A didática nas tendências não-críticas Se voltarmos muito longe no tempo, vamos encontrar a Didática Magna de Comênio, considerado

o pai da Didática, que, procurou um método que pudesse ensinar tudo a todos. Em linhas gerais, as características das tendências não-críticas podem ser resumidas da seguinte forma: • Supervalorização do método. • A divulgação dos conteúdos de ensino, com fim em si mesmo. • O centro do processo ensina-aprendizagem é o professor: autoritário e centralizador de informações. • A exposição oral como fundamental recurso de ensino. • O planejamento como uma “camisa de força” com os passos a serem dados rigorosamente organizados. • Os alunos concebidos como um ser passivo receptor de conhecimento. • Os conteúdos de ensino entendidos como dogma. • Avaliação para classificar o aluno: provas e argüições. Já nas tendências críticas, podemos observar: • A participação da população nas decisões politco-educacionais. • Espaço para troca de saberes entre educadores. • Ênfase na competência política dos profissionais da educação. • Influencia Marxista em varias teorias voltadas para educação. • A ênfase na educação sociedade, logo a valorização da participação, da coletividade e da cidadania. • Valorização da experiência do educando no desenvolvimento curricular. • Critica a reprodução.

. • O planejamento enquanto “um diário de bordo”.• O aluno como centro do processo. • O tratamento interdisciplinar dos conteúdos de ensino • A concepção de avaliação processual.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful