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SECÇÃO DE RESIDÊNCIA DE TEIXOSO O Secretariado e a Mesa da A. Geral da seção de

SECÇÃO DE RESIDÊNCIA DE TEIXOSO

O Secretariado e a Mesa da A. Geral da seção de residência do PS Teixoso, em reunião de 25.Janeiro.2012, decidiram, por unanimidade, elaborar o presente artigo de opinião e declaração de posição pública.

Em primeiro lugar, o PS Teixoso não se revê em qualquer estratégia, intencional e declarada, de exposição pública de assuntos de natureza de política interna partidária, que deveriam ser frontalmente discutidos em sede própria, em vez de estirados para a arena com o móbil de sovar certos protagonistas através do arremesso de palavras que, nalguns casos, podem ser tão despropositadas quanto infames. Num discurso que não é desconhecido e já revelado no passado, parece ressurgir a emissão de comunicados e cartas abertas ao leitor que pretendem alimentar dúvidas sobre a idoneidade de pessoas e promover o julgamento do seu carácter, com habitué de magistratura que, não raras vezes, ultrapassam o estrito nível político.

Em segundo lugar, o PS Teixoso manifesta-se também totalmente contra a apresentação de um comunicado público por parte de algumas estruturas socialistas do concelho (preza-nos o devido respeito por todas as seções do concelho e todos os seus militantes), cuja autoria parece ter sido criteriosamente selecionada, manifestando-se contra uma declaração do Presidente da Comissão Política Concelhia, feita no pleno uso das suas competências estatutárias. Na verdade, ao referir- se o nome de algumas estruturas e seções de residência do concelho da Covilhã, estranha-nos que a seção do Teixoso não tivesse sido também ela consultada sobre o assunto em questão. Desta forma, os seus autores, para além de publicamente atentarem contra o presidente da comissão política, o que é lamentável, estão igualmente a promover a divisão do partido, “convidando alguns” para subscrever o documento, procurando reforçar a ideia de um partido dividido em “fações” e desorganizado.

A Seção do Teixoso é hoje uma das estruturas mais representativas do P. Socialista a nível concelhio, distrital e mesmo nacional, contabilizando 262 militantes. Trata-se de uma seção que ao longo dos últimos anos tem desempenhado um papel preponderante na vida interna do PS. Consideramos que a nossa ação crescente tem por base o espírito de sacrifício, dedicação e trabalho coletivo que poderia, de alguma forma, constituir inspiração para aqueles militantes que nos visitam aos fins de semana. Sabemos que a confiança dos militantes e da população em geral conquista-se com a credibilidade e competência daqueles que encabeçam projetos políticos de serviço público. O caminho não pode continuar a ser o de “dividir para reinar”. O PS é um partido com matriz plural e assente na diversidade e tolerância de opiniões. É pois nos

seus órgãos próprios que os seus militantes e dirigentes devem expor as suas ideias e os seus diferendos. Contudo, não nos podemos privar de emitir a nossa opinião pública quando são atingidas pessoas pelas quais manifestamos elevada consideração pessoal e política.

O PS TEIXOSO quer publicamente manifestar a sua total solidariedade para com o Presidente da Comissão Política, Dr. Miguel Nascimento, pessoa idónea, capaz e que já deu provas mais do que suficientes na defesa dos desígnios socialistas em todas as suas vertentes.

O PS TEIXOSO vem também por este meio manifestar a sua total solidariedade para com o camarada Dr. Carlos Casteleiro, pessoa integra, com carreira profissional sólida conseguida á custa do trabalho e mérito pessoal e defensor desde sempre dos valores socialistas.

Saberão que connosco podem sempre contar!

Hoje, mais do que nunca, precisamos de um partido forte e unido, em que cada um, sem exceção, deve dar o seu melhor contributo para um objetivo comum: as vitórias do partido socialista! O PS da Covilhã não tem “barões”, “donos” ou “patrões”. Aconselhamos ainda que não se confunda liberdade de opinião com a facilidade da maledicência. Compete também a cada um de nós elevar a qualidade política numa época de consternação e crise que, para além da financeira e social, é também crise de confiança política. O país, o concelho, a Covilhã e as nossas freguesias precisam de pessoas capazes, determinadas e disponíveis para servir, com fortes ligações e conhecimento da terra e das populações. Em democracia, são as eleições que ditam sentenças e julgam candidatos. Até lá, muito caminho temos a percorrer!