CÓDIGO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO DO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO PARANÁ

PREFÁCIO

Não somos heróis, nem anjos, somos apenas pessoas comuns. Assim foram as palavras que inciaram o discurso de um bombeiro em dia festivo. A obra Código de Segurança contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná é o resultado da coletânea de normas atualizadas que tratam sobre projetos complementares, em especial, no que trata sobre a proteção da vida humana contra sinistros e redução dos prejuízos patrimoniais. São novos materiais colocados a disposição da melhores técnicas da construção civil e o avanço nas técnicas de combate a incêndios, testadas a campo e em laboratórios que foram motivos suficientes para aprimorarmos as normas preventivas. O objetivo é facilitar o entendimento da norma,com adoção de um texto de fácil compreensão, o uso de gráficos, tabelas e exemplos que fazem parte do texto deste livro, para conduzir os profissionais de Engenharia e Arquitetura, ao sucesso de seus projetos, lembrando que uma obra nota 10 precisa ter qualidade, conforto e segurança. Esta é uma obra de várias mãos, dela fazem parte o que há de mais moderno no Brasil, nas Instituições Públicas e Privadas, nos Conselhos, nas Entidades de Classe e ousamos compilar códigos de outros países, visando aperfeiçoar este trabalho. O Corpo de Bombeiros Militar do Paraná sente-se honrado ao dispor desta literatura técnica, almejando que todos possam desfrutar de seus ensinamentos.

Coronel Hercules William Donadello, Comandante do Corpo de Bombeiros.

INTRODUÇÃO A história dos Bombeiros no Brasil começou há 155 anos. E hoje, as mesmas características, os mesmos sentimentos que permearam sua trajetória, ainda estão presentes, como a coragem e abnegação procurando salvar as vidas em perigo e os bens alheios. Foi em 2 de Julho de 1856, através do Decreto Imperial nº 1775, no Rio de Janeiro, que a primeira instituição de Bombeiros oficialmente criada, com a nomeação de Corpo de Bombeiros da Corte. No Estado do Paraná, o Corpo de Bombeiros, teve início na cidade de Curitiba, pela Lei Provincial nº. 679, de 27 de outubro de 1882, que autorizava a sua criação no Corpo Policial do Paraná, com uma Sociedade Teuto-brasileira de Bombeiros voluntários. Visava contemplar a comunidade com um serviço contra incêndios, de caráter supletivo ao Governo do Estado e Município, os quais, em virtude de escassos recursos financeiros, tinham dificuldade para organizarem o departamento contra o fogo. Pela Lei nº 621, de 08 de março de 1906, criou-se uma Companhia de Bombeiros ao Regimento de Segurança com a finalidade especifica de combate a incêndios, sendo novamente autorizada pela Lei nº 752 de 21 de março de 1908. Em 1.912 foi criado o Corpo de Bombeiros do Paraná. Na época, o Presidente da Província Carlos Cavalcanti de Albuquerque apresentou ao Congresso Legislativo do Paraná, um pedido de crédito necessário à criação de um Corpo de Bombeiros na Capital. Organizou-se, assim, pela sanção da Lei nº 1.133, de 23 de março de 1.912, a tão esperada organização. Dia 08 de outubro de 1912 marcou o início das atividades do Corpo de Bombeiros do Paraná, pela leitura da ordem do dia baixada pelo Major Fabriciano do Rego Barros, primeiro comandante da Corporação. O Corpo de Bombeiros do Paraná tem por missão Constitucional a execução de atividades de Defesa Civil, Prevenção e Combate a Incêndio, Buscas, Salvamentos e Socorros Públicos (Art. 48, Constituição Estadual). Na atual estrutura organizacional a 7ª Seção é a responsável pelos assuntos de Segurança Contra Incêndios e Pânico supervisionando o disposto na legislação quanto às medidas de segurança contra incêndios, a instalação de equipamentos e orientação técnica sobre prevenção contra incêndios.

Hoje o Corpo de Bombeiros possui profissionais altamente capacitados em todos os serviços que realiza, devemos buscar sempre o constante aperfeiçoamento individual e coletivo para sempre mantermos com alto índice de aprovação.

"Ser bombeiro não se resume apenas em acumular experiência do cotidiano, mas trazer na alma a sublime vocação de servir". O bombeiro deve ser desprendido, tolerante e persistente. Desconhecer o preconceito, posição social ou a razão do pedido de socorro. Não deve esperar reconhecimento ou gratidão, deve alegrar-se com a satisfação do dever cumprido. Ainda diz mais: “Não forjar heroísmo, não sonegar esforços nem vontade e sacrifícios, empenhar-se na exata medida de suas forças, estar sempre atento e preparado para defender patrimônios e preservar vidas. Primar pelo cumprimento de seu papel social cuja missão é a prestação de serviço à comunidade. Sua fragilidade é limitada pela condição humana, mas sua fortaleza pela proteção Divina. Não é invencível, mas luta com destemor e bravura contra a fúria devastadora do inimigo que não conhece regras. O fogo é surdo, cego e insensível. Portanto, a humildade e o espírito deverão estar presentes em todos que interpretam o ideal de bem servir".

Agradecimentos especiais às seguintes autoridades: Governador do Estado do Paraná Beto Richa Vice-Governador do Paraná Flávio Arns Secretário da Segurança Pública do Paraná Reinaldo de Almeida Cesar Comandante do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Paraná Cel QOBM Hercules William Donadello Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo

CÓDIGO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO - CBMPR

SUMÁRIO
INTRODUÇÃO CÓDIGO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO - CSCIP NPT 001 – Procedimentos administrativos Parte 1 – Processo de vistoria preventiva em estabelecimentos Parte 2 – Plano de segurança contra incêndio e pânico Parte 3 – Comissão técnica de prevenção de incêndios Parte 4 – Termo de compromisso de ajustamento de conduta NPT 002 – Adaptação às normas de segurança contra incêndio – Edificações existentes NPT 003 - Terminologia de segurança contra incêndio NPT 004 - Símbolos gráficos para projetos de segurança contra incêndio e pânico NPT 005 - Segurança contra incêndio - Urbanística NPT 006 - Acesso de viatura na edificação e área de risco NPT 007 - Separação entre edificações - Isolamento de risco NPT 008 - Resistência ao fogo dos elementos de construção NPT 009 - Compartimentação horizontal e vertical NPT 010 - Controle de materiais de acabamento e de revestimento NPT 011 - Saídas de emergência NPT 012 - Centros esportivos e de exibição - Requisitos de segurança contra incêndio NPT 013 - Pressurização de escadas NPT 014 - Carga de incêndio nas edificações e áreas de risco NPT 015 - Controle de fumaça Parte 1 - Requisitos gerais Parte 2 - Conceitos definições e componentes do sistema Parte 3 - Controle de fumaça natural em indústrias, depósitos e áreas de armazenamento em comércios Parte 4 - Controle natural de fumaça demais ocupações - exceto comercial, industrial e depósitos Parte 5 - Controle mecânico de fumaça em edificações horizontais, áreas isoladas em pavimento ou edificações que possuam seus pavimentos isolados Parte 6 - Controle de fumaça, mecânico ou horizontal nas rotas de fuga horizontais e subsolos Parte 7 - Átrios Parte 8 - Aspectos de segurança NPT 016 - Plano de emergência contra incêndio

CÓDIGO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO - CBMPR

SUMÁRIO
NPT 017 - Brigada de incêndio NPT 018 - Iluminação de emergência NPT 019 - Sistema de detecção e alarme de incêndio NPT 020 - Sinalização de emergência NPT 021 - Sistema de proteção por extintores de incêndio NPT 022 - Sistemas de hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndios NPT 023 - Sistema de chuveiros automáticos NPT 024 - Chuveiros automáticos - Depósitos NPT 025 - Segurança contra incêndios para líquidos combustíveis e inflamáveis Parte 1 - Generalidades e requisitos Parte 2 - Armazenamento em tanques estacionários Parte 3 - Armazenamento fracionado Parte 4 - Manipulação NPT 026 - Sistema fixo de gases para combate a incêndio NPT 027 - Armazenamento em silos NPT 028 - Manipulação armazenamento comercialização e utilização de GLP NPT 029 - Comercialização, distribuição e utilização de gás natural NPT 030 - Fogos de artificio NPT 031 - Segurança contra incêndio para heliponto e heliporto NPT 032 - Produtos perigosos em edificações e áreas de risco NPT 033 - Cobertura de sapé, piaçava e similares NPT 034 - Hidrante urbano NPT 035 - Tuneis rodoviários NPT 036 - Patio de containers NPT 037 - Subestação elétrica NPT 038 - Segurança contra incêndio em cozinha industrial NPT 039 - Estabelecimentos destinados a restrição de liberdade NPT 040 - Edificações históricas, museus e instituições culturais com acervos museológicos

ESTADO DO PARANÁ POLÍCIA MILITAR DO PARANÁ
COMANDO DO CORPO DE BOMBEIROS

Portaria do Comando do Corpo de Bombeiros nº 002/11.
Institui o Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico no âmbito do Corpo de Bombeiros da PMPR. O Comandante do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Paraná, no uso das atribuições que lhe conferem os artigos 28 e 29 do Código da Polícia Militar do Paraná (Lei 1.943 de 23 Jun 54), o Art. 6º, incisos I,II e III, e o Art. 42, parágrafo único da Lei de Organização Básica (Lei nº 16.575 de 28 de setembro de 2010), resolve: Art. 1º - Instituir, no âmbito do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Paraná, o Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico - CSCIP, o qual será regulamentado pelas Normas de Procedimento Técnico – NPT. Art. 2º - Esta Portaria entrará em vigor na data de publicação em Boletim Geral do Comando do Corpo de Bombeiros da PMPR, revogadas quaisquer disposições em contrário em especial a Diretriz nº 001/2001 de 01 de fevereiro de 2001.

Curitiba, Pr, 08 de outubro de 2011.

Cel. QOBM Hercules William Donadello Comandante do CB/PMPR

1

ESTADO DO PARANÁ POLÍCIA MILITAR DO PARANÁ
COMANDO DO CORPO DE BOMBEIROS

CÓDIGO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO – CSCIP CAPÍTULO I Disposições Preliminares Artigo 1º - Este Código dispõe sobre as medidas de segurança contra incêndio nas edificações e áreas de risco, atendendo ao previsto no artigo 144 § 5º da Constituição Federal, ao artigo 48 da Constituição Estadual e ao disposto na Lei Estadual nº 16.575 de 28 de setembro de 2010. Artigo 2º - Os objetivos deste Código são: I - proteger a vida dos ocupantes das edificações e áreas de risco, em caso de incêndio; II - dificultar a propagação do incêndio, reduzindo danos ao meio ambiente e ao patrimônio; III - proporcionar meios de controle e extinção do incêndio; IV - dar condições de acesso para as operações do Corpo de Bombeiros; V - proporcionar a continuidade dos serviços nas edificações e áreas de risco. CAPÍTULO II Das Definições Artigo 3º – Para efeito deste Código são adotadas as definições abaixo descritas: I - Altura da Edificação: para fins de exigências das medidas de segurança contra incêndio, é a medida em metros do piso mais baixo ocupado ao piso do último pavimento; para fins de saída de emergência, é a medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída do nível de descarga ao piso do último pavimento, podendo ser ascendente ou descendente. II - Ampliação: é o aumento da área construída da edificação. III - Análise: é o ato de verificação das exigências das medidas de segurança contra incêndio e pânico das edificações e áreas de risco, no plano de segurança contra incêndio e pânico. IV - Andar: é o volume compreendido entre dois pavimentos consecutivos, ou entre o pavimento e o nível superior a sua cobertura. V - Área da Edificação: é o somatório da área a construir e da área construída de uma edificação.
1

VI - Áreas de Risco: é o ambiente externo à edificação que contém armazenamento de produtos inflamáveis ou combustíveis, instalações elétricas ou de gás, e similares. VII - Ático: é a parte do volume superior de uma edificação, destinada a abrigar máquinas, piso técnico de elevadores, caixas de água e circulação vertical. VIII - Carga de Incêndio: é a soma das energias caloríficas possíveis de serem liberadas pela combustão completa de todos os materiais combustíveis contidos em um espaço, inclusive o revestimento das paredes, divisórias, pisos e tetos. IX - Certificado de Vistoria em Estabelecimento (CVE): é o documento emitido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Paraná - CBMPR certificando que a edificação está em conformidade com as exigências previstas no CSCIP. X - Comissão Técnica de Prevenção de Incêndio (CTPI): é a comissão técnica instituída pelo Comandante do CBMPR, com o objetivo de analisar e emitir pareceres relativos aos casos que necessitarem de soluções técnicas mais complexas ou apresentarem dúvidas quantos às exigências previstas neste Código. XI - Compartimentação: são medidas de proteção passiva, constituídas de elementos de construção resistentes ao fogo, destinados a evitar ou minimizar a propagação do fogo, calor e gases, interna ou externamente ao edifício, no mesmo pavimento ou para pavimentos elevados consecutivos. XII - Edificação (edifício): é a área construída destinada a abrigar atividade humana ou qualquer instalação, equipamento ou material. XIII - Edificação antiga: edificação que comprovadamente foi construída anteriormente ao ano de 1.976, desde que mantidas as mesmas áreas e ocupações da época de sua construção. XIV - Edificação existente: edificação que tenha sido construída ou possua alvará de construção emitido e aprovado pela prefeitura municipal local anteriormente a vigência deste Código, desde que mantidas as áreas e ocupações constantes do respectivo alvará. XV - Edificação térrea: é a construção de um pavimento, podendo possuir mezaninos cuja somatória de áreas deve ser menor ou igual à terça parte da área do piso de pavimento. XVI - Emergência: é a situação crítica e fortuita que representa perigo à vida, ao meio ambiente e ao patrimônio, decorrente de atividade humana ou fenômeno da natureza que obriga a uma rápida intervenção operacional. XVII - Laudo de Vistoria em Estabelecimento (LVE): é o documento emitido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Paraná - CBMPR certificando que a construção da edificação foi concluída em conformidade com o plano de segurança contra incêndio e pânico aprovado pelo Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico – SPCIP. XVIII - Medidas de Segurança contra Incêndio: é o conjunto de dispositivos ou sistemas a ser instalados nas edificações e áreas de risco, necessário para evitar o surgimento de um incêndio, limitar sua propagação, possibilitar sua extinção e ainda propiciar a proteção à vida, ao meio ambiente e ao patrimônio.

2

XIX - Mezanino: é o pavimento que subdivide parcialmente um andar em dois andares. Será considerado como andar ou pavimento, o mezanino que possuir área maior que um terço (1/3) da área do andar subdividido. XX - Mudança de Ocupação: consiste na alteração de atividade ou uso que resulte na mudança de classificação (Grupo ou Divisão) da edificação ou área de risco, constante da tabela de classificação das ocupações prevista neste Código. XXI - Nível de Descarga: é o nível no qual uma porta externa conduz a um local seguro no exterior. XXII - Norma de Procedimento Administrativo (NPA): é o documento elaborado pelo CBMPR que regulamenta os procedimentos administrativos referentes à segurança contra incêndio e pânico das edificações e áreas de risco. XXIII - Norma de Procedimento Técnico (NPT): é o documento elaborado pelo CBMPR que regulamenta os procedimentos técnicos referentes à segurança contra incêndio e pânico das edificações e áreas de risco; XXIV - Ocupação: é a atividade ou uso da uma edificação. XXV - Ocupação Mista: é a edificação que abriga mais de um tipo de ocupação. XXVI - Ocupação Predominante: é a atividade ou uso principal exercido na edificação. XXVII - Pavimento: é o plano de piso. XXVIII - Pesquisa de Incêndio: consiste na apuração das causas, desenvolvimento e consequências dos incêndios atendidos pelo CBMPR, mediante exame técnico das edificações, materiais e equipamentos, no local ou em laboratório especializado. XXIX - Plano de Segurança contra Incêndio e Pânico: é a documentação que contém os elementos formais exigidos pelo CBMPR na apresentação das medidas de segurança contra incêndio de uma edificação e áreas de risco que devem ser projetadas para avaliação do Serviço de Prevenção de Prevenção Contra Incêndio e Pânico – SPCIP. XXX - Prevenção de Incêndio: é o conjunto de medidas que visam: evitar o incêndio; permitir o abandono seguro dos ocupantes da edificação e áreas de risco; dificultar a propagação do incêndio; proporcionar meios de controle e extinção do incêndio e permitir o acesso para as operações do Corpo de Bombeiros. XXXI - Reforma: são as alterações nas edificações e áreas de risco sem aumento de área construída. XXXII - Reprovação de Estabelecimento (RE): é o documento emitido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Paraná - CBMPR atestando que a edificação não está em conformidade com as exigências previstas no CSCIP. XXXIII - Responsável Técnico: é o profissional habilitado para elaboração e/ou execução de atividades relacionadas à segurança contra incêndio. XXXIV - Risco Específico: situação que proporciona uma probabilidade aumentada de perigo à edificação, tais como: caldeira, casa de máquinas,
3

incineradores, centrais de gás combustível, transformadores, fontes de ignição e outros. XXXV - Piso: é a superfície superior do elemento construtivo horizontal sobre a qual haja previsão de estocagem de materiais ou onde os usuários da edificação tenham acesso irrestrito. XXXVI - Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico (SPCIP): compreende o conjunto de unidades do CBMPR, que têm por finalidade desenvolver as atividades relacionadas à prevenção e proteção contra incêndio nas edificações e áreas de risco, observando-se o cumprimento das exigências estabelecidas neste Código. XXXVII - Segurança contra Incêndio: é o conjunto de ações e recursos internos e externos à edificação e áreas de risco que permite controlar a situação de incêndio. XXXVIII - Subsolo: é o pavimento situado abaixo do perfil do terreno. Não será considerado subsolo o pavimento que possuir ventilação natural para o exterior, com área total superior a 0,006 m² para cada metro cúbico de ar do compartimento, e tiver sua laje de cobertura acima de 1,20 m do perfil do terreno. XXXIX - Termo de Ajustamento de Conduta (TAC): é um ato jurídico pelo qual a pessoa reconhecendo implicitamente que sua conduta ofende interesse difuso ou coletivo, assume o compromisso de eliminar a ofensa através da adequação de seu comportamento às exigências legais. XL - Vistoria: é o ato de verificar o cumprimento das exigências das medidas de segurança contra incêndio nas edificações e áreas de risco, em inspeção no local. CAPÍTULO III Da Aplicação Artigo 4º – Ao Corpo de Bombeiros Militar do Paraná, por meio do Serviço de Prevenção contra Incêndios e Pânico, cabe regulamentar, analisar e vistoriar as medidas de segurança contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco, bem como realizar pesquisa de incêndio. Artigo 5º – As exigências de segurança previstas neste Código se aplicam às edificações e áreas de risco no Estado do Paraná, devendo ser observadas, em especial, por ocasião da: I - construção de uma edificação ou área de risco; II - reforma de uma edificação; III - mudança de ocupação ou uso; IV - ampliação de área construída; V - aumento na altura da edificação; VI - regularização das edificações ou áreas de risco.

4

§ 1º - Estão excluídas das exigências deste Código: I - edificações de uso residencial exclusivamente unifamiliares; II - residências exclusivamente unifamiliares localizadas no pavimento superior de ocupação mista com até dois pavimentos, e que possuam acessos independentes. § 2º - No caso de edificações e/ou áreas de risco incorporadas que possuam ocupações com riscos de incêndio diferentes, deverá ser obedecido o seguinte critério para a determinação do risco predominante: I - multiplicar a área de cada ocupação pela sua respectiva carga de incêndio específica (qfi) conforme valores definidos na Norma de Procedimento Técnico especifica; II - somar os valores das cargas de incêndio encontradas das diversas ocupações e dividir pela área total da edificação e/ou área de risco; III - o valor encontrado será a carga de incêndio específica do risco predominante, e deverá ser classificado de acordo com a Tabela 3 deste Código. § 3º - Nas ocupações mistas, para as exigências das medidas de segurança contra incêndio a serem implantadas, adota-se o somatório das exigências para cada risco existente, avaliando-se os respectivos usos, as áreas e as alturas, observando ainda: I - áreas de riscos isoladas é permitido efetuar o dimensionamento em separado e peculiar a cada agrupamento de áreas isoladas; II - nas edificações térreas, quando houver parede de compartimentação entre as ocupações mistas, as exigências de chuveiros automáticos, de controle de fumaça e de compartimentação horizontal (de áreas) podem ser determinadas em função de cada ocupação; III - nas edificações com mais de um pavimento, quando houver compartimentação entre as ocupações mistas, as exigências de controle de fumaça e de compartimentação horizontal (de áreas) podem ser determinadas em função de cada ocupação. As áreas destinadas exclusivamente para uso residencial estão isentas do sistema de chuveiros automáticos.

CAPÍTULO IV Do Serviço de Prevenção contra Incêndio e Pânico Artigo 6º – O Serviço de Prevenção contra Incêndios e Pânico – SPCIP, compreende o conjunto de unidades do CBMPR, que têm por finalidade desenvolver as atividades relacionadas à prevenção e proteção contra incêndio nas edificações e áreas de risco, observando-se o cumprimento das exigências estabelecidas neste Código. Artigo 7º – É função do Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico – SPCIP: I - realizar pesquisa de incêndio;

5

II - regulamentar as medidas de segurança contra incêndio e pânico; III - credenciar seus oficiais e praças; IV - analisar o plano de segurança contra incêndio e pânico das edificações e áreas de risco; V - realizar vistoria nas edificações e áreas de risco; VI - expedir LVE, CVE, RE; VII - cassar LVE e CVE; VIII - emitir consultas técnicas; IX - emitir pareceres técnicos.

CAPÍTULO V Dos Procedimentos Administrativos Artigo 8º – Ao Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico - SPCIP cabe credenciar seus integrantes por meio de cursos ou estágios de capacitação e de treinamento, a fim de realizar as análises e as vistorias das edificações e das áreas de risco. Artigo 9º – O processo de segurança contra incêndio e pânico, que compreende plano de segurança contra incêndio e pânico e solicitações de vistoria, devidamente instruído, inicia-se com o protocolo junto ao SPCIP. § 1º - A Reprovação do Estabelecimento deverá ser motivado, com base na inobservância, pelo interessado, das disposições contidas neste Código e nas Normas de Procedimentos Técnicos – NPT. § 2º - Será emitido Laudo e/ou Certificado de Vistoria do Estabelecimento quando constatado, pelo SPCIP, o atendimento das exigências contidas neste Código e nas Normas de Procedimentos Técnicos – NPT. § 3º - As medidas de segurança contra incêndio devem ser projetadas e executadas por profissionais habilitados. § 4º - O requerente será sempre notificado quanto ao resultado da análise ou da vistoria do processo. Artigo 10º – A liberação da edificação será expedida pelo Corpo de Bombeiros através de LVE e/ou CVE, desde que as edificações e as áreas de risco estejam com suas medidas de segurança contra incêndio executadas de acordo com a regulamentação do CBMPR. § 1º - A vistoria nas edificações e áreas de risco pode ser realizada: I - de ofício; II - mediante solicitação do proprietário, do responsável pelo uso, do responsável técnico ou da autoridade competente.
6

§ 2º - Na vistoria, compete ao CBMPR a verificação da execução das medidas de segurança contra incêndio e pânico previstas nas edificações e nas áreas de risco, não se responsabilizando pela instalação, manutenção ou utilização indevida. § 3º - Após a emissão do LVE e/ou CVE, constatada irregularidade nas medidas de segurança contra incêndio previstas neste Código, o CBMPR iniciará procedimento administrativo regular para sua cassação. § 4º - O CVE terá prazo de validade pré-determinado de acordo com a regulamentação do CBMPR. Artigo 11º – Cabe ao CBMPR a expedição da Autorização para Adequação das edificações que efetuarem a solicitação do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que necessitem de ajustamento das medidas de segurança contra incêndio da legislação vigente e que cumprirem as exigências minimas previstas em NPT específica. Artigo 12º – O proprietário, o responsável pelo uso ou o responsável técnico poderão solicitar informações, sobre o andamento do processo ou do pedido de vistoria, ao Serviço de Prevenção contra Incêndios, bem como interpor recursos das decisões proferidas nos processos do Corpo de Bombeiros através de solicitação de Parecer Técnico (PT) em segunda ou terceira instancia. Artigo 13º – A apresentação de norma técnica, ou literatura estrangeira pelo interessado, deverá estar acompanhada de tradução juramentada para a língua portuguesa, a fim de ser verificada sua compatibilidade com os objetivos deste Código. Artigo 14º – Serão objetos de análise por Comissão Técnica os casos que necessitem de soluções técnicas diversas daquelas previstas neste Código, bem como as edificações e as áreas de risco cuja ocupação (uso) não se encontre entre aquelas relacionadas na tabela 1 (classificação das edificações e áreas de risco quanto à ocupação) deste Código. Artigo 15º – Os processos administrativos do SPCIP serão regulamentados, pelo CBMPR, por meio de Norma de Procedimento Técnicos e de Portarias do Comando.

CAPÍTULO VI Das Responsabilidades Artigo 16º – Nas edificações e áreas de risco a serem construídas cabe aos respectivos autores e/ou responsáveis técnicos, o detalhamento técnico dos projetos e instalações das medidas de segurança contra incêndio, objeto deste Código, e ao responsável pela obra, o fiel cumprimento do que foi projetado e das normas técnicas pertinentes. Artigo 17º – Nas edificações e áreas de risco já construídas, é de inteira responsabilidade do proprietário ou do responsável pelo uso, a qualquer título: I - utilizar a edificação de acordo com o uso para o qual foi projetada; II - tomar as providências cabíveis para a adequação da edificação e das áreas de risco às exigências deste Código, quando necessário.
7

Artigo 18º – O proprietário do imóvel ou o responsável pelo uso obrigam-se a manter as medidas de segurança contra incêndio em condições de utilização, providenciando sua adequada manutenção, sob pena de cassação do LVE e/ou CVE, independentemente das responsabilidades civis e penais cabíveis.

CAPÍTULO VII Da Altura e Área das Edificações Artigo 19º – Para fins de aplicação deste Código, na mensuração da altura da edificação, não serão considerados: I - os subsolos destinados exclusivamente a áreas técnicas sem aproveitamento para quaisquer atividades ou permanência humana; II - pavimentos superiores destinados, exclusivamente, a áticos, casas de máquinas, barriletes, reservatórios de água e assemelhados; III - mezaninos cuja área não ultrapasse a 1/3 (um terço) da área do pavimento onde se situa; IV - o pavimento superior da unidade duplex do último piso de edificação de uso residencial. Artigo 20º – Para implementação das medidas de segurança contra incêndio, a altura a ser considerada é a definida no inciso I do artigo 3º, combinada com o artigo 19 deste Código. Parágrafo único – Para o dimensionamento das saídas de emergência, as alturas serão consideradas de forma independente, conforme inciso I do artigo 3º, combinada com o artigo 19 deste Código. Artigo 21º – Para fins de aplicação deste Código, no cálculo da área a ser protegida com as medidas de segurança contra incêndio, não serão computados: I - telheiros, com laterais abertas, destinados à proteção de utensílios, caixas d’água, tanques e outras instalações desde que não tenham área superior a 10,0 m2; II - platibandas e beirais de telhado até 3 metros de projeção; III - passagens cobertas, com largura máxima de 3 metros, com laterais abertas, destinadas apenas à circulação de pessoas ou mercadorias; IV - as coberturas de bombas de combustível, praças de pedágio, terminais de passageiros e de quadras poliesportivas desde que não sejam utilizadas para outros fins e sejam abertas lateralmente; V - reservatórios de água; VI - piscinas, banheiros, vestiários e assemelhados, no tocante a sistemas hidráulicos, alarme de incêndio e compartimentação; VII - escadas enclausuradas, incluindo as antecâmaras;
8

VIII - dutos de ventilação das saídas de emergência.

CAPÍTULO VIII Da Classificação das Edificações e Áreas de Risco Artigo 22º – Para efeito deste Regulamento, as edificações e áreas de risco são classificadas conforme segue: I - quanto à ocupação: de acordo com a tabela 1 em anexo. II - quanto à altura: de acordo com a tabela 2 em anexo. III - quanto à carga de incêndio: de acordo com a tabela 3 em anexo.

CAPÍTULO IX Das Medidas de Segurança contra Incêndio Artigo 23º – Constituem medidas de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco: I - acesso de viatura na edificação e áreas de risco; II - separação entre edificações; III - resistência ao fogo dos elementos de construção; IV - compartimentação; V - controle de materiais de acabamento; VI - saídas de emergência; VII - elevador de emergência; VIII - controle de fumaça; IX - gerenciamento de risco de incêndio; X - brigada de incêndio; XI - brigada profissional; XII - iluminação de emergência; XIII - detecção automática de incêndio; XIV - alarme de incêndio; XV - sinalização de emergência; XVI - extintores; XVII - hidrante e mangotinhos;
9

XIX . janelas. de acordo com as prescrições das normas brasileiras oficiais e normas das concessionárias dos serviços locais.XVIII . 5. 10 . chamas.espuma.sistema fixo de gases limpos e dióxido de carbono (CO2). Artigo 29º – As edificações e áreas de risco devem ter suas instalações elétricas e sistema de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA) executados. Artigo 26º – Os riscos específicos não abrangidos pelas exigências contidas nas tabelas deste Código. em notas transcritas logo abaixo das referidas tabelas.sistema de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA). XX . constante das tabelas 4. CAPÍTULO X Do Cumprimento das Medidas de Segurança contra incêndio Artigo 24º – Na implementação das medidas de segurança contra incêndio. aquecedores etc.) ou ventilação mecânica.resfriamento. devendo ser observadas as ressalvas. § 1º . soldas. devem atender às respectivas NPTs do CBMPR. Artigo 25º – Cada medida de segurança contra incêndio. XXII .chuveiros automáticos. 7. painéis de vidro etc. XXIII .As medidas de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco devem ser projetadas e executadas visando atender aos objetivos deste Código. Artigo 27º – Os pavimentos ocupados das edificações devem possuir aberturas para o exterior (por exemplo: portas.). § 2º . XXI . Artigo 28º – Os subsolos das edificações que possuírem ocupações distintas de estacionamento de veículos devem atender também ao contido na tabela 7. 6 (6A a 6M).Para a execução e implantação das medidas de segurança contra incêndio. Parágrafo único – Consideram-se obrigatórias as medidas de segurança assinaladas com “X” nas tabelas de exigências. as edificações e áreas de risco devem atender às exigências contidas neste capítulo e nas tabelas de exigências anexas a este Código. deve obedecer aos parâmetros estabelecidos na NPT respectiva. conforme regras estabelecidas na NPT 015 – Controle de Fumaça. devem ser atendidas as NPTs elaboradas pelo CBMPR.controle de fontes de ignição (sistema elétrico.

QOBM Hércules William Donadello Comandante do CB/PMPR 11 . bem como corredores internos que proporcionem o fracionamento do risco. Curitiba. 08 de outubro de 2011. o Código de Prevenção de Incêndios do Corpo de Bombeiros da PMPR instituído pela Diretriz n° 001/2001 de 01 de fevereiro de 2001. independente do uso da edificação. são consideradas áreas de risco. Artigo 31º – As áreas descobertas destinadas ao armazenamento de materiais sólidos combustíveis. em especial. Pr. Cel.Artigo 30º – As edificações e áreas de risco consideradas antigas ou existentes na data da publicação deste Código devem ser adaptadas conforme exigências específicas da tabela 4 deste Código. CAPÍTULO XI Das Disposições Finais Artigo 32º – Este Código entra em vigor 90 dias após sua publicação. ficando revogadas as disposições em contrário e. de forma a dificultar a propagação do fogo e facilitar as operações de combate a incêndio. conforme exigências da tabela 6J. devendo ser fracionadas em lotes e possuir afastamentos dos limites da propriedade.

residências geriátricas. cursos supletivos e pré-universitário e assemelhados Escolas de artes e artesanato. ginástica (artística. mercados e outros Centro de compras em geral (shopping centers) Escritórios administrativos ou técnicos. segundo e terceiro graus. Sem arquibancadas. supermercados em geral. galerias comerciais. de línguas. cabeleireiros. reparação e manutenção de aparelhos eletrodomésticos. hospedarias.ANEXOS DO CSCIP . louças. conventos. dança. magazines. de cultura estrangeira. divisão A-3 com mais de 16 leitos Hotéis e assemelhados com cozinha própria nos apartamentos (incluem-se apart-hotéis. centros profissionais e assemelhados Agências bancárias e assemelhados Lavanderias. Capacidade máxima de 16 leitos Hotéis. natação. laboratórios químicos. casas de fisioterapia e assemelhados. assistência técnica. instituições financeiras (que não estejam incluídas em D-2). flats.CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO QUANTO À OCUPAÇÃO Grupo Ocupação/Uso Divisão A-1 A Residencial A-2 A-3 Descrição Habitação unifamiliar Habitação multifamiliar Habitação coletiva Exemplos Casas térreas ou assobradadas (isoladas e não isoladas) e condomínios horizontais Edifícios de apartamento em geral Pensionatos. internatos. pintura de letreiros e outros Laboratórios de análises clínicas sem internação.CBMPR TABELA 1 . albergues. hotéis residenciais) Artigos de metal. sauna. de cultura geral. Escolas profissionais em geral B-1 B Serviço de Hospedagem B-2 Hotel e assemelhado Hotel residencial Comércio com baixa carga de incêndio Comércio com média e alta carga de incêndio Shopping centers C-1 C Comercial C-2 C-3 D-1 Local para prestação de serviço profissional ou condução de negócios Agência bancária Serviço de reparação (exceto os classificados em G-4) Laboratório D Serviço profissional D-2 D-3 D-4 E-1 Escola em geral E-2 E Educacional e cultura física E-3 Escola especial Espaço para cultura física E-4 Centro de treinamento profissional 12 . motéis. repartições públicas. armarinhos. artigos hospitalares e outros Edifícios de lojas de departamentos. musculação e outros) esportes coletivos (tênis. alojamentos. chaveiros. fotográficos e assemelhados Escolas de primeiro. mosteiros. escolas religiosas e assemelhados Locais de ensino e/ou práticas de artes marciais. pousadas. futebol e outros que não estejam incluídos em F-3). pensões. casas de cômodos.

rodeios. máquinas agrícolas e rodoviárias. clínicas e consultórios veterinários e assemelhados (inclui-se alojamento com ou sem adestramento) F-2 F-3 Centro esportivo e de exibição F-4 Local de Reunião de Público F-5 Estação e terminal de passageiro F Arte cênica e auditório F-6 F-7 F-8 F-9 F-10 Clubes sociais e diversão Construção provisória Local para refeição Recreação pública Exposição de objetos ou animais Garagem sem acesso de público e sem abastecimento Garagem com acesso de público e sem abastecimento Local dotado de abastecimento de combustível G-1 G-2 G Serviço automotivo e assemelhados G-3 G-4 Serviço de conservação. salas de funerais e assemelhados Arenas em geral. parques recreativos e assemelhados Salões e salas para exposição de objetos ou animais. metrô. refeitórios. estações de transbordo em geral e assemelhados Teatros em geral.Continuação Grupo Ocupação/Uso Divisão E-5 E Educacional e cultura física E-6 F-1 Descrição Pré-escola Escola para portadores de deficiências Local onde há objeto de valor inestimável Local religioso e velório Exemplos Creches. bilhares. borracharia (sem recauchutagem). clubes sociais. portos. bares. Edificações permanentes Garagens automáticas. necrotérios. capelas. garagens (exceto veículos de carga e coletivos) Oficinas de conserto de veículos.TABELA 1 . cinemas. templos. sem abastecimento (exceto veículos de carga e coletivos) Postos de abastecimento e serviço. galerias de arte. pista de patinação e assemelhados. sinagogas. cemitérios. lanchonetes. retificadoras de motores Abrigos para aeronaves com ou sem abastecimento Hospitais. em geral. Oficinas e garagens de veículos de carga e coletivos. bingo. auditórios em geral e assemelhados Boates. manutenção e reparos G-5 Serviço de saúde e institucional Hangares Hospital veterinário e assemelhados H H-1 13 . piscinas. escolas maternais. aeroportos. salões de baile. auditórios de estúdios de rádio e televisão. deficientes visuais e auditivos e assemelhados Museus. restaurantes dançantes. boliche e assemelhados Circos e assemelhados Restaurantes. cantinas e assemelhados Jardim zoológico. tiro ao alvo. Todos com arquibancadas Estações rodoferroviárias e marítimas. ginásios. mesquitas. sambódromos. jardins de infância Escolas para excepcionais. óperas. centro de documentos históricos. autódromos. heliponto. estádios. clubes em geral. crematórios. bibliotecas e assemelhados Igrejas. cafés. garagens com manobristas Garagens coletivas sem automação.

ambulatórios e assemelhados. orfanatos. pedras. louças. clínicas com internação. marcenarias. delegacias. bebidas destiladas. Todos com celas Clínicas médicas. artigos de metal. Todos sem celas Hospitais. fábricas de caixas I-3 Atividades industriais que envolvam inflamáveis. metais e outros materiais incombustíveis. casa de saúde. reformatórios. materiais oxidantes. instrumentos musicais. máquinas H-2 H-3 Serviço de saúde e institucional Hospital e assemelhado H H-4 Edificações das forças armadas e policiais Local onde a liberdade das pessoas sofre restrições Clínica e consultório médico e odontológico Locais onde as atividades exercidas e os materiais utilizados apresentam baixo potencial de incêndio. esculturas de pedra. presídios) e instituições assemelhadas. sabão. jóias. E assemelhados. ambulatórios e postos de atendimento de urgência. móveis. suco de frutas. Locais com carga de incêndio entre 300 a 1. penitenciárias. tratamento de dependentes de drogas. espuma sintética. ferramentas. hospitais psiquiátricos. grãos. prisões em geral (casa de detenção. manicômios. tintas. borracha. abrigos geriátricos. aparelhos de rádio e som.200MJ/m2 Depósitos onde a carga de incêndio ultrapassa a 1.200MJ/m2 Locais onde há alto risco de incêndio. reformatórios. unidades de hemodiálise.Continuação Grupo Ocupação/Uso Divisão Descrição Local onde pessoas requerem cuidados especiais por limitações físicas ou mentais Exemplos Asilos. Locais com carga de incêndio superior a 1. processamento de lixo Edificações sem processo industrial que armazenam tijolos. Todos sem embalagem Depósitos com carga de incêndio até 300MJ/m2 Depósitos com carga de incêndio entre 300 a 1. alimentos.200MJ/m² Comércio em geral de fogos de artifício e assemelhados J-1 Depósitos de material incombustível J Depósito J-2 Todo tipo de Depósito J-3 Todo tipo de Depósito J-4 Todo tipo de Depósito L Explosivo L-1 Comércio 14 . consultórios em geral. gesso. areias. prontos-socorros.200 MJ/m² H-5 H-6 I-1 I Indústria I-2 Artigos de vidro. Todos sem internação Atividades que utilizam pequenas quantidades de materiais combustíveis. relógios. álcool. serralheria.TABELA 1 . Locais onde a carga de incêndio não chega a 300MJ/m2 Locais onde as atividades exercidas e os materiais utilizados apresentam médio potencial de incêndio. ceras. Aço. cimentos. automóveis. postos de saúde e puericultura e assemelhados com internação Quartéis. armas. postos policiais e assemelhados Hospitais psiquiátricos.

armazenamento e distribuição de líquidos ou gases inflamáveis ou combustíveis Central telefônica.TABELA 1 . centros de comunicação. parque florestal e assemelhados Área aberta destinada a armazenamento de contêineres Descrição Indústria Exemplos Indústria de material explosivo M-2 Líquido ou gás inflamáveis ou combustíveis M-3 M Especial M-4 M-5 M-6 Central de comunicação e energia Propriedade em transformação Silos Terra selvagem M-7 Pátio de contêineres Nota: Edificações não enquadradas nesta Tabela devem observar o artigo 14 deste Código 15 . manipulação. centrais de transmissão ou de distribuição de energia e assemelhados Locais em construção ou demolição e assemelhados Armazéns de grãos e assemelhados Floresta. reserva ecológica.Continuação Grupo Ocupação/Uso Divisão L-2 L Explosivo L-3 M-1 Depósito Túnel Depósito de material explosivo Túnel rodoferroviário e marítimo. destinados a transporte de passageiros ou cargas diversas Edificação destinada a produção.

00 m < H ≤ 12.200MJ/m² TABELA 4 – EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES ANTIGAS E EXISTENTES Tipo Antigas Existentes Exigências NPT 002 e CPI/CB-PMPR (2001) NPT 002 e CPI/CB-PMPR (2001) 16 .00 m TABELA 3 .00 m < H ≤ 23.200MJ/m² Acima de 1.00 m 6.CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES QUANTO À ALTURA Tipo I II III IV V VI Denominação Edificação Térrea Edificação Baixa Edificação de Baixa-Média Altura Edificação de Média Altura Edificação Mediamente Alta Edificação Alta Altura Um pavimento H ≤ 6.TABELA 2 .00 m Acima de 30.CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO QUANTO A CARGA DE INCÊNDIO Risco Leve Moderado Elevado Carga de incêndio MJ/m2 até 300MJ/m² Entre 300 e 1.00 m < H ≤ 30.00 m 23.00 m 12.

Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs. desconsiderar os pavimentos de subsolo quando destinados áreas técnicas sem aproveitamento para quaisquer atividades ou permanência humana. As Divisões L-2 e L-3 somente serão avaliadas pelo Corpo de Bombeiros mediante Comissão Técnica.TABELA 5 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES RL . NOTAS GERAIS: a) b) Para o Grupo M (especiais) ver tabelas específicas.ÁREA MENOR QUE 1.0m F Medidas de Segurança A. E contra Incêndio eG B C F2.000m2 E/OU ALTURA IGUAL OU INFERIOR A 6.ÁREA MENOR QUE 1. H3 e H6 e H5 X X X X X1 X X X X X X1 X X X X X1 L L1 Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Iluminação de Emergência Sinalização de Emergência Extintores Brigada de Incêndio NOTAS ESPECÍFICAS: X X X X X1 X X X X X X1 X X X X X1 X X X X X1 1 . As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais. No cômputo de pavimentos. Para subsolos ocupados ver Tabela 7. Depósitos em áreas descobertas. Para a Divisão G-5 (hangares): prever sistema de drenagem de líquidos nos pisos para bacias de contenção à distância. H4 H2. F4. F1 e F5 F7 e F8 X X X X X X1 X X X X X X1 F9 e F10 X X X X X1 H IeJ H1. D.Exigido para lotação superior a 100 pessoas. observar as exigências da Tabela 6J. F6. Para a Divisão L-1 (Explosivos).500m2 E/OU ALTURA IGUAL OU INFERIOR A 9. Não é permitido o armazenamento de líquidos combustíveis ou inflamáveis dentro dos hangares.0m RM / RE . F3. atender a NPT 030. c) d) e) f) g) h) 17 .

desde que cada apartamento possua um ramal ligado à central. NOTAS GERAIS: a) b) c) d) O pavimento superior da unidade duplex do último piso da edificação não será computado para a altura da edificação. com duração mínima de 60 min.0m Grupo de ocupação e uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural Contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos NOTAS ESPECÍFICAS: GRUPO A – RESIDENCIAL A-2. A-3 e Condomínios Residenciais Classificação quanto à altura (em metros) Térrea X X X X X X³ X X X H≤6 X X X X X X³ X X X 6 < H ≤ 12 X X X X X X³ X X X 12 < H ≤ 23 23 < H ≤ 30 Acima de 30 X X X² X X X X X³ X X X X X X² X X X X X³ X X X X X X² X X1 X X X X X X 1 .Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça somente nos átrios. 3 .TABELA 6A EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “A” RL .Pode ser substituído pelo sistema de interfone. 2 .Deve haver Elevador de Emergência para altura maior que 80 m. Para subsolos ocupados ver Tabela 7. 18 . Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs.500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9. que deve ficar numa portaria com vigilância humana 24 horas e tenha uma fonte autônoma. As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.

ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.Estão isentos os motéis que não possuam corredores internos de serviço. detecção de incêndio e chuveiros automáticos.Pode ser substituída por sistema de chuveiros automáticos. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.TABELA 6B EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “B” RL . 6 . 7 .500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9. 4 .Pode ser substituída por sistema de detecção de incêndio e chuveiros automáticos. até 60 metros de altura.000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6. 2 . exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.Os detectores de incêndio devem ser instalados em todos os quartos. 19 . adotar as soluções contidas na NPT 009. adicionalmente.0m RM / RE .ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1. 3 . 5 . 8 . sendo que para altura superior deve-se.0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural Compartimentação Horizontal (áreas) Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça GRUPO B – SERVIÇOS DE HOSPEDAGEM B-1 e B-2 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea X X X X X X X6 X X X H≤6 X X X1 X X X X X4.Os acionadores manuais devem ser instalados nas áreas de circulação.Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça.Acima de 60 metros de altura.Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça.5 X6 X X X 6 < H ≤ 12 X X X1 X X X X X5 X6 X X X 12 < H ≤ 23 X X X2 X3 X X X X X X6 X X X 23 < H ≤ 30 Acima de 30 X X X2 X3 X X X X X X X6 X X X X X X X X7 X X9 X X X X X6 X X X X X8 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 . detecção de incêndio e chuveiros automáticos.

NOTAS GERAIS: a) b) c) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais. 20 .Continuação 9 .Deve haver Elevador de Emergência para altura acima de 60 m.TABELA 6B . Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs. Para subsolos ocupados ver Tabela 7.

9 X X X4 X X X5 X X X X X X X2 X3 X X X X X X5 X X X X X X X X2 X10 X X6 X X X X X X X X X X7 Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal (áreas) Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça NOTAS ESPECÍFICAS: 1 .000m². 5 .Pode ser substituída por sistema de chuveiros automáticos.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça. C-2 e C-3 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea X X X1 X X X4 X X X5 X X X X H≤6 X X X1 X X X4 X X X5 X X X X 6 < H ≤ 12 X X X2 X X X4 X X X5 X X X X 12 < H ≤ 23 23 < H ≤ 30 Acima de 30 X X X2 X8.0m RM / RE .500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.Acima de 60 metros de altura.Deve haver controle de fumaça nos átrios.Deve haver Elevador de Emergência para altura maior que 60 m. 9 .Para edificações de divisão C-3 (shopping centers). 21 . 3 . 2 . 8 .TABELA 6C EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “C” RL .0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão GRUPO C – COMERCIAL C-1. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.Pode ser substituída por sistema de detecção de incêndio e chuveiros automáticos.Pode ser substituída por sistema de detecção de incêndio e chuveiros automáticos. detecção de incêndio e chuveiros automáticos. podendo ser dimensionados como sendo padronizados conforme NPT 015. 4 . 7 .000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6.Somente para as áreas de depósitos superiores a 1. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 6 .

detecção de incêndio e chuveiros automáticos.Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça. Para subsolos ocupados ver Tabela 7. adicionalmente.TABELA 6C . sendo que para altura superior deve-se. até 60 metros de altura. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. adotar as soluções contidas na NPT 009. 22 . Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs. NOTAS GERAIS: a) b) c) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais.Continuação 10 .

7 X X X X X X X X 23 < H ≤ 30 Acima de 30 X X X2 X3 X X X X X X X X X X X X8 X X5 X4 X X X X X X X X X4 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 .ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.Pode ser substituída por sistema de detecção de incêndio e chuveiros automáticos.000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 2 . detecção de incêndio e chuveiros automáticos. 23 .0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal (áreas) Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça GRUPO D – SERVIÇOS PROFISSIONAIS D-1.TABELA 6D EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “D” RL .ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9. D-2.Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça. 5 . exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. D-3 e D-4 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea X X X1 X X X X X X X X H≤6 X X X1 X X X X X X X X 6 < H ≤ 12 X X X1 X X X X X X X X 12 < H ≤ 23 X X X2 X6.Deve haver controle de fumaça nos átrios. 7 . 4 .Edificações acima de 60 metros de altura.Pode ser substituída por sistema de chuveiros automáticos. podendo ser dimensionados como sendo padronizados conforme NPT 015. 3 . 6 .Pode ser substituída por sistema de detecção de incêndio e chuveiros automáticos.Deve haver Elevador de Emergência para altura maior que 60 m.0m RM / RE .

Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs.Continuação 8 . adotar as soluções contidas na NPT 009. até 60 metros de altura. NOTAS GERAIS: a) b) c) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais. Para subsolos ocupados ver Tabela 7.Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. adicionalmente. detecção de incêndio e chuveiros automáticos. 24 .TABELA 6D . sendo que para altura superior deve-se.

E-4.Acima de 60 metros de altura.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1. E-5 e E-6 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea X X X X X X X X X X H≤6 X X X X X X X X X X 6 < H ≤ 12 X X X X X X X X X X 12 < H ≤ 23 X X X1 X X X X X X X X 23 < H ≤ 30 Acima de 30 X X X1 X X X X X X X X X X X X X2 X X3 X X X X X X X X X X4 Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça NOTAS ESPECÍFICAS: 1 .ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1. Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs.TABELA 6E EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “E” RL . adicionalmente. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. Os locais destinados a laboratórios devem ter proteção em função dos produtos utilizados. E-3. sendo que para altura superior deve-se. adotar as soluções contidas na NPT 009.Deve haver Elevador de Emergência para altura maior que 60 m. Para subsolos ocupados ver Tabela 7. 25 .000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6. E-2.0m RM / RE .A compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 2 .0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão GRUPO E – EDUCACIONAL E CULTURAL E-1. até 60 metros de altura.500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9. 3 . NOTAS GERAIS: a) b) c) d) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais. detecção de incêndio e chuveiros automáticos.Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça. 4 .

adotar as soluções contidas na NPT 009.1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “F” . 2 .A compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6.DIVISÃO “F-1” E “F-2” RL .Pode ser substituída por detecção de incêndio e chuveiros automáticos. 5 .Somente para locais com público acima de 1000 pessoas.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça. até 60 metros de altura. 3 . detecção de incêndio e chuveiros automáticos. compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 6 .0m RM / RE . sendo que para altura superior deve-se. exceto para as 26 . exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-1 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H ≤ 6 X X X X X4 X X X X X X X X X X X X4 X X X X X X X F-2 Classificação quanto à altura metros) (em Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Detecção de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça 6 < H 12 < H 23 < H Acima 6 < H 12 < H 23 < H Acima Térrea H ≤ 6 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 X X X X X4 X X X X X X X X X X2 X X X4 X X X X X X X X X X3 X X X4 X X X X X X X X X X7 X X X4 X X X X X X X X X6 X X X X X4 X X X X X X X X X X X4 X X X X X X X X X X X4 X X X X X X X X X1 X X X4 X X X X X X X X X3 X X X4 X X X X X X X X X X7 X X5 X4 X X X X X X X X6 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 . 7 .TABELA 6F.Deve haver Elevador de Emergência para altura maior que 60 m.500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. adicionalmente.Pode ser substituída por sistema de chuveiros automáticos. 4 .Acima de 60 metros de altura.

Para subsolos ocupados ver Tabela 7.Continuação NOTAS GERAIS: a) b) c) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais. 27 .1 .TABELA 6F. Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs.

verificar também a NPT 012.Para os locais onde haja carga de incêndio como depósitos. 2 . casa de máquinas etc.000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6. Para divisão F-3.0m RM / RE . verificar exigências conforme o uso ou ocupação específica..Somente para locais com público acima de 1. 8 .Somente para a divisão F-3.2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “F” .Exigido para áreas edificadas superiores a 10.500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1. 4 . 28 .000 pessoas. “F-4” E “F-9” RL . pisos técnicos. 5 .DIVISÃO “F-3”.Acima de 60 metros de altura. 7 . 9 . Nas áreas internas. 3 .ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.TABELA 6F.000 m².0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-3 e F-9 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H ≤ 6 X X X X X4 X X X X X X X X X X X4 X X X X X X F-4 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça 6 < H 12 < H 23 < H Acima 6 < H 12 < H 23 < H Acima Térrea H ≤ 6 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 X X X X X4 X X X X X X X X X1 X X X4 X X X X X X X7 X X X1 X X X4 X X X X X X X7 X X X X X5 X4 X X X X X X X7 X6 X X X X X3 X X X9 X X X X X8 X X X X X3 X X X9 X X X X X8 X X X X X3 X X X9 X X X X X8 X X X1 X X X3 X X X9 X X X X X8 X X X2 X X X3 X X X9 X X X X X X X X X X5 X X X X9 X X X X X X6 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 . cozinhas.Deve haver Elevador de Emergência para altura maior que 60 m.A compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. escritórios. Nas áreas internas. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. detecção de incêndio e chuveiros automáticos. 6 .Pode ser substituída por controle de fumaça. verificar exigências conforme o uso ou ocupação específica.Não exigido nas arquibancadas. e nos locais de reunião onde houver teto ou forro falso com revestimento combustível.

29 . F-4 e F-9 terão as medidas de proteção conforme suas respectivas ocupações. Os locais de comércio ou atividades distintas das divisões F-3.2 .TABELA 6F. Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs. Para subsolos ocupados ver Tabela 7.Continuação NOTAS GERAIS: a) b) c) d) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais.

Acima de 60 metros de altura.3 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “F” . 30 . 5 .Deve haver Elevador de Emergência para altura maior que 60 m. 6 .000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6. NOTAS GERAIS: a) b) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais. cozinhas. pisos técnicos.Para os locais onde haja carga de incêndio como depósitos. “F-6” E “F-8” RL . 2 .Pode ser substituída por sistema de detecção de incêndio e chuveiros automáticos.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1. 3 .0m RM / RE .Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça. e nos locais de reunião onde houver teto ou forro falso com revestimento combustível.TABELA 6F. casa de máquinas etc. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9.000 pessoas.0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal (áreas) Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça NOTAS ESPECÍFICAS: GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-5 e F-6 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H ≤ 6 X X X¹ X X X4 X X X3 X X X X X X X¹ X X X4 X X X3 X X X X F-8 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 23 < H Acima 6 < H 12 < H 23 < H Acima Térrea H ≤ 6 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 X X X¹ X X X4 X X X3 X X X X X X X¹ X2 X X X4 X X X X X X X X X X X2 X X X4 X X X X X X X X X X X X X X4 X X X X X X X X X6 X X X X X4 X X X X X X X X X X X4 X X X X X X X X X X X4 X X X X X X X X X¹ X2 X X X4 X X X X X X X X X X X2 X X X4 X X X X X X X X X X X X X5 X4 X X X X X X X X X6 1 . escritórios.DIVISÃO “F-5”. 4 .ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1. Para subsolos ocupados ver Tabela 7.Somente para locais com público acima de 1. detecção de incêndio e chuveiros automáticos.

Continuação c) Nos locais de concentração de público.3 . bem como dos sistemas de segurança contra incêndio existentes no local. é obrigatória. a explanação ao público da localização das saídas de emergência.TABELA 6F. Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas Instruções Técnicas. em especial a NPT 012. d) 31 . antes do início de cada evento.

Somente para locais com público acima de 1.TABELA 6F. 2 .000 pessoas.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.Deve haver Elevador de Emergência para altura maior que 60 m.500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9. 5 .DIVISÃO “F-7” E “F-10” RL .4 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “F” .Pode ser substituída por sistema de chuveiros automáticos. NOTAS GERAIS: a) b) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais.0m RM / RE .0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal (áreas) Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça NOTAS ESPECÍFICAS: GRUPO F – LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-7 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H ≤ 6 X X X X3 X X X X X X X X3 X X X X F-10 Classificação quanto à altura (em metros) 6 < H 12 < H 23 < H Acima 6 < H 12 < H 23 < H Acima Térrea H ≤ 6 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 X X X X3 X X X X X X X X3 X X X X X X X X3 X X X X X X X X3 X X X X X X X1 X X X3 X X X X X X X X X1 X X X3 X X X X X X X X X1 X X X3 X X X X X X X X X X1 X2 X X X3 X X X X X X X X X X X2 X X X3 X X X X X X X X X X X X X X4 X3 X X X X X X X X X5 1 . Para subsolos ocupados ver Tabela 7.Pode ser substituída por sistema de detecção de incêndio e chuveiros automáticos. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 4 .Acima de 60 metros de altura.000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6. 3 .ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1. 32 .

TABELA 6F.4 . 33 .Continuação c) d) A Divisão F-7 com altura superior a 6 metros será submetida à Comissão Técnica para definição das medidas de Segurança contra incêndio. Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs. em especial a NPT 012.

DIVISÃO “G-1” E “G-2” RL . NOTAS GERAIS: a) b) c) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1. por pavimento.Deve haver pelo menos um acionador manual. 4 .000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6. Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs. 3 .TABELA 6G.Deve haver Elevador de Emergência para altura maior que 60 m. sendo dispensado caso a edificação seja aberta lateralmente.Exigido para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.0m RM / RE .Acima de 60 metros de altura.0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça NOTAS ESPECÍFICAS: 1 .500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9. Para subsolos ocupados ver Tabela 7. a no máximo 5 m da saída de emergência. 2 .ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “G” . GRUPO G – SERVIÇOS AUTOMOTIVOS E ASSEMELHADOS G-1 e G-2 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea X X X X X X X1 X X X H≤6 X X X X X X X1 X X X 6 < H ≤ 12 X X X X X X X1 X X X 12 < H ≤ 23 23 < H ≤ 30 Acima de 30 X X X4 X X X X X1 X X X X X X4 X X X X X1 X X X X X X X4 X X2 X X X X1 X X X X X3 34 .

2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “G” .Pode ser substituída por sistema de chuveiros automáticos.0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão GRUPO G – SERVIÇOS AUTOMOTIVOS E ASSEMELHADOS G-3 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H ≤ 6 X X X X X X X2 X X X X X X X X X X2 X X X G-4 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal (áreas) Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça 6 < H 12 < H 23 < H Acima 6 < H 12 < H 23 < H Acima Térrea H ≤ 6 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 X X X X X X X2 X X X X X X5 X X X X X2 X X X X X X5 X X X X X2 X X X X X X X5 X X3 X X X X2 X X X X X4 X X X1 X X X X X2 X X X X X X1 X X X X X2 X X X X X X1 X X X X X2 X X X X X X1 X5 X X X X X2 X X X X X X1 X5 X X X X X2 X X X X X X X X5 X X3 X X X X2 X X X X X4 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 .ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1. 2 . NOTAS GERAIS: a) b) c) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais.0m RM / RE .Acima de 60 metros de altura.Deve haver pelo menos um acionador manual. a no máximo 5 m da saída de emergência.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1. Para subsolos ocupados ver Tabela 7.000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6. 4 . 3 .Exigido para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.DIVISÃO “G-3” E “G-4” RL . por pavimento. 5 .TABELA 6G. 35 .500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9. Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs.Deve haver Elevador de Emergência para altura maior que 60 m.

0m RM / RE . Não é permitido o armazenamento de líquidos combustíveis ou inflamáveis dentro dos hangares.Não exigido entre 1. Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs. tipo dilúvio. Para o dimensionamento ver NPT 023 e NPT 025.TABELA 6G.DIVISÃO “G-5” RL .000 m² e 2.0m Grupo de Ocupação e Uso Medidas de Segurança contra Incêndio Térrea Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Sistema de Espuma X X X X X1 X X X1 X X X2 X X3 Divisão G-5 – HANGARES Classificação quanto à altura (em metros) H≤6 X X X X X X1 X X X X X X2 X X3 6 < H ≤ 12 X X X X X X1 X X X X X X2 X X3 12 < H ≤ 23 X X X X X X1 X X X X X X2 X X3 23 < H ≤ 30 Acima de 30 X X X X X X1 X X X X X X2 X X3 X X X X X X1 X X X X X X2 X X3 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 .000 m².000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6. Para subsolos ocupados ver Tabela 7. quando automatizado. Para áreas superiores a 5. 36 . o sistema de espuma deve ser fixo por meio de chuveiros. Deve haver sistema de drenagem de líquidos nos pisos dos hangares para bacias de contenção à distância. o sistema de espuma pode ser manual. NOTAS GERAIS: a) b) c) d) e) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais.3 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “G” . 3 .Somente para áreas superiores a 5.000 m² e 5. conforme regras da NPT 021. 2 . Para áreas entre 2.000 m². podendo ser setorizado. deve-se interligar ao sistema de detecção automática de incêndio.500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.000 m².000 m².ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.Prever extintores portáteis e extintores sobrerrodas.

adotar as soluções contidas na NPT 009. 3 .1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “H” .0m RM / RE . 4 . até 60 metros de altura. 2 .Os detectores deverão ser instalados em todos os quartos. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça.Pode ser substituída por sistema detecção de incêndio e chuveiros automáticos. adicionalmente. detecção de incêndio e chuveiros automáticos.TABELA 6H.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1. 37 .Deve haver Elevador de Emergência para altura maior que 60 m.Acionadores manuais serão obrigatórios nos corredores. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL H-1 Classificação quanto à altura metros) Térrea H ≤ 6 X X X X X X X2 X X X X X X X X X X2 X X X (em H-2 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Vertical Controle Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça 6 < H 12 < H 23 < H Acima 6 < H 12 < H 23 < H Acima Térrea H ≤ 6 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 X X X X X X X2 X X X X X X3 X X X X X2 X X X X X X4 X X X X X2 X X X X X X7 X X6 X X X X2 X X X X X6 X X X X X X X X1 X2 X X X X X X X X X X X1 X2 X X X X X X X X X X X1 X2 X X X X X X3 X X X X X X1 X2 X X X X X X4 X X X X X X1 X2 X X X X X X7 X X5 X X X X1 X2 X X X X X6 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 .DIVISÃO “H-1” E “H-2” RL . detecção de incêndio e chuveiros automáticos. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça. 5 . 7 .Acima de 60 metros de altura. 6 .500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9. sendo que para altura superior deve-se.000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.

Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs.Continuação NOTAS GERAIS: a) b) c) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais.1 .TABELA 6H. Para subsolos ocupados ver Tabela 7. 38 .

6 .500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9. 39 .Deve haver Elevador de Emergência.TABELA 6H.Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça. 2 .Acionadores manuais serão obrigatórios nos corredores.000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6. 5 . exceto as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 3 .Acima de 60 metros de altura. detecção de incêndio e chuveiros automáticos.Dispensado nos corredores de circulação.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1. 4 .0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL H-3 Classificação Quanto à altura (em metros) Térrea H ≤ 6 X X X X X X X X1 X2 X X X X X X7 X X X X X X1 X2 X X X - H-410 Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal (áreas) Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Plano de Emergência 6 < H 12 < H 23 < H Acima 6 < H 12 < H 23 < H Acima Térrea H ≤ 6 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 X X X7 X9 X X X X X X1 X2 X X X X X X7 X3 X X X4 X X X1 X2 X X X X X X7 X3 X X X4 X X X1 X2 X X X X X X X8 X X X4 X X X X2 X X X X X6 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X3 X X X X X X X X X X X3 X X X X X X X X X X X8 X X5 X X X X X X X X6 Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça NOTAS ESPECÍFICAS: 1 . 7 .0m RM / RE .ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.DIVISÃO “H-3” E “H-4” RL .Deve haver Elevador de Emergência para altura maior que 60 m.2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “H” .Pode ser substituída por chuveiros automáticos.

Continuação 8 .Exigido para selagens dos shafts e dutos de instalações. adotar as soluções contidas na NPT 009.2 . detecção de incêndio e chuveiros automáticos. adicionalmente. 10 . exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. sendo que para altura superior deve-se. Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs.As áreas administrativas devem ser consideradas como D-1 e hotéis de trânsito devem ser enquadrados como B-1.TABELA 6H. 9 . Para subsolos ocupados ver Tabela 7.Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça. 40 . até 60 metros de altura. NOTAS GERAIS: a) b) c) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais.

Presídios etc.Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça.Pode ser substituída por sistema de detecção de incêndio e chuveiros automáticos. se houver.3 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “H” . 2 .Para a Divisão H-5.Deve haver Elevador de Emergência para altura maior que 60 m. Para os hospitais psiquiátricos e assemelhados. Penitenciárias.500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9.0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão GRUPO H – SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL H-5 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H ≤ 6 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X1 X X X X H-6 Classificação Quanto à altura metros) (em Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal (áreas) Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça 6 < H 12 < H 23 < H Acima 6 < H 12 < H 23 < H Acima Térrea H ≤ 6 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X4 X X X X1 X X X X X X5 X X X6 X X X X X2 X X X X X X X6 X X X X X2 X X X X X X X6 X X X X X2 X X X X X X X7 X8.Somente nos quartos.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1. 41 .TABELA 6H. 5 .Pode ser substituída por sistema de chuveiros automáticos. 7 . 4 . as prisões em geral (Casas de Detenção.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.DIVISÃO “H-5” E “H-6” RL .9 X X X X X2 X X X X X X X7 X3 X X X X X2 X X X X X X X X10 X X4 X X X X X X X X X5 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 . detecção de incêndio e chuveiros automáticos. 6 .Acima de 60 metros de altura.000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 3 .0m RM / RE .) não é necessário detecção automática de incêndio. prever detecção em todos os quarto.

podendo ser dimensionados como sendo padronizados conforme NPT 015. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. sendo que para altura superior deve-se. 10 . NOTAS GERAIS: a) b) c) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais. 9 .3 .Deverá haver controle de fumaça nos átrios.Continuação 8 . 42 . exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs. adicionalmente.TABELA 6H. Para subsolos ocupados ver Tabela 7. detecção de incêndio e chuveiros automáticos.Pode ser substituída por sistema de detecção de incêndio e chuveiros automáticos.Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça. adotar as soluções contidas na NPT 009. até 60 metros de altura.

0m RM / RE . NOTAS GERAIS: a) b) c) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais. 2 . 3 .500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9.TABELA 6I.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.Pode ser substituída por sistema de chuveiros automático.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “H” .Deve haver Elevador de Emergência para altura maior que 60 m.DIVISÃO “I-1” E “I-2” RL .Acima de 60 metros de altura. 43 .0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal (áreas) Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça NOTAS ESPECÍFICAS: I-1 (Risco Leve) GRUPO I – INDUSTRIAL I-2 (Risco Moderado) Classificação quanto à altura Classificação quanto à altura (em (em metros) metros) 6 < H 12 < H 23 < H Acima 6 < H 12 < H 23 < H Acima Térrea H ≤ 6 Térrea H ≤ 6 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 X X X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X X1 X X X2 X X X X X X X X X3 X X X1 X X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X X X X X1 X X X2 X X X X X X X X X X3 1 . Para subsolos ocupados ver Tabela 7. Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs.000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6.

DIVISÃO “I-3” RL .TABELA 6I. 44 .000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6.Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça. 3 .500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9. 2 .Deve haver Elevador de Emergência para altura maior que 60 m.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.0m RM / RE . Para subsolos ocupados ver Tabela 7.Pode ser substituída por sistema de chuveiros automáticos. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. detecção de incêndio e chuveiros automáticos.0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal (áreas) Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça NOTAS ESPECÍFICAS: GRUPO I – INDUSTRIAL I-3 (risco elevado) Classificação quanto à altura (em metros) Térrea X X X1 X X X X X X X X X H≤6 X X X1 X X X X X X X X X 6 < H ≤ 12 X X X1 X X X X X X X X X 12 < H ≤ 23 X X X1 X3 X X X X X X X X X X X 23 < H ≤ 30 Acima de 30 X X X X3 X X X X X X X X X X X X X X X X X2 X X X X X X X X X X 1 .ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “I” . Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs. NOTAS GERAIS: a) b) c) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais.

exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. 2 .Exigido para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.Pode ser substituída por sistema de chuveiros automáticos. Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs. 3 .000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6. Para subsolos ocupados ver Tabela 7.500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9.TABELA 6J.Acima de 60 metros de altura.Deve haver Elevador de Emergência para altura maior que 60 m.DIVISÃO “J-1” E “J-2” RL .Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça.0m RM / RE .1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “J” . 4 . detecção de incêndio e chuveiros automáticos.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1. 5 . 45 . NOTAS GERAIS: a) b) c) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais.0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão GRUPO J – DEPÓSITO J-1 (Material Incombustível) Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H ≤ 6 X X X X X X X X X X X X X X X J-2 (Risco Leve) Classificação Quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio 6 < H 12 < H 23 < H Acima 6 < H 12 < H 23 < H Acima Térrea H ≤ 6 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 X X X X X X X X X X X2 X X X X X X X X X X X2 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X4 X X X1 X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X1 X5 X X X X X X X X X X X1 X5 X X X X X X X X X X X X X X X X3 X X X X X X X X X4 Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal (áreas) Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça NOTAS ESPECÍFICAS: 1 .

com percurso máximo de 50 m. serão exigidos nestes locais: 1. sempre que houver depósito de materiais combustíveis (J-2. Proteção por extintores. 46 . limite das divisas laterais e dos fundos de 2. Recuos e afastamentos das divisas do lote (terreno): limite do passeio público de 3.. J-3 e J-4). Proteção por sistema de hidrantes e brigada de incêndio para áreas delimitadas de depósito superiores a 2. limite de bombas de combustíveis. 3. dispostos em áreas descobertas. equipamentos e máquinas que produzam calor e outras fontes de ignição de 3. separados por corredores entre os lotes com largura mínima de 1. O depósito deverá estar disposto em lotes máximos de 20 metros de comprimento e largura. podendo os mesmos ficar agrupados em abrigos nas extremidades do terreno.Continuação d) Em qualquer tipo de ocupação.0 m. 2.0 m.0 m. 4.500 m².1 .5 m.TABELA 6J.

Para subsolos ocupados ver Tabela 7.000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6. 47 .Deve haver Elevador de Emergência para altura maior que 60 m.0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão GRUPO J – DEPÓSITO J-3 (Risco Moderado) Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H ≤ 6 X X X1 X X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X J-4 (Risco Elevado) Classificação quanto à altura (em metros) Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal (áreas) Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fumaça Acim 6 < H 12 < H 23 < H 6 < H 12 < H 23 < H Acima a de Térrea H ≤ 6 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 ≤ 12 ≤ 23 ≤ 30 de 30 30 X X X1 X X X X X X X X X X X X1 X3 X X X X X X X X X X X X X X1 X3 X X X X X X X X X X X X X X X X X2 X X X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X X1 X3 X X X X X X X X X X X X X X1 X3 X X X X X X X X X X X X X X X X X2 X X X X X X X X X X NOTAS ESPECÍFICAS: 1 .0m RM / RE .ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.TABELA 6J. 3 . detecção de incêndio e chuveiros automáticos.2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “J” . exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.Pode ser substituída por sistema de chuveiros automáticos.DIVISÃO “J-3” E “J-4” RL . Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs. 2 .ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1. NOTAS GERAIS: a) b) c) As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais.Pode ser substituída por sistema de controle de fumaça.500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9.

0 m. com percurso máximo de 50 m.2 .500 m². O depósito deverá estar disposto em lotes máximos de 20 metros de comprimento e largura. 3.TABELA 6J. dispostos em áreas descobertas.. 48 .0 m.5 m. limite das divisas laterais e dos fundos de 2. separados por corredores entre os lotes com largura mínima de 1. Proteção por sistema de hidrantes e brigada de incêndio para áreas delimitadas de depósito superiores a 2. 4. serão exigidos nestes locais: 1. J-3 e J-4). Proteção por extintores. Recuos e afastamentos das divisas do lote (terreno): limite do passeio público de 3.0 m. limite de bombas de combustíveis. sempre que houver depósito de materiais combustíveis (J-2. equipamentos e máquinas que produzam calor e outras fontes de ignição de 3. 2.Continuação d) Em qualquer tipo de ocupação. podendo os mesmos ficar agrupados em abrigos nas extremidades do terreno.

Túneis acima de 1. 49 .1 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO “M” . Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs.TABELA 6M. As instalações elétricas devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais.000 X X X X X X X X X X Acima de 1.000 metros de extensão devem ser regularizados mediante Comissão Técnica. NOTAS GERAIS: a) b) c) Atender às exigências e condições particulares para as medidas de segurança contra incêndio de acordo com a NPT 035 (túnel rodoviário).000¹ X X X X X X X X X X X ( Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos NOTAS ESPECÍFICAS: 1 .DIVISÃO “M-1” Grupo de Ocupação e Uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio Segurança Estrutural contra Incêndio Saídas de Emergência Controle de Fumaça Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Sistema de Comunicação Sistema de Circuito de TV GRUPO M – ESPECIAIS M-1 TÚNEL Extensão em metros (m) Até 200 X X X X De 200 a 500 X X X X X X X X X De 500 a 1.

Considera-se para efeito de gases inflamáveis a capacidade total do volume em água que o recipiente pode comportar.DIVISÃO “M-2” QUALQUER ÁREA E ALTURA Grupo de Ocupação e Uso Divisão GRUPO M – ESPECIAIS M-2 – Líquidos e gases combustíveis e inflamáveis Tanques ou cilindros e Produtos acondicionados processos Líquidos acima Plataforma de Líquidos acima Líquidos até 20 carregamento Líquidos até 20 de 20 m3 ou de 20 m3 ou 3 m³ ou gases até m ou gases até gases acima de gases acima de 10m³ (b) 12.480kg 10m³ (b) 12.480kg X X X X X X X X X X X X X X X X X X X1 X1 X1 X X X X X X X2 X X X X X X X X X X X2 X X X X X X X Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal (áreas) Compartimentação Vertical Controle Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Resfriamento Espuma NOTAS ESPECÍFICAS: 1 . armazenamento. NPT 028 (Manipulação.) constante da NPT 025 (Segurança contra Incêndio para líquidos inflamáveis e combustíveis). comercialização e utilização de GLP) e NPT 029 (Comercialização. expressa em m³ (metros cúbicos). b) c) 50 .TABELA 6M. 2 . distribuição e utilização de gás natural). NOTAS GERAIS: a) Devem ser verificadas as exigências quanto ao armazenamento e processamento (produção.Luminárias à prova de explosão.2 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO “M” .Somente para líquidos inflamáveis e combustíveis. As instalações elétricas e SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais. conforme exigências da NPT 025 (proteção para líquidos inflamáveis e combustíveis). manipulação etc.

0m RM / RE . NOTAS GERAIS: a) b) c) d) Para as subestações elétricas deve-se observar também os critérios da NPT 037 (subestação elétrica).ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9. Para subsolos ocupados ver Tabela 7. As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais. Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs.O sistema de chuveiros automáticos para a divisão M-3 pode ser substituído por sistema de gases. através de supressão total do ambiente.000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6.DIVISÃO “M-3” RL .TABELA 6M. 51 .3 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “M” .ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio Compartimentação Horizontal (áreas) Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos NOTAS ESPECÍFICAS: GRUPO M – ESPECIAIS M-3 – Centrais de Comunicação e Energia Classificação Quanto à altura (em metros) Térrea X X X X X X X X X X X H≤6 X X X X X X X X X X X 6 < H ≤ 12 X X X X X X X X X X X X 12 < H ≤ 23 23 < H ≤ 30 Acima de 30 X X X X X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X X X X X 1 .

DIVISÃO “M-4” E “M-7” RL . adotar Comissão Técnica.pátio de contêiner). Para M-7: aceitam-se os arruamentos entre as quadras de armazenamento (vide NPT 036 . NOTAS GERAIS: a) b) c) d) e) Observar também as exigências da NPT 036 (pátio de contêiner). podendo as escadas ser do tipo NE.Para M-4: aceitam-se as próprias saídas da edificação. Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs. As áreas a serem consideradas para M-7 são as áreas dos terrenos abertos (lotes) onde há depósito de contêineres. As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais.ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.0m RM / RE . 52 .500m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 9.0m Grupo de Ocupação e Uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Brigada de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores NOTAS ESPECÍFICAS: GRUPO M – ESPECIAIS M-4 e M-7 Classificação quanto à altura (em metros) M-4 (qualquer altura) X X1 X X X M-7 (térreo – áreas externas) X X1 X X X 1 .ÁREA IGUAL OU SUPERIOR A 1.4 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES DO GRUPO “M” . deve-se também verificar as exigências particulares para cada ocupação. Casos específicos.TABELA 6M. Quando houver edificação (construção) dentro do terreno das áreas de riscos.000m2 E/OU ALTURA SUPERIOR A 6.

NOTAS GERAIS: a) b) c) d) Observar ainda as exigências particulares da NPT 027 (armazenamento em silos). Observar ainda as exigências para os riscos específicos das respectivas NPTs.Somente para as áreas de circulação. Para subsolos ocupados ver Tabela 7. As instalações elétricas e o SPDA devem estar em conformidade com as normas técnicas oficiais.Áreas de risco que possuam mais de um depósito de silagem. 3 .5 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO “M” . 2 .Nas áreas com acúmulo de pós. 4 . armazenamento de grãos) Classificação quanto à altura (em metros) Térrea X X X1 X X2 X3 X X X X3 X3 X4 X4 X H≤6 X X X1 X X2 X3 X X X X3 X3 X4 X4 X 6 < H ≤ 12 X X X1 X X2 X3 X X X X3 X3 X4 X4 X 12 < H ≤ 23 X X X1 X X2 X3 X X X X3 X3 X4 X4 X 23 < H ≤ 30 Acima de 30 X X X1 X X2 X3 X X X X3 X3 X4 X4 X X X X1 X X2 X3 X X X X3 X3 X4 X4 X 53 .TABELA 6M.DIVISÃO “M-5” Grupo de Ocupação e Uso Divisão Medidas de Segurança contra Incêndio Acesso de Viatura na Edificação Saídas de Emergência Plano de Emergência Brigada de Incêndio Iluminação de Emergência Controle de Temperatura Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Chuveiros Automáticos Controle de Fontes de Ignição Controle de “Pós” SPDA NOTAS ESPECÍFICAS: 1 . GRUPO M – ESPECIAIS M-5 (silos.Observar regras e condições particulares para essa medida na NPT 027 (armazenamento em silos).

Detecção automática de incêndio em todo o subsolo. ou Controle de fumaça. exaustão4 e duas saídas de emergência ou Chuveiros automáticos3 de resposta rápida em todo o subsolo e exaustão4. F-6. ou Chuveiros automáticos3 de resposta rápida em todo subsolo. F-6. F-3. ou Controle de fumaça. Detecção automática de incêndio em todo o subsolo. em edificações residenciais. F-5. ou Chuveiros automáticos3 de resposta rápida no depósito e exaustão4 ou Controle de fumaça. ou Controle de fumaça. F-5. ou Detecção automática de incêndio em todo o subsolo e exaustão4 ou Chuveiros automáticos3 de resposta rápida em todo o subsolo e exaustão4. Entre 50 e 100 Divisões F-1. ou Ambientes subdividos1 com área máxima até 50m². F-5. F-3. ou Chuveiros automáticos2 de resposta rápida nos ambientes ocupados. F-6. ou Controle de fumaça. ou Depósitos individuais1 com área máxima até 25m² cada e detecção automática de incêndio no depósito. ou Controle de fumaça. ou Controle de fumaça. ou Chuveiros automáticos2 de resposta rápida no depósito. Ambientes subdividos1 com área máxima até 50m² e detecção automática de incêndio nos ambientes ocupados. ou Chuveiros automáticos3 de resposta rápida em todo o subsolo e exaustão4. F-2. Detecção automática de incêndio nos ambientes ocupados e exaustão 4.TABELA 7 EXIGÊNCIAS ADICIONAIS PARA OCUPAÇÕES EM SUBSOLOS DIFERENTES DE ESTACIONAMENTO Área ocupada (m²) no(s) subsolo(s) Ocupação do subsolo • Medidas de segurança adicionais no subsolo Até 50 Todas Sem exigências adicionais Depósito • • • • Depósitos individuais1 com área máxima até 5m² cada. ou Controle de fumaça. F-2. com área máxima até 5m² cada. F-10 • • • • Outras ocupações • • • Depósito5 • • Entre 250 e 500 Divisões F-1. Depósitos individuais1 com área máxima até 5m² cada. Ambientes subdividos1 com área máxima até 50m² e detecção automática de incêndio em todo o subsolo. F-10 • • • • 54 . ou Chuveiros automáticos3 de resposta rápida nos ambientes ocupados e exaustão 4. F-3. F-2. Depósitos individuais1. detecção automática de incêndio no depósito e exaustão4. F-10 • • • • Outras ocupações • • • • No Primeiro ou Segundo Subsolo Entre 100 e 250 Depósito • • Divisões F-1. exaustão4 e duas saídas de emergência em lados opostos.

Havendo chuveiros automáticos instalados no edifício. com área máxima até 5m² cada. Depósitos individuais1. 3 . Detecção automática de incêndio em todo o subsolo. duas saídas de emergência em lados opostos e controle de fumaça. F-5. em edificações residenciais. Chuveiros automáticos3 de resposta rápida e detecção automática de incêndio. Detecção automática de incêndio nos ambientes ocupados e exaustão4. ou Depósitos individuais1 com área máxima até 25m² cada e detecção automática de incêndio no depósito. F-10 • • • Nos Demais Subsolos • Outras ocupações • • • Depósito5 Acima de 100 Outras ocupações • • NOTAS ESPECÍFICAS: 1 . F-6. ou Chuveiros automáticos3 de resposta rápida e detecção automática de incêndio. F-3.Continuação Área ocupada (m²) no(s) subsolo(s) Ocupação do subsolo Medidas de segurança adicionais no subsolo • Entre 250 e 500 No Primeiro ou Segundo Subsolo Outras ocupações Detecção automática de incêndio em todo o subsolo e exaustão4 ou Chuveiros automáticos3 de resposta rápida em todo o subsolo e exaustão4. Depósitos individuais1. em todo o subsolo.Pode ser interligado à rede de hidrantes pressurizada. 2 . 5 . ou Controle de fumaça.Somente depósitos situados em edificações residenciais. duas saídas de emergência em lados opostos e controle de fumaça. duas saídas de emergência em lados opostos e controle Depósitos individuais1 com área máxima até 5m² cada. 4 . com área máxima até 5m² cada. exaustão4 e duas saídas de emergência ou Chuveiros automáticos3 de resposta rápida em todo o subsolo e exaustão4.Exaustão natural ou mecânica nos ambientes ocupados conforme estabelecido na NPT 015 (Controle de fumaça). em edificações residenciais. utilizando-se da bomba e da reserva de incêndio dimensionada para o sistema de hidrantes.Pode ser interligado à rede de hidrantes pressurizada. ou Controle de fumaça. F-2.As paredes dos compartimentos devem ser construídas com material resistente ao fogo por 60 minutos. ou Controle de fumaça. em todo o subsolo. no mínimo. ou Controle de fumaça. em todo o subsolo. duas saídas de emergência em lados opostos e controle de fumaça. utilizando-se da reserva de incêndio dimensionada para o sistema de hidrantes. 55 . ou Chuveiros automáticos2 de resposta rápida nos ambientes ocupados e exaustão4. Chuveiros automáticos3 de resposta rápida e detecção automática de incêndio. entretanto a bomba de incêndio deve ser dimensionada considerando o funcionamento simultâneo de seis bicos e um hidrante. em todo o subsolo.TABELA 7 . não há necessidade de trocar os bicos de projeto por bicos de resposta rápida. • • • Depósito5 Acima de 500 Outras ocupações • • • • • • Depósito Divisões Até 100 F-1. ou Chuveiros automáticos3 de resposta rápida e detecção automática de incêndio. ou Chuveiros automáticos2 de resposta rápida no depósito.

os subsolos devem também atender às exigências contidas nos respectivos Códigos de Obras Municipais. vestiários até 100m².TABELA 7 . Entende-se por medidas adicionais àquelas complementares às exigências prescritas ao edifício.Continuação NOTAS GERAIS: a) Ocupações permitidas nos subsolos (qualquer nível) sem necessidade de medidas adicionais: garagem de veículos. principalmente quanto à salubridade e ventilação. b) c) d) e) 56 . motogerador) e assemelhados. Para área total ocupada de até 500 m². banheiros. telefonia. lavagem de autos. lógica. as exigências desta tabela poderão ser consideradas individualmente para cada compartimento. áreas técnicas não habitadas (elétrica. O sistema de controle de fumaça será considerado para os ambientes ocupados. Além do contido neste Código. se houver compartimentação de acordo com a NPT 009 entre os ambientes.

Atestado de brigada de incêndio D .Declaração de edificação desabitada G . 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS 1 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO .Termo de compromisso do proprietário E . sejam advindos dos servidores.Fluxograma do processo de vistoria em estabelecimentos B .NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 001 Procedimentos administrativos Parte 1 . 2 APLICAÇÃO Aplica-se a todos os procedimentos junto ao serviço de prevenção contra incêndio e pânico quanto aos processos de vistoria em estabelecimentos e áreas de risco. contribuintes.CBMPR.Exemplo de cálculo da taxa de vistoria em estabelecimentos C . ou outro ente.Processo de vistoria preventiva em estabelecimentos CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 25 páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 6 7 Objetivo Aplicação Referências normativas e bibliográficas Definições Procedimentos gerais Procedimentos específicos Disposições finais e transitórias ANEXOS A .Planta de instalação e ocupação temporária 1 OBJETIVO Estabelecer no âmbito do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná .Termo de responsabilidade das saídas de emergência F . critérios aplicáveis em todo o estado para os procedimentos junto ao serviço de prevenção contra incêndio e pânico quanto aos processos de vistoria em estabelecimentos e áreas de risco.

internet e outros meios que 2 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO .598. de 7 Janeiro de 2004.784. que cria o F undo Estadual do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná – FUNCB. de 29 de Janeiro de 1999. pautado na racionalidade e eficiência dos atos praticados pelo serviço de prevenção contra incêndio e pânico e por terceiros junto a este serviço.Comissão Nacional de Classificação: Órgão colegiado diretamente subordinado ao Ministério do Planejamento. de 14 de Dezembro de 2006. sendo aceito pelo CBMPR como reconhecimento do Poder Público para as instituições de assistência social sem fins lucrativos. ainda. 9 de Setembro de 2010.567. terminais de auto-atendimento.278.3 CONCLA .976. a maior articulação inter sistemas.4 FAT .Certificação de Entidade Beneficente de Assistência Social: A Certificação de Entidade Beneficente de Assistência Social é o documento que será concedido às pessoas jurídicas de direito privado. que altera o a nexo único da Lei 13. 4 DEFINIÇÕES 4. que prestem serviços nas áreas de assistência social. ou do SPCIP local à Sétima Seção de Estado Maior BM/7. que institui normas gerais para a execução de atividades concernentes à prevenção e combate a incêndio. 4. com competência para examinar. de 26 Dezembro de 2002.Formulário para Atendimento Técnico: É o documento que estrutura o serviço de saneamento de dúvidas. saúde ou educação.  Lei 16. de 3 de Dezembro de 2007.  Lei n° 13. possibilitando.  Lei n° 14. após gerada pelo Sistema PREVFOGO deve ser quitada junto a rede bancária contratada pelo Estado do Paraná.976/2002. 4.REDESIM . Conterá questionamentos específicos de terceiros ao SPCIP local. cria a Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios .  Lei n° 11. é o documento utilizado para o recolhimento das taxas devidas ao CBMPR. além de outras providencias.1 CEBAS . aprovar. 4. sem fins lucrativos. que estabe lece diretrizes e procedimentos para a simplificação e integração do processo de registro e legalização de empresários e de pessoas jurídicas. Orçamento e Gestão.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1  Lei n° 9.2 CNAE.  Lei Complementar n° 123. por meio dos guichês de caixa.5 GR-PR: A Guia de Recolhimento do Estado do Paraná.Classificação Nacional das Atividades Econômicas: A CNAE é uma classificação usada com o objetivo de padronizar os códigos de identificação das unidades produtivas do país nos cadastros e registros da administração pública nas três esferas de governo. que institui o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. contribuindo para a melhoria da qualidade dos sistemas de informação que dão suporte às decisões e ações do Estado. que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal. e expedir ato formalizando as classificações econômicas da CNAE. 4.

que têm por finalidade desenvolver as atividades relacionadas à prevenção e proteção contra incêndio nas edificações e áreas de risco. Expedição de Documentos. Análise de Projetos. 4. devidos pelo Microempreendedor Individual (MEI).Sistema de Informação do Conselho Nacional de Assistência Social: Sistema de Informação do Conselho Nacional de Assistência Social foi concebido como uma aplicação para a internet.6 Informações sensíveis: Assuntos de interesse corporativo. que não devem ser divulgados ou devem ser tratados com discrição devido a possibilidade de produção de impressões morais. Produtos Perigosos. 4. e contêm os subsistemas de Vistorias.8 SICNAS . 5. objetivando tornar públicas as informações referentes à situação e tramitação de processos junto ao Conselho.Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico: O SPCIP compreende o conjunto de Unidades do Corpo de Bombeiros Militar. conforme regulamentação própria. e outros que vierem a ser acrescentados a estes conforme as necessidades do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná.3 Da administração dos processos: 3 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO .NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 venham a ser disponibilizados pelos bancos contratados. observando-se o cumprimento das exigências estabelecidas no Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do CBMPR.2 Os atos gerais descritos nesta norma subsidiarão eventual omissão em procedimentos específicos. 4.11 SPCIP . Relatório Gerenciais.1 Os procedimentos administrativos junto ao serviço de prevenção contra incêndio e pânico referentes aos processos de vistorias em estabelecimentos e áreas de risco obedecerão o disposto nesta Norma de Procedimento Técnico.Número Interno do Bombeiro: É o número que identifica os processos individualizando-os no âmbito do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. consiste em uma sequência única para todos os tipos de processos. 5 PROCEDIMENTOS GERAIS 5. 5.10 Sistema PREVFOGO: Sistema de gerenciamento eletrônico de documentos que gerencia os procedimentos administrativos do serviço de prevenção contra incêndio e pânico.7 NIB . não sendo admitida qualquer outra sequência como protocolo.9 SIMEI: Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos Abrangidos pelo Simples Nacional. 4. 4. 4.

e os não e lencados como contribuinte quando fiscalizados.4 O Sistema PREVFOGO fará a gestão eletrônica das informações cadastrais dos entes elencados no Art. de 2 de outub ro de 2007. 5.CONCLA. 3°.13 As atividades econômicas inseridas no cadastro serão obrigatoriamente as contidas na Classificação Nacional das Atividades Econômicas .CNAE.637. além do recurso inicial diretamente à chefia da unidade responsável pela execução ou disponibilização dos serviços.11 A arrecadação será através de GR-PR com numeração específica para cada fato gerador.12 O Sistema PREVFOGO controlará também o processo Administrativo Fiscal de Instrução Probatória relativo ao rito de cobrança administrativa das GR-PR. 5. e não se altera nas renovações das certificações ou atualizações de dados cadastrais.2 Excepcionalmente.3.976.4 Dos recursos 5.3. 4 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO . e outros códigos gerados pelo Sistema PREVFOGO para validação. 5. qu e cria o Fundo Estadual do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná – FUNCB. 5. de 26 de dezembro de 2002. distinguindose inclusive os valores complementares.3.1 Compete à Sétima Seção de Estado Maior .3. 5.3. 2° da Lei n° 13. 5.BM/7 a administração dos procedimentos relacionados à prevenção contra incêndio e pânico no Estado do Paraná.7 O NIB. Orçamento e Gestão. outras unidades relacionadas à prevenção contra incêndio e pânico poderão administrar os procedimentos gerados em sua área de competência. 5.976. 5. o NIB e o ano em que foram emitidos. 5. conforme o rito da Lei n° 15. subordinada ao Ministério do Planejamento.3.14 Serão admitidas modificações e atualizações dos códigos e descrições do CNAE somente quando resultantes de ato normativo da Comissão Nacional de Classificação . 5.1 Em todos os processos serão asseguradas ampla defesa e contraditório através de pedido de Parecer Técnico a colegiado em segunda e terceira instâncias. sendo vedada a utilização de qualquer outra numeração. .3.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 5.5 Incluem-se nos cadastros do Sistema PREVFOGO os entes isentos de pagamento das taxas criadas pelo Art.3. 5. serão necessários para consultas a processos via internet. e emitida por meio do Sistema PREVFOGO.9 Os documentos emitidos pelo Sistema PREVFOGO possuirão como referência o título.NIB. 5. referentes à prevenção contra incêndio e pânico. 5.3.10 Incluem-se no cadastro único os processos gerenciados por meio do Sistema PREVFOGO.6 Todos os serviços. 5.4.3 Todos os processos serão controlados eletronicamente por meio do cadastro no Sistema PREVFOGO. ainda que possuam norma com rito específico. da Lei n° 13.3. de 2002.3.8 O cadastro único do contribuinte é identificado pelo NIB.3.3. prestados pelo Corpo de Bombeiros Militar do Parana terão seus processos identificados pelo Número Interno no Bombeiro . mesmo que os processos destes entes possuam norma com rito específico.3.

6 A edificação deve possuir requisitos mínimos de segurança para possibilitar a celebração de Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta conforme NPT específica. da NPT-001.TCAC.4.4. e e) juntadas de documentos e outras situações a critério do Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico. b) pedido de revisão e reconsideração de ato praticado pelo serviço de prevenção contra incêndio e pânico. caso apresentada em cópia impressa em 02 (duas) vias.4.4. quando da necessidade de responder ao serviço de prevenção contra incêndio e pânico quanto a irregularidade ou dúvida. c) solicitação de substituição e retificação de certificados.4. 5. que deverá ser juntada ao PSCIP. 5 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO . se julgar necessário. esclarecimento sobre assuntos técnicos e administrativos específicos.FAT será solicitado.8 Através de Formulário para Atendimento Técnico . devendo o interessado propor questão e solução sobre a aplicação da legislação.11 Durante a fase de análise do PSCIP.4. da Parte 2.7 Aos processos já extintos ou reprovados restará.4 Como instrumento necessário à efetivação de condutas a serem observadas o CBMPR também oferecerá prazos estendidos através de Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta .4. e acompanhado de documentos que elucidem a dúvida ou comprovem os argumentos apresentados. principalmente os contidos nos relatórios e notificações.4.10 O FAT deve ser utilizado nos seguintes casos: a) esclarecimento de dúvida quanto a procedimentos administrativos e técnicos. 5. 5. 5.12 O interessado deve utilizar o Anexo H. a opção de reinício dos procedimentos. para regularização ou utilização dos recursos.9 Esclarecimentos genéricos serão oferecidos aos interessados somente junto ao setor de atendimento presencial do serviço de prevenção contra incêndio e pânico.PSCIP.4. sem qualquer custo. 5. e outros documentos.4. inclusive com a emissão da GR-PR referente ao novo serviço. conforme Decreto n° 135. d) solicitação de atualização e retificação de dados do Plano de Segurança Contra Incênio e Pânico . 5. 5. 5. 5.2 O processo recursal de Parecer Técnico nas instâncias superiores se dará conforme regulamento próprio das Comissões Técnicas de Prevenção de Incêndio. de 12 de fevereiro de 2007.4. 5.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 5. preenchido com recursos da informática. que se encontrem dentro dos prazos para regularização.5 O processo que dará origem ao Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta deve ser do ano vigente à solicitação. a comunicação poderá ser feita por carta resposta. ou modelo semelhante em meio digital ou disponível em sítio de internet mantido pelo CBMPR.3 No Parecer Técnico serão abordadas apenas divergências em processos vigentes. laudos.

o signatário deve ser impreterivelmente o representante legal.RVE.15 Quando o assunto abordado possuir natureza técnica.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 5. responderá em 10 (dez) dias úteis.13 O FAT deve conter como signatários as seguintes partes: a) proprietário ou responsável pelo uso. e serão dos seguintes tipos: a) Vistoria Preventiva: face às normas atinentes. e caso seja encaminhado à BM/7. 6 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO . para constatar a manutenção das condições face às normas atinentes. a resposta se dará em 30 (trinta) dias. Parte 2.3 Todos os documentos serão emitidos eletronicamente através do Sistema PREVFOGO de acordo com o tipo de vistoria e suas finalidades. ao Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico. estandes. arquibancadas. o Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico. 6.1. 5. palcos e similares.1 Nos casos de ocupações temporárias. o FAT pode estar assinado somente pelo responsável técnico.3. e excluindo as áreas descobertas destinadas a circulação de pessoas. constata condições para finalidade de exercício de atividade econômica. respeitando a ordem cronológica da entrada do pedido. arenas. as operações integradas de fiscalização.4.4.4. para o cômputo da taxa de vistoria preventiva considera-se a área delimitada a ser ocupada pelo evento. 6 PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS 6. b) Vistoria Preventiva de Fiscalização: de caráter acessório. elemento sobre fato que possa subsidiar sua decisão. previstas nos itens 5.4 São documentos da Vistoria Preventiva: a) Relatório de Vistoria em Estabelecimento . 5.16 A contar da data do protocolo do FAT.1. a formalização do pedido de vistoria preventiva deve ser protocolada junto ao SPCIP. 6.2 As Vistorias Preventivas de Fiscalização reúnem as verificações solicitadas pelo Poder Público. que orienta o contribuinte quanto às condições do estabelecimento em relação às normas de segurança contra incêndio e pânico. incluindo as áreas edificadas. 6. comportando renovações anuais. 6. 5. impreterivelmente com antecedência mínima de cinco dias úteis em relação ao início do evento. barracas. da NPT-001.1 A vistoria preventiva em estabelecimentos e áreas de risco se destina a proporcionar.4. b) responsável técnico. 6. podendo ser efetuada a qualquer tempo.2 Considerando as peculiaridades das instalação ou ocupação passíveis de serem regularizadas através de PSCIP – Instalações e Ocupações Temporárias e PSCIP – Ocupação Temporária em Edificação Permanente.2 e 5. ou procurador devidamente constituido. e as denúncias. ou c) procurador.14 Quando o interessado for pessoa jurídica.

é resultado do ato que constatou a não adequação às normas de segurança contra incêndio e pânico após uma fiscalização.8.NOTF. que declara estar de acordo com as normas de segurança contra incêndio e pânico.CVE. que orienta o ente. para início ou permanência de exercício de atividade econômica. 6. que o contribuinte tomou conhecimento do teor das normas de segurança contra incêndio e pânico que estão sendo infringidas.LVCPO. é resultado do ato que constatou a não adequação às normas de prevenção. f) Laudo de Vistoria de Conclusão de Obra . 6.8 Dos atos junto ao Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico 6. 6.REF.8. bem como a guarda dos eventuais arquivos físicos gerados pelo processo.LVH. para constatar que blocos ou partes autônomas da obra foram executadas de acordo com o projeto de prevenção contra incêndio e pânico. que constata.1 Compete às unidades locais do Corpo de Bombeiros.RE.LVCO. deverá ser confirmada por meio de consulta ao sítio oficial do Sistema PREVFOGO. g) Laudo de Vistoria de Conclusão Parcial de Obra . para constatar que a obra foi executada de acordo com o projeto de prevenção contra incêndio e pânico.6 Fica dispensada a assinatura nos documentos que contenham códigos verificadores emitidos eletronicamente através do Sistema PREVFOGO. d) Certificado de Vistoria em Estabelecimento . os procedimentos executivos relacionados às vistorias. que constata. não contribuinte.7 A autenticidade dos documentos.5 São documentos da Vistoria Preventiva de Fiscalização: a) Notificação de Vistoria de Fiscalização . quanto à manutenção das condições do estabelecimento em relação às normas de segurança contra incêndio e pânico. 6. que o contribuinte tomou conhecimento do teor das normas sobre as quais foi orientado pelo RVE. de forma inequívoca no ato da fiscalização. de forma inequívoca. 6.RO. o lançamento do resultado dos atos no Sistema PREVFOGO. c) Reprovação de Estabelecimento .3 O serviço de prevenção contra incêndio e pânico responsável por uma área ou região deve manter 7 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO . e) Laudo de Vistoria em Hidrante . c) Relatório de Orientação .8. que contenham códigos verificadores emitidos eletronicamente.NOTE.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 b) Notificação de Vistoria em Estabelecimento . para confirmação de localização e funcionamento de hidrante público. 6.2 Estes procedimentos serão colocados em prática por meio do Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico da unidade local do Corpo de Bombeiros. nos casos exigidos nas normas de segurança contra incêndio e pânico. b) Reprovação de Estabelecimento Fiscalizado .

9 Protocolização do cadastro 6.4 No momento do cadastro. se for o caso.7 Não é necessária a duplicação de documentos eletrônicos em arquivos físicos.5 Para os casos previstos na alínea b. 6. 6. de acordo com a finalidade da vistoria solicitada: a) Quando pretender o exercício de atividade econômica. proceder às solicitações de vistoria diretamente via internet no sítio do Sistema PREVFOGO. caso o contribuinte não saiba informar o número do PSCIP aprovado. a critério do Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico.1 O Processo de vistoria em estabelecimentos ou áreas de risco se inicia através da formalização do pedido pelo contribuinte.8. 6.8. deverá apresentar dados de localização e individualização do estabelecimento.CNAE da atividade pretendida. e. por intermédio de contador habilitado e cadastrado junto ao Corpo de Bombeiros.8. preferencialmente a consulta para liberação de atividade aprovada pela prefeitura local. b) Quando pretender formalizar a conclusão total ou parcial de obras. 6.NIB.9. c) Quando pretender confirmação de funcionamento de hidrante da rede pública e distância de loteamento.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 atendimento presencial aos contribuintes. ou quando solicitado. e documento que contenha o código da Classificação Nacional de Atividades Econômicas . o NIB do último PSCIP aprovado. 6. 6.CNPJ. ou de ofício. farão parte do processo documentos na forma não eletrônica.9. deverá apresentar o alvará de construção emitido pela Prefeitura Municipal Local.3 O cadastro de Vistoria Preventiva de Fiscalização pode ser formalizado pessoalmente por qualquer interessado. deverá apresentar croqui de localização emitido pela concessionária do fornecimento de água. o contribuinte deverá informar dados ou apresentar documentos que comprovem sua pretensão.9. seu preposto. sendo responsável pelo lançamento do resultado dos atos àqueles que os tenha praticado.6 Eventualmente.9. 6. com o preenchimento do formulário eletrônico junto ao setor de atendimento do serviço de prevenção contra incêndio e pânico. ou de ofício. e d) Quando pretender solicitar fiscalização de irregularidades quanto à prevenção em propriedade alheia.5 Todos os atos devem ser registrados no Sistema PREVFOGO.8 Não é permitido a utilização de qualquer outra numeração ou forma de sequenciar os arquivos. que serão arquivados obedecendo a sequência do Número Interno do Bombeiro . do item anterior. 6. deverá apresentar o número do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica . além do NIB.9. o atendente deverá realizar previamente uma pesquisa junto ao Sistema Prevfogo.4 O Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico coordenará os Bombeiros Militares que realizarão as vistorias.8. 6. e os que analisarão os processos para emissão de documentos finais.8. utilizando 8 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO . 6.2 O contribuinte poderá.

9. a área a ser liberada. 9 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO . c) da instalação ou da manutenção do grupo motogerador. 6.9.9. o contribuinte deverá especificar ao SPCIP. quando solicitados pelo Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico. ou haja proteção da parte construída da obra em conformidade com a tabela 6M.9. g) da instalação ou da manutenção de vasos sob pressão. 6. b) da instalação ou da manutenção dos sistemas de utilização de gases inflamáveis.9.10. 6.2 As Anotações de Responsabilidade Técnica de instalação serão exigidas quando da solicitação da primeira vistoria da edificação e áreas de risco. por escrito.4 do CSCIP. a conclusão parcial de obra será liberada somente quando houver acesso à viatura do CBMPR. h) da instalação ou da manutenção da compartimentação vertical de shaft e de fachada envidraçada ou similar.8 Quando um PSCIP englobar várias edificações que atendam ao critério de risco isolado e que possuam medidas de segurança contra incêndio instaladas e independentes. preferencialmente através do FAT.9 Independente da finalidade.7 A conclusão parcial de obra será liberada somente quando atender os critérios de isolamento de risco previstos na NPT-007 – Separação entre edificações.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 todos os parâmetros disponíveis. d) das instalações elétricas. e j) de outros sistemas. o contribuinte deverá apresentar documentos de acordo com o risco ou medida de segurança existente na edificação e áreas de risco. e) da instalação ou da manutenção do material de acabamento e revestimento quando não for de classe I. ou quando solicitado.9. 6. i) dos sistemas de controle de temperatura. f) da instalação ou da manutenção do revestimento dos elementos estruturais protegidos contra o fogo.10.6 Para formalizar conclusão parcial de obras. 6. 6. 6. deverá apresentar as Anotações de Responsabilidade Técnica: a) da instalação ou da manutenção das medidas de segurança contra incêndio.9.1 A Anotação de Responsabilidade Técnica deve ser emitida para o serviço específico de instalação ou manutenção das medidas de segurança contra incêndio previstas na edificação e áreas de risco. de acordo com o caso específico.10 Considerando o risco ou medida de segurança. de despoeiramento e de explosão para silos. no momento do cadastro.

desde que o responsável técnico seja o mesmo para elas.9. 6.12 Quando se tratar de comércio ou armazenamento de fogos de artifício.9. 6.10.15 O processo para renovação de certificado de contribuinte já cadastrado se dará. e c) Termo de responsabilidade das saídas de emergência: documento que atesta que as portas de saídas de emergência da edificação estão instaladas com sentido de abertura no fluxo da rota de fuga e permanecem abertas durante a realização do evento.9. podem ser substituídos pelos dados do Cadastro de Pessoa Física do responsável pela empresa.9.10. ou a pedido do contribuinte.6 Podem ser apresentadas cópias das Anotações de Responsabilidade Técnica especificadas no item 6.13 Quando se tratar do uso de fogos de artifícios. deve-se apresentar: a) Protocolo da solicitação do alvará.10.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 6.9. contendo as respectivas responsabilidades por medidas específicas.9. 6. e b) Memorial de segurança contra incêndio das estruturas para as condições descritas na NPT030 quanto à resistência das paredes e elementos estruturais.9. 6. 10 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO .9. 6. de ofício. 6. expedido pela Polícia Civil do Estado do Paraná. b) Planilha de informações operacionais: a planilha de informações operacionais constitui no resumo de dados sobre a edificação.4 Pode ser emitida uma única Anotação de Responsabilidade Técnica para várias medidas de segurança contra incêndio instaladas. sua ocupação e detalhes úteis para o atendimento operacional. o contribuinte deverá apresentar cópia da habilitação da função do cabo pirotécnico (blaster).16 O contribuinte poderá proceder ao pedido de renovação diretamente via internet no sítio do Sistema PREVFOGO.10. responsável pela montagem e execução do evento.9.9. 6. eventualmente. o contribuinte deverá apresentar: a) atestado de brigada contra incêndio: documento que atesta que os ocupantes da edificação receberam treinamentos teóricos e práticos de prevenção e combate a incêndio.3 As Anotações de Responsabilidade Técnica de manutenção serão exigidas a cada cinco anos durante o processo de vistoria para renovação do CVE. 6. até que esteja disponível os dados do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica. conforme cronograma de vistorias do Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico responsável pela localidade. além do croqui da montagem dos dispositivos.10.11 Ainda considerando o risco ou medida de segurança. 6.9.5 Podem ser emitidas várias Anotação de Responsabilidade Técnica desmembradas.14 Os dados da pessoa jurídica no cadastro. conforme modelo constante da NPT-016. ou Certificado de Registro fornecido pelo Exército Brasileiro. quando houver mais de um responsável técnico pela medida de segurança contra incêndio instalada.

estatutos.11 São isentas as instituições de assistência social sem fins lucrativos. ou outros documentos que da mesma forma possa se verificar. ou seja.6 São isentos órgãos públicos das esferas dos três poderes. os departamentos. por si somente.5 São isentos das taxas as entidades descritas na Lei n° 13. ou outros documentos que da mesma forma possa se verificar. estatutos. normas constitutivas.7 São isentas as autarquias e fundações. diante da comprovação da classificação de sua atividade econômica através do comprovante de inscrição do CNPJ. ao Distrito Federal. com a apresentação do comprovante de inscrição do CNPJ. os ministérios.10. 6. ou outros documentos que da mesma forma possa se verificar. ou seja.10 Pedido de isenção da taxa de vistoria em estabelecimentos 6. devendo comprovar a condição de mantida pelo poder público. além da natureza jurídica. aos Estados. não garantem a isenção no ano vigente.9 São isentos os partidos políticos. 6.10. reconhecidas pelo Poder Público. ou seja. 6.10.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 6. regimentos. ou aos Municípios.10 São isentos os sindicatos dos trabalhadores. seu preposto.10. 6. ou outros documentos que da mesma forma possa se verificar. ou seja. considerando que a concessão de isenção de taxa para processos nos anos anteriores. 6.2 O solicitante deve apresentar ao Serviço de Prevenção Contra Incêndios e Pânico documentos que comprovem a condição de isenção da taxa. do lançamento da GR-PR.3 A cada processo de renovação dos certificados haverá lançamento da taxa gerando a necessidade de novo pedido. diante da comprovação da representatividade e da classificação de sua atividade econômica através do comprovante de inscrição do CNPJ. e tão pouco das exigências de implantação de medidas de segurança contra incêndio e pânico. as instituições que exerçam a atividade constante na CNAE sob o código 9492-8/00. Estados e Distrito Federal.976. ou outros documentos que da mesma forma possa se verificar. de 2002. Artigo 4° e seus incisos.8 São isentos os templos religiosos de qualquer culto. as secretarias. as instituições que exerçam a atividade constante na CNAE sob o código 9491-0/00. regimentos. estatutos. ou Municípios. regimentos. e descrição ATIVIDADES DE ORGANIZAÇÕES SINDICAIS excluídas as atividades de organizações associativas empresariais e patronais. aquelas instituições que exercem uma variedades de atividades de assistência social. estatutos. 6.10. descrito como "ATIVIDADES DE ORGANIZAÇÕES POLÍTICAS". normas constitutivas.10. normas constitutivas. diante da comprovação da classificação de sua atividade econômica através do comprovante de inscrição do CNPJ.4 A isenção é somente para as taxas. regimentos. ou seja. 6. 6.10. as instituições que exerçam atividade constante na CNAE sob o código 9420-1/00. estatutos.10. junto ao setor de atendimento do Serviço de Prevenção Contra Incêndios e Pânico que atenda a localidade em que se encontre a instituição. ou de ofício. 6. independente da atividade econômica exercida. descrito como "ATIVIDADES DE ORGANIZAÇÕES RELIGIOSAS". e não dispensa a instituição do cadastro no Sistema Prevfogo. normas constitutivas. regimentos.10. independente de forma. diante da existência de reciprocidade de tratamento e comprovação de sua natureza jurídica através do comprovante de inscrição do CNPJ. . diante da 11 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO . entre outros pertencentes a União. normas constitutivas. inclusive verbal. contanto que sejam mantidas pela União.10. com apresentação de documentos que comprovem a condição de isenção da taxa.10. 6.1 A isenção da taxa de vistoria em estabelecimentos terá origem em pedido do contribuinte.

para efeito de isenção das taxas.13 São isentas as edificações residenciais unifamiliares e os edifícios residenciais com até três pavimentos. e os clubes de campo. preferencialmente ligado à assistência social.10. sem que haja nova vistoria e emissão de GR-PR.10. seu preposto. 12 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO . do artigo 4° da lei n° 13 .976.11. devendo comprovar: a) que o campo “CÓDIGO E DESCRIÇÃO DA NATUREZA JURÍDICA” no comprovante de inscrição do CNPJ contém a informação "213-5 – EMPRESÁRIO INDIVIDUAL". em processo de regularização. 6. diante da apresentação de declaração que não cobram contribuição. excluídas. reservado ao SPCIP o direito a quaisquer diligências para confirmar a condição declarada.11. projetos e alvarás. Certificado de Conclusão de obras.4 Após a execução da vistoria.10. será solicitada documentação complementar ao contribuinte. pelo contribuinte. 6. pois só é possível a isenção para empresas recém cadastradas. os clubes sociais de lazer e desportivos. 6. 6. 6.16 Os documentos que comprovam o direito à isenção citados nesta norma. se não ficar clara a condição para isenção.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 comprovação do reconhecimento pelo Poder Público através do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social.12 São isentas as instituições de educação que não exigem contribuição financeira dos alunos. 6. 2002. e na análise de documentos apresentados. 6.10. diante da comprovação de sua condição financeira através de certidão expedida por órgão público. principalmente referentes à estrutura física do local.11.3 Considera-se autônomo cada estabelecimento do contribuinte.2 O pedido deve conter os dados a serem atualizados e o motivo. bem como documentos necessários à comprovação da veracidade dos novos dados.10. b) que a data de cadastramento da empresa no CNPJ é recente. concedido pelo Conselho Nacional de Assistência Social ou ministério responsável pela área de atuação.15 São isentos da primeira vistoria. devendo comprovar a ocupação da edificação através da natureza jurídica e atividade econômica informada no comprovante de inscrição do CNPJ. o Bombeiro Militar que efetuou o ato confirmará ou atualizará dados constantes do cadastro.14 São isentas as pessoas comprovadamente pobres que exerçam atividade econômica como empresário individual ou pessoa física. portanto.11 Atualização do cadastro 6. incluindo as instituições públicas de educação que não se enquadrem no inciso I e II. 6. entre outros documentos que possam comprovar. junto ao setor de atendimento do Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico. de . quanto ao endereço não é permitido atualização com motivo diverso da correção de erros de preenchimento ou escolha de outra testada de um mesmo imóvel. Estatuto ou Regimento do condomínio. os Microempreendedores Individuais optantes pelo SIMEI. 6. as instituições de educação.11. c) que há opção pelo SIMEI. apesar de exemplificativos. ou de ofício.1 O Pedido de atualização de dados do cadastro deve ser formalizado. devem preferencialmente serem apresentados na ordem que se encontram no texto dos itens.

podendo ser apurado e cobrado através de procedimento específico. 6. o processo estará disponível na agenda do Bombeiro Militar que executará o ato. ou seja. o Sistema PREVFOGO inclui automaticamente a justificativa da atualização e gera a GR-PR complementar.13. 6. da NPT-001. 6. e que seja possível avaliar no local o atendimento às exigências de segurança contra incêndio vigentes à época da aprovação daquele plano.7. tendo por opção o reinício dos procedimentos. nos moldes do Anexo D.2. 6.3 Os processos extintos. se for constatada inadequação às normas de segurança contra incêndio e pânico no estabelecimento que necessitem da ação do contribuinte para adequação.6 Quando constatada em vistoria a existência de medidas de segurança contra incêndio instaladas na edificação e áreas de risco que não estejam previstas no PSCIP aprovado sob a égide de norma anterior ao CSCIP-CBMPR/2011. poderão ser regularizados. conforme cada caso. da NPT-001.12.3 Na execução da vistoria. não extinguirá o débito cujo fato gerador já estiver ocorrido. 6.5 Ao registrar o resultado.12 Da extinção do cadastro 6. 6. para apresentação de PSCIP atualizado de acordo com a NPT-002. será emitido: a) Relatório de Vistoria em Estabelecimento .13. 6. da Parte 2. será exigida atualização do PSCIP.1. 13 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO . 6. ou Notificação de Vistoria de Fiscalização . será exigido apresentação de novo PSCIP.1 Após protocolizado o pedido de vistoria. ficando seu processo extinto.5 Se for constatada inadequação constante do item 5.7. ficando todos os dados afetos devidamente disponíveis no histórico do processo.1.13. na primeira vistoria.6 Toda atualização deve ter seus motivos registrados através de função do Sistema PREVFOGO.1 O contribuinte que encerrar sua atividade empresaria deverá solicitar a baixa de seu cadastro junto ao Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico. na segunda vistoria periódica.12. caso haja divergência entre os dados atualizados e os do cadastro.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 6.13.13 Da execução dos procedimentos pelo Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico: 6.12. inclusive com a emissão da GR-PR referente ao novo serviço.11. b) Notificação de Vistoria em Estabelecimento . da mesma forma que os reprovados.4 Se for constatada inadequação constante do item 5.2 O Microempreendedor Individual terá preferência na agenda do Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico.RVE.1. 6.4 A extinção do cadastro não extinguirá o débito devido.13.NOTE. 6. para liberação.2 É possível a extinção de cadastro de vistoria que contenha erro irreparável ou duplicidade de processos. na primeira vistoria de fiscalização.13. obedecendo a ordem cronológica. 6.NOTF. fato que constará no relatório ou notificação.12.11. será exigida apresentação de termo de compromisso do proprietário. fato que constará no relatório ou notificação. da Parte 2.

13. 6. uma placa indicativa contendo a lotação máxima permitida. 6. no que couber. para regularização. e acionar tais medidas se solicitado.3. ou o proprietário. que dar reinício ao procedimento de vistoria com o pagamento da taxa. ou estando o estabelecimento notificado em qualquer tipo de vistoria.12 Quando da realização da vistoria. após a conclusão das adequações. 6.14 O prazo para a conclusão dos atos de adequação contidos no Relatório de Vistoria em Estabelecimento será de 90 (noventa) dias.18 Na execução da Vistoria Preventiva de Fiscalização. devendo. 6. a qualquer tempo.13. 6. o PSCIP será encaminhado para reanálise junto ao serviço de prevenção contra incêndio e pânico.13. o interessado deverá esclarecer posteriormente a não interferência por meio do FAT.19 O estabelecimento fiscalizado que possuir Número Interno do Bombeiro manterá este número diferenciando-se do processo principal pela composição dos demais números de controle.13.13. na entrada da edificação e áreas de risco. 6.13.20 O estabelecimento fiscalizado que não possuir Número Interno do Bombeiro. em local de reunião de público o responsável pelo uso. porém instalada na edificação ou área de risco será aceita como medida adicional de segurança.13. o contribuinte deverá designar pessoa habilitada a acionar as medidas de segurança contra incêndio e pânico para indicar.13. 6. pedir a reentrada do processo na agenda do Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico que realizará uma vistoria para constatação.13 O contribuinte ficará responsável por promover as adequações orientadas nos documentos das alíneas "a" e "b" do item 6. devem ser vistoriados também os ambientes que delimitam a parede corta-fogo no mesmo lote e que tenham medidas de segurança contra incêndio independentes. fato que constará no relatório ou notificação.13. independente de resultado de vistoria para constatação. 6. 6.13.8 A medida de segurança contra incêndio e pânico não prevista no PSCIP.13. os processos serão enviados para análise.10 A medida adicional de segurança independem de parâmetros normativos.7 Quando constatado em vistoria alguma inadequação no PSCIP. terá.13.13. se obedecerá os mesmos atos da Vistoria Preventiva. estejam certificados ou não. 6. que seja passível de cassação. 6. em estabelecimentos independente de já terem sido vistoriados pelo Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros. 6. ficando registrado no histórico como processo acessório. a partir do resultado final da fiscalização.17 A Vistoria Preventiva de Fiscalização será realizada. assumindo o tipo de Vistoria em Estabelecimento. e os contidos na Notificação de Vistoria em Estabelecimento e Notificação de Vistoria de Fiscalização será de 30 (trinta) dias.9 Na execução da vistoria em edificação e áreas de risco que possua isolamento de risco através de parede corta-fogo. deve manter. 6. ambos os prazos contados da data da vistoria que constatou a necessidade de adequação.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 6. 14 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO .16 Findando os prazos.13.15 O contribuinte poderá protocolizar o pedido de reentrada do processo diretamente via internet no sítio do Sistema PREVFOGO.11 Para adequação. no entanto. desde que não interfira na cobertura das medidas previstas no PSCIP. se não for possível avaliação prévia durante a execução da vistoria quanto a interferência nas nas demais medidas de proteção.13.

6. tendo em vista identificar a normalidade dos atos e a emissão de documento adequado que finalize o processo.24 Os documentos emitidos na análise e seus respectivos períodos de validade serão: a) Reprovação de Estabelecimento .1 O Comando do Corpo de Bombeiros. extinguindo o processo.976. vindo a substituir o sistema de gerenciamento eletrônico atualmente em uso. estarão vigentes enquanto o contribuinte não regularizar o estabelecimento. 7 DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS 7. ou a qualquer tempo.3 Os processos protocolizados até a vigência desta NPT obedecerão ao rito anterior até a decisão final. b) Certificado de Vistoria em Estabelecimento . estará a validade estendida até a decisão do Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico. 6.LVH.13. 7. tem caráter apenas orientador. d) Relatório de Orientação . ou dar retorno ao responsável pelos atos que necessitem esclarecimentos ou novo ato para normalização.13.13. se não houver adequação a ser realizada. e não seja contribuinte nos termos do Art.22 A análise tem por objeto a verificação minuciosa de todos os atos já praticados no processo.25 Quando o contribuinte protocolizar o pedido para renovação em até 30 (trinta) dias antes do vencimento do Certificado de Vistoria em Estabelecimento. c) Laudo de Vistoria em Hidrante . possuem validade enquanto se manter as características da edificação construída.13. todos os atos continuarão sendo registrados no sistema e os possíveis via internet relacionados nesta norma deverão ser realizados pessoalmente nos locais disponibilizados pelo Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico. através da Sétima Seção de Estado Maior disporá sobre as medidas necessárias à implantação desta norma e administração dos processos dela decorrentes.23 Os processos entrarão na agenda para análise quando exaurido o prazo para adequação às normas de prevenção dados ao contribuinte. importância da segurança e da prevenção. e Laudo de Vistoria de Conclusão de Obra Parcial .NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 6. até um ano contado do primeiro ato do Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico em resposta ao contribuinte. será orientado o responsável s obre a .2 Até que o Sistema PREVFOGO seja implantado.13.LVCO.LVCOP.CVE. 3° da Lei n° 13. de 2002. Laudo de Vistoria de Conclusão de Obra . 6.21 Na edificação que esteja em conformidade com as normas de segurança contra incêndio e pânico. 7. que deverá ser emitida em até 120 (cento e vinte) dias. 6. 15 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO . salvo processos que impetrarem recurso.RE e Reprovação de Estabelecimento Fiscalizado REF.RO. contanto que se mantenham as condições adequadas de prevenção verificadas.

NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 ANEXO A FLUXOGRAMA DO PROCESSO DE VISTORIA EM ESTABELECIMENTOS Figura 1 – Fluxograma da solicitação 16 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO .

NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 ANEXO A FLUXOGRAMA DO PROCESSO DE VISTORIA EM ESTABELECIMENTOS Figura 2 – Fluxograma de execução da fiscalização 17 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO .

NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 ANEXO A FLUXOGRAMA DO PROCESSO DE VISTORIA EM ESTABELECIMENTOS Figura 3 – Fluxograma de execução da vistoria preventiva 18 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO .

0. então aplicaremos conforme a distribuição de Zi (Coeficiente 19 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO . indústrias e serviços. EXEMPLO DE CÁLCULO Como exemplo. Obs.5 (ponto cinco) Classe 2 – Comércios. A3. determinado de acordo com a atividade desenvolvida no estabelecimento sendo: Classe 1 – Residências e similares com alto ponto de fulgor (sólidos comuns): índice 0. teremos A2 = 4800 m2. A2 teremos as áreas excedentes a 200 m2. subtraímos do total de 6300 m2. até 5000 m2) Z3 .0. como restaram 6100 m2 da subtração de A1. teremos as áreas excedentes a 5000 m2. teremos as áreas até 200 m2. até 5. aplicando ao nosso exemplo teremos a seguinte distribuição das áreas conforme subdivisões de Ai: A1. que explorem materiais e/ou mercadorias de baixo ponto de fulgor (derivados de petróleo e explosivos): índice 2 (dois). Como Ai é a área do imóvel expressa em m2 a ser vistoriada. que utilizem ou explorem materiais e ou mercadorias de alto ponto de fulgor (sólidos comuns): índice 1 (um) Classe 3 – Comércios.0. Já determinamos a distribuição das áreas.: A taxa será cobrada até o limite de 100 UPF/PR. até 5000 m2.010 (até 200 m2 de área) Z2 . então seguiremos com os cálculos: Primeiro efetuamos o somatório contido no parentese (ΣAi x Zi). logo A1 = 200. termos A3 = 1300.000 m2 A3 – áreas excedentes a 5000 m2 Zi – Coeficiente variável em função da área Sendo: Z1 .NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 ANEXO B EXEMPLO DE CÁLCULO DA TAXA DE VISTORIA EM ESTABELECIMENTOS FORMULA PARA CÁLCULO DA TAXA I = 30%UPF/PR x {5 + (ΣAi x Zi) x fr} Onde: I – Valor da taxa expresso em unidade monetária Ai – Área do imóvel em m2 a ser vistoriada Sendo: A1 – áreas até 200 m2 A2 – áreas excedentes a 200 m2. como restaram 1300 m da subtração de A2.002 (área excedente a 5000 m2) fr – Coeficiente variável em função do risco de incêndio. indústrias e serviços. vamos tomar um estabelecimento comercial que desenvolva atividade econômica de restaurante e similares.020 (área excedente a 200 m2. ocupando para a sua atividade uma área de 6300 m2.

06 teremos: 30%UPF/PR = 19.6) x 1} Efetuando primeiramente a multiplicação teremos: {5 + 100.00. No enunciado do nosso exemplo a atividade é de restaurante e similares.6 I = 2029. R$ 6.6) (100.6} Concluindo o cálculo contido nas chaves com a operação de soma teremos o seguinte resultado: {105.020) (96) (A3 x Z3) (1300 x 0.4208 Como I é o valor da taxa expresso em unidade monetária.002) (2.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 variável em função da área). que é de 100 UPF/PR. sólidos comuns.010) (2) (A2 x Z2) (4800 x 0.218 x 105. Transcrevendo o resultado obtido com o coeficiente variável teremos: {5 + (100. e considerando não ter ultrapassado o valor limite de cobrança da taxa.42 20 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO .218 Transcrevendo o resultado obtido na percentagem para a formula: I = 19.6) Concluído o somatório passaremos a resolver o conteúdo das chaves {5 + (ΣAi x Zi) x fr} Transcrevendo o resultado obtido anteriormente no somatório teremos: {5 + (100. comércio que utiliza materiais e mercadorias de alto ponto de fulgor.406.6) x fr} Agora temos que determinar o fr (coeficiente variável em função do risco de incêndio) de acordo com a atividade desenvolvida no estabelecimento. teremos finalmente o valor da taxa: R$ 2. então teremos: Classe 2. sendo fr = 1 (um). que é de R$ 64. ou seja.029.6} Resta agora determinar a porcentagem da UPF/PR para multiplicarmos com o resultado do contido nas chaves. Considerando a UPF/PR (Unidade Padrão Fiscal do Paraná) vigente na publicação desta norma. logo teremos: (A1 x Z1) (200 x 0.6) Concluindo o somatório teremos: (2 + 96 + 2.

que as pessoas abaixo relacionadas participaram com bom aproveitamento do treinamento de "Brigada de Incêndio". __ de _______ de 2.000-4 SSP/PR RECICLAGEM 5.01_. município de ___________ .000.000-5 SSP/PR RECICLAGEM Município.000-2 SSP/PR FORMAÇÃO 3.000-1 SSP/PR FORMAÇÃO 2. NOME COMPLETO (2) Qualificação Profissional Registro N° 00000 NOME COMPLETO Qualificação Profissional Registro N° 00000 Nota 1: Conforme tabela B. Nota 2: Caso a formação ou reciclagem for realizada por 02 (dois) instrutores em áreas diferentes (incêndio e primeiros socorros).NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 ANEXO C ATESTADO DE BRIGADA DE INCÊNDIO ATESTADO DE BRIGADA DE INCÊNDIO Atesto.000. o atestado de brigada de incêndio deve ser assinado por ambos (Item 5. PR e estão aptas ao manuseio dos equipamentos de prevenção e combate a incêndio da edificação: NOME RG TREINAMENTO CARGA HORÁRIA (1) XX XX XX XX XX MARIANA SERRA SILVA GUILHERME MODESTO GUSTAVO MODESTO JOÃO PAULO FERNANDES GIOVANA PALHARES 1. para os devidos fins.000.2 da NPT-017.000.4 da NPT-017).000.4. bairro ___________ . OBS: Só é válido com a comprovação da capacitação técnica do signatário (anexar cópia da credencial) 21 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO . referente à edificação localizada na __________________ n° _____ .000-2 SSP/PR FORMAÇÃO 4.

a edificação situada na ____________________________ . ________________________________ Nome: Endereço: Proprietário/Responsável legal pelo imóvel 22 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO .4 da Parte 1 da NPT-001. que possui Plano de Segurança Contra Incêndio e Pânico aprovado nesse Corpo de Bombeiros sob o n° ___________ .CSCIP e NPT-002 – Adaptação às normas de Segurança contra Incêndio – edificações existentes. ____ de ______________ de 201__. PR. prevendo as medidas de segurança contra incêndio exigidas na Tabela 4 do CSCIP e NPT-002 – Adaptação às normas de Segurança contra Incêndio – edificações existentes. município de __________________ .16. de acordo com o previsto no item 6. ora desatualizado devido a não previsão em planta das medidas de segurança contra incêndio exigidas na Tabela 4 do Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico .Procedimentos Administrativos. no bairro _________________ .NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 ANEXO D TERMO DE COMPROMISSO DO PROPRIETÁRIO TERMO DE COMPROMISSO DO PROPRIETÁRIO Visando a concessão do Certificado de Vistoria de Estabelecimento do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. nos moldes previstos na Parte 2 da NPT-001 . Comprometo-me a substituir o atual Projeto Técnico acima descrito. ____________.

que possui Plano de Segurança Contra Incêndio e Pânico aprovado nesse Corpo de Bombeiros sob o NIB ________/___.5. bairro _________________ . respectivamente. térreas (com ou sem mezaninos).4. situada na _________________________________________ .4. município de __________________ . Assumo toda a responsabilidade civil e criminal quanto à permanência das portas abertas.2 da NPT-011.6. ocupações da Divisão F.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 ANEXO E TERMO DE RESPONSABILIDADE DAS SAÍDAS DE EMERGÊNCIA TERMO DE RESPONSABILIDADE DAS SAÍDAS DE EMERGÊNCIA Visando a concessão do Certificado de Vistoria de Estabelecimento do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. n° ______. ____ de ______________ de 201__. atestamos que as PORTAS DE SAÍDAS DE EMERGÊNCIA da edificação classificada no Grupo F. estão instaladas com sentido de abertura no abertas durante a realização do evento. PR.5. ________________________________ Nome: Endereço: Proprietário/Responsável legal pelo imóvel Obs: Válido para item 5. fluxo da rota de fuga e permanecem ____________. com área máxima construída de 1500 m2 ou quando a porta de segurança da edificação for do tipo de enrolar ou de correr. 23 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO .6.1 e 5.

bairro _____________________________.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 ANEXO F DECLARAÇÃO DE EDIFICAÇÃO DESABITADA DECLARAÇÃO Declaro que a edificação situada à___________________________________ . que possui Plano de Segurança Contra Incêndio e Pânico n° ____ _________. para tanto. ________________________________ Nome: Endereço: Proprietário/Responsável Técnico 24 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO . porém desabitada e. ____ de ______________ de 201__. município de ______________________. nos termos do item 6. ____________. encontra-se com suas obras terminadas.15. solicito que seja feita a respectiva vistoria para emissão do Laudo de Vistoria de Conclusão de Obras (LVCO).2 da Parte 1 da Norma de Procedimentos Técnicos n° 001 – Procedi mentos Administrativos.

NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 1 ANEXO G PLANTA DE INSTALAÇÃO E OCUPAÇÃO TEMPORÁRIA 25 ELABORADA POR ADRIANO APARECIDO CARNEIRO .

3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS 1 .Quadro resumo das medidas de segurança contra incêndio G .Formulário de Atendimento Técnico I .PSCIP CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 38 páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 Objetivo Aplicação Referências normativas e bibliográficas Definições Formas de apresentação ANEXOS A .NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 001 Procedimentos administrativos Parte 2 – Plano de Segurança Contra Incêndio e Pânico .Planta de risco e quadro de estatística da obra B . 2 APLICAÇÃO Esta Norma de Procedimento Técnico (NPT) aplica-se aos Planos de Segurança Contra Incêndio e Pânico – PSCIP das edificações e áreas de risco.Memorial de segurança contra incêndio das estruturas 1 OBJETIVO Estabelecer os critérios para apresentação do Plano de Segurança Contra Incêndio e Pânico – PSCIP das edificações e áreas de risco.Planta das medidas de segurança contra incêndio e pânico C .Memorial industrial de segurança contra incêndio e pânico E .Ofício de apresentação do PSCIP D .Exemplo de cálculo da taxa de análise do PSCIP H . atendendo ao previsto no Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico – CSCIP do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná – CBMPR.Memorial básico de construção F . apresentados aos Serviços de Prevenção Contra Incêndio e Pânico – SPCIP para verificação de conformidade ao CSCIP.

Referência a itens.1 Características da edificação e áreas de risco 2 .Desenho técnico .Direito Administrativo Brasileiro. Álvaro .Critérios de projeto.Desenho técnico . NBR 10068 .Editora Malheiros. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Norma de Procedimento Técnico – NPT aplicam-se as definições da NPT 003 – Terminologia de Segurança Contra Incêndio e Pânico. Hely Lopes .567. de 29 de Janeiro de 1999. de 7 Janeiro de 2004.  Lei 16. NBR 14699 . 9 de Setembro de 2010 . Lazzarini.Emprego de desenho técnico.976.Estudos de Direito Administrativo .preparos e dimensões. montagem e operação de postos de gás comprimido. NBR 12236 .2000 .Representação simplificada em estruturas metálicas. que institui normas gerais para a execução de atividades concernentes à prevenção e combate a incêndio.278.Folha de desenho .784. de 26 Dezembro de 2002. b) Plano de Segurança Contra Incêndio e Pânico para Instalação e Ocupação Temporária (PSCIP-IOT). 5. que altera o a nexo único da Lei 13. c) Plano de Segurança Contra Incêndio e Pânico para Ocupação Temporária em Edificação Permanente (PSCIP-OTEP).976/2002. NBR 10067 – Princípios gerais de representação em desenho técnico. que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal. 25a edição . 5 FORMAS DE APRESENTAÇÃO As medidas de segurança contra incêndio e pânico nas edificações e áreas de risco devem ser apresentadas ao CBMPR para análise por meio de: a) Plano de Segurança Contra Incêndio e Pânico (PSCIP).1 Plano de Segurança Contra Incêndio e Pânico 5. Meirelles.            Instrução Técnica nº 01/2011 – Procedimentos Administrativos.Representação de símbolos aplicados a tolerâncias geométricas .Desenho técnico .Leiaute e dimensões.Editora Revista dos Tribunais – 2000. NBR 8196 .  Lei n° 13. NBR 6492 . NBR 13273 . que cria o F undo Estadual do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná – FUNCB.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2  Lei n° 9.1. Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo.  Lei n° 14.Representação de projetos de arquitetura. NBR 14611 .

1. g) Planta das medidas de segurança contra incêndio e pânico (anexo B). chuveiros automáticos.2. alarme e detecção de incêndio. f) Edificações e áreas de risco cuja ocupação pertencem aos Grupos “E”. com as dimensões de 240mm x 330mm e altura conforme a quantidade de documentos. que implique em novas medidas de segurança. f) Planta de risco e quadro de estatística da obra (anexo A).1.1.2 Havendo interesse do proprietário e/ou responsável técnico. com área igual ou superior a 1.1 Pasta do PSCIP Pasta plástica ofício. nos termos da alínea g).1. g) Edificações e áreas de risco que necessitem de proteção por sistemas fixos tais como: hidrantes. b) Ofício de apresentação do PSCIP. 5.2. c) Edificações antigas ou existentes de Risco Moderado ou Elevado.000m2. 5. com área igual ou superior a 1.1. que acondiciona todos os documentos do PSCI.2 Composição O PSCIP deve ser composto pelos seguintes documentos: a) Pasta do PSCIP. Havendo a necessidade de mais de uma pasta. excluídas as residências unifamiliares. independentemente da área e/ou número de pavimentos.500m 2. “F” e “H”. vermelha.2 Ofício de apresentação do PSCIP 3 .1.1. os projetos arquitetônicos poderão ser analisados pelo CBMPR. d) Edificações que forem submetidas a mudança de ocupação. dentre outros. quanto a conformidade das vias de abandono da edificação. d) Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) do responsável técnico pelo PSCIP.1. reforma estrutural ou ampliação de área construída. b) Edificações antigas ou existentes de Risco Leve.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 5. nos termos da alínea g). ou com 3 ou mais pavimentos.1. e) Edificações e áreas de risco cuja ocupação pertencem aos Grupos “L” e “M”. c) Procuração do proprietário quando este transferir seu poder de signatário. independentemente da área e/ou número de pavimentos. deverão ser numeradas conforme sequência de documentos estabelecida no item 5. 5.2. com elástico. quando necessário. não sendo obrigatória a apresentação do projeto arquitetônico para obtenção da aprovação do PSCIP.2.1 O PSCIP deve ser utilizado para apresentação das medidas de segurança contra incêndio e pânico das seguintes edificações e áreas de risco: a) Edificações novas com área igual ou superior a 100m 2. organizados na sequência estabelecida no item 5. e) Documentos complementares.1. ou com 4 ou mais pavimentos. 5.1.

5 Documentos complementares Documentos solicitados pelo Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do CBMPR. sempre que terceiro assine documentação do PSCIP pelo proprietário. certificando que pode haver o comércio do Grupo L no local desejado.2. Armas e Munições (DEAM) Documento da Polícia Civil do Estado do Paraná que autoriza a atividade de comercialização e/ou armazenamento de explosivos. matérias primas.2. líquidos inflamáveis ou combustíveis com ponto de fulgor.2. as ARTs dos responsáveis técnicos pelos projetos específicos. chuveiros automáticos. controle de fumaça.4 Autorização da Delegacia de Explosivos. 5. pressurização de escada.1. b) Documento expedido pela Prefeitura Municipal. se houver. sendo necessária a apresentação de catálogos técnicos. No desenvolvimento dos cálculos hidráulicos para as medidas de segurança contra incêndio por espuma e resfriamento deve ser levado em conta o desempenho dos equipamentos. 5. sistema de espuma e resfriamento.5. estoques. quando as características da mesma assim o exigirem: 5. a fim de subsidiar a análise do PSCIP da edificação e áreas de risco. b) Tipo de sistema fixo.5 Documentos referentes ao comércio de fogos de artifício a) Inventário de estoque para fogos de artifício. entre outros (anexo D).5.1.2.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 Ofício encaminhado ao Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico. utilizando as referências de vazão.5. produtos acabados.3 Procuração do proprietário Deve ser apresentada. 5.1. 5.2. solicitando análise e aprovação do PSCIP.2. tais como hidrantes. contendo informações básicas da edificação ou área de risco.1.1. com especificação da quantidade máxima. dentre outros. pressão e perda de carga.1.1. d) Forma de acionamento (manual ou automático). 4 . 5. 5.2.4 Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) Deve ser anexada a ART do responsável técnico pelo PSCIP e.5.3 Memorial do sistema fixo de gases para combate a incêndio a) Norma adotada.1. com assinatura do responsável técnico pelo PSCIP (anexo C).1 Memorial industrial de segurança contra incêndio e pânico Descrição dos processos industriais. 5.5. c) Agente extintor empregado.2. conforme NPT 030 – Fogos de artifício.2 Memorial de cálculo Memorial descritivo dos cálculos realizados para o dimensionamento dos sistemas fixos contra incêndio.

4 desta NPT. ou de radiografia industrial. a ocupação e a data da edificação e áreas de riscos existentes (Projeto de Prevenção de Incêndio e Arquitetônico vistado pelo CBMPR. quando utilizados. plantas aprovadas pela Prefeitura Municipal.2.5.2.5. 5. conforme NPT 012 . sua ocupação e detalhes úteis para a qualidade do atendimento operacional do Corpo de Bombeiros.6 Memorial de dimensionamento da carga de incêndio Memorial descritivo da carga de incêndio dos materiais existentes na edificação e área de risco contendo o dimensionamento conforme NPT 014 – Carga de incêndio nas edificações e áreas de risco.5.5. nucleares.5.12 Memorial básico de construção Documento com a descrição das características estruturais da edificação e áreas de risco (anexo E).1.10 Planilha de informações operacionais Planilha que contém um conjunto de dados sobre a edificação.: 200 prateleiras com 30 pallets em cada uma e com 20 caixas em cada pallet). Registro de Imóveis. 5. d) Autorização do DEAM da Polícia Civil.1. os materiais devem ser individualizados em unidades.9 Cálculo de dimensionamento de lotação e saídas de emergência em locais de reunião de público Cálculos realizados para dimensionamento de lotação de saídas de emergência em locais de reunião de público.Centros esportivos e de exibição – Requisitos de segurança contra incêndio. No desenvolvimento dos cálculos. conforme NPT 011 – Saídas de emergência.7 Documento comprobatório Documento que comprova a área construída.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 c) Detalhes construtivos previstos na NPT 030 a serem inseridos no memorial básico de construção (anexo E). conforme item 5.2.1.5.1. autorizando o funcionamento da edificaçãoe áreas de risco. 5.5.2.2.2. relacionando-os com as suas respectivas massas (kg).1. 5. 5.1.2.11 Licença de funcionamento para instalações radioativas. sendo que o resultado final deve ser dado em unidades absolutas (ex. ou qualquer instalação que trabalhe com fonte radioativas Documento emitido pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN).2. Certificado de Vistoria e Conclusão de Obra da Prefeitura Municipal. 5 . 5. 5.8 Memorial de cálculo de dimensionamento de lotação e saídas de emergência em centros esportivos e de exibição Memorial descritivo dos cálculos realizados para dimensionamento de lotação e saídas de emergência em recintos desportivos e de espetáculo artístico cultural.5. Laudo e/ou Certificado de Vistoria do CBMPR.1.1. conforme a NPT 016 – Plano de emergência contra incêndio.

c) As escalas adotadas devem ser as estabelecidas em normas oficiais.5. deve-se apresentar uma mídia.1. i) j) É facultativa a apresentação da planta de fachada. b) Ser elaborada no formato A4 (2l0 mm x 297 mm). 5. devido à grande quantidade de elementos gráficos.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 5. A2 ou A1 em escala padronizada.2. compartimentação vertical e escadas devem ser apresentados em planta de corte.3 Apresentação da planta das medidas de segurança contra incêndio 5.1.2. Quando o PSCIP apresentar dificuldade para visualização das medidas de segurança contra incêndio alocado em um espaço da planta.5. devidamente identificada. 5. deve ser feita linha de chamada em círculo com linha pontilhada com alocação dos símbolos exigidos. 6 . contudo. esta pode ser fracionada.1. indicando a lozalização das medidas de segurança contra incêndio.5. contendo representação gráfica de todas as edificações e áreas de riscos com suas respectivas cotas e afastamentos. e) Quando a planta de uma área construída ou área de risco não couber integralmente em escala reduzida em condições de legibilidade na folha A1.1.1 Deve ser apresentada da seguinte forma: a) Além da planta impressa que compõe o processo.6 Planta de risco e estatística Folha única no formato A4. os detalhes de proteção estrutural.2. h) O quadro estatístico da edificação e áreas de risco deve ser colocado na primeira folha.1. f) Adotar os símbolos gráficos conforme NPT 004.1. 5.2. A3 (297 mm x 420 mm). com os arquivos eletrônicos das plantas com a extensão em PDF. deve adotar numeração que indique onde está localizada tal área na planta de risco. d) Adotar escala que permita a vizualização das medidas de segurança contra incêndio. porém. A3. A2 (420 mm x 594 mm) ou A1 (594 mm x 840 mm).3.15 Memorial de cálculo de isolamento de risco Memorial descritivo dos cálculos realizados para o dimensionamento do isolamento de risco entre edificações e áreas de risco 5.14 Memorial de cálculo de pressurização de escada Memorial descritivo dos cálculos realizados para o dimensionamento da pressurização da escada de segurança. bem como os riscos existentes e quadro estatístico da edificação conforme anexo A. g) Seguir a forma de apresentação gráfica conforme padrão adotado por normas oficiais.13 Memorial de dimensionamento e descritivo da lógica de funcionamento do sistema de controle de fumaça Memorial demonstrativo dos parâmetros técnicos adotados para o dimensionamento do sistema de controle de fumaça e descrição lógica do funcionamento.

10) Implantação de residências unifamiliares que estejam dentro de uma mesma indicação fiscal (mesmo terreno) que contenha uma edificação onde a apresentação do PSCIP seja obrigatória. 9) Depósito de produtos perigosos. d) Áreas construídas e áreas de risco com suas características. 11) Outros riscos que necessitem de segurança contra incêndio. 5) Locais de armazenamento de recipientes contendo gases inflamáveis (capacidade do recipiente e quantidade armazenada). 2) Casa de caldeiras ou vasos sob pressão.1. porém. tais como: 1) Tanques de combustível (produto e capacidade). em que a edificação não residencial unifamiliar possua sistema preventivo fixo. 8) Depósito de materiais pirofóricos.2.1. a) No caso de risco incorporado. diâmetros e demais informações necessárias para verificação dos memoriais de cálculos apresentados. conexões. comprimento das tubulações. 4) Cabinas de pintura.1 Detalhes genéricos que devem constar nas plantas: a) Símbolos gráficos. f) O esquema isométrico da tubulação deve conter o material utilizado. c) Nota em planta com indicação dos equipamentos móveis ou fixos ou sistemas de segurança instalados que possuírem a mesma capacidade ou dimensão.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 k) A apresentação do projetos de chuveiros automáticos. distinguindo-as dos demais detalhes da planta.2 Conteúdo da planta das medidas de segurança contra incêndio 5. deve ser feito em planta separada. 7 . Outros itens da planta poderão fazer uso da cor vermelha desde que sua representação tenha vínculo com as medidas de segurança contra incêndio apresentadas no PSCIP. b) Legenda de todas as medidas de segurança contra incêndio utilizadas no PSCIP. a cobertura fica restrita à edificação não residencial unifamiliar. b) Deverá ser apresentada as cotas da edificação residencial e seus afastamentos as edificações mais próximas. 3) Dutos e aberturas que possibilitem a propagação de calor. 5. conforme NPT 004.3.3. e) As plantas das medidas de segurança contra incêndio devem ser apresentadas com as medidas de segurança contra incêndio na cor vermelha. 7) Centrais prediais de gases inflamáveis. em ordem numérica sequencial do PSCIP. Nos casos de proteção por sistema móvel. com a localização das medidas de segurança contra incêndio em planta baixa. este deverá dar cobertura à residência unifamiliar. 6) Áreas com risco de explosão. mesmo que a edificação seja considerada como risco isolado.

nas planta de implantação e de risco. dentre outros) especificadas em um quadro de áreas próprio. i) j) Cotas dos desníveis em uma planta baixa. escadas. conforme anexo F. detalhes de estruturas e outros quando houver a exigência específica destes detalhes construtivos. k) Localização e independência do sistema elétrico em relação a chave geral de energia da edificação e áreas de risco sempre que a medida de segurança contra incêndio tiver seu funcionamento baseado em motores elétricos. n) Indicar eixos transversais e longitudinais e respsctivas cotas de 10 (dez) metros no quadrante superior esquerdo. Nota: Os detalhes genéricos constantes do PSCIP devem ser apresentados na primeira folha ou.2. escadas enclausuradas. tais como: a) Legenda. antecãmaras. g) Detalhes de degraus. b) Isométrico. quando houver solicitação de isenção de medidas de segurança contra incêndio. m) Destaque no desenho das áreas frias não computáveis (banheiros. m) Quadro do sistema de gases e líquidos inflamáveis e combustíveis e outros. quando houver.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 g) Quadro de situação da edificação e áreas de risco. nos casos em que tais detalhes não caibam nesta. vestiários. conforme planta chave. indicando os logradouros que delimitam a quadra. tais como: dutos de ventilação da escada. i) j) Detalhe do registro de recalque. sem escala. 5. c) Quadro resumo das medidas de segurança. Medidas de proteção passiva contra incêndio nas plantas de corte. Nota sobre o sistema de sinalização adotado.2 Detalhes específicos que devem constar na planta de acordo com a medida de segurança projetada para a edificação e áreas de risco. devem constar nas próximas folhas.1. k) Detalhe da sucção da bomba de incêndio. e) Quadro de áreas. d) Quadro de localização da edificação e áreas de risco. h) Detalhe da ventilação efetiva da escada de segurança. constantes nas respectivas NPTs: a) Acesso de viatura na edificação e área de risco (NPT 006): 8 . distância verga peitoril. l) Especificação dos chuveiros automáticos. h) Quadro resumo das medidas de segurança contra incêndio indicando as normas e/ou legislações aplicadas nas respectivas medidas de segurança constantes do PSCIP.3. f) Detalhes de corrimãos e guarda-corpos. l) Miniatura da implantação com hachuramento da área sempre que houver planta fracionada em mais de uma folha.

3) Aba vertical. 2) Indicar a ocupação. b) Separação entre edificações (NPT 007): Para edificações objetos de cálculo deve-se: 1) Indicar a distância de outras edificações. 4) Largura e altura do portão de entrada da via de acesso. 7) Parede corta-fogo para compartimentação. 5) Indicar a fachada da edificação considerada para o cálculo de isolamento de risco e suas respectivas dimensões. conforme anexo A da NPT 008. 11) Cortina corta-fogo. os locais isentos de revestimento. se for o caso. 2) Aba horizontal. 3) Indicar a carga de incêndio. 7) Juntar o memorial de cálculo de isolamento de risco. 5) Tempo de resistência ao fogo dos elementos estruturais utilizados. 4) Afastamento de aberturas perpendiculares à parede corta-fogo para compartimentação. 8) Vedador corta-fogo. 9) Selo corta-fogo. 6) Parede corta-fogo para isolamento de risco. 3) Identificar em planta as áreas das estruturas protegidas com material resistente ao fogo e. 2) Indicação se a via de acesso é mão única ou dupla. 3) Indicação do peso suportado pelo pavimento da via de acesso em kgf.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 1) Largura da via de acesso. 2) Identificar os tipos de estruturas. 6) Elementos corta-fogo. 4) Indicar as aberturas nas fachadas e suas respectivas dimensões. 9 . d) Compartimentação horizontal e compartimentação vertical (NPT 009): 1) Área compartimentadas e o respectivo quadro de áreas. 10) Porta corta-fogo. c) Segurança estrutural nas edificações (NPT 008): 1) Constar o Tempo Requerido de Resistência ao Fogo (TRRF) das estruturas em nota ou legenda e no memorial de construção independente do tipo de estrutura.

6) Largura das portas das saídas de emergência. 2) Largura das portas das entradas dos recintos. f) Saídas de emergência (NPT 011): 1) Detalehes de degraus. 13) Vidro corta-fogo. individualizando a lotação por ambiente. acessos e portas das saídas de emergência. g) Centros esportivos e de exibição – Requisitos de segurança contra incêndio (NPT 012): 1) Larguras das escadas. 10 . 7) Indicar barras antipânico (quando houver). 4) Corrimãos em escadas e rampas. 5) Detalhe da ventilação efetiva da escada de segurança (quando houver). 3) Detalhes de guarda-corpos. 6) Porcentagem de inclinação das rampas. correspondentes e cada ambiente. 5) Dimensões da base e espelho dos degraus. 14) Vidro para-chama. 13) Localização do grupo motogerador. 10) Indicar a lotação do ambiente quando se tratar de local de reunião de público. 10) Dimensões das cadeiras fixas (dobráveis ou não) e o espaçamento entre as mesmas.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 12) Cortina d'água. 8) Casa de máquinas do elevador de emergência (quando houver). as classes dos materiais de piso. inclusive os corrimãos centrais. teto e forro. 9) Antecãmaras de segurança (quando houver). 4) Largura das escadas. parede. 2) Detalehs de corrimãos. 8) Delimitação física da área de público em pé. 3) Barra antipânico onde houver. divisória. 9) Dimensões dos camarotes (quando houver). 12) Indicar os equipamentos de som. e) Controle de materiais de acabamento e revestimento (NPT 010): 1) Indicar nos respectivos cortes ou em notas específicas. 7) As lotações dos ambientes. 11) Indicar o revestimento do piso.

15) Juntar o memorial de cálculo de vazão do sistema de pressurização do elevador de emergência (quando houver exigência). 9) Janela de sobre pressão. 2) Exaustores naturais (entradas. 14) Juntar o memorial de cálculo de vazão do sistema de pressurização da escada. j) Controle de fumaça (NPT 015): 1) Indicar a carga de incêndio específica para as ocupações não listadas na NPT 014. 2) Localização do ponto de captação de ar. 12) Elementos de compartimentação de risco (parede e porta corta-fogo) da sala do grupo motoventilador. 13) Antecâmara de segurança e indicação da porta estanque quando a sala do grupo motoventilador estiver localizada em pavimento que possa causar risco de captação de fumaça de um incêndio. 4) Localização da central de detecção de incêndio. 5) Localização da fonte alternativa de energia do sistema.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 14) Localização dos blocos autônomos. 15) Indicar a sinalização de piso. venezianas. h) Pressurização de escada de segurança (NPT 013): 1) A sala do grupo motoventilador. 2) Juntar o memorial de carga de incêndio (quando necessário). grelhas. 3) Detectores de acionamento do sistema. 8) Localização do grupo motogerador. 10) Apresentação esquemática do sistema em corte. clarabóias e alçapões). 11 . aberturas. 16) Constar nota no quadro de informações sobre os sistemas de como será o controle de acesso do público. 5) Registro corta-fogo e fumaça. i) Carga de incêndio nas edificações e áreas de risco (NPT 014): 1) Indicar a carga de incêndio específica para as ocupações não listadas na NPT 014. 6) Grelhas de insuflamento. 7) Caminhamento dos dutos. 4) Dutos e peças especiais. 3) Exaustores mecânicos. 11) Acionadores manuais dos motoventiladores localizados na sala do grupo motoventilador e no local de supervisão predial com permanência humana constante.

2) Os acionadores manuais de alarme de incêndio. 4) Fonte alternativa de energia do sistema. l) Sistema de detecção e alarme de incêndio (NPT 019): 1) Localização pontual dos detectores. 7) Detalhe ou nota em planta da proteção dos dutos quando passarem por áreas de risco. 11) Juntar o memorial de dimensionamento e descritivo da lógica de funcionamento do sistema de controle de fumaça. quadros e comandos. 6) Fonte alternativa de energia do sistema. deve ser indicada a capacidade ao lado de cada símbolo. k) Iluminação de emergência (NPT 018): 1) Os pontos de iluminação de emergência. autonomia e sistema de automatização. 5) Painel repetidor (quando houver). 5) Quando o sistema for abrangido por GMG. 3) Os sinalizadores sonoros e visuais. 12 .NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 6) Localização dos pontos de acionamento alternativo do sistema. n) Sistema de proteção por extintores de incêndio (NPT 021): 1) Indicar as unidades extintoras. 10) Localização da fonte de alimentação. 2) Quando o sistema de iluminação de emergência for alimentado por grupo motogerador (GMG) que não abranja todas as luminárias da edificação e áreas de risco. 8) Localização da central de alarme/detecção de incêndio. devem constar no PSCIP a abrangência. 2) Quando forem usadas unidades extintoras com capacidades diferentes de um mesmo agente. 7) Localização dos detectores de incêndio. m) Sistema de sinalização de emergência (NPT 020): Deve ser lançada uma nota referenciando o atendimento do sistema de sinalização de emergência de acordo com a NPT 020. 4) Central do sistema. 9) Localização da casa de máquinas dos insufladores e exaustores. devem ser indicadas as luminárias a serem acionadas em caso de emergência. 3) O posicionamento da central do sistema. 6) Duto de entrada de ar. parede corta-fogo e porta corta-fogo da sala do GMG quando o mesmo estiver localizado em área com risco de capatação de fumaça ou gases quentes provenientes de um incêndio.

4) Indicar o registro de recalque. 13 . 3) Indicar o dispositivo responsável pelo acionamento no barrilete. 5) Quando houver mais de um sistema de hidrantes instalado. 2) A área de aplicação dos chuveiros hachurada para os respectivos riscos. deve ser indicado no registro de recalque. 8) Esquema isométrico somente da tubulação envolvida no cálculo. vazão e potência. 11) Quando o sistema de abastecimento de água for através de fonte natural (lago. 3) Os tipos de chuveiros especificados. 6) Indicar o reservatório de incêndio e sua capacidade. 7) Indicar a bomba de incêndio principal e jockey (quando houver) com indicação de pressão. 10) Deve constar o detalhe da sucção quando o reservatório for subterrâneo ou ao nível do solo. 10) Devem ser apresentadas todas as tubulações de distribuição com respectivos diâmetros e cotas de distância. 6) Localização do painel de alarme. 12) Juntar o memorial de cálculo do sistema de hidrantes. etc. 9) Deve constar a perspectiva isométrica completa (sem escala e com cotas). a localização do acionador manual alternativo da bomba de incêndio em local de supervisão predial. açude . 9) Toda a tubulação abrangida pelo cálculo deve ter seu diâmetro e comprimento cotado no esquema isométrico.). bem como. lagoa. 4) Localização dos cabeçotes de testes.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 o) Sistema de hidrantes e mangotinhos (NPT 022): 1) Indicar os hidrantes ou mangotinhos. 8) Quando forem usadas mangueiras de incêndio e esguichos com comprimentos e requintes diferentes. bem como o detalhe que mostre suas condições de instalação. quando o sistema de acionamento for automatizado. 7) Locais onde foram substituídos os chuveiros por detectores de incêndio. indicar a sua localização. e com permanência humana constante. 2) Indicar as botoeiras de acionamento da bomba de incêndio. vazão e potência. 5) Área de cobertura e localização das válvulas de governo e alarme (VGA) e dos comandos secundários (CS). a qual edificação ele pertence. p) Sistema de chuveiros automáticos (NPT 023): 1) Localização das bombas do sistema com indicação da pressão. devem ser indicadas as respectivas medidas ao lado do símbolo do hidrante.

exceto quando se tratar da área de operação.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 11) Devem ser indicados os pontos de chuveiros automáticos em toda a edificação e áreas de risco. lagoa. 9) Indicar os equipamentos de proteção contra incêndio (bombas de incêndio. 3) Indicar o tipo de superfície do tanque (teto flutuante ou fixo) 4) Indicar através de cotas os afastamentos entre tanques. vertical ou horizontal). vias públicas. 18) Altura de armazenamento de mercadoria. 13) Indicar as especificações dos equipamentos envolvidos no cálculo. registro de recalque. 6) Indicar o produto inflamável ou combustível. esguichos reguláveis e lançadores de espuma. 13) Localização do registro de recalque. 12) Constar o esquema isométrico. subterrâneo. podendo ser apenas da tubulação envolvida no cálculo. canhões monitores. 2) Indicar o tipo de tanque (elevado. câmaras de espuma. 7) Indicar para cada cenário. q) Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis (NPT 025): 1) Indicar todos os tanques e instalações. indicar a sua localização. volume.). 10) Apresentar quadro que contenha a indicação do tanque. 16) Indicar a capacidade e localização do reservatório de incêndio. aspersores. 14) Quando o sistema de abastecimento de água for através de fonte natural (lago. qual tanque é considerado o de maior risco para efeito de cálculo. bem como a localização do acionador manual alternativo da bomba de incêndio em local de supervisão predial com permanência humana constante. 19) Classe da mercadoria armazenada. 17) Juntar o memorial de cálculo do sistema de chuveiros automáticos. o produto armazenado. neste caso. deve-se indicar a área protegida através de simbologia específica. não será necessária a apresentação dos pontos de chuveiros automáticos nas lojas com área inferior a 300m2. 12) Para edificações C-3. 11) Indicar a localização e volume do líquido gerador de espuma (LGE). 5) Indicar a capacidade de armazenamento de cada tanque. diâmetro e altura do tanque. edificações. 8) Indicar os tanques considerados vizinhos ao tanque de maior risco. 15) Indicar o dispositivo responsável pelo acionamento do sistema no barrilete. e ponto de fulgor. proporcionadores. 14) Juntar o memorial de cálculo do sistema de espuma e resfriamento. entre outros). r) Sistema fixo de gases para combate a incêndio (NPT 026): 14 . ponto de fulgor. açude . etc. limites de propriedade e dimensões das bacias de contenção.

2) Indicar a botoeira de desativação do sistema de gases. t) Manipulação. 3) Indicar a central do sistema de detecção e alarme de incêndio. armazenamento. 6) Indicar o dispositivo corta-fogo provido de alívio de explosão. da área de risco são à prova de explosão e de pó. com fecho automático em todas as aberturas. etc). inclusive as de emergência. 3) Constar nota no quadro de informações sobre os sistemas de que os elevadores devem ser fechados em poços estanques com paredes resistentes ao fogo por 2 horas. edificações e estruturas onde exista o risco de explosão de pó. s) Armazenamento em silos (NPT 027): 1) Indicar o respiro da cobertura de cada silo. áreas edificadas no mesmo lote e locais de risco. etc). 5) Indicar a bateria de cilindros de gases. coletores. 4) Indicar os detectores de incêndio. 7) Indicar na cobertura a vedação contra pós e contra água. que os transportadores verticais e horizontais são dotados de sensores automáticos de movimento. 8) Deve constar o esquema isométrico somente da tubulação envolvida no cálculo. 3) Afastamentos das divisas de terrenos. que as luminárias. comercialização e utilização de gás liquefeito de petróleo GLP (NPT 028): 1) Localização da central de GLP.fogo (PCF) do tipo P-90. 8) Indicar o sistema de detecção e de extinção de faíscas nos dutos de transporte de poeira. 7) Indicar o tempo de retardo para evacuação do local. silos de pó. 10) Indicar os dispositivos de alívio de explosão nos equipamentos (dutos. coletores. 9) Constar em todos os locais confinados ventiladores à prova de explosão. 4) Indicar nas escadas e elevadores as portas corta. que desligam automaticamente os motores ao ser detectado o escorregamento da correia ou corrente. no duto de conexão entre os silos e o dispositivo de coleta de poeira. 15 . 2) Indicar a largura das escadas. 2) Indicar a capacidade dos cilindros. bem como da capacidade total da central. 9) Juntar o memorial de cálculo do sistema de gases limpos e CO2. silos de pó. edificações e estruturas onde exista o risco de explosão de pó. nos equipamentos (dutos. 6) Indicar as áreas protegidas pelo sistema fixo de gases. 5) Indicar o sensor de temperatura localizado entre os dispositivos de produção de calor e o secador.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 1) Indicar a botoeira alternativa para acionamento do sistema fixo.

piacava e similares (NPT 033): 1) Especificar qual o tipo de cobertura utilizada. gases inflamáveis. 5) Sistema de proteção da central. 2) Afastamentos dos limites do terreno e de postos de abastecimento de combustíveis. x) Produtos perigosos em edificações e áreas de risco (NPT 032): 1) Indicar o centro de monitoramento ou a guarita. esguichos reguláveis. se houver exigência de sistema de resfriamento. 3) Localização de fogões. se houver exigência de sistema de resfriamento. 2) Indicar a quantidade e o local de armazenamento ou manipulação. 2) Indicar a capacidade de carga do heliponto. fogos de artifício ou seus depósitos. 4) Localização da central de GLP (quando houver). entre outros). 2) Quantidades de fogos armazenados e suas classificações. w) Segurança contra incêndio para heliponto e heliporto (NPT 031): 1) Sinalização do heliponto conforme previsto na respectiva NPT.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 4) Local de estacionamento do veículo abastecedor. se houver exigência de sistema de resfriamento. 7) Indicar os equipamentos de proteção contra incêndio (bombas de incêndio. z) Hidrante urbano (NPT 034): 16 . 3) Indicar o local de estacionamento do veículo abastecedor quando o gás natural for distribuído por este meio de transporte. registro de recalque. canhões monitores. podendo ser apenas da tubulação envolvida no cálculo. y) Cobertura de sapé. quando o abastecimento for a granel. 8) Constar o esquema isométrico. coifas e similares. v) Fogos de artifício (NPT 030): 1) Deve ser lançada uma nota referenciando o atendimento às distâncias de separação do comércio à via pública. u) Comercialização. distribuição e utilização de gás natural (NPT 029): 1) Indicar os compressores. 6) Localização do botijão e das aberturas previstas para ventilação (caso de área interna em unidade habitacional quando permitido pela NPT 028) e forma de instalação. edifícios habitados e confrontantes de acordo com a NPT 030. estocagem e unidades de abastecimento de gás. 9) Juntar o memorial de cálculo do sistema de resfriamento. 2) Indicar as distâncias mínimas de afastamentos previstos na tabela I da NBR 12236/94. para postos que comercializem gás combustível comprimido. aspersores.

4) Indicar os detalhes dos corrimãos. ac) Substação elétrica (NPT 037): 1) Indicar as áreas destinadas aos reatores. 5) Detalhamento do sistema de água nebulizada para os casos de subestação compartilhada. 2) Indicar o sistema fixo de extinção a ser instalado. ab) Pátio de contêiner (NPT 036): 1) Indicar as áreas de segregação de cargas e respectivas proteções. 4) O traçado da rede de água que abastece os hidrantes com indicação de seus diâmetros.1. 3) Indicar as paredes corta-fogo de isolamento de risco utilizadas no local.4 Apresentação do PSCIP para verificação de conformidade junto ao CBMPR 17 . quando for o caso. 9) Indicar o sistema de comunicação interna. 7) Indicar as medidas de segurança contra incêndio adotadas. 3) Indicar as defensas das laterais do túnel. transformadores e reguladores de tensão. 5. 5) Indicar as áreas de refúgio (quando houver).NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 1) Posicionamento dos hidrantes. ad) Segurança contra incêndio em cozinha profissional (NPT 038): 1) Indicar o caminhamento dos dutos de exaustão. 2) Indicar o sistema de exaustão. 2) O raio de ação do hidrante. 3) A vazão dos hidrantes. 8) Indicar o sistema de drenagem de líquidos e bacias de contenção. 4) Indicar a bacia de contenção com drenagem do óleo isolante e a caixa separadora de óleo e água. 6) Indicar as rotas de fuga e as saídas de emergência. 2) Indicar as vias de acesso a veículos de emergência. 10) Indicar o sistema de circuito interno de televisão. aa) Túnel rodoviário (NPT 035): 1) Indicar a interligação dos túneis paralelos (quando for o caso).

5. será emitida uma Guia de Recolhimento GRPR.6.6 Cassação 5. podendo ser baseado na legislação vigente à época da elaboração do PSCIP anulado.1.1.7.6. acessos.1. 5.4 O ato de anulação do PSCIP deve atender o princípio da publicidade previsto na legislação comum. 5. 5. 5.1 O Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico.1. (Ver exemplo de cálculo no anexo G). 5.6.6 Havendo indício de crime. ao tempo da aprovação.1.1. 5. contados a partir de cada entrada.1.6. 5.976 de 2002.3 A ordem do item anteior pode ser alterada para o atendimento das ocupações ou atividades temporárias ou interesse da administração pública.4. 5. 5.1.1 A qualquer tempo o CBMPR pode anular o PSCIP que não tenha atendido todas as exigências da legislação vigente à época da aprovação. o responsável pelo Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico deve comunicar o fato ao Ministério Público.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 5.1. tem o prazo máximo de 30 (trinta) dias para analisar o PSCIP.5 O ato de anulação do PSCIP deve ser comunicado ao proprietário/responsável pelo uso.1.1 O PSCIP deve ser apresentado na seção de protocolo do Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do CBMPR.5.5.1. tais como tipo e quantidade de escadas. deve ser procedida a anulação do PSCIP. lotação e outros.1.7 Substituição ou atualização do PSCIP 5.1.1 Ampliação de área construída que implique o redimensionamento dos elementos das saídas de emergência.4.1. 5.2 Quando do protocolo do PSCIP.6.2 O PSCIP deve ser analisado conforme ordem cronológica de entrada. 5.1.7. conforme cada caso.1. portas.6.2 O PSCIP anulado deve ser substituído por um novo.3 Constatada a inabilitação técnica do responsável técnico que atuou no PSCIP para o ato praticado. 18 .3 O valor da taxa de análise do PSCIP é calculada com base na Lei Estadual 13.3.1. a qual deverá ser quitada para a retirada da análise do PSCIP.1. na hipótese do item 5. responsável técnico. ao Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do Paraná – CREA/PR. Prefeitura Municipal e.6.5 Prazos de análise 5.4. rampas. Para emissão do certifdicado de conformidade deverá ser apresentado em no mínimo duas vias.1 Substituição do PSCIP A edificação e áreas de risco que se enquadrar dentro de uma das condições abaixo realcionadas devem ter o seu PSCIP substituído: 5.5.1.

1.1 – Substituição de PSCIP.7.7. 5.4 A mudança de ocupação da edificação e áreas de risco com ou sem agravamento de risco que implique a ampliação das medidas de segurança contra incêndio existentes e/ou exigência de nova medida de segurança contra incêndio. 5. 19 .2 Quando se tratar de área ampliada que represente riscos isolados em relação à edificação existente. por meio de documentos encaminhados ao SPCIP. e ser regularizada por meio de plantas. shows artísticos. desde que possua as mesmas medidas de segurança contra incêndio. 5.3 Ampliação de área que implique a adoção de nova medida de segurança contra incêndio (medida não prevista anteriormente).1.7.1.2 PSCIP para Instalação e Ocupação Temporária 5. 5.7.1.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 5.1 Características da instalação Instalações como circos.1.2.1. houver acúmulo de plantas e documentos que dificultem a compreensão e o manuseio do PSCIP por parte do Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico.7. 5.1.1.7. atender à legislação atual. citando o número do PSCIP anteriormente aprovado e a data da aprovação.7. deverá constar na legenda da Planta de Risco e Quadro Estatístico da Obra a informação de alteração do plano.8 Sempre que. o Plano deverá ser atualizado e substituído de acordo com a norma vigente na época da atualização.1.1.7. potência da bomba de incêndio e reserva de incêndio. deve. a área ampliada. parques de diversão. 5.1.7.1 É a complementação de informações ou alterações técnicas relativas ao PSCIP aprovado.5 A mudança de leiaute da edificação e áreas de risco que implique a adoção de nova medida de segurança ou torne ineficaz a medida de segurança prevista no PSCIP existente.2.1.1. 5.1. feiras agropecuárias.1.2 Atualização do PSCIP 5.1. 5.7. e após este prazo a edificação e áreas de risco passam a ser regidas pelas regras do item 5. 5.1. feiras de exposições. em decorrência de várias ampliações ou diversas alterações.1. tais como: pressão. rodeios.2. vazão. a decisão para substituição do PSCIP cabe ao Comando da Unidade ou chefe do SPCIP.7. 5.6 O aumento da altura da edificação e áreas de risco que implique a adoção de nova medida de segurança contra incêndio e/ou redimensionamento do sistema hidráulico de segurança contra incêndio existente e/ou rotas de fuga.7. entre outros.7 Quando da substituição ou atualização do PSCIP.2 Ampliação de área construída que implique o redimensionamento do sistema hidráulico de segurança contra incêndio existente.1. que ficam apensos ao PSCIP.1.9 Caso a execução da obra não seja iniciada no período de 2 (dois) anos após a aprovação do PSCIP. devem ser desmontadas e transferidas para outros locais após o prazo máximo de 6 (seis) meses.1.1.3 São aceitas as modificações ou complementações desde que não se enquadrem nos casos previstos no item 5. via Formulário de Atendimento Técnico (anexo H).2. 5.7.

b) Planta das medidas de segurança contra incêndio e pânico ou planta de instalação e ocupação temporária. 3) Lona de cobertura de material específico. sempre com a identificação das medidas da respectiva área. tudo o que for fisicamente instalado. 5) Instalações de brinquedos de parques de diversão. d) Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) do responsável técnico sobre. 5.5 A apresentação em folha tamanho até A1. 4) Instalação e estabilidade das arquibancadas e arenas desmontáveis.2. arquibancadas.3. instalações. 6) Instalação e estabilidade de palcos. 20 .2 Composição O PSCIP-IOT para Instalação e Ocupação Temporária deve ser composto pelos seguintes documentos: a) Pasta do PSCIP.3.2. 2) Instalação das medidas de segurança contra incêndio e pânico. palcos. 1) Elaboração do PSCIP-IOT. brinquedos de parques de diversões. arenas e outras áreas destinadas à permanência de público. e demais exigências constantes da NPT 012 é do responsável pela organização do evento”. 8) Instalaçõe elétricas. equipamentos.4 Os símbolos gráficos dos sistemas e equipamentos de segurança contra incêndio conforme NPT 004. 9) Grupo motogerador. a) Planta de risco e estatística (anexo A). 5. 5.2. 10) Outras montagens mecânicas ou eletromecânicas.2.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 5. enfim.2 A indicação de todas as dependências. 7) Instalação e estabilidade das armações de circos.2.3.2. 5.3. assinada pelo proprietário ou responsável pelo uso e responsável técnico. centrais de gases inflamáveis.3. bem como em manter as saídas desimpedidas e desobstruídas.3 Nota com os seguintes dizeres: “A responsabilidade pelo controle de acesso ao recinto e da lotação. b) Ofício de apresentação do PSCIP-IOT. 5. conforme determinado na NPT 010 para ocupação com lotação superior a 100 pessoas. áreas de risco. c) Procuração do proprietário quando este transferir seu poder de signatário.1 Área com as cotas de todos os perímetros e larguras das saídas em escala padronizada.2.3 Planta de instalação e ocupação temporária A planta deve conter: 5.

9 Devido à peculiaridade do tipo de instalação ou ocupação. juntamente com a pasta.2.2.2.4. caso não haja irregularidades. o Serviço de Prevençao Contra Incêndio e Pânico deve orientar o interessado sobre todas as condições de segurança contra incêndio exigidas. arenas.3 Nesta primeira ocasião.3 PSCIP para Ocupação Temporária em Edificação Permanente É o procedimento adotado para evento temporário em edificação e áreas de risco permanente e deve atender às seguintes exigências: a) O evento temporário deve possuir o prazo máximo de 6 (seis) meses. onde devem ser conferidos e liberados para a realização da vistoria. juntamente com as exigências para a atividade temporária que se pretende nela desenvolver.2.1 O PSCIP-IOT deve ser apresentado na seção de protocolo do Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico do CBMPR. 5.2. palcos e similares. incluindo as áreas edificadas. deve ser realizada a vistoria e emitido o respectivo Certificado de Vistoria em Instalação e Ocupação Temporária.2. exceto o pedido de vistoria e a ART. estandes.4.4.6 Depois de instalada toda a proteção exigida. com validade somente para o endereço onde esteja localizada a instalação na época da vistoria.2 A pasta contendo a documentação deve ser formada quando do início das atividades ou quando da primeira vez que houver presença no Estado do Paraná.4. excluindo-se as áreas descobertas destinadas a circulação de pessoas e estacionamentos descobertos. a respectiva documentação necessária.4. 5.4 Apresentação para avaliação junto ao CBMPR 5. 5. 21 . bem como.4 Completada a orientação.2. sendo que uma das pastas deve ser devolvida ao interessado e a outra pasta deve ficar arquivada no Serviço de Prevençao Contra Incêndio e Pânico do município de origem.2.4.2.10 A taxa de análise do PSCIP-IOT deve ser calculada de acordo com a área delimitada a ser ocupada pelo evento.4.2. 5.4. 5.7 Nos demais municípios. Isso se fará diante do Serviço de Prevenção Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros com atribuições no município. barracas. 5.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 5. todos os documentos devem receber carimbo padrão de aprovação. 5. o PSCIP-IOT deve ser protocolado no setor de análise do Corpo de Bombeiros com o prazo mínimo de 07 (sete) dias de antecedência. em cada vez que for montada a instalação ou ocupação. não há necessidade de se refazer a documentação. arquibancadas.2.4. devem ser apresentados no Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico . 5.8 A pasta deve ser devolvida ao interessado que deve apresentá-la ao vistoriador quando da realização da vistoria no local. c) A edificação e áreas de risco permanente devem estar devidamente regularizadas junto ao CBMPR. Esses documentos. b) A edificação e áreas de risco permanente devem atender às medidas de segurança contra incêndio previstas no Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico. 5.5 A pasta do interessado deve acompanhar a instalação ou a ocupação em todo o Estado do Paraná e deve ser apresentada no Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico em toda solicitação de nova vistoria.4. 5. em duas vias.

5.4. 5. ou dimensionada acima dos parâmetros normatizados. 5.4 A norma estrangeira deve ser apresentada sempre em seu texto total e traduzida para a língua portuguesa. quanto a não obrigatoriedade daquela medida ou parte dela. 22 . estande.9 Quando houver a discordância do interessado em relação aos itens emitidos pelo Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico e esgotadas as argumentações técnicas na fase de análise.2 Apresentação do procedimento para avaliação junto ao CBMPR Conforme seções 5. prevalece a proteção da edificação e áreas de risco permanente.2. 5.3.4.4 Disposições gerais para apresentação do PSCIP 5. desde que atenda aos requisitos para a atividade temporária em questão.4. 5.2. 5. o interessado pode solicitar recurso em Comissão Técnica.4.1 Cada medida de segurança contra incêndio deve ser dimensionada conforme o critério existente em uma única norma.7 Todas as páginas dos documentos onde não haja campo para assinatura devem ser rubricadas pelo responsável técnico e proprietário ou responsável pelo uso. tais como boxe. o interessado deve encaminhar resposta circunstanciada.1.4 e/ou 5. esclarecendo as providências adotadas para que o PSCIP possa ser reanalisado pelo Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico até a sua aprovação.4.4. ao proprietário ou responsável pelo uso.3 Se o responsável técnico fizer uso de norma estrangeira.4.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 d) Se for acrescida uma instalação temporária em área externa junto da edificação e áreas de risco permanente. deve ser orientada por escrito.4.4. pelo analista.1. por meio de carta resposta sobre os itens emitidos. é permitida a fotocópia e a reprodução por meios eletrônicos. 5. 5.5 A medida de segurança contra incêndio não exigida. e) Se no interior da edificação e áreas de risco permanente for acrescida instalação temporária.2 e/ou 5. 5.2 É permitido o uso de norma estrangeira quando o sistema de segurança estabelecido oferecer melhor nível de segurança.1 Composição Conforme seções 5.4.6 Devem ser adotados todos os modelos de documentos exemplificados nas NPTs para apresentação nos PSCIP. entre outros. parte 3 da NPT 001. esta instalação deve estar regularizada de acordo com o item 5.8 Quando for emitido relatório de não conformidades constatadas na análise do PSCIP pelo Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico.2. 5. 5.3. vedando o uso de mais de um texto normativo para uma mesma medida de segurança contra incêndio. porém.1. deve apresentá-la obrigatoriamente anexada ao PSCIP no ato de sua entrega para análise. por um tradutor juramentado.

10 O pagamento da taxa de análise dá direito a realização de quantas análises forem necessárias dentro do período de 2 (dois) anos a contar da data de emissão do primeiro relatório de não conformidades. o responsável técnico.976 de 2002 ou os que não possuam Número de Identificação do Bombeiro – NIB serão tratados (para fins de emissão de taxa) como planos novos.11 Nos casos de extravio do protocolo de análise. que possuam NIB.14 Nos casos de alterações de PSCIP com ampliação de área.4.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 5. que possuam NIB e que não estejam sofrendo ampliação de área. o NIB ou a referência (protocolo de aprovação) do plano anteriomente aprovado no campo “alteração de projetos”. esclarecendo o fato ocorrido. incidindo a taxa de análise sobre toda a área da obra.13 Os PSCIP aprovados anteriormente a eficácia da Lei Estadual 13.12 Todos os serviços referentes à análise (cadastro. gerando dessa forma a taxa mínima de análise de plano nos casos de substituição sem ampliação de área.976 de 2002. 23 . aprovados posteriormente a eficácia da Lei Estadual 13. serão cadastrados no Sistema PREVFOGO com a área total da obra constante no projeto e a área total da análise será a áea a ser ampliada. 5. 5. 5. proprietário ou responsável pelo uso deve encaminhar uma solicitação por escrito ou Formulário para Atendimento Técnico (FAT) ao Serviço de Prevençao Contra Incêndio e Pânico. análise e conclusão) de PSCIP e projetos arquitetônico (quando for o caso) e substituições de PSCIP já aprovados deverão obrigatoriamente ser cadastrados no sistema PREVFOGO.4.4.976 de 2002. 5.4. 5.15 Deverá ser inserido no sistema PREVFOGO. sendo que os aprovados anteriormente a eficácia da Lei Estadual 13. serão cadastrados no Sistema PREVFOGO com a área total da obra constante no Plano e a área total de análise igual a 0 (zero) m2.4. quando do cadastramento da substituição do PSCIP.4.

NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 ANEXO A PLANTA DE RISCO E QUADRO DE ESTATÍSTICA DA OBRA 24 .

NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 ANEXO A DETALHE DO CARIMBO DA PLANTA DE RISCO E QUADRO DE ESTATÍSTICA DA OBRA 25 .

NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 ANEXO B PLANTAS DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO .IMPLANTAÇÃO 26 .

NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 ANEXO B PLANTAS DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO – PLANTAS BAIXAS 27 .

NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 ANEXO B PLANTAS DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO – CORTES 28 .

NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 ANEXO B PLANTAS DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO – ISOMÉTRICOS 29 .

NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 ANEXO B PLANTAS DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO – DETALHES 30 .

0000. antecipadamente agradecemos.0000. vimos por meio deste. 08 de outubro de 2011 Ao S erviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico Corpo de Bombeiros M ilitar do Paraná Curitiba/Pr Ilustríssimos Senhores.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 ANEXO C OFÍCIO DE APRESENTAÇÃO DO PSCIP Curitiba. solicitar a análise e posterior aprovação do Plano de Segurança Contra Incêndio e Pânico da seguinte edificação: Obra: NOM E DA OBRA Proprietário: NOM E DO PROPRIETÁRIO CNPJ/CPF: 000.00 m² Restrito ao exposto.0.000/0 Ocupação: OCUPAÇÃO Área total: 0.000-00 Endereço: ENDEREÇO DA OBRA Indicação Fiscal/Inscrição Imobiliária: 00. Assinatura Nome do Responsável Técnico CREA 00.000-D/PR 31 . Atenciosamente.000.000. Pr. Em conformidade com o CSCIP-CBM PR.

ESPECIFICAR QUANTIDADE DO PROCESSO DE LÍQUIDOS E GASES INFLAMÁVEIS _____________________________________ Ass. IDENTIFICAÇÃO EMPRESA: ATIVIDADE INDUSTRIAL: ENDEREÇO: MUNICÍPIO: e-mail: 2. do Proprietário ou Resp.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 ANEXO D MEMORIAL INDUSTRIAL DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO MEMORIAL INDUSTRIAL DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 1. PROCESSO INDUSTRIAL (Obs. pelo uso 32 . PRODUTO(S) ACABADO(S) 4.: pode ser anexado também fluxograma de produção) 5. do Técnico Responsável _____________________________________ Ass. MATÉRIA(S)-PRIMA(S) UTILIZADA(S) 3. INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES 6.

conforme a NPT-08. assentadas e revestidas de argamassa. COMPARTIMENTAÇÕES: realizada de acordo com as normas construtivas em vigor e NPT-09. 5. blocos de concreto. conforto térmico e acústico. COMPARTIMENTOS: Independentes de sua natureza de ocupação. VIDROS: os elementos envidraçados atendem aos critérios de segurança previstos nas normas da ABNT. Os materiais de construção (estruturas. das normas ABNT. 6. ALVENARIAS: construídas de tijolos de barro.). ESTRUTURAS: execução da obra realizada de acordo com as normas construtivas em vigor. atendendo às posturas municipais e às normas do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. ventilação. INSTALAÇÕES .) empregados. Fundações: executadas para suportar as cargas solicitadas. 3. executadas de acordo com as características da construção. ________________________________ RESPONSÁVEL TÉCNICO ________________________________ PROPRIETÁRIO / Resp. MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO: as medidas de segurança contra incêndio e os riscos específicos obedecem aos requisitos do Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná e. 2. onde aplicável. Atende ao TRRF (resistência ao fogo) para _______ minutos. madeira etc. segurança. os compartimentos possuem dimensões adequadas à sua atividade. acabamento etc. concreto. tijolos cerâmicos. de acordo com as características da construção. pelo uso 33 . 7. mediante aplicação adequada. atendem aos requisitos técnicos quanto à estabilidade. de acordo com normas em vigor.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 ANEXO E MEMORIAL BÁSICO DE CONSTRUÇÃO MEMORIAL BÁSICO DE CONSTRUÇÃO Endereço:______________________________________________________________N° ________________ Complemento:____________________________________________Bairro:___________________________ Município:_____________________________________UF: PR e-mail:__________________________ Proprietário:__________________________________________________Fone: _______________________ Ocupação: _______________________________________________________________________________ 1.____ de _________ de ______. salubridade.as instalações hidráulicas e elétricas obedecem aos requisitos normativos da ABNT e das respectivas concessionárias. de acordo com as normas construtivas em vigor. conforme a NPT-08. higiene. Município. vedações. estruturas de __________________ (aço. 4. Atende ao TRRF (resistência ao fogo) para _______ minutos. ou de materiais equivalentes.

TEXTIL CARGA DE INCÊNDIO – NPT OCUPAÇÃO/USO I DESCRIÇÃO TEXTIL EM GERAL DIVISÃO I-2 CARGA DE INCÊNDIOS EM MJ/M² 700 MJ/M² CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO QUANTO À CARGA DE INCÊNDIO RISCO MÉDIO CARGA DE INCÊNDIO MJ/M² 700 MJ/M² CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO E REVESTIMENTO (NPT PISO PAREDE TETO e FORRO acabamento revestimento acabamento revestimento acabamento revestimento CLASSE I. O sistema de sinalização de emergência atende à NPT-020 O sistema de instalações elétricas atende as Normas Regulamentadoras em vigência. II-A. 38Mm – COMPR. PROTEÇÃO ESTRUTURAL CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA INSTALAÇÕES ELÉTRICAS ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA ALARME E DETECÇÃO O controle de acesso será através de ingressos numerados com catracas eletrônicas. OBEDECERÁ A NPT-018 CONFORME NPT-019 TUBULAÇÃO 63/100/150mm FERRO GALVANIZADO HIDRANTES – MANG. III-A OU IV-A CLASSE I OU II-A CLASSE I OU II-A 34 .CSCIP GRUPO I OCUPAÇÃO INDUSTRIAL DIVISÃO I-2 DESCRIÇÃO TEXTIL EM GERAL EXEMPLOS ATUALMENTE IND.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 ANEXO F QUADRO RESUMO DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO QUADRO RESUMO DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA EXTINTORES ÁGUA PRESSURIZADA – 2A PÓ QUÍMICO SECO BC – 20 B:C GÁS CARBÔNICO BC – 5 B:C TRRF de 60 min. 30M ESGUICHOS REGULÁVEIS – NPT-022 CONFORME NPT-020 HIDRANTES SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA BRIGADA DE INCÊNDIO CONFORME NPT-017 CLASSIFICAÇÃO .

000 m2 da subtração de A1. indústrias e serviços. determinado de acordo com a atividade desenvolvida no estabelecimento sendo: Classe 1 – Residências.000 m2.: A taxa será cobrada até o limite de 100 UPF/PR. logo A1 = 1. Já determinamos a distribuição das áreas. então aplicaremos conforme a distribuição de Zi (Coeficiente variável em função da área). teremos as áreas excedentes a 1.0.002) 4 35 .000 m2) fr – Coeficiente variável em função do risco de incêndio.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 ANEXO G EXEMPLO DE CÁLCULO DA TAXA DE ANÁLISE DO PSCIP FORMULA PARA CÁLCULO DA TAXA I = 30%UPF/PR x {5 + (ΣAi x Zi) x fr} Onde: I – Valor da taxa expresso em unidade monetária Ai – Área do imóvel em m2 a ser vistoriada Sendo: A1 – áreas até 1. até 10.000.0. como restaram 11. até 10. indústrias e serviços.000 m2 A3 – áreas excedentes a 10.000 x 0. Como Ai é a área do imóvel expressa em m2 a ser vistoriada. então seguiremos com os cálculos: Primeiro efetuamos o somatório contido no parentese (ΣAi x Zi). Obs. subtraímos do total de 12.000 m² da subtração de A2. como restaram 2. teremos as áreas até 1. teremos A2 = 9.002 (área excedente a 10. até 10. A2.000 m2 A2 – áreas excedentes a 1.000.000 m2) Z3 .000 m2. logo teremos: (A1 x Z1) (1. que explorem materiais e/ou mercadorias de baixo ponto de fulgor (derivados de petróleo e explosivos): índice 2 (dois).010 (até 1. teremos as áreas excedentes a 10. vamos tomar um estabelecimento comercial que desenvolva atividade econômica de indústria de móveis.000 m2. A3.000 m2. que utilizem ou explorem materiais e ou mercadorias de alto ponto de fulgor (sólidos comuns): índice 1 (um) Classe 2 – Comércios.000 x 0.020) 180 (A3 x Z3) (2.020 (área excedente a 1.000 m2.000 m2.000 m2 de área) Z2 .000 m2. EXEMPLO DE CÁLCULO Como exemplo.010) 10 (A2 x Z2) (9.0. comércios. teremos A3 = 2.000 m2.000 m2 Zi – Coeficiente variável em função da área Sendo: Z1 . ocupando para a sua atividade uma área de 12.000 x 0. aplicando ao nosso exemplo teremos a seguinte distribuição das áreas conforme subdivisões de Ai: A1.000 m2.

382 Como I é o valor da taxa expresso em unidade monetária.218 Transcrevendo o resultado obtido na percentagem para a formula: I = 19. Transcrevendo o resultado obtido com o coeficiente variável teremos: {5 + (194) x 1} Efetuando primeiramente a multiplicação teremos: {5 + 194} Concluindo o cálculo contido nas chaves com a operação de soma teremos o seguinte resultado: {199} Resta agora determinar a porcentagem da UPF/PR para multiplicarmos com o resultado do contido nas chaves.38 36 . Residências. e considerando não ter ultrapassado o valor limite de cobrança da taxa. comércios. que é de R$ 64.218 x 199 I = 3. No enunciado do nosso exemplo a atividade é de indústria de móveis. ou seja. que utilizem ou explorem materiais e ou mercadorias de alto ponto de fulgor (sólidos comuns).824.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 Concluindo o somatório teremos: (10 + 180 + 4) (194) Concluído o somatório passaremos a resolver o conteúdo das chaves {5 + (ΣAi x Zi) x fr} Transcrevendo o resultado obtido anteriormente no somatório teremos: {5 + (194) x fr} Agora temos que determinar o fr (coeficiente variável em função do risco de incêndio) de acordo com a atividade desenvolvida no estabelecimento.824. que é de 100 UPF/PR. então teremos: Classe 1.06 teremos: 30%UPF/PR = 19. teremos finalmente o valor da taxa: R$ 3. R$ 6. sendo fr = 1 (um). Considerando a UPF/PR (Unidade Padrão Fiscal do Paraná) vigente na publicação desta norma.406.00. indústrias e serviços.

pelo uso Procurador e-mail: Resp. Técnico N° : INFORMAÇÕES SOBRE A EDIFICAÇÃO E ÁREAS DE RISCO Endereço: Área (m²): Projeto Técnico n°: Altura (m): Ocupação: Vistoria n° : _______________________________________ Nome: Assinatura: RG/CREA 37 .NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 ANEXO H FORMULÁRIO DE ATENDIMENTO TÉCNICO ESTADO DO PARANÁ POLÍCIA MILITAR DO PARANÁ CORPO DE BOMBEIROS FORMULÁRIO PARA ATENDIMENTO TÉCNICO DATA: ___/___/___ Solicitante: Proprietário Finalidade da Consulta: Resp.

Grupo D.... métodos analíticos etc e norma(s)] . contraventamentos e vigas principais conforme Tabela A. CONTROLE DE QUALIDADE Verificar a necessidade de Controle de Qualidade por empresa qualificada. • As compartimentações. item A2. DETERMINAÇÃO DO TEMPO REQUERIDO DE RESISTÊNCIA AO FOGO (TRRF) CRITÉRIOS PARA DETERMINAÇÃO DO TRRF: para a definição dos TRRF’s foi adotada (por exemplo: Tabela A da NPT08.) MATERIAIS DE PROTEÇÃO CONTRA FOGO E RESPECTIVAS ESPESSURAS DE PROTEÇÃO [citar cartas de cobertura adotadas] Materiais Utilizados: (citar todos materiais utilizados na proteção) Espessuras Adotadas: (vide Tabela em anexo x carta de cobertura). registrada no CREA sob n° ________ ______.. selagens de shafts e divisórias entre unidades autônomas serão executadas conforme segue: _________________. seja por ensaios. de concreto.7 da NPT-08. Técnico CREA n° 38 . ou UL no etc – citar os ensaios.19 da NPT-08 do CBMPR. conforme item 5. com os seguintes TRRF: ______________. Os ensaios de resistência ao fogo adotados foram os relatórios (IPT no.) existentes na edificação em referência. Anexálo a este memorial. Ou Isenção dos perfis confinados em área frias.. visando à concessão do Laudo de Vistoria de Conclusão de Obra do Corpo de Bombeiros...5 a da NPT-08. ou método do tempo equivalente ou outros devidamente comprovados.. e especificar se é para pilares.. Tempo de Resistência Requerido ao Fogo (TRRF): Exemplo: • As estruturas principais terão TRRF de 90 min para colunas.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 2 ANEXO I MEMORIAL DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DAS ESTRUTURAS MEMORIAL DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DAS ESTRUTURAS (Nome da Empresa). escadas de segurança. cartas de coberturas. atendendo o disposto no item 5. • As vigas secundárias terão TRRF de 60 min. de madeira. • Observações: _______________________________________________ ISENÇÕES OU REDUÇÕES DE TRRF Exemplos: (Não foi adotada nenhuma condição para redução ou isenção de TRRF na presente edificação. encontram-se instalados em conformidade com as informações abaixo: Edificação: Logradouro Público/n° : Responsável pelo Uso: Altura(s) da Edificação (m): Ocupação: Data: (Nome da Edificação) (Endereço) (nome) (altura) (Data) METODOLOGIA PARA SE ATINGIR OS TRRF DOS ELEMENTOS ESTRUTURAIS [citar norma(s) empregada(s)] A metodologia adotada foi. Procedimentos” da referida NPT. vigas etc). Classe P4 da NPT-08. conforme folhas ..18 da NPT-08. _________________________________________ Nome: Resp.. conforme Anexo A. tudo conforme NPT-08)... conforme o item “5. atesta que os SISTEMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DAS ESTRUTURAS (metálicas. As espessuras foram calculadas com base nos ensaios laboratoriais acima mencionados.. Ou isenção de TRRF para os pilares externos protegidos por alvenaria cega. de acordo com os procedimentos da Norma . [descrever a metodologia. Tudo conforme item 5.

P.P. bem como nos casos que requeiram soluções técnicas não especificadas no Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico..CBMPR. com vista a analisar e propor soluções nos casos omissos e/ou especiais.I. 1 .I.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 3 Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 001 Procedimentos administrativos Parte 3 – Comissão Técnica de Prevenção de Incêndios CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 12 páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 6 Objetivo Aplicação Referências normativas e bibliográficas Definições Procedimentos gerais Procedimentos específicos ANEXOS ABCDERequerimento à C. critérios aplicáveis em todo o estado para o funcionamento das Comissões Técnicas de Prevenção de Incêndio – C. porém que dispõe de medidas de segurança contra incêndio compatíveis com sua ocupação.T.P.T. devido a utilização de novas tecnologias de segurança contra incêndio ou devido à adequação de edificações existentes que não atendam a legislação em vigor. 2 APLICAÇÃO Aplica-se a todos os procedimentos junto ao Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico quanto ao funcionamento das Comissões Técnicas de Prevenção de Incêndio – C.I Relatório de Parecer Técnico Modelo de Parecer Técnico Modelo de Termo de Homologação Modelo de Notificação 1 OBJETIVO Estabelecer no âmbito do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná .T.

os Subgrupamentos de Bombeiros. os Grupamentos de Bombeiros e Subgrupamentos de Bombeiros Independentes.2 Caso os Comandantes dos Grupamentos e Subgrupamentos de Bombeiros Independentes não concordem com a decisão exarada pela Comissão Técnica de Segunda Instância.1 A C.4.  Portaria nº 001/10 do Comando do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. devendo publicar tal decisão em Boletim Interno. 5. por 03 (três) Oficiais dos referidos quadros e na falta destes solicitar à unidade mais próxima a indicação dos oficiais necessários à composição da Comissão.4 O Parecer Técnico emitido pela Segunda Instância Administrativa servirá de parâmetro para fundamentar a decisão do Comando dos Grupamentos de Bombeiros e Subgrupamentos de Bombeiros Independentes. 5. que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal. e nos Subgrupamentos de Bombeiros Independentes.2.2.T. terá três Instâncias Administrativas. de 26 Dezembro de 2002. obrigatoriamente.  Lei n° 14. 5. 5. serão constituídas nos Grupamentos de Bombeiros por 05 (cinco) oficiais do Quadro de Oficiais Bombeiro Militar e/ou Quadro de Oficiais Especiais que prestem serviço no Corpo de Bombeiros.3 Da decisão das Comissões será emitido Parecer Técnico. designados por Boletim Interno. bem como.  Portaria nº 001/11 do Comando do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. de 29 de Janeiro de 1999.I. as frações interiorizadas (SGB e SB).  Lei n° 13.976/2002.1 As Comissões de Segunda Instância Administrativa deverão funcionar sob a presidência do Subcomandante da Unidade e na sua falta assumirá o oficial mais antigo. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Norma de Procedimento Técnico.1 Os Comandantes dos Grupamentos e Subgrupamentos de Bombeiros Independentes poderão homologar a decisão exarada pela Comissão Técnica de Segunda Instância Administrativa. 5. sendo a Primeira Instância Administrativa.976. 5. 5 PROCEDIMENTOS GERAIS 5.278. aplicam-se as definições constantes da NPT 003 – Terminologia de segurança contra incêndio. de 7 Janeiro de 2004. que altera o a nexo único da Lei 13. será constituída por cinco oficiais superiores e presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Corporação e na sua falta assumirá o oficial mais antigo. deverá acompanhar o processo. que cria o F undo Estadual do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná – FUNCB. e a Terceira e última Instância Administrativa o Comando do Corpo de Bombeiros. estes deverão fundamentar 2 . que.P. 5. por ato do Comandante da Unidade.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 3 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS  Lei n° 9.2 As Comissões Técnicas de Segunda Instância Administrativa.784.4.2 A Comissão Técnica de Terceira e última Instância Administrativa. a Segunda Instância Administrativa.

c) Emitir pareceres técnicos em até 15 dias úteis.1.1. 6. d) Propor alterações e/ou inclusões de novas exigências no Código de Prevenção de Incêndios.1. assessorando o Comandante do Corpo de Bombeiros nas suas decisões. o Comandante do Corpo de Bombeiros deverá homologar e publicar tal decisão em Boletim Interno. recurso ao Comando do Corpo de Bombeiros. 6 PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS 6. para casos não contemplados no Código de Prevenção de Incêndios atual.6. 6.1 O Comandante do Corpo de Bombeiros poderá homologar a decisão exarada pela Comissão Técnica de Terceira Instância Administrativa.2 Caso o Comandante do Corpo de Bombeiros não concorde coma decisão exarada pela Comissão Técnica de Terceira Instância Administrativa. 3 .6.1.1 Compete às Comissões Técnicas de Prevenção de Incêndios instituídas no âmbito do Corpo de Bombeiros: a) Analisar os casos que sejam conflitantes com o Código de Prevenção de Incêndios. 5.5 Da decisão de Segunda Instância caberá ao requerente.2.1 O prazo previsto na letra “c” do item anterior poderá ser aumentado caso seja necessário produção de laudos ou documentos complementares. devendo publicar tal decisão em Boletim Interno.6.1.1 Atribuições Gerais 6. 6. 5. informando quais são as normas não atendidas no projeto e/ou edificação. que funcionará como Terceira e última Instância Administrativa. 5. b) Apresentar alternativas de prevenção de incêndios.6 O Parecer Técnico emitido pela Terceira Instância Administrativa servirá de parâmetro para fundamentar a decisão do Comandante do Corpo de Bombeiros.1. encaminhando ao Comandante dos Grupamentos e Subgrupamentos de Bombeiros Independentes para apreciação. bem como identificação e assinatura do representante legal. este deverá fundamentar seu posicionamento e encaminhar o processo para nova análise e possível reconsideração de ato da Comissão Técnica de Terceira Instância Administrativa.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 3 seu posicionamento e encaminhar o processo para análise da Comissão Técnica de Terceira e última Instância Administrativa.1 O requerimento deverá incluir o motivo do pedido com fundamentação técnica e legal. 6.2 Compete à Primeira Instância Administrativa receber o requerimento de Parecer Técnico através de protocolo e encaminhar ao B/7 dos Grupamentos e Subgrupamentos de Bombeiros Independentes para conhecimento.2 Os B/7 dos Grupamentos e Subgrupamentos de Bombeiros Independentes deverão emitir parecer prévio e fundamentado.2.3 Caso a Comissão Técnica de Terceira Instância Administrativa mantenha o Parecer Técnico inicial. 5. 5.

fiscalizar e orientar as atividades da C. coordenar. 6. 4 . competindo-lhe: a) Elaborar documento de convocação da Comissão Técnica.I. 6. d) Redigir os pareceres técnicos ou outros documentos oriundos das deliberações tomadas pela C. permitindo apenas o acesso às pessoas devidamente autorizadas pelo Comandante.T.2.3 O Comandante dos Grupamentos e Subgrupamentos de Bombeiros Independentes poderá homologar pedidos de concessão de prazo de até 90 (noventa) dias para regularização da edificação.1.2. 6. e) Zelar pela segurança e sigilo dos assuntos tratados pela Comissão. b) Secretário. g) Zelar para o atendimento dos prazos para a emissão dos documentos necessários.T.I.I.P.T.2. c) Membros.P. c) Votar os relatórios apresentados.1.T.P.1 Ao Presidente compete: a) Convocar.1.2 O Secretário tem por atribuição assessorar o Presidente nos serviços administrativos da Comissão..2. registrando as atas em livro próprio. segundo a ordem dos protocolos encaminhados para análise da C. b) Elaborar pauta das reuniões da Comissão.. e) Fazer a apresentação dos casos a serem analisados pelos Membros da Comissão.2 Em caso de falta de um dos Membros da Comissão o Comandante designará substituto. 6. c) Designar relator para os casos a serem analisados.3 Os Membros da C. b) Representar a Comissão Técnica.I.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 3 6.I.2. b) Relatar os processos quando indicado como relator pelo Presidente..2.T. d) Adotar as providências competentes para a solução de assuntos não previstos em instrumentos normativos.1.. com publicação em Boletim Interno e através de Termo Compromisso de Ajustamento de Conduta Preliminar.1 As Comissões Técnicas de Prevenção de Incêndios terão a seguinte constituição: a) Presidente. dirigir.2 Estrutura básica e atribuições 6. c) Secretariar as reuniões da C.P. têm por atribuição: a) Atender a convocação.P. f) Redigir a Notificação e encaminhar ao requerente da decisão do Parecer Técnico homologado pelo Comandante do Corpo de Bombeiros ou pelo Comandante dos Grupamentos e Subgrupamentos de Bombeiros Independentes. 6. controlar.

T.T.2. sempre que possível ou por votação de seus Membros. 6. sendo aprovado o relatório que obtiver maioria simples de votos.4.P.5 Os Secretários e Relatores serão indicados pelos Presidentes das C. será de 03 (três) Membros nas Comissões de Segunda Instância Administrativa e de 05 (cinco) Membros nas Comissões de Terceira e última Instância Administrativa.4 Sempre que ocorrer empate na votação caberá o voto de desempate ao Presidente da C. poderá pedir vistas ao processo.3 Funcionamento 6.T. só poderá ser efetuada pelo proprietário do imóvel ou pelo representante legal devidamente autorizado pelo proprietário. reunir-se-á ordinariamente uma vez por mês. 6.. de Terceira e última Instância. 5 . 6.3. projetos.6 Poderão fazer parte da C. 6. 6. 6. será o Subcomandante das Unidades Operacionais em Segunda Instância administrativa e o Chefe do Estado-Maior do Comando do Corpo de Bombeiros em Terceira e última Instância. c) Apresentar sua solução para apreciação da Comissão.1 A C.3. fotos.T. b) Analisar o processo e fundamentar o relatório.P.2.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 3 6. funcionará como um colegiado. Anotação de Responsabilidade Técnica.P.2. 6.1 No caso de impedimento do Presidente o Oficial mais antigo integrante da Comissão será o substituto.3.I.I. e outros.7 A solicitação á C.T.P.P.2.3.4 O Presidente da C. tomando as decisões por consenso.3 Quando um dos Membros discordar do relatório apresentado.I. croquis.. 6.I. 6. 6.I. como Membros efetivos os oficiais superiores Chefes de Seções do Estado-Maior do Comando do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná.6 O prazo máximo para decisão em qualquer Instância será de 30 (trinta) dias úteis contados da data de protocolo em cada Instância.T.2 A C. d) Apresentar todos os documentos necessários para o embasamento da decisão. providenciando ou solicitando do requerente laudos.I. nas respectivas sedes das Comissões. 6.3.2.3.P.T.P. e extraordinariamente sempre que convocada pelo Presidente.5 O quórum mínimo para deliberação nas reuniões da C.I.I.T. pelo prazo de cinco dias úteis e fundamentar sua posição através de relatório suplementar.P.3 Ao Relator compete: a) Receber o processo a ser relatado. mediante calendário apresentado pelo Secretário e aprovado pelo Presidente da Comissão.3..

. 1 6 .NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 3 ANEXO A REQUERIMENTO À C.P.I.p.T.

T.p. .P.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 3 ANEXO A REQUERIMENTO À C. 2 7 .I.

p.P. .I. 3 8 .NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 3 ANEXO A REQUERIMENTO À C.T.

início das atividades econômicas. às 9:00 hs. g o v.X X X – M u n i c í p i o – P R . P A R E C E R T É C N I C O 2ª I N S T Â N C I A NºXXXXXX/2011 DO REQUERIMENTO Descrição do que pede o solicitante de forma sucinta e abreviada. no município de Curitiba. esquina com a rua xxxxxxxxxx. as vistorias realizadas.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 3 ANEXO B RELATÓRIO DE PARECER TÉCNICO ESTADO DO PARANÁ POLÍCIA MILITAR DO PARANÁ CORPO DE BOMBEIROS Xº GRUPAMENTO DE BOMBEIROS – LOCAL RELATÓRIO DO PARECER TÉCNICO DE 2ª INSTÂNCIA Nº XXXXXX/2011 Em vinte e sete de janeiro de dois mil e dez. a classificação segundo a tabela 1 do anexo da NBR 9077. DA ANÁLISE DO PEDIDO A análise técnica embasada que cuminará no deferimento ou indeferimento do pedido. 9 .x x x x . fim utilizado. n. etc. Descrever o histórico cronológico dos pedidos de análise dos PCI. 1º Ten. estado do Paraná. Presidente da C. seus resultados. O f ic ia l R e l a t o r C O R P O D E B O M B E I R O S – “ P O R U M A V I D A TO D O S A C R I F I C I O É D E V E R ” X º G R U PA M E N TO D E B O M B E I R O S Te l : ( x x ) x x x x . DA EDIFICAÇÃO Relatar a área total.P. desloquei-me até o imóvel sito à rua xxxxxxxxxxx. o risco.T. etc. em cumprimeto à ordem do Sr. neste ato representada por xxxxxxxxxxx. X X X . b r E n d e r e ç o c o m p l e t o – B a i r r o – C E P XX . QOBM Xxxxxxxx Xxxxxxxxxx. a fim de fazer vistoria na edificação. de pavimentos.p r.m a i l: x x x x x @ p m . RELATÓRIO DO DO SISTEMA PREVENTIVO Histórico dos projetos de prevenção. Anexos: Levantamento fotográfico e cópias de documentos.I do CCB.F a x: ( x x ) x x x x . analisar e relatar a real condição de segurança que se encontra o estabelecimento em questão. o que é solicitado nestes projetos e a descrição da situação preventiva atual.x x x x – E . pertencente à xxxxxxxx. subsolo.

às 09h00min.Parque Industrial.x x x x – E . BM Cap. XXX.64m² (sete mil trezentos e setenta e dois vírgula sessenta e quatro metros quadrados). 201 do Código de Prevenção de Incêndios do Corpo de Bombeiros do Paraná. Reuniu-se a Comissão Técnica. QOBM Cap. 01 pavimento e ocupação depósito. Asp. distância a percorrer (depósito de fibra têxtil). Apesar do barracão ser utilizado por poucos funcionários este deve prover meios de abandono suficientes para garantir evacuação em segurança para seus usuários. QOBM Cap. a fim de deliberar sobre o requerimento da EMPRESA AGRÍCOLA edificação com 7372. QOBM P A R E C E R T É C N I C O 2ª I N S T Â N C I A NºXXXXXX/2011 10 . reuniu-se a Comissão Técnica de Prevenção de Incêndios. além disso as portas também servem como acesso para combate em caso de incêndio. QOBM Maj. Assim sendo e em face de todo o exposto. Xxxxxxxx Xxxxxxxxxx Presidente Xxxxxxxx Xxxxxxxxxx Membro Xxxxxxxx Xxxxxxxxxx Membro Xxxxxxxx Xxxxxxxxxx Membro Xxxxxxxx Xxxxxxxxxx Secretária C O R P O DE B O M B E I R O S – “ P O R U M A V I DA T O D O S A C R I F I C I O É D E V E R ” X º G R U PA M E N T O D E B O M B E I R O S Te l : ( x x ) x x x x . b r Endereço com pleto – Bairro – CEP XX. por unanimidade de votos. p r.m a i l : x x x x x@ p m . a tempestividade e a procedência do pedido.Pelo INDEFERIMENTO da solicitação. discutiu-se a solicitação do requerente. Nada mais havendo a constar. a Comissão.XXX – Município – PR.XXX-D. fazendo constar em Ata sob o nº XXX/10 sobre a decisão deliberada por esta Comissão. Of. embasado nos documentos que fazem parte do processo. O requerente fundamenta a solicitação da seguinte forma: "Por se tratar de um armazém antigo. conforme Ata nº XXX/11. pois trata-se de um barracão que serve de depósito de algodão. sendo requerente e responsável técnico a Engenheira Civil MARINA OLIVEIRA. CREA/PR XX." (SIC) A solicitação de dispensa do uso de duas escadas enclausuradas conforme item 1 da consulta prévia e de que a loja do pavimento térreo fique dotada apenas de detector de fumaça e aumente a distância a percorrer para 30m encontra previsão legal no Art. com dimensões de 72m X 102m. com sede na Estrada da Canavieira n° 1000. fundamentado nas normas em vigor.x x x x . decide: 1.F a x : ( x x ) x x x x . ou seja. Verificou-se em vistoria “in loco” que há possibilidade de colocação de portas de forma a atender a distância a percorrer estabelecida por norma. bem como a previsão legal. O armazém possui saída nas 04 laterais e tem uso restrito de máximo 10 funcionários.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 3 ANEXO C MODELO DE PARECER TÉCNICO ESTADO DO PARANÁ POLÍCIA MILITAR DO PARANÁ CORPO DE BOMBEIROS Xº GRUPAMENTO DE BOMBEIROS – LOCAL PARECER TÉCNICO Nº XXXXXX/2011 EMPRESA AGRÍCOLA Aos 19 dias do mês de março do ano de dois mil e onze. a qual solicita liberação do item XX. g o v. considerado como risco elevado de acordo com a tabela do anexo A do Código de Prevenção de Incêndios.da Análise de Projetos NIB XXXXXX/2010. no município de Setúbal-PR.

Município sede. exarado pela Comissão Técnica de Prevenção de Incêndios do XºGB.011. de 01 de Xxxxxxxxx de 2011.-Cel. requerido pelo Sr. com base na NPT 001/2011 – Parte 3.p r. Comandante do Xº Grupamento de Bombeiros C O R P O D E B O M B E I R O S – “ P O R U M A V I D A TO D O S A C R I F I C I O É D E V E R ” X º G R U PA M E N TO D E B O M B E I R O S Te l : ( x x ) x x x x .x x x x . Ten. Xxxxxxxxxxx. XX de XXXXXXXX de 2. b r E n d e r e ç o c o m p l e t o – B a i r r o – C E P XX . g o v. QOBM Xxxxxxxx X. 11 .m a i l: x x x x x @ p m .___________________________. de XX de XXXXXXXX de 2011.x x x x – E .X X X – M u n i c í p i o – P R . protocolada sob nº XXX/2011. que INDEFERIU a solicitação de _______________________________________________________________ (descrever sucintamente a solicitação).F a x: ( x x ) x x x x . PR. conforme Ata nº XXX.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 3 ANEXO D MODELO DE TERMO DE HOMOLOGAÇÃO ESTADO DO PARANÁ POLÍCIA MILITAR DO PARANÁ CORPO DE BOMBEIROS Xº GRUPAMENTO DE BOMBEIROS – LOCAL TERMO DE HOMOLOGAÇÃO nº XXXXXX / 20 11 P A R E C E R T É C N I C O 2ª I N S T Â N C I A NºXXXXXX/2011 Homologo o Parecer Técnico nº XXX/2011. X X X . Responsável pela referida solicitação. de 08 de Outubro de 2011 e publicada em Boletim Geral do Comando do Corpo de Bombeiros nº xxx.

b r E n d e r e ç o c o m p l e t o – B a i r r o – C E P XX .Centro Itapuã – PR P A R E C E R T É C N I C O 2ª I N S T Â N C I A NºXXXXXX/2011 Prezado Senhor.p r. Município sede. Xxxxxxxxxxx.º JOÃO DA SILVA Rua Sete de Setembro. g o v. Ten.011. PR. O Comando do Xº Grupamento de Bombeiros – Município.x x x x . Poderá recorrer da decisão em 3ª e última Instância.F a x: ( x x ) x x x x . XX de XXXXXXXX de 2. 12 . ao Comando do Corpo de Bombeiros – Curitiba. X X X .x x x x – E . que a Comissão Técnica opinou pelo INDEFERIMENTO. conforme Parecer Técnico nº XXX/2011. via Xº Grupamento de Bombeiros.011. pela presente NOTIFICA Vossa Senhoria em resposta ao requerimento datado de XX de XXXXXXX de 2. QOBM Xxxxxxxx X. 2307 . onde solicita _______________________________________________(descrever sucintamente a solicitação).NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 3 ANEXO E MODELO DE NOTIFICAÇÃO ESTADO DO PARANÁ POLÍCIA MILITAR DO PARANÁ CORPO DE BOMBEIROS Xº GRUPAMENTO DE BOMBEIROS – LOCAL N O T IFICAÇÃO n º XXXXXX/2011 HOTEL IGUAÇU Ilmo. Sr.-Cel. Comandante do Xº Grupamento de Bombeiros Recebido em ______/_________/2011 Nome:_________________________ Assinatura:_____________________ C O R P O D E B O M B E I R O S – “ P O R U M A V I D A TO D O S A C R I F I C I O É D E V E R ” X º G R U PA M E N TO D E B O M B E I R O S Te l : ( x x ) x x x x .m a i l: x x x x x @ p m .X X X – M u n i c í p i o – P R .

e nos Termos do § 6° do art.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 4 Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 001 Procedimentos administrativos Parte 4 – Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 8 páginas SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências normativas e bibliográficas 4 Definições 5 Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta . nos Termos do Decreto Estadual n° 135 de 12 de fevereiro de 2007 . 5° da Lei Federal n° 7. para a celebração de Termo Compromisso de Ajustamento de Conduta. no que tange a celebrar compromisso de ajustamento de conduta às exigências legais quanto à implementação de medidas de segurança contra incêndios.Modelo de Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta B . 1 . de 24 de julho de 1985 . 2 APLICAÇÃO Esta Norma de Procedimento Técnico aplica-se a todas as Unidades Operacionais do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná.TCAC 6 Dos documentos exigidos 7 Do cronograma físico financeiro 8 Dos requisitos mínimos de segurança contra incêndio e pânico 9 Do Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta Preliminar 10 Do Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta Aditivo 11 Da Execução do Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta 12 Da eleição do foro ANEXOS A . critérios aplicáveis em todo o Estado do Paraná.Modelo de Ofício à Prefeitura Municipal 1 OBJETIVO Estabelecer no âmbito do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná – CBMPR.Modelo de Cronograma Físico Financeiro C . inclusive instalação de equipamentos.347.

assume o compromisso de eliminar a ofensa através da adequação de seu comportamento às exigências legais.1 O Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta é um ato jurídico pelo qual a pessoa.1 Para a celebração do Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta deverá ser encaminhada fotocópia autenticada da matrícula do imóvel atualizada nos últimos 30 (trinta) dias.  NPT 001-11 – Procedimentos Administrativos – Parte 1 . de 12 de Fevereiro de 2007. fotocópia autenticada do contrato social e suas alterações da empresa instalada na edificação.2 O Comandante dos Grupamentos ou Subgrupamentos de Bombeiros Independentes é o Compromissário.  Lei n° 13.  Portaria nº 006/10 do Comando do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. através da celebração de ajustamento de conduta preliminar.  NPT 001-11 – Procedimentos Administrativos – Parte 3 – Comissão Técnica de Prevenção de Incêndios. que d isciplina a ação civil pública de responsabilidade por danos e dá outras providências. nos termos do Item 9 da presente Norma.3 Os trâmites administrativos para celebração do Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta seguirão o contido na NPT 001-11 – Parte 3.976. e a empresa através de seu proprietário ou representante legal é a Compromitente na celebração do Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta. 5.TCAC 5. que regula o funcionamento das Comissões Técnicas de Prevenção de Incêndios. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Norma de Procedimento Técnico aplicam-se as definições constantes da NPT 001 – Procedimentos Administrativos – Parte 1. 5. que cria o F undo Estadual do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná – FUNCB.  Decreto Estadual nº 135. 5 TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA . que autoriza o Corpo de Bombeiros do Estado do Paraná a celebrar compromisso de ajustamento de conduta às exigências legais quanto à implementação de medidas de segurança contra incêndios . bem como. independentemente de avaliação da Comissão Técnica de Prevenção de Incêndios.  NPT 003-11 – Terminologia de segurança contra incêndios. reconhecendo implicitamente que sua conduta ofende interesse difuso ou coletivo. fotocópia dos documentos pessoais registrados os números do RG e CPF do representante legal.4 O Comandante dos Grupamentos ou Subgrupamentos de Bombeiros Independentes poderá homologar pedidos de concessão de prazo de até 90 (noventa) dias para regularização de projetos de prevenção de incêndios de edificações existentes. 5. 6 DOS DOCUMENTOS EXIGIDOS 6. fotocópia dos documentos pessoais registrados os números do RG e CPF do proprietário da edificação. 2 . e NPT 003 – Terminologia de segurança contra incêndio. de 26 Dezembro de 2002.Processo de vistoria preventiva em estabelecimentos. de 24 de Julho de 1985.347.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 4 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS  Lei Federal n° 7.

8 DOS REQUISITOS MÍNIMOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 8.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 4 6. encaminhando ao Comandante da OBM para apreciação.2 Na concessão de prazo de até 90 (noventa) dias. com publicidade do ato no Boletim Interno da Unidade. 7. ou quem legalmente possa representá-lo. 9. baseado no valor de mercado dos equipamentos e o custo de outras medidas necessárias à Segurança Contra Incêndio e Pânico. informar. dentro do prazo solicitado. 9 DO TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA PRELIMINAR 9. 8. 7 DO CRONOGRAMA FÍSICO FINANCEIRO 7. informando quais são as normas não atendidas no projeto e/ou edificação.1 O prazo máximo para a adequação das obras necessárias será de 12 (doze) meses. respeitados os requisitos mínimos de segurança de que trata a seção anterior.1 O Comandante da OBM poderá aditivar o Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta nos casos em que o Compromitente cumpriu parcialmente a obrigação.1 O proprietário da edificação. a ordem cronológica de execução dos itens pendentes a serem executados nos prazos estabelecidos.1 Os requisitos mínimos de segurança contra incêndio e pânico serão verificados através de vistoria técnica e/ou relatório circunstanciado. os itens observados pelo Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico e/ou Comissão Técnica de Prevenção de Incêndios. em conformidade com o Código de Prevenção de Incêndios do Corpo de Bombeiros. 10.2 O cronograma físico-financeiro deverá. 10 DO TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA ADITIVO 10.2 São requisitos mínimos de segurança para efeito de certificação a título precário e por tempo determinado.1.1 A solicitação de prazo aditivo obrigatoriamente deve ser feita anteriormente ao vencimento do Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta.2 Deverá ainda ser apresentado o projeto de prevenção de incêndios aprovado da edificação a ser regularizada. com a previsão e dimensionamento dos sistemas preventivos a serem adotados. a Primeira Instância Administrativa deverá emitir parecer prévio e fundamentado. assim como. ou sempre que advir mudanças nas condições que impossibilite o adimplemento das obrigações assumidas. em conformidade com o Anexo B da NPT 001-11 – Parte 3.1 O Comandante dos Grupamentos ou Subgrupamentos de Bombeiros Independentes poderá homologar pedidos de concessão de prazo de até 90 (noventa) dias para regularização de projeto de prevenção de incêndios de edificações existentes. com as devidas justificativas de ordem técnica ou financeira 3 . 7.2 O Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta Aditivo será concedido no prazo máximo das etapas não concluídas previstas do cronograma físico-financeiro. 10. considerados como indispensáveis para a proteção da vida e/ou patrimônio em caso de incêndio e pânico.2. através de Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta. justificando previamente os motivos pelos quais deixou de cumprir todas as etapas previstas no cronograma físico-financeiro. deverá apresentar cronograma físico-financeiro. indicando os prazos necessários para o cumprimento das exigências das medidas de Segurança Contra Incêndio. deverá apresentar o valor da execução de cada etapa da obra.

através de GR-PR (Guia de Recolhimento). 11.1 Expirado o prazo previsto no cronograma físico-financeiro. do inciso II. que orientará a regularização do imóvel às normas de prevenção de incêndios.2.1 A Notificação e o Certificado de Reprovação deverão apresentar todas as etapas não cumpridas. espontaneamente. bem como. em função do cronograma físico-financeiro apresentado pelo Compromitente. 11. 11. na forma da lei. será aplicada a pena pecuniária referente aos dias em que permaneceu o inadimplemento.2.944 de 10 de Novembro de 2011. do § 1o. e caracterizar-se-á a reincidência aplicando-se ao Compromitente a pena pecuniária em função do custo total do cronograma físicofinanceiro apresentado pelo Compromitente. da Lei que criou o Fundo. 10. 11 DA EXECUÇÃO DO TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA 11. sendo eleito o foro da comarca da sede dos Grupamentos ou Subgrupamentos de Bombeiros Independentes. o inadimplemento da obrigação.1 As partes renunciam a qualquer outro foro. submetido à avaliação da Comissão Técnica de Prevenção de Incêndios. “b” e “c”. o Compromitente será notificado pelo Compromissário para que cumpra a obrigação nos próximos 30 (trinta) dias.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 4 apresentadas pelo proprietário ou representante legalmente constituído.4 À Compromitente é facultado recolher o valor da pena pecuniária de multa. no prazo de até 30 (trinta) dias. atendendo aos critérios estabelecidos nas alíneas “a”. 11. o relativo à sua reincidência. do artigo 1º do Decreto nº 135. por mais privilegiado que seja. elidindo a execução do Termo de Ajustamento por via judicial. constituindo-se em receita decorrente de ajuste. após solicitação do interessado. 11. do artigo 5º. 11. emitida pelo Compromissário. caso haja inadimplemento total ou parcial da obrigação.6 Em caso de descumprimento do Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta. deverá ser oficiado ao Ministério Público Estadual e a Prefeitura Municipal local. em função do cronograma físico-financeiro apresentado pelo Compromitente. de 12 de fevereiro de 2007. 12 DA ELEIÇÃO DO FORO 12. 4 .2 Caso seja dada solução a causa que originou a mora do Compromitente. será emitido Certificado de Reprovação pelo Corpo de Bombeiros. o qual passa a vigorar a partir da assinatura das partes. devendo ainda ser realizados os trâmites necessários para inscrição em Dívida Ativa. após comprovação do regular recolhimento. homologado pelo Comandante da OBM. criado pela Lei Estadual nº 16.3 A pena pecuniária. será fixada mediante Resolução do Secretário de Estado de Segurança Pública. 11.3 O Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta Aditivo somente poderá ser concedido mediante pedido fundamentado. o Compromissário realizará vistoria e.5 As multas decorrentes de pena pecuniária imposta por força do inadimplemento de obrigações contraídas através de Termo de Compromisso de Ajustamento de conduta serão destinadas ao Fundo Especial de Segurança Pública. para a solução de qualquer pendência judicial resultante da celebração do Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta.2 Decorrido o prazo de 30 (trinta) dias e persistindo a mora do compromitente no cumprimento das obrigações assumidas. revista anualmente. conforme previsto no inciso VII.

saídas de emergência e rotas de fuga. solicitou junto ao Comando do Xº Grupamento de Bombeiros. com vistas a estabelecer garantias de preservação da vida em caso de incêndio e pânico. Município de Xxxxxxxxx.XXX/XXXX-XX.º 7.. Lote XX. nº XXX. edificado à Rua Xxxx Xxxxxxx. Bairro Xxxxxx. com vistas a regularizar e adequar as instalações da edificação descrita abaixo. residente e domiciliado á Rua Xxxxxx Xxxxxx.XXX no Xº Ofício Registro de Imóveis de Xxxxxxx. portador da Cédula de Identidade nº X.347/85. PR.-Cel. nº XXX. utilizado como indústria e comércio de armarinhos. objeto da cláusula anterior.XXX. Ten. (CABEÇALHO COM BRASÕES) TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA Nº XXXXXX/2012 O CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO PARANÁ. nº XX. da Lei Federal n. CLÁUSULA SEGUNDA – DA FINALIDADE O presente termo destina-se a prover a edificação. e a empresa “COMERCIO DE SERVIÇOS LTDA” inscrita no CNPJ do MF sob n. por intermédio do Xº GRUPAMENTO DE BOMBEIROS. para que a COMPROMITENTE execute as adequações abaixo. na cidade de Xxxxxxx. descrito à cláusula primeira. defere a concessão de prazo de 365 dias. previstas no Código de Segurança contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. na NBR 9077/93 – ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) a qual preconiza saídas de emergência em edifícios e NR 20 do Ministério do Trabalho.. em conformidade com as normas de prevenção e combate a incêndios. em conformidade com o parecer técnico nº XXXXXX/2011 – CTPI.. QOBM XXXXXXXXX XXXXXXXXX. empresário. sediado em Município.XXX-XX. matriculado sob o nº XX. de 12/02/2007 e a Resolução SESP nº 53/2011.C.XXm².XXX-X SSP/PR. ACORDAM. sendo que a edificação possui requisitos mínimos de segurança contra incêndio e pânico. sendo o pedido deferido a partir da data da assinatura do presente termo. CLÁUSULA QUINTA – DO CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO DE OBRAS O COMPROMISSÁRIO. e inscrito no CPF sob o nº XXX. 5º. com fundamento no § 6º do art. Bairro Xxxxxxx.C. as quais constam no cronograma físico financeiro em anexo. PR. Decreto Estadual nº 135. brasileiro. Bairro XXXX. na figura de seu Comandante.XXX. neste ato representada pelo sócio administrador XXXXXXXXX XXXXXXXX XXXXXXX. Quadra XX.XXX. neste ato representado por seu Comandante. sendo determinado o encerramento do prazo em 04 de dezembro de 2012.XXX.A. doravante denominado COMPROMISSÁRIO. doravante denominada COMPROMITENTE. Adequação Execução tubulação Vencimento 04/06/12 5 . PR. dos meios exigíveis pelo Código de Segurança contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. CLÁUSULA QUARTA – DOS REQUISITOS MÍNIMOS A COMPROMITENTE. solteiro. data em que as adequações deverão estar concluídas. na cidade de Xxxxxxxxxx. CLÁUSULA TERCEIRA – DAS NORMAS APLICÁVEIS A atividade será disciplinada pelas Normas Vigentes no Código de Segurança contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná.. à Rua Xxxxxxxxxx. mediante obediência às seguintes cláusulas: CLÁUSULA PRIMEIRA – DO OBJETO O presente termo de ajustamento tem por objeto a regularização do imóvel propriedade da COMPROMITENTE. NIB XXXXXX.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 4 ANEXO A MODELO DE T. prazo de 365 dias para regularização do imóvel. possuindo uma área construída de X. PR. com sede na Rua Xxxx Xxxxxxx nº XXX.º XX.

reverterão para o Fundo Especial de Segurança Pública – FUNESP/PR. sem prejuízo da multa descrita cláusula anterior de acordo com o § 4º do Art 1º da Resolução nº 53/2011 – SESP. CLÁUSULA SÉTIMA – DA NOTIFICAÇÃO Expirado o prazo previsto no cronograma de execução de obras. emitida pelo COMPROMISSÁRIO. sendo eleito o foro da comarca de Maringá para a solução de qualquer pendência judicial resultante do presente Termo de Ajustamento. espontaneamente. XXXXXXXXX XXXXXXXX XXXXXXX COMPROMITENTE Ten.944.00 (três mil reais). CLÁUSULA NONA – DA REINCIDÊNCIA Decorrido o prazo de 30 (trinta) dias. o qual passa a vigorar a partir da assinatura das partes. À COMPROMITENTE é facultado recolher o valor da pena pecuniária de multa.-Cel. elidindo a execução do Termo de Ajustamento por via judicial. em conformidade com o § 3º do Art. 1º da Resolução nº 53/2011 – SESP. CLÁUSULA OITAVA – DA CLÁUSULA PENAL Após a emissão da notificação prevista na cláusula anterior incidirá pena pecuniária no valor de R$ 3. a COMPROMITENTE será notificada pelo COMPROMISSÁRIO para que cumpra a obrigação nos próximos 30 dias (trinta) dias. a ser recolhida pela COMPROMITENTE junto ao Fundo Estadual do Corpo de Bombeiros (FUNCB). XX de dezembro de 2012. o COMPROMISSÁRIO realizará vistoria e.000. no período de 365 dias. por estarem justos e compromissados firmam a presente em três vias. por mais privilegiado que seja. caso haja inadimplemento total ou parcial da obrigação. de 10 de novembro de 2011. CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA – ELEIÇÃO DE FORO As partes renunciam a qualquer outro foro. E. da de no na CLÁUSULA DÉCIMA – DO RECOLHIMENTO DA PENA PECUNIÁRIA As multas decorrentes de pena pecuniária imposta por força do inadimplemento de obrigações contraídas no presente termo de ajustamento de conduta. bem como o relativo a sua reincidência. será emitido Certificado de Reprovação pelo Corpo Bombeiros. previsto na cláusula anterior e persistindo a mora COMPROMITENTE no cumprimento das obrigações. a título precário. após solicitação do interessado. e caracterizar-se-á a reincidência aplicando-se à COMPROMITENTE a pena pecuniária montante de 1% (hum por cento) ao dia sobre o valor da multa principal. através de GR-PR (Guia de Recolhimento). QOBM XXXXXXXXX XXXXXXXXX COMPROMISSÁRIO 6 . no prazo de trinta dias. após comprovação do regular recolhimento. Xxxxxxxxxxxx. informando acerca da viabilidade e da emissão de “Alvará de Localização”. criado pela Lei Estadual nº 16.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 4 Instalação dos abrigos e mangueiras Pintura da tubulação Instalação de equipamentos 04/09/12 04/10/12 04/12/12 CLÁUSULA SEXTA – DA CONCESSÃO DE PRAZO O COMPROMISSÁRIO enviará Ofício à Prefeitura Municipal.

TÉCNICO) 7 .00 R$ 2. Lote XX. OBRA: EDIFICAÇÃO INDUSTRIAL E COMERCIAL EM ALVENARIA ENDEREÇO: Rua Xxxx Xxxxxxx.000. 11 de novembro de 2012 CNPJ: FONE: (PROPRIETÁRIO) CREA: FONE: (RESP.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 4 ANEXO B MODELO DE CRONOGRAMA FÍSICO FINANCEIRO CRONOGRAMA FÍSICO – FINANCEIRO PROPRIETÁRIO: COMÉRCIO DE SERVIÇOS LTDA. Município SERVIÇO Execução tubulação Instalação dos abrigos e mangueiras Pintura da tubulação Instalação de equipamentos Total Início 04/01/12 04/06/12 04/08/12 04/11/12 Conclusão CUSTO 04/06/12 04/09/12 04/10/12 04/12/12 R$ 15. nº XXX. Quadra XX.000.00 R$ 30.000.00 Xxxxxxxxx.000.000.00 R$ 3.00 R$ 10.

Senhor Xxxxxxxxxx Xxxxxxxx Xxxxxxxx Secretário Municipal do Xxxxxxx Xxxxxx Prefeitura Municipal de Xxxxxxx Município . oportunamente reiteramos nossos protestos de consideração e apreço. buscando regularizar as instalações da edificação localizada à Rua Xxxx Xxxxxxx. Sendo o que se apresenta para o momento. Senhor Secretário Através do presente. informamos que é viável a concessão do Alvará de Localização à referida empresa. Outrossim. Quadra XX. 3. 30 de dezembro d e 2012.-Cel.XXX. 2. neste Município. que a empresa COMÉRCIO DE SERVIÇOS LTDA. Ten. a título precário e de caráter provisório.XXX/XXXX-XX. Atenciosamente.PR 8 . n° XXX/12 – BM/7 Município. informamos a essa Secretaria Municipal.NPT 001 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS – PARTE 4 ANEXO C MODELO DE OFÍCIO À PREFEITURA MUNICIPAL (CABEÇALHO COM BRASÕES) Of. QOBM Xxxxxxxxx Xxxxxxxxxxx Comandante do Xº Grupamento de Bombeiros Ilmo.. Lote XX. firmou com este Xº Grupamento de Bombeiros. Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta nº XXXXXX/2011. nº XXX. inscrita no CNPJ XX. com vencimento em 04/12/12. com vencimento no mesmo prazo. PR. Assunto: Informação sobre celebração de TCAC.

Tabela de adaptação de chuveiros automáticos 1 OBJETIVO Estabelecer medidas para as edificações existentes a serem adaptadas visando atender às condições mínimas de segurança contra incêndio.1. Neste caso.1 As edificações construídas e regularizadas posteriormente à vigência do Código de Prevenção de Incêndios (março de 2001).1 Esta Norma de Procedimento Técnico (NPT) aplica-se às edificações comprovadamente regularizadas ou construídas anteriormente à vigência do CSCIP 2011. 2 APLICAÇÃO 2. com as seguintes ressalvas: 2. exceto se houver compartimentação entre as áreas existentes e ampliadas.1. pode-se adotar o Código de Prevenção de Incêndios 2001 para a área existente e o CSCIP 2011 para a área ampliada. devem atender integralmente ao CSCIP 2011.2 Se houver ampliações sucessivas em épocas distintas considera-se como existente a somatória das 1 . atendendo aos objetivos do Código de Segurança Contra Incêndios do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná.NPT 002 – ADAPTAÇÃO ÀS NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO – EDIFICAÇÕES EXISTENTES E ANTIGAS Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 002 Adaptação às normas de segurança contra incêndio – edificações existentes e antigas CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 9 páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 6 7 8 Objetivo Aplicação Referências normativas e bibliográficas Definições e conceitos Procedimentos Exigências básicas Adaptações Prescrições diversas ANEXOS A . bem como permitir condições de acesso para as operações do Corpo de Bombeiros. não cabendo as adaptações desta NPT. 2. quando ampliadas ou com mudança de ocupação.

para efeito de ampliação.1.1 Mudança da ocupação ou uso: considera-se mudança de ocupação quando houver troca da atividade exercida no local. 2.2 Verificação das condições de aplicação estabelecidas no item “2”. estas devem ser consideradas como ampliação de área. a área individual de cada edificação. possuírem as medidas de segurança consideradas básicas.1 Classificação da edificação conforme a época de existência e a vigência do respectivo Código de Prenção de Incêndios.2 As medidas de segurança contra incêndio consideradas como exigências básicas nas edificações com 2 .2 Ampliação de área construída: considera-se ampliação de área construída qualquer acréscimo na área da edificação em relação àquela regularizada ou construída anteriormente. 4 DEFINIÇÕES E CONCEITOS Além das definições constantes da NPT 003/11 – Terminologia de segurança contra incêndio. 6. aplicam-se as definições específicas abaixo: 4. o acréscimo de áreas. 5.1 As edificações existentes devem atender às exigências da legislação vigente à época da construção ou regularização e.1 As medidas de segurança a serem exigidas para as edificações existentes devem ser analisadas. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Código de Prevenção de Incêndios. considerando as exigências das Divisões contempladas nas Tabelas de 6A a 6M do CSCIP 2011.1.3 Aumento na altura da edificação: considera-se aumento na altura da edificação. adaptadas e dimensionadas atendendo à sequência abaixo: 5. Corpo de Bombeiros da Policia Militar do Estado do Paraná.4 Se houver mais de uma edificação na mesma propriedade.1.3 Se uma edificação existente for unificada a uma ou mais edificações adjacentes. 5 PROCEDIMENTOS 5. independentemente do grau de risco a ser implantado. 6 EXIGÊNCIAS BÁSICAS 6. no mínimo. considera-se.NPT 002 – ADAPTAÇÃO ÀS NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO – EDIFICAÇÕES EXISTENTES E ANTIGAS áreas com comprovação de existência anterior à vigência do Código de Prevenção de Incêndios 2001. 2. 4.1. que estejam isoladas entre si. 4. acima do último pavimento anteriormente aprovado por ocupações que devam ser computadas conforme preconiza o Código de Segurança Contra Incêndios e Pânico.

devem ser adotadas as seguintes exigências: a) a lotação a ser considerada no pavimento limita-se ao resultado do cálculo em função da largura da escada.2 Escada com degraus em leque: Caso a escada possua degraus em leque. são: a) extintores de incêndio.3 As medidas de segurança contra incêndio consideradas como exigências básicas nas edificações com área menor que 1500 m² ou altura inferior a 04 (quatro) pavimentos para o Risco Leve (RL) e 1000 m² ou 03 (três) pavimentos para os Riscos Moderado e Elevado (RM. d) saída de emergência. e) hidrantes. c) previsão de faixas de sinalização refletivas no rodapé das paredes do hall e junto às laterais dos degraus. 3 .1. 6. independente da data de construção e da regularização. independente da data de construção e da regularização. f) saída de emergência.1 Escadas de segurança 7. b) iluminação de emergência. b) previsão de piso ou fita antiderrapante. b) previsão de piso ou fita antiderrapante. devem ser adotadas as seguintes exigências: a) capacidade da unidade de passagem (C) deve ser reduzida em 30% do valor previsto na NPT 011/11. 6.NPT 002 – ADAPTAÇÃO ÀS NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO – EDIFICAÇÕES EXISTENTES E ANTIGAS área igual ou superior a 1500 m² ou com 04 (quatro) ou mais pavimentos para Risco Leve (RL) e 1000 m² ou 03 (três) ou mais pavimentos para os Riscos Moderado e Elevado (RM e RE). são: a) extintores de incêndio. devem atender às respectivas NPTs do CSCIP vigente. c) sinalização de emergência.1. c) sinalização de emergência. quando não contempladas. c) previsão de faixas de sinalização refletivas no rodapé das paredes do hall e junto às laterais dos degraus. b) iluminação de emergência.4 As medidas de segurança contra incêndio podem ser adaptadas conforme estabelecido nesta Norma de Procedimento Técnico e. e RL). 7 ADAPTAÇÕES 7.1 Largura da escada: Caso a largura da escada não atenda à NPT 011/11 – Saídas de emergência. se for o caso. 7. d) brigada de incêndio.

e) prever exaustão no topo da escada.1. treinamento dos ocupantes para o abandono da edificação. com antecâmara e dutos de ventilação conforme a NPT 011/11 – ou pressurização da escada conforme a NPT 013/11 – Pressurização de escada de segurança. b) prever sistema de detecção de fumaça em todo o hall (exceto residencial).1.00 m². com área efetiva mínima de 0.1.2 Segunda opção: a) enclausurar com portas resistente ao fogo PRF 30 as portas das unidades autônomas que tem acesso ao hall ou corredor de circulação. treinamento dos ocupantes para o abandono da edificação. Nota: caso haja ventilação (janela) na escada. acessa a escada.3. d) prever faixas de sinalização refletivas no rodapé das paredes do hall e junto às laterais dos degraus.1 Adaptação de escada não enclausurada (NE) para escada enclausurada protegida (EP): Para o enclausuramento da escada pode ser adotada uma das seguintes opções: 7. c) prever anualmente. c) prever anualmente.00 m².1. 7. não é necessária a exaustão no topo da escada. a área efetiva mínima de ventilação pode ser de 0.3 Adaptação de escada não enclausurada (NE) para escada à prova de fumaça (PF): quando não for possível prever escada à prova de fumaça (PF). 7.NPT 002 – ADAPTAÇÃO ÀS NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO – EDIFICAÇÕES EXISTENTES E ANTIGAS 7. podendo ser: cruzada.1. conforme os casos abaixo. d) prever faixas de sinalização refletivas no rodapé das paredes do hall e junto às laterais dos degraus. em todos os pavimentos. devem ser consideradas as exigências contidas na NPT 011/11 em relação à escada existente no edifício. com área mínima de 1.1. por exaustores eólicos ou mecânicos.1.1 Primeira opção: a) enclausurar com portas corta-fogo o hall de acesso à escada em relação aos demais ambientes. b) prever sistema de detectores de fumaça em toda a edificação (exceto residencial). com área mínima de 1.3 Tipos de escada: Para fins de adaptação das escadas de segurança das edificações.3. por exaustores eólicos ou mecânicos. que por sua vez. b) prever sistema de detecção de fumaça em toda a edificação.3. d) prever faixas de sinalização refletivas no rodapé das paredes do hall e junto às laterais dos degraus. em todos os pavimentos.1. e) prever ventilação na escada. 7.3. Neste caso. c) prever anualmente treinamento dos ocupantes para o abandono da edificação. devem ser previstas as seguintes regras de adaptação: a) enclausurar com portas corta-fogo o hall de acesso à escada em relação aos demais ambientes.50m². e) prever exaustão no topo da escada. 4 . podendo ser: cruzada.50m².

nos moldes da NPT 011/11. com antecâmara e dutos de ventilação conforme a NPT 011/11 ou escada pressurizada.1.20 m. a edificação deve possuir sistema de detecção de incêndio. por meio de passarela e/ou passadiço protegido. em função do dimensionamento da lotação ou do percurso máximo. pode ser aceita a interferência no raio de passagem da escada. treinamento dos ocupantes para o abandono da edificação. podendo as demais serem substituídas por interligação entre blocos no mesmo lote ou entre edificações vizinhas. c) prever faixas de sinalização refletivas no rodapé das paredes do hall e junto às laterais dos degraus.2..2 Nas passarelas.1. pode-se implantar na edificação a escada externa. as portas que se comunicam com o edifício vizinho não podem permanecer trancadas em nenhum momento.4. 7. 7.4. conforme esta NPT. paredes resistentes ao fogo e acessos através de PCF 90.3.1.1. indicando as saídas de emergência do edifício para o prédio vizinho.4.5 As condições de ventilação da escada de segurança e da antecâmara (EP e PF) podem ser mantidas conforme as aprovações da legislação vigente à época. 7. 7. 7. caso as escadas já estejam construídas. além dos componentes básicos dos sistemas de segurança contra incêndio. a distância mínima de trajeto entre as suas portas de acesso de 10 m pode ser desconsiderada.4 Adaptação de escada enclausurada protegida (EP) para Escada à prova de fumaça (PF): quando não for possível prever escada à prova de fumaça (PF).4. 7. Deve ainda haver sinalização em todos os pavimentos e elevadores. conforme a respectiva NPT.4.distâncias máximas a serem percorridas 7.2. bem como as áreas existentes devem atender à distância máxima 5 . deve-se adotar o prescrito na NPT 013/11.NPT 002 – ADAPTAÇÃO ÀS NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO – EDIFICAÇÕES EXISTENTES E ANTIGAS 7. os subsolos das edificações devem ser compartimentados em relação ao pavimento térreo.2. devendo manter pelo menos 1. 7. devem ter.4 No caso de exigência de duas ou mais escadas de emergência.1. e a casa de motoventiladores a ser instalada na cobertura da edificação.4.1. conforme a NPT 013/11.2 As edificações que necessitarem de mais de uma escada.4 Prescrições diversas para as escadas de segurança das edificações existentes 7. devendo ser feito ainda um termo de responsabilidade entre os dois edifícios. e adequar-se de acordo com a disponibilidade técnica da edificação.1 Na instalação de PCF na caixa de escada. 7.4.2 Rota de fuga . b) prever anualmente.1. assinados pelos proprietários. metade das saídas atendidas por escadas.1 As passarelas e/ou passadiços protegidos devem ter largura mínima de 1.1.4.1 As áreas ampliadas (novas).6 Independente do tipo de escada. podendo a captação de ar do sistema de pressurização estar afastada da fachada. Alternativamente.3 No caso de pressurização de escada.1.1. desde que comprovada a sua impossibilidade técnica no térreo da edificação. no qual se obrigam a manter as PCF 90 permanentemente destrancadas ou dotadas de barra antipânico. 7. devem ser previstas as seguintes regras de adaptação: a) prever sistema de detecção de incêndio em toda a edificação. Neste caso. pelo menos.1. mas mantendo os princípios da pressurização.0 m de passagem livre e devidamente sinalizada no piso à projeção da abertura da porta.

5. deverão ser instalados no mínimo 02 (dois) extintores por pavimento. se de “Risco Leve” ou “Risco Moderado”.2. 7. nos seguintes casos.4.5 Este sistema estará dispensado de comprovação de volume e vazões mínimas.5 Sistema de chuveiros automáticos 7. 7. com 04 (quatro) ou mais pavimentos. 7.2. devendo ser executada em tubo resistente ao fogo.2 Este sistema deverá possuir hidrante de recalque que poderá ser de passeio ou de fachada. 7.2. sendo 01 PQ .3 Dimensionamento de lotação e saídas de emergência em centros esportivos e de exibição 7. 7. devendo.4. adota-se a legislação vigente à época. 7.3 A rede do sistema adaptado de proteção contra incêndios por hidrantes será executada desde o hidrante de recalque até o reservatório superior.3.1 Será permitida a instalação de sistema adaptado de proteção contra incêndios por hidrantes nas edificações antigas definidas na NPT 003/11. 7.2 Nas edificações existentes com aumento de altura ou com mudança de ocupação. 7.2.4.4.04 Kg e 01 AP . quaisquer que sejam os resultados obtidos.1 Nas edificações existentes sem aumento de altura ou sem mudança de ocupação. bem como nos casos de substituição da compartimentação de áreas por sistema de chuveiros automáticos.4.2. 7.NPT 002 – ADAPTAÇÃO ÀS NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO – EDIFICAÇÕES EXISTENTES E ANTIGAS estabelecida na NPT 011/11. contudo.2.4.1 As edificações existentes devem possuir o sistema de hidrantes em conformidade com a legislação vigente à época de construção.7 Complementando o sistema. quando permitido.4 O sistema adaptado de proteção contra incêndios por hidrantes deverá ser dimensionado em função do risco. de uso não industrial. desde que seja prevista uma tomada de água para cada pavimento e que os abrigos de mangueiras sejam dispostos em cada pavimento a uma distância máxima de 5 m dos acessos às caixas de escada. Deverá ainda atender os requisitos da NPT 022/11 no tocante a mangueiras. 7.1 Devem ser adaptadas conforme prescrições para recintos existentes previsto na NPT 012/11 – Centros esportivos e de exibição – Requisitos de segurança contra incêndio. esguichos. podem ser estabelecidos os critérios do anexo “A” – Tabela de adaptação de chuveiros automáticos.4 Sistema de hidrantes 7.2 Para as edificações construídas anteriormente 1976 (edificações antigas) definidas na NPT 003/11 adotam-se os seguintes parâmetros para o sistema de hidrantes: 7.4. apresentar os cálculos do sistema.6 A prumada de incêndio pode ser mantida no interior das escadas existentes.4.2.5. 6 .10 l.4. 7. de diâmetro 65 mm. abrigos e demais componentes do sistema.

3 Nas edificações existentes com aumento de altura ou com mudança de ocupação. 7. depósitos e áreas técnicas. de forma a se colocar estes ambientes em pressão positiva.7.7.6 Sistema de detecção de incêndio 7.3 Escritórios com altura superior a 30 m. 7.2 devem ser instaladas barreiras de fumaça em todas as interligações da área ampliada com a área existente.6. nos casos permitidos pelo CSCIP-CBMPR.7.1 Nas edificações existentes sem aumento de altura ou sem mudança de ocupação. acarretando a exigência de sistema de controle de 7 .1 As regras de controle de fumaça podem ser aplicadas quando da exigência desta medida. adota-se a legislação vigente à época. conforme parâmetros da NPT 015/11. posteriores ao CSCIP 2011.3.5 As demais ocupações devem atender à NPT 019/11 -Sistemas de detecção e alarme de incêndio.3 deve haver insuflamento de ar nas áreas existentes. 7. a fim de evitar a migração de fumaça. 7. 7. o sistema deve ser instalado. Na área existente. 7.3. o sistema deve ser instalado apenas na área ampliada.6. 7. caso haja compartimentação entre a área ampliada e a área existente.7.6.2 Comerciais com altura até 30 metros. 7. o sistema deve ser instalado na área ampliada. 7.6. conforme parâmetros da NPT 015/11. Para edificações com altura superior a 30 m.2 Nas edificações existentes com aumento de altura ou com mudança de ocupação.3. adota-se a legislação vigente à época. nas lojas.3. ou em substituição à compartimentação vertical. anteriores à vigência do CSCIP 2011.3 Nas edificações existentes com ampliação de área.1 Hotéis e similares.4 As edificações existentes com mudança de ocupação. se não houver compartimentação entre a área ampliada e a área existente. 7. próximo às interligações.3. somente para as áreas de depósitos superiores a 1000 m². caso haja compartimentação entre a área ampliada e a área existente. nas salas e áreas técnicas.4 Industriais e depósitos com altura superior a 30m e/ou área igual ou superior a 1000 m² destinados a depósitos.NPT 002 – ADAPTAÇÃO ÀS NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO – EDIFICAÇÕES EXISTENTES E ANTIGAS 7. 7. para as seguintes divisões/ocupações: 7. sendo isentos os motéis que não possuam corredores internos de serviço.6.7. conforme parâmetros da NPT 019/11 – Sistema de detecção e alarme de incêndio.7.3.7 Sistema de controle de fumaça 7. em todos os quartos e áreas técnicas.1 o sistema deve ser instalado na área ampliada.6.6.7. 7.3.3.6. caso não haja compartimentação entre a área ampliada e a área existente: 7.2 Nas edificações existentes com ampliação de área.

a distribuição de dutos e grelhas conforme parâmetros da NPT 015/11. as edificações históricas devem ainda atender à NPT 040/11 – Prédios históricos. devem prever o sistema conforme os parâmetros da NPT 015/11 – Controle de fumaça.4. 8 PRESCRIÇÕES DIVERSAS 8. 7. referenciam-se ao CSCIP-CBMPR 2011 e respectivas Normas de Procedimentos Técnicos. por razões arquitetônicas. 8 .1 Caso não seja possível. museus e instituições culturais com acervos museológicos.2 Além desta NPT. quando não especificados.7.NPT 002 – ADAPTAÇÃO ÀS NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO – EDIFICAÇÕES EXISTENTES E ANTIGAS fumaça. podendo a velocidade máxima nos dutos de exaustão ser de 20 m/s.1 Os parâmetros de adaptação estabelecidos nesta NPT. 8. deve-se apresentar proposta alternativa com aumento da capacidade de vazão e pressão do exaustor.

Reserva de incêndio: 20 min de operação. 9 . .Reserva de incêndio: 20 min de operação.Reserva de incêndio: 15 min de operação INDÚSTRIA h > 23 m .Reserva de incêndio: 20 min de operação. SERVIÇO AUTOMOTIVO E ASSEMELHADOS h > 26 m .Proteção apenas nas lojas. SERVIÇO DE SAÚDE E INSTITUCIONAL h > 30 m .Reserva de incêndio: 15 min de operação LOCAL DE REUNIÃO DE PÚBLICO h > 23 m . Nota: edificações de risco leve. podem utilizar tubulações de CPVC. .Reserva de incêndio: 60 min de operação. COMERCIAL h > 23 m . para fins de aplicação de chuveiros automáticos. DEPÓSITO h > 23 m .Reserva de incêndio: 15 min de operação.Reserva de incêndio: 20 min de operação. EDUCACIONAL E CULTURA FÍSICA h > 33 m .Proteção apenas nos quartos. SERVIÇO PROFISSIONAL h > 30 m .Reserva de incêndio: 15 min de operação.NPT 002 – ADAPTAÇÃO ÀS NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO – EDIFICAÇÕES EXISTENTES E ANTIGAS Anexo A Tabela de adaptação de chuveiros automáticos CHUVEIROS AUTOMÁTICOS OCUPAÇÃO EXIGÊNCIA CRITÉRIOS RESIDENCIAL - - SERVIÇO DE HOSPEDAGEM h > 23 m .

 ISO 8421-1 (1987) General Terms and phenomena of fire.  ISO 8421-3 (1989) Fire detection and alarm.  ISO 8421-7 (1987) Explosion detection and suppression means. 1 . Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo.  ISO 8421-2 (1987) Strutural fire protection.  NBR 13860/97 Glossário de termos relacionados com a segurança contra incêndio.  ISO 8421-4 (1990) Fire extinction equipment. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS  Instrução Técnica nº 03/2011 – Terminologia de segurança contra incêndio.  ISO 8421-5 (1988) Smoke control. 2 APLICAÇÃO Esta Norma de Procedimento Técnico se aplica a toda legislação de Segurança contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 003 Terminologia de segurança contra incêndio CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão:02 Norma de Procedimento Técnico 48 páginas SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências Normativas e Bibliográficas 4 Definições 1 OBJETIVO Esta Norma de Procedimento Técnico padroniza os termos e definições utilizados no Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná.  Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros do Estado do Paraná.  ISO 8421-6 (1987) Evacuation and means of escape.

7 ABP-EX: Associação Brasileira de Prevenção de Explosões. destinado a armazenar mangueiras. segura. passagens.3 Abertura de ventilação: Abertura em uma parede ou cobertura de uma edificação concebida para retirar o calor e a fumaça.5 ABIQUIM: Associação Brasileira da Indústria Química. aplicam-se os seguintes termos e definições: 4. 4. 4. janela ou qualquer outra abertura não dotada de vedação com o exigido índice de proteção ao fogo ou qualquer parte da parede externa da edificação com índice de resistência ao fogo menor que o exigido para a face exposta da edificação.10 Acantonamento: 1.9 Abrigo: Compartimento. capaz de proteger contra intempéries e danos diversos.2 Abandono de edificação: Conjunto de ações que visam remoção rápida. em caso de uma situação de sinistro. varandas e terraços. esguichos. área de refúgio ou descarga para saída do recinto do evento. utilizadas para alojar.13 Acesso para viaturas: Vias trafegáveis com prioridade para a aproximação e operação dos veículos e equipamentos de emergência juntos às edificações e instalações industriais. 4 DEFINIÇÕES Para efeitos desta Norma de Procedimento Técnico. 2 . 2. operado manualmente. Os acessos podem ser constituídos por corredores. vestíbulos. 4. embutido ou aparente. 4. rescue services and handling hazardous materials. para alcançar a escada ou rampa. no interior das edificações e áreas de risco. organizações militares.15 Acionador manual de alarme: Dispositivo de alarme de incêndio.12 Acesso de bombeiros: Áreas ou locais que proporcionem facilidades de acesso para bombeiros e equipamentos. em caso de emergência. temporariamente. 4. 4.11 Aceite: Documento em que a prefeitura local aceita as obras e serviços realizados pelo loteador. 4.8 ABPI: Associação Brasileira de Prevenção de Incêndios. de forma ordenada e eficiente de toda a população fixa e flutuante da edificação.4 Abertura desprotegida: Porta. delimitado por painéis de fumaça. 4. carretéis e outros equipamentos de combate a incêndio. balcões. constituindo a rota de saída horizontal.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO  ISO 8421-8 (1990) Terms specific to fire-fighting.1 Abafamento: Método de extinção de incêndio destinado a impedir o contato do ar atmosférico com o combustível e a liberação de gases ou vapores inflamáveis. 4. dotado de porta. 4. particulares ou públicas. 4. construção ou grupo de construções não militares.14 Acesso: Caminho a ser percorrido pelos usuários do pavimento ou do setor. Volume livre de fumaça compreendido entre o chão e o teto/telhado.6 ABNT: Associação Brasileira de Normas Técnicas. 4. 4. 4. o qual proporciona um alarme de incêndio sonoro e/ou visual.

ao ponto mais baixo do nível do piso do pavimento mais baixo da edificação (subsolo). gasosas ou outros materiais) que são utilizados na extinção de um incêndio.31 Altura da edificação ou altura descendente: Medida em metros contada da soleira de entrada até o 3 . (PP) Técnica simples e eficiente. alias. líquidas. Os principais agentes extintores são os seguintes: água. destinado a alertar as pessoas sobre a existência de um incêndio em determinada área da edificação. originado por uma pessoa ou por um mecanismo automático. Apresenta bons resultados em produtos voláteis.19 Adução e recalque d'água: Transferência de água de uma fonte de abastecimento para o local do incêndio. 4.24 Afastamento horizontal entre aberturas: Distância mínima entre as aberturas nas fachadas (parede externa) dos setores compartimentados. realizada por meio de aplicação de vapor d´água no material contaminado. 4. através da interposição de bombas intermediárias nas linhas de mangueiras. Ato ou efeito de arejar.27 Alívio de emergência: Dispositivo capaz de aliviar a pressão interna de um recipiente ou vaso sobre pressão. passagem forçada de ar. 4. pó químico seco. é o mais comum. quer resfriando ou.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. 4. 4. até as redes de distribuição.18 Adaptação: Junta de união usada para conectar mangueiras com conexões diferentes. executando os testes necessários na vistoria. certas substâncias químicas (sólidas. quer abafando. 4. partida e movimentação de aeronaves. através de uma solução. quando dispersas dentro de um recipiente. 4. acumulando esses dois processos o que. 4. renovação de ar. com o objetivo de aumentar o teor de oxigênio ou expulsar gases indesejáveis. 4. visando seu pronto emprego.26 Agente supressor de explosão: Substâncias que. de um banho ou de outro sistema.20 Aduchar: Trata-se do acondicionamento de um cabo (ou mangueira).23 Aeródromo: Toda área de terra. espuma.21 Adutora: Canalização. ainda. geralmente de grande diâmetro. 4. 4. sonoro e/ou luminoso. 2.28 Alambrado: Tela de arame ou outro material similar. que acompanha o vistoriador.22 Aeração: 1. 4. que tem como finalidade conduzir a água da Estação de Tratamento de Águas (ETA). pela interferência do elemento humano.16 Acionador manual: Dispositivo destinado a dar partida a um sistema ou equipamento de segurança contra incêndio. dióxido de carbono (gás). 4.30 Altura ascendente: Medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível da descarga. sob a projeção do paramento externo da parede da edificação. podem interromper o desenvolvimento de uma explosão naquele recipiente.29 Alarme de incêndio: Aviso de um incêndio. 4. 4.17 Acompanhante do vistoriador: Pessoa com conhecimento da operacionalidade dos sistemas de segurança contra incêndio instalados na edificação. agentes halogenados e agentes humectantes. água ou flutuante destinada a chegada.25 Agente extintor: Entende-se por agentes extintores.

ele- 4 . mas que são projetados para reduzir a submergência e agitar a superfície do líquido. vestiários e instalações sanitárias ou respectivas dependências sem aproveitamento para quaisquer atividades ou permanência humana.1 m/s. em geral com valores em torno de 0. 4. 4. 4.35 Análise preliminar de risco: Estudo prévio sobre a existência de riscos.33 Ampliação de área: Aumento da área construída da edificação. 4.38 Anemômetro de fio quente ou termoanemômetro: Tipo de anemômetro que opera associando o efeito de troca de calor convectiva no elemento sensor (fio quente) com a velocidade do ar que passa pelo mesmo. 4.43 Aprovado: Aceito pela autoridade competente. por dutos de entrada e saída de ar ou por ventilação forçada (pressurização). 4. barrilete. 4.42 Aplicação por espuma: Tipo I: utiliza aplicador que deposita a espuma suavemente na superfície do líquido.41 Antiálcool: É um LGE (líquido gerador de espuma) fabricado a partir de proteína animal hidrolizada e estabilizada mediante uso de aditivos especiais que formam uma membrana química insolúvel entre as bolhas de espuma e a superfície do líquido inflamado. reservatórios de água e assemelhados.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO piso do último pavimento.45 Área construída: Somatório de todas as áreas ocupáveis e cobertas de uma edificação. com ventilação natural garantida por janela para o exterior. Tipo II: utiliza aplicadores que não depositam a espuma suavemente na superfície do líquido. Possibilita realizar medições de valores baixos de velocidade. terraços descobertos.46 Área da edificação: Somatório da área construída de uma edificação. 4.44 Área a construir: Área projetada não edificada. 4.47 Área de aberturas na fachada de uma edificação: Superfície aberta nas fachadas (janelas. 4. Nos casos onde os subsolos tenham ocupação distinta de estacionamento de veículos.34 Análise de projeto: Ato de verificação das exigências das medidas de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco.39 ANP: Agência Nacional do Petróleo. provocando o mínimo de submergência. no Plano de Segurança Contra Incêndio e Pânico.40 Antecâmara: Recinto que antecede a caixa da escada.36 Andar: Volume compreendido entre dois pavimentos consecutivos ou entre o pavimento e o nível superior à sua cobertura. Tipo III: utiliza equipamentos que aplicam a espuma por meio de jatos que atingem a superfície do líquido em queda livre. 4. 4. não consideradas edículas no ático destinadas a casas de máquinas. portas. 4. 4.37 Anemômetro: Instrumento que realiza a medição da velocidade de gases. 4. elaborado durante a concepção e o desenvolvimento de um projeto ou sistema. a mensuração da altura será a partir do piso mais baixo do subsolo ocupado.32 Altura de sucção: Altura entre o nível de água de um reservatório e a linha de centro da sucção da bomba. 4.

4. com dimensões definidas. 4.51 Área de operação para chuveiros automáticos: É a área calculada a ser totalmente inundada por um sistema de chuveiros automáticos. que pode ser usado.55 Área de pouso ocasional: Local de dimensões definidas. ficando entre esse (s) e o logradouro público ou área externa com acesso aos setores. e dos recintos fechados de escadas e rampas. 4. com acesso à escada de emergência. 4. parcialmente utilizados. 4.59 Área de toque: Parte da área de pouso e decolagem.58 Área de risco: Ambiente externo à edificação que contém armazenamento de produtos perigosos.62 Área fria: Local que possui piso e paredes.48 Área de armazenagem: Local destinado à estocagem de fogos de artifício industrializado. do espaço compreendido pelo perímetro interno das paredes externas e paredes corta fogo. onde o helicóptero pousa e decola. instalações elétricas. em qualquer pavimento de uma edificação. excluindo o de descarga.60 Área de venda de fogos de artifício: Local destinado à permanência de pessoas para escolha e compra de fogos de artifício.56 Área de refúgio para helipontos: Local ventilado. paredes. na qual é recomendado o toque do helicóptero ao pousar. e vazios. localizado dentro dos limites do heliporto ou heliponto. 4. separado desta por porta corta-fogo e situado em helipontos elevados. com dimensões definidas. específica e por prazo limitado. previamente delimitado. 4.52 Área de pavimento: Medida em metros quadrados. 4. excluindo a área de antecâmara. 4. 4. que poderá ser utilizado para pousos e decolagens de helicópteros. em caráter temporário. parapeitos e vergas que não apresentam resistência ao fogo e pelas quais pode-se irradiar o incêndio. ou ainda. 4. cheios. inflamáveis ou combustíveis. exclusivamente em casos de emergência ou de calamidade. com uso de helicópteros para casos de impossibilidade de abandono da edificação pelas rotas de fuga previamente dimensionadas. concentração de pessoas. quando existirem. normalmente revestidos com cerâmica. para pousos e decolagens de helicópteros mediante autorização prévia.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO mentos de vedação). acessado através das saídas de emergência de um setor ou setores. 4.53 Área de pouso e decolagem de emergência para helicópteros: Local construído sobre edificações.61 Área do maior pavimento: Área do maior pavimento da edificação.57 Área de refúgio: Local seguro que é utilizado temporariamente pelo usuário.54 Área de pouso e decolagem: Local do heliponto ou heliporto.50 Área de estacionamento: Local destinado ao estacionamento de helicópteros. do órgão regional do Comando Aéreo Regional.49 Área de armazenamento: Local contínuo destinado ao armazenamento de recipientes transportáveis de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). próximo ao local de resgate de vítimas. 4. radioativas ou de de gás. possuindo também 5 . 4. cadastrado no Comando Aéreo Regional respectivo. 4. compreendendo os corredores de inspeção.

4. caixas de água e circulação vertical.71 Ático: Parte do volume superior de uma edificação. 4.70 Atestado de brigada de incêndio: Documento que atesta que os ocupantes da edificação receberam treinamentos teórico e prático de prevenção e combate a incêndio. 2. Área dotada de equipamento de proteção e combate a incêndio.74 Autoridade competente: Órgão. 4. saunas e assemelhados.69 Aterramento: Processo de conexão à terra. 4. 4. exclusivamente a armazenagem de recipientes de líquidos inflamáveis.63 Área protegida: 1. . 4. conectando dois ou mais pavimentos cobertos.66 Armazém de produtos acondicionados: Área coberta ou não.75 Avisador: Dispositivo previsto para chamar a atenção de todas as pessoas dentro de uma área de perigo.76 Avisador sonoro: Dispositivo que emite sinais audíveis de alerta. 4. aprovar e/ou fiscalizar os assuntos relacionados à segurança contra incêndio nas edificações e áreas de risco. de um ou mais objetos condutores.67 Arruamentos de quadras: Vias de circulação de veículos pesados existentes entre as quadras de armazenamento externo de um pátio de contêineres. com fechamento na cobertura. tonéis. pessoa jurídica ou física investida de autoridade para legislar.77 Avisador sonoro e visual: Dispositivo que emite sinais audíveis e visíveis de alerta combinados. 4.) que contenham produtos ou materiais combustíveis ou produtos inflamáveis. visando à proteção do operador ou equipamento contra descargas atmosféricas. excetuando-se os locais destinados à escada. 4. vestiários. ar-condicionado e cabos de comunicação. 4. 4. repartição pública ou privada. examinar. baseados em legislação específica local.78 Avisador visual: Dispositivo que emite sinais visuais de alerta. Área enclausurada provida de um adequado grau de resistência ao fogo da qual há meios alternativos de fuga. 4. acúmulo de cargas estáticas e falhas entre condutores vivos. controlado pela central. eletricidade. 4.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO instalação hidráulica. latas.72 Átrio (Atrium): Espaço amplo criado por um andar aberto ou conjuntos de andares abertos. 6 .65 Armazém de líquidos inflamáveis: Construção destinada.64 Áreas de produção: Locais onde se localizam poços de petróleo. 4.banheiros. onde são acondicionados recipientes (tais como tambores. 4. 4. baldes etc.68 Aspersor: Dispositivo utilizado nos sistemas de pulverização de água que tem por finalidade a aplicação do agente extintor para controle ou extinção de incêndios ou resfriamento. destinada a abrigar máquinas. piso técnico de elevadores.73 Autonomia do sistema: Tempo mínimo em que o sistema de iluminação de emergência assegura os níveis de iluminância exigidos. escada rolante e “shafts” de hidráulica.

4. pedra ou metal. corrimão ou peitoril.89 Bico nebulizador: Dispositivo de orifícios fixo. adequados para controlar o movimento da fumaça.87 Barreiras de proteção: Dispositivos que evitam a passagem de gases. 4. uma face aberta para o espaço livre exterior. 4. que sustenta com outros iguais. Base de parede ou muralha.88 Bateria de cilindros: Conjunto de dois ou mais cilindros ligados por uma tubulação coletora contendo gás extintor ou propulsor. no sentido da abertura. 4. Colunelo de madeira. 4. andar ou teto.80 Bacia de contenção: Área construída por uma depressão. 4.83 Baldrame: 1. 4. alicerce de alvenaria.91 Bocel do degrau: Borda saliente do degrau sobre o espelho. As barreiras de fumaça podem ter aberturas que são protegidas por dispositivos de fechamento automático ou por dutos de ar. na posição de fechamento. destinada a conter eventuais vazamentos de produto. gerando uma bola de fogo sigla da expressão boilling liquid expanding vapour explosion. 4. 7 . que rapidamente se expande na área de incêndio.85 Barra antipânico: Dispositivo de destravamento da folha de uma porta. pelo menos.82 Balcão ou sacada: Parte de pavimento da edificação em balanço em relação à parede externa do prédio. geralmente usada nas viaturas para auxiliar o bombeiro no embarque ou desembarque 4. cuja força provém da eletricidade.90 Bleve: Explosão de vapores em expansão de líquido em ebulição.79 Bacia de contenção de óleo isolante: Dispositivo constituído por grelha. destinado a produzir neblina de água com forma geométrica definida. normalmente aberto. em uma barra horizontal fixada na face da folha. cujo acionamento. preenchido com pedra britada. 4. cuja força provém da explosão do combustível misturado com o ar.84 Barra acionadora: Componente da barra antipânico. para descarga de água sob pressão. 4. chamas ou calor de um local ou instalação para outro contíguo. 4. Fenômeno que ocorre quando há ruptura do recipiente de estocagem como consequência de fogo externo. tanto vertical quanto horizontal. Haste de madeira ou metal. 2. em qualquer ponto de seu comprimento. duto de coleta e dreno. acionado mediante pressão exercida no sentido de abertura. Há uma liberação instantânea do produto em combustão. 4. 4.94 Bomba com motor elétrico: Equipamento para combate a incêndio. arredondada inferiormente ou não. tal como uma parede. com a finalidade de coletar vazamentos de óleo isolante. que é projetada e construída para restringir o movimento da fumaça.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4.81 Balaustre: 1. tendo. 2.92 Bomba “booster”: Bomba destinada a suprir deficiências de pressão em uma instalação hidráulica de proteção contra incêndios. fixada horizontalmente na face da folha. regularmente distribuídos. Peça de madeira que serve de base às paredes e sustenta os barrotes do assoalho. 4. libera a folha da porta de sua posição de travamento. pela topografia do terreno ou ainda limitada por dique.86 Barreiras de fumaça (smoke barriers): Membrana. uma travessa.93 Bomba com motor a explosão: Equipamento para o combate a incêndio.

gerada da transformação de outra energia. através de processo físico ou químico.103 Brigada profissional: Brigada particular composta por pessoas habilitadas que exercem. para bomba principal.96 Bomba de pressurização (“jockey”):Dispositivo hidráulico centrífugo destinado a manter o sistema pressurizado em uma faixa preestabelecida. 4.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4.100 Botoeira de alarme: Dispositivo destinado a dar um alarme em um sistema de segurança contra incêndio. por sociedades de economia mista ou por empresas especializadas. 4. 4.110 Câmara de retardo da válvula de alarme do sprinkler: Dispositivo volumétrico projetado para minimizar alarmes falsos devido a surtos e flutuações no fornecimento de água do sistema de sprinkler: 8 . para atuação em edificações e áreas de risco. pela interferência do elemento humano. de busca e salvamento e de defesa civil. função remunerada e exclusiva de prevenção e combate a incêndios e primeiros socorros. quando estes não puderem ser abastecidos pelo reservatório elevado.105 Caldeira: É toda e qualquer instalação fixa destinada a produzir vapor d' água sob pressão superior a atmosférica. 4. 4. utilizando qualquer fonte externa de calor.99 Bombeiro militar: agente público.98 Bomba principal: Dispositivo hidráulico centrifugo destinado a recalcar água para os sistemas de combate a incêndio. para atuação em edificações e áreas de risco. 4. 4. legalmente habilitado pelo órgão estadual competente.108 Camada de fumaça “smoke layer”: Espessura acumulada de fumaça abaixo de uma barreira física ou térmica. com atribuição de realizar atividades de prevenção e combate a incêndios. treinadas e capacitadas em prevenção e combate a incêndios e primeiros socorros. supervisão e ou a execução do espetáculo pirotécnico.101 Botoeira “liga-desliga”: Acionador manual. segundo a regulamentação do Exército Brasileiro. em caráter habitual. 4. 4. do tipo liga-desliga.106 Calor: Forma de energia que eleva a temperatura.104 Cabo Pirotécnico (“Blaster” Pirotécnico): è o operador responsável pelo planejamento.109 Câmara de espuma: Dispositivo dotado de selo de vapor destinado a conduzir a espuma para o interior do tanque de armazenamento de teto cônico.107 Calor de combustão.97 Bomba de reforço: Dispositivo hidráulico destinado a fornecer água aos hidrantes ou mangotinhos mais desfavoráveis hidraulicamente. 4. potencial calorífico: Energia calorífica passível de ser liberada pela combustão completa de um material por unidade de massa. voluntárias ou não.95 Bomba de escorva: Bomba destinada a remover o ar do interior das bombas de combate a incêndio. contratadas diretamente por empresas privadas ou públicas. 4. no âmbito das Unidades Federativas respectivas. pertencente ao Corpo de Bombeiros. 4.102 Brigada de incêndio: Grupo organizado de pessoas. 4. 4. 4.

125 Chuveiro automático: Dispositivo hidráulico para extinção ou controle de incêndios que funciona automaticamente quando seu elemento termossensível é aquecido à sua temperatura de operação ou acima dela.116 Carga de incêndio: Soma das energias caloríficas possíveis de serem liberadas pela combustão completa de todos os materiais combustíveis contidos em um espaço. 4. referenciado à água a 20ºC. 4. 4. conexões e acessório. (4) Difusores: dispositivo para uso em aplicações que requerem formas especiais de distribuição de água.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. (3) Chuveiro de gotas grandes: chuveiro capaz de produzir gotas grandes de água. utilizado para controle de alguns tipos de incêndios graves. 4. comandar e controlar os demais componentes do sistema. 4.119 Causa: Origem de caráter humano ou material.123 Chama: Zona de combustão na fase gasosa. decolagem e acomodação de aeronaves. com emissão de luz. (7) Chuveiro de resposta imediata e co- 9 . (1) Chuveiro de extinção precoce e resposta rápida (ESFR–Early Suppression and Fast Response): chuveiro de resposta rápida utilizado para extinção (e não simplesmente controle) de alguns tipos de incêndios. (5) Chuveiro de estilo antigo: chuveiro que direciona 40% a 60% da água para o teto e que deve ser instalado com o defletor pendente ou de pé. sprays direcionais ou outras características incomuns. divisórias. (2) Chuveiro de cobertura extensiva: chuveiro projetado para cobrir uma área maior do que a área de cobertura de chuveiros padrão.112 Canal de fuga: Canal que interliga os tanques à bacia de contenção a distância. 4.114 Canhão monitor: Equipamento destinado a formar e a orientar jatos de longo alcance para combate a incêndio. (6) Chuveiro aberto: chuveiro que não possui elementos acionadores ou termossensíveis. permitindo que a água seja descarregada sobre uma área específica. construído com material incombustível. 4.117 Carga de incêndio específica: Valor da carga de incêndio dividido pela área de piso do espaço considerado. pisos e tetos. convertê-los em indicações adequadas. 4.115 Capacidade volumétrica: Capacidade total em volume de água que o recipiente pode comportar. que contém os recipientes transportáveis ou estacionário(s) e acessórios. típico em armazenagem a grande altura de material combustível. 4.124 Chave de mangueira: Ferramenta para apertar e/ou soltar conexões de mangueira.113 Canalização (tubulação): Rede de tubos.121 Central de gás: Área devidamente delimitada. 4. 4. 4. considerados graves.CBMPR certificando que a edificação está em conformidade com as exigências previstas no CSCIP. destinada a conduzir água para alimentar o sistema de combate a incêndios. 4.118 Carretel axial: Dispositivo rígido destinado ao enrolamento de mangueiras semi-rígidas. 4.111 Campo de pouso: Área preparada para pouso.120 Central de alarme: Equipamento destinado a processar os sinais provenientes dos circuitos de detecção. relacionada com um acidente. inerte aos produtos armazenados e com o coeficiente de permeabilidade mínima de 10 -6 cm/s. expresso em Megajoule (MJ) por metro quadrado (m2).122 Certificado de Vistoria em Estabelecimento (CVE): é o documento emitido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Paraná . inclusive o revestimento das paredes. destinados ao armazenamento de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) para consumo.

calor. contra o defletor. É o que ocorre. (f) Chuveiro em pé: chuveiro projetado para ser instalado em uma posição na qual o jato de água é direcionado para cima. (11) Chuveiro resistente à corrosão: chuveiro fabricado com materiais resistentes à corrosão. 4. fogo classe C e fogo classe D. (e) Chuveiro lateral: chuveiro com defletor especial projetado para descarregar água para longe da parede mais próxima a ele. não obrigatoriamente. Produz fogo (calor e chama).130 Combustão: Ação de queimar ou arder. como o fósforo branco. (12) Chuveiro seco: chuveiro fixado a um niple de extensão que é provido de um selo na extremidade de entrada para permitir que a água ingresse em seu interior somente em caso de operação do chuveiro. (d) Chuveiro embutido: chuveiro decorativo cujo corpo.127 Classes de incêndio: Classificação didática na qual se definem fogos de diferentes natureza. para serem utilizados em atmosferas que normalmente causam corrosão.131 Combustão ativa: Combustão em ambiente rico em oxigênio.). produzindo calor e luz.134 Combustão incompleta: É aquela em que a queima produz calor e pouca ou nenhuma chama. água + sódio.129 Combate a incêndio: Conjunto de ações táticas destinadas a extinguir ou isolar o incêndio com uso de equipamentos manuais ou automáticos. vento etc. (b) Chuveiro flush: chuveiro decorativo cujo corpo. 2. fermentam. 4. (8) Chuveiro de resposta imediata (QR–Quick-Response): tipo de chuveiro de resposta rápida utilizado para extinção (e não simplesmente controle) de alguns tipos de incêndios. (10) Chuveiro tipo spray: chuveiro cujo defletor direciona a água para baixo. 4.133 Combustão espontânea: 1. ou nenhuma. 4. 10 . por exemplo. Reação química que resulta da combinação de um elemento combustível com o oxigênio (comburente). e se processa em ambiente pobre em oxigênio. quando a combinação gera calor e libera gases em quantidade suficiente para iniciar combustão. 4. 4. É o chuveiro de uso mais difundido nos últimos cinquenta anos devido à sua capacidade de controlar incêndios em vários tipos de riscos. A fermentação produz calor e libera gases que podem incendiar. 3. ou parte dele. Oxidação forte com produção de calor e normalmente de chama (não obrigatoriamente). quando do armazenamento de certos vegetais que. é montado acima do plano inferior do teto. de chama. Processo em que o combustível absorve o comburente (oxigênio do ar ou de substância doadora de oxigênio) e gera calor. contra o defletor. e o corpo se inflama sem necessidade de ocorrência de chama ou faísca. lançando uma quantidade mínima de água. Adotada no Brasil em quatro classes: fogo classe A. para o teto. exceto a rosca. com a função de protegê-la da ação dos fenômenos naturais (chuva.128 Cobertura: Elemento construtivo. (c) Chuveiro pendente: chuveiro projetado para ser instalado em uma posição na qual o jato de água é direcionado para baixo. quarto de hotel ou assemelhado. pela ação de bactérias. em um formato parecido com um quarto de esfera. (9) Chuveiro especial: chuveiro testado e certificado para uma aplicação específica.126 Circulação de uso comum: Passagem que dá acesso à saída de mais de uma unidade autônoma. Ao ser ativado. ou com revestimentos especiais. Alguns materiais entram em combustão sem fonte externa de calor (materiais com baixo ponto de ignição). o defletor se prolonga para baixo do plano inferior do teto. localizado no topo da edificação.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO bertura estendida: chuveiro de resposta rápida projetados para cobrir uma área maior do que a área de cobertura de chuveiros padrão. Estado de um corpo que queima.132 Combustão completa: É aquela em que a queima produz calor e chamas e se processa em ambiente rico em oxigênio. Um pequeno volume de água é direcionado à parede atrás do chuveiro. fogo classe B. outros entram em combustão à temperatura ambiente (20 oC). com intensa produção de energia calorífica e. 4. 4. 4. é montado dentro de um invólucro embutido. Definições quanto à instalação: (a) Chuveiro oculto: chuveiro embutido coberto por uma placa que é libera antes do funcionamento do chuveiro. Ocorre também na mistura de determinadas substâncias químicas. Por exemplo. ou parte dele. incluindo a rosca. que ultrapassa o ponto de ignição.

142 Como construído (“as built”): Documentos. calor e gases. b) portas corta-fogo. desenhos ou plantas do sistema.139 Combustível: É toda a substância capaz de queimar e alimentar a combustão. f) afastamento horizontal entre aberturas. Incluem-se nesse conceito os elementos de vedação abaixo descritos: a) paredes corta-fogo. Incluem-se nesse conceito os elementos de vedação abaixo descritos: 11 . 4. de tal modo que o incêndio fique contido no local de origem e evite a sua propagação no plano horizontal. 4. que podem contribuir para a propagação e radiação do fogo. instituído pelo Comandante do Corpo de Bombeiros. líquido ou gasoso.138 Combustibilidade dos elementos de revestimento das fachadas das edificações: Característica de reação ao fogo dos materiais utilizados no revestimento das fachadas dos edifícios. Cabe também a CTPI a análise das propostas apresentadas pela CEA. 4. e) selos corta-fogo. constituídas de elementos de construção corta-fogo.145 Compartimentação horizontal: Medida de proteção. a geração de calor é gradual e não há queima. no mesmo pavimento ou para pavimentos elevados consecutivos dentro de uma área máxima de compartimentação pré-estabelecida. c) vedadores corta-fogo. 4. constituída de elementos construtivos resistentes ao fogo. constituída de elementos construtivos resistentes ao fogo.143 Compatibilidade da espuma: capacidade da espuma de permanecer eficaz quando aplicada simultaneamente com outros agentes extintores (tais como pó extintor) em um incêndio.137 Combustão muito viva: (ver deflagração) 4. de tal modo que o incêndio fique contido no local de origem e dificulte a sua propagação no plano vertical. 4. determinados nas normas técnicas em vigor. com o objetivo de avaliar e propor alterações necessárias ao Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do CBM/PR. 4. interna ou externamente ao edifício.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. 4. representativas de entidades públicas e privadas. destinadas a evitar ou minimizar a propagação do fogo. separando pavimentos consecutivos.146 Compartimentação vertical: Medida de proteção. Pode ser sólido.135 Combustão instantânea: (ver detonação).144 Compartimentação de áreas (vertical e horizontal): Medidas de proteção passiva. d) registros corta-fogo (dampers). que correspondem exatamente ao que foi executado pelo instalador.141 Comissão técnica de prevenção de incêndios (CTPI): Grupo de estudo do CB/PMPR. 4. separando ambientes. A reação é fraca. com o objetivo de analisar e emitir pareceres relativos aos casos que necessitarem de soluções técnicas mais complexas ou apresentarem dúvidas quantos às exigências previstas neste Código. 4.136 Combustão lenta: Ocorre em ambiente pobre de oxigênio.140 Comissão especial de avaliação (CEA): Grupo de pessoas qualificadas no campo da segurança contra incêndio. 4.

b) vedadores corta-fogo nos entrepisos ou lajes corta-fogo. portas. separando aberturas de pavimentos consecutivos. selos e “dampers” corta-fogo. h) registros corta-fogo nas aberturas em cada pavimento dos dutos de ventilação e de ar condicionado. 4.157 Condução: É a transferência de calor. 4. 4.156 Concentrado de espuma sintética: Concentrado de espuma baseado em líquidos ativadores sintéticos de superfície (geralmente detergentes) como agentes estabilizadores adequados. como componentes primários.148 Compartimento: Parte de uma edificação. 12 . compreendendo um ou mais cômodos.154 Concentrado de espuma formadora de filme (AFFF): Concentrado de espuma formadora de filme aquoso que flutua na superfície dos hidrocarbonos sob condições definidas. d) enclausuramento das escadas por meio de paredes e portas corta-fogo. bromo ou iodo. 4. 4.151 Comportamento do fogo: Todas as mudanças. espaços ou andares. tais como:localização de ambientes. f) paredes resistentes ao fogo na envoltória do edifício.150 Componentes de travamento: Componentes da barra antipânico que mantêm a(s) folha(s) de porta corta-fogo na posição fechada. não se tratando especificamente de sinalização de emergência. g) parapeitos ou abas resistentes ao fogo. saídas. através de um corpo sólido. que ocorrem quando um material. e) selagem corta-fogo dos dutos (“shafts”) na altura dos pisos e/ou entrepisos. 4. 4. 4. construídos para evitar ou minimizar a propagação do incêndio de dentro para fora de seus limites. 4.153 Comunicação visual: Conjunto de informações visuais aplicadas em uma edificação. prestação de serviços e propagandas.155 Concentrado de espuma resistente ao álcool: Concentrado de espuma usado para a extinção de incêndios envolvendo combustível misturado com água (líquidos polares) e outros incêndios com combustível que destrói a espuma normal. físicas ou químicas. 4. produto e/ou estrutura queima ou está exposto ao fogo. trabalhando como carga quando o sistema está com a tensão alta e trabalhando como gerador quando o sistema está com a tensão baixa. com a finalidade de orientar sua população.149 Compensadores síncronos: Equipamento que compensa reativos do sistema. uma ou mais misturas orgânicas que . de molécula a molécula.152 Compostos halogenados: Agentes que contém. contenham um ou mais dos seguintes elementos: flúor. por sua vez. cloro. c) enclausuramento de dutos (“shafts”) por meio de paredes corta-fogo. 4. 4.147 Compartimentar: Separar um ou mais locaisdo restante da edificação por intermédio de paredes resistentes ao fogo.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO a) entrepisos ou lajes corta-fogo.158 Conexão da mangueira: O tipo de conexão utilizada para conectar duas mangueiras entre si ou para conectar a mangueira a algum outro equipamento hidráulico.

por efeito. 4.161 Controle de fumaça: Medidas e meios para controlar a propagação e o movimento da fumaça e gases de combustão. com regime jurídico administrativo particular.174 Cortina para fumaça: Separação vertical feita ao teto (barreira) para criar um obstáculo à propagação lateral de fumaça e dos gases de incêndio. 4. por um período determinado de tempo. e impede a passagem de caloria (isolamento térmico). desembarque e transbordo entre diferentes meios de transporte. 4. legalmente constituída.165 Convecção: Transmissão de calor por meio de correntes circulatórias originadas da fonte.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4.160 Contenção de produtos vazados: Processos que levam a manter um material em seu recipiente ou processo. com a finalidade de facilitar o seu embarque. durante um incêndio. em uma edificação. com atribuição de realizar atividades de prevenção e combate a incêndios.167 Cor de segurança: Aquela para a qual é atribuída uma finalidade ou um significado específico de segurança ou saúde. 13 . impede a passagem de chamas e da fumaça (estanqueidade). ações de busca e salvamento e de defesa civil. 4. 4. para acondicionamento de carga geral a transportar.166 Cor de contraste: Aquela que contrasta com a cor de segurança a fim de fazer com que a última se sobressaia.169 Corredor de inspeção: Intervalo entre lotes contíguos de recipientes de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) ou outros gases. por um período determinado de tempo. 4. 4. 4.163 Controle natural de fumaça: Controle de fumaça com a ajuda das correntes de convecção de fumaça.170 Corrimão: Barra. 4.162 Controle mecânico de fumaça: Controle de fumaça com auxílio de meios mecânicos. 4.173 Cortina automatizada corta-fogo: Cortina móvel projetada para fechar automaticamente uma abertura dentro de uma edificação de tal forma que impeça a passagem de fumaça e gases quentes gerados pelo fogo. processo de propagação de calor que se verifica nos líquidos e gases. cano ou peça similar. 4. 4. cinemas e outras casas de diversões.168 Corpo de Bombeiros: Instituição organizada com base na hierarquia e disciplina. arredondada e contínua.172 Cortina de aço: Sistema que impede a propagação de incêndio em teatros. 4. 4.164 Controle para sistema de proteção contra incêndio automático: Dispositivo automático usado para acionar o sistema de proteção contra incêndio automático após receber um sinal do equipamento de controle e sinalização. aplicada em áreas de escadas e rampas destinadas a servir de apoio para as pessoas durante o deslocamento. e proporcional isolamento térmico. 4. com superfície lisa.171 Corta-fogo: Elemento que apresenta. as seguintes propriedades: integridade mecânica a impactos (resistência).159 Contêiner: Grande caixa metálica de dimensões e características padronizadas.

4. não devendo ser estabelecidos como base de que a “falha é impossível” .178 Damper para fumaça: Dispositivo para controle da fumaça.184 Densidade ocupacional estimada: Número de pessoas por metro quadrado de área útil de pavimento de acordo com a sua ocupação. 4. solo. São valores que definem a taxa de aceitabilidade ou não de uma escala de danos e que. construções e operações de plantas industriais. 4. utilizado para interromper a passagem de fluido (líquido ou gás) dentro do referido duto. 4. animais. chama ou fumaça.179 Dano: Lesões a pessoas. 4. podendo ser ativado. Usado para calcular (em particular) o número e a a largura das saídas de uma sala ou espaço. 4. e pelo espelho que é a parte vertical do degrau.190 Detector automático de incêndio: Dispositivo que. 4. 4. destinado ao pisoteio. 4. 4.176 Damper: Dispositivo de fechamento móvel instalado sobre a abertura de um duto ou shaft e controlado automaticamente ou manualmente. Pode ser constituída por corredores ou átrios cobertos ou a céu aberto.186 Depósito: Espaço físico em que se armazenam matérias primas.185 Densidade populacional (d): Número de pessoas em uma área determinada (pessoas/m2).180 Degrau: Conjunto de elementos de uma escada composta pela face horizontal conhecida como “piso”. 4. 4. 4. ultrapassados.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. decorrente da passagem de corrente elétrica. por calor. detecta princípios de incêndio. de modo a distribuir a água segundo padrão estabelecido. produtos semiacabados ou acabados à espera de ser transferidos ao seguinte ciclo da cadeia de distribuição.181 Deflagração: Explosão que se propaga à velocidade subsônica.175 Critério de aceitabilidade: Critérios que devem ser estabelecidos em todas as decisões sobre segurança de projetos.177 Damper corta-fogo: Damper projetado para funcionar automaticamente a fim de prevenir a passagem de fogo por meio de um duto. Pode permanecer aberto ou fechado quando estiver inativo. com acionamento manual ou automático.187 Descarga: Parte da saída de emergência de uma edificação que fica entre a escada ou rampa e a via pública ou área externa em comunicação com a via pública. ar. em posição normalmente aberta ou fechada.189 Destravadores eletromagnéticos: Dispositivo de controle de abertura com travamento determinado pelo acionamento magnético. 4. plantas ou ecossistemas) ou de bens materiais. quando sensibilizado por fenômenos físicos e/ou químicos.183 Densidade de carga de incêndio: Carga de incêndio dividida por áreas de piso. invalidam um projeto.182 Defletor de chuveiro automático: Componente do bico destinado a quebrar o jato sólido. 14 . em condições de testes pré-determinadas. que lhe define a altura.188 Deslizador de espuma: Dispositivo destinado a facilitar a aplicação suave da espuma sobre líquidos combustíveis armazenados em tanques. destruição de recursos naturais (água. basicamente. 4.

205 Dique intermediário: Dique colocado dentro da bacia de contenção com a finalidade de conter pequenos vazamentos. caracterizada por uma onda de choque. 4. Ex. 4. 4.193 Detector de explosão: Dispositivo ou arranjo de aparelhos.201 Detector multiponto: Detector destinado a atuar nos fenômenos monitorados além de um sensor somente. 4. 4.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4.204 Dique: Maciço de terra.206 Disposição central: Disposição do sistema de encanamento da instalação de “sprinklers” no qual os canos estão instalados de um lado ou do outro do encanamento de distribuição secundário. 4.200 Detector linear: Detector destinado a atuar os fenômenos monitorados ao longo de uma linha contínua. 15 . 4. contendo um ou mais sensores de explosão.191 Detector de calor: Detector sensível à temperatura anormal e/ou a taxa de aumento de temperatura e/ou diferenças de temperatura.203 Detonação: Explosão que se propaga à velocidade supersônica. tal qual uma dupla de detectores. 4. 4.192 Detector de chama: Detector que capta a radiação emitida pelas chamas. 4. 4.202 Detector pontual: Detector destinado a atuar nos fenômenos monitorados por um sensor compacto somente. gama e nêutron. concreto ou outro material quimicamente compatível com os produtos armazenados nos tanques.198 Detector de incêndio sensível a gás: Detector sensível aos produtos gasosos da combustão e/ou decomposição térmica. 4.195 Detector de fumaça iônico: Detector sensível aos produtos da combustão capazes de afetar correntes iônicas dentro do detector. 4.199 Detector de radiação: Aparelho portátil usado para detectar e medir a presença de radiação ionizante alfa. a fim de determinar o potencial de explosão. 4. acionador manual de alarme ou um interruptor de pressão. beta.196 Detector de fumaça óptico (fotoelétrico): Detector sensível aos produtos da combustão capazes de afetar a absorção ou dispersão de radiação na região infravermelha visível e/ou ultravioleta do espectro eletromagnético.197 Detector de gás inflamável: Equipamento destinado a detectar a presença de gás inflamável e concentração da mistura de ar em um local. 4.207 Dispositivo de ativação: Dispositivo capaz de iniciar um alarme podendo ser operado manual ou automaticamente. formando uma bacia capaz de conter o volume exigido por norma.194 Detector de fumaça: Detector sensível às partículas sólidas ou líquidas dos produtos da combustão e/ou pirólise na atmosfera. que responde a uma explosão em desenvolvimento. 4.: detector.

que serão realizadas por pessoas jurídicas constituídas sob as leis brasileiras. distância de segurança é a distância mínima livre. explosão).217 Duto de entrada de ar (DE): Espaço no interior da edificação.216 Dosador: Equipamento destinado a misturar quantidades determinadas de “extrato formador” de espuma e água. Esses dispositivos podem ter formas como as de tubos abertos. em caso de acidente (incêndio. 4.211 Distância de segurança: Afastamento entre uma face exposta da edificação ou de um local compartimentado à divisão do lote. mantendo-os. com isso. com sede e administração no País. dispensando-se o duto interno e/ou externo para pressurização.212 Distância máxima horizontal de caminhamento: Afastamento máximo a ser percorrido pelo espectador para alcançar um acesso. que permite a saída. 4. pode ser suprimida facilmente em caso de reforma. Para que este fenômeno ocorra. que conduza ar puro. podendo ser dentro da propriedade quando o acesso do Corpo de Bombeiros estiver garantido. em qualquer pavimento. às escadas. de gases e fumaça para o ar livre. quando atingida pela onda de calor que se forma em conseqüência da combustão do produto. transvazamento. Com relação a líquidos combustíveis/ inflamáveis e GLP. devidamente ventilados e livres de fumaça em caso de incêndio. portanto.209 Dispositivos de descarga: Equipamentos que aplicam a espuma sob forma de neblina e que aplicam o agente numa corrente compacta de baixa velocidade. que permite o recalque de água para o sistema. ao eixo da rua ou a uma linha imaginária entre duas edificações ou áreas compartimentadas do mesmo lote. 4. para que. armazenamento. Podem ser: dispositivos que descarregam a espuma sob a forma de aspersão e terminam em um defletor ou uma calha que distribui a espuma. por meio de transporte próprio ou contratado. baixa ou atingindo o teto. antecâmaras ou acessos. ocasionada pela vaporização brusca de água existente no tanque.214 Distribuição de GNL (Gás Natural Liquefeito): Compreende as atividades de aquisição ou recepção. dispositivos que descarregam a espuma sob a forma de uma corrente compacta de baixa velocidade. 4. medida na horizontal. 16 . exclusivamente. estabelecida a partir do limite de área de armazenamento.219 Duto “plenum”: Condição de dimensionamento do sistema de pressurização no qual se admite apenas um ponto de pressurização.210 Distância a percorrer: Distância a ser percorrida de um ponto de uma edificação para uma rota de fuga protegida.208 Dispositivo de recalque: Registro para uso do Corpo de Bombeiros. podem ter ou não defletores ou calhas incluídos como partes integrantes do sistema. 4.218 Duto de saída de ar (DS): Espaço vertical no interior da edificação.220 Ebulição turbilhonar (“Boil Over”): Expulsão total ou parcial de petróleo ou misturas de combustíveis com características similares. esguichos de fluxo direcional ou pequenas câmaras de geração com bocas de saídas abertas. 4. acima da cobertura da edificação. 4. podendo também exercer a atividade de liquefação de gás natural. 4.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. coletado ao nível inferior desta.215 Divisória ou tabique: Parede interna. 4. 4. 4. controle de qualidade e comercialização do Gás Natural Liquefeito (GNL). os danos sejam minimizados. rota de fuga externa ou saída final.213 Distância mínima de segurança: Afastamento mínimo entre a área de armazenamento de recipientes transportáveis de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) e outra instalação necessária para a segurança do usuário. de edificação e do público em geral. sem efeito estrutural e que. do manipulador. é necessário que o tanque já tenha perdido seu teto. 4. medida perpendicularmente à face exposta da edificação.

equipamento ou material. 4.223 Edificação aberta lateralmente: Edificação ou parte de edificação que. casa de combate a incêndio.228 Edificação expositora: Construção na qual o incêndio está ocorrendo. 4.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4.225 Edificação destinada ao comércio de fogos de artifício no varejo: Local destinado ao armazenamento e venda de fogos de artifício e estampido industrializados. convecção de gases quentes ou a transmissão direta de chama. convecção de gases quentes e ou transmissão direta de chamas.231 Edificação principal: Construção que abriga a atividade principal sem a qual as demais edificações não teriam função. em cada pavimento: a) tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas. desde que mantidas as mesmas áreas e ocupações da época de sua construção. 4. 4. 17 . para permitir a ventilação.233 Edificação ou prédio horizontalizado: Edifício com até dois pavimentos acima do perfil do terreno (por exemplo: térreo e primeiro pavimento).230 Edificação nova: Edificação que tenha sido construída ou possua Alvará de Construção emitido e aprovado pela prefeitura municipal local posteriormente a vigência deste Código.224 Edificação antiga: Edificação que comprovadamente foi construída anteriormente ao ano de 1976. 4.229 Edificação importante: edificação considerada crucial em caso de exposição ao fogo.227 Edificação existente: Edificação que tenha sido construída ou possua Alvará de Construção emitido e aprovado pela prefeitura municipal local anteriormente a vigência deste Código.226 Edificação em exposição: Construção que recebe a radiação de calor. com aberturas dispostas de forma a poderem ser consideradas uniformemente distribuídas.222 Edificação: Área construída destinada a abrigar atividade humana ou qualquer instalação. equipamentos ou suprimentos críticos. ou b) tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas. 4. responsável pela radiação de calor. e pelo menos 50% destas áreas abertas situadas em duas fachadas opostas. 4. provida por aberturas cujas áreas somadas correspondam a pelo menos 1/3 da superfície total das fachadas externas. 4. 4. edificações com permanência de pessoas ou que contenham bens de alto valor.221 EPCI: Equipamento Conjugado de Proteção Individual. Exemplos: casa de controle. 4. providas por aberturas que possam ser consideradas uniformemente distribuídas e que tenham comprimentos em planta que somados atinjam pelo menos 40% do perímetro do edifício e áreas que somadas correspondam a pelo menos 20% da superfície total das fachadas externas. desde que mantidas as áreas e ocupações constantes do respectivo Alvará. Observação: Em qualquer caso. 4. 4. podendo possuir mezaninos cuja somatória de áreas deve ser menor ou igual à terça parte da área do piso de pavimento.232 Edificação térrea: Construção de um pavimento. as áreas das aberturas nas laterais externas somadas devem possuir ventilação direta para o meio externo e devem corresponder a pelo menos 5% da área do piso no pavimento e as obstruções internas eventualmente existentes devem ter pelo menos 20% de suas áreas abertas.

ingestão ou absorção cutânea. 4.242 Emergência: Situação crítica e fortuita que representa perigo à vida.247 EPI de nível “C”: É o nível mínimo necessário de proteção para qualquer tipo de acidente envolvendo produtos químicos. óculos de segurança e outros). ocasionando redução do desempenho do ventilador em termos de vazão. calça de bombeiro. 4. as seguintes propriedades: integridade mecânica a impactos (resistência).não proporcionando isolamento térmico.245 EPI de nível “A”: É o nível máximo de proteção para todas as possíveis vias de intoxicação. 4. 4. fonte de energia e controles que podem ser comutados para uso exclusivo do Corpo de Bombeiros durante uma emergência.235 Efeito chaminé (“Stack effect”): Fluxo de ar vertical dentro das edificações. com ou sem espaços vazios.: capacete de bombeiro. 4. ou na fachada de uma edificação.243 Entrepiso: Conjunto de elementos de construção.236 Efeito do sistema de escada pressurizada: Efeito causado pelo erro de projeto e/ou instalação com configurações inadequadas do sistema onde o ventilador está instalado. Utiliza-se roupa encapsulada de proteção química. 18 . 4. e com maquinário. dentro de uma edificação. impede a passagem das chamas e da fumaça (estanqueidade). 4. para exposições de produtos com possibilidade de respingos. 4.239 Elemento para-chamas: Aquele que apresenta. impede a passagem das chamas e da fumaça (estanqueidade). por um período de tempo. sendo por inalação. 4.241 Elevador de segurança: Elevador. e impede a passagem de caloria (isolamento térmico). com proteção respiratória de pressão positiva.246 EPI de nível “B”: É o nível de proteção intermediário.248 EPR: Equipamentos de proteção respiratória. luvas de bombeiro.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. ao meio ambiente e ao patrimônio. (Ex. fontes de energia e controles os quais podem ser comutados para uso exclusivo do Corpo de Bombeiros durante uma emergência. decorrente de atividade humana ou fenômeno da natureza que obriga a uma rápida intervenção operacional. 4.244 EPI: Equipamentos de proteção individual.238 Elemento estrutural: Todo e qualquer elemento de construção do qual dependa a resistência e a estabilidade total ou parcial da edificação.240 Elevador de emergência/elevador de segurança: Elevador instalado dentro de uma edificação com fechamento estrutural especialmente protegido ou instalado na fachada do prédio. 4. dotado de mecanismo. 4. as seguintes propriedades: integridade mecânica a impactos (resistência). bota de bombeiro. com enclausuramento e proteção estrutural especiais. causado pela diferença de temperatura interna e externa. 4. 4.234 Edificação ou prédio verticalizado: Edifício com mais de dois pavimentos acima do perfil do terreno (por exemplo: térreo e primeiro pavimento e segundo pavimento).237 Elemento corta-fogo: Aquele que apresenta. compreendido entre a parte inferior do forro de um pavimento e a parte superior do piso do pavimento imediatamente superior. capa de bombeiro. Utiliza-se roupa de proteção química conforme especificação da tabela de compatibilidade da roupa. por um período de tempo.

4.262 Espaçamento: É a menor distância livre entre os equipamentos. Pode ser constituído por logradouro público ou pátio amplo.250 Escada aberta externa (AE): Escada de emergência precedida de porta corta-fogo (PCF) no seu acesso. edificações. sendo dotada de guarda corpo ou gradil (barreiras) e corrimãos em toda sua extensão (degraus e patamares). propiciando um seguro abandono.258 Esguicho agulheta: Esguicho utilizado para ser acoplado à conexão de uma mangueira. Permite ainda acoplar um dispositivo para produção de neblina de baixa velocidade. barco de bombeiro. instalações de armazenamento e transferência. unidades de produção.263 Espaço confinado: Local onde a presença humana é apenas momentânea para prestação de um serviço de manutenção em máquinas.249 Escada aberta: Escada não enclausurada por paredes e porta corta-fogo. autoescada.255 Escada não enclausurada ou escada comum (NE): Escada que embora possa fazer parte de uma rota de saída. 4. 4.254 Escada enclausurada protegida (EP): Escada devidamente ventilada situada em ambiente envolvido por paredes resistentes ao fogo e dotada de portas corta-fogo.261 Esguicho universal: Esguicho dotado de válvula destinada a formar jato sólido ou de neblina ou fecha mento da água. cursos d’água e propriedades de terceiros.252 Escada enclausurada: Escada protegida com paredes resistentes ao fogo e portas corta-fogo.259 Esguicho-canhão: Canhão-monitor montado sobre uma viatura de bombeiro. 19 . “snorkel” ou edificação. não possuindo portas corta-fogo. 4.260 Esguicho regulável: Acessório hidráulico que dá forma ao jato. 4. 4. cuja projeção esteja fora do corpo principal da edificação. permitindo desta forma eficaz ventilação.251 Escada à prova de fumaça pressurizada (PFP): Escada à prova de fumaça. tubulações e sistemas. em cada pavimento. 4. permitindo o uso d’água em forma de chuveiro de alta velocidade.253 Escada enclausurada à prova de fumaça (PF): Escada cuja caixa é envolvida por paredes corta-fogo e dotada de portas corta-fogo. vias públicas. destinado a dar forma. 4. cujo acesso é por antecâmara igualmente enclausurada ou local aberto.257 Esguicho: Dispositivo adaptado na extremidade das mangueiras. 4. 4.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. 4. 4. comunica-se diretamente com os demais ambientes como corredores. podendo ser do tipo regulável (neblina ou compacto) ou de jato compacto.256 Escoamento (E): Número máximo de pessoas possíveis de abandonar um recinto dentro do tempo máximo de abandono. servindo para reduzir o diâmetro desta e aumentar a velocidade da água. 4. cuja condição de estanqueidade à fumaça é obtida por intermédio de pressurização. halls e outros. direção e controle ao jato. 4.264 Espaço livre exterior: Espaço externo à edificação para o qual abram seus vãos de ventilação e iluminação. 4. de modo a evitar fogo e fumaça em caso de incêndio.

4. os quais não podem ser utilizados no suprimento de ar. 4. 4. geralmente com dois ou mais pavimentos que se comunicam internamente.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. cerca de 10). visando a restringir o movimento da fumaça. normalmente 20 . de resistir ao colapso por certo período de tempo.270 Espuma de alta expansão: É recomendada para áreas confinadas. 4. 4.274 Espuma mecânica: Agente extintor constituído por um aglomerado de bolhas produzidas por agitação da água com extrato formador de espuma (EFE) e ar. 4. cerca de 100). estrutural ou não estrutural.275 Espuma extintora: Agente extintor composto de uma ou quimicamente por um líquido. 4. cerca de 500). também chamado de “queima” ou “show pirotécnico”. construída para prevenir propagação de incêndio por um período de tempo pré-determinado. 4.266 Espaços comuns (communicating space): Espaços dentro de uma edificação com comunicação com espaços amplos adjacentes.271 Espuma de baixa expansão: Espuma que tem uma razão de expansão de até 20 (geralmente. tais como subsolos.273 Espuma de expansão média: Espuma que tem uma razão de expansão entre 20 e 200 (geralmente. Os espaços comuns podem permitir aberturas diretamente dentro dos espaços amplos ou podem conectar-se por meio de passagens abertas.276 Espuma formadora de filme aquoso (AFFF): Extrato gerador de espuma que forma um filme aquoso que flutua na superfície dos hidrocarbonetos sob condições definidas.265 Espaço compartimentado: Parte de uma edificação. tanto no espaço amplo como no espaço comum. pode mover-se ou acumular-se sem restrições. Os átrios e shoppings cobertos são exemplos de espaços amplos. 4. 4. no decorrer de um ensaio normalizado de resistência ao fogo. massa de bolhas formada mecânica 4. A espuma extingue o fogo envolvendo os líquidos combustíveis ou inflamáveis.279 Estação central de alarme de incêndio: Centro com constante permanência humana.272 Espuma de combate a incêndio: É uma suspensão aquosa fluida composta de ar ou gás na forma de pequenas bolhas. edificações.268 Espaços separados (separated spaces): Espaços dentro de edificações que são isolados das áreas grandes por barreiras de fumaça. 4. separadas por películas da solução. espuma que tem uma razão de expansão maior do que 200 (geralmente.267 Espaços comuns e amplos (large volume spaces): Espaço descompartimentado. 4. poços de minas. na presença de um agente estabilizante de espuma.277 Espuma química: Espuma extintora formada pela reação de uma solução de sal alcalino com uma solução ácida. compreendendo uma ou mais salas ou espaços.269 Espetáculo pirotécnico: Evento onde se realiza a ignição de fogos de artifício das classes “C” ou “D”. nos quais a fumaça proveniente de um incêndio pode propagar-se livremente. dentro do qual a fumaça proveniente de um incêndio.278 Estabilidade ao fogo: Capacidade de um elemento de construção. 4. sob ação do fogo. esgotos e outros lugares geralmente inacessíveis aos bombeiros.

292 Expedidor: Pessoa responsável pela contratação do embarque e transporte de logística envolvendo produtos perigosos expressos em nota fiscal ou conhecimento de transporte internacional. válvulas e reservatórios de extrato formador de espuma. 4.291 Exercício simulado parcial: Atividade prática abrangendo apenas uma parte da planta. por um período de tempo. até uma área segura e isenta de risco. 4. desde um local onde ocorreu ou haja risco de ocorrer um sinistro.289 Exaustão: Princípio pelo qual os gases e produtos de combustão são retirados do interior do túnel.281 Estação fixa de emulsificação: Local onde se situam bombas. 4. 4. Tanto inibido manualmente com religamento automático ou por meio de célula fotoelétrica.280 Estação de carregamento: Instalação especialmente construída para carregamento de caminhõestanques ou de vagões-tanques.285 Estado de repouso do sistema: Condição na qual o sistema foi inibido de iluminar propositadamente.287 Estanqueidade: (1) Propriedade de um vaso de não permitir a passagem indesejável do fluído nele contido.286 Estado de vigília do sistema: Condição em que a fonte de energia alternativa (sistema de iluminação de emergência) está pronta para entrar em funcionamento na falta ou na falha da rede elétrica da concessionária. 4. 4. respeitandose os turnos de trabalho.293 Explosão: Fenômeno acompanhado de rápida expansão de um sistema de gases. (2) Propriedade de um elemento construtivo em vedar a passagem de gases quentes e/ou chamas.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO não pertencente à edificação. os dispositivos da iluminação de emergência. o qual recebe um chamado de incêndio e comunica imediatamente ao Corpo de Bombeiros local. para conservar energia e manter a bateria em estado de carga para uso em emergência. 4.288 Evacuação: Procedimento de deslocamento e relocação de pessoas e bens.294 Explosivos: Substâncias capazes de rapidamente se transformarem em gases.290 Exercício simulado: Atividade prática realizada periodicamente para manter a brigada e os ocupantes das edificações com condições de enfrentar uma situação real de emergência. seus principais efeitos são o desenvolvimento de uma onda de choque e ruído. 4. dosadores.282 Estação móvel de emulsificação: Veículo especificado para transporte de extrato formador de espuma (EFE) e o seu emulsionamento com a água. 4. 4.283 Estado de flutuação: Condição em que a bateria de acumuladores elétricos recebe uma corrente necessária para a manutenção de sua capacidade nominal. 21 . 4. produzindo calor intenso e pressões elevadas. protegida pelo sistema de alarme. 4. 4. 4.284 Estado de funcionamento do sistema: Condição na qual a(s) fonte(s) de energia alimenta(m). compatibilidade entre os produtos e a identificação de seus riscos. É responsável pela segurança veicular. efetivamente. quando do escurecimento da noite. seguida de uma rápida elevação na pressão. 4.

301 Extintor de incêndio de espuma (químico): Extintor de incêndio do qual uma espuma química é expelida quando se permite que as soluções químicas. A fachada deve possuir pelo menos um meio de acesso o interior do edifício e não ter obstáculos. se misturem e reajam. desta forma. 4. 4.311 Filtro de partículas: Elemento destinado a realizar retenção de partículas existentes no escoamento de 22 .295 Extinção ou supressão de incêndio: Redução drástica da taxa de liberação de calor de um incêndio e prevenção de seu ressurgimento pela aplicação direta de quantidade suficiente de agente extintor através da coluna de gases ascendentes gerados pelo fogo até atingir a superfície incendiada do material combustível.305 Extintor de incêndio portátil: Extintor que é projetado para ser carregado e operado manualmente. 4. destinado a combater princípios de incêndio. 4. 4. separadas dentro do corpo do extintor. está constantemente sujeito à sua pressão. 4. 4. 4.309 Faixa de estacionamento: Trecho das vias de acesso que se destina ao estacionamento e operação das viaturas do Corpo de Bombeiros. que emitirá ou receberá a propagação de um incêndio. portátil ou sobre rodas.307 Fachada: Face de uma edificação constituída de vedos e aberturas.299 Extintor de incêndio de dióxido de carbono (CO2): Extintor de incêndio contendo dióxido de carbono como agente extintor sob pressão. 4. 4. quando do uso. 4.310 Fator de massividade (“fator de forma”) (m-1): Razão entre o perímetro exposto ao incêndio e a área da seção transversal de um perfil estrutural. 4.300 Extintor de incêndio de espuma: Extintor de incêndio contendo solução de espuma como agente extintor. 4.306 Extintor de incêndio operado por cartucho de gás: Extintor no qual a pressão para a expulsão do agente do corpo do extintor é produzida pela abertura.298 Extintor de incêndio de água: Extintor de incêndio contendo água. sem obstrução.297 Extintor de incêndio com pressão armazenada: Extintor no qual o agente extintor está permanentemente armazenado com o gás propelente e. 4. como agente extintor.302 Extintor de incêndio de halon: Extintor contendo o halon como agente extintor.304 Extintor de incêndio sobrerrodas (carreta): Extintor de incêndio montado em rodas ou patins.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4.308 Fachada de acesso operacional: Face da edificação localizada ao longo de uma via pública ou privada com largura livre maior ou igual a 6 m.296 Extintor de incêndio: Aparelho de acionamento manual. 4.303 Extintor de incêndio de pó: Extintor contendo pó como agente extintor. possibilitando o acesso operacional dos equipamentos de combate e seu posicionamento em relação a ela. de um cartucho de gás comprimido ou liquefeito. 4. com ou sem aditivos.

deixando resíduos.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO ar e que estão sendo arrastadas por este fluxo. conforme a sua velocidade.319 Fogo classe C: Fogo em equipamentos de instalações elétricas energizadas. é necessário a presença de quatro elementos: combustível.314 Fluxo luminoso nominal: Fluxo luminoso medido após 2 min de funcionamento do sistema. ruído. incompleta.328 Fotoluminescência: Efeito alcançado por meio de um pigmento não radioativo. 4.318 Fogo classe B: Fogo em líquidos e gases inflamáveis ou combustíveis sólidos.327 Formas de Combustão: As combustões podem ser classificadas. que queimam em superfície e profundidade. chamas ou explosões. que se liquefazem por ação do calor e queima somente em superfície. em seguida.312 Fogos de artifício: Peças pirotécnicas com propriedade para produzir ignição para produção de luz. comburente (normalmente o Oxigênio). 4. Ziguezague: forma de acondicionamento que a mangueira demonstra um arranjo em forma ziguezague.321 Fogos de artifício e estampido: Artefato pirotécnico. 4. que produz ruídos e efeitos luminosos.322 Fonte de energia alternativa: Dispositivo destinado a fornecer energia elétrica ao(s) ponto(s) de luz de emergência na falta ou falha de alimentação na rede elétrica da concessionária. 4.315 Fluxo luminoso residual: Fluxo luminoso medido após o tempo de autonomia garantida pelo fabricante no funcionamento do sistema. Para que o fogo exista. 4. 4.323 Fonte de ignição: fonte de calor (externa) que inicia a combustão. espontânea e explosão. 4. 4. não tóxico. 4. o qual ab23 . 4. calor e reação em cadeia. empregadas normalmente em festividades. caracterizada pela emissão de calor. 4. induz ar sob pressão para formar a espuma. 4. 4.324 Formador de espuma: Equipamento posicionado na linha de mangueira para aerar uma solução de espuma. 4. em: completa. Aduchada: forma de acondicionamento em que a mangueira é permeada pelo centro e enrolada de tal forma que as juntas de união permanecem unidas. 4.326 Formas de acondicionamento mangueiras: Em espiral: forma de acondicionamento em que a mangueira é enrolada a partir de uma das juntas de união. 4.316 Fogo: é uma reação química de oxidação (processo de combustão).313 Fluxo (F): Número de pessoas que passam por unidade de tempo (pessoas/min) em um determinado meio de abandono. luz e gases tóxicos.325 Formador de espuma na linha (gerador mecânico de espuma): aparelho que induz o concentrado de espuma para o jato de água para fazer a solução de espuma e. 4.320 Fogo classe D: Fogo em metais pirofóricos.317 Fogo classe A: Fogo em materiais combustíveis sólidos.

4. 4.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO sorve luz do dia ou luz artificial e emite brilho (luz) por no mínimo 10 min.332 Gás Natural Liquefeito (GNL): Fluido no estado líquido em condições criogênicas. A palavra “halon” é seguida por um número. incolores.339 Habite-se (Certificado de Vistoria e Conclusão de Obra – CVCO): Ato administrativo emanado de autoridade competente que autoriza o início da utilização efetiva de construções e edificações. 4. servindo como proteção contra eventuais quedas de um nível para outro. aluminato.329 Fumaça: Partículas transportadas na forma sólida e gasosa.335 Grelha de insuflamento: Dispositivo utilizado nas redes de distribuição de ar. planejamento e execução de medidas que venham a garantir a segurança contra incêndio desses locais. ou qualquer outra forma. terraços. São inodoros.334 Gerenciamento de risco: São os procedimentos a serem tomados em uma edificação ou área de risco.331 Gás Liquefeito de Petróleo (GLP): Produto constituído de hidrocarbonetos com três ou quatro átomos de carbono (propano. resultando. Dividem-se em compostos halogenados e mistura de gases inertes. por sua vez. misturada formando uma massa. normalmente de quatro dígitos.338 Guarda ou guarda-corpo: Barreira protetora vertical. Os zeros terminais são omitidos.336 Grupo motoventilador: Equipamento composto por motor elétrico e ventilador. 4. Desta forma. no número de átomos de carbono. podendo apresentar-se em mistura entre si e com pequenas frações de outros hidrocarbonetos. visando ao estudo. de cor amarelo-esverdeado. Esse elemento terminal é utilizado para direcionar e/ou distribuir do modo adequado o fluxo de ar de determinado ambiente. rampas. butano. flúor. 4. 4. composto predominantemente de metano e que pode conter quantidades mínimas de etano.333 Gerador de espuma: Equipamento que se destina a facilitar a mistura da solução com o ar para a formação de espuma.330 Gás limpo: Agentes extintores na forma de gás que não degradam a natureza e não afetam a camada de ozônio. posicionado no final de cada trecho. propeno. Nota: o CO 2 não é considerado gás limpo por sua ação asfixiante na concentração de extinção. 4.337 Grupo motogerador: Equipamento cuja força provém da explosão do combustível misturado ao ar. 4. delimitando as faces laterais abertas de escadas. maus condutores de eletricidade e não corrosivos. patamares. Nota: o sistema de numeração a seguir é usado para identificar os hidrocarbonos halogenados. 24 . com a finalidade de gerar energia elétrica. decorrente de um material submetido à pirólise ou combustão que juntamente com a quantidade de ar que é conduzida. silicato etc e emite brilho intenso. galerias e assemelhados. maciça ou não. halon 1211 é o bromoclorodifluorometano (CF 2ClBr) e o halon 1301 é obromotrifluorometano (CF3Br). acessos. nitrogênio ou outros componentes normalmente encontrados no gás natural.340 Halon: Agente extintor de hidrocarbono halogenado. 4. 4. 4. com a finalidade de insuflar ar dentro de um corpo de escada de segurança para pressurizá-la e evitar/expulsar a possível entrada de fumaça. buteno). balcões. O pigmento armazena fótons claros (como energia) que excita as moléculas de sulfeto. propano. 4. em ambiente escuro. cloro e bromo.

podendo estar no interior de um abrigo de mangueira. 4.358 Iluminação de emergência de aclaramento: Sistema composto por dispositivos de iluminação de ambientes para permitir a saída fácil e segura das pessoas para o exterior da edificação. 4.354 Ignição: Iniciação da combustão.356 Iluminação de emergência de balizamento ou de sinalização: Iluminação de sinalização com símbolos e/ou letras que indicam a rota de saída que pode ser utilizada neste momento. 4.341 Heliponto: Área homologada ou registrada. em caso de falha do sistema normal de iluminação.347 Heliportos: Helipontos públicos dotados de instalações e facilidades para apoio de helicópteros e de embarque e desembarque de pessoas.349 Hidrante: Ponto de tomada de água onde há uma (simples) ou duas (duplo) saídas contendo válvulas angulares com seus respectivos adaptadores. equipamentos de manutenção etc. 4. incluindo áreas de trabalho e áreas técnicas de controle de restabelecimento de serviços essenciais e normais.357 Iluminação de emergência: Sistema que permite clarear áreas escuras de passagens. bem como proporcionar 25 . ao uso de helicópteros civis. 4. utilizada para pousos e decolagens de helicópteros. tampões.345 Heliponto privado: Local destinado ao uso de helicópteros civis.353 Hidrante urbano: Ponto de tomada de água provido de dispositivo de manobra (registro) e união de engate rápido. mangueiras de incêndio e demais acessórios. sendo vedada sua utilização em caráter comercial. 4. locais de abastecimento. tais como: pátio de estacionamento.351 Hidrante de parede: Ponto de tomada de água instalado na rede particular.355 Iluminação auxiliar: Iluminação destinada a permitir a continuação do trabalho. 4. horizontais e verticais. 4. embutido em parede. 4. em princípio. 4. de seu proprietário ou de pessoas por ele autorizadas. estação de passageiros. ao nível do solo ou elevada.352 Hidrante para sistema de espuma: Equipamento destinado a alimentar com água ou solução de espuma as mangueiras para combate a incêndio. 4. na falta de iluminação normal.350 Hidrante de coluna: Aparelho ligado à rede pública de distribuição de água.346 Heliponto público: Local destinado ao uso de helicópteros em geral. 4. 4. 4.342 Heliponto civil: Local destinado.348 Heliportos elevados: Heliportos localizados sobre edificações. 4. 4. 4. que permite a adaptação de bombas e/ou mangueiras para o serviço de extinção de incêndios.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. ligado à rede pública de abastecimento de água. podendo ser emergente (de coluna) ou subterrâneo (de piso).344 Heliponto militar: Local destinado ao uso de helicópteros militares.343 Heliponto elevado: Local instalado sobre edificações.

4. o qual causa danos e prejuízos à vida. 4. Uo é a temperatura do ambiente antes do início do aquecimento em graus Celsius.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO a execução de intervenção ou garantir a continuação do trabalho em certas áreas. álcool. É caracterizado por não deixar resíduos e queimar apenas na superfície exposta e não em profundidade. 4. a queima se dá na superfície e em profundidade. geralmente tomada igual a 20ºC. contenção ou distribuição de fluídos líquidos ou ga- 26 . em caso de interrupção da alimentação normal. por contato com centelhamento de várias origens. em função da geometria. 4.361 Incêndio: É o fogo sem controle. ventilação. são alimentadas automaticamente pela fonte de alimentação de energia alternativa. em graus Celsius no instante t. só em caso de falta da fonte normal.364 Incêndio natural: Variação de temperatura que simula o incêndio real. em volume. elétrica. expresso em minutos. eletroeletrônica. para fins de atividades de produção industrial. 4. intenso. sendo comutadas automaticamente para a fonte de alimentação de energia alternativa em caso de falta e/ou falha da fonte normal. pano.366 Índice de propagação de chamas: Produto do fator de evolução do calor pelo fator de propagação de chama. e Ug é a temperatura dos gases.360 Iluminação permanente: Sistema no qual as lâmpadas de iluminação de emergência são alimentadas pela rede elétrica da concessionária. dada pela seguinte expressão: Ug=uo + 345 log (8t+1) onde: t é o tempo. O líquido queima na superfície. É caracterizado pelas cinzas e brasas que deixam como resíduos e por queimar em razão do seu volume. isto é. por exposição a uma fonte de alta temperatura. 4. borracha. 4. GLP e éter. 4.369 Inibidor de vórtice: Acessório de tubulação destinado a eliminar o efeito do vórtice dentro de um reservatório. ou por contato com chama. hidráulica.368 Inflamabilidade: Facilidade com que determinado material entra em processo de ignição. 4. Os mais frequentes são: gasolina. 4. geração ou controle de energia.370 Instalação: Montagem mecânica.362 Incêndio classe A: Incêndio envolvendo combustíveis sólidos comuns.367 Inertização: Redução do porcentual de oxigênio no ambiente de modo a não ocorrer a combustão. os gases. ou outra.365 Incêndio-padrão: Elevação padronizada de temperatura em função do tempo. 4. como papel. as lâmpadas de iluminação de emergência não são alimentadas pela rede elétrica da concessionária e.363 Incêndio classe B: Aquele que acontece em líquidos ou em gases combustíveis. ao meio ambiente e ao patrimônio.359 Iluminação não permanente: Sistema no qual. 4. características térmicas dos elementos de vedação e da carga de incêndio específica. madeira.

4. 4. 4.375 Instalação interna de gás: Conjunto de tubulações. de modo a permitir uma atmosfera inerte com uma concentração determinada de gás a ser atingida em tempo determinado.377 Instalações temporárias: Locais que não possuem características construtivas em caráter definitivo. Abaixo desse limite efetivo. 4. Desses pontos. onde existem válvulas terminais (difusores).378 Instalador: Pessoa física ou jurídica responsável pela execução da instalação do sistema de proteção contra incêndio em uma edificação.373 Instalação fixa de espuma: São aquelas instalações em que a adução de pré-mistura de espuma é feita por tubulações a partir de uma central de espuma diretamente para os tanques através de dispositivo de formação (câmaras de espuma) fixos ao tanque.380 Interligação entre túneis: Abertura entre túneis.383 Isolamento de risco: Medida de proteção passiva por meio de compartimentação (vedos fixos resistentes ao fogo) ou afastamento entre blocos. calor e gases. podendo ser desmontadas e transferidas para outros locais. ocupação de toda espécie. 4.371 Instalação de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP): Sistema constituído de tubulações. 4. 4. 4.372 Instalações fixas de aplicação local: Dispositivos com suprimento de gás permanentemente conectados a uma tubulação que alimenta esguichos difusores distribuídos de maneira a descarregar o gás diretamente sobre o material que queima. Na prática. cuja montagem tenha caráter permanente ou temporária. 4. provida de porta de passagem que em caso de incidente possa ser utilizada como rota de fuga.374 Instalações fixas de mangotinhos: Dispositivo com suprimento fixo de gases compreendendo um ou mais cilindros que alimentam um mangotinho acondicionado em um carretel de alimentação axial. por meio da intervenção do homem. as tubulações são complementadas com mangotinhos até o local do foco de incêndio onde o agente é aplicado. equipado na sua extremidade livre um esguicho difusor com válvula de comando manual de jato. sinalizada. 4.379 Interface da camada de fumaça (smoke layer interface): Limite teórico entre uma camada de fumaça e a fumaça provinda do ar externo (livre). por meio da queima e/ou outro meio previsto e autorizado na legislação competente. 4.382 Irradiação: É a transmissão de calor por ondas de energia calorífica que se deslocam através do espaço. a interface da camada de fumaça é um limite efetivo dentro da zona de diminuição de impacto. registros e aparelhos de utilização de gás. com os necessários complementos. reguladores. acessórios e equipamentos que conduzem e utilizam o GLP para consumo. Podem ser de comando automático ou manual. destinado à condução e ao uso do gás no interior da edificação. 4.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO sosos. que pode ter vários metros de espessura. destinado a evitar a propagação do fogo.376 Instalações sob comando: O agente extintor fica armazenado em depósitos fixos e é conduzido através de tubulações rígidas até pontos táticos.381 Inundação total: Descarga de gases por meio de difusores fixos no interior do recinto que contém o equipamento protegido. medidores. Esse equipamento é de comando manual. entre os 27 . a densidade da fumaça na zona de transição cai a zero. 4. que necessite de proteção contra incêndio previsto na legislação.

estendendo-se radialmente do ponto de choque da coluna de fogo contra o teto. Normalmente. 4.391 Lance de mangueira: Mangueira de incêndio de comprimento padronizado (15 m ou 30 m).398 Limite do lote de recipientes: Linha fixada pela fileira externa de recipientes transportáveis de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). A reação do esguicho usualmente limita o fluxo da solução a aproximadamente 1. impedindo que as temperaturas na face não exposta ao fogo superem deter minados limites. acrescida da largura do corredor de inspeção. 4. 4. 4. 4.394 Laudo: Peça na qual o profissional habilitado relata o que observou e dá as suas conclusões.395 Laudo de Vistoria em Estabelecimento (LVE): é o documento emitido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Paraná . Nota: Uma lanço de escada nunca pode ter menos de três degraus.390 Jato de neblina: Jato d’água contínuo de gotículas finamente divididas e projetadas em diferentes ângulos. previamente estabelecido por meio de croqui. em um lote de recipientes. medida horizontalmente sobre a linha de percurso da escada.70m. O fluxo de solução de 1.CBMPR certificando que a construção da edificação foi concluída em conformidade com o plano de segurança contra incêndio e pânico aprovado pelo Serviço de Prevenção Contra Incêndio e Pânico – SPCIP. 4. observado na extremidade do esguicho.385 Itinerário: Trajeto a ser percorrido pelas guarnições do Corpo de Bombeiros na ida ou no regresso do atendimento de uma emergência. 4. a temperatura do jato de fumaça sob o teto será maior que a camada de fogo adjacente. 4. 4. que está apoiado em posição e que pode ser dirigido por um homem.000 l/min no máximo.392 Lanço de escada: Sucessão ininterrupta de degraus entre dois patamares sucessivos.393 Largura do degrau (b): Distância entre o bocel do degrau e a projeção do bocel do degrau imediatamente superior.389 Jato de linha de mangueira: Jato de espuma de um esguicho que pode ser segurado e dirigido manualmente.388 Jato de fumaça sob o teto (ceiling jet): Fluxo de fumaça sob o teto. 4. 4. 4. 28 . em um lote de recipientes.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO blocos isolados.396 Leiaute (layout): Distribuição física de elementos num determinado espaço.200 l/min ou mais pode ser usado. nem subir altura superior a 3.384 Isolante térmico: Material com característica de resistir à transmissão do calor. 4.387 Jato de espuma de monitor (canhão): Jato de grande capacidade de esguicho. 4. quando este for exigido. 4. 4.397 Limite de área de armazenamento: Linha fixada pela fileira externa de recipientes transportáveis de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP).399 Linha de espuma: Tubulação ou linha de mangueiras destinada a conduzir a espuma.386 Jato compacto: Tipo de jato de água caracterizado por linhas de corrente de escoamento paralelas.

onde a saída é possível apenas em um sentido.400 Linha de percurso de uma escada: Linha imaginária sobre a qual sobe ou desce uma pessoa que segura o corrimão. 4.410 Local de segurança: Local.8ºC e inferior a 60 ºC. Este local deve possuir resistência ao fogo e elementos construtivos.408 Local de relativa segurança: Local dentro de uma edificação ou estrutura onde.8ºC. c) Classe IIIB: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 93. mangueira flexível de abastecimento e central de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). também conhecido como líquido Classe I. 4.401 Linha de solução: Tubulação ou linha de mangueiras destinada a conduzir a solução de espuma mecânica. 4. escadas abertas externas. 4.8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37. subdividido como segue: a) Classe II: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 37. pressão ou de choque mecânico. 4. se decomponham.8ºC.4ºC. por um período limitado de tempo.4ºC. 4. 4. b) Classe IIIA: líquidos que possuem ponto de fulgor igual ou superior a 60ºC e inferior a 93. proporcionando às pessoas continuarem sua saída para um local de segurança. aceita pelo proprietário da instalação ou seu preposto legal designado. onde haja a probabilidade de um perigo se materializar causando um dano. 4.402 Líquido combustível: Líquido que possui ponto de fulgor igual ou superior a 37. na estocagem ou no transporte. b) Classe IB: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22.407 Local de risco: Área interna ou externa da edificação.406 Local de abastecimento: Área determinada pelo conjunto de veículo abastecedor.411 Loteamento: Parcelamento do solo com abertura de novos sistemas de circulação ou prolongamento.8ºC e ponto de ebulição igual ou acima de 37. tornam-se auto reativos e.405 Listagem confiável: Relação de dados e características de projeto de equipamentos ou dispositivos. 4.8ºC e ponto de ebulição abaixo de 37.55 m da borda livre da escada ou da parede.404 Líquidos instáveis ou reativos: Líquidos que no estado puro ou nas especificações comerciais. no qual as pessoas estão sem perigo imediato dos efeitos do fogo. publicada pelo fabricante e reconhecida por órgãos regulamentadores ou normativos. de acabamento e de revestimento incombustíveis.8ºC. 4.403 Líquido inflamável: Líquido que possui ponto de fulgor inferior a 37. Exemplos: escadas de segurança. polimerizem ou venham a explodir.8ºC”. 4. subdividindo-se em: a) Classe IA: líquido com ponto de fulgor abaixo de 22. por efeito de variação de temperatura. fora da edificação.409 Local de saída única: Condição de um pavimento da edificação. c) Classe IC: líquido com ponto de fulgor igual ou acima de 22. em conseqüência. corredores de circulação (saída) ventilados (mínimo 1/3 da lateral com ventilação permanente).8ºC. 29 .NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. as pessoas têm alguma proteção contra os efeitos do fogo e da fumaça. estando afastada 0.

não fazendo parte da estrutura principal. limitar sua propagação.424 Máximo enchimento: Volume máximo de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) em estado líquido que um recipiente pode armazenar com segurança. submetidos à ignição ou combustão. 4. seguido da qualificação e otimização da capacidade de reação. 4. são agregados à mesma com fins de conforto. ao meio ambiente e ao patrimônio. 4. 4. 4.415 Mangueira flexível: Tubo flexível de material sintético com características comprovadas para uso do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). 4.425 Medidas de segurança contra incêndio: Conjunto de dispositivos ou sistemas a serem instalados nas edificações e áreas de risco necessários para evitar o surgimento de um incêndio.416 Manômetro: Instrumento que realiza a medição de pressões efetivas ou relativas. esguicho regulável e demais acessórios.412 Lotes de recipientes: Conjunto de recipientes transportáveis de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) sem que haja corredor de inspeção entre estes. adaptador (se necessário). 30 .419 Materiais combustíveis: Produtos ou substâncias (não resistentes ao fogo) que sofrem ignição ou combustão quando sujeitos a calor. 4.423 Materiais semicombustíveis: Produtos ou substâncias que. 4.418 Mapeamento de risco: Estudo desenvolvido pelo responsável por uma edificação em conjunto com o Corpo de Bombeiros. 4.422 Materiais incombustíveis: Produtos ou substâncias que. mangueira semirígida.421 Materiais fogo-retardantes: Produtos ou substâncias que.414 Mangueira de incêndio: Tubo flexível. solução ou espuma. ou ainda aqueles protegidos por produtos que dificultem a queima. apresentam baixa taxa de queima e pouco desenvolvimento de fumaça.417 Manômetro de líquido ajustável: Tipo de manômetro que permite a realização da avaliação da diferença de pressão entre dois ambientes por meio da comparação entre alturas de colunas de líquido dito manométrico. antes do início da medição (ajuste do “zero”). fabricado com fios naturais ou artificiais. podendo ou não possuir proteção metálica ou têxtil. submetidos à ignição ou combustão. visando a preservar os ocupantes num nível que não exista ameaça de vida. não apresentam rachaduras. 4. recebem tratamento para melhor se comportarem ante a ação do calor.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO modificação ou ampliação dos existentes. Permite o ajuste do valor inicial. usado para canalizar água.413 Mangotinho: Ponto de tomada de água onde há uma simples saída contendo válvula de abertura rápida. 4.420 Materiais de acabamento: Produtos ou substâncias que. 4. 4. visando a relacionar os meios humanos e materiais disponíveis por uma empresa. derretimento.426 Meio defensável: Meio no qual a fumaça e o calor estão limitados e restritos. em seu processo químico. possibilitar sua extinção e ainda propiciar a proteção à vida. 4. estética ou segurança. 4. deformações excessivas e não desenvolvem elevada quantia de fumaça e gases.

etc. 4. 4. 4.440 Norma de Procedimento Técnico (NPT): Documento técnico elaborado pelo CBMPR que regulamenta os procedimentos técnicos referentes à segurança contra incêndio e pânico das edificações e áreas de risco no Estado do Paraná. São misturas de gases que também contém dióxido de carbono (CO2) como componente secundário. 4. 4.429 Mistura de gases inertes: Agentes que contenham. barrancos. 4.430 Módulo habitável: Contêiner adaptado. argônio ou nitrogênio. 4. premissas e etapas utilizados para definir. 4. depósito. cálculos. que recebeu portas e janelas.441 Ocupação: Atividade ou uso da edificação. tais como encostas.435 Muro de arrimo: Parede forte construída de alvenaria ou de concreto.431 Monitor: Equipamento destinado a formar e orientar jatos de água ou espuma de grande volume e alcance.434 Mudança de ocupação: Alteração de uso que motive a mudança de divisão da edificação e áreas de risco constante da tabela de classificações das ocupações prevista neste Código. 31 .437 Nível de acesso: Ponto do terreno em que atravessa a projeção do parâmetro externo da parede do prédio ao se entrar na edificação. 4. um ou mais dos seguintes gases: hélio. almoxarifado ou guarita. ábacos e tabelas. de modo que pode ser transportado para cena do incêndio. desmoronamento e erosão. localizar. apoiar ou escorar áreas que apresentam riscos de deslizamento. empregado como escritório.438 Nível de descarga: Nível no qual uma porta externa conduz a um local seguro no exterior. como componentes primários. sala de reuniões. desde a concepção até a sua implantação e manutenção. através de portas. havendo comunicação entre os módulos. 4. além de instalação elétrica e/ou hidráulica. caracterizar e detalhar o projeto do sistema de hidrantes e mangotinhos de uma edificação. O módulo habitável pode ser formado por um ou mais contêineres conjugados.432 Monitor fixo (canhão): Equipamento que lança jato de espuma e está montado num suporte estacionário fixo ao nível do solo ou em elevação. sala de treinamento ou de aula. neônio.433 Monitor portátil (canhão): Equipamento que lança jato de espuma e encontra-se num suporte móvel ou sobre rodas.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4.439 Norma de Procedimento Administrativo (NPA): Documento técnico elaborado pelo CBM/PR que regulamenta os procedimentos administrativos referentes à segurança contra incêndio e pânico das edificações e áreas de risco no Estado do Paraná. É composto de parte descritiva.428 Mezanino: Pavimento que subdivide parcialmente um andar em dois andares. com o objetivo de proteger. Será considerado andar o mezanino que possuir área maior que 1/3 (um terço) da área do andar subdividido. vertentes. 4.436 Neblina de água: Jato de pequenas partículas d’água. produzido por esguichos especiais. 4. com ou sem emprego de escadas.427 Memorial: Conceitos. dispostos horizontalmente (afastados ou não entre si) ou verticalmente. 4. Nota: É aplicado para a determinação da altura da edificação. O monitor pode ser alimentado com a solução mediante tubulação permanente ou mangueiras. 4.

as seguintes propriedades: integridade mecânica a impactos (resistência). utilizada para impedir a propagação do fogo em ambientes contíguos. 4. desde que protegidas por porta ou outros elementos corta-fogo. chamas e calor. Deve possuir estabilidade. vedando-os do piso ao teto.445 Ocupações temporárias em instalações permanentes: Instalações de caráter temporário e transitório.447 Operação de abastecimento: Atividade de transferência de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) entre o veículo abastecedor e a central de GLP. destinado a sinalizar de forma visual e/ou sonora.446 Operação automática: Atividade que não depende de qualquer intervenção humana para determinar o funcionamento da instalação. 4.448 Operação manual: Atividade que depende da ação do elemento humano. espetáculos e parques de diversões. vedando-os do piso ao teto. devendo ainda ultrapassar um metro acima dos telhados ou coberturas. chamas e calor. resistência mecânica e proporcionar estanqueidade.453 Parede de isolamento de risco: Parede com propriedade corta-fogo por um determinado período de tempo. 4.452 Parede de compartimentação: Parede com propriedade corta-fogo por um determinado período de tempo. não fazendo parte da estrutura da edificação. 4. 4. e impede a passagem das chamas e da fumaça (estanqueidade. fumaça. ou ainda autarquias ou entidades por estes designadas capacitadas legalmente para determinar aspectos relevantes dos sistemas de proteção contra incêndio. 4. federal. utilizada para impedir a propagação do fogo em ambientes contíguos. pode possuir aberturas.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. Deve possuir estabilidade. impedindo a propagação de gases quentes. impedindo a propagação de gases quentes. Deve possuir estabilidade. Para fins de compartimentação horizontal.455 Parede de vedação: Normalmente de tijolos ou blocos. divisória ou porta para-chamas: Elemento construtivo com propriedade para-chamas por um determinado período de tempo. fumaça. Para fins de isolamento de risco. utilizado para impedir a propagação do fogo em ambientes contíguos.443 Ocupação predominante: Atividade ou uso principal exercido na edificação. municipal. fumaça e das chamas. resistência mecânica e proporcionar estanqueidade e isolamento térmico. não proporcionando isolamento térmico. 4. 4. feiras.449 Órgão competente: Órgão público. 4. tais como circos. por um período determinado de tempo. 4. 4. as informações do painel central. no local desejado.450 Painel repetidor: Equipamento comandado por um painel central. 4. serve para vedar e compartimentar o ambiente. 32 .454 Parede. podendo ser anexadas ocupações temporárias. estadual. 4. não podem possuir aberturas.444 Ocupação temporária: Atividade desenvolvida de caráter temporário. impedindo a propagação de gases quentes. resistência mecânica e proporcionar estanqueidade e isolamento térmico. não definitivo em local com características de estrutura construtiva permanente. não necessitando que ultrapasse o telhado ou cobertura.442 Ocupação mista: Edificação que abriga mais de um tipo de ocupação.451 Para-chama: Elemento que apresenta.

457 Parque de inflamáveis: Área destinada ao armazenamento de substâncias combustíveis. manutenção ou resgate. 4. 4.463 Pavimento em pilotis: Local edificado de uso comum.464 Pé direito: (1) distância vertical que limita o piso e o teto de um pavimento.466 Porcentual de aberturas em uma fachada: Relação entre a área total (edificações não compartimentadas) ou área parcial (edificações compartimentadas) da fachada de uma edificação. em desnível aéreo. no mínimo. no local ou em laboratório especializado. 4. 4.462 Pavimento de descarga: Parte da saída de emergência de uma edificação que fica entre a escada e o logradouro público ou área externa com acesso a este. em desnível subterrâneo. devendo os lados abertos ficarem afastados.470 Pirofórico: Metal como sódio. 70% do perímetro total. como álcool. gasolina e outros. 4.50 m das divisas. 33 .460 Passarela: Obra de construção civil destinada à transposição de vias. 1. desenvolvimento e consequências dos incêndios atendidos pelo CBM/PR. e ao uso de pedestres ou veículos. zircônio e outros. que se inflama em contato com o ar. 4. 4.456 Parede estrutural: É aquela que faz parte da estrutura da edificação. como tal. 4.471 Piso: Superfície superior do elemento construtivo horizontal sobre a qual haja previsão de estocagem de materiais ou onde os usuários da edificação tenham acesso irrestrito. Considera-se. e ao uso de pedestres. servida exclusivamente para rota de fuga. o local coberto.468 Perigo: Propriedade de causar dano inerente a uma substância.469 Pesquisa de incêndio: Apuração das causas. 4. cujo perímetro aberto tenha.458 Passarela de emergência: Passagem estreita para pedestres que corre ao longo da pista ou dos trilhos do túnel.459 Passagem subterrânea: Obra de construção civil destinada à transposição de vias.467 Perda de carga: Perda de pressão em uma linha de mangueira devido a fricção entre o líquido fluindo e as paredes internas da mangueira e tubos e conexões. materiais e equipamentos. potássio. dividido pela área de aberturas existentes na mesma fachada. 4.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. medida do piso à parte inferior do teto (ou telhado). a uma instalação ou a um procedimento. 4. no mínimo. sendo responsável por sua estabilidade. 4. 4. (2) altura livre de um andar de um edifício. também.461 Pavimento: Plano de piso. aberto em pelo menos três lados.465 Peitoril: Muro ou parede que se eleva à altura do peito ou pouco menos. aberto em pelo menos duas faces opostas. sinalizada e monitorada. mediante exame técnico das edificações. 4. sendo iluminada. 4.

em caso de sinistro. destinada à rolagem de helicópteros entre área de pouso ou de decolagem e a área de estacionamento ou de serviços. 4. em escala padronizada. podendo ser em mais de uma folha. elaborado por profissionais de grupo multidisciplinar (engenheiros ou técnicos que atuem na área de segurança contra incêndio e ambiental). g) armazenamento de produtos perigosos. Defesa Civil.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4.479 Plano particular de intervenção (PPI): Procedimento peculiar de atendimento de emergência em locais previamente definidos. devendo indicar: a) principais riscos. i) hidrantes urbanos próximos da edificação (se houver).482 Planta: Desenho onde estão situadas uma única ou mais empresas. 4.473 Piso de descarga: Nível no qual uma porta externa conduz a um local seguro no exterior.476 Plano de intervenção de incêndio: Plano estabelecido em função dos riscos da edificação para definir a melhor utilização dos recursos materiais e humanos em uma situação de emergência. que devem ser projetadas para análise técnica do CBMPR. na apresentação das medidas de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco.483 Poço de instalação: Passagem essencialmente vertical deixada numa edificação com finalidade espe- 34 . c) hidrantes externos. f) reserva de incêndio. e) registro de recalque.475 Plano de auxílio mútuo (PAM): Plano que tem por objetivo conjugar os esforços dos órgãos públicos (Corpo de Bombeiros.481 Planta de risco: Mapa simplificado no formato A1. d) número de pavimentos.) e brigadas de incêndio e de abandono das empresas privadas. 4. A3 ou A4. arranjo e previsão dos meios de segurança contra incêndio e riscos existentes. 4. 4.477 Plano de segurança contra incêndio e pânico: Documentação que contém os elementos formais exigidos pelo CBMPR.472 Piso técnico: Piso destinado exclusivamente à instalação e manutenção de equipamentos. 4. com uma única ou mais edificações. em conjunto com o Corpo de Bombeiros. Polícia etc. 4. b) paredes corta-fogo e de compartimentação. 4. h) vias de acesso às viaturas do Corpo de Bombeiros. 4. 4. contendo informações através de legenda específica da localização. envolvendo as medidas de proteção ativa e passiva.474 Pista de rolagem: Pista de dimensões definidas. A2. com acesso restrito de pessoas. 4.480 Planta de bombeiro: Representação gráfica da edificação.478 Plano global de segurança: Integração de todas as medidas de prevenção contra incêndios e pânico que garantam a segurança efetiva das pessoas (aspecto humano) e do edifício.

tubulações hidráulicosanitárias. bem como para evitar a entrada de impurezas no interior das tubulações. 4.492 População fixa: Número de pessoas que permanece regularmente na edificação. bem como os terceiros nessas condições. com representantes de todos os órgãos envolvidos no atendimento de uma emergência. 4. 4. temperatura acima da qual o combustível admite sua inflamação.485 Ponto de abastecimento: Ponto de interligação entre o engate de enchimento da mangueira de abastecimento e a válvula do recipiente que deve ser abastecido. 4. É um dispositivo móvel que. 4. 4. cabos. instalado nas aberturas da parede de compartimentação e destinado à circulação de pessoas e de equipamentos. elevadores. é projetada. marco e acessórios).484 Poço de sucção: Elemento construtivo do reservatório. eletrodutos. 35 . 4. ventilação. 4. destinado a maximizar a utilização do volume de água acumulado.487 Ponto de fulgor (flash point): Menor temperatura na qual um combustível emite vapores em quantidade suficiente para formar uma mistura com o ar na região imediatamente acima da sua superfície. invólucro(s) e/ou outros(s) componente(s) que têm a função de promover o aclaramento do ambiente ou a sinalização. O simples contato do combustível com o comburente é suficiente para estabelecer a reação. estanqueidade e isolamento térmico.488 Ponto de ignição: Temperatura mínima em que ocorre uma combustão independente de uma fonte de ignição como chama e faísca. retarda a propagação do incêndio de um ambiente para outro. 4.489 Ponto de inflamabilidade: Temperatura intermediária entre o ponto de fulgor e o ponto de combustão.493 População flutuante: Número de pessoas que não se enquadra no item de população fixa.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO cífica de facilitar a instalação de serviços tais como dutos de ar-condicionado. possibilitam que os ocupantes das edificações atinjam os pisos de descarga com as suas integridades físicas garantidas. ou parte dela. Deve atender às exigências de resistência mecânica.496 Posto de abastecimento interno: Instalação interna a uma indústria ou empresa. 4. considerando-se os turnos de trabalho e a natureza da ocupação. Quando instaladas nas escadas de segurança. capaz de entrar em ignição quando em contato com uma chama e manter a combustão após a retirada da chama. capaz de entrar em ignição quando em contato com uma chama e não mantê-la após a retirada da chama. monta-cargas. cuja finalidade é o abastecimento de combustível e/ou lubrificantes para sua frota.490 Ponto de luz: Dispositivo constituído de lâmpada(s) ou outros dispositivos de iluminação. vedando aberturas em paredes. tubos de lixo. com tempo mínimo de resistência ao fogo.497 Posto de comando: Local fixo ou móvel. 4.494 Porta corta-fogo (PCF): Dispositivo construtivo (conjunto de folha(s) de porta.495 Posto de abastecimento e serviço: Atividade onde são abastecidos os tanques de combustível de veículos automotores.491 População: Número de pessoas para as quais uma edificação. 4. 4. e outros.486 Ponto de combustão: Menor temperatura na qual um combustível emite vapores em quantidade suficiente para formar uma mistura com o ar na região imediata mente acima da sua superfície. Será sempre pelo número máximo diário de pessoas. 4.

4. antecâmara.511 Propagação por radiação: Transferência de energia térmica através do espaço livre.507 Projeto: Conjunto de peças gráficas e escritas. segundo as leis vigentes. 4. 36 .504 Profissional legalmente habilitado: Pessoa física ou jurídica que goza do direito.500 Procedimentos de abandono (plano): Registros onde rotas de fuga e lugares seguros são indicadas e onde regras de conduta. a proporcionar meios de controle e extinção do incêndio e a permitir o acesso para as operações do Corpo de Bombeiros. segurança e medicina do trabalho.512 Proporcionador: Equipamento destinado a misturar em quantidades proporcionais preestabelecidas de água e líquido gerador de espuma. seja ela manual ou automática. composto de plantas. elevações. de prestar serviços especializados de proteção contra incêndio. 4. inclusive. rota de escape ou recinto de uma edificação contra a penetração de fumaça.502 Projetor de spray de água: Esguichos conectados a um cano de água e projetados para produzir um spray de água de alta pressão: 4.506 Projetista: Pessoa física ou jurídica responsável pela elaboração de todos os documentos de um projeto. 4. 4. das especificações de materiais e equipamentos.499 Prevenção de incêndio: Conjunto de medidas que visam: a evitar o incêndio. necessárias à definição das características principais do sistema de combate a incêndio.510 Propagação por convecção: Transferência de energia térmica que ocorre pelo movimento de moléculas de uma parte do material para outra.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. conforme sua área de especialização. 4. 4. 4. a permitir o abandono seguro dos ocupantes da edificação e áreas de risco. detalhes e perspectivas isométricas e. a dificultar a propagação do incêndio. em caso de incêndio. chuveiros automáticos. 4. sistemas fixos de gases etc. das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares. 4.498 Pressurização: Estabelecimento de uma diferença de pressão através de uma barreira para proteger uma escada.503 Profissional habilitado: Toda pessoa com formação em higiene.513 Proteção ativa: São medidas de segurança contra incêndio que dependem de uma ação inicial para o seu funcionamento. seções. com o 2° grau completo e q ue possuam especialização em prevenção e combate a incêndio (carga-horária mínima de 60 h) e técnicas de emergências médicas (carga-horária mínima de 40 h). hidrantes. 4. 4. 4. são estabelecidas. 4.508 Propagação do calor: Troca de energia térmica entre dois sistemas de temperaturas diferente. Exemplos: extintores.505 Profundidade de piso em subsolo: Profundidade medida em relação ao nível de descarga da edificação. e os militares das Forças Armadas.501 Produtos perigosos: Substâncias químicas com potencial lesivo à saúde humana e ao meio ambiente.509 Propagação por condução: Transferência de calor por contato direto das partículas da matéria. devidamente registrada nos Conselhos Regionais competentes ou no Ministério do Trabalho. procedimentos e ações necessárias para as pessoas presentes. assim como do memorial.

em escala comercial. 4.526 Rede de detecção.519 Quadro de áreas: Tabela que contém as áreas individualizadas das edificações e seus pavimentos.520 Quadro de controle do equipamento de proteção respiratória: Quadro expositivo compreendendo espaços dentro dos quais podem ser colocadas plaquetas de identificação dos EPR's e no qual informações adicionais podem ser gravadas. 37 . sinalização e alarme: Conjunto de dispositivos de atuação automática destinados a detectar calor. projetado e construído conforme normas reconhecidas internacionalmente. 4. respeitando o limite máximo de enchimento de 85% da capacidade volumétrica. calor irradiado.529 Registro (damper) de sobrepressão: Dispositivo que atua como regulador em ambiente que deva ser mantido em determinado nível de pressão.5 m³.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. a partir de petróleo.516 Proteção estrutural: Característica construtiva que evita ou retarda a propagação do fogo e auxilia no trabalho de salvamento de pessoas em uma edificação. através de dispositivos para este fim. 4. 4. Um relógio normalmente faz parte do referido quadro. 4. 4. 4.514 Proteção contra exposição: Recursos permanentemente disponíveis. materiais retardantes de chama etc.523 Recipiente estacionário: Recipiente com capacidade volumétrica total superior a 0. que se destina a unir dois níveis ou setores de um recinto de evento. escada de segurança.50 m³. 4. representados pela existência de medidas de segurança contra incêndio dentro da empresa.521 Rampa: Parte construtiva inclinada de uma rota de saída. não construída.527 Refinaria: Unidade industrial na qual são produzidos líquidos inflamáveis. água e salvamento.528 Reforma: Alterações nas edificações e áreas de risco sem aumento de área construída.525 Recipiente transportável abastecido no local: Recipiente transportável que pode ser abastecido por volume no próprio local da instalação. abastecido por massa em base de engarrafamento e transportado cheio para troca. 4. fumaça. Exemplos: compartimentação horizontal. enquanto durar o incêndio. 4. 4.524 Recipiente transportável trocável: Recipiente transportável com capacidade volumétrica total igual ou inferior a 0.522 Recipiente de GLP: Vaso de pressão destinado a conter o gás liquefeito de petróleo. 4. gasolina natural ou outras fontes de hidrocarbonetos. possuidora de demarcação de solo indicativa da disposição de contêineres em pátio externo. evitando que a pressão assuma valores maiores por onde ocorra escape do ar. capazes de resfriar com água as estruturas vizi nhas à armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis e as propriedades adjacentes. 4.518 Quadra de armazenamento de contêineres: Área descoberta. fumaça ou chama e a atuar equipamentos de proteção e dispositivos de sinalização e alarme. 4. como tempo de uso do equipamento e localização das equipes. 4. compartimentação vertical.515 Proteção de Incêndios: É o conjunto de operações necessárias para proteger o prédio e seu conteúdo contra os prejuízos causados pelo fogo.517 Proteção passiva: São medidas de segurança contra incêndio que não dependem de ação inicial para o seu funcionamento.

4.534 Registros corta-fogo (dampers): Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo. 4. estanqueidade e isolação e/ou características de vedação aos gases e chamas.532 Registro de paragem: Dispositivo hidráulico manual. destinado a interromper o fluxo de água das instalações hidráulicas de combate a incêndio em edificações. Método de extinção de incêndio por redução do calor.533 Registro de recalque: Dispositivo hidráulico destinado a permitir a introdução de água proveniente de fontes externas. mantendo sua integridade.543 Resistência à chama: Propriedade de um material. encerrada ou impedida. através da qual a combustão com chama é retardada. até um ponto em que não queima. 4.535 Reprovação de Estabelecimento (RE): é o documento emitido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Paraná . normalmente utilizado na saída dos grupos moto-ventiladores. projetado para resistir à passagem de ar ou fumaça. 4. 4.537 Reservatório ao nível do solo: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado no mesmo nível do terreno natural. 4.538 Reservatório de escorva: Reservatório de água com volume necessário para manter a tubulação de sucção da bomba de incêndio sempre cheia d’água. Um registro de fumaça pode ser combinado. 4. 4. 2. consequentemente. 4. de resistir à ação do fogo por um determinado período de tempo. que cruzam as paredes de compartimentação ou entrepisos. instalados nos dutos de ventilação e dutos de exaustão. 4. Retirada do calor de um material incendiado até que fique abaixo de seu ponto de ignição.CBMPR atestando que a edificação não está em conformidade com as exigências previstas no CSCIP.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. atendendo a requisitos de resistência a fogo e fumaça. 38 . A resistência à chama pode ser uma propriedade do material básico ou então imposta por tratamento específico.531 Registro de fumaça (smoke damper): Dispositivo utilizado no sistema de controle de fumaça. na instalação hidráulica de combate a incêndio das edificações.540 Reservatório enterrado ou subterrâneo: Reserva de incêndio cuja parte superior encontra-se instalada abaixo do nível do terreno natural. 4.542 Resfriamento: 1. quando utilizado duplicidade de equipamentos. 4.541 Reservatório semienterrado: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado abaixo do nível do terreno natural e com a parte superior acima do nível do terreno natural. 4. por não haver emissão de vapores combustíveis.530 Registro de fluxo: Dispositivo com a função de direcionar o fluxo de ar.539 Reservatório elevado: Reserva de incêndio cujo fundo se encontra instalado acima do nível do terreno natural com a tubulação formando uma coluna d’água. 4.536 Reserva de incêndio: Volume de água destinado exclusivamente ao combate a incêndio.544 Resistência ao fogo: Propriedade de um elemento construtivo. Consiste em diminuir a temperatura do material combustível que está queimando e. a liberação de gases ou vapores inflamáveis.

554 Risco secundário: Risco subsidiário do produto de acordo com tabela do Decreto 96. bactérias. 4. dentro do túnel.552 Risco predominante: Maior risco determinado pela proporcionalidade da carga de incêndio dentre as ocupações. para garantir que uma sempre estará disponível.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. gases ou chamas) dentro das rotas de fuga.555 Rolagem: Movimento do helicóptero de um ponto para outro. 39 . líquidos e neblinas provenientes de produtos químicos). radiações.559 Rotas alternativas de fuga: rotas de fuga suficientemente separadas por direção e espaço ou por estruturas resistentes ao fogo. reduzir ou retardar a sua combustão. 4. O risco pode ser físico (ruídos. 4. 4.557 Rota de fuga externa: Rota de abandono externa: rota de fuga externa a um prédio. causando um dano. através de um telhado. Regulamento Federal para o transporte rodoviário de produtos perigosos.558 Rota de fuga pressurizada: Rota de abandono pressurizada: rota de fuga. Regulamento Federal para o transporte rodoviário de produtos perigosos. permanentemente ou em caso de incêndio. realizado na superfície ou pouco acima desta.553 Risco primário: Risco principal do produto de acordo com tabela do Decreto nº 96. 4. de 18/5/88. 4. pessoal de combate a incêndio ou por meios do extravasamento de produto para áreas externas ao risco. mesmo que a outra esteja afetada pelo fogo. viela. 4. pressões anormais.551 Risco isolado de central de GLP: Distância da central de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) à projeção da edificação que permite sua proteção contra os efeitos de um eventual incêndio em edificações e áreas de risco. parasitas e animais peçonhentos). Pode ainda ser biológico (vírus. com a finalidade de suprimir. umidade e iluminação deficiente). fungos. por exemplo. devidamente sinalizada e monitorada. vibrações.548 Risco: Probabilidade de um perigo se materializar. escada. 4. 4. vapores. 4.545 Responsável técnico: Profissional habilitado para elaboração e/ou execução de atividades relacionadas a segurança contra incêndio.549 Risco iminente: Possibilidade de ocorrência de sinistro que requer ação imediata. terraço. com ou sem incêndio. 4. de forma a inibir a propagação do fogo (fumaça. caminho ou pátio externo. 4. reduzir ou retardar o desenvolvimento de chamas. gases.550 Risco isolado: Condição que possibilita isolar por todos os lados. ponte. protozoários. que conduz a abrigo ou saída segura em caso de incidente. balcão.044. temperaturas extremas. 4. O risco é a relação entre a probabilidade e a consequência.044. por meio de equipamentos.546 Retardante de chama: Substância adicionada a um material ou um tratamento a ele aplicado.547 Retardante de fogo: Substância adicionada a um material ou um tratamento a ele aplicado com a finalidade de suprimir. Pode ser químico (poeiras. 4. de 18/5/88. em função da área dos pavimentos. conforme o tipo de trem de pouso do helicóptero.556 Rota de fuga em túnel: Passagem para pessoas. pressurizada em comparação às partes adjacentes da edificação. fumos. bacilos. que termina na saída final ou em outra rota de fuga.

561 Saída horizontal: Passagem de um edifício para outro por meio de porta corta-fogo.571 Separação entre edificações: Distância entre edificações adjacentes.572 Setor: Espaço delimitado para acomodação dos espectadores. instalados nas passagens de eletrodutos e tubulações que cruzam as paredes de compartimentação ou entrepisos. que se caracteriza pela distância medida horizontalmente entre a cobertura ou fachada de uma edificação e a fachada de outra edificação adjacente.569 Sensor de explosão: Dispositivo que reage às mudanças causadas pelo desenvolvimento de uma explosão em um ou mais dos seus parâmetros ambientais. que resulta na intensidade de uma exposição. como a pressão.563 Sala de Comando e Controle: Local instalado em ponto estratégico que proporcione visão geral de todo recinto (setores de público. 4. 4.). Fachadas de edificações adjacentes. evitando a propagação de chama.565 Segurança contra incêndio: Conjunto de ações e recursos. 4. corredores. rampas. na fabricação de vassouras e também utilizadas como cobertura de edificações destinadas a reunião de público. lanchonetes. seção. recinto de evento ou túnel. a ser percorrido pelo usuário em caso de emergência. quadra. ou combinações desses. de qualquer ponto da edificação. 4. que permitem controlar a situação de incêndio.560 Saída de emergência.562 Saída única: Local em um setor do recinto de evento. proporcionado por portas.564 Sapé. passadiço ou balcão. rota de fuga. destinado à coordenação integrada das operações desenvolvidas pelos órgãos de Defesa Civil e Segurança Pública em situação de normalidade. onde a saída é possível apenas em um sentido. definido por um conjunto de blocos. anteparos e/ou paredes de material incombustível. 4. de largo emprego na zona rural para cobertura de ranchos. passagens externas. devidamente protegido e sinalizado. 4. tais como bares. 4. “halls”. 4. devidamente equipado com todos os recursos de informação e de comunicação disponíveis. arena etc. conexões entre túneis paralelos ou outros dispositivos de saída. que se caracterizam pela distância medida horizontalmente entre as fachadas de edificações adjacentes. 4. vestíbulos.574 Severidade da exposição: Soma total da energia produzida com a evolução de um incêndio.568 Selos corta-fogo: Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo. 40 . barreiras de proteção.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. piaçava (ou piaçaba): Fibras vegetais de fácil combustão. escadas. permitindo a ocupação ordenada do recinto. campo. 4.566 Segurança: Compromisso acerca da relativa proteção da exposição a riscos. restaurantes. 4.570 Separação de riscos de incêndio: Recursos que visam a separar fisicamente edificações ou equipamentos. balcões. 4. com resistência mínima à exposição ao fogo de 2 h. internos e externos à edificação e áreas de risco. com garantia de integridade física. ou núcleo de prevenção de incêndio dos Grupamentos de Bombeiros responsáveis pelas análises e vistorias de processos de segurança contra incêndio nos municípios. casas de espetáculos etc.573 Setor de prevenção de incêndio: Divisão. Podem ser áreas livres. vestíbulo. passagem coberta. até atingir a via pública ou espaço aberto (área de refúgio). rota de saída ou saída: Caminho contínuo. a temperatura e/ou radiação térmica. 4.567 Selo hidráulico: Dispositivo que atua na forma de sifão. 4.

normalmente junto ao teto. semente oleaginosas. explosão etc. instalada em edifícios. ligados à fonte da solução produtora. dimensionada por tabelas ou por cálculo hidráulico. A parte do sistema de chuveiros automáticos acima do piso consiste de uma rede de tubulações. açúcar. mantida sob pressão do ar comprimido ou Nitrogênio. entretenimento e diversão. A válvula que controla cada coluna de alimentação do sistema deve ser instalada na própria coluna ou na tubulação que a abastece. que engloba uma ou mais unidades de abastecimento. a localização e os procedimentos referentes a saídas de emergência. 4. 41 . permanentemente seca. formas geométricas. bares. 4. permitindo comunicação direta com a área de pedestres. 4. a existência. Cada coluna de alimentação de um sistema de chuveiros automáticos deve contar com um dispositivo de acionamento de alarme. de forma rápida e eficaz. dimensões e cores. 4. 4. estruturas ou áreas. 4. ligado à fonte da solução produtora.576 Shopping coberto (covered mall): Espaço amplo criado por uma área coberta de pedestre em uma edificação. 4. 4.575 Shaft: Abertura existente na edificação. entre outros produtos. visando ao treinamento dos participantes.579 Sinais visuais: Compreendem a combinação de símbolos.578 Simulado: Emprego técnico e tático dos meios disponíveis. em situação não real. mensagens.583 Sistema de aplicação local: Sistema desenhado para aplicação do agente extintor diretamente sobre o material em chamas.584 Sistema de aspersão de água: Sistemas especiais.585 Sistema de aspersão de espuma: Sistema especial. 4. realizados por pessoal especializado. à qual são conectados chuveiros segundo um padrão regular. em cujos ramais são instalados os chuveiros automáticos. equipamentos de segurança contra incêndios e riscos potenciais de uma edificação ou áreas relacionadas a produtos perigosos.577 Silo: Estrutura destinada ao armazenamento de cereais e seus derivados. O sistema é normalmente ativado pelo calor do fogo e descarrega água sobre a área de incêndio em uma densidade adequada para extingui-lo ou controlá-lo em seu estágio inicial. sementes agrícolas. 4. alimentado por uma ou mais fontes de abastecimento automático de água.588 Sistema de chuveiro automático de tubo seco: Rede de tubulação fixa. consiste de um sistema integrado de tubulações. estando equipado com aspersores para descarga e distribuição na área a ser protegida.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4.581 Sinalização de saída: Sinalização que indica claramente a saída. estando equipado com aspersores de neblina para descarga e distribuição na área a ser protegida.580 Sinalização de emergência: Conjunto de sinais visuais que indicam. 4. Nota: a sinalização pode ser luminosa. 4.586 Sistema de carregamento: Dispositivo para o abastecimento de tanques de combustível de motores de veículos. 4. hidráulicas ou de outros dispositivos necessários. farinhas. causado por incêndio ou acidente. tais como lojas de varejo. onde esses espaços ocupados são abertos.582 Sinistro: Ocorrência de prejuízo ou dano. agregando um número de ocupantes. que permite a passagem e interligação de instalações elétricas. legumes.587 Sistema de chuveiros automáticos: Para fins de proteção contra incêndio. escritórios ou outros usos similares. vertical ou horizontal.

598 Sistema de detecção e alarme: Conjunto de dispositivos que visa a identificar um princípio de incêndio. 4.595 Sistema de extinção de inundação total: Sistema fixo de extinção de incêndio para a extinção de incêndios em um recinto protegido. 4. 4. de forma que a atmosfera obtida impeça o desenvolvimento e manutenção do fogo. bombas de incêndio (quando necessário).594 Sistema de extinção de dióxido de carbono (CO 2): sistema de extinção fixo contendo CO2 como agente extintor. 4.. manual ou automaticamente.596 Sistema de extinção de pó: Sistema fixo de extinção de incêndio contendo pó como agente extintor.593 Sistema de extinção de aplicação local: Sistema de extinção de incêndio fixo composto por um suprimento calculado de agente extintor preparado para descarregar diretamente no material que está queimando ou no perigo identificado. 4. espuma e pó extintor). permanentemente instalados em uma edificação com o objetivo de promover a exaustão da fumaça. ou determinará o alarme para a edificação. 4. 4. rede de tubulação. 4.592 Sistema de extinção com halon: Sistema fixo de extinção contendo halon como agente extintor.603 Sistema fixo de espuma: Sistema constituído de um reservatório e dispositivo de dosagem do EFE (extrato formador de espuma) e uma tubulação de fornecimento da solução que abastece os dispositivos formadores de espuma.589 Sistema de controle de fumaça (smoke management system): Um sistema projetado. notificando sua ocorrência a uma central. 42 .590 Sistema de extinção com agentes combinados: Sistemas nos quais mais de um agente é usado para extinguir um incêndio (por exemplo.602 Sistema de supressão de explosão: Arranjo composto de dispositivos para detectar automaticamente o princípio de uma explosão e iniciar a atuação da supressão. hidrantes ou mangotinhos e outros acessórios descritos nesta norma. que repassará este aviso a uma equipe de intervenção. 4. com o consequente abandono da área.604 Solução de espuma: Pré-mistura de água com EFE (extrato formador de espuma). que inclui todos os métodos isolados ou combinados.591 Sistema de extinção com espuma mecânica: Sistema projetado para controle e extinção de incêndio que utiliza espuma (LGE+água) como agente extintor. 4. 4.601 Sistema de proteção contra explosão: Composição arranjada de dispositivos para detectar automaticamente o princípio de uma explosão e iniciar a atuação do sistema de supressão ou outros dispositivos para limitar os efeitos destrutivos de uma explosão. para modificar o movimento da fumaça. 4. 4.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4.597 Sistema de extração de fumaça: Sistema constituído de comando etc. 4.600 Sistema de inundação total: Sistema desenhado para aplicação do agente extintor no ambiente onde está o incêndio. 4.599 Sistema de hidrantes ou de mangotinhos: Conjunto de dispositivos de combate a incêndio composto por reserva de incêndio.

aspectos econômicos e sociais.614 Supressão de incêndio: ver extinção de incêndio. inalação ou ingestão. 4.20 m do perfil do terreno.612 Substância tóxica: Aquela capaz de produzir danos a saúde. 4.618 Tanque atmosférico: Tanque vertical projetado para operar com pressão manométrica interna.607 Subestação compacta: Instalação atendida ou não.606 Subestação atendida: Instalação operada localmente e que dispõe de pessoas permanentes ou estacionadas.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. 4. 4. com os tipos descritos abaixo: a) Subestação abrigada: Instalação total ou parcialmente abrigada. cilíndrica.611 Subsolo: Pavimento situado abaixo do perfil do terreno. b) Subestação subterrânea: instalações que se encontram situadas abaixo do nível do solo.610 Subestação não-atendida: Instalação tele-controlada ou operada localmente por pessoas não permanentes ou não estacionadas. 4. c) Subestação de uso múltiplo: Instalação localizada em uma única área compartilhada pelo proprietário e por terceiros. superior a 6.006 m 2 para cada metro cúbico de ar do compartimento.620 Tanque atmosférico refrigerado: Reservatório equipado com sistema de refrigeração. 4. acrescida de outras edificações separadas e distanciadas entre si.613 Supervisão (supervision): Auto teste do sistema de controle de fumaça.608 Subestação de uso múltiplo: Instalação convencional.9 KPa (1 psi). usada para armazenar e transportar combustíveis líquidos. e tiver sua laje de cobertura acima de 1.9 KPa (1 psi). 4. como limitação de área do empreendimento. medida no topo do tanque. 4 KPa (15 psi). 4.615 Tambor: Grande vasilha metálica. que se destina à armazenagem de produtos. desde a pressão atmosférica até 6.609 Subestação elétrica convencional: Instalação de pátio se encontra ao ar livre. até 103.605 Sprinkler: ver chuveiro automático. 4. 4. Não será considerado subsolo o pavimento que possuir ventilação natural para o exterior. 4. devido a fatores diversos. 4. podendo os transformadores permanecer ou não enclausurados. medida no topo do tanque. através do contato.616 Tanque: Reservatório cilíndrico estacionário com capacidade volumétrica maior que 250 litros. 4. de único proprietário. na qual o circuito de condutores ou dispositivos de função são monitorados para acompanhar a falha ou integridade dos condutores e dos equipamentos controlam o sistema. que visa à controlar a temperatura entre – 35ºC a – 40ºC de forma a manter o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) em estado lí43 . 4. localizada em região urbana.619 Tanque atmosférico não refrigerado: Reservatório não equipado com sistema de refrigeração. 4. com área total superior a 0.617 Tanque a baixa pressão: Tanque vertical projetado para operar com pressão manométrica interna.

visando à alimentação destes.631 Taxa de aplicação: Vazão de solução de espuma a ser lançada sobre a área da superfície líquida em chamas.624 Tanque de teto cônico: Reservatório com teto soldado na parte superior do costado.626 Tanque de teto flutuante: Tanque vertical projetado para operar à pressão atmosférica. 4. 4. 4.628 Tanque horizontal: Tanque com eixo horizontal.633 Telhado resistente à propagação externa do fogo: Telhado e cobertura resistentes à penetração externa do fogo e à propagação de chama sobre a superfície externa deles.629 Tanque subterrâneo: Tanque horizontal construído e instalado para operar abaixo do nível do solo e totalmente enterrado.625 Tanque de teto fixo: Tanque vertical cujo teto está ligado à parte superior de seu costado. 4. 4. 4. 44 . apoiado em uma estrutura e com espaço livre sob esta. 4.634 Temperatura crítica: Temperatura que causa o colapso no elemento estrutural. 4.627 Tanque elevado: Tanque instalado acima do nível do solo. 4. 4.635 Tempo de comutação: Intervalo de tempo entre a interrupção da alimentação da rede elétrica da concessionária e a entrada em funcionamento do sistema de iluminação de emergência.622 Tanque de maior risco: Reservatório contendo líquido combustível ou inflamável. 4.630 Tanque vertical: Tanque com eixo vertical. por determinada largura de saída (pessoas/minuto). que pode ser construído e instalado para operar acima do nível. que possui maior demanda de vazão de espuma mecânica e/ou água para resfriamento. 4.621 Tanque de consumo: Tanque diretamente ligado a motores ou equipamentos térmicos.623 Tanque de superfície: Tanque que possui a sua base totalmente apoiada sobre a superfície do solo. 4. 4.632 Taxa de fluxo (F): Número de pessoas que passam por minuto.636 Tempo máximo de abandono (t): Duração considerada para que todos os ocupantes do recinto consigam atingir o espaço livre exterior.637 Tempo requerido de resistência ao fogo (TRRF): Tempo de duração da resistência ao fogo dos elementos construtivos de uma edificação estabelecido em normas. 4. no nível ou abaixo do nível do solo. 4. 4. instalado com sua base totalmente apoiada sobre a superfície do solo. cujo teto flutua sob a superfície do líquido.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO quido sem a necessidade de pressurização.

4. com superfície protegida por estrutura de rocha. fica permanentemente sem água no seu interior. 4. 4. nafta. desde a reserva de incêndio até os hidrantes ou mangotinhos. com pavimentação rodoviária ou trilhos ferroviários. interligado ao principal. 4. servindo para desvio do tráfego de veículos ou de trens.640 Teste: Verificação ou prova (fazer funcionar experimentalmente). que por condições específicas. próximo às juntas. abaixo do nível do solo.648 Túneis gêmeos: São túneis singelos.639 Terraço: Local descoberto sobre uma edificação ou ao nível de um de seus pavimentos acima do pavimento térreo. abaixo do nível do solo.638 Terceiros: Prestadores de serviço. natural ou outro similar) é montada. 4. e é através deste fluxo de ar que são estabelecidas as trajetórias que serão percorridas pelo ar que gera a pressurização. concreto. 4. concreto. e/ou aço. rota de fuga e acesso de socorro. para determinar a qualidade ou comportamento de um sistema de acordo com as condições estabelecidas na Instrução Técnica. e cuja finalidade é diminuir o risco de um princípio de incêndio. 4. 4. sinalizada. 4. destinada à passagem de veículos de passageiros e/ou transporte de carga. abaixo do nível do solo. interligados por transposições.647 Tubulação seca: Parte do sistema de hidrantes. concreto e/ou aço. para tráfego de veículos ou trens. visando ainda ao não confinamento de gás em locais não ventilados. soldas e conexões.641 Torre de espuma: Equipamento portátil destinado a facilitar a aplicação da espuma em tanques.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4.646 Tubulação (canalização): Conjunto de tubos. 4. destinada à passagem de trens metroviários para transporte de passageiros. 4. conexões e outros acessórios destinados a conduzir água. destinado à manutenção. cujo acesso é delimitado por emboques. 4. atingir a proteção contra incêndio existente nos dutos de sucção e/ou pressurização. 4. e/ou aço.649 Túnel bidirecional: Túnel singelo com tráfego nos dois sentidos. destinada à passagem de trens ferroviários para transporte de passageiros e/ou cargas. com superfície protegida por estrutura de rocha.651 Túnel ferroviário: Estrutura pavimentada com trilhos.642 Trajetórias de escape: Vazão de ar que sai dos ambientes pressurizados. 4. com superfície protegida por estrutura de rocha. definida no projeto do sistema. sendo pressurizada por viatura de combate a incêndios.652 Túnel metroviário: Estrutura pavimentada com trilhos. 45 .653 Túnel rodoviário: Estrutura pavimentada.650 Túnel de serviço: Túnel de menor porte. 4.643 Transposição: Abertura ou túnel de interligação entre túneis gêmeos.645 Tubo-luva de proteção: Dispositivo no interior do qual a tubulação de gás (GLP.644 Treinamento de abandono de local: Ensaio de procedimentos de abandono de local envolvendo os ocupantes da edificação.

instalados nas aberturas das paredes de compartimentação ou dos entrepisos.4 KPa ( 1. a fim de evitar a elevação desses parâmetros acima do limite determinado.55 m. assinalada por designação especial numérica. 4. sendo considerado em uma edificação de múltiplos pavimentos para a capacidade das escadas. 4. motéis e flats.658 Unidade de processamento: Estabelecimento ou parte de estabelecimento cujo objetivo principal é misturar. limitada pela parede perimetral do edifício. as celas dos presídios e assemelhados.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4. as enfermarias e quartos de hospitais. fabricado conforme a norma Asme Boiler and Pressure Vessel Code.655 Túnel unidirecional: Túnel gêmeo com tráfego em sentido único.667 Vedadores corta-fogo: Dispositivos construtivos com tempo mínimo de resistência ao fogo. 4. 4.665 Vaso de pressão: Reservatório que opera com pressão manométrica interna superior a 103. 4. cujo acesso é delimitado por emboques.591. não em balanço. de 16 de dezembro de 1964. nos termos da Lei Federal nº 4. 46 . aquecer.657 Unidade de passagem: Largura mínima para a passagem de uma fila de pessoas.660 Válvula de alarme do sprinkler: Válvula tipo retenção projetada para liberar o fluxo de água para um sistema de sprinkler e para fornecer um alarme quando em condição de fluxo.664 Varanda: Parte da edificação. a determinado ponto de temperatura ou pressão. funciona automaticamente. 4.662 Válvula de segurança: Válvula que.656 Unidade autônoma: (1) Parte da edificação vinculada a uma fração ideal de terreno. constituída de dependências e instalações de uso privativo e de parcela de dependências e instalações de uso comum da edificação.659 Valor de descarga: Número máximo de pessoas que podem passar por um determinado número de unidades de largura de saída em um determinado período de tempo.654 Túnel singelo: Passagem subterrânea com tubo único para o tráfego de veículos ou trens. 4. sujeita às limitações da lei. as salas de aula. Valor total de descarga. Nesta definição não estão incluídas as refinarias. 4. separar ou processar. destilarias ou unidades químicas.663 Válvulas: Acessórios de tubulação destinados a controlar ou bloquear o fluxo de água no interior das tubulações.661 Válvula de retenção: Dispositivo hidráulico destinado a evitar o retorno da água para o reservatório. destinadas à passagem de instalações elétricas e hidráulicas etc. Nota: Capacidade de uma unidade de passagem é o número de pessoas que passa por esta unidade em 1 min. 4. líquidos inflamáveis.666 Vazamento: Vazão de ar que sai do ambiente e/ou da rede de dutos de modo não desejável causando perda de uma parcela do ar que é insuflado. 4.os apartamentos de hotéis. 4. 4. para efeitos de identificação. de outra forma. (2) Unidades autônomas: para efeitos de compartimentação e resistência ao fogo entende-se como sendo os apartamentos residenciais.05 Kgf/cm²). tendo pelo menos uma das faces aberta para o logradouro ou área de ventilação. valor global de descarga: número máximo de pessoas que podem abandonar uma edificação através de todas as saídas disponíveis dentro de um tempo determinado. fixada em 0. 4.

675 Ventiladores de exaustão de fumaça: Ventiladores usados para a exaustão de fumaça e gases quentes em caso de incêndio. 4. ou caminhos e similares). 4. 4. 4. situados na área urbana e caracterizados principalmente por possuírem imóveis edificados ao longo de sua extensão. 4. (geralmente trazidos pelos bombeiros) ou fixo (incorporados à edificação).669 Veículo transportador: Veículo que dispõe de tanque criogênico. e/ou para transporte de equipamentos ou materiais para extinção de incêndios. avenidas.674 Ventilação cruzada: Movimentação de ar. 4.671 Velocidade (v): Distância percorrida por uma pessoa em uma unidade de tempo (m/min).668 Veículo abastecedor: Veículo especificamente homologado para transporte e transferência de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) a granel.670 Veios: Dispositivos instalados no interior de curvas. 4. especialmente projetado e utilizado para o transporte e transvasamento de Gás Natural Liquefeito (GNL) e devidamente certificado pelo Inmetro.676 Verga: Peça que se põe horizontalmente sobre ombreiras de porta ou de janela. que se caracteriza por aberturas situadas em lados opostos das paredes de uma edificação. vielas.677 Via de acesso: Arruamento trafegável para aproximação e operação dos veículos e equipamentos de emergência juntos às edificações ou áreas de risco. visando.683 Vistoriador (vistoriante): Servidor público militar.681 Vigas principais: Elementos estruturais ligados diretamente aos pilares ou a outros elementos estruturais que sejam essenciais à estabilidade do edifício como um todo. sendo uma localizada junto ao piso e a outra situada junto ao teto. 4. 4.673 Ventilação constante: Movimentação constante de ar em um ambiente. 4.684 Vistoria periódica: Ato de verificar as edificações e respectivos sistemas de segurança contra incêndio 47 .678 Via urbana: Espaços abertos destinados à circulação pública (tais como ruas. 4. Pode ser imóvel. 4. à diminuição da perda de carga localizada.679 Viaduto: Obra de construção civil destinada a transpor uma depressão de terreno ou servir de passagem superior. credenciado para o serviço de vistoria do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. 4. 4. em casos de abandono de emergência.680 Vias de acesso para atendimento a emergências: Áreas ou locais definidos para passagem de pessoas.NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4.672 Veneziana de tomada de ar: Dispositivo localizado em local fora do risco de contaminação por fumaça proveniente do incêndio e por partículas que proporcionam o suprimento de ar adequado para o sistema de pressurização. em inspeção no local. 4.682 Vistoria: Ato de verificar o cumprimento das exigências das medidas de segurança contra incêndio nas edificações e áreas de risco. bifurcações ou outros acessórios com a finalidade de direcionar o fluxo de ar. 4. também.

NPT 003 – TERMINOLOGIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO que já possuem o Certificado de Vistoria do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. 4.685 Vítima: Pessoa ou animal que sofreu qualquer tipo de lesão ou dano. 48 .

2. 2 APLICAÇÃO 2. 4 DEFINIÇÕES Para efeito desta Norma de Procedimento Técnico.2 Adota-se a NBR 14.NPT 004 – SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 004 Símbolos Gráficos Para Projeto de Segurança Contra Incêndio CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 17 páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 Objetivo Aplicação Referências Normativas e Bibliográficas Definições Procedimentos ANEXOS A . 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBILIOGRÁFICAS  Instrução Técnica nº 04/2011 – Símbolos Gráficos para Projeto de Segurança Contra Incêndio Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo.1 Os símbolos gráficos constantes desta Norma de Procedimento Técnico se aplicam aos Projetos de Segurança Contra Incêndio. aplicam-se as definições constantes da NPT 003/11 – 1 .Símbolos gráficos para Projeto de Segurança Contra incêndio 1 OBJETIVO Esta Norma de Procedimento Técnico estabelece os símbolos gráficos a serem utilizados nos Projetos de Segurança Contra Incêndio das edificações e áreas de risco. com as inclusões e adequações de exigências constantes nesta NPT.100/98 – Proteção contra incêndio – Símbolos gráficos para projeto. atendendo ao previsto no Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná.  NBR 14100/98 – Proteção contra incêndio – Símbolos gráficos para projeto.

5. desde que devidamente definidos em legenda. poderão ser adotadas as simbologias próprias das respectivas normas técnicas da ABNT.5 Os significados de todos os símbolos utilizados devem ser representados em uma legenda. 5.2 Os símbolos gráficos são compostos por uma forma geométrica básica.6 Símbolos complementares que não constem do Anexo desta NPT.NPT 004 – SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO Terminologia de Segurança Contra Incêndio.7 No caso de projetos executivos das instalações de segurança contra incêndio. que define uma categoria de segurança contra incêndio e por um simbolo suplementar. 5. 5. que. de forma clara e de fácil identificação pelo leitor. 5. 5 PROCEDIMENTOS 5. quando colocado no interior da forma geométrica básica. 5. devendo permitir a perfeita visualização dos sistemas e equipamentos de segurança contra incêndio.4 Os símbolos podem ser suplementados por figuras detalhadas. podem ser incorporados ao Plano de Segurança Contra Incêndio e Pânico.3 As dimensões dos símbolos devem estar em uma mesma escala. define o significado específico do conjunto. 2 . números ou abreviaturas.1 Os símbolos gráficos que devem constar nos projetos de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco são apresentados no anexo desta NPT. proporcional à escala de desenho do projeto.

........................................................................................................................................................................5 Carga de pó ABC................2.................. 1..........4 Carga de pó BC...........................................................2 EXTINTORES SOBRE RODAS 1.................................................................................................................................4 Carga de pó BC...........2.... 1........ 1............. 1......2...........................6 Carga de pó D...........3 Carga de dióxido de carbono............... 1...........1 EXTINTORES PORTÁTEIS 1............................... 1........................1 Carga d' água.......3 Carga de dióxido de carbono....................................................... 1...........1.........................................................................2 Carga de espuma mecânica.................... 1.... 1......NPT 004 – SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO ANEXO A SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PLANOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 1 EXTINTORES 1.................1 Carga d' água..................................................2 Carga de espuma mecânica............1......... 1.....................5 Carga de pó ABC...............1...........1....1.............................1......................................2....................................... 3 ....................................................2..............................................

.................................. 2..... 2.................. 4 ..............................................1....................1.................1...........1................8 Acionador de bomba de incêndio (botoeira tipo liga e desliga)................................ 2.......................................................1 SISTEMA DE HIDRANTES 2................1...........1...10 Reserva de incêndio................................................................................1 Carga de pó D...........................1..............................2 Hidrante duplo........1................................... 2....... 2 SISTEMA DE HIDRANTES 2...................... 2.......1..4 Hidrante urbano subterrâneo..........1....1 CHUVEIROS AUTOMÁTICOS 3.................................NPT 004 – SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 1...................7 Registro de recalque sem válvula de retenção......................................6 Tubulação de rede de hidrantes...................................................1...... 2..............................1 Hidrante simples....................................1 Ponto (bico de sprinkler)....................................................... 2........... 2.............. 2...............3 Hidrante urbano de coluna..2............................... 3 SISTEMA FIXO DE EXTINÇÃO 3........................................9 Bomba de incêndio..............................................................5 Mangotinho.................................

.....6 Painel de comando central para sistema de chuveiros automáticos............... 3............ 3.1...............................................2 GÁS CARBÔNICO 3...........1....3 SISTEMA ALTERNATIVO DE HALON 3........................ 3.......1 Área protegida pelo sistema fixo de CO2..1.. 5 .....3......................1................. 3...........2.......1 Área protegida por Halon..............1.............. 3..... 3......................7 Válvula de governo e alarme (VGA) e/ou comando seccional (CS).... 3......3 Registro de recalque para sistema de chuveiros automáticos......................2.............................. 3......................NPT 004 – SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 3................................ 3..............3......................... 3..........2 Área protegida pelo sistema de chuveiros automáticos........3 Acionador manual do sistema fixo de CO2............2 Baterias de cilindro do sistema fixo de CO2...............2..4 Bomba de incêndio para sistema de chuveiros automáticos...................................1....... 3....................5 Reserva de incêndio para sistema de chuveiros automáticos...............................3 Acionador manual Halon.............................3.2 Central de baterias por Halon...................................................

.................................................. 3..... 3.2.1. 3....... 3..........1...................................2 NEBULIZADORES 3.3 Estação móvel de emulsionamento.........................1...... 3....... 3....................1........1 Área protegida pelo sistema de nebulizadores....2.9 Sistema portátil de espuma (esguicho lançador)............7 Câmara de espuma do sistema fixo de espuma............................ 3.. 4 SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME 4.................................1 Tanque atmosférico de EFE sistema fixo de espuma...................1............................................................... 3...................................1.....................portátil.............NPT 004 – SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 3................................................................2 Estação fixa de emulsionamento.....1.........................................8 Extrato formador de espuma (EFE) ......................4 Canhão monitor (portátil) sistema fixo de espuma.............1...................6 Área protegida pelo sistema fixo de espuma...............1 SISTEMA DE ESPUMA 3...... 3.......2 Registro manual do sistema de nebulizadores............... 6 ..1.............5 Canhão monitor (portátil) sistema de resfriamento........... 3............................1.........1 Avisador sonoro tipo sirene..1 SISTEMA DE ALARME 4.................................................

................1.2..............4 Detector de gás linear............. 4....2 Avisador sonoro tipo auto falante.....1...................... 4.............3 DETECTORES LINEARES ENTRE FORRO 4....... 4.......................3...............................2 DETECTORES LINEARES 4.............................6 Avisador sonoro e visual (com alto falante)........2................3 Detector de chamas linear...........................................................................................3...2...............1...... 4........................................................................................2 Detector de fumaça linear.............NPT 004 – SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 4........................2............ 4...................1......................... 4..................4 Avisador sonoro tipo gongo................................................2 Detector de fumaça linear entre forro.................................................................................................................. 4...........5 Avisador sonoro e visual........................... 7 .............. 4..............................1 Detector de calor linear....................................... 4................................................... 4...3 Avisador visual....................................1....... 4..........7 Avisador sonoro e visual (com congo)...............1......1 Detector de calor linear entre forro.........................

.....3 Detector de chama linear em armário..............................................3..................................... 4...................4.................................................................... 4......NPT 004 – SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 4.................................... 4..................................... 4....4 Detector de gás linear entre forros........................ 4...4.....4 DETECTORES LINEARES ENTRE PISO 4..3 Detector de chamas linear entre forro..............................................................3 Detector de chamas linear entre piso..............4......5..............3..... 4.....5 DETECTORES LINEARES EM ARMÁRIO 4.................................4.................................................1 Detector de calor linear em armário................4 Detector de gás linear em armário..................................................................... 8 ...........5.............1 Detector de piso linear entre piso...............5..........2 Detector de fumaça linear em armário............4 Detector de gás linear entre piso..................... 4......... 4................... 4..2 Detector de fumaça linear entre piso....................5.

..................... 4.................................3 Detector de chamas pontual.....7..................................................2 Detector de fumaça pontual entre forro...................2 Detector de fumaça pontual................. 4.............. 4........................ 4.................................7 DETECTORES PONTUAIS ENTRE FORRO 4...7.....................4 Detector de gás pontual.....5 DETECTORES PONTUAIS ENTRE PISO 4......................................................6 Detector de piso pontual entre piso......1 Detector de calor pontual entre forro.....6 DETECTORES PONTUAIS 4.............................. 4................................................................7.... 4........................................NPT 004 – SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 4...6....................6..................................................7........................6..............................7...............................7 Detector de fumaça pontual entre piso............ 4................ 4............................................................................. 9 .......8 Detector de chamas pontual entre piso....6....1 Detector de calor pontual...4 Detector de gás pontual entre forro....3 Detector de chamas pontual entre forro.7.........................7............................. 4....................... 4....................7...............................................

.9 DETECTORES LINEARES PROTEGIDOS 4......3 Detector de chama pontual em armário..NPT 004 – SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 4......................................................3 Detector de chamas linear com proteção contra intempéries... 4...................................9 Detector de gás pontual entre piso.......................... 4.......................................................................8.....9.................................8 DETECTORES PONTUAIS EM ARMÁRIO 4.....1 Detector de calor pontual em armário.................................. 10 ..9......1 Detector de calor linear com proteção contra intempéries...............2 Detector de fumaça linear com proteção contra intempéries............4 Detector de gás pontual em armário...............................2 Detector de fumaça pontual com proteção contra intempéries.........8..........10 DETECTORES PONTUAIS PROTEGIDOS 4..................................... 4......................8.. 4... 4.. 4........9. 4.................10............................................1 Detector de calor pontual com proteção contra intempéries................. 4.8.......................2 Detector de fumaça pontual em armário.............7........4 Detector de gás linear com proteção contra intempéries...............9................... 4...................10.................... 4.

.. 5.............................. 4..........................2 Baterias de acumuladores para o sistema de iluminação de emergência...........4 Grupo moto-gerador..1 ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA 5..................................... 4..3 Ponto de iluminação de emergência tipo balizamento...........................4 Painel repetidor do sistema......................11. 5..........................1...................11..... 11 ........................11...................11 COMPLEMENTOS 4............................................................11........ 4..........................................3 Baterias do sistema de detecção e alarme..................NPT 004 – SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 4....10................10.......................................................... 5....... 4..... 4................................1 Acionador manual do sistema de detecção e alarme.... 5 SISTEMA DE ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA 5.................................1..............................................1 Ponto de iluminação de emergência..........................11. 4........1.......................5 Telefone de emergência / interfone......2 Central de detecção e alarme...............4 Detector de gás pontual com proteção contra intempéries.................................3 Detector de chamas pontual com proteção contra intempéries.............1...........................

....................................... 6....................1 Tanque horizontal abaixo do solo (enterrado).....................................................................6 Tanque vertical semi-enterrado.................................1...................1 Vaso sobre pressão.........................3..... 6 VASOS E TANQUES 6.................2 VASOS DE PRESSÃO 6........NPT 004 – SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 5...........1...........3 Tanque vertical abaixo do solo (enterrado)...............................3 TANQUES 6......1 CENTRAL GLP 6.. 12 ............ 6..............1 Central predial de glp ou gás natural ...............3........................ 6..............................4 Tanque vertical acima do solo (elevado).......3.....................2 Tanque horizontal acima do solo (superfície)....... 6.... 6...................5 Central do sistema de iluminação de emergência..........................3.. 6...................................5 Tanque horizontal semi elevado..................3...................................................................... 6...................................2.......3................................

...................1 Área de risco especial..1 ÁREAS DE RISCO 7........5 Combustível .................................................. 13 ......................................................2.......................2..................................... 7......................................................................................... 8 ROTAS DE FUGA 8..................1....................................6 Comburente...........2 PRODUTOS PERIGOSOS 7....2...............2...NPT 004 – SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 7 RISCOS 7................................................... 7................ 7...........................................................3 Corrosivos...........................1 Direção do fluxo da rota de fuga.........2 Tóxicos....................................................................1............1 DIRECIONAMENTO 8.........................1 Radioativos................................. 7.........................................................................................2 Área frias .......1..........................................2....................... 7................... 1 7......................... 7.........................................................................2..4 Explosivo........

.................................. 14 ..................................1 Para-Raio..............................1..................2 Porta corta fogo P-90..1 INSTALAÇÃO ELÉTRICA 9... 60 90 10...................3.............3.....................2 Saída final da rota de fuga..........2 Chave elétrica principal 9.............................1..1...................................................................................1... 9..........3 Quadro de distribuição de luz (QDL)..............................2 ANTIPÂNICO 10...................................3 ABERTURAS PROTEGIDAS 10..1 PARA-RAIO 10..............................2...........1 Barra Antipânico..................... 9 SISTEMA ELÉTRICO 9.............1 Chave elétrica secundária..................NPT 004 – SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 8.............................................................. 10..................1........... 10 SISTEMA PASSIVO 10................ 10..........................1 Porta corta fogo P-60......................

...........1............... 12.........................4 Abertura protegida P-60..... 12........3..................................... 120 60 10.......................1 Abertura protegida P-30........................................3 Parede comum.............................1 DIRECIONAMENTO 11....NPT 004 – SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 10..1 Paredes corta fogo....................................... 11 ROTAS DE FUGA 11..........4 Divisórias leves.........................2... 30 12 SISTEMA PASSIVO 12.................................2 Paredes de compartimentação..................................................................................2 Elevador simples...3 Porta corta fogo P-120................................................ 12..................1........................1 VEDOS 12.............1..............1 Elevador monta carga........................................................ 15 ......................................................1....2...1........ 12................3...2 ELEVADORES 12................................................................ 12............................

.........5.......................................3 Elevador de emergência..........5.....................................3 Dampers corta fogo e fumaça........................................................... 12.....................3 SHAFTS 12.3...2........................ 12............. 12..4 Veneziana de entrada de ar com filtro metálico lavável.....4............5 SISTEMA DE PRESSURIZAÇAO OU EXAUSTÃO (controle de fumaça).....5................1 Dampers corta fogo............ 16 .......................................................................... 12.................................. 12..........................................4.......NPT 004 – SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 12....................4 DAMPERS 12......... 12..............................................5....................................... 12........................... 12.....................................................................1 Grupo moto ventilador ou exaustor para controle de fumaça............3 Damper de sobrepressão.1 Shafts protegidos... 12.......5.......................................5 Grelha com dispositivo de ajuste e balanceamento ........2 Acionador manual pressurização / exaustão................ 12.4....................2 Dampers corta fumaça...........

..5........5..................1...................................................11 Central de acionamento das venezianas...........2 Acesso de guarnição à edificação ou área de risco............................................................3 Equipamentos a prova de explosão................8 Veneziana de exaustão(m)......................1 OUTROS 13...1 Acesso de viatura na edificação ou área de risco....... 13 OUTROS 13...........1................5.......... 12................................................................ 13............... Largura x Altura (Veneziana) Altura do piso 12...............................................5..........7 Veneziana de entrada de ar (junto ao piso).......................1................................ 17 ............................10 Grelha..........5................................................ 12........................................................ 12......... CB 13.5..................6 Registro de fluxo.......NPT 004 – SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 12....................................... 12.....9 Dimensões da veneziana e altura do piso (m).................................

urbanística CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão:02 Norma de Procedimento Técnico 3 páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 Objetivo Aplicação Referências normativas e bibliográficas Definições Procedimentos ANEXOS A – Tipos de retornos 1 OBJETIVO Esta Norma de Procedimento Técnico fixa condições mínimas exigíveis para o deslocamento de viaturas de bombeiros nas vias públicas. Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Instrução Técnica nº 03/2011 – Terminologia de segurança contra incêndio. Instrução Técnica nº 05/2011 – Segurança contra incêndio . Instrução Técnica nº 06/2011 – Acesso de viatura na edificação e áreas de risco.503 de 23 de setembro de 1997. 1 .URBANISTICA Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 005 Segurança contra Incêndio .urbanística.NPT 005 – SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO . Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo. atendendo ao previsto no Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado do Paraná. 2 APLICAÇÃO Esta Norma de Procedimento Técnico é recomendativa. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS     Código de Trânsito Brasileiro. Lei nº 9.

5. 2 . 5.3.2 Passagens subterrâneas e viadutos 5.0 m.1. 5.2 e 5.3 Passarelas 5.3 Deve ser desobstruída em toda a largura e com altura livre mínima de 4. desde que atendam aos itens 5.2 O piso deve suportar viaturas com peso de 25 toneladas distribuídas em dois eixos.5 m.1 Possuir largura mínima de 5. 5.1.1. 5.2.1 São aceitos outros tipos de retornos.1.1. que não os especificados acima.1. 5 PROCEDIMENTOS 5.1. retorno em formato de “Y” (Figura 2) ou retorno em formato de “T” (Figura 3).1 Deve possuir altura livre mínima de 4.1 Via Urbana 5.4. respeitadas as medidas mínimas indicadas. 5.1 Possuir largura mínima de 6. 5.4 A via urbana que exceda 45 m de comprimento deve possuir retorno circular (Figura 1). desta NPT.3.1.0 m 5.5 m.2 Deve suportar viaturas com peso de 25 toneladas distribuídas em dois eixos.NPT 005 – SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO .1.3 Altura livre mínima de 4. 5. mas que garantam a entrada e a saída de viaturas.2.URBANISTICA 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Norma de Procedimento Técnico aplicam-se as definições constantes da NPT 003– Terminologia de segurança Contra Incêndio.50 m.2.

Retorno em formato de “T” 3 .NPT 005 – SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO .URBANISTICA ANEXO A RETORNO DE VIATURA DE VIA URBANA Figura 1 – Retorno Circular Figura 2 .Retorno em formato de “Y” Figura 3 .

Eduardo. 2 APLICAÇÃO 2. 1 .1 Esta Norma de Procedimento Técnico se aplica a todas as edificações e áreas de risco onde for exigido o acesso de viatura nos termos desta NPT. São Paulo.Figuras ilustrativas 1 OBJETIVO Prescrever condições mínimas para o acesso de viaturas de bombeiros nas edificações e áreas de risco. 1998.NPT 006 – ACESSO DE VIATURA NA EDIFICAÇÃO E ÁREAS DE RISCO Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 006 Acesso de viatura na edificação e áreas de risco CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão:02 Norma de Procedimento Técnico 5 páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 Objetivo Aplicação Referências Normativas e Bibliográficas Definições Procedimentos ANEXOS A .  BELEZIA. visando o emprego operacional do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. uma Estratégia ou uma Tática. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS  Instrução Técnica nº 06/2011 – Acesso de viatura na edificação e áreas de risco. Monografia Elaborada no Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais-I-98 da PMESP. Estacionamento de Viaturas em Locais de Sinistro. atendendo ao previsto no Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado do Paraná. Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

5. First Edition. 1991.5. 1991.1 Outros tipos de retornos podem ser usados.5 m.0 m possuam retornos. desde que garantam a entrada e a saída das viaturas nos termos desta NPT (ver modelo na Figura 3). b) Altura: 4. 5 PROCEDIMENTOS 5. Oklahoma State University.1.NPT 006 – ACESSO DE VIATURA NA EDIFICAÇÃO E ÁREAS DE RISCO  International Fire Service Training Association – Fire Departament Aerial Apparatus.2. b) Em formato de “Y”. 5.1 As edificações ou áreas de risco abaixo descritas devem possuir os arruamentos interno e as vias de acesso conforme os critérios do item 5. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Norma de Procedimento Técnico. 5.1 Características mínimas da via de acesso: 5.1.1.1.  The Building Regulations..5 m. 5.1 Largura mínima de 6.1.1. que podem ser dos seguintes tipos: a) Circular.2 Suportar viaturas com peso de 25 toneladas distribuídas em dois eixos.1.1. ou c) Em formato de “T”.1.1.0 m (Figura 1).2 Exigências 5.3 Altura livre mínima de 4.4 O Portão de acesso (quando houver) deve ter as seguintes dimensões mínimas (Figura 2): a) Largura: 4.1: a) Centros esportivos e de exibição ou eventos temporários nos termos da NPT 012 – 2 . 5.5 Recomenda-se que as vias de acesso com extensão superior a 45. Nota: ver modelos desses retornos na NPT 005 – Segurança Contra Incêndio – Urbanística.1. 5. Código de Prevenção Inglês.0 m. aplicam-se as definições constantes da NPT 003 – Terminologia de segurança contra incêndio.1.1 Via de acesso para viaturas 5.1.

2.1.1. 5. com arruamento interno.2 As edificações ou áreas de risco. 3 . sendo recomendadas as demais exigências das vias de acesso. devem possuir o portão de acesso nos termos do item 5.NPT 006 – ACESSO DE VIATURA NA EDIFICAÇÃO E ÁREAS DE RISCO Centros Esportivos e de Exibição – Requisitos de Segurança Contra Incêndio.4. b) Locais que possuam sistema de proteção por espuma ou por resfriamento nos termos na NPT 025 – Segurança Contra Incêndio para Líquidos Combustíveis e Inflamáveis.

NPT 006 – ACESSO DE VIATURA NA EDIFICAÇÃO E ÁREAS DE RISCO ANEXO A FIGURAS ILUSTRATIVAS Figura 1 – Largura mínima da via de acesso deve ser de 6.0 m Figura 2 – Largura e altura mínimas do portão de acesso à edificação 4 .

NPT 006 – ACESSO DE VIATURA NA EDIFICAÇÃO E ÁREAS DE RISCO ANEXO A FIGURAS ILUSTRATIVAS Figura 3 – Modelo de retorno 5 .

atendendo o previsto no Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná.Distância de separação entre fachada de uma edificação e a divisa do terreno 1 OBJETIVO Esta Norma de Procedimento Técnico estabelece critérios para o isolamento de risco de propagação de incêndio por radiação de calor. 1 . conforme prevê o Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná.Tabela B-1 (Redutores de distância de separação) C .Tabela A-1 (Índice das distâncias de segurança) B . 2 APLICAÇÃO Esta Norma de Procedimento Técnico aplica-se a todas as edificações. volume.Exemplos de dimensionamento D . uma edificação seja considerada independente em relação à adjacente.1 Considera-se isolamento de risco a distância ou proteção.NPT 007 – SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS) Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 007 Separação entre edificações (Isolamento de riscos) CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão:02 Norma de Procedimento Técnico 15 páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 6 Objetivo Aplicação Referências Normativas e Bibliográficas Definições Arranjos físicos das edificações e os tipos de isolamentos de risco Procedimentos ANEXOS A . de tal forma que. altura. para considerar-se uma edificação como risco isolado em relação à(s) outra(s) adjacentes(s) na mesma propriedade (Figura 1). convecção de gases quentes e a transmissão de chamas. número de pavimentos. garantindo que o incêndio proveniente de uma edificação não se propague para outra. para fins de previsão das exigências de medidas de segurança contra incêndio. área total e área específica de pavimento. 2. independente de sua ocupação.

2. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS  Instrução Técnica nº 07/2011 – Separação entre edificações (Isolamento de riscos). aplicam-se as definições constantes da NPT 003 – Terminologia de segurança contra incêndio. 2. 4.2 As edificações situadas no mesmo lote que não atenderem às exigências de isolamento de risco deverão ser consideradas como área de risco incorporada para o dimensionamento das medidas de proteção. USA.1.3 Em edificações geminadas admite-se o telhado comum desde que haja lajes com TRRF de 2 h. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Norma de Procedimento Técnico. É a que exige a maior distância de afastamento. USA. Ed. 2003 edition. considerando-se duas edificações em um mesmo lote ou propriedade. convecção de gases quentes ou transmissão direta de chamas. esta NPT será recomendatória. Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo. 1996 edition.  NFPA 5000 “Building Construction and Safety Code. responsável pela radiação de calor. 2 . Eletrônica.  NFPA 80A “Recommended Pratice for Protection of Buildings from Exterior Fire Exposures” .1 Edificação expositora: Construção na qual o incêndio está ocorrendo.4 Para separação entre edificações de propriedades distintas (em lotes distintos).NPT 007 – SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS) Figura 1 – Separação entre edificações no mesmo lote 2.1 Definições específicas: 4. nos termos do prescrito no anexo D.

sem qualquer tipo de abertura ou comunicação de área. por radiação térmica (figura 3).1 Entre as fachadas das edificações adjacentes. por radiação térmica (figura 2). com plantas aprovadas pela Prefeitura Municipal separadamente.3 Propriedades distintas: São edificações localizadas em lotes distintos. Figura 2 – Propagação entre fachadas 5.1.2 Edificação em exposição: Construção que recebe a radiação do calor.1. 4. convecção de gases quentes ou a transmissão direta de chamas.1.1 O tipo de propagação e o consequente tipo de isolamento a ser adotado dependem do arranjo físico das edificações que podem ser: 5. Figura 3 – Propagação entre cobertura e fachada 3 .2 Entre a cobertura de uma edificação de menor altura e a fachada da outra edificação. 5 ARRANJOS FÍSICOS DAS EDIFICAÇÕES E OS TIPOS DE ISOLAMENTO DE RISCO 5.NPT 007 – SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS) 4.1.

pelas aberturas localizadas em suas fachadas e/ou pelas coberturas das mesmas. Figura 5 – Propagação entre duas edificações geminadas com alturas diferentes 5.2.3 Por parede corta-fogo sem aberturas entre edificações contíguas (figura 8).1 Isolamento (distância de segurança) entre fachadas de edificações adjacentes (figura 6).2.3 Entre duas edificações geminadas.1.2. pelas três formas de transferência de energia (figura 4).2 Isolamento (distância de segurança) entre a cobertura de uma edificação de menor altura e a fachada de uma edificação adjacente (figura 7). pelas três formas de transferência de energia (figura 5).4 Entre edificações geminadas. 5.1. 4 . Figura 4 – Propagação entre duas edificações geminadas com a mesma altura 5.NPT 007 – SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS) 5. 5. por meio da cobertura de uma edificação de menor altura e a fachada de outra edificação.2 O isolamento de risco pode ser obtido por: 5.

NPT 007 – SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS) Figura 6 – Distância de segurança Figura 7 – Distância de segurança entre a cobertura e a fachada Figura 8 – Parede corta-fogo 5 .

dois possuem importância significativa e estão relacionados com o tamanho do compartimento incendiado e a carga de incêndio da edificação.1.1.1.1 A propagação por radiação térmica depende basicamente do nível de radiação proveniente de uma edificação em chamas. 6.1. à área de aberturas existentes e à resistência ao fogo dos vedos.1.2 O nível de radiação está associado à severidade do incêndio. 6.NPT 007 – SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS) 6 PROCEDIMENTOS 6.1 Isolamento de risco por distância de separação entre fachadas: Edifício expositor Edifício em exposição Figura 9 – Exposição entre edificações adjacentes 6.1.1 Parâmetros preliminares a serem determinados para distâncias de separações 6.1.FATORES DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Medidas de segurança contra incêndio existentes Compartimentação Horizontal Vertical Não Sim Não Sim Não Não Sim Sim Parte da fachada a ser considerada no dimensionamento Edificações Térreas Toda a fachada do edifício Toda a fachada da área do maior compartimento Não se aplica Não se aplica Edificações com 2 ou mais pavimentos Toda a fachada do edifício Toda a fachada da área do maior compartimento Toda a fachada do pavimento Toda a fachada da área do maior compartimento 6 .1.1.1. TABELA 1 .5 A Tabela 1 indica qual a parte da fachada a ser considerada no dimensionamento.3 Dentre vários fatores que determinam a severidade de um incêndio. 6. 6.4 O tamanho do compartimento está relacionado com a dimensão do incêndio e a relação – largura e altura – do painel radiante e localizados na fachada.1.

para esta NPT. devem ser consideradas sem compartimentação horizontal e vertical e devem ser consideradas com porcentagem de abertura de 100%. consideram-se compartimentadas horizontalmente as unidades residenciais separadas por paredes e portas que atendam aos critérios de TRRF especificados na NPT 008 para unidades autônomas. a classificação da severidade será reduzida em um nível. Figura 10 – Distância entre fachadas não paralelas ou não coincidentes 6.680 681 – 1460 Acima de 1460 6.1. 6.1. devem-se efetuar os dimensionamentos de acordo com a Tabela 1 e aplicar a distância para o ponto mais próximo entre as aberturas das edificações (figura 10).1. então. 6.6 Para as edificações que possuem fachadas não paralelas ou não coincidentes. deve-se consultar a NPT 014 – Carga de incêndio nas edificações e áreas de risco. TABELA 2 – SEVERIDADE DA CARGA DE INCÊNDIO PARA ISOLAMENTO DE RISCO Classificação da Severidade I II III Carga de Incêndio (MJ/m2) 0 . poder-se-á reduzir o índice “” da Tabela A-1 em 50%. 2) Para edifícios residenciais. conforme Tabela 2.1.9 Para determinação dos valores de carga de incêndio para as diversas ocupações.1.7 A carga de incêndio é outro fator a ser considerado e as edificações classificam-se.1. Caso a edificação tenha inicialmente a classificação “I”. 7 .NPT 007 – SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS) Notas genéricas da Tabela 1: 1) Edificações com TRRF inferior ao especificado na Tabela A da NPT 008 – Resistência ao fogo dos elementos de construção.1.1.8 Caso a edificação possua proteção por chuveiros automáticos.

0 x 9. conforme a existência de Corpo de Bombeiros no município.0 m² Área de aberturas = 6 (2.1. da porcentagem de aberturas e da classificação da severidade.0 = 108.1.2.5m (1) ou de 3. 6.0m (2).2. deve-se adotar o valor imediatamente superior.1.1.4 Com os valores “x” e “y” obtidos e a classificação da severidade. deve-se adotar o valor imediatamente superior.8 m² Porcentagem de abertura = 23.2.88% Figura 11 – Porcentagem de abertura na fachada Obs. considerando a radiação térmica.2.0x2.2. Área da fachada = 12.2 Determinar a porcentagem de aberturas “y” no setor considerado (figura 11). deve-se: 6. em função da relação (largura/altura ou altura/largura).1 Relacionar as dimensões (largura/altura ou altura/largura) do setor da fachada a ser considerado na edificação conforme Tabela 1.2.2. 6.1. obtendo-se o índice “α”. Obs. consultar a tabela A-1. 6.1 A equação geral para o dimensionamento é D = “” x (largura ou altura) + “”.15) = 25.1.  = Coeficiente obtido da Tabela A-1.: Se o valor “x” obtido for um valor intermediário na tabela A-1. dividindo-se sempre o maior parâmetro pelo menor (largura e altura) e obter o valor.1.2.  = Coeficiente de segurança que assume os valores de 1.2. 6. que é a base de cálculo para a distância segura entre edificações. onde: D = Distância de separação em metros.: Se o valor obtido de “y” for um valor intermediário na tabela A-1. 8 .2 Para dimensionar a distância de separação segura entre edificações “D”.NPT 007 – SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS) 6.2 Procedimentos para o dimensionamento da distância de separação: 6.2.3 Verificar a carga de incêndio da edificação e classificá-la conforme tabela 2.

4) Nos municípios que não possuam Corpo de Bombeiros.NPT 007 – SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS) 6.2. CONFORME ITEM 6.2.3 Fatores redutores de distância de separação: 6. para se obter o isolamento de risco.5 m nos municípios que possuem Corpo de Bombeiros com viaturas para combate a incêndios.500 m2 ou se a edificação em exposição ou expositora for de Risco Moderado ou Elevado e possuir altura igual ou inferior a 6.000m 2. caso a cobertura da edificação de menor altura não atenda ao 9 .3. alternativamente.2. Distância em metros 1 Pavimento “térreo” 4 5 6 7 8 9 10 2 Pavimentos 6 7 8 9 10 11 12 3 ou mais Pavtos 8 9 10 11 12 13 14 6. ou b) “β2” igual a 3.2.2 Porcentagem de abertura “y” Até 10 De 11 a 20 De 21 a 30 De 31 a 40 De 41 a 50 De 51 a 70 Acima de 70 Notas genéricas da Tabela 3: 1) Considerar a maior porcentagem de abertura entre as edificações em exposição e a expositora. 6. 3) A distância entre aberturas situadas em banheiros.3.1 Os fatores especificados na tabela B-1 são redutores da distância de separação (D).1 Para edificações com alturas distintas. a distância de separação “D” poderá ser definida.0 m e área inferior a 1.1.1.2.2 Se a edificação em exposição ou expositora for de Risco Leve e possuir altura igual ou inferior a 9.5 A distância de separação “D” é obtida multiplicando-se o índice “α” pela menor dimensão do setor considerado na fachada (largura ou altura). Obs: Ver exemplo no Anexo “C”.2. deve ser acrescido à distância de segurança encontrada na Tabela 3.0 m nos municípios que não possuem Corpo de Bombeiros.1. 6.1.3.1. saunas e piscinas pode ser de 4. independente do pavimento. EM METROS. mais 50% do valor encontrado. 2) As distâncias acima deverão ser aplicadas entre as aberturas mais próximas na projeção horizontal.2 Isolamento de risco por distância de separação entre cobertura e fachada: 6. acrescentando o fator de segurança “β”. TABELA 3 – DISTÂNCIA DE SEPARAÇÃO.1.0 m e área inferior a 1.0m. vestiários. considerando as fachadas que recebem exposição de calor proveniente de edificações adjacentes localizadas dentro do mesmo lote. que possui dois valores: a) “β1” igual a 1. de acordo com o item 6. de acordo com a Tabela 3.

1 para qualquer dos dois edifícios. pode ser desconsiderado quando a fachada da edificação adjacente for “cega”. 6.4 Proteção por paredes corta-fogo em edificações contíguas (geminadas): 6. pode-se desconsiderar o dimensionamento decorrente da propagação pela cobertura.2 Na Tabela 4. considera-se o número de pavimentos que contribuem para o incêndio e que variam conforme a existência de compartimentação vertical. a área a ser computada na determinação da distância de separação será aquela desprotegida.2. estanqueidade e estabilidade.2 para o edifício mais baixo. devem-se adotar as distâncias contidas na Tabela 4. 6.2 A parede corta-fogo deve ser dimensionada de acordo com os ensaios realizados em laboratórios técnicos oficiais ou normas técnicas. com altura igual ou superior ao distanciamento obtido.4. e com resistência ao fogo de acordo com a NPT 008. permanecendo somente o dimensionamento pelas fachadas das edificações.2. 6.2. 6. em função do material empregado.3.3 Quando a cobertura como um todo atender a NPT 008.1 Independentes dos critérios anteriores são considerados isolados os riscos que estiverem separados por parede corta-fogo. 6. 6. dimensionando as separações pelos métodos descritos no item 6.2 Para a distância de separação entre edificações adjacentes com a mesma altura. pode ser substituído por paredes de isolamento. previsto na tabela 4. fica dispensado o dimensionamento previsto no item 6. prolongando-se acima do topo da fachada.1 Nas edificações com alturas diferenciadas. devendo o conjunto apresentar as características de isolamento térmico. deve-se adotar a distância de separação mais rigorosa. 6.5 O distanciamento horizontal. 10 .2.4.2. 6. construída de acordo com as normas técnicas.NPT 007 – SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS) TRRF estabelecido na Tabela “A” da NPT 008. TABELA 4 – MÍNIMA DISTÂNCIA DE SEPARAÇÃO ENTRE A COBERTURA DA EDIFICAÇÃO MENOR EM RELAÇÃO A OUTRA EDIFICAÇÃO ADJACENTE DE MAIOR ALTURA Número de pisos que contribuem para a propagação pela cobertura 1 2 3 ou mais Distância de separação horizontal em metros 4 6 8 6.3. e no item 6.2. permanecendo o dimensionamento conforme item 6.6 O distanciamento horizontal.3 Considerações gerais: 6.1. previsto na tabela 4.4 Caso a edificação possua resistência ao fogo parcial da cobertura.

6.5. caixa de escada ou outra ocupação sem carga de incêndio). 6. de no mínimo 1 m entre dois telhados ou coberturas.3 Serão admitidas nas áreas adjacentes às passagens cobertas construções destinadas a sanitários. acima da cumieira dos telhados ou das coberturas dos riscos. 6. 11 . equipamentos de pequeno porte e trânsito de veículos.4. mesmo que protegida.4.9 m de saliência (figura 8).10 A distância mencionada no item anterior pode ser substituída por uma aba vertical. porém. 6.4. 6.6 A parede corta-fogo deve ser capaz de permanecer estável quando a estrutura do telhado entrar em colapso. 6.1 As passagens cobertas devem possuir largura máxima de 3 m e serem utilizadas exclusivamente para o trânsito de pessoas. as seguintes regras devem ser adotadas: 6. materiais. também incombustíveis.4. para o caso de dilatação desses consolos decorrente de um incêndio.12 A parede corta-fogo. não inferior a 120 min. equipamentos de grande porte ou linhas de produção industriais descaracterizam o afastamento entre edificações. 6.3 A parede corta-fogo deve ultrapassar 1 m. com ventilação permanente.4.5.2 As passagens cobertas ou coberturas destinadas ao estacionamento de veículos.5 Passagens cobertas No caso de edificações que obedeçam aos critérios de afastamento.7 A parede corta-fogo deve ter resistência suficiente para suportar.9 As aberturas situadas em lados opostos de uma parede corta-fogo devem ser afastadas no mínimo 2 metros entre si. com 0.11 Essa saliência deve ser solidária à estrutura da parede corta-fogo.4 Existindo diferença de altura nas paredes. para fins de isolamento de risco.4.5 As armações dos telhados ou das coberturas podem ficar apoiadas em consolos (suportes). reservatórios de água e similares.4.NPT 007 – SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS) 6. guarita de recepção.4. interligadas por passagens cobertas. perpendicular ao plano das aberturas. não deve possuir nenhum tipo de abertura. impactos de cargas ou equipamentos normais em trabalho dentro da edificação. 6. exceção àquelas aberturas que estejam contidas em compartimentos considerados áreas frias (banheiro. sendo admissível apenas as guardas e proteções laterais. 6. não haverá necessidade de prolongamento da parede corta-fogo. sem grandes danos. e não em uma parede corta-fogo e.5.8 O tempo mínimo de resistência ao fogo deve ser igual ao TRRF da estrutura principal.4 Todos os materiais utilizados na construção das passagens cobertas devem ser incombustíveis. 6. deve ser prevista uma distância de compensação da parede. 6.5 As passagens cobertas devem possuir as laterais totalmente abertas. 6. vestiário. elevadores.5. 6. escadas com materiais incombustíveis.4. 6.5.4.

22 4.56 1.23 1.8 3.9 12.71 1.77 6.26 1.66 0.0 13.91 7.33 4.32 1.63 2.94 1.51 0.6 0.78 6.52 3.41 5.11 1.93 2.20 3.11 4.85 2.60 3.67 9.53 1.19 5.28 2.30 2.24 8.68 1.33 1.71 1.2 1.33 1.80 2.17 3.0 10.95 4.3 2.34 1.63 1.15 4.76 2.32 3.34 2.30 1.0 6.64 2.92 7.12 3.08 2.NPT 007 – SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS) ANEXO A TABELA A-1 – ÍNDICE DAS DISTÂNCIAS DE SEGURANÇA  D =  x (largura ou altura) + β Intensidade de exposição Classificação da Severidade .43 4.64 1.52 1.28 6.0 40.22 1.30 5.02 2.68 6.07 4.14 1.34 2.16 4.5 15 20 25 30 40 50 60 80 100 0.44 3.34 2.73 1.4 Índice para as distâncias de segurança “”  0.90 0.70 1.34 1.48 3.79 0.95 0.72 4.51 10.36 4.43 3.12 3.5 10.08 2.0 1.99 2.57 2.24 5.87 3.92 0.2 4.13 4.55 3.5 3.46 0.38 2.“x” 2.51 0.08 2.51 0.54 2.84 3.51 0.81 2.0 16.17 1.51 0.93 0.34 0.4 0.0 3.52 1.95 0.94 0.95 6.0 Relação Largura/Altura (ou inversa) .6 2.95 3.5 13.95 0.89 9.04 2.0 1.94 2.48 0.54 2.81 1.93 4.51 0.1 2.1 11.94 8.03 2.0 5.0 25.51 0.56 5.50 10.29 6.00 1.26 3.84 0.12 5.01 5.88 8.76 1.13 3.60 5.73 0.9 1.20 4.55 2.3 11.74 1.58 1.66 1.95 0.18 2.49 0.79 3.8 2.57 8.0 8.51 1.34 1.0 20.61 5.13 2.69 1.71 1.50 0.33 1.51 0.51 0.0 32.31 3.56 6.71 1.42 1.63 7.02 1.39 1.23 7.48 2.80 0.95 3.51 0.71 1.05 2.6 2.0 % Aberturas 20 30 40 50 60 80 100 10 15 20 25 30 40 50 60 80 100 5 7.18 8.1 12 .74 5.24 1.27 1.94 0.85 1.37 3.08 1.43 7.77 4.01 2.77 2.10 1.3 1.93 4.6 1.79 2.13 7.51 3.52 5.07 2.34 1.37 1.95 0.74 5.36 3.82 3.0 10.30 6.73 2.54 3.78 7.88 0.4 1.5 10 12.70 4.8 0.44 0.“y” I II III 1.95 0.16 5.93 1.83 5.65 5.15 2.80 6.67 2.59 2.88 3.

NPT 007 – SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS) ANEXO B TABELA B-1 – REDUTORES DE DISTÂNCIA DE SEPARAÇÃO Edificação em exposição Características dos elementos de vedação Tipos de proteção Estruturas e paredes combustíveis ou TRRF até 30 min Paredes externas com TRRF superior a 30 min e inferior a 90 min Paredes externas com TRRF de 90 min e inferior a 120 min Paredes externas com TRRF igual ou maior que 120 min Parede corta-fogo entre as edificações. nas aberturas. com um máximo exigido de 3m Prevendo cortina d'água por inundação Obs: Cortina d’água Obs: Cortina d’água Obs: Cortina d’água Obs: Cortina d’água nas aberturas. considerando uma proteção das aberturas mínima de 30 min Reduzir em 50% a distância de segurança Reduzir em 75% a distância de segurança. nas aberturas. com um máximo exigido de 6m Ineficiente Reduzir em 60% a distância de segurança Reduzir em 70% a distância de segurança Reduzir em 75% a distância de segurança. nas aberturas. Reduzir em 50% a distância de segurança Reduzir em 50% a distância de segurança Reduzir em 50% a distância de segurança Reduzir em 50% a distância de segurança 13 . com resistência ao fogo de 120 min Proteção das aberturas das fachadas com elemento de proteção com TRRF 30 min inferior ao da parede Proteção das aberturas das fachadas com elemento de proteção com TRRF igual ao da parede A distância é eliminada A distância é eliminada A distância é eliminada A distância é eliminada Ineficiente Reduzir em 50% a distância de segurança.

4º Passo: Com os valores de “X” e “Y”.7 m de distância (D=“α” x (menor dimensão) + “β”).5 m. X = 50/3= 16. Exemplo 2: Em uma edificação de escritórios que tenha uma carga de incêndio de 700 MJ/m 2. 3º Passo: Determinar a classificação da severidade. conforme tabela B-1 (anexo B-1).: A edificação situa-se em uma cidade com Corpo de Bombeiros. Então: 2. 1º Passo: Relação largura/altura. obtendo-se 5. 1º Passo: Relação largura/altura. a distância de separação será calculada abaixo: Obs. com porcentual de aberturas de 20%. 2º Passo: Determinação do porcentual de abertura. 3º Passo: Determinar a severidade. 2º Passo: Determinação do porcentual de abertura Y= 20% (área considerada da fachada .2 m e adicionando-se o índice “β” =1. na tabela A-1). 7º Passo: A maior distância encontrada deverá ser empregada para o isolamento do risco. conforme carga de incêndio (tabela 2) = Classificação de severidade “II”. Terá como distância de separação a medida calculada abaixo: Obs. consultar a tabela A-1. com superfície radiante de 50.NPT 007 – SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS) ANEXO C EXEMPLOS DE DIMENSIONAMENTO Exemplo 1: Em uma edificação de escritórios que possui uma carga de incêndio de 700 MJ/m 2. com superfície radiante tendo largura igual a 50 m e altura de 18 m (sem chuveiros automáticos e com compartimentação horizontal e vertical entre pisos.5 m. 6º Passo: Refazer todos os cálculos para o edifício do qual se pretende isolar o risco. obtendo-se uma nova distância “D” de separação. obtendo-se uma nova distância “D” de separação.00 m de largura e altura de 15 m (sem compartimentação).02 m e adicionando-se mais o índice “β”de 1.88 x 15 m = 43. Y= 60% (área considerada da fachada . consultar a tabela A-1.34 m = 4. podendo-se aplicar os fatores de redução de distância de separação. obtém-se 44. obtendo-se o índice “α”= “1.vedos / área total da fachada). pé-direito de 3 m).vedos / área total da fachada).333 (adotar índice 4.: verifica-se neste exemplo a importância da compartimentação de áreas. obtendo-se o índice “α”= “2.: A edificação situa-se em uma cidade com Corpo de Bombeiros.88”. 7º Passo: A maior distância encontrada deve ser empregada para o isolamento do risco.52 m de distância.7 (adotar índice “20” na tabela A-1). 4º Passo: Com os valores de “X” e “Y”. podendo-se aplicar os fatores de redução de distância de separação. 6º Passo: Refazer todos os cálculos para o edifício do qual se pretende isolar o risco.34”. 14 . X = 50/15 = 3. 5º Passo: Multiplicar a menor dimensão (15 m) pelo índice “α”. Obs. com porcentual de aberturas de 60%. 5º Passo: Multiplicar a menor dimensão da maior área compartimentada (50 m de comprimento e 3 m depé-direito) pelo índice “α”. conforme carga de incêndio (tabela 2) = Classificação de severidade “II”. conforme tabela B-1 (anexo B). Então: 3 x 1.

1.: Entende-se “lote” como “propriedade” Figura A . se considera a fachada do edifício expositor em relação à divisa do terreno. 1.1 e seguintes.1 Para determinar a distância de afastamento entre a fachada de uma edificação e a divisa do terreno deve ser utilizado o parâmetro descrito no item 6. para aplicar os conceitos do item 6. quando necessário. 1 SEPARAÇÃO ENTRE FACHADAS DE UMA EDIFICAÇÃO E A DIVISA DO TERRENO 1. considerando como distância de afastamento o valor calculado (D).3 Para reduzir as distâncias de segurança.NPT 007 – SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS) ANEXO D DISTÂNCIA DE SEPARAÇÃO ENTRE A FACHADA DE UMA EDIFICAÇÃO E A DIVISA DO TERRENO (Recomendatório) Prever distância de separação mínima entre a fachada de uma edificação e a divisa do terreno.Separação entre edificações em lotes distintos 15 . recomenda-se alterar as dimensões do painel radiante ou compartimentar o edifício internamente (figura A). dividindo por 2 (D/2).1. Obs.2 Nesse caso.

conforme exigências do Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. 2 APLICAÇÃO 2.Método do tempo equivalente de resistência ao fogo 1 OBJETIVO Esta Norma de Procedimento Técnico estabelece as condições a serem atendidas pelos elementos estruturais e de compartimentação que integram as edificações.Tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) B . quanto aos Tempos Requeridos de Resistência ao Fogo. para que.Tabela de resistência ao fogo para alvenarias C .1 Esta Norma de Procedimento Técnico se aplica a todas as edificações e áreas de risco onde for exigida a segurança estrutural contra incêndio.Tabela de resistência ao fogo de paredes de chapas de gesso para drywall D . seja evitado o colapso estrutural por tempo suficiente para possibilitar o cumprimento dos objetivos descritos no Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico das edificações e áreas de risco do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. 1 . em situação de incêndio.NPT 008 – RESISTÊNCIA AO FOGO DOS ELEMENTOS DE CONSTRUÇÃO Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 008 Resistência ao fogo dos elementos de construção CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão:02 Norma de Procedimento Técnico 14 páginas SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências Normativas e Bibliográficas 4 Definições 5 Procedimentos 6 Outras exigências 7 Edificações de caráter temporário 8 Edificações existentes ANEXOS A .

ou norma similar reconhecida internacionalmente.Dimensionamento de estrutura de aço em situação de incêndio – Procedimento  NBR 14432 – Exigência de resistência ao fogo de elementos de construção de edificações – Procedimento  NBR 14715-1 – Chapas de gesso para drywall – Parte 1 – Requisitos  NBR 14715-2 – Chapas de gesso para drywall – Parte 2 – Métodos de ensaio  NBR 14762 – Dimensionamento de estruturas de aço constituídas por perfis formados a frio – Procedimento  NBR 15200 – Projeto de estruturas de concreto em situação de incêndio – Procedimento  NBR 15217 – Perfis de aço para sistemas construtivos em chapas de gesso para drywall – Requisitos e métodos de ensaio  NBR 15758-1 – Sistemas construtivos em chapas de gesso para drywall – Projeto e procedimentos executivos para montagem – Parte 1: Requisitos para sistemas usados como paredes  NBR 15758-2 – Sistemas construtivos em chapas de gesso para drywall – Projeto e procedimentos executivos para montagem – Parte 2: Requisitos para sistemas usados como forros  NBR 15758-3 – Sistemas construtivos em chapas de gesso para drywall – Projeto e procedimentos executivos para montagem – Parte 1: Requisitos para sistemas usados como revestimentos  EUROCODE. No momento da publicação de norma nacional sobre o assunto.Paredes divisórias sem função estrutural – Determinação da resistência ao fogo – Método de ensaio  NBR 11711 – Porta e vedadores corta-fogo com núcleo de madeira para isolamento de riscos em ambientes comerciais e industriais – Especificação  NBR 11742 – Porta corta-fogo para saída de emergência – Especificação  NBR 14323 . 2 .Projeto e execução de estruturas de concreto pré-moldado – Procedimento  NBR 9077 .  NBR-6118 . European Committee for Standardization  Regulamentação de MARGARET LAW and TURLOGH O'BRIEN .Projeto de estruturas de concreto .Determinação da resistência ao fogo.  Para maiores esclarecimentos consultar as seguintes normas técnicas:  NBR 5628 . adota-se o Eurocode em sua última edição.Procedimento  NBR-6120 .Cargas para cálculo de estruturas de edifícios – Procedimento  NBR 6479 – Portas e vedadores – Determinação da resistência ao fogo – Método de ensaio  NBR 8681 .2 Na ausência de norma nacional sobre dimensionamento das estruturas em situação de incêndio.NPT 008 – RESISTÊNCIA AO FOGO DOS ELEMENTOS DE CONSTRUÇÃO 2.Saídas de emergência em edifícios – Procedimento  NBR 10636 .Componentes construtivos estruturais .Ações e segurança nas estruturas – Procedimento  NBR 8800 ."Fire Safety of Bare External Structure Steel". 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS  Instrução Técnica nº 08/2011 – Resistência ao fogo dos elementos de construção. Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo.Projeto e execução de estruturas de aço de edifícios – Procedimento  NBR 9062 . esta passará a ser adotada nos termos desta NPT.

5. 5. com altura menor ou igual a 6. os painéis pré-moldados que apresentem função estrutural e painéis alveolares utilizados para compartimentação são considerados como elementos estruturais. G e Divisões I-1.0 m.1 Admite-se o uso do método de tempo equivalente para a redução dos TRRF (vide Anexo D).2 Na utilização do método do tempo equivalente.1 Para os elementos de compartimentação. contudo fica limitada a redução de 30 min dos valores dos TRRF constantes da Tabela A. 5 PROCEDIMENTOS 5. 5.3 Método do tempo equivalente para redução do TRRF 5.2 letra “c”.3. para dos Grupos A. b) Atendimento a tabelas elaboradas a partir de resultados obtidos em ensaios de resistência ao fogo. M2 (parques de tanques) e M3 (centrais de comunicação e energia).NPT 008 – RESISTÊNCIA AO FOGO DOS ELEMENTOS DE CONSTRUÇÃO 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Norma de Procedimento Técnico. 5.1 Os tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) são aplicados aos elementos estruturais e de compartimentação. D.4 Ensaios Os ensaios devem ser realizados em laboratórios reconhecidos. de acordo com normas ou especificações estrangeiras internacionalmente reconhecidas. aplicam-se as definições constantes da NPT 003 – Terminologia de segurança contra incêndio. b) 30 min.2 A metodologia de que trata no item 5.2 Para se comprovar os TRRF constantes desta NPT são aceitas as seguintes metodologias: a) Execução de ensaios específicos de resistência ao fogo em laboratórios. conforme os critérios estabelecidos nesta NPT e em seu Anexo A. somente será aceita após análise em Comissão Técnica.2. Nota: as lajes. admitem-se as metodologias “a” e “b”. os TRRF resultantes dos cálculos não poderão ter valores inferiores a: a) 15 min . 5. para as demais ocupações. 3 . na ausência destas. c) Modelos matemáticos (analíticos) devidamente normatizados ou internacionalmente reconhecidos. 5. Para os elementos estruturais as três metodologias podem ser aceitas. de acordo com as normas técnicas nacionais ou. excetuando-se as edificações do grupo L (explosivos) e divisões M1 (túneis). I-2 e J-2.2. desta NPT.3. Anexo A desta NPT. E.

B. Para as edificações com chuveiros automáticos. 5. 5. 4 . não podendo ser inferior a 60 min. Nota: são consideradas unidades autônomas os apartamentos residenciais.Projeto de estruturas de concreto em situação de incêndio. B-2. ou norma similar reconhecida internacionalmente. não podendo ser inferior a 120 min.7. as salas de aula.3 Outros materiais estruturais: na ausência de normas nacionais. 5. as celas dos presídios e assemelhados.7 Elementos de Compartimentação e Divisórias de Unidades Autônomas 5. excetuando-se edificações térreas. constituídos pelo sistema estrutural das compartimentações e vedações das caixas.4. 5. no mínimo. no mínimo.5.NPT 008 – RESISTÊNCIA AO FOGO DOS ELEMENTOS DE CONSTRUÇÃO 5. 5. Recomenda-se que a temperatura crítica do aço seja tomada como um valor máximo de 550º C para os aços convencionais utilizados em perfis cujo estado limite último à temperatura ambiente não seja o de instabilidade local elástica ou calculada para cada elemento estrutural de acordo com a norma supracitada. no mínimo.5. o mesmo TRRF da estrutura principal da edificação. E e H (H-2. esta passará a ser adotada nos termos desta Norma de Procedimento Técnico. devem ser do tipo resistente ao fogo (30 min). dispensase desta exigência. TRRF de 120 min.1 Para as escadas e elevadores de segurança. 5. devem atender. 5.7.2 Os elementos de compartimentação (externa e internamente à edificação. das Divisões B-1. adota-se o Eurocode em sua última edição. motéis e flats. No momento da publicação de norma nacional sobre o assunto.1 Aço: Adota-se NBR-14323 . 5.Dimensionamento de estruturas de aço em edifícios em situação de incêndio. Para as edificações com sistema de chuveiros automáticos. os elementos de compartimentação. isenta-se desta exigência. H-2.6 Cobertura As estruturas das coberturas que não atendam aos requisitos de isenção do Anexo A desta NPT.5. Aceitase também o dimensionamento através de ensaios de resistência ao fogo de acordo com NBR-5628.3 As vedações usadas como isolamento de riscos (vide NPT 07) e os elementos estruturais essenciais à estabilidade destas vedações devem ter. incluindo as lajes. Aceita-se também o dimensionamento através de ensaios de resistência ao fogo de acordo com NBR-5628.4 As paredes divisórias entre unidades autônomas e entre unidades e as áreas comuns. os apartamentos de hotéis. as fachadas.7.5 Dimensionamento de elementos estruturais em situação de incêndio 5.7.2 Concreto: Adota-se a NBR-15200 . as enfermarias e quartos de hospitais. o mesmo TRRF das estruturas principais da edificação. inclusive para as selagens dos shafts e dutos de instalações. devem ter. independente do TRRF da edificação e das possíveis isenções. ao TRRF igual ao estabelecido no Anexo A desta NPT. ensaiadas de acordo com a NBR 6479. Aceita-se também o dimensionamento através de ensaios de resistência ao fogo de acordo com a NBR 5628.7. H-3 e H-5.1 As portas das unidades autônomas que dão acesso aos corredores e/ou hall de entrada. devem ter. H-5 e H-6) devem possuir TRRF mínimo de 60 min. para as ocupações dos Grupos A (A-2 e A-3). no mínimo. dutos e antecâmaras. porém. paredes externas e as selagens dos shafts e dutos de instalações) e os elementos estruturais essenciais à estabilidade desta compartimentação. H-3.

12 Estruturas externas 5. 5. g) Determinação da temperatura do aço no ponto mais crítico. dimensionamento e aplicação de materiais de revestimento contra fogo são de responsabilidade do(s) responsável(eis) técnico(s).12.9 Materiais de revestimento contra fogo 5. Caso contrário.11 Isenção de TRRF As edificações isentas de TRRF. conforme Anexo A. 5 . compressão. 5. responsável pelo projeto.NPT 008 – RESISTÊNCIA AO FOGO DOS ELEMENTOS DE CONSTRUÇÃO 5. não poderão ser inferiores ao TRRF dos pavimentos situados acima do solo. devem ser projetadas (considerando medidas ativas e passivas) visando atender aos objetivos do Código de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. profundidade e largura das chamas emitidas para o exterior à edificação. as isenções não são admitidas. fissuras. combustibilidade. c) Determinação da temperatura atingida pelo incêndio. densidade e outras propriedades necessárias para garantir o desempenho e durabilidade dos materiais. toxidade. 5. Tal situação deve ser tecnicamente comprovada pelo responsável técnico pelo projeto estrutural. devem ter os TRRF conforme estabelecido nesta norma.10 Subsolo Os subsolos das edificações devem ter o TRRF estabelecido em função do TRRF da ocupação a que pertencer. impacto. na ausência desta.12. d) Determinação da altura. deflexão. quando o seu afastamento das aberturas existentes na fachada for suficiente para garantir que a sua elevação de temperatura não superará a temperatura crítica considerada. erosão. devem ser determinados por ensaios realizados em laboratório nacional ou estrangeiro reconhecido internacionalmente. de acordo com norma estrangeira reconhecida internacionalmente.8.2 As propriedades térmicas e o desempenho dos materiais de revestimento contra o fogo quanto à aderência. o procedimento para a verificação da possibilidade de aceitação do item anterior deve ser analítico. envolvendo os seguintes passos: a) Definição das dimensões do setor que pode ser afetado pelo incêndio. de acordo com norma técnica nacional ou. 5.9. f) Cálculo da transferência de calor para os elementos estruturais.8 Mezaninos 5.1 Os mezaninos que não atendam aos requisitos de isenção do Anexo A desta NPT. cujo dano possa causar colapso progressivo das estruturas dos pavimentos acima do solo.1 A escolha.1 O elemento estrutural situado no exterior da edificação pode ser considerado livre da ação do incêndio. de acordo com a respectiva ocupação.2 Para estruturas de aço. corrosão. 5. 5.9. a critério do profissional habilitado. Os TRRF dos elementos estruturais do subsolo. conforme Anexo A. b) Determinação da carga de incêndio específica. e) Determinação da temperatura das chamas nas proximidades dos elementos estruturais.

como sendo todas as estruturas que sejam essenciais à estabilidade da edificação como um todo. para permitir a ventilação. atendendo ao TRRF mínimo igual ao que seria exigido para o elemento protegido considerado. 5.12.12. estas devem ter o TRRF conforme o estabelecido nesta NPT. 5.2 Caso a temperatura determinada de acordo com o item 5.5. providas por aberturas que possam ser consideradas uniformemente distribuídas e que tenham comprimentos em planta que somados atinjam pelo menos 40% do perímetro da edificação e áreas que somadas correspondam a pelo menos 20% da superfície total das fachadas externas.12. 5. as áreas das aberturas nas laterais externas somadas devem possuir ventilação direta para o meio externo e devem corresponder a pelo menos 5% da área do piso no pavimento e as obstruções internas eventualmente existentes devem ter pelo menos 20% de suas áreas abertas.13. perfis.2.2 Estruturas principais: considerar. 6 .2.12.1 Vigas principais: considerar. em cada pavimento: a) Tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas. podendo-se proteger os elementos de construção em função de cada ocupação.14. ar condicionado e outras). para a determinação dos TRRF necessários. devem ser avaliados os respectivos usos.2 Considera-se forro resistente ao fogo o conjunto envolvendo as placas.1 Para atender aos itens 5.12. para efeito desta norma.12. aceita-se método analítico internacionalmente reconhecido.1 O elemento estrutural encapsulado pode ser considerado livre da ação do incêndio. provida por aberturas cujas áreas somadas correspondam a pelo menos 1/3 da superfície total das fachadas externas.16 Vigas e estruturas principais 5.3 Para outros materiais estruturais.13 Estruturas encapsuladas ou protegidas por forro resistente ao fogo 5. com aberturas dispostas de forma que possam ser consideradas uniformemente distribuídas."Fire Safety of Bare External Structure Steel" ou regulamento similar.14. quando o encapsulamento tiver o TRRF no mínimo igual ao exigido para a estrutura considerada.16. 5.16.1 e 5. e pelo menos 50% destas áreas abertas situadas em duas fachadas opostas. as áreas e as alturas.14 Edificação aberta lateralmente 5.2 seja superior à temperatura crítica das estruturas calculadas.15 Ocupações mistas Nas ocupações mistas. como sendo todas as vigas que estão diretamente ligadas aos pilares ou a outros elementos estruturais que sejam essenciais à estabilidade da edificação como um todo. usar a regulamentação de MARGARET LAW and TURLOGH O'BRIEN . 5. O ensaio de resistência ao fogo deve mencionar as soluções adotadas para as selagens das aberturas (penetrações) no forro (tais como: iluminação. devidamente ensaiado (conjunto). 5.1 Em qualquer caso. 5.2.13. 5. suportes e selagens das aberturas. para efeito desta norma. 5. b) Tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas.1 Será considerada aberta lateralmente a edificação ou parte de edificação que.

b) Os TRRF para os diversos elementos construtivos: estruturas internas e externas.19. com elementos de construção em madeira. devem possuir retardante ao fogo. 5.Parte 2): a) Metodologia para se atingir os TRRF dos elementos estruturais da edificação. encapsulamento de estruturas etc. realizado por empresas ou profissional qualificado.1 Este memorial pode ser assinado por mais de um responsável técnico.17. compartimentações. discriminando na ART as respectivas atribuições. ou principais é de total 5.19 Memorial de Segurança Contra Incêndio dos Elementos de Construção 5.16 desta NPT. deve ser anexado. c) Especificações e condições de isenções e/ou reduções de TRRF.17. 5.18 Controle de qualidade Para as edificações com área superior a 10.2 Classificação das vigas e estruturas como secundárias responsabilidade do técnico responsável pelo projeto estrutural.1 São as vigas e estruturas não enquadradas no conceito do item 5. 7 . 5.19. 5.000m². mezaninos. na solicitação de vistoria. citando a norma empregada. durante a execução e aplicação dos materiais de revestimento contra fogo às estruturas. independentemente da resistência da estrutrura e das possíveis isenções ou reduções de TRRF. um memorial com os seguintes dados (ver modelo na NPT 001 – Norma de Procedimentos Administrativos . d) Tipo e espessuras de materiais de revestimento contra fogo utilizados nos elementos construtivos e respectivas cartas de cobertura adotadas. proteção de dutos e shafts. subsolos.1 Quando houver aplicação de materiais de revestimento contra o fogo nos elementos de construção. será exigido controle de qualidade. coberturas.17 Vigas e estruturas secundárias 5.NPT 008 – RESISTÊNCIA AO FOGO DOS ELEMENTOS DE CONSTRUÇÃO 5.20 As edificações com área superior a 750m 2 .

A2.3 Edificações pertencentes às divisões F-3. F-4 (exclusivo para as áreas de transbordo e circulação de pessoas) e F-7. A2. excluindo-se dessa isenção as edificações pertencentes às divisões: C-2.14 desta norma e com as estruturas dimensionadas conforme Anexo D da NBR-14432.NPT 008 – RESISTÊNCIA AO FOGO DOS ELEMENTOS DE CONSTRUÇÃO ANEXO A TEMPOS REQUERIDOS DE RESISTÊNCIA AO FOGO (TRRF) A1 Os tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) devem ser determinados conforme a Tabela A deste anexo. nas condições do item A2. que caracterizem ou não ocupação mista (nestas regiões devem ser respeitados os TRRF constantes da Tabela A. b) Não forem usadas como rota de fuga. A2. c) Às edificações do grupo L (explosivos) e às divisões M-1 (túneis). sendo que as áreas indicadas referem-se à área total construída da edificação: A2. E6.3. de classes P 1 a P 4 (tabela A).1 e A2. obedecendo-se às recomendações contidas nesta norma e nas considerações abaixo. c) O seu colapso estrutural não comprometa a estabilidade das paredes externas. conforme a ocupação específica). com carga de incêndio (qfi) menor ou igual a 500 MJ/m 2. quando abertos lateralmente conforme item 5. F-5. A2.7 e respectivos subitens.500m².3. descritos em 5. H-3 e H-5. e nem a estrutura principal da edificação.3 Edificações enquadradas nos subitens abaixo estão ISENTAS de TRRF.6 As coberturas das edificações que atendam aos requisitos abaixo: a) Não tiverem função de piso.3.3.4 Edificações pertencentes à divisão J-1 de classes P 1 e P 2 (tabela A). A2. A2. de classes P 1 e P 2 (tabela A). as rotas de fuga e as condições de ventilação dimensionadas conforme regulamentações vigentes. C-3.3. H-2.5 Edificações pertencentes às divisões G-1 e G-2 (garagens). M-2 (parques de tanques) e M-3 (centrais de comunicação e energia).1 Edificações de classe P 1 e P 2 (tabela A) com área inferior a 750m².3.1 As edificações desta seção para obterem o benefício de isenção ou redução dos TRRF devem atender aos objetivos do Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná e possuírem as saídas de emergência. exceto nas áreas destinadas a outras ocupações.2. de isolamento de riscos e de compartimentação. A2 Condições de isenção e redução dos TRRF A2. 8 . A2. F-1.2 Edificações de classe P1 e P2 (tabela A) com área inferior a 1. F-6.2 As isenções e reduções abaixo não se aplicam: a) Aos subsolos com mais de um piso de profundidade ou área de pavimento superior a 500 m². b) À estrutura e paredes de vedação das escadas e elevadores de segurança.

conforme NPT 010 – Controle de Materiais de Acabamento e Revestimento. A2.1 A isenção deste item não se aplica: a) Quando a cobertura da edificação tiver função de piso ou for usada como rota de fuga. b) 90 min para as edificações de classe P5.3.200 MJ/m2.14 desta norma. conforme item 5. A2.0m de altura. não necessita ser maior que: a) 60 min para as edificações de classes P1 a P4.8 As escadas abertas (não enclausuradas). A2. caso atendam um dos seguintes requisitos abaixo: a) Forem providas de chuveiros automáticos. A2. b) Possuírem carga de incêndio específica menor ou igual a 500 MJ/m2. ou c) Forem consideradas lateralmente abertas.000m 2. dimensionados conforme normas específicas.3 (tempo equivalente) fica a critério do responsável técnico. desde que não possuam materiais combustíveis incorporados em suas estruturas. com carga de incêndio específica menor ou igual a 2. c) Forem do grupo I (industrial). em função do item A2 e subitens ou em função de aços não convencionais. com pelo menos duas fachadas para acesso e estacionamento operacional de viaturas. b) Quando os elementos estruturais considerados forem essenciais à estabilidade de um elemento de compartimentação ou de isolamento de risco.3.6 A opção de escolha para a determinação do TRRF conforme item 5.7 Os mezaninos que apresentem área inferior a 750 m² cuja estrutura não dependa da estrutura principal do edifício.3. bem como os mezaninos com área superior a 750 m² das edificações isentas de verificação do TRRF A2.10 Edificações térreas.000MJ/m 2. vestiários. de classes P 1 e P2.4 As edificações térreas podem ter os TRRF constantes da Tabela A reduzidos em 30 min. nas áreas destinadas a piscinas. quando atenderem um ou mais requisitos abaixo: a) Forem providas de chuveiros automáticos com bicos do tipo resposta rápida.10. que perfaçam no mínimo 50% do perímetro da edificação. das edificações com até 80. salas de ginástica. A2.3. com carga de incêndio específica menor ou igual a 1.9 Edificações destinadas a academias de ginástica e similares (divisão E-3). desde que possuam nestas áreas materiais de acabamento e revestimento incombustíveis ou. conforme item 5.17 desta NPT. ou b) Possuírem área total menor ou igual a 5. A2. Esses elementos estruturais devem ser dimensionados de forma a não entrar em colapso caso ocorra a ruína da cobertura do edifício.NPT 008 – RESISTÊNCIA AO FOGO DOS ELEMENTOS DE CONSTRUÇÃO A2.5 O TRRF das vigas secundárias. conforme consta na NPT 006 Acesso de Viatura na Edificação e Áreas de Risco. 9 . musculação e similares. d) Forem do grupo J (depósito). não podendo haver em qualquer hipótese sobreposições de isenções. acabamentos ou revestimentos.3. de classe II-A.

3. F-2. considerar I-3 e J-4.3. do CSCIP-CBM/PR Profundidade do Subsolo h (m) Grupo Ocupação/Uso Divisão Classe S2 hs > 10 A B C D E Residencial Serviços de Hospedagem Comercial Varejista Serviços Profissionais e Técnicos Educacional e Cultura Física A-1 a A-3 B1 e B2 C-1a C-3 D-1 a D-3 E-1 a E-6 F-1. respectivamente . Para edificações de madeira: verificar item 5.10) 3. F-4 e F-7 F-9 G-1 e G-2 não abertos lateralmente G Serviços Automotivos G-3 e G-5 G-1 e G-2 abertos lateralmente H Serviços de Saúde e Institucionais H-1 e H-4 H-2. H-3 e H-5 I-1 I Industrial I-2 I-3 J-1 J-2 J Depósitos J-3 J-4 L Explosivos L-1.20 4.2. F-5. L-2 e L-3 M-1 M Especial M-3 M-5 90 120 120 150 120 120 60 90 120 150 90 90 30 60 120 150 90 60 60 60 90 60 60 90 120 90 120 120 120 120 120 120 120 150 90 90 90 90 90 90 90 90 90 90 90 90 90 90 120 120 60 90 Classe S1 hs ≤10 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 90 90 30 60 Classe P1 h≤ 6 30 30 60 30 30 60 Classe P2 6 < h ≤12 30 60 60 60 30 60 Classe P3 12 < h ≤23 60 60 60 60 60 60 30 60 60 60 30 60 60 30 60 90 30 30 Classe P4 23 < h ≤30 90 90 90 90 90 90 60 90 90 90 30 90 90 60 90 120 30 30 Classe P5 30 < h ≤80 120 120 120 120 120 120 60 120 120 120 60 120 120 120 120 120 60 60 Classe P6 80 < h ≤120 120 150 150 120 120 150 90 120 120 120 150 150 Classe P7 120 < h ≤150 150 180 150 150 150 180 120 150 150 120 180 180 Classe P8 150 < h ≤250 180 180 180 180 180 180 180 150 180 180 Altura da edificação h (m) NPT 008 – RESISTÊNCIA AO FOGO DOS ELEMENTOS DE CONSTRUÇÃOES F Locais de Reunião de Público Ver item A. F-8 e F-10 F-3. O TRRF dos subsolos não pode ser inferior ao TRRF dos pavimentos situados acima do solo (ver item 5.3 30 30 30 30 30 30 30 30 60 60 60 60 30 60 60 30 30 60 10 Ver item A. Casos não enquadrados serão definidos pela CTPI do CBM/PR 2.ANEXO A TABELA – TEMPOS REQUERIDOS DE RESISTÊNCIA AO FOGO (TRRF) Para a classificação detalhada das ocupações (Grupo e Divisão) consultar a Tabela 1 do Anexo A. F6. Para indústria ou depósito com inflamáveis.4 30 30 Notas: 1.2.

5 23 11. . com dimensões 2. 1 cimento: 2.9 Kg) Paredes de concreto armado monolítico sem revestimento - 1 1 1 1 5 5 5 5 2.5 2.5 22 185 ≥3 ≥3 3 3 - 1 4 1 1 3 1 2 9 1.5 areia média: 3.ANEXO B (INFORMATIVO) TABELA DE RESISTÊNCIA AO FOGO PARA ALVENARIAS Características das paredes Traço em volume da argamassa do assentamento Cimento Meio tijolo s/ revestimento Um tijolo sem revestimento Meio .5 16 300 (**) 150 210 ≥4 2 3 ≥4 2 3 ≥4 1 3 >4 1½ 3 Traço do concreto em volume.tijolo com revestimento Um tijolo com revestimento Cal Areia Traço em volume de argamassa de Espessura revestimento média da Chapisco Emboço argamassa de assentaCimento Areia Cimento Cal Areia mento (cm) 1 1 1 1 1 1 3 3 1 1 2 2 9 9 Resultado dos ensaios Tempo de atendimento aos critérios Espessura de de avaliação (horas) Resistência argamassa de Espessura Duração total da do ensaio ao fogo revestimento Isolação (cada face) parede (cm) (min) Integridade Estanqueidade (horas) térmica (cm) Paredes ensaiadas (*) NPT 008 – RESISTÊNCIA AO FOGO DOS ELEMENTOS DE CONSTRUÇÃOES Parede de tijolos de barro cozido (dimensões nominais dos tijolos 5 cm x 10 cm x 20 cm: Massa: 1. de aço CA50A diâmetro ¼ polegada (*) Paredes sem função estrutural ensaiadas totalmente vinculadas dentro da estrutura de concreto armado.tijolo com revestimento Um tijolo com revestimento Bloco de 14 cm sem revestimento Bloco de 19 cm sem revestimento Bloco de 14 cm com revestimento Bloco de 19 cm com revestimento Meio .5 agregado gaúcho (granizo pedra nº 3): armadura simples posicionada à meia espessura das paredes.5 10 20 15 25 120 395 (**) 300 300 (**) ≥2 ≥6 ≥4 ≥6 ≥2 ≥6 ≥4 ≥6 1½ ≥6 4 ≥5 1½ ≥6 4 >6 1 1 8 1 - - - - - - 14 100 ≥ 1½ ≥ 1½ 1½ 1½ 11 1 1 8 1 - - - - - - 19 120 ≥2 ≥2 1½ 1½ 1 1 8 1 1 3 1 2 9 1. e massas de 13 kg e 17 kg respectivamente Paredes de tijolos cerâmicos de 8 furos (dimensões nominais dos tijolos 10 cm x 20 cm x 20 cm (massa 2.8m totalmente expostas ao fogo (em uma face) (**) Ensaio encerrado sem ocorrência de falência em nenhum dos três critérios de avaliação.5 kg Parede de blocos vazados de concreto (2 furos) (blocos com dimensões nominais: 14 cm x 19 cm x 39 cm e 19 cm x 19 cm x 39 cm. possuindo malha de lados 15 cm.5 13 150 ≥2 ≥2 2 2 - 1 4 1 1 3 1 2 9 1.5 17 150 ≥2 ≥2 2 2 1 1 8 1 1 3 1 2 9 1.8m x 2.

5 1ST 12.5 – 1 ST 12.5 2RF 12.5 95/70/600/ 1 ST 12.5 – 2 RF 12.5 2ST 12.5 – 1 ST 12.5 140/90/600/ 2 RF 12.5 100/75/600/ 1 ST 12.5 – 1 ST 12.5 140/90/600/ 2 ST 12.ANEXO C (INFORMATIVO) TABELA DE RESISTÊNCIA AO FOGO DE PAREDES EM CHAPAS DE GESSO PARA DRYWALL Características das paredes Itens Paredes ensaiadas conforme normas ABNT (ver item 3. tipo e esp.5 – 2 ST 12.5 2RF 12.5 – 1 ST 12.5 – 2 RF 12.5 – 2 ST 12.5 98/48/600/ 2 RF 12.5 98/48/600/ 2 ST 12.5 2ST 12.5 108/48/600/ 2 RF 15 – 2 RF 15 130/70/600/ 2 RF 15 – 2 RF 15 135/75/600/ 2 RF 15 – 2 RF 15 150/90/600/ 2 RF 15 – 2 RF 15 CF 30 CF 30 CF 30 CF 30 CF 60 CF 60 CF 60 CF 90 CF 90 CF 90 CF 120 CF 120 CF 120 CF 120 12 .5 2RF 12.5 2ST 12.5 115/90/600/ 1 ST 12.5 1ST 12.5 – 2 RF 12.5 120/70/600/ 2 ST 12.) Espessura total da parede (mm) 73 95 100 115 98 120 140 98 120 140 108 130 135 150 Largura da estrutura de aço (mm) 48 70 75 90 48 70 90 48 70 90 48 70 75 90 Espaçamento da estrutura de aço (mm) 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 Qtd. (mm) da chapa de gesso de cada lado da estrutura 1ST 12.5 2RF 15 2RF 15 2RF 15 2RF 15 Resultado dos ensaios Tempo de atendimento aos critérios de avaliação Integridade 30 30 30 30 60 60 60 90 90 90 120 120 120 120 Estanqueidade 30 30 30 30 60 60 60 90 90 90 120 120 120 120 Isolação Térmica 30 30 30 30 60 60 60 90 90 90 120 120 120 120 Resistência ao fogo CF (corta fogo) NPT 008 – RESISTÊNCIA AO FOGO DOS ELEMENTOS DE CONSTRUÇÃOES 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 73/48/600/ 1 ST 12.5 120/70/600/ 2 RF 12.5 – 2 ST 12.5 1ST 12.

(Eq. pela equação D2 e Tabela D2 W – é um fator adimensional associado a ventilação do ambiente e à altura do compartimento analisado. determinado conforme equação D3.:Na ausência de algum meio de proteção indicado na tabela acima.60 Brigada contra incêndio (γn2) 0. TABELA D1 . γs= é o produto γs1 x γs2 que são fatores adimensionais que dependem do risco de incêndio e determinados respectivamente.07 qfi γn γs W Onde: teq – tempo equivalente (minutos). A redução de TRRF desse está limitada a 30 min dos valores dos TRRF constantes da Tabela A. Anexo A. D2) 13 .90 Existência de detecção automática (γn3) 0.90 Obs. adotar o respectivo γn igual a 1. γn = é o produto γn1 x γn2 x γn3 que são fatores adimensionais que levam em conta a presença de medidas de proteção ativa da edificação e determinados conforme Tabela D1.NPT 008 – RESISTÊNCIA AO FOGO DOS ELEMENTOS DE CONSTRUÇÃO ANEXO D MÉTODO DO TEMPO EQUIVALENTE PARA REDUÇÃO DO TRRF O tempo equivalente a ser determinado conforme a formulação abaixo não poderá ter valores menores de TRRF conforme o especificado no item 5. Teq = 0. desta NPT (ver item 5.3).3 (e subitens) desta NPT. EQUAÇÃO PARA A DETERMINAÇÃO DO “γs1” γs1 = 1 + Af (h + 3) 105 Onde: 1 ≤ γs1 ≤ 3 Af – área de piso do compartimento analisado (m2) h – altura do piso habitável mais alto do edifício (m) (Eq. D1) qfi – é o valor da carga de incêndio específica do compartimento analisado em MJ/m² e determinada conforme NPT 014 .FATORES DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO VALORES DE γn1 γn2 γn3 Existência de chuveiros automáticos (γn1) 0.

D3) Nota: limite de aplicação da Eq. venda de acessórios de automóveis. parque aquático. hotel. EQUAÇÃO PARA A DETERMINAÇÃO DO “W” (Eq. igreja.2 1. portas e similares) (m²) Ah – área de ventilação horizontal . teatro. hangar. depósitos em geral Montagem de automóveis.25 Af Onde: H – altura do compartimento (m) Av – área de ventilação vertical (janelas. livraria. cinema.025 ≤ AV ≤ 0. laboratório fotográfico. D3: 0.RISCO DE ATIVAÇÃO (γs2) VALORES DE γ s2 RISCO DE ATIVAÇÃO DO INCÊNDIO Pequena EXEMPLOS DE OCUPAÇÃO 0. correio.85 Escola. consultório médico. indústria de papel. bebidas alcoólicas.5 Média Alta Nota: as ocupações não relacionadas poderão ser enquadradas por similaridade. escritório.restaurante. indústria mecânica Laboratório químico. depósitos de: produtos farmacêuticos. residência.NPT 008 – RESISTÊNCIA AO FOGO DOS ELEMENTOS DE CONSTRUÇÃO TABELA D2 . hospital. oficina de pintura de automóveis 1. museu Biblioteca. frigorífico. galeria de arte. oficina elétrica ou mecânica.piso (m²) Af – área de piso do compartimento analisado (m²) 14 . farmácia.0 Normal 1.

2 A compartimentação horizontal se destina a impedir a propagação de incêndio no pavimento de origem para outros ambientes no plano horizontal.3 A compartimentação vertical se destina a impedir a propagação de incêndio no sentido vertical. 1. estabelecendo detalhamentos técnicos relativos à área de compartimentação. 1.NPT 009 – COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 009 Compartimentação Horizontal e Compartimentação Vertical CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão:02 Norma de Procedimento Técnico 19 páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 6 7 Objetivo Aplicação Referências Normativas e Bibliográficas Definições Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Cortinas corta-fogo ANEXOS . conforme previsto no Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. 2 APLICAÇÃO Esta Norma de Procedimento Técnico (NPT) aplica-se a todas as edificações onde são exigidas a compartimentação horizontal e/ou compartimentação vertical. ou seja. 1 .1 Estabelecer os parâmetros da compartimentação horizontal e compartimentação vertical do Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico das edificações e áreas de risco do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná.TABELAS A – Modelos de compartimentação horizontal e vertical B – Tabela de área máxima de compartimentação 1 OBJETIVO 1. entre pavimentos elevados consecutivos .

as seguintes propriedades: integridade mecânica a impactos (resistência).1 Elemento corta-fogo é aquele que apresenta. execução e aplicações de vidros na construção civil. instalação. NBR 14323 – Dimensionamento de estrutura de aço de edifício em situação de incêndio – Procedimento. comissionamento e manutenção de sistemas de detecção e alarme de incêndio – Requisitos. NBR 10636 – Paredes divisórias sem função estrutural – Determinação da resistência ao fogo.NPT 009 – COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Instrução Técnica nº 09/2011 – Compartimentação horizontal e compartimentação vertical. NBR 6479 – Portas e vedadores – determinação da resistência ao fogo. NBR 14432 – Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações – Procedimento. NBR 7199 – Projeção. NBR 11711 – Portas e vedadores corta-fogo com núcleo de madeira para isolamento de riscos em ambientes comerciais e industriais. aplicam-se as definições específicas abaixo: 4. ISO 1182 – Reaction to fire tests for products – Non combustible test. e impede a passagem das chamas e da fumaça (estanqueidade). não proporcionando isolamento térmico. e impede a passagem de caloria (isolamento térmico). NBR 13768 – Acessórios destinados à porta corta-fogo para saída de emergência – requisitos. 4. por um período determinado de tempo. com os seguintes elementos construtivos ou de vedação: a) Paredes corta-fogo. Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo. 2 . impede a passagem das chamas e da fumaça (estanqueidade). 5 COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL 5. as seguintes propriedades: integridade mecânica a impactos (resistência). NBR 11742 – Porta corta-fogo para saídas de emergência.1 Área máxima para compartimentação e composição Sempre que houver exigência de compartimentação horizontal (de áreas). NBR 17240 – Sistema de detecção e alarme de incêndio – Projeto. 4 DEFINIÇÕES Além das definições constantes da NPT 003 – Terminologia de Segurança Contra Incêndio.2 Elemento para-chamas é aquele que apresenta. por um período determinado de tempo. NBR 14925 – Unidades envidraçadas resistentes ao fogo para uso em edificações. NBR 6118 – Projeto e execução de obras em concreto armado. NBR 5628 – Componentes construtivos estruturais – determinação da resistência ao fogo. de acordo com o anexo B “Tabela de área máxima de compartimentação”. deve-se restringir as áreas dos compartimentos.

c) Vedadores corta-fogo.2. não há necessidade de estender a parede 1.2 Características de construção Para os ambientes compartimentados horizontalmente entre si.5 A distância mencionada no item anterior pode ser substituída por um prolongamento da parede de compartimentação.0 m acima da linha de cobertura (telhado). devem ser afastadas horizontalmente entre si por trecho de parede com 2. 1. f) Cortina corta-fogo. 5. 5.1 A parede de compartimentação deve ter a propriedade corta-fogo.2.2. sendo construída entre o piso e o teto devidamente vinculada à estrutura do edifício.2. com reforços estruturais adequados.0 m na projeção horizontal. g) Afastamento horizontal entre aberturas.3 Se as telhas combustíveis. 5. devem ser exigidos os seguintes requisitos: 5. compartimentação deve estender-se. de forma a evitar a propagação do incêndio por radiação térmica (Figura 2).0 m acima do telhado: (Figura 1) Figura 1 – Afastamento de telhas combustíveis 5.4 As aberturas situadas na mesma fachada. 3 . 5.0 m de extensão devidamente consolidada à parede de compartimentação e apresentando a mesma resistência ao fogo (Figura A1). no mínimo. d) Registros corta-fogo (dampers).2. em lados opostos da parede de compartimentação.6 As aberturas situadas em fachadas ortogonais. com extensão mínima de 0.NPT 009 – COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL b) Portas corta-fogo.2. translúcidas ou não. e) Selos corta-fogo. externo à edificação. pertencentes a áreas de compartimentação horizontal distintas do edifício devem estar distanciadas 4.90 m (Figura A1). estiverem distanciadas pelo menos 2 metros da parede de compartimentação.2 No caso de edificações que possuam coberturas combustíveis (telhados). a parede de 5.

.

8 As distâncias requeridas nos itens 5.2. 5.2 desta NPT. 3) A distância máxima entre aberturas situadas em banheiros.4.6 e 5. de acordo com as condições prescritas no item 5.2.2. 5.7 podem ser reduzidas pela metade caso as aberturas sejam protegidas por elementos construtivos para-chama. conforme as condições do item 5.4.2.2. de forma que cada área compartimentada seja dotada de no mínimo uma saída para local de segurança.9 As distâncias requeridas nos itens 5. 5 . das duas edificações. 5.10 As paredes de compartimentação devem ser dimensionadas estruturalmente de forma a não entrarem em colapso caso ocorra a ruína da cobertura do edifício do lado afetado pelo incêndio. 5.6 e 5. independente do pavimento.Paredes divisórias sem função estrutural – Determinação da resistência ao fogo .11 A resistência ao fogo dos materiais constitutivos da parede de compartimentação sem função estrutural deve ser comprovada por meio do teste previsto na NBR 10636 . Distância de Compartimentação “d” (metros) 4 5 6 7 8 9 10 5.0 m.2.2.2 desta NPT. de acordo com as condições prescritas no item 5. vestiários.2.2. 5.3 Proteção das aberturas nas paredes de compartimentação As aberturas existentes nas paredes de compartimentação devem ser devidamente protegidas por elementos corta-fogo de forma a não serem comprometidas suas características de resistência ao fogo. saunas e piscinas pode ser de 4.12 A compartimentação horizontal deve ser compatibilizada com o atendimento da NPT 011 – Saídas de emergências.2 desta NPT.7 podem ser suprimidas caso as aberturas sejam protegidas por elementos construtivos corta-fogo.4.NPT 009 – COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL TABELA 2 – AFASTAMENTO ENTRE FACHADAS PARALELAS Porcentagem de abertura de toda a fachada (%) Até 20 De 21 a 30 De 31 a 40 De 41 a 50 De 51 a 60 De 61 a 70 Acima de 70 Notas da Tabela 1: 1) A porcentagem de abertura é obtida dividindo-se a soma das áreas de aberturas pela área total de fachada. quanto às distâncias máximas a serem percorridas. 2) As distâncias acima devem ser aplicadas entre as aberturas mais próximas na projeção horizontal.

2.4 Na impossibilidade de serem utilizados vedadores corta-fogo.3.3. 5.3 Selos corta-fogo Quaisquer aberturas existentes nas paredes de compartimentação destinadas à passagem de instalações elétricas. 5.1 Devem ser ensaiadas para caracterização da resistência ao fogo seguindo os procedimentos da NBR 6479.1. atendendo aos parâmetros da NPT 023 – Sistemas de chuveiros automáticos e normas técnicas específicas.1.2 Caso a classe de ocupação não se refira a edifícios industriais ou depósitos. o status dos equipamentos deve ser indicado na central do sistema e deve ser prevista a possibilidade de fechamento dos dispositivos de forma manual na central do sistema.2. 5. industriais e de depósitos. pela existência de obstáculos na abertura. desde que as dimensões máximas especificadas nesta norma sejam respeitadas.3. que deve possuir acionamento automático.3. 5. 5. representados.3. industriais e de depósitos são aceitas também portas corta-fogo de acordo com a norma NBR 11742. hidrossanitárias. sendo aplicáveis as seguintes condições: 5.3.2.3. desde que a área da abertura não ultrapasse 1.2 Na situação de compartimentação de áreas de edificações comerciais. telefônicas e outros que permitam a comunicação direta entre áreas compartimentadas devem ser seladas de forma a promover a vedação total corta-fogo atendendo às seguintes condições: 5.3. pode-se utilizar alternativamente a proteção por cortina d’água. 6 .1.3 Quando houver necessidade de passagem (rota de saída) entre ambientes compartimentados providos de portas de acordo com a NBR 11711.2 Vedadores corta-fogo As aberturas nas paredes de compartimentação de passagem exclusivas de materiais devem ser protegidas por vedadores corta-fogo atendendo às seguintes condições: 5. 5. o fechamento automático dos vedadores deve ser comandado por sistema de detecção automática de fumaça que esteja de acordo com a NBR 17240.3.2. A cortina d´água pode ser interligada ao sistema de hidrantes.2 Os tubos plásticos de diâmetro interno superior a 40 mm devem receber proteção especial representada por selagem capaz de fechar o buraco deixado pelo tubo ao ser consumido pelo fogo em ambos os lados da parede.1 Portas corta-fogo As portas destinadas à vedação de aberturas em paredes de compartimentação devem ser do tipo corta-fogo.1 Os vedadores corta-fogo devem atender ao disposto na norma NBR 11711. 5.NPT 009 – COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL 5.5 m 2.3. devem ser instaladas adicionalmente portas de acordo com a NBR 11742 (Figura A1).3 Quando o fechamento for comandado por sistema de detecção automática de incêndio.3.1 As portas corta-fogo devem atender ao disposto na norma NBR 11742 para saídas de emergência e NBR 11711 para compartimentação em ambientes comerciais. por esteiras transportadoras.3.3.3. por exemplo. 5.

3.4. 5.3. 5.4. H3. os quartos de hotéis.1 No interior da edificação. E e H (H2.3. de acordo com o prescrito na NPT 008.4 Quando o fechamento for comandado por sistema de detecção automática de fumaça.4 Registros corta-fogo (Dampers) Quando dutos de ventilação. as áreas de compartimentação horizontal devem ser separadas por paredes de compartimentação. o status dos equipamentos deve ser indicado na central do sistema e o fechamento dos dispositivos deve poder ser efetuado por decisão humana na central do sistema. 5. para as ocupações dos grupos A (A2 e A3). as salas de aula. ar condicionado ou exaustão atravessarem paredes de compartimentação.1 A compartimentação horizontal está dispensada nas áreas destinadas exclusivamente a estacionamento de veículos.4. ou seja.6 Os dutos de ventilação.1 Os registros corta-fogo devem ser ensaiados para caracterização da resistência ao fogo seguindo os procedimentos da NBR 6479.4. 5. além da adequada selagem corta-fogo da abertura em torno dos dutos. 5. os apartamentos residenciais. que não possam ser dotados de registros corta-fogo. 5.5 A falha do dispositivo de acionamento do registro corta-fogo deve se dar na posição de segurança.NPT 009 – COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL 5. ar-condicionado e/ou exaustão. 5.3. devem existir registros corta-fogo devidamente ancorados à parede de compartimentação. 5.4. conforme NPT 008 – Resistência ao fogo dos elementos de construção. garantindo resistência ao fogo igual a das paredes.5.2 As paredes divisórias entre unidades autônomas e entre unidades e as áreas comuns. as celas de presídios e 7 . o fechamento automático dos registros deve ser comandado por sistema de detecção automática de fumaça que esteja de acordo com a NBR 17240.4 Características de resistência ao fogo 5. 5.2 Os registros corta-fogo devem ser dotados de acionamentos automáticos comandados por meio de fusíveis bimetálicos ou por sistema de detecção automática de fumaça que esteja de acordo com a NBR 17240. as enfermarias e quartos de hospital. porém nunca inferior a 60 min.3. qualquer falha que possa ocorrer deve determinar automaticamente o fechamento do registro.3.3.3 A destruição da instalação do lado afetado pelo fogo não deve promover a destruição da selagem. As seguintes condições devem ser atendidas: 5. 5.5.5 Condições especiais da compartimentação horizontal 5.3 São consideradas unidades autônomas. 5. devendo atender aos tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF). B. para efeito desta NPT.3 No caso da classe de ocupação não se referir aos edifícios industriais ou depósitos.3.3.4. devem ser dotados de proteção em toda a extensão (de ambos os lados das paredes).4.4. H5 e H6) devem possuir requisitos mínimos de resistência ao fogo.5. motéis e flats.2 Os elementos de proteção das aberturas existentes nas paredes corta-fogo de compartimentação podem apresentar TRRF de 30 min menor que a resistência das paredes de compartimentação.

com intuito de dificultar a propagação vertical do incêndio pelo exterior dos edifícios: 6. f) Vedadores corta-fogo.1.1.4 Nas edificações exclusivamente residenciais.1.1. c) Enclausuramento de poços de elevador e de monta-carga por meio de parede de compartimentação. totalizando o mínimo de 1.2. d) Selos corta-fogo. além do alinhamento da fachada. 6 COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL 6. i) Cortina corta-fogo. separando aberturas de pavimentos consecutivos. de acordo com o anexo “B” desta NPT. que podem se constituir de vigas e/ou parapeito ou prolongamento dos entrepisos. 0.2.1.1. implica na somatória das áreas dos pavimentos.2 Quando a separação for provida por meio dos prolongamentos dos entrepisos. 6.1.1 Compartimentação vertical na envoltória do edifício (fachadas) As seguintes condições devem ser atendidas pelas fachadas. 5.1.5. no mínimo. e) Registros corta-fogo (dampers).3 Para efeito de compartimentação vertical externa das edificações de baixo risco (até 300 MJ/m²). para fins de cálculo da área máxima compartimentada.2.NPT 009 – COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL assemelhados.1 Quando a separação for provida por meio de vigas e/ou parapeitos. podem ser somadas as dimensões da aba horizontal e a distância da verga até o piso da laje superior. A compartimentação vertical é constituída dos seguintes elementos construtivos ou de vedação: a) Entrepisos corta-fogo. b) Enclausuramento de escadas por meio de parede de compartimentação. h) Selagem perimetral corta-fogo. 6.4 Subsolos ocupados devem atender às exigências específicas da Tabela 7 do Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros do Paraná.2. por qualquer meio.1 Deve existir elemento corta-fogo na fachada.1 Área máxima de compartimentação e composição A inexistência ou a simples quebra da compartimentação vertical.2 m separando aberturas de pavimentos consecutivos (Figura A2).2. 6.20 m (Figura A5). estes devem apresentar altura mínima de 1. 6. 6.9 m além do plano externo da fachada (Figura A3).2. com tempo de resistência determinado pela NPT 008. as abas devem se projetar. as sacadas e terraços utilizadas na composição da 8 .2 Características de construção 6. g) Elementos construtivos corta-fogo de separação vertical entre pavimentos consecutivos.1.

vigas ou prolongamentos dos entrepisos. ou seja.3 Devem ser atendidos os itens 6.7 Nas edificações com fachadas totalmente envidraçadas ou “fachadas-cortina” são exigidas as seguintes condições: (Figura A4). 6.1.1 Os entrepisos podem ser compostos por lajes de concreto armado ou protendido ou por composição de outros materiais que garantam a separação física dos pavimentos. podem ser fechadas com vidros de segurança. de forma a garantir a resistência ao fogo do conjunto. As aberturas existentes nos entrepisos devem ser devidamente protegidas por elementos corta-fogo de forma a não serem comprometidas suas características de resistência ao fogo. 6.2.2.2 A resistência ao fogo dos entrepisos deve ser comprovada por meio de ensaio segundo a NBR 5628 ou dimensionada de acordo com norma brasileira pertinente.2 Os elementos corta-fogo de separação entre aberturas de pavimentos consecutivos e as fachadas cegas devem ser consolidadas de forma adequada aos entrepisos.NPT 009 – COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL compartimentação vertical. parede e teto). 6.3 As fachadas pré-moldadas devem ter seus elementos de fixação devidamente protegidos contra a ação do incêndio e as frestas com as vigas e/ou lajes devidamente seladas.1.4 e 6.2. 6. exceção feita aos vidros laminados.3 Aberturas nos entrepisos 6.2. devem ser previstos atrás destas fachadas.5 Todas as unidades envidraçadas devem atender aos critérios de segurança previstos na NBR 7199.5. 6. desde que sejam constituídos por materiais de acabamento e de revestimento incombustíveis (piso.2.7.2.6 Os revestimentos das fachadas das edificações devem atender ao contido na NPT 010 – Controle de material de acabamento e de revestimento. 6. elementos corta-fogo de separação. Tais selos devem ser fixados aos elementos de separação de modo que sejam estruturalmente independentes dos caixilhos da fachada não sendo danificados em caso de movimentação dos elementos estruturais da edificação.2.1.1.2.1 desta NPT.2. a fim de não comprometer a resistência ao fogo destes elementos. 6.2. instalados parapeitos. 6.2 Compartimentação vertical no interior do edifício A compartimentação vertical no interior dos edifícios é provida por meio de entrepisos.2. 6. 6.2.1.2.1 Escadas 9 .1.1.1.1. 6.1 Se a própria fachada não for constituída de vidros corta-fogo.1.7.2. A incombustibilidade desses materiais deve ser determinada em ensaios utilizando-se o método ISO 1182/2010.2. 6.3.2.2.1. cuja resistência ao fogo não deve ser comprometida pelas transposições que intercomunicam pavimentos.4 Os caixilhos e os componentes transparentes ou translúcidos das janelas devem ser compostos por materiais incombustíveis.2 As frestas ou as aberturas entre a “fachada-cortina” e os elementos de separação devem ser vedados com selos corta-fogo em todo perímetro.1.7. de acordo com o inciso 6. 6.

por meio de portas retráteis corta-fogo. 6.8 A exigência de resistência ao fogo das paredes de enclausuramento da escada também se aplica às antecâmaras quando estas existirem.2.1.2.1.3.5 A falha dos dispositivos de acionamento das portas corta-fogo deve dar-se na posição de segurança.3.2 As portas corta-fogo de ingresso nas escadas e entre as antecâmaras e a escada devem atender ao disposto na NBR 11742.3.2. mantidas permanentemente abertas e comandadas por sistema de detecção automática de fumaça. 10 .2 Elevadores Os poços destinados a elevadores devem ser constituídos por paredes de compartimentação devidamente consolidadas aos entrepisos e devem atender às seguintes condições: 6. 6.3. alternativamente.5 e 6.1. 6.1.1.NPT 009 – COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL As escadas devem ser enclausuradas por meio de paredes de compartimentação e portas corta-fogo. 6.3.3. caracterizados de acordo com o método ISO 1182/2010. suas portas corta-fogo podem permanecer abertas desde que sejam utilizados dispositivos elétricos que permitam seu fechamento em caso de incêndio. podem ser substituídas pelo enclausuramento dos halls de acesso aos elevadores. exceção feita à pintura de acabamento.2. comandados por sistema de detecção automática de fumaça e instalados nos halls de acesso às escadas.3.5 Alternativamente às portas para-chamas de andar pode-se enclausurar os halls dos elevadores. 6.3.3.e 6.2. de acordo com a NBR 17240.3.1. ser efetuado por decisão humana na central.3.3. quando a escada de segurança for utilizada como via de circulação vertical em situação de uso normal dos edifícios.1. com resistência ao fogo de 30 minutos. 6.3 As portas corta-fogo utilizadas para enclausuramento das escadas devem ser construídas integralmente com materiais incombustíveis.3. 6. 6.6 A situação das portas corta-fogo (aberto ou fechado) deve ser indicada na central do sistema de detecção e o fechamento das mesmas deve. ou seja.3 As portas de andares dos elevadores não devem permanecer abertas em razão da presença da cabine nem abrir em razão do dano provocado pelo calor aos contatos elétricos que comandam sua abertura.6.7 Nos pavimentos de descarga.2 Devem ser atendidas as condições estabelecidas nos itens 6.3.1.3. de acordo com a NBR 17240.1.1 As portas de andares dos elevadores devem ser classificadas como para-chamas.3. 6. qualquer falha que possa ocorrer deve determinar automaticamente o fechamento da porta.1. 6.1. fechando automaticamente em caso de incêndio e atendendo ainda ao disposto nos itens 6. por meio de paredes e portas corta-fogo.1 A resistência ao fogo dos materiais constitutivos da parede de compartimentação sem função estrutural deve ser comprovada por meio do teste previsto na NBR 10636.4 As portas para-chamas dos andares dos elevadores. atendendo aos requisitos da NPT 011 e às seguintes condições: 6.3.4 Excepcionalmente.1.2. os trechos das escadas que provém do subsolo ou dos pavimentos elevados devem ser enclausurados de maneira equivalente a todos os outros pavimentos. 6.1.3. 6.

1 Devem ser ensaiadas para a caracterização da resistência ao fogo seguindo-se os procedimentos da NBR 6479. hidrossanitárias. 6.3. 6.4.3.7. 6.1. 6. 6.3. além da adequada 11 . ar-condicionado ou exaustão atravessarem os entrepisos.3.3. 6.3 As portas de andar do monta-carga não devem permanecer abertas em razão de presença da cabine nem abrir em razão do dano provocado pelo calor aos contatos elétricos que comandam sua abertura.3.1.2.2 Os tubos plásticos com diâmetro interno superior a 40 mm devem receber proteção especial representada por selagem capaz de fechar o buraco deixado pelo tubo ao ser consumido pelo fogo abaixo do entrepiso.4. os halls de acesso aos elevadores devem ser enclausurados conforme as condições estabelecidas nos itens 6.3.3.NPT 009 – COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL 6.3 Monta-cargas Os poços destinados à monta-carga devem ser constituídos por paredes de compartimentação devidamente consolidadas aos entrepisos e devem atender às seguintes condições: 6. 6.8 O enclausuramento dos halls dos elevadores permitirá a disposição do elevador de emergência em seu interior.2.5 e 6. 6.3.3 ao 6. telefônicas e outras.3. devem ser seladas de forma a promover a vedação total corta-fogo atendendo às seguintes condições: 6.3.3.6.4 Prumadas das instalações de serviço Quaisquer aberturas existentes nos entrepisos destinadas à passagem de instalação elétrica.3.3.4 Tais selos podem ser substituídos por paredes de compartimentação cegas posicionadas entre piso e teto. 6.3. requerendo na primeira situação um esforço máximo de 130 N.3 A destruição da instalação do lado afetado pelo fogo não deve promover a destruição da selagem. 6. com resistência ao fogo de 30 minutos. 6. 6.9 As portas de andar de elevadores e as portas de enclausuramento dos halls devem ser ensaiadas para a caracterização da resistência ao fogo seguindo-se os procedimentos da NBR 6479.3.3.2.4.3.4 As portas mencionadas devem ser ensaiadas seguindo-se os procedimentos da NBR 6479.3.1.3.3.5 Aberturas de passagem de dutos de ventilação. que permitam a comunicação direta entre os pavimentos de um edifício.2 Devem ser atendidas as condições estabelecidas nos itens 6.3. manual ou mecanicamente.3.4.3.2.6 As portas mencionadas no item anterior não devem estar incluídas nas rotas de fuga.1 As portas de andares devem ser classificadas como para-chamas. 6.3.5 Alternativamente às portas para-chamas do monta-carga.7 As portas retráteis corta-fogo também devem ser abertas ou fechadas no local de sua instalação. ar-condicionado e exaustão Quando dutos de ventilação.1.

2 ao 7. lareiras.3.7.925 e da NBR 6.3.2.6 Aberturas de passagem de materiais As aberturas nos entrepisos de passagem exclusiva de materiais devem ser protegidas por vedadores cortafogo. para evitar a quebra da compartimentação vertical.7 Átrios Os átrios devem ser entendidos como espaços no interior de edifícios que interferem na compartimentação horizontal ou vertical.3.7.2.2. Nesse caso.7. de acordo com o CSCIPCBMPR.8 Prumadas enclausuradas As prumadas totalmente enclausuradas por onde passam as instalações de serviço. e devem ser certificados por laboratório independente. churrasqueiras e similares devem 12 .5.3. devem atender às condições de segurança previstas no item 6.3.3.9 Prumadas de ventilação permanente Os dutos de ventilação/exaustão permanentes de banheiros. não necessitam ser seladas desde que as paredes sejam de compartimentação e as derivações das instalações que as transpassam sejam devidamente seladas (conforme condições definidas em outros tópicos desta NPT).1 a 5. devendo atender às condições de segurança abaixo descritas. As paredes devem atender ao disposto nos itens 6. atentando para: 6.2.4..3.4. ou normas internacionais equivalentes. garantindo a adequada resistência ao fogo. detecção de fumaça e controle de fumaça).1.3.3.1 e 6.3. 6.3. 6.7.3.5. 6.2 Quando permitido o átrio em edificações com mais de 60.2 A proteção do átrio deve ser feita em todos os pavimentos servidos em seu perímetro interno ou no perímetro da área de circulação que o rodeia em cada pavimento.2. o mesmo deve ser protegido por vidros para-chamas.3. de acordo com o previsto no Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná.1.7.2.3. devem ser dotados de proteção em toda a extensão.1 Caso os dutos de ventilação. 6. 6. como esgoto e águas pluviais.NPT 009 – COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL selagem corta-fogo da abertura em torno do duto. deve existir registros corta-fogo devidamente ancorados aos entrepisos e atendidas as condições estabelecidas nos itens 5.3 Os vidros para-chamas devem atender aos requisitos da NBR 14. 6. cujo acionamento deve atender às condições estabelecidas nos itens 5.3. as derivações existentes nos pavimentos devem ser protegidas por registros corta-fogo.3. para dificultarem a propagação do incêndio e da fumaça: 6. ou seja.3.4 As cortinas automatizadas corta-fogo devem atender ao contido nos itens 7.3 Os átrios descobertos.4.1 Os elementos de vedação do átrio devem ter o mesmo tempo de resistência ao fogo previsto para a edificação. aqueles que não possuem nenhuma oclusão em sua parte superior.2. 6. atendendo às condições estabelecidas no item 5.479.7. cortinas automatizadas corta-fogo ou outro elemento corta-fogo.7. ar-condicionado e exaustão não possam ser dotados de registros cortafogo na transposição dos entrepisos.1 a 5.8. 6.3.1. 6. 6.0 m de altura.1 A compartimentação vertical quebrada pelos átrios pode ser substituída por medidas de proteções alternativas (sistemas de chuveiros automáticos.3.5.4.

1 e 6. os tempos requeridos de resistência ao fogo conforme NPT 008.9.4. devem atender.5 Condições especiais de compartimentação vertical 13 .4.1. porém nunca inferior a 60 min.4.3.3.1 Devem ser integralmente compostos por materiais incombustíveis. 6.3.1 a 5. exclusivamente. cujo acionamento deve atender às condições estabelecidas nos itens 5.1 e 6.3.1.4.4 Os dutos de ventilação.4.3. 6.2 As selagens das prumadas das instalações de serviço e os registros protegendo aberturas de passagem de dutos de ventilação. 6.4.3.4. não podendo ser inferior a 120 min.9 (prumadas de ventilação permanente) devem apresentar resistência mínima ao fogo de. classificados como classe I de acordo com a NPT 010 – Controle de material de acabamento e de revestimento. 60 min e 30 min. porém nunca inferior a 60 min.4. conforme NPT 008. 6. 6.3. as áreas distintas de compartimentação horizontal não se devem intercomunicar por dos dutos de ventilação permanente.3. 6.2 Os elementos de proteção das transposições nos entrepisos (selagens corta-fogo).3. 6. 6.6 Todos os elementos de selagem corta-fogo devem ser autoportantes ou sustentados por armação protegida contra a ação do fogo. ar-condicionado e exaustão e prumada de ventilação permanente devem apresentar. 6. e a proteção dos átrios.4.3. 6. porém nunca inferior ao TRRF estabelecido na NPT 008.3. ao TRRF igual ao estabelecido na NPT 808 porém. cada derivação das prumadas deve ser protegida por registro corta-fogo.3 Como exceção às regras estabelecidas nos itens 6. ar condicionado ou exaustão.NPT 009 – COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL atender às seguintes condições para que não comprometam a compartimentação vertical dos edifícios: 6.4.3. dutos e antecâmaras.1 As paredes de enclausuramento das escadas e elevadores de segurança. no mínimo.3 A prumada de ventilação permanente deve ser compartimentada em relação às demais áreas da edificação não destinadas a banheiros ou similares por meio de paredes e portas corta-fogo.9.3.5 As paredes e registros corta-fogo tratadas em 6.3.2 Cada prumada de ventilação deve fazer parte. incluindo as fachadas sem aberturas (cegas).4 Características de resistência ao fogo 6. ou seja.4 Alternativamente ao disposto no item anterior.2. de uma única área de compartimentação horizontal.9.4. 6. no mínimo. As paredes que compõem estas prumadas devem atender ao disposto nos itens 6.3 As portas corta-fogo de ingresso nas escadas em cada pavimento devem apresentar resistência mínima ao fogo de 90 min quando forem únicas (escadas sem antecâmaras) e de 60 min quando a escada for dotada de antecâmara. respectivamente. quando não podem ser dotados de registros corta-fogo na transposição dos entrepisos devem ser protegidos em toda a extensão de forma a garantir a resistência mínima ao fogo de 120 min. 6.9. constituídas pelo sistema estrutural das compartimentações e vedações das caixas.5.4. os elementos de compartimentação vertical na envoltória do edifício.2: 6. devem atender aos TRRF conforme NPT 008.3.4. Portas e vedadores corta-fogo podem apresentar TRRF de 30 min menor que as paredes.1 Os entrepisos devem atender aos TRRF.

rampas de circulação ou escadas rolantes. nos casos previstos no item 6. 7. no máximo. selagens dos shafts e dutos de instalações. nas seguintes situações: 7.0 m da cortina corta-fogo. será permitida a interligação de. sobretudo no que se refere à restrição para as saída dos ocupantes.3.NPT 009 – COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL 6.3 As escadas e rampas destinadas à circulação de pessoas provenientes dos subsolos das edificações devem ser compartimentados com PCF P-90 em relação aos demais pisos contíguos. 7 CORTINAS CORTA-FOGO 7. por intermédio de átrios.4 As condições de fechamento das cortinas não devem oferecer risco de acidentes e ferimentos nas pessoas. de acordo com a NBR 17240.3 A utilização da cortina corta-fogo não exclui a necessidade de compartimentação das fachadas. Esta exceção não se aplica para as compartimentações das fachadas. piso de descarga e demais pisos elevados. 7. 6.1 Na proteção dos átrios. entre uma parte da edificação considerada existente e a parte ampliada. Apenas uma abertura entre os pavimentos pode ser implementada através deste sistema. para proteção de abertura em parede corta-fogo situada no mesmo pavimento.5.2 As cortinas corta-fogo não devem ser utilizadas nas rotas de fuga e saídas de emergência.6 As cortinas automatizadas corta-fogo devem ser acionadas por sistema de detecção automática e por acionamento alternativo manual.7.5. por meio de escadas ou rampas secundárias e átrios. e não podem interferir ou inviabilizar o funcionamento dos sistemas de proteção existentes na edificação. 7.1 Quando exigida a compartimentação vertical.1. 14 . três pavimentos consecutivos (nos pisos acima do térreo).1.5.2 ou nas edificações protegidas com chuveiros automáticos.2 Nas edificações protegidas com chuveiros automáticos. 7. 7. conforme Anexo “B”.7 Os integrantes da Brigada de Incêndio devem receber treinamento específico para a operacionalização deste sistema.1 As cortinas automatizadas corta-fogo podem ser utilizadas na compartimentação horizontal ou vertical. independente da área máxima compartimentada. selagens dos shafts e dutos de instalações.1. 7. para interligação de até dois pavimentos consecutivos situados acima do piso de descarga. 7.2 Os dutos e shafts de instalações dos subsolos devem ser compartimentados integralmente em relação ao piso térreo. escadas. para interligação de até dois pavimentos consecutivos situados acima do piso de descarga. 6.8 O equipamento deve ser certificado de acordo normas nacionais e/ou internacionais e testado em laboratório independente. que deve ser analisada por meio de Comissão Técnica. desde que o somatório de áreas desses pavimentos não ultrapasse os valores estabelecidos para a compartimentação de áreas. 7. independente da área máxima compartimentada.3 Nas edificações protegidas com chuveiros automáticos.5 Os materiais de construção da interligação devem ser incombustíveis e não deve haver nenhum material combustível a menos de 2. 7.

NPT 009 – COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL ANEXO A FIGURA A1 – MODELO DE COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL 15 .

0m 0.9m 16 .NPT 009 – COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL ANEXO A FIGURA A1 – MODELO DE COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL 1.

NPT 009 – COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL ANEXO A FIGURA A2 – MODELO DE COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL (VERGA-PEITORIL) H ≥ 1.2m FIGURA A3 – MODELO DE COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL (ABAS) 17 .

.

000 1.500 1. B-2 C-1.000 1.000 – 2.000 – 10.000 20.000 1.000 2.500 10.000 500 2.000 3.000 800 – – 1.500 5.000 – – 2. 19 .500 2.000 V Edificação medianamente alta 23 m<H≤30 m – 2.000 4.000 5.500 1.000 3.000 – 2. conforme tabelas de exigências do CSCIP-CBMPR.500 1.500 300 1. F-7e F-9 F-5 e F-6 F-8 F-10 G-1.000 1. C-2 C-3 D-1.000 – 3.000 1.000 – 5.000 – 5.000 7. D-4 E-1.000 Notas específicas: 1) A área máxima de compartimentação para edificações do grupo M-2 poderá ser dobrada quando a edificação for protegida por sistema fixos conforme NPT 025 – Segurança contra incêndio para líquidos inflamáveis e combustíveis. acrescidos.0m 1.000 – 2.500 – 1.NPT 009 – COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL ANEXO B TABELA DE ÁREA MÁXIMA DE COMPARTIMENTAÇÃO (m2) GRUPO TIPO DENOMINAÇÃO ALTURA A-1. E-5 e E-6 F-1. D-3.000 IV Edificação media altura 12 m<H≤23 m – 3.E-2.500 – – 4.000 1. F-2.500 750 300 500 1. dos sistemas de detecção automática.000 2.000 5.000 III Edificação de baixa-média altura 6 m<H≤12 m – 4. G-3 e G-5 G-4 H-1.500 1.500 500 3.500 2. G-2.000 – 2. F-4. E-3. A-3 B-1.500 – 5.000 1.000 500 200 500 VI Edificação alta Acima de 30.000 1. em alguns casos. E-4.000 3.500 – 3. D-2.000 – 1.000 – 1.000 3.000 – – 5.500 1. Notas genéricas: a) Observar os casos permitidos de substituição da compartimentação de áreas.000 1.000 1.000 2.000 2.500 – – 3.000 – – 5.000 1.000 2.000 1.500 2.000 1. de acordo com as tabelas de exigências do CSCIP-CBMPR.500 800 1. A-2.000 – 5.000 2.000 1. H-2.000 2.000 2.500 2.000 1.000 1.000 1. b) Os locais assinalados com traço ( – ) estão dispensados de áreas máximas de compartimentação.000 2.000 800 800 800 – 5.000 5.500 – 10.000 – 3. F-3.000 5. por sistema de chuveiros automáticos.500 1. H-4 e H-5 H-3 H-6 I-1 e I-2 I-3 J-1 J-2 J-3 J-4 M-2 (1) M-3 I Edificação térrea Um pavimento TIPO DE EDIFICAÇÕES II Edificação baixa H ≤6 m – 5.000 2. mantendo a compartimentação vertical.

1 (Anexo B). na ocorrência de incêndio.1 Esta Norma de Procedimento Técnico se aplica a todas as edificações e áreas de risco onde são exigidos controles de materiais de acabamento e de revestimento conforme ocupações e usos constantes da Tabela B.Tabelas de classificação dos materiais B .Exemplos de aplicação 1 OBJETIVO Esta Norma de Procedimento Técnico estabelece estabelece as condições a serem atendidas pelos materiais de acabamento e de revestimento empregados nas edificações. para que. atendendo ao previsto no Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico das edificações e áreas de risco do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. restrinjam a propagação de fogo e o desenvolvimento de fumaça.Tabela de utilização dos materiais conforme classificação das ocupações C . 2 DEFINIÇÕES 2.NPT 010 – CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO E DE REVESTIMENTO Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 010 Controle de materiais de acabamento e de revestimento CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 13 páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 6 7 8 Objetivo Aplicação Referências Normativas e Bibliográficas Definições Procedimentos Apresentação em Projeto e solicitação de vistorias Exigências aplicadas aos substratos Impossibilidade de aplicação do método NBR 9442 ANEXOS A . 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS 1 .

bem como da geração de fumaça.1 Além das definições constantes da NPT 003 – Terminologia de segurança contra incêndio. golas etc. de conforto. em razão da ocupação da edificação.2 Deve ser exigido o CMAR. com finalidades de atribuir características estéticas.Materiais de construção . forros e as proteções térmicas dos elementos estruturais. Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo. aplicam-se as definições específicas abaixo: 4. 4. mata-juntas. c) teto/forro. 5.determinação da densidade crítica de fluxo de energia térmica – método de ensaio. Incluem-se como material de revestimento.3 Materiais de acabamento: Todo material ou conjunto de materiais utilizados como arremates entre elementos construtivos (rodapés.2 Materiais de revestimento: todo material ou conjunto de materiais empregados nas superfícies dos elementos construtivos das edificações.Revestimento de piso . tanto nos ambientes internos como nos externos. 2 .1 O CMAR empregado nas edificações destina-se a estabelecer padrões para o não surgimento de condições propícias do crescimento e da propagação de incêndios. e em função da posição dos materiais de acabamento. b) Paredes/divisórias. materiais de revestimento e materiais termo-acústicos.determinação do índice de propagação superficial de chama pelo método do painel radiante .  Uniform Building Code Standard 26-3 (UBC 26-3) – “Room fire test standard for interior of foam plastic systems”.  ISO 1182 – “Buildings materials – non – combustibility test”.1 Controle de materiais de acabamento e de revestimento (CMAR).). 5.  NBR 9442 .  ASTM E 662 – “Standard test method for specific optical density of smoke generated by solid materials”.  BS EN 13823:2002 – Reaction to fire tests for building products – Building products excluding floorings exposed to the thermal attack by a single burning item. 5 PROCEDIMENTOS 5. 4.método de ensaio.1. d) cobertura. de durabilidade etc.4 Materiais termo-acústicos: Todo material ou conjunto de materiais utilizados para isolação térmica e/ou acústica. os pisos. visando: a) Piso. 4 DEFINIÇÕES 4.NPT 010 – CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO E DE REVESTIMENTO  Instrução Técnica nº 10/2011 – Controle de materiais de acabamento e de revestimento.1.  NBR 8660 .

2 O mesmo procedimento se aplica aos materiais que por ocasião da vistoria de renovação do Certificado de Vistoria não existiam na vistoria anterior. 8 IMPOSSIBILIDADE DE APLICAÇÃO DO MÉTODO DA NBR 9442 8. 6.0 m nos grupos/divisões: A.Materiais de construção – determinação do índice de propagação superficial de chama pelo método do painel radiante – método de ensaio.1 Quando da apresentação do Projeto. 3 .1 Quando ocorre derretimento ou o material sofre retração abrupta afastando-se da chama-piloto.NPT 010 – CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO E DE REVESTIMENTO 5. 8. devem ser indicadas em planta baixa e respectivos cortes.1 O método de ensaio de reação ao fogo utilizado como base da classificação dos materiais é a NBR 9442/86 . 5.1. 5. entretanto para as situações mencionadas a seguir este método não é apropriado: 8. 6. correspondentes a cada ambiente.1. C. sendo a manutenção destes materiais de responsabilidade do proprietário e\ou responsável pelo uso da edificação. D.2 Quando o material é composto por miolo combustível protegido por barreira incombustível ou que pode se desagregar.1 Na solicitação da vistoria técnica deve ser apresentada a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) do Emprego de Materiais de Acabamento e de Revestimento.2. F-9.2. parede. 6 APRESENTAÇÃO EM PROJETO DE PREVENÇÃO DE INCÊNDIO E SOLICITAÇÃO DE VISTORIAS 6. o relatório conclusivo deve reproduzir os resultados obtidos.1. I.1.3. as classes dos materiais de piso.1. A. Caso o material seja aplicado a um substrato incombustível. 7 EXIGÊNCIAS APLICADAS AOS SUBSTRATOS Os ensaios para classificação dos materiais devem considerar a maneira como são aplicados na edificação. Caso o material seja aplicado sobre substrato combustível.2 A responsabilidade do controle de materiais de acabamento e de revestimento nas áreas comuns e locais de reunião de público deve ser do responsável técnico. H-6.3 Quando o material empregado for incombustível (Classe I). o ensaio pode ser realizado utilizando-se substrato de placas de fibro-cimento com 6 mm de espessura. teto e forro (vide anexo "C").3 As exigências quanto a utilização dos materiais serão requeridas conforme a classificação da Tabela B. 6. 6. não haverá necessidade de apresentar Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) do Emprego de Materiais de Acabamento e de Revestimento. ou em notas específicas. E. H-1.1. H-4.4 Os métodos de ensaio que devem ser utilizados para classificar os materiais com relação ao seu comportamento frente ao fogo (reação ao fogo) seguirão os padrões indicados nas Tabelas A. este deve ser incluído no ensaio.5 O CMAR não será exigido nas edificações com área menor ou igual a 1. G.000 m2 e altura menor ou igual a 9. J. A.2. incluindo as disposições estabelecidas nas respectivas Notas genéricas. F-10.

4 Materiais que na instalação formam juntas.3 Materiais compostos por diversas camadas de materiais combustíveis apresentando espessura total superior a 25 mm.3.3 Na impossibilidade de classificação conforme NBR 9442 ou tabela A.1. sendo as exigências estabelecidas em termos do Índice de Propagação Superficial de Chamas. 4 .NPT 010 – CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO E DE REVESTIMENTO 8. através das quais. especialmente.3.3. substituída pela exigência de aprovação por meio do UBC 26. 8. pode ser realizado ensaio por meio do método UBC 26. 8. o fogo pode propagar ou penetrar.1. a classificação dos materiais deve ser feita de acordo com o padrão indicado na Tabela A.2 Para os casos enquadrados nas situações acima.3. 8.

1: CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS DE REVESTIMENTO DE PISO Método de Ensaio ISO 1182 Classe Incombustível △T ≤ 30º C △m ≤ 50% tf ≤ 10 s A II B A III B A IV B A V B Notas: Combustível Fluxo crítico ≥ 3.0 kW/m2 FS ≤150 mm em 20 s FS ≤150 mm em 20 s FS ≤150 mm em 20 s FS ≤150 mm em 20 s FS ≤150 mm em 20 s FS ≤150 mm em 20 s FS ≤150 mm em 20 s FS ≤150 mm em 20 s Dm ≤ 450 Dm 450 Dm ≤ 450 Dm 450 Dm ≤ 450 Dm 450 Dm ≤ 450 Dm 450 a) Fluxo crítico – Fluxo de energia radiante necessário à manutenção da frente de chama no corpo de prova. b) FS – Tempo em que a frente de chama leva para atingir a marca de 150 mm indicada na face do material ensaiado.0 kW/m2 Fluxo crítico ≥ 3.0 kW/m2 Combustível Combustível Fluxo crítico ≥ 8. c) △T – Variação da temperatura no interior do forno. d) △m – Variação da massa do corpo de prova.NPT 010 – CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO E DE REVESTIMENTO ANEXO A TABELAS DE CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS TABELA A.0 kW/m2 Fluxo crítico ≥ 4. 5 . e) tf – Tempo de flamejamento do corpo de prova.0 kW/m2 Combustível Combustível Fluxo crítico ≥ 3.0 kW/m2 Combustível Combustível Fluxo crítico ≥ 4.5 kW/m2 Combustível NBR 8660 EM ISO 11925-2 (exposição = 15s) ASTM E 662 I - - - Fluxo crítico ≥ 8.5 kW/m2 Fluxo crítico ≥ 3.

d) △m – Variação da massa do corpo de prova.2: CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS EXCETO REVESTIMENTOS DE PISO Método de Ensaio ISO 1182 Classe Incombustível △T ≤ 30º C △m ≤ 50% tf ≤ 10 s A II B A III B A IV B A V B VI Notas: a) Ip – Índice de propagação superficial de chama. c) △T – Variação da temperatura no interior do forno. b) Dm – Densidade específica ótica máxima. e) tf – Tempo de flamejamento do corpo de prova. Combustível Combustível 150  Ip ≤ 400 Ip  400 Dm 450 Combustível Combustível 75  Ip ≤ 150 150  Ip ≤ 400 Dm 450 Dm ≤ 450 Combustível Combustível 25  Ip ≤ 75 75  Ip ≤ 150 Dm 450 Dm ≤ 450 Combustível Combustível Ip ≤ 25 25  Ip ≤ 75 Dm  450 Dm ≤ 450 Combustível NBR 9442 ASTM E 662 I - - Ip ≤ 25 Dm ≤ 450 6 .NPT 010 – CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO E DE REVESTIMENTO ANEXO A TABELAS DE CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS TABELA A.

5 MJ SMOGRA  180m2/s2 ou TSP600s  200m2 FIGRA ≤ 250 W/s A III FIGRA ≤ 250 W/s B Combustível LSF  canto do corpo de prova THR600S ≤ 15 MJ SMOGRA  180m /s ou TSP600s  200m 2 2 2 Combustível LSF  canto do corpo de prova THR600s ≤ 7. = 30 s) I - - FIGRA ≤ 120 W/s A II FIGRA ≤ 120 W/s B Combustível LSF  canto do corpo de prova THR600s ≤ 7.5 MJ SMOGRA ≤ 180 m /s e TSP600s ≤ 200m 2 2 2 FS ≤150 mm em 60 s FS ≤150 mm em 60 s Combustível LSF  canto do corpo de prova THR600S ≤ 15 MJ SMOGRA ≤ 180m /s ou TSP600s ≤ 200m 2 2 2 FS ≤150 mm em 60 s FS ≤150 mm em 60 s A IV B Combustível FIGRA ≤ 750 W/s SMOGRA ≤ 180m2/s2 ou TSP600s ≤ 200m2 FIGRA ≤ 750 W/s SMOGRA  180m2/s2 ou TSP600s  200m2 FIGRA  750 W/s SMOGRA ≤ 180m2/s2 ou TSP600s ≤ 200m2 FIGRA  750 W/s SMOGRA  180m2/s2 ou TSP600s  200m2 - FS ≤150 mm em 60 s Combustível FS ≤150 mm em 60 s A V B Combustível FS ≤150 mm em 20 s Combustível FS ≤150 mm em 20 s VI - FS ≤150 mm em 20 s Notas: a) FIGRA – Índice da taxa de desenvolvimento de calor.NPT 010 – CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO E DE REVESTIMENTO ANEXO A TABELAS DE CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS TABELA A. 7 .3: CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS ESPECIAIS QUE NÃO PODEM SER CARACTERIZADOS POR MEIO DA NBR 9442 EXCETO REVESTIMENTOS DE PISO Método de Ensaio ISO 1182 Classe Incombustível △T ≤ 30º C △m ≤ 50% tf ≤ 10 s EN 13823 (SBI) EN ISO 11925-2 (exp.

i) tf – Tempo de flamejamento do corpo de prova. correspondendo ao máximo do quociente de produção de fumaça do corpo de prova e o tempo de sua ocorrência. c) THR600s – Liberação total de calor do corpo de prova nos primeiros 600s de exposição às chamas. 8 .NPT 010 – CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO E DE REVESTIMENTO b) LFS – Propagação lateral de chama. g) △T – Variação da temperatura no interior do forno. d) TSP600s .Produção total de fumaça do corpo de prova nos primeiros 600s de exposição às chamas. f) FS – Tempo em que a frente da chama leva para atingir a marca de 150 mm indicada na face do material ensaiado. e) SMOGRA – Taxa de desenvolvimento de fumaça. h) △m – Variação da massa do corpo de prova.

0 m. c) Os materiais isolantes termo-acústicos não aparentes. II-A ou III-A10 Classe I ou II-A Classe I. II-A. G. Notas genéricas: a) Os materiais de acabamento e revestimento das fachadas das edificações devem enquadrar-se entre as Classes I a II-B. II-A ou III-A. I-3. D.Somente para líquidos e gases combustíveis e inflamáveis acondicionados. que podem contribuir para o desenvolvimento do 9 . M-23 e M-3 que devem enquadrar-se entre as Classes I a II-B.Obrigatório para todo o grupo F. II-A ou III-A7 Classe I. 5.Exceto para revestimentos que serão Classe I. sendo que a divisão F-7. rodapés e arremates. III-A ou IV-A Classe I.Somente para edificações com altura superior a 12. II-A. L-1. b) Os materiais de acabamento e revestimento das coberturas de edificações devem enquadrar-se entre as Classes I a III-B. II-A.Exceto para revestimentos que serão Classe I ou II-A. M-23 E M-3 Classe I. III-A. janelas.NPT 010 – CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO E DE REVESTIMENTO ANEXO B TABELAS DE UTILIZAÇÃO DOS MATERIAIS CONFORME CLASSIFICAÇÃO DAS OCUPAÇÕES TABELA B. 2. 3. J-4.Exceto para revestimentos que serão Classe I. I-2. J-3. I1. II-A. no que se refere a edificações com altura superior a 6. 4. 10. L-1. F-5.Excluem-se aqui portas.Exceto edificação térrea. 6.0 m. F5. III-A ou IV-A9 Classe I. J4. J14 E J-2 C. E. 7. exceto para os grupos/divisões C. I-2. cordões e outros acabamentos decorativos com área inferior a 20% da parede onde estão aplicados. 8.Incluem-se aqui cordões. será submetida à Comissão Técnica para definição das medidas de segurança contra incêndio. II-A. I-3. 9. III-A ou IV-A Classe I ou II-A Classe I ou II-A Notas específicas: 1. III-A ou IV-A. H.1: CLASSE DOS MATERIAIS A SEREM UTILIZADOS CONSIDERANDO O GRUPO/DIVISÃO DA OCUPAÇÃO/USO EM FUNÇÃO DA FINALIDADE DO MATERIAL FINALIDADE DO MATERIAL Piso (Acabamento1/Revestimento) Parede e divisória (Acabamento2/Revestimento) Teto e forro (Acabamento/Revestimento) A36 e Condomínios residenciais6 GRUPO/ DIVISÃO B. IV-A ou V-A8 Classe I. J-3.Exceto para cozinhas que serão Classe I ou II-A.

monta-cargas e shafts. A-3 e Condomínios residenciais que será Classe I.0 m2 e que a área de cobertura não possua materiais incombustíveis. mesmo que escondidas por forro. como por exemplo: espumas plásticas protegidas por materiais incombustíveis. com Dm ≤ 100 (Tabela “A”). i) Coberturas de passarelas e toldos. telhas. acabamento e isolamento térmico-acústico no interior dos poços de elevadores. juntamente com seus revestimentos e acabamentos devem atender aos critérios dos elementos construtivos onde estão inseridos. Classe I ou Classe II – A. devem enquadrar-se entre as Classes I a II-A quando aplicados junto ao teto/forro ou paredes. lajes mistas com enchimento de espumas plásticas protegidas por forro ou revestimentos aplicados diretamente. j) As circulações (corredores) que dão acesso às saídas de emergência enclausuradas devem possuir CMAR Classe I ou Classe II – A (Tabela “A”) e as Saídas de emergência (escadas. painéis em geral. desde que não apresentem área superficial superior a 50. exceto para os grupos/divisões A-2. g) Materiais de proteção de elementos estruturais. também estão submetidos aos critérios da TABELA “B”. 10 . devem enquadrar-se entre as Classes I a II–A. k) Os materiais utilizados como revestimento. estarão dispensados do CMAR. como é o caso de pisos elevados. d) Os materiais isolantes termo-acústicos aplicados nas instalações de serviço. forros em grelha com isolamento termo-acústico envoltos em filmes plásticos e assemelhados. de tetos para as vigas e de paredes para pilares. entre outros. e em cabines ou salas de equipamentos. aparentes ou não. revestimentos destacados do substrato devem atender aos critérios da TABELA “B” para ambas as faces. instalados no pavimento térreo. em redes de dutos de ventilação e ar-condicionado. f) Determinados componentes construtivos que podem expor-se ao incêndio em faces não voltadas para o ambiente ocupado. devem ser enquadrados na Classe I ou Classe II – A. com Dm ≤ 100 (Tabela “A”). incluindo-se divisórias. forros. II-A ou III-A quando aplicados nas paredes. ou seja. e) Componentes construtivos onde não são aplicados revestimentos e/ou acabamentos em razão de já se constituírem em produtos acabados. forros. h) Materiais empregados em subcoberturas com finalidades de estanqueidade e de conforto termo – acústico devem atender os critérios da TABELA “B” aplicados a tetos e a superfície inferior da cobertura. rampas etc).NPT 010 – CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO E DE REVESTIMENTO incêndio. face inferior de coberturas.

00 1....10 ch PMH 1.....25 4...53 2..25 99..90 1.20 1.50 B 7.50 45.......24 1.10 1.24 1.00 1..19 0....00 1.50 PMH 0.20 1....50 6..03 99..19 7..07 99.Classe I 11 .45 1.70 6.60 1.30 wc 6....24 1....90 AC PMH PISO CLASSE I 40.. Vestiários...00 3.24 1.45 7...00 1.50 Galpão para Depósito 50......50 P3 7.. Hall....00 ch ch 1.50 7.......00 6.00 TM wc 1.00 wc 99.20 1....00 x 1..00 1......10 4....00 wc 1..00 P1 P1 0......20 wc 99.Classe IV-A Recepção.25 1..10 2....35 1.25 1...50 2.00 0.24 1.34% PAVIMENTO TÉRREO S/ ESCALA Controle de Materiais de Acabamento e Revestimento (CMAR) PISOS: Galpão e Doca:.00 wc 1......00 B 3.35 PISO CLASSE IV-A 5.00 6.00 PMH ch AC 1.00 P2 7.....50 7...00 5... Refeitório e Ambulatório.00 wc 1.NPT 010 – CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO E DE REVESTIMENTO ANEXO C EXEMPLOS DE APLICAÇÕES (MODELO-1) 40.30 1.00 wc 1.10 1......00 5.10 1.20 1..20 1....50 7..30 1..30 wc 7......25 2.90 1..........40 PMH PMH B 1.35 1...20 ch ch ch ch ch AC 1..00 DOCA RAMPA SOBE 11.50 4..20 1.30 1.00 7...55 PISO CLASSE IV-A 7.10 4...........

00 1.....10 B 1...........00 pmh 0...80 ac B 5..80 5.10 1º e 2º PAVIMENTOS S/ ESCALA Guarda Corpo h=1.20 0..CLASSE I PISO CLASSE I 1...20 1...) PISO ..25 1.76 (2º Pav...CLASSE IV ..........00 Masculino wc ac pmh Escritório 6....10 PISO ....20 5..Classe IV-A Hall e Escadas.....40 PISO CLASSE IV-A PISO ..10 Feminino PISO ..NPT 010 – CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO E DE REVESTIMENTO ANEXO C EXEMPLOS DE APLICAÇÕES (MODELO-2) 1...........Classe I 12 ..CLASSE IV ..A 2...43 (1º Pav.....25 20..80 PISO CLASSE IV-A 102....10m Guarda Corpo h=1.90 1...40 20.CLASSE I 20....90 pmh pmh wc 2.A Escritório 8..40 1.) 105..10m PISO CLASSE I Controle de Materiais de Acabamento e Revestimento (CMAR) PISOS: Escritórios.

Classe II-A 13 3....43 COBERTURA CLASSE III .B TETO/FORRO CLASSE ...............A PAREDE CLASSE III ...................20 Telhas de Concreto sobre estrutura de concreto pré-frabricada Cer.....Classe III-A Escadas e Hall...33 CORTE AA' S/ ESCALA ......10 3..................................A Cer...................... Escritórios e Banheiros:.......A Pintura Acrílica Pintura Acrílica Cer.A TETO/FORRO CLASSE .......10 TETO/FORRO CLASSE II ... Az........ até o teto INCLINAÇÃO 200mm 10........II A PAREDE CLASSE III ..............................Classe III-B PAREDE/ACABAMENTO: Galpão e Doca.................................I 1..................NPT 010 – CONTROLE DE MATERIAIS DE ACABAMENTO E DE REVESTIMENTO ANEXO C EXEMPLOS DE APLICAÇÕES (MODELO-3) 99.............76 Pintura Acrílica Pintura Acrílica Cer...A TETO/FORRO CLASSE II ...............A INCLINAÇÃO 200mm PAREDE CLASSE III ................. Controle de Materiais de Acabamento e Revestimento (CMAR) TETO/FORRO: Galpão e Doca..........................Classe I Cobertura.......... RECEPÇÃO Cer.Classe II-A Escadas e Hall........... PAREDE CLASSE III ........Classe I PAREDE/REVESTIMENTO: Escritórios....03 TETO/FORRO CLASSE II ......33 3......................... 105.... Escritórios e Banheiros:...33 3....I 102................ até o teto TETO/FORRO PAREDE CLASSE ..........A Az.. Pintura Acrílica Cer.......10 1.

e permitir o acesso de guarnições de bombeiros para o combate ao fogo ou retirada de pessoas.Distancias máximas a serem percorridas 3 . onde deve ser consultada a NPT 012.Número minimo e tipos de escadas de emergência por ocupação 1 OBJETIVO Estabelecer os requisitos mínimos necessários para o dimensionamento das saídas de emergência. 1 . exceto para os locais destinados à divisão F-3 e F-7.NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 011 Saídas de Emergência CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão:02 Norma de Procedimento Técnico 37 páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 6 7 8 Objetivo Aplicação Referências Normativas e Bibliográficas Definições Procedimentos Outras exigências edificações de caráter temporário Edificações existentes ANEXOS . completamente protegida em sua integridade física. para que sua população possa abandonar a edificação. 2 APLICAÇÃO Esta NPT se aplica a todas as edificações. atendendo ao previsto no Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. com população total superior a 2. em caso de incêndio ou panico.TABELAS 1 .500 pessoas. consultar a tabela 1 do Código de Segurança Contra Incêndios e Pânico. Nota: Para a classificação das ocupações constantes desta NPT.Dados para o dimensionamento das saídas de emergência 2 .

NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Instrução Técnica nº 11/2011 – Saídas de Emergência. Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo. NBR 6479 – Portas e vedadores – determinação da resistência ao fogo. NBR 7199 – Projeto, execução e aplicações de vidros na construção civil. NBR 9050 – Acessibilidade à edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. NBR 9077 – Saídas de emergências em edifícios. NBR 10898 – Sistema de iluminação de emergência. NBR 11742 – Porta corta-fogo para saídas de emergência. NBR 11785 – Barra antipânico – requisitos. NBR 13434 – Sinalização de segurança contra incêndio e pânico – forma, dimensões e cores. NBR 13435 – Sinalização de segurança contra incêndio e pânico. NBR 13437 – Símbolos gráficos para sinalização contra incêndio e pânico. NBR 13768 – Acessórios para PCF em saídas de emergência. NBR 14718 – Guarda-corpos para edificação. NBR 17240 - Sistema de detecção e alarme de incêndio. NFPA 101/97 – Life Safety Code. The Building Regulations, 1991Edition. Means of Escape. BS 5588/86 – Fire precaution in the design and construction of buildings. BS 7941/1 – Methods of measuring the skid resistence of pavement surfaces. Japan International Cooperation Agency, tradução do Código de Segurança Japonês pelo Corpo de Bombeiros do Distrito Federal, volume 1, edição de março de 1994.

4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta NPT, aplicam-se as definições constantes da NPT 003 - Terminologia de Proteção Contra Incêndio.

5 PROCEDIMENTOS 5.1 Classificação das edificações 5.1.1 Para os efeitos desta Norma de Procedimento Técnico, as edificações são classificadas quanto a ocupação e altura, conforme Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. 5.2 Componentes da saída de emergência

2

NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

5.2.1 A saída de emergência compreende o seguinte: a) acessos; b) rotas de saídas horizontais, quando houver, e respectivas portas ou espaço livre exterior, nas edificações térreas; c) escadas ou rampas; d) descarga. 5.3 Cálculo da população 5.3.1 As saídas de emergência são dimensionadas em função da população da edificação. 5.3.2 A população de cada pavimento da edificação é calculada pelos coeficientes da Tabela 13, considerando sua ocupação dada na Tabela 1 – Classificação das Edificações Quanto a Ocupação e Risco de Incêndio do CSCIP-CBMPR. 5.3.3 Exclusivamente para o cálculo da população, devem ser incluídas nas áreas de pavimento: a) áreas de terraços, sacadas, beirais e assemelhados, excetuadas pertencentes às edificações dos grupos de ocupação A, B e H; aquelas

b) as áreas totais cobertas de edificações F-3 e F-6, inclusive quadras poliesportivas e assemelhados; c) as áreas de escadas, rampas e assemelhados, no caso de edificações dos grupos F-3, F-6 e F-7, quando em razão de sua posição em planta, estes lugares puderem, eventualmente, ser utilizados como arquibancadas. 5.3.4 Exclusivamente para o cálculo da população, as áreas de sanitários, corredores e elevadores nas ocupações D e E, bem como áreas de sanitários e elevadores nas ocupações C e F, são excluídas das áreas de pavimento. 5.4 Dimensionamento das saídas de emergência 5.4.1 Largura das saídas 5.4.1.1 A largura das saídas deve ser dimensionada em função do número de pessoas que por elas deva transitar, observados os seguintes critérios: a) os acessos são dimensionados em função dos pavimentos que servirem a população; b) as escadas, rampas e descargas são dimensionadas em função do pavimento de maior população, o qual determina as larguras mínimas para os lanços correspondentes aos demais pavimentos, considerando-se o sentido de saída. 5.4.1.2 A largura das saídas, isto é, dos acessos, escadas, descargas, e outros, e dada pela seguinte fórmula:

3

NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

N = P/C
Onde: N = Número de unidades de passagem, arredondado para número inteiro. P = População, conforme coeficiente da tabela 1 do (anexo A) e critérios das seções 5.3 e 5.4.1.1. C = Capacidade da unidade de passagem conforme tabela 1 (anexo A). Notas:

1) Unidade de passagem: largura mínima para a passagem de um fluxo de pessoas, fixada em 0,55 m; 2) Capacidade de uma unidade de passagem: é o número de pessoas que passa por esta unidade em 1 minuto; 5.4.1.2.1 No cálculo da largura das saídas, deve ser considerado somente o número de unidades de
passagem, não considerando desta forma a largura efetiva das saídas.

5.4.2 Larguras mínimas a serem adotadas As larguras mínimas das saídas de emergência, em qualquer caso, devem ser de 1,20 m, para as ocupações geral, ressalvando o disposto abaixo: a) 1,65 m, correspondendo a três unidades de passagem de 0,55 m, para as escadas, os acessos (corredores e passagens) e descarga, nas ocupações do grupo H, divisão H-2 e H-3; b) 1,65 m, correspondendo a três unidades de passagem de 0,55 m, para as rampas, acessos (corredores e passagens) e descarga, nas ocupações do grupo H, divisão H-2; c) 2,20 m, correspondendo a quatro unidades de passagem de 0,55 m, para as rampas, acessos às rampas (corredores e passagens) e descarga das rampas, nas ocupações do grupo H, divisão H-3. 5.4.3 Exigências adicionais sobre largura de saídas 5.4.3.1 A largura das saídas deve ser medida em sua parte mais estreita, não sendo admitidas saliências de alizares, pilares, e outros, com dimensões maiores que as indicadas na Figura 1, e estas somente em saídas com largura superior a 1,20 m.

Figura 1 – Medida da largura em corredores e passagens 5.4.3.2 As portas que abrem para dentro de rotas de saída, em ângulo de 180º, em seu movimento de abrir, no sentido do trânsito de saída, não podem diminuir a largura efetiva destas em valor menor que

4

NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

a metade (ver figura 2), sempre mantendo uma largura mínima livre de 1,20 m para as ocupações em geral e de 1,65 m para as divisões H-2 e H-3. 5.4.3.3 As portas que abrem no sentido do trânsito de saída, para dentro de rotas de saída, em ângulo de 90º, devem ficar em recessos de paredes, de forma a não reduzir a largura efetiva em valor maior que 0,10 m (ver figura 2).

Figura 2 – Abertura das portas no sentido do trânsito de saída

5.5 Acessos 5.5.1 Generalidades 5.5.1.1 Os acessos devem satisfazer às seguintes condições: a) permitir o escoamento fácil de todos os ocupantes da edificação; b) permanecer desobstruídos em todos os pavimentos; c) ter larguras de acordo com o estabelecido em 5.4; d) ter pé direito mínimo de 2,5 m, com exceção de obstáculos representados por vigas, vergas de portas, e outros, cuja altura mínima livre deve ser de 2,0 m; e) ser sinalizados e iluminados (iluminação de emergência de balizamento) com indicação clara do sentido da saída, de acordo com o estabelecido, na NPT 018/11 – Iluminação de Emergência e na NPT 020/11 – Sinalização de Emergência. 5.5.1.2 Os acessos devem permanecer livres de quaisquer obstáculos, tais como móveis, divisórias móveis, locais para exposição de mercadorias, e outros, de forma permanente, mesmo quando o prédio esteja supostamente fora de uso. 5.5.2 Distâncias máximas a serem percorridas 5.5.2.1 As distâncias máximas a serem percorridas para atingir um local seguro (espaço livre exterior, área de refúgio, escada comum de saída de emergência, protegida ou à prova de fumaça, área

5

NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

compartimentada – desde que tenha pelo menos uma saída direta para o espaço livre exterior), tendo em vista o risco à vida humana decorrente do fogo e da fumaça, devem considerar: a) o acréscimo de risco quando a fuga é possível em apenas um sentido; b) o acréscimo de risco em função das características construtivas da edificação; c) a redução de risco em caso de proteção por chuveiros automáticos, detectores ou controle de fumaça; d) a redução de risco pela facilidade de saídas em edificações térreas. 5.5.2.2 As distâncias máximas a serem percorridas para atingir as portas de acesso às saídas das edificações e o acesso às escadas ou às portas das escadas (nos pavimentos) constam da tabela 2 (Anexo B), e devem ser consideradas a partir da porta de acesso da unidade autônoma mais distante, desde que o seu caminhamento interno não ultrapasse 10,0 m. 5.5.2.2.1 No caso das distâncias máximas a percorrer para as rotas de fuga que não forem definidas no projeto de prevenção contra incêndios, como por exemplo, escritórios de plano espacial aberto e galpões sem o arranjo físico interno (leiaute), devem ser consideradas as distâncias diretas comparadas aos limites da tabela 2 (Anexo B), nota b, reduzidas em 30% (trinta porcento). 5.5.2.3 Nas ocupações do grupo J em que as áreas de depósitos sejam automatizadas e sem presença humana, a exigência de distancia máxima a ser percorrida pode ser desconsiderada. 5.5.3 Saídas nos pavimentos 5.5.3.1 Os tipos de escadas exigidas para as diversas ocupações, em função da altura, encontram-se na Tabela 3 (Anexo “C”). 5.5.3.2 Havendo necessidade de acrescer escadas, estas devem ser do mesmo tipo que a exigida por esta Norma de Procedimento Técnico (Tabela 3). 5.5.3.3 No caso de duas ou mais escadas de emergência, a distância de trajeto entre as suas portas de acesso deve ser, no mínimo, de 10 m, exceto quando o corredor de acesso possuir comprimento inferior a este valor. 5.5.3.4 A quantidade de escadas de segurança depende do cálculo da população, largura das escadas, dos parâmetros de distância máxima a percorrer (Tabela 2 – Anexo “B”) e quantidade mínima de unidades de passagem para a lotação prevista (Tabela 1), atentando para as notas da Tabela 3. 5.5.3.5 Nas edificações com altura acima de 36 m, independente do item anterior, é obrigatória a quantidade mínima de duas escadas, exceto para grupo A-2. Nas edificações do grupo A-2, com altura acima de 80 m, independente do item anterior, é obrigatória a quantidade mínima de duas escadas. 5.5.3.6 As condições das saídas de emergência em edificações com altura superior a 150 m devem ser analisadas por Comissão Técnica, devido as suas particularidades e risco. 5.5.4 Portas de saídas de emergência

6

NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

5.5.4.1 As portas das rotas de saídas e aquelas das salas com capacidade acima de 50 pessoas, em comunicação com os acessos e descargas, devem abrir no sentido do trânsito de saída (ver figura 2). 5.5.4.1.1 As portas dos locais que possuem capacidade de público de até 200 pessoas poderão possuir portas de correr em substituição as portas de abertura no sentido de fuga, desde que permaneçam permanentemente abertas durante o horário de funcionamento comercial. 5.5.4.2 A largura, vão livre ou “luz” das portas, comuns ou corta-fogo, utilizadas nas rotas de saída de emergências, devem ser dimensionadas como estabelecido no item 5.4, admitindo-se uma redução no vão de luz, isto é, no vão livre, das portas em até 75 mm de cada lado (golas), para o contramarco e alizares. As portas devem ter as seguintes dimensões mínimas de luz: a) 0,80 m, valendo por uma unidade de passagem; b) 1,0 m, valendo por duas unidades de passagem; c) 1,5 m, em duas folhas, valendo por três unidades de passagem; d) 2,0 m, em duas folhas, valendo por quatro unidades de passagem.

Notas: 1) Porta com dimensão maior que 1,2 m deverá ter duas folhas; 2) Porta com dimensão maior ou igual a 2,2 m exige-se coluna central. 3) A largura mínima das portas das rotas de saída poderá ser de 80 (oitenta) centímetros, nos casos em que o número de unidades de passagem calculado (com arredondamento) for igual a 01 (um).O arredondamento a ser considerado é o matemático. Ex: 1,48 é arredondado para 1,00. 5.5.4.3 As portas das antecâmaras das escadas à prova de fumaça e das paredes corta-fogo devem ser do tipo corta-fogo (PCF), obedecendo a NBR 11742, no que lhe for aplicável. 5.5.4.4 As portas das antecâmaras, escadas e similares devem ser providas de dispositivos mecânicos e automáticos, de modo a permanecerem fechadas, mas destrancadas no sentido do fluxo de saída, sendo admissível que se mantenham abertas desde que disponham de dispositivo de fechamento, quando necessário, conforme estabelecido na NBR 11742. 5.5.4.5 Se as portas dividem corredores que constituem rotas de saída, devem: a) ter condições de reter a fumaça, ou seja, devem ser corta-fogo e a prova de fumaça conforme estabelecido na NBR 11742 e ser providas de visor transparente de área mínima de 0,07 m², com altura mínima de 25 cm com a mesma resistência da porta; b) abrir no sentido do fluxo de saída; 5.5.4.6 Em salas com capacidade acima de 200 pessoas e nas rotas de saída de locais de reunião com capacidade acima de 200 pessoas, as portas de comunicação com os acessos, escadas e descarga devem ser dotadas de ferragem do tipo antipânico, conforme NBR 11785. 5.5.4.6.1 As portas de acesso principal, com comunicação direta ao exterior, podem ser dispensadas da exigência anterior, desde que haja compromisso do responsável pelo uso, através de termo de responsabilidade das saídas de emergência, assinado pelo proprietário ou responsável pelo uso, de

7

NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

que as portas permanecerão abertas durante a realização dos eventos, atentando para o item 5.5.4.1. desta NPT. 5.5.4.6.2 Nas rotas de fuga não se admite portas de enrolar ou de correr, exceto quando esta for utilizada somente como porta de segurança da edificação, devendo permanecer aberta durante todo o transcorrer dos eventos, desde que haja compromisso do responsável pelo uso, através de termo de responsabilidade das saídas de emergência. Neste caso deve haver internamente portas de saídas, abrindo no sentido de fuga. 5.5.4.7 É vedada a utilização de peças plásticas em fechaduras, espelhos, maçanetas, dobradiças e outros, nas portas dos seguintes locais: a) rotas de saídas; b) entrada em unidades autônomas; c) salas com capacidade acima de 50 pessoas. 5.5.4.8 A colocação de fechaduras nas portas de acesso e descargas é permitida, desde que seja possível a abertura pelo lado interno, sem necessidade de chave, admitindo-se que a abertura pelo lado externo seja feita apenas por meio de chave, dispensando-se maçanetas, etc. 5.5.4.9 As portas da rota de saída que possuem sistemas de abertura automática devem possuir dispositivo que, em caso de falta de energia, pane ou defeito de seu sistema permaneçam abertas. 5.6 Rampas 5.6.1 Obrigatoriedade O uso de rampas é obrigatório nos seguintes casos: a) para unir dois pavimentos de diferentes níveis em acesso a áreas de refúgio em edificações com ocupações dos grupos H-2 e H-3. b) na descarga e acesso de elevadores de emergência; c) quando a altura a ser vencida não permitir o dimensionamento equilibrado dos degraus de uma escada; d) para unir o nível externo ao nível do saguão térreo das edificações em que houver usuários de cadeiras de rodas (ver NBR-9050). 5.6.2 Condições de atendimento 5.6.2.1 O dimensionamento das rampas deve obedecer ao estabelecido em 5.4. 5.6.2.2 As rampas não podem terminar em degraus ou soleiras, devendo ser precedidas e sucedidas sempre por patamares planos. 5.6.2.3 Os patamares das rampas devem ser sempre em nível, tendo comprimento mínimo de 1,20 m, medidos na direção do trânsito, sendo obrigatórios sempre que houver mudança de direção ou quando a altura a ser vencida ultrapassar 3,7 m.

8

NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

5.6.2.4 As rampas podem suceder um lanço de escada, no sentido descendente de saída, mas não podem precedê-lo. 5.6.2.4.1 Nos casos de edificações dos grupos H-2 e H-3 as rampas não podem suceder ao lanço da escada e vice-versa. 5.6.2.5 Não é permitida a colocação de portas em rampas; estas devem estar situadas sempre em patamares planos, com largura não inferior à da folha da porta de cada lado do vão. 5.6.2.6 O piso das rampas deve ser antiderrapante, com no mínimo 0,5 de coeficiente de atrito dinâmico, conforme norma brasileira ou internacionalmente reconhecida, e que permaneçam antiderrapantes com o uso. 5.6.2.7 As rampas devem ser dotadas de guardas e corrimãos de forma análoga ao especificado em 5.8. 5.6.2.8 As exigências de sinalização (NPT 020/11), iluminação (NPT 018/11), ausência de obstáculos, e outros, dos acessos aplicam-se, com as devidas alterações, às rampas. 5.6.2.9 Devem atender as condições estabelecidas nas alíneas a), b), c), d), e), f), g) e h) do item 5.7.1 desta NPT. 5.6.2.10 Devem ser classificadas, a exemplo das escadas, como NE, EP, PF seguindo para isto as condições específicas a cada uma delas estabelecidas nos itens 5.7.7, 5.7.8, 5.7.9, 5.7.10, 5.7.11e 5.7.12. 5.6.3 Declividade 5.6.3.1 A declividade das rampas deve ser de acordo com o prescrito na NBR 9050. 5.7 Escadas 5.7.1 Generalidades 5.7.1.1 Em qualquer edificação, os pavimentos sem saída em nível para o espaço livre exterior devem ser dotados de escadas, enclausuradas ou não, as quais devem: a) ser constituídas com material estrutural e de compartimentação incombustível; b) oferecer resistência ao fogo nos elementos estruturais além da incombustibilidade, conforme NPT 008/11 – Resistência ao fogo dos elementos de construção quando não enclausuradas. c) atender as condições específicas estabelecidas na NPT 010/11 – Controle de materiais de acabamento e de revestimento, quanto aos materiais de acabamento e revestimento utilizados na escada; d) ser dotadas de guardas em seus lados abertos conforme item 5.8; e) ser dotadas de corrimãos em ambos os lados;

9

NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

f) atender a todos os pavimentos, acima e abaixo da descarga, mas terminando obrigatoriamente no piso de descarga, não podendo ter comunicação direta com outro lanço na mesma prumada (ver figura 3), devendo ter compartimentação, conforme a NPT 009/11 - Compatimentação horizontal e compartimentação vertical na divisão entre os lanços ascendente e descendente em relação ao piso de descarga, exceto para escadas tipo NE (comum), onde deve ser acrescida a iluminação de emergência e sinalização de balizamento (NPT 018/11 e 020/11), indicando a rota de fuga e descarga; g) ter os pisos em condições antiderrapantes, com no mínimo 0,5 de coeficiente de atrito dinâmico, conforme norma brasileira ou internacionalmente reconhecida, e que permaneçam antiderrapantes com o uso; h) quando houver exigência de duas ou mais escadas de emergência e estas ocuparem a mesma caixa de escada (volume), não será aceita comunicação entre si, devendo haver compartimentação entre ambas, de acordo com a NPT 009/11. i) quando houver exigência de uma escada e for utilizado o recurso arquitetônico de construir duas escadas em um único corpo, estas serão consideradas como uma única escada, quanto aos critérios de acesso, ventilação e iluminação; j) atender ao item 5.5.1.2.

Figura 3 – Segmentação das escadas no piso de descarga

5.7.2 Largura As larguras das escadas devem atender aos seguintes requisitos: a) ser proporcionais ao número de pessoas que por elas devam transitar em caso de emergência, conforme item 5.4; b) ser medidas no ponto mais estreito da escada ou patamar, excluindo os corrimãos (mas não as guardas ou balaustradas), que se podem projetar até 10 cm de cada lado, sem obrigatoriedade de aumento na largura das escadas; c) ter, quando se desenvolver em lanços paralelos, espaço mínimo de 10 cm entre lanços, para permitir localização de guarda ou fixação do corrimão.

10

NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

5.7.3 Dimensionamento de degraus e patamares 5.7.3.1 Os degraus devem: a) ter altura h (ver figura 4) compreendida entre 16 cm e 18 cm, com tolerância de 0,5 cm; b) ter largura b (ver figura 4) dimensionada pela fórmula de Blondel: 63 cm ≤ (2h + b) ≤ 64 cm c) ser balanceados quando o lanço da escada for curvo (escada em leque) ou em espiral, quando se tratar de escadas para mezaninos e áreas privativas (ver item 5.7.5), caso em que a medida do degrau (largura do degrau) será feita segundo a linha de percurso e a parte mais estreita destes degraus engrauxidos não tenha menos de 15 cm (ver figura 5); d) ter, num mesmo lanço, larguras e alturas iguais e, em lanços sucessivos de uma mesma escada, diferenças entre as alturas de degraus de, no máximo, 5 mm; e) ter balanço da quina do degrau sobre o imediatamente inferior com valor máximo de 1,5 cm (ver figura 4): f) ter bocel (nariz) deve ter no máximo 1,5 cm da quina do degrau, sobre o emediatamente inferior (ver figura 4).

Figura 4 – Altura e largura dos degraus

Figura 5 – Escada com lanços curvos e degraus balanceados

11

NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

5.7.3.2 O lanço máximo entre dois patamares consecutivos, não deve ultrapassar 3,7 m de altura. Quando houver menos de 3 degraus entre patamares, estes devem ser sinalizados na borda dos degraus e prever iluminação de emergência de aclaramento, acima deles. 5.7.3.3 O comprimento dos patamares deve ser (ver figura 6): a) dado pela fórmula: p = (2h + b) n + b onde n é um número inteiro (1, 2 ou 3), quando se tratar de escada reta, medido na direção do trânsito; b) no mínimo, igual à largura da escada quando há mudança de direção da escada sem degraus ingrauxidos, não se aplicando neste caso, a fórmula anterior. 5.7.3.4 Em ambos os lados de vão da porta, deve haver patamares com comprimento mínimo igual à largura da folha da porta.

Figura 6 – Lanço mínimo e comprimento de patamar 5.7.4 Caixas das escadas 5.7.4.1 As paredes das caixas de escadas, das guardas, dos acessos e das descargas devem ter acabamento liso. 5.7.4.2 As caixas de escadas não podem ser utilizadas como depósitos, mesmo por curto espaço de tempo, nem para a localização de quaisquer móveis ou equipamentos, exceto os previstos especificamente nesta norma. 5.7.4.3 Nas caixas de escadas, não podem existir aberturas para tubulações de lixo, para passagem para rede elétrica, centros de distribuição elétrica, armários para medidores de gás e assemelhados. 5.7.4.4 As paredes das caixas de escadas enclausuradas devem garantir e possuir Tempo de Resistência ao Fogo por, no mínimo, 120 min. 5.7.4.5 Os pontos de fixação das escadas metálicas na caixa de escada devem possuir Tempo de Resistência ao Fogo de 120 min.

12

NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

5.7.5 Escadas para mezaninos e áreas privativas 5.7.5.1 Nos mezaninos e área privativas de qualquer edificação, podem ser aceitas escadas em leque, em espiral ou lances retos, desde que: a) a população seja inferior a 20 pessoas e a altura da escada não seja superior a 3,7 m; b) ter largura mínima de 80 cm; c) ter os pisos em condições antiderrapantes, com no mínimo 0,5 de coeficiente de atrito dinâmico, conforme norma brasileira ou internacionalmente reconhecida, e que permaneçam antiderrapantes com o uso; d) ser dotadas de corrimãos, atendendo ao prescrito em 5.8, bastando, porém, apenas um corrimão nas escadas com até 1,10 m de largura e dispensando-se corrimãos intermediários; e) ser dotadas de guardas em seus lados abertos, conforma 5.8; f) atender ao prescrito em 5.7.3 (dimensionamento dos degraus, conforme fórmula de Blondel, balanceamento e outros), dispensando-se a aplicação da fórmula dos patamares (ver 5.7.3.3), bastando que o patamar tenha um mínimo de 80,0 cm. 5.7.5.2 Admitem-se nessas escadas, as seguintes alturas máximas h dos degraus, respeitando-se, porém, sempre a fórmula de Blondel: a) ocupações A até G: h = 20 cm b) ocupações H: h = 19 cm c) ocupações I até M: h = 23 cm 5.7.6 Escadas em edificações em construção Em edificações em construção, as escadas devem ser construídas concomitantemente com a execução da estrutura, permitindo a fácil evacuação da obra e o acesso dos bombeiros. 5.7.7 Escadas não enclausuradas ou escada comum (NE) A escada comum (NE) deve atender aos requisitos de 5.7.1 a 5.7.4, exceto 5.7.3.1.c. 5.7.8 Escadas enclausuradas protegidas (EP) 5.7.8.1 As escadas enclausuradas protegidas (ver figura 7) devem atender ao requisitos de 5.7.1 a 5.7.4, exceto 5.7.3.1.c, e mais os seguintes: a) ter suas caixas isoladas por paredes resistentes a 120minutos de fogo no mínimo; b) ter as portas de acesso a esta caixa de escada do tipo corta-fogo (PCF), com resistência de 90 min de fogo; c) ser dotadas, em todos os pavimentos (exceto no da descarga, onde isto é facultativo), de janelas abrindo para o espaço livre exterior, atendendo ao previsto em 5.7.8.2;

13

NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

d) ser dotadas de janela que permita a ventilação em seu término superior, com área mínima de 0,80 m², devendo estar localizada na parede junto ao teto ou no máximo a 20 cm deste, no término da escada. e) ser dotadas de ventilação permanente inferior, com área minima de 1,20 m², no minimo, tendo largura minima de 0,80 m, devendo ficar junto ao solo da caixa da escada podendo ser no piso do pavimento térreo ou no patamar intermediário entre o pavimento térreo e o pavimento imediatamente superior, que permita a entrada de ar puro, em condições análogas à tomada de ar dos dutos de ventilação (ver item 5.7.9.3). 5.7.8.2 As janelas das escadas protegidas devem: a) possuir largura minima de 0,80 m; b) ter área de ventilação efetiva mínima de 0,80 m², em cada pavimento (ver figura 8); c) ser dotadas de venezianas ou outro material que assegure a ventilação permanente, devendo distar pelo menos 3,0 m, em projeção horizontal, de qualquer outra abertura, no mesmo nível ou em nível inferior ao seu ou à divisa do lote, podendo esta distância ser reduzida para 2,0 m para caso de aberturas instaladas em banheiros, vestiários ou áreas de serviço. A distância das venezianas pode ser reduzida para 1,4 m, de outras aberturas, que estiverem no mesmo plano de parede e no mesmo nível; d) ser construídas em perfis metálicos reforçados, sendo vedado o uso de perfis ocos, chapa dobrada, madeira, plástico, e outros; e) os caixilhos poderão ser do tipo basculante, junto ao teto, sendo vedados os tipos em eixo vertical e “máximo-ar”. Os caixilhos devem ser fixados na posição aberta. 5.7.8.3 Na impossibilidade de colocação de janela na caixa da escada enclausurada protegida, conforme a alínea “c” do item 5.7.8.1, os corredores de acesso devem: a) Na impossibilidade de colocação de janela, com distâncias de outras aberturas a, no máximo 5,0 m da porta da escada, abrindo para espaço livre exterior, com área minima de 0,80 m², largura minima de 0,80 m devendo ainda prever no topo da escada uma janela para ventilação ou alçapão para saída de fumaça: ou b) ter sua ligação com a caixa da escada por meio de antecâmaras ventiladas, executadas nos moldes do especificado em 5.7.9.2 ou 5.7.10.

14

NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

Figura 7 – Escada enclausurada protegida

Figura 8 – Ventilação da escada enclausurada protegida e seu acesso 5.7.9 Escadas enclausuradas à prova de fumaça (PF) 5.7.9.1 As escadas enclausuradas à prova de fumaça (ver figuras 9, 10 e 11) devem atender ao estabelecido em 5.7.1 a 5.7.4, exceto 5.7.3.1.c, e aos seguintes:

15

NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

a) ter suas caixas enclausuradas por paredes resistentes a 120 minutos de fogo no mínimo; b) ter ingresso por antecâmaras ventiladas, terraços ou balcões, atendendo as primeiras ao prescrito em 5.7.9.2 e os últimos em 5.7.10; c) ser providas de portas corta fogo (PCF) com resistência de 60 min ao fogo.

Figura 9 – Escada enclausurada à prova de fumaça com elevador de emergência na antecâmara 5.7.9.2 As antecâmaras, para ingressos nas escadas enclausuradas (ver figura 10), devem: a) ter comprimento mínimo de 1,8 m; b) ter pé-direito mínimo de 2,5 m; c) ser dotadas de porta corta-fogo (PCF) na entrada e na comunicação da caixa da escada, com resistência de 60 min de fogo cada; d) ser ventiladas por dutos de entrada e saída de ar, de acordo com 5.7.9.3.2 a 5.7.9.3.4; e) ter a abertura de entrada de ar do duto respectivo situada junto ao piso ou, no máximo, a 15 cm deste, com área mínima de 0,84 m² e, quando retangular, obedecendo à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões; f) ter a abertura de saída de ar do duto respectivo situada junto ao teto ou no máximo, a 15 cm deste, com área mínima de 0,84 m² e, quando retangular, obedecendo à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões; g) ter, entre as aberturas de entrada e de saída de ar, a distância vertical mínima de 2,0 m, medida eixo a eixo; h) ter a abertura de saída de ar situada, no máximo, a uma distância horizontal de 3,0 m, medida em planta, da porta de entrada da antecâmara, e a abertura de entrada de ar situada, no máximo, a uma distância horizontal de 3,0 m, medida em planta, da porta de entrada da escada; i) ter paredes resistentes ao fogo por no mínimo 120 minutos;

16

NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

j) as aberturas dos dutos de entrada e saída de ar das antecâmaras deverão ser guarnecidas por telas de arame, com espessura dos fios superior ou igual a 3 mm e malha com dimensões mínimas de 2,5 cm por 2,5 cm. 5.7.9.3 Os dutos de ventilação natural: 5.7.9.3.1 Os dutos de ventilação natural devem formar um sistema integrado: o duto de entrada de ar (DE) e o duto de saída de ar (DS). 5.7.9.3.2 Os dutos de saída de gases e fumaça devem: a) ter aberturas somente nas paredes que dão para as antecâmaras; b) ter secção mínima calculada pela seguinte expressão:

= 0,105 x n onde: = secção mínima em m² n = número de antecâmaras ventiladas pelo duto;

c) ter em qualquer caso, área não-inferior a 0,84 m², largura minima de 0,80 m e, quando de secção retangular, obedecer à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões; d) elevar-se no mínimo a 3,0 m acima do eixo da abertura da antecâmara do último pavimento servido pelo eixo, devendo seu topo situar-se a 1,0 m acima de qualquer elemento construtivo existente sobre a cobertura; e) ter, quando não forem totalmente abertos no topo, aberturas de saída de ar com área efetiva superior ou igual a 1,5 vezes a área da secção do duto, guarnecidas ou não por venezianas ou equivalente, devendo estas aberturas ser dispostas em, pelo menos, duas faces opostas com área nunca inferior a 1,0 m² cada uma, e se situarem em nível superior a qualquer elemento construtivo do prédio (reservatórios, casas de máquinas, cumeeiras, muretas e outros); f) não serem utilizados para a instalação de quaisquer equipamentos ou canalizações; g) ser fechados na base. 5.7.9.3.3 As paredes dos dutos de saídas de ar devem: a) ser resistentes, no mínimo, a 120 minutos de fogo; b) ter isolamento térmico e inércia térmica equivalente, no mínimo, a, resistencia minima de 120 minutos de fogo, conforme NPT 08/11; c) ter revestimento interno liso.

17

NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

Figura 10 – Exemplos de dutos de ventilação 5.7.9.3.4 Os dutos de entrada de ar devem: a) ter paredes resistentes ao fogo por 120 minutos no mínimo; b) ter revestimento interno liso; c) atender às condições das alíneas “a”, “b”, “c” e “f” de 5.7.9.3.2; d) ser totalmente fechados em sua extremidade superior; e) ter abertura em sua extremidade inferior ou junto ao teto do 1 o pavimento, possuindo acesso direto ao exterior; que assegure a captação de ar fresco respirável, devendo esta abertura ser guarnecidas por telas de arame, com espessura dos fios superior ou igual a 3 mm e malha com dimensões mínimas de 2,5 cm por 2,5 cm; que não diminua

18

NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

a área efetiva de ventilação, isto é, sua secção deve ser aumentada para compensar a redução. Essa abertura exigida na letra e), poderá ser projetada junto ao teto do primeiro pavimento que possua acesso direto ao exterior (Ex.: piso térreo) 5.7.9.3.5 A secção da parte horizontal inferior do duto de entrada de ar deve: a) ser, no mínimo, igual à do duto, em edificações com altura igual ou inferior a 30,0 m; b) ser igual a 1,5, vez a área da secção do trecho vertical do duto de entrada de ar, no caso de edificações com mais de 30,0 m de altura. 5.7.9.3.6 A tomada de ar do duto de entrada de ar deve ficar, de preferência, ao nível do solo ou abaixo deste, longe de qualquer eventual fonte de fumaça em caso de incêndio. 5.7.9.3.7 As dimensões dos dutos dadas em 5.7.9.3.2 são as mínimas absolutas, aceitando-se mesmo recomendando o cálculo exato pela mecânica dos fluídos destas secções, em especial no caso da existência de subsolos e em prédios de excepcional altura ou em locais sujeitos a ventos excepcionais. 5.7.9.4 A iluminação natural das caixas de escadas enclausuradas, quando houver, deve obedecer aos seguintes requisitos: a) ser obtida por abertura provida de caixilho de perfil metálico reforçado, provido de fecho acionável por chave ou ferramenta especial devendo ser aberto somente para fins de manutenção ou emergência; b) este caixilho deve ser guarnecido com vidro transparente ou não, laminado ou aramado (malha de 12,5 mm), com espessura, mínima de 6,5 mm; c) em paredes dando para o exterior, sua área máxima não pode ultrapassar 0,5 m² ; em parede dando para antecâmara ou varanda, pode ser de até 1 m² ; d) havendo mais de uma abertura de iluminação, a distância entre elas não pode ser inferior a 0,5 m e a soma de suas áreas não deve ultrapassar 10% da área da parede em que estiverem situadas. 5.7.10 Escadas enclausuradas por balcões, varandas e terraços 5.7.10.1 Os balcões, varandas, terraços e assemelhados, para ingresso em escadas enclausuradas, devem atender aos seguintes requisitos: a) ser dotados de portas corta-fogo na entrada e na saída com resistência mínima de 60 min.; b) ter guarda de material incombustível e não vazada com altura mínima de 1,30 m; c) ter piso praticamente em nível e desnível máximo de 30 mm dos compartimentos internos do prédio e da caixa de escada enclausurada; d) em se tratando de terraço a céu aberto, não situado no último pavimento, o acesso deve ser protegido por marquise com largura mínima de 1,2 m.; 5.7.10.2 A distância horizontal entre o paramento externo das guardas dos balcões, varandas e terraços que sirvam para ingresso às escadas enclausuradas à prova de fumaça e qualquer outra

19

NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

abertura desprotegida do próprio prédio ou das divisas do lote deve ser, no mínimo, igual a um terço da altura da edificação, ressalvado o estabelecido em 5.7.10.3, mas nunca a menos de 3,0 m. 5.7.10.3 A distância estabelecida em 5.7.10.2 pode ser reduzida à metade, isto é, a um sexto da altura, mas nunca a menos de 3,0 m, quando: a) o prédio for dotado de chuveiros automáticos; b) o somatório das áreas das aberturas da parede fronteira à edificação considerada não ultrapassar um décimo da área total desta parede; c) na edificação considerada não houver ocupações pertencentes aos grupos C ou I. 5.7.10.4 Será aceita uma distância de 1,20 m, para qualquer altura da edificação, entre a abertura desprotegida do próprio prédio até o paramento externo do balcão, varanda ou terraço para o ingresso na escada enclausurada à prova de fumaça (PF), desde que entre elas seja interposta uma parede com TRRF mínimo de 2 horas (ver figura 11).

5.7.10.5 Será aceita a ventilação no balcão da escada à prova de fumaça, através de janela com ventilação permanente, desde que: a) área efetiva mínima de ventilação seja de 1,5 m²;

20

NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

b) as distâncias entre as aletas das aberturas das janelas tenham espaçamentos de no mínimo 0,15 m; c) as aletas possuam um ângulo de abertura de no mínimo 45 graus em relação ao plano vertical da janela; d) as antecâmaras deverão atender o item 5.7.9.2 a), b) e c); e) ter altura de peitoril de 1,3 m; f) ter distância de no mínimo 3,0 m de outras aberturas em projeção horizontal, no mesmo nível ou em nível inferior ao seu ou à divisa do lote, e no mesmo plano de parede; g) os pisos de balcão, varandas e terraços deverão ser antiderrapantes, conforme item 5.7.1.1. g. 5.7.11 Escadas à prova de fumaça pressurizada (PFP) As escadas à prova de fumaça pressurizadas ou escadas pressurizadas podem sempre substituir as escadas enclausuradas protegidas (EP) e as escadas enclausuradas à prova de fumaça (PF), devendo atender a todas as exigências da NPT 013/11 - Pressurização de Escadas de Segurança. 5.7.12 Escada Aberta Externa (AE): 5.7.12.1 As escadas abertas externas (ver figuras 13 e 14) podem substituir os demais tipos de escadas e devem atender aos requisitos de 5.7.1 a 5.7.3, 5.8.1.3 e 5.8.2, e aos seguintes: a) ter seu acesso provido de porta corta-fogo com resistência mínima de 90 min; b) manter raio mínimo de escoamento exigido em função da largura da escada; c) atender tão somente aos pavimentos acima do piso de descarga, terminando obrigatoriamente neste, atendendo ao prescrito no item 5.11; d) entre a escada aberta e a fachada da edificação deverá ser interposta outra parede com TRRF mínimo de 120 minutos; e) toda abertura desprotegida do próprio prédio até escada deverá ser mantida distância mínima de 3,0m quando a altura da edificação for inferior ou igual a 12,0 m e de 8,0 m quando a altura da edificação for superior a 12,0 m; f) a distância do paramento externo da escada aberta até o limite de outra edificação no mesmo terreno ou limite da propriedade deverá atender aos critérios adotados na NPT 007/11 – Separação entre edificações; g) a estrutura portante da escada aberta externa deverá ser construída em material incombustível, atendendo os critérios estabelecidos na NPT 008/11 – Resistencia ao fogo dos elementos de construção, com TRRF de 120 minutos; h) na existência de shafts, dutos ou outras aberturas verticais que tangenciam a projeção da escada aberta externa, tais aberturas deverão ser delimitadas por paredes estanques nos termos da NPT 008/11; i) será admitido este tipo de escada até de altura de 45,0 m.

21

NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

5.8 Guardas e corrimãos 5.8.1 Guarda-corpos e balaustradas 5.8.1.1 Toda saída de emergência, corredores, balcões, terraços, mezaninos, galerias, patamares, escadas, rampas e outros, deve ser protegida de ambos os lados por paredes ou guardas (guardacorpos) contínuas, sempre que houver qualquer desnível maior de 19 cm, para evitar quedas.

5.8.1.2 A altura das guardas, medida internamente, deve ser, no mínimo, de 1,05 m ao longo dos patamares, escadas, corredores, mezaninos e outros (ver figura 15), podendo ser reduzida para até 0,92 m nas escadas internas, quando medida verticalmente do topo da guarda a uma linha que una as pontas dos bocéis ou quinas dos degraus.

22

NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

5.8.1.3 As alturas das guardas em escadas externas, de seus patamares, de balcões assemelhados, devem ser de no mínimo, 1,3 m, medido como especificado em 5.8.1.2.

e

5.8.1.4 As guardas constituídas por balaustradas, grades, telas e assemelhados, isto é, as guardas vazadas, devem: a) ter balaústres verticais, longarinas intermediárias dispostas verticalmente, grades, telas, vidros de segurança laminados ou aramados e outros, de modo que uma esfera de 11 cm de diâmetro não possa passar por nenhuma abertura; b) ser isentas de aberturas, saliências, reentrâncias ou quaisquer elementos que possam enganchar em roupas; c) ser constituídas por materiais não estilhaçáveis, exigindo-se o uso de vidros aramados ou de segurança laminados conforme item 4.7.2.1 da NBR 7199/89 ou outra que venha asubstitui-la, se for o caso. Exceção: será feita as ocupações do grupo I e J, para as escadas e saídas não emergenciais. 5.8.2 Corrimãos 5.8.2.1 Os corrimãos deverão ser adotados em ambos os lados das escadas ou rampas, devendo estar situados entre 80 cm e 92 cm acima do nível do piso, sendo em escadas, esta medida tomada verticalmente da forma especificada em 5.8.1.2 (ver figura 14).

Figura 14 – Dimensões de guardas e corrimãos

5.8.2.2 Uma escada pode ter corrimãos em diversas alturas, além do corrimão principal na altura normal exigida; em escolas, jardins-de-infância e assemelhados, se for o caso, deve haver corrimãos nas alturas indicadas para os respectivos usuários, além do corrimão principal.

23

NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

5.8.2.3 Os corrimãos devem ser projetados de forma a poderem ser agarrados fácil e confortavelmente, permitindo um contínuo deslocamento da mão ao longo de toda a sua extensão, sem encontrar quaisquer obstruções, arestas ou soluções de continuidade. No caso de secção circular, seu diâmetro varia entre 38 mm e 65 mm (ver figura 15). 5.8.2.3.1 O corrimão, em sua continuidade, pode possuir ângulo de 90º, e na extremidade deve possuir cantos arredondados sem saliências (cantos-vivos), não podendo a extremidade ser paralela à parede; 5.8.2.4 Os corrimãos devem estar afastados 40 mm no mínimo, das paredes ou guardas às quais forem fixados. 5.8.2.5 Não são aceitáveis, em saídas de emergência, corrimãos constituídos por elementos com arestas vivas, tábuas largas e outros (ver figura 15).

Figura 15 – Pormenores de corrimãos

5.8.2.6 Para auxílio dos deficientes visuais, os corrimãos das escadas deverão ser contínuos, sem interrupção os patamares, prolongando-se, sempre que for possível, pelo menos 0,3 m do início e término da escada com suas extremidades voltadas para a parede ou com solução alternativa. 5.8.2.7 Nas rampas e, opcionalmente nas escadas, os corrimãos devem ser instalados a duas alturas: 0,92 m e 0,70m do piso acabado. 5.8.3 Exigências estruturais 5.8.3.1 As guardas de alvenaria ou concreto, as grades de balaustradas, as paredes, as esquadrias, as divisórias leves e outros elementos de construção que envolvam as saídas de emergência devem ser projetados de forma a: a) resistir a cargas transmitidas por corrimãos nelas fixados ou calculadas para resistir a uma força horizontal de 730 N/m aplicada a 1,05 m de altura, adotando-se a condição que conduzir a maiores tensões (ver figura 16);

24

NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

b) ter seus painéis, longarinas, balaústres e assemelhados calculados para resistir a uma carga horizontal de 1,20 kPa aplicada à área bruta da guarda ou equivalente da qual façam parte; as reações devidas a este carregamento não precisam ser adicionadas às cargas especificadas na alínea precedente (ver figura 16);

Figura 16 – Pormenores construtivos da instalação de guardas e as cargas a que elas devem resistir

5.8.3.2 Os corrimãos devem ser calculados para resistirem a uma carga de 900 N, aplicada em qualquer ponto deles, verticalmente de cima para baixo e horizontalmente em ambos os sentidos. 5.8.4 Corrimãos intermediários 5.8.4.1 Escadas com mais de 2,2 m de largura devem ter corrimão intermediário, no máximo, a cada 1,8 m. Os lanços determinados pelos corrimãos intermediários dever ter, no máximo a cada 1,8 m. Os lanços determinados pelos corrimãos intermediários devem ter no minimo 1,10 m de largura, ressalvado o caso de escadas em ocupações dos tipos H-2 e H-3, utilizadas por pessoas muito idosas e portadores de necessidades especiais, que exijam máximo apoio com ambas as mãos em corrimãos, onde pode ser previsto, em escadas largas, uma unidade de passagem especial com 69 cm entre corrimãos. 5.8.4.2 As extremidades dos corrimãos intermediários devem ser dotadas de balaústres ou outros dispositivos para evitar acidentes. 5.8.4.3 Escadas externas de caráter monumental podem, excepcionalmente, ter apenas dois corrimãos laterais, independentemente de sua largura, quando forem utilizadas por grandes multidões. 5.9 Elevadores de emergência 5.9.1 Obrigatoriedade É obrigatória a instalação de elevadores de emergência: a) em todas as edificações residenciais A-2 e A-3 com altura superior a 80,0 m e nas demais ocupações com altura superior a 60 m, excetuadas as de classe de ocupação G-1, e em torres exclusivamente monumentais de ocupação F-2;

25

NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

b) nas ocupações institucionais H-2 e H-3, sempre que sua altura ultrapassar a 12,0 m, em número igual ao das escadas de emergência. 5.9.2 Exigências Enquanto não houver norma específica referente a elevadores de emergência, estes devem atender a todas as normas gerais de segurança previstas nas NBR 5410 e NBR 9077, e ao seguinte (ver figura 9). a) ter sua caixa enclausurada por paredes resistentes a 120 minutos de fogo, independente dos elevadores de uso comum; b) ter suas portas metálicas abrindo para antecâmara ventilada, nos termos de 5.7.9.2, para varanda conforme 5.7.10, para hall enclausurado e pressurizado, para patamar de escada pressurizada ou local análogo do ponto de vista de segurança contra fogo e fumaça; c) ter circuito de alimentação de energia elétrica com chave própria independente da chave geral do edifício, possuindo este circuito chave reversível no piso da descarga, que possibilite que ele seja ligado a um gerador externo na falta de energia elétrica na rede pública; d) deve estar ligado a um grupo moto gerador (GMG) de emergência. 5.9.2.1 O painel de comando deve atender, ainda, às seguintes condições: a) estar localizado no pavimento da descarga; b) possuir chave de comando de reversão para permitir a volta do elevador a este piso, em caso de emergência; c) possuir dispositivo de retorno e bloqueio dos carros no pavimento da descarga, anulando as chamas existentes, de modo que as respectivas portas permaneçam abertas, sem prejuízo do fechamento do vão do poço nos demais pavimentos; d) possuir duplo comando automático e manual reversível, mediante chamada apropriada. 5.9.2.2 Nas ocupações institucionais H-2 e H-3, o elevador de emergência deve ter cabine com dimensões apropriadas para o transporte de maca. 5.9.2.3 As caixas de corrida (poço) e casas de máquinas dos elevadores de emergência devem ser enclausuradas e totalmente isoladas das caixas de corrida e casas de máquinas dos demais elevadores. A caixa de corrida (poço) deve ter abertura de ventilação permanente em sua parte superior, atendendo as condições estabelecidas na alínea d) do item 5.7.8.1. 5.9.2.4 O elevador de emergência deve atender a todos os pavimentos do edifício, incluindo os localizados abaixo do pavimento de descarga com altura ascendente superior a 12,0 m (NPT 013/11). 5.10 Área de refúgio 5.10.1 Conceituação e exigências 5.10.1.1 Área de refúgio é a parte de um pavimento separada por paredes corta-fogo e portas cortafogo, tendo acesso direto, cada uma delas (a área de refúgio e o restante do pavimento), a pelo menos uma escada/rampa de emergência (ver figura 17).

26

NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

Figura 17 – Desenho esquemático da área de refúgio 5.10.1.2 A estrutura dos prédios dotados de áreas de refúgio deve ter resistência conforme NPT 008/11 – Resistência ao fogo dos elementos de construção. As paredes que definem as áreas de refúgio devem apresentar resistência ao fogo conforme a NPT 008/11 e as condições estabelecidas na NPT 009/11 – Compartimentação Horizontal e Compartimentação Vertical. 5.10.2 Obrigatoriedade É obrigatória a existência de áreas de refúgio em todos os pavimentos nos seguintes casos: a) em edificações institucionais de ocupação E-5, E-6 e H-2 com altura superior a 12,0 m e na sua ocupação H-3 com altura superior a 6,00 m, bem como, para esta ocupação, no térreo e/ou primeiro pavimento, se nestes houver internação. Nesses casos a área minima de refugio de cada pavimento deve ser de, no minimo 30% da área de cada pavimento; b) A existência de compartimentação de área no pavimento será aceita como área de refúgio, desde que tenha acesso direto às saídas de emergência (escadas, rampas ou portas). 5.10.3 Hospitais e assemelhados 5.10.3.1 Em ocupações H-2 e H-3, as áreas de refúgio não devem ter áreas superiores a 2.000 m². 5.10.3.2 Nestas ocupações H-2 e H-3, bem como nas ocupações E-6, a comunicação entre as áreas de refúgio e/ou entre estas áreas e saídas deve ser em nível ou, caso haja desníveis, em rampas, como especificado em 5.6. 5.11 Descarga 5.11.1 Tipos 5.11.1.1 A descarga, parte da saída de emergência de uma edificação, que fica entre a escada e a via pública ou área externa em comunicação com a via pública, pode ser constituída por:

27

NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

a) corredor ou átrio enclausurado; b) área em pilotis; c) corredor a céu aberto. 5.11.1.2 O corredor ou átrio enclausurado que for utilizado como descarga deve: a) ter paredes resistentes ao fogo por tempo equivalente ao das paredes das escadas que a ele conduzirem, conforme NPT 008/11; b) ter pisos e paredes revestidos com materiais que atendam as condições da NPT 010/11; c) ter portas corta-fogo com resistência de 90 min de fogo; quando a escada for à prova de fumaça ou quando a escada for enclausurada protegida; isolando-o de todo compartimento que com ele se comunique, tais como apartamentos, salas de medidores, restaurante e outros. 5.11.1.3 Admite-se que a descarga seja feita por meio de saguão ou hall térreo não enclausurado, desde que entre o final da descarga e a fachada ou alinhamento predial (passeio) mantenha-se um espaço livre para acesso ao exterior, atendendo-se às dimensões exigidas em 5.11.2, sendo admitido nesse saguão ou hall elevadores, portaria, recepção, sala de espera, sala de estar e salão de festas (ver figura 18). 5.11.1.4 A área em pilotis que servir como descarga deve: a) não ser utilizável como estacionamento de veículos de qualquer natureza, sendo, quando necessário, dotada de divisores físicos que impeçam tal utilização; b) Não será exigido o o item anterior, nas edificações onde as escadas exigidas forem do tipo NE - escadas não enclausuradas e altura até 12 m, desde que entre o acesso à escada e a área externa (fachada ou alinhamento predial) possua um espaço reservado e desimpedido, no mínimo com largura de 2,2 m. c) ser mantida livre e desimpedida, não podendo ser utilizada como depósito de qualquer natureza.

DESCARGA

D

ELEVADOR

ELEVADOR

SAGUÃO
PCF P90

LOJA, etc.

PORTARIA

Figura 18 – Descarga através de hall térreo não enclausurado

28

NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

5.11.1.5 O elevador de emergência pode estar ligado ao hall de descarga, desde que seja agregado à largura desta uma unidade de saída (0,55 m). 5.11.2 Dimensionamento 5.11.2.1 No dimensionamento da descarga, devem ser consideradas todas as saídas horizontais e verticais que para ela convergirem. 5.11.2.2 A largura das descargas não pode ser inferior: a) a 1,20 m, nos prédios em geral, e a 1,65 e 2,20 m, nas edificações classificadas com H-2 e H-3 por sua ocupação respectivamente; b) à largura calculada conforme 5.4, considerando-se esta largura para cada segmento de descarga entre saídas de escadas (ver figura 20), não sendo necessário que a descarga tenha, em toda a sua extensão, a soma das larguras das escadas que a ela concorrem.

Figura 19 – Dimensionamento de corredores de descarga 5.11.3 Outros ambientes com acesso 5.11.3.1 Galerias comerciais (galerias de lojas) podem estar ligadas à descarga desde que seja feito por meio de antecâmara enclausurada e ventilada diretamente para o exterior ou através de dutos, dentro dos padrões estabelecidos para as escadas à prova de fumaça (PF), dotadas de duas portas corta-fogo P-60, conforme indicado na figura 20.

29

NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

Figura 20 - Acesso de galeria comercial à descarga 5.12 Iluminação de emergência e sinalização de saída 5.12.1 Iluminação das rotas de saídas de emergência As rotas de saída devem ter iluminação natural e/ou artificial em nível suficiente, de acordo com a NBR 5413. Mesmo nos casos de edificações destinadas a uso unicamente durante o dia, é indispensável a iluminação artificial noturna. 5.12.2 Iluminação de emergência 5.12.2.1 A iluminação de emergência deve ser executada obedecendo à NPT 018/11. 5.12.3 Sinalização de saídas de emergência 5.12.3.1 A sinalização de saída deve ser executada obedecendo à NPT 020/11. 5.13 Exigências para edificações existentes. 5.13.1 Para as edificações existentes, deve ser aplicada a NPT 002/11 – Adaptação às normas de segurança contra incêndio - edificações existentes.

30

NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

ANEXO A TABELA 1 – DADOS PARA O DIMENSIONAMENTO DAS SAÍDAS DE EMERGÊNCIA
Ocupação População Grupo Divisão A-1, A-2 A A-3 B C D E-1 a E-4 E E-5, E-6 F-1, F-10 F-2,F-5,F8 F F-3,F-6,F-7, F-9 F-4 G-1, G-2, G3 G G-4, G-5 H-1, H-6 H-2 H H-3 H-3 H-4, H-5 I J L L-1 L-2, L-3 M-1 M-3,M-5 M M-4 Uma pessoa por 4,0 m² de área 60 45 100 Uma pessoa por 20,0 m² de área
(E) (A)

Capacidade da U. de passagem Acessos e descargas Escadas e rampas Portas

Duas pessoas por dormitório (C) Duas pessoas por dormitório e uma pessoa por 4,0 m² de área de alojamento(D) Uma pessoa por 15,0 m² de área
(E) (G)

60

45

100

Uma pessoa por 5,0 m² de área (E) (J) (M) Uma pessoa por 7,0 m² de área Uma pessoa por 1,50 m² de área de sala de aula
(F)

100 100 30

75 75 22

100 100 30

Uma pessoa por 1,50 m² de área de sala de aula
(F)

Uma pessoa por 3,0 m² de área Uma pessoa por 1,0 m² de área (E) (G) (N) Duas pessoas por 1,0 m² de área Uma pessoa por 3,0 m² de área Uma pessoa por 40 vagas de veículo 100 Uma pessoa por 7,0 m² de área (E) Duas pessoas por dormitório 4,0 m² de área de alojamento
(C) (E) (G) (K)

(1:0,5 m2)

100

75

100

60 45

100 100

60

e uma pessoa por 30 22 30

Uma pessoa e meia por leito + uma pessoa por 7,0 m² de área de ambulatório (H) Uma pessoa e meia por leito + uma pessoa por 7,0 m² de área de ambulatório (H) Uma pessoa por 7,0 m² de área (F) Uma pessoa por 10,0 m² de área 100 Uma pessoa por 30,0 m² de área Uma pessoa por 3,0 m² de área Uma pessoa por 10,0 m² de área + Uma pessoa por 10,0 m² de área 100 100 75 60 100 100
(J)

30 60

22 45

30 100

60

100

100

60

100

31

têm sua ocupação admitida como no grupo D. bem como salões de festas e centros de convenções em hotéis são considerados nos grupos de ocupação F2. em escolas.5 m² de área. Em apartamentos mínimos. isto é. (J) A parte de atendimento ao público de comércio atacadista deve ser considerada como do grupo C. (F) Auditórios e assemelhados. de acordo com a Tabela 1 do CSCIP. 32 . nas ocupações B. (D) Alojamento = dormitório coletivo.5 cm de altura: redução de 15% c) lanços ascendentes de escadas com degraus até 18.500 pessoas. F-6 e F-8. (G) As cozinhas e suas áreas de apoio.0 cm de altura: redução de 10% b) lanços ascendentes de escadas com degraus até 17. onde deve ser consultada a NPT 012/11 (L) para ocupações do tipo Call-center. quando discriminado o tipo de área (por ex.NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA Notas: (A) Os parâmetros dados nesta Tabela são os mínimos aceitáveis para o cálculo da população (ver 5. considera-se uma pessoa para cada 6.5%): redução de 20% (C) Em apartamentos de até dois dormitórios. exceto para os locais destinados a divisão F-3 e F-7. o calculo da população é de uma pessoa por 1. serão classificadas como Grupo A. (N) para o calculo da população. a área de pavimento correspondente ao ambulatório. F5 . com população total superior a 2. (I) O símbolo “+” indica necessidade de consultar normas e regulamentos específicos (não cobertos por esta NPT). As áreas de lazer das edificações residenciais. quando for o caso: a) lanços ascendentes de escada com degraus até 17.0 m² de área.3).F-6 e outros. gabinetes e outras dependências que possam ser usadas como dormitórios (inclusive para empregadas) são considerados como tais. (H) Em hospitais e clínicas com internamento (H-3).0 m² (E) Por ”área” entende-se a “área do pavimento” que abriga a população em foco. a sala deve ser considerada como dormitório: em apartamentos maiores (três e mais dormitórios). acresce-se à área calculada por leito.0 m². uma pessoa por 7. que tenham pacientes ambulatoriais.0 m² de área de pavimento. declividade até 10%: redução de 1% por grau percentual de inclinação (1% a 10%) e) rampas ascendentes de mais de 10% (máximo: 12.0 cm de altura: redução de 20% d) rampas ascendentes. na base de uma pessoa por 7. (B) As capacidades das unidades de passagem em escadas e rampas estendem-se para lanços retos e saída descendente. Nos demais casos devem sofrer redução como abaixo especificado. consultar a tabela 1 do Código de Segurança Contra Incêndios e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Paraná. conforme o caso. as salas de costura. que são utilizadas pelos próprios moradores da edificação. será admitido o leiaute dos assentos fixos (permanentes) apresentado em planta. sem divisões em planta. com mais de 10. é a área útil interna da dependência em questão. Estas percentagens de redução são cumulativas.0 m² de área.: área do alojamento). (O) para a classificação das ocupações (grupos e divisões). (K) Esta tabela se aplica a todas as edificações. (M) para a área de lojas adota-se no calculo uma pessoa por 7.

I-3. G5.NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA ANEXO B TABELA 2 – DISTÂNCIAS MÁXIMAS A SEREM PERCORRIDAS Sem chuveiros automáticos Grupo e divisão de ocupação Saída única Andar Mais de uma saída Com chuveiros automáticos Saída única Mais de uma saída Sem Com Sem Com Sem Com Sem Com detecção detecção detecção detecção detecção detecção detecção detecção automática automática automática automática automática automática automática automática de fumaça de fumaça de fumaça de fumaça de fumaça de fumaça de fumaça de fumaça (valores de referencia) AeB De saída da edificação (piso de descarga) Demais andares 45 m 55 m 55 m 65 m 60 m 70 m 80 m 95 m 40 m 45 m 50 m 60 m 55 m 65 m 75 m 90 m C. H.G-2. E. L e M De saída da edificação (piso de descarga) Demais andares De saída da edificação (piso de descarga) Demais andares De saída da edificação (piso de descarga) Demais andares 40 m 45 m 50 m 60 m 55 m 65 m 75 m 90 m 30 m 35 m 40 m 45 m 45 m 55 m 65 m 75 m 80 m 95 m 120 m 140 m - - - - I-1 e J-1 70 m 80 m 100 m 130 m - - - 50 m 60 m 60 m 70 m 80 m 95 m 120 m 140 m G-1 e J-2 40 m 45 m 50 m 60 m 70 m 80 m 110 m 130 m De saída da edificação I-2. J-3 (piso de e J-4 descarga) Demais andares 40 m 45 m 50 m 60 m 60 m 70 m 100 m 120 m 30 m 35 m 40 m 45 m 50 m 65 m 80 m 95 m 33 . F. D. G3. G-4.

b) Para que ocorram as distâncias previstas na tabela 5 e notas acima. escritórios panorâmicos. consultar a tabela 1 do Código de Segurança contra Incêndios e Panico. escritórios. exceto para os locais destinados a divisão F-3 e F-7. com população total superior a 2.NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA Notas: a) Esta tabela se aplica a todas as edificações. admite-se acrescentar 50% nos valores acima. sala de eventos. onde deve ser consultada a NPT 012/11. galpões e outros). c) Para edificação com sistema de controle de fumaça.500 pessoas. 34 . d) Para classificação das ocupações (grupos e divisões). é necessária a apresentação do leiaute definido em planta baixa (salão aberto. Caso não seja apresentado o leiaute definido em planta baixa. as distâncias definidas acima serão reduzidas em 30% (trinta porcento).

A-1 A-2 A-3 B-1 B-2 C-1 C-2 C-3 E-1 E-2 E-3 E-4 E-5 E-6 F-1 F-2 F-3 F-4 F-5 F-6 F-7 F-8 F-9 F-10 G-1 G-2 G-3 G-4 G-5 H-1 H-2 H-3 H-4 H-5 H-6 I-1 I-2 I-3 L-1 L-2 L-3 Tipo Esc NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE Tipo Esc NE NE NE EP EP NE NE EP NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE NE EP EP EP EP EP NE NE NE NE NE NE EP EP NE NE NE NE NE EP NE EP EP EP Tipo Esc EP EP EP EP PF EP PF EP EP EP EP EP EP EP EP PF EP EP EP PF EP PF EP EP EP EP EP EP EP EP PF PF EP EP EP EP PF PF EP PF PF PF Tipo Esc PF(1) PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF EP EP PF PF PF EP PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF PF H<6 6 < H < 12 12 < H < 30 Acima de 30 A B C D E F G H I J L 35 . Div.NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA ANEXO C TABELA 3 – TIPOS DE ESCADAS DE EMERGÊNCIA POR OCUPAÇÃO Dimensão Altura (em metros) OCupação Gr.

7. a escada poderá ser do tipo EP (Escada Enclausurada Protegida).NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA M M-1 M-2 M-3 M-4 M-5 NE NE NE NE NE NE EP EP NE EP EP+ PF PF NE PF PF+ PF PF NE PF NOTAS: a) Para o uso desta tabela. altura acima de 30 m. b) Abreviatura dos tipos de escada: NE = Escada não enclausurada (escada comum).= Não se aplica. onde o local tratar-se de recintos esportivos e/ou de espetáculos artístico cultural (exceto ginásios e piscinas com ou sem arquibancadas. área de pavimento “N” (menor ou igual a 750 m²). EP = Escada enclausurada protegida (escada protegida). g) Para divisões H-2 e H-3: Altura superior a 12 m = além das saídas de emergências por escadas (tabela 3). As áreas de refúgio quando situadas somente em alguns pavimentos de níveis diferentes deve ter seus acessos ligados por rampa 36 . deve possuir elevador de emergência (ver figura 10) e áreas de refúgio (ver figura 19).12 desta NPT.Divisão A-2. e) Para divisões F-3 e F-7.500 pessoas. + = Símbolo que indica necessidade de consultar Norma de Procedimento Técnico.conforme Tabela 1 do CSCIP-CBM/PR Div. = Subdivisão do grupo de ocupação . c) Outros símbolos e abreviaturas usados nesta tabela: Tipo esc. PF = Escada à prova de fumaça. devem ser consultadas as tabelas anteriores. atendendo ao item 5. consultar tabela CSCIP-CMB/PR . uma delas pode ser do tipo Aberta Externa (AE). sendo que acima desta altura (50m) permanece a escada do tipo PF (Escada Enclausurada a Prova de Fumaça. Gr. .conforme Tabela 1 do CSCIP-CBM/PR Notas: (1) = Em edificações de ocupação do Grupo A . deve ser consultada a NPT 012/11. deve ser consultada a NPT 012/11 . academias e pista de patinação). normas ou regulamentos específicos (ocupação não coberta por esta NPT). com população total superior a 2. = Tipo de escada. contudo não superior a 50 m. onde são dadas as significações (grupos e divisões). f) Quando houver necessidade de duas ou mais escadas de segurança. d) Para as ocupações do grupo F-3. = Grupo de ocupação (uso) .

independente da nota anterior. exceto para grupo A-2. 37 . esta deve ser enclausurada. devido as suas particularidades e risco. Para os subsolos com altura descendentes com profundidade maior que 12 m. h) O número de Escadas depende do dimensionamento das saídas pelo cálculo da população (Tabela 1) e distancias máximas a serem percorridas. onde está prevista a escada NE. dotada de porta PCF P-90. j) k) Nas escadas abaixo do pavimento de descarga.a)). com altura acima de 80 m. e que tenham sua ocupação diferente de estacionamento (garagens G-1 e G2) devem ser projetados sistemas de pressurização de escadas. em subsolos.6. sem a necessidade de ventilação. independente da nota anterior. Para as edificações que possuam área de refúgio em todos os pavimentos (exceto pavimento térreo) não há necessidade de rampa interligando os diferentes níveis em acessos às áreas de refúgio. i) Nas edificações com altura acima de 36 m. Nas edificações do grupo A-2.NPT 011 – SAÍDAS DE EMERGÊNCIA (5. conforme Tabela 3. é obrigatória a quantidade mínima de duas escadas. As condições das saídas de emergência em edificações com altura superior a 150 m devem ser analisadas por meio de Comissão Técnica. é obrigatória a quantidade minima de duas escadas.1.

NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 012 Centros esportivos e de exibição – requisitos de segurança contra incêndio CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão:02 Norma de Procedimento Técnico 38 páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 Objetivo Aplicação Referências Normativas e Bibliográficas Definições Procedimentos ANEXOS Figura Figura Figura Figura Figura Figura Figura Figura Figura Figura Figura Figura Figura Figura Figura 1 – Detalhe do comprimento e número máximo de assentos. alturas e disposições. 14 – Obstáculos na entrada de acesso. permanentes ou não.1 Esta Norma de Procedimento Técnico (NPT) aplica-se às edificações enquadradas nas Divisões F-3 (estádios. 9 – Barreiras antiesmagamento – posição e resistência mecânica. em especial quanto a determinação da população máxima e o dimensionamento das saídas. 15 – Sinalização de lotação. arquibancadas e similares). 12 – Perspectiva de corrimãos centrais e laterais. 2 – Barreiras. 11 – Perspectiva de vomitório padrão. 13 – Saídas e escoamento do público. 4 – Dimensões dos corrimãos e guarda-corpos das escadas. 7 – Detalhe de patamares para público em pé. 10 – Barreiras antiesmagamento – continuas e não continuas. 1 . ginásios. 3 – Detalhe das dimensões dos assentos e dos patamares. visando a proteção da vida. cobertas ou ao ar livre. 8 – Distancias a percorrer e acessos. arenas e similares) e F-7 (construções provisórias para público. 2 APLICAÇÃO 2. 6 – Corrimãos centrais e laterais. fechadas ou abertas. 5 – Detalhe dos assentos nos patamares e guarda-corpos (barreiras). rodeios. circos. guarda-corpos e corrimãos centrais: cargas de projeto. 1 OBJETIVO Estabelecer os requisitos mínimos necessários para a segurança contra incêndio e pânico em centros esportivos e de exibição.

Technical recommendations and requirements. varandas.476 – Móveis plásticos .assentos plásticos para segurança estádios desportivos e lugares públicos não cobertos.Life Safety Code Handbook. de 15 de maio de 2003.ed. constituindo a rota de saída para se alcançar uma escada. 2000. United Kingdom. aplicamse as definições específicas abaixo: 4. Decreto no 6.795. de 16 de dezembro de 1995. Dispõe sobre o Estatuto de Defesa do Torcedor e dá outras providências. de 15 de maio de 2003. Instruções Técnicas. Quincy: NFPA.1 Quando houver lotação inferior a 2.1 Acesso: caminho a ser percorrido pelos usuários do pavimento ou do setor. NBR 9050 – Acessibilidade a edificações. de 16 de março de 2009.2 Acesso lateral: é um corredor de circulação paralelo às filas (fileiras) de assentos ou arquibancadas. Modelação matemática do abandono de edifícios sujeitos à ação de um incêndio. 2011. 2ed.816 – Móveis plásticos .500 pessoas. São Paulo. COTÉ. Regulamento das Condições Técnicas e de Segurança dos Recintos de Espetáculos e Divertimentos Públicos. Antônio Leça. para edificações permanentes. Regulamenta o art. COELHO. 4 DEFINIÇÕES Além das definições constantes da NPT 003/11 . Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. ou uma rampa. BRASIL. JAKE.NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 2. 4. FIFA. NFPA-101 . 2. CORPO DE BOMBEIROS DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Football Stadiums .1995. PAULS. Quincy: NFPA.assentos plásticos para estádios desportivos e lugares públicos fechados. ou descarga para saída do recinto. Os acessos podem ser constituídos por corredores. Movement of People.671. 2 . Ron.1. Decreto Regulamentar no 34/95. 4.Terminologia de segurança contra incêndio. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS                BRASIL. balcões. 18. NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão. GUIDE TO SAFETY AT SPORTS GROUNDS (Green Guide). 5.671.ed. NBR 5419 – Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas. passagens. ou uma área de refúgio. 2008.ed. 2007. FIFA: Zurich. vestíbulos.2 A NPT 011/11 complementa o presente texto nos assuntos não detalhados nesta Norma. Lei no 10. terraços e similares. NBR 15. NBR 9077/93 – Saídas de emergências em edifícios NBR 15. PORTUGAL. 23 da Lei no 10. admite-se que os parâmetros de saídas sejam dimensionados conforme a Norma de Procedimento Técnico 011/11 Saídas de Emergência. mobiliários. Fire Protection Engineering. geralmente possui piso plano ou levemente inclinado (rampa) (ver Figura 1).

NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4.11 Local de relativa segurança: local dentro de uma edificação ou estrutura onde. circos. segura.). as pessoas têm alguma proteção contra os efeitos do fogo e da fumaça. bem como a redução das consequências de sinistros. campo. 4. auditórios etc.4 Arquibancada: série de assentos em filas sucessivas. Podem ser providas de assentos (cadeiras ou poltronas) ou não. Exemplos: escadas de segurança. pode ser constituída por corredores ou átrios cobertos ou a céu aberto. 4. 4.10 Local de segurança: local fora da edificação.8 Bloco: agrupamento de assentos preferencialmente localizados entre dois acessos radiais ou entre um acesso radial e uma barreira. (ver Figura 13). destinado à coordenação integrada das operações 4. escadas abertas externas (NPT 011/11 – Saídas de emergência). Há também a modalidade de arquibancadas para público em pé.3 Acesso radial: é um corredor de circulação que dá acesso direto na área de acomodação dos espectadores (patamares das arquibancadas). 4.9 Descarga: parte da saída de emergência que fica entre a escada ou a rampa e a via pública ou área externa em comunicação com a via pública. quadra.5 Assento rebatível: mobiliário que apresenta duas peças principais. 4. destinado à coordenação integrada das operações desenvolvidas pelos órgãos de Defesa Civil e Segurança Pública em situação de normalidade. do meio ambiente e do patrimônio.7 Barreiras antiesmagamento: barreiras destinadas a evitar esmagamentos dos espectadores. de forma ordenada e eficiente de toda a população fixa e flutuante da edificação em caso de uma situação de sinistro. visando à proteção da vida. 4. com representantes de todos os órgãos envolvidos no atendimento de uma emergência. em estádios. 4.12 Plano de abandono: conjunto de normas e ações visando à remoção rápida.14 Posto de comando: local fixo ou móvel. A peça do assento possui características retráteis que permanece na posição recolhida quando desocupada. que encerra um conjunto de ações e procedimentos a serem adotados. que se destina a dar melhor visibilidade aos espectadores. podendo ser inclinado (rampa) ou com degraus.13 Plano de emergência: documento estabelecido em função dos riscos da edificação. 4. corredores de circulação (saída) ventilados (mínimo de 1/3 da lateral com ventilação permanente). proporcionando às pessoas continuarem sua saída para um local de segurança. Deve ter largura mínima de 1.6 Barreiras: estruturas físicas destinadas a impedir ou dificultar a livre circulação de pessoas. em forma de degraus. anfiteatros.15 Sala de Comando e Controle: local instalado em ponto estratégico que proporcione visão geral de todo recinto (setores de público. no qual as pessoas estão sem o perigo imediato dos efeitos do fogo (ver Figura 13). encosto e assento. arena etc.20 m (ver Figura 1). por um período limitado de tempo. cada uma em plano mais elevado que a outra. devidamente equipado com todos os recursos de informação e de comunicação disponíveis no local. 3 . 4. devido à pressão da multidão aglomerada nas áreas de acomodação de público em pé. Este local deve possuir resistência ao fogo e elementos construtivos (de acabamento e de revestimento) incombustíveis. 4. 4.

socorro e salvamento. Recomenda-se que cada setor tenha lotação máxima de 10.NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 4.1 Os recintos para eventos desportivos devem ser setorizados em função de suas dimensões a fim de evitar-se que.8 Os setores das arquibancadas para público em pé devem ser dotados de barreiras antiesmagamento – ver Capítulo “Guarda-corpos (barreiras) e corrimãos”. em lados distintos.5 Recomenda-se que os setores sejam identificados por meio de cores diferenciadas e predominantes 5. permitindo a ocupação ordenada do recinto.1 Generalidades 5. evitar tumultos durante a acomodação dos espectadores. 5. 5 ÁREA DE ACOMODAÇÃO DO PÚBLICO – SETORES 5. coibir possíveis vendas de ingressos acima da capacidade do recinto.1. 4. 4.1. por determinada largura de saída (pessoas/minuto). em uma situação de emergência. 5.19 Túnel de saída ou “vomitório”: passagem coberta que interliga as áreas de acomodação do público (arquibancadas) às circulações de saída ou de entrada do recinto.1. 5. em função da população existente. as fileiras e os assentos dos espectadores (inclusive quando o assento for no próprio patamar da arquibancada) devem ser devidamente numerados e identificados.18 Tempo de saída: é o tempo no qual todos os espectadores. duas alternativas de saída. em cor contrastante com a superfície. com marcação fixa e visível. devendo também as fileiras serem identificadas nas laterais dos acessos radiais. Nota: Não inclui o tempo total necessário para percorrer a circulação inteira de saída (do assento ao exterior).1.17 Taxa de fluxo (F): número de pessoas que passam. por minuto.000 pessoas. bem como possibilitar às equipes de segurança. 4. 5. sendo exigidas. 5. 5. conseguem deixar a respectiva área de acomodação (setor) e adentrarem em um local seguro ou de relativa segurança. da fila e do assento. do bloco.6 Os setores.16 Setor:espaço delimitado para acomodação dos espectadores.1.1. 4 .7 As numerações dos ingressos devem conter a identificação do setor (com sua cor destacada). Definido por um conjunto de blocos. no mínimo. condições para executarem suas respectivas ações nos diversos eventos.4 As rotas de fuga dos espectadores devem ser independentes das rotas de fuga dos atletas ou artistas que se apresentam no recinto. o movimento dos ocupantes venha a saturar determinadas rotas de fuga.1.3 Somente são considerados lugares destinados a espectadores aqueles inseridos dentro dos setores previamente estabelecidos e com rotas de fuga definidas. Tal medida objetiva: controlar e facilitar o acesso do público.1. em condições normais.2 Em todos os setores devem ter saídas suficientes.

no mínimo. quando permitido).2.75 m. desde que haja: a) redução de 25% no comprimento máximo do patamar. A altura dessas barreiras deve ser.1. quando houver apenas um acesso (ver Figura 7).3 Inclinação das arquibancadas 5. b) largura mínima de 0.2.57 m.2 Patamares (degraus) das arquibancadas 5. constante no item 5. quando os assentos das cadeiras (poltronas) forem não rebatíveis (tipo concha) ou quando não houver assentos fixos. devem possuir as seguintes dimensões: a) altura máxima de 0.NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 5. 5.1 O comprimento máximo dos patamares das arquibancadas deve obedecer às seguintes regras: Para estádios e similares (arquibancadas permanentes): 5.3 Para ginásios cobertos e similares (locais internos) e para arquibancadas provisórias (desmontáveis): 14 metros.1. é obrigatória a instalação de guarda-corpos na frente de cada fila de assentos (ver Figura 3).80 m.1.19 m.5. com redução em 50% do comprimento máximo do patamar.2. b) largura mínima de 0. devem possuir as seguintes dimensões: a) altura máxima de 0. e. a inclinação máxima deve ser de 37 graus (recomenda-se inclinação de 34 graus).2.1 Nos setores cuja inclinação superar ou igualar-se a 32 graus. a altura máxima destes deve ser de 0.5 kN/m (Kilonewton por metro). e. para público sentado (cadeiras individuais ou assentos numerados direto na arquibancada. para público em pé (quando permitido).75 m.2 20 metros. quando houver acessos nas duas extremidades.5.70 m. Para maior conforto do usuário.5 A altura e largura dos patamares (degraus) das arquibancadas (ver Figura 7).40 m (ver Figura 7). 10 metros. quando houver apenas um acesso. 5.19 m.2.3. Quando os próprios patamares da arquibancada são usados como degraus de escada.15 a 0. constante no item 5. sem cadeiras ou poltronas). de 0. quando houver acesso em ambas extremidades do patamar.2 Para arquibancadas provisórias (desmontáveis. quando os assentos das cadeiras (poltronas) forem rebatíveis.4 A altura e largura dos degraus das arquibancadas. 7 metros. 5.1 Nos setores com assentos fixos (cadeiras ou poltronas).2. recomenda-se mínimo de 0. b) redução de 50% no comprimento máximo do patamar.1 Para edificações existentes.3.2.2.2. 5. admite-se que os que degraus das arquibancadas tenham largura mínima de 0. a largura mínima deve ser de 0. aceita-se largura mínima do patamar de 0. 5. 5.70 m do piso e sua resistência mecânica mínima de 1. 5. Caso haja cadeiras ou poltronas. 5 .85 m.

4 Terem encosto mínimo: 0.4.40 m para circulação nas filas.6 Serem afixados de forma a não permitir sua remoção ou desprendimento de partes.1. exceto se o degrau (patamar) da arquibancada possuir largura igual ou superior a 1. 5.3 Nos setores com arquibancadas para público em pé. d) descarga. no mínimo.30 m de altura (ver Figura 3). 5.3 À frente da primeira fileira de assentos fixos.1 Os assentos individuais (cadeiras ou poltronas) das arquibancadas. 5. a inclinação máxima deve ser de 25 graus. 5.4. no mínimo.3 Cada assento deverá possuir.1 Generalidades 6.5 Terem espaçamento mínimo de 0.1 As saídas podem ser nominadas didaticamente em: a) acessos. 5. 6 . sendo recomendada a inclinação de 10 graus (ver Capítulo “Guarda-corpos (barreiras) e corrimãos” sobre exigência de barreiras anti-esmagamentos). c) escadas ou rampas.4. conforme normas técnicas. a inclinação não deve ser superior a 25 graus.4.1.3.1 Serem projetados.4. 5. 5.2 Nos setores com assento no próprio patamar da arquibancada (sem cadeiras). a cada 50 cm entre eixos. 5.1. Para edificações existentes admite-se este espaçamento com 0.4. 5.NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 5.4. manualmente.10 m. medidos centralizadamente. 6 SAÍDAS (NORMAIS E DE EMERGÊNCIA) 6.4.2 Serem constituídos com material incombustível ou retardante ao fogo.35 m (ver Figuras 3 e 5).2 Os estádios com público superior a 35. conforme normas técnicas.42 m de largura útil e deve ser instalado.3. devem obedecer às características abaixo (ver Figuras 3 e 5): destinados aos 5. nas cotas inferiores dos setores das arquibancadas.1. entre a projeção dianteira de um assento de uma fila e as costas do assento em frente (ou guarda-corpo). b) circulações de saídas horizontais e verticais e respectivas portas.1.4. deve ser mantida a distância mínima de 0. e) espaços livres no exterior.4 Assentos 5.55 m para circulação (ver Figura 5). quando houver.000 pessoas devem adotar assentos rebatíveis. 0. com resistência mecânica suficiente para os esforços solicitados.1.1. espectadores.

devendo ser adotadas as rotas mais diretas possíveis. devendo constar as plantas ou croquis que estabeleçam o “plano de abandono” de cada um dos setores.1.00 m comportar. circulações de saída capazes de comportar. 6.1. no mínimo.1. conforme dimensionamento das saídas. em cada setor.11 As saídas que não servem aos setores de arquibancadas ou à plateia devem seguir aos parâmetros da NPT 011/11 – Saídas de emergência.1. 1.6 As circulações não podem sofrer estreitamento em sua largura. duas opções (alternativas) de fuga. e) as saídas tenham sinalização e identificação adequadas. Cópia do plano de emergência deve ser mantida na sala de comando e controle do recinto 6.7 As saídas devem possuir.500 pessoas.10 Para recintos com previsão de público igual ou superior a 2.1. tanto em condições normais como em emergência.NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 6. 6.4 Nas saídas. 6. visando à garantia da lotação máxima estabelecida. deverá ser elaborado plano de emergência. no mínimo. no sentido da saída do recinto. 7 .2 É importante que se forneça.20 m de largura.3 Os responsáveis pela edificação e pela segurança do evento devem assegurar que as vias de saída estão planejadas para prover aos espectadores uma circulação livre e desimpedida até que eles consigam atingir a área externa da edificação. f) haja controle de acesso do público. Assim. no mínimo.1.8 As portas e passagens nas circulações devem ter altura mínima de 2.1. c) as pessoas não tenham que percorrer distâncias excessivas para sair do local de assistência (acomodação). Ver prescrições da NPT 010/11 – Controle de materiais de acabamento e de revestimento. evitar o congestionamento das saídas e o estresse psicológico. b) todas as áreas de circulações de saída tenham larguras adequadas à respectiva população. de forma segura. os elementos construtivos e os materiais de acabamentos e de revestimento devem ser de Classe I (incombustíveis). deve também ser executado em material antiderrapante e conter sinalização complementar de balizamento conforme normas pertinentes.1.5 O piso das áreas destinadas à saída do público (incluindo os patamares das arquibancadas). de forma segura. devendo. d) haja dispositivos que direcionem o fluxo de pessoas que irão adentrar em uma rota de fuga. a passagem das pessoas para as existentes. a passagem das pessoas dentro de um período de tempo aceitável. 6. nos recintos de grande aglomeração de pessoas. além de ser incombustível.1. sendo que deve haver. 6. 6.20 m para edificações novas e de 2.10 m.1. 6. Para edificações existentes se aceita 1.9 As saídas devem ser dimensionadas em função da população de cada setor considerado. no caso de aumento de fluxo na circulação. devendo apresentar este planejamento no plano de emergência. em lados distintos. deve-se dimensionar para o novo número de pessoas. deve-se assegurar que: a) haja números suficientes de saídas em posições adequadas (distribuídas de forma uniforme). manter a mesma largura ou. 6.

1 Locais de vendas e outros locais de acúmulo de pessoas devem distar. 6.NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO 6. e possuir largura dimensionada para o abandono seguro da população do recinto. em caso de necessidade. preferencialmente. 6. espelhos.1. visando assim evitar interferências no fluxo de saída.17 As portas e os portões de saída do público devem abrir sempre no sentido de fuga das pessoas. maçanetas.21 Todas as portas e portões de saída dos respectivos setores devem ser mantidos na posição totalmente aberta antes do fim do evento.1 Deverão ser observadas medidas que permitam a saída do público de torcidas distintas. os critérios descritos na NBR 9050. 6. nunca inferior a 1. 6. O responsável pela segurança deve verificar ou ser informado quando todas as portas e portões das saídas finais estiverem seguramente na posição aberta. descarga etc. mediante sistema de abertura acionado pelos componentes do serviço de segurança ou da brigada de incêndio. campo.21. no mínimo. escadas. 6. enquanto o recinto for utilizado pelo público.18 As portas e portões de saída devem ser providos de barras antipânico. 8 .).20 As saídas finais devem ser monitoradas pessoalmente pela segurança.12 Os acessos destinados aos portadores de necessidades especiais devem observar.1.1. 5 m das saídas dos setores (ver Figura 13). para permitir a saída do recinto. janelas) que criem acúmulo de pessoas.1.2 Nos túneis de saída ou de acesso de público (“vomitórios”) não devem ser dispostos obstáculos ou aberturas (portas.1. 6.) dos locais acessíveis ao público devem ser previstas passagens que permitam aos espectadores sua utilização em caso de emergência.20 m. não sendo permitido qualquer tipo de travamento no sentido de saída do recinto. Essas passagens devem ser instaladas ao final de todos os acessos radiais e devidamente sinalizadas. separadamente. devendo ser monitorado pelo serviço de segurança. 6.1. porém.15 Nas barreiras ou alambrados que separam a área do evento (arena. 6. dobradiças e outros.14 Os desníveis existentes nas saídas horizontais devem ser vencidos por rampas de inclinação não superior a 10% e patamar horizontal de descanso a cada 10 m.1.13 Toda circulação horizontal deve estar livre de obstáculos e permitir o acesso rápido e seguro do público às saídas verticais dos respectivos pisos ou à área de descarga. 6. com prazo suficiente para garantir o egresso seguro do público.1. quadra. 6. a qualquer momento. 6. devendo estas saídas atenderem proporcionalmente ao público a que se destinam. não deve obstruir qualquer tipo de circulação (corredores.1.1. 6. Quando abrir. sendo que esses espaços não são aceitos e não devem ser computados como parte do sistema de saída normal ou de emergência.19 Nenhum sistema de saída deve ser fechado de modo que não possa ser facilmente e imediatamente aberto em caso de emergência.13. na cor amarela.16 Quando houver mudanças de direção.23 As catracas de acesso devem ser reversíveis.1. 6.1.1. 6. as paredes não devem ter cantos vivos.1.1. pista etc.22 Não devem existir peças plásticas em fechaduras. ainda.13.

NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO

6.1.24 As catracas devem ser dimensionadas para atender a todo o público e a seu acesso em um tempo máximo de 1 hora com a devida agilidade e atendimento aos procedimentos de segurança. Para este cálculo, deve ser considerada uma capacidade máxima de 660 espectadores por catraca por hora. 6.1.25 Ao lado das entradas devem ser previstas portas ou portões de saída dos espectadores, dimensionados de acordo com o estabelecido nesta Norma de Procedimento Técnico, com as respectivas sinalizações, não podendo ser obstruídos pela movimentação de entrada do público ao recinto (em caso de emergência, devem estar livres e prontas para o uso). Para tanto, junto aos portões, durante o acesso do público ao recinto, deve ter, permanentemente, monitoramento pelo pessoal do serviço de segurança, de forma a garantir o abandono rápido das pessoas que já se encontram em seu interior. 6.1.26 Portas e portões de correr ou de enrolar não devem ser usados nas saídas (proibido), pois são incapazes de serem abertos quando há pressão exercida na direção do fluxo da multidão; e, também, por possuírem mecanismos ou trilhos que são suscetíveis a travamentos (emperramentos). 6.1.27 As circulações devem ser iluminadas e sinalizadas com indicação clara do sentido da saída, de acordo com o estabelecido e adotado na NPT 018/11 -Iluminação de emergência e NPT 020/11 Sinalização de emergência. 6.1.28 Todas as saídas (portas, portões) devem ser claramente marcadas, nos 2 lados (interno e externo), com seus respectivos números de identificação, para facilitar o deslocamento rápido em caso de emergência. 6.2 Saídas verticais - escadas ou rampas As saídas verticais (escadas ou rampas) devem, ainda, satisfazer as exigências descritas a seguir: 6.2.1 Serem contínuas desde o piso ou nível que atendem até o piso de descarga ou nível de saída do recinto ou setor. 6.2.2 Terem largura mínima de 1,20 m. As escadas, quando possuírem largura superior a 2,40 m, devem ser subdivididas, por meio de corrimãos em canais com largura mínima de 1,20 m e máxima de 1,80 m (ver Figuras 5 e 14). 6.2.3 Terem corrimãos contínuos em ambos os lados, com altura entre 0,80m a 0,92m, e guardacorpos (onde aplicável) com altura mínima de 1,10 m. Ambos atendendo aos requisitos do item 6.4 – Guada-corpos (barreiras) e corrimãos. 6.2.4 Atender aos requisitos do item 6.4. 6.2.5 Devem ser construídas em lances retos e sua mudança de direção deve ocorrer em patamar intermediário e plano. 6.2.6 O lanço máximo, entre 2 patamares de escada ou rampa, consecutivos, não deve ultrapassar 3,20 m de altura. Para as escadas, recomenda-se que a cada lanço de 12 degraus seja interposto um patamar. 6.2.7 Os patamares devem ter largura mínima igual à da escada (ou rampa), e comprimento conforme abaixo:

9

NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO

a) quando houver mudança de direção na escada ou na rampa, o comprimento mínimo dos patamares deve ser igual à largura da respectiva saída; b) caso não haja mudança de direção, o comprimento mínimo deve ser igual a 1,20 m (exemplo: patamar entre dois lanços na mesma direção). 6.2.8 Elevadores e escadas rolantes não são aceitos como saídas de emergência. 6.2.9 Os degraus das escadas (exceto os acessos radiais) devem atender aos seguintes requisitos: a) altura dos espelhos dos degraus (h) deve situar- se entre 0,15 m e 0,18 m, ou seja, 0,15 m ≤ h ≤ 0,18 m, com tolerância de 0,005 m (0,5 cm); b) largura mínima das pisadas (b): 0,27 m; c) o balanceamento dos degraus deve atender a relação entre altura do espelho (h) e a largura da pisada (b), a saber: 0,63 ≤ 2h+ b ≤ 0,64 (m). 6.2.9.1 Os degraus dos acessos radiais, nas arquibancadas, devem ser balanceados em função da inclinação da arquibancada e das dimensões dos patamares. 6.2.10 Em áreas de uso comum não são admitidas escadas em leque, caracol ou helicoidal. 6.2.11 O uso de rampas é obrigatório nos seguintes casos: a) na descarga e acesso de elevadores de emergência; b) quando a altura a ser vencida não permitir o dimensionamento equilibrado dos degraus de uma escada; c) para unir o nível externo ao nível do saguão térreo das edificações para acesso de portadores de necessidades especiais (ver NBR 9050). 6.2.12 As rampas devem ser dotadas de guardas e corrimãos nas laterais. 6.2.13 As rampas não podem terminar em degraus ou soleiras, devendo ser precedidas e sucedidas sempre por patamares planos. 6.2.14 Os patamares das escadas e rampas devem ser sempre em nível. 6.2.15 As rampas podem suceder um lanço de escada, no sentido descendente de saída, mas não podem precedê-lo. 6.2.16 Não é permitida a colocação de portas em rampas, sendo que estas devem estar situadas sempre em patamares planos, com comprimento não inferior à da folha da porta de cada lado do vão. 6.2.17 As inclinações das rampas não devem exceder a 10% (1:10). 6.2.18 As saídas que não servem aos setores de arquibancadas ou à platéia devem atender aos parâmetros estabelecidos no item 7.2.3. 6.2.19 Devem ser previstos espaços adequados para portadores de necessidades especiais, atendendo aos critérios descritos nas normas técnicas pertinentes. 10

NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO

6.3 Descarga e espaços livres no exterior 6.3.1 Cuidados especiais devem ser adotados pela organização do evento e pelas autoridades competentes para que a descarga do público tenha fluxo suficiente na área externa, ao redor do recinto, para se evitar congestionamento nas circulações internas da edificação, o que comprometeria as saídas do recinto, mesmo que corretamente dimensionadas. Dessa forma, medidas de segurança devem ser adotadas para se evitar a aglomeração de público nas descargas externas do recinto, por exemplo: desvios de trânsito nas vias próximas ao recinto, proibição de “comércio” nas proximidades das saídas etc. 6.3.2 Nos acessos ao recinto devem ser planejadas áreas de acúmulo de público suficientemente dimensionadas para conter o público com segurança, organizado em filas antes de passar pelas catracas. 6.3.3 No dimensionamento da área de descarga, devem ser consideradas todas as saídas horizontais e verticais que para ela convergirem. 6.3.4 As descargas devem atender aos seguintes requisitos: a) não serem utilizadas como estacionamento de veículos de qualquer natureza. Caso necessário, prever divisores físicos que impeçam tal utilização; b) serem mantidas livres e desimpedidas, não devendo ser dispostas dependências que, pela sua natureza ou sua utilização, possam provocar a aglomeração de público, tais como bares, pistas de dança, lojas de “souvenir” ou outras ocupações; c) não serem utilizadas como depósito de qualquer natureza; d) serem distribuídas de forma equidistante e de maneira a atender o fluxo a elas destinado e o respectivo caminhamento máximo; e) não possuir saliências, obstáculos ou instalações que possam causar lesões em caso de abandono de emergência. 6.4 Guarda-corpos (barreiras) e corrimãos 6.4.1 As saídas devem ser protegidas, de ambos os lados, com guarda-corpos e/ou corrimãos (conforme o caso) sempre que houver qualquer desnível maior de 18 cm. 6.4.2 A altura das guardas (barreiras) internas deve ser, no mínimo, de 1,10 m e sua resistência mecânica varia de acordo com a sua função e posicionamento (ver Figuras 2 e 5). . 6.4.2.1 No perímetro de proteção dos túneis de acesso (vomitórios), para compor a altura mínima de 1,10 m, recomenda-se que até a altura 0,90 m (90 cm) a guarda seja confeccionada com concreto (ver Figura 11). 6.4.3 As arquibancadas cujas alturas em relação ao piso de descarga sejam superiores a 2,10 m devem possuir fechamento dos encostos (guarda-costas) do último nível superior de assentos, de forma idêntica aos guarda-corpos, porém, com altura mínima de 1,80 m em relação a este nível (ver Figura 5). 6.4.4 O fechamento dos guarda-corpos deve ser feito por meio de balaústres, com vão máximo de 0,15m entre eles, podendo ser utilizadas longarinas quando o uso de balaústres for inviável.

11

NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO

6.4.5 Os guarda-corpos não devem possuir vãos (aberturas) superiores a 11 cm (ver requisitos na NPT 011/11 – Saídas de emergência). 6.4.6 Os corrimãos devem ser adotados em ambos os lados das escadas ou rampas, devendo estar situados entre 80 cm e 92 cm acima do nível do piso atendendo também aos demais requisitos previstos na NPT 011/11. 6.4.7 Nos acessos radiais das arquibancadas com inclinação superior a 32 graus, quando houver acomodações ou assentos em ambos os lados, os corrimãos devem ser laterais (individuais por fila) ou centrais, com altura entre 80 e 92 cm e resistência mínima de 2,00 KN/m. Quando forem centrais, devem possuir intervalos (aberturas), pelo menos, a cada cinco fileiras de bancos, visando facilitar o acesso ao assento e permitir a passagem de um lado para o outro (ver Figuras 5 e 10). Esses intervalos (aberturas) terão uma largura livre, horizontalmente, entre 70 cm a 90 cm (correspondente à largura do patamar). 6.4.8 Os corrimãos devem possuir as terminações (pontas) arredondadas ou curvas. 6.4.9 As escadas com mais de 2,40 m de largura, devem ser subdividas com corrimãos centrais, formando canais de circulação, espaçados a intervalos entre 1,20 m a 1,80 m, sendo que, neste caso, as extremidades devem ser dotadas de balaústres ou outros dispositivos para evitar acidentes. 6.4.10 Os corrimãos devem ser construídos para resistir a uma carga de 900 N (Newton), em qualquer ponto, aplicada verticalmente de cima para baixo e horizontalmente em ambos os sentidos. 6.4.11 Nas escadas comuns e rampas não enclausuradas pode-se dispensar o corrimão, desde que o guarda-corpo atenda também aos preceitos do corrimão, conforme NPT 011/11. 6.4.12 Para escadas de escoamento e circulação de público com largura útil total maior que 3,60 m, é recomendada a colocação de barreiras retardantes antes da chegada às mesmas para um melhor controle e promoção de um ritmo contínuo de público. 6.4.13 As barreiras antiesmagamentos devem ser previstas nas arquibancadas para público em pé, espaçadas em função da inclinação (ver Figura 9), possuindo os seguintes requisitos: a) serem contínuas; b) terem alturas de 1,10 m; c) não possuírem pontas ou bordas agudas. As bordas devem ser arredondadas; d) terem resistência mecânica e distâncias entre barreiras, conforme Figura 9; e) terem sua resistência e funcionalidade testadas, por engenheiro habilitado, antes de serem colocadas em uso, sendo exigido laudo técnico específico com recolhimento de ART; f) serem verificadas antes de cada evento, devendo possuir manutenção constante. 6.4.14 Para maiores informações sobre dimensionamento de guardas e barreiras, consultar a literatura denominada Green Guide (ver item 3 desta NPT).

7 DIMENSIONAMENTO DAS SAÍDAS 7.1 Cálculo da população

12

NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO

7.1.1 As saídas são dimensionadas em função da população máxima no recinto e/ou setor do evento. 7.1.2 A lotação do recinto (população máxima) deve ser calculada obedecendo-se aos seguintes critérios: 7.1.3 Arquibancadas com cadeiras ou poltronas (rebatíveis ou não-rebatíveis): número total de assentos demarcados (observando-se os espaçamentos) . 7.1.4 Arquibancadas sem cadeiras ou poltronas: na proporção de 0,5 m linear de arquibancada por pessoa. 7.1.5 Nos setores destinados ao público em pé, o cálculo se dá pela densidade (D) máxima permitida, de 4 pessoas por m² da área útil destinada aos espectadores (Dmáx. = 4pessoas/m²); contudo, deve-se adotar, para disponibilização de ingressos (lotação real), a densidade (D) de 3 pessoas por m² (D = 3 pessoas/m² - fator de segurança e controle de lotação); 7.1.6 Quando a área do gramado, do campo, da pista, da quadra, da arena de rodeios etc. for usada para espectadores, a densidade máxima deve ser de 3 pessoas por m² (Dmáx. = 3 pessoas/m²), com tempo máximo para evacuação de 5 minutos. Neste caso o dimensionamento das saídas, como fator de segurança, deve atender ao disposto acima (D = 4 pessoas/m²). 7.1.6.1 Para este tipo de uso, as autoridades competentes devem ser consultadas quanto às possíveis restrições. 7.1.6.2 O público do gramado deve ser computado no dimensionamento das saídas permanentes do recinto. 7.1.7 No caso de camarotes que não possuam cadeiras fixas, a densidade (D), para fins de cálculo, é de 2,5 pessoas por m² da área bruta do camarote. 7.1.7.1 No caso de camarotes que possuam mobiliários (cadeiras, poltronas, mesas), a população será definida conforme o leiaute. 7.1.8 A organização dos setores com as respectivas lotações deve ser devidamente comprovada pelos responsáveis dos respectivos eventos, por meio de memorial de cálculo, sendo tais informações essenciais para o dimensionamento das rotas de fuga. 7.1.9 Nos setores de público em pé, medidas de segurança devem ser adotadas, pela organização do evento e pelas autoridades competentes, para se evitar que haja migração de determinadas áreas para outras com maior visibilidade do evento, provocando assim uma saturação de alguns pontos e esvaziamento de outros. Nesse caso, barreiras físicas e outros dispositivos eficazes devem ser usados para se evitar a superlotação de algum setor ou área. 7.1.10 Outros métodos analíticos de cálculo de população, devidamente normalizados ou internacionalmente reconhecidos, podem ser aceitos, desde que sejam devidamente comprovados, pelo responsável técnico, ao Serviço de Segurança contra Incêndio do Corpo de Bombeiros. 7.1.11 Quando verificada por autoridades competentes a necessidade de redução de público em função do risco que o evento oferece, pode ser adotado o critério de redução de público, utilizando-se para tal fim a avaliação da redução do tempo necessário para abandono.

13

NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO

7.1.12 É vedada a utilização das áreas de circulação e rotas de saída para o cômputo do público 7.2 Tempo de saída 7.2.1 O tempo máximo de saída é usado, em conjunto com a taxa de fluxo (F) para determinar a capacidade do sistema de saída da área de acomodação do público para um local de segurança ou de relativa segurança (ver Capítulo 4 – Definições). Nota: Não inclui, assim, o tempo total necessário para percorrer a circulação inteira de saída (do assento ao exterior). 7.2.2 Nas áreas de arquibancadas externas (baixo risco de incêndio, ver NPT 014/11 – Carga de incêndio), o tempo máximo de saída, nos termos desta NPT, será de 8 minutos (ver Figura 13). Caso a arquibancada seja interna (local fechado), o tempo máximo será de 6 minutos (ginásios poliesportivos, por exemplo). 7.2.3 Nas áreas internas destinadas a usos diversos, com presença de carga de incêndio (por exemplo: museus, lojas, bibliotecas, camarotes, cabines de imprensa, estúdios, camarins, administração, estacionamentos, restaurantes, depósitos, área de concentração dos atletas ou artistas e outros), as saídas devem ser dimensionadas conforme NPT 011/11. Contudo, caso sejam instalados, nesses locais, sistemas de chuveiros automáticos e detecção automática de incêndio, se aceita o dimensionamento conforme esta NPT, devendo adotar tempo de saída de 2,5 minutos. 7.2.4 Nas áreas usadas para eventos temporários tais como: gramado, campo de jogo, arena, pista, quadra, praças e similares (quando usados para o público), o tempo de saída máximo será de 5 minutos. 7.2.5 Em certas circunstâncias pode ser necessário aplicar um tempo de egresso menor do que o estabelecido, por exemplo, se for constatado pelos responsáveis, em observação regular, que os espectadores ficam agitados, frustrados ou estressados, em menos tempo do que o período préestipulado para a saída completa do setor. 7.2.6 Para os locais cuja construção consista em materiais não-retardantes ao fogo, o tempo máximo de saída não poderá ser superior a 2,5 minutos. 7.2.7 Para definição da lotação máxima e disponibilização de ingressos de cada setor, deverá ser considerada, para cada evento, a possibilidade de redução do público em função da necessidade de divisão de setores, por parte das autoridades, e em função de possíveis áreas de risco verificadas em vistoria. 7.2.8 Caso os espectadores, no dimensionamento ou em testes práticos, não consigam sair do setor dentro de tempo estipulado, por algum motivo (exemplo: divisão de setores, insuficiência de saídas etc.), então, uma redução da capacidade final do(s) setor(es) deve ser avaliada pelos responsáveis pela edificação. 7.2.9 Para diminuir o tempo de saída, podem ser adotadas medidas como limitar a lotação no setor, aumentar as saídas, redirecionar o fluxo dos espectadores para outras saídas não saturadas etc. 7.2.10 É vedada a utilização das áreas de circulação e rotas de saída para o cômputo do público. Nota: Deve-se também ser considerado que alguns espectadores, em certas circunstâncias, ficarão na área de acomodação para olharem placares, ouvirem anúncios adicionais, ou simplesmente esperando a multidão

14

NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO

dispersar-se. Assim, levará um tempo maior que 8 minutos para deixarem o local. Esta prática não deve ser considerada na determinação do tempo de egresso. 7.3 Distâncias máximas a serem percorridas 7.3.1 As distâncias máximas de percurso para o espectador, partindo de seu assento ou posição, tendo em vista o tempo máximo de saída da área de acomodação e o risco à vida humana, são: a) 60 m para se alcançar um local de segurança ou de relativa segurança (ver Capítulo 4 – Definições); b) 30 m até o patamar de entrada do “vomitório” mais próximo. Para edificações existentes, aceita-se até 40 m; c) 10 m para se alcançar um acesso radial (ver Figura 7), para estádios e similares, e 7 m para arquibancadas provisórias, ginásios cobertos e similares; d) Nos casos de eventos temporários em locais descobertos, a distância máxima a ser percorrida não poderá ser superior a 120 m. 7.4 Dimensionamento das saídas de emergência parâmetros relativos ao escoamento de pessoas 7.4.1 Para dimensionar o abandono de uma edificação, deve ser utilizada a taxa de fluxo (F) que é o indicativo do número de pessoas por minuto que passam por determinada largura de saída (pessoas/minuto). 7.4.2 Siglas adotadas: P = população (pessoas); E = capacidade de escoamento (pessoas); D = densidade (pessoas por m²); F = taxa de fluxo (pessoas por minuto); L = largura (metro). 7.4.3 O dimensionamento será em função do fluxo de pessoas por minuto (pessoas/minuto) que passam por uma circulação de saída. O fluxo a ser considerado nesta NPT deve ser conforme as taxas abaixo: a) nas escadas e circulações com degraus: 66 pessoas por minuto por metro (79 pessoas por minuto, para uma largura de 1,20m). Aceita-se, para edificações existentes, o valor de 73 pessoas/minuto/metro; b) nas saídas horizontais (rampas, portas, corredores): 83 pessoas por minuto por metro (99 pessoas por minuto, para largura de 1,20 m). Aceita-se, para edificações existentes, o valor de 109 pessoas/minuto/metro.

7.4.3.1 Caso o cálculo resultar em valor fracionado de pessoas, adota-se o número inteiro imediatamente inferior. Por exemplo: 97,5 pessoas (valor de cálculo)adota-se como resultado final o valor de 97 pessoas. 7.4.4 Exemplos de dimensionamentos:

15

NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO

7.4.4.1 Exemplo 1: Arquibancada para público em pé em estádio existente – considerando um setor de arquibancadas com dimensões de 20 m de frente por 18 m de profundidade (área útil para público em pé). Determinar a largura dos acessos radiais para a população deste setor: a) densidade máxima (D): 4 pessoas por m²; b) cálculo da população (P) total: P = 20 x 18 x (D) P = 20 x 18 x (4) = 1440 pessoas; c) fluxo (F) nos acessos radiais = 73 pessoas por minuto por metro (estádio existente); d) tempo (T) de saída do setor = máximo de 8 minutos (estádio); e) capacidade de escoamento (E) por metro: E = F x T = 73 x 8 = 584 pessoas por metro; f) largura necessária = 1440 / 584 = 2,47 metros, no mínimo. 7.4.4.2 Exemplo 2: Arquibancada para público sentado em estádio novo (assentos individuais), considerando um setor de arquibancadas com dimensões de 20 m de frente por 28,80 m de profundidade. Determinar o número necessário de acessos (considerar os acessos com largura de 1,40 m): a) largura (L) mínima dos patamares: L = 0,80 m (assentos fixos); b) espaçamento entre assentos = 0,50 m; c) quantidade de assentos por patamar: 20m/0,50 m = 40 assentos; d) quantidade de patamares (filas de assentos): 28,80 m / 0,80 m = 36 patamares totais; e) cálculo da população: P = 36 x 40 = 1440 pessoas; f) fluxo (F) nos acessos radiais (F = 66 pessoas minuto por metro, ou 92 pessoas para uma largura de 1,40 m); g) tempo (T) de saída do setor = máximo de 8 minutos (estádio); h) capacidade de escoamento (E) para cada acesso de 1,40 m: E = F x T = 92 x 8 = 736 pessoas; i) quantidade de acessos necessários (P / E) = 1440 / 736 = 2 acessos de 1,40 m cada (um acesso em cada extremidade do setor). 7.4.4.3 Exemplo 3: Largura das saídas horizontais e verticais – considerando um estádio novo com capacidade máxima de 65.000 espectadores, dimensionar a largura total das saídas. 7.4.4.3.1 Para saídas horizontais (corredores e portas): a) fluxo (F) nas saídas horizontais = 83 pessoas por minuto por metro; b) tempo (T) de saída dos setores = máximo de 8 minutos; c) capacidade de escoamento (E) metro: E = F x T = 83 x 8 = 664 pessoas; d) largura total das saídas horizontais necessárias: 65.000 / 664 = 98 metros, distribuídos de forma a atender aos requisitos desta NPT (divisão por setores, larguras mínimas, caminhamento máximo etc.). 7.4.4.3.2 Para saídas verticais (escadas):

16

NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO

a) fluxo (F) nas saídas horizontais = 66 pessoas por minuto para cada metro; b) tempo (T) de saída dos setores = máximo de 8 minutos; c) capacidade de escoamento (E) por metro: E = F x T = 66 x 8 = 528 pessoas; d) largura total das escadas: 65.000 / 528 = 123 metros de escadas, distribuídos de forma a atender aos requisitos desta NPT (divisão por setores, larguras mínimas, caminhamento máximo etc.).

8 MEDIDAS ESPECÍFICAS 8.1 Sala de comando e controle 8.1.1 Na edificação, deve-se prever uma sala em local estratégico, que possa dar visão completa de todo recinto (setores de público, campo, quadra, arena e outros), devidamente equipada com todos os recursos de informação e de comunicação disponíveis no local, incluindo controle de acesso. 8.1.1.1 Nesta sala, devem-se interligar os sistemas de monitoramento, de som e de alarmes (incêndio e segurança) existentes no recinto. 8.1.1.2 A sala de comando e controle funcionará como posto de comando integrado das operações desenvolvidas em situação de normalidade, sendo que em caso de emergência, deve-se avaliar o melhor local para destinação do posto de comando. 8.1.2 Sonorização 8.1.2.1 Os recintos devem ser equipados com sistema de sonorização, setorizados, que permita difundir, em caso de emergência, aviso de abandono ao público e acionar os meios necessários de socorro. 8.1.2.2 Os equipamentos de sonorização devem ser conectados a sistemas autônomos de alimentação elétrica para que, no caso de interrupção do fornecimento de energia, sejam mantidos em funcionamento por período mínimo de 120 minutos. 8.1.2.3 Antes do início de cada evento, o público presente deve ser orientado quanto à localização das saídas de emergência para cada setor e sobre os sistemas de segurança existentes. 8.2 Acesso de viaturas 8.2.1 Deve-se prever no recinto acesso e saída adequados aos serviços de emergência (incluindo o local da prática desportiva: arena, campo, quadra, pista etc.), obedecendo aos critérios da NPT 006/11 – Acesso de viatura na edificação e áreas de risco. 8.2.2 As vias de acesso e saída dos serviços de emergência devem ser separadas dos acessos e saídas usadas pelo público. 8.2.3 Devem ser garantidos dois acessos de veículos de emergência junto ao campo, em lados ou extremidades opostas, viabilizando a remoção de vítimas.

17

NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO

8.2.4 Deve ser reservada e devidamente sinalizada, área destinada a viaturas de emergência, com dimensões mínimas de 20 m de comprimento por 8 m de largura, em local externo, adjacente ao estádio e próximo a um dos portões de acesso ao campo.

8.3 Proteção passiva 8.3.1 Os elementos estruturais dos recintos devem apresentar resistência mecânica compatível com as ações e as solicitações a que são sujeitos (conforme normas da ABNT), bem como, devem possuir resistência ao fogo, suficiente para o abandono seguro dos ocupantes e para as ações de socorro (conforme NPT 008/11 – Resistência ao fogo dos elementos de construção). 8.3.2 A estabilidade estrutural da edificação deve ser comprovada em laudo técnico específico, emitido por profissional capacitado e habilitado. 8.3.3 As áreas internas da edificação (depósitos, escritórios, museus, lojas, sala de imprensa, áreas técnicas, bibliotecas, camarins, administração, estacionamentos, restaurantes, área de concentração dos atletas ou artistas e outras áreas similares) devem ser devidamente compartimentadas das áreas de público e circulações de saída com elementos resistentes ao fogo (ver NPT 009/11 Compartimentação horizontal e compartimentação vertical). Essa compartimentação pode ser substituída por sistemas de chuveiros automáticos e de detecção automática de incêndio. 8.3.4 Os dutos e “shafts” (horizontais ou verticais) das instalações em geral do recinto devem ser devidamente selados, quando atravessarem qualquer elemento de construção (em especial paredes e lajes), mantendo-se assim a compartimentação dos espaços, o isolamento dos locais e a proteção das circulações (ver NPT 009/11). 8.3.5 A reação ao fogo dos materiais utilizados nos acabamentos, nos elementos de decoração e no mobiliário principal fixo deve ser controlada para limitar o risco de deflagração e a velocidade do desenvolvimento do incêndio. 8.4 Instalações elétricas 8.4.1 As instalações elétricas e o sistema de proteção contra descargas atmosféricas devem atender aos requisitos previstos, respectivamente, na NBR 5410 (Instalações elétricas de baixa tensão) e NBR 5419 (Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas). 8.4.2 Os circuitos que alimentam os sistemas ou serviços de segurança devem ser devidamente protegidos contra a ação do fogo e fumaça, conforme as prescrições contidas na NPT 041/11 – Inspeção visual em instalações elétricas de baixa tensão. 8.5 Brigada de incêndio 8.5.1 Os critérios para constituição da brigada de incêndio dos recintos devem ser estabelecidos em conformidade com a NPT 017/11 – Brigada de incêndio.

8.6 Equipamentos de segurança contra incêndio 8.6.1 Os equipamentos de segurança contra incêndio dos recintos devem ser projetados de acordo com o CSCIP-CBMPR e respectivas Normas de Procedimentos Técnicos, devendo considerar os riscos específicos a serem protegidos e as adaptações admitidas neste capítulo. 18

NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO

8.6.1.1 Os responsáveis pelo evento deverão disponibilizar chaves mestras, na sala de comando e controle e no posto de comando integrado, para abertura de todos os locais de acesso restrito que contenham equipamentos de combate a incêndio, bem como manter os integrantes da brigada de incêndio e da segurança com cópia da chave mestra, próximo aos locais de uso. 8.6.2 Extintores 8.6.2.1 A proteção por extintores deverá atender aos parâmetros da NPT 021/11, admitindo-se as adaptações abaixo. 8.6.2.2 Nos locais de acesso de público para assistência aos espetáculos desportivos, os extintores, devem ser instalados em armários, em locais de acesso restrito à brigada de incêndio e ao pessoal de segurança, com percurso máximo (caminhamento) de 35 m para se alcançar um armário. Estes locais, quando trancados, deverão possuir chave mestra. 8.6.2.3 As áreas de acomodação do público (arquibancadas) estão isentas da instalação de extintores de incêndio e do caminhamento do item anterior. 8.6.2.4 Nos locais administrativos, vestiários, bares, restaurantes, museus, lojas, cabines de rádios, camarotes, sala de imprensa, estacionamentos cobertos e demais áreas onde não há presença de espectadores, deve-se atender às prescrições da NPT 021/11. 8.6.3 Sistema de Hidrantes 8.6.3.1 A proteção por hidrantes deverá atender aos parâmetros da NPT 022/11, admitindo-se as adaptações abaixo. 8.6.3.2 Nos locais de acesso de público, os hidrantes poderão ser instalados em locais de acesso restrito ao Corpo de Bombeiros e à Brigada de Incêndio, em armários próprios, com chave mestra. 8.6.3.3 As áreas de acomodação do público (arquibancadas, cadeiras, sociais e similares) estão isentas da instalação de hidrantes, devendo ser cobertas pelos hidrantes instalados nas circulações de acesso, permitindo-se adotar até 60 m de mangueiras (dividido em lances de 15 metros). Nas demais áreas adota-se as prescrições da NPT 022/11. 8.6.4 Sistema de iluminação de emergência 8.6.4.1 A proteção pelo sistema de iluminação de emergência é obrigatória em todos os eventos, devendo atender às prescrições da NPT 018/11 - Sistema de iluminação de emergência. 8.6.4.2 O sistema de iluminação e os demais sistemas de emergência devem possuir duas fontes alternativas de energia, sendo recomendado o uso de grupo motogerador. 8.6.4.3 Nos recintos com capacidade acima de 5.000 espectadores é obrigatória a instalação de grupo motogerador de energia, para a manutenção de todos os sistemas elétricos de segurança (emergência). 8.6.4.4 A iluminação do espetáculo esportivo deve ser mantida acesa até a saída total do público, devendo seu desligamento ser efetuado apenas após consulta ao Posto de Comando. 8.6.5 Sistema de detecção e alarme de incêndio 19

NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO

8.6.5.1 O sistema de detecção e alarme de incêndio deve ser setorizado e monitorado pela central de segurança, atendendo às prescrições da NPT 019/11 – Sistema de detecção e alarme de incêndio. 8.6.5.2 Os acionadores manuais de alarme devem ser instalados junto aos hidrantes. Os avisadores sonoros, nas áreas de acomodação e de circulação do público, devem ser substituídos por sistema de som audível. 8.6.5.3 Junto à central de alarme e na sala de comando e controle, deverá ser instalado microfone conectado ao sistema de som do recinto. 8.6.5.4 As áreas técnicas, depósitos, museus, lojas, subsolos, shafts, dutos, espaços confinados e outras áreas similares devem ser protegidas por detecção automática de incêndio. 8.6.6 Sinalização de emergência e geral 8.6.6.1 O sistema de sinalização de emergência é obrigatório em todos os eventos, conforme parâmetros da NPT 020/11 (Sinalização de emergência). 8.6.6.2 Todas as saídas, as circulações, os acessos, os setores, os blocos, os equipamentos de segurança, os riscos específicos, as áreas de acomodação do público, os serviços de socorro e as orientações em geral devem ser devidamente sinalizadas e visíveis, atendendo aos objetivos desta NPT. 8.6.6.3 Devem ser instaladas, em todos os acessos de entrada do recinto, placas indicativas da capacidade total de público, e nas entradas dos setores, placas indicativas da capacidade de público do respectivo setor (ver Figura 15). 8.7 Devem ser fixados, em locais visíveis do estádio, mapas indicando: a) a localização atual do usuário no estádio; b) as duas saídas de emergência mais próximas; c) o caminhamento para atingir essas saídas; d) telefones da central de segurança do estádio; e) outras informações úteis. 8.8 Gás combustível (GLP e GN) 8.8.1 O uso de GLP ou de GN deve atender aos requisitos da NPT 028/1 - Manipulação, armazenamento, comercialização e utilização de gás liquefeito de petróleo (GLP) ou da NPT 029/11 – Comercialização, distribuição e utilização de gás natural, respectivamente. 8.8.2 Não é permitido o uso de gás combustível nos locais de vendas, nas áreas de acomodação e circulação do público. 8.9 Subsolos 8.9.1 Os subsolos que possuírem ocupações distintas de estacionamento de veículos (subsolos ocupados) devem atender às exigências adicionais contidas no CSCIP-CMBPR , principalmente

20

NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO

quanto às medidas de controle de fumaça; chuveiros automáticos; rotas de fuga; detecção automática de incêndio e compartimentação. 8.10 Controle de acesso 8.10.1 Em todos os eventos, com áreas delimitadas, devem ser instalados mecanismos de controle de acesso de público (catracas reversíveis ou outros dispositivos de controle, desde que aprovados pelas autoridades competentes), de forma a se garantir a lotação prevista no projeto. Este controle é responsabilidade dos organizadores do evento. 8.10.2 É vedada a realização de eventos com entrada franca, em recintos com áreas delimitadas, sem o devido controle de acesso e da lotação máxima.

9 EDIFICAÇÕES DE CARÁTER TEMPORÁRIO 9.1 Além dos critérios estabelecidos nesta NPT, as edificações ou eventos cuja infra-estrutura seja de caráter temporário (desmontável), conforme o disposto na NPT 001/11 – Procedimentos administrativos, devem atender ainda aos requisitos abaixo. 9.1.1 Os espaços vazios abaixo das arquibancadas não podem ser utilizados como áreas úteis, tais como depósitos de materiais diversos, áreas de comércio, banheiros e outros, devendo ser mantidos limpos e sem quaisquer materiais combustíveis durante todo o período do evento. 9.1.2 Os vãos (espelhos) entre os assentos das arquibancadas que possuam alturas superiores a 0,3 m devem ser fechados com materiais de resistência mecânica análoga aos guarda-corpos, de forma a impedir a passagem de pessoas. 9.1.3 Em ocupações temporárias (desmontáveis) são aceitos pisos em madeira na rota de fuga, desde que possuam resistência mecânica compatível, características antiderrapantes e sejam afixados de forma a não permitir sua remoção sem auxílio de ferramentas. 9.1.4 Os circuitos elétricos e fiação do sistema de iluminação de emergência devem ser instalados em conformidade com a NPT 018/11 – Iluminação de emergência e as demais instalações elétricas e o sistema de proteção contra descargas atmosféricas devem atender aos requisitos previstos, respectivamente, na NBR 5410 e NBR 5419. 9.1.5 Nos locais destinados aos espectadores e rotas de fuga todas as fiações e circuitos elétricos devem estar embutidos, além de devidamente isolados. 9.1.6 Nas barreiras ou alambrados que separam área do evento dos locais de público devem ser previstas passagens que permitam aos espectadores sua utilização em caso de emergência, mediante sistema de abertura acionado pelos componentes do serviço de segurança ou da brigada de incêndio. 9.1.7 Os recintos devem ser servidos por, no mínimo, duas vias de acesso que permitam a aproximação, estacionamento e a manobra das viaturas do Corpo de Bombeiros e atender aos demais requisitos preconizados na NPT 06/11 – Acesso de viaturas na edificação e áreas de risco. 9.1.8 Os elementos estruturais dos recintos devem apresentar resistência mecânica compatível com as ações e solicitações a que são sujeitos, levando-se em consideração, inclusive, a resistência e comportamento do solo que receberá as cargas, as ações das intempéries e ventos.

21

NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO

9.1.9 As Anotações de Responsabilidade Técnicas (ART) referentes às arquibancadas e outras montagens, conforme requerido pela NPT 001/11, devem também abranger os requisitos acima descritos. 9.1.10 Os materiais utilizados nos acabamentos, elementos de decoração, coberturas flexíveis (lonas) e no mobiliário principal devem ser especificados de forma a restringir a propagação de fogo e o desenvolvimento de fumaça, com a devida comprovação por meio de documentação pertinente. 9.1.11 Os elementos de suporte estrutural das tendas ou outras coberturas flexíveis devem possuir as mesmas características de resistência e/ou retardo de fogo, de forma a garantir a necessária evacuação do público. 9.1.12 Deverão ser apresentadas as Anotações de Responsabilidade Técnica (ART) referentes às estruturas provisórias (palcos, arquibancadas, tendas, camarotes, estruturas suspensas e outros), instalações elétricas (iluminação, sonorização, grupo motogerador e outros), equipamentos e outros. 9.1.13 Deverão ser garantidos dois acessos de veículos de emergência com dimensões mínimas de 4 metros de largura e 4,5 metros de altura até o espaço de concentração de público (campo, arena ou outros), em lados ou extremidades opostas, viabilizando a remoção de vítimas. 9.1.14 Em eventos realizados em pistas, campos, praças e similares, com previsão de público em pé, que possuam locais de concentração de público acima de 10.000 pessoas, devem ser previstos corredores de acesso aos componentes do serviço de segurança ou da brigada de incêndio, com largura mínima útil (livre e desimpedidas) de 2,50 m. 9.1.14.1 Estes competentes. corredores de acesso deverão ser previamente definidos pelas autoridades

10 EDIFICAÇÕES EXISTENTES 10.1 As ocupações enquadradas no item 2.1 desta Instrução Técnica, consideradas existentes nos termos do CSCIP-CBMPR, e que não permitam, pelas suas características, as adequações previstas nesta NPT, devem ser analisadas em Comissão Técnica no tocante à exigência tecnicamente inviável. 10.2 O responsável técnico pelo pedido de parecer técnico deve apresentar as justificativas quanto à impossibilidade do atendimento dos requisitos desta NPT, devidamente embasadas tecnicamente, e propor medidas alternativas, de forma a garantir o abandono seguro das pessoas e a intervenção do socorro público de maneira rápida e segura em caso de emergência.

11 PRESCRIÇÕES DIVERSAS 11.1 O responsável pelo evento, o administrador da edificação ou o gerente de operações deve apresentar no Corpo de Bombeiros, o Plano de Emergência, contemplando, dentre outras medidas, o planejamento de abandono do público em emergências. 11.2 Devem ser instalados postos de atendimento pré-hospitalar em pontos distintos do recinto, atendendo às normas pertinentes.

22

NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO

11.3 Recomenda-se que seja reservada e devidamente sinalizada, uma área para pouso de aeronaves de emergência, com dimensões mínimas de 30 m x 30 m, observando o prescrito nas normas pertinentes. 11.4 O organizador do evento deverá estar atento às recomendações das autoridades federais, estaduais e municipais que poderão evidenciar outras limitações em decorrência dos efeitos dos impactos ambientais e urbanos gerados pelo evento. 11.5 O atendimento às exigências contidas nesta Norma de Procedimento Técnico não exime o responsável pela edificação ou evento da responsabilidade do atendimento a outras normas, legislações e medidas de segurança específicas, como a instalação de locais adequados para o atendimento médico de urgência e o emprego de pessoal qualificado para tal, dentre outras.

23

NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO

Figura 1 Detalhe do comprimento e número máximo de assentos

Acesso 1,20m Largura Máxima 10m Largura Máxima 20m Acesso lateral

Acesso Largura mínima 1,20m

Acesso

Acesso radial

Acesso radial

Barreira

Acesso lateral

Acesso radial Acesso

Área de atividade (evento)

Fonte: CBPMESP e ARENA, com base no “Green Guide”

24

NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO

Figura 2 Barreiras, guarda-corpos e corrimãos centrais: cargas de projeto, alturas e disposições

Corrimão auxiliar de apoio na entrada das fileiras. Altura: 80cm a 92cm Carga: 1,0 kN/m Guarda-corpos laterais alinhados paralelamente com a direção do movimento de pessoas. Altura: 1,10m Carga: 2,0 kN/m

Corrimão Central nas escadas entre assentos. Altura: 80cm a 92cm Carga: 1.0 kN/m

Guarda-corpos nas escadas, perpendiculares ou oblíquos à direção do movimento de pessoas. Altura: 1,10m Carga: 3,0 kN/m

Guarda-corpos nos pés dos corredores. Altura: 1,10m Carga: 3,0 kN/m

CAMPO DE JOGO ACESSOS
Guarda-corpos ao lado das escadas alinhados com a direção do movimento. Altura: 1,10m Carga: 2,0 kN/m

Guarda-corpos a 55 cm (mínimo) da fileira dos assentos fixos ou da arquibancada em nível mais baixo. Altura: 1,10m Carga: 1,5 kN/m

Guarda-corpos atrás da fileira dos assentos. Altura: 1,80m acima dos níveis dos assentos ou da arquibancada em nível mais elevado. Carga: 1,0 kN/m

Guarda-corpos adjacentes à fileira dos assentos. Altura: 1,10m Carga: 1,0 kN/m

Fonte: CBPMESP e ARENA, com base no “Green Guide”

25

NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO

Figura 3 Detalhe das dimensões dos assentos e dos patamares

Fonte: CBPMESP e ARENA, com base no “Green Guide”

26

NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO

Figura 4 Dimensões dos corrimãos e guarda-corpos das escadas

30 cm

Ver detalhe

110cm 92cm 92cm

110cm

92 cm

92 cm

Mín 1,20m Máx 1,80m

Nota:

30 cm

a) Verificar também os itens sobre guarda-corpos e corrimãos desta norma.

Fonte: CBPMESP e ARENA, com base no “Green Guide”

27

com base no “Green Guide” 28 . para instalações esportivas existentes.80m Mín. Mínimo 75cm. para instalações esportivas existentes.10m Se H 2.10m = Altura = 1. Fonte: CBPMESP e ARENA. Verificar outras variações e exigências no texto da norma.10m = Setores com inclinação superior ou igual a 32º A Nível do Assento Altura = 1. Mínimo 80cm .para instalações esportivas novas. para instalações esportivas novas. Mínimo 35cm.NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Figura 5 Detalhe dos assentos nos patamares e guarda-corpos (barreiras) Altura mínima: Se H 2. 70cm altura mínima 110 cm largura mínima 55 cm H 1º Fileira B Nota: A B Mínimo 40cm.

com base no “Green Guide” 29 .NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Figura 6 Corrimãos centrais e laterais CORRIMÃOS CORRIMÃO CENTRAL (Mín: 2 Fileiras .Máx: 4 Fileiras) guarda-corpos ABERTURA (1 fileira) guarda-corpos guarda-corpos guarda-corpos guarda-corpos CORRIMÃOS guarda-corpos guarda-corpos CORRIMÃO LATERAL AUXILIAR (1/2 fileira) guarda-corpos guarda-corpos guarda-corpos guarda-corpos guarda-corpos Fonte: CBPMESP e ARENA.

com base no “Green Guide” 30 .NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Figura 7 Detalhe de patamares para público em pé Fonte: CBPMESP e ARENA.

20m PAREDE OU DIVISA 31 .30m para edificações novas .NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Figura 8 Distâncias a percorrer e acessos Máxima distância até a entrada do "vomitório": .40m para edificações existentes Largura Mínima 1.20m ÁREA EXTERNA CAMPO DE JOGO Largura máxima 20 m "vomitório" Largura Mínima 1.20m "vomitório" Largura Mínima 1.20m Largura máxima 10 m Largura Mínima 1.

com base no “Green Guide” 32 .NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Figura 9 Barreiras antiesmagamento – posição e resistência mecânica Fonte: CBPMESP e ARENA.

NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Figura 10 Barreiras antiesmagamento – contínuas e não-contínuas Fonte: CBPMESP e ARENA. com base no “Green Guide” 33 .

NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Figura 11 Perspectiva de vomitório padrão Fonte: CBPMESP e ARENA. com base no “Green Guide” 34 .

NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Figura 12 Perspectiva de corrimãos centrais e laterais Fonte: CBPMESP e ARENA. com base no “Green Guide” 35 .

NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Figura 13 Saídas e escoamento do público Fonte: CBPMESP e ARENA. com base no “Green Guide” 36 .

Para efeito de cálculo de dimensionamento dos obstáculos adotar a seguinte fórmula: 2 (A + B) = 2C / 3 OU (A + B)= C/3 Fonte: CBPMESP e ARENA. com base no “Green Guide” 37 .10m B B A A Mínimo: 1.20m.Altura mínima de 1.Largura mínima de A ou B deve ser 1.NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Figura 14 Obstáculos na entrada de acesso ÁREA EXTERNA Obstáculos: .De Concreto ou Metálico . não pode ser superior a 3m de largura. sendo somados A + B.20m ÁREA INTERNA DE CIRCULAÇÃO C= Variável Notas: . .

NPT 012 – CENTROS ESPORTIVOS E DE EXIBIÇÃO – REQUISITOS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO Figura 15 Sinalização de lotação Fonte: CBPMESP 38 .

Áreas típicas de escape para quatro tipos de PCF B .Condições para instalação de casa de máquinas de pressurização no pavimento de cobertura D . 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS 1 .Modelo de cálculo de vazão do sistema de pressurização de escada 1 OBJETIVO 1.Condições para não se revestir os dutos metálicos de sucção e/ou pressurização E .1 Estabelecer os requisitos mínimos necessários para o dimensionamento da pressurização de escadas de segurança em edificações.Resumo de exigências para os diversos tipos de edificações com sistemas de pressurização C . de modo a permitir a fuga dos ocupantes de uma edificação no caso de incêndio. 1.Níveis de pressurização Tabela 2 . Esse sistema também pode ser acionado em qualquer caso de necessidade de abandono da edificação.Tabela 1 .2 Manter as escadas de emergência livres da fumaça.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 013 Pressurização de escada de segurança CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão:02 Norma de Procedimento Técnico 32 páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 Objetivo Aplicação Referências Normativas e Bibliográficas Definições Procedimentos ANEXOS – TABELAS A . 2 APLICAÇÃO Esta Norma de Procedimento Técnico (NPT) aplica-se a todas as edificações descritas no Anexo B.Esquema geral do sistema de pressurização (com duto no interior da escada) F .

1. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos desta Norma de Procedimento Técnico aplicam-se as definições constantes da NPT 003/11 .publicação 201-90 .1 Princípio geral da pressurização a) considera-se um espaço pressurizado quando este receber um suprimento contínuo de ar que possibilite manter um diferencial de pressão entre este espaço e os adjacentes.  NBR 9050 .  NBR 16401 – Instalações de ar-condicionado – Sistemas centrais e unitários.AMCA 203. Ventilating. AMCA-210 e o Manual da AMCA “Fans and Systems” . Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo. 5 PROCEDIMENTOS 5.  NBR 17240 . que conduzem o ar para o exterior da edificação.Sistemas de detecção e alarme de incêndio BS-5588-4 (British Standards Institution) – Pressurização de escadas de segurança. and Air-Conditioning. HVAC System Duct Design.  SMACNA (Sheet Metal and Air Conditioning Contractors’ National Association) Publications HVAC Duct Construction .1 Conceitos básicos do sistema de pressurização 5. Inc.  ASHRAE (American Society of Heating.que trata da adequação das edificações e do imobiliário urbano à pessoa deficiente – Procedimento.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA  Instrução Técnica nº 13/2011 – Pressurização de Escada de Segurnaça. preservando-se um fluxo de ar através de uma ou várias trajetórias de escape. pela literatura Field Performance Measurement of Fan System.  HVAC (Heating.  Norma ISO 6944 .) . HVAC Air Duct Leakage Test Manual.  NBR 11742 – Porta corta-fogo para saída de emergência.“O fator do efeito do sistema” (System Effect Factor) e suas tabelas.Fire Resistance Tests – Ventilation Ducts ou similar.Terminologia de segurança contra incêndio.Recomendação Técnica DW/143 da Heating and Ventilation Contractors’ Association (HVAC).  AMCA (Air Movement and Control Association International. Refrigerating and Air-Conditioning Engineers) Handbook . and Refrigeration) Publications . 2 .  NBR 14880 – Saídas de emergência em edifícios – Escada de Segurança – Controle de fumaça por pressurização.Sistemas de iluminação de emergência.Normas ASNI / ASHRAE 51.  NBR 10898 .  NBR 9077 – Saídas de emergência em edifícios.Metal and Flexible.  NBR 13768 – Acessórios destinados à porta corta-fogo para saída de emergência – requisitos.

5.1. 5.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA b) para a finalidade prevista nesta NPT. 5.1.1. 5.2 Os edifícios utilizados por crianças. ou mmH2O (milímetro de coluna d’água) Potência = CV (Cavalo Vapor) ou HP (Horse Power) Temperatura em Graus Celsius = ºC Altura da Edificação ( h ) = m 5.2.1. 5.1.1.2. o diferencialde pressão deve ser mantido em nível adequado para impedir a entrada de fumaça no interior da escada.4 Unidades adotadas Toda e qualquer proposta de sistema de pressurização deve seguir os critérios de apresentação e desenvolvimento de acordo com o estabelecido abaixo: Vazão ( Q ) = m³/s Velocidade ( V ) = m/s Área ( A ) = m² Pressão ( P ) = Pa ( Pascal ).2.5.5.1. apesar da força criada pelo diferencial de pressão. considerando-se todas as PCF (portas corta-fogo) de acesso à escada.3 Recomenda-se dar preferência para a opção do sistema de 2 estágios. na condição fechadas.5 Níveis de pressurização adotados 5. com previsão para um nível maior de pressurização que entra em funcionamento em uma situação de emergência. c) o método estabelecido nesta NPT também se aplica às escadas de segurança com pavimentos abaixo do piso de descarga. idosos e ou pessoas incapacitadas precisam de considerações especiais. 3 . para que se mantenha um nível mínimo de proteção em permanente operação. b) ar externo suprido mecanicamente. para funcionamento contínuo. a fim de assegurar que as PCF possam ser abertas. d) fonte de energia garantida.2 Pressurização de 1 ou 2 estágios O sistema de pressurização pode ser projetado de duas formas: 5.3 Elementos básicos de um sistema de pressurização São elementos básicos de um sistema de pressurização: a) sistema de acionamento e alarme. c) trajetória de escape do ar.2 Sistema de 2 estágios: incorporar um nível baixo de pressurização. bem como propiciar a renovação de ar no volume da escada.1.1 Sistema de 1 estágio: para operar somente em situação de emergência. 5.1 O nível de pressurização utilizado para fins de projeto não deve ser menor que o apresentado na Tabela1 do Anexo A desta NPT e não deve ultrapassar o limite de 60 Pa.1.

5.6 abaixo: escape de ar com todas as portas do espaço pressurizado na condição fechadas (equação2).1 Cálculo do suprimento de ar Para determinação do primeiro valor de suprimento de ar necessário para obtenção de um diferencial de pressão entre o ambiente a ser pressurizado e os ambientes contíguos.3 Para obtenção dos níveis de pressurização. a partir da velocidade e vazão. Devem constar também a velocidade do fluxo de ar em todos os trechos e acessórios.6. c) a velocidade do fluxo de ar em todo o trecho de captação deve ser de. A área de restrição é determinada pelo escape de ar para fora do espaço a ser pressurizado. devidamente justificada. no interior dos espaços pressurizados. Vazão de ar (condição padrão de ar com densidade de 1. ou seja. devem ser avaliadas as perdas de carga localizadas em todos os componentes de captação e distribuição do sistema (dutos. no máximo. e escape de ar considerando as portas na condição abertas. dampers. joelhos. atendendo as seguintes condições: a) desenvolvimento do cálculo do suprimento de ar necessário considerando as duas situações previstas no item 5. Essa equação depende diretamente da área de restrição e do diferencial de pressão entre os ambientes contíguos. na determinação da capacidade de vazão e pressão dos motoventiladores.1. 8 m/s e.1. 50 Pa.6. que devem estar dentro dos limites estipulados nesta NPT. Equação 1: Q = 0. b) desenvolvimento do cálculo das perdas de carga ao longo da rede de captação e distribuição ar. rugosidades das superfícies internas dos dutos etc. saídas dos motoventiladores. adotar parâmetros do manual da ASHRAE (American Society of Heating. grelhas. venezianas. 5.827 x A x (P)(1/N) Onde: Q é o fluxo de ar (m³/s) A é a área de restrição (m²) P é o diferencial de pressão (Pa) N é um índice que varia de 1 a 2 No caso de frestas em torno de uma PCF. quando se tratar de edificação existente. conforme a quantidade estipulada no Anexo B desta NPT (equação 3). Refrigerating and Air-Conditioning Engineers). No caso de frestas em vãos estreitos. desde que não haja possibilidade técnica de adequação. 4 . No dimensionamento. tais como frestas em torno de janelas.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA 5. O diferencial de pressão é o mínimo estabelecido na Tabela1 do Anexo A desta NPT. pelas frestas ao redor de uma PCF. considerando todas as singularidades. podendo ser aceitas velocidades diferentes.204 kg/m³ ).6 Suprimento de ar necessário 5. N = 1. quando o ar passa. no trecho de distribuição: máximo de 10 m/s quando o duto for construído em alvenaria ou gesso acartonado e de 15 m/s quando o duto for construído em chapa metálica. Tabelas e ábacos de fabricantes de acessórios podem ser considerados para determinação das perdas de carga de singularidades. N = 2.1. deve-se adotar a equação 1.) que devem constar de memorial de cálculo. por exemplo.1.

.

refeitórios.6. considerando-se o número de ocupantes e as dificuldades encontradas para o abandono. depende do tipo de edificação. na quantidade estipulada na Tabela do Anexo B desta NPT. de tal modo que a escada pressurizada não seja utilizada como rota predominante de saída de emergência para esse público. quando do abandono da edificação.0 m/s saindo através das PCF consideradas na condição abertas. d) os critérios para verificação da velocidade do ar a que se referem os itens seguintes são os estipulados no item 5.1. a escada de emergência deve ter seus acessos protegidos por PCF. g) devem ser considerados os vãos e frestas reais de todas as PCF da caixa da escada pressurizada. momentaneamente. deve ser considerada a introdução de vazão de ar suficiente para se obter uma velocidade média do ar. desta NPT) deve ser acrescentada no cálculo do suprimento de ar do sistema de pressurização. se houver grande abertura entre a área pressurizada e os espaços adjacentes. salas de exposição e assemelhados). na quantidade estipulada no Anexo B desta NPT: 1) PCF simples. adiante. produz. 2) PCF duplas. e) o número de PCF. c) a abertura intermitente das PCF. o escape de ar a partir de uma escada ocorre: a) por meio das frestas em torno das PCF (quando essas estiverem fechadas).4 Portas corta-fogo abertas e outras aberturas a) para ser eficaz. sendo inevitável que estas sejam abertas ocasionalmente. a ser utilizado nos cálculos. somadas às perdas pelas frestas das demais PCF consideradas na condição fechadas.6.3 Áreas de escape a partir de uma escada pressurizada. uma perda de pressão no interior da escada. De maneira geral. A pressurização projetada não pode ser mantida. Esse critério deve ser desconsiderado quando o local de reunião de público estiver no piso de descarga (térreo ou nível com saída direta para o exterior) ou em mezaninos do piso térreo com acessos através de escadas exclusivas. b) por meio do vão de luz das PCF consideradas na condição abertas.6. devendo ser adotados os valores constantes da Tabela 2 do Anexo A desta NPT. devendo possibilitar a manutenção de uma velocidade de ar mínima de 1. 6 . quando a quantidade de PCF duplas instaladas for igual ou superior à quantidade de PCF abertas .critério esse estipulado no Anexo B desta NPT. com capacidade para 50 ou mais pessoas (tais como auditórios. na condição abertas. para efeito de dimensionamento de escapes de ar por meio de PCF na condição abertas.1. conforme especificado abaixo.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA 5. desta NPT. c) por meio das frestas no entorno de portas de elevadores e janelas existentes no espaço pressurizado. f) uma PCF considerada na condição aberta (em relação ao estabelecido no Anexo B. através desta abertura.1. quando todos os acessos à escada pressurizada ocorrer apenas através de PCF simples. de 4 m/s.5. a vazão de ar determinada pela Equação 1 deve ser avaliada para que seja obtida uma condição satisfatória para minimizar a infiltração de fumaça no interior da escada nesta situação. 5. b) caso haja uma abertura permanente (uma janela dentro da caixa de escada. em edificações de escritório até 21m de altura onde existem locais de reunião de público. devendo obedecer aos critérios estipulados no Anexo B. Nesta situação. por exemplo).

Obs. para efeito de dimensionamento de escapes de ar por meio de PCF na condição abertas) devem ser consideradas todas as PCF duplas e. embora devem ser somados o vão de luz real de cada PCF dupla e simples consideradas. então QT = QAT Onde: QT = vazão total requerida do sistema de pressurização. complementar com PCF simples.5 Estimativa da velocidade de saída do ar através da PCF aberta a) na prática. desta NPT) e as frestas das demais PCF previstas na escada. c) quando a velocidade obtida no cálculo especificado no item “a” acima for inferior ao parâmetro mínimo estabelecido. b) a área de abertura total deve ser calculada somando-se as áreas das PCF consideradas abertas (ver Anexo B. Nesses casos. na condição fechadas (m³/s).6.1. como estabelecido na figura 1 do item 5.6. e) para atender a todas as hipóteses de escapes de ar e de vazamentos não identificados.1.6. a velocidade de saída do ar deve ser obtida dividindo-se a vazão de ar de suprimento (Equação 1) pela área de abertura total. h) em edificações existentes é comum o uso da pressurização de um amplo hall e o uso da PCF no acesso às unidades residenciais ou unidades de escritório etc.: Em todos os casos.2.: o número máximo de PCF por pavimento em contato com esse ambiente pressurizado deve ser de 4 PCF simples. 5. devem ser aplicados os fatores de vazamentos em dutos e de vazamentos não identificados. deve ser de 4 para edificações com até 60 m de altura. Nota: A vazão total requerida para o sistema de pressurização de escadas deve ser calculada pela equação abaixo: Equação 4: • Se QFT > QAT. conforme item 5. então QT = QFT • Se QFT < QAT. na quantidade devida. cada PCF dupla deve ser computada como uma PCF aberta e não como duas. invariavelmente a escada pressurizada deve ser 7 . a vazão de ar deve ser aumentada até que seja alcançado o valor requerido (1 m/s). Neste caso.1. Características diferentes devem ser avaliadas em Comissão Técnica do CBMPR.. na condição fechadas. d) sobre o valor de vazão de ar obtido conforme itens “a” ou “c” acima. levar em consideração a condição padrão do ar. QAT = vazamento de ar através das portas consideradas na condição abertas somadas às frestas das demais portas. Obs. o número de PCF duplas ou simples calculadas (respeitando-se suas áreas). contidos nesta NPT. QFT = vazão total das frestas com todas as portas fechadas (m³/s) conforme Equação 1. quando a quantidade de PCF duplas for inferior à quantidade de PCF consideradas na condição abertas (conforme critério estipulado no Anexo B desta NPT. sendo que acima desse valor é exigido o cálculo de 5 PCF abertas. com velocidade de 1 m/s.6.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA 3) PCF duplas e PCF simples na mesma caixa de escada.

sendo que esses valores porcentuais devem ser considerados independentemente do comprimento dos dutos.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA provida de dispositivos que impeçam que a pressão no seu interior eleve-se acima de 60 Pa. deve ser considerado o escape de ar através das aberturas no entorno da passagem de cabos de aço e outros no topo do poço do elevador. no piso da casa de máquinas.6.para atender à hipótese de vazamentos não identificados: • QTS = QT + 15% (vazamentos em dutos metálicos) +25% (vazamentos não identificados).1. conforme equação 5. acrescentar ao resultado final. constante do item anterior. somada aos dois fatores de segurança acima descritos. adotando-se os critérios do item 5.6.1. quando não pressurizada por 8 . Considerando que esses parâmetros dimensionais poderão estar alterados na conclusão da obra.1. QTS = QT x 1.7 Antecâmara do elevador de emergência A antecâmara de segurança do elevador de emergência deve ser pressurizada. em série com o escape pelas frestas das portas de acesso ao elevador nos diversos pavimentos. a antecâmara. 5. ou b. Onde: QT = vazão total requerida do sistema de pressurização (m³/s) conforme equação 4. b) acrescentar 25% . QTS = QT x 1.4 (quando se tratar de duto metálico).6 Vazamentos em dutos e vazamentos não identificados Para se determinar a vazão de ar total requerida. levando-se em consideração a condição padrão do ar. abaixo. a vazão de ar introduzida em cada antecâmara deve ser regulada para que a pressão interna não ultrapasse a 60 Pa. devido ao excesso de ar que pode ser necessário. desta NPT. 5. deve ser calculada conforme abaixo: Equação 5: a. e apresentar as seguintes características: a) no cálculo da vazão de ar de pressurização. c) quando contígua com a escada pressurizada. ou • QTS = QT + 25% (vazamentos em dutos de alvenaria ou mistos) + 25% (vazamentos não identificados). Nota: A vazão total requerida para o sistema de pressurização de escadas. os fatores de vazamentos de ar em dutos e de vazamentos não identificados: a) acrescentar 15% para vazamentos em dutos metálicos ou 25% para dutos construídos em alvenaria ou mistos. levando-se em consideração a condição padrão do ar. QTS = vazão total requerida do sistema de pressurização (m³/s).5 (quando se tratar de duto de alvenaria ou misto). conforme equação 4 acrescida dos fatores de segurança. b) o cálculo para determinação da vazão de ar de pressurização deverá considerar as frestas das portas do elevador e das PCF de acesso às antecâmaras conforme a Tabela 2 do Anexo A.8 e da Tabela 1 do Anexo A.6. após o desenvolvimento da equação 4.

através de vasos comunicantes. com um único dispositivo de controle de pressão localizado no interior da escada. reguláveis e independentes em cada nível de pavimento. tanto no acesso à antecâmara de segurança quanto no acesso à escada pressurizada. 2 h e acessos por PCF P-90.3.8 desta NPT. considerando-se as resistências das frestas no entorno das portas dos elevadores e PCF de acesso em cada pavimento – precaver-se de que haja um fluxo de ar contínuo entre esse espaço pressurizado com os ambientes contíguos e. deve ser pressurizada pelo mesmo sistema da escada.3. com paredes com TRRF.8 Antecâmara de segurança de escada pressurizada a) para as ocupações com altura superior a 90 m será exigida. alternativamente. neste caso. 5. a existência de uma antecâmara de segurança. garantindo-se dessa forma o gradiente de pressão no sentido do interior da escada pressurizada para a antecâmara de segurança. interferir no raio de escoamento da escada de segurança. formando um ambiente único com a caixa de escada. no mínimo. A dimensão do acesso ao elevador emergência deve possuir espaço livre (largura) de. no acesso à antecâmara de segurança. 2) Ser protegida por PCF P-60. desta NPT. para tanto. com aberturas permanentes para o exterior da edificação. o Corpo de Bombeiros aceita: 1) A previsão de insuflação somente na escada. pode-se fazer o acesso ao elevador de segurança diretamente por um patamar da escada pressurizada. considerar o escape de ar através dessas janelas no cálculo do suprimento total de ar necessário para o sistema de pressurização da escada (adotar as frestas e vão reais efetivos). No ingresso a este conjunto. g) também. deixando uma abertura na parede entre a escada e cada antecâmara. d) ser protegida por PCF P-90. a partir do pavimento. As paredes do poço do elevador devem seguir os critérios do item 5. mínimo de. de forma a manter um gradiente de pressão no sentido do interior da escada pressurizada para a antecâmara de segurança. nos sentidos ascendente e descendente (pavimentos superiores e inferiores ao nível da descarga) dentro do critério de altura fixado na Tabela do Anexo B desta NPT. adotando o princípio de vasos comunicantes. verificar a necessidade. em nenhuma hipótese. c) deve haver um diferencial de pressão (DDP) entre a antecâmara de segurança e o interior da escada pressurizada. desses. pode ser adotada a pressurização das antecâmaras do elevador de emergência a partir do poço do elevador que.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA duto exclusivo. da exigência da antecâmara de segurança conforme item 5. b) essa antecâmara deve possuir as seguintes características: 1) Ser interposta entre a escada pressurizada e as áreas comuns ou privativas da edificação. no sentido da escada para a antecâmara. a partir de um hall disposto fora da rota de circulação das pessoas na escada. avaliar as condições para se manter as antecâmaras pressurizadas até o limite de 60 Pa. 1.6. ou não. em todos os níveis de pavimento. controlados por venezianas unidirecionais. o gradiente de pressão entre a escada e a antecâmara pode ser obtido por meio de grelha unidirecional. além da pressurização da escada de segurança.1. para realizar essa DDP. considerando-se a partir do piso de descarga. funcionará como um duto de pressurização.6. f) alternativamente. e) a casa de máquinas deve ser independente e isolada em relação aos demais elevadores. não podendo esse espaço. A abertura mencionada deve ser dotada de dispositivo que garanta o fluxo de ar somente no sentido da escada à antecâmara. impedindo o fluxo da antecâmara à 9 . nesse caso.50 m.1.

ou dispositivos complementares. c) todos os componentes do sistema de pressurização (dutos. principalmente quanto a velocidade máxima no dutos. junto a esta PCF. 5. grupo motogerador automatizado) devem ser protegidos contra o fogo por no mínimo 2 h (exceção feita às portas cortafogo que devem ser do tipo P-90. a comprovação da metodologia de cálculo. 5. 2) Sistemas de pressurização independentes entre a escada e as antecâmaras. localizadas em níveis inferiores ao piso de descarga. para esclarecimentos do valor obtido. devem possuir as mesmas características mencionadas acima. e serem instaladas de forma a atender às premissas básicas do projeto de pressurização de escadas. O sistema deve ser dimensionado considerando as aberturas de frestas da antecâmara ao exterior. ventiladores e controles exclusivos para cada sistema.9 Efeito do sistema Com a finalidade de eliminar o risco de redução de desempenho do ventilador. Normas de referência: Normas ASNI / ASHRAE 51. a fim de garantir o abandono dos ocupantes da edificação.6. porém pode ser exigida pelo Serviço de Segurança contra Incêndio. em termos de vazão. a pressurização perde sua função e deve ser reavaliada. vazão e perdas. d) a antecâmara de segurança deve possuir dimensões mínimas de acordo com a NPT 011/11.publicação 201.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA escada. caso haja impossibilidade técnica de adaptação. 5. deve ser considerado o “efeito do sistema”.2 A edificação 5. d) pisos escorregadios nas proximidades pressurizados devem ser evitados. bem como.10 Cálculo de pressão A apresentação da memória de cálculo da perda de pressão no circuito de transporte de ar do sistema não é obrigatória. com dutos.“O fator do efeito do sistema” (System Effect Factor) e suas tabelas. tendo um nível de pressurização mais alto na escada e mais baixo nas antecâmaras. AMCA-210 e o Manual da AMCA “ Fans and Systems” . Obs. garantindo o seu funcionamento com relação às condições descritas nesta NPT. e) as edificações existentes estão isentas do cumprimento do estabelecido neste item. Caso contrário. grupo motoventilador. o acesso ao Corpo de Bombeiros. atendendo aos parâmetros definidos pelo fabricante.6.1.1. das PCF de acesso aos espaços e) portas corta-fogo devem estar de acordo com a norma NBR 11742/03.: quando exigido (ver Anexo B).90 .1 Aspectos gerais a) cuidados especiais devem ser avaliados para dimensionamento do sistema de pressurização de escada de segurança para edificação com altura superior a 80 m. devem dar as garantias do projetado na 10 . nas casas de máquinas). b) a edificação deve ser planejada de forma a atender aos requisitos do sistema de pressurização. as antecâmaras de segurança das escadas pressurizadas e dos elevadores de emergência. incluindo o poço do elevador. aceita-se o controle de pressurização pela variação da rotação dos ventiladores utilizando inversores de frequência na alimentação elétrica de seus motores.2.

deve ser considerado o controle da porosidade das paredes que envolvem as escadas. quando se tratarem de quantidade mínima de escadas exigidas para a edificação. A exigência de sistemas independentes aplica-se aos equipamentos a serem instalados. devendo estes serem independentes para cada escada (conjunto motoventilador. Tais dispositivos não podem alterar as características de resistência ao fogo das PCF. devendo-se levar em conta o número de portas abertas.1. que pode ser único para alimentação dos sistemas de pressurização de uma edificação. dispositivos de fechamento devem ser dimensionados de forma a vencer esta força. unidades de passagens etc. bem como. g) quando a pressurização da escada dificulta o fechamento das PCF (como exemplo.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA pressurização. j) deve ser previsto sistema de detecção de fumaça e iluminação de emergência nos seguintes locais: casa de máquinas de pressurização. Esse conceito aplica-se igualmente para os sistemas de detecção automática de incêndio e para o grupo motogerador. caso esses pisos sejam utilizados 11 . o projeto deve ser submetido à análise de Comissão Técnica. “n” e “o”. conforme NPT 011/11 ou Código de Obras local.2 Edifícios com múltiplas escadas a) em edifícios com múltiplas escadas pressurizadas. k) caso exista algum compartimento ou equipamento que. 5. construídos em alvenaria.6. janelas etc. frestas e perdas em duplicata. no ambiente onde se localizar os acionadores manuais alternativos dos motoventiladores. registros e grelhas). h) deve ser prevista sinalização nas PCF. d) devem ser projetados sistemas de pressurização para as escadas que atenderem os pavimentos abaixo do piso de descarga e subsolos.4 desta NPT. na face externa à escada. PCF posicionada no pavimento de descarga). e quanto ao ambiente onde serão instalados os motoventiladores (proteção passiva dos sistemas) pode-se aceitar uma casa de máquinas única. desde que seja dimensionada conforme item 5. b) não devem ser aceitas escadas de segurança com aberturas entre si (uma escada se comunicando com a outra. mantendo-se as larguras. é permitida a pressurização por um único duto. devem ser instalados sistemas independentes de pressurização para cada escada. possa gerar dúvida quanto à sua real interferência no sistema de pressurização. dos dutos de sucção e pressurização.). Tais dispositivos devem ser capazes de mantê-las fechadas contra a pressão do sistema de pressurização.2. i) visando à selagem como forma de não prejudicar o estabelecido no item 5. "j". f) atenção especial deve ser dada às edificações que possuam acesso de pessoas portadoras de deficiência física. em qualquer outro local que possua contato direto com a escada pressurizada.4 desta NPT em especial as letras "e'". através de dutos. seguindo critérios da NPT 020/11. com duas entradas distintas para a mesma caixa de escada em um mesmo nível. com os seguintes dizeres: “ESCADA PRESSURIZADA”. sala do grupo motogerador automatizado. direta ou indiretamente. c) no caso de uma escada em que for utilizado o recurso arquitetônico de aproveitamento de área da caixa de escada. não podendo diminuir o número mínimo de escadas previstas para a edificação. como por exemplo sistema de controle de fumaça. dutos de insuflamento.2.

não podem servir funcionalmente a outros tipo de instalações. deve vir da mesma fonte que aciona a pressurização na situação de emergência. deve-se evitar o uso de escadas de segurança pressurizadas e escadas simples ou enclausuradas sem pressurização. Caso isso não seja atendido.3 Relação entre a pressurização e o sistema de ar-condicionado a) a circulação de ar promovida pelo sistema de condicionamento de ar ou de exaustão mecânica deve ser projetada de modo a manter a trajetória do fluxo de ar no sentido contrário ao estabelecido para o abandono da população da edificação. no seu caminhamento devem. desde que atendam aos requisitos do item 5. que garantam o bloqueio da passagem de fumaça em caso de incêndio. e) detector de fumaça dentro dos dutos de retorno do ar condicionado pode ser utilizado como sistema auxiliar de acionamento do sistema de pressurização. desde que o responsável técnico cite claramente.2. sendo que quaisquer outras instalações devem estar posicionadas logo abaixo. necessários ao sistema de pressurização. b) na situação de emergência (em funcionamento do sistema de pressurização). c) os dutos de sucção e/ou pressurização. quando ocupam o mesmo espaço (mesmo ambiente – por exemplo: mesmo corredor de acesso). no memorial específico.4. que as ventilações do ambiente (por exemplo: ventilações permanentes nas fachadas. 5. todo o sistema de circulação de ar existente na edificação deve ser projetado para imediata interrupção do seu funcionamento. nos corredores de acesso e outras) garantam a não interferência da escada pressurizada sobre as demais. ou não atenderem aos critérios de compartimentação horizontal e/ou vertical. químicos ou do próprio incêndio) a eficiência do sistema de pressurização. b) os dutos de sucção e/ou pressurização. c) sistemas de exaustão podem ser mantidos ligados desde que promovam um fluxo favorável ao sentido do escape de ar do sistema de pressurização de escada. em seu caminhamento interno ou externamente à edificação. e) como regra geral. d) os ancoramentos dos dutos e outros acessórios. sendo que tais casos devem ser analisados em Comissão Técnica. seus ancoramentos ou seus revestimentos contra incêndio. Portanto.2.2. de preferência. 5. que deve dar início a todas estas alterações na operação desses sistemas. O sinal. a fim de diminuir o risco das rotas de fuga serem atingidas pela fumaça oriunda do incêndio. estar posicionados o mais próximo possível ao teto (laje) dos ambientes. não devem passar por ambientes que possam prejudicar (com danos mecânicos.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA para outras atividades que não de estacionamento de veículos ou possuam altura ascendente maior que 12 m. letras (f. g e h) desta NPT. 12 . esses dispositivos devem ser utilizados quando existir o risco desses dutos e/ou sistemas contribuírem para o alastramento do incêndio. Casos específicos poderão ser aceitos pelo Corpo de Bombeiros.4 Estruturas de proteção e garantias de funcionamento do sistema de pressurização a) a edificação deve proporcionar a proteção adequada contra incêndio para todos os componentes que garantam o funcionamento do sistema de pressurização. devem ser previstos dispositivos de fechamento automático. devendo o mesmo ser adequadamente instalado e ter sua eficiência comprovada por meio de ensaio. d) o sistema de alarme e detecção de incêndio também deve ser o responsável pelo comando das alterações necessárias no sistema de ventilação e ar condicionado. de acordo com NBR 17240/10.

4. além da proteção que garanta resistência ao fogo por 2 h nos dutos de sucção e/ou pressurização. o grupo motogerador e seus acessórios devem estar posicionados no pavimento térreo ou próximo deste. o acesso à casa de máquinas do grupo motoventilador ser protegido por uma porta estanque.4 letra (f). Essa solução pode ser substituída por outra que garanta a diminuição de risco de captação da fumaça de um incêndio pelo compartimento casa de máquinas do grupo motoventilador. Também deve ser previsto sistema de detecção no acesso a esse conjunto compartimento casa de máquinas. de forma a evitar a captação de fumaça que porventura passe pelas frestas desta PCF. medido no plano horizontal. i) o grupo motoventilador. para que não seja exigido o revestimento contra incêndio. bem como.5 vezes maior que a tubulação a ser envolvida. em que não consiga os afastamentos estabelecidos no Anexo D (todos desta NPT). de 2 m desses riscos. Preferencialmente. deve ser prevista distância mínima. As PCF de acesso a esse compartimento devem ser do tipo PCF P-90. o mesmo nível de proteção estabelecido no item 5. gases naturais. deve ser previsto uma antecâmara de segurança entre esse compartimento e o pavimento. devidamente identificada na cor vermelha e suportado de forma independente. de acordo com os critérios do Anexo B. O afastamento. Tais compartimentos devem ser projetados com vistas a garantir a manutenção de sua estabilidade.2. desta NPT. garantindo o acionamento e o funcionamento do sistema de pressurização para no mínimo 2 h. bem como. para o perfeito funcionamento do grupo motogerador automatizado e seus acessórios. o escape dos gases da combustão. integridade e estanqueidade. com diâmetro nominal mínimo 1. de acordo com o estabelecido no Anexo D desta NPT. essas tubulações de gás devem ser envolvidas por tubo-luva de proteção. g) para os riscos citados no item 5. deve ser providenciada proteção contra eventuais acidentes pessoais. letra i desta NPT. componentes elétricos e de controle. O acesso à antecâmara de segurança deve ser protegido por uma PCF P-90. entre a entrada e saída do tubo-luva de proteção e os dutos de sucção e/ou pressurização. de nafta ou similares e os dutos de sucção e/ou pressurização não seja cumprido. l) o grupo motogerador automatizado e seus acessórios. tendo em vista a vibração originária do funcionamento do grupo motogerador.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA e) cabos elétricos e dutos de sucção e/ou pressurização devem estar devidamente protegidos contra a ação do fogo em caso de incêndio. de ferro galvanizado ou aço carbono. devem ser adequadamente projetados como forma de garantir a alimentação elétrica dos sistemas de segurança e sistema de pressurização das edificações. deve ser de no mínimo 1 m. devem estar afastados de sistemas de vasos sob pressão. baterias de GLP ou sistemas alimentados por gás natural. 2h. Caso não exista condição técnica 13 . quando exigidos. por meio de grade ou outro dispositivo que possua mesma finalidade e eficiência. Essa antecâmara de segurança pode possuir dimensões reduzidas. ou outro pavimento que possa causar risco de captação da fumaça de um incêndio.2. de acordo com o estabelecido no Anexo D desta NPT. medida no plano horizontal. j) caso o compartimento da casa de máquinas do grupo motoventilador esteja posicionado em pavimento subsolo. de nafta ou similares e depósitos ou tanques de combustível. h) caso o afastamento de 2 m entre as tubulações que conduzem gás GLP. devem ser alojado em compartimento resistente ao fogo por. no mínimo. f) os dutos de sucção e/ou pressurização. seus acessórios. com relação ao estabelecido na NPT 011/11. k) quando o sistema de interligação do grupo motoventilador for realizado por correias. m) o circuito formado pela tomada de ar frio e saída do ar aquecido (do compartimento casa de máquinas do grupo motogerador). devem ter seu compartimento.

3. para proporcionar a pressurização requerida.3 A Instalação e equipamentos 5. esgoto e águas pluviais no interior das casas do grupo motoventilador e grupo motogerador. medidos horizontalmente. Os dutos de tomada de ar frio se passarem por áreas de risco. Quando a tomada de ar for feita abaixo do nível do piso de descarga da edificação.5 m das aberturas nas laterais. por intempéries ou mesmo quando da manutenção geral da edificação. no mínimo. b) as seguintes distâncias mínimas devem ser adotadas. p) nas edificações existentes. Cuidados especiais. em relação às aberturas próximas à tomada de ar da pressurização: 1) 2. não é obrigatório o uso do grupo motogerador automatizado. q) prever fechamento adequado para as instalações hidráulicas de água. podem ser utilizados 2 grupos motoventiladores. deve ser garantida que a tomada de ar frio seja realizada próximo ao pavimento térreo. para atuarem especificamente no estágio de emergência e em conjunto.3.2 Tomada de ar a) é essencial que o suprimento de ar usado para pressurização nunca esteja em risco de contaminação pela fumaça proveniente de um incêndio no edifício. para atuarem especificamente na situação de emergência. 2) 2 m das aberturas acima da tomada de ar. b) em todos os edifícios devem ser previstos sistemas motoventiladores em duplicata. De forma substitutiva. sem o risco de se captar a fumaça oriunda de um incêndio. n) cuidados especiais devem ser tomados para evitar a entrada de água ou produtos agressivos. 5. que pode ser substituído pela ligação independente do grupo motoventilador. com as mesmas características. nestes casos.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA para o cumprimento dessa exigência. de acordo com os critérios estabelecidos no Anexo B desta NPT. com TRRF conforme a NPT 008/11. nos edifícios de escritórios com até 60 m de altura e nos edifícios escolares com até 30 m de altura. 14 . no mínimo. nos compartimentos casa de máquinas do grupo motoventilador e do grupo motogerador automatizado. devem possuir proteção que garanta resistência ao fogo por no mínimo 2 h. c) nos edifícios residenciais com até 80 m de altura. garantir 50% da vazão total do sistema e 100% da pressão total requerida.1 Ventilador a) o conjunto motoventilador deve atender a todos os requisitos desta NPT. a distância deverá então ser de 5 m. sendo que cada grupo deve. Medidas para minimizar a influência da ação dos ventos sobre o sistema de pressurização (como a tomada e a saída de ar) também devem ser adotadas. é permitido o uso de somente um motoventilador. quanto ao isolamento térmico e/ou de resistência ao fogo. 5. através de dutos. o) o grupo motoventilador deve estar posicionado em compartimento diferente do que abriga o grupo motogerador automatizado. devem ser tomados para os dutos de saída do ar aquecido e dutos de escape de gases da combustão.

3. pode ser permitida sua instalação no pavimento cobertura. comprovadamente. anteriores a esta NPT e. medidos no plano horizontal.1 Edificações novas a) a tomada de ar e instalação do grupo motoventilador e seus acessórios.a desta NPT. devidamente comprovada a inviabilidade. esta abertura não prejudicar a tomada de ar. devido à posição. 2) Caso necessário. 5. e afastada da tomada de ar 5 m. devem atender às seguintes características: 1) Localizarem-se no pavimento térreo ou próximo deste e possuir filtro de partículas. quando não houver condições técnicas de se cumprir o estabelecido no item 5.: Ver Anexo C desta NPT. 15 .2. posicionada em todo o perímetro da cobertura da edificação. a tomada de ar deve ser realizada através de duto de captação de um local sem risco de fumaça de incêndio até o compartimento que abriga o conjunto motoventilador.1. b) caso seja aceita a tomada de ar ao nível da cobertura da edificação. quanto à instalação do conjunto motoventilador e a tomada de ar. Obs. conforme NBR 16401/08. 2) Construção de uma parede alta. posicionada em todo o perímetro da cobertura da edificação. tal parede deve ser 1 m.2. sendo do tipo metálico lavável. 3) Não é permitido conjugar a captação de ar do sistema de pressurização com a saída da extração de fumaça dos subsolos. Figura 3 – Distâncias mínimas de aberturas à tomada de ar 4) Não é permitida a instalação da tomada de ar em local interno à linha de projeção do pavimento superior. à existência de proteções etc. medida no plano horizontal. 2 m acima datomada de ar. exceto quando.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA 3) Abaixo da veneziana de tomada de ar não serão permitidas aberturas. para o sistema de pressurização. 5. quando não se conseguir o afastamento de 5 m.3. a saber: 1) Construção de uma parede alta. mais alta que o nível da tomada de ar. requisitos mínimos devem ser providenciados de modo a diminuir o risco de captação da fumaça que sobe pelas fachadas do edifício.2. mesmo quando estiver posicionado em nível subterrâneo.2 Edificações existentes a) em edificações existentes. 4) O compartimento que abriga o conjunto motoventilador deve permitir facilidades de acesso para manutenção.3.

quando for necessário o uso de revestimento resistente ao fogo para sua proteção. para edificações existentes. medida no plano vertical.: Ver Anexo C desta NPT. e que a sua superfície interna.3 Sistema de distribuição de ar a) nos edifícios com vários pavimentos. com objetivo de se obter uma superfície lisa e estanque. mesmo que esses dutos estejam posicionados em pavimentos subsolos ou na face externa do edifício. b) os dutos devem. além de atender as condições de exigência relativas aos dutos metálicos. devem. preferencialmente. no Serviço de Segurança contra Incêndio. da tomada de ar do sistema de pressurização. d) dutos de alvenaria podem ser utilizados. c) cuidados especiais devem ser tomados na ancoragem dos dutos do sistema de pressurização. ser evitados. que deve ser objeto de análise específica de cada caso. que ficarem posicionados de forma aparente. com áreas internas inferiores a 0.2. portanto. de um andar a outro. quando 16 . O método de teste deve ser o recomendado pela SMACNA. A utilização de dutos confeccionados em outros materiais. h) os dutos metálicos. deve ser submetida à avaliação da Comissão Técnica. que se manifesta em série. e preferencialmente o seu ponto de descarga deve ficar posicionado o mais próximo possível. com material de vedação adequado. tendo em vista o aumento de peso causado por esses revestimentos.5 m². g) registros corta-fogo não devem ser usados na rede de dutos de tomada ou distribuição do ar de pressurização. de preferência. com costuras longitudinais lacradas à máquina. a disposição preferida para um sistema de distribuição de ar para pressurização consiste em um duto vertical que corre adjacente aos espaços pressurizados. medido no plano horizontal. na dependência da geometria da escada. um teste de vazamento nos dutos pode ser aplicado de forma a se verificar a exatidão dos parâmetros adotados. possua revestimento com argamassa. c) da mesma forma. f) caso necessário. Neste caso o projeto deve ser analisado em Comissão Técnica. que garanta resistência ao fogo por 2 h. no mínimo. 5. pode ser aceita a distribuição de ar através de duto plenum. em relação ao nível da tomada de ar. O problema fica. por meio da literatura HVAC Air Duct Leakage Test Manual. Deve-se verificar os efeitos da “resistência fluído-dinâmica” associada ao escoamento vertical do ar pela escada. Obs. por meio das literaturas HVAC Duct Construction . desde que sejam somente para a distribuição do ar de pressurização. ser construídos em metal laminado. o ponto de descarga de qualquer duto vertical que possa eventualmente descarregar fumaça de um incêndio. Dutos para pressurização. e) recomenda-se que o nível de ruído transmitido pelo sistema de pressurização no interior da escada não deve ultrapassar a 85 db(a). havendo impossibilidade técnica justificada de execução desse duto. tanto na tomada de ar quanto na sua distribuição. Exceção. deve também estar afastado 2 m. Esse duto deve atender aos requisitos estabelecidos no item 5.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA Obs. na condição desocupada. letra b.Metal and Flexible e HVAC System Duct Design. de modo que o seu acionamento não prejudique o suprimento de ar. Os aspectos construtivos devem obedecer às recomendações da SMACNA.3. triangulares e muito estreitos (com largura menor que 40 cm). à medida do possível.4. ou revestida com chapas metálicas ou outro material incombustível. sendo que. desta NPT.: Ver Anexo C desta NPT. devem possuir tratamento de revestimento contra o fogo.

utilizando a norma brasileira. i) os revestimentos resistentes ao fogo aplicados diretamente sobre os dutos metálicos de ventilação. de modo a garantir o funcionamento e permitir o abandono seguro dos ocupantes da edificação.: Os critérios acima devem ser definidos em testes normalizados de resistência ao fogo de dutos de ventilação. 2) Isolamento térmico. na situação de emergência. 5. de acordo com as Normas Técnicas Oficiais. principalmente às condições de um incêndio. mesmo que acidentais. acima da temperatura ambiente. devendo obrigatoriamente haver uma grelha no piso de descarga (pavimento térreo) e uma no último pavimento. devem demonstrar resistência ao fogo por um período mínimo de 2 h. a não ser por pessoal técnico capacitado. pode ser adotada a Tabela de Resistência ao Fogo Para Alvenarias. O edifício deve possuir um sistema de fornecimento de energia de emergência por meio de um grupo motogerador automatizado. b) os demais sistemas de emergência (tais como iluminação de emergência. e na sua ausência a norma isso 6944 . que evitaria o cumprimento normal de suas funções. com autonomia de funcionamento de acordo com os critérios do Anexo B desta NPT e acionado automaticamente quando houver interrupção no fornecimento de energia normal para o sistema de pressurização. de início de funcionamento do grupo motoventilador. localizadas a intervalos regulares por toda a altura da escada. registros corta-fogo. bombas de pressurização hidráulicas de incêndio.4 Grelhas de insuflamento de ar a) para a pressurização de uma escada.3.Fire Resistance Tests Ventilation Ducts ou similar. quando submetidos às condições de trabalho esperadas. 1) Estabilidade ao colapso do duto. fumaça e gases quentes.3. atendendo aos seguintes critérios abaixo: j) integridade à passagem de chamas. Os pontos de saída devem ser balanceados para permitir a saída de quantidades iguais de ar em cada grelha. e posicionadas de modo a haver uma distância máxima de dois pavimentos entre grelhas adjacentes. Obs. k) caso se adote parede sem função estrutural para proteger dutos metálicos verticalizados. após montagens e testes. c) o comando elétrico. podem ser alimentados pelo mesmo grupo motogerador automatizado. conforme anexo B da NPT 008/11. através de duto. elevadores de segurança etc). 5.5 Sistema elétrico a) deve ser assegurado o fornecimento de energia elétrica para o sistema de pressurização e de segurança existente na edificação durante o incêndio. para evitar que a elevação da temperatura na superfície interna do duto não alcance 140ºC (temperatura média) e 180ºC (temperatura máxima pontual). devem ser previstas várias grelhas de insuflamento.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA do caminhamento do duto externo à edificação com os afastamentos citados no Anexo D desta NPT. 3) Incombustibilidade do revestimento. b) os dispositivos de ajuste e balanceamento das grelhas de insuflamento não podem permitir alterações. deve se dar a partir de um sistema automático de detecção de 17 .

sob comando de um controlador de pressão com sensor instalado no interior da escada pressurizada. deve ser o de detecção automática de fumaça. de variador de frequência ou similar. ou damper motorizado acionado por sensor diferencial de pressão. aparentes ou embutidas em forros sem resistência contra incêndio. um dispositivo automático que identifique a parada de um grupo motoventilador e possibilitar o imediato acionamento do outro. pontual ou linear.6 Sistemas de controle a) considerando-se a diversidade de condições a que o sistema é submetido. por meio das PCF consideradas na condição abertas. d) as instalações elétricas devem estar de acordo com a NBR 5410/04. referida à condição padrão do ar. devem ser protegidos contra a ação do calor do incêndio. como forma de diminuir o chamado “efeito do sistema”. d) para sistemas de pressurização que se utilizam 2 conjuntos motoventiladores.: Todos os ambientes ou halls que possuem acesso direto à escada pressurizada devem possuir sistema de detecção de fumaça.Sistemas de detecção e alarme de incêndio. dimensionados conforme NPT 019/11 . c) alternativamente ao registro de sobrepressão. deve haver tal sistema. considerando-se a influência da ação dos ventos. para manter um diferencial de pressão adequado. Anexo B desta NPT e NPT 019/11. 18 . Em todos os edifícios. cuja instalação é exigida nos locais citados no item 5. quando todas as PCF estiverem fechadas. desde que haja garantias de funcionamento. na situação de emergência. um funcionando como reserva do outro. Esse registro deve ser posicionado fora das áreas de risco e afastados de acordo com o Anexo E desta NPT. devendo-se dar preferência para instalação de registros de sobrepressão localizados no nível térreo ou. e) orienta-se que. f) sistemas de controle também devem ser aplicados nos trechos de escadas situados em subsolos. 5. no mínimo. quando existir a descontinuidade no piso de descarga (térreo) todavia.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA fumaça. b) esse registro é colocado entre um espaço pressurizado e um espaço interno ou externo. pelo tempo de utilização do grupo motogerador automatizado.2. suas lâminas sejam posicionadas de forma perpendicular ao eixo do ventilador. 5. devem ser acondicionados de forma a garantir a operação do sistema conforme tempo preconizado nesta NPT. Obs. quando se utilizar registros (dampers) nas descargas dos ventiladores. quando todas as PCF estiverem fechadas e a velocidade mínima necessária.4 letra (e). deve ser instalado no sistema de dutos.3.3. podem ser adotados sistemas que modulem a capacidade dos ventiladores de pressurização (variador de frequência do motor). e) os circuitos elétricos do sistema de pressurização. deve-se ter a precaução de que aberturas não sejam utilizadas para os pavimentos enterrados. no hall interno de acesso à escada pressurizada e nos seus corredores principais de acesso.7 Sistema de acionamento e alarme a) o sistema principal para acionamento do sistema de pressurização. então. a fim de impedir que a pressão se eleve acima de 60 Pa. deve ser previsto registro de sobrepressão. Se os circuitos elétricos do sistema de pressurização passarem por áreas de risco.

d) o uso do sistema de detecção não isenta o uso do sistema de alarme manual. h) qualquer sinal de alarme ou defeito deve ser interpretado pela central de alarme/detecção como alarme e deve acionar o sistema de pressurização.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA b) nos edifícios em que os detectores de fumaça foram instalados apenas para acionar a situação de emergência do sistema de pressurização. devem ser elaborados e constantemente avaliados. sem necessariamente operar o sistema de pressurização de escadas. i) o sistema de pressurização deve ser acionado imediatamente quando a central de alarme e detecção de incêndio receber sinal de ativação do detector de fumaça/calor e/ou acionador manual de alarme de incêndio instalados na edificação. Obs. l) a lógica do sistema deve contemplar a necessidade de se evitar que o sistema de pressurização da escada entre em funcionamento automaticamente em caso da existência real de fumaça no interior do compartimento que abriga o conjunto motoventilador. ou seja. O monitoramento através do sistema de 19 . e) procedimentos devem ser adotados no sentido de se testar o sistema de alarme de incêndio. k) somente é aceito. dessa forma. 2 O treinamento da brigada de combate a incêndios e a elaboração de plano de abandono e emergências. o que preceitua a NPT 019/11. O funcionamento de motoventiladores não pode depender da ativação dos dispositivos sonoros. c) a instalação do detector de fumaça dentro do espaço pressurizado não é aceitável. por meio da central de alarme. j) o detector de fumaça instalado na sala dos motoventiladores deve possuir laço exclusivo e independente (ou similar) dos demais e funcionar de forma diferenciada. como forma principal de acionamento do sistema de pressurização. não sendo permitido que um laço de alarme/detecção supervisione mais de um pavimento. nos locais indicados no Anexo B desta NPT. todas as indicações da central de alarme/detecção devem ser informadas na língua portuguesa. respeitadas as considerações dos itens seguintes. o sistema de alarme e detecção de incêndio deve ativar o sistema de pressurização antes mesmo do reconhecimento do sinal de alarme pela pessoa responsável pela vigilância. devem ser adotados mecanismos adequados que impeçam que o falso alarme desative o funcionamento do conjunto motoventilador. g) o painel da central de comando de alarme/detecção deve sinalizar o setor atingido. sistema de chuveiros automáticos ou outro sistema de prevenção ou combate a incêndios. para a plena utilização do sistema de detecção e alarme. f) a instalação dos detectores automáticos ou acionadores manuais de alarme devem seguir as orientações do Corpo de Bombeiros e. ao ser acionado. subsidiariamente.: 1 A existência de sistema de chuveiros automáticos ou outro sistema de combate a incêndios não isenta a necessidade de instalação de sistema de detecção e alarme. sistemas com acionadores manuais que sejam supervisionados pela central de alarme e detecção. para garantia do sistema de pressurização. deve inibir o acionamento do sistema de pressurização. esse detector deve ser posicionado no lado de menor pressão de todas as PCF de comunicação entre a escada pressurizada e o espaço adjacente. realizar o desligamento do sistema de pressurização. cujo retardo pode causar a contaminação da escada pela fumaça oriunda do incêndio. Dessa forma. sendo que não é permitido. proveniente de um incêndio em suas adjacências. de acordo com os critérios estabelecidos na NPT 019/11.

q) um acionador remoto manual. Tais aberturas em cada pavimento devem proporcionar. a partir dos pavimentos a) no dimensionamento do sistema de pressurização devem ser previstas áreas de escape de ar para o exterior da edificação. deve ser de 30 s. 20 . ou manualmente na própria PCF. bem como. 2) No compartimento do grupo motoventilador e seus acessórios. o projetista deve adotar uma das alternativas abaixo: 1) Método do escape de ar por janelas. o devido recolhimento da A. no total. e funcionem no caso de ativação do sistema de pressurização. se este for distante da sala de controle central. somente pode ser realizada de modo manual. As aberturas devem ser protegidas nos moldes do especificado na NPT 009/11. Para tanto. do sistema de pressurização. m) o sistema de detecção deve ser submetido aos testes de acordo com a NPT 019/11. de preferência utilizando-se de aberturas em pelo menos duas de suas faces. que permanecem normalmente fechadas. sendo que o seu circuito deve ser ligado à central de comando do sistema de detecção e alarme. e também com as interferências da pressurização. em situação de emergência. Deve-se apresentar o laudo de teste do sistema de detecção. seguindo critérios adotados na NPT 009/11 e NPT 015/11. r) a parada do sistema de pressurização. 3) Método do escape de ar através de dutos verticais. um mínimo de vazão correspondente a 15% da vazão volumétrica média que escapa de uma PCF aberta (com velocidade de 1 m/s). 2) Método do escape de ar através de aberturas especiais no perímetro do edifício. 4) Método do escape de ar através de extração mecânica. o) o tempo máximo de fechamento das PCF de acesso à escada pressurizada. deve sempre ser instalado em cada local abaixo descrito: 1) Na sala de controle central de serviços do edifício (desde que possua fácil comunicação com todo o edifício) ou na portaria ou guarita de entrada do edifício com vigilância permanente.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA detecção de fumaça desse compartimento deve ser realizado através de um laço exclusivo e independente (ou similar) em relação aos demais detectores de fumaça e acionadores manuais de alarme da edificação. 5. O sistema deve permitir ainda o destravamento manual por meio da central de comando do sistema de alarme. quando o sistema for de 2 estágios.R. na condição normal de uso da edificação. comprovando que foram realizados os testes de acordo com a referida norma. n) é permitido o uso de destravadores eletromagnéticos para PCF de acesso à escada pressurizada. p) os acionadores manuais de alarme. Esse sistema tem a função de destravar a PCF automaticamente na falta de energia elétrica ou quando acionado o sistema de pressurização de escadas. quando da solicitação da vistoria junto ao Corpo de Bombeiros. (Anotação de Responsabilidade Técnica). onde houver destravadores eletromagnéticos. devem sempre permitir o acionamento do sistema de pressurização em situação de emergência. de forma complementar (e nunca substitutiva). desde que não comprometa a compartimentação vertical exigida para a edificação.T.8 Métodos de escape do ar para o exterior.3.

o mecanismo de comutação.2 Dutos conjugados com sistema de controle de fumaça Serão aceitos projetos com dutos conjugados de pressurização de escadas e controle de fumaça (para entrada de ar). deve ser incluído nos procedimentos de manutenção. a critério do projetista. o acionamento do sistema.4 Integração com outras medidas ativas deproteção contra incêndio 5. permitindo de forma secundária. b) nos edifícios onde haja necessidade de sistema de escape do ar de pressurização.7 desta NPT.9 Procedimentos de manutenção a) todo equipamento de pressurização deve ser submetido a um processo regular de manutenção.1 Aspectos gerais 21 .5 Testes de aprovação 5. não são permitidos.5. compartimentação vertical. com manuais em português. o sinal que opera tais dispositivos deve ser o mesmo que aciona o grupo motoventilador no estágio de emergência. baseado na operação automática dos dispositivos instalados para esta finalidade. Esses cuidados são de inteira responsabilidade do proprietário da edificação e/ou seu representante legal (como exemplo o síndico). c) sistemas que se utilizam de duplicidade de motores.1 Acionamento do sistema de pressurização O acionamento do sistema de pressurização deve estar em conformidade com o item 5.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA 5) Outro método. caso exista. a fim de garantir que cada um dos grupos motoventiladores de pressurização esteja funcionando. condições devem ser dadas para o teste individualizado. 5. desde que seja possível comprovar o desempenho e não haja prejuízo às demais medidas de segurança exigidas para a edificação.3. desde que atendam as respectivas demandas concomitantemente. c) todo equipamento acionado automaticamente para proporcionar o escape do ar de pressurização do edifício. podendo ser prevista a instalação permanente de equipamentos para esta finalidade.4. b) todos os sistemas de emergência devem ser colocados em operação semanalmente. 5. entre outras. 5. Uma lista de verificações dos procedimentos de manutenção deve ser fornecida aos proprietários do edifício ao final das obras. portas corta-fogo e o equipamento do sistema de escape do ar acionado automaticamente. suas correias de interligação. Sensores independentes. os sistemas para o fornecimento de energia em emergência.3. dutos (sucção e/ou pressurização) e suas ancoragens e proteções contra incêndio. podendo haver a interligação com outros sistemas automáticos de combate. como por exemplo.4. pelos responsáveis da instalação do sistema. que inclui: o sistema de detectores de fumaça ou qualquer outro tipo de sistema de alarme de incêndio utilizado. que acionem apenas os dispositivos de escape. o grupo motoventilador. d) os diferenciais de pressão devem ser verificados anualmente. 5. Os cuidados com esses equipamentos devem ser incluídos no programa de manutenção anual do edifício e devem ser apresentados quando da solicitação de vistoria.

atravesse-a e penetre suficientemente no espaço. 5.3 Correção de divergências no nível de pressurização obtido a) se houver qualquer divergência séria. separam o espaço pressurizado dos recintos ocupados do edifício. A posição da sonda de medição deve ser escolhida de acordo com esses critérios. ou por baixo dela. com os sistemas de condicionamento de ar e de pressurização balanceados e todo o sistema pronto e funcionando. As duas sondas. os motivos dessa divergência devem ser detectados e corrigidos. deve ser feita com o auxílio de um manômetro de líquido ajustável ou outro instrumento sensível e adequadamente calibrado. 22 . 2) Medição da velocidade do ar que sai de um conjunto representativo (de acordo com estipulado no cálculo) de PCF abertas que.5. sendo que uma das sondas passa através de uma fresta da PCF. a sonda possa ser girada em ângulo reto em relação à fresta. Sugere-se que essa sonda tenha uma dobra em L (de pelo menos 50 mm de comprimento). visto que não se pode garantir que todas as condições climáticas adversas possam estar presentes no momento da execução do teste. b) um local conveniente para medir o diferencial de pressão é por meio de uma PCF fechada. a seguir.2 Medição dos diferenciais de pressão a) a medição dos diferenciais de pressão.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA a) um teste de fumaça não é satisfatório para se determinar o correto funcionamento de uma instalação de pressurização. para que a extremidade livre fique em uma região de ar parado. são ligadas ao manômetro por meio de tubos flexíveis. quando fechadas. e também considerando as interferências da pressurização. É importante que o tubo que passa através da fresta da PCF. Pequenas sondas são colocadas de cada lado da PCF.5. entre os espaços pressurizados e os espaços não pressurizados adjacentes. 5. b) o teste de aprovação da pressurização deve consistir de: 1) Medição do diferencial de pressão entre a escada e os espaços não pressurizados adjacentes com todas as PCF fechadas. de acordo com a NPT 019/11 . Há 3 razões principais que explicam a não obtenção do nível de pressurização projetado: 1) vazão de ar insuficiente. quando o sistema for de 2 estágios. esse teste pode. afastando a superfície da PCF do rebaixo no batente. As medições efetuadas em campo devem seguir as recomendações da AMCA 203. com cada componente operando satisfatoriamente e sendo controlado pelo sistema de acionamento no seu modo correto de operação em emergência. às vezes. Entretanto. entre os valores medidos e os níveis de pressurização especificados. pela literatura Field Performance Measurement of Fan System. e) O sistema de detecção deve ser submetido aos testes. revelar trajetórias indesejáveis de fluxo da fumaça provocadas por defeitos na construção. d) nos sistemas com 2 estágios são exigidas medições apenas com o segundo estágio operando (estágio de emergência). c) é importante que a inserção da sonda não modifique as características de escape da PCF. c) o teste deve ser feito quando o edifício estiver concluído. Este processo introduz a extremidade livre em uma região de ar parado. para que depois da inserção através da fresta. efetivamente. por exemplo.Sistema de detecção e alarme de incêndio.

Se qualquer PCF tiver folgas inaceitavelmente grandes. também. estas devem ser reduzidas. Como alternativa.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA 2) áreas de vazamento para fora do espaço pressurizado. insuficientes. O nível de pressurização medido não deve ser menor que 90% do valor projetado. 3) áreas de escape do ar para fora do edifício. a fim de se detectar os níveis de escape e o suprimento total de ar que chega à escada.5. d) caso a vazão de ar não atinja o nível previsto. 5. c) caso a vazão de ar que entra na escada esteja de acordo com a prevista em projeto. áreas de vazamentos adicionais não previstas. b) deve ser medida a vazão de ar dos ventiladores e a vazão de ar através de todas as grelhas de insuflamento. dando-se atenção especial à folga na sua parte inferior. Essas medições devem ser efetuadas com as PCF da escada fechadas. mesmo diante de escapes adicionais ou de condições insuficientes. 23 . Devem ser localizadas. nem exceder a 60 Pa. o escape de ar a partir dos espaços não pressurizados deve ser examinado para se ter certeza que está em conformidade com o projeto e as necessidades desta NPT. b) a velocidade média através da PCF aberta deve ser obtida por meio da média aritmética de pelo menos 12 medições em pontos uniformemente distribuídos no vão da PCF. Para a avaliação do teste de escape podem ser utilizados os procedimentos previstos no MANUAL SMACNA. devem ser verificadas as frestas em redor das PCF. utilizando o próprio ventilador da instalação.4 Medição da velocidade média do ar através de uma PCF aberta a) essa medida deve ser tomada com um anemômetro de fio quente ou outro instrumento com resolução e exatidão adequados e devidamente calibrado. sendo necessárias condições estáveis de vento e com o edifício vazio. pode ser aumentada a vazão de entrada de ar até o nível desejado de pressurização a ser atingido. o escape deve ser aumentado para os valores recomendados. c) o número de PCF abertas durante a realização das medições deve seguir o estabelecido no Anexo B desta NPT. Se for inadequado. que devem ser vedadas. excessivas. HVAC AIR DUCT LEAKAGE TEST MANUAL ou da Recomendação Técnica DW/143 da Heating and Ventilation Contractors’ Association (HVAC).

NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA ANEXO A Tabela 1 – Níveis de pressurização VALORES DE DIFERENCIAL DE PRESSÃO (Pa) SISTEMA DE 1 ESTAGIO 50 SISTEMA DE 2 ESTAGIOS 1° ESTAGIO 15 2° ESTAGIO 50 24 .

Sim Sim f) no compartimento destinado ao grupo motogerador. quando o acesso à saída de emergência pressurizada atender diretamente as áreas privativas. em áreas comuns. NÃO SE APLICA(12) Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Não (até 60 m) Sim (a partir de 60 m) Não Sim Sim 2 2 2 2 b) em todos os corredores de circulação. quando este atender ao sistema de pressurização de escadas. c) em todos os corredores de circulação privativos. quando este estiver localizado em pavimento subsolo.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA ANEXO B Resumo de exigências para os diversos tipos de edificações com sistemas de pressurização G R U P O A Até 30 m B Serviço de hospedagem Acima de 30 m Até 12 m C Comercial Acima de 12 m Até 21 m D Serviço profissional (2) 1 Acima de 21 m 2 E Até 30 m Educacional e cultura fisica (2) Acima de 30 m Até 12 m F Local de Reunião de Público 2 Acima de 12 m 2 Até 12 m G Serviço automotivo Acima de 12 m Até 12 m H Serviço de saúde e institucional 2 Acima de 12 m 2 Até 12 m I Indústria Acima de 12 m Até 12 m J Depósito Acima de 12 m Até 12 m L Explosivos Acima de 12 m Até 12 m M Especial Acima de 12 m 2 2 2 2 2 2 2 2 Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim g) nos acessos à antecamara de segurança do compartimento destinado ao conjunto motoventilador. 25 . utilizados como rota de fuga para acesso à saída de emergência pressurizada. Sim Sim 2 2 Sim Sim Sim Sim OCUPAÇÃO/ USO (4) Critério de altura (7) (6) Número de PCF consideradas abertas (8) (9) Prever grupo Prever motogerador duplicata do automatizado grupo (autonomia motoventilador de 1h) Locais a serem supervisionados pelo sistema de detecção automatica de fumaça (1) a) no hall comum ou privativo de acesso à saída de emergêcia pressurizada. d) em todos os ambientes com acesso direto à saída de emergência pressurizada. 2 2 Sim Sim Sim Sim Sim Sim e) no compartimento destinado ao grupo motoventilador (laço exclusivo e independente ou similar).

podem ser utilizados 2 grupos motoventiladores. e em conjunto”. (5) Edificações isentas de uso do grupo motogerador desde que a área de cada pavimento seja inferior a 750 m2. (12)Não permitido a pressurização de escadas para edificações do Gupo A da Tabela 1 do CSCIP/CBMPR 26 . ou seja. (2) Conforme item 5. para atuarem especificamente no estágio de emergência. adotar o item 5. esta poderá alternativamente ser dotada de sistema de pressurização.8 desta NPT. (6) Somente é exigido “antecâmara de segurança” nos acessos à escada pressurizada. caso possua loja ou dependências com carga incêndio. garantir 50% da vazão total do sistema e 100% da pressão total requerida. (11)Toda edificação com altura superior a 150 m deve obrigatoriamente ser analisada por meio de Comissão Técnica. conforme NPT 011/11. conforme descrito no item 5. (3) Em edificações com altura superior a 12 m. (4) Quando o subsolo necessitar de proteção por escada à prova de fumaça.3. é exigido grupo motogerador automatizado.6. se o pavimento tiver acesso por duas ou mais PCFs.4. 7) Quando a edificação for dotada de elevador de emergência. sendo que cada grupo deve. (10)A previsão de detecção automática de fumaça nos locais descritos no item I acima não isenta a edificação da instalação desse mesmo sistema em outros locais que porventura sejam exigidos pelo CSCIP das edificações e áreas de risco no Estado do Paraná. letra c: “Nos edifícios residenciais com até 80 m de altura e escritórios com até 60 m de altura e nos edifícios escolares com até 30 m de altura. (8) Caso o edifício possua local de reunião de público. desta NPT.1.6.6. para edificações residenciais com altura igual ou superior a 120 m e demais ocupações com altura igual ou superior a 90 m. o cálculo será pelo nº total de PCFs de acesso multiplicado pelo nº de pavimentos do cálculo. seus acessos devem ser protegidos por antecâmara de segurança.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA Notas: (1) A exigência de sistema de detecção de fumaça para o sistema de pressurização não isenta a edificação das demais exigências previstas no Código de Segurança Contra Incêndios e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. no mínimo.1. (9) Foi considerado que o acesso do pavimento para a escada se dá apenas por uma PCF. letra (j) desta NPT. esse pavimento seja destinado única e exclusivamente a hall de recepção ou.1. do tipo Convento.7. de acordo com item 5. De forma substitutiva. inclusive para os pavimentos situados abaixo do piso de descarga. essa antecâmara pode ser dispensada apenas no nível térreo (piso de descarga) quando este não estiver em local de risco de incêndio. é permitido o uso de somente um ventilador com um motor. em todos os pavimentos.1. estas devem possuir compartimentação em relação à esse hall.

NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA ANEXO C Condições para instalação de casa de máquinas de pressurização no pavimento de cobertura 27 .

NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA ANEXO D Condições para não se revestir os dutos metálicos de sucção e/ou pressurização 28 .

NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA ANEXO E Esquema geral do sistema de pressurização (com duto no interior da escada) 29 .

04 m² 30 .04 m² APS = 0. b) 25% para vazamentos não identificados. área de frestas de 0. 8)Velocidade mínima de ar pressurizado escapando através de uma porta aberta: V = 1m/s II .NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA Anexo F Modelo de cálculo de vazão do sistema de pressurização de escada I – Parâmetros para os cálculos de vazão de ar 1) Quantidade de pavimentos com comunicação com a escada pressurizada: 18 2) Quantidade total de portas corta-fogo (PCF) de ingresso à escada de segurança: NPI = 17 portas simples 3) Quantidade total de PCF de saída da escada de segurança: NPS = 01 porta simples 4) Quantidade de PCF abertas a serem consideradas no cálculo para a situação de emergência (incêndio): NPA = 02 (conforme Anexo B .51 m² + 0.(A): a) dados: NPI = 17.64 m² (conforme Tabela 2 do Anexo A) 7) Fator de segurança adotados: a) 15% para vazamentos em dutos metálicos.Cálculo do suprimento de ar necessário para se obter o diferencial de pressão entre a escada e os ambientes contíguos 1) Condições consideradas: a) situação de emergência (incêndio). área de fresta de 0.03 m² – porta de acesso ao espaço pressurizado b) 0.03 m² API = 0.Edifício de serviços profissionais) 5) Área de vazamento por meio de frestas das portas corta-fogo (PCF) que comunicam a escada pressurizada com os diversos pavimentos adotando PCF simples e batentes rebaixados. 2) Cálculo das áreas de restrição .04 m² – porta de saída do espaço pressurizado 6) Área de passagem de ar por meio do vão de luz de uma porta corta-fogo aberta.03m² para PCF de ingresso NPS = 01. b) todas as PCF da escada pressurizada fechadas. c) diferencial de pressão entre o espaço pressurizado e os ambientes contíguos igual a 50 Pa.04 m² d) cálculo da área total de restrição (A): A = API + APS = 0.51 m² c) cálculo da área de escape de ar por meio das frestas das PCF de saída do espaço pressurizado (APS): APS = 01 x 0. em caso de situação de incêndio – adotar PCF simples: 1. Conforme Tabela 2 do Anexo A: a) 0.escape de ar através de frestas das portas .04m² para PCF de saída b) cálculo da área de escape de ar por meio das frestas das PCF de ingresso ao espaço pressurizado (API): API = 17 x 0.

NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA A = 0.55 m² 3) Cálculo do fluxo de ar necessário para o sistema de pressurização considerando as PCF fechadas .0 m/s QAT = 3.827 x 0.03 x 16 APA = 3.64 m2 x 02 + 0.64 m².76 m² 3) Cálculo da vazão de ar através da área aberta (QAT ): QAT = APA x VPA QAT = 3. QFT = 0.(QFT) Cálculo de QFT: QFT = 0. então QT = QAT 31 . d) quantidade de PCF fechadas a serem consideradas no cálculo: NPF = 16 e) velocidade mínima de ar pressurizado escapando através de uma porta aberta: VPA(min) = 1m/s 2) Cálculo da área aberta considerando as portas abertas mais as frestas das PCF consideradas fechadas: APA = AVL x NPA + APF x NPF APA = 1.76 m³/s IV .827 x A x (P)(1/N) (Equação 1) sendo A = área de restrição = 0.22 m³/s III .Cálculo do suprimento de ar necessário para a condição de portas abertas 1) Condições consideradas: a) área de passagem de ar por meio do vão de luz de uma porta corta-fogo aberta: AVL = 1.Cálculo de vazão de ar considerando o incremento dos valores referenciais de vazamentos em dutos e vazamentos não identificados 1) Condições: a) fator de segurança quanto ao tipo de duto: dutos metálicos: 15% b) fator de segurança para vazamentos não identificados: 25% 2) aplicação das condições previstas na Equação 4: QFT < QAT.55 x (50)1/2 QFT = 3.76 m2 x 1.03 m² (portas de ingresso). b) quantidade de PCF abertas a serem consideradas no cálculo para a situação de emergência (incêndio): NPA = 02 (sendo 1 de ingresso e 1 de saída) c) área de passagem de ar por meio das frestas de uma porta corta-fogo fechada: APF = 0.55 m² P = diferencial de pressão = 50 (Pa) (conforme Anexo A da NPT) N = índice numérico = 2 Portanto.

4 [Equação 5 a) item 5.4 QTS = 5.76 m³/s 3) Cálculo da vazão de ar para pressurização com acréscimo dos fatores de segurança: QTS = QT x 1.NPT 013 – PRESSURIZAÇÃO DE ESCADA DE SEGURANÇA QT = 3.1.6] QTS = 3.26 m³/s 32 .76 x 1.6.

Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações – Procedimento. conforme a ocupação e uso específico. 1 .Método para levantamento da carga de incêndio específica D . 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS  Instrução Técnica nº 14/2011 – Carga de incêndio nas edificações e áreas de risco. Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo.  NBR 14432 . 2 APLICAÇÃO Esta Norma de Procedimento Técnico aplica-se às edificações e áreas de risco para classificação do risco e determinação do nível de exigência das medidas de segurança contra incêndio conforme prescreve o contido no Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico das edificações e áreas de risco do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná.NPT 014 – CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 014 Carga de incêndio nas edificações e áreas de risco CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 15 páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 Objetivo Aplicação Referências Normativas e Bibliográficas Definições Procedimentos ANEXOS A .Modelo de planilha para cálculo da carga de incêndio 1 OBJETIVO Esta Norma de Procedimento Técnico estabelece valores característicos de carga de incêndio nas edificações e áreas de risco.Tabela de cargas de incêndio específicas por ocupação B .Tabela de carga de incêndio relativa à altura de armazenamento (depósitos) C .

5.2 Ocupações não listadas nas tabelas dos Anexos A e B podem ter os valores da carga de incêndio específica determinados por similaridade. 1 caloria equivale a 4. Alternativamente.1 Em regra.2.1. 4 DEFINIÇÕES Além das definições constantes da NPT 003 – Terminologia de segurança contra incêndio. no máximo. 5 PROCEDIMENTOS 5. para determinação da carga de incêndio específica das edificações. TRVB .126. inclusive os revestimentos das paredes. 1000 m² de área de piso (espaço considerado). Admite-se também a similaridade entre as edificações comerciais (Grupo “C”) e industriais (Grupo “I”). 1987. aplicam-se as definições específicas abaixo: 4. expresso em megajoule (MJ) por metro quadrado (m²). Eurocode 1 – ENV. e 1 BTU equivale a 252 calorias (cal). 4.  European Committee for Standardization. 5.1 Para edificações destinadas a explosivos (Grupo “L”) e ocupações especiais (Grupo “M”).2 Carga de incêndio específica: é o valor da carga de incêndio dividido pela área de piso do espaço considerado. pisos e tetos.  Despacho nº.1 Carga de incêndio: é a soma das energias caloríficas possíveis de serem liberadas pela combustão completa de todos os materiais combustíveis em um espaço.4 Método de cálculo determinístico: é o método de cálculo baseado no prévio conhecimento da quantidade e qualidade de materiais existentes na edificação em estudo. aplicam-se as tabelas constantes dos Anexos A e B (métodos probabilísticos). 5. 4. 2 . aplica-se a metodologia constante do Anexo C (método determinístico).3 Método de cálculo probabilístico: é o método de cálculo baseado em resultados estatísticos do tipo de atividade exercida na edificação em estudo.185 joules (J).1 A carga de incêndio específica do piso analisado deve ser tomada como sendo a média entre os 2 módulos de maior valor.0 megajoules (MJ).3 Considerar para o cálculo: 1 kg (um quilograma) de madeira equivale a 19. 5.1.2 O levantamento da carga de incêndio específica constante do Anexo C deve ser realizado em módulos de. para ocupações do Grupo “J” admite-se adotar o método determinístico. 2073/2009 da Autoridade Nacional de Protecção Civil de Portugal. 5. divisórias. Módulos maiores de 1000 m² podem ser utilizados quando o espaço analisado possuir materiais combustíveis com potenciais caloríficos semelhantes e uniformemente distribuídos. 4.NPT 014 – CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO  Liga Federal de Combate a Incêndio da Áustria.

consultar a Tabela 1 do Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná Ocupação/Uso Descrição Alojamento estudantis Apartamentos Residencial Casas térreas ou sobrados Pensionatos Hotéis Serviços de hospedagem Motéis Apart-hotéis Açougue Animais (“pet shop”) Antiguidades Aparelhos eletrodomésticos Aparelhos eletrônicos Armarinhos Armas Artigos de bijouteria.NPT 014 – CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO ANEXO A TABELAS DE CARGAS DE INCÊNDIO ESPECÍFICAS POR OCUPAÇÃO Para a classificação detalhada das ocupações (Divisão). artigos de Drogarias (incluindo depósitos) Esportes.2 Bebidas destiladas Brinquedos Calçados Couro. Loja * Ver item 5. artigos de Ferragens Floricultura Galeria de quadros Joalheria Livrarias Lojas de departamento ou centro de compras (shoppings) Materiais de construção A-1 A-3 B-1 B-1 B-2 C-1 C-2 C-2 C-1 C-2 C-2 C-1 C-1 C-2 C-2 C-1 C-2 C-2 C-2 C-2 C-2 C-2 C-1 C-1 C-1 C-1 C-2 C-2/C-3 C-2 300 300 500 500 500 40 600 700 300 400 600 300 300 2100 800 200 700 500 500 700 1000 800 300 80 200 300 1000 800 800 Divisão A-3 A-2 Carga de Incêndio (qfi) em MJ/m2 300 300 3 . metal ou vidro Artigos de cera Artigos de couro. esportivos Automóveis *Comercial varejista. borracha.1.

teatros e similares Circos e assemelhados E-5 E-1/E-2/E-4/E-6 F-1 F-5 F-7 300 300 2000 600 500 Divisão C-1 C-1 C-2 C-2 C-2 C-2 C-2 C-2 C-2 C-2 C-1 C-1 C-2 D-2 D-1 D-1 D-1 D-1 D-1 D-1 D-1 D-4 D-4 D-3 D-3 D-3 D-3 D-1 E-3 E-5 Carga de Incêndio (qfi) em MJ/m2 300 300 400 700 400 600 500 600 800 1000 200 200 1000 300 400 200 200 400 1000 700 300 500 300 300 600 200 500 400 300 300 4 . pessoais e técnicos Estúdios de rádio ou de televisão ou de fotografia Laboratórios químicos Laboratórios (outros) Lavanderias Oficinas hidráulicas ou mecânicas Oficinas elétricas Pinturas Processamentos de dados Academias de ginástica e similares Pré-escolas e similares Educacional e cultura física Creches e similares Escolas em geral Bibliotecas Locais de reunião de público Cinemas.1.NPT 014 – CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO ANEXO A (continuação) Ocupação/Uso Descrição Máquinas de costura ou de escritório Materiais fotográficos Móveis Papelarias Perfumarias Produtos têxteis *Comercial varejista. Loja * Ver item 5.2 Relojoarias Supermercados (vendas) Tapetes Tintas e vernizes Verduras frescas Vinhos Vulcanização Agências bancárias Agências de correios Centrais telefônicas Cabeleireiros Copiadora Encadernadoras Escritórios Serviços profissionais.

fotográficos. feltro. ópticos Acessórios para automóveis Acetileno Alimentação (alimentos) Aço.1. espuma Artigos de argila.NPT 014 – CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO ANEXO A (continuação) Ocupação/Uso Descrição Centros esportivos e de exibição Clubes sociais.2 5 . sem pintura. sem embalagem Artigos de borracha. impregnação Artigos de mármore Artigos de metal. couro. corte e dobra. forjados Divisão F-3 F-6 F-4 F-10 F-2 F-6 F-1 F-8 G-1/G-2 G-4 G-3 G -5 H-2 H-6 H-1/H-3 H-5 H-4 H-1 I-2 I-1 I-2 I-2 I-1 I-2 I-1 I-1 I-2 I-1 I-2 I-3 I-1 I-1 Carga de Incêndio (qfi) em MJ/m2 150 600 200 Adotar Anexo B ou C 200 450 300 300 200 300 300 200 350 300 300 200 450 300 400 300 700 800 40 600 200 200 1000 80 800 3000 40 80 *Industrial *Ver item 5. cerâmica ou porcelanas Artigos de bijuteria Artigos de cera Artigos de gesso Artigos de madeira em geral Artigos de madeira. coriça. boates e similares Estações e terminais de passageiros Locais de reunião de público Exposições Igrejas e templos Lan house. jogos eletrônicos Museus Restaurantes Estacionamentos Serviços automotivos e assemelhados Oficinas de conserto de veículos e manutenção Postos de abastecimentos (tanque enterrado) Hangares Asilos Clínicas e consultórios médicos ou odontológicos Serviços de saúde e Institucionais Hospitais em geral Presídios e similares Quartéis e similares Veterinárias Aparelhos eletroeletrônicos.

conservas Confeitarias Congelados Cortiça.1. curtume Divisão I-1 I-2 I-2 I-1 I-1 I-1 I-2 I-2 I-1 I-2 I-2 I-2 I-2 I-1 I-1 I-2 I-2 I-2 I-2 I-2 I-3 I-1 I-3 I-1 I-1 I-2 I-1 I-2 I-2 I-2 I-1 I-2 I-2 I-2 I-2 Carga de Incêndio (qfi) em MJ/m2 200 500 1000 200 80 300 500 600 300 600 600 800 500 80 200 500 400 1000 600 800 2000 200 1700 80 300 400 40 600 800 500 40 400 800 600 700 6 .NPT 014 – CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO ANEXO A (continuação) Ocupação/Uso Descrição Artigos de metal. fresados Artigos de peles Artigos de plásticos em geral Artigos de tabaco Artigos de vidro Automotiva e autopeças (exceto pintura) Automotiva e autopeças (pintura) Aviões Balanças Barcos de madeira ou de plástico Barcos de metal Baterias Bebidas destilada Bebidas não alcoólicas Bicicletas Brinquedos Café (inclusive torrefação) *Industrial *Ver item 5. tapetes Colas Colchões (exceto espuma) Condimentos. artigos de Couro.2 Caixotes barris ou pallets de madeira Calçados Carpintarias e marcenarias Cera de polimento Cerâmica Cereais Cervejarias Chapas de aglomerado ou compensado Chocolate Cimento Cobertores.

NPT 014 – CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO ANEXO A (continuação) Ocupação/Uso Couro sintético Defumados Discos de música Doces Espumas Estaleiros Farinhas Feltros Fermentos Ferragens Fiações Fibras sintéticas Fios elétricos Flores artificiais Fornos de secagem com grade de madeira Forragem *Industrial *Ver item 5.2 Frigoríficos Fundições de metal Galpões de secagem com grade de madeira Galvanoplastia Geladeiras Gelatinas Gesso Gorduras comestíveis Gráficas (empacotamento) Gráficas (produção) Guarda-chuvas Instrumentos musicais Janelas e portas de madeira Joias Laboratórios farmacêuticos Laboratórios químicos Lápis Lâmpadas Descrição Divisão I-2 I-1 I-2 I-2 I-3 I-2 I-3 I-2 I-2 I-1 I-2 I-1 I-1 I-1 I-2 I-3 I-3 I-1 I-2 I-1 I-2 I-2 I-1 I-2 I-3 I-2 I-1 I-2 I-2 I-1 I-1 I-2 I-2 I-1 Carga de Incêndio (qfi) em MJ/m2 1000 200 600 800 3000 700 2000 600 800 300 600 300 300 300 1000 2000 2000 40 400 200 1000 800 80 1000 2000 400 300 600 800 200 300 500 600 40 7 .1.

2 Padarias Papéis (acabamento) Papéis (preparo de celulose) Papéis (procedimento) Papelões betuminados Papelões ondulados Pedras Perfumes Pneus Produtos adesivos Produtos de adubo químico Produtos alimentícios (expedição) Produtos com ácido acético Produtos com ácido carbônico Produtos com ácido inorgânico Produtos com albumina Produtos com alcatrão Produtos com amido Produtos com soda Divisão I-1 I-1 I-2 I-1 I-1 I-2 I-2 I-1 I-3 I-1 I-1 I-1 I-1 I-2 I-1 I-2 I-2 I-2 I-1 I-2 I-3 I-2 I-1 I-1 I-2 I-2 I-1 I-2 I-1 I-1 I-1 I-3 I-2 I-3 I-1 Carga de Incêndio (qfi) em MJ/m2 100 200 1000 300 300 1000 1000 40 2000 200 300 300 300 600 100 1000 1000 500 80 800 2000 800 40 300 700 1000 200 1000 200 40 80 2000 800 2000 40 8 . fábrica Malharias Máquinas de lavar de costura ou de escritório Massas alimentícias Mastiques Matadouro Materiais sintéticos Metalúrgica Montagens de automóveis Motocicletas Motores elétricos Móveis Olarias Óleos comestíveis e óleos em geral *Industrial *Ver item 5.NPT 014 – CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO ANEXO A (continuação) Ocupação/Uso Descrição Latas metálicas. sem embalagem Laticínios Malas.1.

1.NPT 014 – CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO ANEXO A (continuação) Ocupação/Uso Descrição Produtos com soda Produtos de limpeza Produtos graxos Produtos refratários Rações balanceadas Relógios Resinas Resinas. em placas Roupas Sabões Sacos de papel Sacos de juta Serralheria Sorvetes *Industrial *Ver item 5.2 Sucos de fruta Tapetes Têxteis em geral (tecidos) Tintas e solventes Tintas e vernizes Tintas látex Tintas não-inflamáveis Transformadores Tratamento de madeira Tratores Vagões Vassouras ou escovas Velas de cera Vidros ou espelhos Vinagres Vulcanização Divisão I-1 I-3 I-2 I-1 I-2 I-1 I-3 I-2 I-2 I-1 I-2 I-2 I-1 I-1 I-1 I-2 I-2 I-3 I-3 I-2 I-1 I-1 I-3 I-1 I-1 I-2 I-3 I-1 I-1 I-2 Carga de Incêndio (qfi) em MJ/m2 40 2000 1000 200 800 300 3000 800 500 300 800 500 200 80 200 600 700 4000 2000 800 200 200 3000 300 200 700 1300 200 80 1000 9 .

artigos de Couro sintético Couro sintético. produtos de Acumuladores/baterias Adubos químicos Alcatrão Algodão Alimentação (alimentos industrializados) Aparelhos eletroeletrônicos Aparelhos fotográficos Bebidas alcoólicas Borracha Artigos de borracha Brinquedos Cabos elétricos Cacau. artigos de Depósitos de mercadorias incombustíveis em pilhas de caixas de madeira ou de papelão 3780 360 360 90 1530 585 1530 180 270 360 12870 2250 360 270 2610 1305 270 180 1530 1530 945 1530 1530 2250 248 765 270 765 360 90 Altura de armazenamento (em metros) 2 7560 720 720 180 3060 1170 3060 360 540 720 25740 4500 720 540 5220 2610 540 360 3060 3060 1890 3060 3060 4500 495 1530 540 1530 720 180 4 15120 1440 1440 360 6120 2340 6120 720 1080 1440 51480 9000 1440 1080 10440 5220 1080 720 6120 6120 3780 6120 6120 9000 990 3060 1080 3060 1440 360 6 22680 2160 2160 540 9180 3510 9180 1080 1620 2160 77220 13500 2160 1620 15660 7830 1620 1080 9180 9180 5670 9180 9180 13500 1485 4590 1620 4590 2160 540 8 30240 2880 2880 720 12240 4680 12240 1440 2160 2880 102960 18000 2880 2160 20880 10440 2160 1440 12240 12240 7560 12240 12240 18000 1980 6120 2160 6120 2880 720 10 37800 3600 3600 900 15300 5850 15300 1800 2700 3600 128700 22500 3600 2700 26100 13050 2700 1800 15300 15300 9450 15300 15300 22500 2475 7650 2700 7650 3600 900 10 . produtos de Café cru Caixas de madeira Calçado Celuloide Cera Cera.NPT 014 – CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO ANEXO B TABELA DE CARGA DE INCÊNDIO RELATIVA À ALTURA DE ARMAZENAMENTO (DEPÓSITOS) Carga de Incêndio (qfi) em MJ/m2 Tipo de Material 1 Açúcar Açúcar. artigos de Chocolate Colas combustíveis Colchões não sintéticos Cosméticos Couro Couro.

embalagem Depósitos de mercadorias incombustíveis em pilhas de caixas de plástico Móveis de madeira Móveis. verduras. artigos de Farinha em sacos Feltro Feno. produtos de lã Fósforos Gorduras Gorduras comestíveis Grãos. aparas Madeira. estofados sem espuma sintética Painel de madeira aglomerada 90 9 1530 1125 360 3780 360 450 765 855 360 8100 8505 360 90 158 4050 1125 2835 945 1350 1890 6030 765 360 2655 585 360 90 360 180 3015 Altura de armazenamento (em metros) 2 180 18 3060 2250 720 7560 720 900 1530 1710 720 16200 17010 720 180 315 8100 2250 5670 1890 2700 3780 12060 1530 720 5310 1170 720 180 720 360 6030 4 360 36 6120 4500 1440 15120 1440 1800 3060 3420 1440 32400 34020 1440 360 630 16200 4500 11340 3780 5400 7560 24120 3060 1440 10620 2340 1440 360 1440 720 12060 6 540 54 9180 6750 2160 22680 2160 2700 4590 5130 2160 48600 51030 2160 540 945 24300 6750 17010 5670 8100 11340 36180 4590 2160 15930 3510 2160 540 2160 1080 18090 8 720 72 12240 9000 2880 30240 2880 3600 6120 6840 2880 64800 68040 2880 720 1260 32400 9000 22680 7560 10800 15120 48240 6120 2880 21240 4680 2880 720 2880 1440 24120 10 900 90 15300 11250 3600 37800 3600 4500 7650 8550 3600 81000 85050 3600 900 1575 40500 11250 28350 9450 13500 18900 60300 7650 3600 26550 5850 3600 900 3600 1800 30150 11 . sementes Instrumentos de ótica Legumes. vigas e tábuas Malte Massas alimentícias Materiais de construção Materiais sintéticos Material de escritório Medicamentos. restos de Madeira. fardos de Fiação. hortifrutigranjeiros Leite em pó Lenha Madeira em troncos Madeira. produtos de fio Fiação.NPT 014 – CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO ANEXO B (continuação) Carga de Incêndio (qfi) em MJ/m2 Tipo de Material 1 Depósitos de mercadorias incombustíveis em pilhas de caixas de plástico Depósitos de mercadorias incombustíveis em estantes metálicas (sem embalagem) Depósitos de paletes de madeira Espumas sintéticas Espumas sintéticas.

3780 945 495 360 360 225 810 810 450 1125 1890 1530 1890 5670 11340 765 945 765 900 585 585 450 450 10080 1125 3780 945 495 2250 Altura de armazenamento (em metros) 2 7560 1890 990 720 720 450 1620 1620 900 2250 3780 3060 3780 11340 22680 1530 1890 1530 1800 1170 1170 900 900 20160 2250 7560 1890 990 4500 4 15120 3780 1980 1440 1440 900 3240 3240 1800 4500 7560 6120 7560 22680 45360 3060 3780 3060 3600 2340 2340 1800 1800 40320 4500 15120 3780 1980 9000 6 22680 5670 2970 2160 2160 1350 4860 4860 2700 6750 11340 9180 11340 34020 68040 4590 5670 4590 5400 3510 3510 2700 2700 60480 6750 22680 5670 2970 13500 8 30240 7560 3960 2880 2880 1800 6480 6480 3600 9000 15120 12240 15120 45360 90720 6120 7560 6120 7200 4680 4680 3600 3600 80640 9000 30240 7560 3960 18000 10 37800 9450 4950 3600 3600 2250 8100 8100 4500 11250 18900 15300 18900 56700 113400 7650 9450 7650 9000 5850 5850 4500 4500 100800 11250 37800 9450 4950 22500 12 . placas de Sabão Sacos de papel Sacos de plástico Tabaco em bruto Tabaco. estoque Produtos farmacêuticos. seda artificial Toldos ou lonas Velas de cera Vernizes Papel Papel prensado Papelaria. fardos de algodão Tecidos. estoque Vernizes de cera Nota: Pode haver interpolação entre os valores. artigos de Tapeçarias Tapeçarias Tecidos sintéticos Tecidos. artigos de Pneus Portas de madeira Produtos químicos combustíveis Queijos Resinas sintéticas Resinas sintéticas. estoque Peças automotivas Perfumaria.NPT 014 – CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO ANEXO B (continuação) Carga de Incêndio (qfi) em MJ/m2 Tipo de Material 1 Papel Papel prensado Papelaria.

massa total de cada componente i do material combustível.1 Os valores da carga de incêndio específica para as edificações destinadas a depósitos. ocasião em que Mi deverá ser reavaliado. Esse valor não poderá ser excedido durante a vida útil da edificação exceto quando houver alteração de ocupação. em megajoule por quilograma. 13 .área do piso do compartimento. explosivos e ocupações especiais podem ser determinados pela seguinte expressão: Onde: qfi . em megajoule por metro quadrado de área de piso.NPT 014 – CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO ANEXO C MÉTODO PARA LEVANTAMENTO DA CARGA DE INCÊNDIO ESPECÍFICA C. em quilograma.1. Mi .1 O levantamento da carga de incêndio deverá ser realizado conforme item 5 (Procedimentos) desta NPT. conforme Tabela C. C. Hi .valor da carga de incêndio específica. Af . em metro quadrado.potencial calorífico específico de cada componente do material combustível.1.

14 . desde que citada a fonte bibliográfica.NPT 014 – CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO TABELA C.4 17 46 34 29 25 26 47 17 42 17 41 46 46 46 9 143 17 44 23 17 17 2 18 19 25 37 43 Tipo de Material Metano Metanol Monóxido de carbono Nafta N-Butano Nitrocelulose N-Octano N-Pentano Óleo de linhaça Óleo vegetal Palha Papel Parafina Petróleo Plástico Poliacrilonitrico Policarbonato Poliéster Poliestireno Polietileno Polimetilmetacrilico Polioximetileno Poliuretano Polivinilclorido Propano PVC Resina de fenol Resina de uréia Resina melamínica Seda Sisal Tabaco Tolueno Turfa Ureia Viscose (Hi) (MJ/kg) 50 19 10 42 45 8.6 Fósforo Gás Natural Gasolina Glicerina Gordura e óleo vegetal Grãos Grãos Heptano Hexametileno Hexano Hidreto de sódio Hidrogênio Hidreto de magnésio Látex Lã Leite em pó Linho Linóleo Lixo de cozinha Madeira Magnésio Manteiga Polipropileno (Hi) (MJ/kg) 34 37 34 47 26 50 42 34 50 48 8.4 44 45 37 42 16 17 46 41 31 30 29 31 39 44 24 15 23 16 46 17 25 21 18 19 17 17 42 34 9 17 Nota: valores de materiais não listados nesta tabela poderão ser apresentados pelo projetista.1 – VALORES DE REFERÊNCIA – POTENCIAL CALORÍFICO ESPECÍFICO (Hi) Tipo de Material Acetileno Acetileno dissolvido Acetona Acrílico Açúcar Amido Algodão Álcool Alílico Álcool Amílico Álcool Etílico Álcool metílico Benzeno Benzina Celulose Biodiesel Borracha espuma Borracha em tiras Butano Cacau em pó Café Cafeína Cálcio Carbono Carvão Celulose Cereais C-Heptano C-Pentano C-Propano C-Hexano Chocolate Chá Cloreto de polivinil Couro Creosoto/fenol D-glucose Diesel Dietilamina (Hi) (MJ/kg) 50 17 30 28 17 17 18 34 42 25 21 40 42 16 39 37 32 46 17 17 21 4 34 36 16 17 46 46 50 46 25 17 21 19 37 15 43 42 Tipo de Material Dietilcetona Dietileter Epóxi Etano Etanol Eteno Éter amílico Éter etílico Etileno Etino Enxofre Farinha de trigo Hexaptano Fenol Fibra sintética 6.

ocasião em que “Mi”. em megajoule por metro quadrado de piso.1.1 Massa total de cada material x potencial calorífico específico Somatória de todos os potenciais caloríficos considerados Total do potencial calorífico do pavimento / Área do piso do pavimento = (qfi) Legenda: qfi – Valor da carga de incêndio específica. Af – Área do piso do compartimento.NPT 014 – CARGA DE INCÊNDIO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO ANEXO D (informativo) PLANILHA PARA CÁLCULO DA CARGA DE INCÊNDIO Tipo do material existente na edificação por compartimento 1 2 3 4 5 6 7 Massa total de cada material Mi . em metro quadrado. Hi – Potencial calorífico específico de cada componente do material combustível. deverá ser reavaliado. Esse valor não poderá ser excedido durante a vida útil da edificação exceto quando houver alteração de ocupação.(kg) Potencial calorífico específico (1) Hi . conforme Tabela C. 15 . Mi – Massa total de cada componente “i” do material combustível. em quilograma.(MJ/kg) Potencial calorífico por material (2) Mi x Hi = qi (MJ) Total do potencial calorífico do pavimento (3). em megajoule por quilograma.qi (MJ) Σ MiHi Área do piso do pavimento Af (m2) Carga de incêndio específica do pavimento (4) qfi = Σ MiHi Af Observações: (1) (2) (3) (4) Constante da Tabela C.

definições e componentes do sistema CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 11 páginas SUMÁRIO 7 Definições e Conceitos 8 Componentes do Sistema 7 DEFINIÇÕES E CONCEITOS 7. 1 .NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 2 Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 015 Controle de fumaça Parte 2 . delimitado por painéis de fumaça (Figura 4).3 Altura da zona livre de fumaça (H’): altura medida entre a face superior do chão e a face inferior da camada de fumaça (Figura 5).Conceitos.2 Altura da zona enfumaçada (Hf): altura média entre a face inferior da camada de fumaça e o ponto mais elevado do teto ou telhado (Figura 5).1 Acantonamento: volume livre compreendido entre o chão e o teto/telhado. 7. ou falso teto. Figura 4 – Acantonamento 7.

4 Altura de referência (H): média aritmética das alturas do ponto mais alto e do ponto mais baixo da cobertura (ou do falso teto) medida a partir da face superior do piso (Figura 5). de grelha ou de um exaustor natural de fumaça: área geométrica interior da abertura efetivamente desobstruída para passagem de ar.6 Área útil de um vão de fachada. com ou sem fechamento na cobertura. cabos de comunicação e poços de ventilação e iluminação (Figura 6). eletricidade.5 Área livre de um vão de fachada.7 Átrio: espaço amplo criado por um andar aberto ou conjuntos de andares abertos. shafts de hidráulica. 7. escada rolante. utilizada para fins de cálculo. 2 . conectando dois ou mais pavimentos cobertos.Altura de referência. de uma boca de ventilação ou de um exaustor de fumaça: área equivalente a um porcentual de área livre. Figura 5 . livre de fumaça e da zona enfumaçada 7. ar condicionado. tendo em conta a eventual existência de palhetas. considerando a influência dos ventos e das eventuais deformações provocadas por um aquecimento excessivo. 7.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 2 7. excetuando-se os locais destinados à escada.

livre de fumaça.18 Fumaça: partículas de ar transportadas na forma sólida. líquida e gasosa. lojas em um shopping center). suscetível de abertura automática em caso de incêndio.8 Barreiras de fumaça: elemento vertical de separação montado no teto. 7. 7. 7. permitindo a extração de fumaça para o exterior por meios mecânicos. que previna a propagação horizontal de fumaça de um espaço para outro (Figura 8).15 Exaustor natural de fumaça: dispositivo instalado na cobertura ou fachada de um edifício. 7. acionado automaticamente em caso de incêndio. causado pela diferença de temperatura interna e externa.10 Dimensões do incêndio: dimensões de base do maior incêndio com o qual um sistema de controle de fumaça deve lidar.11 Entrada de ar limpo: ar fresco. permitindo a extração da fumaça para o exterior por meios naturais. com altura mínima e características de resistência ao fogo. 7.12 Efeito chaminé: fluxo de ar vertical dentro das edificações. 7. que entra no acantonamento durante as operações de extração de fumaça. 7. 7. 7.16 Extração de fumaça: retirada (natural ou mecânica) da fumaça de ambientes protegidos pelo sistema de controle de fumaça. malls e átrios (ex.17 Fluxo de calor: a energia total de calor transportada pelos gases quentes na área incendiada.14 Exaustor mecânico de fumaça: dispositivo instalado em um edifício. podendo ser no formato de um quadrado ou de um círculo. decorrentes de um material 3 . 7.13 Espaços adjacentes: áreas dentro de uma edificação com comunicação com corredores. em temperatura ambiente.9 Camada de fumaça smoke layer: espessura acumulada de fumaça por uma barreira ou painel.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 2 Figura 6 – Átrio 7.

7.21 Núcleo do pavimento: área de acesso do pavimento onde se concentram os elevadores e. que juntamente com a quantidade de ar formam uma massa. por exemplo. utilizada para delimitar uma área de acantonamento (Figura 1). atendendo a requisitos de resistência a fogo e estanqueidade. 7. 7. a densidade da fumaça cai a zero (Figura 7). forros. 7. Normalmente.23 Pleno: ambiente criado pela interposição de elementos de acabamento como.25 Produção de calor: calor total gerado pela fonte de fogo.28 Superfície útil de um exaustor: superfície dada pelo fabricante. que pode ter vários metros de espessura. a interface da camada de fumaça é um limite efetivo dentro da zona de transição. projetado para resistir à passagem de gases quentes e/ou fumaça no interior de dutos. 7. normalmente.24 Pressurização: diferença de pressão criada em um ambiente. baseada na influência do vento e das deformações provocadas por uma elevação de temperatura. lajes e paredes. Figura 7 . 7. divisórias e elementos estruturais como. por exemplo.Interface da camada de fumaça 7. 7. 7. 7. Na prática.20 Jato de fumaça sob o teto ceiling jet: um fluxo de fumaça horizontal estendendo-se radialmente do ponto de choque da coluna de fogo contra o teto.22 Painel de fumaça: elemento vertical de separação montado no teto.27 Sistema de corta-controle de fumaça: conjunto de equipamentos através dos quais a fumaça e os gases quentes são limitados. onde a instalação e os dispositivos com função são monitorados para acompanhar uma falha funcional ou de integridade da instalação e dos equipamentos 4 . a temperatura do jato de fumaça sob o teto será maior que a camada de fogo adjacente.29 Supervisão: autoteste do sistema de controle de fumaça. 7.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 2 submetido a pirólise ou combustão. com altura e característica de resistência ao fogo. com a finalidade de impedir a entrada de fumaça. restringidos e extraídos. Abaixo desse limite efetivo. as escadas de segurança.19 Interface da camada de fumaça smoke layer interface: limite teórico entre a camada de fumaça e a zona de transição onde a fumaça está tomando volume.26 Registro corta-fumaça: dispositivo utilizado no sistema de controle de fumaça.

2 Sistema de extração mecânica a) Entrada de ar. 7. 8 COMPONENTES DE UM SISTEMA DE CONTROLE DE FUMAÇA 8. 3) Pelos vãos das escadas abertas. a face inferior das bandeiras das portas. b) Extração de fumaça. 3) Pelos vãos das escadas abertas.31 Zona livre de fumaça: espaço compreendido entre o piso de um pavimento e a face inferior das barreiras de fumaça ou. que são: a) abertura ou vão de extração. pneumáticos e mecânicos de acionamento dos dispositivos de extração de fumaça. 2) Pelas portas dos locais a extrair fumaça. que pode ser por: 1) Aberturas de entrada localizadas nas fachadas e acantonamentos adjacentes. nos casos em que estes não existam. de forma genérica. g) registros corta-fogo e fumaça. 7. h) mecanismos elétricos. pelos seguintes itens: 8. localizadas nas fachadas e acantonamentos adjacentes.1 O controle de fumaça é composto.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 2 que controlam o sistema. 4) Abertura de ar por insuflação mecânica por meio de grelhas. 8. 2) Pelas portas. 4) Abertura de ar por insuflação mecânica por meio de grelhas e venezianas. que pode ser pelos seguintes dispositivos: 1) Exaustores naturais. f) dutos e peças especiais.1. b) janela e veneziana de extração.1 Sistema de extração natural a) Entrada de ar. que pode ser por: 1) Abertura ou vão de entrada. c) grelhas ligadas a dutos. e) poços ingleses.30 Zona enfumaçada: espaço compreendido entre a zona livre de fumaça e a cobertura ou o teto.1. d) clarabóia ou alçapão de extração. 5 .

c) podem ser utilizados vidros de segurança. b) materiais incombustíveis pára-chamas que apresentem tempo de resistência ao previsto para as coberturas conforme NPT 08/11 – Resistência ao fogo dos elementos de construção.2 Características dos componentes dos sistemas de controle de fumaça 8.1. e) sistema de supervisão e acionamento. c) podem ser utilizados plenos para entrada de ar. 8. 8. 3) Registro corta-fogo e fumaça. que pode ser pelos seguintes dispositivos: 1) Grelha de extração de fumaça em dutos. com o tempo mínimo de 15 min.2. 2) Duto e peças especiais. d) outros dispositivos.1.1 As barreiras de fumaça são constituídas por: a) elementos de construção do edifício ou qualquer outro componente rígido e estável. 8. conforme NBR 7199/99. 5) Mecanismos elétricos. pneumáticos e mecânicos de acionamento dos dispositivos de extração de fumaça. desde que submetidos à aprovação prévia do Corpo de Bombeiros. 6 .50 m e conter a camada de fumaça (Figura 8). 4) Ventiladores de extração mecânica de fumaça.3 Outros sistemas comuns para o controle de fumaça por extração natural e mecânica: a) sistema de detecção automática de fumaça e calor.2. c) quadros e comandos elétricos.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 2 5) Escadas pressurizadas.2 As barreiras de fumaça devem ter altura mínima de 0. porém.2. 8. d) acionadores automáticos e mecânicos dos dispositivos de extração de fumaça.1. mas nunca para extração de fumaça.1 Barreira de fumaça. b) fonte de alimentação. do tipo laminado. decorrentes de inovações tecnológicas. b) Extração de fumaça.

2. estas devem ser protegidas por dispositivos de fechamento automático ou por dutos adequadamente protegidos para controlar o movimento da fumaça pelas barreiras.2.1.pelas grelhas e venezianas normalmente abertas para o sistema de ventilação e tratamento de ar normal da edificação. com o objetivo de se evitar a propagação de fumaça para outras áreas não sinistradas.2.2.2. que isolem os dutos das demais partes comuns do sistema de controle de fumaça da edificação.1.1 As aberturas de introdução de ar e de extração de fumaça dispostas no interior do edifício devem permanecer normalmente fechadas por obturadores. exceto: a) nos casos em que sirvam a dutos exclusivos a um piso. podem ser aplicadas pelo projetista desde que justificadas em projeto.2 Grelhas e venezianas 8.1. b) nas instalações de ventilação e de tratamento de ar normais da edificação que participem do controle de fumaça. 8.) para o sistema de dutos do acantonamento. 7 .NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 2 Figura 8 .Detalhe de barreira de fumaça – corte 8.4 Caso as barreiras de fumaça possuam aberturas. Observações: 1) A utilização do sistema acima citado deve fazer parte de um estudo particular.3 O tamanho da barreira de fumaça depende do tamanho da camada de fumaça adotada em projeto. 2) Outras formas de atender ao item 6. c) onde haja dispositivos de fechamento (dumpers etc.2. 8.2.

2. a sua integridade durante o tempo mínimo de 2 h. 8. podendo conter dispositivos corta-fogo (ex.Ângulo de abertura dos obturadores 8. embutidas ou aparentes.3 O dispositivo de obturação das grelhas e venezianas.2.2.Grelha de fumaça 8. Figura 10 .2.2. 8.2.3.3 As canalizações elétricas.3 Circuitos de instalação elétrica 8. 8 .2 As grelhas e venezianas devem ser de materiais incombustíveis utilizados na condução de ar.2 Os circuitos de alimentação dos ventiladores de controle de fumaça devem ser dimensionados para as maiores sobrecargas que os motores possam suportar e protegidos contra curto-circuito. em caso de incêndio. deve permitir abertura em um ângulo superior a 60º (Figura 10).2. sobretensão ou defeito de isolamento num circuito não danifique ou interfira em outros circuitos. dos circuitos de alimentação devem ser constituídas e protegidas por elementos que assegurem.3.1 Os circuitos de alimentação das instalações de segurança devem ser independentes de quaisquer outros e protegidos de forma que qualquer ruptura. dumpers) quando necessário.3. 8. 8.2.2. quando instaladas em abertura ou vão de fachada.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 2 Figura 9 .4 A relação entre as dimensões transversais de uma veneziana ou grelha de fumaça natural não deve ser superior a dois.2.

8 O comando de partida dos ventiladores não deve ser efetuado por intermédio de contactos de fim de curso nas venezianas e registros.5 A restituição dos registros.4.4. 8.2.2. em qualquer caso. 8. à sua posição inicial deve ser possível.4.4 Nas instalações dotadas de comando automático deve ser assegurada a entrada em funcionamento do sistema de controle de fumaça no local sinistrado. elétrico. a possibilidade do acionamento por comando manual nestas áreas. 8. eletromagnético.2. após a abertura dos registros de introdução de ar e de extração de fumaça do espaço sinistrado.1 Nos depósitos e áreas de armazenamento protegido por chuveiros automáticos do tipo ESFR. c) Partida dos ventiladores utilizados nos sistemas de controle de fumaça.4.4.4 Comando dos sistemas 8. 8. no máximo. permanecendo.4. a menos que essas instalações participem do controle de fumaça.6.4.4. assegurando as seguintes funções: a) Abertura dos registros ou dos exaustores naturais do local ou da circulação sinistrada. 15 min. b) Interrupção das operações das instalações de ventilação ou de tratamento de ar. deve ser previsto o acionamento alternativo do sistema de controle de fumaça por botoeiras manuais. o sistema de controle de fumaça pode ser acionado com um retardo de. ou dos exaustores naturais. 8.6 Nos locais equipados com instalações de extinção automática por chuveiros automáticos.6. 8. atuando em dispositivos de acionamento eletromagnéticos.4.2. por dispositivos de acionamento manual facilmente acessível a partir do pavimento onde estejam instalados. 8. 8. só entrem em funcionamento. deve ser assegurado que as instalações de controle de fumaça entrem em funcionamento antes daquelas. bloqueando o acionamento automático dos sistemas de extração de fumaça das demais áreas adjacentes.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 2 8. entretanto. 8.2. pneumático ou hidráulico e acionável por comandos dispostos na proximidade dos acessos aos locais.4.1 As instalações de controle de fumaça devem ser dotadas de dispositivo de destravamento por comandos automáticos duplicados por comandos manuais.7 Os sistemas de comando das instalações de extração mecânica devem assegurar que os ventiladores de extração de fumaça. portaria ou local de vigilância de 24 h.2.2 No caso acima descrito.2. 8. duplicados na central de segurança. ou nas circulações. 8.2.5 Dutos 9 .1 A regra acima citada pode ser desconsiderada desde que seja justificada pelo projetista que a abertura do controle de fumaça dos acantonamentos adjacentes se torne imprescindível ao funcionamento do sistema.4.3 Os sistemas de comando automático devem compreender detectores de fumaça e calor.2. a fim de não interferir no acionamento do sistema de chuveiros automáticos.4.2. instalados nos locais.2.2. quando existirem.2.2 Nos sistemas de comando manual os dispositivos de abertura devem ser de funcionamento mecânico.

conforme parâmetros previstos na NPT 009. com velocidade nula. 5) Ser dimensionado para uma velocidade máxima de 15 m/s quando for construído em chapa metálica.2.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 2 8.5.6 Fontes de alimentação elétrica 8. 5) Os dutos coletores verticais não podem comportar mais de dois desvios e qualquer um deles deve fazer com a vertical um ângulo máximo de 20º. quando fizer parte de um sistema utilizado para extrair fumaça de diversos ambientes ou quando utilizado para introdução de ar.2. b) Grupo motogeradores (GMG).2.2. quando aplicável. este deve ter a sua partida automática com comutação máxima de 15 segundos. 8. de construção soldada nas juntas longitudinais e flangeadas nas juntas transversais.4 Os dutos utilizados para o transporte de fumaça a 70ºC deverão ser construídos em chapa de aço galvanizada obedecendo às recomendações da NBR 16401. 3) Ter a seção mínima igual às áreas livres das aberturas que o servem em cada piso. 2) Ter resistência externa a fogo por 60 min.5.5.1 Caso o sistema de controle de fumaça seja alimentado por grupo motogerador.2 Para o cálculo da resistência interna do duto.6. 3) Apresentar estanqueidade satisfatória do ar.6. 8. 8. 8.2. a fumaça deve ser considerada à temperatura de 70ºC quando a edificação for dotada de sistema de chuveiros automáticos e 300ºC nos demais casos e o ar exterior à temperatura de 21ºC. Os dutos utilizados para o transporte de fumaça a 300ºC devem ser construídos em chapa de aço carbono com bitola mínima 16 MSG. 4) Ter a relação entre as dimensões transversais de um duto não superior a dois. com vedação resistente à fumaça e gases quentes por 60 min. com o mesmo tempo de resistência ao fogo.2.3 Quando os dutos atravessarem paredes de compartimentação ou lajes entre pavimentos compartimentados deverá ser instalado registro corta fogo na passagem.1 Os dutos de um sistema de controle de fumaça devem atender às seguintes características: a) Para sistema de controle de fumaça natural: 1) Ser construídos em materiais incombustíveis e ter resistência interna à fumaça e gases quentes de 60 min.2.1 A alimentação dos ventiladores do sistema de controle de fumaça deve ser feita a partir do quadro geral do edifício por: a) Conjunto de baterias (nobreak). 8. 4) Ser dimensionado para uma velocidade máxima de 10 m/s quando for construído em alvenaria ou gesso acartonado.5. em caso de falha de alimentação de energia da 10 . b) Para sistema de controle de fumaça natural: 1) Ser construídos em materiais incombustíveis e ter resistência interna à fumaça e gases quentes de 60 min. 2) Apresentar uma estanqueidade satisfatória do ar.

2.2.1 Os exaustores de fumaça devem resistir.7. 8. 8. 8.8 Ventiladores de extração de fumaça e introdução de ar 8.4 Devem permitir as mesmas vazões dos dutos (insuflação e extração) de onde se encontram instalados.1 O tempo de autonomia deve ser de 60 min.2.2.2 Os dispositivos de ligação dos ventiladores aos dutos devem ser constituídos por materiais incombustíveis e estáveis. 8. assegurar a carga máxima dos acumuladores.2.2. portaria ou local de vigilância de 24 h.7 Registros corta-fogo e fumaça 8.2. possuindo resistência mínima de 1 hora. baseada na lógica de funcionamento do sistema de controle de fumaça implantado.8. estas devem: a) apenas alimentar as instalações que possuam potência compatível com a capacidade das baterias.3 Deve ter a mesma resistência ao fogo do ambiente onde se encontra instalado. considerando a temperatura adotada conforme o item 6. 8.8. 8.8. durante o tempo mínimo de 60 min. 8. dotadas de dispositivos de carga e regulagem automáticas.1 Os registros devem ter dispositivo de fechamento e abertura conforme a necessidade que a situação exige.2.7.2. que devem: 1) Na presença de energia da fonte normal.2.7. 2) Após descarga por falha de alimentação da energia da rede. 8.3 A condição dos ventiladores (em funcionamento/parado) deve ser sinalizada na central de segurança. promover a sua recarga automática no prazo máximo de 30 h.2.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 2 rede pública.6.2.6. à passagem de fumaça.2 Seu funcionamento está vinculado ao sistema de detecção de fumaça e calor.5. 11 .2. b) ser constituídas por baterias estanque. sem alterações sensíveis do seu regime de funcionamento.7. 8.2 Caso o sistema de controle de fumaça seja alimentado por baterias de acumuladores.

NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 NPT 015 Controle de fumaça Parte 3 – Controle natural de fumaça em indústrias. seja diretamente. Figura 11 – Exemplo de controle de fumaça por extração natural e entrada de ar natural 1 . disposto para assegurar a ventilação do local (ver Figuras 11 e 12).1 O controle de fumaça por extração natural é realizado por meio da introdução do ar externo e extração de fumaça. seja por meio de dutos para o exterior. industriais e depósitos Tabela 5 – Determinação de risco para as ocupações Tabela 6 – Taxa de porcentagem para determinação das aberturas Exemplos de aplicação 9 DISPOSIÇÕES GERAIS RELATIVAS AO CONTROLE DE FUMAÇA COM EXTRAÇÃO NATURAL 9. depósitos e áreas de armazenamento em comércios Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 27 páginas SUMÁRIO 9 Disposições gerais relativas ao controle de fumaça com extração natural ANEXOS BCDEFEficiência dos exaustores Tabela 4 – Lista de classificação de riscos comerciais.

5 A abertura de introdução de ar para o controle de fumaça pode ser realizada por qualquer um dos seguintes meios: 9.5. 9.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Figura 12 .2.2 Exaustores naturais.4.3 Os exaustores naturais e as outras aberturas exteriores de extração de fumaça devem ser instalados de forma que a distância. deverá ser criado um anteparo (alpendre). 9. 9. no mínimo.5.2.6 As aberturas de introdução de ar devem ser dispostas em zonas resguardadas da fumaça produzida em um incêndio. 2 .4 Com relação à divisa do terreno e a propriedade adjacente. 9.2 Portas dos locais onde a fumaça é extraída e que dêem para o exterior. 9. 9. de forma a evitar a propagação do incêndio à edificação vizinha. 9.3 Aberturas de extração (ligadas ou não aos dutos).3 Escadas abertas ou ao ar livre.5. 9.1 Aberturas na fachada.1 Aberturas na fachada. não seja inferior à diferença de altura.2 A extração da fumaça pode ser realizada por qualquer um dos seguintes meios: 9.1 Caso a condição acima não possa ser atendida. a qualquer obstáculo que lhes seja mais elevado.5. 9.Exemplo de controle de fumaça por extração mecânica e entrada de ar mecânica 9. os exaustores e outras aberturas de descarga de fumaça devem distar horizontalmente. 9. com um máximo exigido de 8 m.4 Aberturas de introdução posicionadas na fachada ou ligadas a dutos de captação de ar externo.2. medida na horizontal. 4 m.

3 Pela compartimentação da área. 9.1. 9.8.Divisão em áreas de acantonamento 9. desde que a área compartimentada atenda aos parâmetros descritos nos itens 7. 9.1.1.1.1.1. quando esta for igual ou inferior a 6 m.1 e 7.3.1. 9.8. grandes áreas isoladas em um pavimento e edificações que possuam seus pavimentos isolados por lajes.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 9. a barreira de fumaça deve conter a camada de fumaça.8.2. estas devem ser divididas em acantonamentos com uma superfície máxima de 1.1.8.2 Pela configuração do telhado.7 Para edifícios com sistema de controle de fumaça natural com impossibilidade técnica de prever entrada de ar no acantonamento.8.4 As barreiras de fumaça devem ter altura: a) igual a 25% da altura média sob o teto (H). c) para fins de dimensionamento.8.1.1 Nas edificações térreas que possuam áreas que necessitam de sistema de controle de fumaça. dentro da zona enfumaçada (Hf) (Figura 14).3 As áreas de acantonamento devem ser delimitadas: 9.2 O comprimento máximo de um lado da área de acantonamento não deve ultrapassar 60 m (Figura 13). 9.3.1 Os parâmetros abaixo se aplicam em edificações térreas. b) no mínimo igual a 2 m para edificações que possuam altura de referência superior a 6 m.8. 9. esta poderá ser prevista ou complementada pelas aberturas de extração de fumaça dos acantonamentos adjacentes à área incendiada.8.1 Por barreiras de fumaça. Figura 13 .3.8 Parâmetros de projeto 9. 9.600 m 2 (Figura 13).8.1.8.8. 3 .5 As superfícies das aberturas destinadas a extração da fumaça devem se situar no ponto mais alto possível.

8 No caso de locais divididos em vários acantonamentos. a entrada de ar pode ser realizada pelos acantonamentos periféricos.1. 9. poderão ser consideradas as aberturas de extração de fumaça dos acantonamentos vizinhos. 9.8. 9.1.1. 9.8.Distâncias entre saídas 4 . a distância entre as saídas de extração deve ser de até sete vezes a altura média sob o teto (Figura 15).8. Figura 15 .8.6 As superfícies das aberturas destinadas a introdução de ar devem se situar na zona livre de fumaça no ponto mais baixo possível. 9.8.10 Todo acantonamento no qual a inclinação do telhado ou teto for inferior a 10%. livre de fumaça e da zona enfumaçada.Altura de referência.1.7 A superfície geométrica total das áreas destinada à entrada de ar deve ser ao menos igual àquelas destinadas a extração de fumaça.9 Na impossibilidade de se prever aberturas para introdução de ar nas fachadas da edificação.1.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Figura 14 .

4 (Parte 2). 9.16 NA superfície útil de um exaustor natural a ser considerada deve ser minorada ou majorada. 9. no mesmo local. existirem exaustores naturais no teto e aberturas de extração na fachada. o comprimento dos dutos deve ser inferior a 40 vezes a razão entre a sua secção e o seu perímetro (Figura 17). d e d1 ≤ 7H.17 Nesse caso.8.8.15 No caso de aberturas de extração ligadas a dutos verticais.12 Nos acantonamentos nos quais a inclinação dos telhados ou tetos for superior a 10%. as saídas de extração de fumaça devem ser implantadas no ponto mais alto possível. baseada na posição (acima ou abaixo) deste exaustor em relação à altura de referência (H). salvo justificação dimensionada por cálculo. a uma altura superior ou igual à altura de referência. 9.13 No acantonamento que possuir telhado com descontinuidade de altura.1. 9.1. multiplicando-se um coeficiente de eficácia.1.8.1. deve ser calculada a média das diversas alturas sob o teto ou telhado (H) (Figura 16). localizada na fachada “Ex” até a barreira de fumaça ou parede limite do acantonamento. estas últimas apenas podem contribuir com um terço da área total útil das aberturas de extração. H é a Altura de Referência conforme definido em 5.1. 5 .8. 9.14 Quando. d1 = distância horizontal da abertura de extração.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Observações: d = distância horizontal da abertura superior “Ex” de extração até a barreira de fumaça ou parede limite do acantonamento.8. Figura 16 .1. 9.1.8.11 A distância citada no item anterior não deve exceder a 30 m.Altura de referência diversificada por acantonamento 9. a altura dos dutos está limitada a 10 diâmetros hidráulicos (Dh = 4 x seção do duto / perímetro do duto).8.

9.8.21 O valor de “∆H” representa a diferença de nível entre a altura de referência e a média das alturas dos pontos alto e baixo da abertura contida na zona enfumaçada. c) Obtido o grupo no qual a edificação se enquadra e baseando-se na altura de referência e na altura que se pretende ter livre de fumaça (dados de projeto).NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Figura 17 . 9.20 Para as aberturas nas fachadas.9 Parâmetros de dimensionamento 9.1.18 Esse coeficiente de eficácia (E) encontra-se no Anexo B. da altura de estocagem.8.1.1 Para obter a área de extração de fumaça a ser prevista. classificar o risco por meio da Tabela 4 (Anexo C). Observação: Nos casos de depósitos e áreas de armazenamento. deve-se. considerando-se a altura da zona enfumaçada (Hf) e da altura de referência (H). 9.9. 9.19 O mesmo coeficiente de eficácia se aplica à superfície útil das aberturas de extração.1. obter o grupo no qual a edificação se enquadra por meio da Tabela 5 (Anexo D).8.Diâmetro hidráulico 9. obtém-se a taxa (porcentagem) de extração de fumaça com o emprego da Tabela 6 (Anexo E). o grupo de risco depende.1. também. conforme se observa na Tabela 5.8. preliminarmente: a) Para as edificações comerciais industriais e depósitos. esse coeficiente se aplica à superfície útil dessa abertura situada dentro da zona enfumaçada. 6 . b) Com a classificação de risco.

contendo a influência do vento e das deformações provocadas pela elevação de temperatura. 3) O ensaio deverá ser realizado conforme regra que consta Règles relatives a la conception et a l’installation d’exutores de fumeé et de chaleur – edition mai 07. 7 . 2) Na determinação da superfície útil de qualquer exaustor. 4) Para os sistemas que não forem objetos de ensaio.França.5.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo B Eficiência dos exaustores 1) Gráfico que indica a eficiência dos exaustores naturais. a superfície dever ser fornecida pelo fabricante. após ensaio em laboratório credenciado.2006 (julho de 2006) . a superfície livre de passagem de ar será afetada por um coeficiente de 0. ou outra norma de renomada aceitação.

etc. rayon-viscose e acetato Artigos esportivos Ataduras Alfaiatarias/Costureiras Malharia RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 BEBIDAS RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF4 RF3 RF3 ---RF3 ---RF2 RE2 RE2 ou RE3(1) RE2 ou RE3(1) RE2 ou RE3(1) RE2 ou RE3(1) RE2 ou RE3(1) RE2 RE2 ou RE3(1) RE2 RE2 ou RE3(1) RE2 RE2 Bebidas alcoólicas Bebidas sem álcool (Ex. ráfia. seda (artificial/natural).: Refrigerantes) Cervejaria/Lúpulo Malte RC3 RC3 RC2 RC3 RF2 RF1 RF1 RF1 RE2 RE2 RE1 RE1 AUTO/AVIÕES/BARCOS Acessórios de autos Autos Aviões Barcos RC3 RC3 RC3 RC3 RF2 RF2 RF3 RF3 RE2 ou RE3(1) RE2 ou RE3(1) RE2 ou RE3(1) RE2 ou RE3(1) 8 . Industriais e Depósitos Riscos relativos ao comércio (RC) Riscos relativos à área de fabricação do produto (RF) Riscos relativos a depósito de matéria-prima. cânhamo.Lista de classificação de riscos comerciais.) Tecidos de lã natural Fibras sintéticas Tecidos sintéticos. meias e roupas íntimas femininas Têxteis. linho. Tecido. produção de algodão. seda e etc. industriais e depósitos Classificação de Riscos Comerciais. lã.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo C Tabela 4 . expedição ou depósito de produto acabado (estocagem) (RE) Descrição das atividades PRODUTOS TÊXTEIS. alvejados e bordados Tecidos. cânhamo. juta. vestimentas. nylon. artigos (roupas. Tecidos estampados. juta. algodão. lã. etc. linho. TECIDOS E FIOS Fibras têxteis naturais.

secagem Madeira.Lista de classificação de riscos comerciais. expedição ou depósito de produto acabado (estocagem) (RE) Descrição das atividades MÓVEIS E MADEIRAS Caixas de madeira Loja de decoração Madeira torneada. artigos de. artigos de. serrada Madeira. artigos de. folheados Portas de madeira Tonéis de madeira Janelas de madeiras Painéis compensados de madeira Painéis de madeira aglomerada Palhas de madeira RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RF3 ---RF3 RF3 RF3 ---RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RE2 RE2 RE2 RE3 RE2 RE3 RE2 RE2 RE2 RE2 RE2 RE2 RE2 RE3 RE2 RE2 RE2 RE2 RE2 RE2 RE2 RE2 RE2 RE2 RE2 RE2 9 . artigos de. artigos Madeira envernizada. industriais e depósitos Classificação de Riscos Comerciais. talhada Madeira. resíduos de Madeira. Industriais e Depósitos Riscos relativos ao comércio (RC) Riscos relativos à área de fabricação do produto (RF) Riscos relativos a depósito de matéria-prima. artigos de Madeira. polimento Madeira. vigas e tábuas Madeiras em tronco Madeiras. artigos de. aglomerada ou compensada Antiguidades/ Objetos usados/ Leiloeiros/ Casa de penhores Madeira. artigos Madeira. aparas Madeira. artigos de.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo C (continuação) Tabela 4 . impregnação Madeira. artigos de. marchetaria Madeira. marcenaria Madeira. carpintaria Madeira. artigos de.

carpintaria RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 BORRACHA RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RE2 RE2 RE2 RE2 RE3 RE3 RE3 RE3 RE3 RE3 RE3 Borracha Espuma de borracha e borracha espanjosa RC3 RC3 CALÇADOS RF4 RF4 RE3 RE4 Calçados (sem solado de madeira ou plástico) Calçados (com solado de madeira ou plástico) RC3 RC3 RF3 RF3 RE3 RE4 PLÁSTICOS/ ESPUMA Artigos plásticos (Ex.Lista de classificação de riscos comerciais. artigos de Rejeitos de espuma em rolos ou placas Brinquedos Colchões RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RF3 RF3 RF4 RF4 RF3 RF4 RE2 RE2 RE4 RE4 RE3 RE4 10 . Lona.: Sacos. expedição ou depósito de produto acabado (estocagem) (RE) Descrição das atividades MÓVEIS E MADEIRAS Tacos de madeira Colheres de madeira Prateleiras de madeira Palets de madeira Féretros de madeira Guarda-móveis Guarda-roupas de madeira Móveis de madeira Móveis de madeira envernizada Móveis revestidos sem espuma sintética Móveis. Industriais e Depósitos Riscos relativos ao comércio (RC) Riscos relativos à área de fabricação do produto (RF) Riscos relativos a depósito de matéria-prima. Portas plásticas Transformação (sem espuma) Espuma sintética. industriais e depósitos Classificação de Riscos Comerciais.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo C (continuação) Tabela 4 .

artigos de Cabos ou cordas Cordoaria Barbante Cestaria RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 EMBALAGENS RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RF3 RE2 ou RE3(1) RE2 ou RE3(1) RE2 RE2 RE2 RE2 Embalagem RC3 RF3 RE3 LOJAS COMERCIAIS Lojas comerciais/ Supermercados Perfumaria/ Loja de Artigos Bijuterias/ Joalherias RC3(4) RC3 RC2 TABACO ---------- RE3 RE3 RE1 Tabaco Tabaco.Lista de classificação de riscos comerciais. expedição ou depósito de produto acabado (estocagem) (RE) Descrição das atividades PAPEL/ CARTONAGEM Papel/ Papelão/ Artigos de escritório/ Papelaria Papel. aparas prensadas Papelão betuminado Papelão ondulado Artigos de papel Cartonagem Jornais/ Revistas Armarinhos Cartonagem betuminada RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RF3 RF3 RF4 RF3 RF3 RF3 ------RF4 RE2 ou RE3(1) (5) RE2 RE2 ou RE3(1) (5) RE2 ou RE3(1) (5) RE2 RE2 ou RE3(1) (5) RE2 RE2 RE2 ou RE3(1) (5) TAPETES/ CORDOARIA/ CESTARIA Tapetes Tapeçaria. industriais e depósitos Classificação de Riscos Comerciais.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo C (continuação) Tabela 4 . charutos e cigarros) RC3 RC3 RF2 RF2 RE2 RE2 11 . artigos de (Fumos. Industriais e Depósitos Riscos relativos ao comércio (RC) Riscos relativos à área de fabricação do produto (RF) Riscos relativos a depósito de matéria-prima.

embalagem Câmara frigorífica Ferragens Ferramentas Armas Serralharia RC1 ou RC2 ou RC3(3) RC1 RC2 RC1 RC1 ou RC2 ou RC3(3) RC1 ou RC2 ou RC3(3) RC1 RC1 RC3 RC3 RC3 RC3 RC1 CORTIÇA RF1 RF1 RF2 RF2 RF1 RF1 RF1 RF1 ---RF1 RF1 ---RF1 RE1(2) RE1(2) RE1(2) RE1(2) RE1(2) RE1(2) RE1(2) RE1(2) RE1 RE1(2) RE1(2) RE1 RE1(2) Cortiça Cortiça. Industriais e Depósitos Riscos relativos ao comércio (RC) Riscos relativos à área de fabricação do produto (RF) Riscos relativos a depósito de matéria-prima. industriais e depósitos Classificação de Riscos Comerciais. artigos de Urdume RC1 RC3 RC2 RC3 RC2 RC3 RC2 METAL RF2 RF2 RF2 RF3 RF3 RF3 RF2 RE1 RE2 RE1 RE2 RE1 RE2 RE1 Artigos de metal e aço Aparelhos de metal e aço Prateleira de metal/ madeira Alumínio. fund. fundição Chapas metálicas. artigos Chapas metálicas.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo C (continuação) Tabela 4 . artigos de Couro sintético. artigos de (Ex. produção Artigos metálicos. para injeção Artigos metálicos. expedição ou depósito de produto acabado (estocagem) (RE) Descrição das atividades COURO/ MATADOURO/ URDUME Matadouro Curtume Couro Couro sintético Couro.: Painéis) Cortinas em rolo RC3 RC3 RC3 RF2 RF2 RF2 RE2 RE2 RE2 12 .Lista de classificação de riscos comerciais.

VASSOURAS E PINCÉIS Escovas. ajuste e colocação de metais RC1 RC1 ou RC2 ou RC3(3) ---RF2 RE1 RE1(2) ESCOVAS. diversões eletrônicas RC3 MECÂNICO RF3 RE2 ou RE3(1) Máquinas em geral (mecânica) Montagem. domésticos. fundição. eletrônicos. bolos e bolachas. levedura RC3 RC3 RC3 RC2 RC2 RC3 RC2 RC3 RC3 RC1 RC1 RC2 RC3 RF2 RF2 ---RF2 RF1 RF4 RF1 RF3 RF3 RF1 ------RF1 RE2 RE2 RE1 RE1 RE1 RE3 RE1 RE2 RE2 RE2 RE2 RE1 RE2 GRÁFICAS/ TIPOGRAFIAS Tipografia RC3 RF3 RE4 13 . televisão. Confeitaria (chocolate e doces) Congelados Conservas Frigorífico/ Laticínio Azeite/ Óleo comestível Glicose Farinhas alimentares Açúcar (usinagem e refinamento) Ervanarias Mercearias/ Quitandas Açougue Fermento. vassouras. espanadores e pincéis RC3 FELTRO RF3 RE2 Feltro RC3 ALIMENTOS RF3 RE2 ou RE3(1) Padaria e confecção de pães. Industriais e Depósitos Riscos relativos ao comércio (RC) Riscos relativos à área de fabricação do produto (RF) Riscos relativos a depósito de matéria-prima.Lista de classificação de riscos comerciais. industriais e depósitos Classificação de Riscos Comerciais. etc. expedição ou depósito de produto acabado (estocagem) (RE) Descrição das atividades ELETRICIDADE Aparelhos de rádio e som.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo C (continuação) Tabela 4 . usinagem.

(4) Considerado RC para as áreas comuns de shoppings e lojas menores de 300 m2. animal Resinas naturais Resinas sintéticas Verniz RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RC3 RF2 RF4 RF2 RF4 RF4 RF4 RF3 RF4 RF2 RF4 RF4 RF4 RF4 RE3 RE2 RE1 RE3 RE3 RE3 RE3 RE2 RE3 RE3 RE2 RE3 Referências: (1) Classificações válidas segundo a natureza das embalagens.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo C (continuação) Tabela 4 . Industriais e Depósitos Riscos relativos ao comércio (RC) Riscos relativos à área de fabricação do produto (RF) Riscos relativos a depósito de matéria-prima. (2) Classificação válida para embalagens de papelão. sendo que para as lojas maiores que 300 m2 e riscos especiais deverão ser classificados pelo risco predominante. quando a peça metálica possuir embalagem de plástico. (5) Para armazenamento de papel e rolos de papel. industriais e depósitos Classificação de Riscos Comerciais. quando a peça metálica não possuir embalagem. RC3. caso sejam embalagens de plástico para risco RE2. considerar RE2 quando armazenado horizontalmente e RE3 quando armazenado verticalmente. sendo RE2 para embalagens de papelão e RE3 para embalagens de espuma/plástico.Lista de classificação de riscos comerciais. (3) Classificação -RC1. vegetal. expedição ou depósito de produto acabado (estocagem) (RE) Descrição das atividades CERÂMICA/ LOUÇAS/ VIDROS Louças (em geral) Cerâmica Vidros Cimento RC2 RC2 RC2 RC1 RF1 RF1 RF1 RF1 RE1(2) RE1(2) RE1(2) RE2 PRODUTOS QUÍMICOS/ TINTAS Produtos Farmacêuticos/ Drogaria Tintas a base de óleo Tintas a base de água Fósforo Fumo negro Resina natural Sabão/ Detergentes Alcatrão Produtos de limpeza Óleos: mineral. quando a peça metálica possuir embalagem de papelão. RC2. 14 .

0 RE2 5.3 RE4 3. Grupo a considerar decorrente da tabela 4 1 2 3 3 4 3 4 3 4 5 3 4 5 6 7 3 4 5 6 7 Categorias de Riscos RC1 RC2 RC3 RF1 e RF2 RF3 e RF4 RE1 Altura máxima de estocagem (em m) ---------------4.5(*) 2.0 7.6 4. Industriais e Depósitos.: RC = risco para áreas comerciais RF = risco para áreas industriais RE = risco para área de estocagem e depósitos 15 .6(*) 3.0 3.4(*) (*) A porcentagem de abertura para alturas superiores a estas deve ser obtida através de processo de progressão.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo D Tabela 5 – Determinação de risco para ocupações Determinação de Riscos Para Ocupações Comerciais.3 7. Obs.9 7.2 6.1 4.2 2.1 RE3 5.7(*) 1.

19 0.58 0.25 0. Alturas de referência (em m) 4 Altura da zona livre de fumaça H (em m) 3 % de abertura GR 1 0.98 1.52 0.89 16 .39 0.08 0.84 0.65 0.61 1.43 GR 3 0.26 0.76 0.69 0.63 0.46 0.57 0.5 3.38 0.76 0.64 0.34 0.31 0.84 0.64 1.94 1.35 0.48 0.18 0.87 0.77 0.35 0.86 GR 5 1.5 6. industriais e depósitos.3 0.86 1.33 1.43 0.75 4 4.45 0.08 1.64 0.38 0.26 0.34 0.4 0.74 0.3 1.54 0.27 0.1 1.4 0.54 0.9 1.18 1.44 0.23 0.72 0.54 0.66 0.36 0.61 0.26 1.63 0.7 0.61 0.47 0.37 0.3 0.54 0.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo E Tabela 6 – Taxa de porcentagem para a determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura de ocupações comerciais.91 1.59 3.19 1.25 0.66 0.23 1.97 1.05 GR 6 1.94 1.29 0.24 1.21 0.5 3.54 0.38 0.32 0.68 0.62 0.32 0.43 0.47 3 5 3.4 0.25 3.24 0.15 0.75 4 0.77 0.15 1.31 0.21 0.45 1.99 1.5 0.51 0.88 1.12 0.31 0.61 0.38 0.5 1.82 3 3.41 0.5 0.68 0.3 GR 2 0.5 3.5 3 3.8 0.75 4 0.42 0.91 1.16 1.5 3.54 0.06 1.74 0.03 1.2 1.25 0.59 0.91 1.37 0.27 0.19 0.05 1.75 0.06 1.09 1.92 1.07 0.73 0.67 0.72 0.79 0.22 0.25 5.84 0.2 GR7 1.25 3.83 3 3.03 1.03 1.3 1.5 0.1 1.32 0.97 1.54 1.11 1.79 0.36 1.25 6 3.36 1.89 1.32 0.33 0.27 0.82 0.5 3.81 0.61 GR 4 0.44 0.46 4.48 0.88 1.42 1.56 0.25 4.

99 1.99 2.47 0.03 2.53 0.24 0.36 1.26 1.12 1.65 GR 3 0.4 1.62 0.33 0.07 0.48 0.75 0.41 0.35 1.28 0.75 0.5 0.75 6 0.2 1.56 4 4.54 0.94 2.25 5.41 0. industriais e depósitos.65 1.11 0.75 4 4.37 0.61 0.23 0.8 2.46 0.29 0.67 0.71 1.26 1.31 1.22 0.28 2.92 17 .13 1.91 1.15 1.38 0.75 5 5.87 0.96 GR7 0.98 1.5 4.61 1.05 1.46 GR 2 0.25 4.27 1.66 0.25 4.71 0.85 0.58 0.4 0.92 1.31 0.37 1.48 1.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo E (continuação) Tabela 6 – Taxa de porcentagem para a determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura de ocupações comerciais.16 1.14 1.62 0.42 0.03 1.81 0.51 0.55 1.76 0.35 0.82 0.95 1.75 5 % de abertura GR 1 0.42 0.6 0.07 1.35 0.6 1.44 0.72 0.58 2.67 0.06 1.94 1.67 0.31 GR 5 0.94 1.3 1.02 2.71 0.5 3.95 1.25 7.32 0.17 1.52 1.25 2.33 1.03 1.93 1.27 0.34 0.86 2.25 0.3 0.2 1.81 2.5 4.43 1. Alturas de referência (em m) Altura da zona livre de fumaça H (em m) 3.4 0.43 1.59 0.93 GR 4 0.37 0.5 0.29 2.66 0.76 0.75 8 5 5.76 1.52 0.58 1.71 0.84 0.5 1.38 0.57 0.98 1.53 0.75 1.5 4.83 0.53 0.5 4.54 0.22 1.31 0.48 0.47 0.2 0.5 5.21 1.22 0.87 1 1.26 0.86 0.85 0.12 1.22 3.33 0.6 0.73 0.43 1.75 4 7 4.08 1.47 1.63 1.25 5.76 0.8 0.64 0.98 2.31 1.76 0.87 1 1.6 GR 6 0.12 1.07 1.47 0.57 0.69 1.44 0.81 0.5 0.27 1.55 1.

62 0.9 2.39 0. Alturas de referência (em m) Altura da zona livre de fumaça H (em m) 4.78 0.68 0.19 1.42 0.5 6.34 2.97 1.5 0.51 0.93 2.29 4.25 6.05 1.12 1.55 0.15 2.25 5.25 1.25 0.06 2.28 0.5 4.4 1.63 0.5 4.49 0.86 0.5 5.65 1.7 0.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo E (continuação) Tabela 6 – Taxa de porcentagem para a determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura de ocupações comerciais.69 GR 2 0.97 1.37 2.59 2.5 9 5.86 0.18 1.61 2.7 0.72 1.14 1.17 0.41 1.49 0.36 0.11 2.28 3.68 1.63 0.26 1.11 2.35 0.91 2.88 2.23 1.94 3.1 1.51 1.74 1.25 6.38 1.6 2.75 6 6.27 1.37 GR 4 0.55 0. industriais e depósitos.5 0.5 5.9 3.75 7 0.77 0.35 1.5 1.97 GR 3 0.85 0.54 1.31 2.74 0.22 1.39 0.88 0.72 1.67 18 .97 1.33 0.53 0.89 0.92 3.26 0.26 1.49 0.13 1.25 5.08 1.73 0.93 2.79 0.25 4.4 1.56 0.71 1.91 GR7 1.38 1.21 1.66 1.56 1.37 0.25 1.87 0.03 1.78 0.48 1.34 1.83 0.44 0.65 0.23 1.5 % de abertura GR 1 0.35 0.75 6 6.92 1.33 2.44 0.91 1.7 0.75 5 5.37 1.55 1.68 1.57 1.73 1.94 GR 5 0.29 0.02 1.99 1.39 1.4 0.69 0.45 0.54 1.85 2.64 2.1 1.87 0.81 0.61 0.53 0.08 0.38 GR 6 1.57 0.87 2.09 2.75 5 8.61 0.99 1.12 2.54 0.46 0.31 0.09 1.33 1.

61 GR7 1.58 1.95 2.91 2.59 0.37 2.36 0.25 10 6.57 3.73 0.5 6.75 7 7.32 0.75 0.31 0.37 2.8 0.63 1.18 1.65 0.63 2.71 1.24 1.37 1.15 2.07 1.18 1.01 1.97 1.43 2.46 0.48 1.08 1.61 0.75 9.38 2.5 % de abertura GR 1 0.57 0.91 1.48 1.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo E (continuação) Tabela 6 – Taxa de porcentagem para a determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura de ocupações comerciais.55 1.96 1.7 0.34 1.05 0.38 2.45 1.17 2.92 3.75 6 6.22 1.95 2.95 GR 2 0.5 6.5 5.23 1.49 1.29 2.75 7 7.83 0.66 182 2 2.52 0.53 0.14 2.25 7.2 GR 3 0.52 1.18 1.75 1.3 1.23 3.32 0.33 1.76 1.88 0.39 0.62 0.97 2.29 0.5 6 6.88 2.55 0.94 1.39 0.77 1.25 7.38 0.14 1.25 5.08 5 5.64 4.97 3.65 2.01 1.22 3.94 2.86 0.79 0.7 1.59 1.79 0.61 1.33 1.31 1.07 1. Alturas de referência (em m) Altura da zona livre de fumaça H (em m) 4.65 1.94 2.41 0.52 1.4 GR 5 0.75 5 5.94 1.97 1.87 0.62 2.41 2.46 0.3 3.47 1.5 5.12 1.77 0.47 0.24 1.94 GR 6 1.07 1.83 0.25 1.04 1.56 0.11 1.04 4.92 1.85 0.64 2.3 1.72 0.26 2.15 2.19 1.78 0.56 0.65 4.62 0.48 2.65 1.06 2.68 1.44 0.28 0.4 1.87 0.25 6.51 0.67 0.43 0.59 0.44 1.25 5.97 1.51 1.71 0.24 1.85 0.87 0.7 GR 4 0.43 1.75 8 0.12 1.2 2.5 7.6 1.68 0.81 2 2.91 2.31 1.75 0.77 1.2 2.73 3 3. industriais e depósitos.49 19 .68 2.65 0.97 1.15 2.01 1.37 1.42 0.5 0.36 1.

04 1.18 3.72 1.55 3.79 1.9 3.54 1.64 0.34 0.83 2.69 0.19 2.38 0.84 2.86 0.64 1.57 1.45 1.39 1.25 7.94 1.24 3.16 1.22 2.75 6 6.94 3.35 GR7 1.4 1.5 5.08 1.01 2.86 3.36 3.75 8 8.92 5.74 1.36 20 .11 2.4 1.23 3.75 8 8.06 1.7 0.04 2.89 4.39 2.7 0.09 1.25 5.67 1.43 4. industriais e depósitos.58 0.55 3.23 0.5 0.98 1.31 0.65 2.9 GR 5 1.54 1.83 0.67 1.41 1.74 0.75 7 7.95 1.66 0.57 0.91 1 1.85 0.75 9 0.27 0.01 4.84 0.75 6 6.82 0.44 0.28 1.5 1.67 0.46 2.83 2.72 2.94 1.49 0.48 0.99 1. Alturas de referência (em m) Altura da zona livre de fumaça H (em m) 5.72 1.13 2.96 2.6 2.82 1.37 1.25 2.18 1.28 1.78 1.25 8.87 0.41 0.37 0.92 4.35 0.77 0.97 1.11 1.53 0.59 0.25 1.5 6.77 0.5 7.29 1.94 2.78 3.65 4.16 2.18 1.48 0.22 0.72 0.25 6.5 10.45 GR 3 0.43 1.42 2.4 4.54 0.61 0.08 3.65 0.42 0.75 0.33 3.37 1.78 0.3 2.62 1.84 5.89 3.14 1.91 0.15 2.85 2.17 1.5 % de abertura GR 1 0.64 2.94 2.25 7.36 2.18 1.19 2.59 2.05 GR 4 0.16 GR 2 0.15 1.68 1.5 0.3 1.88 2.08 1.63 1.89 0.37 2.27 1.69 2.3 1.87 1.25 8.98 2.64 0.33 1.67 4.5 7.55 GR 6 1.19 1.56 0.97 3.31 1.4 2.32 2.02 4.02 2.08 1.05 1.01 2.52 1.69 0.5 2.53 1.77 1.63 0.91 1 0.43 1.6 0.61 0.28 4.52 0.88 2.83 3.2 3.32 0.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo E (continuação) Tabela 6 – Taxa de porcentagem para a determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura de ocupações comerciais.46 0.77 0.04 3.58 1.25 6.43 0.53 1.5 5.71 0.5 3.67 1.61 2.04 1.9 0.5 6.75 7 11 7.06 1.16 1.06 2.5 8.47 1.54 2.

5 1.37 2.98 2.55 3.73 0.81 3.76 5.88 0.61 0.16 3.01 1.38 1.7 1.25 11.67 0.11 4.25 9.62 1.54 0.51 2.5 0.2 5.22 2.18 1.38 2.8 0.17 2.35 0.87 0.6 5.32 2.69 0.13 1.75 10 0.55 1.14 GR7 1.69 4.38 4.76 0.29 1.75 9 9.5 8.53 1.68 1.68 1.5 6.94 1.75 12 8 8.65 5.49 1.73 0.39 3.43 0.25 6.41 1.17 3.42 1.61 1.11 1.96 2.43 1.74 0.6 1.01 4.06 2.25 6.04 1.14 1.35 2.53 1.03 4.6 2.8 4.47 0.91 2.68 1.55 1.23 1.62 0.8 0.67 1.66 2.87 0.63 1.72 4.04 1.26 2.2 1.75 1.81 0.92 2.14 1.41 0.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo E (continuação) Tabela 6 – Taxa de porcentagem para a determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura de ocupações comerciais.06 3.44 3.84 2 2.67 0.33 1.84 2 2.75 6 6.17 1.5 7.25 1.63 0.75 4.68 0.06 0.1 3.95 1.52 0.22 1.72 2.25 8.75 9 9.9 3.81 6 6.58 2. Alturas de referência (em m) Altura da zona livre de fumaça H (em m) 5.87 0.15 2.57 0.3 1.37 2.36 3.87 4.91 3.55 2.62 0.5 8.5 7.25 7.97 1.19 2.98 2.75 7 7.72 0.08 2.4 2.28 3.58 2.17 2.43 GR 5 1.37 1.19 1.43 1.85 0.87 2.37 1.76 3 3.69 6.08 2.83 0.67 0.7 1.48 0.29 2.27 1.02 1.34 0.55 1.58 0.69 1.81 3.13 1.24 4.88 3.02 2.7 0.5 9.29 3.5 % de abertura GR 1 0.52 0.37 0.57 1.79 0.16 2.29 1.38 0.32 1.17 1.32 1.25 8.45 2.12 2.94 3.2 GR 6 1.95 1.45 0.5 6.44 1.56 1.87 2.22 1.87 4.54 1.4 1. industriais e depósitos.1 1.56 3.9 2.09 1.37 4.5 7.48 1.77 1.27 1.27 21 .43 1.66 2.78 0.55 1.17 2.68 2.73 1.39 GR 2 0.26 5.63 0.56 0.4 0.04 5.9 0.43 3.82 1.75 8 8.95 1.12 3.74 0.75 7 7.83 3.92 1 1.45 2.21 4.42 GR 4 0.48 2.46 3.83 2 2.79 5.26 1.94 1.76 1.99 1.81 1.25 9.04 3.26 2.08 1.58 0.05 1.71 GR 3 0.54 0.19 2.04 1.86 1.

5 10.9 3.59 0.13 1.98 4.35 2.47 1.65 0.39 3.7 2.92 0.89 2.26 2.25 8.69 0.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo E (continuação) Tabela 6 – Taxa de porcentagem para a determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura de ocupações comerciais.84 1.5 9 9.11 3.94 3.41 2.74 5.55 0.6 1.52 2.82 1.71 1.01 3.71 1.51 5.43 3.68 1.05 1.39 0. industriais e depósitos.39 2.61 1.68 5.11 4.68 0.47 1.52 4.21 1.97 3.31 4.06 1.8 0.49 1.33 3.98 2.85 0.58 2.98 1.8 1.73 6.2 1. Alturas de referência (em m) Altura da zona livre de fumaça H (em m) 6.7 1.85 0.33 2.5 8.23 GR 4 1.79 0.85 GR7 1.75 8 8.27 5.73 0.49 1.76 1.3 0 2.39 1.15 1.95 2.1 2.11 2.83 4.75 13.56 GR 3 0.57 3.96 2.51 0.16 3.98 1.47 0.6 1.25 1.56 1.25 3.41 4.52 3.96 2.5 7.95 3.25 11.75 2.47 7.43 1.19 2.56 GR 5 1.29 1.3 1.25 9.57 2.37 1.96 2.42 2.5 % de abertura GR 1 0.14 2.06 7.08 2.88 5.6 0.16 4.25 10.63 3.95 GR 2 0.35 1.12 1.24 6.75 11 11.39 1.86 0.05 1.69 3.25 7.1 5.68 1.19 4.59 GR 6 1.82 4.76 2.23 2.91 0.11 5.96 6.5 9.58 1.13 1.54 0.9 4.8 3.75 7 7.71 2.04 2.74 22 .83 1.6 2.64 0.19 3.79 0.99 1.81 1.75 10 10.13 2.21 1.91 0.25 2.56 0.

32 1.52 1.23 3.75 0.49 3.25 7.1 5.42 3.5 2.69 3.51 4.14 4.91 2.25 14 9.53 0.46 0.65 6.62 3.42 1.25 11.93 1 1.75 10 10.24 1.85 1.99 3.68 1.41 1.07 1.71 0.87 0. Alturas de referência (em m) Altura da zona livre de fumaça H (em m) 7 7.74 1.5 5.12 6.85 5.25 23 .86 GR 5 1.61 5 5.75 9 9.47 1.81 1.45 2.82 0.16 1.8 3 3.62 0.14 2.95 2.87 2 2.73 1.51 1.42 2.66 2.36 1.8 3.75 12 % de abertura GR 1 0.5 10.14 2.25 8.2 4.62 2.76 0.86 2 2.75 1.96 4.23 5.29 2.46 2.94 1.01 1.89 3.44 4.96 2.08 4.82 0.28 2.87 4.01 3.75 0.59 1.67 0.13 2.44 5.87 2 2.96 3.62 2.75 GR 3 0.25 1.38 6.25 10.16 1.76 4.27 4.46 1.44 GR 4 1.93 1 1.49 0.92 4.5 11.48 5.17 3.75 11 11.1 GR 2 0.64 1.24 1.66 3.08 1.33 1.14 1.44 2.8 2.29 2.91 6.11 2.39 3.5 8.29 2.92 7.98 2.16 1.62 2.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo E (continuação) Tabela 6 – Taxa de porcentagem para a determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura de ocupações comerciais.2 3.61 0.2 3.65 0.3 GR7 1.44 4.45 2.14 2.5 7. industriais e depósitos.59 6 2.75 1.8 0.11 2.56 1.64 1.35 1.53 8.08 1.74 1.96 GR 6 1.66 7.29 2.58 0.61 1.53 1.56 0.26 2.43 3.43 1.5 9.88 0.14 3.75 8 8.86 0.

38 8.68 1.02 8.63 2.99 2.5 8.29 1.63 1.02 1.69 3.78 0.68 2.56 4.45 2.5 9.47 1.74 1.92 2.11 5.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo E (continuação) Tabela 6 – Taxa de porcentagem para a determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura de ocupações comerciais.8 1.28 2.25 10.81 7.37 1.34 3.72 0.02 3.35 4.09 1.95 4.76 GR7 2.22 4.25 12.47 5.53 7.73 4.13 2.5 11.95 1.75 10 10.47 3.33 GR 6 1.26 1.97 1.89 0.5 % de abertura GR 1 0.28 1.25 7.09 7.86 3.94 GR 3 0.33 2.67 3.37 1.83 3.06 2.23 3.35 1.02 4.84 5.23 3.01 1.62 0.31 2.47 1.7 3.26 1.36 1.59 1.26 2.75 11 11.08 3.18 4.75 12 12. Alturas de referência (em m) Altura da zona livre de fumaça H (em m) 7.5 14.94 2.25 9.2 1.88 2.5 10.25 11.09 2.08 1.11 1.17 GR 5 1.46 4.79 1.57 1.58 0.47 1.53 1.01 3.91 2.75 9 9.25 8.69 0.47 1.77 0.57 1.51 2.06 2.93 2.25 3.44 1.63 0.73 0.63 2.91 0.03 6.92 4.32 6.79 6.5 7.87 6.17 1.24 4.81 3.77 5.84 0.18 2.33 2.57 1.46 3.03 2.49 2.67 0.68 1.03 2.17 2.19 5.82 0.95 4.33 5.72 1.65 2.26 GR 2 0.6 0.46 2.05 2.66 GR 4 1.66 2.52 4.84 3.05 3.92 5.04 1.67 1.45 3.59 6.73 5.23 3.77 24 .86 1.49 2.18 1.44 3.2 2.54 0.8 1.47 2.51 0.94 1.88 0.19 2.75 8 8. industriais e depósitos.03 3.8 1.47 0.68 2.35 2.84 3.64 0.

46 1.22 3.63 2.88 0.75 13 % de abertura GR 1 0.56 2.37 1.44 2.84 8.5 10.71 0.1 2.47 5.75 9 9.14 1.59 1.1 2.57 2.27 1.02 5.8 0.47 1.76 1.25 7.51 3.83 5.5 4.53 4.66 6.37 1.49 0.9 3.3 25 .94 2.41 2.97 2.52 0. industriais e depósitos.73 7.25 10.94 1 1.79 0.63 5.53 2. Alturas de referência (em m) Altura da zona livre de fumaça H (em m) 7.69 0.81 3.25 11.21 1.86 1.25 9.25 2.5 7.69 2.18 1.03 1.86 3.3 1.27 2.05 3.38 2.03 1.75 12 12.99 2.73 2.48 1.74 2.73 1.71 1.98 4.72 GR 6 1.07 1.73 3.65 1.22 1.75 0.24 5.15 6.4 2.85 1.5 11.55 1.95 4.3 3.84 0.24 4.91 3.41 1.58 1.03 2.82 1.5 8.14 GR 3 0.43 GR 2 0.88 GR 4 1.97 4.22 4.87 3.86 2.1 3.9 0.17 5.28 4.53 8.66 0.21 2.5 9.13 2.29 1.08 2.22 4.34 2.24 1.75 11 11.12 5.62 1.42 2.29 3.25 3.23 GR7 2.64 0.53 4.73 1.48 GR 5 1.25 8.94 7.7 3.83 3.28 2.5 12.75 10 15 10.52 9.51 1.44 4.61 1.8 5.1 1.25 12.75 8 8.39 1.52 1.12 2.26 2.96 1.65 2.56 0.09 3.96 6.94 2.73 0.62 0.81 1.46 3.6 0.85 6.91 0.2 2.74 3.5 3.24 2.33 1.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo E (continuação) Tabela 6 – Taxa de porcentagem para a determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura de ocupações comerciais.27 6.86 0.69 1.55 3.02 3.88 2 2.07 2.45 3.97 4.97 1.7 3.41 6.02 3.49 2.86 5.61 2.23 2.

tendo em conta a existência de teto falso (H = 8 m). • pode adaptar-se a criação de 16 acantonamentos com uma área aproximada de 1.600 m² e dimensões lineares inferiores a 60 m.22.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo F Exemplo de aplicação 1. Acantonamento Área Acantonamento Área A 1550 I 1550 B 1550 J 1550 C 1550 K 1550 D 1550 L 1550 E 1550 M 1550 F 1550 N 1550 G 1550 O 1550 H 1550 P 1550 2.1 Características • atividade – fábrica de automóveis • dimensões – 250 m x 100 m x 9 m • teto falso – na totalidade do galpão a 8 m do solo • pontes rolantes – funcionamento a uma altura máxima do solo de 6 m • armazenamento – altura de 5 m • portas de acesso – 2 portões com áreas de 16 m² cada e 4 portas com 2 m² cada nas paredes maiores 2. • a zona livre de fumaça terá uma altura de 6 m. baseado na atividade exercida: – categoria de risco – RF2 – para área industrial. com % de abertura de 2. 26 . com % de abertura de 1. Resolução 2. condicionada pelo trabalho das gruas a 6 m de altura. para H = 8 e H’ = 6 m.000 m² • os acantonamentos centrais de fumaça devem ter áreas compreendidas entre 1. • pela Tabela 4. – GR = 6 – para área de depósitos.2 Para extração de fumaça natural • a altura de referência H será de 8 m.58 para acantonamento da área industrial. • da Tabela 5 e 6.000 m a 1.550 m² cada. – GR = 3 – para área industrial.1 Geral: • área total do galpão: S = 250 m x 100 m = 25. Cálculo do controle de fumaça de um galpão industrial 1. o que impõe a instalação de painéis de acantonamento com 2 m de altura. – categoria de risco – RE3 – para área de depósito.

22 = 18. ● ENTRADA DE AR Deverá haver no mínimo 19 m² e 40 m² de área de abertura para entrada de ar para parte industrial e de depósitos.5 m².550 x 1.91 m² 100 Podendo ser utilizados 6 exaustores naturais de ± 3 m² ou 8 exaustores de ± 2. respectivamente. Essas aberturas devem estar localizadas abaixo da camada de fumaça. ● NA ÁREA DE DEPÓSITOS 1.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 3 Anexo F (continuação) Exemplo de aplicação ● NA ÁREA INDUSTRIAL A superfície útil de exaustão deverá ser de: 1.99 m² 100 Podendo ser utilizado 10 exaustores naturais de ± 4 m² ou 14 exaustores naturais de ± 3.550 x 2.5 m². 27 .58 = 39.

posição dos exaustores naturais e outros parâmetros para previsão dos equipamentos.3 Um exemplo da utilização dos métodos descrito acima consta do Anexo I.2.2.1. industrial e depósitos) Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 13 páginas SUMÁRIO 10 Disposições gerais relativas ao controle de fumaça com extração natural. 1 .Tabela 7 – classificação de risco para as demais ocupações H . industrial e depósitos)isposições gerais relativas ao controle de fumaça com extração natural ANEXOS G .2 Parâmetros de dimensionamento 10.2. b) pela classificação obtida na Tabela 7 (Anexo G). deverão ser atendidos os itens 7. constantes da Parte 3 desta NPT 10.2 Independente da área da edificação.Exemplo de aplicação 10 DISPOSIÇÕES GERAIS RELATIVAS AO CONTROLE DE FUMAÇA COM EXTRAÇÃO NATURAL PARA AS DEMAIS EDIFICAÇÕES (EXCETO COMERCIAL. c) pela multiplicação da área de cada acantonamento pela taxa (em porcentagem) obtida na Tabela 8 (Anexo H).1 Para fins de arranjo da área de acantonamento.8. 10. INDUSTRIAL E DEPÓSITOS) 10.1 A superfície útil das saídas de extração é determinada: a) pela altura de referência e a altura que se pretende ter livre de fumaça (dados de projeto).1. para as demais edificações (exceto comercial.1. a área mínima a ser considerada para extração de fumaça deve ser de 10 m².NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 4 NPT 015 Controle de fumaça Parte 4 – Controle natural de fumaça demais ocupações (exceto comercial. 10.2. deve-se: 10.2.1 a 7. 10.1 Para obter a área de extração de fumaça a ser prevista.2 Alturas superiores às encontradas na tabela 8 deverão ser submetidas à análise em comissão técnica.Tabela 8 – taxa em porcentagem para determinação das áreas de aberturas I .

pessoais e técnicos Escritório de venda por correspondência Cabeleireiros e barbearia Instaladores eletricistas Agências bancárias Câmbio e moedas Copiadora (em geral) Encadernadoras Lavanderias Oficinas elétricas Oficina de conserto Oficina de pintura B-1 B-1 B-1 B-2 C-1.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 4 Anexo G Tabela 7 . C-2 e C-3 D-1 D-1 D-1 D-1 D-1 D-1 D-1 D-1 D-1 D-1 D-1 D-1 D-2 D-2 D-3 D-3 D-3 D-3 D-3 D-3 Classe 1 Classe 1 Classe 1 Classe 1 ver tabela 4 (parte 3) Classe 2 Classe 2 Classe 2 Classe 1 Classe 2 Classe 3 Classe 3 Classe 3 Classe 3 Classe 2 Classe 1 Classe 1 Classe 2 Classe 2 Classe 3 Classe 3 Classe 1 Classe 2 Classe 2 Classe 2 A-3 A-3 A-3 B-1 B-1 B-1 B-1 Classe 1 Classe 1 Classe 1 Classe 1 Classe 1 Classe 1 Classe 1 Divisão A-1 A-2 A-3 Classificação Classe 1 Classe 1 Classe 1 2 .Classificação de risco para as demais ocupações Ocupação/ Uso Descrição Alojamentos estudantes Apartamentos Pensionatos Residencial Internatos Alojamentos Mosteiros e conventos Hotéis Motéis Pensões Hospedarias Serviços de hospedagem Pousadas Albergues Casa de cômodos Apart-hotéis Comercial Atividades comerciais em geral Agências de correios Agências de loterias Agências de despachos Processamentos de dados Escritórios Estúdio cinematográfico Estúdio de rádio Estúdio de televisão Estúdios de fotografia Serviços profissionais.

teatros e similares Clubes sociais. E-2. pessoais e técnicos Laboratórios bacteriológicos Laboratórios de física Laboratórios elétricos Laboratórios fotográficos Laboratórios metalúrgicos Laboratórios odontológicos Laboratórios químicos Academias e similares Pré-escolas e similares Educacional e cultura física Creches e similares Escolas em geral Sauna Bibliotecas Arquivo de documentos Museus Igrejas e templos Centros esportivos Estações e terminais de passageiros Locais de reunião de público Cinemas. boates e similares Restaurantes Auditório de rádio e televisão Pavilhões temporários Exposição de automóveis Exposição de máquinas Exposição de móveis F-1 F-2 F-3 F-4 F-5 F-6 F-8 F-5 F-5 F-10 F-10 F-10 Divisão D-3 D-3 D-3 D-3 D-3 D-4 D-4 D-4 D-4 D-4 D-4 D-4 E-3 E-5 E-5 E-1.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 4 Anexo G (continuação) Tabela 7 .Classificação de risco para as demais ocupações Ocupação/ Uso Descrição Oficina de reparos Oficina mecânica Oficina de relógio Oficinas hidráulicas Oficinas de fotocópias Serviços profissionais. E-4 e E6 E-3 F-1 Classificação Classe 2 Classe 2 Classe 2 Classe 2 Classe 2 Classe 3 Classe 3 Classe 3 Classe 3 Classe 3 Classe 3 Classe 3 Classe 1 Classe 1 Classe 1 Classe 1 Classe 1 Classe 3 Classe 3 Classe 2 Classe 1 Classe 1 Classe 1 Classe 2 Classe 2 Classe 1 Classe 3 Classe 3 Classe 3 Classe 2 Classe 3 3 .

I-2 e I-3 Classe 3 Classe 1 Classe 1 Classe 1 Classe 1 Classe 1 Classe 1 Classe 1 Classe 1 Classe 1 Classe 2 Classe 2 Classe 3 Classe 3 Classe 3 Classe 3 Classe 3 ver tabela 4 (parte 3) Divisão G-1. G-5 H-2 D-1 H-6 H-6 H-6 H-3 H-1. H-2 H-5 H-4 M-3 M-3 M-3 M-3 M-3 I-1. G-2 G-1. J-3 e J-4 ver tabela 4 (parte 3) 4 . edifício de Garagens Serviços automotivos Hangares Postos de abastecimentos Oficinas de conserto de veículos e manutenção Asilos Consultórios médicos ou odontológicos Consultório de radiologia Consultório médico Serviços de saúde e institucionais Estabelecimentos hidroterápicos Ambulatórios Hospitais em geral Presídios e similares Quartéis e similares Centrais hidroelétricas Centrais térmicas Especial Central externa de aquecimento Central telefônica Estação de transformadores Industrial Depósitos Atividades industriais em geral Demais atividades não enquadradas acima G-5 G-3 G-4.Classificação de risco para as demais ocupações Ocupação/ Uso Descrição Estacionamentos Garagem. G-2 G-1.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 4 Anexo G (continuação) Tabela 7 . G-2 Classificação Classe 1 Classe 1 Classe 1 J-1. J-2.

17 0.29 4.61 0.12 0.21 4.77 0.27 1.46 0.0 0.50 2.23 3.23 0.16 0.50 3.14 0.0 2.38 0.46 0.0 3.0 % de abertura de extração Classe 1 0.30 0.33 0.23 Classe 3 0.10 0.86 0.0 2.21 0.50 à 3 Altura da zona livre de fumaça H' (em m) 2.38 5 .43 0.0 4 2.27 0.5 5.21 0.33 3.43 0.76 0.0 0.0 0.15 0.25 0.31 0.5 4.65 0.5 3.5 2.35 0.61 0.12 0.47 0.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 4 Anexo H Tabela 8 – Taxa de porcentagem para determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura das demais ocupações Altura de referência (em m) 2.63 0.14 0.54 0.19 0.17 Classe 2 0.38 0.54 0.43 0.56 0.19 0.30 0.0 0.33 0.50 4.54 0.5 0.19 0.44 0.50 0.23 0.0 5 3.27 3.5 2.33 0.38 0.27 0.94 0.79 0.0 3.5 2.5 3.38 0.5 2.66 0.

07 0.33 0.72 1.22 1.99 0.92 0.0 3.70 0.62 0.76 0.40 1.5 4.50 4.48 0.65 0.53 0.0 % de abertura de extração Classe 1 0.46 0.41 0.75 0.44 6.46 0.64 0.25 1.5 4.0 4.5 5.38 0.66 0.0 4.64 0.0 0.35 1.31 1.86 0.5 0.25 Classe 3 1.87 0.56 0.20 1.07 0.50 6 .5 6 4.41 6.07 0.0 7.5 6.30 0.53 0.92 0.27 0.32 0.91 0.97 0.23 0.39 0.29 1.59 0.47 0.5 5.35 0.34 0.37 0.22 0.5 4.5 3.18 Classe 2 0.94 1.42 0.5 0.5 7 5.50 5.31 0.24 0.83 0.50 0.65 0.54 0.75 0.35 5.51 1.0 6.71 0.79 0.0 4.0 3.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 4 Anexo H (continuação) Tabela 8 – Taxa de porcentagem para determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura das demais ocupações Altura de referência (em m) Altura da zona livre de fumaça H' (em m) 5.0 3.59 0.46 0.0 5.

79 0.26 1.46 0.0 % de abertura de extração Classe 1 1.21 0.81 0.5 5.77 0.0 6.23 0.0 6.5 7.5 8.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 4 Anexo H (continuação) Tabela 8 – Taxa de porcentagem para determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura das demais ocupações Altura de referência (em m) Altura da zona livre de fumaça H' (em m) 7.60 0.65 1.5 1.12 0.09 0.33 0.65 0.99 0.69 0.87 0.77 1.0 5.58 1.0 4.35 0.5 5.0 9 6.87 1.0 7.62 0.33 Classe 3 2.96 1.40 0.95 0.25 0.54 0.67 0.0 4.49 0.50 6.5 7.70 0.30 0.98 0.5 4.5 6.76 0.70 0.17 1.09 0.23 Classe 2 1.0 5.38 0.28 1.5 6.56 8.50 0.5 5.57 0.48 1.61 0.61 0.34 0.53 1.47 7.85 0.22 0.37 1.48 0.0 8 5.42 0.87 0.86 0.37 2.40 1.97 0.39 2.53 7 .0 4.53 0.08 0.70 1.5 1.44 0.53 1.39 1.

67 1.05 0.77 0.5 10 7.88 0.07 0.47 1.67 8 .76 0.37 1.82 0.0 5.87 1.21 0.53 0.36 0.32 1.67 1.20 0.0 5.94 0.59 9.64 0.43 0.5 9.04 0.16 0.5 8.5 6.23 1.0 8.98 0.29 2.38 0.0 6.69 0.97 0.0 5.16 0.97 1.50 7.50 0.5 8.41 0.92 0.42 1.16 2.0 6.81 0.48 3.64 1.0 6.0 7.44 Classe 3 2.52 1.85 0.25 1.34 1.53 1.5 5.0 1.5 7.56 0.71 0.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 4 Anexo H (continuação) Tabela 8 – Taxa de porcentagem para determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura das demais ocupações Altura de referência (em m) Altura da zona livre de fumaça H' (em m) 8.52 0.48 0.80 1.82 1.79 0.65 0.0 10.39 1.90 2.57 0.5 9.58 2.70 0.0 7.0 8.18 0.5 6.75 0.46 0.97 0.5 1.0 % de abertura de extração Classe 1 1.86 0.70 1.5 5.62 9.50 7.43 2.05 1.95 0.34 2.16 1.61 0.5 8.45 1.37 1.12 0.05 1.31 Classe 2 2.73 0.41 3.5 6.

38 0.41 0.87 0.04 0.76 1.25 2.0 7.0 6.13 0.27 1.38 1.27 3.0 11.5 10.61 0.5 10.00 1.14 0.46 3.08 0.32 2.52 1.83 0.52 3.30 1.82 1.5 8.56 2.50 8.0 12 8.97 0.0 11.70 2.54 0.5 9.73 4.37 2.5 10.0 5.98 3.10 0.5 9.91 1.06 1.70 9 .14 2.04 0.74 0.85 0.64 3.35 Classe 2 2.91 0.54 1.94 0.0 9.55 1.43 0.71 1.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 4 Anexo H (continuação) Tabela 8 – Taxa de porcentagem para determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura das demais ocupações Altura de referência (em m) Altura da zona livre de fumaça H' (em m) 10.79 0.5 7.0 % de abertura de extração Classe 1 2.58 1.53 1.02 0.72 0.61 1.29 1.86 0.5 6.28 1.20 1.17 1.5 7.23 1.98 1.5 9.60 0.46 0.62 2.42 1.0 10.08 0.57 0.0 9.95 0.0 6.77 0.54 0.0 8.80 0.50 Classe 3 3.42 2.00 0.67 1.72 0.91 0.5 11 8.39 1.53 1.0 7.15 1.65 0.5 8.91 1.5 6.5 7.83 1.0 9.63 0.02 2.88 0.58 0.0 6.69 0.18 1.0 7.34 1.80 2.41 1.25 1.32 1.67 0.38 2.5 6.77 0.

75 2.84 0.76 0.50 9.51 0.83 1.57 0.69 1.98 1.96 0.65 0.48 1.37 1.76 10 .92 0.97 2.5 7.66 0.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 4 Anexo H (continuação) Tabela 8 – Taxa de porcentagem para determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura das demais ocupações Altura de referência (em m) Altura da zona livre de fumaça H' (em m) 11.5 11.52 2.5 11.58 1.99 1.0 6.40 Classe 2 3.54 4.0 8.25 1.68 1.76 2.5 10.97 0.38 3.88 0.02 0.14 1.03 0.70 0.19 1.18 1.66 1.49 0.34 1.56 3.77 0.0 9.0 10.60 0.29 1.63 0.62 2.39 1.86 3.88 2.5 8.5 12.79 12.80 1.84 1.45 1.5 2.0 10.5 % de abertura de extração Classe 1 2.96 2.25 1.0 6.40 1.82 0.0 8.02 2.07 0.72 0.5 8.22 1.90 0.08 1.36 1.5 7.05 0.5 10.5 9.49 2.12 0.81 2.0 7.0 11.56 Classe 3 4.88 0.73 3.0 7.24 1.14 0.0 13 9.

61 1.25 1.5 8.24 1.22 3.5 11.69 0.87 0.44 2.75 2.89 2.0 8.0 9.23 2.5 12.85 1.55 0.82 11 .47 1.74 1.0 7.5 7.13 1.70 2.30 1.48 4.99 0.56 1.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 4 Anexo H (continuação) Tabela 8 – Taxa de porcentagem para determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura das demais ocupações Altura de referência (em m) Altura da zona livre de fumaça H' (em m) 12.43 1.93 0.0 10.14 1.68 1.47 Classe 2 4.85 0.85 13.0 9.5 9.43 3.08 0.44 2.0 11.21 1.50 10.00 0.0 % de abertura de extração Classe 1 3.61 2.0 3.98 1.15 3.49 1.80 0.76 0.30 1.94 0.0 8.05 0.71 1.70 0.0 11.46 1.17 2.56 2.08 0.5 11.5 7.63 0.46 2.60 Classe 3 5.58 5.92 0.5 12.67 0.35 1.14 1.41 1.0 7.15 0.5 13.0 12.81 1.17 3.61 1.0 10.95 1.10 1.73 0.5 14 10.5 8.39 2.30 2.95 1.61 0.97 3.29 1.53 0.5 9.46 4.13 0.98 0.80 0.

28 1.88 1.99 1.0 7.82 12 .80 4.94 2.5 12.88 0.0 9.04 0.0 8.5 9.36 1.81 2.37 1.17 1.69 2.73 0.5 8.08 2.5 11.0 12.51 0.91 0.74 1.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 4 Anexo H (continuação) Tabela 8 – Taxa de porcentagem para determinação das áreas de aberturas Tabela de taxa de porcentagem para determinar as áreas de abertura das demais ocupações Altura de referência (em m) Altura da zona livre de fumaça H' (em m) 13.0 14.73 3.5 7.46 Classe 2 4.66 3.26 1.58 0.50 10.5 10.53 1.59 1.18 1.01 0.09 1.35 1.46 2.48 3.80 1.95 0.57 1.62 2.63 2.64 0.5 13.84 0.77 0.08 0.58 Classe 3 5.67 0.0 % de abertura de extração Classe 1 3.0 11.

000 m² • os acantonamentos centrais de fumaça devem ter áreas compreendidas entre 1. Resolução 2.33.0 m². abaixo da camada de fumaça. que pela quantidade de aberturas das portas existentes. • a zona livre de fumaça terá uma altura de 4 m.1 Geral: • área total do galpão: S = 100 m x 60 m = 6. • pode adaptar-se a criação de 5 acantonamentos com uma área aproximada de 1.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 4 Anexo I Exemplo de aplicação 1. o que impõe a instalação de painéis de acantonamento com 4 m de altura. • A superfície útil de exaustão deve ser de: – para cada acantonamento: 1.33 = 3. 2. Acantonamento Área A 1200 B 1200 C 1200 D 1200 E 1200 2. • pela Tabela 7 e em função da atividade exercida: – Teatro – F5 – Classe 2. são suficientes para atender ao risco. 13 .200 m² cada (20x60m). com % de abertura de 0.96 m² 100 ● ● Podem ser utilizados 4 exaustores naturais de 1. Cálculo do controle de fumaça de um teatro 1.200 x 0. • da Tabela 8 e de acordo com H = 8 e H’ = 4 m. – Classe 2 – para teatro.1 Características • atividade – teatro • dimensões – 100 m x 60 m x 8 m • portas de acesso – 2 portões com áreas de 8 m² cada e 8 portas com 2 m² cada nas paredes maiores. Deve haver no mínimo 4 m² de área de abertura para entrada de ar.000 m a 1.2 Para extração de fumaça natural • a altura de referência H será de 8 m.600 m² e dimensões lineares inferiores a 60 m.

11.Exemplo de aplicação. pela fumaça.2 A extração de fumaça pode ser realizada por dispositivos ligados a ventiladores. 11.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 5 Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 015 Controle de fumaça Parte 5 – Controle Mecânico de Fumaça em edificações horizontais. tem condições de emprego diferenciadas e deve ter características conforme o item 8. durante o tempo necessário para abandono do local sinistrado. 11.2.3 A extração visa: 11. ÁREAS ISOLADAS EM UM PAVIMENTO OU EDIFICAÇÕES QUE POSSUAM SEUS PAVIMENTOS ISOLADOS 11. de forma natural ou mecânica. 11. acima. ANEXOS J . baixando a temperatura interna e limitando a propagação do incêndio. que irão auxiliar nas operações de busca e resgate de pessoas.3.3. por meio de dutos.1 O controle de fumaça é realizado pela extração mecânica da fumaça e pela introdução do ar. 11 CONTROLE MECÂNICO DE FUMAÇA EM EDIFICAÇÕES HORIZONTAIS.2 Controlar e reduzir a propagação de gases quentes e fumaça entre a área incendiada e áreas adjacentes. áreas isoladas em um pavimento ou edificações que possuam seus pavimentos isolados. localização e controle do incêndio.3. ou por ventiladores instalados diretamente na área a proteger. 11. disposta de maneira a assegurar uma exaustão do volume a proteger.4 O controle de fumaça conforme especificado.5 O Controle Mecânico de Fumaça pode: 1 . 11.3 Providenciar condições dentro e fora da área incendiada.1 Manter um ambiente seguro nas edificações. evitando os perigos da intoxicação e falta de visibilidade. áreas isoladas em um pavimento ou edificações que possuam seus pavimentos isolados CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 14 páginas SUMÁRIO 11 Controle mecânico de fumaça em edificações horizontais.

7 Como regra geral pretende-se.2 Utilizar o sistema de ventilação ou ar condicionado normal da edificação. 11.6.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 5 11.8.5.6 Nos casos em que o sistema de ventilação ou de ar-condicionado normal da edificação seja utilizado para o controle de fumaça por extração mecânica. 11.7 Temperatura do ambiente.8. complementado por um sistema de controle auxiliar de fumaça.1 A dimensão do incêndio depende do tipo de fogo esperado e de se estabelecer uma condição de estabilidade para que o mesmo seja mantido em um determinado tamanho. 11. 11. garantindo a não intrusão de fumaça nas demais áreas não sinistradas do edifício. 11.6 Espessura da camada de fumaça.5. com o controle de fumaça: projetar e estabilizar a camada de fumaça em uma determinada altura. de forma a atender às funções para que normalmente são projetados e também atender a função de extração de fumaça.9 Introdução de ar. com o emprego do sistema de ventilação ou ar-condicionado normal da edificação.6.5 Dimensão do acantonamento.8. 11.8 Temperatura da fumaça.1 Tamanho do incêndio.8.8.3 Utilizar sistema conjugado. 11.8 Para elaboração do projeto de controle de fumaça. 11.2 Assegurar o controle (abertura/ fechamento) de todas as partes que compõem o sistema. 2 . para que as pessoas possam sair em segurança deste ambiente. ou a brigada de incêndio possa atuar no resgate de vítimas e controle e extinção do incêndio.9. com dupla função.4 Tempo para a camada de fumaça descer até a altura de projeto.8.8. estes devem: 11.3 Altura da camada de fumaça. 11. 11.8.5. os seguintes fatores devem ser observados: 11. destinado exclusivamente à extração de fumaça.2 Taxa de liberação de calor. 11.8. 11. 11. 11.1 Atender às mesmas exigências para um sistema exclusivo de controle de fumaça por extração mecânica. 11.10 Obstáculos.8. 11.1 Ser um sistema específico.9 Tamanho do incêndio 11.

00 x 3.11. 11.4 O fogo deve ser classificado como instável.3 Onde houver depósito de mercadorias.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 5 11. 11.00 4.11 Taxa de liberação de calor 11. b) nas edificações do grupo J (depósitos) o tamanho do incêndio será o resultado da multiplicação da área constante na Tabela 9 pela altura de estocagem.00 Perímetro (m) 12 16 24 Área (m) 9 16 36 11. o fogo é classificado como estável ou instável.200 MJ/m²) Tamanho do Incêndio (m) 3.9.12. deve ser conforme Tabela 9.00 x 4. nebulizadores.1 A taxa de liberação de calor deve adotar os parâmetros da Tabela 10.9.9.00 x 6. a camada de fumaça deverá ser projeta a 0.5 m acima do piso da edificação. 11.3. 3 .Dimensões do incêndio Categoria de Risco Baixo (até 300 MJ/m²) Médio (de 300 a 1.1 Será aceita a instalação parcial de sistema de chuveiros automáticos para a proteção de subsolos com ocupação distinta de estacionamento de veículos nas edificações onde este sistema não é obrigatório.9.200 MJ/m²) Alto (acima de 1.1 Uma altura livre de fumaça deve ser projetada de forma a garantir o escape das pessoas. 11. quando não atender a condição especificada no item 11. caso haja possibilidade de ocorrer o fenômeno flash over. 11. 11. 11.00 6.50 m acima do topo dos produtos armazenados.2 Para fins de projeto de controle de fumaça.2 Esta altura devido a presença do jato de fumaça pode alcançar no máximo 85% da altura da edificação. Tabela 9 .9. devendo estar no mínimo a 2.10.3 O fogo pode ser considerado estável quando a edificação for dotada de meios de supressão automática do incêndio (chuveiros automáticos.5 Edificações com proteção por chuveiros automáticos: a) tamanho do incêndio para as edificações com sistema de chuveiros automáticos (fogo estável).10 Edificações sem proteção por chuveiros automáticos: 11. etc).12.12 Altura da camada de fumaça 11.12.

empilhados Garrafas plasticas. empilhada Produtos celulósicos em geral Malas do correio Papelão empilhado Rolos de papelão Caixas de papelão Caixas de papelão. com divisórias. produtos elétricos Produtos empacotados Componentes de fibra de vidro. empilhada Madeira compensada.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 5 Tabela 10 – Taxa de liberação de calor Ocupações Residencial Serviços de hospedagem Comercial Serviços Profissionais Educacional Local de Reunião Pública Serviços de Saúde e institucionais Indústrias I1 I2 I3 Depósitos Engradado de madeira Paletes de madeira. em caixas de papelão. empilhadas Taxa de liberação de calor (KW/m²) 228 500 500 228 350 500 500 Taxa de liberação de calor (KW/m²/m) 60 280 500 Taxa de liberação de calor (KW/m²/m) 2500 2150 500 500 500 160 235 290 120 150 325 145 315 190 275 940 655 1195 4 . em caixas de papelão. com divisórias. com divisórias Garrafas de polietileno. em caixas de papelão Compartimentos em fibra de vidro. empilhadas Caixas de papelão. empacotadas em caixas de papelão. empilhadas Garrafas em PVC. empilhados Móveis embalados Madeira serrada. empacotadas em caixas de papelão.

em caixas empilhadas Filmes de plástico. pode ser determinada pelas relações que reportam a 3 situações: a) quando nenhum sistema de exaustão de fumaça está em operação.13. cheios. 11. empilhadas Painel isolado em poliestireno espuma rígido.13. a qualquer tempo. empilhados Sacos de lixo de polietileno. móveis Álcool Gasolina Óleo combustível Taxa de liberação de calor (KW/m²/m) 380 1000 380 980 1280 850 265 370 675 2695 2720 805 1105 305 390 720 740 1590 1470 11. com divisórias empilhadas Isolamento de poliuretano. em rolo Tubos de polipropileno.1 A posição da interface da camada de fumaça.2 Posição da camada de fumaça. empacotadas em caixas de papelão com divisórias. espuma em caixas de papelão com divisórias. empacotados em caixas de papelão.13 Tempo para a camada de fumaça descer até a altura de projeto 11. em caixas de papelão Escaninhos de polietileno. a altura das primeiras indicações da fumaça acima da 5 . em caixas de papelão Garrafas de poliestireno. em caixas de papelão Tubos de poliestireno colocados em caixas de papelão. com nenhum sistema de exaustão em funcionamento. empilhadas Tubos de poliestireno. b) quando a vazão máxima de exaustão de fumaça for igual ou superior à vazão fornecida à coluna da camada de fumaça. a) com o fogo na condição estável. c) quando a vazão de exaustão de fumaça for menor que a vazão fornecida à coluna da camada de fumaça. em rolos Filmes de polipropileno. empilhadas Partes de brinquedo de poliestireno empilhadas Partes de brinquedo. em poliestireno Livros.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 5 Tabela 10 – Taxa de liberação de calor (continuação) Depósitos Garrafas de polietileno. empacotado e empilhado Painéis isolados de poliuretano rígido. empilhado Garrafas de de poliestireno.

deverá ser utilizado o valor de correção constante da Tabela 11. t. b) vazão mássica de exaustão de fumaça diferente da vazão mássica de fumaça fornecida pelo incêndio. a) vazão mássica de exaustão de fumaça igual à vazão mássica de fumaça fornecida pelo incêndio. 1) Depois que o sistema de exaustão estiver operando por um determinado período de tempo. desde que a vazão máxima de exaustão seja igual à vazão máxima fornecida pela coluna à base do fogo.0 significam que a camada de fumaça não começou a descer). 6 . A = área do acantonamento (m²). 11. 2) Uma vez determinada esta posição.13. deverá ser mantido o equilíbrio.3 Posição da camada de fumaça.2. t = tempo (seg). baseadas em uma altura com proporções A/H2 que pode variar de 0.11 – 0. ainda que lentamente. z. Q = taxa de liberação de calor de fogo estável (Kw). pode ser estimada a qualquer tempo. b) avalia a posição da camada a qualquer tempo depois da ignição. será estabelecido uma posição de equilíbrio na altura da camada de fumaça. H = altura do teto acima da superfície de fumaça (m). A equação acima: a) está baseada em informações experimentais provenientes de investigações utilizando áreas uniformes (seccionais-transversais).28 ln [(t Q1/3 / H4/3) / (A/H2)] Onde: z = altura de projeto da camada de fumaça acima do piso (m). 2) Neste caso. pela Equação (2) (onde os cálculos abrangendo z/H > 1. não haverá uma posição de equilíbrio para camada de fumaça. a camada de fumaça irá descer. 1) Com a vazão mássica fornecida pela coluna de fumaça à base do fogo maior que a vazão mássica de exaustão.9 a 14 e para valores de z/H > 0. 3) Nesta condição.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 5 superfície do piso. com a exaustão de fumaça em operação. em função da vazão mássica de exaustão ser menor. desde que as vazões mássicas permaneçam iguais. Equação (2) z/H = 1.

21 1.11 4.25 Onde: z = altura de projeto da camada de fumaça acima do piso H = altura do teto acima da base do fogo (m) t = tempo para a camada de fumaça descer até z (seg) t0 = valor de t na ausência de exaustão de fumaça (veja equação 2) (seg) m = vazão mássica de exaustão de fumaça (menos qualquer vazão mássica dentro da camada de fumaça.19 1.46 0. deve-se adotar a seguinte equação: Equação (3) z1 = 0.05 2. decorrentes de outras fontes que não seja a coluna de fumaça) me = valor de “m” requerido para manter a camada de fumaça indefinidamente em z (obtido pela equação 4).78 3.24 2.85 1.95 2.15.25 0.49 2.15 3.55 1. duas condições podem ocorrer: 7 .8 1.24 1.00 2. 11.72 1.20 2.26 0.61 1.6 0.89 2.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 5 Tabela 11 – Fator de ajuste da vazão mássica mínima de exaustão t/t0 z/H 0.15 Dimensionamento da massa de fumaça a ser extraída 11.5 0.14 Altura da chama 11.45 1.4 0.78 3.30 1.52 1.7 0.17 1.71 0.14 1.12 1.28 1.14.48 2.63 1.16 1.84 2.23 1.70 1.1 Na determinação da massa de fumaça gerada pelo incêndio.35 1.71 0.98 6.2 0.20 1.17 3.3 0.35 1.1 Na determinação da altura da chama proveniente da base do fogo.41 (m/me) ou (Ve/V) 0.50 1.32 1.40 1.166 Qc 2/5 Onde: z1 = limite de elevação da chama (m) Qc = porção convectiva da taxa de liberação de calor (Kw) 11.36 1.57 4.

0018 Qc (z > z1) Onde: m = vazão mássica da coluna de fumaça para a altura z (Kg/s) z = altura de projeto da camada de fumaça acima do piso Qc = porção convectiva da taxa de liberação de calor.0208 Qc3/5 z (z z1) Onde: m = vazão mássica da coluna de fumaça para a altura z (Kg/s) z = altura de projeto da camada de fumaça acima do piso Qc = porção convectiva da taxa de liberação de calor estimada em 70% da taxa de liberação de calor (Q) (Kw). a massa de fumaça gerada é determinada pela seguinte equação: Equação (5) m = 0. b) altura da camada de fumaça (z) igual ou inferior a altura (z1) da chama.16 Volume de fumaça produzido 11.071 Qc 1/3 z 5/3 + 0.2 Para a condição (z > z1). 11.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 5 a) altura (z) da camada de fumaça ser superior a altura (z1) da chama. 8 .92).15.15. 11. estimada em 70% da taxa de liberação de calor (Q) (Kw). ou seja: (z > z1). a massa de fumaça gerada é determinada pela seguinte equação: Equação (4) m = 0. 70ºC – 0.1 Para se obter o volume de fumaça a extrair do ambiente. a seguinte equação deve ser utilizada: Equação (6) V = m/ρ Onde: V = volume produzido pela fumaça (m³/s) m = vazão mássica da coluna de fumaça para a altura z (Kg/s) ρ = densidade da fumaça em Kg/m³.3 Para a condição (z ≤ z1). ou seja: (z z1). 11. de acordo com a temperatura adotada (300ºC– 0.55.16.

uma grelha a cada 300 m² de área de abrangência.2 Será possível dispensar a previsão dos acantonamentos.2 Para edificações que possuam área de armazenamento elevada (acima de 1.1 Para fins de cálculo. deve ser previsto um coeficiente de vazamento mínimo de 25% a ser acrescido sobre o resultado da Equação (6) para a seleção dos ventiladores e dimensionamento dos dutos principais de exaustão de fumaça. 11. 11.19 Temperatura ambiente 11. decorrente: 1) Da altura da camada de fumaça estar afastada com relação à origem do incêndio. deverá ser prevista uma temperatura ambiente de 20° C.1. 9 .50 m). desde que: a) edificação seja do grupo J (depósito). b) possibilidade de a fumaça esfriar e estratificar. no mínimo.20 Temperatura da camada de fumaça 11.2 Para compensar os possíveis vazamentos nos registros de trancamento.17.21 Exaustão de fumaça: 11.16. 11.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 5 11.1 Para edificações que não possuam armazenamento elevado (acima de 1. 11.17. deve haver.50 m).600 m².18.18.17 Acantonamento 11.20. o projetista deve considerar: a) possibilidade de ocorrer o flash over.1 As grelhas devem ser distribuídas no ambiente de forma mais uniforme possível.21.1 Para fins de dimensionamento.19. 2) Da existência de sistema de chuveiros automáticos. b) 300º C quando a edificação não for dotada de proteção por sistema de chuveiros automáticos. que esfriam a fumaça e gases quentes. 11. 11. b) edificação possua sistema de chuveiros automáticos.21.1 A área máxima de um acantonamento deve ser de 1. deverá ser prevista a temperatura da camada de fumaça de: a) 70º C quando a edificação for dotada de proteção por sistema de chuveiros automáticos.1 Distribuição de grelhas de exaustão da fumaça em espaços amplos: 11. 11. a espessura da camada de fumaça não pode ser menor que 15% da altura da edificação.18 Espessura da camada de fumaça 11.

3) Caso a velocidade de entrada de ar seja menor que 1m/s. esta poderá ser prevista pelas aberturas de introdução de ar dos acantonamentos adjacentes à área incendiada.5m acima das aberturas consideradas.0 > 2.5 > 2. pode ser realizada pelas portas de acesso e demais aberturas localizadas no térreo. centros comerciais shopping centers. por exemplo. 11. composta por átrios: escadas não enclausuradas e escadas rolantes.0 < 12.5m acima das aberturas consideradas. 4) A velocidade máxima de entrada de ar não deve ser superior a 5m/s. devem ter abertura automática acionada pelo sistema de detecção de fumaça. onde não seja possível haver maior espessura de camada de fumaça. da seguinte forma: a) Naturalmente: 1) Por meio de portas.. janelas. venezianas etc. será considerada.5(1) > 1. 10 .1 A introdução de ar para controle de fumaça pode ser realizada por meios naturais ou mecânicos. utilizadas para este fim.2 A quantidade de grelhas para sistema de controle mecânico de fumaça deve atender à Tabela 12. 2) Caso a velocidade de entrada de ar seja superior a 1m/s. 5) Caso haja impossibilidade técnica de prever entrada de ar no acantonamento. Tabela 12 .0 > 1. a camada de fumaça deve ser projetada a 1.0 (1) Aplicável também para camadas de fumaça de altura . para fins de cálculo.2 < 3.Máxima corrente volumétrica por ponto de sucção ou ventilador individual Espessura da camada de fumaça no ponto de sucção ou corte de um ventilador individual ou grelha de exaustão > 0. a camada de fumaça pode ser projetada a 0. (2) Em locais com pé direito baixo. a área efetiva de abertura entre os pavimentos.0.5 Corrente volumétrica por ponto de sucção ou ventilador individual (m³/seg) < 0. desde que os pontos de sucção estejam posicionados para cima. a utilização de corrente volumétrica de maior magnitude por ponto de exaustão poderá ser admitida mediante avaliação em Comissão Técnica.5m.22 A introdução de ar 11.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 5 11. 6) A introdução de ar em edificações com pavimentos interligados como. As portas e demais aberturas.22.5 < 7. posicionadas abaixo da camada de fumaça.21.2(2) < 1. 7) A introdução de ar para os pavimentos superiores das edificações. descrita no item anterior pode ser realizada pelas aberturas localizadas no térreo.

11 . à temperatura de 20ºC.23. a Equação 7 deve ser atendida. 3) Caso haja impossibilidade técnica de prever entrada de ar no acantonamento. a fim de posicionar (os ventiladores) as aberturas de insuflação no terço inferior do acantonamento.Caso haja impossibilidade técnica de prever entrada de ar no acantonamento. não há necessidade de posicionar as aberturas de insuflação no terço inferior dos acantonamentos. 11.16 desta NPT.23 Obstáculos 11.1 Os mezaninos são obstáculos que devem ser considerados na extração de fumaça. permitindo o escape e fluidez da fumaça pelo mesmo. b) mezaninos sólidos. esta poderá ser prevista pelas aberturas de introdução de ar dos acantonamentos adjacentes á área incendiada. 11. evitando turbulências que podem espalhar a fumaça ou o fogo. não há necessidade de posicionar as aberturas de insuflação no terço inferior dos acantonamentos. 2) Cuidados devem ser observados pelo projetista. d) quando zb for menor que 13 vezes a largura do mezanino. a coluna de fumaça deve ter a mesma vazão mássica adotada no item 9. que são aqueles que não permitem o escape da fumaça. além do especificado no item anterior. que são aqueles cujo teto ou piso superior possui 25% de aberturas.2 Para efeito de dimensionamento. ligadas a ventiladores por meio de dutos.4 Os mezaninos sólidos devem atender à seguinte regra: a) a característica da coluna de fumaça saindo por um mezanino depende da característica do fogo. largura da coluna de fumaça e da altura do teto acima do fogo. 11. neste caso. a velocidade do ar nas aberturas de insuflação deve ser inferior a 5 m/s. e sua vazão volumétrica deve ser da ordem de 60% da vazão das aberturas de extração de fumaça. barreiras de fumaça devem ser projetadas para que a fumaça seja contida.3 Os mezaninos considerados permeáveis estão dispensados da previsão de sistema de controle de fumaça.23. esta pode ser prevista pelas aberturas de introdução de ar dos acantonamentos adjacentes à área incendiada.22. b) para dimensionar a entrada de ar na coluna de fumaça sob um mezanino. neste caso. 11.23. c) quando zb for aproximadamente 13 vezes a largura do acantonamento. 11.2 Existem 2 tipos de mezaninos a serem considerados: a) mezaninos permeáveis.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 5 b) Por meios mecânicos: 1) Realizadas por aberturas de insuflação.23.

NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 5 Equação (7) m = 0.25H) Onde: m = taxa do fluxo de massa na coluna (Kg/s) Q = taxa de liberação de calor (Kw) w = extensão da coluna saindo das sacadas (m) Zb = altura acima da sacada (m) H – altura da sacada acima do combustível (m) e) quando zb for aproximadamente 13 vezes a largura do acantonamento. a coluna de fumaça deve ter a mesma vazão mássica adotada no item 9.Máxima corrente volumétrica por ponto de sucção ou ventilador individual 12 . Figura 18 .16 desta NPT.36 (QW2)1/3 (Zb + 0.

b) Altura da camada de fumaça adotada em projeto (Z)  Z = 2.0208 Qc 3/5 z (z < zl) m = 0. 3.0 m² Taxa de liberação de calor segundo Tabela 10 – Parte 5 = 228 Kw/m². Dados do ambiente a) Escritórios. e) Edificação protegida por sistema de detecção. Dados para projeto a) Classificação segundo NPT 014 (Risco Moderado).648 x 0.0m Perímetro = 16.648 x 0.50 m = 5.0 = 3. Dimensionamento a) Taxa total de liberação de calor (Q)  Q = 228 x 16.7)2/5 Z1 = 3.7)3/5 x 2.83 m d) Como z < z1.166 Qc2/5 Z1 = 0.166 (3. d) Edifício protegido por chuveiros automáticos de teto.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 5 Anexo J Exemplo de aplicação 1. temos para cálculo da massa de fumaça a utilização da Equação 5:     Pela equação n°5: m = 0. 2. b) Dimensão do incêndio esperado segundo Tabela 9 – Parte 5:     Tamanho do incêndio = 4. c) Dimensão: 20m x 25m x 3m.648.50 m. b) Área de 500m². c) Altura da chama (Z1)     Pela equação n°3: Z1 = 0.0208 x (3.0m x 4.00 Kw.0m Área = 16.75 Kg/s 13 .

92 V = 6.2 Var = 6.22.25m3/s f) Cálculo da entrada de ar (Var)    Conforme item 11.75 / 0.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 5 e) Cálculo da vazão volumétrica (V)      Pela equação n°6: V = m/ρ ρ para 70ºC V = 5.25m3/s x 60% Var = 3.75m3/s 14 .

mecânico ou natural. 13 Subsolos 12 ROTAS DE FUGA HORIZONTAIS Aplicam-se estas regras quando se tratar de rotas de fugas horizontais protegidas (compartimentadas com paredes e portas corta-fogo).NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 6 NPT 015 Controle de fumaça Parte 6 – Controle de fumaça.1.1 Extração natural Figura 21 -Extração natural 1 . 12. nas rotas de fuga horizontais e subsolos Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 6 páginas SUMÁRIO 12 Rotas de fuga horizontais.1 O controle de fumaça pode ser realizado por qualquer um dos seguintes métodos: 12.

Extração mecânica 12.3 Sobrepressão relativamente ao local sinistrado Figura 23 .Controle por sobrepressão 12.4.1.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 6 12. Figura 24 . tendo em conta a situação dos locais de risco (Figura 24).2 Extração mecânica Figura 22 .1.Posição de aberturas de extração e introdução de ar 2 .1 Nas instalações de extração natural as aberturas para introdução de ar e extração de fumaça devem ser alternadamente distribuídas.1.1.4 Extração natural 12.

12.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 6 12. Figura 27 .4.1.1.1.Distância de introdução de ar de portas de acesso 3 .2 A distância máxima.4. medida segundo o eixo da circulação.4 Toda porta de acesso ao local deve distar no máximo 5 m das aberturas de introdução de ar (Figura 27).Distância de extração de aberturas em trajeto diversos 12. entre duas aberturas consecutivas de introdução e extração deve ser de: a) 10 m nos percursos em linha reta Figura 25 .3 As aberturas para introdução de ar não devem ser em número inferior às destinadas à extração de fumaça.4.Distância em linha reta de aberturas de extração b) 7 m nos outros percursos Figura 26 .

5 As aberturas de introdução de ar e extração de fumaça devem ter a área livre mínima de 0.1.00 m do piso do pavimento. deve ser adotada a largura média entre 2 pontos consecutivos de extração de fumaça e introdução de ar. 12. 12. 12.4.1.4. e serem situadas no terço superior da altura de referência. entre duas aberturas consecutivas de introdução e extração deve ser de: a) 15 m nos percursos em linha reta.4. 12.1 As aberturas devem ser posicionadas em paredes externas. 12. desde que: a) a área livre considerada para extração de fumaça se situe na metade superior do vão e atenda ao contido no item 10. b) 10 m nos outros percursos.8.5m³/s por unidade de passagem da circulação (Figura 28). sem a utilização de dutos.5.1. 12. b) área livre considerada para introdução de ar se situe na metade inferior da abertura e atenda ao item 10.4. medida segundo o eixo da circulação. 12.2 A distância máxima. deve ser adotada a largura média entre 2 pontos consecutivos de extração de fumaça e introdução de ar.4.1.1.7.7 A abertura para extração de fumaça deve ter a sua parte mais baixa no mínimo a 1.1.1.4. 12.1.4. 12.1. para definição da unidade de passagem.1 Para o sistema de extração mecânica adota-se o contido em 12.4.4 e os subitens 12.4.4.8 m do piso do pavimento.9 As aberturas existentes nas fachadas podem ser equiparadas as aberturas de introdução de ar e extração de fumaça simultaneamente.7 e 12.3 As áreas de circulação compreendidas entre uma abertura para introdução de ar e uma boca de extração de fumaça devem ter uma vazão de extração não inferior a 0.4.1.4.1.10 m² por unidade de passagem da rota de fuga onde se encontram instaladas.5.1.1. Para rotas de fuga com largura variável.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 6 12.Saídas de emergência. 12.Resumo geral de aberturas de extração de fumaça e entrada de ar em um pavimento 4 .1.6 Deve ser consultada a NPT 011 .5.5 Extração mecânica 12.1.5.1.4.1.8 A abertura para introdução de ar deve ter a sua parte mais alta a menos de 1.8. Para rotas de fuga com largura variável. Figura 28 .1.

conforme prescrito no CSCIP-CBMPR devem ser projetados com introdução de ar mecânica ou natural e extração de fumaça mecânica. deverá ser consultado: 13. a respectiva área livre considerada deve situar-se na metade inferior da altura de referência (H). 13 SUBSOLOS 13.6. 13. 12. 12.1.2 Nesse caso deve ser estabelecida uma diferença de pressão da ordem de 20 Pa entre as circulações horizontais e os locais sinistrados. as grelhas de exaustão de fumaça poderão ser posicionadas apenas na circulação. a diferença de pressão entre a rota horizontal e as rotas verticais protegidas que lhe dêem acesso deve ser inferior a 60 Pa.1 Os sistemas de controle de fumaça para subsolos. com todas as portas de comunicação fechadas. em relação a locais sinistrados.2.3 Esse tipo de controle é permitido para circulações que não possuam carga incêndio ou com revestimento de Classe I conforme NPT 010 – Controle de materiais de acabamento e de revestimento.5 Quando o sistema entrar em funcionamento. 13.5.1. 13.3.1. as áreas de circulação devem dispor de instalações de controle de fumaça conforme descritas nos itens 12.1.5 Quando a circulação horizontal for dotada de antecâmara pressurizada.1 Controle de Fumaça 13.6.2 Para definição das vazões de extração de fumaça. 13.2.1.2 ou 12.4 Os dutos para tomada de ar devem ter resistência externa a fogo por 60 minutos.6. O dimensionamento deverá ser realizado pela Parte 5 desta NPT.1.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 6 12.1.5.4 No caso de serem utilizadas aberturas localizadas em paredes para introdução de ar. apenas é permitido se estes dispuserem de uma instalação de controle de fumaça por sistemas mecânicos. 13.2 Para áreas adjacentes aos corredores ou para áreas sem corredores protegidos a Parte 5 desta NPT. a diferença de pressão referida no item 12.1.1.6.6.2. nos acessos das rotas de fuga.4 No caso acima descrito.1 O controle de fumaça por sobrepressão de rotas horizontais enclausuradas. 12.1 Para corredores protegidos – item 12 da Parte 6 (Rotas de Fugas Horizontais) desta NPT.6.6 Controle por sobrepressão 12.1.1.1.1. deve ser criada pela antecâmara.1. 12.1.1. 5 . 12.1. 12.5 As entradas de ar devem ser posicionadas junto ao piso (terço inferior).3 Quando a área ocupada for constituída por ambientes com área inferior a 100 m².1.

13. 6 .1.1 Exaustão natural 13. 13.2.1. 13.2 Exaustão (onde não se exige sistema de controle de fumaça) 13. 13.2 Na ausência deste.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 6 13.1.1 da Parte 5 (1.1.2. 13. 13.1.4 Caso a abertura de exaustão termine em um ponto que não é prontamente acessível.2. 10 trocas do volume de ar por hora. 13.1.1.2.2 Exaustão mecânica 13.7 Caso ocorra uma situação na qual. 13.2 A exaustão pode ser realizada através da rede de dutos do sistema de ar condicionado.5 Caso a abertura de exaustão termine em uma posição prontamente acessível.3 A somatória total da área de aberturas deve ser. áreas com controle de fumaça estejam em comunicação com outras destinadas a rotas de fuga protegidas.1.2.1. ela pode ser coberta por um painel. 13.2.3.2.1. no mínimo.2. igual a 1/40 da área ocupada do subsolo.2.3 Estacionamentos 13.1.2. A utilização de dutos será permitida apenas para trajeto em trecho vertical.1.1 Os subsolos destinados a estacionamento devem dispor de ventilação e exaustão permanente conforme Código de Obras do Município. 13. ou outras com ocupação distinta.1.1. 13.3 A exaustão deve ser acionada automaticamente por um sistema de detecção de fumaça.1. 13.2.1.17.2 As aberturas devem ser distribuídas da forma mais uniforme possível pelo perímetro do subsolo. A posição destes elementos deve ser claramente sinalizada.600 m²).1. ela deve ser mantida desobstruída e coberta com uma grelha não combustível ou similar.1.2.2. clarabóia ou similar que possa ser aberto ou quebrado.2.6 Os parâmetros de área de acantonamento e dimensionamento devem atender ao prescrito no item 11.6 As aberturas não podem ser posicionadas em locais onde a exaustão de fumaça prejudique a rota de fuga da edificação. no mínimo.1 A exaustão citada na Nota 4 da Tabela 7 CSCIP-CBMPR. deverá ser realizada conforme os itens seguintes.1 A exaustão mecânica deve ser dimensionada para atender.1. deve-se seguir o Código de Obras do Município de Curitiba. estas devem ser isoladas ou compartimentadas conforme NPT 009 – Compartimentação horizontal e Compartimentação vertical. 13.1 As aberturas para exaustão devem ser posicionadas no teto ou no terço superior das paredes.2.3.

Figura 29 . cuja menor dimensão é inferior ou igual à altura da edificação e não comportam nenhuma oclusão em sua parte superior (Figura 29).1 Os átrios classificam-se.1 Átrio ao ar livre.Átrio ao ar livre 1 . em: 14. que são aqueles que possuem um volume livre fechado sob todas as sua faces laterais.1. quanto à comunicação com o exterior.Modelo de utilização do dimensionamento para extração de fumaça em átrio 14 ÁTRIOS 14.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 015 Controle de fumaça Parte 7 – Átrios CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 40 páginas SUMÁRIO 14 Átrios 15 Átrios padronizados 16 Espaços adjacentes aos átrios ANEXO H .

2. Figura 30 . nos quais os níveis são abertos permanentemente sobre o volume central (Figura 30).1.Modelo 1 de átrios cobertos fechados 2 . cujos níveis (à exceção do nível inferior) são fechados por uma parede.Átrio coberto aberto 14. que são aqueles que possuem um volume livre fechado sob todas as suas faces laterais.1.1.2 Átrio coberto.1 Átrios cobertos abertos.2 Átrios cobertos fechados. Figura 31 .NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 14. podendo subdividir-se em: 14.2. balcões ou uma circulação horizontal aberta (Figuras 31 e 32). mesmo que ela comporte aberturas. com uma cobertura total ou parcial.

2 Átrios não padronizados.1.1.1. Figura 33 – Átrio considerado aberto de um lado e fechado do outro 14.4.1. dentro do espaço livre correspondente entre: 14.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 Figura 32 . 14.Modelo 2 de átrios cobertos fechados 14. 14.1 Ponta dos balcões para os átrios abertos (Figura 30).1. cujo diâmetro se insere sobre toda a altura do átrio.2 Paredes verticais para os átrios fechados (Figuras 31 e 32).4. 14. 3 .3 Ponta dos balcões e paredes verticais para os átrios abertos sobre uma face e fechados para a outra (Figura 33).3.1 Átrios padronizados.1.4.5 A dimensão do diâmetro do cilindro citado na letra anterior deve ser de 7 1/2 h (raiz quadrada de sete vezes a altura).4 Os átrios padronizados caracterizam-se por permitir a inserção de um cilindro reto.3.1. 14. classificam-se quanto à padronização em: 14.1. para efeito desta NPT. sendo h a altura do piso mais baixo ao piso mais alto do átrio (Figura 34).3 Os átrios.

como a maior das seções horizontais correspondidas entre os elementos de construção delimitantes do átrio (ponta do balcão e/ou paredes verticais) (Figura 34).NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 Figura 34 .1 Para um átrio padronizado considera-se: 15. 15. 15.1 Seção da base do átrio.2 O volume total de base do átrio.1. 15 ÁTRIOS PADRONIZADOS – GENERALIDADES 15.3 A menor dimensão de um átrio. 4 . será indispensável isolar do átrio os níveis situados na metade superior do volume a extrair a fumaça por elementos de construção fixos.1.5 (Figura 34). como o produto da seção de base pela altura entre o nível mais baixo e o teto do último nível do átrio.1.5 acima.1. 15.7 A colocação desses elementos não tem influência sobre a determinação da menor dimensão do átrio.1.1.5 A fim de impedir a invasão dos andares superiores pela fumaça. dispostos na periferia do vazio entre os elementos de construção (ponta dos balcões ou paredes verticais) (Figura 35).Dados relativos a um átrio coberto padronizado 14.1.1.5 poderá ser substituído pela colocação em sobrepressão das áreas adjacentes e que se comunicam com o átrio. seja computada esta vazão adicional.1.1. como o diâmetro do cilindro reto descrito em 14. a seção de vazio entre elementos de construção deve ser ao menos igual à metade dessa seção da base.1. 15. 15.6 Esses elementos podem ser vidros ou outro material de difícil inflamabilidade. 15.6 Os átrios não padronizados são todos aqueles que não atendem à regra estabelecida na alínea 12. desde que no dimensionamento da vazão de extração do mesmo.8 O contido no item 15.4 Para cada nível. 15.1.

2 Métodos de controle de fumaça para átrios padronizados 15. a velocidade da passagem de introdução de ar deve ser inferior ou igual a 2 m/s para as aberturas de ar naturais e a 5 m/s para as entradas de ar mecânicas. para cada 100 m² de seção de base.1 Entende-se por pequenos átrios aqueles onde a altura do nível inferior em relação ao nível superior não ultrapassa a 8 m.2.2.1 O controle de fumaça se faz naturalmente pela parte superior. 15.2. 15.6 As áreas adjacentes. 4.2.2.2. devem: a) ser separadas por barreiras de fumaça. 15. com um mínimo de 2 m².Fechamento do átrio 15. 5 .2 Pequenos átrios 15.1.2. a vazão de introdução de ar deve ser igual a 60 % (sessenta por cento) da vazão de extração.2.2.2.3 No controle de fumaça por extração natural. 5 e 6 desta NPT.5 No controle de fumaça por extração mecânica.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 Figura 35 . b) atender aos critérios contidos nas Partes 3. e a seção de base tem dimensões mínimas de 5 m x 5 m.2.2. b) mecanicamente. 15.1 Átrios ao ar livre 15. 15. 15. as entradas de ar devem ter uma superfície livre equivalente àquelas das extrações de fumaça. caso seja exigido o controle de fumaça.2 Os sistemas de controle de fumaça podem ser obtidos: a) naturalmente pelas aberturas instaladas na parte alta do átrio.4 No controle de fumaça por extração mecânica.2.2. e com um mínimo de 3 m³/s. com uma vazão de extração igual a 1 m³/s. por meio de uma superfície livre igual a 1/100 da seção de base.2.

15. 2 m.4 Demais átrios padronizados 15. 15.3. as introduções de ar devem ter uma superfície livre equivalente àquela das extrações de fumaça. 15.2 Esses espaços devem ser separados dos átrios por meio de barreiras de fumaça fixas.3. permitindo uma velocidade máxima de 2m/s para introdução de ar natural e 5m/s para introdução de ar mecânica.3 Para o controle de fumaça por extração natural.2.1 Os sistemas de controle de fumaça podem ser obtidos: a) naturalmente por meio de aberturas situadas na parte alta do átrio.1 Os sistemas de controle de fumaça podem ser obtidos: a) naturalmente pelas aberturas instaladas na parte alta do átrio. devendo: a) para sistema natural.1 Entende-se por espaços adjacentes ao átrio as lojas. com um mínimo de 2 m².2.4 Para o controle de fumaça por extração mecânica. 16. ter a mesma vazão adotada para extração de fumaça. equivalente a doze trocas por hora do volume do átrio.2 Para ambos os casos a introdução de ar pode ser natural ou mecânica.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 15. conforme ilustrado na Figura 36.4 Genericamente. escritórios e demais ocupações que possuam comunicação. permitindo uma velocidade máxima de 2m/s para introdução de ar natural e 5m/s para introdução de ar mecânica.2.2. por meio de uma superfície livre igual a 1/100 da seção de base.3. 0.4. b) mecanicamente. de forma a permitir que exista uma altura livre entre o piso e a barreira de.50 m de altura. 15.2. direta ou indireta. 16. com o átrio. circulações horizontais. e com um mínimo de 3 m³/s.2 As introduções de ar devem estar situadas na parte baixa do átrio.4. 16. ter uma superfície livre equivalente àquela das extrações de fumaça. 15. por meio de uma superfície livre igual a 1/15 da seção de base do volume do átrio.3 Essas barreiras devem ser construídas sob o teto com.3 Átrios com carga incêndio inferior a 190 MJ/m² e material de acabamento e revestimento Classe I e II A 15. para cada 100 m² da seção de base.2. 16 ESPAÇOS ADJACENTES AOS ÁTRIOS 16. a vazão de introdução de ar deve ser igual a 60% da vazão de extração.2. com uma vazão de extração igual a 1 m³/s. b) mecanicamente efetuada na parte alta. b) para sistema mecânico. no mínimo.3. no mínimo.2. as circulações horizontais adjacentes ao átrio devem: 6 .

8.1 Ter extração de fumaça por sistemas mecânicos. a cada 30 m. 16.: lojas comerciais. 16. Figura 36 . consultórios.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 16.5 A distância máxima.) (Figura 37).8 Os demais espaços adjacentes ao átrio são classificados em: 16. porém separados do átrio por esta circulação (ex.9 Locais fechados com acesso à circulação por meio de uma porta e separados do átrio por uma circulação horizontal aberta. 16. desde que seja comprovado pelo projetista que atendem ao especificado no item anterior e que não irão causar turbilhonamento na camada de fumaça. b) 7.) (Figura 36).3 Ter. 16.4.8. duas aberturas de extração de fumaça posicionadas no teto em cada área de acomodação de fumaça. espaçadas.2 Ser dotadas de barreiras de fumaça perpendiculares com altura mínima de 0.6 As aberturas de introdução de ar devem ser posicionadas na metade inferior da altura média do teto ou telhado.1 Locais fechados com acesso á circulação por meio de uma porta.5 m. 16.0 m nos percursos em linha reta.3 Locais diretamente abertos sob o átrio (Figura 38). abaixo da zona enfumaçada.2 Locais diretamente abertos à circulação horizontal. galerias de exposição. 16. no mínimo.Exemplo de locais fechados com acesso à circulação por meio de uma porta 7 . entre duas aberturas consecutivas de extração deve ser de: a) 10. no máximo. 16. 16.0 m nos outros percursos. formando áreas de acomodação de fumaça.4.: escritórios. medida segundo o eixo da circulação. e separados do átrio por uma circulação horizontal aberta (ex.8.4. 16. quartos etc. restaurantes etc.7 Outros mecanismos de introdução de ar podem ser utilizados.

10.1. 16. com uma vazão de 8 m³/s por cada área de acomodação de fumaça.1 Esses locais devem ter controle de fumaça específico de acordo com a parte 5 desta NPT.3 Atender os itens 16.1 Deve-se prever o controle de fumaça das circulações horizontais.2 Caso esses locais tenham área superior a 300 m² por unidade.10.9. b) ter extração de fumaça na circulação horizontal.2 Devem possuir velocidade máxima nas aberturas de introdução de ar de 5m/s.1. 16.9. 16.3 Os subsolos devem atender à Parte 6 desta NPT.9.4 Os subsolos devem atender à Parte 6 desta NPT.10 Locais diretamente abertos à circulação horizontal.1 ao 16.1. com uma vazão de 4m³/s para cada área de acomodação de fumaça.1.1.10. Figura 37 . 16.9. 8 .7 desta NPT. 16. 16.10.10. 16.1.1 Devem possuir extração de fumaça na circulação horizontal (ex. 16.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 16.: malls) com uma vazão de 4m³/s para cada área de acomodação de fumaça).Exemplo de locais diretamente abertos. estão dispensados do sistema de controle de fumaça.1. porém separados do átrio por esta circulação.10.2 A velocidade máxima nas aberturas de introdução de ar da circulação horizontal deve ser 5m/s. porém separados do átrio por uma circulação horizontal 16.1 Caso esses locais tenham área de construção inferior ou igual a 300 m² por unidade. devem: a) ter controle de fumaça específico de acordo com a Parte V desta NPT. atendendo aos itens seguintes. c) ter uma velocidade máxima nas aberturas de introdução de ar da circulação horizontal de 5m/s. 16.

teoria e valores empiricamente derivados para estimar as condições no espaço. com uma vazão de 1 m³/s para cada 100 m² de área de acantonamento. 17.1 Modelo em escala que utiliza escala física reduzida. 17. no qual testes em pequena escala são conduzidos para determinar os requisitos e necessidades do sistema de controle de fumaça a ser projetado. uma vasta literatura é encontrada na NFPA 92-B.1. seja natural ou mecânica. no máximo.1 Três alternativas diferentes poderão ser utilizadas para o dimensionamento do controle de fumaça: 17. que devem apresentar os resultados ao Corpo de Bombeiros por meio de Parecer Técnico. c) a entrada de ar para esses ambientes. 17. seguindo regras estabelecidas. 1. entretanto. b) o controle de fumaça dessas áreas deve ser mecânico. 9 .1.Exemplo de locais diretamente abertos sob o átrio 17 ÁTRIOS NÃO PADRONIZADOS 17. outros modelos podem ser utilizados por profissionais habilitados.2 Álgebra. que são equações fechadas derivadas primariamente da correlação de resultado experimental de grande e pequena escala.1. d) os subsolos devem atender à Parte 6 desta NPT. deve permitir uma velocidade máxima de 5m/s.10. posicionado junto ao teto.3 No caso da utilização do Modelo em Escala ou de Modelo dimensionados por programas (computador). 17.3 Modelos dimensionados por programas (computador) usando ambos.3 Locais diretamente abertos sob o átrio: a) esses locais devem ser divididos em áreas de acantonamento de.600 m². Figura 38 .NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 16.2 Esta NPT detalha o modelo algébrico. com uma vazão mínima de 10.00 m³/s para cada acantonamento.

deve-se: 1) remover a fumaça. que podem ser: a) Controle da fumaça no interior do átrio: Para controlar a fumaça formada por um foco de incêndio no interior do átrio. 10 .4.3 Os objetivos do projeto de controle de fumaça são: a) manter a interface da camada de fumaça em uma altura predeterminada. devem-se aplicar os seguintes conceitos e fórmulas: 17.4 Para dimensionar o sistema algébrico. ou 3) evitar a propagação da fumaça para dentro do átrio. a fonte formadora da fumaça poderá ser um incêndio (fogo) dentro do átrio ou dentro das áreas adjacentes.4. e) extrair a fumaça que se tenha acumulado no átrio em um determinado tempo. deve-se: 1) remover a fumaça dentro dessas áreas adjacentes conforme Partes 3. permitindo também à brigada de incêndio encontrar e extinguir o foco de incêndio.2 Seleção dos métodos 17.7. 17. b) Controle de fumaça formada por um foco de incêndio.1. por meio da previsão de um fluxo de ar para dentro das áreas adjacentes (fluxo de ar invertido). 17. que se inicia nas áreas adjacentes ao átrio: Para controlar a fumaça formada por um foco de incêndio na área adjacente ao átrio. f) limitar a temperatura da camada de fumaça. d) possibilitar uma visibilidade adequada aos ocupantes da edificação.2 Baseado no item anterior. 4.1.9 desta NPT. 6 e 7 desta NPT.4.1. conforme item 17. 17. ou 2) remover a fumaça dentro de um gradiente suficiente para aumentar o tempo em que a fumaça preencha todo este espaço. a fim de limitar a sua acumulação. b) manter o controle de fumaça em todas as áreas adjacentes ao átrio pelo tempo necessário para que toda a população de uma edificação acesse uma rota de fuga segura. 2) retardar a propagação da fumaça para o interior do átrio. c) limitar a propagação da fumaça para outras áreas.1 Os objetivos de um projeto de controle de fumaça devem incluir o gerenciamento da fumaça dentro do átrio e/ou quaisquer outras áreas adjacentes que se comuniquem diretamente com o átrio.4.4.1 Os métodos apresentados para gerenciar a fumaça dependem do espaço nos quais a fumaça e a sua fonte formadora serão controlados.2. 5.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 17.4.1 Metodologia 17.

11 . consultar o item 11.9 da Parte 5 desta NPT.1.3.4 Aspectos do projeto a) Quanto à falha na análise: ver item 16. bem como da sua localização. iv) a fumaça deve ser removida do átrio acima da interface da camada de fumaça.1. 17. b) da altura e dimensão das aberturas que se comunicam com o átrio.1 – Parte 8 b) Quanto à confiabilidade: ver item 16.4.1 A seleção dos vários objetivos de um projeto de controle de fumaça. dependem: a) do tipo de ocupação das dependências ao redor do átrio. permitindo um abandono seguro da edificação. ii) deve ser observado o tempo de reação dos ocupantes da edificação para perceberem a emergência e o tempo necessário para abandono da área protegida pelo sistema.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 17. e) do tamanho do incêndio. se existirem.3 Considerações gerais 17.1.4. bem como os seus métodos de controle. iii) o sistema de ventilação e ar-condicionado comum à edificação devem ter sua operação interrompida. c) das barreiras que separam as áreas adjacentes ao átrio. 2) Os seguintes critérios devem ser observados: i) o foco do incêndio (fogo) deve ser detectado de imediato.3. prevenir a acumulação da fumaça em áreas localizadas em níveis mais elevados ao teto do átrio.3 Limitações do projeto de controle de fumaça: a) Quanto ao acúmulo de fumaça: 1) Não deve ser objetivo do projeto de controle de fumaça.2 Para determinação do tamanho do incêndio. 2) Interrupção (quebra) do nível da interface da fumaça.3. 17. 17.4.2 – Parte 8 c) Quanto aos testes periódicos: ver item 16.3.3 – Parte 8 d) Fogo no interior dos átrios: 1) O sistema de controle de fumaça deve controlar os níveis de fumaça nos pavimentos acima do piso térreo do átrio ou limitar a quantidade de fumaça que se propaga para as áreas adjacentes.4.4. utilizado para dimensionar a produção de fumaça. d) da posição das áreas de refúgio. antes que o nível de fumaça ou sua taxa de decréscimo exceda os objetivos propostos no projeto de controle de fumaça. a fim de evitar que afete o funcionamento do sistema de controle de fumaça.

e) Ativação automática: 1) A configuração (tipo. a fim de atender à necessidade de uma imediata detecção do incêndio e consequente rápida ativação do sistema 12 . ii) a altura do átrio. i) devido a problemas relativos à estratificação da fumaça e movimentação de correntes de ar naturais ou mecânicas internas ao átrio.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 v) deve ser prevista a entrada de ar limpo.:clarabóias). iii) outros detectores que sirvam para o caso. ii) detectores de incêndio tipo linear (feixe direcional). 3) A ativação automática do sistema de controle de fumaça poderá ser iniciada por: i) detectores de incêndio tipo pontual. meios de detecção e acionamento não convencionais (botões de chamada de elevador e sistemas de abertura de portas) podem ser utilizados. 8) Os detectores do tipo linear (feixe) podem ser usados no interior dos átrios. a fim de evitar a operação desnecessária e consequente ativação do sistema de controle de fumaça. vi) a entrada de ar limpo deve ser resguardada. pode ser necessário posicionar detectores em alturas intermediárias. desde que façam parte de um estudo particular e com aceitação prévia do Corpo de Bombeiros. a dualidade de sistema deve ser utilizada. 7) Os detectores pontuais podem ser utilizados nas áreas adjacentes ao átrio. 4) Como regra geral. forma e tamanho) do átrio deve ser considerada ao selecionar-se o tipo de detector a ser utilizado para ativar o sistema de controle de fumaça. iv) uma combinação dos sistemas acima citados. 6) Nesta lógica a ser empregada. tais como correntes de ar circulares e o movimento mecânico do ar condicionado no interior da edificação. iii) na seleção do tipo e localização dos detectores devem ser observados: os fatores ambientais. 5) Deve-se prever uma lógica de operação dos dispositivos de detecção e acionamento do sistema de controle de fumaça por meio da integração de todos esses sistemas. devem ser avaliados: i) a interferência das áreas adjacentes ao átrio na estratificação da temperatura da fumaça. desde que bem posicionados para detectar o incêndio em seu início. a fim de possibilitar a exaustão da fumaça. sua forma arquitetônica e a existência de ventilações na cobertura (ex. que são importantes fatores para determinar a estratificação da fumaça. todos os sistemas de detecção do incêndio devem acionar o sistema de controle de fumaça. evitando que entre ar contaminado (fumaça) da própria edificação. 2) Quanto à possibilidade de estratificação da fumaça. onde se tem baixa altura do pavimento e posicionados com base nos efeitos de estratificação e correntes de ar causadas por forças mecânicas e naturais. entretanto.

em locais amplos (grande extensão). g) Nível de exaustão: 1) O nível de exaustão deve ser estabelecido no projeto de incêndio usando os procedimentos contidos no item 15. um sistema manual para acionamento e parada do sistema de controle de fumaça. de a coluna de fumaça se dividir para vários lados deste espaço.9 desta parte da NPT. de forma que a diferença de pressão entre a zona de fogo e zona que não tenham fogo possa ser controlado. a fumaça que se propaga para o átrio deve ser gerenciada pelo sistema de controle de fumaça. f) Ativação manual: 1) Deve ser previsto. h) Proteção das áreas adjacentes: 1) Para impedir o movimento da fumaça do átrio para as áreas adjacentes por meio de um fluxo de ar. 13 . que deve ser determinada pela altura pré-determinada e permitida da camada de fumaça projetada. o átrio pode então ser considerado como zona controlada pelo sistema de controle de fumaça previsto para a área adjacente. ii) A taxa de exaustão para o átrio precisa ser avaliada para uma das seguintes formas: com a propagação da coluna de fumaça para o átrio ou com fogo ocorrendo no interior do átrio. i) neste caso. a fim de se manter uma camada de fumaça dentro de parâmetros estipulados pelo projeto. iii) o impacto da fumaça contra a parede. j) Fogo com origem em áreas isoladas: 1) Nas edificações que tenham as áreas adjacentes com configurações construtivas que efetivamente a separarem do átrio. 2) Os seguintes fatores devem ser considerados: i) o volume de exaustão de fumaça. de forma a exceder a velocidade de ar que ocorre na entrada da coluna de fogo. ii) a possibilidade. em local de fácil acesso.7.5 desta parte da NPT.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 de controle de fumaça. requer-se a previsão de uma velocidade desse ar transversalmente pela abertura. 2) Um método de calcular esta velocidade está demonstrado no item 15. ii) áreas adjacentes abertas em comunicação com o átrio. k) Fogo em áreas abertas em comunicação: 1) As áreas comuns podem ser projetadas para permitir que a fumaça se propague para o átrio. i) Fogo em áreas adjacentes ao átrio: 1) As formas possíveis de relação entre o átrio e as áreas adjacentes podem ser: i) áreas adjacentes isoladas do átrio.

deve ser avaliada a consequência desta fumaça adentrando as áreas adjacentes. porém não necessita gerenciar as duas simultaneamente. Neste caso. consequentemente. 14 .5. 17.3. 3) A previsão de aberturas de exaustão deve ser avaliada cuidadosamente.1 Os procedimentos deste item são de cálculos baseados em equações para os vários parâmetros de um projeto de controle de fumaça.3 Estabelecimento de um ambiente com duas camadas.1 A demora em ativar a exaustão pelos ventiladores pode permitir que a fumaça desça abaixo da altura de projeto da camada de fumaça.5 Dimensionamento por cálculo algébrico 17. deve ser considerada a possibilidade da fumaça adentrar aos andares superiores ou impingir sobre os tetos desses andares. o projeto de controle de fumaça requer uma exaustão suficiente da área adjacente.5. 17. sendo que as aberturas de entrada de ar e saída da exaustão devem estar posicionadas com base no movimento da fumaça. 17.2 A acumulação da fumaça gerada inicialmente (nos primeiros instantes) nos níveis inferiores pode ser agravada pela estratificação da temperatura vertical desta fumaça e. atrasar o seu transporte para os níveis de saída superior do átrio. 17. iv) uma vez no interior do átrio. necessitando a instalação de um sistema de controle de fumaça exclusivo para a área adjacente.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 iii) o sistema de controle de fumaça deve ser capaz de gerenciar qualquer uma das condições acima.5.2 Os procedimentos de cálculo representam um conjunto de equações baseadas na NFPA-92b. i) desta forma. 4) A localização das saídas da exaustão para o exterior deve estar localizada longe das entradas de ar limpo externo.3 Com a exaustão e a ventilação propostos pelo projeto do sistema de controle de fumaça.3. deve-se esperar a formação de uma camada de fumaça. de forma a não interferir nas saídas das pessoas.5. 17.4. a fim de se evitar a possibilidade de a fumaça ser recirculada para dentro da edificação.5.1 Todos os cálculos de projeto de controle de fumaça são baseados na taxa de calor liberada pela chama (fogo).5. principalmente na parte inferior. 17.5.3. pode exceder em muito a capacidade dos sistemas de ar-condicionado normal à edificação. 17. ii) a quantidade de exaustão necessária que esta situação requer. 2) As áreas adjacentes também podem ser projetadas para prevenir o movimento de fumaça para dentro do átrio.5. que seja mais limpa e clara.4 Tipo do fogo (chama) 17.

6. 17.2 A sua propagação fica restringida pelo controle ativo do fogo ou por uma distância de separação suficiente para os materiais combustíveis próximos.2 Presume-se que nenhum mecanismo de supressão ou outras formas de controle possam ser aplicados.5.6 Fogo instável 17.5 Fogo estável 17.5. 17. 15 . o fogo deve ser considerado como instável.5.4.4 Para fogos estáveis. deve-se adotar os parâmetros da Tabela 9 da Parte 5 desta NPT. 17. 17. que o fogo seja mantido em um determinado tamanho (estável).6. o tamanho do incêndio depende: 1) Da existência de um sistema de detecção e alarme.5. 17.5. 2) Da existência de sistema de hidrantes ou mangotinhos.11 da Parte 5 desta NPT. as seguintes regras devem ser utilizadas: a) a dimensão do incêndio depende em se estabelecer uma condição de estabilidade.1 Considera-se fogo estável aquele bem definido.5.9 da Parte 5 desta NPT.7 desta parte da NPT.3 Parâmetros de definição deste tipo de fogo podem ser encontrados no item 11.5.5.5. que possui uma constante taxa de liberação de calor. conforme item 15.7 desta parte da NPT. aqueles que atenderem a condição de distância de separação dos materiais combustíveis da área a ser considerada.1 Um fogo instável é aquele que varia em relação ao tempo.5.5.5.5.2 O fogo é classificado como estável ou instável. esperando-se que o mesmo cresça rapidamente até um limite.3 Caracteriza-se também quando não atender à condição de distância de separação dos materiais combustíveis da área a ser considerada. conforme item 17. i) o tamanho do incêndio para uma edificação que não possua chuveiros automáticos está condicionado à existência das proteções citadas no item anterior e deverá atender ao item 9. 17. 17. b) para as edificações que possuem sistema de chuveiros automáticos.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 17. iii) caso o projetista não tenha certeza de que a condição descrita no item b anterior seja atendida e que o incêndio possa ficar fora de controle.5.5. 3) Da existência de uma brigada de incêndio eficiente.5. c) para edificações que não possuam sistema de chuveiros automáticos.6. ou seja. ii) também são considerados fogos estáveis.

7. 17.5.Distância de separação R Figura 40 .7 Distância de separação 17.2 Do estudo da configuração dos materiais no ambiente.5.1 Na avaliação do tamanho do projeto do fogo. se outros materiais estiverem dentro da distância de separação. o espaçamento entre esses materiais e a configuração (disposição) no ambiente.7.5.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 17.Materiais combustíveis 16 .7. um determinado tamanho de projeto de fogo deverá ser ampliado. ou seja. aquele que será envolvido pelo fogo. 17. deve ser verificado o tipo de material que irá queimar (combustível). Figura 39 .5.3 Baseado na afirmação do item anterior. indicada na Figura 39 e determinada na Equação 8. R. será determinado o provável tamanho esperado de fogo.

2 Na equação “tg” é o intervalo de tempo para a ativação efetiva dos meios de detecção e supressão.9.000 (t/tg)² Onde: Q = taxa de liberação de calor do fogo (Kw) t = tempo depois da ignição efetiva (seg) tg = tempo de crescimento (seg) 17. 17.5.5. caso o acondicionamento do material combustível não atenda aos valores indicados na Equação 8 desta parte da NPT.7. um raio equivalente precisa ser dimensionado.9 Taxa de liberação de calor para fogo considerado instável 17. caso o acondicionamento do material (combustível) não for circular.5.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 Equação 8 R = [Q/(12πq”)] Onde: R = Distância de separação em (m).055 W (1.9.4 Assim. visando prevenir ignições adicionais dos materiais combustíveis adjacentes.5 A área total de piso onde se encontra o material deve ser considerada nos cálculos. 17. decorrentes da dinâmica de ignições secundárias que podem ocorrer. 17.000 Btu/seg).9.4 Deve-se observar que. 17. q” = Fluxo de calor radiante requerido para ignição sem chama (Kw/m²).8. para que o fogo exceda a 1.5. equacionando-se o andar onde se encontra acondicionado o material.1 Um perfil do tempo ao quadrado será utilizado para expressar o fogo instável. 17 . Q = taxa de liberação de calor do fogo (Kw).5.5. Então. um perfil t-quadrado será utilizado nos casos em que o crescimento do fogo não for limitado pelas atividades de controle (supressão) de um incêndio. 17. Equação 9 Q = 1. 17. ou pela inexistência da distância de separação dos combustíveis próximos.7. a taxa de liberação de calor será dada pela Equação 9.5. pela suposição de que este esteja dentro de um círculo de raio equivalente.1 A taxa de liberação de calor.3 Um perfil t-quadrado pode ser usado para os propósitos de engenharia. para fogo estável. deverá adotar os parâmetros da Tabela 10 do item 9.12 da Parte 5 desta NPT.8 Taxa de liberação de calor para fogo considerado estável 17.9. quando estão envolvidas áreas grandes.5.5.

5.11. é importante verificar com os fabricantes em quanto tempo irã o perceber o início do incêndio.2 Os detectores podem atuar de diferentes formas.11.6 vezes o raio da chama. pois poucas situações estão incluídas nesta condição. 17.5. um incêndio poderia ser descoberto por um detector com aproximadamente 10º C de aumento de temperatura.13.5. pelo quadrado da altura do cômodo (A/H²). 18 .5.12 Determinação da temperatura de resposta dos detectores 17.5 Como regra. 17. deve-se verificar o aumento da temperatura.5.5. para verificação da posição da camada de fumaça.11.5. baseando-se no acréscimo de temperatura oriundo da concentração de gases combustíveis comuns. pode ser estimada em função do tempo.12.11.1 Os responsáveis pelo projeto devem acautelar-se em adotar e limitar a taxa de liberação de calor com valores abaixo de 1.13 Temperatura da fumaça sob o teto 17. caracterizadas pela proporção (relação) da área seccional transversal horizontal.5. entende-se que o fogo não crescerá em tamanho.3 No caso dos detectores que atuam pela fumaça. para os espaços onde a altura entre a base da chama e o teto seja menor ou igual a 0.6 vezes o raio da chama.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 17.5. que depende do raio da base da chama e do calor transmitido pelo seu eixo vertical.5. 17. b) dependendo do modelo do detector e da origem do fogo. 17.4 No caso dos detectores de temperatura. 17. 17. seja pela percepção da fumaça ou do calor. 17.11 Detecção do fogo 17. 17.1 As respostas dos detectores de incêndio colocados sob o teto devem ser estimadas.1 Fogos estáveis a) para a proporção entre a altura da base da chama e o teto menor que 0.5. deve-se considerar o aumento da temperatura no teto igual à temperatura localizada na base da chama.11.9.10.5 Decorrido o tempo determinado pela Equação 9.5.055 Kw.5. aliado ao fato de ser difícil em manter esta condição decorrente das mudanças impostas pelo usuário ao edifício. b) a equação (10) está baseada em informações experimentais derivadas de investigações em salas de várias formas.1 Detectores de temperatura do tipo pontual instalado no teto a) a resposta de um detector pontual instalado no teto pode ser estimada considerando o acréscimo de temperatura dos gases da chama (fogo). o acréscimo da temperatura da fumaça dentro da coluna de fumaça. baseando-se em teorias gerais e análise de alguns experimentos.10 Cuidados 17.

5. avaliando-se a relação entre o raio da chama (r) e a altura entre a base da chama e o teto (H).2 x 10-8 Y6) Para X < 480 Onde: X = (t Q1/3) / (H4/3) Y = ( ∆T H5/3) / (Q2/3) Onde: t = tempo da ignição (ativação) (sec) Q = taxa de liberação de calor (fogo estável) (Kw) H = altura do teto acima da superfície do fogo (m) T = aumento da temperatura no teto (ºC) 17. c) está embasada em correlações aceitas empiricamente. H em m) 17. Equação 10 X = (0..1 O movimento ascendente da fumaça na coluna depende da flutuabilidade desta dentro do átrio ou espaço amplo.0 de troca de ar por hora. também denominado de tquadrado. decorrentes de investigações com tetos amplos. e também com taxa de ventilação não excedendo á 1.2 Fogo instável a) para fogo instável.5.6 vezes o raio da chama.5. variando de 0.42 Y²) + (8. a equação (11) estima em função do tempo.57]4/3 / [tg4/5 H3/5] (∆T em ºC. sendo r / H = 0.3. 19 .14 Estratificação de fumaça 17. lisos e sem obstruções. Equação 11 ∆T = 2.0 visa a superestimar o aumento da temperatura no decorrer do tempo. para tetos lisos sem obstrução).0 troca de ar por hora. que deve ser menor que 0. b) considera à proporção entre a altura da base da chama e o teto. com tg =480 sec. d) o uso da equação (10) para A/H² > 7. o aumento da temperatura do jato de fumaça (celing jet) sob o teto.090 [t/ (tg2/5 H4/5) – 0.4.9 (num cômodo sem ventilação) a 7. d) também foi aplicada para outras informações experimentais em tetos limitados. sendo A/H² 7. t e tg em s. onde a relação da área do ambiente (A) e a altura do ambiente (H).NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 c) estas salas incluem as relações de A/H².13.14.0 (num cômodo com ventilação mecânica e taxa de 1.

5.3 Existe uma altura máxima na qual a fluidez da coluna de fumaça aumentará logo no início do incêndio.min = taxa mínima liberação de calor convectiva para superar a estratificação (Kw) H = altura do teto acima da superfície do fogo (m) ∆T0 = diferença de temperatura ambiental entre o teto e o nível do fogo (° C) 17. a Qc mínima requer superar a diferença de temperatura ambiente e direcionar a fumaça para o teto (zm = H).54 Qc1/4 (∆T/dz )-3/8 Onde: zm = altura máxima da fumaça acima da superfície do fogo (m). após a ignição.14. que depende da taxa de liberação de calor convectiva e a variação de temperatura ambiental no interior do átrio ou espaço amplo.14. suficientemente para prevenir que a coluna de fumaça. H = altura do teto acima da superfície do fogo (m).5. Qc = porção convectiva da taxa de liberação de calor (Kw).14.14. Qc. 20 .5. derivado da taxa de calor convectivo (Qc) alcance a altura (H) do teto.6 Assumindo que a temperatura ambiente varia linearmente com a altura.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 17.5.4 Esta altura é determinada pela Equação 12 Equação 12 Zm = 5. Equação 14 ∆TO = 96 Qc2/3 H-5/3 Onde: ∆TO = diferença de temperatura ambiental entre o teto e o nível do fogo (° C) Qc = porção convectiva da taxa de liberação de calor (Kw). ∆T/dz = taxa de mudança da temperatura ambiental baseada na altura (° C/m). 17.7 Como segunda alternativa.5 A porção convectiva da taxa de troca de calor.14. pode ser estimada como 70% da taxa de liberação de calor total (Q). a Equação 14 pode ser utilizada.min = 1. em termos de aumentar a temperatura ambiental entre o piso e o teto.5.2 O potencial para estratificação relaciona a diferença da temperatura entre o teto e os níveis de piso do átrio ou espaço amplo.18 x 10-3 H5/2 ∆TO3/2 Onde: Qc. 17. 17. 17.14. conforme a Equação 13: Equação 13 Qc.5.

5. derivada da Qc. c) taxa de massa de exaustão de fumaça sendo menor que a taxa de massa de fumaça fornecida pela coluna de fumaça até a camada de fumaça.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 17. pela Equação 16. ‘z’.14.11 – 0. 17.5. considerando a diferença de temperatura do ambiente.8 Como terceira alternativa.5. pode-se avaliar a altura máxima que a coluna de fumaça.15. entre o piso que contém a superfície de fogo e o teto do atrio (° C) 17. na Equação 15. Equação 15 Hmax = 15. b) taxa de massa de exaustão de fumaça sendo igual à taxa de massa de fumaça fornecida pela coluna de fumaça até a camada de fumaça.1 A posição da interface da camada de fumaça a qualquer tempo pode ser determinada pelas relações que reportam a 3 situações: a) nenhum sistema de exaustão de fumaça em operação. b) Fogos estáveis 1) Para fogos estáveis.5 Qc2/5 ∆TO-3/5 Onde: Hmax = altura do teto acima da superfície do fogo (m) Qc = porção convectiva da taxa de liberação de calor (Kw) ∆T0 = diferença de temperatura do ambiente.15 Altura da interface da camada de fumaça a qualquer tempo 17.5.15. pode ser estimada a qualquer tempo ‘t’. a altura das primeiras indicações da fumaça acima da superfície (nível) de fogo.2 Posição da camada de fumaça com nenhum sistema de exaustão operante a) as Equações 16 e 17 abaixo descritas são utilizadas para avaliar a posição da camada a qualquer tempo depois da ignição. tenha potência suficiente para alcançar o teto.28 ln [(tQ1/3 / H4/3) / (A/H²)] Onde: z = altura das primeiras indicações de fumaça acima da superfície do fogo (m) H = altura do teto acima da superfície de fumaça (m) T = tempo (sec) Q = taxa de liberação de calor de fogo estável (Kw) A = área seccional cruzada do espaço sendo preenchido com fumaça (m²) 21 . Equação 16 z/H = 1.

2) Da teoria básica e de evidencias experimentais limitadas. provenientes de investigações utilizando áreas uniformes (seccionais-transversais) baseadas em uma altura com proporções A/H². v) fornece uma estimativa conservadora de risco. 22 . ou seja. e com valores de z/H≥0. ao invés da posição da interface da camada de fumaça. porque “z” relaciona a altura onde existe a primeira indicação de fumaça.45 Onde: z = altura das primeiras indicações de fumaça acima da superfície do fogo (m) H = altura do teto acima da superfície de fumaça (m) t = tempo (sec) Q = taxa de liberação de calor de fogo estável (Kw) A = área seccional cruzada do espaço sendo preenchido com fumaça (m²) tg = crescimento do tempo (s) 3) Para Equação 17: i) quando os cálculos resultam em um valor maior que 1.0 (z/H > 1.2.0 (z/H > 1. significa que a camada de fumaça ainda não começou a descer. iii) está baseada em áreas uniformes seccionais transversais e relativas altura. iv) fornece uma estimativa conservadora de perigo. c) Fogos instáveis 1) A altura das primeiras indicações da fumaça acima da superfície (nível) do fogo. Equação 17 z/H = 0.91 [t/(tg2/5 H4/5 (A/H2)3/5)] -1. fogo no centro do átrio fora de quaisquer paredes. z. de acordo com a relação constante da equação 17. que pode variar de 0. significam que a camada de fumaça ainda não começou a descer. pode ser estimada para um determinado tempo. ao invés da posição da interface da camada de fumaça.9 a 14.2. z. fogo no centro do átrio fora de quaisquer paredes.0). porque “z” relaciona a altura onde existe a primeira indicação de fumaça. iv) é considerada como aplicada para o caso de pior condição. a altura das primeiras indicações da fumaça acima da superfície (nível) do fogo.0 a 23 e para valores de z/H > 0. também pode ser estimada para fogo instável (t -quadrado). ou seja. ii) está baseada em informações experimentais provenientes de investigações com proporções A/H² variando de 1. iii) é considerada como aplicada para o caso de pior condição.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 2) Para a Equação 16: i) quando os cálculos resultam em um valor maior que 1.0). ii) verifica-se que está baseada em informações experimentais..

pode ocorrer em um espaço a ser estudado. 2) Modelos de campo. que não apresente uma geometria uniforme. o consumo total de massa requerida. tg = crescimento do tempo (s). que podem variar em sua complexidade. onde a descida da camada de fumaça em seções transversais variadas ou com geometrias complexas pode ser afetada por condições adversas tais como: tetos em declive.5.5. o consumo total de massa requerida para sustentar uma taxa constante de liberação de calor. 17.3 Quantidade de fumaça formada a) A quantidade de fumaça formada pode ser estimada conforme Equações 18 e 19 abaixo.15. c) esses métodos de análise.15.4 Variáveis geométricas em seções transversais e geometrias complexas a) na prática.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 17. ii) para fogo instável (t-quadrado). variações nas áreas seccionais e origem da projeção da coluna de fumaça. outros métodos de análise devem ser considerados. durante um período de tempo necessário (conforme interesse do projeto). 23 . 1) Fogo estável. podem ser: 1) Modelos em escala. i) para fogo estável. b) para os locais onde essas irregularidades ocorrerem. pode ser determinado da seguinte forma: Equação 18 m = Q∆t / Hc Onde: m = massa total combustível consumida (kg) Q = taxa de liberação de calor do fogo (Kw) ∆t = duração do fogo (sec) Hc = calor de combustão do combustível (Kj/Kg). durante um período de tempo necessário (conforme interesse do projeto). pode ser determinado da seguinte forma: Equação 19 m = 333 ∆t³ /(Hc x tg²) Onde: m = massa total combustível consumida (Kg) ∆t= duração do fogo (sec) Hc = calor de combustão do combustível (Kj/Kg).

para estimar o tempo em que a camada de fumaça irá descer até um nível considerado crítico. 2) Neste caso. por um determinado período de tempo. 5) Também pode ser utilizada. será encontrado uma posição de equilíbrio da interface da camada de fumaça. 3) A Tabela 12 inclui informações sobre a posição da camada de fumaça em função do tempo. deve-se consultar literatura específica (Ex. não será encontrada uma posição de equilíbrio para camada de fumaça. a fim de se manter a altura da camada de fumaça projetada. para verificar se este tempo é suficiente para o abandono e saídas das pessoas. a mesma deverá ser mantida. a interface da camada de fumaça irá descer. i) uma vez determinado esta posição. e esta se manterá. o mesmo deverá ser submetido a Comissão Técnica. 4) As informações da Tabela 12 podem ser utilizadas. 24 . deve-se considerar o descrito no item 2. NFPA-92B) e submetê-la a avaliação do Corpo de Bombeiros por meio de Comissão Técnica. para fins de verificação da solução adotada.5. com desigualdade de taxas de massa. ii) as taxas de massa da formação de fumaça variam conforme a forma e posição da coluna de fumaça. para colunas de fumaça assimétricas de fogo estável. caso a taxa de massa de exaustão da camada de fumaça for igual à taxa da massa fornecida pela coluna de fumaça.8 deste anexo para as taxas de massa fornecida à base da camada de fumaça para diferentes configurações do plume (coluna). 6) Caso o projeto adote a solução anterior. d) para sua aplicação. desde que as taxas de massas permaneçam iguais. uma análise computadorizada se torna necessária. maior que a taxa de massa de exaustão da camada de fumaça. 17. b) Taxa de massa de exaustão de fumaça diferente da taxa de massa de fumaça fornecida 1) Com a taxa de massa fornecida pela coluna (plume) de fumaça à base da camada de fumaça. e o projeto pretender estimar um complemento de taxa de extração de fumaça para um sistema específico. ainda que lentamente decorrente das taxas menores de exaustão. e se atingir uma posição de equilíbrio. quando o sistema de arcondicionado normal à edificação for utilizado na extração de fumaça.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 3) Adaptação de modelos de zona. 7) Para outras configurações da coluna (plume) de fumaça (não assimétricas).15. 4) Análises de sensibilidade.5 Posição da camada de fumaça com o sistema de exaustão de fumaça em operação a) Taxa de massa de exaustão de fumaça igual à taxa de massa de fumaça fornecida 1) Depois que o sistema de exaustão estiver operando. iii) para determinação da massa de fumaça gerada pela coluna de fumaça.

166 Qc2/5 Onde: z1 = limite de elevação da chama (m) Qc = porção convectiva da taxa de liberação de calor (Kw).26 0.40 1.2 Para determinação da altura da chama proveniente da base do fogo.95 2.12 1.5 0.25 Onde: z = altura de projeto da camada de fumaça acima da base do fogo H = altura do teto acima da base do fogo (m) t = tempo para a camada de fumaça descer até z (s) t0 = valor de t na ausência de exaustão de fumaça (veja Equação 16) (s) m = vazão mássica de exaustão de fumaça (excetuando-se qualquer vazão mássica adicional dentro da camada de fumaça.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 Tabela 12 .17 1.16 1.19 1.55 1.16. decorrente de outras fontes que não sejam a coluna de fumaça). 25 .23 1.41 (m/me) ou (Ve/V) 0.Acréscimo do tempo para interface da camada de fumaça para encontrar posição selecionada (colunas assimétricas e fogos estáveis) t/t0 z/H 0.49 2.30 1.8 1.5.32 1.61 1.6 0.21 1.05 2.35 1.63 1.16 Altura da chama 17.84 2. 17.24 2.78 3.50 1.46 0. que é obtido pela Equação 21.5.17 3.45 1.57 4.3 0.71 0.14 1.36 1.48 2.1 A altura da chama e sua distância em relação à interface da camada de fumaça têm influência significativa na formação do volume mássico de fumaça a extrair.00 2. me = valor de “m” requerido para manter a camada de fumaça indefinidamente em z. 17.28 1.5.7 0.98 6.71 0.15 3.85 1.70 1. deve atender à seguinte equação: Equação 20 z1 = 0.78 3.25 0.11 4.20 1.20 2.2 0.4 0.89 2.16.72 1.24 1.52 1.35 1.

2 Esta altura devido a presença do jato de fumaça pode alcançar no máximo 85% da altura da edificação.3.2.2.0018 Qc (z > z1) Onde: m = vazão mássica da colina de fumaça para a altura z (Kg/s) z = altura acima do combustível (m) Qc = porção convectiva da taxa de liberação de calor.1 A taxa de massa fornecida pelo plume (coluna) dependerá de sua configuração.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 17.2 Neste caso. 17. 17.4 Para a condição (Z>Z1).3 Plume saindo por aberturas (janelas).7 Taxa de produção de massa de fumaça 17. b) altura da camada de fumaça (Z) igual ou inferior a altura (Z1) da camada de fumaça.7.3 A altura da interface da camada de fumaça deve ser mantida em um nível constante através da exaustão da mesma taxa de vazão de massa fornecida a camada pelo plume (coluna).2.2 Plume de fumaças saindo pelas sacadas.7. com o plume afastado de qualquer parede.3. 17.7.Massa de fumaça para a condição Z>Z1 m = 0.1 Um plume (coluna) assimétrico pode aparecer de um fogo que se origina no piso do átrio. a massa de fumaça gerada é determinada pela seguinte equação: Equação 21 .7.7. 17. (Z>Z1).3. de forma a garantir o escape das pessoas.5 m acima do piso de escape da edificação. o ar entra de todos os lados e ao longo de toda a altura do plume. 26 .3 Plume (colunas) de fumaça assimétricas 17.6.7.7. 17.2 Há 3 configurações de plume (coluna) de fumaça: 17.071 Qc1/3 z5/3 + 0.6. estimada em 70% da taxa de liberação de calor (Q) (Kw). 17.7.7. 17. ou seja. 17.3. devendo estar no mínimo á 2.3 Na determinação da massa de fumaça gerada pelo incêndio.1 Uma altura livre de fumaça deve ser projetada.6. 17. 17.6 Altura da camada de fumaça 17.1 Plume (colunas) de fumaça assimétricas. até que o plume fique envolvido (submerso) pela camada de fumaça. duas condições podem ocorrer: a) altura (Z) da camada de fumaça ser superior a altura (Z1) da chama.7. ou seja (Z≤1).

17.4.3.5 Para a condição (Z≤Z1).4.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 17.7.4 Plume de fumaças saindo pelas sacadas 17.2 Cenários com o plume de fumaça saindo pela sacada envolvem um acréscimo de fumaça acima da base do fogo. 17.7.Massa de fumaça para a condição Z≤1 m = 0.1 A coluna (plume) de fumaça saindo de uma sacada é aquele que flui sob e em volta de uma sacada antes de ascender.0208 Qc3/5 z (z≤z1) Onde: m = vazão mássica da colina de fumaça para a altura z (Kg/s) z = altura acima do combustível (m) Qc = porção convectiva da taxa de liberação de calor estimada em 70% da taxa de liberação de calor (Q) (Kw).4.7.25H) Onde: m = taxa do fluxo de massa na coluna (Kg/s) Q = taxa de liberação de calor (Kw) w = extensão da coluna saindo das sacadas (m) Zb = altura acima da sacada (m) H – altura da sacada acima do combustível (m) 27 .36 (QW²)1/3 (Zb + 0. Equação 23 m = 0.4. 17.3 A característica de um plume saindo pela sacada depende da característica do fogo.4 Além disto. 17.7. a massa de fumaça gerada é determinada pela seguinte equação: Equação 22 . a entrada de ar no plume saindo de sacada pode ser calculada de Equação 23.5 Para situações envolvendo um fogo em um espaço adjacente a um átrio. alcançando primeiro o teto. sacada ou outra projeção horizontal do pavimento. dando a impressão de sair pela sacada (veja Figura 41).7.7. é significante a migração horizontal do plume até a extremidade de sacada. 17. largura do plume e pela altura do teto acima do fogo.4.7. para então migrar horizontalmente em direção à extremidade da sacada.

Massa de fumaça para a condição Z>Z1 W=w+b Onde: W = largura do plume de fumaça w = largura da entrada da área de origem b = distância da abertura a extremidade da sacada. e visando a restringir a migração de fumaça horizontal sob toda a extensão da sacada.7. e utilizar para determinação da taxa de produção de fumaça a Equação 21.6 Da Equação 23 pode-se concluir: a) quando zb for aproximadamente 13 vezes a largura do espaço (zb > 13 W).1 A coluna de fumaça saindo por aberturas nas paredes.Coluna de fumaça saindo de um balcão 17.7. tais como portas e janelas. b) na determinação da largura da coluna (plume) de fumaça (W).2 Na determinação taxa de liberação de calor.7. c) com a existência dessas barreiras de fumaça. uma largura equivalente pode ser determinada por meio da seguinte expressão: Equação 24 . projetando-se abaixo da sacada. 17.5 Coluna de fumaça saindo por aberturas (janelas) 17. 17.7. pode ser considerado como uma coluna (plume) de fumaça assimétrico. esta pode ser determinada pela previsão de barreira física. a equação abaixo pode ser utilizada: 28 . a coluna (plume) de fumaça saindo pela sacada.5.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 Figura 41 . é configurada conforme Figuras 42 e 43. para o átrio.5.4.

e) os métodos neste item são apenas válidos para compartimentos tendo em vista uma única abertura de ventilação.Coluna de fumaça saindo por aberturas (janelas) 29 . c) a queima do excesso de combustível ocorre fora do átrio.7.2 Isso é obtido determinando-se a taxa de entrada de ar na ponta da chama.1 O ar que entra pelas janelas na coluna de fumaça pode ser determinado por analogia como uma coluna de fumaça assimétrica.7.5.3 A equação acima assume que: a) liberação do calor é limitada pelo fornecimento de ar do espaço adjacente. e determinando-se a altura da coluna assimétrica. 17.7. d) a entrada de ar fresco ocorre fora do atrio. 17.3. Figura 42 . b) a geração de combustível está limitada pelo fornecimento de ar.3. que pode permitir a mesma quantidade de entrada de ar. que são emitidas pela janela.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 Equação 25 Q = 1260 Aw Hw1/2 Onde: Q = taxa de liberação de calor (Kw) Aw = área da abertura de ventilação (m²) Hw = altura da abertura de ventilação (m) 17.5.5.

071 Qc1/3 (zw + a)5/3 + 0.40 Aw2/5 Hw1/5 – 2.7.7 Qualquer outra entrada acima da chama é considerada como se fosse a mesma de um fogo pela abertura.5.3.5 Substituindo QC proveniente da Equação 18. 30 .7.68 (Aw Hw1/2)1/3 (zw + a)5/3 + 1. para equacionar a assimetria do plume.3. a massa que entra pelo plume oriundo de janela é determinada como: Equação 27 m = 0.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 Figura 43 .6 A altura da chama formadora da coluna de fumaça é determinada como sendo a altura da abertura que fornece a mesma entrada para a coluna de fumaça.1 Hw Onde: a = altura efetiva (m) Aw = área da abertura de ventilação (m²) Hw = altura da abertura de ventilação (m) 17.3.3.7.7. de acordo com a seguinte relação: Equação 26 a = 2. um fator de correção indicando a diferença entre a altura da chama real e a altura do plume assimétrico pode ser aplicado.5.Coluna de fumaça saindo por aberturas (janelas) 17.3 Como resultado dessa analogia. 17. temos: Equação 28 m = 0.5.7.4 Então.3.0018 Qc Onde: Zw = altura acima do topo da janela 17.5.5.59 Aw Aw1/2 17.

a seguinte equação deve ser utilizada: Equação 29 V = m/ρ Onde: V= volume produzido pela fumaça (m³/s).7. no interior do átrio pode alarga-se.7.2 Neste caso.7. 17.7. perto do topo do átrio.6. o diâmetro total da coluna de fumaça pode ser expresso conforme a seguinte equação: Equação 31 d = 0. ρ = densidade da fumaça adotada (para 20° = 1.5 z Onde: d = diâmetro da coluna (baseada em excesso de temperatura) (m) z = altura (m) 17.1 Para obter o volume de fumaça a extrair do ambiente.2 Kg/m³) C 17.6 Volume de fumaça produzido 17.7.48 (T0 / T)1/2 z Onde: d = diâmetro da coluna (baseada em excesso de temperatura) (m) T0 = temperatura no centro da coluna (ºC) T = temperatura ambiente (ºC) z = altura (m) 17. 17.7.3 O diâmetro da coluna de fumaça pode ser estimado como: Equação 30 d = 0.1 A coluna de fumaça ascende.7.7.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 17.7. a temperatura do centro da coluna de fumaça não deve ser considerada maior que a do átrio.8 Velocidade máxima de entrada de ar 31 .5 Baseado no conceito do item anterior. a interface da fumaça deve ser considerada como sendo a altura de contato com as paredes do átrio.7 Influência do contato da coluna de fumaça com as paredes 17. decorrente do resfriamento causado pela entrada de ar frio ao longo da coluna. de forma genérica.7.7. e entrar em contato com todas as paredes deste átrio antes de alcançar o teto.4 Na maioria dos casos.7.7. m = vazão mássica da coluna de fumaça para a altura z (Kg/s). 17.7.

b) as aberturas estão localizadas acima da interface da camada de fumaça. que exceda o limite mínimo contido na Equação 33. 17. 17.9.1 A velocidade de entrada do ar. para as áreas adjacentes não afetadas pelo incêndio. a) para as mesmas condições com Tf = 894° (considerad o para espaços sem sprinkler). oriunda da propagação do átrio. Tf = 74° (considerado para espaços com sprinkler) e T0= 21° o limite de C C.7.7. a fumaça no átrio deve ser extraída numa vazão.8. os valores de velocidade também serão: Ex.: Com H = 3.01 m/s. que cause uma velocidade na abertura de entrada da área adjacente.9.7. 17.9. que cause uma velocidade de ar média na abertura de entrada da área adjacente.6 A fim de prevenir a entrada de fumaça no volume do espaço adjacente.9.2 Uma velocidade recomendada de entrada de ar é de 1 m/s.2 Recomenda-se que esta velocidade seja de 1.7.3 m. o ar deve ser fornecido do espaço adjacente numa taxa suficiente.9.3 Esta velocidade (v) pode ser calculada com a seguinte equação: Equação 32 v = 0.37m/s.5 Para o primeiro caso. ou perturbar a interface da fumaça. 17. 17.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 17.7.9 Requisitos para o fluxo de ar invertido 17.9.7. no perímetro do átrio.4 Dois casos podem ocorrer na determinação da velocidade: a) as aberturas estão localizadas abaixo da interface da camada de fumaça. como a temperatura do ambiente é menor. Equação 33 ve = velocidade do ar (m/sec) 32 .8 m/sec²) H = altura da abertura (m) Tf = temperatura da fumaça (ºC) T0 = temperatura do ar ambiente (ºC) 17.64 [gH (Tf – T0)/Tf]1/2 Onde: v = velocidade do ar (m/s) g = aceleração da gravidade (9. deve ser limitada aos valores de perda para não defletir (inclinar) a coluna de fogo.0 m/s.1 A fim de prevenir a migração da fumaça do átrio.7. o C limite de velocidade começa a 3. velocidade será de 1.7.7. aumentando a taxa de entrada do ar na chama. 17.8. podendo no máximo atingir 5m/s.

01 m/s. 2) Esta equação não deve ser usada quando z < 3.8. em uma camada de fumaça. HCN). existe um cenário de acumulação de fumaça.6 Antes da operação do sistema de exaustão.8. sendo (Tf = T + T0).8 Condições perigosas 17.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 ve (m/sec) = 0. ou espécies de concentrações tóxicas (por exemplo. no qual o nível da camada de fumaça utilizados nos cálculos de ventilação pode estar dentro da camada de fumaça. CO. escurecimento da fumaça. 17.0 m.3 Estas equações são utilizadas para fogo com taxas constantes de liberação de calor e fogos tquadrado.8. 17.8. 3) Caso a abertura para o espaço comum esteja localizada acima da posição da camada de fumaça. 17.4 Também podem ser utilizadas para calcular as condições dentro da camada de fumaça quando existir condições de ventilação. 33 .1 As condições perigosas são aquelas que ocorrem como resultado de temperaturas inaceitáveis. 17.8.8. e por um período de tempo depois dessa operação inicial. estabelecendo que (v=vê). HCl. densidade óptica.2 As equações para calcular a profundidade da camada de fumaça. onde os valores de (Tf – T0) devem ser considerados como o valor de T da tabela abaixo. 17. deve-se utilizar a equação 32 para calcular o limite da velocidade. tipos de concentração durante o estágio de acumulação da fumaça e de quaseestabilidade. estão mencionados na Tabela 13. por meio dessa camada num cenário com ventilação.5 Os conceitos deste item são baseados na manutenção do nível da camada de fumaça. aumento de temperatura.57 [Q/z]1/3 Onde: ve = velocidade do ar (m/sec) Q = taxa de liberação de calor (Kw) Z = distância acima da base do fogo à abertura (m) Observações: 1) A velocidade (vê) não deve exceder a 1. 17.

H = altura do teto (ft). Para fogos t2: Qn = (l-X1 l) at3/3 (Btu). D = L –I log (Io/I).1 (Dmat3)/[3xα∆HcA(H-z)] (fiat3)/[3ρ0 xα ∆HcA(H-z)] Estágios de ventilaçao [60(I-x1)Qc]/(ρ0 cp V) (60DmQ)/( xα∆HcV) (60fiQ)/( ρ0 xα∆HcV) 34 . Dm DV/mf = massa de densidade óptica (ft2/lb) medida num teste de vapor contendo toda a fumaça proveniente do material ensaiado. mf = a taxa de massa incandescente (lb/sec). L = extensão da luz através da fumaça (ft). I = intensidade da luz na fumaça. Qo = roCpToA(H-z) (Btu). ∆Hc = calor da combustão completa (Btu/lb). V = taxa de ventilação volumétrica. Yi = fração de massa das espécies i (espécies lb i/lb de fumaça).Equações para calcular as propriedades da camada de fumaça Estágios de acumulação de fumaça Parâmetros ∆T D Yi Onde: A = área de espaço seccional cruzada horizontal (ft2). ∆T = aumento da temperatura na camada de fumaça (oF). Io = intensidade da luz no ar limpo. Fogos estáveis [exp(Qn/Qo)] . Para fogos estáveis: Qn = (l-X11) Qt (Btu). t = tempo para ignição (sec). Q = taxa de liberação do calor do fogo (Btu/sec).1 (DmQT)/[xα∆HcA(H-z)] (fi QT) / [ρ0xα∆HcA(H-z)] Fogos T quadrado [exp(Qn/Qo)] . Qc = porção convectiva da taxa de liberação de calor (Btu/sec). fi = fator de produção de espécies i (espécies lb i/lb combustível).NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 Tabela 13 . densidade óptica. Cp = calor específico do ar-ambiente. z = altura do topo do combustível à camada de fumaça (ft). V = Taxa de vazão volumétrica (ft3/sec).

xα = fator de eficiência da combustão (-). aumento máximo de temperatura ocorrerá se X1 = 0. 35 . valor máximo de 1. valor máximo de 1.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 a = coeficiente do crescimento do fogo t2 (Btu/sec3). ρ = densidade do ar ambiente (lb/ft3). x1 = fator de perda de calor total da camada de fumaça aos limites do átrio.

5)4/3) / (5275)1/3 = 502 seg.42 (13. diferença de temperatura interna: 9.275 kW.42 Y²) + (8.26° C.7 Q. 2° passo : Verificação da altura que a fumaça irá alcançar sem estratificar.5 (5275 x 0. Qc = porção convectiva da taxa de liberação de calor (Kw).7)2/5 x 10-3/5 = 104m Observações: . comprimento de 61 m e largura de 30. para confirmar se a posição (altura) dos detectores irá acionar o sistema de controle de fumaça: Utilizando a Equação 8: Hmax = 15. com o fogo localizado na base do átrio e os detectores no topo do átrio: Utilizando a Equação 10: X = (0.07 X = 0.2 x 10-8 Y6) Para X ≤ 480 Onde: X = (t Q1/3) / (H4/3) Y = (∆T H5/3) / (Q2/3) Onde: t = tempo da ignição (ativação) (sec) Q = taxa de liberação de calor (fogo estável) (Kw) H = altura do teto acima da superfície do fogo (m) T = aumento da temperatura no teto (ºC) Y = 9.14 T = (72. sendo que os detectores estão instalados a 36.A altura que a fumaça atingirá sem estratificar é de 104 m. detector de temperatura localizado no teto do átrio.5 Qc2/5 ∆TO-3/5 Onde: Hmax = altura do teto acima da superfície do fogo (m). 36 .5m.14 (36.5)5/3 / (5275)2/3 = 13. projeto do fogo: 5.5 m. ∆T0 = diferença de temperatura ambiental entre o piso da superfície do fogo e o teto (° C) Hmax = 15. fogo considerado do tipo estável.2 x 10-8 (13. 1° passo : Determinação do tempo de ativação do detector.07)6 = 72. .NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 Anexo H Modelo de utilização do dimensionamento para extração de fumaça em átrio Dados do projeto: a) b) c) d) e) f) g) átrio retangular e uniforme.07)² + 8.86 (36.Qc = 0. acionado com uma diferença de temperatura de 10°C. portanto serão acionados.5 m. altura : 36.

28 ln [(tQ1/3 / H4/3) / (A/H²)] Onde: z = altura das primeiras indicações de fumaça acima da superfície do fogo (m).82 m Observações: . decorrente da previsão de detector linear.54/3) / (30. deve-se primeiro utilizar a Equação 13. e considerando o fogo localizado no centro do piso térreo do átrio (coluna de fumaça assimétrica). H = altura do teto acima da superfície de fumaça (m).Entretanto.275 x 0. é esperada a formação de uma camada de fumaça assimétrica. A = área seccional cruzada do espaço sendo preenchido com fumaça (m²).5 = 14. 28 ln [(502 x 52751/3 / 36.2 H. a fim de determinar a altura da chama: Z1 = 0. z/36. Em uma segunda tentativa com t = 120 s.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 Anexo H (continuação) Modelo de utilização do dimensionamento para extração de fumaça em átrio 3° passo : Determinação da profundidade da camada de fumaça quando o detector for ativado. Q = taxa de liberação de calor de fogo estável (Kw). o dimensionamento obtido pela Equação 9 não prevê uma estimativa que se pode confiar.5²)]} = 0.11 – 0.A comparação dos vários cálculos no exemplo acima demonstra a diferença quando da aplicação de detectores distintos.Quando a profundidade da camada de fumaça for menor que 0. T = tempo (sec).7)2/5 Z1 = 4.52 m. temos: z = {1.166 (5.5 = {1.5 x 61 / 36.28 ln [(tQ1/3/H4/3)/(A/H²)]} H z = {1. sendo assim.1 – 0.Pode-se afirmar que a interface da camada de fumaça é definida quão antecipadamente será detectada a presença de fumaça. Com a localização do fogo no centro do átrio. 28 ln [(120 x 52751/3 / 36. .Esta substituição de tipo de detector é valida para antecipar a detecção do incêndio e.11 – 0. . prevendo-se uma altura de 1. 4° passo : Determinação da taxa de exaustão de fumaça.5 x 61 / 36.45m 37 . .20 m Observações: . acima do piso do último pavimento (nono pavimento). consequentemente. se prever uma interface da camada de fumaça em uma posição mais elevada e que atenda as expectativas do projeto de controle de fumaça. .54/3) / (30.5²)]} x 36. o resultado indica que o átrio terá um acumulo de fumaça significativo. Utilizando a Equação 9: z/H = 1.166 Qc2/5 Onde: z1= limite de elevação da chama (m) Qc = porção convectiva da taxa de liberação de calor (Kw) Z1 = 0.O fato da camada de fumaça descer até o nível do piso não indica necessariamente condição de perigo.1 – 0.

Para o exemplo: ρ = 1.06 Kg/s Se a taxa de extração de for igual à taxa de produção de fumaça.06 Kg/s V = 257.7)1/3 x (26)5/3 + 0.45 m.5 z Onde: d = diâmetro do plume de fumaça (m) z = altura da camada de fumaça (ft) = 26 m d = 0.5 (26) d = 13 m Observação: Como as dimensões do átrio horizontalmente são 30. a profundidade de camada de fumaça será estabilizada em uma altura predeterminada no projeto de controle de fumaça.2 Kg/m³ m = 257. pode-se determinar a taxa de produção de fumaça dentro da camada de fumaça (Equação 14): Equação 14 m = 0.5 m e 61 m. portanto não entra em contato com as paredes do átrio. com o projeto de controle de fumaça fixando a camada de fumaça em 1. 38 . com o dado acima se constata que a coluna de fumaça tem um diâmetro menor (13 m).5) m = 257. Desse modo. Utilizando a Equação 23. antes de alcançar a interface da camada de fumaça prevista em projeto.071 (5.2 V = 214.071 Qc1/3 z5/3 + 0. temos: d = 0.06/1.0018 Qc (z > zl) Onde: m = vazão mássica da colina de fumaça para a altura z (Kg/s) z = altura acima do combustível (m) Qc = porção convectiva da taxa de liberação de calor. e com a altura da chama dimensionada em 4. temos: V = m/ρ Onde: ρ= densidade da fumaça (Kg/m³) m = taxa de vazão de massa da coluna de fumaça para a altura z (Kg/s).52 m acima do teto do nono pavimento.275 x 0.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 Anexo H (continuação) Modelo de utilização do dimensionamento para extração de fumaça em átrio Com a interface da camada de fumaça sendo projetada com a altura de 26 m acima do nível do piso térreo do átrio.0018 (3692.21 m³/s 5° passo : Verificação se a coluna de fumaça entrará em contato com as paredes. estimada em 70% da taxa de liberação de calor (Q) (Kw) m = 0. convertendo a taxa de vazão de massa para um taxa de vazão volumétrica usando Equação 16.

ρ0 = densidade do ar ambiente (lb/ft3) Cp = calor específico do ar-ambiente V = taxa de vazão volumétrica (ft3/sec) Para a equação temos: 1 = intensidade da luz na fumaça = 2 v.075 lb/ft3 cp = 0.075 x 0. com a determinação do fluxo de ar oposto (invertido) para manter a fumaça neste espaço adjacente: .04 m (largura) x 1. temos: v = 0. g = aceleração da gravidade (9.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 Anexo H (continuação) Modelo de utilização do dimensionamento para extração de fumaça em átrio 6° passo : Determinação da temperatura da camada de fumaça depois da atuação do sistema de exaustão. H = altura da abertura (m). Aplicando-se as fórmulas contidas na Tabela 13: ∆T = [60(I-x1)Qc]/(ρ0cpV) Onde: ∆T = temperatura da camada de fumaça I = intensidade da luz na fumaça x1 = fator de perda de calor total da camada de fumaça aos limites do átrio. Tf = temperatura da fumaça quente (° C). visando estudar se a coluna de fumaça terá alterações. .24 btu/lb-° F V = 60 x 7521 ft3/sec ∆T = 60 (2-1) 3500/ 0. .i.85° F ∆T = 32° C 7° passo : Determinação do fluxo de ar oposto O fogo localizado no espaço adjacente ao átrio.Utilizando a Equação 24.A temperatura da chama é de 537 ° C. 39 .82 m (altura).8 m/s2). aumento máximo de temperatura ocorrerá se X1= 0 Qc = porção convectiva da taxa de liberação de calor (btu/sec). T0 = temperatura do ar ambiente (° C). valor máximo de 1.As aberturas no átrio são de 3.24 x 60 x 7521 = 25. x1 = 1 Qc = 3500 btu/sec ρ0 = 0.64 [gH (Tf – T0)/(Tf)]1/2 Onde: v = velocidade do ar (m/s).

82 x (537 .057 [ 5275/ 27.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 7 Anexo H (continuação) Modelo de utilização do dimensionamento para extração de fumaça em átrio Para o caso.33 m/s 40 .057 [Q/z]1/3 = 0. temos: H = 1. V = 0. T0 = 21 (° C).8 x 1. Baseado na Equação 25.45m Ve = 0.64 [ 9.057 [Q/z]1/3 Onde: ve = velocidade do ar (m/s) Q = taxa de liberação de calor (Kw) z = distância acima da base do fogo à abertura (m). temos: Ve = 0. Para o exemplo: Q = 5275 KW z = 27. determine o fluxo de ar oposto requerido para restringir que a fumaça propague para as áreas adjacentes.45]1/3 Ve = 0.21)/(537)]1/2 V = 2.82 m Tf = 537(° C).64 m/s. Para um fogo no átrio.

que possibilita a rápida solução do problema. 18.2.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 8 Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 015 Controle de fumaça Parte 8 – Aspectos de segurança CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 6 páginas SUMÁRIO 18 Aspectos de segurança do projeto de sistema de controle de fumaça 18 ASPECTOS DE SEGURANÇA DO PROJETO DE SISTEMA DE CONTROLE DE FUMAÇA 18.1.2. 1 .1 A confiabilidade no sistema de controle de fumaça depende de seus componentes individuais. 18.2 Particularmente merecem atenção os sistemas que tem por objetivo manter uma pressão ou o equilíbrio entre áreas adjacentes.1. 18. a fim de verificar se o sistema não sofre uma pane quando submetido a um incêndio.1.1. 18.1.1.2 Uma avaliação deve ser elaborada para cada componente do sistema e/ou o seu conjunto. 18.2. pode ser obtida por meio das indicações audiovisuais da ocorrência de uma falha.1.1. além da previsão de uma manutenção constante e de testes de funcionamento do sistema. quando da ocorrência de uma falha.1 Quanto à falha na análise 18. torna-se necessária uma análise total sobre a sua confiabilidade. bem como no grau de redundância previsto.4 A supervisão dos componentes aumenta a confiabilidade no sistema. da dependência funcional entre estes. visando a controlar o movimento da fumaça para o átrio.4 Deverá ainda ser verificado.1 Todo sistema de controle de fumaça deve ser submetido a uma simulação de falha de análise. 18.2 Quanto à confiabilidade 18.1.1.1.1.1. para determinar o impacto de erros de projeto. o grau em que as operações de controle de fumaça serão reduzidas e a probabilidade de se determinar estas falhas durante a operação do sistema. operação indevida do sistema ou operação parcial de cada componente principal do sistema. 18.3 Desta forma.2.3 Deve ser previsto que a falha na operação de um determinado componente poderá causar a reversão do fluxo de fumaça e a queda da camada de fumaça a níveis perigosos.1.

2. a fim de se evitar a propagação de fumaça e outros gases nocivos para áreas adjacentes e pisos superiores ao local sinistrado. 2 .1.2 Equipamentos e controle 18.3 Quanto à utilização na exaustão de fumaça.3 Quanto aos testes periódicos 18.1 A simplicidade deve ser o objetivo do gerenciamento do sistema de controle de fumaça. decorrentes da capacidade dos elementos construtivos de fechamento lateral e cobertura do átrio suportarem este acréscimo de temperatura. coluna e estratificação da fumaça.1 Os sistemas de ar-condicionado podem ser adaptados para funcionar na admissão de ar externo.2.2.1.2 Sistemas complexos devem ser evitados.2. estes sistemas devem prevenir a admissão de ar.2. b) podem não ser instalados corretamente. 18.2.2. 18.2. geralmente os sistemas de ar-condicionado não têm a capacidade para este fim. 18. flutuação. cuidados especiais devem ser observado para que: a) o sistema de ar-condicionado seja desligado imediatamente quando da ocorrência do incêndio. 18.1.2.1 Devem ser criados alguns meios para testar periodicamente o sistema.2. juntamente com a largura e altura dos átrios. na performance e funcionamento correto do sistema de controle de fumaça. localizadas nos locais apropriados para uma eficiente exaustão.1 A dinâmica. mas baseado nos próprios equipamentos constituintes do próprio sistema. pois: a) tendem a ser confusos.2. 18. e confiar.3.3 Sistemas de controle 18.2 Sistema de renovação do ar 18.2 Esses meios de teste não devem ser obtidos por equipamentos especiais.1. visando a evitar a entrada de ar não controlada na área de fogo.3.2.2.1 Informações gerais 18.2. b) sejam previstos meios internos aos dutos.1. desde que as grelhas estejam posicionadas corretamente e possuam capacidade e permitam velocidades apropriadas.2.2 Neste caso. até que o fluxo de exaustão tenha sido estabilizado. 18.3. 18. devem ser consideradas na escolha do sistema de controle de fumaça. decorrente de não possuírem grelhas para exaustão. 18.4 Caso o sistema de ar-condicionado não integrar o sistema de controle de fumaça.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 8 18.3.2 Cuidados especiais devem ser adotados para edificações que tenham temperaturas internas elevadas. 18. a fim de se verificar.

5. g) outras essenciais ao bom funcionamento do sistema. d) geralmente não se refletem na realidade em caso de um incêndio. 18.2. d) problemas de energia ou controle dos sistemas de instalação elétrica.2.7.2 O gerenciamento deve ativar todos os componentes que compõe o sistema de controle de fumaça na sequência necessária e projetada para um perfeito funcionamento.2.7 Acionamento manual 18. 18.3 As seguintes confirmações devem ser observadas: a) acionamento de ventiladores e insufladores de ar externo. devem ser projetados para que o ambiente interno da edificação não se torne perigosos.4.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 8 c) podem não permitir testes apropriados.5.2. 18. e) obstruções ao fluxo de ar e extração de fumaça. parada de operação do sistema de ar condicionado (quando houver) e entrada em operação do sistema de controle de fumaça.2.2 Devem gerenciar a sinalização de todos os sistemas que interferem ou contribuem com o sistema de controle de fumaça (sistema de chuveiros automáticos.2.1 A ativação do sistema de controle de fumaça deve se iniciar imediatamente após receber o comando/aviso de ativação. incluindo aquele necessário para a detecção.1 O sistema de gerenciamento deve coordenar completamente o sistema de controle de fumaça.).1 Cada componente ou parte do sistema precisa de meios para assegurar que entre em operação quando necessário. 18.2.6. 18.2 Os meios podem variar de acordo com a complexidade do sistema. a fim de evitar danos. 18. f) falha geral no sistema.4 O tempo total de resposta. 18.5 Tempo de resposta 18.2. 3 .2.4 Coordenação 18.6 Instrumentalização e supervisão dos sistemas de controle de fumaça 18. sistema de ar-condicionado.6.1 O acionamento manual de todos os sistemas deve estar localizado numa área central. sistema de detecção etc.4. b) ativação de exaustores por meio de pressão do duto.2.2.5. c) ativação de insufladores de ar.3 Cuidados especiais devem ser observados quando do desligamento do sistema de controle de fumaça. 18.6.2.5. 18.2.2. 18.

NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 8 18.2. recomenda-se que o procedimento seja feito sob a supervisão do agente fiscalizador do empreendimento.2. c) testes periódicos e de manutenção. Quando os testes forem feitos pela firma instaladora.2.11.11. de preferência sem vínculo de qualquer espécie com a firma que executou instalação.1 Os objetivos dos testes dos componentes do sistema são de estabelecer que a instalação final satisfaça os requisitos do projeto. volume.9 Materiais 18. d) a rapidez. c) o perfeito fechamento de portas e elementos de construção considerados no projeto de controle de fumaça. 18. 18.11 Testes dos componentes do sistema 18.2.2. andar ou outra obstrução que resista à passagem da fumaça. b) testes de aceitação. devem ser testado nos critérios especificados em projeto.11. funcione corretamente e esteja pronta para os testes de aceitação.2 Tais controles devem estar aptos a superar quaisquer falhas de acionamento automático. b) o projeto de fogo esperado (caso seja dimensionado).3 Antes do teste.2.8.10.1 O sistema de controle de fumaça e seus e subsistemas. 18.8 Fornecimento elétrico 18.11.1 Instalações elétricas devem atender aos requisitos das normas técnicas oficiais.10 Testes 18. voltagem e amperagem.2 Os procedimentos de teste são divididos em três categorias: a) testes dos componentes do sistema.2. 18.2.7.11. o responsável técnico por ele deve verificar a integridade da edificação.9. 18. 18.2 Os testes deverão ser feitos por profissional ou entidade de reconhecida especialização.2.2.2.10. uma vez que podem afetar ou ser afetados pela operação do sistema de gerenciamento de fumaça: 4 . calibragem.2.2.1 Materiais e equipamentos utilizados para o controle de sistemas de fumaça devem ser apropriados ao fim a que se destinam.2 Essas instalações devem estar localizadas em áreas que não serão afetadas pelo incêndio.4 Os resultados dos testes devem ser documentados por escrito.8. 18.2. 18. 18.5 O teste deve incluir os seguintes subsistemas.2. ou do projetista da instalação que poderá ser contratado para esta finalidade. sensibilidade. 18. incluindo os seguintes aspectos arquitetônicos: a) integridade de qualquer parte.

b) sistema de gerenciamento de energia. todo o equipamento da edificação deve ser colocado em funcionamento.2. 18. 18. 18. 18.9 Mediante conclusão dos testes de aceitação.12. 18.1 O teste de aceitação deve confirmar que as instalações finais dos equipamentos/subsistemas que integram o sistema de controle de fumaça estão de acordo com o projeto e funcionamento apropriadamente.3 Os seguintes parâmetros precisam ser mensurados durante a aceitação do teste: a) taxa volumétrica de todas as grelhas de extração de fumaça e introdução de ar. e) fontes de energia. elevadores.12. casa de máquinas e outros sistemas similares. b) direção do fluxo de ar. d) diferenciais de pressão.12. f) interrupção de energia. c) enclausuramento de abertura das portas (quando constantes do projeto). incluindo os equipamentos que não são utilizados no sistema de controle de fumaça.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 8 a) sinalização de detecção do incêndio.2.6 O sistema alternativo de energia da edificação também deve ser testado.12 Testes de aceitação 18. e não se prestam para avaliar o real desempenho do sistema.12. tais como a exaustão nos banheiros.12. c) equipamento de ar-condicionado. 5 . direção e temperatura externa devem ser registradas para cada dia de teste.2 Todas as documentações dos testes dos componentes do sistema devem estar disponíveis para inspeção.12. d) sistema de controle de temperatura.2.8 Os testes com bombas de fumaça não fornecerão calor e flutuação da fumaça como um fogo real.2.7 O teste de aceitação deve demonstrar de que os resultados esperados em projeto estão sendo obtidos.2. e) temperatura ambiente.12. uma cópia de todos os documentos de teste operacionais deverá ser entregue ao proprietário e estar disponível na edificação.5 A velocidade do vento. g) sistemas automáticos de supressão.2.2. mas que podem influenciar em seu desempenho. 18. h) operação automática de portas e fechamentos.2. 18.12. i) outros sistemas que interferem no sistema de controle de fumaça. 18.12.2.4 Antes de iniciar o teste de aceitação.2. considerando o isolamento de cada setor previsto na divisão de zonas de atuação do sistema. 18.

16. 18.4 A frequência de teste deve ser semestral e realizada por profissionais que possuam conhecimento da operação.2.15 Modificações 18.2.16 Testes periódicos 18. previamente submetidas à aprovação do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná por meio de Comissão Técnica.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 8 18. ser realizados todos os testes descritos acima.16. com Responsabilidade Técnica para que a devida atribuição seja registrada junto ao CREA.15. desde que baseados em normas de renomada aceitação. 18.2. 18. 18. um novo projeto de controle de fumaça deve ser elaborado e.6 Para este teste.16.5 Os resultados dos testes devem ser registrados.1 Caso ocorra mudança na edificação.2. após sua implantação.13.14 Testes para obtenção do Laudo de Vistoria de Conclusão de Obra 18. 18.2. 18. como sistema de acionamento. o sistema de controle de fumaça deverá ser operado na sequência especificada em projeto. 18.1 Um teste geral de funcionamento deve ser executado.2.16. quando da vistoria para obtenção do Laudo.3 Outros métodos de dimensionamento 18.2. obturadores e controles dos diversos componentes do sistema.1 Uma manutenção deve incluir testes periódicos de todos os equipamentos.2. ventiladores. 18.2.2. funcionamento do teste e manutenção dos sistemas.14.1 As informações visando à operação básica e manutenção do sistema devem ser fornecidas ao proprietário.3. 6 .2.2.13 Manuais e instruções 18.2 Esses métodos podem ser aceitos.16.2. 18.3.1 Os objetivos da proteção por controle de fumaça contidos nesta instrução podem encontrar uma variedade de metodologias de dimensionamento.3 Os testes periódicos devem verificar se o sistema instalado continua a operar de acordo com o projeto aprovado. 18.16.2 Os equipamentos que compõem o sistema de controle de fumaça devem ser mantidos de acordo com as recomendações dos fabricantes.

tempo de autonomia e vazões de extração. subsolos.Regras Gerais CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 9 páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 Objetivo Aplicação Referências Normativas e Bibliográficas Procedimentos Subsolo 6 Edificações sem janela ANEXOS A – Tabela 2 . b) o controle e redução da propagação de gases quentes e fumaça entre a área incendiada e áreas adjacentes. durante o tempo necessário para abandono do local sinistrado. c) prever condições dentro e fora da área incendiada que irão auxiliar nas operações de busca e resgate de pessoas. visando: a) a manutenção de um ambiente seguro nas edificações. 1 .NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 1 Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 015 Controle de fumaça Parte 1 . 2. malls. espaços amplos e rotas horizontais . baixando a temperatura interna e limitando a propagação do incêndio. evitando os perigos da intoxicação e falta de visibilidade pela fumaça.Determinação dos locais onde deve haver controle por ocupação 1 OBJETIVO Fornecer parâmetros técnicos para implementação de sistema de controle de fumaça. atendendo ao previsto no Código de Segurança Contra Incêndios e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. localização e controle do incêndio. 2 APLICAÇÃO 2.1 Esta Norma de Procedimento Técnico (NPT) aplica-se ao controle de fumaça dos átrios.2 Conforme a aplicação a que se destina o sistema de controle de fumaça haverá implicações nas características dos materiais empregados.

Teil 5:Maschinelle Rauchabzugsanlagen (MRA). controlando a entrada de ar (ventilação) e prevenindo a migração de fumaça e gases quentes para as áreas adjacentes não sinistradas. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Instrução Técnica n° 15/2011 – Controle de Fumaça. Guia de projeto de sistemas de ventilação de fumaça para edificações industriais de andar único.0 (Julho2006) – França. Decreto-lei nº 414/98 de 31 de Dezembro – Regulamento de segurança contra incêndio em edificações escolares .Ministério do Equipamento. Atria. 4 PROCEDIMENTOS 4. Règles relatives a la conception et a l’installation d’exutores de fumeé et de chaleur – edition mai07. Decreto-lei nº 368/99 de 18 de Setembro – Regulamento de segurança contra incêndio em estabelecimentos comerciais . and Large Areas – 1995 edition – Estados Unidos. Instruction Tecnique n° 246 – Relative au désenfum age dans les établissements recevant du public – journal officiel du 4 mai 1982 – França.2006.1 As edificações devem ser dotadas de meios de controle de fumaça que promovam a extração (mecânica ou natural) dos gases e da fumaça do local de origem do incêndio. incluindo aqueles com mezaninos e depósitos com estantes altas – Ventilation Of Smoke Association (Hevac) – Inglaterra. Instruction Tecnique n° 247 – Relative aux mécanis mes de déclenchement des dispositifis de fermeture résistant au feu et de désenfumage – journa officiel du 4 mai 1982 – França. Country Club Hills. 2 .1. 4. as seguintes condições devem ser estabelecidas: a) Divisão dos volumes de fumaça a extrair por meio da compartimentação de área ou pela previsão de área de acantonamento (ver Figura 1).1. .Ministério do Equipamento.und Wärmefreihaltung . do Planejamento e da Administração do Território – Portugal. Decreto-lei nº 410/98 de 23 de Dezembro – Regulamento de segurança contra incêndio em edificações do tipo administrativo . do Planejamento e da Administração do Território – Portugal. edição 1999 – National Building Code – Illinois – USA). 12 e 13. Instruction Tecnique n° 263 – Relative à la constr uction et au désenfumage des volumes libres intérieurs dans les établisssements recevant du public – journa officiel du 7 février 1995 et rectificatif au journal officiel de 11 de novembre 1995 – França. Corpo de Bombeiros da Policia Militar do Estado de São Paulo NFPA 92B – Guide for Smoke Management Systems in Malls. devendo ser observados que diferentes sistemas de controle de fumaça (em rotas de fuga horizontais e verticais) devem ser compatíveis entre si.Alemanha.2 Para obter um controle de fumaça eficiente. DIN V 18232-5 Rauch.1 Condições gerais 4. do Planejamento e da Administração do Território – Portugal.3 As escadas e rotas de fuga verticais devem atender às NPTs n° 11.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 1 2. BOCA (Building Official & Code Administrators Internacional.Ministério do Equipamento.

NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 1 Figura 1 – Acantonamento b) Extração adequada da fumaça. Figura 2 . após o sistema entrar em funcionamento (ver Figura 2).Zonas mortas 3 . não permitindo a criação de zonas mortas onde a fumaça possa vir a ficar acumulada.

4 A lógica de funcionamento do sistema deve ser projetada de forma que a área sinistrada seja colocada em pressão negativa em relação às áreas adjacentes.1. deve ser acionada a introdução de ar da área sinistrada e também das áreas adjacentes.Diferencial de pressão 4. 4. e fechamento das aberturas de extração de fumaça das demais áreas adjacentes à zona sinistrada. desde que atenda as condições descritas nesta NPT.1. conduzindo a fumaça para as saídas externas ao edifício (ver Figura 3).3 O controle de fumaça é obtido pela introdução de ar limpo e pela extração de fumaça. 4.Sistemas de introdução e extração de fumaça Introdução de ar limpo Natural Natural Mecânica Extração de fumaça Natural Mecânica Mecânica 4.5.1 Deve ser acionada a exaustão de fumaça apenas da área sinistrada. 4.4. ou projetando a camada de fumaça em determinada altura.1. por meio do controle das aberturas de extração de fumaça da zona sinistrada. Tabela 1 . Figura 3 . pelos seguintes tipos de sistemas. como a explosão ambiental backdraft ou a propagação do incêndio decorrente do aumento de temperatura do local incendiado.1 Para evitar as condições perigosas citadas no item anterior. 4. prevendo sua entrada em operação no início da formação da fumaça pelo incêndio.3.5 Cuidados especiais devem ser observados no projeto e execução do sistema de controle de fumaça.1. concomitantemente. de forma a se evitar condições perigosas. deve ser previsto o acionamento em 4 .1. conforme tabela 1.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 1 c) Permitir um diferencial de pressão.1 A escolha do sistema a ser adotado fica a critério do projetista.1.

2. por ponto de exaustão.4. com pontos de exaustão distribuídos nos acessos à porta de comunicação com o núcleo do edifício.5.4 O sistema deverá ser dimensionado conforme a Parte 5 desta NPT. o controle de fumaça deve ser previsto isoladamente ou de forma conjunta para: a) Espaços amplos (grandes volumes). para que não ocorra a explosão ambiental. 4. indica por ocupação as partes da edificação que devem possuir controle de fumaça.2. com grelha posicionada dentro do núcleo.6 De forma genérica.2. 5 .NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 1 conjunto da abertura de extração de fumaça da área sinistrada.2. d) Subsolos. 4. cumulativamente. 4.2. 4. c) Rotas de fuga horizontais. mantendo-se uma distância mínima de 2.2.2 Deve ser prevista uma barreira de fumaça com dimensão mínima de 0. 4. 4.1 A altura mínima da camada de fumaça a ser considerada para o cálculo da vazão de exaustão deve ser 2. a porta de acesso à unidade autônoma poderá ser comum.20 m.2 Estarão dispensadas da instalação de sistema de controle de fumaça as edificações elevadas que atenderem. 4.2. b) Átrios. deve ser no máximo 5m/s. A parede ou divisória que separa as unidades autônomas deverá atender o tempo requerido de resistência ao fogo mínimo de 60 minutos.7 A Tabela 2 constante do Anexo A.2 A velocidade de ar.1 A exaustão de fumaça deve ser feita no interior da unidade.3 A introdução de ar deve ser realizada de forma mecânica.2. 4. 4. 4.5.0 m entre estes pontos e a porta.50 m na comunicação da unidade com o núcleo do edifício. 4. próximo ao piso. malls e corredores.5 Devem ser adotados os seguintes parâmetros quando se tratar de unidades autônomas com área superior a 300 m².2. b) rota de fuga através de corredores onde o caminhamento entre a porta de saída das unidades autônomas e uma escada protegida seja igual ou inferior a 10 m. às seguintes condições: a) unidades autônomas com área inferior a 300 m².1.3 A dispensa citada no item anterior fica limitada a edificações com altura igual ou inferior a 90 metros.1.1 Nas edificações com altura superior a 60 metros é requerida a instalação de um sistema de controle de fumaça protegendo os acessos às rotas de fuga.2.4. adotando-se: 4. com a introdução de ar no menor tempo possível.2 Edificações elevadas (altura superior a 60 metros) 4.5.

3 A velocidade máxima de ar. próximo ao piso. 5. janelas ou outras aberturas com dimensões mínimas de 60 cm x 60 cm espaçadas a não mais de 50. por ponto de exaustão. alçapões e poços ingleses.2.5. acionada automaticamente por um sistema de detecção de fumaça.6 A introdução de ar deve ser realizada de forma mecânica. deve ser no máximo 5 m/s.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 1 4.6.2. 4.2 A ventilação natural de que trata o item XXXVIII do Artigo 3º do CSCIP-CBMPR pode ser realizada através de qualquer abertura ligada diretamente ao exterior da edificação como portas.1 Os pontos de exaustão de fumaça deverão estar uniformemente distribuídos.2. mantendo-se um distanciamento máximo de 10.1 As edificações sem janelas são aquelas edificações ou parte delas que não possuem aberturas para ventilação diretamente ao exterior através de suas paredes periféricas.2. permitindo a ventilação e operações de salvamento. conforme prescrito na Tabela 7 CSCIP-CBMPR.0 m de cada extremidade do corredor.3 Os subsolos deverão ser dotados de exaustão ou sistema de controle de fumaça. 4. 5.Compartimentação horizontal e compartimentação vertical.2. 4.6.6. 6.4 A introdução de ar deverá ser realizada de forma mecânica.6. com grelha posicionada dentro do núcleo. 4. 4. junto ao acesso à escada de segurança.2 Deve haver um ponto localizado a uma distância máxima de 3. junto ao acesso à escada de segurança. 5 SUBSOLOS 5. próximo ao piso. 4. 6.0 m nas paredes periféricas.6. 6 .2. janelas.6.0 m entre a saída das unidades autônomas e a escada de segurança.6 Devem ser adotados os seguintes parâmetros quando se tratar de corredores com distância maior que 10.3 As edificações sem janelas deverão ser dotadas de exaustão mecânica com capacidade mínima de dez trocas do seu volume por hora. o projeto e o dimensionamento devem ser desenvolvidos conforme a Parte 6 desta NPT.1 Os subsolos são definidos conforme o item XXXVIII do Artigo 3º do CSCIP-CBMPR.4 Deve ser previsto um sistema independente de exaustão e introdução de ar para cada área de compartimentação existente em função de critério estabelecido na NPT 009 . com grelha posicionada dentro do núcleo.0 m entre 2 pontos consecutivos.2.5 A velocidade deve ser medida considerando-se a área da face da grelha de exaustão. 6 EDIFICAÇÕES SEM JANELAS 6.2 Uma edificação não é considerada sem janelas quando os pavimentos forem dotados de portas externas.2. 4.

2.2.2.2.7 e 8 Edifícios Sem sem 1.5 e 8 1.6 e 8 Edifícios definidos sem janelas Sem corredores 1.5 e 8 corredores DEMAIS OCUPAÇÕES Conforme 1.5 e 8 corredores janelas Sem 1.5 e 8 distinta de estaciona mento 1.6 e 8 Átrio Corredores.2.7 e 8 Edifícios sem janelas Sem 1.5 e 8 corredores Com corredores 1.5 e 8 Com corredores 1.2.6 e 8 definidos Sem 1.2.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 1 ANEXO A Tabela 2 .2.2.2.6 e 8 Átrio Corredores 1.2.2 distinta de estaciona mento 1.7 e 8 Edifícios sem janelas Sem 1. Áreas adjacentes a corredores SERVIÇOS PROFISSIONAIS COMERCIAL Todos os locais com Conforme ocupação 1.5 e 8 item 4.2.2.2.2.6 e 8 Átrio Corredores 1.2.2 Todos os locais com ocupação distinta de estaciona mento 1.6 e 8 definidos Conforme item 4.5 e 8 item 4.2.2.2.Determinação dos locais onde deve haver controle de fumaça CARACTERÍSTICA DA EDIFICAÇÃO H>60m (sem átrio) OCUPAÇÃO Locais a proteger RESIDENCIAL Partes da NPT-15 a consultar Subsolos Locais a proteger Todos os locais com ocupação distinta de estacionamento Partes da NPT-15 a consultar Átrio ou Quebra de Isolamento Vertical Locais a proteger Partes da NPT-15 a consultar Exigência de outras NPTs Partes da NPT-15 a consultar Locais a proteger ___ ___ 1.7 e 8 Edifícios sem janelas Com corredores 1.6 e 8 Átrio Corredores.2.2.2. Áreas adjacentes a corredores 1.6 e 8 Atrio Corredores.2.6 e 8 definidos HOTÉIS-RESIDENCIAIS APART-HOTÉIS SERVIÇOS DE HOSPEDAGEM ___ ___ Todos os locais com ocupação distinta de estaciona mento 1. Áreas adjacentes a corredores 1.2.5 e 8 corredores Com corredores 1.2.5 e 8 corredores ANEXO A (continuação) 7 .7 e 8 Com corredores 1.6 e 8 definidos 1.2 Todos os locais com ocupação 1.

2.2.2.2.2.5 e 8 SERVIÇOS AUTOMOTIVOS E ASSEMELHADOS Todos os locais com Conforme ocupação 1.5 e 8 item 4.2 distinta de estaciona mento Com corredores 1.2.2.2.2.6 e 8 Átrio Corredores Áreas adjacentes 1.6 e 8 Átrio Corredores.2 distinta de estacionamento 1.5 e 8 item 4.5 e 8 item 4.6 e 8 definidos 1.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 1 Tabela 2 .2. Áreas adjacentes a corredores Com corredores 1.7 e 8 Edifícios sem janelas Sem 1. Áreas adjacentes a corredores Com corredores 1.5 e 8 item 4.6 e 8 definidos 1.2 distinta de estaciona mento 1.6 e 8 definidos 1.6 e 8 Átrio Corredores.2 distinta de estaciona mento 1.6 e 8 definidos Sem 1.7 e 8 Edifícios sem janelas Sem 1.7 e 8 Edifícios sem janelas Sem corredores 1.2.2.6 e 8 Átrio Corredores.2.2. Áreas adjacentes a corredores SERVIÇOS DE SAÚDE 1.5 e 8 corredores Todos os locais com Conforme ocupação 1.2.2.2.2.2.7 e 8 Edifícios sem janelas Com corredores 1.2.5 e 8 corredores ANEXO A (continuação) 8 .Determinação dos locais onde deve haver controle de fumaça CARACTERÍSTICA DA EDIFICAÇÃO H>60m (sem átrio) OCUPAÇÃO Locais a proteger Partes da NPT-15 a consultar Subsolos Locais a proteger Partes da NPT-15 a consultar Átrio ou Quebra de Isolamento Vertical Locais a proteger Partes da NPT-15 a consultar Exigência de outras NPTs Partes da NPT-15 a consultar Locais a proteger EDUCACIONAL Todos os locais com Conforme ocupação 1.5 e 8 corredores LOCAL DE REUNIÃO DE PÚBLICO Todos os locais com Conforme ocupação 1.

Áreas adjacentes a corredores 1. Áreas 1.5 e 8 item 4.2.6 e 8 1.5 e 8 item 4.2 (3 ou 6) adjacentes e8 a corredores Sem 1.2 (3 ou 6) adjacentes e8 a corredores Átrio Corredores.7 da Parte 6 desta NPT. I2.2.Determinação dos locais onde deve haver controle de fumaça CARACTERÍSTICA DA EDIFICAÇÃO H>12m para I3. e J4 (sem átrio) H>60m para I1.2.5 e 8 corredores 1.7 e 8 Edifícios sem janelas Todos os locais com Conforme ocupação 1.7 e 8 Edifícios sem janelas Com corredores 1.NPT 015 – CONTROLE DE FUMAÇA – PARTE 1 Tabela 2 .2.2 (3 ou corredores 5) e 8 Nota genérica: (1) Todos os subsolos destinados a estacionamento devem atender ao item 11.6 e 8 definidos Átrio Corredores. J3.2.2.2.6 e 8 Átrio Corredores. Áreas 1.2 distinta de estaciona mento INDUSTRIAL Átrio Corredores. J1 e J2 OCUPAÇÃO Locais a proteger Partes da NPT-15 a consultar Subsolos Átrio ou Quebra de Isolamento Vertical Partes da NPT-15 a consultar Exigência de outras NPTs Locais a proteger Partes da NPT-15 a consultar Locais a proteger Locais a proteger Partes da NPT-15 a consulta Todos os locais com Conforme ocupação 1.2.6 e 8 definidos Sem 1. 1. 9 .2.2 distinta de estaciona mento DEPÓSITO Com corredores 1.

Fluxograma de procedimentos de emergência contra incêndio B . 1 . manutenção e revisão de um plano de emergência contra incêndio. o meio ambiente e o patrimônio.1 Estabelecer os requisitos para a elaboração. 1.Exemplo de Plano de emergência contra incêndio D . visando proteger a vida. bem como viabilizar a continuidade dos negócios. 1.2 Fornecer informações operacionais das edificações ou áreas de risco ao Corpo de Bombeiros para otimizar o atendimento de ocorrências.Modelo de Plano de emergência contra incêndio C .NPT 016 – Plano de emergência contra incêndio Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 016 Plano de emergência contra incêndio CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão:02 Norma de Procedimento Técnico 15 páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 6 Objetivo Aplicação Referências normativas e bibliográficas Definições Plano de emergência contra incêndio Procedimentos para vistoria do CB ANEXOS A .Planilha de informações operacionais E . 2 APLICAÇÃO 2.3 Padronizar e alocar as plantas de risco de incêndio nas edificações para facilitar o atendimento operacional prestado pelo Corpo de Bombeiros. de acordo com o Código de Segurança Contra Incêndios e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná.1 Esta Norma de Procedimento Técnico (NPT) aplica-se às edificações e áreas de risco onde se exige o Plano de Emergência contra Incêndio.Modelo de Planta de risco de incêndio 1 OBJETIVO 1.

relacioná-los e representá-los em Planta de risco de incêndio.1 Para a elaboração de um Plano de emergência contra incêndio é necessário realizar uma análise preliminar dos riscos de incêndio. Gerald. 2 ed. IPT. 1994. 4 ed.NPT 016 – Plano de emergência contra incêndio 2. 2008.3 O profissional habilitado deve realizar uma análise dos riscos da edificação com o objetivo de minimizar e/ou eliminar todos os riscos existentes. necessitem do fornecimento de informações operacionais e da planta de risco para as ações das equipes de emergência (públicas ou privadas). por suas características construtivas. FUNDACENTRO.Plano de emergência contra incêndio – Requisitos. SFPE. ”Introdução à Engenharia de Segurança de Sistemas”. 1ª edição. “Manual de Regulamentação de Segurança contra Incêndios”. Check list. 2 . 1998. Árvore de Falhas.1 Elaboração do Plano de emergência contra incêndio 5. 5. Quincy National Fire Protection Association.“Introdução à Análise de Risco – sistemática e métodos”. FireEx Internacional de Proteção Industrial Ltda..2 Conforme o nível dos riscos de incêndio existentes.1997.1. São Paulo: Projeto Editora.1. técnicos ou especialistas em gerenciamento de emergências. buscando identificá-los. recomendando-se a utilização de métodos consagrados tais como: What if. HAZOP. São Paulo: Fire-Ex Internacional de Proteção Industrial Ltda.2 Aplica-se ainda a outras edificações que. São Paulo: Fundação. Diagrama Lógico de Falhas. o levantamento prévio e o plano de emergência devem ser elaborados por engenheiros. “The SFPE Handbook of Fire Protection Engineering”. NFPA 1620. SEITO. NFPA. 5. SELLIE. “Seminário sobre a Intervenção dos Bombeiros no Meio Industrial”. Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo. 5 PLANO DE EMERGÊNCIA CONTRA INCÊNDIO 5. Quincy: National Fire Protection Association. “A Segurança Contra Incêndio no Brasil”. “Handbook of Fire Protection”. conforme solicitação do Corpo de Bombeiros. Quincy: National Fire Protection Association. 1997. 18 ed. 4 DEFINIÇÕES E CONCEITOS Para efeito desta Norma de Procedimento Técnico aplicam-se as definições constantes da NPT 003/11 – Terminologia de segurança contra incêndio. “Recommended Practice for Pre-incident Planning”. Alexandre Itiu et al.1. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS          NBR 15219/2005 . Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Normas Técnicas. localização ou tipo de ocupação.. 1992. 1998.

alertar os ocupantes. pelos meios de comunicação disponíveis ou sistema de alarme. até que se obtenha o socorro especializado.4 população total e por setor. desde o início até o final da emergência. área e andar (fixa. sistema de detecção de incêndio. grupo motogerador etc). sistema de hidrantes. 5.1. 5. 5.1. preferencialmente por um brigadista.1.1 Alerta: identificada uma situação de emergência qualquer pessoa pode.1.5 característica de funcionamento (horários e turnos de trabalho e os dias e horários fora do expediente).5. 5.6.5. 3 .1.5.5. deve ser analisada a situação. 5.1.1. flutuante. brigadas profissionais.8 recursos humanos (brigada de incêndio. os brigadistas. que podem ser priorizados ou realizados simultaneamente.5.5. 5.1.6 pessoas portadoras de necessidades especiais. madeira etc). chuveiros automáticos.3 ocupação (industrial. 5.NPT 016 – Plano de emergência contra incêndio 5. as informações detalhadas da edificação e os procedimentos básicos de emergência em caso de incêndio. Este alerta pode ser executado automaticamente em edificações que possuem sistema de detecção de incêndio. 5.5.6 Os procedimentos básicos de emergência em caso de incêndio devem contemplar os seguintes aspectos: (ver anexo A). metálica. 5.2 Análise da situação: após o alerta. escolar etc). características.5 As informações da edificação devem contemplar os seguintes aspectos: (ver anexos B e C) 5.3 Apoio externo: o Corpo de Bombeiros e/ou outros órgãos locais devem ser acionados de imediato.1.1.1.7 riscos específicos inerentes à atividade. comercial. sistema de espuma mecânica e de resfriamento. cultura etc).4 Primeiros socorros: prestar os primeiros socorros às possíveis vítimas.4 O Plano de emergência contra incêndio deve contemplar. pontos de referência e/ou acessos. distâncias de outras edificações e/ou riscos. distância da unidade do Corpo de Bombeiros. local ou pavimento e eventuais vítimas e suas condições. residencial.1.1. grupos de apoio etc) e materiais existentes (saídas de emergência.2 construção (alvenaria.1 localização (urbana.6. c) características da emergência.1. concreto. rural.6. 5.6. 5. de acordo com os recursos materiais e humanos disponíveis no local. que deve informar: a) nome do solicitante e o número do telefone utilizado. existência de Plano de Auxilio Mutuo (PAM)). b) endereço completo. mantendo ou estabelecendo suas funções vitais. escadas pressurizadas. características da vizinhança.5. no mínimo. 5. e desencadeados os procedimentos necessários.1. 5. os bombeiros profissionais civis e o apoio externo.

6. vídeos e/ou palestras.2 Divulgação e Treinamento do Plano de Emergência contra Incêndio 5. inundações.2.2.6. treinamentos periódicos e reuniões ordinárias dos membros da brigada de incêndio. quando possível e necessário. 5. oxiacetileno. 5.3 O plano de emergência contra incêndio deve fazer parte dos treinamentos de formação. com a elaboração de ata na qual constem: a) data e horário do evento.6.5 Eliminar os riscos: por meio do corte das fontes de energia (elétrica etc.1. produtos perigosos etc). 5. sendo r