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Prêmio Jabuti

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Prêmio Jabuti 50 anos

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Prêmio Jabuti 50 anos .

um personagem vivo da cultura brasileira contemporânea. de todos os que escrevem. ganhou agilidade e encarou uma longa jornada. Com obstinação e argúcia à maneira do seu inspirador. publicam e lêem livros. no Brasil.Apresentação Tudo começou sem alarde. simples e discretamente. Mas também com ousadia. ganhou densidade e respeito. Longa vida ao Jabuti! Rosely Boschini Presidente Câmara Brasileira do Livro 5 . conhecimento e arte. conquistou o reconhecimento de todos os que. os diretores da cbl nos idos de 1950. Ao contrário. Avançou. Uma história de final feliz. Essa é a história que a Câmara Brasileira do Livro se sente na obrigação de registrar. produzem informação. como era do estilo do personagem-símbolo. quando o Prêmio completa 50 anos. ele próprio. o Prêmio Jabuti avançou sem esmorecer. como era do estilo dos seus criadores. mas que se pretende que não termine aqui. Tornou-se. que ela continue por outras tantas décadas. como as fábulas do pequeno jabuti. Afinal. a valorizar os autores e a cultura do nosso país. a promover o livro e a leitura no Brasil. lançar um prêmio literário e editorial em um país de poucos livros e leitores não era pouca coisa.

O Clã do Jabuti Há ao redor do mundo inúmeras histórias mitológicas nas quais as tartarugas estão associadas à sabedoria. nas palavras do ex-presidente da CBL e escritor Francisco Marins. mais pertinente. “valorizar o pequeno e frágil mundo do livro”. caminha ereto. 7 . portanto. como assiste à surpreendente evolução do mercado editorial brasileiro. sobre duas patas marcha a passos largos rumo a um país de leitores. não poderia ter sido. Se à época de sua criação o Prêmio Jabuti almejava. essa inesgotável fonte de conhecimento. ganhou fama de ser um bicho astuto. como tem sido demonstrado a cada edição deste que se tornou o maior prêmio literário e editorial do país. Não por acaso. por seus hábitos diurnos e gregários. A escolha do simpático jabuti. O jabuti. personagem de inúmeras fábulas brasileiras. Mas o Jabuti criado pela Câmara Brasileira do Livro há exatos 50 anos. como símbolo de excelência do livro. sem tencionar ser o rei da floresta. hoje não só endossa a alta qualidade das publicações contempladas. Para os índios da Amazônia ele simboliza a tradição e a humildade por andar com paciência. nosso quelônio nativo.

a julgar pelo vigor e prestígio que o nosso Jabuti exibe.Reconhecidamente longevo. pode-se afirmar que enquanto houver livros sendo publicados. é sabido que não se pode definir a idade desses répteis pela sua aparência. ele estará sempre presente para consagrar os melhores. A Imprensa Oficial se congratula com o sucesso do Prêmio Jabuti. Neste caso. E apropriando-nos da idéia de que em certas culturas as patas das tartarugas representam os pontos cardeais. Esta edição comemorativa é nossa homenagem a todos os que nesses cinqüenta anos integraram o clã do Jabuti. honrada em fazer parte do clã dos que trabalham para que livros sejam produzidos na escala que o país reclama e para que a excelência seja uma marca impressa em cada volume e em cada página publicada. fazemos votos que este evento contribua cada vez mais para que a cultura do livro se propague pelos quatro cantos do Brasil. Hubert Alquéres Diretor-Presidente Imprensa Oficial 8 .

Milhares de letras que engrandecem leitores e educam gerações. seus autores e autoras. Convidamos agora todos os apreciadores do Jabuti a penetrarem nesta história tão incrível através deste revelador livro. Anos dourados. leitores. escritoras. o português.. óculos. Centenas de faces fazem a história dos 50 anos do Jabuti. foram cinqüenta noites iluminadas de glamour promovendo o encontro de escritores. anos de chumbo. bigodes. penteados. Mudaram as roupas. posturas. Permanece a caminhada do Jabuti nestes 50 anos tão decisivos do Brasil.. por cinco décadas ininterruptas. editores.. Participe você também da festa dos 50 anos... ano a ano..Jabuti 50 Anos Após o árduo e difícil trabalho dos jurados. criatividade. redemocratização. Deliciese com as letras oferecidas tão graciosa e gentilmente.. inspiração. que também se constitui num álbum fotográfico do nosso querido Jabuti. o vigor do mercado editorial. com arte.. O Prêmio projeta nossa língua-mãe. O Jabuti recolhe 9 . Conheça os livros vencedores. jornalistas. seus editores. O Jabuti acompanha a história nacional. promovendo a excelência literária. o Jabuti fez e faz a história do livro no Brasil. Deixe que uma viagem livre no espaço-tempo do Jabuti permita a experiência da rica e agitada história do nosso país em cinco décadas.

A cbl. Bem vindos à festa do Jabuti e que nas próximas cinco décadas o prêmio possa crescer ainda mais. promovendo o livro. entre tantas ações. A cbl cumprindo sua missão. para que mais brasileiros e brasileiras descubram que não ‘só de pão vive o homem’.ano a ano o ‘biscoito fino’ de nossa produção editorial. quer realizar o sonho de um país de leitores através do Jabuti que há 50 anos inicia sua caminhada e apresenta ano a ano o melhor da produção editorial nacional. José Luiz Goldfarb Curador do Prêmio Jabuti 10 . Revela riqueza infinita a ser distribuída. a literatura e a leitura. mas também. muitas letras e cultura. num país de muito futebol.

liguem 11 . sociais e ambientais. Afinal. com mais de r$ 8 milhões por ano investidos em iniciativas culturais. desde a geração à distribuição de energia elétrica. Porque levar luz à vida das pessoas não é apenas criar condições para que elétrons em movimento acendam lâmpadas. Presente em seis estados brasileiros e com importantes ativos em todos os segmentos do setor elétrico brasileiro. o Grupo edp – Energias do Brasil está fortemente comprometido com o desenvolvimento sustentável do País.edp . fazer crianças e jovens de 60 cidades se encantarem descobrindo a graça e o prazer de ler um Dalton Trevisan.Energias do Brasil nos 50 Anos do Jabuti Tendo como um dos pilares de sua política cultural o incentivo à educação e à leitura por meio de projetos que ultrapassam os r$ 2 milhões anuais e entre os quais se destaca o Letras de Luz. o Grupo edp – Energias do Brasil não poderia ficar de fora desta simbólica 50ª edição do mais prestigiado e importante prêmio de literatura do País. o Jabuti. um Ruben Fonseca ou uma Raquel de Queiroz – isso só para citar alguns dos que já tiveram a honra de receber o Jabuti nesses 50 anos de premiação – é um dos nossos mais gratificantes desafios.

aparelhos ou acionem equipamentos. É. acima de tudo. António Pita de Abreu Diretor Presidente edp – Energias do Brasil 12 . o gosto pelo conhecimento e o desejo por evolução. despertar nelas o encanto pela descoberta.

129 Bibliografia. 121 Cronologia. 189 . 51 3 O Reconhecimento. 103 5 O Jabuti aos 50 Anos. 133 Presidentes da cbl. 139 Agradecimento. 77 4 Os Resultados. 135 Livros Premiados com o Jabuti (1959-2007). 15 2 As Estratégias.Sumário 1 A Criação.

a conquista da Copa do Mundo de Futebol na Suécia. e a apresentação oficial da excelência da Bossa Nova por João Gilberto na gravação de Chega de Saudade. política e cultural do país que. O cenáriO naciOnal Entre as décadas de 1950 e 1960. 1958 já recebeu tantas qualificações. de Tom Jobim e Vinícius de Morais. O ano de 1958 ficou na memória coletiva brasileira como um ponto de inflexão na dinâmica social. poucas vezes se repetiu. de carros e caminhões a ge- 15 . que as referências são mesmo memoráveis. porém. tem sido tão lembrado e celebrado como grande marco da história brasileira contemporânea que pouco mais haveria a acrescentar. O país começou a produzir novos bens de consumo interno. um ano especial que não devia ter terminado. pela melhor seleção que o Brasil já levou a campo. enfim. Não há duvida. a força gravitacional do seu passado colonial.1 A Criação O mais brilhante dos anos dourados. entre elas a arrancada da indústria automotiva e a aceleração da construção de Brasília – ambas impulsionadas por um presidente sorridente e confiante que prometia nada menos que cinqüenta anos de progresso em cinco de governo –. posteriormente. o ano da virada para a modernização. o Brasil venceu.

celulose. vidro. além de intensificar a produção de móveis. avançando da chamada indústria de base. cimento. mas essa convergência não impedia a intensa discussão de propostas e projetos na imprensa.ladeiras e televisores. siderúrgica e química. alumínio. Tanto o nacionalismo de Getúlio Vargas quanto o desenvolvimentismo de Juscelino Kubitschek tinham o mesmo alvo – a industrialização pela substituição de importações e o incremento do mercado interno pela elevação da renda da classe média e dos trabalhadores urbanos –. plástico. nas universidades. tecidos. máquinas e ferramentas. Nacionalistas e desenvolvimentis- 16 . com tendência a concentrar-se nas grandes e médias cidades da faixa litorânea do país. alimentos. o país acelerava sua urbanização. no Congresso. mas também viveu um dos seus momentos mais significativos. para setores mais amplos da indústria de transformação e de bens duráveis. e ampliadas agora nos anos jk. Nesse período. o processo demográfico brasileiro não só conheceu um dos seus saltos históricos. O Brasil acelerava sua industrialização. materiais de construção. com a população urbana começando a superar a população rural. A modernização urbano-industrial ganhava aceleração a partir das bases políticas lançadas antes na era Vargas. borracha – em maior quantidade e melhor qualidade. com o nacionalismo e o trabalhismo. com o incremento expressivo da população. Tudo isso foi possível porque já conseguia gerar energia e produzir os insumos industriais necessários – aço. com o desenvolvimentismo aplicado no plano nacional e regional. Ao mesmo tempo.

estudiosos e educadores eram os que mais profundamente repercutiam e alimentavam o grande debate cultural e político em que os brasileiros. composições musicais. reformistas e conservadores envolviam-se em acalorados debates político-ideológicos sobre como promover o desenvolvimento do país com democracia. a c â m a r a B ra s i l e i r a d O l i v r O Sem exagero. a indústria do livro esteve sempre na linha de frente dos grandes debates nacionais dos anos 1950 e 1960.tas. reportagens e teses acadêmicas o que se buscava eram novas idéias. romances. 17 . do ensaísmo e da literatura. transbordava para o campo da comunicação e da arte. da música e da arquitetura. da ficção literária e do conhecimento técnico-científico. com interesse e paixão. entre a história e a cultura do país. no plano da divulgação das ciências humanas e da filosofia. poemas. Escritores e críticos. pode-se dizer assim que. principalmente. Em filmes. Nesse cenário em ebulição. das artes plásticas e da fotografia. o debate de idéias em torno do presente do “país do futuro” não se restringia ao âmbito dos profissionais da política e da economia. discutiam o Brasil. Tanto no plano do entretenimento e da educação como. monetaristas e estruturalistas. cineastas e dramaturgos. peças de teatro. soberania. no processo de modernização do país. a indústria editorial cumpriu função mais que relevante. Muito ao contrário. linguagens e parâmetros para entender as relações entre a modernidade e a brasilidade. com vivas e agudas intervenções do teatro e do cinema. justiça social e equilíbrio regional. exposições.

Mário de Andrade. Josué de Castro com um agudo ensaio sobre a pobreza no mundo e no Brasil. o livro. os irmãos Weiszflog. notabilizaram-se como referências da história da cultura brasileira. Olympio do Rio de Janeiro – dirigida por Gilberto Freyre – e ainda a Nobel e a Biblioteca dos Séculos da Globo de Porto Alegre. Ênio Silveira. faziam parte de uma cadeia produtiva industrial-mercantil. Edgar Cavalheiro. mais que um negócio. era uma paixão. Manuel Bandeira. Veredas. Sérgio Buarque de Holanda e o próprio Gilberto Freyre. Formação Econômica do Brasil. Geopolítica da Fome. Jorge Amado. a Documentos Brasileiros da J. Ênio Matheus Guazzelli. Henrique Bertazo e Alfredo Machado. dedicadas aos clássicos da literatura mundial. Eram empresários. fosse por autores já consagrados. Para editores como Octales Marcondes Ferreira. José Olympio. Entre eles. mas o que os movia era um genuíno e generoso comprometimento com o progresso brasileiro. as três de São Paulo. Grande Sertão.Coleções como a Brasiliana da Companhia Editora Nacional. José de Barros Martins. a Biblioteca Histórica Brasileira da Livraria Martins e a Biblioteca da Educação da Melhoramentos. Graciliano Ramos. Caio Prado Júnior. Monteiro Lobato. Jorge Saraiva. fosse por estudiosos e ficcionistas iniciantes ou até aí menos reconhecidos. Tornaram-se testemunhas do compromisso dos editores brasileiros em publicar o que de melhor se produzia no país. e João Guimarães Rosa com seu originalíssimo romance-novela. Celso Furtado com a sua síntese histórica já nascida clássica. Acreditavam 18 . Diaulas Riedel. como Carlos Drummond de Andrade. Edgar Blucher. Érico Veríssimo.

Não foi difícil evitar 19 . Di Cavalcanti e Portinari. uma das suas decisões mais importantes. Carybé. tanto quanto – ou talvez mais – na produção de arte. Luís Gonzaga de Mello (J. Entre os signatários. Edgar Cavalheiro (Globo) e Aristides Thomé (Freitas Bastos). Abel Ferraz de Souza (Lep). Jorge Saraiva (Saraiva). Artur Neves (Brasiliense). que “um país se faz com homens e livros” – bons livros para educar os homens que haveriam de construí-lo. apoiando os bons autores e investindo na produção gráfica. Diaulas Riedel (O Pensamento). das mais prestigiosas do País. sendo ela uma cidade de quase dois milhões de habitantes e o centro econômico mais próspero e dinâmico do País –. o negócio e a cultura do livro e da leitura no Brasil. Percy Lau. ao mesmo tempo. Apesar de ter sido criada em São Paulo – o que era natural. na década anterior. Ferreira e Ênio Silveira (Nacional). Iberê Camargo. E não poupavam esforços para oferecer livros de qualidade. Fora com esse carisma de “civilizadores” de um país entrando na maioridade que essa geração de editores e livreiros havia tomado. Que o digam as capas e desenhos criados por artistas e ilustradores do nível de Cícero Dias. Poty.verdadeiramente. Octales M. com Monteiro Lobato. a cbl não podia ser vista como “coisa de paulista”. Santa Rosa. Luiz Jardim. assinavam a ata de fundação da Câmara Brasileira do Livro. A de criar uma associação de classe que os representasse e que promovesse. Olympio). Reunidos em São Paulo em 25 de setembro de 1946. José de Barros Martins (Martins). Clóvis Graciano. 39 representantes de editoras e livrarias. Aldemir Martins.

começando por ampliar o número de associados e garantir a todos – os editores e os livreiros e. a sede era inaugurada. Em 14 de agosto de 1954. em muito pouco tempo. e que não eram poucos. A fundação da Câmara Brasileira do Livro era a resposta à necessidade da categoria de ter um organismo que defendesse e promovesse seus interesses. afinal. Da agenda da cbl passaram a fazer parte desde o acompanhamento dos debates no Congresso Nacional sobre isenção tributária da importação de livros estran- 20 . a diretoria conseguisse liquidar as últimas parcelas do empréstimo bancário contraído para a compra do imóvel. Bem mais difícil foi consolidar a nova instituição. também os creditistas e os distribuidores – a mesma representatividade. temperado com boas idéias e boa dose de determinação era o que não faltava aos fundadores e dirigentes da cbl. Em se tratando de uma entidade ainda tão jovem. a cbl instalava-se oficialmente no 10o andar de um edifício de estilo moderno.isso. Mas arrojo. a seguir. A cbl. Valeu a pena. A iniciativa teve boa aceitação e apoio em outros estados. no 1267. recém-construído na avenida Ipiranga. Tudo isso custou anos iniciais de muita dedicação dos dirigentes. não deixava de ser uma ação arrojada – mesmo que. ou a “Casa do Livro”. Terminando por lhe dar uma sede permanente. Menos de uma década depois da fundação. como a chamavam os jornais. como no Rio Grande do Sul e no Rio de Janeiro. Que eram os interesses do livro. com alguns ajustes estatutários e uma campanha intensiva entre os associados para a aquisição da sede própria. estava agora bem postada no centro pulsante da capital paulista.

como ressaltavam os relatórios das primeiras diretorias. Não seria uma compensação material. como produto e como bem cultural. gráficos e livreiros que mais se destacassem a cada ano. uma questão crítica dada a insuficiência da produção brasileira – e as negociações com o Instituto Nacional do Livro em torno de edições conjuntas e/ou compras de obras didáticas até a realização de feiras e campanhas de todo o tipo para a divulgação do livro e da leitura nas praças de São Paulo e em outras cidades do país. de equipamento gráfico e de papel – esta. O PrêmiO A agenda era extensa e carregada. geralmente com o apoio das secretarias da educação e cultura locais. Os desafios eram muitos. Uma boa causa. E foi nesse ambiente de diálogo e envolvimento em torno de uma boa causa que nasceu entre 1957 e 1958 a idéia de se criar um prêmio para os autores. poderia também vir a reverter em benefício econômico dos autores e das editoras e livrarias por um possível aumento das vendas das obras premiadas. os recursos escassos e ainda incipientes a articulação e a mobilização da classe. mas um ato simbólico de reconhecimento do valor intelectual e editorial e da qualidade técnica e artística dessas publicações. Isso tudo e ainda a organização dos primeiros Congressos de Editores e Livreiros. ilustradores. Reconhecimento que. editores. Tratava-se de promover o livro.geiros. 21 . Mas não faltava entusiasmo e disposição aos dirigentes daqueles “tempos heróicos” da cbl. naturalmente.

como Francisco Marins e Hernani Donato. entre outros. despretensiosa até. Presidida por Diaulas Riedel. Naquela cerimônia simples. Foram agraciados. iniciadas e animadas pelo presidente Edgar Cavalheiro.Lembram antigos ex-dirigentes. em solenidade realizada em seu próprio auditório. como editor do ano.a. pela publicação de Gabriela. coube-lhe tomar as decisões finais. e a Saraiva s. editores e profissionais do livro. começava a trajetória de 50 anos de uma premiação que acabou fazendo história. nem para identificar todos os seus protagonistas. de 19571959. entre elas a confirmação da escolha do jabuti para nomear o prêmio e a realização de concurso para a confecção da estatueta. Ousadia e PiOneirismO Não há registros formais suficientes para reconstituir passo a passo o processo de criação e implantação do Prêmio Jabuti pela Câmara Brasileira do Livro. a cbl fez a entrega do primeiro Prêmio Jabuti. No final do ano de 1959. Cravo e Canela. Jorge Amado como escritor nacional na categoria romance. pode-se dizer. Aos escassos registros pode-se acrescentar frag- 22 . que o projeto surgiu de discussões internas da cbl. como um estímulo à atividade editorial e ao mercado livreiro. pelo secretário Mário da Silva Brito – dois intelectuais e estudiosos da literatura brasileira – e outros membros da diretoria do biênio 1955-1957. vencido pelo escultor Bernardo Cid de Souza Pinto. Essas discussões em torno de uma “láurea” ou “galardão” a ser atribuído a autores. prosperaram e ganharam forma na diretoria seguinte. Coube também a essa diretoria promover a primeira premiação.

com Mário da Silva Brito. Aos poucos. (Entrevista de Hernani Donato. quase todos os jornais. Nesse momento. Depois de uma seleção criteriosa de sugestões decidiu-se criar um prêmio para a literatura brasileira e que esse prêmio fosse capaz de mostrar que tínhamos literatura de alto alcance. Juarez que era uma pessoa renomada que escreveu suas memórias e que ficou em estado de exaltação por ter sido premiado. Em termos de literatura o que é a recompensa? É a reedição.A c ri ação “ Naquele tempo vivia-se uma espécie de efervescência cultural. quando o Juarez Távora ganhou. mas faltavam livrarias. eu me dei conta da importância do Jabuti. onde discutiam o que fazer com relação ao livro no Brasil. do espanto e da quase glorificação que sentia quem ganhava o prêmio. na sede da cbl. abundavam os suplementos literários. julho 2008) ” 23 . Isso significava que o Jabuti era mesmo muito importante. de muita profundidade. com sérias preocupações editoriais. Houve um período em que eu fui secretário da Câmara e me coube fazer a entrega do Prêmio Jabuti durante uns três anos. A crítica nós tínhamos. São Paulo. é a crítica e é o prêmio. E o que é que mais atrai as pessoas em todo o mundo? É a recompensa. Era preciso fazer alguma coisa. como aconteceu. mas sim um homem que atuou nos altos níveis da República e sentiu-se emocionado ao receber a láurea. por exemplo. faltava a circulação do produto livro. revistas e rádio davam um largo espaço para a literatura. Lembro-me da euforia. Lembro-me de reuniões com Francisco Marins. Havia abundância de títulos. porque foi dado a um homem que não era da atividade literária constante. essa idéia foi tomando corpo em sucessivas reuniões até que se chegou a entrega do primeiro prêmio.

nas palavras definidoras do ex-presidente e escritor Francisco Marins. Queria-se popularizar o livro. Apesar das limitações naturais e intercorrências sociais 24 . Intenções e esperanças. enquanto os menos instruídos. ele não nascera do acaso nem pairava no ar. estimulando a todos os que trabalhavam com esse produto. Num país onde os iletrados e pobres ainda eram parte robusta da população e onde a outra parte. pôr mais livros nas mãos de mais brasileiros. Queriase. mas a sua força. deste modo. com o prêmio. estas sim. a sua fraqueza. por sua vez. dos que o escreviam aos que o vendiam. à distância. não tinha a leitura entre seus hábitos mais regulares. intelectuais e ricos. pois. vislumbrar por entre a névoa do tempo as intenções e as esperanças dos criadores do Jabuti.mentos de memória de antigos dirigentes. ampliando o acesso da população à informação e ao conhecimento. Queria-se. enfim. Trazia a marca do “genuíno e generoso” espírito dos fundadores da cbl. sintonizado. com o espírito de um tempo em que sonhos e utopias também inspiravam e animavam a vida da nação. É possível. pretensiosas. que acompanharam de perto ou que guardaram lembranças esparsas daqueles acontecimentos. “valorizar o pequeno e frágil mundo do livro”. mais rica e instruída. seus criadores. quase quixotesco. apenas o admiravam. O que se pretendia e se esperava não era pouco. Queria-se estimular a leitura como instrumento de promoção social e cultural e de fortalecimento da democracia. Entretanto. De fato era uma ousadia. a criação de um prêmio como esse podia parecer um projeto utópico. sempre associado aos letrados. A ousadia do projeto não foi.

de acordo com o Regimento Interno que regulará seu funcionamento. 1 – Fica instituído pela Câmara Brasileira do Livro o Prêmio Jabuti. à qual competirá a nomeação das diversas comissões julgadoras e o assessoramento de seus trabalhos. aprovado em reunião da diretoria da cbl em 28 de abril de 1959: “ Art. ” 25 . de caráter simbólico. 4 – A Câmara Brasileira do Livro indicará a cada dois anos a Comissão Permanente do Prêmio Jabuti. gráficos. editores e livreiros. § Único – O Prêmio será sempre relativo ao ano anterior ao da sua concessão. Art. jornalistas. será constituído por uma estatueta de bronze para cada um dos gêneros ou títulos previstos no presente Regulamento. destinado a distinguir publicamente o trabalho daqueles que mais de perto se encontram ligados à vida do livro: escritores. Art. 3 – O Prêmio.A inst i t ui ção Do Regulamento do Prêmio Jabuti. ilustradores. anualmente entregue.

palestras. encontros com escritores. o Jabuti. 26 . semanas literárias. sobreviveu. saraus. feiras de livros.e políticas inevitáveis. lançamentos editoriais etc. vem dando contribuição valiosa para tornar o vaticínio lobatiano uma realidade. Todos. ganhou densidade e respeito. tornou-se importante estímulo para tantos outros programas e eventos literários e culturais que nas duas últimas décadas se espalharam pelo país na forma de bienais. cumprindo importante papel na divulgação da literatura e na valorização do autor nacional. há 50 anos. Se um país se faz com homens e livros. como o Jabuti pioneiramente. Tornouse uma instituição de prestígio nacional. com sua proverbial perseverança e obstinação. Superando não poucos obstáculos. manteve-se vivo. E o mais importante.

Diaulas Riedel Prêmio Jabuti (gestão 1957-1959) .

Theobaldo de Nigris Prêmio Jabuti. 1960 .Arnaldo Magalhães de Giacomo.

Raimundo de Menezes. Lygia Fagundes Telles Prêmio Jabuti. 1966 .

Sede da CBL na avenida Ipiranga Prêmio Jabuti. 1969 .

Enio Guazelli Prêmio Jabuti. Hernani Donato.Stella Carr. 1969 .

Hernani Donato. Jannart Moutinho Ribeiro Prêmio Jabuti . Paulino Saraiva.

Francisco Marins. Diaulas Riedel Prêmio Jabuti .

1974 .Agraciados com o Prêmio Jabuti.

José Geraldo Nogueira Moutinho. Sérgio Buarque de Holanda Prêmio Jabuti. 1974 .

1974 .Nilo Scalzo. Nelly Novaes Coelho Prêmio Jabuti.

1975 .Caio Porfírio Carneiro Prêmio Jabuti.

Paulo Duarte Prêmio Jabuti.Mário Fitipaldi. 1976 .

José Gorayebe. 1981 . Mário Quintana Prêmio Jabuti.

Laura Sandroni Prêmio Jabuti. 1983 .

Homenagem a Carlos Drummond de Andrade Personalidade Literária do Ano. 1985 .

Alfredo Weiszflog. João Ubaldo Ribeiro Prêmio Jabuti. 1985 .

Jorge Yunes, Pedro Bandeira, Prêmio Jabuti, 1986

Lygia Fagundes Telles, Alfredo Weiszflog Prêmio Jabuti, 1987

Abílio A. Rodrigues da Silva, Emil Farhat Prêmio Jabuti, 1988

Caio Fernando Abreu. Tatiana Belinky Prêmio Jabuti. 1989 .

Prêmio Jabuti. 1989 .

1990 . Ziraldo Alves Pinto Prêmio Jabuti.Alfredo Weiszflog.

Homenagem a Lygia Fagundes Telles Prêmio Jabuti, 1990

Estatueta Prêmio Jabuti Autor: Bernardo Cid de Souza Pinto

2 As Estratégias

Não poderia ser de outra maneira. Por um bom período, o Prêmio Jabuti andou no passo da Câmara Brasileira do Livro, sua criadora e patrocinadora. Até ganhar vida própria, se assim se pode dizer, com a autonomia e a capacidade de sustentação necessárias, o Jabuti dependeu diretamente do apoio e da estrutura da cbl. Apoio e estrutura, deve-se registrar, que nunca faltaram e sempre foram garantidos à realização das premiações anuais, sem interferência no trabalho da comissão permanente e das comissões julgadoras. PrimeirOs temPOs, PrimeirOs PrêmiOs O Jabuti começou sua marcha devagar, como é próprio de seu personagem inspirador. Pela consulta ao Regimento Interno do Prêmio, elaborado em meados de 1959, vê-se que eram apenas sete as primeiras categorias gerais de premiação: Literatura, Capa e Ilustração, Gráfico do Ano, Editor do Ano, Livreiro do Ano e Personalidade Literária. Mesmo podendo ser subdivididas, eram poucas, se comparadas às vinte atuais. Mas sua composição tinha, de saída, uma particularidade interessante: além de se premiar um escritor, ficcionista ou ensaísta, por obra publicada, também se premiava uma “personalidade literária”, a ser escolhida entre

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e a Saraiva. a simpática estatueta de bronze foi entregue a um elenco de autores. Novas categorias. Livro de Arte e Noticiário Literário em Revista. os cientistas Crodowaldo Pavan e Antonio Brito da Cunha além de veículos de comunicação como a revista Veja. Holmes Barbosa em Crítica Literária. foram desde o início o centro de interesse do Prêmio Jabuti. Mas. Naquela premiação histórica de 1959. a Livraria São José do Rio de Janeiro como Livraria do Ano e Sérgio Milliet como Personalidade Literária do Ano. ou novas áreas das categorias originais. Ciências Naturais. como Guilherme de Almeida. o crítico teatral Sábato Magaldi. 52 . Ciências Humanas. Entre outras. foram criadas ao longo das duas décadas seguintes. como o tradutor Breno Silveira. Editora do Ano. editores e livreiros de primeira linha. Antônio Houaiss. Também não há dúvida de que o Jabuti estreou bem. Tecnologia. As letras. se o espírito das letras o guiava. Aldemir Martins em Capa. Nomes ilustres apareceram nas novas premiações. foram laureados em outras categorias Mário da Silva Brito em História Literária. Viriam a figurar nesta categoria especial nomes famosos. a rádio Jovem Pan e a tv Cultura. independentemente de publicação de obra inédita no período daquela premiação. Ciências Exatas. o sociólogo Florestan Fernandes. Ferreira Gullar e Lígia Fagundes Telles. Escritor. o professor de matemática Osvaldo Sangiorgi. o Prêmio não se deixava dominar por ele. Biografia. Além de Jorge Amado. não há dúvida. as de Teatro. Tradução de Obra Literária e de Obra Científica.“aqueles que hajam se destacado no campo da literatura no ano anterior”. em Rádio e em Televisão. artistas.

por conseqüência. na Biblioteca Mário de Andrade. formadas por convidados de fora da cbl. mesmo nos períodos mais conturbados da vida do País e da cbl. se não comprometia. O que. O Prêmio Jabuti. a cB l.Esse êxito inicial não encobria as fragilidades estruturais do Prêmio. As premiações. eram poucos. de um lado. Dados os poucos recursos para investir em sua realização – mais complexa e cara à medida que se ampliavam as categorias –. em restaurantes do centro da cidade. os recursos para a divulgação do Prêmio na imprensa escrita. O regime militar implantado em 1964 logrou promover. e os mais velhos ainda se lembram bem. uma forte revitalização econômica puxada pela modernização da indústria e 53 . no Teatro Cultura Artística e até. intelectuais e professores geralmente. não deixou de ser entregue uma única vez. o Brasil viveu entre meados da década de 1960 e a década de 1980 uma situação social e política de exceção. nas décadas de 1960 e 1970. as comissões julgadoras acabavam sendo quase “domésticas”. Mas o importante é que elas aconteceram – e sem interrupções. Da mesma maneira. É certo que tudo era ainda muito simples e modesto. anual. aconteciam no auditório da Câmara ou em auditórios de outras entidades. regra geral. o que inibia o crescimento da sua visibilidade e. no rádio e na tv. Na luta por sua afirmação. o Jabuti mostrava saúde e disposição. sua valorização social e cultural. vez por outra. pelo menos limitava o trabalho de seleção e avaliação dos premiados. todos voluntários. a P O i O s e m i n t e r f e r ê n c i a Como todos sabem.

com profundos reflexos negativos sobre sua vida cultural. com a geração de energia e melhoria dos transportes e das comunicações. a par desses benefícios advindos da modernização econômica e da massificação da educação pública. com a atuação do Estado e do capital nacional e estrangeiro.da infra-estrutura que levou o pib às alturas. a atmosfera política do país não era mais aquela das duas décadas anteriores. A ditadura instalada afetou. o país cresceu e se modernizou com a indústria de insumos. Definitivamente. deu grande impulso à produção editorial e à atividade gráfica. a cbl teve que 54 . a repressão aos movimentos sociais e as restrições às liberdades públicas e ao Estado de Direito. Para a Câmara Brasileira do Livro enquanto entidade representativa da indústria do livro. Mas. novos autores e novas coleções ganharam espaço e oportunidade de crescimento que não existiam. aí incluída a cbl. mas também perdeu com o autoritarismo. Esse alargamento do mercado. sobretudo com a tão esperada auto-suficiência na produção de papel. com efeitos positivos sobre toda a cadeia da indústria livreira e sobre a atuação da sua entidade representativa. a atuação do Estado durante o regime militar trouxe benefícios reais. com a ampliação do sistema escolar público e a conseqüente ampliação do segmento de livros didáticos. de outro. a censura à imprensa e às artes. ao menos nas dimensões agora criadas. mas. provocou uma forte contração da vida social e cultural pela imposição de inúmeras restrições político-institucionais. equipamentos e bens duráveis. instituições da sociedade civil. Novas editoras e livrarias. é claro. inegavelmente. No balanço de lucros e perdas.

A preservação do Prêmio Jabuti como baluarte. à educação e às artes era. foi garantir a continuidade do Prêmio Jabuti. Face às pesadas restrições institucionais. além de assinar manifestos públicos e participar de encontros em Brasília com grupos ministeriais ou comissões do Congresso. renovados a cada premiação anual. ao jornalismo. assumiu posições claras de resistência à censura e de defesa da liberdade de comunicação e de informação – posições que lhe cabia assumir em sua área específica de atuação enquanto órgão de representação de uma significativa categoria. mesmo modesto. no mínimo. ao lado de tantas outras instituições. da defesa democrática. um gesto simbólico de valorização da produção cultural e uma forma concreta de garantir um espaço de maior liberdade para a expressão de idéias e defesa de valores e direitos que são a essência da democracia. à ciência. ao mesmo tempo. As comissões permanentes nomeadas pelas diretorias continuaram a ter mandato de dois anos e a gozar de completa autonomia para convidar os membros das comissões julgadoras. ganha ainda mais sentido e valor se considerado que a cbl deu apoio integral ao Prêmio. Num momento da vida do país marcado pela repressão política e cultural.lidar com as pressões do regime e responder. No ambiente de obscurecimento imposto ao país. na ação dos seus responsáveis. manteve- 55 . a qualquer tempo. a Câmara Brasileira do Livro. promover anualmente a entrega de um prêmio a pessoas e instituições estreitamente ligados à literatura. às demandas da sociedade. Uma das maneiras mais eficazes de cumprir esse imperativo. sem interferir.

em 1980. e posteriormente também no Rio de Janeiro. à grande expansão da produção didática. Hoje. foi com certeza muito importante. três décadas depois. Como se pode constatar pelos números. essas bienais atraem centenas de milhares de visitantes aos estandes das editoras e livrarias e aos lançamentos e eventos literários. se não foi determinante. Um tal crescimento editorial. a tiragem alcançava 240 milhões de exemplares.900 títulos. conseqüentemente. Enquanto em 1950 foram impressos 19 milhões de livros. correspondia sobretudo. E manteve o Prêmio Jabuti como uma janela de respiração e um ponto de luz a estimular a consciência e alimentar o anseio de liberdade dos brasileiros. ao crescimento da população. Essa busca levou à criação das Bienais Internacionais do Livro em São Paulo. Mas. pedagógicos e culturais nelas promovidos. ao esforço governamental de promover a educação fundamental e. sinergia cOm as Bienais O “milagre editorial” dos anos de 1970. Tais iniciativas se originaram a partir das antigas “feiras populares” de livros realizadas desde a década de 1940 no Viaduto 56 . impulsionou todo o complexo gráfico-livreiro.se na linha da resistência democrática. correspondentes a 3. como se sabe. e tão acelerado. para esse crescimento contribuiu outro fator que. relativos a 13 mil títulos. Trata-se da atuação da própria cbl e de seu empenho em buscar novas estratégias de divulgação do livro. desdobramento do “milagre econômico” brasileiro do período.

à medida em que cresceu o número de editores e livreiros participantes e a afluência de visitantes às Bienais de São Paulo e do Rio de Janeiro.. ampliou-se a cobertura da mídia e a participação do grande público. ainda na década de 1960. Após deixar o Parque do Ibirapuera e experimentar outros lugares em busca de mais espaço e funcionalidade. no pavilhão da Fundação Bienal no Parque do Ibirapuera. atraíram a atenção dos governantes. Desde seu início. poderosa alavanca do fortalecimento da cbl e sua permanente atuação a favor do livro e da leitura. onde alcançou sua 20ª edição em agosto deste ano. todos interessados pelo produto e bem cultural que é o livro.do Chá e na Praça da República. inaugurada em 1970. passou pelo teste e. o maior e mais nobre da cidade. O modelo. Uma aposta que deu certo. Tudo isso aconteceu em escala crescente. por sua vez. tendo à sua frente apenas a Feira de Frankfurt na Alemanha – foram. as Bienais resultaram em maior visibilidade social e política. bem. Elas foram o ensaio que permitiu formatar a primeira Bienal Internacional do Livro de São Paulo. A consolidação e expansão da Bienal Internacional do Livro de São Paulo – hoje. a primeira da América Latina e a segunda do mundo. Experiências semelhantes. mesmo em menores dimensões e voltadas para pú- 57 . a Bienal Internacional do Livro de São Paulo instalouse no Pavilhão de Exposições do Anhembi.. Sua experiência foi aproveitada na montagem das primeiras Bienais de Livros e Artes Gráficas promovidas pela cbl em parceria com o Museu de Arte de São Paulo. projetado em maior dimensão e voltado prioritariamente para a divulgação do que para a venda de livros. aí começou uma história conhecida.

o Prêmio Jabuti qualificou seu desempenho com o empenho da cbl e. foram sendo replicadas pelo país afora. têm sido uma oportunidade de potencializar as credenciais da obra na disputa pelo prêmio. mas também pelo fato de que algumas das obras inscritas para o Jabuti eram – como continuam a ser –. A ponto de. O Jabuti só tinha a beneficiar-se dessa conexão. criados para a valorização do autor nacional e para a formação de um país de leitores. em certo período. Em síntese. à medida que as Bienais foram gerando sinergia com outras formas e instituições igualmente ligadas à divulgação da produção cultural nacional – caso do Jabuti. com o impulso direto e indireto recebido das Bienais Internacionais do Livro. nesta e na década anterior. Foram mantidos calendários distintos e preservadas as respectivas competências e autonomias. estavam cada vez mais engatados. lançadas antes ou simultaneamente às Bienais. pode-se dizer que ao longo das décadas de 1970 e 1980. mas. Ambos criação da Câmara Brasileira do Livro. revezando-se entre a de São Paulo e a do Rio de Janeiro. Ou ainda. e ainda oferecem. No caso do Prêmio Jabuti. 58 . o prêmio passar a ser entregue nas Bienais Internacionais do Livro. sem dúvida. Não só pela maior visibilidade que as Bienais passaram a dar aos livros.blicos locais. sobretudo. mas ainda sem grandes mudanças. a conexão e sinergia com as Bienais cresceram naturalmente. quando o Jabuti atingiu a maturidade. Estas viriam na década de 1990. Foi um período de avanços reais. entre outros. A promoção de lançamentos nas condições especiais que as Bienais ofereciam. autores e editores.

e não custa repetir.a n O s 90. Alfredo Weizflog e Ary K. m O d e r n i z a ç ã O e a m P l i a ç ã O Ao se aproximar dos seus trinta anos de vida. Havia. que a conexão entre o Jabuti e as Bienais. o Prêmio Jabuti encontrava-se envolvido por uma atmosfera de excessiva informalidade. questões a resolver e obstáculos a vencer. tais procedimentos contribuíam para dar ao Prêmio um ar por demais “caseiro”. entretanto. pessoas especializadas e de notório saber nas respectivas áreas de conhecimento. Na opinião de dirigentes da época. bastante expressivo. entre eles Mário Fittipaldi. como porta-estandarte brasileiro do livro e da leitura. o futuro parecia promissor. pelo grau de reconhecimento social que havia alcançado. para outros ele estava muito próximo de tornar-se simples anexo da Bienal Internacional do 59 . Para alguns dirigentes. no final da década de 1980. pela própria sobrevivência. Apesar da transparência e da credibilidade que o lastreavam. Ambos expondo fragilidades que suscitavam críticas pertinentes e exigiam mudanças para fazer o Jabuti avançar com firmeza. As comissões julgadoras organizadas pela Comissão Permanente eram constituídas por convidados no meio acadêmico. o Prêmio Jabuti mostrava boa forma. se até ali havia sido altamente benéfica. Primeiro. já bastante duradoura para os padrões dos prêmios literários no país. Benclowicz. Segundo. do mesmo período. Enfim. Também era consenso estabelecido por sucessivas diretorias. mas ligadas à premiação por laços quase pessoais. agora estaria sendo menos favorável. o Prêmio acabara ficando amarrado à agenda das Bienais.

estava para explodir. Mas chegou um momento que a cbl percebeu que o Jabuti estava amarrado. julho 2008) ” 60 . Diante disso. Mas. editores. mas a partir do momento que o Jabuti passa a ser um evento de vida própria ele acaba tendo um realce diferenciado. ex-presidente da cbl São Paulo. A cbl acompanha. tomar corpo. O Jabuti é o maior prêmio literário do Brasil”. mas não interfere. resolvemos tirar o prêmio das Bienais para que o Jabuti explodisse junto à sociedade. A diretoria da cbl nunca teve participação alguma junto aos jurados. a imprensa quase não participava. tanto que temos jurados de todos os lugares do Brasil. Depois ele sai do Memorial e vai para a sala São Paulo e passou ser uma grande festa. (Entrevista de Oswaldo Siciliano. Hoje o Jabuti tem um curador e é ele quem manda e quem dirige toda a formatação do Prêmio Jabuti. crescer. cuja sede era na avenida Ipiranga. a cbl resolveu nomear um curador. escritores. foi o último ano que o Jabuti foi entregue nas Bienais. a cbl decidiu contatar intelectuais e professores com vida notável para avaliar os conteúdos – cada qual na sua área – dos livros. Em 2003. No ano seguinte. pois antes de ir para o Memorial os convidados eram apenas os concorrentes e as editoras. em 2004.Tr aje tó ri as “ Quando o prêmio foi criado. esse processo caminha até hoje. na própria cbl. O Jabuti sai das Bienais e vai para o Memorial da América Latina e foi um sucesso. Essa decisão de dar ao Jabuti vida própria é aplaudida por todos: imprensa. foi decidido que ele deveria ser anexado às Bienais. Não que ele não tivesse essa visibilidade. à medida que o Jabuti vai tomando corpo. O prêmio Jabuti era entregue de uma maneira muito simples.

a cbl instituiu uma curadoria específica para o planejamento e execução da agenda do Prêmio Jabuti. Por fim. Ganhou envergadura e agilidade. A solenidade da premiação passou. mas que deveria crescer com o tempo. parecia urgente desvincular o Prêmio. criando-se as categorias especiais do Livro do Ano de Ficção e Livro do Ano de Não-Ficção e atribuindo-se um valor financeiro às premiações nas categorias pré-existentes e nas especiais recém-criadas.Livro de São Paulo e Rio de Janeiro. a partir da aplicação de uma fórmula simples. 61 . e passou para o Memorial da América Latina. a entrega do Jabuti deixou então o recinto e o ambiente das Bienais. então. preparava-se para o futuro. Profissionalizou-se e modernizou-se. Estrategicamente. combinando independência e profissionalismo. valor pequeno no início. aprovou a profissionalização das comissões julgadoras e a seleção dos jurados em nível nacional. O Jabuti rejuvenesceu. Novos procedimentos começaram a se efetivar nos primeiros anos da década de 1990. decidiu-se ampliar o Prêmio com novas categorias. com luz própria e o merecido destaque. energizá-lo e revigorar sua autonomia. Para todos. Na seqüência. Em 1991. a ser melhor realizada.

2001 .Estatueta Prêmio Jabuti Prêmio Jabuti.

José Luiz Goldfarb. 2003 . Arthur Nestrovski Prêmio Jabuti.

2003 . Luiz Nassif Prêmio Jabuti.Marcus Vinicius Barili Alves.

João Arinos. Caco Barcellos Prêmio Jabuti. José Luiz Goldfarb. Cláudio Lembo. Oswaldo Siciliano. 2004 .Cláudia Costin.

2004 . Caco Barcellos Prêmio Jabuti.Chico Pinheiro.

2004 .Lenice Bueno e Ivan Zigg Prêmio Jabuti.

2004 . Arnaldo Antunes Prêmio Jabuti.Carlito Carvalhosa. Márcia Xavier.

Adib Jatene e Cláudia Costin Prêmio Jabuti. 2004 .

2005 .Catálogo Oficial Prêmio Jabuti.

2005 .Nélida Piñon e Oswaldo Siciliano Prêmio Jabuti.

Nelida Piñon Prêmio Jabuti. 2005 .

2005 . Gabriel Chalita e José de Alencar Mayrink Prêmio Jabuti.Francisco Leça. José Luiz Goldfarb.

74 .

2005 75 .Coquetel do Prêmio Jabuti Prêmio Jabuti.

diante de mais de mil pessoas que lotavam o auditório do Memorial da América Latina. Na cobertura jornalística. do jornalista Caco Barcellos. foram anunciados e entregues os prêmios de Livro do Ano de Ficção e Livro do Ano de Não-Ficção. ele é amplamente prestigiado em todo o país. o Prêmio Jabuti – que em seus primórdios recebeu tratamento reverencial – em sua maioridade passa a ser visto com inequívoco valor e alvo de reconhecimento público. sempre foi. o Livro do Ano de Ficção”. do compositor e escritor Chico Buarque de Holanda. 77 . representantes dos mais importantes órgãos da mídia brasileira. cbl. Em sua trajetória de 50 anos. em cerimônia realizada no Memorial da América Latina. “A Câmara Brasileira do Livro. Que em seguida registrou: “Logo após aplaudir a conquista de Caco Barcellos. no valor de r$ 15 mil. anunciou na noite de quinta-feira os vencedores do prêmio máximo da 46ª edição do Jabuti. em São Paulo. anotou o Diário do Pará.3 O Reconhecimento Respeitado. PrestígiO Na noite de 13 de setembro de 2004. foi eleito o Livro do Ano de Não-Ficção e o romance Budapeste (Companhia das Letras). Hoje. O livro-reportagem Abusado (Record).

como se estivesse entrando em nova fase. Não escapara a ninguém entre os presentes à solenidade que esta. o fato é que o Jabuti entrava na nova casa com ânimo renovado. mas deveriam ser vistos como naturais. resultados como esses suscitam discussões. na presença de autores. podendo fazer escolhas diferentes. O Jabuti gerava palmas e polêmicas. ou até por causa delas. Goldfarb lembrou ainda que situações semelhantes já haviam ocorrido em edições anteriores. e a primeira a ter as sessões de apuração dos votos dos jurados realizadas em público. na sede da cbl. mas que eram conhecidas de todos. mais que a entrega de uma 78 . Polêmicas à parte. As palmas eram bem-vindas e as polêmicas também. e a que bateu o recorde histórico de livros inscritos.a platéia silenciou diante do anúncio da vitória de Budapeste. ainda mais que ambos atuam com independência”. tendo recebido Menção Honrosa (3º lugar)”.374. editores e jornalistas. José Luiz Goldfarb. exatos 2. Como explicou à imprensa o curador do Prêmio. pois “os integrantes do júri que elege os vencedores das categorias não são os mesmos que votam nas categorias especiais de Livros do Ano. Dois: Budapeste não fora eleito pelos jurados como o vencedor da categoria romance. em função de normas do regulamento do Prêmio com as quais se podia concordar ou não – e a cbl estava sempre aberta às críticas e sugestões –. como ocorreu nessa que foi uma edição emblemática – a primeira a realizar-se em grande estilo no Memorial da América Latina depois da fase das Bienais. Um: Chico não estava presente para receber a homenagem.

livreiros. pela primeira vez. Mas foi ao longo da década de 1990 que o Jabuti deslanchou realmente. mostrava que o Jabuti. mais atento e participativo.estatueta e de um cheque aos vencedores. à leitura e à criação cultural do país. Esses números ganham ainda mais força e sentido levandose em conta que as editoras aumentaram a quantidade de obras 79 . definitivamente. o Prêmio. Em 1999. Como também não escapara a ninguém o visível aumento de interesse dos autores. era uma homenagem ao livro. o Jabuti recebia um número maior de inscrições. Ano a ano. ganhara os corações e as mentes. um avanço significativo: o número de inscrições praticamente dobrou. gráficos e todos os envolvidos com os livros pelas sessões de premiação. Naquele momento a premiação refletia o que havia de melhor em pesquisa. qualidade e também. nas primeiras décadas. designers. como no caso de Caco Barcellos. Entre 2004 e 2008 manteve-se o patamar de duas mil a duas mil e trezentas inscrições em média a cada premiação e a participação de cerca de noventa editoras. em 2003. Por um bom tempo. originalidade. A presença de um público maior. a média de inscritos ficou entre quatrocentos e quinhentos títulos. interesse crescente Os indicadores quantitativos comprovam essa evolução. em coragem e determinação. Na década de 1980. alcançando a performance atual. Ser ou não ser premiado passou a fazer diferença. teve mais de mil e quinhentos inscritos e. ultrapassou a casa das duas mil inscrições. edição a edição. editores.

era igual a expectativa pelos resultados da apuração dos votos. Como algumas das várias manifestações colhidas durante a última Bienal Internacional do Livro de São Paulo. ou seja. “Acho o Jabuti um prêmio muito importante que o mercado editorial brasileiro tem e que contempla inclusive a categoria infanto-juvenil e esta. só faria uma sugestão: que existisse o Livro do Ano para a categoria infanto-juvenil”. Em todas. escritora várias vezes premiada.inscritas e. Zuenir Ventura. o Jabuti acaba dando um aval para o escritor de literatura infantil. Enquanto muitas editoras continuaram a inscrever livros em quase todas as categorias. Aos indicadores quantitativos. obras paradidáticas. porém. Acho a festa perfeita. Na época. da intelectualidade brasileira. isso porque ele reconhece o valor do artista. foi enfático em seu comentário: “Ganhei o Prêmio Jabuti em 1994 com o meu livro Cidade Partida. sem dúvida. Já o escritor e jornalista. é preciso acrescentar os qualitativos. O Prêmio Jabuti acaba compensando. o Jabuti ainda 80 . os melhores são. E neste caso. apesar de ser uma grande fatia do mercado. livros técnicos e científicos ou de auto-ajuda. as próprias manifestações dos premiados. mais obras em menos categorias. disse Eva Furnari. refinaram suas estratégias em relação ao Jabuti. a premiação é justa. não tem o reconhecimento de literatura. ao mesmo tempo. em agosto de 2008. Algumas até passaram a focar apenas algumas categorias – literatura infantil e juvenil. outras optaram por investir mais em menos. por exemplo – para ter maiores chances de premiação e assim reforçar o catálogo e as vendas. Então.

É muito bom receber um prêmio. Foi realmente muito bom ter recebido o Jabuti. Para mim serviu como marco para reforçar o meu aprendizado sobre a comunicação com a educação. Quero dizer que o Jabuti tem sido uma referência para o estímulo de novos escritores e para a consagração dos melhores talentos na literatura brasileira”. Gilberto Dimenstein. um prêmio sem cartas marcadas. pois não tem nenhum conchavo. Ele era desconhecido e me lembro que fiquei me perguntando que prêmio era aquele e aí descobri que era ‘o prêmio’. um prêmio que realmente surpreende. São depoimentos de três autores premiados. O Jabuti é um prêmio que hoje todo mundo persegue. E o também jornalista e escritor. O Cidadão de Papel me ajudou a aperfeiçoar e a me dedicar mais a essa linha na literatura. com um livro que era educacional. Quem diz que não se interessa por prêmios é porque nunca ganhou. principalmente o Jabuti que é um prêmio muito criterioso. Mas que não deixam dúvida quanto ao que pensam do sentido e valor do Jabuti e quanto ao reconhecimento que ele vem conquistando na sociedade brasileira. 81 . muito democrático. observou: “Para mim. entre vários outros entrevistados na Bienal. o prêmio Jabuti representou um marco porque ganhei o Jabuti com o melhor Livro do Ano de Não-Ficção. Ganhar o Jabuti foi uma consagração”.não era o que é hoje: esse grande Prêmio que todo mundo escuta e quer.

P r emi ad o s Livro do Ano de Ficção 1991 1992 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 82 .

1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 83 .

P r emi ad o s Livro do Ano de Não-Ficção 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 84 .

2002

2003

2004

2005

2006

2007

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recOnhecimentO merecidO É uma conquista merecida. O Jabuti, por seus promotores – a Câmara Brasileira do Livro e sua curadoria – tem avançado na busca de mais afirmação e melhor desempenho como prêmio institucional. Nos últimos quinze anos foram tomadas decisões fundamentais com esse objetivo, envolvendo o regulamento e a operacionalização das premiações, levando sempre em conta os interesses do livro como produto de mercado e bem cultural. Entre outras decisões importantes, cabe destacar, por ordem seqüencial: o pagamento de um valor monetário aos premiados, iniciado em 1992; a criação do Livro do Ano de Ficção e do Livro do Ano de Não-Ficção, em 1991 e em 1993, respectivamente; o reajuste do valor monetário pago aos premiados em 1999, com as premiações especiais dos Livros do Ano alcançando r$ 12 mil cada uma; a premiação exclusiva dos primeiros colocados em cada categoria e a atribuição da Menção Honrosa ao 2º e 3º em 2002; a transferência da solenidade de premiação para o Memorial da América Latina, o lançamento do Guia de Orientação aos Jurados, a abertura ao público das sessões de apuração dos votos e a criação da categoria Arquitetura, Urbanismo, Fotografia, Comunicações e Artes em 2004; a implantação do sistema de inscrição on line, completando a informatização de todo o processo do Prêmio Jabuti em 2006 e a criação do site próprio – www. premiojabuti.com.br – em 2007; e, por acordo com a Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, a realização da premiação na Sala São Paulo, da Estação Júlio Prestes, em 2006 e 2007, quando também o valor distribuído aos premiados alcançou o total de

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r$ 120 mil, incluídos os r$ 30 mil para cada um dos vencedores do Livro do Ano. Naturalmente, o valor financeiro agregado ao Prêmio Jabuti a partir da década de 1990 ajudou a dar mais densidade a ele, e mais interesse, certamente. Mas não foi, e não é, o determinante do seu sucesso como o grande prêmio cultural do país. Inclusive porque se, na soma das premiações, o valor é significativo, nos prêmios especiais dos Livros do Ano, o valor ainda é modesto quando comparado aos de outras instituições e empresas que promovem ou patrocinam prêmios do mesmo gênero no Brasil. Como deixam claro os testemunhos citados anteriormente, o determinante, ou determinantes, foram e são as qualidades intrínsecas do próprio prêmio adquiridas ao longo de um contínuo desenvolvimento conceitual, técnico e gerencial, como a transparência e eficiência de sua metodologia, a competência e a ética dos seus procedimentos, a lisura e consistência dos seus julgamentos dentro das regras estabelecidas. Tudo isso e, mais do que isso ainda, o empenho obstinado da cbl em promover a produção cultural do país, fizeram do Prêmio Jabuti um personagem da história da cultura brasileira contemporânea. Personagem hoje capaz de estimular não só os diretamente envolvidos, autores e editores, mas também de atrair o apoio da mídia, cada vez mais presente na cobertura das seleções das obras, apurações dos votos e das premiações, e o interesse do grande público leitor, cada vez mais atento às obras devidamente destacadas nas livrarias com o selo do Jabuti.

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Diana Mindlin. 2006 .Marcos Vinícius Barili Alves. Oswaldo Siciliano e José Castilho Marques Prêmio Jabuti. José Mindlin.

Enoch Brüder e Rosely Boschini Prêmio Jabuti. 2006 .

Ruy Castro Prêmio Jabuti. 2006 .

2006 .Marcelino Freire Prêmio Jabuti.

Domingos Meirelles Prêmio Jabuti. 2006 .

2006 . o Pensador e filho Prêmio Jabuti.Gabriel.

2006 .Paulo Franchetti e Giuliana Ragusa Prêmio Jabuti.

Paulo Rocco e Affondo Romano de Sant’anna Prêmio Jabuti. 2006 .

2006 .José Luiz Goldfarb e Aziz Ab’Saber Prêmio Jabuti.

2006 .Milton Hatoum e Ruth Prêmio Jabuti.

Milton Hatoum Prêmio Jabuti. 2006 .

2006 .Oswaldo Siciliano e Ruy Castro Prêmio Jabuti.

Catálogo Oficial Prêmio Jabuti. 2006 .

Estatueta Prêmio Jabuti .

2006 .Sala São Paulo Prêmio Jabuti.

Simplesmente porque não é simples nem fácil quantificar esses resultados. c u l t u ra e m e r c a d O Não é simples nem fácil. relativos às tiragens e vendas de obras premiadas por categoria.4 Os Resultados O Prêmio Jabuti tornou-se selo de qualidade editorial e marca de valor literário. Trata-se de uma discussão que tem a idade do Jabuti e ainda não está inteiramente resolvida. Mas é também pela própria natureza do prêmio. 103 . Afinal. por editora e por edição – o que seria pré-condição para uma correta mensuração dos benefícios financeiros obtidos por essas obras. pela falta de dados mais precisos e completos. artístico e científico das obras premiadas. o Jabuti não se deixa decifrar facilmente. o Jabuti é apenas um prêmio literário? Um prêmio cultural que resulta em desempenhos comerciais? Um prêmio da cultura que interfere no comportamento do mercado? Como o simpático e discreto quelônio que lhe serve de símbolo. Resta avaliar o quanto essa conquista resultou e resulta em benefícios reais e concretos para a indústria do livro e todos os segmentos que a compõem. que ainda suscita dúvidas e provoca indagações.

Não era retórica. Hoje. dando sua chancela às obras selecionadas e premiadas. alguns destes até com o prêmio do Livro do Ano –. que nele investem capital e trabalho. Uma coisa não mudou: a essência do Prêmio Jabuti. nesta e na década anterior. qualificou-se para a promoção das vendas. vi s i B i l i d a d e e a l ava n c a g e m Essa missão vem sendo cumprida com afinco nestes 50 anos de história do Prêmio Jabuti. Houve. premiando com independência obras de alta qualidade – literárias e não-literárias. O Jabuti cresceu e tornou-se mais complexo. diferentes etapas ao 104 . mas toda a indústria editorial e livreira do país. acompanhando a evolução da cultura e do mercado editorial brasileiro. de autores consagrados e desconhecidos. é certo. O Jabuti. expressa desde sua fundação no compromisso inarredável com a promoção da cultura nacional e a valorização de seus autores – as duas coordenadas que guiam o prêmio não apenas na missão de promover o livro e a leitura. entre estes e os diretamente responsáveis pela gestão do prêmio. essa complexa e delicada relação entre cultura e mercado na vida do Prêmio Jabuti está mais esclarecida. mudou e evoluiu muito na sua concepção e atuação.A discussão persistiu com maior intensidade até o final da década de 1980 entre dirigentes e associados da cbl. Dizia respeito aos objetivos para os quais o prêmio fora criado e aos interesses legítimos das empresas e dos profissionais do livro. Reconhecidamente mais capacitado tanto para a divulgação da cultura.

Mudanças “ Antes de ser criada a curadoria. Em minha opinião. Com essa maior abertura e essas mudanças. envolvimento. não era estruturado. mas por outro lado ele precisava vender também. ele nunca foi comercial. mas o livreiro dizia: “esse livro pode ter mérito. em 1991. de direito ou de medicina isso não acontece. Hoje o Jabuti é mais complexo. principalmente na técnico-científica. que se abre mais e as pessoas passam a participar mais da vida da instituição. o Prêmio ainda era frágil. mas não vai vender”. Existia uma contradição danada no Jabuti em torno de saber se o livro que ganhasse o prêmio tinha que ser mais comercial ou menos comercial e também foi por isso que se abriram tantas categorias. já vinha mudando na gestão de Alfredo Weiszflog (que me antecedeu na presidência) com as mudanças promovidas na própria Câmara. ex-presidente da cbl. julho 2008) ” 105 . não tinha sinergia. E. (Entrevista de Ary Kuflik Benklowicz. podia até ter conteúdo. o júri escolhia livros que não eram vendáveis. por outro lado. o Jabuti é um prêmio literário. é um prêmio da classe editorial. muita coisa mudou na estrutura do Prêmio Jabuti. o Prêmio Jabuti também acaba tomando novos rumos. Com a entrada do José Luiz Goldfarb como curador. E o editor ficava no meio. Em outras áreas. Na verdade. pois para ele era bom receber o prêmio. o júri era muito acadêmico e estava mais preocupado com o conteúdo. Por outro lado. só se o segmento de literatura for comercial por ser mais vendido e mais lido.

eventos culturais etc. a parte da sociedade com educação e meios de acesso aos bens culturais – aos livros. blogs de todo tipo. premiações. que só não é maior porque. das papeleiras às livrarias. funciona como um ponto de referência e apoio para toda a rede da indústria e do comércio do livro. O primeiro e mais importante deles. Os resultados. a qual. O crescente reconhecimento pela sociedade e pela mídia mostra o grau elevado de visibilidade alcançado pelo Jabuti.longo da caminhada. por sua vez. com maior ou menor êxito. e o mais visível. O Jabuti goza hoje de um grau apreciável de reconhecimento pela sociedade brasileira. infelizmente. do tipo “alerta”. aqui. obras. homepages. editoras. Mídia. que rastreiam e informam em tempo real as ocorrências que o nome Jabuti aparece sendo usado em referência a autores. Apesar das condições adversas. mesmo não sendo medidos com precisão. São inúmeras ocorrências diárias por todo o país. nos últimos anos. o surgimento de novos autores e o 106 . em especial – cresce menos que o desejável. Um bom indicador da popularidade do prêmio no mundo virtual são os sites de busca na Internet. devem ser considerados francamente positivos. Essa visibilidade tem ajudado a alavancar novos investimentos na modernização da atividade gráfica e a estimular a criação de novas editoras. a mídia virtual com sites. envolvendo desde jornais e revistas com suas sessões especializadas até o rádio e a tv e. é o reconhecimento social. mas a recente arrancada contribuiu muito para um balanço favorável. o reconhecimento social é expressivo e uma boa demonstração está na presença e no apoio da mídia brasileira ao Prêmio Jabuti.

Apontam para alguns dos gargalos da indústria e do comércio livreiro – sobretudo a falta de investimentos em livrarias e outros pontos de venda – e para as deficiências das políticas públicas voltadas para a educação e a cultura. não serão o Prêmio Jabuti e a Câmara Brasileira do Livro. nos bairros. como. Por melhores que sejam seu desenvolvimento e seu desempenho. em títulos. com certeza. levando à incômoda situação de. nos municípios. contando também com a valorização do Prêmio Jabuti. veio da produção de obras didáticas vendidas diretamente aos programas governamentais. é certo. Quantidade e Qualidade Pode-se. que irão vencer sozinhos esses obs- 107 . era de 22 mil títulos em 1990 e cresceu para 46 mil em 2006. o dinamismo econômico é baixo e pouco sustentável. Como também se sabe que os investimentos têm privilegiado a produção mais que a circulação. a falta de programas estruturados e eficientes de bibliotecas nas escolas. mas onde a quantidade ainda supera a qualidade. por exemplo. segundo dados oficiais.fortalecimento dos profissionais autônomos ligados à produção livreira do país. Produção que. questionar o verdadeiro significado desses números para o desempenho do setor livreiro-editorial na última década e meia. haver mais editoras do que livrarias no Brasil. São ponderações pertinentes as que mencionamos. instituição que o promove. Sabe-se que parte substancial desse crescimento. proporcionalmente. Ambos os casos mostrariam uma tendência de expansão real da indústria do livro.

o Jabuti coloca-se na linha de frente da defesa e promoção do livro e da leitura. no âmbito público e privado. como vem dando há bom tempo.táculos e superar tais impasses. apreciável contribuição para mudar esse quadro. Estes são desafios antigos e de longo prazo. revelando e destacando para a sociedade a qualidade editorial das obras premiadas. Mas não há dúvida que o prêmio poderá continuar a dar. que seguem na dependência de soluções amplas e estruturais. Que são a grande fonte de energia vital da cultura. no Brasil e em qualquer país civilizado. Estimulando e recompensando o mérito autoral. 108 .

2007 . Rosely Boschini e Alberto Goldman Prêmio Jabuti.José Luiz Goldfarb.

2007 .José Luiz Goldfarb. Rosely Boschini e Muniz Sodré Prêmio Jabuti.

Ferreira Gullar e imprensa Prêmio Jabuti. 2007 .

2007 .Foyer na Sala São Paulo Prêmio Jabuti.

Ferreira Gullar Prêmio Jabuti. 2007 .

2007 . Ferreira Gullar Prêmio Jabuti.Hubert Alquéres.

Deuzeni Goldman e Alberto Goldman Prêmio Jabuti.Rosely Boschini. 2007 .

Emir Sader. Ivana Jinkings . Carlos Eduardo Martins e Célia Regina Prêmio Jabuti. José Luiz Goldfarb. Muniz Sodré. Rosely Boschini.Aluízio Leite Neto. 2007 .

Batista. Plínio Martins Filho e Paulo Malta Prêmio Jabuti. Simone de Lucia P.Luiz Olavo Baptista. 2007 .

Cerimônia na Sala São Paulo Prêmio Jabuti. 2007 .

Sala São Paulo Prêmio Jabuti. 2007 .

Catálogo Oficial Prêmio Jabuti. 2007 .

dirigentes da Câmara Brasileira do Livro nos distantes anos de 1950. está preservada em figuras ou símbolos extraídos do imaginário cultural e que se impuseram aos acontecimentos. Ao contrário. escolheram logo o jabuti para denominá-lo e ser o seu personagem-patrono? Por que não seguiram o padrão mais comum no Brasil. do Prêmio Jabuti. Passado que remete a uma origem. a qual por sua vez. ou quase todas. não raro. Para essa escolha concorreram o modernismo e o nacionalismo. à política ou à cultura? A resposta é um exercício de razão e memória. Todas as histórias. objeto da razão e da memória. virando mitos. começam com um mito fundador. Como esta. a valorização da cultura brasileira nas suas raízes indígenas e africanas. ligado às letras. e um passado. A escolha não foi gratuita. escolhendo um nome nobre e conhecido. símbolos secu- 121 .5 O Jabuti aos 50 Anos Toda instituição que consegue alcançar a maturidade ganha uma história – passa a ter um presente. a valorização da cultura popular nas suas figuras míticas. objeto da observação e da razão. O mitO Por que os criadores do prêmio. teve tudo a ver com o ambiente cultural e político de seu tempo.

mas obstinada e esperta. entre o final do século xix e o início do século xx. Por outro. no estudo e na divulgação dessa rica cultura popular. Com essas credenciais. o jabuti. as virtudes do personagem mítico identificavam-se plenamente com as do personagem real. meio reveladores e sempre sedutores do folclore nacional. o jabuti vinha do interior profundo da cultura popular e conduzido pelas mãos de ninguém menos que Monteiro Lobato. como se sabe. Mas é provável que a escolha tenha acabado por convencer a todos. foram pioneiros na pesquisa. Um desses personagens da literatura infantil lobatiana é. à época. o prêmio. cheia de truques para vencer obstáculos. Por um lado. para enganar concorrentes mais bem dotados e chegar na frente ao fim da jornada. o mais prolífico na recriação literária das histórias desses personagens meio enigmáticos. O pequeno quelônio. Sílvio Romero. Eles o elegeram para inspirar e patrocinar um prêmio para homenagear e promover o livro. como uma tartaruga vagarosa. e por boas razões. E foi Monteiro Lobato. provavelmente.lares carregados de sabedoria e experiência de vida e legados de uma geração a outra. entraram rapidamente em consenso a respeito da escolha do herói tupi para símbolo do prêmio que estavam criando. Monteiro Lobato e Luís da Câmara Cascudo. já familiar no imaginário das culturas indígenas tupi. ganhou vida e personalidade nas fabulações do autor das Reinações de Narizinho. 122 . ganhou também a simpatia e a preferência dos dirigentes da cbl. Não é possível saber com certeza se os dirigentes da Câmara. Mário de Andrade.

na imperiosa necessidade de produzir. no empenho e na fé com que se entregam ao seu trabalho e nele se integram. Está no próprio ato de realizar e criar. ilusão que logo se desfaz. 19/06/59 a 19/06/60. citado do livro dos 60 Anos da cbl. fez o elogio do Prêmio por seu personagem-símbolo: “ Bem escolhido. nas histórias em que surge. sem dúvida. José de Barros Martins. o novo presidente da cbl que tomava posse para o biênio 1959-1961. Assim também são todos os profissionais do livro. pela paciência e pertinácia. artistas e jornalistas. 2006. parece sorrir ao adversário. livreiros e gráficos. Essa entidade mitológica brasileira se caracteriza..). pois o triunfador é o perseverante e pachorrento personagem folclórico (.O pr i me i ro Jabut i Discursando na primeira premiação.. o jabuti como símbolo da atividade que exercemos escritores e editores. aceitando sempre desafios em que a vitória. de antemão. (Relatório da Diretoria da cbl. 64) ” 123 . O triunfo que buscam não é exterior e vão. p.

O Jabuti. quanto em Goiás. pode-se afirmar sem receio de errar. Com elas pôde mover-se mais e melhor. o prêmio a ser dado aos livros também teria que ser paciente e persistente. tal qual o jabuti. aprendeu a andar em pé. Ao contrário de outros prêmios. o cenário é outro. o Jabuti do prêmio teria que aprender a andar ereto – como desde logo foi simbolizado pela estatueta oficial. “o Jabuti andou. o Prêmio Jabuti está hoje disseminado pelo país inteiro. como a flexibilidade e a agilidade. 124 . em meio a muita expectativa dos concorrentes e a presença atenta da imprensa. em ambientes culturais sofisticados. para vencer e chegar ao fim da jornada. e desenvolveu outras. Rosely Boschini. porém. como a constância e a perseverança. concursos e promoções semelhantes criadas em São Paulo ou no Sudeste. Como faz questão de lembrar a atual presidente da Câmara Brasileira do Livro. que se arrasta. Conservou as virtudes de origem. forte e obstinado. Ao contrário do jabuti do mito. O Prêmio Jabuti cresceu. Com uma diferença. esperto e ousado. Fala-se no Jabuti como referência de premiação cultural tanto no Pará e Rio Grande do Norte.Pois. a realidade Cinqüenta anos depois de iniciada a jornada. que em geral por aqui permanecem. virou um personagem notado e notável. com o pequeno herói quelônico em pé. Minas Gerais e Rio Grande do Sul”. andou muito neste tempo todo. As premiações deixaram a modéstia de lado para se tornarem grandes festividades.

a descoberta de talentos novos e o reencontro com outros. atribuído ao contista gaúcho ainda pouco conhecido. não é simples nem fácil. Fazendo parte do primeiro time de escritores brasileiros. Premiado em 1996 com o Livro do Ano de 1996 por Quase Memória. com À Sombra do Cipreste. Cony. Mas houve outras conquistas não menos importantes. que são parte da formação econômica. Menalton Braff. que. as premiações do Jabuti apresentam surpresas. andava meio desligado das letras. pelas circunstâncias da vida e trapaças da sorte. apenas dois anos depois. Quebrar barreiras e preconceitos regionais. à equipe do prêmio e à imprensa. Reanimou-se tanto. por exemplo. E mesmo que a maioria deles proceda do Sudeste. da Editora Palavra Mágica. da mesma editora. na ocasião. ganhou outro Jabuti com A Casa do Poeta Trágico. para a produção cultural nacional. segundo suas próprias palavras. As obras inscritas vêm de editoras de todos os Estados e os autores premiados – pode-se conferir pelos resultados oficiais das premiações – são igualmente representativos do país. política e cultural brasileira. da escolha do Livro do Ano de Ficção de 2000. da Companhia das Letras. “O Jabuti me jogou de novo para a literatura”. confidenciou Cony. 125 . Entre elas. Caso do escritor Carlos Heitor Cony. onde se encontra ainda a população com mais meios de acesso à educação e à cultura.O Jabuti tornou-se um prêmio nacional. Caso. reanimou-se. Se fosse isso apenas que tivesse conseguido realizar o Prêmio Jabuti – desregionalizar-se e tornar-se uma referência nacional – já teria valido a pena a longa jornada.

o Jabuti do prêmio superou seus limites. de valorizar o autor nacional – de literatura. Por isso. e o Jabuti. O ânimo de persistência e permanência garantiu a contínua busca de melhor estrutura e desempenho. as boas lembranças dos primeiros cinqüenta anos do Jabuti serão uma inspiração para outros cinqüenta. o Prêmio Jabuti manterá a mesma tenacidade. de escritores a gráficos. A cultura brasileira. mas de olho no futuro. não chegou ao fim da jornada.Ganhou o autor e. Seguirá sendo. de pesquisadores a livreiros. cada 126 . temperada com criatividade. São casos como esse que mostram. Fiel ao seu passado. de literatura infantojuvenil. Os 50 anos são um marco e uma inspiração. De uma trajetória de pioneirismo e ousadia na democratização do livro e da leitura. acima de tudo. de prestígio a todos os envolvidos com a produção e divulgação da cultura das letras. certamente. manterá um espírito jovem e aberto à inovação. A história não acaba aqui. Como o jabuti das fábulas. de ciências. ao vivo. São um marco histórico. agradecem. Maduro. OutrOs 50 A missão continua. muito mais do que costumam ser as trajetórias das premiações culturais brasileiras. como o Prêmio Jabuti cumpre a missão que se propôs. mas. ao contrário dele. de incentivo a autores e editores. de arte. por meio dele. artes e ciências. promover nossa cultura. – e. Trajetória mais longa do que talvez pudessem esperar seus criadores e. sem dúvida. ganhou a literatura. de teatro etc.

vez mais. “aos vencedores. Como se dizia ao final dos discursos de premiação nos primeiros anos. chancela de qualidade autoral e editorial. *** 127 . o Jabuti!”. Seguirá contribuindo para a construção de um país melhor. pois. marca de valor de cultura e também de mercado.

1961-1964 Criadas novas categorias para o Prêmio Jabuti. que passam a envolver a atividade de tradução. 1959 Entrega do primeiro Prêmio Jabuti pela cbl. 10o andar. a cbl participa do Conselho Consultivo do inl – Instituto Nacional do Livro. 1961 A cbl promove a 1a Bienal Internacional do Livro e das Artes Gráficas. 1948 A cbl promove o primeiro Congresso de Editores e Livreiros do Brasil. o primeiro é conferido ao Presidente Juscelino Kubitschek. o jornalismo e as ciências. 1958 Criação do Prêmio Jabuti pela Câmara Brasileira do Livro. em São Paulo. com apoio do Museu de Arte de São Paulo. com a estatueta-símbolo confeccionada pelo escultor Bernardo Cid de Souza Pinto. 1955 Criado o Conselho dos Fundadores. com sete categorias e uma categoria especial. 1954 Inauguração da nova sede da cbl. na avenida Ipiranga 1267. centro da capital paulista. a de Personalidade Literária do Ano.Cronologia 1946 Fundação da Câmara Brasileira do Livro. 1957 Criado pela cbl o diploma “Amigo do Livro”. 129 .

no Parque do Ibirapuera. revezando-se entre a de São Paulo e a do Rio de Janeiro. 2006 O Prêmio Jabuti aumenta para dezenove o número de categorias e o valor monetário total distribuído aos ganhadores 130 . 1992 O Prêmio Jabuti passa a ser entregue durante a realização da Bienal Internacional do Livro. em São Paulo. o número de obras inscritas para o Prêmio Jabuti ultrapassa 1. 1991 e 1993 Criadas as categorias de Melhor Livro do Ano em Ficção e Melhor Livro do Ano de Não-Ficção. 1978 Criadas no Prêmio Jabuti as novas categorias de Tecnologia. 1999 Na 40ª premiação. convidando José Luiz Goldfarb a assumi-la. o valor monetário oferecido aos ganhadores dos melhores livros do ano é de r$ 12 mil para cada um. As comissões julgadoras do Prêmio Jabuti passam a ser profissionalizadas e os vencedores em primeiro lugar nas diversas categorias passam a receber um valor em dinheiro junto com o Prêmio. Tradução de Obra Científica e Livro de Arte.1966 O Prêmio Jabuti inclui entre suas categorias de premiação os livros escolares das primeiras séries do ensino fundamental. 1991 A Câmara Brasileira do Livro cria a curadoria do Prêmio Jabuti. A solenidade de entrega do Prêmio Jabuti é transferida para o Memorial da América Latina. 1970 A cbl realiza a 1a Bienal Internacional do Livro de São Paulo no Pavilhão da Fundação Bienal. 2004 Criado o Guia de Orientação aos Jurados e estabelecidos novos critérios para a formação das comissões julgadoras.500.

de forma ininterrupta. Com 2.alcança r$ 120 mil. 2007 Criado o site do Prêmio. 131 .054 obras inscritas em vinte categorias e 1.com.br. a solenidade de premiação é realizada na Sala São Paulo da Estação Júlio Prestes.premiojabuti. e com apoio da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo. 2008 Cinquentenário do Prêmio Jabuti.200 convidados presentes. Em homenagem ao 60º aniversário de fundação da cbl. o Prêmio Jabuti atinge. www. a sua 49ª realização.

São Paulo. Dicionário do Folclore Brasileiro. 2008. 9ª ed. Regina. ver. cbl. Discursos sobre a leitura. set. Hallewell. vários anos. Ruth. Compadre Jabu – Histórias de Jabuti. São Paulo. Global. sua história. 2005. cbl. 133 . Histórico do Prêmio Jabuti. 1959-1995. Edusp. 1987 e 2001. p. no 1. Marisa e Zilberman. São Paulo. 2ª ed. Anne-Marie e Hébrard. Catálogo Oficial.Bibliografia Câmara Brasileira do Livro 50 Anos. cbl. Luís da Câmara. Laurence. São Paulo. cbl. 2000. Ática. Chartier. Câmara Brasileira do Livro 60 Anos.. Guimarães. Cascudo. Regulamento do Prêmio Jabuti. vários anos. Jean. Prêmio Jabuti – Guia de Orientação aos Jurados. Lajolo. Câmara Brasileira do Livro. 2006. Prêmio Jabuti. 1996. A formação da leitura no Brasil. 2004. Câmara Brasileira do Livro. São Paulo. São Paulo. “Jabuti”. 1996. 1995. São Paulo. 1880-1890. 1959. Ática. O Livro no Brasil. cbl. São Bernardo do Campo. 14-16. ano 1. in Panorama Editorial. Usina de Idéias.

Momento do livro no Brasil. 134 . 20-25. Fernando (org. O Brasil pode ser um país de leitores? Política para a cultura / Política para o livro.). Zaid. Gabriel. no 37. escrever e publicar. Eduardo (org. São Paulo. fim dos leitores? São Paulo.Lindoso. Portella. Wilson. São Paulo. da imprensa e da biblioteca. A Palavra Escrita. cbl. 2001. Summus Editorial. 2001. Sobre ler. Reflexões sobre os caminhos do livro. São Paulo. Summus Editorial. Fim do livro. Unesco / Moderna. in Panorama Editorial. Paixão. São Paulo. Martins. Zilberman. Felipe. Ática. 1996.). Ática. Regina. fev. 2008. ano 4. História do livro. “Prêmio Jabuti”. 2004. São Paulo. Editora Senac. 1995. Livros demais. 2004. p. São Paulo.

Presidentes da cbl 1946 a 1950 Jorge Saraiva Saraiva s.a. Livreiros Editores 1950 a 1953 Hernani de Campos Seabra Livraria Martins Editora 1953 a 1955 Abel Ferraz de Souza Livraria Edit. Paulicéia Edições lep 1955 a 1957 Edgar Cavalheiro Editora Globo 1957 a 1959 Diaulas Riedel Editora Pensamento Ltda. 135 .

Livreiros e Editores 1975 a 1977 Ênio Matheus Guazzelli Pioneira Editora e Livraria 1977 a 1985 Mário Fittipaldi Editora das Américas 136 . Melhoramentos de São Paulo 1967 a 1975 Paulino Saraiva Saraiva s.1959 a 1961 José de Barros Martins Livraria Martins Editora 1961 a 1963 Octalles Marcondes Ferreira Cia. Editora Nacional 1963 a 1965 Mário Fittipaldi Editora das Américas 1965 a 1967 Francisco Marins Cia.a.

Melhoramentos de São Paulo 1989 a 1993 Ary Kuflik Benclowicz Livraria Nobel 1993 a 1995 Armando Antongini Filho Livraria Freitas Bastos 1995 a 1999 Altair Ferreira Brasil Editora Edgard Blücher 1999 a 2003 Raul Wassermann Summus Editorial 2003 a 2007 Oswaldo Siciliano Siciliano Gestão atual (2007 – 2008) Rosely Boschini Editora Gente 137 .1985 a 1989 Alfredo Weiszflog Cia.

De 1995 a 2001 os três primeiros colocados por categoria foram premiados. De 1959 a 1992 havia apenas um ganhador por categoria. Isso se refletiu na criação de novas categorias e no número de premiados em cada uma delas. As mais significativas alterações foram: – – Na primeira edição do Prêmio eram nove categorias e hoje são vinte. De 2002 a 2005 o segundo e terceiro colocados receberam o prêmio como “menção honrosa”. Em 1993 foram cinco premiados por categoria. com pequenas variações em algumas das categorias existentes. o Prêmio Jabuti passou por muitas mudanças para adequar-se à constante evolução do setor editorial brasileiro.Livros Premiados com o Jabuti (1959-2007) Ao longo de cinco décadas. O mesmo ocorreu em 1994. – – – 139 . De 2006 a 2008 voltam as valer as modalidades do período 1995 a 2001.

Sosigenes Costa Categoria Romance O Trapicheiro. Antonio Candido Categoria Ilustrações Nome da obra não divulgado. Renato Sêneca Fleury Categoria Literatura Juvenil Glorinha. Carlos Bastos Categoria Literatura Infantil Aventuras na Roca. Olimpio de Sousa Andrade 140 . Associação dos Geógrafos Brasileiros (Seção São Paulo) Categoria História Literária História do Modernismo Brasileiro. Eugênio Hirsch Prêmio Personalidade Literária do Ano Álvaro Lins Categoria Contos/ Crônicas/ Novelas Laços de Família. Agitador do Brasil. Alma Sonora do Brasil. Oswaldo Storni Categoria Literatura Infantil Vila Lobos. Isa Silveira Leal Categoria Romance Gabriela. Clarice Lispector Categoria Estudos Literários (Ensaios) História e Interpretação de “Os Sertões”. Dalton Trevisan (Contos) Os Caminhantes de Santa Luzia. Ricardo Ramos (Novelas) Categoria Estudos Literários (Ensaios) Eça de Queiroz. Arnaldo Magalhães de Giacomo Categoria Poesia Obra Poética. Jorge Amado Categoria Contos/ Crônicas/ Novelas Novelas Nada Exemplares. Paulo Cavalcanti Categoria História Literária Formação da Literatura Brasileira. Marques Rebelo 1961 1960 Prêmio Personalidade Literária do Ano Menotti Del Picchia Categoria Capista Conjunto de Capas Editora Civilização Brasileira. Jorge Medauar Categoria Estudos Literários (Ensaios) A Cidade de São Paulo – Estudos de Geografia Urbana. Cravo e Canela. Mário da Silva Brito Categoria Ilustrações A Cidade do Salvador.1959 Prêmio Personalidade Literária do Ano Sérgio Milliet Categoria Contos/ Crônicas/ Novelas Água Preta.

Marques Rabelo Categoria Tradução de Obra Literária Poemas de Israel. Jannat Moutinho Ribeiro Categoria Literatura Juvenil Único Amor de Ana Maria. Mario Chamie Categoria Romance A Mudança. Cecília Meireles 1962 Prêmio Personalidade Literária do Ano Jorge Amado Categoria Contos/ Crônicas/ Novelas Os Desertos. Nair Lacerda 141 . Pericles da Silva Pinheiro Universo. Ricardo Ramos Categoria Literatura Adulta (autor revelação) Deus Aposentado. Osório Alves de Castro Categoria Tradução de Obra Literária As Mil e Uma Noites. Elos Sand Categoria Poesia Lavra. Jacob Penteado Categoria Capista Obra não divulgada. Mário Graciotti Categoria História Literária A Literatura Brasileira. Lavra. Jorge Mautner Categoria Biografia e/ou Memórias Belenzinho. Lenita Miranda de Figueiredo Categoria Literatura Infantil O Circo. Vicente Di Grado Categoria Contos/ Crônicas/ Novelas Passe as Férias em Nassau.Categoria Poesia A Difícil Manhã. Mário da Silva Brito Categoria Romance Porto Calendário. Isa Silveira Leal Categoria Poesia Maneiras Literárias em São Paulo na Época Colonial. 1910. José Aderaldo Castelo Categoria Literatura Infantil Aventuras de Eduardo. Maria de Lourdes Teixeira 1963 Prêmio Personalidade Literária do Ano José Geraldo Vieira Categoria Autor Revelação – Literatura Adulta Deus da Chuva e da Morte. Julieta Godoi Ladeira Categoria Estudos Literários (Ensaios) O Mundo antes do Dilúvio. Cassiano Ricardo Categoria Romance Rua Augusta.

Percy Lau Categoria Literatura Infantil O Cachorrinho Samba na Rússia. Os Parceiros do Rio Bonito. Mogens Ove Osterbye Categoria Ciências Exatas Matemática Curso Moderno. Florestan Feranandes Categoria Ciências Naturais Genética. Grão Pará. Maria José Dupre Categoria Poesia História da Caricatura no Brasil. Otto Maria Carpeux Categoria Ilustrações Santa Maria do Belém. José Candido de Carvalho Categoria Biografia e/ ou Memórias Noturno da Lapa. Luis Martins Categoria Capista Contos da Condessa de Segur. Perus e Bacanaco. Dalton Trevisan Categoria Literatura Infantil Zuzuquinho. Crodowaldo Pavan e Antonio Brito da Cunha Categoria Contos/ Crônicas/ Novelas Malagueta. Cecília Meireles Romance Grotão do Café Amarelo. Wanda Myzielsky Categoria Melhor Critica e/ ou Noticiário Literário (Jornais) Valdemar Cavalcanti – O Jornal Categoria Poesia Jeremias sem Chorar. João Antonio Categoria História Literária História da Literatura Ocidental. Ovaldo Sangorgi Categoria Ciências Humanas (exceto Letras) Corpo e Alma do Brasil. Décio de Almeida Prado 142 . Mogens Ove Osterbye Categoria Contos/ Crônicas/ Novelas Cemitério de Elefantes. Francisco Marins 1965 Prêmio Personalidade Literária do Ano Érico Veríssimo Categoria Romance O Coronel e o Lobisomem. Cassiano Ricardo. Antonio Candido Categoria Teatro Teatro em Progresso.1964 Prêmio Personalidade Literária do Ano Fernando Azevedo Categoria Capista Contos da Condessa de Segur. Herman Lima Solombra.

Érico Veríssimo 1967 Prêmio Personalidade Literária do Ano Cândido Motta Filho Categoria Autor Revelação – Literatura Adulta As Três Quedas do Pássaro. Lygia Fagundes Telles Categoria Estudos Literários (Ensaios) Literatura e Sociedade. Apollo Silveira Categoria Contos/ Crônicas/ Novelas Jardim Selvagem. Flavio Império Categoria Melhor Critica e/ ou Noticiário Literário (Jornais) Carlos Soulie do Amaral – Jornal da Tarde 143 . Antonio Candido Categoria Ilustrações Joana. Noemia Graciano e Clovis Graciano Categoria Literatura Infantil Joana. Raimundo de Menezes Categoria Capista Poluição e Desenvolvimento. Maria Isaura Pereira de Queiroz Categoria Ciências Naturais Botânica – Introdução e Sistemática. Paulo Categoria Poesia Procura e Névoa. Maria Geralda do Amaral Categoria Biografia e/ ou Memórias Fagundes Varela. Carlos Soule do Amaral Categoria Romance O Senhor Embaixador. Fernando Góes Categoria lustrações Sexo e Sedução. Eugênia Sereno Categoria Biografia e/ ou Memórias José de Alencar. Aylton Brandão Joly Categoria Contos/ Crônicas/ Novelas Veranico de Janeiro. Vicente de Paulo Vicente de Azevedo Categoria Capista O Homem de Terno Marrom. Literato e Político. Mauricio Goulart Categoria Melhor Critica e/ ou Noticiário Literário (Jornais) Décio de Almeida Prado – O Estado de S.1966 Prêmio Personalidade Literária do Ano Antonio Candido Categoria Literatura Adulta – Autor Revelação O Pássaro da Escuridão. Bernardo Elis Categoria Estudos Literários (Ensaios) Espelho Infiel. Alceu Saldanha Categoria Ciências Humanas (exceto Letras) Messianismo no Brasil e no Mundo.

Eugênio Gomes Categoria Literatura Infantil Encanto e Verdade. Thales de Andrade Categoria Literatura Juvenil Xisto no Espaço. Marcos Rey Categoria Estudos Literários (Ensaio) O Enigma de Capitu. José Mauro de Vasconcelos Categoria Poesia Versiprosa. Carlos Drummond de Andrade Categoria Romance O Tronco. Jayme Cortez Contos/ Crônicas/ Novelas Corrente de um Elo Só. Renée Lefévre Categoria Literatura Infantil Aventuras de Dito Carreiro. Lucia Machado de Almeida Categoria Melhor Critica e/ ou Noticiário Literário (Jornais) Léo Gilson Ribeiro – Jornal da Tarde 1969 Prêmio Personalidade Literária do Ano Nelson Palma Travassos Categoria Autor Revelação – Literatura Adulta Canto Sem Fim. João Cabral de Melo Neto Categoria Romance Confissões do Frei Abóbora. Bernardes Elis 1968 Prêmio Personalidade Literária do Ano Guilherme de Almeida Categoria Autor Revelação – Literatura Adulta Por onde Andou Meu Coração. Jacob Penteado Categoria Biografia e/ ou Memórias Planalto. Jannart Moutinho Ribeiro 144 . Maria Helena Cardoso Categoria Biografia e/ ou Memórias A Vida de Eduardo Prado. Herman Lima Categoria Contos/ Crônica/ Novelas O Enterro da Cafetina.Categoria Poesia Educação Pela Pedra. Afonso Arinos de Melo Franco Categoria Capista Barro Blanco. Péricles Eugênio da Silva Ramos Categoria Ilustrações Minas. Maria Cecília Caldeira Categoria Estudos Literários (Ensaios) Do Barroco ao Modernismo. Cândido Motta Filho Poeira do Tempo. Cidades Barrocas. Romeu Gomes Portão Categoria Biografia e/ ou Memórias Martins Fontes.

Isa Silveira Leal Categoria Melhor Critica e/ ou Noticiário Literário (Jornais) José Geraldo Nogueira Moutinho – Folha de S. Paulo Categoria Poesia Cadernos de Capazul. Raimundo Magalhães Júnior Categoria Ciências Humanas (exceto Letras) Bibliografia Brasileira no Período Colonial.Categoria Literatura Juvenil O Menino dos Palmares. Fábio Lucas Categoria Literatura Infantil O Menino Mágico. Paulo Nogueira Neto Categoria Contos/ Crônicas/ Novelas Lucia McCartney. Olga Savary Categoria Biografia e/ ou Memórias Castro Alves. Antonio Carlos Vilaça Categoria Biografia e/ ou Memórias A Vida Turbulenta de José do Patrocínio. Lupe Cotrim Garaude (Póstumo) Categoria Romance Pátio das Donzelas. Rui Carlos Camargo Vieira Categoria Contos/ Crônicas/ Novelas Matar um Homem. Rubens Borba de Moraes Categoria Ciências Naturais A Criação de Abelhas Indígenas Sem Ferrão. Stella Car Categoria Romance Noites do Relâmpago. Maria de Lourdes Teixeira 1970 Prêmio Personalidade Literária do Ano Gilberto Freyre Categoria Autor Revelação – Literatura Adulta O Nariz do Morto. Vicente de Paulo Vicente de Azevedo Categoria Ciências Exatas Atlas Mecânico dos Fluidos. O Poeta da Liberdade. Ricardo Ramos 145 . Rachel de Queiroz Categoria Melhor Critica e/ ou Noticiário Literário (Jornais) José Fonseca Fernandes – Correio do Livro Categoria Poesia Poemas ao Outro. Ibiapaba Martins Categoria Estudos Literários (Ensaios) O Caráter Social da Literatura Brasileira. Rubem Fonseca 1971 Prêmio Personalidade Literária do Ano Antonio Houaiss Categoria Autor Revelação – Literatura Adulta Espelho Provisório.

Manoel Victor Filho Categoria Literatura Infantil Soprinho. Anna Maria Martins Categoria Biografia e/ ou Memórias Uma Vida e Muitas Lutas. Geraldo Pinto Rodrigues Categoria Romance A Girafa de Vidro. Juarez Távora Categoria Ciências Exatas Minerais do Brasil. Cândido Motta Filho Categoria Contos/ Crônicas/ Novelas A Coleira de Peggy. Lygia Bojunga Nunes 1972 Prêmio Personalidade Literária do Ano Péricles Eugênio da Silva Ramos Categoria Autor Revelação – Literatura Adulta Sargento Getúlio. João Ubaldo Ribeiro Categoria Biografia e/ ou Memórias Contagem Regressiva. Camila Cerqueira César Categoria Literatura Juvenil Uma Rua Como Aquela. Fernando Lopes de Almeida Categoria Melhor Critica e/ ou Noticiário Literário (Jornais) Geraldo Galvão Ferraz – Jornal da Tarde Categoria Poesia Andanças. Lucilia Junqueira de Almeida Prado Categoria Melhor Critica e/ ou Noticiário Literário (Jornais) Torrieri Guimarães – Folha da Tarde Categoria Poesia Veio e Via. Luiz Vilela Categoria Estudos Literários (Ensaio) Além do Apenas Moderno. O Calhambeque de Nhoton. Luis Martins 1973 Categoria Autor Revelação – Literatura Adulta A Trilogia do Emparedado e Outros Contos. Murilo Melo Filho 146 . Dora Ferreira da Silva Categoria Romance O Sexo Começa as Sete. Gilberto Freyre Categoria Literatura Infantil Os Colegas. Lenita Miranda de Figueiredo Categoria Literatura Infantil Tonzeca. Rui Ribeiro Franco Categoria Contos/ Crônicas/ Novelas O Fim de Tudo. Holdemar Menezes Categoria Estudos Literários (Ensaio) O Milagre Brasileiro. Fausto Cunha Categoria Ilustrações Obras Monteiro Lobato.Categoria Estudos Literários (Ensaios) O Romantismo no Brasil.

Roberto Drummond Categoria Biografia e/ ou Memórias Vida e Obra de Campos Sales.j. HenryPaul Eydoux Categoria Poesia Luz e Sombra.Categoria Melhor Critica e/ ou Noticiário Literário (Jornais) Luiz Carlos Lisboa – Jornal da Tarde Categoria Melhor Produção Editorial Obra Avulsa Landseer. Pedro Nava Categoria Ciências Naturais Ecologia – Temas e Problemas Brasileiros. Ataliba Nogueira Categoria Literatura Infantil A Vaca Proibida. U. C. Cristina de Queiroz Categoria Biografia e/ou Memórias Balão Cativo. Junqueira e L. Ledo Ivo Categoria Romance Clube de Campo. Rubens Teixeira Scavone Categoria Melhor Critica e/ ou Noticiário Literário (Jornais) Roldão Mendes Rosa – A Tribuna Categoria Melhor Produção Editorial (Obra Coleção) A Procura dos Mundos Perdidos. Nelly Novaes Coelho Categoria Literatura Infantil Lendas Brasileiras. M. em Paris. Maria Thereza Cunha de Giacomo 1975 Categoria Autor Revelação – Literatura Adulta A Morte de D. L. Salles Categoria Contos/ Crônicas/ Novelas O Casarão. José Paulo Moreira da Fonseca Categoria Romance As Meninas. Cândido Guinle de Paula Categoria Poesia Finisterra. Caio Porfírio Carneiro Categoria Estudos Literários (Ensaios) Antonio Conselheiro e Canudos. Lygia Fagundes Teles 1974 Categoria Autor Revelação – Literatura Adulta O Visitante de Verão. Edy Lima 147 . Raimundo Menezes Categoria Ciências Naturais Ultra-Estrutura e Função Celular. Mario Guimarães Ferri Categoria Contos/ Crônicas/ Novelas Inquieta Viagem no Fundo do Poço. Elias José Categoria Estudos Literários (Ensaios) Literatura e Linguagem.

Yone Giannetti Fonseca Categoria Romance A Festa. Livraria Francisco Alves Editora Categoria Poesia Rosa Dialética. Afonso Arinos de Mello Franco Categoria Ciências Exatas Química Orgânica. Marcelo de Moura Campos Categoria Contos/ Crônicas/ Novelas O Homem Vermelho. Adonias Filho Categoria Melhor Produção Editorial (Obra Avulsa) História da Arte Brasileira. Mauro Motta Categoria Romance As Velhas. Domingos Pellegrini Junior 148 . Regina Célia Colônia Categoria Estudos Literários (Ensaio) O Elmo de Mambrino. Paulo Emilio Salles Gomes Categoria Biografia e/ ou Memórias Mar Alto. Raduan Nassar Categoria Biografia e/ ou Memórias A Inteligência da Fome. Ofélia Fontes e Narbal Fontes Categoria Melhor Critica e/ ou Noticiário Literário (Jornais) Álvaro Alves de Faria – Jornal de Domingo 1977 Prêmio Personalidade Literária do Ano Ferreira Gullar Categoria Autor Revelação – Literatura Adulta Três Mulheres de Três pppes. Ivan Ângelo 1976 Categoria Autor Revelação – Literatura Adulta Lavoura Arcaica. Paulo Duarte Categoria Contos/ Crônicas/ Novelas Canção para Totem. Enciclopédia Britânica do Brasil Categoria Poesia Itinerário.Categoria Melhor Crítica e/ ou Noticiário Literário (Jornais) Roberto Fontes Gomes – A Gazeta Categoria Melhor Produção Editorial (Obra Coleção) Enciclopédia Mirador Internacional. Pietro Maria Bardi Categoria Melhor Produção Editorial (Obra Coleção) Romances para Estudo. Livio Xavier Categoria Literatura Infantil Cem Noites Tapuias.

Domingos Carvalho da Silva Categoria Romance O Fruto do Vosso Ventre. Wilson Martins Categoria Literatura Infantil Os Rios Morrem de Sede. Renée Lefevre e Fernando Luiz da Fonseca Categoria Melhor Produção Editorial (Obra Avulsa) Rubaiat. Miséria Nacional Minha Própria. Livraria Francisco Alves Editora Categoria Poesia Vida Prática. Hermann José Reipert Categoria Estudos Literários (Ensaio) Ao Vencedor as Batatas. Wander Piroli Categoria Melhor Critica e/ ou Noticiário Literário (Jornais) Jornal do Brasil Categoria Melhor Produção Editorial (Obra Avulsa) O Ateneu. Herberto Sales Categoria Ciências (Tecnologia) Introdução à Mecânica dos Solos. Roberto Schwarcz Categoria Literatura Infantil História Meio ao Contrário.Categoria Estudos Literários (Ensaio) História da Inteligência Brasileira. Milton Vargas Categoria Ciências Exatas Espaços Métricos. Omar Kayyann Categoria Melhor Produção Editorial (Obra Coleção Série) Lagarta Pintada. Ana Maria Machado Categoria Melhor Livro de Arte Recantos. Raul Pompéia Categoria Melhor Produção Editorial (Obra Coleção) Série ipe. Wilson Martins Categoria Ciências Naturais Dinâmica de Populações Aplicada à Pesca e Piscicultura. Paulo Duarte 149 . Adélia Prado 1978 Prêmio Personalidade Literária do Ano Antonio Candido Categoria Autor Revelação – Literatura Adulta O Coro dos Contrários. Edson Pereira dos Santos Categoria Contos/ Crônicas/ Novelas Hora Inclinada. Elon Lages Lima Categoria Ciências Humanas (exceto Letras) História da Inteligência. Encantos e Prantos da Bahia. José Miguel Wisnik Categoria Biografia e/ ou Memórias Miséria Universal. Sylvia Orthof Categoria Poesia Coração Disparado.

Categoria Romance A Hora da Estrela, Clarice Lispector Categoria Tradução de Obra Científica Populações, Espécies e Evolução, Hans Reichardt

Categoria Literatura Infantil Uma Estranha Aventura em Talalai, Joel Rufino dos Santos Categoria Melhor Crítica e/ ou Noticiário Literário (Jornais) Correio do Povo Categoria Melhor Livro de Arte Macunaíma, Mário de Andrade Categoria Melhor Produção Editorial (Obra Avulsa) Cacau em Prosa e Verso, Hélio Pólvora e Telmo Padilha Categoria Melhor Produção Editorial (Obra Coleção) Curso de Introdução Programada – Psicologia vols. 1 a 5 Categoria Poesia Menino Deitado em Alfa, Leila Coelho Frota Categoria Romance Partidas Dobradas, Mário Donato Categoria Tradução de Obra Cientifica Viagens Pelos Rios Amazonas e Negro, Eugênio Amado Categoria Tradução de Obra Literária Verso, Reverso Controverso, Augusto de Campos

1979
Prêmio Personalidade Literária do Ano Alceu Amoroso Lima Categoria Biografias e/ ou Memórias A Menina do Sobrado, Cyro dos Anjos Categoria Ciências (Tecnologia) Solidificação e Fundição de Metais e suas Ligas, Mauricio Prates de Campos Filho Categoria Ciências Exatas Aspectos Teóricos da Computação, Cláudio Luchesi, Tomaz Kowaltowski, Janos Simon Categoria Ciências Humanas (exceto Letras) História das Idéias Filosóficas no Brasil, Adolfo Crippa Categoria Ciências Naturais Fisiologia Vegetal, Mário Guimarães Ferri Categoria Contos/ Crônicas/ Novelas Os Venenos de Lucrécia, Sônia Coutinho Categoria Estudos Literários (Ensaios) Achados e Perdidos, Davi Arriguci Junior

1980
Prêmio Personalidade Literária do Ano Gilberto Freyre

150

Categoria Autor Revelação – Literatura Adulta Ioio Pequeno da Várzea Nova, Mario Leônidas Casanova Categoria Biografia e/ ou Memórias O Que é Isso Companheiro, Fernando Gabeira Categoria Ciências (Tecnologia) Máquinas Motoras na Agricultura, Luiz Geraldo Mialhe Categoria Ciências Exatas Fundamentos de Química Orgânica, Marcelo de Moura Campos Categoria Ciências Humanas (exceto Letras) Imagem Sacra Brasileira, Eduardo Etzel Categoria Ciências Naturais Radiologia no Coração, José Hortêncio de Medeiros Sobrinho Categoria Contos/ Crônicas/ Novelas As Marcas do Real, Modesto Carone Categoria Estudos Literários (Ensaio) Tentativas e Mitologia, Sergio Buarque de Holanda Categoria Literatura Infantil La de Umbigo, Elvira Vigna Categoria Literatura Juvenil O Misterioso Rapto da Flor de Sereno, Haroldo Bruno Categoria Melhor Critica e/ ou Noticiário Literário (Jornais)

Jornal do Brasil/Leia Livro (Hors Concours) Categoria Melhor Crítica e/ ou Noticiário Literário (Revista) Revista Veja, Abril s.a Categoria Melhor Produção Editorial (Obra Avulsa) Barroco Mineiro, Glossário de Arquitetura e Ornamentação, Afonso Ávila, João Marcos Gontijo, Reinaldo Guedes Categoria Melhor Produção Editorial (Obra Coleção) Autores Africanos Categoria Melhor Poesia Antilogia, Sebastião Uchôa Leite Categoria Romance O Grande Mentecapto, Fernando Sabino Categoria Tradução de Obra Científica Enciclopédia de Ecologia, Bernard Aubert Categoria Tradução de Obra Literária Anabase, Bruno Palma

1981
Prêmio Personalidade Literária do Ano Mário Quintana Categoria Autor Revelação – Literatura Adulta O Cego e a Dançarina, João Gilberto Noll

151

Categoria Biografia e/ ou Memórias Os Carbonários, Alfredo Sirkis Categoria Ciências (Tecnologia) Máquinas Síncronas, Rubens Guedes Jordão Categoria Ciências Exatas Química Orgânica, Luciano Francisco Pacheco do Amaral Categoria Ciências Humanas (exceto Letras) Militarismo e Cliricalismo em Mudança, Nicolas Bôer Categoria Ciências Naturais Neurologia Infantil, Antonio Branco Lefèvre, Aron Judka Diament Categoria Crônicas/ Crônicas/ Novelas De Jogos e Festas, José J. Veiga Categoria Estudos Literários (Ensaio) Exercício de Literatura, Gilda de Mello e Souza Categoria Literatura Infantil As Muitas Mães de Ariel , Mirna Pinsk Categoria Literatura Juvenil A Vingança do Timão, Carlos Moraes Categoria Melhor Critica e/ ou Noticiário Literário (Rádio) Programa Certas Palavras, Rádio Gazeta Categoria Melhor Critica e/ ou Noticiário Literário (Revista) Revista Veja, Abril s.a

Categoria Melhor Critica e/ ou Noticiário Literário (Jornais) Jornal da Tarde Categoria Melhor Livro de Arte Grimm: Paisagismo Brasileiro do Século xix, Carlos Roberto Maciel Levy Categoria Melhor Produção Editorial (Obra Avulsa) Guita no Jardim, Walmir Ayala Categoria Melhor Produção Editorial (Obra Coleção) Coleção do Pinto, Série 2 Categoria Poesia O Vôo Circunflexo, Rubens Rodrigues Filho Categoria Tradução de Obra Científica Temas de Biologia, Antonio Brito da Cunha e Mário Guimarães Ferri Categoria Tradução de Obra Literária Memórias de Adriano, Martha Calderaro

1982
Prêmio Personalidade Literária do Ano Josué Montello Categoria Autor Revelação – Literatura Adulta As Mulheres de Tijucopapo, Marilene Felinto Categoria Biografia e/ ou Memórias Batismo de Sangue, Frei Betto

152

Autran Dourado Categoria Estudos Literários (Ensaio) Desenho Mágico Poesia e Política em Chico Buarque de Holanda. Potencial Mineral e Perspectiva de Desenvolvimento. Breno Augusto dos Santos Categoria Contos/ Crônicas/ Novelas Imaginações Pecaminosas. Ismael Cardim 1983 Prêmio Personalidade Literária do Ano Pedro Nava Categoria Autor Revelação – Literatura Adulta Feliz Ano Velho. Sérgio Caparelli Categoria Literatura Juvenil Sangue Fresco. Ziraldo Alves Pinto Categoria Melhor Produção Editorial (Obra Avulsa) A Revolução de 32. Caminho Editorial Categoria Melhor Crítica e/ ou Noticiário Literário (Rádio) Programa Certas Palavras. Sylviano Santiago Categoria Tradução de Obra Científica A Força do Conhecimento. Eugênio Amado Categoria Tradução de Obra Literária Inferno. Aracy A Amaral Categoria Ciências Naturais Amazônia. Marcelo Rubens Paiva Categoria Biografia e/ ou Memórias Cela 3. Adélia Bezerra de Menezes Categoria Literatura Infantil Vovô Fugiu de Casa. Hernani Donato Categoria Poesia Passatempo e Outros Poemas. Ruda de Andrade Categoria Ciências (Tecnologia) Solução Energética. Francisco Alvim Categoria Romance Em Liberdade. Rádio Excelsior Categoria Melhor Crítica e/ou Noticiário Literário (Jornais) Mário Pontes – Jornal do Brasil Categoria Melhor Livro de Arte O Bichinho da Maçã. Eduardo Celestino Rodrigues Categoria Ciências Exatas Implementação de Linguagens de Programação.Categoria Ciências Exatas Fundamentos de Catalise. Tomaz Kowaltowski 153 . Remolo Ciola Categoria Ciências Humanas (exceto Letras) A Hispanidade em São Paulo. João Carlos Marinho Categoria Melhor Crítica e/ou Noticiário Literário (Revista) Revista Isto É .

Sérgio Caparelli Categoria Contos/ Crônicas/ Novelas O Concerto de João Gilberto no Rio de Janeiro. Silvia Orthof Categoria Literatura Juvenil Ciganos. Edições Pinakoteke Categoria Poesia Alba. Boris Schaiderman Categoria Ilustrações Bisa Bia Bisa Bel. Caio Fernando Abreu Categoria Estudos Literários (Ensaios) A Comédia Nacional no Teatro de José de Alencar. Flavio Aguiar 154 . José J. Veiga Tradução de Obra Literária Poemas de Konstantinos Kavafis . Bartolomeu Campos Queiros Categoria Melhor Critica e/ ou Noticiário Literário (Jornais) Jornal da Tarde Categoria Melhor Livro de Arte Facchinetti. José Paulo Paes 1984 Prêmio Personalidade Literária do Ano Jorge Amado Categoria Autor Revelação – Literatura Adulta Reconquista.Categoria Ciências Humanas (exceto Letras) Televisão e Capitalismo no Brasil. Regina Yolanda Categoria Literatura Infantil A Vaca Mimosa e a Mosca Zenilda. Dino Preti Categoria Contos/Crônicas/Novelas O Triângulo das Águas. Iola de Oliveira Azevedo Categoria Biografia e/ ou Memórias Uma Atriz: Cacilda Becker. Sérgio Sant’ Anna Categoria Estudos Literários (Ensaios) Dostoievski Prosa e Poesia. Nancy Fernandes e Maria Teresa Vargas Categoria Ciências (Tecnologia) Teoria e Projeto de Filtros. Celso Penteado Serra Categoria Ciências Exatas Introdução a Teoria Ergotica. Berlendis & Vertecchia Editores Categoria Melhor Produção Editorial (Obra Coleção) História da Pintura Brasileira no Século xix. Donato Mello Júnior Categoria Melhor Produção Editorial (Obra Avulsa) Era Uma Vez Uma Menina. Ricardo Mane Categoria Ciências Humanas (exceto Letras) A Linguagem Proibida. Orides Fontela Categoria Romance Aquele Mundo de Vasabarros.

Camila Cerqueira César Categoria Literatura Juvenil A Cor Azul. Salamandra Consultoria Editorial Categoria Melhor Produção Editorial (Obra Coleção) Coleção Paraíso da Criança. Paulo Categoria Melhor Critica e/ ou Noticiário Literário (Rádio) Programa Vamos Ler. Rubem Fonseca Categoria Tradução de Obra Cientifica Princípios de Bioquímica.Assumpção. C. Antonio Paim Categoria Contos/ Crônicas/ Novelas O Pêndulo do Relógio. Charles Kiefer 155 . Pedro C. Qual Romance. Berrocal.Categoria Ilustrações Faca sem Pontal Galinha sem Pé. Dias Neto Categoria Ciências Humanas (exceto Letras) A Historia das Idéias Filosóficas no Brasil. Paulo Ronai 1985 Prêmio Personalidade Literária do Ano Carlos Drummond de Andrade Categoria Autor Revelação – Literatura Adulta Tal Brasil. W. M. Lodi e A. M. R. R. Antezana. Jane Tutikian Categoria Melhor Critica e/ ou Noticiário Literário (Jornais) Folha de S. Simões Categoria Tradução de Obra Literária A Galenidade de Guimarães Rosa. Walter Ono Categoria Literatura Infantil O Homem do Violão Quebrado. Rádio usp Categoria Melhor Livro de Arte Scliar – Desenhos 1940/1949. Vera D’Horta Beccari Categoria Ciências (Tecnologia) Historia da Engenharia no Brasil. J. Flora Sussekind Categoria Biografia e/ ou Memórias Lasar Segall e o Modernismo Paulista. A. da Silva Telles Categoria Ciências Exatas Sismicidade do Brasil. Oficina Goeldi e Associação Cooperativa Categoria Melhor Produção Editorial (Obra Avulsa) Jardins e Riachinhos. Edelbra Editora e Livraria Brasil Categoria Poesia Cantares de Perda e Predileção. Hilda Hilst Categoria Romance A Grande Arte.

João Ubaldo Ribeiro Categoria Tradução de Obra Científica O Livro no Brasil: Sua História. Sérgio Sant’ Anna 156 . Magda Adelaide Lombardo Categoria Ciências Humanas (exceto Letras) Da Senzala ao Sobrado. Antonio Fernando de Franceschi Categoria Biografia e/ou Memórias Tempo de Contar. Abril s.Categoria Estudos Literários (Ensaio) A Cultura Popular em Grande Sertão Veredas.a. Mariano Carneiro da Cunha (Póstumo) Categoria Contos/ Crônicas/ Novelas Amazônia. Giselda Laporta Nicolelis e Ganymedes José Categoria Melhor Critica e/ ou Noticiário Literário (Revistas) Revista Veja. Maria da Penha Villalobos e Lolio Lourenço Oliveira Categoria Tradução de Obra Literária Emily Dickinson – Uma Centena de Poemas. Editora Círculo do Livro Categoria Melhor Produção Editorial (Obra Avulsa) Pantanal um Paraíso Perdido. Aila de Oliveira Gomes 1986 Prêmio Personalidade Literária do Ano Aurélio Buarque de Holanda Categoria Autor Revelação – Literatura Adulta Tarde Revelada. Alphonsus Guimarães Filho Categoria Romance Viva o Povo Brasileiro. Tato Categoria Literatura Infantil Terra sem Males. Luis Galdino Categoria Literatura Juvenil Awankana. Leonardo Arroyo Categoria Ilustrações Enferrujado Lá Vai o Soldado. Categoria Melhor Crítica e/ ou Noticiário Literário (Jornais) O Globo Categoria Melhor Livro de Arte Grandes Artistas Brasileiros – Volpi Almeida Junior. Editora Rio Gráfica Categoria Melhor Produção Editorial (Obra Coleção) Coleção Paraíso da Criança II. Joel Silveira Categoria Ciências (Tecnologia) Ilha de Calor nas Metrópoles: O Exemplo de São Paulo. Edelbra Editora e Livraria Brasil Categoria Poesia Nó.

Melhor Critica e/ ou Noticiário Literário (Jornais) Folha de S. Mustafa Yazbek Categoria Melhor Critica e/ ou Literário em Revistas Revista Veja. Pedro Bandeira Categoria Literatura Juvenil A Morte na Selva. Waldiane Cossermelli Velluntini Categoria Tradução de Obra Literária Poemas de John Keats. Berlendis & Vertecchia Editores Categoria Poesia 3x4. Maria Heloisa Penteado 157 . Benedito Nunes Categoria Ilustrações Assombramentos. Paulo Categoria Melhor Livro de Arte Seis Décadas de Arte Moderna na Coleção Roberto Marinho. Luis Camargo Categoria Literatura Infantil O Fantástico Mistério da Feiurinha. Helena Alexandrino Literatura Infantil A Velha Fridela. José Paulo Paes Categoria Ilustrações O Catavento e o Ventilador. Péricles Eugênio da Silvia Ramos 1987 Prêmio Personalidade Literária do Ano Lygia Fagundes Telles Categoria Autor Revelação Debussy e Poe. Rubem Mauro Machado Categoria Tradução de Obra Científica Bases da Biologia Celular e Molecular. Antonio Barros de Castro e Francisco Pires Souza Categoria Ciências Naturais Orquídeas do Estado do Espírito Santo.a. Edições Pinakoteke Categoria Melhor Produção Editorial (Obra Avulsa) A Cerveja e seus Mistérios. Abril s. Armando Freitas Filho Categoria Romance A Idade da Paixão. Augusto Ruschi (Póstumo) Categoria Estudos Literários Passagem para o Poético. Arthur Rosenblant Nestrovski Categoria Ciências Humanas A Economia Brasileira em Marcha Forçada. Salamandra Consultoria Editorial Categoria Melhor Produção Editorial (Obra Coleção) Arte para Criança.Categoria Estudos Literários (Ensaio) Gregos & Baianos.

Ana Maria. José Lino Grunewald Categoria lustrações Bicho da África. Antonio Fernando de Franceschi Categoria Romance Dinheiro na Estrada. Editora Index e Associados Categoria Romance Luisa. Spala Editora Ltda. José Paulo Paes 1988 Prêmio Personalidade Literária do Ano Ziraldo Alves Pinto Categoria Autor Revelação – Literatura Adulta Espelho.a. Ciça Fittipaldi Categoria Literatura Infantil Aos Trancos e Relâmpagos. Editora Globo Categoria Poesia Caminho das Águas. Emil Farhat Categoria Tradução de Obra Literária Poemas – William Carlos Williams.Categoria Poesia Canteiro de Obras. Editora lê s. Ana Carolina Medeiros Assed. Thais Guimarães Vigília Categoria Melhor Produção Editorial (Obra Avulsa) O Perfeito Cozinheiro das Almas deste Mundo. Oswald de Andrade Categoria Melhor Produção Editorial (Obra Coleção) Coleção do Agricultor. Maria Adelaide Amaral Categoria Tradução Os Cantos – Ezra Pound. Moacyr Scliar Categoria Estudos Literários (Ensaio) Que Horas São?. Vários. Ilka Brunhilde Laurito Categoria Produção Editorial Infantil Truques Coloridos. Santos Dumont. José Mariano Amabis e Gilberto Rodrigues Martho Categoria Contos/ Crônicas/ Novelas O Olho Enigmático. Categoria Produção Editorial Dicionário de Pintores Brasileiros. Roberto Schwarcz 1989 Prêmio Personalidade Literária do Ano Tatiana Belinki 158 . Vilma Áreas Categoria Melhor Crítica e/ou Noticiário Literário (Jornais) Jornal da Tarde Categoria Melhor Produção Editorial Infantil e/ ou Juvenil Bom Dia. Categoria Ciências Naturais Curso Básico de Biologia.

Categoria Autor Revelação – Literatura Adulta Páginas Amarelas. Olgaria C. Livraria Duas Cidades Categoria Poesia Poesias Reunidas (1968-1988). Matos 159 . Categoria Ciências (Tecnologia) Transitórios Elétricos e Coordenação de Isolamento. Caio Fernando Abreu Categoria Estudos Literários (Ensaio) A Reconstrução dos Direitos Humanos. Ricardo Azevedo Categoria Literatura Juvenil O Mundo é para ser Voado. Ettore Bottini Categoria Ciências Humanas (exceto Letras) Os Arcanos do Inteiramente Outro. Studio hmf Categoria Melhor Produção Editorial (Obra Avulsa) Serra do Cipó. xix. Francisco Alvim Vice-Verso. José Lino Grunewald O Processo (Kafka). Renato Modernell Categoria Tradução de Obra Literária Grandes Poetas da Língua Inglesa do Séc. Alice Ruiz Categoria Romance A Saga do Cavalo Indomado. Apel Categoria Melhor Produção Editorial (Obra Avulsa) O Oficio da Prata no Brasil. Vivina de Assis Viana Categoria Melhor Produção Editorial Infantil e/ ou Juvenil Muzzy. F. Empresa das Artes Categoria Melhor Produção Editorial (Obra Coleção) Coleção Claro Enigma. Modesto Carone 1990 Prêmio Personalidade Literária do Ano Paulo Ronai Categoria Autor Revelação – Literatura Adulta Boca do Inferno. Ary D’Azul e Outros Categoria Contos/Crônicas/Novelas Os Dragões não Conhecem o Paraíso. Helena Alenxandrino Categoria Literatura Infantil Alguma Coisa. Maria Alice Barroso Sonata da Última Cidade. Celso Lafer Categoria Ilustrações Eu fico é Segurando o meu Nariz. João Moura Jr. Ana Miranda Categoria Capista Tão Triste como Ela.

Vários Categoria Poesia O Guardador de Águas.Categoria Contos/Crônicas/Novelas Malthus. Rosa Amanda Strauz Categoria Estudos Literários (Ensaio) A Formação das Almas – O Imaginário da República do Brasil. Ricardo Azevedo Categoria Melhor Produção Editorial Infantil e/ou Juvenil Di – Versos Russos. Manoel de Barros Categoria Romance Relato de um Certo Oriente. Peixoto e João M. José Paulo Paes Categoria Literatura Juvenil Maria Gomes. Ruth Rocha Categoria Literatura Juvenil A Menina que Fez a América. Nelson B. Tatiana BelinKi (Adaptação) 160 . Moema Cavalcanti Categoria Ciências Exatas Física 1 – Mecânica. Keuner. Milton Hatoum Categoria Tradução de Obra Literária História do Sr. José Murilo de Carvalho Categoria Literatura Infantil Poemas para Brincar. Paulo César Souza 1991 Prêmio Personalidade Literária do Ano Jacó Guinsburg Livro do Ano de Ficção Jóias de Família. Grupo de Reelaboração do Ensino de Física Categoria Contos/Crônicas/Novelas Mínimo Múltiplo Comum. João Adolfo Hansen Categoria Ilustrações O Tucunaré. Ilka Brunhilde Laurito Categoria Melhor Produção Editorial Infantil e/ ou Juvenil Dicionário Aurélio Infantil de Língua Portuguesa Ilustrado. Salles Categoria Melhor Produção Editorial (Obra Coleção) Coleção Claro Enigma. Diogo Mainardi Categoria Estudos Literários (Ensaio) A Sátira e o Engenho. Ciça Fittipaldi Categoria Literatura Infantil Uma História de Rabos Presos. Zulmira Ribeiro Tavares Categoria Capista O Desejo. Ziraldo Alves Pinto Categoria Melhor Produção Editorial (Obra Avulsa) América.

Affonso Ávila Categoria Romance Jóias de Família. Victor Burton Eco-Filatelia: Brasil Selos. Org. Victor Burton O Anjo Pornográfico.Tauk. Samia M. Vários Categoria Poesia O Visto e o Imaginado. Hélio Almeida O Desconforto da Riqueza. Ivo Barroso 1992 Prêmio Personalidade Literária do Ano Haroldo de Campos Livro do Ano de Ficção Estorvo. Alexandre Martins Fontes Categoria Ciências Naturais Análise Ambiental – Uma Visão Multidisciplinar. Fowler 1993 Livro do Ano de Ficção Memorial de Maria Moura. Graça Lima Categoria Literatura Juvenil Acordar ou Morrer. Carlito Azevedo Categoria Produção Editorial Infantil e/ ou Juvenil A Guerra do Fogo. Raquel de Queiroz Livro do Ano de Não Ficção Rota 66 – A História da Polícia que Mata.Categoria Melhor Produção Editorial (Obra Coleção) Coleção ptyx – Parede de Poesia Oswald de Andrade. J. Nivar Gobbi e Haroldo G. Rosny Aine Categoria Capista A Arte Mesopotâmica e Persa. Carlito Azevedo Categoria Romance Estorvo. Haroldo de Campos Categoria Estudos Literários (Ensaio) A Morte é uma Festa. H. Vinicius de Moraes Categoria Poesia Collapsus Linguae. Chico Buarque de Holanda Collapsus Linguae. Stella Carr Categoria Melhor Produção Editorial (Obra Coleção) Coleção Vinicius de Moraes. João José Reis Categoria Ilustrações Noite de Cão. Zulmira Ribeiro Tavares Categoria Tradução de Obra Literária Qohelet – O Que Sabe: Eclesiastes. Moema Cavalcanti 161 . Caco Barcellos Categoria Capista A Floresta da Tijuca. Chico Buarque de Holanda Categoria Tradução de Obra Literária Os Gatos.

Alberto Dines Categoria Ilustrações A Sumaumeira. Eva Furnari 162 . Fernandez Matemática e Vida – 3 vols. Vera Thorstnsen Fui Demitido. Ademaro A. Franco Categoria Categoria Estudos Literários (Ensaio) A Sociedade Global. Cláudio Martins Micha. Administração e Negócios A Crise do Estado. Castiglia Categoria Contos/ Crônicas/ Novelas Guardador.Romance Negro. Eni Puccinelli Orlandi Dialética da Colonização. Magalhães e Luiz A. não me Calo. Idalberto Chiavenato Os Negócios e os Direitos. Leyla Perrone Moyses Vínculos de Fogo. M. Cortez Matemática Conceitos e Fundamentos.Brás e Yara M. Paulo S. Octavio Ianni Brigada Ligeira e Outros Escritos. E Agora? Gutemberg de Macedo Gerenciando Pessoas. José de Souza Martins Tempo e História. Irany Novah Moraes Temas de Anestesiologia. C. Manuela Carneiro da Cunha Subúrbio. Djalma Nunes Paraná Instalações Elétricas./Term. Alfredo Bosi História dos Índios no Brasil. Vilma Áreas Um Outro Olhar. Helena Alexandrino Trukus./Elet. Luis Carlos Bresser Pereira Comunidade Européia – A Construção de uma Potência. Vera Helena M. João Antonio O Elo Partido & Outras Histórias. Rubens Matuck Fita Verde no Cabelo. Vissoto e Laureano Categoria Ciências Humanas (exceto Letras) As Formas do Silêncio. Cotrim Introdução a Engenharia Agrícola. Galo. Hélio Almeida Categoria Ciências Exatas Física (Mec. B. José R. Roger Mello Galo. Bongiovani. Charles Kiefer Categoria Economia. Kenitiro Suguio História Natural do Serra do Japi.) – 3 vols. B. M. G. Leonor Patrícia Morellato Livro dos Alimentos. Antonio N. Antonio Candido O Livro de São Cipriano. Otto Lara Rezende Terceira Perna.Yossef e Vicente P. Paulo Eiro Gonçalves Residente de Cirurgia. Jerusa Pires Ferreira Vinte Luas. Adauto Novaes Categoria Ciências Naturais Dicionário de Geologia Marinha.

Caco Barcelos Todos os Sócios do Presidente. G. Depré Poemas Sevilhanos. Novaes e Tales Faria Categoria Romance Memorial de Maria Moura. Silviano Santiago Categoria Tradução Cristóvão Nonato. Rachel de Queiroz O Livro do Avesso. Arnaldo Antunes Do Objeto Útil. Luciano Suassuna e Luis Costa Pinto. Eric Nepomuceno Histórias de Fadas. Carlos Nougue Doze Contos Peregrinos. Ângela Carneiro Entre a Espada e a Rosa. Jean Marzollo Uma Letra Puxa a Outra. Haroldo de Campos e Inês O. Bárbara Heliodora 163 . Gilberto Dimenstein Os Fantasmas da Casa da Dinda. Ângela Lago História de Hai-Kai. Maria José Palo O Homem e a Comunicação. Veiga Sonhos Tropicais. Georgina O’ Hara Longo Serões do Campo. João Silverio Trevisan O Risonho Cavalo do Príncipe. Moacyr Scliar Uma História de Família.Categoria Melhor Livro Infantil ou Juvenil Caixa Postal 1989. Rota 66 – A Historia da Policia que Mata. Vários Coleção Homem e a Comunicação. Kazuo Wakabayashi Categoria Melhor Produção Editorial Infantil e/ou Juvenil De Morte!. Ruth Rocha e Otavio Roth Olho Vivo. José J. Vários Coleção Gandhara. Carlos Drummond de Andrade Os Melhores Poemas de Haroldo de Campos. Luis A. Ângelo Machado Categoria Melhor Produção Editorial Livro Texto Enciclopédia da Moda. Vários Categoria Poesia As Coisas. Ítalo Calvino Coleção Paralelos. Anna Bittencourt Paisagens e Impressões. Ruth Rocha e Otavio Roth Coleção Ítalo Calvino. Krieger. João Cabral de Mello Neto Categoria Reportagem Barulho – Uma Viagem pelo Underground do Rock. Lygia Bonjuca Nunes O Velho da Montanha. André Barcinski Meninas da Noite. Ana Mariani Wakabayashi. José Paulo Paes Categoria Melhor Produção Editorial (Obra Coleção) Coleção Acorda Bicho Homem. Moacyr Amâncio O Amor Natural. Marina Colasanti Fazendo Ana Paz.

Fazenda Categoria Ciências Humanas (exceto Letras) A Chegada do Estranho. Geraldo Ávila Lógica Indutiva e Probabilidade. Darlene Dalto. Isaías Pessotti Livro do Ano de Não Ficção O Cidadão de Papel. Batista Teixeira SOS Ciência. Fundação Dom Cabral 1994 Livro do Ano de Ficção Aqueles Cães Malditos de Arquelau. Hashimoto Rimbaud Livre. José Rubens Pirani e Marilda C. Elizabeth Hofling e Hélio F. Marcos Rey Rutilo Nada. M. Hilda Hilst Categoria Didático Matemática o Planeta Azul. Leo Cunha Categoria Capista Como Água para Chocolate. José de Souza Martins Cidadania e Competitividade.Rashomon e Outras Histórias. Ivald Granato e Célia Eid Categoria Ciências Exatas e Tecnologia Introdução a Análise Matemática. Walter de Paula Lima Categoria Contos/ Crônicas/ Novelas Coroa de Orquídeas. José Paulo dos Reis Velloso Marca e Distribuição. F. Jorge M. Íris Stern Categoria Economia. Nunes e M. R. Marco Gouveia de Souza e Arthur Nemer Marketing Cultural e Comunicação Dirigida.A Camargo Flores e Abelhas.Laurino Impacto Ambiental do Eucalipto. Laura Esquivel e Marcelo Cipis Handbook do Radioamador. Newton da Costa Tintas e Vernizes. M. Maria Alice Rosa Ribeiro Categoria Ciências Naturais Aves no Campus. C. Gilberto Dimenstein Categoria Autor Revelação – Literatura Adulta Pela Estrada a Fora. Gilberto Dimenstein Produzindo Leitura e Escrita. D. Ivan T. Guiomar Nano de Mello 164 . Halask e Marina Mayumi Processo de Criação. Administração e Negócios A Nova Ordem Mundial em Questão. Michaloskey e R. R. Roberto Muylaert Programa de Gestão Avançada. Augusto de Campos Histórias sem Fim. Toledo O Cidadão de Papel. Pires. Nelson Rodrigues O Último Mamífero do Martinelli.

Rubem Braga Nada Feito Nada. Carlos Alberto Cerqueira Lemos Retrato de Família. Haroldo de Campos Merlim. Marcelo Xavier Folclore de Casa. Heitor Megale Poemas. Ângela Lago O Sabiá e a Girafa. Marisa Lajolo O Discurso e a Cidade. Bruno de Menezes Processo de Criação. Miriam Moreira Leite Vícios Privados Benefícios Públicos?. Stephen Charles Kanitz 165 . Marina Colasanti Categoria Reportagem As Ovelhas Desgarradas e seus Algozes. Antonio Candido de Mello e Souza Ramos de Azevedo e Seus Escritórios. Yone de Mello Comando Vermelho. João Gilberto Noll O Braço Direito. Otto Lara Resende Categoria Tradução A Outra Voz. José Paulo Paes William Blake Poesia e Prosa Selecionadas. Leo Cunha e Graça Lima Categoria Melhor Livro Infantil ou Juvenil Ana Z aonde vai Você. Vinicius de Moraes Livros de Versos. Eduardo Gianetti da Fonseca Categoria Ilustrações A Saga de Siegfried. Tatiana Belinki e Odilon Moraes Asa de Papel. Wladir Dupont Como Água para Chocolate. Paulo Vizioli 1995 Livro do Ano de Ficção O Chalaça. Olga Savary Hagoromo de Zeami. Frederico Barbosa Rota de Colisão. Darlene Dalto e Célia Eid Categoria Poesia Jardim Noturno. Jorge Miguel Marinho Categoria Melhor Produção Editorial (Obra Avulsa) As Janelas do Paratii. Marina Colasanti Confidencias de um Pai Pedindo Arrego. Isaias Pessoti Harmada. Carlos Amorim São Paulo – Brasil. José Roberto Torero Livro do Ano de Não Ficção O Brasil que quase dá certo. Amyr Klink e Hélio de Almeida Obras Completas-Bruno de Menezes.Categoria Estudos Literários (Ensaio) Do Mundo de Leitura para a Leitura do Mundo. Luiz Antonio Aguiar Te Dou a Lua Amanhã. Sérgio Sistre e Ary Diesendruck Categoria Romance Aqueles Cães Malditos de Arquelau.

Rui de Oliveira Categoria Ilustrações A Bela e a Fera. Eva Furnari Cena de Rua. É?. Leonardo Gomes Ex-Votos Mineiros: As Tábuas Votivas no Ciclo do Ouro. Dalton Trevisan Arca sem Noé – História do Edifício Copan. Victor Burton Letras Francesas. Edmundo França Categoria Ciências Exatas e Tecnologia Caos – Uma Introdução. Resp: Marcos Veiga Pereira 166 . Cristovam Buarque O Futurismo Paulista. Maria Lea Salgado Labouriau Contos/ Crônicas/ Novelas Ah. Barreto e Amanda Sousa Fundamentos Práticos de Taxonomia Zoológica. Ricardo Araújo Vinicius de Moraes – O poeta da Paixão. Luiz de Queiroz Orsini O Sonho e a Técnica: A Arquitetura de Ferro no Brasil. Nelson Fiedler Ferrara e Carmen Cintra do Prado Curso de Circuitos Elétricos vol. Rui de Oliveira A Bruxa Zelda e os Oitenta Docinhos. Administração e Negócios Novo Dicionário de Economia. Beatriz Lomonaco e Isabel Brunsizian Categoria Economia. José Roberto Saviani Categoria Estudos Literários (Ensaio) Alquimistas e Químicos. Annateresa Fabris Teatro do Sacramento. 01 e 02. Paulo Sandroni O Brasil que dá Certo. Fani Bracher. Boris Fausto Letra Viva.Categoria Capista A Porteira do Mundo. Marilena Chauí História do Brasil. Regina Rheda O Museu Darbot e Outros Mistérios. Mirna Pinsky Meninas da Praça da Alfândega. Victor Giudice Categoria Didático Convite à Filosofia. Maria Setúbal. Sergio Capparelli Categoria Melhor Produção Editorial Livro Texto Fani Brache. Antonio P. José Castello A Bela e a Fera. Setephen Charles Kanitz Repensando as Pequenas e Medias Empresas. Alcir Pécora Categoria Ciências Naturais e Medicina Cardiologia – Atualização e Reciclagem. Nelson Papavero História Ecológica da Terra. Cacilda Teixeira da Costa Categoria Ciências Humanas (exceto Letras) A Aventura da Universidade. Ângela Lago Categoria Melhor Livro Infantil ou Juvenil Carta Errante /Avó Atrapalhada/ Menina Aniversariante. José Atílio Vanin Guerra e Paz.

Jorge Amado Ana em Veneza. Elon Lages Lim Eletrodinâmica de Weber. Orlando Villas Boas e Cláudio Villas Boas Cidade Partida. Jurandir Freire Costa Os Espirituais Franciscanos. Fernando Rodrigues e Gustavo Krieger Categoria Romance A Descoberta das Américas pelos Turcos. Zuenir Ventura Os Donos do Congresso. Segre Lidando com Crianças. Augusto de Campos Livro do Ano de Não Ficção Estrela Solitária. Caio Fernando Abreu 1996 Livro do Ano de Ficção Quase Memória. Elvis Bonassa. Octávio Ianni Ciências Naturais e Medicina Bioética. Carlos Augusto Monteiro Categoria Contos A Noite Escura e mais Eu. Resp: Ronaldo Graça Couto Olhar Europeu. Resp: Maria Watanabe Categoria Poesia A Sagração dos Ossos. T. Isabel Maria Loureiro Teorias da Globalização. Paulo Leminski Categoria Reportagem A Marcha para o Oeste. Lygia Fagundes Telles O Buraco na Parede. o Chalaça. José Roberto Torero Categoria Tradução A Nova Heloísa. Eric Nepomuceno Rilke: Poesia – Coisa. 2 e 3. Tecnologia e Informática Álgebra Línear. Orgs. Assis Enciclopédia Agrícola Brasileira. Carlos Heitor Cony 167 .O Brasil dos Viajantes vols. C. Roberto de Vicq Cumptich Clarice: Uma Vida que se Conta. Ana Moraes. 1. Alfredo Ceschiatti Categoria Ciências Exatas. Orgs. Nachman Falbel Rosa Luxemburg. Boris Kossoy e Maria Carneiro. André K. Fulvia Moretto As Armas Secretas. João Silvério Trevisan Galantes Memórias e Admiráveis Aventuras do Virtuoso Conselheiro Gomes. Ivan Junqueira As Horas de Katharina. Cohen e M. Rubem Fonseca Ovelhas Negras. Ruy Castro Categoria Capa Ângulo de Repouso. José Martins Filho Velhos Novos Males Saúde Brasil. Apresentação: Humberto de Campos Categoria Ciências Humanas A Face e o Verso. Bruno Tolentino Metamorfose.

Tchekhov. Rita Espechit Categoria Infantil ou Juvenil A Cristaleira. Alex Ribeiro. Coord. 1. Florestan Fernandes Estrela Solitária. Leonardo Fróes Obra Poética. Renata Pallottini Poemas da Estrangeira. Kupper e Haguenauer Categoria Ensaio A Contestação Necessária. Domingos Meirelles Caso Escola Base. Carlos Heitor Cony Categoria Tradução A. O Livro Negro da Corrupção. Celso P. Rogério Borges A Risada do Saci. Dora Ferreira da Silva Categoria Produção Editorial Carta ao Pintor Moço. gepeq – Grupo de Pesquisa em Educação Química Categoria Economia. Eduardo G. Araújo Momentos do Livro no Brasil. Douglas Canjani 168 . Velasco e Cruz Made in Brazil. Virgínia S. Fonseca Empresariado e Estado na Transição Brasileira. Corrêa Dicionário Ilustrado. Maria Eugênia Boaventura Categoria Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil A Formiguinha e a Neve. José Bantim Duarte Categoria Reportagem As Noites das Grandes Fogueiras. José Paulo Paes Livro do Ano de Não Ficção Antologia do Bom Senso. Ivan Ângelo O Mistério do Leão Rampante. Rodrigo Lacerda Quase Memória. Helena Alexandrino Tiro no Escuro. Sebastião C. Darcy Ribeiro Categoria Poesia Argumentos Invisíveis. Administração. vol. Ruy Castro O Salão e a Selva. Douglas Tufano Interações e Transformações: Elaborando Conceitos Sobre Transformações Químicas. Roberto Campos Categoria Capa Coronel Fawcett. Negócios e Direito As Partes & o Todo.Categoria Didático de 1º e 2º Graus A Palavra é sua. Sophia Angelides Ecce Homo. 5ª a 8ª série. P. Modesto Carvalhosa Categoria Romance Amor?. Paulo César Souza Poemas: Giorgos Seféris. Alberto Martins Noções de Coisas. José Paulo Paes 1997 Livro do Ano de Ficção Um Passarinho me Contou. Luft e Maria H. Ferraz. Graziela Bozano Hetzel Goeldi.

Mariana Massarani Categoria Infantil ou Juvenil Esta Força Estranha. Antônio Carlos Villaça Categoria Didático de 1º e 2º Graus Coleção Escrever e Criar. Sidney Chalhoub Folhetim. Roberto Campos Brasil Real. Bernardo Kucinski Categoria Ensaio A Cidade Febril. Paulo Eduardo Arantes Categoria Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil Coleção Que Bicho Será ?. Negócios e Direito Antologia do Bom Senso. Oswaldo Paulo Forattini Fundamentos da Toxicologia. Veronesi e Focaccia Categoria Contos Eu Sei. Helena Alexandrino Rimas no País das Maravilhas. Sérgio Buarque Holanda Ressentimento da Dialética. Ana Maria Machado Seis Vezes Lucas. Lygia Bojunga Nunes Um Passarinho me Contou. Giovannetti e M. Mas Não Devia. Lacerda Geografia do Brasil. 1. S. Gesner Oliveira Empresa que Pensa. Douglas Canjani Categoria Ciências Exatas. Tecnologia e Informática Dicionário de Novos Termos de Ciências e Tecnologias. Francisco Gomes Matos Jornalismo Econômico. Administração. Vande Rotta Gomide Uma Aventura no Brasil. Josif Frenkel Sociedade e Estado no Apoio a Ciência e Tecnologia. José Paulo Paes 169 . G. Vidossich e Furlan Princípios da Eletrodinâmica Clássica.O Olhar Pornô. Roger Mello O Bordado Encantado. Marina Colasanti Keith Jarret no Blue Note. Jurandir L. Marlyse Meyer O Espírito e a Letra. Milton Santos Amazônia: do Discurso à Práxis. 5ª A 8ª . Hilário Franco Júnior A Natureza do Espaço. Ross Matemática Ação e Diversão. Ruth Rocha e Anna Flora Dicionário de Geografia. Seizi Oga Tratado Molecular Infectologia. Silviano Santiago Os Saltimbancos da Porciúncula. Org. Amilcar Baiardi Categoria Ciências Humanas A Eva Barbada. É só Começar. Aziz Nacib Ab’sáber Categoria Ciências Naturais e Medicina Culicidologia Médica – vol. Maria Lúcia de Magalhães Categoria Economia.

Cecília Meireles Promontório. Carlos Heitor Cony Livro do Ano de Não Ficção Monteiro Lobato – Furacão na Botocúndia. Mário Laranjeira 1998 Livro do Ano de Ficção A Casa do Poeta Trágico. Mariana Fix e Pedro Arantes Categoria Ciências Exatas. J. Luciana Hidalgo Crack. Garbi Categoria Ciências Humanas História das Mulheres no Brasil. Mary Del Priore História da Vida Privada no Brasil vols. Waly Salomão De uma vez por todas. Queiroz de Leão 170 . Décio Pignatari A Cruz de Santo André. Poetas de França Hoje. Salinas Mecânica Clássica Moderna. Laura M. Carmen Lúcia Azevedo. Flávio Moreira da Costa O Silêncio da Chuva. Fausto Wolff O Equilibrista do Arame Farpado. Arbex Jr. Raimundo N. Victor Burton Ofélia – O Sabor do Brasil. Thiago de Mello Farewell. Org. B. Tognolli Categoria Romance A Céu Aberto. E C. i e ii. Souza e Luiz F. A. A. Boris Fausto Categoria Ciências Naturais e Medicina Doenças Infecciosas e Parasitas. Walter F. Carlos Drummond Andrade Oratório Santa Maria Egipcíaca. Mário Pontes. Luis Alfredo Garcia-Roza Categoria Tradução 31 Poetas 214 Poemas. João Gilberto Noll À Mão Esquerda. J. Silvio R. Mendes Cadaxa Categoria Produção Editorial Biblioteca Nacional. Alexandre Dorea Ribeiro Roberto Magalhães. Márcia Camargos e Vladimir Sacchetta Categoria Capa Arte Lúdica. Gilberto G. Marcelo Mário As Sementes do Tempo. Marco Antônio Uchoa O Século do Crime. o Caminho das Pedras. Claudia Warrak Os Últimos Combates.Categoria Poesia Algaravias – Câmara de Ecos. Tecnologia e Informática Introdução à Física Estatística. Marcos da Veiga Pereira Categoria Reportagem Arthur Bispo do Rosário. Alencastro Negócios e Ócios. Wreszinski O Romance Equações Algébricas.

Fiori Tecnologia Informação e Estratégia Empresarial.Tavares e J. Silvio Gallo Categoria Economia.Fruteiras da Amazônia. Orgs. Márcia Camargos.Helena Passador Ética e Cidadania. Raduan Nassar Nem Todo Canário é Belga. Nilma Gonçalves Lacerda Maria Martins. Carmen de Azevedo e Vladimir Sacchetta Uma República de Leitores. Várias Anjinho. Donaldson Garschagen Doc. Maria C. Alexandre Dorea Ribeiro Categoria Reportagem A Morte de P. a Gaiola. Ziraldo Alves Pinto Categoria Infantil ou Juvenil As Fatias do Mundo. Jacques Marcovitch Categoria Ensaio e Biografia A Dança do Universo. Helmut Sick Categoria Contos e Crônicas Menina a Caminho. George Sanguinetti Os Estrangeiros do Trem N. Marcos da Veiga Pereira Wessel: Os Segredos da Carne. Alberto da Costa e Silva Galope do Tempo. Laroca e M. Gilberto Dimenstein Coleção Tantas Palavras – vols. Carlos Heitor Cony Lealdade. Márcio Souza Um Crime Delicado. Eva Furnari Chapeuzinho Amarelo. Ana P. Reynaldo Valinho Alvarez O Mar de Permeio. Farias. João Silvério Trevisan Categoria Didático de 1º e 2º Graus Aprendiz do Futuro. Sérgio Vilas Boas Terra. Coord. Administração.1 a 4. Joaci Pereira Furtado Categoria Ilustração Infantil Ou Juvenil A Menina. C. Autógrafos Brasileiro. Bicicleta. Sérgio Sant’Anna 171 . Negócios e Direito A Energia do Brasil. Marly de Oliveira Categoria Produção Editorial Coleção Nova Enciclopédia Barsa. Katia Canton e Maria Tereza Louro Minhas Memórias de Lobato. Marcelo Gleiser Monteiro Lobato – Furacão na Botocúndia. Vários Ornitologia Brasileira. Org. Antonio Dias Leite Poder e Dinheiro. Flávio Moreira da Costa Troços & Destroço. Luciana Sandroni Categoria Poesia Ao Lado de Vera. Céu de Passarinhos. Sebastião Salgado Categoria Romance A Casa do Poeta Trágico. L.

Lisboa Guia para Identificação – Fungos. iii e iv. Márcia Helena Mendes Ferraz Curso de Física Básica. Demóstenes Vargas Dez sacizinhos. Carlos Nascimento Silva Livro do Ano de Não Ficção As Barbas do Imperador. Maria Almeida e Zuleika Prado Categoria Economia. Helga Miethke O fio de Dédalo. Melo Categoria Conto e Crônica Antologia Pessoal. Celso Furtado Categoria Ilustração de Livro Infantil Ou Juvenil Cavalhadas de Pirenópolis. Alfredo K. João Inácio Padilha Categoria Didático de 1º e 2º Graus Gramática – Texto. Sebastião Uchôa Leite 1999 Livro do Ano de Ficção Cabra-Cega. Roberto Weigand Categoria Infantil ou Juvenil A Outra Enciclopédia Canina. Sônia Coelho e César Milies Categoria Ciências Humanas À Viagem do Descobrimento.Categoria Tradução Ascese – Os Salvadores de Deus. Eduardo Bueno Cocanha. Roger Mello De Frente para o Sol. José Paulo Paes Breviário de Estética e Aesthetica in Nuce. Negócios e Direito Globalização e Desemprego. Tecnologia e Informática As Ciências em Portugal e no Brasil (1772-1822). Charles Kiefer As palavras secretas. Lilia Moritz Schwarcz Categoria Capa Chic Homem.. Cereja e Magalhães Jornal do século xx. Hilário Franco Júnior História da Vida Privada vols. Rubens Figueiredo Bolha de luzes. Administração. Actinomicetos e Algas de Interesse Médico. Herch Moysés Nussenzveig Números – Uma introdução Matemática. Ricardo Azevedo Dezenove Poemas Desengonçados. Jayme Brener Nosso Folclore. Rodolfo Ilari Crônicas Italianas. Oyama Homma Caxiuanã. Paul Singer Guia dos seus Direitos. Novais e Sevcenko e Schwarcz Categoria Ciências Naturais e Saúde Amazônia: Meio ambiente e desenvolvimento agrícola. Pedro L. reflexão e uso. Victor Burton Categoria Ciências Exatas. Porto. Josué Rios O Capitalismo Global. Vaccari. B. Lacaz. Marina Nakada e Sidney Itto Cozinha italiana. Ricardo Azevedo 172 . Org.

Guita Grin Debert Fazer a América. Ramires O exercício. Lourenço Cazarré Categoria Poesia Crisantempo. Menalton Braff 173 . Paulo Malta Enlouquecer o Subjétil. Org. Ghorayeb e T. M. Salgado Maranhão Categoria Produção Editorial Arte Construtiva no Brasil.Nadando Contra a Morte. Vários Prosa Poética. Maciel Categoria Ciências Humanas e Educação A Nervura do Real. Sônia Coutinho Resumo de Ana. T. Marçal Aquino 2000 Livro do Ano de Ficção À Sombra do Cipreste. Victor Burton Livro do Ano de Não Ficção Estação Carandiru. N. Lena Bergstein O Mês da Gripe e Outros Livros. Wright Introdução à Estrutura Evolução Estelar. Dráuzio Varella Categoria Capa Coleção Mar de Histórias. Elisa Braga Categoria Reportagem Imagens da Fotografia Brasileira. Batlouni e J. Barros Categoria Contos e Crônicas As Sombrias Ruínas da Alma. Alberto Guzik Categoria Romance Cabra-Cega. Moysés Nussenzveig Impacto Agro Ambiental. Elias Ramos Pré-história da Terra Brasilis. L. Irias e J. Luiz Maklouf Carvalho Paulo Autran-Um Homem Palco. Marilena Chaui A Reinvenção da Velhice. Modesto Carone Categoria Tradução Obras Completas. Ivo Barroso Tirant lo Blanc. Org. Luís Rey Farmacologia Terapêutica Cardiovascular. Adriana Moreno Categoria Ciências Exatas. Simonetta Persichette Mulheres Foram à Luta Armada. Gerardo Mello Mourão Mural de Ventos. Haroldo de Campos Invenção do Mar. Daniela Fechheimer Numerologia. H. Quirino. Tecnologia e Informática Complexidade & Caos. Boris Fausto Categoria Ciências Naturais e Saúde Dicionário termos técnicos em medicina e saúde. Raimundo Carrero O Amor e Outros Objetos Pontiagudos. Walter J. Carlos Nascimento Silva Os Seios de Pandora.

Ivan Teixeira O Negócio do Brasil. C. Luiz Carlos Susin O Deus dos indo-europeus. Antonia Z. Raquel Coelho Pindorama Terra das Palmeiras. Graça Sette.O Homem que odiava a segunda-feira. Gianbiagi e A. Moacyr Félix Muitas Vozes. Pinto Finanças Públicas. Thiago de Mello Introdução a Escombros. Ângela Marilu. Luiz Fernando da S. Administração. Coord. Negócios e Direito A Estratégia Romanov. José Paulo Paes abc Doido. Mário Sérgio Conti Categoria Romance A Mulher que escreveu a Bíblia. Montellato. Alexandre Dórea Ribeiro O Brasil e os Holandeses. Marcos da Veiga Pereira Categoria Religião Exercícios d’alma. Dráuzio Varella Memórias do Esquecimento. Moacyr Scliar Anita. Marilda Castanha Categoria Infantil ou Juvenil A Revolta das Palavras. Ignácio Loyola Brandão Categoria Didático Coleção História Temática – 5ª a 8ª série. Nilton Bonder Mysterium creationis. Ângela Lago Fiz voar o meu chapéu. João Evangelista M. Alem Novíssimo Dicionário de Economia. Diniz. Flávio Tavares Notícias do Planalto. Carlos Heitor Cony 174 . Ana Maria Machado Categoria Poesia Campo de Milagres. Sonia Fonseca Cozinha dos Imigrantes. Org. Ferreira Gullar Categoria Produção Editorial Brasil – Terra Esplêndida. Org. Flávio Aguiar Romance sem Palavras. Maria Gonçalves Transversais do mundo. Maria Ângela Paulino e Rozário Starling Categoria Economia. Evaldo Cabral de Mello Categoria Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil Exercícios de Ser Criança. Cabrini e Catelli Tembé – O Céu dos Índios. Sávia Dumont e Martha O Teatro. F. Alfredo Bosi Mecenato Pombalino e Poesia Neoclássica. Paulo Sandron Categoria Ensaio e Biografia Machado de Assis – O enigma do olhar. Terra Categoria Reportagem Estação Carandiru.

Administração e Negócios Desnacionalização Mitos. Org. Marcos de Castro O Desafio Metropolitano. Fernando Morais Categoria Capa Coleção Thomas. Augusto Carlos de Vasconcelos Categoria Ciências Humanas A Crítica da Razão Indolente. Lygia Fagundes Telles Livro do Ano de Não Ficção Corações Sujos. João Baptista de Aguiar Categoria Ciências Exatas Astronomia: Uma Visão Geral do Universo. Victor Burton Os Cem Melhores Contos Brasileiros do Século. Lygia Fagundes Telles Categoria Didático Ensino Fundamental e Médio Coleção Artes: Pranchas de Linguagem Visual. Org. Elisabete Dal Pino. Org. Antonio Tadeu. Rodolfo Konder Invenção e Memória. Coord. Boaventura de Sousa Santos Footballmania. Orestes Vicente Forlenza e Paulo Caramelli Categoria Contos e Crônicas Andante com Morte. Marcelo Lopes de Souza Categoria Ciências Naturais e Ciências da Saúde Capsicum – Pimentas e Pimentões no Brasil. Valdemar Vello. Boris Schnaiderman e Nelson Ascher A Divina Comédia. Risos e Desafios. Vários Química na Sociedade. Reinaldo Gonçalves Sagres. Amâncio Friaça. Leonardo Affonso de Miranda Pereira 175 . A Revolução Estratégica.Categoria Tradução A Dama de Espadas. Mario Pontes Hóspede da Solidão. Antônio Corrêa de Lacerda O Brasil e o Comércio Internacional. Mônica Colucci e Paula Ariane Para Filosofar. Ítalo Eugênio Mauro São Luís. Francisco José Becker Reifschneider Infecção Hospitalar e Suas Interfaces na Área de Saúde. Maria Olívia e Nelson Ribeiro Neuropsiquiatria Geriátrica. Nair de Paula Soares Extinção. Luiz Fernando da Silva Pinto 2001 Livro do Ano de Ficção Invenção e Memória. Org. Gerson de Souza Mol e Wildson Luiz Pereira dos Santos Categoria Economia. Lineu Belico dos Reis / Semida Silveira Estruturas da Natureza. Laerte Sodré e Vera Pereira Energia Elétrica para o Desenvolvimento Sustentável.

Ângela Lago Categoria Poesia Fragmentos da Paixão – Poemas Reunidos. Editora Nova Fronteira Categoria Religião A Expressão Popular do Sagrado. Ronaldo Rogério de Freitas Mourão A Sociedade Contra o Social. Salgado Thomas Mann. Domingos Pellegrini Categoria Tradução A Sombra do Amado. Anderson Braga Horta O Rumo da Noite. Ricardo da Cunha Lima Indo não sei aonde. Sebastião Uchoa Leite 2002 Livro do Ano de Ficção O Fazedor de Amanhecer. Milton Hatoum Inferno. Fernando Morais O Caso da Favela Naval.Categoria Ensaio e Biografia A Astronomia na Época dos Descobrimentos. Uma Nova Proposta. Renato Janine Ribeiro Correspondência: Mário de Andrade. Nelson Cruz De Cabeça pra Baixo. Patrícia Melo O Caso da Chácara Chão. Ruth Rocha e Anna Flora Categoria Capa A Utopia Burocrática de Máximo Modesto. Domingos Paschoal Cegalla Poesia. Marcelo Xavier Um Gato Chamado Gatinho. Victor Burton 176 . Raquel Coelho Festas. Leila Amaral Deus no Espelho das Palavras. Marco Lucchesi e Luciana Persice Édipo Rei. Alberto da Costa e Silva Categoria Produção Editorial A Plumária Indígena Brasileira. Manoel de Barros Livro do Ano de Não Ficção Escrever e Criar. José Carlos Blat e Sérgio Saraiva Categoria Romance Dois Irmãos. Ricardo Assis Êxodos. Paulo Bonfatti Carnaval da Alma. Carlos Cartaxo Corações Sujos. Lélia W. Raul Loureiro Abraçado ao Meu Rancor. Antonio Magalhães Categoria Reportagem A Família Canuto e a Luta Camponesa na Amazônia. Ângela Lago Categoria Infantil ou Juvenil Chica e João. Org. Marcos Antonio de Moraes Categoria Ilustração Infantil A Arte da Animação. Lêdo Ivo Poemas Reunidos. Raul Louveiro Coleção Guimarães Rosa.

Maria Cristina Motta de Toledo. Orgs. Negócios e Direito A Década dos Mitos. Coord. Rubem Fonseca Categoria Didático 1º e 2º Graus Biologia. José Paulo Paes 177 . Uma Nova Proposta!. Manoel de Barros O Tamanho da Felicidade. Jaime Larry Benchimol Categoria Contos e Crônicas Livro Aberto. Milton Santos e Maria Laura Silveira Categoria Ciências Naturais e da Saúde Dependência de Drogas. Marçal Aquino Secreções. Marcelo Gleiser Decifrando a Terra. Orgs. Fernando César Capovilla e Walkiria Duarte Raphael Categoria Infantil ou Juvenil Meninos do Mangue. Sérgio Dario Seibel e Alfredo Toscano Jr. Alaor Chaves Categoria Ciências Humanas Festa. Administração. Tecnologia e Informática O Fim da Terra e do Céu. István Jancso e Iris Kantor Espaço-Tempo na Metrópole. Roger Mello O Fazedor de Amanhecer. José Luis Fiori e Carlos Medeiros Categoria Educação e Psicologia Os Meninos e a Rua. Ruth Rocha e Anna Flora Categoria Economia. Doenças do Fígado e Vias Biliares. Márcio Pochmann Economia Social do Brasil. Ladislau Dowbor e Samuel Kilsztajn Polarização Mundial e Crescimento. Excreções e Desatinos. Angélica Bevilacqua Categoria Poesia Corola. Maria Aparecida Affonso Moysés Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngue da Língua de Sinais Brasileira. Uma História Inacabada. Wilson Teixeira.Categoria Ciências Exatas. Orgs. Ana Fani Alessandri Carlos O Brasil: Território e Sociedade no Início do Século xxi. Valéria Trevisani Burla de Aguiar Escrever e Criar. Tânia Ferreira A Institucionalização do Invisível. Claudia Roquette-Pinto A Caça Virtual e Outros Poemas. Thiago de Mello Categoria Poesia – Categoria Especial Socráticas. Ivo Barroso Poemas Preferidos pelo Autor e seus Leitores. Luiz Carlos da Costa Gayotto e Venâncio Avancini Ferreira Alves Febre Amarela: A doença e a vacina. Fernando Sabino Foroestes. Thomas Rich Fairchild e Fábio Taioli Física. Orgs. Armênio Uzunian e Ernesto Birner Atlas Geográfico Escolar de Juiz de Fora.

Haroldo de Campos Alice Edição Comentada. Boaventura de Souza Santos Metrópole e Cultura. Dionísio Jacob Adágio para o Silêncio. Claudio Bojunga Hartt: Expedições pelo Brasil Imperial. Org. Arthur Nestrovski Livro do Ano de Não Ficção Biodiversidade na Amazônia Brasileira. Bruno Fregni Basseto Categoria Tradução Ilíada de Homero. Tecnologia e Informática Princípios de Oceanografia Física de Estuários. Björn Kjerfve Coleção Matmídia vols. Coord. Rubens Figueiredo A Utopia Burocrática de Máximo Modesto. Heitor Megale Elementos de Filologia Românica. João Paulo Capobianco Categoria Capa O País Distorcido. Moema Cavalcanti Categoria Ciências Exatas. 1 a 4. Borges Poemas. Maria Luiza de A. Maria Arminda do Nascimento Arruda Categoria Ciências Naturais e Ciências da Saúde Biodiversidade na Amazônia Brasileira. Luís Giffoni Categoria Teoria Literária Lingüística Matrizes da Linguagem e Pensamento. Um Tostão Cada. Marcelo Otávio C. Nestor Goulart Reis Categoria Reportagem e Biografia JK – O Artista do Impossível. Victor Burton Histórias do Poder. Fonte Desing A Casa do Delírio. Paula Astiz Cacilda Becker: Fúria Santa. Belmiro Mendes de Castro. Alberto da Costa e Silva Democratizar a Democracia. Pedro Franciosi Imagens de Vilas e Cidades do Brasil Colonial. Alípio Correia de Franca Neto 2003 Livro do Ano de Ficção Bichos que existem & Bichos que não existem. Gomes Categoria Ciências Humanas A Manilha e o Libambo. Luiz Eduardo Soares Categoria Romance Barco a Seco. Vários Autores Teoria Quântica dos Campos.Categoria Produção Editorial Brasiliana da Biblioteca Nacional. João Paulo Capobianco 178 . Lucia Santaella A Demanda do Santo Graal – Das Origens ao Códice Português. Marcus Vinícius de Freitas Meu Casaco de General. Luiz Bruner de Miranda.

David Kupfer e Lia Hasenclever Elementos de Jornalismo Econômico. Ricardo Azevedo Sebastiana e Severina. Graça Lima e Mariana Massarani Chapeuzinho Vermelho e outros contos por imagem. Melhoramentos O Jogo da História. Bruno Tolentino Algumas Partituras. Flávio de Campos. Orgs. Mário Corso Categoria lustração Infantil ou Juvenil Vizinho. Fernando Bonassi Categoria Didático do Ensino Fundamental Médio Brasil Século xx – Ao Pé da Letra da Canção Popular. Produtores: João Rodolfo e Cláudio Rodrigues O Tesouro dos Mapas. Vizinha. Antônio Severino e Selma Pimenta Monstruário. Lídia Aguilar. Sidnei Basile Categoria Educação e Psicologia O Direito à Verdade. Rui de Oliveira Como as Histórias se espalham pelo mundo do Livro. Ana Miranda No Coração das Perobas. Graça Lima Categoria Infantil ou Juvenil Bichos que Existem & Bichos que Não Existem. Coord. Leonardo Posternak Coleção Docência em Formação. João Paulo dos Reis Velloso Economia Industrial. Arthur Nestrovski No meio da noite escura tem um pé de maravilha. Roberto Lent Enciclopédia da Floresta. José Inácio de Melo Souza Eny e o Grande Bordel Brasileiro. Orgs. Luciana Salles Worms e Wellington Borges Costa Atlas Geográfico.Cem Bilhões de Neurônios. Cláudia Furiati Categoria Romance Dias e Dias. Marcus Accioly Categoria Projeto/Produção Editorial Farnese de Andrade. Coords. Rubem Fonseca O Menino de São Benedito e outras Crônicas. Negócios e Direito O Brasil e a Economia do Conhecimento. Manuela da Cunha e Mauro de Almeida Categoria Contos e Crônicas Pequenas Criaturas. André Neves Categoria Poesia O Mundo Como Idéia. Domingos Pelegrini Nove Noites. Bernardo Carvalho 179 . Regina Claro e Renan Miranda Categoria Economia. Lucíus de Mello Fidel Castro. Produtor: Paulo Miceli Categoria Reportagem e Biografia Paulo Emilio no Paraíso. Raul Loureiro Alexandre Herchcovitch. Geraldo Mello Mourão Latinomérica. Administração. Luiz Nassif São Paulo/Brasil.

Sergio Sant’ Anna Montanha Russa. Gustavo Bernardo Categoria Tradução Orlando Furioso. Orgs. Pedro Garcez Ghirardi Cimbeline. Comunicação e Artes Ver é Compreender: Design como ferramenta estratégica de negócio. M. Protásio L. Caco Barcellos Categoria Arquitetura e Urbanismo. Gert Schubring Categoria Ciências Humanas Crítica a Razão Dualista – o ornitorrinco. Argentina e Estados Unidos. Pós Imagem Design O Patrimônio Construído. da Luz. Maria Luiza Tucci Carneiro e Boris Kossoy O Espírito de Porto Alegre. Susana Kampff Lages Coração Partido. Raul Loureiro Harmada. A Dúvida de Flusser. José Roberto O’Shea Ilíada de Homero . Alexei Bueno. Chagas Fisiologia Clínica do Sistema Digestório. Laurindo e Antônio C. Francisco R. Isabel Loureiro.vol. Emir Sader Brasil. Chico Buarque de Holanda Livro do Ano de Não Ficção Abusado. Inara Roberta Leal. Luiz Alberto Moniz Bandeira Categoria Ciências Naturais e Ciências da Saúde Endotélio e doenças cardiovasculares. Haroldo de Campos Categoria Ciências Exatas. Vera Rosenthal Euclides da Cunha – Esboço Biográfico. P.Categoria Teoria Literária e Lingüística Walter Benjamin – Tradução & Melancolia. Cristiano Mascaro. Glauber Rocha Categoria Capa Mínimos Múltiplos Comuns. 2. Rei da Britânia. Marcelo Tabarelli e José Maria Cardoso da Silva Categoria Contos e Crônicas O Vôo da Madrugada. Martha Medeiros Pequenos Amores. Francisco de Oliveira A Imprensa confiscada pelo Deops 19241954. Tecnologia e Informática Conceitos de Física Quântica. Maria Elisa Cevasco. Antonio Fernando Ribeiro de Toledo Piza Análise Histórica de Livros de Matemática. Carlos Roberto Douglas Ecologia e Conservação da Caatinga. Eder Chiodetto Homenagem Póstuma – Crítica do Cinema Brasileiro. Augusto da Silva Teles e Lauro Cavalcanti O Lugar do Escritor. Davis Arrigucci Jr. José Corrêa Leite Vingança da História. Oswaldo Pessoa Junior Mecânica Quântica. Vera Rosenthal 180 . José Roberto Torero 2004 Livro do Ano de Ficção Budapeste.

Carlos Dorneles Carnaval no Fogo. Alphonsus de Guimarães Filho Máquina de Escrever Poesia Reunida e Revista.Mínimos. Elisabeth Teixeira Categoria Infantil ou Juvenil Fábulas do Amor Distante. Comuns. Ronaldo Graça Couto Categoria Reportagem e Biografia Abusado. Marco Lucchesi Só a Noite é que Amanhece. Arnaldo Antunes e Marcia Xavier Rosângela Rennó – O Arquivo universal e outros arquivos. Ivan Zigg O Circo da Lua. Marcione Pereira dos Santos A Defesa do Consumidor em Quatro Passos. Carlito Carvalhosa. João Gilberto Noll Categoria Didático ou Paradidático do Ensino Fundamental ou Médio Coleção a Arte de Olhar. Daniel Mundukuru São Paulo 450 Anos Luz – a Redescoberta de uma Cidade. Gilberto Dimenstein e Okky de Souza Categoria Economia. Lucy Dias 181 . Múltiplos. 1 a 4. Nereide Schilaro Santa Rosa Coleção: Língua Portuguesa Rumo ao Letramento. Alexei Bueno Sphera. Administração. Vera Masragão Ribeiro. José Rodrigues de Carvalho Netto Bem de Família: Voluntário e Legal. Armando Freitas Filho Categoria Projeto/ Produção Editorial Et eu tu. Paulo Sérgio Rouanet Freud A Cultura Judaica e a Modernidade. Eva Furnari Brincando Advinhas. Não. Ricardo Azevedo Até o Passarinho Passa. Psicologia e Psicanálise Letramento no Brasil. Instituto de Defesa do Consumidor Categoria Educação. Ruy Castro O Beijo da Morte. Rosângela Rennó O Brasil na Fotografia Oitocentista. Caco Barcellos Deus é Inocente a Imprensa. Ângela Mari Chanoski-Gusso e Rossana Aparecida Finau Coisas de Índio Versão Infantil. Marco Túlio Costa Contos de Enganar a Morte. vols. Maria Olympia França Categoria Ilustração de livro infantil ou juvenil Com a pulga atrás da orelha. Negócios e Direito Ao encontro da lei: o novo código civil ao alcance de todos. Editora Global Os Dez Amigos de Freud. Bartolomeu Campos de Queirós Categoria Poesia Poesia Reunida. Carlos Heitor Cony e Anna Lee Anos 70 Enquanto Corria a Barca.

André Argollo Categoria Capa Herdando uma Biblioteca. Francisco Alberto Madia de Sousa Economia Brasileira Contemporânea (1945-2004). Informática. Donaldo Schuler Ungaretti – Daquela Estrela á Outra. Luiz Antônio de Assis Brasil Budapeste. Ricardo Resende Figueira Terras Indígenas & Unidades de Conservação da Natureza. Economia. Benchimol e Magali Romero Sá 2005 Livro do Ano de Ficção Vozes do Deserto. Mário Faustino Dicionário Houaiss de Sinônimos e Antônimos. Francisco Alambert e Polyana Canhête Arquitetura do Café. Luiz Costa Lima Antonio Candido. Nélida Piñon Livro do Ano de Não Ficção Os 50 Mandamentos do Marketing. Luis Mir Adolpho Lutz – Obra Completa. Octavio Ianni Categoria Ciências Naturais e da Saúde Genômica. Org. Fábio Giambiagi Comportamento do Consumidor. Fany Ricardo Homenagem Póstuma – Capitalismo. Francisco Alberto Madia de Souza 182 . Bernardo de Carvalho A Margem Imóvel do Rio. Sérgio Molina Categoria Arquitetura e Urbanismo. Violência e Terrorismo. Tecnologia. Haroldo de Campos e Aurora F. Bernardini O Engenhoso Fidalgo Dom Quixote de La Mancha. Chico Buarque de Holanda Categoria Teoria/ Crítica Literária João Guimarães Rosa: Correspondência com o seu tradutor alemão. Jaime L. Marco Aurélio Morsch Categoria Ciências Humanas São Paulo – Ensaios Entreveros. João Candido Portinari e Projeto Portinari Bienais de São Paulo. Org. Negócios e Direito Os 50 Mandamentos do Marketing. Instituto Antonio Houaiss Categoria Tradução Finnegans Wake / Finnicius Revem. Administração. Jorge Ruedas de la Serna De Anchieta aos Concretos. Maria Apparecida Bussolotti O Redemunho do Horror. Victor Burton Categoria Ciências Exatas. Aziz Nacib Ab’Saber Pisando Fora da Própria Sombra. Org. Org. Comunicação e Artes Candido Portinari. Beatriz Santos Sâmara.Categoria Romance Mongólia.

Paulo Henrique Britto Típicos Tipos. Psicologia e Psicanálise A Ignorância Custa um Mundo. Conceição Oliveira Categoria Educação. Sérgio Sister Três Formigas Amigas. Alcione Araújo Paraísos Artificiais. Arte e Costumes.Oncologia Molecular. Gustavo Ioschpe A Violência Silenciosa do Incesto. Beth Kok e Estúdio Girassol A Chave do Sucesso – Como a Audi se tornou Cult. Marcelo Xavier Categoria Infantil Muito Capeta. Ricardo Assis Categoria Reportagem e Biografia Viúvas da Terra. Roger Mello O Senhor do Bom Nome. Charles Feitosa Matemática e Fatos do Cotidiano – vols. Helena Henry Meireles. Flávio Tavares 183 . Dulce Satiko Onaga. Cíntia Moscovich Categoria Didático ou Paradidático do Ensino Fundamental ou Médio Explicando a Filosofia com Arte. Beatriz Röhrig e Mirta Vrubel Antonio Lizárraga. Nelson Cruz Categoria Poesia Hídrias. Kátia Canton e Luciana Schiller Pé de Sapo e Sapato de Pato. Dora Ferreira da Silva Todas as Horas e Antes. Márcia Kupstas No Longe dos Gerais. Antonio Risério e Frederico Barbosa Categoria Projeto/ Produção Editorial Terra Paulista: Histórias. Sérgio Caparelli O Olho de Vidro do meu Avô. Carlos Gil Ferreira e José Cláudio Rocha Categoria Contos e Crônicas Urgente é a Vida. Maria Amábile Mansutti História Paratodos – 1ª a 4ª Séries. Coord. Neide Archanjo Cantares de Outono ou os Navios Regressando às Ilhas. Chico Barbosa Entrelinhas. Graça Pizá e Gabriela Ferrarese Barbosa Itinerários da Loucura em Territórios Dogon. Angela Lago Moda – Uma História para Crianças. O Dia em que Getúlio Matou Allende. Bartolomeu Campos de Queirós Categoria Juvenil O Duelo do Batman Contra a mtv. Artur Eduardo Benevides Brasibraseiro. Edgard Telles Ribeiro Arquitetura do Arco-Iris. Klester Cavalcanti. Frei Betto Histórias Mirabolantes de Amores Clandestinos. Denise Dias Barros Categoria Ilustração de livro infantil ou juvenil Nau Catarineta. Bartolomeu Campos de Queirós Eles Não São Anjos Como Eu. 1 e 2.

Org. Comunicação e Artes O Porto e a Cidade: O Rio de Janeiro entre 1565 e 1910. Marli Fantini Mistérios do Dicionário. Nélida Piñon Lorde. S Eliot – Obra Completa – Poesia. Márcia Mota 2006 Livro do Ano de Ficção Cinzas do Norte. Jorge Wanderley Categoria Arquitetura e Urbanismo. Guinsburg e Ingfrid D.Maldição e Glória. Cristóvão Tezza Categoria Teoria/Crítica Literária Guimarães Rosa – Fronteiras. João Gilberto Noll O Fotógrafo. João Luiz Lafetá (Póstumo) Categoria Tradução T. Cronista e Poeta. José Alexandre Dos Santos Ribeiro Categoria Biografia Carmen – Uma Biografia. A Divina Comédia – Inferno. Milton Hatoun Livro do Ano de Não Ficção Carmen – Uma Biografia. Passagens. Bussab Dinâmica da Água no Solo. Adriana Peliano Shalimar. Núbia Melhem Santos. Ivan Zunqueira Os Demônios. Koudela Homenagem Póstuma. Araquém Alcântara Pereira Sobre os Instrumentos Sinfônicos e em Torno Deles. B. Elaine Ramos A Costura do Invisível. O Equilibrista. Hélio de Seixas Guimarães Artesanatos de Poesia. João Alexandre Barbosa Os Leitores de Machado de Assis. Carlos Didier Machado de Assis: Um Gênio Brasileiro. Paulo Leonel Libardi 500 Anos de Engenharia no Brasil. de Moraes Categoria Ciências Humanas 1930: Os Órfãos da Revolução. Domingos Meirelles Dicionário da Terra. Margens. Victor Burton Categoria Ciências Exatas. Daniel Piza Categoria Capa O Design Brasileiro Antes do Design. Heleno Bolfarine e Wilton O. Paulo Bezerra Büchner – Na Pena e na Cena. José Carlos T. Tecnologia e Informática Elementos de Amostragem. Carlos Maranhão Categoria Romance Vozes do Deserto. Ruy Castro 184 . Mário Faustino (Póstumo) A Dimensão da Noite. Ruy Castro Orestes Barbosa – Repórter. J. Fotografia. Maria Isabel Lenzi e Cláudio Figueiredo Amazônia.

Fernando Nobre e Carlos V. Aprender – Alfabetização – Educação de Jovens e Adultos. Luiz Rodrigues Wambier. Antonio José Lopes Categoria Economia. José Rodrigues Coura Técnicas Radiográficas. Cultura E Ação Comunitária Viver. 1 e 2. Cenpec – Centro De Estudos E Pesquisas Em Educação. Cláudia Lemos Vóvio e Maria Amábile Mansutti Matemática do Cotidiano & Suas Conexões. Negócios e Direito A Humanidade e Suas Fronteiras – Do Estado Soberano À Sociedade Global. Teresa Arruda Alvim Wambier. Jorge Miguel Marinho Heroísmo de Quixote. Maria Lúcia Garcia Pallares-Burke Categoria Ciências Naturais e Ciências da Saúde Tratado de Cardiologia – Socesp. Marcelino Freire Histórias Mal Contadas. Eva Furnari Palavra Cigana: Seis Contos Nômades. Eduardo Giannetti Reforma do Judiciário. Administração. Octavio Campos Fischer e William Santos Ferreira Categoria Educação. Matias O Valor do Amanhã. Silviano Santiago A Hora Extrema. Org. Categoria Contos e Crônicas Contos Negreiros. Psicologia e Psicanálise O Sonhar Restaurado. Stephan Doitschnoff Contos da Montanha. Gabriel O Pensador Chapeuzinho Adormecida No País das Maravilhas.Gilberto Freyre – Um Vitoriano dos Trópicos. Serrano Jr. Pedagogia da Tolerância – Paulo Freire. Mário Araújo Categoria Didático e Paradidático do Ensino Fundamental e Médio Almanaque: Cortes e Recortes da Terra Paulista. Lúcia Hiratsuka Categoria Infantil Um Garoto Chamado Rorbeto. Antônio Mendes Biasoli Jr. Eduardo Felipe P. Milu Leite 185 . Ana Maria Araújo Freire A Violência no Coração da Cidade. Flávio de Souza Cacoete. Paula Mastroberti O Dia Em Que Felipe Sumiu. Eva Furnari Categoria Juvenil Lis no Peito – Um Livro Que Pede Perdão. Luiz Manoel Gomes Jr. Dinâmica das Doenças Infecciosas e Parasitárias vols. Paulo César Endo Categoria Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil Cacoete. Tales Am Ab’ Sáber.

Affonso Romano de Sant’Anna Elegia de Agosto. Mamede Mustafa Jarouche A Balada do Velho Marinheiro. Luiz Costa Lima 186 . Ficção e Literatura. Orgs.Categoria Poesia Vestígios. Domingos Pellegrini Olho de Rei. Comunicação e Artes O Design Gráfico Brasileiro: Anos 60 – Org. Giuliana Ragusa Clarice Lispector Com a Ponta dos Dedos. Ferreira Gullar Livro do Ano de Não Ficção Latinoamericana – Enciclopédia Contemporânea da América Latina e do Caribe. Ruy Espinheira Filho Gaiola Aberta. Willi Bole. Walter Benjamin. Diana Mindlin Categoria Reportagem Operação Araguaia – Arquivos Secretos da Guerrilha. Antonio Gilberto Costa e New Design Lis No Peito – Um Livro Que Pede Perdão. Godofredo de Oliveira Neto Meninos no Poder. Domingos Pellegrini Categoria Projeto/ Produção Editorial Caminhos do Ouro Na Estrada Real. Edgard Telles Ribeiro Categoria Teoria/ Crítica Literária O Local da Diferença. Taís Morais e Eumano Silva Juízes no Banco dos Réus. Bernardina da Silveira Pinheiro 2007 Livro do Ano de Ficção Resmungos. Bia e Pedro Corrêa do Lago Calder no Brasil. Emir Sader Categoria Tradução O Terceiro Livro dos Fatos e Ditos Heróicos do Bom Pantagruel – Élide Valarini Oliver Passagens. Márcio Seligmann-Silva Fragmentos de uma Deusa. Gustavo Piqueira Destaques da Biblioteca Indisciplinada de Guita e José Mindlin. Vilma Arêas Categoria Tradução Livro das Mil e Uma Noites. Ivana Jinkings. Frederico Vasconcelos Já Vi Este Filme – Reportagem (e Polêmicas) Sobre Lula e o PT (1984-2005). Chico Homem de Melo Frans Post (1612-1680) Obra Completa. Irene Aron e Cleonice Paes Barreto Mourão Indícios Flutuantes (Poemas). Alípio Correia de Franca Neto Ulisses. Milton Hatoum Menino Oculto. Roberta Saraiva Categoria Teoria / Crítica Literária História. Fotografia. Aurora Fornoni Bernardini Categoria Arquitetura e Urbanismo. Orgs. Luiz Maklouf Carvalho Categoria Romance Cinzas do Norte.

Maurício de Souza Lima Categoria Reportagem A Vida que Ninguém Vê. Carlito Carvalhosa. Thiago dos Santos Acca Coleção Professor Gilmar Mendes. Martha Tadaieski. João Sabóia. 3 187 . Dimitri Dimoulis vol. Joana de Paula Soares (pvdi Desing) Categoria Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil Lampião & Lancelote. Luiz Carlos C. Epstein Categoria Educação. G. Marcelo Finger e Ana Cristina Vieira de Melo Física Moderna – Francisco Caruso Neto e Vitor Oguri Computabilidade. 1. Rafael Mafei Rabelo Queiroz. Paulo de Salles Oliveira Filhos Crescidos. Pais Enlouquecidos. 2 e 3. Ana Carla Fonseca Reis Economia da Inovação Tecnológica. Fernando José Cardim de Carvalho. Eliane Brum O Nome da Morte. Flávio Soares Corrêa da Silva. Administração e Negócios Celso Furtado e o Século xxi. Mariana de Mello e Souza Pintura Aventura. Carvalhosa Margaret Mee. Mariana Lara Resende MAM (na) Oca – Arte Brasileira do Acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Katia Canton Como Fazíamos Sem. o Jornalista vols. Lógica e os Fundamentos da Matemática. Yves de La Taille Cultura Solidária em Cooperativas: Projetos Coletivos de Mudança de Vida. Ana Basaglia. André Ramos Tavares vol. 1. Marcelo Cipis Contos de Grimm – Branca de Neve e Rosa Vermelha e Outras Histórias. Klester Cavalcanti Políticos do Brasil. Fernando Vilela Cores das Cores. Walter Carnielli e Ricchard L. Antonio Dimas Poéticas da Transgressão: Vanguarda e Cultura Popular nos Anos 20 na América. Psicologia e Psicanálise Moral e Ética: Dimensões Intelectuais e Afetivas.Bilac. Fernando Rodrigues Categoria Didático e Paradidático de Ensino Fundamental ou Médio África e Brasil Africano. Editora Manole Economia da Cultura e Desenvolvimento Sustentável. Suppa Categoria Ciências Exatas. Tecnologia e Informática Lógica para Computação. Nair de Paula Soares. Funções Computáveis. Bárbara Soalheiro Categoria Economia. Victor Pelaez & Tamás Szmrecsányi Categoria Direito Curso de História do Direito – José Reinaldo de Lima Lopes. 2 e Paulo Ferreira da Cunha vol. Viviana Gelado Categoria Projeto Gráfico Arquivinho de Otto Lara Resende.

Luiz Ruffato Pelo Fundo da Agulha. Coord.Processo e Constituição – Estudos em Homenagem ao Professor José Carlos Barbosa Moreira. Bruno Tolentino (Homenagem Póstuma) Categoria Ciências Humanas Latinoamericana: Enciclopédia Contemporânea da América Latina e do Caribe – Ivana Jinkings e Emir Sader Arquitetura e Trabalho Livre. Pedro ii e Acabou Inventando o Brasil. Neide Archanjo Raro Mar. Marco Antônio Zago e Dimas Tadeu Covas Categoria Contos e Crônicas Resmungos. Laura de Mello e Souza Categoria Ciências Naturais e Ciências da Saúde Tratado de Clínica Médica. Artur Oscar Lopes O Volume do Silêncio. Ferreira Gullar A Casa da Minha Vó e Outros Contos Exóticos. Roger Mello Felpo Filva. Armando Freitas Filho A Imitação do Amanhecer. Marta Rossetti Batista Categoria Capa Ferdydurke. Aziz Nacib Ab’Sáber e Luiz Cláudio Marigo Células-Tronco: uma Nova Fronteira da Medicina. Azucrinava D. Nelson Nery Jr. Moacyr Scliar Alice no Espelho. Antônio Torres 188 . João Anzanello Carrascoza Categoria Infantil Lampião & Lancelote. Fernando Vilela João por um Fio. Elisa Cardoso. Jorge Viveiros de Castro Categoria Romance Desengano. Antônio Carlos Lopes Ecossistemas do Brasil. Affonso Ávila Cântico para Soraya. Laura Bergallo O Melhor Time do Mundo. Carlos Nascimento Silva Vista Parcial da Noite. Lira Neto Paulo Freire: Uma História de Vida – Ana Maria Araújo Freire O Banqueiro do Sertão. Luiz Fux. e Teresa Arruda Alvim Wambier Categoria Biografia O Inimigo do Rei: uma Biografia de José de Alencar ou a Mirabolante Aventura de um Romancista que Colecionava Desafetos. Sérgio Ferro O Sol e a Sombra. Kiko Farkas Lampião e Lancelote. Eva Furnari Categoria Juvenil Adeus Conto de Fadas. Elaine Ramos Categoria Poesia Cantigas do Falso Alfonso El Sabio. Jorge Caldeira Anita Malfatti no tempo e no espaço. Luciana Facchini 50 Poemas Escolhidos pelo Autor. Leonardo Brasiliense Ciumento de Carteirinha.

nossos agradecimentos.Agradecimento Para a recuperação da história do Prêmio Jabuti foi importante a colaboração de muitos que concederam entrevistas e cederam materiais. 189 . A todos eles.

Berlini Francisco Maria Pires Teixeira Acervo CBL Negrito Produção Editorial Coordenação Editorial Assistência Editorial Tratamento de Imagens CTP. Beth Totini Cintia S. N.Título Coordenação de Pesquisa e Texto Supervisão Pesquisa Texto Fotos Projeto Gráfico e Diagramação Prêmio Jabuti 50 Anos Memória e Identidade Consultoria Ltda. Impressão e Acabamento Cecília Scharlach Viviane Vilela José Carlos Gomes da Silva Leonídio Gomes Imprensa Oficial do Estado de São Paulo .

premiojabuti.br . 2008.org. 08-10096 Índices para catálogo sistemático: 1.br Imprensa Oficial do Estado de São Paulo Rua da Mooca. Câmara Brasileira do Livro.07 869. 91 cep 05411-000 São Paulo – sp Fone (11) 30691300 jabuti@cbl. (Lei nº 9.br www. 1921 cep 03103-902 São Paulo – sp sac Grande São Paulo (11) 50135108 (11) 50135109 sac demais localidades (11) 0800 0123 401 livros@imprensaoficial.610. Prêmio Jabuti – Brasil – História 2.imprensaoficial. brasil) Prêmio Jabuti: 50 Anos. Prêmio literário – Brasil i. – São Paulo : Câmara Brasileira do Livro : Imprensa Oficial do Estado de São Paulo.org. Direitos reservados e protegidos.07 Foi feito o depósito legal na Biblioteca Nacional. Brasil: Prêmio Jabuti: História cdd-869.br www. sp.com.Copyright © 2008 Câmara Brasileira do Livro dados internacionais de catalogação na publicação (cip) (câmara brasileira do livro. (Lei nº 10. de 14/12/2004) Proibida a reprodução total ou parcial sem a autorização prévia dos editores. de 10/02/1998) Impresso no Brasil 2008 Câmara B rasileira do Livro Rua Cristiano Viana.com. isbn 978-85-7060-647-1 (Imprensa Oficial do Estado) 1.994.

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