356 3. 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 4 46 53 116 125 128 144 149 163 223 EMPRESA VENDAS 111 113 CASCA S.727.194.A.A.864.921.70 218.080 15.253.299 3.40 -23.L.A BP PORTUGUESA S.344.30 28.50 521.594.00 15.80 97.10 98.606.323.2 Valores em milhares de euros Valores em milhares de euros Valores em milhares de euros COIMBRA N.3 88.A.60 198.6 291.A.885.20 285.305. CARCLASSE S.958.426.80 1. UNICER S.50 6.394. 88.º empresas Distrito nas 500 278 83 23 29 29 10 7 7 7 4 5 5 3 4 2 2 2 LISBOA PORTO SETÚBAL BRAGA AVEIRO COIMBRA VISEU LEIRIA SANTAREM VIANA DO CASTELO PONTA DELGADA FUNCHAL PORTALEGRE FARO BEJA CASTELO BRANCO ANGRA DO HEROISMO PÚBLICO 500 Valores em milhares de euros Vendas 59.A.303.A.725. SOARES DA COSTA S.379.979.00 39.0 956.HIPERMERCADOS S.735.40 169.A.466.574 59. SOQUIFA S.614.A.370.O.833. SALVADOR CAETANO .A.7 160.50 178. 5.667.973.939. DOW PORTUGAL S.50 33.5 9 10 12 13 SHELL PORTUGUESA LDA VODAFONE TELECEL S.60 2.035 625 1.884.60 12.273.80 856.0 5 6 192 256 ALVES BANDEIRA & Cª LDA FARBEIRA C.L.5 2 3 4 5 6 7 8 9 10 7 20 22 35 38 45 55 58 64 MODELO CONTINENTE .035.730. 142.601.70 737.90 1.80 47.852.A.0 2 3 4 57 99 106 CONTINENTAL MABOR S.O.7 105. VIDREIRA DO MONDEGO S.30 653. LABORATÓRIOS PFIZER LDA SLEM LDA 2.248.9 106.A.360.8 121.292.000. LISNAVE S.90 Capital próprio 22.0 1.484.2 9 10 298 305 PROLEITE C.A.491.7 3 4 3 5 PT COMUNICAÇÕES S.541.50 -53. GRUNDIG .A.30 279.90 273.005.60 4.00 AS MAIORES POR VENDAS AVEIRO N.374.60 67.4 78.60 82.50 189.385. 103.30 18.9 9 10 249 278 EMPREITEIROS CASAIS S.577.00 853.6 280.A.012.R.00 121.9 73.882.292.0 3 4 139 155 AUTO INDUSTRIAL S. LACTOGAL S.1 Valores em milhares de euros Valores em milhares de euros Valores em milhares de euros .90 123.0 617.871.648.A.907.821.5 134.786. 2.80 Resultados líquidos 2.0 N. 1 500 6 EMPRESA VENDAS 1.209.426 1.0 9 10 394 398 FAPRICELA S.R.529.796.222.1 69.797.539 2. REN S.40 425.650.6 AUTOEUROPA LDA BOREALIS POLÍMEROS S.202.910. 1 500 40 N.A. 1.O.10 666.3 1 2 EDP DISTRIBUIÇÃOS. COELIMA S.841.736.985.LOGÍSTICA LDA 81.021.417.397.6 64. BAVIERA S.6 60.00 87. STORA CELBI S.20 Empregados 206.432.50 2.098.A.219.6 379.385.503.A.988.230.405 2.A. DIAGEO PORTUGAL LDA LUSOSIDER .954.368.721.A.169.045.20 73.178.500.10 668.00 150.20 4.664.868.0 329. VENDAS 170.586.A.A.A.20 10.040 12.507.4 2.

60 230. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos apostas mútuas que integra a lista das 500 maiores. os grandes grupos distribuidores instalados em Portugal têm conseguido suster as quebras nominais de vendas.513. É um sinal claro do abrandamento económico que se tem vivido nos últimos tempos em Portugal.628.D.10 71. 14 terem sede na capital e cinco no Porto.00 Cª PORTUGUESA DE HIPERMERCADOS S. 541. A crónica macrocefalia lusitana e o poder de atracção das duas grandes metrópoles manifesta-se no facto de. registou um aumento de vendas próximo dos 70 por cento. LUSOGRAIN LDA LOJAS FRANCAS DE PORTUGAL S. B.5 17.4 45.70 PINGO DOCE . seis empresas: a Goodyear Portuguesa (pneus e câmaras de ar) a Pull & Bear (pronto-a-vestir).30 FEIRA NOVA . igualmente do grupo liderado por Alexandre Soares dos Santos.00 67.852. A maior baixa de vendas registou-se na única empresa ligada à comercialização de TOTAL DAS 27 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.10 64.7 21. 2.6 1. I CA R L O S R O M E R O COMÉRCIO DE ALIMENTAÇÃO.90 TOTAL DAS 35 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.656. 637.60 CAP. R . LÍQUIDOS 16.202.6 6.853.919.80 4.70 175.00 MODIS .7 -7. PRÓPRIO 38.A.497.4 7.8 14.10 -7.4 por cento).D.491. De registar ainda baixas de vendas numa empresa de ferros e aços — Estabelecimentos J. MICHELIN LDA SONAE TAFIBRA S. a Aviludo (comércio alimentar).A.A.00 191.046.3 4. Fernandes — e na empresa de venda por catálogo La Redoute Portugal. Passaram a integrar o “ranking” das 500 maiores uma empresa de origem galega.5 15.30 VARIAÇÃO % 68. sexta maior empresa portuguesa em volume de negócios.2 14 N.7 RESULT. a Lido Sol II (supermercados) a DAGC (distribuidora de produtos alimentares).7 5. Justino das Neves (materiais para a construção) a Abar (adubos e fertilizantes). garantindo acréscimos que.594. No capítulo dos resultados de exploração.A.00 CARREFOUR (PORTUGAL) S.950.970. -5 32. a Caetano & Montalverne (hipermercados).5 N. apenas uma deu prejuízo.2 15.2 N. a Unifac.601.90 79. da confiança das famílias e da evolução da capacidade de compra das grandes massas consumidoras. de um modo geral.9 13.6 3.D.S E C T O R E S COMÉRCIO Cereais fazem a despesa DAS 27 EMPRESAS que integram o segmento das 500 maiores que compõem o sector do comércio em geral.501.361.9 1. 28 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . mesmo que marginalmente (menos 0. em boa parte explicada pelos acréscimos exponenciais registados em duas das empresas do “ranking”. LÍQUIDOS 1.513.70 72. registem-se os prejuízos de três empresas do grupo Jerónimo Martins — o “cash & carry” Recheio. 5. a J.197. a rede de hipermercados Feira Nova.40 83.A.40 496.091.7 N.3 -1.3 6.9 17. com lucros em 2001.C.8 10.8 31.Comércio Internacional de Cereais viu as suas vendas dispararem 42.825. supermercados e “cash & carry”. face a 2000.70 DIAGEO PORTUGAL . Entre as empresas que divulgaram resultados de exploração em 2001.7 14.5 RESULT.6 5. com uma quebra no volume de negócios de 11 por cento. 1.30 167.2 14.9 8. DE BEBIDAS LDA 124. OLEOCOM S.º EMPREGADOS 11774 1606 4550 6057 3320 2000 1090 1800 405 149 36855 MODELO CONTINENTE . “salvando-se”.991. bebidas e tabaco estão sobretudo ligadas à chamada distribuição moderna.HIPERMERCADOS S.981. SOARES CORREIA S.A. se situam aquém da inflação.30 MAKRO . ZARA PORTUGAL LDA FLORÊNCIO AUGUSTO CHAGAS S. com relevo para as grandes cadeias de hipermercados. 826. São.735. Faria (calçado) e a Unimadeiras (comércio de madeiras).930.A.8 N. 1. AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 6 7 14 15 17 18 25 47 102 125 EMPRESA VENDAS VARIAÇÃO % 2.5 22. 793. os supermercados Pingo Doce e a Jerónimo Martins Distribuição de Produtos. VENDAS 275. a Ribeiro.10 2.2 1.9 42.A.558.40 55.9 1.644. BEBIDAS E TABACO Vítima do aperto de cinto COM DUAS EMPRESAS no “top ten” das 500 maiores — a Modelo Continente Hipermercados. J.80 8.723.00 1. Passaram a integrar o “ranking” das 500 maiores.258. a Diageo Portugal (distribuidora de vinhos). o destaque mais óbvio vai para uma subida global das vendas superior a 15 por cento.70 2.00 1.HIPERMERCADOS S.00 78. no espaço comum europeu e no mundo. sétima.555. um sinal de que os tipos de jogo ligados à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa continuam em perda face às cada vez mais populares “slot-machines” exploradas pelos casinos portugueses.A.499.811.984. 112. ambas do grupo Sonae —. é significativo que o volume de vendas total em 2001 tenha diminuído. a Lourinho (conservas de carne).4 N.85 euros).2 1.6 58.043.A.A.A.A. a Constantinos e a Carpan (comércio alimentar).118. pelo tipo de produtos que comercializam. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos Neste contexto.D.7 6. a Casa da Sorte.2 -11 7. 703.665.40 N. PRÓPRIO 14. Apesar de tudo. 323. as 37 empresas integrantes do comércio de alimentação.962.605. CASA DA SORTE S.4 11. um excelente barómetro da saúde da economia.DISTRIBUIÇÃO ALIMENTAR S.CASH & CARRY PORTUGAL S.80 RECHEIO .CASH & CARRY S. -999 12.7 13. ambas ligadas à importação e comércio de cereais — a líder AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 61 73 87 209 219 225 240 247 259 273 EMPRESA UNIFAC S.DISTRIBUIÇÃO CENTRALIZADA S.A. e a Modis Distribuição Centralizada. entre as 27 empresas.º EMPREGADOS 15 11 1233 271 70 20 9 261 162 129 3817 do segmento.80 CAP.6 por cento em 2001 face a 2000.A.546.60 MANUEL NUNES & FERNANDES LDA 156. indiciando alguma dificuldade na afirmação desta forma de distribuição de produtos no mercado português. também a Lusograin . embora quase insignificante (.30 42.128. I C .7 11. que saltou do 99º lugar entre as 500 em 2000 para o 59º lugar no ano passado.231.DISTRIB.90 11.

40 479.8 19.30 106.462.753.5 por cento.40 280.2 13.7 9.30 1.L. PEUGEOT PORTUGAL S. O sector reclama há anos uma reforma da fiscalidade automóvel.3 N.027. SOQUIFA S.405. porém. contra uma quebra de 23.738.357.A. LÍQUIDOS 29.2 8.20 23.00 -355.A. que representa 3.636.R.3 por cento. por isso.371.90 160.L.10 278.904.2 por cento das vendas das 500. a empresa conseguiu uma rentabilidade dos capitais próprios.8 por cento para os veículos ligeiros. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos fi m do actual imposto Automóvel (IA).576. FIAT AUTO PORTUGUESA S.8 milhões de euros. AUTO SUECO LDA VENDAS 734. esteve a Merck Farma e Química que caiu da 473 para a 497ª posição.992.1 17.A.Hygiene Products que quase triplicou as vendas.A. de 13.7 RESULT.R. FIAT DISTRIBUIDORA DE PORTUGAL LDA BAVIERA S. O mesmo já não pode dizer a Roche.330.8 11. IA N A R I TA G U E R R A 30 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .10 12. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos A subida mais espantosa aconteceu com a SCA .80 525. ou seja.176.835. Os resultados líquidos ressentiram-se e recuaram 2.508. registando aumentos nas vendas. graças a um acréscimo das vendas em 121.3 por cento nas vendas. que também viu as vendas baixarem em 7.9 17 -31.3 17.562. RCI GEST S.20 230. de quebra de vendas.590.8 milhões.6 por cento de acréscimo para o conjunto das 500 maiores.º EMPREGADOS 210 100 29 145 172 88 536 380 93 822 8672 TOTAL DAS 46 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.20 -11.640. defendendo que só assim se poderá dar um novo fôlego ao sector. o sector tem mantido em 2002 o mesmo comportamento.3 -11.90 VARIAÇÃO % 10.30 430.3 28.6 -1.9 1.9 16 222. é para a estabilidade ou incremento da rentabilidade.428. Foi. tiveram em 2001 uma evolução favorável. contra lucros de 1. enquanto a Auto Sueco continuou a ser a maior empregadora de um sector fortemente pulverizado. A Astra Portuguesa também se destacou ao galgar mais de 250 posições no “ranking”.30 VARIAÇÃO % 9. Sensível à quebra da procura interna e.20 2.7 por cento. a tendência do sector.70 CAP. Nos primeiros nove meses do ano em curso.4 -10.597.2 11.5 11. PRÓPRIO 53. mais 180 por cento do que os 1. CODIFAR C.8 11.00 5.9 44.00 165. assim. Além disso. Prova disso mesmo é o facto de a rentabilidade dos capitais próprios do sector ter atingido os 19.6 -5.1 12.70 261.8 10. muitas das quais são cooperativas.875. a empresa mais que duplicou o número de trabalhadores e alcançou resultados líquidos de 4.4 RESULT. Não obstante. ROCHE LDA BOTELHO & RODRIGUES LDA COOPROFAR C.º EMPREGADOS 424 210 208 200 186 169 130 212 58 95 3485 TOTAL DAS 21 EMPRESAS DO SECTOR 2. em consequência de uma quebra de 7.60 116.50 364.742.3 44.1 4. COFANOR C. a descida acumulada de maior peso foi a dos comerciais ligeiros.386.8 -32 -8. OCP PORTUGAL S. que sofreu um decréscimo de 1.40 6. que os veículos automóveis passem a ser menos caros em Portugal. Com a descida das vendas a contrariar a média das 500 maiores.7 -30. LEVERELIDA LDA UNIÃO FARMACÊUTICOS DE PORTUGAL C.7 7.A.70 264. Em curva descendente. tendo-se destacado por contrariar o ambiente geral de redução dos lucros (entre as empresas com dados disponíveis).S E C T O R E S COMÉRCIO AUTOMÓVEL De marcha atrás SE HÁ SECTOR que reflectiu o abrandamento económico em 2001.40 206.A.683.869.863.60 280.2 19.30 104.4 N.8 11. que elimine a progressividade do imposto em função da cilindrada.9 58. que amargou com prejuízos de 4.6 -340. o que se verifica já desde 1999.A.A.160.301. passaram de 14.00 863. foi o do comércio automóvel.20 -4.6 -1. PRÓPRIO 13. Com a defi nição de questões como esta ainda longe no horizonte.00 -672. por agora.7 33.80 10.263. I LURDES FERREIRA COMÉRCIO FARMACÊUTICO Ganhar a cooperar AS EMPRESAS dedicadas à comercialização de produtos farmacêuticos que fazem parte das 500 maiores do PÚBLICO. todo-o-terreno e comerciais ligeiros.10 89.80 1.30 6.2 por cento. VENDAS 414. a variação negativa nos lucros é ainda mais expressiva: 33. quase o dobro dos 10.437.7 milhões de euros. categoria que inclui ligeiros de passageiros.4 milhões em 2000.579.20 Valores em milhares de euros.825.214. A criação de um regime fiscal mais justo.1 14.090. Melhor esteve a Wyeth Lederle Portugal .9 milhões de euros para 42.R. Apesar de alguns casos em que os resultados pioraram.6 por cento nas vendas. Por segmentos.90 1. em 2001. com o AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 16 26 28 33 41 44 58 60 63 80 EMPRESA SIVA S.2 10. o que lhe permitiu entrar directamente para o 426º posto do “ranking”.5 19.3 13.512.8 -7 12. AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 35 59 64 74 97 99 114 137 152 158 EMPRESA ALLIANCE UNICHEM FARMACÊUTICA S.385.90 CAP.0 por cento.L.445.1 por cento registados pela média das 500 do PÚBLICO.7 milhões de euros alcançados em 2000.169.885.L. ou seja.8 10.A GMAC LDA MERCEDES-BENZ PORTUGAL S.403. tal como se prevê.00 331.560. LÍQUIDOS 2.R. não significa. o clima de arrefecimento de vendas mantém-se.A. da 429ª em 2000 para a 173ª posição em 2001. com menos 12.564. sobretudo por via da incorporação de uma componente ambiental. a liderança no ramo. já neste quadro que a SIVA manteve. mas o Orçamento do Estado para 2003 deixou claro que a sua concretização não é para os anos mais imediatos.426.10 138.4 por cento. a redução verificada nas vendas foi de 9.00 2. AUTOMÓVEIS CITROEN S. nos resultados líquidos e no número de trabalhadores. um clássico barómetro do consumo.2 -5.6 por cento no comércio automóvel.10 -2.

7 36.00 1.20 520. que quebraram 0. RODOGESTE LDA — LISBOA PETRIN S.8 N.717.550.429. BP PORTUGUESA S.8 22.5 29.3 1 8.10 125. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos relojoaria — prefere definir a actividade em dois segmentos: bens de consumo corrente (electrodomésticos) e bens de equipamento (material eléctrico e electrónico).040. “Estamos a falar de empresas em que o Estado representa mais de 50 por cento da facturação”.5 27.40 8.90 116.30 195.D. A então chamada política de estabilidade de preços.496.316.266. entre o Estado e as petrolíferas para o “congelamento” dos preços de venda ao público. esta última em fase de fusão com a Compaq.601.046.60 9. LÍQUIDOS 13.7 32 -2.00 1.1 6.363.70 3.40 2. que quadruplicaram naquele ano.A. e a Shell também melhorou.309.807. 5. José Valverde admite uma quebra nas vendas no final do ano em curso.30 214.3 N.215.2 RESULT.50 175.739. COMPUTER 2000 PORTUGUESA LDA HEWLETT-PACKARD PORTUGAL S.00 50.426.214. No segmento dos bens de consumo. assinado em Julho de 1999.979.A. em que se verificaram variações recorde face ao comportamento geral das 500 maiores empresas portuguesas não fi nanceiras.70 151.1 por cento em 2001 neste ramo do comércio. refinadora de petróleo) viu os seus lucros multiplicarem-se duas vezes e meia.3 24.677.9 12. para José Valverde. PRÓPRIO 8.9 174.973. a maior empresa deste ramo (a Petrogal. baseou-se na utilização de um fundo de correcção.1 -22.780.7 por cento nas vendas das 500 maiores do PÚBLICO.1 15.1 4.60 149.A.10 237.176.2 8.7 37.I. através do qual o Estado pagava às petrolíferas.1 4.232.758. junto dos consumidores.360. mas em particular dos transportadores.3 39.40 6.539. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos Um dos pontos que mais se destaca é o da relação entre as vendas e os resultados líquidos.A.00 431.70 871. TOTAL DAS 17 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.252.1 5. Para além dos problemas da conjuntura.1 RESULT. Foi também um ano com menos dúvidas do que o que vivem actualmente face à prometida AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 2 9 12 32 49 62 70 95 107 140 EMPRESA PETROGAL S. I LURDES FERREIRA 32 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .845. SHELL PORTUGUESA LDA CEPSA LDA REPSOL PORTUGAL LDA GALPGESTE LDA ESSO PORTUGUESA S. na medida em que reúne grandes superfícies comerciais de venda de electrodomésticos.3 10. “As empresas de imagem médica (radiologia) são das mais prejudicadas”.40 11. 64. entre outros.4 35.810.592. ERICSSON TELECOMUNICAÇÕES LDA CPCDI S.303.00 1. “um dos maiores problemas do sector”.5 625. que pretendia minimizar os efeitos.1 18. através da IBM e da Hewlett Packard. para perceber que a heterogeneidade dos seus AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 75 76 77 84 86 91 105 108 122 131 EMPRESA WORTEN S.8 10. revendedores de computadores e material informático. fornecedores de telemóveis de alta-fidelidade.40 N. Duas delas saíram de prejuízos para fortes resultados positivos (a BP e a Repsol).A. LÍQUIDOS 84.2 31.5 83.9 2. a Agefe — associação que representa empresas grossistas e importadoras de material eléctrico e electrónico. As empresas que vendem computadores e de telemóveis marcam igualmente presença forte no “ranking” dos grossistas de material eléctrico e electrónico.694. dirigente da Agefe.40 295.00 1.80 223. “mas se o Natal correr bem pode ser suficiente para equilibrar os valores”.00 10. quando o preço praticado por estas era inferior ao que aplicariam se se reflectisse os preços internacionais.º EMPREGADOS 2777 340 319 200 120 1000 128 400 9 180 6160 liberalização do preço dos combustíveis em 2003 e antes da qual esperam ver arrumadas várias dúvidas — a definição de um mecanismo de acompanhamento dos preços livres e um novo sistema de liquidação de IVA sem esquecer a entrada em funcionamento da autoridade da concorrência. — PORTO Cª IBM PORTUGUESA S.223.2 29.80 20.055.9 88.50 167. mas dos lucros.7 -0.5 48.00 27.3 2.L.039.90 201.10 VARIAÇÃO % 23.A. S.º EMPREGADOS 690 532 106 168 320 125 171 40 210 100 4233 problemas é proporcional à da sua composição.644.A.9 8. PRÓPRIO 64.827.454.A. O dinamismo não vem das vendas. — LISBOA VENDAS 229. Este foi o último ano de vigência do acordo. I C L A R A T E I X E I R A COMÉRCIO DE PRODUTOS PETROLÍFEROS Ano dourado AS PETROLÍFERAS bem podem recordar 2001 como um dos seus anos dourados de actividade. Mas basta olhar para o “ranking” dos maiores grupos desta actividade que pesa 2.00 147.8 N.259.141.1 -4.40 120.S E C T O R E S COMÉRCIO DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO A braços com calotes O ATRASO nos pagamentos devidos das administrações central e local às empresas de comércio de material eléctrico e electrónico é. mas também as que fornecem fios e cabos eléctricos para obras do próprio Estado chegam a esperar até dois anos para receberem o que lhes é devido.70 CAP.50 307. acrescenta.5 30.A. enquanto as petrolíferas “pagavam” na situação inversa.246.187.387.40 VARIAÇÃO % -3.5 85.60 266. Quatro das maiores empresas do sector ditaram a tendência.D. SONY PORTUGAL LDA SAMSUNG S. José Valverde refere que no segmento dos bens de equipamento há empresas muito afectadas pelo atraso nos pagamentos do Estado.4 -0. — PORTO CARDOL LDA — LISBOA VENDAS 5. o que em 2002 deverá fazer com que a sua posição no “ranking” se altere.375.8 2.90 CAP. de subidas do preço do crude no mercado internacional.A.3 10. onde em 2001 as empresas continuaram a aumentar a facturação. — LISBOA SOLBI LDA — LISBOA D.1 -17.085.60 162. fotográfico e de TOTAL DAS 20 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.5 32. Por isso.

8 RESULT.807.1 34.503.6 166.2 20.50 288.428.2 31.A.6 20. logo em Janeiro de 2001.6 30.A.636. notou-se ao longo de 2001 uma perda de receita na rede fixa e sua respectiva transferência para o negócio móvel. com a Anacom e ainda com alguns dos seus maiores accionistas de referência.00 64.577.80 20.A.70 N. observa-se uma predominância das empresas do grupo PT.A.D.70 54. No resto da tabela.D. 14. MARCONI S.D.7 13. que passou os restantes 11 meses do ano em guerra com os pequenos accionistas da PT Multimedia.00 -24.20 617.20 CAP. em conjunto.914.20 104.A. a tão esperada fusão entre a Oni e a SonaeCom.648.777.2 23.90 N.A.8 6. 18.813.2 0.1 N.50 2.538.00 271.80 255. PORTUGAL TELECOM INOVAÇÃO S.8 50.1 N. Mas a euforia nas telecomunicações tinha morrido em 2000. a Vodafone e a Optimus movimentam já.6 38.60 636. AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 3 8 13 19 20 54 66 161 276 324 EMPRESA PT COMUNICAÇÕES S.727. a TMN (do grupo PT).60 VARIAÇÃO % 11. OPTIMUS S. no final do ano passado.273.830. PRÓPRIO 17.A.3 9.1 22.50 6. No terreno.00 1.00 956. Com oito milhões de utilizadores de telemóveis em Portugal.3 13.168. VENDAS 2. mantendo a mesma posição que em 2000.394. O sector das telecomunicações assistiu em 2001 a falências. PT PRIME S.A.CORREIOS DE PORTUGAL S.484. O melhor exemplo partiu precisamente do grupo PT.S E C T O R E S COMUNICAÇÕES O telefone não toca A PORTUGAL TELECOM (PT) ainda deu um ar da sua graça e começou o novo ano a fazer um grande negócio. CTT .624.A. apesar de em 2001 ter obtido maior volume de negócios que a Novis (cerca de 157 milhões de euros). 656. TV CABO TEJO S.60 2. A OniTelecom. foi excluída do “ranking” porque provavelmente não forneceu os dados necessários para o efeito. mas os três operadores móveis conquistaram terreno e estão cada vez mais perto da empresa líder da tabela.357.30 103. a despedimentos e à “hibernação” das prometidas tecnologias do futuro. VODAFONE TELECEL S.756.985. maior volume de receita que a PT Comunicações.6 -7. 2. I C L A R A T E I X E I R A . como a Televisão Digital Terrestre (TDT) e a terceira geração móvel (UMTS). que se traduziu pela criação de uma “joint-venture” com a Telefónica para o mercado móvel no Brasil. o direito à interligação por parte da OniWay.344.A. Entre eles.D.º EMPREGADOS 11027 1132 1100 17330 812 338 750 65 139 300 33054 TOTAL DAS 11 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.4 N. havendo lugar apenas para um dos novos operadores: a Novis Telecom. TMN S.799. Desde o final do ano passado que se arrastam temas que ainda marcam a agenda diária dos jornais. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos A quebra não foi suficiente para destronar a PT Comunicações do “ranking” das maiores empresas do sector. LÍQUIDOS 276.434. NOVIS TELECOM S.

00 214.6 13. que tem vindo a ressentir-se da subida gradual dos juros. ruas.6 8. ELECTRICIDADE DOS AÇORES S.696.4 6 125.º EMPREGADOS 1461 2056 2590 1755 3897 1450 1329 402 890 527 32809 pavilhões desportivos.60 8. agravando a crise do mercado residencial.00 2. os lucros subiram em consonância com as vendas.40 -25.A.E. já que foi o ano em que a Petrogal “cedeu” à EDP Distribuição o primeiro lugar no “ranking” nacional.346.00 5. o pessimismo instalou-se entre os industriais da construção. com o primeiro a queixar-se que as descidas de tarifas impostas pelo regulador estão a esmagar a sua margem de negócio. O ano de 2001 não teve privatizações para a história deste sector. e a rentabilidade dos capitais próprios alinhou pela média geral do mercado.A. Acabada a época dourada das auto-estradas.011.C. EMPRESA DE ELECTRICIDADE DA MADEIRA S. Vertiginosa foi a subida da Constructora San José.2 2. Outro dado a registar.9 0.1 2.844. VENDAS 5. de implicações estratégicas sensíveis para a economia portuguesa.462.40 -922. o ano de 2001 ainda revelou algum crescimento. No calendário para 2003.3 5.A.A.2 -6.8 19.3 N. No geral.1 5.REDE ELÉCTRICA NACIONAL S.80 6. e estafado que está o mercado da habitação. água e gás.º EMPREGADOS 12000 618 1699 231 8 8 1018 242 938 803 17749 com a qual o Estado perderá a maioria do capital.7 8. LÍQUIDOS 8.180. as 52 empresas de construção e obras públicas presentes no “ranking”.490. através da EDP Distribuição e da CPPECompanhia Portuguesa de Produção de Energia. I LURDES FERREIRA 36 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . operação AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 1 5 10 27 51 67 124 183 250 303 EMPRESA EDP DISTRIBUIÇÃO .086.00 2.60 244. GÁS E ÁGUA Mudança de líder É O SECTOR por onde passam planos de novas fases de privatização. aos quais estão inevitavelmente associados parques de estacionamento.318.795. incluindo a Somague.278. 25.A.662. viram as suas vendas aumentarem 17.00 330.8 5. EDIFER S.2 8.9 4.572. SA. LÍQUIDOS 450. mas teve um facto de peso.60 412. ENGIL S. MONIZ DA MAIA.963.6 N. que passou da 35ª para a 27ª posição. passando esta a ser a maior empresa portuguesa.A.70 297.80 295.A. A C.90 70.S E C T O R E S CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS Estádios e pouco mais ESTÁDIOS.50 1.6 3.A. quebras nos lançamentos de concursos e diminuições das adjudicações.A.635.9 10. AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 29 36 45 50 65 68 78 88 89 98 EMPRESA SOMAGUE .60 CAP.30 189.A.988.00 Valores em milhares de euros.1 -338 -29.40 3. S.194.592. do Porto.3 6.ENERGIA S...191.235.853.1 5 18.960.7 RESULT.219. SOARES DA COSTA S.4 -67.60 CAP.9 17.ENGENHARIA S.20 VARIAÇÃO % 14.8 mil milhões de euros.4 N.5 92.30 164. tendencialmente decrescentes este ano.3 11.615.00 VARIAÇÃO % 86.4 12.A. CONSTRUTORA DO TÂMEGA S.80 20.104. GDL S. I R I TA S I Z A ELECTRICIDADE.448.650. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos Com os projectos ligados às grandes infra-estruturas — novo aeroporto de Lisboa.733.164.239.00 251. enquanto o segundo defende que a resposta da empresa tem de ser por via de uma maior eficiência de custos. estão a alienação dos últimos 30 por cento que o Estado detém ainda na EDP e a privatização em bolsa de uma parte do capital da Galpenergia.A. rede de TGV.639. 60 por cento das vendas registadas no sector da electricidade.40 1.00 37. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos O grupo EDP garantiu neste ano.3 40 RESULT.2 7. É pelos resultados da EDP Distribuição.80 59.2 7.80 305. o sector com mais firmas na lista.20 525.6 5.518.438. e depois das recentes medidas do Governo relativas ao fim do crédito bonificado para compra de habitação. TOTAL DAS 52 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros. A TURBOGÁS S.528. REN .4 11.00 91.7 9 1.950. é o da subida dos lucros da EDP Distribuição ter sido mais do dobro superior à das suas vendas. entre outras — a aguardarem decisões políticas num morno banho-maria.00 1.70 25.9 por cento do total. De acordo com os indicadores das 500 maiores do PÚBLICO. TRANSGÁS S.423.4 -1.5 por cento para 5. VENDAS 478.6 11. TEJO ENERGIA S. que em 2000 era a 424ª empresa e em 2001 passou a ser a 278ª.M. CONSTRUTORA ABRANTINA S. Apesar de as perspectivas do sector serem negras — a Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas (AECOPS) já veio dizer que o ano 2002 vai apresentar uma taxa de crescimento negativa —. itinerários principais e pontes. défice público galopante e relativa indefinição quanto às obras públicas que vão realmente avançar nos tempos mais próximos.00 124.481.555.7 -0. centros comerciais.2 47.074. A generalidade das empresas subiu a sua posição relativa face ao ano anterior.90 256. Estádios. TOTAL DAS 12 EMPRESAS DO SECTOR 10.209.3 31.10 408. PRÓPRIO 7.Engenharia. CPPE S.A.00 44. peso que se acentua na comparação dos resultados líquidos: 97 por cento dos lucros obtidos neste sector deveram-se às mesmas duas empresas e sobretudo à área da distribuição. que passa actualmente o braço-de-ferro entre o grupo eléctrico e a entidade reguladora.208.50 808. MOTA & Cª S.5 27.A.622. ESTÁDIOS e mais estádios.A.A. EPAL S. estradas e acessos. 6.00 7.519. o que é sobretudo devido à EDP Distribuição e à CPPE.90 7.457.351. a nova palavra mágica para as sociedades de construção remete para o maravilhoso mundo do futebol.374.A. ponte sobre o Tejo em Lisboa. Não fora o Euro 2004 e a crise no sector da construção seria realmente a doer: atrasos nos pagamentos. TEIXEIRA DUARTE S.A. SERRA & FORTUNATO S.1 22.A. ERSE. PRÓPRIO 8.70 184. a primeira empresa do sector.A.

6 por cento em 2001 face a 2000.6 milhões de euros.2 118. o que indicia a colocação no mercado de produtos predominantemente de menor valor também. PRÓPRIO 7.662.9 16.10 2.827.3 N. A viragem neste ponto vital da sua actividade pode alterar-se a prazo. IA N A B E L A CA M P O S 38 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .528.911. a indústria apresenta um nível inferior ao da média das 500 maiores na rentabilidade do capital próprio. caso a estratégia de envolvimento das empresas de componentes automóveis em projectos de concepção e desenvolvimento.A.6 por cento. Ou seja. LÍQUIDOS 71. ao recuar 66.º EMPREGADOS 1076 420 337 1040 774 540 530 10 297 6756 TOTAL DAS 12 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.A. já que representam 70 por cento do total deste sector. PORTUCEL TEJO S.257. IMPRENSA NACIONAL E.257.5 64.50 241.360. PORTUCEL EMBALAGEM S. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos maiores demonstram bem a sua importância.002.806.336. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos O indicador mais expressivo do que foi o ano de 2001 para a indústria automóvel em Portugal é o dos resultados líquidos. mais 15.207.20 120. MITSUBISHI MOTORS DE PORTUGAL S.583.80 VARIAÇÃO % -14.A. 1.80 202.145.A.663.793.8 13.4 2.3 6.432. com resultados líquidos de 77 milhões de euros.1 milhões de euros. Os dados disponíveis revelam ainda que a Celulose do Caima.60 73. É.30 -9.PLÁSTICOS LDA VENDAS 2. SIMOLDES .01 milhões de euros.360. têm sido muitas as manifestações de interesse pela maior empresa da pasta e do papel da península Ibérica e uma das maiores da Europa.4 por cento. e com o processo sucessivamente adiado. como a Sonae. o Grupo Portucel Soporcel.153. em que o centro de engenharia a localizar na Maia e o centro tecnológico da região galega. se concretize em efectivo fornecimento.IMVT S.017.A. A maior subida coube à Portucel Viana.6 RESULT. como o do veículo da Pininfarina.80 2. tendo contribuído com mais de 40 por cento das vendas do sector. CITROEN LUSITÂNIA S.7 22.5 -18 -10.D. RENOVA S.675. que cresceu 61.9 6.2 -0.545. Em termos globais.814 milhões.A.5 por cento do que em 2000. YAZAKI SALTANO DE PORTUGAL LDA BERTRAND FAURE S.4 6 RESULT.787. Enquanto o conjunto das 500 maiores viu aumentar os seus resultados líquidos em 33. A.90 291. que registou um crescimento de 38.10 1.286 mil milhões de euros em 1.8 12.814.411.538. Um passo importante nesse sentido foi dado no dia 28 de Outubro.5 -10.420. de um clima de arrefecimento europeu e da dificuldade em ganhar quotas de mercado de maior valor acrescentado. LEAR CORPORATION PORTUGAL S.273.5 -49 11 -2.A.236.7 12 6.A.368. STORA CELBI S. em 2001.90 1.20 210.20 45. o P3.20 6.9 por cento em 2001 face ao ano anterior.860. vão cooperar na investigação e desenvolvimento no sector automóvel. dado que houve uma quebra de 24.50 341. todos tem os dentes afiados para a privatização. 8.60 -1.30 2.80 VARIAÇÃO % 8. com as vendas a ascenderam a 581. papel e artes gráficas das 500 AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 2 3 4 5 6 7 8 9 10 31 113 118 129 175 236 373 387 392 EMPRESA PORTUCEL S.755. as vendas do sector.00 5.458. O melhor comportamento no sector em termos de vendas foi o da Imprensa Nacional.3 -81.5 7. para onde apontam os resultados das menos das 16 empresas que estão entre as 500 maiores não financeiras do país.067. PORTUCEL VIANA S.357. Cª DE CELULOSE DO CAIMA S.S E C T O R E S INDÚSTRIA AUTOMÓVEL Travão nos lucros AS CINCO UNIDADES de montagem do sector automóvel e a centena e meia de empresas de componentes automóveis que representam o maior sector exportador da economia portuguesa parecem ter-se ressentido. A quebra deuse mesmo com um aumento das vendas do sector em seis por cento. À beira da privatização. PRÓPRIO N.5 por cento.00 -3.º EMPREGADOS 3660 197 2102 1400 65 5300 94 6421 1105 638 24256 TOTAL DAS 16 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.40 CAP.1 -10.30 131. pelo menos.868.2 10. AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 4 24 38 39 42 53 69 79 100 150 EMPRESA AUTOEUROPA LDA RENAULT PORTUGUESA S. A maior unidade de montagem nacional (a Autoeuropa) confirmou o seu peso.A. IL U R D E S F E R R E I R A INDÚSTRIA DE CELULOSE. As vendas geradas pelas cinco empresas do universo Portucel pertencentes ao “ranking” da celulose.5 por cento.20 10. PAPEL E ARTES GRÁFICAS De olho na Portucel PORTUGAL TEM no sector da celulose um dos activos mais cobiçado da Europa.8 N.1 por cento.5 -0.D. 15.7 25. para 131. É um desempenho inferior ao das 500 maiores. para 120.90 94.A.6 8.953. sendo igualmente a quarta maior empresa nacional. como a sueca Stora Enso. FORD LUSITANA S. VENDAS 455.1 por cento do total das 500 maiores. SALVADOR CAETANO .60 47.70 22.A.80 106.00 574.2 por cento. A Soporcel lidera o “ranking”.4 5.1 13.00 5.80 CAP.A.504.50 158. sendo esta última uma debilidade consensualmente apontada. LÍQUIDOS N.90 32. O grupo assume ainda grande importância pela relevante fileira florestal de que é proprietário.772. do empresário Paulo Fernandes.2 10. LISGRÁFICA S. onde o crescimento nas vendas foi de 10. desceram 0.2 38. para 5.700.00 29.6 -13. os da indústria automóvel diminuíram 41.A. a gigantes mundiais do sector.064.00 139.50 -9.10 1.987.70 379.9 -26. A empresa mais lucrativa foi a Soporcel.P.70 2.452. que representam 2. Desde grupos portugueses.000.9 19. Menos feliz ainda foi o comportamento do sector ao nível lucros.5 milhões de euros em 2001.00 -11.A.80 374. em regime de complementaridade. Ainda face aos dados de 2001.80 46.6 13.2 -37.6 -18 2.859. teve a maior descida do sector em termos de lucros em 2001. com a assinatura de uma parceria entre o Norte de Portugal e a Galiza.

70 48.7 24.10 296.º EMPREGADOS 1987 1141 975 1345 200 45 1133 318 202 150 16813 passando pelas manteigas.6 RESULT.A.00 144.D. CORTICEIRA AMORIM S.REVESTIMENTOS S.60 280. Basta pensar por momentos na publicidade que nos assola na televisão.6 2.A.4 6 12.7 0.559.A.8 0.D. Nos cafés. é de registar a recuperação da RAR — Refinarias de Açúcar Reunidas.1 RESULT.1 -6. de 84.3 -5. também integra o quadro negro ao passar de um lucro de cerca de 91 mil euros para um prejuízo superior a três milhões.50 25. na 355ª posição desta lista). Melgaço e Pedras Salgadas à Jerónimo Martins (a empresa ainda figura.3 -8.90 30.90 VARIAÇÃO % 25. no ano passado o volume de negócios do sector recuou 1. que também subiu em relação a 2000. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos cento do que em 2000.00 -4. ao passar do 137. RAÇÕES VALOURO S. Depois de um salto de quase 22 por cento em 2000.899. PRÓPRIO -0.20 658. o equivalente a 0.30 53.7 32 15.º postos para o 111. de bebidas e tabacos é ocupado por algumas das empresas que mais investem na publicidade em Portugal.4 16. Depois aparece a Sogrape.1 N.00 4. apenas quatro não emagreceram. o que lhe permitiu subir 26 lugares no “ranking” das 500.8 24.7 24. AMORIM .5 mil euros em 2000 para mais de cinco milhões. -12.00 49.A.8 1. iogurtes. A outra empresa do grupo.152. a apertarem o cinto.6 -5.70 153.8 -8.637.974.00 234. que comercializa bebidas espirituosas de origem estrangeira.A.811. A Jomar afinou pelo mesmo diapasão ao contabilizar resultados líquidos negativos de 4.878.745. NESTLÉ PORTUGAL S.90 408.968.A.7 N.º EMPREGADOS 629 207 37 548 424 546 150 110 241 96 3638 do abrandamento económico que obriga os principais clientes do sector.658. SARDINHA & LEITE S.00 235.4 milhões de euros. a primazia é do vinho do Porto: a Cockburn Smithes & Cª.70 281. com destaque para a líder. que este ano se tornou a maior empresa de vinho do Porto com a compra da Sandeman. contra um lucro de 134 mil euros no exercício anterior. MADIBÉRIA LDA POLIFACE S.6 7.706.30 625.70 50. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos fazer publicidade.10 48.º. sumos e vinhos.A. cujas marcas vão do leite ao queijo AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 22 37 52 55 56 71 72 104 109 119 EMPRESA LACTOGAL S.80 42. A provar que 2001 foi um ano para esquecer está igualmente o facto de o sector ter entrado no vermelho com prejuízos de cerca de 8.7 22 4. cujas vendas deram um pulo de 25 por cento.882. A culpa é AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 111 309 329 347 351 354 363 365 400 446 EMPRESA CASCA S.6 -31. Dois lugares abaixo está a Unicer.864.2 2.80 VARIAÇÃO % 1.454. I CA R L O S R O SA D O D E CA RVA L H O 40 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . na rua ou nas revistas para imediatamente nos depararmos com os seus nomes. Para isso muito contribuiu a própria líder de vendas do sector que passou de mais seis milhões de lucros em 2000 para um prejuízo de 422 mil euros no ano passado. em nome individual. A excepção que confirma a regra é a Sardinha & Leite que viu os seus lucros darem um pulo de 75 por cento.9 N. CORTIÇA E MÓVEIS O caruncho ataca de novo O CARUNCHO VOLTOU a atacar as vendas das 11 empresas da indústria da madeira que integram as 500 maiores do PÚBLICO.90 26.70 257.ª das 500 maiores do PÚBLICO não pode TOTAL DAS 43 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros. A primeira da lista. SA.S E C T O R E S INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO As rainhas da publicidade O “TOP-5” da indústria alimentar. A empresa da cerveja “Super Bock” diversificou o seu portfolio para os refrigerantes.9 12. o maior do sector.6 -6. SA é a primeira empresa a surgir na lista.9 -0.2 6. LÍQUIDOS 26.4 -2.7 por cento do total das 500.6 por cento nas vendas.873. ambas fabricantes de produtos lácteos. MANUEL TEIXEIRA & Cª LDA VENDAS 142.50 CAP. sumos e até chás.008. terceira do sector e 52.90 N. e 20ª no “ranking” das 500 maiores.140.7 26.664.00 50.60 131. à frente da concorrência nacional. Das onze empresas do sector. Mal esteve igualmente a Corticeira Amorim que viu os seus prejuízos aumentarem quase 900 vezes. Nas bebidas. mas apesar disso registou um aumento de 21.00 1.A. e já este ano apostou em força no segmento das águas.466.102. UNICER S. -749. Logo depois vem Nestlé Portugal.A. que ocupa este ano a 175º posição (no ano passado era a 213ª).6 214.9 1.9 9. TABAQUEIRA S. figuram na lista dedicada à indústria da alimentação: a Unicol e a Pronicol.117.255.100.537. VENDAS 602. responsável pela produção de farinhas e pela comercialização de uma variedade de produtos que vai dos chocolates aos cereais (recuperou quatro lugares no “ranking” face à posição do ano anterior).5 4. SOVENA S.985. a Amorim Revestimentos. PRÓPRIO 13.A. Duas empresas açorianas.7 22. IR I TA S I Z A INDÚSTRIA DA MADEIRA. e a Bacardi-Martini Portugal. e a Amorim Revestimentos. FIMA/VG LDA REAGRO S.10 3 -3.7 milhões de euros.888. a fabricante de aglomerados Casca.1 -15.A.564. INDÚSTRIAS JOMAR S. entre os quais as empresas de construção.2 9. que viu o volume de negócios recuar 31 por cento. ÁLVARO COELHO & IRMÃOS LDA MOVELPARTES S. com a aquisição da Vidago.279.1 -25.30 57.4 417 414.A. A Tabaqueira.3 -21.70 40.1 -1. CENTRAL DE CERVEJAS S.6 por cento para 625.027.5 milhões de euros. LÍQUIDOS -421.A.3 21.768.150.80 2.758. LONGA VIDA S.10 CAP.7 5. e o lançamento de uma marca de café.A.30 44. é a Lactogal.A.907.00 -5.235.971.A. Lda está em 145º lugar.875.6 2. a posição de liderança vai para o homem de Campomaior: a empresa Manuel Rui Azinhais Nabeiro. Nos açúcares. As maiores quebras de vendas foram registadas por duas empresas do grupo Amorim: a Corticeira Amorim.4 22.384. que vendeu menos 22 por TOTAL DAS 11 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.

que lucrou 87.402. no entanto.746.6 por cento das 500.D. SCHNEIDER ELECTRIC PORTUGAL LDA VENDAS 611. Para perceber que aquele dirigente tem razão. Quanto aos lucros. de 6.90 -9.3 milhões de euros.7 7.70 100.7 milhões para 150. S.70 7.7 2.7 milhões de euros.1 9.80 170. cujo o recente processo de privatização gerou uma “guerra” que envolveu a sua rival Secil e duas das maiores cimenteiras do mundo.30 4. mas os lucros caíram. basta olhar para algumas das maiores empresas do sector. BLAUPUNKT AUTO-RÁDIO PORTUGAL LDA PHILIPS PORTUGUESA S.763.1 2 27.A. Apesar das vendas do sector terem crescido a um ritmo inferior ao das 500 maiores do PÚBLICO. Philips ou Fujitsu. A liderança em crescimento de vendas coube à vidreira Santos Barosa.90 -244.096.2 22. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos de euros.7 1. mas que em 2002 voltou às compras e adquiriu duas grandes cimenteiras.5 por cento que em 2000. cresceram 36. O mesmo se passou com a Grundig. cerâmicas. B. À sua frente. a Cabelte.5 RESULT.10 4.00 N. a degradação da situação das empresas e a descida da taxa de emprego. disse ainda Alegro de Magalhães.A. aumentaram 4.9 -3.577.80 9.344. I C L A R A T E I X E I R A INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS Na corda bamba LIDERADOPORUMAdasmaisrespeitadas empresas portuguesas a nível internacional. na medida em que a maior empresa de capital nacional. IA N A B E L A CA M P O S 42 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . CMP S.A.041. de 52.403.4 3.7 -15.30 106.40 1.A.569.973. admite que o sector “está a sentir em cheio o impacto negativo da crise dos mercados de telecomunicações.3 14. e o facto de algumas das maiores empresas industriais de material eléctrico e electrónico até terem visto a sua facturação aumentar em 2001 não significa que tenham escapado ilesas à crise. com resultados líquidos negativos em 244. LÍQUIDOS 46. a suíça Holcim e a francesa Lafarge.815.216.4 5.00 203.049.1 por cento do total das 500.60 -290. a associação aponta a forte descida nas vendas.7 29.00 366.VIDROS S.º EMPREGADOS 1832 1990 2005 25 1200 728 729 294 238 230 11831 TOTAL DAS 19 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.90 74.3 13. vidreiras a empresas de betão. cujo volume de negócios aumentou de 116. 16.00 322. sobretudo ao nível dos lucros.5 por cento para 1.6 -1.901. O abrandamento económico deixa o sector na corda bamba.00 88. BETECNA S.A.653. A Cimpor .A. estão as filiais nacionais dos maiores grupos mundiais europeus e asiáticos do sector.7 milhões de euros.gerou o maior volume de venda do sector.70 93.797. LÍQUIDOS 79.6 RESULT.que em 2001 esteve praticamente parada ao nível das decisões estratégicas.994. A rentabilidade degradou-se”.505.5 para 611.683. como a Siemens.7 -173.D.30 87. Apenas uma empresa teve prejuízos.00 150. A Siemens Portugal.A.769 mil milhões de eu- AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 30 43 135 166 177 187 198 203 269 302 EMPRESA CIMPOR S.714.7 -2.50 CAP.A.574. GRUNDIG .70 81.514. tecnologias de informação e electrónica”.A. mais 40.90 N.6 12.708. entre 2000 e 2001. ROCA S.70 CAP.6 milhões de euros. vir a ser beliscado no curto prazo devido ao período difícil que o país atravessa.6 por cento para 221. a quebra na taxa de utilização da capacidade produtiva.7 27.S E C T O R E S INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO Curto-circuito nos lucros TODOS SE RESSENTEM por igual dos sustos da conjuntura.693.3 3.40 118.8 5.A.3 18.60 9.3 N.6 217. de 486.A.SISTEMAS DE ELECTRÓNICA LDA MERLONI S.3 12.529.30 VARIAÇÃO % 1.30 169.1 milhões para 46.1 9 7. PRÓPRIO 53. economista da ANIMEE — Associação Nacional dos Industriais de Material Eléctrico e Electrónico. de Queirós Pereira.30 65.5 8.A.330. A liderança neste indicador coube à Secil. CIMPOR BETÃO S.014.A. uma média que supera os 33.90 334.7 N.812.2 mil euros.D. surge na nona posição do “ranking” do sector. PRÓPRIO 18 N.830.883.30 85.6 milhões para 293. -14.8 mil euros. a Cimpor. As vendas do sector. já que o menor crescimento não deixará de afectar a construção de quem o sector é dos principais fornecedores.A. SECIL S.769. FUJITSU SIEMENS COMPUTER S.318.3 20.682.6 7. “É nos resultados líquidos que se detectam os efeitos do abrandamento da economia.70 VARIAÇÃO % 25.685. a vidreira Barbosa & Almeida.9 4. a maior empresa industrial deste segmento.D. a sul-africana Natal Portland e brasileira Cimento Brumado .00 58. viu a sua facturação subir. Mas o bom comportamento deste sector fundamental no desenvolvimento da economia portuguesa pode. Positivas só mesmo as expectativas de melhoria nas exportações “a curto prazo” e no investimento nas empresas a um ano.3 por cento.A.4 milhões de euros.425.60 59. CABELTE S.60 2.5 3.381. ALCATEL PORTUGAL S. VENDAS 456. referente ao segundo trimestre deste ano. que inclui desde cimenteiras.389.8 4.833.20 1. -29.4 4. O negócio do material eléctrico e electrónico em Portugal é claramente dominado por capital estrangeiro.º EMPREGADOS 887 403 823 375 1135 158 169 214 530 297 7132 TOTAL DAS 16 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.8 -0. SANTOS BAROSA . mas os resultados baixaram de 7.40 87.10 302. 18.972. 456. Como sinais negativos. mas o pior é que em 2002 não trouxe a recuperação.00 2. o sector de minerais não metálicos teve um bom comportamento em 2001. e a maior descida.4 N. a Blaupunkt. VULCANO S.3 26.5 533. mas teve apenas o terceiro lugar ao nível dos lucros.565.A.A. à cerâmica Lusoceram.A. 11 das 16 empresas integradas presentes na lista das 500 subiram no “ranking”. no mesmo período. BETÃO LIZ S. SAINT-GOBAIN SEKURIT PORTUGAL S. salienta Alegro de Magalhães.101.4 -14.9 38.3 11. o que representa 2. A síntese de conjuntura da ANIMEE.7 milhões AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 21 40 48 83 92 93 106 149 213 232 EMPRESA SIEMENS S. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos ros.

10 1. As más notícias na EMEF não são apenas na rentabilidade.046.Estaleiros Navais e Thyssen Elevatec que também registaram taxas apreciáveis.40 N. 3. 9.A.6 por cento de vendas caindo do 236º para o 399º posto. já que a empresa atravessa dificuldades financeiras cuja resolução foi iniciada em Outubro de 2002.AÇOS PLANOS S. PRÓPRIO -3 13.8 N.50 79.3 por cento e os seus resultados líquidos crescerem 149.A. Do lado das vendas.50 1.90 81. a rentabilidade dos capitais próprios do sector varia entre os meAS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 128 130 144 215 221 223 224 264 272 310 EMPRESA LUSOSIDER .740.A.688.450.3 N.D. sobressaem a Sá Couto. LABORATÓRIOS PFIZER LDA INSTITUTO LUSO-FÁRMACO LDA JANSSEN . contra prejuízos de nove milhões no ano anterior.CILAG LDA BENCKISER PORTUGAL LDA UNILFARMA LDA PORTELA & Cª S.290. SANOFI SYNTHELABO S.80 125.737.400. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos viu as vendas dispararem 85.7 -9.188. Mas terá sido sol de pouca dura. 19 15.711.1 RESULT.10 CAP. G .50 54.1 por cento.1 N.398.9 por cento nas vendas.70 N.4 por cento e os capitais próprios renderam 37.543.3 escudos.70 10.90 71.650. com a injecção de 50 milhões de euros por parte da banca.00 15. o que lhe valeu a passagem do 244º posto para o 266º.3 37.40 66. N.90 VARIAÇÃO % -9. empresa de manutenção ferroviária ligada à CP. 3.718.355.80 -1.759. A liderar o crescimento do sector esteve o Instituto Luso-Fármaco. Os antigos estaleiros da Margueira saíram do vermelho ao lucrarem cerca de 500 mil euros. o que demonstra o bom estado de saúde do sector. Veremos se boa saúde do sector vai continuar ao mesmo nível após a entrada dos genéricos que está a ser preparada pelo Governo como forma de reduzir a factura dos medicamentos no orçamento.80 57. OTIS ELEVADORES S.A.9 por cento.90 65. não tiveram uma evolução homogénea no ano de 2001.6 0 20.60 112. Mas nem todas as empresas da indústria farmacêutica apresentaram-se de boa saúde em 2001.4 -2. 44 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .1 por cento nas vendas que exigiu mais trabalhadores (a força laboral progrediu 47.463.8 5. uma vez que a rentabilidade média das 500 empresas é de 10. IA . Também a Hydro Alumínio Portalex caiu do 379º para o 416º posto. N.6 -10.575.60 78.2 3.360. IA N A R I TA G U E R R A INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA Do oito ao oitenta AS EMPRESAS DA INDÚSTRIA da metalurgia e metalomecânica presentes nas 500 maiores do PÚBLICO.º EMPREGADOS 192 325 315 156 308 167 80 309 288 263 2586 942 milhões de euros.8 7.30 62. Ainda no que se refere a crescimento.4 por cento contra 10. O pulo nas vendas permitiu à sociedade passar da 342ª posição na lista das 500 de 2000 para a 164ª posição no ano passado.944. o equivalente a 1.S E C T O R E S INDÚSTRIA FARMACÊUTICA Pronta para os genéricos? COM UMA TENDÊNCIA ascendente na maioria das empresas.628.10 78.8 por cento na rentabilidade de capitais próprios.1 por cento para AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 101 123 163 164 218 220 260 271 286 326 EMPRESA MERCK SHARP & DOHME LDA NOVARTIS FARMA S. R . a empresa conseguiu transformar prejuízos em lucros. A Thyssen Elevatec disparou da 485ª para a 395ª posição. que TOTAL DAS 11 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros. 9.6 por cento nas vendas.D. N.2 37.3 85.1 por cento.8 11. LÍQUIDOS 10. Apesar da quebra das vendas. tendo-se registado grandes disparidades nos indicadores analisados.7 N. O dinamismo do sector é patente também nas vendas que subiram 11.900.1 por cento das 500.30 496.3 7.A. METEORO LDA VENDAS 121. As vendas recuaram 10 por cento o que a levou a descer da 182ª para a 215ª posição.010.730. LÍQUIDOS -2. a Luso-Fármaco ganhou 26. Por exemplo.3 -6.2 por cento.5 por cento da EMEF.D.3 por cento. perdendo 10.90 80.9 -255.D.4 N. Como se isso não bastasse.60 866.1 por cento do total das 500 maiores do PÚBLICO. A empresa igualmente na rentabilidade dos capitais próprios.3 1. N.A. EMEF S.619.D.7 por cento da fabricante de elevadores Schindler. a Fapricela e a Martifer que entram na lista das 500 após pulos significativos no TOTAL DAS 22 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.D.446.D. GONVARRI S. PRÓPRIO 38.6 6. Em movimento ascendente situaram-se também os Laboratórios Pfizer Lda.509. É o caso da Glaxo Wellcome Farmacêutica Lda que perdeu 40. devido ao acréscimo de 20.A. A empresa ascendeu da 251ª posição no “ranking” de 2000 para a 163ª posição no último exercício.9 26.504.80 1.10 9. a indústria farmacêutica regista uns impressionantes 20.3 por cento. VENDAS 157. com estas a quebraram 16.5 40. SLEM LDA ANODIL S.40 101.789.D. LISNAVE S.Indústria Aeronáutica de Portugal também conseguiu sair dos prejuízos em 2001 ajudada pela melhoria das vendas em 7.531.80 79. e os 30.1 6.50 67.20 CAP. destaque para a Lisnave .2 15.A.A.898. FERPINTA S.A.70 120. OGMA S.4 41.3 14. 33.A.40 65.063.20 VARIAÇÃO % 15.5 8. subindo do 190º para o 144º posto do “ranking”.6 N.D.60 N. a empresa ventrou no vermelho.D.164.563. Contas feitas a média do sector não ultrapassa 7.9 8.467.896.1 -16.D. ao mesmo tempo que os resultados líquidos melhoraram 57.00 102.10 2. cujas vendas subiram 40.1 por cento).488.8 RESULT.3 26.8 N. 34.A.782. A OGMA .D. LABORATÓRIO MEDINFAR S. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos volume de negócios.476. que permitiu igualmente contratar mais trabalhadores. Por cada 100 escudos que os accionistas têm na empresa.70 941. onde pesam 1. 7. A Sanofi Synthelabo também não esteve bem em termos de vendas. Já a Lisnave conseguiu vendas de mais 26.º EMPREGADOS 282 1912 1020 1846 215 88 1264 627 100 46 11368 nos 255.8 -11.6 por cento.

411.588.5 170 1.718.2 2.A.092.828.50 95. SA. — paira constantemente sobre a cabeça de milhares de trabalhadores. A liderar a lista deste sector está.756. A ameaça de transferência de unidades para os países de Leste da Europa.916.50 116. LÍQUIDOS 4.00 117.7 por cento para mais de um milhões de euros nos resultados líquidos. com menos 29.5 0.2 2.10 546.00 20.7 70.70 53. contra lucros de 31 milhões no exercício anterior.6 32.820. DOW PORTUGAL .7 9.3 5.60 -1.60 280.242. vendendo a sua parte no capital aos restantes accionistas.514. A má “perfomance” do sector em termos de resultados deve-se à Trevira que viu os prejuízos pularem mais de dez vezes.872.S E C T O R E S INDÚSTRIA QUÍMICA Reacção negativa O ANO QUE PASSOU não foi bom para as empresas da indústria química que parecem ter reagido pior do que as suas colegas das 500 maiores do PÚBLICO ao abrandamento económico.80 969.00 -2.8 6.317. AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 156 162 181 190 212 248 290 333 364 376 EMPRESA MACONDE .10 47.9 por cento de vendas.5 por cento).Tecidos SA.1 RESULT.1 -1.CONFECÇÕES S. o que a terá obrigado a despedir pessoal. VENDAS 104.A. calçado e sacaria que constam da lista das 500 maiores do PÚBLICO. oito são recém-chegadas. Apesar da quebra dos lucros. VENDAS 329. a Neoplástica (86. CONTINENTAL MABOR S.5 8.1 20.30 10.5 -5. anunciou a sua retirada da empresa. da 450ª em 2000 para a 378ª posição no ano passado.º EMPREGADOS 580 931 824 85 382 186 306 734 271 295 6360 TOTAL DAS 19 EMPRESAS DO SECTOR 1. no início deste ano.A. .70 155.10 1.8 4. histórico líder da empresa. DO VESTUÁRIO E DO COURO Ordem para deslocalizar A PALAVRA “DESLOCALIZAÇÃO” definitivamente entrou no léxico maldito do universo da indústria têxtil. As vendas da empresa de pneus progrediram 15. A. PRÓPRIO 14.8 por cento). motivo pelo qual a empresa foi notícia.20 92.607.3 -8 5. PRÓPRIO -20.70 60. ARLÍQUIDO LDA FISIPE S.5 11. COELIMA S. o que lhe dá uma rentabilidade de capitais próprios negativa em 20. Mas a liderança do sector em termos de crescimento pertenceu à Dow com um acréscimo de quase 17 por cento.A.3 por cento.7 0.TECIDOS S.30 Valores em milhares de euros.8 9.3 por cento do total das 500. RIOPELE S. A. No entanto. SA.169.20 VARIAÇÃO % -4.1 1. fiação.3 12. e debatendose com uma concorrência tão desigual dos países de Terceiro Mundo.90 CAP.20 103. a Maconde — Confecções SA.A.5 N.420. mais de seis vezes a média do sector. IR I TA S I Z A 46 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . que nos últimos tempos têm assistido à saída das máquinas e ao fecho das empresas.20 28. o que lhe confere uma rentabilidade dos capitais próprios superior a 34 por cento. a Borealis Polímeros interpretou a maior quebra no volume de negócios.858. Recorde-se que.869. tal como no ano anterior. que invariavelmente “tinham muito trabalho e ainda mais encomendas”.1 N.P. BAYER PORTUGAL S. CIN S. & J.10 77.1 -9. caso da C. Norte de África ou para o longínquo continente asiático — Paquistão.20 48.3 2.6 -3..289.911.90 18.9 por cento).50 1. enquanto os lucros caíram quase 60 por cento para 64. a Bayer (36 por cento) e também deram uma ajuda com quebras de lucros significativas.A.5 10 26.217.3 18.2 3.60 71. COTESI S.737. o comendador Joaquim Cardoso.663. Clark — Fábrica de Calçado. A pontificar em terreno negativo esteve igualmente a Neoplástica. alcançam este clube num ano “mau”: as vendas da firma de calçado caíram mais de 20 por cento relativamente a 2000.2 4.563.523. Por seu lado.9 por cento.581. cujas vendas decresceram 11. TÊXTIL MANUEL GONÇALVES S. O ritmo de falências e encerramentos é alucinante. ECCO’LET LDA LAMEIRINHO S.70 VARIAÇÃO % -29.9 5.6 RESULT. perante uma conjuntura económica desfavorável. 2. As referências especiais vão para o crescimento da Coelima — Indústrias Têxteis.740.7 milhões de contos.362.10 64.6 por cento para pouco mais de 1900 milhões de contos.6 por cento e os resultados líquidos diminuíram os referidos 86. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos nental Lemmerz Portugal que alcançou um espectacular acréscimo de 556.PRODUTOS QUÍMICOS S.600.A.491.A. do vestuário e do couro. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos Das 21 empresas de confecção.20 4.º EMPREGADOS 1975 1834 1100 1300 1070 1136 762 617 1161 1470 17625 TOTAL DAS 21 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.084. foram poucas as empresas do “ranking” que soçobraram: apenas seis viram o seu volume de vendas cair.ADUBOS DE PORTUGAL S.70 CAP.90 70. mas abaixo da média do sector (5.173.3 14. A Fisipe (190.A.9 5.00 4. China.20 5.50 33. JOSÉ MACHADO DE ALMEIDA & Cª LDA ANTÓNIO DE ALMEIDA & FILHOS LDA SOMELOS .098.30 1.A.A.D. I ANA RITA GUERRA INDÚSTRIA TÊXTIL.3 -0.A. e só em três casos os resultados líquidos entraram no vermelho.20 81.8 0. que num ano galgou 84 lugares para a 180ª posição e aumentou as suas vendas em 33 por cento e ainda para a Somelos .044.012.A. podendo quase contabilizarse como uma por dia.578.20 103. O volume de negócios das 27 empresas que compõem o sector recuou 1.4 33 1.111..10 88. Algumas delas.A. O destaque pela positiva nesta rubrica vai para a Conti- AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 46 57 103 127 136 138 160 172 228 246 EMPRESA BOREALIS POLÍMEROS S.8 0.185.3 19. que subiu da 440ª para a 332ª posição.40 123.2 3.80 9.727. resultados líquidos negativos de 56 milhões de euros. penteação.6 9. LÍQUIDOS -56.2 por cento nas vendas o que lhe permitiu galgar 72 lugares no “ranking”..582. Índia.689.6 0. a rentabilidade dos capitais próprios ainda se mantém acima da linha da água (dois por cento). AVENTIS PHARMA LDA CIRES S.517.8 0.565.3 16..

-3.00 62.A.00 atirar Emídio Rangel para a RTP.946.A. o declínio da SIC viria a AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 120 178 255 283 289 345 372 385 410 477 EMPRESA SIC S. com a SIC a ser destronada pela TVI na liderança das audiências em Agosto. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos . -67.2 2.4 N.D. PRESSELIVRE S.6 18.698.80 37.A.10 2.90 N.70 679.A.4 5. dos quais 109 milhões pertencem à RTP.704. aliados ao facto de “sectores tradicionais.A. um negócio que representa cerca de 150 milhões de euros por ano. o “Anuário da Comunicação”. graças à aposta que o canal de Queluz fez na produção televisiva nacional.7 9.70 1. representado pela Porto Editora (edição escolar) e Círculo de Leitores (edição genérica por subscrição).80 3.A. No exercício de 2001.8 13.C.º EMPREGADOS 380 479 500 1010 434 1898 241 333 156 416 6027 TOTAL DAS 11 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.4 -32. I CLARA TEIXEIRA VARIAÇÃO % -26 2 -18. PORTO EDITORA LDA DIÁRIO DE NOTÍCIAS S.80 93.470. que representam 0.20 3. Rangel lançou a SIC Notícias.50 69. chama a atenção para a descida do investimento publicitário e para os efeitos do 11 de Setembro nos media que.872. naquela que foi a transferência do ano. Disso se ressentiram os resultados.4 0. Ao analisar o ano de 2001. reflectindo o mau ano publicitário.A.043.60 44.2 por cento nos prejuízos para quase 118 milhões de euros. SOJORNAL S. com as vendas das empresas do sector.40 3.512. com as 11 empresas que compõem o sector a registarem um aumento de 12.30 61.550.802. Na imprensa. que num ápice conquistou o primeiro lugar das audiências no cabo.8 -11 RESULT. foi o ano da digestão da Lusomundo (“Jornal de Notícias” e “Diário de Notícias”) pela PT Multimedia e de vários títulos adquiridos de forma avulsa pelo grupo Cofina. Neste “ranking” das empresas de media.754.D.MEDIA Más notícias O ANO PASSADO foi mau para os media em Portugal.90 7.983.90 CAP.8 6. e os novos media da era digital terem feito coincidir as suas crises internas”. VENDAS 127.277. editado pelo Observatório da Comunicação.60 -117.662.080. a recuarem 11 por cento.30 50.2 N. PÁGINAS AMARELAS S.00 -109.071.425. Apesar do revés. JORNAL DE NOTÍCIAS S.A.202. catapultaram o sector para “uma onda recessiva”.40 47.70 46. .8 N. assistiu-se ao aumento da concorrência. Antes de deixar Carnaxide.4 52. No Outono. apesar de ter perdido 26 lugares na listagem geral entre 2000 e 2001.643. 27. PRÓPRIO -90. RADIOTELEVISÃO PORTUGUESA S.5 -9.996.8 por cento das 500 do PÚBLICO.206. ABRIL CONTROLJORNAL LDA RÁDIODIFUSÃO PORTUGUESA S. a SIC manteve algum brilho e pouco a pouco reconquistou audiências e continua a liderar o “ranking” do sector de media em Portugal. analógicos.8 3 -5.9 -231. LÍQUIDOS -27. há igualmente lugar para o negócio da edição. em especial na televisão.575.

A empresa deixou assim o 353º lugar da lista do anos passado e foi ocupar o 151º este ano.350.974.A.0 por cento. e que poderá passar pela abertura à iniciativa privada.350.186.057.4 1. SECURITAS S.00 -14.4 milhões de euros.50 57.2 por cento do volume de negócios das 500 maiores do PÚBLICO.7 -64.7 32.091.380. É de destacar a posição privilegiada da Brisa .40 97.5 11.Radiotelevisão Comercial Lda.540. os resultados líquidos dispararam 520. a aeroportos. passando da 421ª para a 384ª posição. cujos resultados líquidos negativos descerem para menos de metade.A. A Sonae .057.8 5. o Metropolitano de Lisboa.6 por cento do volume de negócios das 500 maiores. Mas há mais: a Carris de Lisboa (.6 20. SONAE .712.5 3.3 1. cujas vendas recrudesceram 59.A. Com mais uma empresa que em 2000.60 111.C.7 por cento.466. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos dos capitais próprios superior em 90.3 por cento para 2.954.568.50 3. o sector. MEGAMEIOS A.6 N.694.3 8.1 N.007.00 4. reflectindo a diversidade do sector. que em 2001 tinha capitais próprios negativos de 497 milhões de euros.40 57.20 CAP. na ordem dos 400.7 100 19.00 16.70 2.80 56.A.470.4 -0.9 N.332.5 por cento.A. 90.896.450. como viu as vendas reduzir 35. É histórico o estatuto deficitário das grandes empresas do sector de transportes.909.722. que perdeu o 222º posto e foi parar ao 355º.671.7 por cento e a rentabilidade dos capitais próprios em 14.20 -73.1 59. ano em que os resultados líquidos foram negativos em 453.556. que TOTAL DAS 13 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros. acima dos 10 por cento da média da lista. É a crónica doença das empresas de transportes estatais.050. -76.418. cujo modelo de privatização e a avaliação da companhia deverão ser conhecidos no princípio de 2003.9 milhares detém a segunda posição em vendas no sector dos serviços.4 milhares. que representa 4.066. aluguer de automóveis e segurança.90 5.º EMPREGADOS 8000 6294 1090 65 52 4000 675 44 540 140 25880 sendo o caso mais emblemático o da CP Caminhos de Ferro Portugueses.717. A acompanhar esta tendência favorável esteve também a Assimec.70 N.43 milhões de euros).1 por cento. e algumas estão mesmo tecnicamente falidas. TOP TOURS LDA ACCENTURE S.231.2 37. que não só deslizou do 278º para o 420º lugar. PATINTER LDA PORTLINE S. VENDAS 430.80 139. participada da RTP que vende o espaço publicitário da estação estatal.A.P.A.A. continua a ser a maior empresa do sector.00 1.896.738.20 104.182.5 por cento e o capital próprio render menos 11.5 18.3 11.C.1 por cento. a CP é também a campeã dos prejuízos registados em 2001 pelas 13 empresas que compõe o sector dos serviços de transportes das 500 maiores do PÚBLICO.614.1 18. que ascenderam em 2001 aos 430.00 CAP.5 102. ANA S. não parece muito brilhante. reduziu as vendas em 36. os resultados líquidos cair 51.3 por cento e os capitais próprios valorizaram 65. PRÓPRIO 26.9 -12. AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 34 81 90 96 110 133 145 151 157 169 EMPRESA BRISA S.A.D.378. AS MAIORES Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 82 112 134 174 244 252 312 313 316 EMPRESA TAP S. 15.2 milhões de euros) e a Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (.Auto-estradas de Portugal em termos de volume de vendas. especialmente os aéreos e ferroviários. Contudo. EUREST LDA MÉDIA PLANNING PUBLICIDADE S. destaca-se pela positiva.A. PORTUGÁLIA S. 39.50 1.521..A.134.50 72.178. Apesar do impressionante montante de prejuízos. LÍQUIDOS 212. NA ÁREA dos transportes.A.1 RESULT.169. a tradição ainda é o que era: as contas continuam no “vermelho” e o futuro das empresas. consultoria de gestão e publicidade.10 494 6.Imobiliária Gestão S. Mal também se situou a RTC .20 12.A. as vendas das empresas que integram os serviços de transporte cresceram 8. CARRIS S.9 -400.90 70.4 5 8.6 milhões.3 12.5 por cento nos resultados líquidos e uma rentabilização TOTAL DAS 42 EMPRESAS DO SECTOR Valores em milhares de euros.30 -268.603.70 106. que com 205. representando apenas 2.3 5.D.7 13. PRÓPRIO -8.5 7. com mais 102.0 por cento e continuou com resultados líquidos negativos.A. CAMINHOS DE FERRO PORTUGUESES E.5 36. TRANSPORTES LUÍS SIMÕES S. de 122 milhões de euros em 2000 para 43.S E C T O R E S SERVIÇOS Diferentes. TRANSPORTES FREITAS LDA TRANSINSULAR S. pelo menos o de algumas.º EMPREGADOS 2040 470 1553 13 7300 4725 126 143 225 830 43749 registou um crescimento de 13.A.50 119. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos aguardam uma “reformulação orgânica” já prometida pelo Governo.3 RESULT.30 334.458.4 23.8 milhões de euros em 2001 que faz do sector o mais deficitário das 500. VENDAS 1.9 N. que vão desde hotelaria e restauração.5 19. houve uma melhoria face a 2000.20 7.40 VARIAÇÃO % 6. A desvalorizar perigosamente esteve a Lusoponte.5 N.381.E.295. 3.00 119.5 milhões de euros. Para o aligeirar dos prejuízos contribuiu significativamente a TAP.20 166. PARQUE EXPO 98 S. que contabilizou vendas superiores a 430 milhões de euros no ano passado.IMOBILIÁRIA GESTÃO S. as empresas presentes não apresentaram uma evolução homogénea.4 19.182 milhões milhões de euros.70 569.40 VARIAÇÃO % 10.40 205. SACOR MARÍTIMA S.606. Com um resultado líquido negativo de 268. mas iguais O SECTOR DOS SERVIÇOS engloba uma grande variedade de empresas. bem à frente da Parque Expo 98 S. I ANABELA CAMPOS SERVIÇOS DE TRANSPORTES A tradição mantém-se AFINAL. I ANABELA CAMPOS 48 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .A.D. A TAP.20 94.7 N.4 66.5 19.9 14.90 182.00 204.5 por cento nas vendas.867.40 144.732.20 1. mais 78.60 803. LÍQUIDOS -43.115.6 por cento.4 37. Comandado pela Brisa.C.797.

1 por cento das vendas totais.3 RESULT. variações e rentabilidade médias do sector calculadas com base nas empresas que apresentam registos nos dois anos . A Somincor./C. 1. o que poderá explicar a quebra de mais de nove por cento nas vendas da SAPJUSociedade Agro-Pecuária.095. Aquela que já foi a maior mina da Europa fechou o ano de 2001 com um prejuízo de 15 milhões de euros. única representante do sector mineiro.7 milhões de euros). S. de Beja. no entanto. Nas 500.00 41.208. impulsionada pelo consumo de carne “livre de perigo” de doenças (a crise dos frangos com dioxinas nunca chegou a afectar a produção portuguesa).3 N.960. INTERAVES . é muito reduzida quando comparada com a média das 500 que excedeu os dez por cento.80 VARIAÇÃO % -7. VENDAS 101.A. AGRO-PECUÁRIA S. AGRO-PECUÁRIA S.7 por cento do produto interno bruto (PIB).º EMPREGADOS 870 Valores em milhares de euros. perdeu quase vinte lugares na OUTROS SECTORES Deserto agrícola e mineiro tabela em relação a 2000 num ano em que a sua facturação diminuiu por via da forte quebra sentida nos preços do cobre a nível internacional. em consequência de uma descida das cotações do cobre até valores inferiores a 60 cêntimos de dólar por libra de peso.O FACTO DE SÓ EXISTIREM duas empresas agro-pecuárias entre as 500 maiores do PÚBLICO é revelador do peso e da importância do sector na economia portuguesa.SOC. A reorganização interna e algum recuperação nas cotações fizeram entretanto com que a empresa tivesse regressado aos lucros no primeiro semestre deste ano (1.4 CAP. PRÓPRIO 2.5 3. ainda não foi substituído — e no processo de venda de uma parte do seu capital.3 6.8 2.A.50 VARIAÇÃO % -9.9 RESULT. A agricultura representa. que pode implicar a perda do controlo accionista por parte do Estado português.00 CAP.865.1 35.180. não ultrapassando 0. AS MAIORES DA AGRICULTURA E PECUÁRIA Classificação das empresas por vendas em 2001 SECTOR 500 1 2 362 443 EMPRESA SAPJU . a ser marcada pelo impasse na gestão — o ex-presidente. A segunda metade do ano está. A indústria extractiva é outra das fracas presenças nas 500 do PÚBLICO. O mesmo argumento poderá ser invocado para explicar o forte crescimento de 35. 2.8 N. I R. LÍQUIDOS 411. nesse ano.50 89.º EMPREGADOS 230 264 494 TOTAL DAS 2 EMPRESAS DO SECTOR A MAIOR DA INDÚSTRIA EXTRACTIVA por vendas em 2001 SECTOR 500 1 165 EMPRESA SOMINCOR S. Soares Carneiro.4 161 572. actualmente.T.A. PRÓPRIO -9. A rentabilidade dos capitais próprios das duas empresas. que cria bovinos. O ano de 2001 ficou marcado pela crise das vacas loucas e os abates daí decorrentes. LÍQUIDOS -15.8 por cento. SA.SOC.3 por cento da Interaves. VENDAS 48. o seu peso ainda é menor.

6 12.7 2953. SECIL S.0 1394484.0 602864.1 31285.7 1. CARREFOUR (PORTUGAL) S.6 58. ÁGUA E GÁS COMÉRCIO AUTOMÓVEL CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS INDÚSTRIA CELULOSE.5 430875.5 366693.0 20518.6 42042.9 26466.A. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.4 1090.A.6 -0. SIVA S. SIEMENS S.9 81378.6 13.9 1.056 1.1 17.3 2.6 17475.461 887 1.7 5.A. LACTOGAL S.9 22.6 412696.1 12992.0 341827.99 172 65 403 88 2.2 15.9 489.0 525371.0 22.HIPERMERCADOS S.5 611682.2 N.0 276799.0 38.A.3 13. PHILIPS PORTUGUESA S.8 2.7 15.A. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO AUTOMÓVEL ELECTRICIDADE.0 23561.A. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS VENDAS 5650374.3 114971.6 826723.2 N. % 86. 28.0 1853594.8 11.3 N.7 -11. CTT .4 330572.0 236138.5 -6.0 118443.09 100 231 29 1.0 104830.0 408152.3 -425.606 1.1 34. SOPORCEL S. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.8 703513.9 N. ÁGUA E GÁS SERVIÇOS DE TRANSPORTES COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMUNICAÇÕES COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.A.3 637962.9 77068.0 2545.6 323555.A. ÁGUA E GÁS COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMUNICAÇÕES INDÚSTRIA AUTOMÓVEL ELECTRICIDADE.9 VAR. PAPEL E ARTES GRÁFICAS COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMÉRCIO AUTOMÓVEL SERVIÇOS COMÉRCIO FARMACÊUTICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA AUTOMÓVEL INDÚSTRIA AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS COMÉRCIO AUTOMÓVEL CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.9 574360.5 19.C.A.DISTRIBUIÇÃO CENTRALIZADA S.6 N.A. 12 2. MODELO CONTINENTE .832 1.º TRAB.2 617503.AUTO ESTRADAS DE PORTUGAL S.9 1.6 15207.0 1628735.5 18964.1 N.A.A.8 424072.5 430057.4 N. 44519.8 1.8 1.9 455420.3 7. CITROEN LUSITÂNIA S.A.A.1 379859.3 2351.4 38898.6 456683.0 -14049.3 5.987 858 197 1.0 N. ÁGUA E GÁS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.0 55711.7 -43614.9 11046. -5.777 11.D.4 8.A. PT COMUNICAÇÕES S.A.2 0.7 793497. BEBIDAS E TABACO COMUNICAÇÕES COMUNICAÇÕES INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA CELULOSE.D. CLASS.0 5426592. BP PORTUGUESA S. 16.0 23. PRÓPRIO % 7.4 994226.9 92926.0 158419.1 2145.5 18971.1 4.D.0 473234.0 149790.5 3.A. AUTOEUROPA .3 7.3 212050.1 -10.8 46425.1 8.D.8 6452.1 2.A.8 N.6 443011.AUTOMÓVEIS LDA REN .102 1.0 307677.0 1176.A.0 -24434.9 806421.0 1219278. SECTOR ELECTRICIDADE. GMAC LDA SOMAGUE S.9 581527.6 -355.A.0 1046845. MAKRO S.4 331357.A PETROGAL S.6 322569.4 414169. SALVADOR CAETANO . CEPSA LDA MERCEDES-BENZ PORTUGAL S.0 541226.0 53.1 8.A.4 -14.2 1169954.3 -13.A.0 26811.A.5 694249.8 8086.ENERGIA S.0 1043235.0 29825.3 31.9 334403. 6742.IIMVT S.9 32.1 2813.9 CAPITAL PRÓPRIO 6096758.027 3. TAP S. PAPEL E ARTES GRÁFICAS INDÚSTRIA AUTOMÓVEL COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.D.8 329869.057 210 3.3 68677.1 29.2 4.2 -29. CAP.132 340 1.6 -56169. CIMPOR S.A.3 5.6 -1. BOREALIS POLÍMEROS S.5 50.8 6.0 47878.2 2. PINGO DOCE S.A.4 525208.7 479301.3 478622.076 200 145 2.3 25457.A.7 11.9 7.5 10.A.3 22364. BLAUPUNKT AUTO-RÁDIO PORTUGAL LDA PEUGEOT PORTUGAL S. 2001 2000 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 2 1 3 4 5 6 7 11 8 9 10 12 14 15 13 16 17 18 20 30 27 19 26 28 24 — 33 22 35 31 23 36 40 38 44 42 39 34 49 47 51 54 52 45 56 29 48 43 53 50 EMPRESA EDP DISTRIBUIÇÃO .4 163994.4 9.0 13.9 8.0 84040.8 14. NESTLÉ PORTUGAL S. FIAT DISTRIBUIDORA DE PORTUGAL LDA SOARES DA COSTA S.A. BEBIDAS E TABACO COMUNICAÇÕES COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS ELECTRICIDADE.D.A.7 26266.2 8.0 108712.1 -8.7 53.7 541991. -999.6 1.9 10. 20036.3 276851.6 4.3 12.3 13.A.4 541226.2 -7950.5 87330.3 734738.0 169836.04 424 2. 6.7 25.8 16231.005 120 1. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.0 2273000. FORD LUSITANA S.0 1363973.2 10232.0 364869.A.4 1.0 295448.141 2.A.774 1.A.1 55313.3 6.8 636357.55 6.0 N.7 -14.4 271168. ALLIANCE UNICHEM FARMACÊUTICA S. OPTIMUS S.0 24. TEIXEIRA DUARTE S. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.A.6 3.5 125.A. RENAULT PORTUGUESA S.4 11.2 112582. FEIRA NOVA S.6 118.3 26.3 17.9 2403.4 19.755 50 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .0 2344914.7 11.8 9.4 10428.D.0 5063.5 2118. BRISA .32 2 17.699 8 319 1.4 -20. PORTUCEL S. RECHEIO S.1 180701.A.1 12665.0 335958.9 RESULTADOS LÍQUIDOS 450795.8 -29.0 6694.6 -7.8 79812. TRANSGÁS S.4 5.5 191490.9 227201.6 20.3 71700.1 33.A.66 618 11.3 50739.3 18. TMN S.7 8.9 74712.0 431550.D.A.A.1 13.3 RENT.0 2209104.0 1559169.REDE ELÉCTRICA NACIONAL S.7 1.1 6.7 175.0 956648.9 258325.2 -3.A.CORREIOS DE PORTUGAL S.33 812 1.8 374064. Cª PORTUGUESA DE HIPERMERCADOS S. 745994. MODIS . REPSOL PORTUGAL LDA ENGIL S.59 580 1.6 8194.A.1 11.6 305950. RCI GEST S. CPPE S.A.9 -1.6 222.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS. SHELL PORTUGUESA LDA VODAFONE TELECELS.

3 4758.TERMO-DOMÉSTICOS S.3 69129.6 9. FIMA/VG LDA CONTINENTAL MABOR S.A.7 43972. ENTREPOSTO .6 -0.A.5 191091.1 13331.8 47.233 402 890 1.CONFECÇÕES LDA MONIZ DA MAIA. MARCONI S. BERTRAND FAURE S. SOC.5 11.6 166712.9 1.0 170842. 31.8 20539.4 25.5 1164.0 N.A.A.6 RENT.7 14.9 -9381.3 11.A.4 79285.553 125 1.9 -8. MITSUBISHI MOTORS DE PORTUGAL S.A.345 200 931 536 210 380 15 1 93 208 3.D. CPCDI S.3 162574.0 42279.2 53865.8 0.7 146677.A.0 160426.MEDICAMENTOS S.7 184423.7 230605.8 12131.7 23330.45 94 128 45 1.R.9 5394.3 8.4 51397.GEST.5 16.7 0.4 165576.421 822 470 6.0 234255. CAP. CONSTRUTORA DO TÂMEGA S.3 19781. SERRA & FORTUNATO S.7 7.329 6.0 1636.8 2140.0 33420.3 199021.4 18708.L.8 29789.8 9354.1 35.2 256635. CENTRAL DE CERVEJAS S.0 23316.7 275361.9 408.1 16797.A.2 -31. 7791.2 -37.7 RESULTADOS LÍQUIDOS -25988.4 10.4 27.0 20567.1 264560.2 9994.9 229453.3 210432.8 203830.2 13. 64. REAGRO S.4 2426.1 5568. Cª IBM PORTUGUESA S.9 13.7 5.L.9 66. SCC .1 17. 5039.0 32589.4 261885.3 5.0 N.9 164180.2 -81.7 56653.A.9 214239.0 31. ÁGUA E GÁS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA AUTOMÓVEL COMUNICAÇÕES INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO FARMACÊUTICO COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO FARMACÊUTICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMUNICAÇÕES ELECTRICIDADE.8 46491.2 728 74 400 13 186 527 169 1.A.7 291868. ÁREAS DE SERVIÇO LDA FIAT AUTO PORTUGUESA S.E.8 281882.3 162.7 13078.8 1002.4 N.3 803. 2001 2000 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 57 64 90 63 59 58 61 55 65 60 99 74 37 70 71 — — 84 41 76 83 — 79 75 87 86 77 107 72 68 67 82 — 81 62 78 94 96 97 89 119 91 80 66 115 95 106 100 108 110 EMPRESA TURBOGÁS S.7 -28. COMPUTER 2000 PORTUGUESA LDA C.8 201266.2 15.5 32. UNICER S.2 175252.1 -3.7 8.9 8334.7 37011.PUBLICIDADE E MEIOS A.8 17.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS.3 182896.897 750 8 1.6 64.7 1454.3 214387.8 N.2 36717. CLASS.COMÉRCIO DE OLEAGINOSAS S.0 229215.3 338 1.6 3601.9 11836. TABAQUEIRA S.3 208428.0 10. 8 975 5.0 280491.A.9 20428.A.D.2 5.A.8 223644. HISPÂNICA DE AUTOMÓVEIS S.6 N.D. ANA .6 3.1 -5. GALPGESTE .6 64812.6 255777.1 -23.A.0 112131.A.3 169901.5 25102.9 2.7 112770. PRÓPRIO % N.4 189462.6 21.7 2008.0 40375.3 4.0 4.0 168450. ÁGUA E GÁS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA AUTOMÓVEL COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO COMÉRCIO FARMACÊUTICO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA AUTOMÓVEL COMÉRCIO AUTOMÓVEL SERVIÇOS SERVIÇOS DE TRANSPORTES INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS SERVIÇOS COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS SERVIÇOS COMÉRCIO FARMACÊUTICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO FARMACÊUTICO INDÚSTRIA AUTOMÓVEL VENDAS 297960.0 11303.0 1733.5 1437.A.5 30.5 62683.5 235875.A.A. PT PRIME S.M.5 206508.8 16.8 44.7 -18.2 -0.8 VAR.2 23.A.294 25 168 133 320 1.E.4 663. VULCANO .C.0 241528.8 22.8 12.9 15.7 14.0 169277.A. RODOGESTE LDA MEGAMEIOS .1 158360.6 266810.7 3074.5 -4.º TRAB.A.1 -32.3 251662.7 278835.7 15875.2 27. LEAR CORPORATION PORTUGAL S.A. ERICSSON TELECOMUNICAÇÕES LDA ZARA PORTUGAL .8 26.4 2577. OLEOCOM .4 -672.7 32.0 230176. OCP PORTUGAL S.8 6.R.1 1.CAMINHOS DE FERRO PORTUGUESES E.8 195223.9 167.9 7. CITROEN S.105 52 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . UNIFAC S.8 52791.0 1214.5 -497069.4 167807.1 18.A.A.9 204722.2 2.8 CAPITAL PRÓPRIO -15862. MOTA & Cª S.5 288538.A.A.2 29.2 237141.4 225808.D.7 170041.4 39.AEROS DE PORTUGAL S.9 -2640. % 2.5 871.4 N. N. ESSO PORTUGUESA S.8 2793.A.A. LEVERELIDA LDA WORTEN S.1 12. SOQUIFA . BAVIERA S.6 280873.P.7 1.8 68.D.0 -268450. TEJO ENERGIA S.C. CP .0 9.0 296706.1 37492.0 10.4 15. 24.7 -173.4 78487. 6318. CODIFAR C.9 -0.0 244438. 20283.0 19.9 37.6 -12.4 -9911.SOC.A.2 1491. FUJITSU SIEMENS COMPUTER S.1 2214. S.4 9179.2 21805.6 11.4 217. YAZAKI SALTANO DE PORTUGAL LDA AUTO SUECO LDA PARQUE EXPO 98 S.VEÍCULOS E MÁQUINAS S. UNIÃO DOS FARMACÊUTICOS DE PORT.5 20. C.A. EDIFER S.8 -5.133 11 200 690 532 106 1.1 5386.1 280027.9 -9257.A.A.0 13259.5 N.7 280385.2 64. SECTOR ELECTRICIDADE.A.2 436. ALCATEL PORTUGAL S.A.2 8.5 30100. HEWLETT-PACKARD PORTUGAL S.5 44388.4 205350.6 8.2 4. CONSTRUTORA ABRANTINA S.D.3 2.2 -30.8 5.2 17.2 22.C.0 19.1 -11512.0 35736.7 14499.A.A.3 27.0 13445.7 -15.2 7853.A.

CERÂMICA E COMÉRCIO S.6 37. CONTACTO .2 85.1 346.6 43343.9 120509.09 420 130 33 297 612 337 150 380 544 210 325 1. ÁGUA E GÁS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.6 8.A.0 114267.1 113142.1 82.2 1581.A. 2001 2000 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 109 117 105 125 88 133 136 132 131 126 137 113 85 123 206 239 173 129 150 93 102 164 128 130 — 121 151 112 197 139 124 141 148 142 134 147 120 135 154 103 152 165 293 190 217 155 163 175 162 195 EMPRESA MERCK SHARP & DOHME LDA MANUEL NUNES & FERNANDES LDA A.4 10.D.5 12.8 10.1 15563.A.3 -2.A.7 116214.9 N. 48.0 19815.1 24.8 1513.3 N.5 6253. IMPRENSA NACIONAL .D.7 12387.0 N.8 65.5 2583.0 139538.2 131008.P.0 25.7 155411. D.I. SAMSUNG . OGMA S.3 625. SOPOL S.4 11.P. 3834. PORTUGÁLIA .5 5799. DIAGEO PORTUGAL LDA ALCÂNTARA REFINARIAS S. EPAL S.5 -76.3 12.A.8 13177. RAÇÕES VALOURO S.5 5.8 123197.7 4.3 33675. CORTIÇA E MÓVEIS SERVIÇOS DE TRANSPORTES INDÚSTRIA CELULOSE. DE REVESTIMENTOS S.0 -26. DE CONSTRUÇÕES S.A. AVENTIS PHARMA LDA ROCHE .D.1 119717. . PRÓPRIO % 38.4 12622.5 142907. OPCA S.4 123012.7 3979. 8360.ESTALEIROS NAVAIS S.9 -12.A.3 2.A.5 106994.A.0 37.2 -749.0 22.7 9.5 91679.SOC. GEST.3 78333.5 32.1 31.0 -290.6 2454.PRODUTOS QUÍMICOS S.5 116904.2 9973.4 9911.0 5.6 29965.2 44937.º TRAB. CASCA .9 N. SECURITAS S.018 149 245 85 282 1.7 55814. INSCO .6 19909.7 120675.7 2745.3 29.5 N.D.5 N. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA QUÍMICA INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA CELULOSE.A.ELECTRÓNICA PORTUGUESA S. CONSTRUTORA DO LENA S.7 117828.A.A.6 -1.3 -7.A.4 125737.6 161634.2 2074.7 13.8 13012.L.6 5.1 24.4 13.1 -4753.5 10787.7 287202.7 7528.0 79.A.1 -7.2 6.1 6.AÇOS PLANOS S. 17095. SGAL .04 1.8 19197.0 150685. SUMOLIS S.D. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA QUÍMICA INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS INDÚSTRIA DA MADEIRA.7 107553.6 42939.2 -1.7 20.A.3 149429.5 8.) S.7 N.6 119134. 48.9 17177.0 7609.9 27309.A.6 22.1 520.SISTEMAS DE ELECTRÓNICA LDA PETRIN S. SOLBI LDA NOVARTIS FARMA S.9 -19849.725 65 823 382 212 186 386 180 291 560 573 1.8 18214.TRANSPORTES AÉREOS S.8 16.0 7653.4 11685.8 -14694.0 RENT.8 4217.8 -115.5 -1117.8 20289.1 295.A.INDÚSTRIAS LÁCTEAS S.8 N.9 111418.5 -1488.0 1.9 88571.2 6018.0 11. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA AUTOMîVEL VENDAS 157718.ELECTRODOMÉSTICOS S.7 134541.6 9.8 9.9 31638. 0.PLÁSTICOS LDA SECTOR INDÚSTRIA FARMAÊUTICA COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.D.SOC. PAPEL E ARTES GRÁFICAS INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS SERVIÇOS DE TRANSPORTES INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO FARMACÊUTICO INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA SERVIÇOS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO. EUREST (PORTUGAL) LDA TRANSPORTES FREITAS LDA ROCA .7 N.6 -9.4 -90.3 2.9 CAPITAL PRÓPRIO 26997.A.9 112531.5 29347.5 14101.A.FARMACÊUTICA QUÍMICA LDA CIRES S.1 24.0 121355.1 -3.9 59. SIC S.6 132002.0 22257.0 124202.8 27.9 N.2 116379.0 -16.4 4656.3 -11.2 41.3 25.1 1394. PAPEL E ARTES GRÁFICAS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO MEDIA CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA FARMAÊUTICA ELECTRICIDADE.1 144768. CAP.6 120246. LISNAVE .2 22.4 319660. 496. 26221.4 119940.L.D.INSULAR DE HIPERMERCADOS S.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS.A.7 22.5 5.6 -26. 7249. 192 405 824 318 171 729 9 40 202 7.0 6.4 RESULTADOS LÍQUIDOS 10467.3 38.3 24. SONY PORTUGAL LDA GRUNDIG .4 -22. CLASS. DOW PORTUGAL .D.8 100382. 6.0 29662.3 629 1.8 126476.0 11608.A.5 7.2 1564.6 27417.9 125780.A.4 -0.7 -27202.4 19.7 106860.0 VAR.CASA DA MOEDA E. MANUEL RUI AZINHAIS NABEIRO LDA COMPAL S.A.A.4 153974.D.0 25968.7 131153. COFANOR C. LUSOSIDER .4 13.2 N.A.6 116154.A.9 38. CARDOL LDA DANONE PORTUGAL S. MÉDIA PLANNING PUBLICIDADE S.7 4896.A.1 10.3 138863. AUTO INDUSTRIAL S.3 1497.8 N.SOC.D.6 12.7 110660.A.8 156128.3 116600.6 20.912 100 432 4. S.9 18.A.6 36.1 11.2 118318. SOVENA S.02 126 454 473 850 294 638 54 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .6 144332.2 8.5 -2.0 151055.D.D.2 26.9 147085.3 N. SIMOLDES . DO ALTO DO LUMIAR S.0 87510. STORA CELBI S.5 2772.D.ADUBOS DE PORTUGAL S. 7964. % 15.A. 80.A.6 39767.6 138783.6 88.9 3.7 37232.0 124615.A. PORTUCEL VIANA S.0 127802.R.0 15. DAIMLERCHYSLER RAIL SYSTEMS (PORT. LONGA VIDA .9 5936.2 -340.1 11.3 33506.7 9.0 -2740.A.0 119055.A.5 10.8 21.3 139606.7 4411.7 1458.A.0 -421.1 107802.8 7.8 160188. PAPEL E ARTES GRÁFICAS COMÉRCIO FARMACÊUTICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA CELULOSE.2 11.3 4733.7 -17.4 1496. MERLONI .

0 15. PÁGINAS AMARELAS S.A.A.D.5 27454.0 6556.0 12.7 100.A. BRISTOL MYERS SQUIBB LDA TECNOVIA .2 88883.2 31593. 4. 15536. -0.3 N. FÁBRICA TÊXTIL RIOPELE S.7 10.5 -922. 2001 2000 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 353 168 167 140 146 144 — 179 — 166 474 153 251 342 145 171 — — 263 160 138 209 429 184 194 213 181 178 198 143 264 248 215 201 249 226 220 180 186 199 187 229 224 212 218 — 269 232 223 242 EMPRESA SONAE .7 1565.3 96224. IBEROL S.D.1 18.4 104590.A.A.9 2.2 104738.A.1 86386.0 103098.D.A.5 9010.1 94974.6 94250.3 106105.4 88322. SANTOS LDA XEROX PORTUGAL LDA HUF PORTUGUESA LDA PROSEGUR LDA PROSEGUR .R.041 169 155 702 56 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . S.3 8642.3 39. BAYER PORTUGAL S.3 -9. COMERCIAL C.8 60694.1 11.5 VAR.05 4.5 93637.3 10043.1 22.8 16. SPACE LDA ENTREPOSTO V.0 9389.3 -3.A. ÁGUA E GÁS SERVIÇOS INDÚSTRIA AUTOMÓVEL COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS SERVIçOS INDÚSTRIA TÊXTIL.7 -1.3 2. B.A. S.8 7790.6 1. SANTOS .6 -15208.D. ACCENTURE .1 119056.1 8293. 8.CONSULTORES DE GESTÃO S. 546.0 8390. COELIMA . DO VESTUÁRIO E DO COURO COMÉRCIO FARMACÊUTICO COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA AUTOMÓVEL SERVIÇOS SERVIÇOS INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS COMÉRCIO FARMACÊUTICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS VENDAS 106295.D. DO VESTUÁRIO E DO COURO COMÉRCIO AUTOMÓVEL ELECTRICIDADE.D.5 10450.5 90021.3 -7.0 88262.4 18389.VIAGENS E TURISMO LDA COOPROFAR C. CIN .5 12.5 162818.8 18.1 2579.D.3 7. TRANSP.3 -3783.2 1504.A.3 188 236 331 254 450 5.6 87341.E. -244.4 40.5 N.975 225 95 631 306 65 1.A. 46.0 632.8 N.5 3622.0 5899.3 33.A. ASTRA PORTUGUESA LDA TRANSINSULAR S.A. RAR . 0. CIBAL S.8 14.1 N. A.INDÚSTRIAS TÊXTEIS S.º TRAB.0 6556.5 7. E DISTRIBUIÇÃO LDA ECCO’LET (PORTUGAL) LDA WYETH LEDERLE PORTUGAL (FARMA) LDA ALVES BANDEIRA & Cª LDA SOC.6 8. DO VESTUÁRIO E DO COURO INDÚSTRIA FARMAÊUTICA INDÚSTRIA FARMAÊUTICA INDÚSTRIA EXTRACTIVA INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS SERVIÇOS INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO FARMACÊUTICO SERVIÇOS DE TRANSPORTES INDÚSTRIA CELULOSE.2 N.A. A.7 98061.A. CIMPOR BETÃO S.1 8572.0 56516.8 18.1 9756.4 22347.2 106160.5 RESULTADOS LÍQUIDOS 3470.9 N.4 7091.1 46 242 1.SOC.1 49923.6 24.135 479 216 38 1. % 102.3 87402.A.6 5258.2 6.0 32.9 -5.2 121.0 34059.5 4514.2 8642. 143 58 349 415 501 1.9 91292.6 14. 26.4 15.8 7295.3 91237. CMP .A. TOP TOURS .3 4565.8 24018.2 88195. PRÓPRIO % 90. AUTO SUECO () LDA MACONDE . SECTOR SERVIÇOS COMÉRCIO FARMACÊUTICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA TÊXTIL. LABORATÓRIOS PFIZER LDA INSTITUTO LUSO-FÁRMACO LDA SOMINCOR.1 24. EFACEC.1 9010.AUTOMÓVEIS S. SOLVERDE S.A.8 100577. S. 14.C. GARAGEM VICTÓRIA .2 N.7 19.D.3 N.1 3. DO VESTUÁRIO E DO COURO SERVIÇOS COMÉRCIO FARMACÊUTICO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA QUÍMICA COMUNICAÇÕES INDÚSTRIA TÊXTIL.D.0 -48.D.6 14.5 96426.3 13.1 -19285.5 44.0 10523.9 19071. CLASS.3 69940.3 424.8 N.6 -14.2 4101.3 -72.D.Cª DE SEGURANÇA LDA BETÃO LIZ S.D.6 14.3 1212.VEÍCULOS E PEÇAS S.2 27541.7 14.5 103727.0 N.5 5.0 0.8 N.1 88158.2 7.D.8 11.REFINARIAS DE AÇÚCAR REUNIDAS S.2 41. S. PAPEL E ARTES GRÁFICAS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS MEDIA SERVIÇOS COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA TÊXTIL.A.1 95408.0 26134. TOTALFINA PORTUGA.1 92357.8 15563.2 5761.9 26.8 2478.CONFECÇÕES S.9 87867.9 101180.9 88194.3 4. VASP .5 83.8 8014.6 40517.SOC. 9.1 34307.1 -1.3 -941.1 RENT.8 37.5 8.CIMENTOS MACEIRA E PATAIAS S. BOTELHO & RODRIGUES LDA BENTO PEDROSO CONSTRUÇÕES S.7 520.3 7.9 95756. 55.3 33306.0 5362.0 25. 793.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS.A.2 102463.0 47535.9 16894. JOHNSON CONTROLS II LDA C.9 103992.3 93815.8 -15.5 170.5 -2. 65599.T.8 97466.4 101619.6 87014.9 -18. RENOVA S.9 N.0 7.6 6320. S.6 0.8 -5.9 4818.A.3 7889.1 494. S.8 N.3 24.4 N.834 315 156 870 375 240 55 830 100 910 734 249 52 774 276 1.8 20.3 54549.5 N.2 13.A.6 2640.A.2 87341.T. S.H.0 13.3 88242.3 41.1 4.1 6.0 863.4 N.5 N.3 12.7 99567.D.3 86586.0 103740.9 CAPITAL PRÓPRIO 3833.0 93754.3 85.2 20686.2 11.0 -1.0 -1514. SCAL S.3 166.5 -0.A.0 -4.7 105988.0 4441. DE EMPREITADAS S. 480.9 120732.0 30528.6 10515. S.D.235 350 205 158 790 500 1.L. ESTORIL SOL S.2 5.A.A.7 12106. A.7 104820. NOVIS TELECOM S.4 92727.8 93001.4 33982. GDL S.3 7507.7 8289.2 N.0 106029.9 26763.D. 99067. 1041.3 7.7 10271.5 94411.A.5 14.7 -3.6 91346.IMOBILIÁRIA GESTÃO S.6 39.A. CAP.A.1 475.

5.9 2.7 77703.2 -3710.5 4.7 -35.5 32.A.6 -14.8 -7. 2063.INDÚSTRIA TÊXTIL S.A. 27.0 473.4 13.2 -10.8 6.0 N.8 4.5 -8. ROBERT BOSCH LDA NOVADELTA S.D. 5.D.A.0 45. DE FRUTAS S.4 75904.9 8.7 57.7 28375.6 12.1 78711.3 7.6 -2.4 78730.3 RESULTADOS LÍQUIDOS -25.0 -1501.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS.8 -107.6 -2.CILAG FARMACÊUTICA LDA MICHELIN . BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA CELULOSE. % -7.7 2610.0 75914.9 2230.2 N.0 13.0 13129.5 3.1 N.348 58 230 595 68 497 540 1 420 1.0 14. 11118. 19903.D.6 77594.7 15.9 3311.A.3 22781.2 37201.4 5. JERÓNIMO MARTINS LDA FISIPE S.4 N.3 127.A.4 202.1 2650.2 72868. 19.8 79930.BETÃO PRONTO S.D.SOC.A.2 1480. RENAULT TRUCKS PORTUGAL LDA AR LÍQUIDO LDA LIDO SOL II S. N. 5. PRÓPRIO % -0.8 -6.8 533.1 N.A. 222 657 214 250 21 430 412 584 271 182 500 1. DE CARNES S.A.4 33275. 0.3 15.SOC.5 38.D.0 N.0 73145.GESTÃO COMERCIAL S. 5.D.7 1.1 3420.0 0.9 81228.1 7006.2 72811.0 24056.0 2197.ª GERTAL S.D.0 77317. IBERUSAS.0 1401.A.EXTRUSÃO E DISTRIBUIÇÃO S.0 15678.A.9 -23. EMPRESA DE ELECTRICIDADE DA MADEIRA S.5 3.846 124 332 308 70 167 215 530 88 1.5 -0. BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS SERVIÇOS INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO SERVIÇOS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.2 -0. N.A.6 72355.D.0 36120.2 96519.2 14436.5 -1843.A.6 2961.5 15.LOJAS FRANCAS DE PORTUGAL S.2 181586.7 N.3 N.8 13.1 72742.1 5.A. PAPEL E ARTES GRÁFICAS INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA AUTOMÓVEL COMÉRCIO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO AUTOMÓVEL SERVIÇOS DE TRANSPORTES COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO. CABLINAL PORTUGUESA LDA LUSOGRAIN LDA PIONEER TECHNOLOGY PORTUGAL S.7 621.Cª LUSO PNEU LDA BENCKISER PORTUGAL LDA FERPINTA S. ENTREPOSTO .D.0 42.1 85746.4 27.0 -3806.A. AGIP PORTUGAL . 17292. OBRECOL S. CIMPOMÓVEL .7 -73671.2 2344.8 22.8 N.D.2 73080.1 -2663.6 76747.D.A.8 VAR.D. FLORÊNCIO AUGUSTO CHAGAS S. 3402.COMBUSTÍVEIS S.0 70582.9 13061.5 1065.3 81829. INICIATIVAS DE MEIOS LDA SCHNEIDER ELECTRIC PORTUGAL LDA TECNIDATA SI S.5 -28.6 6.3 -13.1 -2.8 56035.3 83867.4 -8.3 71689.0 CAPITAL PRÓPRIO 4738.D.A. N.136 250 938 58 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .9 4.0 6097.4 9.8 N.2 -6.9 81514. INDÚSTRIAS DE ALIMENTAÇÃO IDAL LDA PORTUCEL EMBALAGEM S.5 -9900.6 30015.2 2. CAP.D.6 79007.6 13112.8 N.0 1672.5 1517.COMÉRCIO DE VIATURAS LDA Cª CARRIS DE FERRO DE S.4 80582.4 969. DO VESTUÁRIO E DO COURO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO FARMACÊUTICO INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA FARMAÊUTICA COMÉRCIO INDÚSTRIA FARMAÊUTICA INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA COMÉRCIO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.3 81588.D.3 1883.4 -115234.6 5542. SONAE TAFIBRA . SICASAL .7 -8.0 73854.D. 0.1 81164.7 -1.6 -0.A.6 21449.6 1.1 12. EMPRESA PÚBLICA DE URBANIZAÇÃO DE JAIME RIBEIRO & FILHOS S. N.7 1627.D. -55.4 N.8 -338.0 4.9 27.D.0 674.8 -10.3 7. CLASS. JANSSEN .5 79360.2 2.1 73374.4 84436.3 4.9 RENT.0 8.6 73134.D.5 N. SLEM .2 1147.8 18092. 2001 2000 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 174 237 192 250 177 334 208 — 252 354 363 216 235 247 182 228 193 203 240 272 225 294 219 — 245 299 211 238 — 255 210 259 246 298 241 287 — 254 227 360 205 207 169 266 268 256 274 258 361 282 EMPRESA FERNANDO SIMÃO LDA ALVES RIBEIRO LDA BETECNA .9 82531.2 N.3 72208.A. 630. N.3 80188. GRUNDIG .8 15.1 1080.A.2 49.1 83043.5 9.A.3 -0. LUSO-ESPANHOLA DE METAIS LDA ANODIL .9 85938. DO VESTUÁRIO E DO COURO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS ELECTRICIDADE.A.A.1 54760.D. JOSÉ MACHADO DE ALMEIDA & Cª LDA EMPREITEIROS CASAISS.A. N.2 74505.1 1970.9 71962.8 7379.1 27904. SECTOR COMÉRCIO AUTOMÓVEL CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS SERVIÇOS COMÉRCIO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA TÊXTIL.D.D.9 -89. N. 3782. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO INDÚSTRIA TÊXTIL. LAMEIRINHO .0 83788.4 -9.2 11068.5 20. EDIFICADORA LUZ & ALVES LDA ZAGOPE S.3 -4.07 238 14 1.2 -255.INDÚSTRIA E COM.7 70491.6 73536.2 6. N.0 N.0 4620.7 71546. LFP .D.D.5 80950.A.0 19.0 0. 94.º TRAB.7 26934.VEÍCULOS PESADOS S.6 N.6 70490.D.9 4292.A.1 22. MECI S.5 8600.7 61.0 47122.A.8 14.0 1951. CABELTE S.8 N.LOGÍSTICA PORTUGAL LDA NOVOPCA S. EUROFRUTAS . ÁGUA E GÁS VENDAS 86368.0 79628.C.9 3874.4 1321.0 12576.3 84499. PROFARIN LDA EMEF S.0 3070.3 72178.3 17.A.4 N. 12533.3 53.A.4 78558.0 83155.8 7.1 7. 112.433 9 300 280 304 4 114 295 261 1.264 20 489 160 271 690 2.5 3415.5 339.9 N.D.2 N.4 3.

6 5.9 12856.4 29.7 3. 2.D.EMPREITEIROS S.3 65063.5 N.2 69653.3 -7.8 15165.1 66917.5 -10.3 70066.3 496.6 -599.PAVIMENTOS E VIAS S.4 24.R. J.2 15. TABASUL .2 3.9 4.2 1759.4 579.6 2624.5 4.7 21991.01 500 520 288 167 198 434 762 90 626 480 283 246 455 148 107 174 67 60 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .7 63220.2 26936.A.6 24031. EMPRESA DO JORNAL DE NOTÍCIAS S.4 3575.2 28598.2 35.0 5.6 66300.3 14.A.8 27561.8 1472. 2001 2000 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300 279 296 170 273 202 277 280 319 234 290 307 326 332 302 364 351 276 341 338 370 318 306 303 308 292 372 301 345 424 343 397 344 297 314 275 244 337 305 284 339 — 320 499 315 316 482 281 285 300 309 EMPRESA SOLVAY PORTUGAL . CAPITAL PRÓPRIO 55515.5 8. PRÓPRIO % -2. SANTOS BAROSA .3 -8.D. ANTÓNIO DE ALMEIDA & FILHOS LDA SAP PORTUGAL SOC.D.6 5.A. SOC.9 1. SOARES CORREIA .3 60872.0 69601. 5464.3 N. N.8 14.EDITORA LDA FARBEIRA C.7 64.0 69459.7 4.1 60444. S.2 -18.0 N.1 67504.7 15.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS.3 62398.3 29043.R. BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.9 31.8 11.7 49767.0 5977. -3704.3 1258.D.3 650.1 32215.0 -2415.1 20. SOTÉCNICA .1 1602.6 -11. TONOVA UNIPESSOAL LDA CONDURIL .0 63690. -67.3 -16.4 66688. RUI COSTA E SOUSA & IRMÃO LDA VISEU RÁDIODIFUSÃO PORTUGUESA S.A.8 18596.1 44.1 488.D.COMÉRCIO E REPRESENT.9 36.A.7 60676.1 -25. % 6.6 9.3 7152.9 11725.4 3575.9 65789.7 7. CONSTRUCTORA SAN JOSÉ S.A. MONTE & MONTE S.8 N.6 41. HONDA AUTOMÓVEL DE PORTUGAL S. 12582.6 0.2 66046.2 11.3 6.9 10166. DE TABACOS S.2 34.1 32.1 2391. DISTRIB.1 N. ACORIL .7 14.7 7290.9 N. DANZAS LDA TV CABO TEJO S.1 1529.3 17704.1 66182.0 6. S. PESCANOVA (PORTUGAL) LDA SECTOR INDÚSTRIA QUÍMICA SERVIÇOS DE TRANSPORTES COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO FARMACÊUTICO MEDIA COMÉRCIO FARMACÊUTICO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO INDÚSTRIA FARMAÊUTICA INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.A.A. 1501.3 2517. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.4 15974.2 N.3 62816. ELECTROTÉCNICA S.A.L.A. ALICOOP C. COCKBURN SMITHES & Cª S.0 763. CIMERTEX S.0 1732.2 8735. CAP.0 14.A. BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA FARMAÊUTICA INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA COMÉRCIO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS COMUNICAÇÕES INDÚSTRIA QUÍMICA COMÉRCIO AUTOMÓVEL CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.8 9.A.R.9 60771.D.0 7.7 9898. FONSECAS .2 0.7 61946.6 13.6 5178.2 -441.PRODUTOS QUÍMICOS S. VICAIMA .0 67.0 1116.8 32.5 71. 254.A.2 N.9 N.6 300.5 60667.9 3512.A.SOC.D.5 9.ARMAZ.3 6.2 -2.A.9 -1. CASA DA SORTE S.A.5 63747.0 3.7 18. 380 675 42 210 500 90 523 251 162 80 231 110 167 627 860 252 57 487 530 230 309 100 129 137 168 139 494 130 110 159 430 120 1.1 18.3 35668.9 15075.D.0 60347.9 10177.º TRAB.7 60794.3 16. PORTALEGRE GARCIAS LDA MERCAUTO LDA OTIS ELEVADORES S.A.3 69537.1 4864. PROLEITE C. CARCLASSE .1 62582.0 151. TRANSPORTES LUÍS SIMÕES S.8 25630.A.1 19662.4 2685.4 866.4 4734.6 65822.0 64352. 11. ABBOTT LABORATÓRIOS LDA ABRIL CONTROLJORNAL .9 66646.7 907.A.A.6 25.5 62379.D.8 52927.A.A.9 8091.3 9.4 2005.1 71. CLASS.L. TINTAS ROBBIALAC S.7 3593.9 19.1 62159.6 16.0 11.5 -7.8 13469.PRODUTOS SIDERÚRGICOS S. RAMALHO ROSA COBETAR S.9 66993.A.COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS S.4 10.0 22528.9 4.0 70.0 17.5 69828.1 63747.D.4 -1.7 60278.1 VAR. PAVIA .SOC.D.0 64889.2 67644.7 60282.6 24.A.2 N.4 11589.5 -5. DE FERRO S.A.7 62996. DO VESTUÁRIO E DO COURO SERVIÇOS COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO. BEBIDAS E TABACO MEDIA INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA FARMAÊUTICA COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.3 4398.6 18.7 14. BEBIDAS E TABACO MEDIA INDÚSTRIA TÊXTIL.7 3319.8 4.5 458.9 60766.8 1. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO VENDAS 70423.3 1401.7 7.1 65972.8 12822. RENT.0 1100.VIDROS S.6 2444.1 64222. UNIPESSOAL LDA WURTH (PORTUGAL) LDA TEODORO GOMES ALHO & FILHOS LDA BICC CELCAT S.1 8.6 20.9 5719.CONSTRUTORA DURIENSE S.A. A.2 -0.2 60321. GONVARRI .8 3.L.6 19.0 7766.D.2 N.6 RESULTADOS LÍQUIDOS -1200.4 1773.7 N.A.A.3 12.2 4.9 2. DE EMPREITADAS ADRIANO S.9 8.3 17.0 1630.4 64273.3 41688. SANOFI SYNTHELABO S.6 17.A.6 30.9 409. UNILFARMA LDA TREVIRA FIBRAS S.6 2615.A.A.3 9656.0 5. RIBERALVES S.A.9 890.8 3026.4 11241.0 4923.8 3.8 254.7 64260. INDÚSTRIAS DE CARNES NOBRE S. 11339.A.8 18.4 67023. PORTELA & Cª S.4 35.8 64919.2 27560.2 8.6 58. ALBERTO MARTINS MESQUITA & FILHOS S. SOGENAVE S.6 69643.

9 N.6 N.9 12994. S. 12.4 28. EUSÉBIOS & FILHOS S.2 9801.D.3 4311.9 58668.A. AMTROL-ALFA .8 385.D.4 54636.2 56682. 19.5 51749. PRÓPRIO % 6. 1384.6 26.9 1.0 50046.2 56603.9 11.EMPREENDIMENTOS NORTE SUL S. 11. RADIOTELEVISÃO PORTUGUESA S.A.0 51156.A.4 -6.1 14457.9 -3.5 13. S.A.8 17.1 17.A. ALIM.0 -293. MADIBÉRIA LDA METEORO LDA EFACEC .8 53758.A.4 13.0 8.7 51187.6 4.A.7 18.0 -1.A.1 34. TEKA PORTUGUESA LDA PROLÓGICA .0 4881.A.8 392. VIATEL S.3 -67.3 13.A.5 54209.7 51025.SOC. BACARDI .4 9375.2 1007.A.D.9 534.A.4 N.3 50425. CORTIÇA E MÓVEIS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO VENDAS 60063.7 8. CLASS. SORGAL .8 11.2 2072.4 50251.3 62. RAMADA .º TRAB.9 7. UNIBETÃO LDA SOGRAPE .7 56480.D. ABAST.9 2513.0 -3117.REVESTIMENTOS S.R.7 54020.D.0 32. ENSUL .9 8877.0 17295.A.PRODUTOS ALIMENTARES S.TECIDOS S.6 0.C. SAINT-GOBAIN SEKURIT PORTUGAL S.0 N. J.3 RENT. SECTOR CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS ELECTRICIDADE.0 15621. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO AUTOMÓVEL SERVIÇOS DE TRANSPORTES INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.A.2 53035.1 16768.1 12.8 VAR.A.8 9.6 50542.0 59062.7 6793.D.7 16. POLIFACE S. CAP.D.3 19366.0 -14.A. 3199.3 9. HAGEN S.5 43006. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMUNICAÇÕES CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA FARMAÊUTICA COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS INDÚSTRIA AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DA MADEIRA. DILOP .5 33528.9 -32.7 RESULTADOS LÍQUIDOS 901. NACIONAL S.2 10.0 11. 400 297 803 55 151 460 151 105 207 46 320 44 540 39 202 140 162 930 210 329 305 180 180 300 363 263 55 464 37 587 226 82 617 311 42 429 160 1 438 400 2.1 50.4 0.2 15688.AUTOMÓVEIS E REPARAÇÕES S.5 19.2 4697.I.4 N. 15415.7 -3. 2001 2000 301 302 303 304 305 306 307 308 309 310 311 312 313 314 315 316 317 318 319 320 321 322 323 324 325 326 327 328 329 330 331 332 333 334 335 336 337 338 339 340 341 342 343 344 345 346 347 348 349 350 348 — 335 378 333 — 328 331 295 — — 380 387 377 327 431 — — 391 317 312 399 — — 366 — 384 — — 464 398 340 440 291 — 352 404 422 402 460 381 430 — — 243 — 289 408 — 405 EMPRESA ETERMAR S.8 -27149.8 58736.E. S.3 58036.0 28840.5 N.2 250.2 -615. MODALFA . DE CONSTRUÇÕES H.8 12.7 241.5 53044.A.2 55914.A.3 8665.9 50659. 12. POSTAIS E LOGÍSTICA S. 2737.9 6.0 50198.5 3.D. AVELINO.0 969.0 N.9 N.0 50577.0 10. PORTLINE S.2 56335. BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO INDÚSTRIA DA MADEIRA.3 57476.6 CAPITAL PRÓPRIO 13507.0 23.1 54706. 55.D.0 3.7 10681.SERV.8 -0. LEGRAND ELÉCTRICA S.5 44700.9 50534.0 -173880. % 12.43 470 470 464 1.3 50477.8 11164. LABORATÓRIO MEDINFAR S. POSTLOG .0 1651.A.0 12381.5 57468.8 57968.6 -1.0 2666. AGRÍCOLA DE BARCELOS C. 2465.4 17. SOC.1 N.A. GESPOST LDA PORTUGAL TELECOM INOVAÇÃO S.A.6 1971.3 21.A.9 N.SISTEMAS DE ELECTRÓNICA S.8 3357.0 3.0 7826.A. CORTIÇA E MÓVEIS SERVIÇOS DE TRANSPORTES SERVIÇOS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA TÊXTIL.1 28.0 6844.1 -15.898 300 548 256 230 156 62 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .4 534.6 11.7 4.0 4120.9 47.7 23.VINHOS DE PORTUGAL S.8 57167.3 52976.4 58.L.2 41899. CORTIÇA E MÓVEIS INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO SERVIÇOS DE TRANSPORTES SERVIÇOS DE TRANSPORTES COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.MARTINI PORTUGAL LDA SOMELOS .4 54046.3 34500. COOP.0 1714.6 5.0 -109206. GASPE LDA MAHLE .D.A. 16.2 3.METALOMECÂNICA S.5 7.8 569.0 52681.1 -29191. SACOR MARÍTIMA S.2 32.D.2 741.8 9659. PARA ANIMAIS C.0 25488.D.0 3.7 59714.D.A.COMÉRCIO E SERVIÇOS S.L.L.0 8458.A.0 N.1 51593.5 N.8 17. 9.2 7.4 59555.4 3754.ª AMORIM . DE TRANSPORTES COLECTIVOS DO S.6 55989. COUTO S.A. ALISUPER S.0 15.9 N.C.7 N.8 -43031. 2209.7 53225.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS.A.7 13.1 855. P.E. TECNASOL-FGE . 5538.0 2415.0 4965.1 4916.2 4.5 1. 22389.5 22.0 1948. SOC. COOP.6 9.9 307.COMPONENTES DE MOTORES. GRUPO ANTOLIN LUSITANIA S.SISTEMAS INFORMÁTICOS S.D.9 4001.AÇOS E INDÚSTRIAS S. VESAUTO .7 27.1 9.0 23.C.4 50142.9 3647. MANUEL MARQUES DOS SANTOS CAVACO S. IND.0 16188.0 N. 7.5 11.1 N.8 9. ELECTRICIDADE DOS AÇORES S.4 -5.7 17. PATINTER LDA GRUDISUL LDA ENTREPOSTO MÁQUINAS S. DO VESTUÁRIO E DO COURO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA COMÉRCIO AUTOMÓVEL SERVIÇOS INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS SERVIÇOS DE TRANSPORTES CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS MEDIA INDÚSTRIA AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DA MADEIRA.3 2. DE ÓLEOS E RAÇÕES S.2 58423.A.A. SÁ COUTO LDA F.4 37.6 54776.5 4574. N.FUNDAÇÕES E GEOTÉCNI.A.5 57378.6 7. ÁGUA E GÁS COMÉRCIO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.2 324.R.7 798.7 9415.5 21318.6 N.3 34.9 55381.A.R.7 -21.1 1859.D.7 53462.0 10864.6 38.A.5 53979.D. 11.1 N.6 53318. CONSTRUÇÕES GABRIEL A.0 2095.1 25.4 -4.0 20651.C.4 57186. CEREAL ASSOCIADOS PORTUGAL A. 318.7 N.0 -15.1 755.A.2 50235. FARINHA & AGRELA LDA LACTICOOP U.

R.6 0.6 65.9 45535.A.2 36. ÁGUA E GÁS INDÚSTRIA QUÍMICA INDÚSTRIA QUÍMICA INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS SERVIÇOS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS SERVIÇOS MEDIA COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA CELULOSE. DO VESTUÁRIO E DO COURO INDÚSTRIA DA MADEIRA.A.4 414.0 -9.5 46979.7 -10.D.0 -839. BRAUN MEDICAL LDA INDÚSTRIAS JOMAR S.2 -11336.47 107 19 88 254 100 147 242 14 333 22 10 346 77 306 82 297 159 271 550 102 60 105 183 241 64 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .D.A.0 59.1 2.4 27. A LUTA C.0 5017. -28.1 3662.8 47662.0 921. B.7 15.0 18729.3 7443.5 13.0 7941. 1.3 25537.0 6760.Cª DE TÊXTEIS SINTÉTICOS S.9 48010.6 637.0 N. MOCAR S. S.6 417.2 -40.1 -49.3 -2.Cª DE GÁS DO CENTRO S. PAPEL E ARTES GRÁFICAS SERVIÇOS ELECTRICIDADE.1 9. -2.0 3018.9 45089.2 0. -1368.6 2571.6 CAPITAL PRÓPRIO 20348.S.0 3098.4 45755.9 45889.3 1.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS.9 40.6 46462.SISTEMAS DE INFORMAÇÃO S.9 N. TURISMO CRUZEIRO LDA TEMPUS INTERNACIONAL LDA SODICENTRO LDA GLAXO WELLCOME FARMACÊUTICA LDA SARDINHA & LEITE S. 52757.7 N.7 25.L.8 34.5 45631.5 6.0 45993.3 46614.0 4123.0 -3.7 N.4 5.2 48475. FDO . 411.7 6.0 46470.A.9 681.9 0.7 52.4 -4384.C.7 46649.5 48173. FAPRICELA S.D. SELECT .6 2043.7 10529.0 1351.0 27.0 16382.5 4539.9 49097. PAPEL E ARTES GRÁFICAS COMÉRCIO INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA SERVIÇOS COMÉRCIO COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA FARMAÊUTICA INDÚSTRIA DA MADEIRA. CORTIÇA E MÓVEIS COMÉRCIO AUTOMÓVEL SERVIÇOS SERVIÇOS COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS COMÉRCIO MEDIA INDÚSTRIA CELULOSE.M.0 13459.0 45733.6 59.0 48637. 424 7 123 546 68 356 320 1.1 49882.5 192.TRANSITÁRIOS LDA SONICEL S.2 -4.7 7.4 46852.6 22026.7 14726. 45.0 47619.3 23.7 106206.8 9429.0 46972.8 45378. VIDREIRA DO MONDEGO S.5 24589.0 4.0 7255.0 270.0 12145. PAPEL E ARTES GRÁFICAS CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA TÊXTIL.RADIOTELEVISÃO COMERCIAL LDA V.1 45675.8 14855. ÁGUA E GÁS INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.8 27.RECURSOS HUMANOS LDA UNICOL U.5 3. N. .8 -1563.9 3252. SECTOR INDÚSTRIA DA MADEIRA.7 53723.5 46547.D.128 75 150 16 230 150 1. CORTIÇA E MÓVEIS SERVIÇOS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS SERVIÇOS COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO AUTOMÓVEL AGRICULTURA E PECUÁRIA INDÚSTRIA DA MADEIRA.A.8 -8.4 48894.0 -9. N.D.9 5.0 6843.6 -5.6 N.3 5.A.5 RENT.A.2 37.3 4.5 44893.8 47578.0 1030.A.5 -3.3 5.A.9 48267.3 N.6 -14.5 14. DO VESTUÁRIO E DO COURO ELECTRICIDADE.A. MAZDA MOTOR DE PORTUGAL LDA Cª DE CELULOSE DO CAIMA S.A.2 28.1 2518. RTC .D.5 12.6 N. B.0 N.0 1482.D. -4190.9 46156.D.9 37335.3 47872.5 23176.7 -0.R.2 49888.A.0 50005. PRESSELIVRE S.6 9.7 23140.9 936.D.ª THYSSEN ELEVATEC S.º TRAB.2 -18.8 0.D.L.8 48865.6 20. PORTGÁS S.0 N. CORTIÇA E MÓVEIS INDÚSTRIA TÊXTIL.3 6.5 44849. CAP.4 4858.A. PT .3 23.A.1 32.4 44885.8 -244. CONTINENTAL LEMMERZ (PORTUGAL) LDA FOSFOREIRA PORTUGUESA S.CONSERVAS DE CARNE LDA PORTUCEL TEJO S. BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO FARMACÊUTICO INDÚSTRIA DA MADEIRA. CORTIÇA E MÓVEIS VENDAS 50027.A.A. CORTIÇA E MÓVEIS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.2 15.7 325.0 46.1 6.4 7.7 5623. ÁLVARO COELHO & IRMÃOS LDA TÊXTIL MANUEL GONÇALVES S. NEW HOLLAND PORTUGAL LDA SAPJU .5 13.A.0 171.0 44658.9 18866.9 49764.4 25. 16166. FERNANDES S. EUROPCAR INTERNACIONAL LDA SISTEMAS MC DONALD’S PORTUGAL LDA MOTIVO S.A.A. SOJORNAL S.3 48503. 15.0 4469.9 6932.0 0.1 37.D.3 47212.6 RESULTADOS LÍQUIDOS -5150.0 2312. FRIEDRICH GROHE PORTUGAL LDA LOURINHO .A.9 369.4 -10.0 19274. PRÓPRIO % -25.4 5627.5 14424.S.8 0. MARTIFER LDA COTESI .D.3 46357. 2. LISGRÁFICA S.0 6801.6 33.1 18. LASSEN TRANSITÁRIOS LDA GEFCO (PORTUGAL) .9 -6.5 1671.D.6 1.D.7 21. LUSITÂNIAGÁS . % -31.D.SOC.5 2. 6104.2 47169.6 -5.0 N.6 1835.A.0 11.4 27467.2 4.P.A.A. GRUPO GEL S.3 5873.7 16.2 2244.C.INDÚSTRIA S.2 46706.4 -36.5 56.1 10.7 VAR.0 7126.A.A.0 34. MOVELPARTES S.6 N. ESTABELECIMENTOS J.2 49133. N.1 3.4 658.0 2. CINCA S.3 7. 2001 2000 351 352 353 354 355 356 357 358 359 360 361 362 363 364 365 366 367 368 369 370 371 372 373 374 375 376 377 378 379 380 381 382 383 384 385 386 387 388 389 390 391 392 393 394 395 396 397 398 399 400 253 415 449 349 222 — 396 — 428 406 — 346 409 347 — — 401 — 375 388 400 389 350 — — 365 — 450 453 420 — 411 — 421 437 — 329 — — 463 — 359 390 — 485 — 479 441 236 393 EMPRESA CORTICEIRA AMORIM .0 48230. T. ASSIMEC S.5 7. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA CELULOSE.1 -3.3 49253.8 44.7 47663.2 N.4 49923.0 340.2 46238. FERSEQUE S.THOMAZ DOS SANTOS S.1 166.5 3.2 -480.8 10582. AGRO-PECUÁRIA S.0 1948.9 -1.4 -49.CONSTRUÇÕES S.0 3102. 76.9 N.2 11.9 N.6 49629.A.161 110 210 156 105 95 631 191 241 530 139 224 1.A.7 6.7 48607.6 2.3 15.A. CLASS.A.1 48564.

LOGISTICA INTEGRADA S.9 20.3 43106.0 43900.8 346.º TRAB.6 17.A.0 -1804.3 22. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA TÊXTIL.3 43199.7 6.3 1244.HYGIENE PRODUCTS LDA SOMAFEL S.5 1105.6 30.6 1.0 22280. PORTO EDITORA LDA YAMAHA MOTOR PORTUGAL LDA BRIDGESTONE FIRESTONE PORTUGUESA LDA DAGC LDA VEDIOR PSICOEMPREGO LDA SCHINDLER S.7 -14.2 42920.2 42858. COOP.8 40754.8 22.8 475. HONDA MOTOR DE PORTUGAL S. E INDÚSTRIA S.0 3798.7 5191.3 6. SOC.3 -67.8 28.6 43217.0 5243. PROMOR S.0 N.8 44333.A.0 1501.4 10.0 N.8 1850.6 41554.1 22.0 N.0 5523.2 1712.D.6 186.0 39254.0 186.4 9.7 3410.7 3. RÁDIO POPULAR .0 14. 3.7 43174.5 11922.4 5.0 42600.5 N. PAPEL E ARTES GRÁFICAS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO VENDAS 44609. 174.0 N. 72.7 12.0 3800.7 9236.A. 820. 77.D. CLC .5 -26.0 4286.D. 905. AGRÍCOLA DE VILA DO CONDE C.3 4.A.0 10909.A.5 -3.3 17. EDS .D.6 26.1 1895.7 44174.3 15681.2 N.6 44264. BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA AUTOMÓVEL COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO AGRICULTURA E PECUÁRIA COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA DA MADEIRA.PORTUGAL LDA SCHERING LUSITANA LDA FARSANA PORTUGAL .0 N.0 188.8 43921.0 32.SOC.0 N.9 13752.3 42509.9 254.D.3 20030. PRÓPRIO % 26. 2001 2000 401 402 403 404 405 406 407 408 409 410 411 412 413 414 415 416 417 418 419 420 421 422 423 424 425 426 427 428 429 430 431 432 433 434 435 436 437 438 439 440 441 442 443 444 445 446 447 448 449 450 — — 392 — 394 458 — 356 459 443 416 457 — — 436 379 434 448 466 278 — — 417 — — — 313 470 — 481 465 483 468 — 321 — — 382 487 414 — 472 — 475 — 426 — — 439 486 EMPRESA GOODYEAR PORTUGUESA .0 2644.0 24581.D.8 -21.0 8702.9 61701.134 400 170 80 214 559 21 11 45 68 389 514 40 340 97 330 128 196 30 59 125 190 850 130 141 140 54 150 21 264 141 590 96 560 274 210 161 66 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .9 N.0 55194.1 15205.0 11776. DO VESTUÁRIO E DO COURO COMÉRCIO FARMACÊUTICO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS COMÉRCIO AUTOMÓVEL SERVIÇOS COMÉRCIO FARMACÊUTICO COMÉRCIO FARMACÊUTICO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.0 11067.0 13. RÓTOR S.D. SUNVIAUTO S.4 7.0 -27.A. EXPEDIS .5 3.1 N.3 2511. AUTOM.CONFECÇÕES LDA DAI S.A.7 N.4 21180.0 146.6 44255.0 5260.UNIPESSOAL LDA CAM . SECTOR COMÉRCIO COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMÉRCIO COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.A.9 42795.0 44822. DO VESTUÁRIO E DO COURO SERVIÇOS COMÉRCIO PRODUTOS PETROLÍFEROS COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.0 1939.0 N.0 RENT.A.2 41318. Cª DO PAPEL DO PRADO S.1 26.A.A.4 13.6 10.0 40286. RODRIGUES CORREIA LOPES LDA ELECTROMECÂNICA PORTUGUESA PREH LDA PAULO DE OLIVEIRA LDA CASTELO BRANCO SCA . 702.0 2494. 1.7 2793. PULL & BEAR (PORTUGAL) .0 54.2 29889.A.4 7.7 -10.9 -6.0 15040.9 1198.9 8373.2 12.7 9.0 3824.0 CAPITAL PRÓPRIO 11470.2 21.2 3. HYDRO ALUMÍNIO PORTALEX S. DO VESTUÁRIO E DO COURO INDÚSTRIA CELULOSE.R.5 5. 9204.7 -35.4 2.D.8 319.1 27.D. AGRO-PECUÁRIA S. FUJITSU SERVICES LDA MUNDIFIOS .3 13.6 -12. 53 85 345 84 222 22 75 196 61 156 33 67 40 3.4 -11.CAMIÕES.4 -1152. FONTES S.5 -9.A.0 39254.9 VAR.8 -3452.0 85132.2 44471. 329.3 100.0 11144.A.2 20065.0 9.4 41095. ELECTROLUX LDA A.5 -2. ARROZEIRAS MUNDIARROZ S.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS. 9.9 43125.D.0 6995.3 17014.6 43208.5 3. CAP.A.0 2205.9 1.L.0 8.0 43091.DISTRIBUIÇÃO S. 5.8 41957.ELECTRODOMÉSTICOS LDA A.5 32.3 5.3 1683.4 9. ATLAS COPCO DE PORTUGAL LDA MARQUES LDA MANUEL TEIXEIRA & Cª LDA JEFAR .0 5428.A.9 1.1 15.COMÉRCIO DE FIOS LDA INTERAVES .D.D.A.0 7172. E MOTORES S.D.5 42677. CASTELIMO S.6 -3.6 25.INDÚSTRIA DE CALÇADO S.0 40968.5 35.2 44071.2 181.3 5074.D.8 41967.A.6 43613.7 44379. N.D.A. AUTO VISTULA S.9 43311. BP LUBS COMPANHIA DE LUBRIFICANTES LDA LA REDOUTE PORTUGAL S.6 -4. N.A.5 5610. BEBIDAS E TABACO MEDIA COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.0 41099.1 9.Cª LOGÍSTICA DE COMBUSTÍVEIS S.0 161.5 8. PETROIBÉRICA S.D.1 7995. 724.D.5 RESULTADOS LÍQUIDOS 3032.0 42395.1 40899.7 5.A.9 N. PRONICOL S.5 44358.5 -8.0 N.A.0 10686.2 43215.3 7277.4 5. 1852.1 42459. SOGRAPE .5 42269.9 10.9 164.0 4405.4 -81.7 N.7 43414.1 17.7 -0.4 N.8 26. CORTIÇA E MÓVEIS INDÚSTRIA TÊXTIL.9 -6.D.9 6.7 2165.2 42174.0 17384. BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA COMÉRCIO COMÉRCIO INDÚSTRIA TÊXTIL.A.COM.6 41456.7 67554.3 40796.1 34. CLASS.A.3 40536.0 7144.0 1609.5 8.0 10445.A. % 1.6 N.8 3135.3 40674.3 44289.6 42013. LUSOCERAMS.6 -6. EMPRESA MADEIRENSE DE TABACOS S.5 41052.0 42097.2 42059.6 571. 3.6 30. FUJIFILM PORTUGAL LDA MUNDOTÊXTIL LDA LUSOPONTE S.8 17.A. 214.0 5932.9 10.

SOC.8 2.9 15. MOTOROLA PORTUGAL LDA DAN CAKE (PORTUGAL) S. 2346.5 7855.0 2.5 -6.0 562731.0 124.A.7 19.2 9659.1 37215. 230 262 146 230 330 61 804 1.1 40352.6 706. N.D.D.0 1335.0 10014.0 11114.4 8811. LACTICÍNIOS VIGOR S.0 5.0 9.4 36985. IRMÃOS VILA NOVA LDA AVILUDO S. % 12. N.7 37495. 2562. N.9 15011.6 7890. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA TÊXTIL. S. 6683.7 40078.1 36088.0 15452.0 460.1 12.0 5178.2 19.A.A.0 492. ABAR S.MADEIRA S.A. DO VESTUÁRIO E DO COURO COMUNICAÇÕES INDÚSTRIA TÊXTIL.0 -568. T.0 -9.A.0 37796.0 16422.A.0 -4.0 28928. GAMOBAR .8 -19. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA QUÍMICA VENDAS 40381.0 37889.A.9 15. DO VESTUÁRIO E DO COURO SERVIÇOS INDÚSTRIA QUÍMICA INDÚSTRIA TÊXTIL.0 45981.0 3951.0 37124.A.0 7.A.0 8191. CABELAUTO . 21231.7 36710.7 1.5 N.4 36698.0 29111.9 40306. 3518.0 7809.D.5 321.A.6 -2.0 -1444.2 15068.A. GASIN .1 14.A.3 -10. 2001 2000 451 452 453 454 455 456 457 458 459 460 461 462 463 464 465 466 467 468 469 470 471 472 473 474 475 476 477 478 479 480 481 482 483 484 485 486 487 488 489 490 491 492 493 494 495 496 497 498 499 500 — 497 — — 493 — 433 — 385 432 — — — — — — 489 — — — 435 — — 491 — — 444 — — — — 413 — — 476 — 462 — — 480 — — — — — — 473 455 — 452 EMPRESA CAETANO & MONT`ALVERNE S.A.0 6808.2 37550.4 37994. SOCITREL .L.CONFECÇÕES TÊXTEIS S.T.6 -18.5 VAR. SOMAGUE ENGENHARIA .0 37602.RIBEIRÃO CONFECÇÕES TÊXTEIS S.3 25.0 N.9 21.2 -11.4 2.1 9.VIDRO DE EMBALAGEM S.0 162000.0 -6. DO VESTUÁRIO E DO COURO SERVIÇOS INDÚSTRIA QUÍMICA SERVIÇOS DE TRANSPORTES COMÉRCIO COMÉRCIO FARMACÊUTICO COMÉRCIO AUTOMÓVEL COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.0 978.D. 17.A.2 1.5 17. PAPEL E ARTES GRÁFICAS INDÚSTRIA TÊXTIL.9 37282.0 6021.9 40124. JUSTINO DAS NEVES S.D. DO VESTUÁRIO E DO COURO COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.0 205.0 31877.0 -85. S.0 32.R.8 13.7 -9.0 10793.1 38716.0 2688.5 N.D. UNIMADEIRAS S.2 12.0 CAPITAL PRÓPRIO 6004.7 39247.0 -194.2 -10. C.9 8.M.5 9.0 2. DO VESTUÁRIO E DO COURO INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO. S.0 3040.0 8846.3 -4. BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS COMÉRCIO INDÚSTRIA DA MADEIRA. DIÁRIO DE NOTÍCIAS S. VICAIMA S.MODA ITALIANA LDA CONSTANTINOS LDA CÍRCULO DE LEITORES S.5 -20.4 -7.0 42905.4 36155.0 1422.8 37379.3 4564. DO VESTUÁRIO E DO COURO INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA INDÚSTRIA TÊXTIL.2 16.P.3 N.6 -3384.0 1080. SOC.7 16.0 N.0 6774.5 321.9 7. 3.D.4 14.0 2094.A.A.2 13.A.A.4 N.0 1800.0 84.A.0 N. DE TREFILARIA S.FÁBRICA DE CALÇADO LDA ARTHUR ANDERSEN S.7 131.0 37328.2 36236.0 36059. BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA CELULOSE.D.1 11.8 30.0 N.0 9.CABOS PARA AUTOMÓVEIS S.9 24.A.6 27.3 3320.963 10 200 92 180 130 68 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . NEOPLÁSTICA S.7 36329.A.0 39282.9 0.4 -16.7 178.6 8.D.8 21. DO VESTUÁRIO E DO COURO COMÉRCIO AUTOMÓVEL MEDIA SERVIÇOS COMÉRCIO MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO INDÚSTRIA TÊXTIL.D.0 2. 5. DO VESTUÁRIO E DO COURO SERVIÇOS COMÉRCIO AUTOMÓVEL INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS INDÚSTRIA TÊXTIL. ADMINISTRAÇÃO DO DE ALBERPLÁS .6 38968.1 -4. AMBAR (AMÉRICO BARBOSA) S. DA ÁGUA DO LUSO S.0 38120.FIAÇÃO DE LÃ E MISTOS S.7 38814.0 2295.2 36541.º TRAB.0 857.0 14761.3 -10.0 971.1 2. RIBEIRO.8 3. BEBIDAS E TABACO MEDIA INDÚSTRIA QUÍMICA INDÚSTRIA METALÚRGICA E METALOMECÂNICA COMÉRCIO COMÉRCIO INDÚSTRIA DE MINERAIS NÃO METÁLICOS INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉCTRICO E ELECTRÓNICO INDÚSTRIA TÊXTIL.ALIMENTOS CONGELADOS S. GRAÇAFIL .0 38604. 0.2 37574.8 -8.A. ITALCO .0 40146.GASES INDUSTRIAIS S. & J.D.6 18. STOHR PORTUGAL LDA TV CABO S.1 39307.6 -0. PRÓPRIO % 19.0 8. MERCK FARMA E QUÍMICA S.2 10.1 2.A.5 23.0 168.0 37156. N. GELPEIXE .0 -18.D.7 6770. DOMINGOS DA SILVA TEIXEIRA S. AMARAL & FILHOS .8 37164.2 8.0 36696.0 8.0 13267.A.A.7 36304.A. IND. FARIA & Cª S.3 -172. RICON .8 11146.D.0 RENT.A.0 637.0 9393.0 290.2 N.0 N.S.8 37455.8 11. SECTOR COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.A.6 RESULTADOS LÍQUIDOS 1170.7 21.1 12. BROWNING VIANA S. TRIUNFO INTERNACIONAL LDA ITAU S.3 N.D.A.2 36326.M.A.9 33.0 8370.0 15.7 2140.0 -4.2 2313.A.5 38516.9 -42.D.0 124899. 4.A.SOC.5 0 0 M A I O R E S E M P R E S A S CLASS. TINTAS DYRUP S.7 2.4 39062. CAP. 43. N.D.1 3.6 113.7 38069.INDÚSTRIA DE PLÁSTICOS LDA METROPOLITANO DE E. CONFIAUTO S.0 -545.3 55 293 177 1.4 N.D.0 7526.A. INDÚSTRIA TÊXTIL DO AVE S.2 36274.0 699.D. 12.0 5469.9 N.A.4 18617. N. CLARK .2 38143.0 N.Cª PORT. CARPAN C.0 6500. DE EXTRUSÃO S.D. VILA GALÉ S.8 N.1 37665. N.7 37409.9 2.4 1. AUTOMERCANTIL LDA EXTRUSAL . CLASS. J. 492.A.1 39880.D. DE REPRESENTAÇÕES S.9 40197.1 -6.DISTRIBUIÇÃO S. RICARDO GALLO .D.4 20. 654.A.9 40080.0 1532. CONFETIL .D.A.0 N. 2873. CORTIÇA E MÓVEIS INDÚSTRIA DA ALIMENTAÇÃO BEBIDAS E TABACO SERVIÇOS COMÉRCIO ALIMENTAÇÃO.0 164.0 -15.8 13.A.055 306 257 300 171 120 1 38 650 295 582 208 600 145 99 416 900 70 515 350 320 423 44 180 94 168 33 7 395 144 160 390 73 1.

COOP. BRAUN MEDICAL LDA — LISBOA 353 B.M. — PORTO 35 ÁLVARO COELHO & IRMÃOS LDA — AVEIRO 363 ALVES BANDEIRA & Cª LDA — COIMBRA 192 ALVES RIBEIRO LDA — LISBOA 202 AMARAL & FILHOS .SOC.COOP.EDITORA LDA — LISBOA 255 ACCENTURE .R.A.INDÚSTRIAS TÊXTEIS S.SOC. — PORTO 289 EMPRESA MADEIRENSE DE TABACOS S.M. . — BRAGA 249 EMPRESA DE ELECTRICIDADE DA MADEIRA S. — LISBOA 159 CIMERTEX . — AVEIRO 127 E ECCO’LET (PORTUGAL) . — LISBOA 242 CIMPOR . — LEIRIA 117 CONSTRUTORA DO TÂMEGA S.CONSTRUÇÕES S.R.A.A. ABASTECEDORA DE PRODUTOS ALIMENTARES DO CONCELHO DE CASCAIS C. — LISBOA 70 ESTABELECIMENTOS J.A. — LISBOA 270 ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE LISBOA — LISBOA 493 AGIP PORTUGAL .A.A. — LISBOA 203 BICC CELCAT . — AVEIRO 336 FÁBRICA TÊXTIL RIOPELE S. — LISBOA 428 CEPSA .CONSTRUTORA DURIENSE S.CABOS ELÉCTRICOS E TELEFÓNICOS S.L. A.CABOS DE ENERGIA E TELECOMUNICAÇÕES S.A.SOC.COMPLEXO INDUSTRIAL GRÁFICO S. DE COMERCIALIZAÇÃO DE COMBUSTÍVEIS LDA — LISBOA 140 CARPAN .A. RAMADA . — LISBOA 315 ENTREPOSTO V. — SETUBAL 488 ABBOTT LABORATÓRIOS LDA — LISBOA 254 ABRIL CONTROLJORNAL . — LISBOA 360 A. — PORTO 121 CONTINENTAL LEMMERZ (PORTUGAL) . DE CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO S. — LISBOA 59 COELIMA .A S 5 0 0 M A I O R E S D E A A Z Nome da empresa Classificação nas 500 Nome da empresa Classificação nas 500 Nome da empresa Classificação nas 500 A A LUTA . EUROPEIA DE RESTAURANTES LDA — LISBOA 133 EUROFRUTAS .A. — PORTO 213 CABLINAL PORTUGUESA .ENERGIA MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS ELÉCTRICOS S. ABASTECEDORA DOS INDUSTRIAIS DE ALIMENTOS COMPOSTOS PARA ANIMAIS C.A. — PORTO 402 C.EMPRESA PORTUGUESA DAS ÁGUAS LIVRES S.A.CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE S.A.IMPORTAÇÃO DE AUTOMÓVEIS S.L.A.COOP. — PORTO 285 CONFETIL .A.A.R.R.A. AUTOMÓVEIS E MOTORES S.A.A.A. — PORTO 158 CORTICEIRA AMORIM .EQUIPAMENTOS PARA AUTOMÓVEIS S. — FARO 322 ALLIANCE UNICHEM FARMACÊUTICA S. — SETUBAL 301 EUREST (PORTUGAL) .A.A.A.FÁBRICA DE ARMAS E ARTIGOS DE DESPORTO S. — LISBOA 82 CARCLASSE . DE FARMACÊUTICOS DO CENTRO C. — SETUBAL 384 ASTRA PORTUGUESA .A. — PORTO 474 AMORIM .A. — LISBOA 103 ABAR .A. — LISBOA 89 CONSTRUTORA DO LENA S.ORGANIZAÇÃO NOGUEIRA DA SILVA S. — LISBOA 393 ESTORIL SOL S. — LISBOA 131 DAGC . DE DESENVOLVIMENTO AGRO INDUSTRIAL S.A. — AVEIRO 460 F F. — LISBOA431 FDO . — SANTAREM 408 DAIMLERCHYSLER RAIL SYSTEMS (PORTUGAL) S.FÁBRICA DE SAPATOS LDA — AVEIRO190 EDIFER .A. — LISBOA 180 EPAL .A. — LISBOA 90 ANODIL .EMPREITEIROS S. — LISBOA 143 DAN CAKE (PORTUGAL) S.PRODUTOS QUÍMICOS S. — LISBOA 433 CMP .CIMENTOS MACEIRA E PATAIAS S.SISTEMAS DE ELECTRÓNICA S.AÇOS E INDÚSTRIAS S.CONSULTORES DE GESTÃO S.A.DISTRIBUIÇÃO E LOGÍSTICA PARA A INFORMÁTICA S.A.COOP. & J.A.L. DE EXPLORAÇÃO DE CENTROS COMERCIAIS S.A.Cª PORTUGUESA DE EXTRUSÃO S. — AVEIRO 221 FERSEQUE .A.PRODUTOS FARMACÊUTICOS LDA — LISBOA 173 AUTO INDUSTRIAL S.FÁBRICA DE VIDROS BARBOSA & ALMEIDA S. — LISBOA 34 BRISTOL MYERS SQUIBB .DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS 462 70 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 . CLARK .A.SOC. — LEIRIA 166 COCKBURN SMITHES & Cª S. — COIMBRA 256 FARSANA PORTUGAL . — BRAGA 342 EXPEDIS .E. — LISBOA 485 CITROEN LUSITÂNIA S.BEBIDAS E ALIMENTAÇÃO LDA — BRAGA 423 A.A.A. . . — LISBOA 480 DANONE PORTUGAL S.COMÉRCIO DE EQUIPAMENTO AGRÍCOLA E INDUSTRIAL S. — LISBOA 440 ARTHUR ANDERSEN S. — LISBOA 463 ASSIMEC . — PONTA DELGADA 451 CAMINHOS DE FERRO PORTUGUESES E.A.AUTOMÓVEIS LDA — SETÚBAL 4 AUTOMERCANTIL . — LISBOA 387 Cª DO PAPEL DO PRADO S. — LISBOA 78 Cª CARRIS DE FERRO DE LISBOA S.L. — AVEIRO 100 BETÃO LIZ S. — FARO 288 ALISUPER . — LISBOA 17 FERNANDO SIMÃO .L.A.DISTRIBUIDORA DE ARTIGOS DE GRANDE CONSUMO DE LISBOA LDA — LISBOA 413 DAI .A.COMÉRCIO E ALUGUER DE VEÍCULOS AUTOMÓVEIS LDA — LISBOA 459 AUTOMÓVEIS CITROEN S.IMÓVEIS E CONSTRUÇÕES DE A.VEÍCULOS E PEÇAS S. — LISBOA 30 CIMPOR BETÃO . — AVEIRO 438 A.A. — LISBOA 215 EMPREITEIROS CASAIS DE ANTÓNIO FERNANDES DA SILVA S.A.A. — AVEIRO 347 AMTROL-ALFA .A.AUTO ESTRADAS DE PORTUGAL S. — LISBOA 160 BENCKISER PORTUGAL LDA — LISBOA 220 BENTO PEDROSO CONSTRUÇÕES S. DE COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS E REPRESENTAÇÕES LDA — PORTO 201 FERPINTA .E. DE PRODUTOS ALIMENTARES ALGARVE C.A.P.A. — PORTO 287 CIMPOMÓVEL .INDÚSTRIA DE BETÃO PRONTO S. — VISEU 39 CLC .L.Cª LOGÍSTICA DE COMBUSTÍVEIS S.A.HIPERMERCADOS S.L. — LISBOA 126 ALCATEL PORTUGAL S.CAMIÕES.REVESTIMENTOS S.A. — FUNCHAL 450 EMPRESA PÚBLICA DE URBANIZAÇÃO DE LISBOA — LISBOA 210 ENGIL .L.PORTUGUESA DE PETRÓLEOS LDA — LISBOA 32 CEREAL ASSOCIADOS PORTUGAL A.INDÚSTRIAS DE TUBOS DE AÇO DE FERNANDO PINHO TEIXEIRA S.INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS S.A.A.COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS E SERVIÇOS S. — PORTO 376 CPCDI .A.A.A. — COIMBRA 111 CASTELIMO .Cª PRODUTORA DE CONSERVAS ALIMENTARES S.A.A. — AVEIRO 370 CÍRCULO DE LEITORES S.A.A.A.A.COMPONENTES PARA AUTOMÓVEIS LDA — SETUBAL 378 CONTINENTAL MABOR . DE FRUTAS S.ª — COIMBRA 394 FARBEIRA . FARINHA & AGRELA LDA — FUNCHAL 306 AVENTIS PHARMA LDA — LISBOA 136 AVILUDO .L.COOP.DISTRIBUIDORA DE BEBIDAS LDA — SETUBAL 125 DIÁRIO DE NOTÍCIAS S. — BRAGA 278 CARDOL . SANTOS . FERNANDES S.COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS S.ABASTECEDORA CENTRAL DE PRODUTOS PARA A PECUÁRIA S.A. — LISBOA 169 ACORIL . — BRAGA 491 CABELTE .R.CABOS PARA AUTOMÓVEIS S. — PORTO 114 COMPAL . — LISBOA 244 Cª DE CELULOSE DO CAIMA S.A.A. .A. — LISBOA 321 DOMINGOS DA SILVA TEIXEIRA S.Cª DE TÊXTEIS SINTÉTICOS S.ADUBOS DE PORTUGAL S.A. — LISBOA 47 CASA DA SORTE .A.A. DE CONSTRUÇÃO CIVIL S.COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS S.A. — LISBOA 234 EUROPCAR INTERNACIONAL .R.BETÃO PRONTO S. — FUNCHAL 250 EMPRESA DO JORNAL DE NOTÍCIAS S. — SETUBAL 334 ENTREPOSTO COMERCIAL . RODRIGUES CORREIA LOPES .A. .INDÚSTRIA DE PNEUS S.ENERGIA S. — BRAGA 318 ANA . — PORTO 188 EFACEC .L.INDÚSTRIA DE PLÁSTICOS LDA — AVEIRO 494 ALBERTO MARTINS DE MESQUITA & FILHOS S.E.EXTRUSÃO E DISTRIBUIÇÃO S.A. .A. ABASTECEDORA DOS RETALHISTAS DE PRODUTOS ALIMENTARES DO NORTE C. — PORTO 172 CINCA .A. DE IMPORTAÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS DE BORRACHA LDA — LISBOA 412 BRISA . — PORTO 465 CONFIAUTO .SOC. — LISBOA 432 EXTRUSAL .A.A.A.A.AEROPORTOS DE PORTUGAL S.A.A.CONSTRUÇÕES PIRES COELHO & FERNANDES S.DISTRIBUIÇÃO S.SOC.ELECTRONIC DATA SYSTEMS DE PORTUGAL PROCESSAMENTO DE DADOS INFORMÁTICOS LDA — LISBOA 429 EFACEC . — AVEIRO 434 AUTOEUROPA .SOC. — PORTO 417 COOPROFAR .R. .A.DISTRIBUIÇÃO DE BEBIDAS E ALIMENTAÇÃO S.INDÚSTRIA DE TREFILARIA S. — LISBOA 76 Cª INDUSTRIAL DE RESINAS SINTÉTICAS . FONTES S.AÇÚCARES S. AGRÍCOLA DE VILA DO CONDE C. — BRAGA 383 FEIRA NOVA .A. — PORTO 311 ELECTRICIDADE DOS AÇORES S.A.A.CORREIOS DE PORTUGAL S.R. DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS S. — LISBOA 448 Cª IBM PORTUGUESA S. — SETUBAL 46 BOTELHO & RODRIGUES LDA — LISBOA 152 BP LUBS COMPANHIA DE LUBRIFICANTES LDA — LISBOA 404 BP PORTUGUESA S. — LISBOA 138 Cª PORTUGUESA DE HIPERMERCADOS S.A.SOC. — BRAGA 308 COOP.A.A. — LISBOA 186 C.A.A.A.A.A. — VIANA DO CASTELO 482 C C. — LISBOA 54 CABELAUTO . S. DOS PROPRIETÁRIOS DE FARMÁCIA C. — PONTA DELGADA 467 AMBAR (AMÉRICO BARBOSA) .A.A. — BRAGA 181 COFANOR .A.A. — LISBOA 63 FIAT DISTRIBUIDORA DE PORTUGAL LDA — LISBOA 44 FIMA/VG .ALUGUER DE AUTOMÓVEIS LDA — LISBOA 357 EUSÉBIOS & FILHOS S.A — LISBOA 1 EDS . — PORTO 281 ALCÂNTARA REFINARIAS . — LISBOA 294 BLAUPUNKT AUTO-RÁDIO PORTUGAL LDA — BRAGA 40 BOREALIS POLÍMEROS S. — PORTO 177 BACARDI .A.A.A.VEÍCULOS E MÁQUINAS S.FARMACÊUTICA PORTUGUESA LDA — LISBOA 199 BROWNING VIANA .FÁBRICA DE CALÇADO LDA — AVEIRO C. — LISBOA 60 AVELINO. — LISBOA 50 ENSUL .A. DOS FARMACÊUTICOS DO NORTE C. — COIMBRA 139 AUTO SUECO (COIMBRA) LDA — COIMBRA 155 AUTO SUECO LDA — PORTO 80 AUTO VISTULA .COOP.A. — LISBOA 141 DANZAS LDA — PORTO 275 DIAGEO PORTUGAL . — LISBOA 147 COMPUTER 2000 PORTUGUESA LDA — LISBOA 77 CONDURIL .CONFECÇÕES TÊXTEIS S.R. — BRAGA 340 CONSTRUCTORA SAN JOSÉ S. — LISBOA 124 ERICSSON TELECOMUNICAÇÕES LDA — LISBOA 86 ESSO PORTUGUESA S.L.A.SOC.A.D. — LISBOA 171 ETERMAR .CIRES S. — BRAGA 162 FAPRICELA .A. — LISBOA 93 ALICOOP .REPRESENTAÇÃO EM PORTUGAL — PORTO 279 CONSTRUTORA ABRANTINA S.A. — FARO 473 B B.METALOMECÂNICA S.COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS S. DISTRIBUIÇÃO. — BRAGA 57 COOP.H.LOGISTICA INTEGRADA S. DISTRIBUIDORA FARMACÊUTICA C. AGRÍCOLA DE BARCELOS C.VEÍCULOS PESADOS S. — PORTO 499 CARREFOUR (PORTUGAL) .Cª INDUSTRIAL DE CERÂMICA S. — LISBOA 224 ANTÓNIO DE ALMEIDA & FILHOS LDA — BRAGA 290 ARROZEIRAS MUNDIARROZ S.A. B. DE REVESTIMENTOS S.A. — LISBOA 304 COOP.COMÉRCIO E INDÚSTRIA S.A. — PORTO 91 CPPE . — LISBOA 338 CIBAL . — PORTO 274 CODIFAR .A. — LISBOA 153 BERTRAND FAURE .A. — LISBOA 68 EDIFICADORA LUZ & ALVES LDA — LISBOA 206 EDP DISTRIBUIÇÃO .A. — LISBOA 14 Cª PORTUGUESA RÁDIO MARCONI S.EMPRESA DE MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTO FERROVIÁRIO S.INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS ALIMENTARES S. — LISBOA187 CIN . — LISBOA 9 BRIDGESTONE FIRESTONE PORTUGUESA .A.CONSTRUÇÃO E MANUTENÇÃO ELECTROMECÂNICA S. — BRAGA 454 DOW PORTUGAL .A.COMÉRCIO DE VIATURAS LDA — LISBOA 243 ENTREPOSTO MÁQUINAS .A. DE CONSTRUÇÕES S.A. — LISBOA 98 CONTACTO .LISBOA 19 D D. — LISBOA 205 ALBERPLÁS .R.A.A.EMPRESA DE OBRAS TERRESTRES E MARÍTIMAS S.A.A. — LISBOA 477 DILOP .COMBUSTÍVEIS S. — PORTO 58 BAYER PORTUGAL S. COUTO S.A.EXLPORAÇÃO DE SUPERMERCADOS DO ALGARVE S.A.EQUIPAMENTO PARA A INDÚSTRIA AUTOMÓVEL LDA — VIANA DO CASTELO 239 CAETANO & MONT`ALVERNE S.A. . — AVEIRO 351 COTESI .A.EMPREENDIMENTOS NORTE SUL S. — LISBOA 10 CTT . — LISBOA 94 ENTREPOSTO LISBOA .Cª PORTUGUESA DE PRODUÇÃO DE ELECTRICIDADE S.SOC.SOC. — PONTA DELGADA 303 ELECTROLUX LDA — LISBOA 422 ELECTROMECÂNICA PORTUGUESA PREH LDA — PORTO 424 EMEF . PRODUTOS INFORMÁTICOS S.I.PRODUTOS ALIMENTARES S. — PORTO 374 FIAT AUTO PORTUGUESA S.INDÚSTRIA S.A.A.A.P.MARTINI PORTUGAL LDA — LISBOA 332 BAVIERA .SOC.I.Cª PORTUGUESA DE COMPUTADORES.COOP. — LISBOA 259 CASCA .A. SILVA & SILVA S.A. — PORTO 476 CONSTANTINOS LDA — LISBOA 484 CONSTRUÇÕES GABRIEL A.INDÚSTRIA DE CIMENTOS S. — LISBOA 198 BETECNA .

A. — LISBOA 406 HUF PORTUGUESA .L.PAVIMENTOS E VIAS S.SOC.PRODUTOS SIDERÚRGICOS S.COMÉRCIO E ALUGUER DE VEÍCULOS LDA — LISBOA 28 GONVARRI .R. — LISBOA 326 LABORATÓRIOS PFIZER LDA — SETUBAL 163 LACTICÍNIOS VIGOR S.A.MONTAGENS ELÉCTRICAS.MODA ITALIANA LDA — LISBOA 483 ITAU .OBRAS E CONSTRUÇÕES S. — LISBOA 403 LUSOGRAIN . — PORTO 352 H HEWLETT-PACKARD PORTUGAL .COMPONENTES DE MOTORES. — LISBOA 497 MERCK SHARP & DOHME LDA — LISBOA 101 MERLONI .MADEIRAS E DERIVADOS S. — PORTO 377 PORTLINE .DISTRIBUIÇÃO ALIMENTAR S.A.A.CONSTRUTORES ASSOCIADOS S.EMPRESA DE GASES E DERIVADOS DO PETRÓLEO LDA — PORTO 327 GDL .ALIMENTOS CONGELADOS S. — PORTO 65 MOTIVO .A. — LISBOA 129 INDÚSTRIA TÊXTIL DO AVE S.A. SÁ COUTO LDA — PORTO 335 J.A.A. — PORTO 156 MADIBÉRIA . — BRAGA 212 LASSEN TRANSITÁRIOS LDA — PORTO 367 LEAR CORPORATION PORTUGAL . — LISBOA 299 FORD LUSITANA S.A.A.INDÚSTRIA TÊXTIL S.A. — LISBOA 69 MOCAR S. — SETUBAL 226 MÉDIA PLANNING PUBLICIDADE S.A.INDÚSTRIA DE PLÁSTICOS S.FIBRAS SINTÉTICAS DE PORTUGAL S.Cª LUSO PNEU LDA — LISBOA 219 MITSUBISHI MOTORS DE PORTUGAL S.A. — LISBOA 495 MICHELIN . — LISBOA 366 MODALFA .INSTITUTO TÉCNICO DE ALIMENTAÇÃO HUMANA S.INDÚSTRIA DE CALÇADO S.A. — LISBOA 359 MOTOROLA PORTUGAL . — LISBOA 217 NOVARTIS FARMA . — LISBOA 123 NOVIS TELECOM S. — LISBOA 83 G GALPGESTE .A.AUTOMÓVEIS S.A.LOGÍSTICA PORTUGAL LDA — BRAGA 237 GRUNDIG . DE PRODUTORES DE LEITE ENTRE DOURO E MONDEGO U.COMPONENTES E SISTEMAS PARA MOBILIÁRIO E CONSTRUÇÃO S. — SETUBAL 144 LONGA VIDA . — SETUBAL 420 LUSOSIDER . — LISBOA 88 MONTE & MONTE S.A. AGRO-PECUÁRIA S.A.A. — SANTAREM 257 INDÚSTRIAS JOMAR .E.A.A.PRODUTOS FARMACÊUTICOS S.COMÉRCIO DE TRACTORES E MÁQUINAS AGRÍCOLAS LDA — LISBOA 361 NOVADELTA .SOC.SISTEMAS DE ELECTRÓNICA LDA — BRAGA 106 GRUPO ANTOLIN LUSITANIA .A. — LISBOA 209 FONSECAS .COMÉRCIO E REPRESENTAÇÕES S.ESTALEIROS NAVAIS S. — LISBOA 253 HONDA MOTOR DE PORTUGAL S. — PORTO 354 INICIATIVAS DE MEIOS .A. — LISBOA 42 FOSFOREIRA PORTUGUESA S. — LISBOA 247 LIDO SOL II .A.A. — PORTO 20 OTIS ELEVADORES S.A.COMÉRCIO DE FIOS LDA — BRAGA 442 MUNDOTÊXTIL .A. — LISBOA 339 LEVERELIDA .A.DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTARES S. DISTRIBUIDORA DE GÁS NATURAL DE LISBOA S. — LISBOA 453 GERTAL .DISTRIBUIÇÃO CENTRALIZADA S.DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS DE CONSUMO LDA — LISBOA 245 JOHNSON CONTROLS II .INSULAR DE HIPERMERCADOS S.A.INDÚSTRIAS LÁCTEAS S. — PONTA DELGADA 148 INSTITUTO LUSO-FÁRMACO LDA — LISBOA 164 INTERAVES .CONSERVAS DE CARNE LDA — PORTO 391 LUSITÂNIAGÁS .HIPERMERCADOS S.UNIÃO COOP.PRODUTOS FARMACÊUTICOS S.A. — LISBOA 81 PATINTER .C. P.A.A.A.A. — LISBOA 96 MERCAUTO .A. — PORTO 365 MUNDIFIOS . LDA — LISBOA 441 FUJITSU SIEMENS COMPUTER S.ª — VIANA DO CASTELO 346 GRUPO GEL .PRODUTOS ALIMENTARES S. — SETUBAL 272 GOODYEAR PORTUGUESA . — LISBOA 15 PIONEER TECHNOLOGY PORTUGAL S.A.CILAG FARMACÊUTICA LDA — LISBOA 218 JEFAR .A. — LISBOA 443 IRMÃOS VILA NOVA LDA — BRAGA 472 ITALCO .A. — LISBOA 316 .A.A. — LISBOA 41 PHILIPS PORTUGUESA S.P.A.A.C. — AVEIRO 305 MANUEL NUNES & FERNANDES LDA — LISBOA 102 MANUEL RUI AZINHAIS NABEIRO LDA — PORTALEGRE 146 MANUEL TEIXEIRA & Cª LDA — PORTO 446 MARQUES LDA — PONTA DELGADA 445 MARTIFER .TRANSPORTES MARÍTIMOS INTERNACIONAIS S.A. — AVEIRO 307 LACTOGAL . SERRA & FORTUNATO .A.COMÉRCIO E MOTIVAÇÃO DE MERCADOS S.A. — PORTO 211 JANSSEN .LOJAS FRANCAS DE PORTUGAL S. — SETUBAL 149 METEORO .A.SOC. EXPORTADORA DE TÊXTEIS LDA — BRAGA 419 N NACIONAL .A.COMÉRCIO E INDÚSTRIA DE PRODUTOS ALIMENTARES S. — PORTO 331 MODELO CONTINENTE . DISTRIBUIDORA DO SUL LDA — FARO 314 GRUNDIG .SOC. — LISBOA 373 LISNAVE . — LISBOA 37 NEW HOLLAND PORTUGAL .A. — LISBOA 458 J J.PRODUTOS FARMACÊUTICOS S.CASH & CARRY PORTUGAL S.A.A.Cª INDUSTRIAL DE TRANSFORMAÇÃO DE CEREAIS S. — PORTO 498 GARAGEM VICTÓRIA .COMÉRCIO INTERNACIONAL DE CEREAIS LDA — LISBOA 240 LUSOPONTE . — SANTAREM 421 PETRÓLEOS DE PORTUGAL . — LISBOA 182 GARCIAS . — LISBOA 130 OLEOCOM . IBÉRICA DE OLEAGINOSAS S.COMÉRCIO E INDÚSTRIA DE CAFÉS S. — LISBOA 145 MEGAMEIOS .GESTÃO E ADMINISTRAÇÃO DE POSTOS DE ABASTECIMENTO LDA — LISBOA 323 GLAXO WELLCOME FARMACÊUTICA LDA — LISBOA 399 GMAC .INDÚSTRIA AERONÁUTICA DE PORTUGAL S.COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS S.SOC.Cª DE GÁS DO CENTRO S. — BRAGA 475 GRUDISUL . — PORTO 64 OGMA .P.COMPONENTES PARA AUTOMÓVEIS S.COMÉRCIO DE OLEAGINOSAS S. — PORTO 22 LAMEIRINHO .DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS DE LIMPEZA E HIGIENE PESSOAL LDA — LISBOA 74 LFP .A.TRANSFORMAÇÃO E COMÉRCIO DE MADEIRAS LDA — VISEU 309 MAHLE . — BRAGA 492 INDÚSTRIAS DE ALIMENTAÇÃO IDAL LDA — SANTAREM 235 INDÚSTRIAS DE CARNES NOBRE S.FIAÇÃO DE LÃ E MISTOS S. — SETUBAL 241 POLIFACE .A.A. — LISBOA 33 MERCK FARMA E QUÍMICA S.ASSENTOS DE ESPUMA LDA — PORTALEGRE 185 JOSÉ MACHADO DE ALMEIDA & Cª LDA — PORTO 248 L LA REDOUTE PORTUGAL .TRANSITÁRIOS LDA — LISBOA 368 GELPEIXE . JUSTINO DAS NEVES S.COMUNICAÇÕES LDA — LISBOA 479 MOVELPARTES .A.A.A.CONCESSIONÁRIA PARA A TRAVESSIA DO TEJO S. — LEIRIA 405 LABORATÓRIO MEDINFAR . — LISBOA 142 OPTIMUS .ACTIVIDADES PUBLICITÁRIAS LDA — LISBOA 231 INSCO .CASA DA MOEDA E. — PORTO 161 NOVOPCA . — LISBOA 264 P PÁGINAS AMARELAS S.SOC. DE PRODUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE GÁS S. — PORTO 273 JAIME RIBEIRO & FILHOS S.METALOMECÂNICA DE REPARAÇÃO E CONSTRUÇÃO DE AUTOMÓVEIS LDA — LISBOA 263 MERCEDES-BENZ PORTUGAL . DE REPRESENTAÇÕES S. — SANTAREM 469 J. SOARES CORREIA . — LISBOA 471 LACTICOOP .PUBLICIDADE E MEIOS A.A. — PORTO 208 IMPRENSA NACIONAL .A.SOC.IMPRESSÃO E ARTES GRÁFICAS S. A.COMÉRCIO E INDÚSTRIA DE PRODUTOS ALIMENTARES LDA — LISBOA 262 GASIN .PETRÓLEOS E INVESTIMENTOS S.A. — LISBOA 84 HONDA AUTOMÓVEL DE PORTUGAL S.A. — PORTO 500 NESTLÉ PORTUGAL S.A.A. S.TECNOLOGIAS DE INFORMACAO.GESTÃO DE ÁREAS DE SERVIÇO LDA — LISBOA 62 GAMOBAR . — PORTO 6 MODIS . — PORTO 271 PORTGÁS .A.Cª GERAL DE RESTAURANTES E ALIMENTAÇÃO S.PRODUTOS ALIMENTARES LDA — LISBOA 300 PETRIN .A.FÁBRICA DE COMPONENTES PARA O AUTOMÓVEL LDA — VISEU 195 HYDRO ALUMÍNIO PORTALEX S.A.HOTELARIA E RESTAURAÇÃO S.CONFECÇÕES S. — PORTO 7 MONIZ DA MAIA.A.CONSTRUÇÕES METALOMECÂNICAS LDA — VISEU 375 MAZDA MOTOR DE PORTUGAL LDA — LISBOA 386 MECI . — PORTO 238 O OBRECOL .COMPONENTES AUTOMOVEL S.SISTEMAS DE INFORMÁTICA E DE MEDIDA S. — PORTO 265 MOTA & Cª S. — BRAGA 447 JERÓNIMO MARTINS .A. — LISBOA 73 OPCA . — LISBOA 178 PARQUE EXPO 98 S.A.Nome da empresa – sede Classificação nas 500 Nome da empresa – sede Classificação nas 500 Nome da empresa – sede Classificação nas 500 ALIMENTARES LDA — LISBOA 56 FISIPE .A. CIVIS E INDUSTRIAIS S. — LISBOA 348 NEOPLÁSTICA .A. — PORTO 107 PETROIBÉRICA . — LISBOA 48 PINGO DOCE . — LISBOA 379 FRIEDRICH GROHE PORTUGAL . — SETUBAL 128 M MACONDE . — LISBOA 266 PESCANOVA (PORTUGAL) .A.A.COMÉRCIO E SERVIÇOS S.A.A.SOC.AUTOMÓVEIS S. — LISBOA 2 PEUGEOT PORTUGAL .TELECOMUNICAÇÕES S. — LISBOA 230 GESPOST .A.A. — LISBOA 168 IBERUSA .ª — FUNCHAL 229 LISGRÁFICA . TÉCNICA METALÚRGICA DOS SANTOS LDA — LISBOA 310 METROPOLITANO DE LISBOA E. DE PETRÓLEOS IBÉRICO-LATINOS S.A. — SETUBAL 246 FLORÊNCIO AUGUSTO CHAGAS S.EMPREITEIROS S.UNIPESSOAL LDA — LISBOA 401 GRAÇAFIL . — COIMBRA 328 MAKRO .COMPONENTES PARA A INDÚSTRIA DO MOBILIÁRIO S.A.VENDAS POR CATÁLOGO S.OBRAS PÚBLICAS E CIMENTO ARMADO S.A.A.A. — LISBOA 183 GEFCO (PORTUGAL) .A. — SETUBAL 53 LEGRAND ELÉCTRICA S. — PORTO 329 PORTELA & Cª S.COMPONENTES SANITÁRIOS LDA — AVEIRO 390 FUJIFILM PORTUGAL LDA — PORTO 418 FUJITSU SERVICES . — LISBOA 204 OCP PORTUGAL . — LISBOA 416 I IBEROL .A. — AVEIRO 389 LUSOCERAM .AÇOS PLANOS S.PORTUGUESA DE AUTOMÓVEIS TRANSPORTADORES LDA — VISEU 313 PAULO DE OLIVEIRA LDA — CASTELO BRANCO 425 PAVIA .A.EMPREENDIMENTOS CERÂMICOS S.A.ARMAZÉNS DE FERRO S.A.A.PETROGAL S.A.SOC.A.ELECTRODOMÉSTICOS S.A. — PORTO 486 GASPE .A. — LISBOA 18 MANUEL MARQUES DOS SANTOS CAVACO S. — PORTO 109 LOURINHO .GASES INDUSTRIAIS S.A.

A.A. — LISBOA 132 SUNVIAUTO .A. — LISBOA 283 RADIOTELEVISÃO PORTUGUESA S. — AVEIRO 470 VIDREIRA DO MONDEGO S. CENTRAL DE CERVEJAS S.VIDRO DE EMBALAGEM S.L. HAGEN S.SOC.RECURSOS HUMANOS LDA — LISBOA 381 SGAL .A. — LISBOA 236 PORTUCEL TEJO . — LISBOA 200 TEIXEIRA DUARTE .S.UNIÃO INTERNACIONAL DE LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS LDA — LISBOA 260 UNIMADEIRAS .SOC. — LISBOA 302 SALVADOR CAETANO .M.SOC. — VISEU 344 VICAIMA .A. — LISBOA 43 SECURITAS . — LISBOA 29 SOMAGUE ENGENHARIA . — AVEIRO 298 PROLÓGICA .P.RADIOTELEVISÃO COMERCIAL LDA — LISBOA 355 RUI COSTA E SOUSA & IRMÃO LDA — VISEU 282 S S.SOC.A.A.A.SOC. — PORTO 167 SCC . INDUSTRIAL E COMERCIAL S.A.INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE CARNES S.A. — BEJA 165 SONAE .TECNOLOGIAS DE COMUNICAÇÃO S.T. GERAL DE ABASTECIMENTOS À NAVEGAÇÃO E INDÚSTRIA HOTELEIRA S. HISPÂNICA DE AUTOMÓVEIS S.A.A.SOC.HYGIENE PRODUCTS LDA — LISBOA 426 SCAL . — LISBOA 104 SPACE . — LISBOA 269 SAP PORTUGAL .EQUIPAMENTOS PARA O LAR S.PRODUÇÃO.A.CONFECÇÕES LDA — LISBOA 407 R RAÇÕES VALOURO S. DE CONSTRUÇÕES SOARES DA COSTA S. — LISBOA 385 PROFARIN . — LISBOA 21 SIMOLDES .A.SOC.SOC.A.PRODUTORA ENERGÉTICA S.THOMAZ DOS SANTOS S.A. . DE TÊXTEIS E CONFECÇÕES LDA — LISBOA 457 TURBOGÁS . — LISBOA 3 PT PRIME . — LISBOA222 SIEMENS S.SOC.PRODUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA S.SOC.A. — LISBOA 276 U UNIÃO DOS FARMACÊUTICOS DE PORTUGAL C. — LISBOA 356 VASP .INDÚSTRIA DE MADEIRAS E DERIVADOS S. — LEIRIA 371 T.IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO S. DA ÁGUA DO LUSO S. — LISBOA 388 PT COMUNICAÇÕES S. — LISBOA 207 ZARA PORTUGAL . PORTUGUESA DO AR LÍQUIDO (ARLÍQUIDO) LDA — LISBOA 228 SOCITREL .MADEIRA S.TRANSPORTES DE SEGURANÇA LDA — LISBOA 196 PT .A. — COIMBRA113 SUMOLIS .A. — CASTELO BRANCO 392 PORTUCEL VIANA . — PORTO 225 SONICEL .ELECTRODOMÉSTICOS LDA — PORTO 437 RÁDIODIFUSÃO PORTUGUESA S.SISTEMAS INFORMÁTICOS S. DE INVESTIMENTOS TURÍSTICOS DA COSTA VERDE S.SOC.A. PORTUGUESA DE PAPEL S.DISTRIBUIÇÃO S.EMPRESA GERAL DE OBRAS PÚBLICAS TERRESTRES E MARÍTIMAS S.A.A. — PORTO 45 SOC.A. — PORTO 341 SOC. — PORTO 320 SOJORNAL .A.SOC. DE MONTAGENS METALOMECÂNICAS S.PROCESSAMENTO CENTRALIZADO DE CARNES . — LISBOA 115 SHELL PORTUGUESA LDA — LISBOA 12 SIC . — BEJA 362 SARDINHA & LEITE S.FARMACÊUTICA QUÍMICA LDA — LISBOA 137 RODOGESTE .SOC. .A. DE IMPORTAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMÓVEIS S.INDÚSTRIA DE COMPONENTES DE AUTOMÓVEIS S.A.A. DE EMPREITADAS ADRIANO S.A. ATLAS COPCO DE PORTUGAL LDA — LISBOA 444 SOC. — LISBOA 296 SOVENA . .A. — PORTO 489 RIBERALVES . DISTRIBUIDORA DE TABACOS S.SOC.T. — LISBOA 119 RÁDIO POPULAR .R.CELULOSE BEIRA INDUSTRIAL S.A. — LISBOA 71 RECHEIO . — LISBOA 415 SCHNEIDER ELECTRIC PORTUGAL .SOC.ABASTECEDORA DE PRODUTOS AGRO-PECUÁRIOS S.A.PRODUTOS FARMACÊUTICOS S. — LISBOA 108 SANOFI SYNTHELABO .A. A. — LISBOA 110 SELECT .Cª INDUSTRIAL TÊXTIL LDA — BRAGA 455 STORA CELBI . DE CONSTRUÇÕES H. APLICAÇÕES E PRODUTOS INFORMÁTICOS .A. — COIMBRA 380 VILA GALÉ .A.A.A.SOC. — PORTO WURTH (PORTUGAL) . — ANGRA DO HEROISMO 382 UNIFAC .ELEVADORES E TECNOLOGIA S.A.GESTÃO DE POSTOS RODOVIÁRIOS LDA — LISBOA 95 RÓTOR .A. — LEIRIA 439 PRONICOL .M.A.A. — LISBOA 51 TURISMO CRUZEIRO LDA — LISBOA 396 TV CABO PORTO S.A.EQUIPAMENTOS DE COZINHA LDA — AVEIRO 349 TEMPUS INTERNACIONAL .T.SOC.A.TÉCNICA DE MONTAGEM LDA — LISBOA WYETH LEDERLE PORTUGAL (FARMA) LDA — LISBOA X XEROX PORTUGAL . — LISBOA 252 TREVIRA FIBRAS S. GERAL DE CONSTRUÇÕES E OBRAS PÚBLICAS S.A.VIDRO AUTOMÓVEL S.A.A. — LISBOA 31 PORTUCEL EMBALAGEM . — FUNCHAL 461 SOMELOS .SOC. — AVEIRO 92 W WORTEN .A.A.A.RIBEIRÃO CONFECÇÕES TÊXTEIS S.SOC. — PORTO 436 T T.M.SOC.A. — BRAGA 364 THYSSEN ELEVATEC .A. DE EMPREENDIMENTOS TURÍSTICOS S. NACIONAL DE COMÉRCIO DE ELECTRODOMÉSTICOS S.SOC.C. — LISBOA 170 TRANSGÁS . — LISBOA 23 SOQUIFA . — LISBOA 345 RAMALHO ROSA COBETAR .A. DE CONSTRUÇÕES S.A.R. — PORTALEGRE 261 TRIUNFO INTERNACIONAL .TERMO-DOMÉSTICOS S.MEDICAMENTOS S.Í N D I C E Nome da empresa – sede Classificação nas 500 Nome da empresa – sede Classificação nas 500 Nome da empresa – sede Classificação nas 500 PORTO EDITORA LDA — PORTO 410 PORTUCEL .A. — LISBOA 151 SONAE TAFIBRA . DE COMÉRCIO E REPRESENTAÇÕES S. — LISBOA 427 SOMAGUE .A.EQUIPAMENTOS DE ESCRITÓRIO LDA — LISBOA 75 292 191 194 Y YAMAHA MOTOR PORTUGAL LDA — LISBOA 411 YAZAKI SALTANO DE PORTUGAL .EMPRESA DE CELULOSE DO TEJO S.COMÉRCIO E INDÚSTRIA DE PRODUTOS ALIMENTARES S. — PORTO 456 TV CABO TEJO S. COMÉRCIO E EXPLORAÇÃO FLORESTAL S. — LISBOA 277 TMN . — LISBOA 154 SACOR MARÍTIMA S.ENGENHARIA E OBRAS FERROVIÁRIAS S.PRODUTOS LÁCTEOS S. — PORTO 400 SCA .PLÁSTICOS LDA — AVEIRO 150 SISTEMAS MC DONALD’S PORTUGAL LDA — LISBOA 358 SIVA .A.IMPRENSA LIVRE S.A.A.GESTÃO E INOVAÇÃO DE TRANSPORTES S.ENGENHARIA S. — LISBOA 325 SOC.A. — LISBOA 61 UNILFARMA .IMOBILIÁRIA GESTÃO S. — SETUBAL 267 TECNASOL-FGE .A.A. A. — LISBOA 350 PROMOR .COMÉRCIO E INDÚSTRIA DE PRODUTOS ALIMENTARES S.A. JORNALÍSTICA E EDITORIAL S.A. — LISBOA 52 TABASUL .SOC.ENGARRAFAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE BEBIDAS S. AGRÍCOLA DE PRODUTORES DE LEITE DO CENTRO LITORAL C. — LISBOA 67 TEKA PORTUGUESA . — LISBOA 36 TEJO ENERGIA . — LISBOA 120 SICASAL . — LISBOA 233 TECNOVIA .ENGENHARIA E CONSTRUÇÕES S.A.A.A.APARELHAGEM ELÉCTRICA LDA — LISBOA 232 SECIL . — LISBOA 258 RAR .A. — AVEIRO 295 VICAIMA .AUTOMÓVEIS E REPARAÇÕES S.A.A. AGRO-PECUÁRIA S.UNIPESSOAL LDA — SANTAREM 284 TOP TOURS . — LISBOA 66 PULL & BEAR (PORTUGAL) . COMERCIAL C. — LISBOA 312 SAINT-GOBAIN SEKURIT PORTUGAL . — LISBOA 337 VIATEL .A.Cª DE SEGURANÇA LDA — LISBOA 197 PROSEGUR .BEBIDAS DE PORTUGAL S. — SETUBAL 478 TABAQUEIRA .CERÂMICA E COMÉRCIO S. — LISBOA 372 SOLBI .A.FUNDAÇÕES E GEOTÉCNICA S. — LISBOA 280 SOGRAPE . — AVEIRO 496 V V. .Cª DE PETRÓLEOS S. — LEIRIA 135 ROCHE .A. — LISBOA 26 REAGRO .L. — LISBOA 5 RENAULT PORTUGUESA . MINEIRA DE NEVES CORVO S. — BRAGA 99 SORGAL .A.DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS INDUSTRIAIS LDA — LISBOA 214 PROLEITE . — PORTO 176 RCI GEST .A. — AVEIRO 317 SOTÉCNICA . COMÉRCIO E EXCURSÕES LDA — LISBOA 179 STOHR PORTUGAL .CONFECÇÕES LDA — LISBOA 87 72 O S D E S A F I O S DA I N T E R N AC I O N A L I Z AÇ ÃO 1 1 N OV E M B R O 2 0 0 2 .A.A. PORTUGUESA DE AVIAÇÃO.A. — PORTO 55 UNICOL .SOC.A.TELECOMUNICAÇÕES MÓVEIS NACIONAIS S.A.A.A.A.TRABALHO TEMPORÁRIO LDA — LISBOA 414 VESAUTO . DE ÓLEOS E RAÇÕES S. TÉCNICA DE EQUIPAMENTOS E TRACTORES S. — AVEIRO 324 PORTUGÁLIA . UNIPESSOAL LDA — LISBOA 291 SAPJU .A.SERVIÇOS POSTAIS E LOGÍSTICA S.A. GESTORA DO ALTO DO LUMIAR S.SOC. — LISBOA 27 TRANSINSULAR . — LISBOA 395 TINTAS DYRUP S. SANTOS LDA — PORTO 193 SOC.COOP.SOC. — LISBOA 85 SOC. — LISBOA 174 TRANSPORTES AÉREOS PORTUGUESES S. — LISBOA 343 TECNIDATA SI .COMPONENTES ELÉCTRICOS PARA AUTOMÓVEIS LDA — PORTO 79 Z ZAGOPE .INDÚSTRIAS METALÚRGICAS E VEÍCULOS DE TRANSPORTE S.SOC. DE TRANSPORTES COLECTIVOS DO PORTO S.A. LUSO-ESPANHOLA DE METAIS LDA — SETUBAL 223 SOC.SOC.EMPRESA PRODUTORA DE PASTA E PAPEL S. . — SETUBAL 116 SOPORCEL . INDEPENDENTE DE COMUNICAÇÃO S.A.CENTRO COMERCIAL DE MATERIAIS S.FÁBRICA DE PAPEL DO ALMONDA S.REFINARIAS DE AÇÚCAR REUNIDAS S.A. PORTUGUESA DE GÁS NATURAL S.S.A.A. — LISBOA 97 UNIBETÃO .ASCENSORES E ESCADAS ROLANTES S. — LISBOA 297 RICARDO GALLO .TRANSPORTES MARÍTIMOS INSULARES S. — LISBOA 16 SLEM .SOLUÇÕES EMPRESARIAIS DE TELECOMUNICAÇÕES E SISTEMAS S.A. TRANSPORTES E DISTRIBUIÇÃO LDA — LISBOA 189 VEDIOR PSICOEMPREGO . — LEIRIA 490 RICON .A.INDÚSTRIAS DE BETÃO PREPARADO LDA — LISBOA 319 UNICER .S.A.UNIÃO DE IMPORTADORES DE MATÉRIAS PRIMAS S.SOC.A.A.EMPRESA PRODUTORA DE PAPÉIS INDUSTRIAIS S.A. DE EMPREITADAS S. — BRAGA 481 ROBERT BOSCH LDA — LISBOA 216 ROCA . — LISBOA 369 SONY PORTUGAL LDA — LISBOA 105 SOPOL .Cª PORTUGUESA DE TRANSPORTES AÉREOS S.A.VINHOS DE PORTUGAL S.A.EMPRESA PRODUTORA DE EMBALAGENS DE CARTÃO S.A.IMPORTAÇÃO DE RELOJOARIA LDA — LISBOA 397 TEODORO GOMES ALHO & FILHOS LDA — SETUBAL 293 TÊXTIL MANUEL GONÇALVES S.A.A.A.SERVIÇOS E EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA S. DE COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS S.A.A. — LISBOA 72 SCHERING LUSITANA LDA — LISBOA 430 SCHINDLER .TECIDOS S.A.SOC. LUSO BRITÂNICA DE INFORMÁTICA LDA — LISBOA 122 SOLVAY PORTUGAL . ELECTROTÉCNICA S.COMÉRCIO DE VEÍCULOS LDA — COIMBRA 398 SOGENAVE . — LISBOA 13 VULCANO .VIDROS S. — LISBOA 468 VODAFONE TELECEL .A.A.GESTÃO COMERCIAL S.A.UNIÃO DAS COOPERATIVAS DE LACTICÍNIOS TERCEIRENSE U. — PORTO 409 SOGRAPE . — AVEIRO 452 SOC.CASH & CARRY S.A. — LISBOA 466 S. — ANGRA DO HEROISMO 449 PROSEGUR . — PORTO 487 SODICENTRO .EMPRESA INDUSTRIAL DE TABACOS S.A. — PORTO 38 SAMSUNG . — AVEIRO 184 SOMAFEL . — LISBOA 24 RENAULT TRUCKS PORTUGAL LDA — LISBOA 227 RENOVA . INDUSTRIAL DE TREFILARIA S. — LISBOA 464 TINTAS ROBBIALAC S. — LISBOA 25 REN .A.REDE ELÉCTRICA NACIONAL S. — PORTO 435 RTC . — LISBOA 11 TRANSPORTES FREITAS LDA — PORTO 134 TRANSPORTES LUÍS SIMÕES S. — LISBOA 286 SANTOS BAROSA . — LISBOA 8 TONOVA .COMUNICAÇÕES PESSOAISS. — VIANA DO CASTELO 118 PORTUGAL TELECOM INOVAÇÃO S.A.VIAGENS E TURISMO LDA — LISBOA 157 TOTALFINA PORTUGAL .A.SISTEMAS. DE CONSTRUÇÕES ALBERTO LEAL S.L.SOC. FARIA & Cª S.SISTEMAS DE INFORMAÇÃO S.A. — SANTAREM 175 REPSOL PORTUGAL .R.PETRÓLEO E DERIVADOS LDA — LISBOA 49 RIBEIRO.ELECTRÓNICA PORTUGUESA S.E.SERVIÇOS E TECNOLOGIA DE SEGURANÇA S.SOC. — PORTO 268 SOC.Cª GERAL DE CAL E CIMENTO S.PRODUTOS QUÍMICOS S.A.Cª INDUSTRIAL DE FRUTAS E BEBIDAS S.SOC. — BRAGA 333 SOMINCOR . — LISBOA 251 SOLVERDE .A. — LISBOA 330 PRESSELIVRE .A.A. — LISBOA 112 POSTLOG .