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UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA Disciplina: LABORATÓRIO

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS

ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA

CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA

Disciplina: LABORATÓRIO DE ENGENHARIA QUÍMICA I

DETERMINAÇÃO DA VISCOSIDADE PELO MÉTODO DO VISCOSÍMETRO CAPILAR Efeito da concentração na viscosidade da solução

Data de realização:

Prof.: Leonel Garcell

Aluno: Adam Macedo

Nota do grupo:

Aluna: Amanda Lays Obando de Oliveira

 

Aluna: Amanda Marques de Oliveira

Aluna: Ana Heloiza Simas da Silva

Manaus, AM

2011

Avenida Darcy Vargas, 1200 - Parque Dez CEP - 69.050.020 Telefone: 3236-5573 Manaus-Am - www.uea.edu.br

1. INTRODUÇÃO A reologia é a ciência que estuda o comportamento dos fluidos a partir

1.

INTRODUÇÃO

A reologia é a ciência que estuda o comportamento dos fluidos a partir de esforços

mecânico, como a deformação, causado por diversas condições externas. As propriedades reológicas mais importantes são a viscosidade e a elasticidade. [1] Em linhas gerais, a viscosidade pode ser definida como resistência apresentada por um fluido à alteração de sua forma, ou aos movimentos internos de suas moléculas umas em relação às outras. A viscosidade de um fluido indica sua resistência ao escoamento, sendo o inverso da fluidez. [2] Mais profundamente, viscosidade é a medida do atrito interno de um fluido. Este atrito torna-se aparente quando uma camada do fluido se move em relação à outra camada. A quantidade de força requerida para causar esse movimento é chamada de “cisalhamento”. O cisalhamento ocorre quando o fluido é fisicamente movido ou distribuído. Fluidos altamente viscosos requerem uma força maior para que uma camada se mova em relação à outra do que

materiais menos viscosos.

mova em relação à outra do que materiais menos viscosos. Figura 1-Modelo para definição de viscosidade

Figura 1-Modelo para definição de viscosidade

A viscosidade pode ser dividida em três tipos: Viscosidade Aparente, Viscosidade

Cinemática e Viscosidade Absoluta. Viscosidade Aparente: É aquela medida em um único ponto e através de cisalhamento constante. É expressa por unidades de Poise ou centiPoise (mPa/s). Utilizada na leitura de viscosidade de fluidos pseudo-plásticos. Viscosímetros: Brookfield, Haake.

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• Viscosidade Cinemática: é aquela medida por um sistema de geometria que se utiliza da

Viscosidade Cinemática: é aquela medida por um sistema de geometria que se utiliza da

gravidade para sua obtenção de medida. Medida por copos tem, como método, a contagem, através de um cronômetro, do tempo gasto para o fluido escorrer pelo orifício inferior destes copos.

Viscosidade Absoluta: é aquela que é medida por um sistema de geometria que não

sofre influência da gravidade para a obtenção desta medida. [3] Os viscosímetros baseiam-se na medida da resistência ao escoamento em um tubo capilar ou pelo torque produzido pelo movimento de um elemento através do fluido. Os reômetros podem medir um grande intervalo de taxas de deformação e construir reogramas completos que incluem comportamento tixotrópico e ensaios dinâmicos para a determinação das propriedades viscoelásticas do material, além de poder programar varreduras de temperatura. [4] Existem quatro tipos de viscosímetros:

Viscosímetro capilar: A viscosidade é medida pela velocidade de escoamento do líquido através de um capilar de vidro. É medido o tempo de escoamento do líquido entre duas marcas feitas no viscosímetro. Os viscosímetros capilares podem ser: Viscosímetro de Ostwald, Viscosímetro de Cannon-Fanske e Viscosímetro de Ubbelohde.

Viscosímetro de Cannon-Fanske e Viscosímetro de Ubbelohde. Avenida Darcy Vargas, 1200 - Parque Dez CEP -

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Figura 2-Viscosímetro de Ostwald Figura 3-Viscosímetro de Cannon-Fanske Figura 4- Viscosímetro de Ubbelohde •

Figura 2-Viscosímetro de Ostwald

Figura 3-Viscosímetro de Cannon-Fanske

Figura 4- Viscosímetro de Ubbelohde

Viscosímetro de orifício: A viscosidade é medida pelo tempo que um volume fixo de

líquido gasta para escoar através de um orifício existente no fundo de um recipiente.

de um orifício existente no fundo de um recipiente. Figura 5- Viscosímetro de orifício • Viscosímetro

Figura 5- Viscosímetro de orifício

Viscosímetro Rotacional: A viscosidade é medida pela velocidade angular de uma parte

móvel separada de uma parte fixa pelo líquido. Nos viscosímetros de cilindros concêntricos, a parte fixa é, em geral, a parede do próprio recipiente cilíndrico onde está o líquido. A parte móvel pode ser no formato de palhetas ou um cilindro. Nos viscosímetros de cone-placa, um cone é girado sobre o líquido colocado entre o cone e uma placa fixa.

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Figura 6- Viscosímetro cilindros concêntricos Figura 7- Viscosímetro cone-placa • Viscosímetro de esfera: A
Figura 6- Viscosímetro cilindros concêntricos Figura 7- Viscosímetro cone-placa

Figura 6- Viscosímetro cilindros concêntricos

Figura 6- Viscosímetro cilindros concêntricos Figura 7- Viscosímetro cone-placa

Figura 7- Viscosímetro cone-placa

Viscosímetro de esfera: A viscosidade é medida pela velocidade de queda de uma esfera

dentro de um líquido colocado em um tubo vertical de vidro. É medido o tempo que uma esfera gasta para percorrer o espaço entre duas marcas feitas no viscosímetro. [5]

espaço entre duas marcas feitas no viscosímetro. [ 5 ] Figura 7- Viscosímetro de Esfera A

Figura 7- Viscosímetro de Esfera

A escolha do tipo de viscosímetro a ser utilizado depende do propósito da medida e do tipo de líquido a ser investigado. Neste presente trabalho iremos abordar o viscosímetro de Ostwald modificado, conhecido como Cannon- Fenske, para determinar o coeficiente de viscosidade de água e das soluções de sacarose a 10, 20% (m/v).

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2. OBJETIVOS 2.1 Geral  Determinar experimentalmente o coeficiente de viscosidade em soluções

2.

OBJETIVOS

2.1

Geral

Determinar experimentalmente o coeficiente de viscosidade em soluções aquosas de sacarose.

2.2

Específicos

Determinar a constante característica do viscosímetro, κ;

Avaliar a influência da concentração na viscosidade a uma determinada temperatura.

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3. MATERIAIS E MÉTODOS 3.1 Materiais Utilizados Viscosímetro capilar Cannon – Fenske (1) Pêra de

3.

MATERIAIS E MÉTODOS

3.1

Materiais Utilizados

Viscosímetro capilar Cannon Fenske (1)

Pêra de borracha (1)

Suporte universal (1)

Termômetro para temperatura ambiental (1)

Copos Becker 100,0 mL.

Cronômetro digital.

3.2 Reagentes Utilizados

Água destilada.

Soluções de sacarose 10 e 20% (m/v)

3.3 Procedimento Experimental

Primeiramente limpou-se o viscosímetro com água e secou-o através do vácuo fornecido com a pêra. Em seguida, imergiu-se a extremidade N na amostra e aplicou-se vácuo pouco a pouco no tubo L. Esperou-se que a amostra atingisse o nível G e fechou-se a extremidade N com dispositivo apropriado para que não houvesse escoamento do líquido. Assim, inverteu-se o tubo e limpou-o externamente, fixando-o verticalmente ao suporte universal. Conseguintemente a extremidade N foi liberada e iniciou-se o escoamento do fluido testado.

Em seguida, mediu-se o tempo de escoamento entre as marcas E e F do bulbo inferior C e as marcas F e I do bulbo superior J.

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O mesmo procedimento foi realizado utilizando água destilada (0% de sacarose) e soluções de concentração

O mesmo procedimento foi realizado utilizando água destilada (0% de sacarose) e

soluções de concentração de sacarose de 10%, 20% em massa. As duas primeiras em duplicata.

O dado experimental da água foi utilizado para calcular a constante característica do

viscosímetro. E a partir disso avaliou-se o efeito da concentração de sacarose na viscosidade da solução.

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4. RESULTADOS E DISCUSSÃO Dados coletados no laboratório. Tabela 1. Dados experimentais: tempo de escoamento

4. RESULTADOS E DISCUSSÃO

Dados coletados no laboratório.

Tabela 1. Dados experimentais: tempo de escoamento por solução

 

H 2 O

Sacarose 10 %

Sacarose 20 %

τ 1

114,97 s

138,55 s

176,95 s

τ 2

112,91 s

142,92 s

-

τ médio

113,94 s

140,74 s

-

Determinação experimental da constante k.

A constante k do viscosímetro se determina, experimentalmente, com um fluido de viscosidade conhecida. Utilizando a água como fluido padrão para a determinação da constante k, podemos obter sua viscosidade na Tabela 2.

Tabela 2. Viscosidade da água. Fonte: CAPUTO, 1996

Temperatura ( o C)

Viscosidade (mPa.s)

0

1,781

4

1,558

5

1,518

10

1,307

15

1,139

20

1,002

25

0,890

30

0,798

40

0,653

50

0,547

60

0,466

70

0,404

80

0,354

90

0,315

100

0,282

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A temperatura utilizada no experimento foi de 25 o C. Nestas condições a viscosidade da

A temperatura utilizada no experimento foi de 25 o C. Nestas condições a viscosidade da

água apresenta valor de 0,8903 mPa.s .

Utilizando a equação µ = kτ e isolando-se a constante k, podemos determinar k para este

viscosímetro.

Cálculo das viscosidades das soluções de sacarose.

Solução de Sacarose 10 %

µ = kτ = (7, 8138.10 -3 mPa).(140,74s) = 1,0997 mPa.s.

Solução de Sacarose 20 %.

µ = kτ = (7, 8138.10 -3 mPa).(176,95s) = 1,3827 mPa.s.

Com a obtenção dos valores das viscosidades as suas respectivas concentrações foi

possível esboçar o gráfico, e avaliar como se comporta a curva de viscosidade na temperatura de

25 o C. O Gráfico 1 representa esta variação.

Viscosidade experimental de soluçoes aquosas de sacarose em função da concentração (25 o C)

1,5 1,4 1,3 1,2 1,1 1 0,9 0,8 0 5 10 15 20 25 Viscosidade
1,5
1,4
1,3
1,2
1,1
1
0,9
0,8
0
5
10
15
20
25
Viscosidade (mPa.s)

Concentração em % (m/v)

Gráfico 1. Viscosidade experimental de soluções de sacarose a 25 o C.

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A partir deste gráfico, pode-se observar como a viscosidade da solução de sacarose se comporta

A partir deste gráfico, pode-se observar como a viscosidade da solução de sacarose se

comporta perante o aumento da sua concentração. Logo é notável que à medida que se aumenta a

concentração da solução, a sua viscosidade também aumenta, mantendo-se constante a

temperatura. Ou seja, à medida que se aumenta a concentração da solução, esta apresenta maior

resistência ao movimento de escoamento.

Os valores de viscosidade das soluções podem ser comparados com valores da literatura.

A Tabela 3 nos informa diversos valores de viscosidade a temperaturas e concentrações

diferentes.

Tabela 3. Viscosidade de soluções aquosas de sacarose em função da temperatura. Fonte: PERRY & CHILTON,

1980.

T ( o C)

µ (cP)

 

20%

40 %

60%

10

2,662

9,830

113,90

15

2,275

7,496

74,90

20

1,967

6,223

56,70

25

1,710

5,206

44,02

30

1,510

4,398

34,01

35

1,336

3,778

26,62

40

1,197

3,261

21,30

45

1,074

2,858

17,24

50

0,974

2,506

14,06

55

0,887

2,227

11,71

60

0,881

1,989

9,87

65

0,745

1,785

8,37

70

0,688

1,614

7,18

75

0,637

1,467

6,22

80

0,592

1,339

5,42

85

0,552

1,226

4,75

Ao comparar o valor de viscosidade da solução de sacarose obtido experimentalmente (µ

= 1,3827 mPa.s) com o valor da literatura (µ = 1,710 mPa.s), pode-se notar um grande desvio de

valores.

A partir dos dados da Tabela 3, é possível desenhar a curva da viscosidade das soluções

aquosas de sacarose em função de sua concentração na temperatura de 25 o C. Esta curva está

sendo representada no Gráfico 2.

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Viscosidade de soluções aquosas de sacarose em função da concentraçao (25 oC) 6 5 4

Viscosidade de soluções aquosas de sacarose em função da concentraçao (25 oC)

6 5 4 3 2 1 0 0 10 20 30 40 50 Viscosidade (mPa.s)
6
5
4
3
2
1
0
0
10
20
30
40
50
Viscosidade (mPa.s)

Concentração em % (m/v)

Gráfico 2. Viscosidade de soluções de sacarose a 25 o C.

Do gráfico 2, se nota que, a partir de determinado valor de concentração, os valores de

viscosidades aumentam exponencialmente. Ou seja, para baixas concentrações a viscosidade das

soluções aumenta quase proporcionalmente com a concentração. Já para valores altos de

concentração, a viscosidade apresenta valores relativamente altos, o que faz a curva tomar esse

formato.

Ao comparar a curva de viscosidade experimental com a curva obtida a partir de valores

da literatura, podemos notar uma diferença entre as duas curvas. Essa comparação é mostrada no

gráfico 3.

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Viscosidade experimental e da literatura de soluçoes de sacarose a 25 o C 1,8 1,7

Viscosidade experimental e da literatura de soluçoes de sacarose a 25 o C

1,8 1,7 1,6 1,5 1,4 1,3 1,2 1,1 1 0,9 0,8 0 5 10 15
1,8
1,7
1,6
1,5
1,4
1,3
1,2
1,1
1
0,9
0,8
0
5
10
15
20
25
Viscosidade (mPa.s)

Concentração em % (m/v)

Experimental1,6 1,5 1,4 1,3 1,2 1,1 1 0,9 0,8 0 5 10 15 20 25 Viscosidade

Literatura1,5 1,4 1,3 1,2 1,1 1 0,9 0,8 0 5 10 15 20 25 Viscosidade (mPa.s)

Gráfico 3. Comparação da viscosidade de soluções de sacarose da literatura com valores experimentais a 25 o C.

Observando-se o gráfico 3, nota-se que a curva de viscosidade experimental ficou abaixo

da curva de viscosidade da literatura, a partir da concentração de sacarose 10% . Um dos fatores

quem podem ter contribuído neste desvio foi a temperatura, pois pequenos arredondamentos de

valores de temperatura podem levar a consideráveis variações de viscosidade, já que esta

propriedade é em função da temperatura.

Mas o principal fator que deve ter influenciado o comportamento diferente entre as

curvas, certamente foi a ausência de valores experimentais para este intervalo nas concentrações

oferecidas pela literatura (maiores que as experimentais), visto que experimentalmente foram

utilizadas as concentrações de 0%, 10% e 20% de sacarose. Isso nos impede de analisar como se

dá o verdadeiro formato da curva. Já que com valores grandes de concentração (a partir de 50 %)

a viscosidade se comporta muito diferente de valores baixos.

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5. QUESTIONÁRIO 1 - Qual é o principio geral de funcionamento dos viscosímetros capilares? O

5.

QUESTIONÁRIO

1 - Qual é o principio geral de funcionamento dos viscosímetros capilares?

O fluido a ser testado é descarregado através de um tubo capilar como resultado da ação da gravidade (força motriz). Para obter o valor da viscosidade, ou seja, a resistência que o fluido

apresenta ao escoamento, é medido o tempo de escoamento.

2 - Por que o viscosímetro desta prática só pode ser usado para fluidos newtonianos?

Porque a força motriz varia durante a descarga, e a taxa de deformação do fluido não-newtoniano

é afetada. Logo o viscosímetro de Cannon-Fenske não é apropriado para fluidos não- newtonianos.

3 - A constante característica do viscosímetro (κ) depende da temperatura. Explique por

quê? Sim. A constante característica do viscosímetro depende da temperatura, pois ela é propriedade do viscosímetro. Explicação: Ao determinar κ em uma temperatura X, utilizaremos o valor de viscosidade de um fluido conhecido a esta temperatura e o tempo de escoamento pelo viscosímetro. Se aumentarmos a temperatura, a viscosidade do fluido diminuirá e o tempo de percurso pelo viscosímetro variará não necessariamente de maneira proporcional, pois também

haverá uma variação das dimensões físicas do viscosímetro.

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6. CONCLUSÄO Conclui-se que a viscosidade é uma propriedade que depende de fatores como a

6. CONCLUSÄO

Conclui-se que a viscosidade é uma propriedade que depende de fatores como a temperatura e a concentração. A viscosidade de uma solução aquosa aumenta com o aumento da concentração, ou seja, à medida que se aumenta a concentração a solução apresenta maior resistência ao escoamento. Neste experimento determinou-se a constante característica do viscosímetro com o valor de 7,81 x 10 -3 mPa. Para a solução de sacarose a 10% obteve-se o valor de 1,10 mPa.s e para solução a 20 % obteve-se 1,38 mPa.s. A curva de viscosidade em função da concentração foi parecida à de dados da literatura, porém a ausência de dados experimentais à concentrações altas, devem ter causado a diferença observada.

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7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1 - Apostila de práticas laboratoriais de Engenharia Química I. Universidade Federal

7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1 - Apostila de práticas laboratoriais de Engenharia Química I. Universidade Federal da Bahia. Salvador, 2011.

2 Rinaldi, R.; Garcia, C.; Marciniuk, L. L.; Rossi, A. V.; Schuchard, U. Síntese de biodiesel:

uma proposta contextualizada de experimento para laboratório de química geral. Química Nova, v. 30, n. 5, p. 1374 1380, 2007.

3 - Silva, M. G. Comportamento Reológico de Emulsões de água em óleo na Indústria

Petrolífera. 1996. Monografia (Programa de Recursos Humanos da Agência Nacional do Petróleo) Universidade Federal de Itajubá.

4 - Apostila de práticas laboratoriais de Engenharia Química I. Universidade do Estado do Amazonas. Manaus, 2011.

5 Pilling, S. Determinação da viscosidade de líquidos. São José dos Campos, 2010. (Apostila).

6 - Caputo, H. P. Mecânica dos solos e suas aplicações. 6.ed. Guanabara Dois: LTC Editora,

1996.

7 - Perry, R. H.; Chilton, C. Manual de Engenharia Química. 2.ed. Guanabara Dois: LTC Editora, 1980.

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