Ordem jurídica-
Necessidade
Imperatividade
Coercibilidade
Exterioridade
Estatalidade
Livros
Teoria pura do direito- Hans Kelsen- tenho
O conceito de direito- heart??
Metodologia da ciência do direito-Larens
-Castanheira neves
Antonio Torres- direito natural
Kauffmann- importante
Braz teixeira
Miguel nogueira de brito
Baptista Machado- introdução ao direito e ao discurso legitimador- tenho
Livro OA- o direito
Santo justo- IED
MC tratado civil V apenas auto tutela e abuso de direito
A base teleologica tem a ver cm a finalidade
A teleologia da moral difere da juridica
A base axiologica era ordem juridica (segurança e justiça) é diferente da ordem moral (bem e
mal)
Doutrina do mínimo ético- todo direito tem moral
Críticas- ha regras do direito que nao tem valor moral: código de estrada
Ha leis que vao contra a moral :eutanásia. Se sao direito ou nao é discutível (naturalismo vs
positivismo
Critério da exterioridade- o direito so acautela aquando da exteriorização da conduta.
Critica- a intenção de um agente pode ser relevante para o agente.
No direito por vezes há importância da moral (boa fé)
Prox aula:
Subsideriedade- o direito age quando fora del
Imperatividade e coercibilidade - sanções
A coercibilidade é a possibilidade da aplicação da sanção, instrumental à Imperatividade,
mas a imperatividade é necessária ao direito, a coercibilidade é auxiliar.
o que acontece quando se viola o direito?
Situaçao em que a regra geral do direito prevê uma sanção negativa (coação) e imposição
da mesma (coerção)
Viz-coativa-prevenir o incumprimento através da ameaça
Viz-diretiva- evitar que o incumprimento volte a ocorrer através da coerção.
Desvalores de conduta e desvalores de ato
A conduta pode ser licita ou ilícita
O ato pode ser legal ou ilegal
Ha Desvalores que sao considerados sanções
A subsideriedade no direito
Casos praticos
1- luis nao tem razão, de acordo com o 1324 n2, porque é evidente que o tesouro se
encontra escondido ha mais de 20 anos. Se se verificasse que o tesouro tinha menos de 20
anos Luís estaria suscetível a uma sanção premial.
2-Gollum esta sujeito a uma sanção compulsória, uma vez que se pretende que Gollum
recupere o anel, dado o seu valor sentimental para Frodo, que nao procura o valor monetário
do anel ou a punição de Gollum.
3- aplica-se uma sanção preventiva, art 781.
4-aplica-se uma sanção compulsória a Steve, Bill tem o direito de retenção, ao abrigo do
artigo artigo 754
5- punitiva civil, aplica um castigo ao que violou uma norma que regula relaçoes entre
particulares, aplica-se o artigo 2034. Também ha a sançao preventiva com a pena.
6-artigo 566,sanção compensatória vasco deve ser indemnizado pelos estragos a sua
carreira, tambem pelo hospital artigo 495. Baco deve ser se vitima de uma sanção punitiva
criminal. Preventiva. Punitivas penal e disciplinar. Sanção contra ordenacional- coima
Sanção punitiva criminal- multa
A agride B, lesando direitos alheios. A conduta de A, geralmente, preencheria os requisitos
da responsabilidade civil delitual e resultaria numa obrigação de indemnizar nos termos dos
arts. 483.º e ss CC. No entanto, a conduta de A pode evitar o desencadeamento da
responsabilidade delitual se corresponder a um meio de autotutela e cumprir os seus
pressupostos. Neste caso, destinando-se a conduta de A a repelir aquilo que aparenta
configurar-se como uma agressão - o objeto que B pressiona contra as suas costas, e a voz
áspera que este usa, parecendo indicar-se um assalto -, esse meio de autotutela poderia ser
a legítima defesa, prevista no art. 337.º CC.
A Legítima defesa tem os seguintes pressupostos, a incidir na conduta do agressor: a
existência de uma agressão, a atualidade, e a contrariedade à lei. Tem ainda, a incidir na
conduta do defendente, outros dois pressupostos, a necessidade de defesa e a necessidade
do meio. Alguma doutrina adiciona um sexto pressuposto, a incluir à necessidade do meio: a
proporcionalidade. Este requisito e a sua existência enquanto pressuposto autónomo será
analisada, mais a baixo.
Para existir legítima defesa tem de existir uma agressão. Uma agressão é uma conduta
necessariamente humana ou de instigação humana (excluem-se, desde já, quaisquer
fenómenos naturais ou danos provocados por coisas e animais, quando não através de
instigação humana), que pode ser com figurada enquanto uma ação ou omissão
naturalmente ofensiva a direitos ou bens. As omissões equiparam-se a ações aquando da
existência de um "dever específico de agir" (criado por lei, por contrato, por situação de
especial solidariedade, por monopólio dos meios de salvamento, entre outros). Os bens
feridos pela agressão podem ser bens patrimoniais ou pessoais. Neste caso, não existe
agressão. A conduta de B é uma ação e é humana. No entanto, não é naturalmente ofensiva
a direitos ou bens de A. Não se cumpre o primeiro pressuposto.
O segundo pressuposto da legítima defesa é a atualidade. Entende-se este pressuposto
como atualidade em sentido estrito: a conduta está a acontecer; ou iminência: a conduta está
prestes a acontecer. Assim, excluem-se quaisquer agressões passadas, já consumadas, ou
quaisquer agressões futuras. Sobre a exclusão de agressões passadas, é importante discutir
a delimitação da figura da legítima defesa com a da ação direta, especialmente em casos de
"crimes continuados", como o furto. Como não é esse o caso, a divergência doutrinária não
será analisada. Neste caso, existe atualidade. A conduta de B está a acontecer. Cumpre-se o
segundo pressuposto.
A contrariedade à lei é o terceiro pressuposto da legítima defesa. Para uma conduta ser
contrária à lei, tem de ser ofensiva a direitos ou bens do defendente, juridicamente
protegidos. Este é um pressuposto que causa divergências na Doutrina. Alguns autores
entendem que contrariedade à lei deve ser lido como ilicitude.
Chegamos à conclusão que não se cumprem dois pressupostos da legítima defesa: a
existência de uma agressão e a ilicitude. Não se pode aplicar a figura. É, no entanto,
necessário avaliar se o não cumprimento é justificado, através de figuras supletivas. Neste
casos, retendo em conta os pressupostos incumpridos, seria a legítima defesa putativa, do
art. 338.º CC.
A legítima defesa putativa ocorre quando o defendente julga estarem cumpridos todos os
pressupostos Segundo, o erro tem de ser desculpável. O erro é desculpável nos termo do
art. 487.º nº2 CC. Se fosse expectável que o homem médio (o bom pai de família),
cometesse o mesmo erro. Neste caso, cumprem-se os dois requisitos. A está em erro, e é
razoável admitir que o homem médio também estaria em erro. Os erros são desculpáveis.
Como se cumprem ambos os pressupostos, é importante analisar uma última divergência na
Teste- sanções, abuso de direito caducidade
prescrição autotutela dia 21
Quando existe legitima defesa contra animais? Quando ele e usado como um meio de
agressão por um humano com a vontade de causar o dano. Se o animal nao for instrumento
de agressão humana é estado de necessidade
Casos práticos autotutela
1
Neste caso relevam as seguintes situações
Tiago dispara contra cão
Nesta situação Tiago nao age em legitima defesa uma vez que so se consideraria no caso
de haver agressão, atividade humana, so sendo possível se cão estar a instrumentalizado
por um humano no seu ataque a Tiago, uma vez que nao temos indicação de que e o caso,
considera-se que T agiu em estado de necessidade, cumprindo-se os pressupostos de
estado de necessidade art 339, deve no entanto indemnizar.
Destruiu “coisa” alheia sendo o cão considerado uma coisa no sentido em que é desprovido
de consciência, para se proteger de o dano futuro iminente do ataque do cão
Tiago decide invadir a casa de martim
Importa. Verificar se se verificam os pressupostos da legitima defesa sendo eles:
Proteção do agente ou terceiro de agressão atual ou iminente; impossibilidade de recorrer
aos meios normais; principio de proporcionalidade na resposta; que seja em resposta a
conduta ilícita, Não se verifica a atualidade/iminência nem a impossibilidade de recorrer aos
meios, estando Tiago na escola, poderia recorrer aos meios normais.
Agressao a Martim- aplica-se aqui o 483, uma vez que o direito à integridade física de
Martim foi posto em causa, direito esse consagrado na constituição no artigo 25 da CRP e
tutelado pelo codigo civil no artigo 70, tendo martim direito a indemnização pelo n2
Luta de Tiago e marti que alegam legitima defesa mútua
Nao ha neste caso legitima defesa mutua uma vez que tal coisa nao existe, a legitima defesa
so se considera em resposta a condutas ilicitas, sendo a legitima defesa licita isto nao é
possível.
Agressao a maluquinho do bairro
Neste caso cabe verificar se os preceitos da legitimas defesa anteriormente anunciados se
verificam, o que não acontece devido a presença de um polícia ao lado, que poderia intervir,
nao se verificando a impossibilidade de recorrer aos meios normais a ação de Tiago é mais
uma vez ilícita.
Tiago deve entao indemnizar pelo artigo 338, assim como pelo 70n2 e 483n1 e
possivelmente pelo n2 do 339
2
Sub hip 1- neste caso ha uma situação de legitima defesa contra legitima defesa putativa,
será que é possível? A doutrina diverge, para Menezes leitão, cumprindo-se os pressupostos
do artigo 338, a açao de A seria ilicita mas nao culposa, e para Menezes Cordeiro a açao
seria licita. Posto isto, e seguindo a posição do professor Menezes Cordeiro, a açao de
Carlos é ilicita, uma vez que nao cumpre o requisito da legitima defesa de reagir a uma
agressão licita. E nao pode haver legitima defesa contra legitima defesa.
Sub hip 2- tendo violado o direito absoluto que é o direito a vida, na crp e tutelado pelo artigo
70, A deve ser responsabilizado pelo artigo 483, porém há aqui a possibilidade de se
enquadrar numa legitima defesa ainda que excessiva por intensidade na aplicação tambem
uma divergência doutrinária, uma vez que parte da doutrina acrescenta à necessidade do
meio utilizado a proporcionalidade, segundo esta posição, o meio escolhido tem de ser, para
alem de necessário, proporcional na forma como é usado, significando literalmente que o
dano causado nao pode ser manifestamente superior ao evitado, esta posição acarreta
problemas como o da dificuldade de qualificar os resultados possíveis da agressão, neste
caso A acreditava que tinha a vida em risco, nao podendo medir, no curto espaço de tempo
entre virar-se e disparar, os resultados da sua defesa, para alem disso o seu excesso é
tambem coberto pelo 337/2 seguindo entao a posição de Menezes cordeiro, a açao continua
dentro dos parâmetros do 338.
4
No caso presente importa verificar se Nádia agiu em aço direta sendo os seus pressupostos:
açao em defesa de um direito, neste caso de propriedade; impossibilidade de recorrer aos
meios normais; principio da proporcionalidade na defesa e que venha em seguimento de
uma conduta ilicita ja consumada ou em consumação.
Todos os pressupostos se verificam e a açao de Nádia e então licita, na medida em que
garantiu o seu direito se propriedade, que se via posto em causa pelo ladrao que fugia com a
carteira, pelo artigo 1314
Sub hip 1- entretanto Nádia teve a possibilidade de aceder aos meios de tutela normais,
podendo chamar as autoridades, estando o carro estacionado.
5
Poe se em causa a existência de açao em estado de necessidade prevista no artigo 339 no
cc. Para tal é necessário que se cumpram os pressupostos; existência de perigo atual;
ameaça de bem juridico em resultado do perigo; previsão de dano manifestamente superior
ao sacrificado.
No caso nao se verificam todos estares pressupostos uma vez que a Guilherme devia ter
imediatamente procedido à destruição da janela com o martelo, se assim for guilherme deve
pagar uma indemnização imposta equiatativamente pelo tribunal
Se o martelo parte portas a açao foi licita uma vez que era necessário remover tomas de
forma a assegurar a vida dos passageiros.
6
Artur age em estado de necessidade, cumprindo se os seus pressupostos, fazendo da sua
açao licita, levando a que a açao de Melchior nao possa ser considerada legitima defesa,
cabe agora perceber se Melchior deve ou nao ser sujeito a pagar uma indemnização nos
termos da responsabilidade por factos ilícitos tutelada no artigo 483, nao o deve ser, pelo
artigo 337n2 havendo medo nao culposo do agente.
Sub hip1- Artur agiu em estado de necessidade, dispondo-se de um veiculo pertencente a
um terceiro, sem o seu consentimento para salvar a sua namorada, verificando-se os
pressupostos do EN, Artur terá ainda, que indemnizar todos os lesados sendo que foi por
sua culpa que o fogo deflagrou, e ainda o que for determinado pelo tribunal, envolvendo os
lucros cessantes (que a empresa de aluguer) com a impossibilidade de cumprir o contrato de
alugel
Sub hip2- Teodosio agiu em, pensava ele, estado de necessidade, nao se verificando a
existência de qualquer perigo, o tribunal ditara a indemnização do portão como entender
entre quem contribuiu para o prejuízo
Caso 7
Importam os seguintes factos
Pedro parte montra
Poderia estar em caso uma ação direta, com o intuito de recuperar o seu bem, utilizando a
força para garantir o a apliaçao pratica do seu direito da propriedade do seu quadro, para tal
é necessário que se verifiquem os pressupostos da legitima defesa; a impossibilidade de
recorrer aos meios normais, a proporcionalidade nos meios de adequação do direito,e nao
ponha em causa interesses superiores aos que se encontram em perigo. Neste caso nao ha
impossibilidade de recorrer aos meios normais uma vez que Pedro podia ter notificado a
policia, nem tentou bater a porta procedendo logo a destruição da porta e vitrine, nao ha aqui
portanto, açao direta por parte de Pedro, sendo por tanto a sua açao ilícita
Francisco dispara em salvador mas queria acertar em Pedro
Francisco, defendendo-se do que aparentava ser uma agressão ao seu bem patrimonial, a
loja, e atendendo ao passado que tinha de roubos, dispara em salvador que ia a passar na
tentativa de se defender de Pedro, vamos entao verificar se cumpriu os pressupostos da
legitima defesa; a agressão atual, uma agressão ilícita, a necessidade de reação pela
impossibilidade de recorrer aos meios normais, proporcionalidade na reação.
Neste caso verificam-se os 3 primeiros pressupostos mas nao ha aqui, tendo Francisco
disparado com a intenção de matar Pedro, proporcionalidade entre a agressão e a defesa,
sendo ainda que Francisco tinha a arma com o propósito de a usar neste tipo de situações,
logo a intenção premeditada de matar quem pusesse em causa o seu direito a propriedade,
agindo entao em situação errónea como indicado no artigo 338. Em relação ao tiro em
Salvador, a sua familia tem direito de indemnização por parte de Pedro, que agiu em
situação errónea e com isso levou a morte de Salvador.
Salvador empurra Pedro que cai e parte o braço
Salvador, ao procurar proteger a sua própria vida, empurra Pedro, que cai e parte o braço,
Salvador morre
Quadro era falso
Pode estar aqui em causa uma sançao a Francisco que pretendia vender, com consciência
disso, um quadro falso, levaria a nulidade da venda que viesse a realizar pela ma fe do
vendedor
Legitima defesa divergências doutrina
Perante os inimputaveis deve-se fugir?- MC e a maioria da doutrina defendem que ha o
direito a ficar, e a se defender, direito decorrente da dignidade humana.
Matar alguém que apenas nos vai torturar a vida toda- MC considera que nao faz sentido
haver divergências entre o codigo penal e o codigo civil, sendo este ato legitima defesa no
codigo penal, ha entao a diferença entre proporcionalidade e a necessdidade de meio, neste
caso nao ha necessidade de proporcionalidade mas nao se deve arriscar usar o meio menos
gravoso, deve se usar o mais eficaz. A proporcionalidade deve ser considerada na utilização
do meio
Menezes leitão considera que so se nao se aplicar nem o 337 n1 nem 2 nem 338 que se
aplica entao o 483 a quem nao agiu de acordo com a proporcionalidade
Estado necessidade divergências doutrina
Pode-se agir em estado necessidade a porejudicar pessoas? A doutrina majoritária considera
que sim, é admissível considerar danos pessoais no EN.
Artigo 337- decidir sempre se tomo a posição de MC ou a literal que consta no artigo em
relação aos meios, mc considera que bast que seja contra uma agressão humana, nao tendo
de ser imputavel.
Leis- fontes e vigencia
As fontes de direito sao os modos de revelação do direito de onde emergem as ordens
jurídicas.
Ha doutrina que considera que ha direito antes das leis-jusnaturalistas
E doutrina que considera que as fontes criam direito- positivistas
Modos de fontes
Revelação interna-
Revelação externa-
A doutrina é considerada pela regência uma fonte mediata de revelação da norma
juridica, e fundamentação das fontes legislativas.
Se vier costume, identificar, falar sobre ele, posição na nossa ordem juridica e resposta
perante a lei.
Lei, vigência e cessação. No caso identificar estes 3:
Início de vigencia “nascimento da lei”- critérios para entrar em vigor, torna-se vinculativa
após a sua publicação em diário da república, decorre do artigo 5, lei formularia.
Vacatio legis-se determinou ou se é o caso supletivo (5 dias).Vacatio legis existe para o
conhecimento e adaptação as leis, tem em conta a urgência da sua aplicação. O n1 do art2
da LF diz que nao pode ser publicada no dia, mas há discussão doutrinaria em relação a
hierarquia da LF
Vigencia- pode acontecer: retificação, que a corrige, precisamos de ver os requisitos,
consequências. O que acontece quando nao se cumprem os requisitos.
e pode aparecer uma nova lei, que leva à cessação de vigencia. Discussão sobre artigo 12
ou 13
Cessação da vigencia-pode ser por:
Revogação-requisitos: temporal, material, hierarquia. É preciso haver lei antiga e lei nova, a
lei nova tem de ser incompatível com a antiga, a hierarquia da nova tem de ser superior ou
igual. Lei geral nao revoga lei especial. Se houver revogação temos de ver os tipos: simples
substitutiva, expressa tácita, total e parcial, global, parcial-derogaçao
Caducidade-expressa e tácita (discutível)
Declaeaçao de inconstitucional art 202 CRP
Jurisprudência
Uniformizada
constante
normativa(constitucionalidade) 282 crp
Costume
Mts acrescenta que nao so ha a convicção de obrigatoriedade como de permissibilidade.
Mc acrescenta que o costume nunca pode ser contrario aos principios fundamentais da
ordem juridica. Mts e regência acham que do elemento fático (principio da boa fé que ja esta
no 3/1º9
Divergências em relação ao costume: se o costume é fonte de direito ? Se sim que tipo de
fonte é? Sendo fonte mediata porque carece da ordem juridica para existir
Imediata porque tem o elemento pratico das fontes de direito
O costume contra legem prevalece ou nao? Depende de considerarmos imediata ou mediata
Regência acha que e imediata mas nao faz cessar a lei, põe em causa a sua eficácia.
Caso pratico 1
Lei a-2 de janeiro, artigo 12 - período Vacatio legis 10 dias entra em vigor: 12
Lei b-período supletivo Vacatio legis 5 dias publicada dia 10 janeiro:15
Lei c- dia 1 de fevereiro
Novo regimento da assembleia da republica-publicados dia 3 período Vacatio supletivo de 5
dias. :8
Caso pratico 2
DL n1- o diploma nao pode entrar em vigor no dia da sua publicação, pelo 2/1 da LF, nao se
aplicando as ressalvas por estado de emergência ou guerra,ineficacia?
Retificação- inadmissível uma vez que nao cumpre os requisitos para a retificação da lei, por
dois motivos, o orgao que declarou a retificação nao é o mesmo que declarou a lei original,
tendo o decreto lei sido sido aprovado pelo governo a assembleia nao tinha a capacidade
para retificar; e sendo a retificçao apenas admitidá para a correção de lapsos gramaticais,
ortográficos, neste caso ha una modificação do seu conteúdo.-inexistência
B- pelo n1 do artigo 12, do cc, nao há legitimidade para o despacho.
C- estamos perante um uso, nao há convicção de juridicdade
Estamos tambem perante desuso, nao se construiu alternativa a legalidade nem ha a crença
de que é legal, ha somente um incumprimento da norma ja estabelecido na sociedade.
5/2 CC e 2/1 LF) 278 ex vi 296º
Assume se que a lei foi publicada sob pena de ineficacia pelo artigo 119crp
A doutrina diverge em relação ao 2/1 da lf
Como a LF é uma lei de valor reforçado parte da doutrina considera que é hierarquicamente
superior uma lei ordinária como uma ordinária. Logo a lei nao a pode derrogar.
Parte da doutrina acha que e uma lei ordinária, uma nova lei ou decreto de lei pode se
entender que tem o mesmo valor hierárquico, daí poderá derrogar a LF.
Como a LF é uma lei de valor reforçado parte da doutrina considera que só em casos de
emergência calamidade ou inutilização do direito pode ser derrogada no 2/1
Estás duas ultimas remetem para a 2/2 e conta se o 278 ex vi 296
A regência segue MC mas a maioria da doutrina e a pratica segue mais a posição da
derrogação da LF
Divergência doutrinaria em relação ao tipo de desvalor associado a inadmissibilidade
da retificação.
Nula? Ns
Decreto regulamentar do conseljo de ministros- previsto no 112 n6. Precisa do 119. Fixação
por prazo ad hoc de 2 dias.
O decreto regulamentar é ineficaz, na medida em que nao consegue derrogar a LF uma vez
que a LF é uma lei e superior hierarquicamente ao decreto regulamentar.
Decreto de lei, artigo 112n1 é um ato legislativo, procura derrogar a LF, principio da
segurança juridica
Doutrinas
Constitucionalistas; paulo otero- valores juridicos subjacentes a Vacatio legis, estão
constitucionalmente previstos casos de excepção ao LF. Logo a lei nova dá-se por nao
escrita, e aplica-se o caso de 5 dias
Regência e mts- a lei pode sempre derrogar o art 2 da lf uma vez que tem o mesmo valor. E
a segunda expressa a ultima vontade do legislador.
Posição de aproximação mais possível ao que o legislador permite, ficando entao no dia
seguinte
Regime juridico- costuma significar novo sistema jurídico, implica a revogação global do
sistema anterior
A lei geral posterior nao revoga a lei especial anterior
Caducidade e prescrição vai sair.
2 casos
1 pergunta teórica
Revogação global
Um novo codigo pode ou nao afastar uma disposição com que nao é incompativel?
Considera-se que um novo codigo afasta tudo para trás.
Galvão Teles considera que se deve manter, mas o resto da doutrina não.
A lei geral pode revogar a lei especial quando : o regime especial deixou de acontecer, ou a
lei geral acolhe o regime especial.
Publicação- 119/2 crp; 5/1 cc; 1/1 LF
Início vigencia- 2/2 LF; 5/2 cc; 279 ex vi 296 cc
Segurança juridica
OA divergência em relação a revogação global
OA- A revogação da se por matérias e institutos. Distingue revogação global ou por
substituição, e revogação individualizada Mas rejeita “ou por substituição” porque pode haver
revogação global sem ser por substituição.
Dúvidas:
1- perceber melhor a posição dele
2- a maioria da doutrina esta contra ele certo? Galvão telles concorda?
Freitas do amaral considera que a abrogação ou revogação total se faz por substituição,
sendo que esta vigente o que nao esta incluído no novo regime uma vez que o que parecia
ser uma revogçaoa global era apenas parcial
Divergências
Lei nova publicada depois e entra em vigor antes que a lei antiga:
Oliveira ascensão diz que quando uma lei impede a vigencia da outr se trata de revogação,
MTS usa o termo impedimento de vigencia.
Critério da publicidade de Galvão Telles e OA: última leis a se publicada consiste na vontade
do legislador. A lei nova revoga a antiga e so importa a publicação e nao a entrada em vigor.
Lei nova e lei antiga entram em vigor no mesmo dia:
OA utiliza de novo o critério da publicidade, Menezes cordeiro considera que nestes casos a
data da publicação nao tem nada a ver com a intenção do legislador, uma vez que nestes
casos a data da publicação depende de outros fatores, remete pela resoluçao por via
intrepretativa deve se reconhecer lacuna de colisão e resolver nos termos do art 10 do cc
Publicadas ao mesmo tempo e no mesmo diário:
OA nao sabe, mas considera que nao há revogação; Menezes cordeiro resolve pelo art 10
do cc; outra parte da doutrina defende que se deve ver quem entra em vigor mais tarde,
sendo essa intenção do legislador art 5 n 2.
Então os critérios sao
Criterio da data de aprovação
Criterio da data de publicidade
Criterio da data de entrada em vigor
Reconhecimento de lacuna de colisão
Existência de um impedimento de vigencia da lei publicada inicialmente.
Novo regime com lacunas; aplicar as normas
do regime anterior?
Oliveira ascensão pensa que a aprovação de um novo codigo sem referencia expressa a
revogação do anterior, nao atinge os institutos que nao tenham correspondência no novo
código, uma vez que a revogação global é uma revogação por instituto ou materia. Não se
deve atribuir qualquer relevância particular por se tratar de um código, sendo o codigo uma
lei aplicam-se os principios gerais da sucessão de leis, se nao houver revogação expressa
ha a revogação tácita dos preceitos incompatíveis.
Diogo Freitas do amaral defende que, de forma a evitar uma lacuna de um ramo do direito,
consideram-se em vigor as normas do código antigo pois o que parecia ser uma revogçao
global era uma parcial ainda que extensa, visto aquela resultar, nos termos do art 7/2 “da
circunstancia de a nova lei regular toda a matéria da lei anterior” assim nao sendo a materia
da lei anterior toda revogada ainda se encontra em vigor a parte relativamente a qual a nova
lei nada dispôs.
Critica ao momento de contagem da vacatio
OA critica pois ao começar a contar a partir da distribuição esta se a prejudicar a certeza
jurídica, pois é uma desproteção dos que confiaram na da formalmente atribuída ao diploma
Nuno Sá gomes considera que é uma data oficial que nao pode ser substituída por algo tao
fluido como distribuição
A caducidade é supletiva à prescrição. A prescrição tem que estar prevista pela lei.
Distinguir as duas figuras, aplicar o regime.
A distinçao entre a prescrição e a caducidade da se. A medida em que, enquanto que ambas
servem como proteção do direito com o passar do tempo, a prescrição se distingue por ser
de caráter oficioso, nao alterável pelas partes.