LIÇÕES BÍBLICAS

FARA A ESCOLA DOMINICAL E CULTO DOMÉSTICO

JOVENS E ADULTOS
OUTUBRO A DEZEMBRO 1981

LIÇÕES BÍBLICAS
BW A A E S C d A D O M N C A l. ECUHDDOMÊS11CO

JOVENS E ADULTOS
OUTUBRO A DEZHVBRO1981

Títulos do trimestre
Bem-aventurados os limpos de coração Bem-aventurados os que sofrem Ruínas da sinagoga de “Kefar Bir’am,” vista de frente
PARA A ESCOLA DOMINICAL E CULTO DOMÉSTICO

Lição 1 Lição 2

Nossa capa:

LIÇÕES BÍBLICAS
JOVENS E ADULTOS

Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor Bem-aventurados os pacificadores Bem-aventurado o que teme ao Senhor Bem-aventurado o que confia no Senhor Mais bem-aventurada coisa é dar Bem-aventurados os que morrem no Senhor * Bem-aventurado o que tem parte na primeira ressurreição Bem-aventurado o que guarda a Palavra de Deus Bem-aventurado aquele que crê Bem-aventurados os chamados às Bodçs do Cordeiro

Lição 3 Bem-aventurado o que vigia ★ Lição 4 Lição 5 Lição 6 Lição 7
is r

Para a Escola Dominical e Culto Doméstico - 4o trimestre de 1981 Comentário de
Geziel Gomes

Casa PublicaCBOdora das Assembléias de Deus

Revista editada pela

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Isaac M artins Rodrigues

Lição 9

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Lição 10 Lição 11
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A ntónio Gilberto

Lição 12

Lição 13

L ic ã o l

4 Outubro ae 1981

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'•

BEM AVENTURADOS OS LIMPOS DE CORAÇÃO
Um coração puro torna-se a sede da presença de Deus e um poderoso canal de suas imensuráveis virtudes.
Verdade Prática

Tcxto^tum
“Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles ve­ rão a Deus”. M t 5.8.
Leituras Diárias

Segunda, 28 set - SI 24.1-5 Um coração puro Terça, 29 set - SI 51.11-17 Um coração quebrantado Quarta, 30 set - SI 90.8-12 Um coração sóbrio

Quinta, 1 out - Rm 6.13-17 Um coração obediente Sexta, 2 out - SI 45.1-6 Um coração fervente Sábado, 3 out - Pv 23.15-19 Um coração bem dirigido

SI 119.9-16. Sl 119.9 - Como purificará o mancebo o seu caminho? Observando-o conforme a tua'palavra. 10 - De todo o meu coração te busquei; não me deixes desviar dos teus mandamentos. r= 11 - Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti. 12 - Bendito és tu, ó Senhor; ensina-me os teus estatutos. 13 - Com os meus lábios declarei todos os juízos da tua boca. 14 - Folgo mais com o caminho dos teus testemunhos, do que com todas as riquezas. 15 - Em teus preceitos meditarei, e olharei para os teus caminhos. 16 - Recrear-me-ei nos teus estatutos; não me esquecerei da tua pala­ vra. COMENTÁRIO semana estudaremos a terapêutica INTRODUÇÃO divina no tratam ento espiritual do coração do homem perdido. O coração humano tem sido alvo  palavra coração ocorre na das atenções da ciência, das artes e Bíblia mais de 820 vezes, e tem difeda filosofia durante milênios. É, tam- rentes significados e aplicações. Às bém, um tema de particular destaque vezes é apenas um órgão físico do cor­ na Escritura Sagrada. Na lição desta po humano, I Sm 25.37; Pv 14.30.

Leitura em Classe

Outras ocasiões, significa a men­ te, como em Êx 35.5; Dt 29.4; I Rs 3.9; Is 14.13; Rm 1° 6, etc. Pode tam ­ bém significa consciência, como em I Sm 24.5 e Jó 27.6 ou ainda pode sur­ gir como um sinônimo da natureza humana, Jr 17.9; Mc 7.20-23. O sentido que tomamos para o co­ ração nesta lição é o da parte mais in­ terior do homem, a sede das faculda­ des e aptidões da natureza humana, incluindo afeições, propósitos e incli­ nações. É uma região absolutamente impenetrável aos sentidos naturais. I. O CORAÇÃO DO HOMEM SEM DEUS É profundamente trágica e la­ mentável a situação real do coração da criatura que vive afastada do Criador, e por Ele não foi ainda puri­ ficado. Vejamos o diagnóstico da Bíblia Sagrada. É uma definição da­ quele que sonda os corações e que é incapaz de cometer qualquer tipo de engano. 1. Enganoso, Jr 17.9. Deus afir­ ma que o coração do homem perdido está cheio de engano.Esta palavra significa também que o engano que está alojado no coração do incrédulo está sendo repartido com seus seme­ lhantes. Ele vive enganado e vive en­ ganando. Tal engano é decorrente do ambiente de trevas e da dependência de Satanás, o príncipe de todo enga­ no. 2. Insensato, Rm 1.21. Isto signi­ fica que a pessoa é totalmente des­ provida de sabedoria e de conheci­ mento das coisas espirituais. Quando o homem não tem o seu coração puri­ ficado, está afastado, está afastado de Deus, a fonte de toda a sabedoria. “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria”. 3. Infiel, Hb 3.12. As leis de Deus foram estabelecidas para o homem. Visam, todas, a sua felicidade e o seu bem-estar, desde que fielmente cum­ pridas. O homem vive num estado de infelicidade exatamente por ter sido infiel, desde o princípio, aos estatutos de Deus. Cada um se desviou e tomou o seu próprio caminho. Por isso, hoje o Senhor olha desde os céus e procura
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os fiéis da terra, para que estejam com Ele, SI 101.6. 4. Perverso, Pv 12.8. Desde o pe­ cado de Adão, a raça se deixou envol­ ver numa atmosfera de perversidade, que passou a ser uma chaga mortífe­ ra, mas ao mesmo tempo uma carac­ terística inerente a cada criatura. A perversidade se manifesta na vida das pessoas como uma tendência ina­ ta para cometer más ações e para ofender o próximo. A natureza origi­ nal do homem foi pervertida e assim continua até o dia em que se encontra com Cristo e Ele a transforma por in­ teiro. 5. O bstinado e soberbo, Is 14.13,14. A herança espiritual do ad­ versário de Deus e da raça humana foi um legado infeliz que as criaturas humanas aceitaram e com ele se com­ prometeram em suas atividades reli­ giosas, sociais, políticas, profissionais e morais. O homem tenta muitas ve­ zes colocar-se no centro de todas as coisas, desejando em sua louca obsti­ nação tomar o próprio lugar de Deus, como Satanás a princípio. Tal é o estado do coração do ho­ mem sem Deus. Há, no entanto, uma solução oferecida pela misericórdia de Deus para cada criatura humana a purificação do coração. II. COMO PODE O CORAÇÃO SER PURIFICADO? O plano de Deus para cada indiví­ duo neste mundo é que seu coração seja purificado. Para isto Jesus se manifestou entre os homens, como o Cordeiro cujo sangue purifica com­ pletamente, Jo 1.29; I Jo 1.7. Somen­ te criaturas purificadas têm acesso a Deus, Hb 12.14. Quais os meios mais eficazes para a operação purificadora do coração humano? De que instrumentos se ser­ ve o Espírito Santo na sua tarefa de reconstrução espiritual do mundo? 1. A Palavra de Deus, SI 119.11. O caráter purificador da Palavra de Deus decorre de sua própria nature­ za. A Palavra se identifica com o pró­ prio Senhor Jesus Cristo. Um dos seus títulos é “A Palavra de Deus” (Jo 1.1; I Jo 1.1; Ap 19.13). As çfuali-

dades inerentes ao Filho de Deus são, de igual modo, inerentes à Palavra de Deus. O Filho e a Palavra são etemos, puros, santos, perfeitos, etc. O Filho é a Palavra viva, o Verbo eterno. A Bíblia é a Palavra escrita. Jesus deu testemunho perante os discípulos: “Vós já estais limpos pela Palavra que vos tenho falado”, Jo 15.3. Cada filho de Deus deve ler sua Palavra diariamente. É a dieta divina para permanecer puro. 2. O sangue de Cristo, Hb 9.14. Os sacrifícios do Antigo Testamento tinham uma missão definida a cum­ prir, no plano eterno de Deus. Eles, porém, apenas cobriam ou encobriam o pecado. Mas quando o Cordeiro de Deus foi entregue no Calvário, o véu rasgou-se e foi aberta a porta da puri­ ficação perfeita. Deus aceitou o san­ gue de Cristo como instrumento de redenção, Ef 1.7. Tudo quanto o pe­ cador tem que fazer é abrir o coração para que o sangue opere a purifica­ ção. Cada membro da Igreja deve es­ forçar-se por levar almas a Cristo. Desta maneira, mais pessoas serão purificadas e mais filhos de Deus adorarão ao Senhor em espírito e em verdade, Jo 4.24. 3. A fé, At 15.9. Jesus está nos céus. O Espírito Santo está invisivel­ mente trabalhando na terra, conven­ cendo os pecadores e edificando a Igreja. Cada operação purificadora do Senhor nos corações há de ser pela fé. Quando a fé entra em ação, o cami­ nho está pronto. Deus, que pode fazer todas as coisas naquele que crê, co­ meça a atuar no interior do homem. Levemos, a Palavra de Deus às outras pessoas, porque pela Palavra surge a fé, Rm 10.14.
4. A entrega consciente e volun­ tária a Deus, Pv 23.26. Ao contrário

despoluído. O coração humano é puro quando vive em perfeita harmonia com o Criador e participa de sua na­ tureza, II Pe 1.4.
I I I . CA RA C T ERÍST IC A S D O C O ­ RAÇÃO

do Diabo, que força e violenta os co­ rações, Deus trabalha com delicadeza e amor. Está escrito que o Senhor bate à porta. A pureza significa um estado em que determinado elemento se encontra completamente desvin­ culado ou separado de tudo quanto é estranho à sua intrínseca natureza. Por exemplo, o diamante é puro quando se liberta de todos os cascalhos. O ar é puro quando totalmente

Somente Deus conhece verdadei­ ramente o coração que está limpo. Não nos cabe fazer julgamente numa área tão delicada. Entretanto, exis­ tem evidências mui precisas que o co­ ração limpo apresenta, depois do en­ contro com o Salvador. Vejamos al­ gumas. 1. Q uebrantam ento, SI 34.18; 51.10,17; 69.20. Nossa velha natureza precisa ser quebrantada, O velho Adão continua expulso do Paraíso. Somente as novas criáturas em Cristo (II Co 5.17) têm acesso ao Reino e à presença de Deus, M t 5.8. O coração do homem regenerado é sensível à operação do Espírito. É quebrantado. Os traços hediondos da perversidade anterior foram ofuscados pelo brilho da presença do Espírito de Deus na nova criação, em justiça e santidade. 2. Sabedoria, SI 90.12; Pv 2.2. Segundo os padrões humanos, a sabe­ doria deve estar na cabeça do ho­ mem. Segundo a Bíblia, deve estar no coração. O coração limpo é um cora­ ção sábio. Sábio porque teme a Deus. Sábio porque busca a Deus. Sábio porque recebe a Deus. A sabedoria de Deus não é jactanciosa como a do ho­ mem. A sabedoria de Deus é infinita. Um coração limpo começa a discernir os mistérios de Deus, I Co 2.14,15. 3. Alegria, I Sm 2.1; Zc 10.7. A tristeza é companheira da infelicida­ de e esta é filha dileta do pecado. O crente é uma pessoa alegre. Há um novo canto em nossos lábios porque há uma nova alegria em nosso cora­ ção. A tristeza do pecado está asso­ ciada ao temor da morte. A alegria do crente está ligada à esperança da vida eterna. O pecador está triste porque seu cristo está morto e é con­ duzido em andores e procissões. O co­ ração do crente é alegre porque o Cristo de Deus está vivo e vive em nosso coração. Quão maravilhoso é ter um coração limpo!

O S L IM P O S D E CO RA ÇÃ O V E R Ã O A D EU S IV . I Pe 2. e para que tal ocorra necessita­ mos viver irrepreensivelmente. Mc 12. 4. Cl 3. 5. Amém. Nossas palavras definem nosso cará­ ter. SI 45. no espírito. porque assim nos ensina a Palavra de Deus. Que diferença existe entre ser quebrantado e ser humilhado? 4 ■ * . Um cora­ ção limpo resulta em um coração san­ tificado. para uma viva de vitória. Fp 2. 2. deve­ mos evitar as formalidades em nossos cultos. Pureza de desejos.7. A desobediência de um levou a raça ao estado de condenação. nossa fé e nossa personalidade. Em que consiste a autoridade do sangue de Jesus. que a projeta de glória em glória (A Co 3. Somos testemu­ nhas de Jesus e nossas palavras são parte de nosso ministério como teste­ munhas.6. Q U E S T IO N Á R IO 1. Santidade. Cl 4. Mq 6.112. Lembremo-nos de que o Senhor cuida de nós. profunda e espiritual de Deus. I Ts 5.6-8. Cada pessoa que experimentou uma lava­ gem espiritual de seu coração deve dar sinais de sua purificação pela sua obediência. temos fé. Toda cobiça e avareza devem ser destruí­ das e todo sentimento de simplicida­ de e fé deve ser cultivado. I Pe 3.18).3. Sem santificação ninguém verá o Senhor. Is 1. por ser Ele o nosso Pastor.2. O coração puro é o co-santuário de Deus. A imagem perdida do Cria­ dor é recuperada pelo Filho de Deus ressuscitado e transmitida para o co­ ração do crente pelo Espírito. I Pe 5. Quando fomos salvos. Pureza de palavras. Bem-aventurados os limpos de co­ ração.1. Para sempre e eternamente. M A N IFE S T A Ç Ã O D A P U R E ­ Os de coração limpo alcançam a ZA D E C O R A Ç Ã O visão interior. Pureza de adoração. Pureza de pensamento.23. Pv 21. Adoremos a Deus com ale­ gria. de santidade para nós mesmos e de louvor contínuo para o Senhor. SI 23. Devemos viver de tal maneira que o Senhor se agrade de nós.15.19. 2. na alma e no corpo. Nm 14. pessimistas e deve­ mos afastar-nos de uma vida de preo­ cupações e angústias. O culto idólatra é impuro e por conse­ guinte abominável aos olhos de Deus.10. Devemos obedecer a Deus.8. porque eles verão a Deus. o Espírito pro­ videnciou que a velha natureza com sua concupiscência fosse transforma­ da e agora devemos exprimir novos anelos em nossa vida. SI 119. Jo 4. o ritualismo seco e gélido e ja­ mais devemos praticar qualquer tipo de farisaísmo. Em nossa vida de coração puro. Ele aceitará o nosso culto e enviará a sua bênção e “a bênção do Senhor é que enriquece”. santidade e fervor. Mencione dois diferentes significa­ dos de CORAÇÃO nas Escrituras.8. aos pastores e às autoridades. Que cada um possa dizer com o salmista: “O meu cora­ ção ferve com palavras boas”.33. A obe­ diência de UM. até a vinda do Senhor Jesus. Obediência.24. 3. Devemos ter desejos de felicidade para o próximo. ele comu­ nica a todo o nosso ser a glória dessa nova vida.8.1. Devemos evitar pensa­ mentos impuros. I Sm 15.9. Temos um coração pu­ rificado. 1. I Ts 1. Devemos a todo custo evitar palavras torpes. leva de volta aqueles que crêem à presença de Deus.24. Elas devem ser agradáveis. para purificar co­ rações? 4.4. At 1. Um coração limpo é um cora­ ção obediente.1.17.22. De quem o homem herdou um co­ ração obstinado e perverso? 3.2. SI 143. imorais e inúteis. e certa­ mente nada nos faltará. Sendo o coração o objeto da transfor­ mação pelo Senhor Jesus. II Rs 21. V. Obedecer é melhor que sacrificar e é fundamental na vida do servo de Deus. Rm 6.

Mt 5. 14 . não se envergonhe. 5 out .Se pelo nome de Cristo sois vituperados. para que também na revelação da sua glória vos regozijeis e ale­ greis. porque é grande o vosso galardão nos céus.41 Sofrendo com alegria Sexta. ou malfei­ tor.II Tm 2.Que nenhum de vós padeça como homicida. I Pe 4. 16 . 12 . porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós. porque.17-20. 6 out . ou como o que se entremete em negócios alheios. 15 .8-15 Sofrendo com amor Quarta.8-13 Sofrendo com fidelidade Sábado. e mentindo. “Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça. M t 5.10-12. bem-aventurados sois.Rm 8.12-16 Tg 1.II Co 1.12. Leituras Diárias Segunda.18-25 Sofrendo com esperança Quinta. estamos simultaneamente acumulando alegrias para o porvir. receberá a coroa da vida.1-9 Sofrendo com obediência Terça.E xultai e alegrai-vos. quando vos injuriarem e perseguirem. porque sobre vós repousa o Espírito da glória de Deus. I Pe 4.II Co 4. a qual o Senhor tem prometido aos que o amam.Bem-aventurados sois vós.12 . disserem todo o m al contra vós por m inha causa. 10 out . 13 . como se coisa estranha vos acontecesse.Mas alegrai-vos no fato de serdes participantes das aflições de Cristo.Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça. 7 out .10. não estranheis a ardente prova que vem sobre vós para vos tentar. 33. .3-7 Sofrendo com consolação Leitura em Classe Tg 1. ou ladrão.Amados.12 -Bem-aventurado o varão que sofre a tentação. antes glorifique a Deus nesta parte. porque deles é o reino dos céus”. quan­ do for provado. 8 out . 9 out .At 5.Hb 5.Lição 2 * 11 Outubro de 1981 BEM AVENTURADOS OS QUE SOFREM Verdade Prática Quando sofremos por amor d causa de Cristo. porque deles é o reino dos céus: 11 .Mas. se padece como cristão. M t 5*10 .

Damos aleluias e louvores''^ Deus pelo clima de liberdade que as igrejas no Brasil desfrutam. Lc 23. Jo 15.21. Em toda a parte do mundo há sempre algum tipo de perseguição ao povo de Deus. a reli­ gião pagã dominante toma-se um rolo compressor contra aqueles que professam a verdadeira fé no Senhor Jesus. por carência de espaço. Hb 2. zombado. Is 53. tentato e repro­ vado. temos a con­ siderar durante esta semana a que aborda o tema sofrimento. 3. “. O Filho de Deus veio a este mun­ do em forma humana (Fp 2. 10. Hb 5. M t 16. a saber: a.31.2.9. sabemos de como o inimigo ataca o povo escolhido.1.4.. 5. M t 27. quando exclamou: “Deus meu. o príncipe da salvação deles”. O S O F R IM E N T O D E C R IST O IN T R O D U Ç Ã O desamparaste?” SI 22.. Morais.28.25.17-20. em sua relação com o pecado. 26. escarnecido.5. agredido. que também podem ser individuais. Mc 10. açoitado. C alúnias e falsas acusações.41-44. I Pe 2. chagado.12.7) e aqui experimentou sofrimentos de toda a ordem.12. 1. Ao longo da Escritura encontra­ I. etc.29. provasse a morte por todos.35.9.. Is 50.. Perseguições. Os crentes do princípio..30.6..COMENTÁRIO Nesta série de lições destinadas ao estudo de a l g u m a s bemaventuranças da Bíblia. 2. Jo 16. At 13. 13. Não estudaremos aqui o sofrimen­ to no sentido de doenças.18. At 14.8. b. moído.14. vez por ou­ tra. con­ sagrasse pelas aflições.44. Ele foi ferido.25. Mt 10. G13. c. II.8. Mas.19.20.33.20. Rm 4. Mt 20. para que. M t 26.46.a solidão. etc.17. jamais provados por outro ser humano.10. ironizado. Aleluia! qual por nossos pecados foi entre­ gue”. Nal­ guns lugares. Físicos. A Bíblia não promete um “mar de rosas” neste mundo aos que passam a servir a Deus. Conseqüência do sofrimento. A razão do sofrimento. Ao contrário. Noutros. trazendo muitos filhos à glória. os falsos testemunhos contra a Igreja.19. O sofrimento de Jesus trouxe salva­ ção para nós. O S O F R IM E N T O D O C R IS ­ TÃO 4.2. Tal foi o preço de nossa libertação. de­ vemos ler e estudar cuidadosamente: Mt 5. provocado. citaremos SI 22. Mt 27. Jesus sentiu a mais triste experiência na escala de seu sofrimento vicário . O que Ele prometeu foi es­ tar sempre conosco.21. Sobre as perseguições.29.10. insul­ tado.7. Muitas vezes as ar­ mas prediletas do Diabo são as calú­ nias. Mt 27. Hb 5.. Jo 15. Jesus ga­ rantiu: “No mundo tereis aflições”. pois o Senhor peleja por nós. o abandono do Pai.21. “ O mos as mensagens proféticas anteci­ pando os sofrimentos do Messias. Espirituais. Profecias sobre Seu sofrimen­ to.6. Deus meu. I Pe 4. dores e aflições similares.7.33. Seus sofrimentos foram totais. Jo 19. blasfe­ mado. Lc 22. 27. Jesus provou basicamente três tipos de sofrimento.16. M t 27. Lc 24. bem como no daqueles que perma­ necem fiéis ao Evangelho.. Is 53. in­ clusive descritos por Ele mesmo.45. etc. Is 53. como membros da Igre­ ja de Cristo. Descrição de seu sofrimento.20. enfermida­ des.25. negado.67. até à morte. Mt 27. mesmo em meio às mais cruéis adversidades. Ele foi cuspido. por causa da pai­ xão da morte. pela graça de Deus. Para só mencionar alguns textos. Quando os nossos pecados começavam a ser postos sobre seus ombros. para que pela morte aniquilasse o que ti­ nha o império da morte. Mc 15.10.22.11.” Hb 2. Mc 10. porque me 6 2.13. II Co 11. . e muitos outros ao longo da História têm sofrido até apedrejamento e morte. os governos hostilizam abertamente a Igreja. quebrantado. 1. At 3. rejeitado. Focalizaremos o aspecto espiritual do sofrimento e nos deteremos no exame do sofrimen­ to incomparável e exemplar de Cris­ to. “ . Mas não desanime­ mos.

no entanto. At 7. At 5. Os inimigos o fi­ Cristo. É capaz de mencionar o nome de 3 peso e à violência das pedras. Esse sangue a jovem Rasalana que preferiu ser tem sido como uma seiva que alimen­ golpeada mortalmente a abandonar o ta a árvore da cristandade. Mencionemos rença no texto original do Novo Tes­ apenas um exemplo: tamento. a nhor Jesus se levantava do seu trono p a r t i r do pe r í odo póspara saudar o filho querido que tingia testamentário? o chão de Jerusalém com seu sangue. etc. O martírio de Estêvão. usada em Ap 17. entre mártires e testemu­ James Chalmers foi um dos pio­ nhas. cujo nome significa grinalda. Mártires ou testemunhas. ta a viver por Ele.14. Isto indica que A Assembléia de Deus no Brasil uma verdadeira testemunha de Jesus tem uma história de lutas. Hb 13. qual lhe Desde os tempos dos apóstolos. os parece ser o mais cruel? Já experi­ quais morreram também por márti­ mentou alguns deles? 3. Qual a diferença entre sofrer sem nhecimento e graça. pôs a proclamar o Evangelho de Cristo QUESTIONÁRIO e o fez com autoridade. Ap 17. A obra missionária. que tem dado a esta Igreja a bênção do crescimento. encabeçou a lista dos mem­ No Leste Europeu a Igreja Sub­ bros da Igreja de Cristo que findaram terrânea está desafiando o mundo co­ seus dias aqui na terra com o martírio. de um modo a cada dia mais viçosa e mais frutífe­ particular. mas também a Mas.\ « res. 0 movimento “missio­ nário” muçulmano está sendo finan­ ciado pelo petróleo para combater o Cristianismo no mundo inteiro. o Se­ mártires na história da Igreja. sofrer por Cristo e sofrer zeram tombar com as pedras. de mártires da Igreja. 3. o sangue de vras mártir e testemunha. Basta-nos. está a morrer. Não há qualquer dife­ cher volumes inteiros. ou coroa. co­ 1. até hoje. tem sido uma obra de ra. tomando. Que relação existe entre as pala­ o sangue de um justo. o homem que foi desafiado a ne­ gar a sua fé e que disse publicamente que não poderia negar o nome daque­ le que o salvara e que nunca o aban­ donara em todos os seus dias de fé.Cristo que a salvara plenamente. e por isso elas reagem à pregação do Evangelho: M t 10. rejeição e ódio. por cima destes relatos. inspiração. Muitas portas estão se fechando em todo o mundo. . E um tema que dá para en­ 1. mas com Cristo? enquanto Estêvão caía no chão. munista e está triunfando.21-36. de sofri­ é aquela pessoa que não só está pron­ mento. Mártires através dos tempos. A história de Madagáscar lembra de Cristo neste mundo estão tingidos do sangue dos mártires. 1. de perseguição e de morte. a lista é praticamente inumerável. Hostilidade. 2. A trágica e inesquecível noite de São Bartolomeu lembra o massacre de milhares de servos de Deus que a ira de um clero tirano e cego fez transformar um zelo religioso e idóla­ III.” A Pala­ Ele era u"fri diácono que um dia se dis­ vra de Deus não está presa”. mão onipotente do Salvador Jesus. sofreu o TEMUNHA. no Novo uma testemunha fiel. Quando Jesus disse que os seus neiros da obra missionária em Nova discípulos seriam suas testemunhas. Dos sofrimentos relacionados ria 3. parte II deste comentário.6. 4. O SOFRIMENTO DOS MÁRtra em um morticínio ímpar na histó­ TIRES Dois mil anos da história da Igreja ria do Cristianismo.6.13. da prosperidade e do Estêvão. o sangue de um Testamento? herói da fé.8. At martírio. Guiné e depois de se dedicar por al­ Ele usou a palavra que significa si­ gum tempo à evangelização dos nati­ multaneamente MÁRTIR ou TES­ vos e sua instrução bíblica. ao 2. A mesma palavra é martírio no ano de 1901. citar Policarpo. poder espiritual. se necessário. Des­ de o princípio a palavra da verdade tem sido um assombro para as forças do mal.

podendo.Àp 3.17-27 O apóstolo que vigiou Leitura em Classe Mc 13. pois. 37 .1-9 As virgens que vigiaram Quinta.36-46 Os discípulos que não vigiaram Sexta. 35 .E as coisas que vos digo digo-as a todos: V igiai. nem o Filho. quando os sentidos es­ pirituais do cristão se encontram em estado de observação e expectativa. vigiai e orai. se pela m anhã. porque não sabeis quando virá o senhor da casa. 16 out . e m an­ dasse ao porteiro que vigiasse. vindo de improviso. tereo. facilmente percebe a aproximação do perigo e da tentação.11-24 O profeta que não vigiou Sábado. assim. 15 out . porque não sabeis quando chegará o tempo. Leituras Diárias Segunda. res­ guardar-se e permanecer pronto para a vinda do Senhor. partindo para fora da terra. Bem-aventurado o que vi­ gia”.I Rs 13. 33 . nem os anjos que es­ tão no céu.Jz 16.32-37 M c 13. 13 out . A primeira e a terceira são as mais freqüentemente usadas pelos escrito­ res sacros.32 . a saber: gregoreo.O lhai. torco “Eis que venho como ladrão.16-22 O campeão que não vigiou Terça. paratereo. 14 out . se ao cantar do galo.Vigiai. 36 .Lição 3 & 18 Outubro de 1981 BEM AVENTURADO O QUE VIGIA ___ Verdade Prática __________ Quando o crente está vigilante. C O M E N T Á R IO IN T R O D U Ç Ã O A língua grega contém cerca de 5 palavras que têm sido traduzidas para o português com o sentido de vi­ giar. se à meia-noite.1-5 A igreja que deixou de vigiar Quarta. a fim de expressar um es­ tado de alerta. se à tarde. 12 out . não vos ache dormindo.P ara que.Mt 26. senão o Pai. 17 out .At 20. deixasse a sua casa e desse autoridade aos seus servos.É como se um homem. Ap 16. 34 . .Mt 25. agrupneo e nepho.Mas daquele dia e hora ninguém sabe. e a cada um a sua obííi.15.

31. mas vigiemos.6. preve­ nindo a população contra os ataques noturnos e mantendo-a. I Pe 4. “Não durmamos. o amor e o zelo de Jesus para Igreja se manter em constante estado com os seus seguidores. como os demais. Jr 6. Vejamos algumas de suas solenes vigilância. a uma vida de oração. Ele nos exortou a vesse viva nos dias que precedessem vigiar.17. por­ tanto. no contexto do ser­ a esperança de sua volta. E qual seria a importância duzir à experiência de plena vitória dos sinais? Certamente a única geração que com Deus. A prestou grande significação à vigilân­ incerteza da data demanda a perfeita cia. “ Para que não entreis em admoestações: 9 a. o cam­ amado Senhor. associado gresso. e somente um estado béssemos a ocasião exata de seu re­ de vigilância permanente. Mc 13 e Lc “bem-aventurada esperança” da 21 ). A pecial da natureza humana (Jo 2.25). assim. Ele não viria como o ladrão.40. o homem que cuidava de observar as movimentações estranhas ocorridas durante a noite (II Sm 13. e. Vigiar é. d.25. Mc 13. pelo seu amor. 1.16.34). Ordens repetidas pelos após­ maravilhosa expectativa.13 lemos que “um vigia.13.2. 2. como quando foi jun­ tamente com Tiago e João convidado por Jesus a acompanhá-lo até o mon­ te. .32. sede sóbrios e vigiai em ora­ ção”. I Ts 5. Cl 4. ao escrever suas epístolas. descia do céu”.Vigiar é uma das três básicas obri­ gações incluídas pelo Senhor Jesus em seu monumental sermão proféti­ co: “olhai. “Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espirito. Ef 6. 0 selo da autoridade de Jesus unge esse mandamento.6. um santo.42.14. Na longa noite que envolve o mundo e o escraviza cruelmente. é dever de cada cristão vigiar. Te­ mos que o fazer. Não se trata de opção. enquan­ to aguarda o romper da manhã espiri­ tual. a fim de que nunca venhamos imediatamente o retorno do bema sofrer derrotas como Sansão. mandamento expresso.18. estai firmes na fé. e sejamos sóbrios”. “Perseverai em oração. Tt 2. ao lugar da oração. Ez 3. a bendita aurora da vinda do Salvador. vigiai e orai”. Ct 5. Os II . . na condição de Filho de 1.13. porque Ele. possuía um conhecimento es­ sabe” . O Antigo Testamento se refe­ I. A O R D E M É V IG IA R re inúmeras vezes ao vigia da cidade. em segurança. “Vigiai. Se sou­ tura (SI 103.17. pois. 2.7. II Rs 9. Todas as outras cer­ peão que não vigiou. Igreja. volta de Jesus é absolutamente certa. M t 25.14).6. “ Daquele dia e hora ninguém Deus. b. pode nos con­ Mt 24. 24. Paulo foi um homem que em­ Ele pode vir a qualquer momento. portanto.17. V igilância no Antigo Testa­ mento. por­ tai-vos varonilmente. Pedro inse­ riu o seguinte conselho: “E já está próximo o fim de todas as coisas. Os profetas tinham o dever de vi­ giar. e vigiando nisto com toda a perseve­ rança”. I Co 16. de vigilância e expectativa. Foi ali que os 3 ouviram a triste repreensão do Mes­ tre: “Nem uma hora pudeste velar comigo?” M t 26. “Portanto. II Sm 18.”.se aprontaria seria aquela que esti­ nos na rota certa. Na vida do apóstolo Pedro houve instantes em que ele experimentou sérios revezes. At 20. A R A Z Ã O P A R A V IG IA R É digno de consideração que Jesus Evangelhos sinóticos reproduzem as exortações do Mestre.. Fp 2.. dirigidas aos sempre relacionou o ato de vigiar com seus discípulos. Jesus. velando nela com ações de graças”.43. a de que tolos. orientou.13. e fortaleceivos”. Is 21. Sabedoria. A lição serviu. As exortações de Jesus. SI 130. vigiai.24. em Da­ niel 4. Ele conhece muito bem a nossa estru­ Mas o tempo é desconhecido. tamente deixariam de viver nessa 3. Tais exortações refletem a sabe­ Alinhemos algumas razões para a doria. que é a mão profético (Mt 24. c.7. I Sm 14. Anos mais tarde.

Paulo es­ creveu: “Aquele pois que cuida estar em pé. Quando o sentine­ la detecta o inimigo. c. a mulher de Ló (Gn 19. Amém. porque Ele cuida de vós”. Perderão a coroa. que envergonha”. contra ele. Mt 4.21). Calebe (Nm 14.42. Pv 6. Quando oramos. Salomão escreveu que ao ho­ que recebemos. que. 10 vanta-te dentre os mortos. “Lançando sobre Ele toda a vossa ansiedade. Cairão.6-9). Quais São 5. Ap 3. detectamos o inimigo de nossas almas.15. que praticamos. ' Quando vigiamos. mantendo-nos sempre um homem armado”.41. Cite as três básicas obrigações in­ às conseqüências trágicas que sobre­ cluídas no sermão profético de Je­ virão aos que não vigiarem. participaremos das Bodas do Cordei­ ro. cinco virgens prudentes legaram à posteridade o exemplo de vigilância que devemos ter em mente.17. sozi­ nho. no contexto 2.5-7. I Ts 5. comunicamos ao Supremo Comando. exceto a tentação” . etc.12.5. “ E separá-lo-á. Andarão nus e serão vistas as bíblico desta lição. I Co 10. At “ assim sobrevirá a tua pobreza como 2. revestidos da glória celestial. e Cristo te esclarecerá”. Quanto às que vigiaram. não luta. b. Cite quatro personagens bíblicas 24. suas vergonhas. a. I Cr 21. bíblico? 3.11. I Co 4. Ap 16. O P E R IG O D E N Ã O V IG IA R A Bíblia se refere explicitamente 1.7. Três Evangelhos (chamados sinóti­ 4. assim es­ tá escrito: “entraram com ele para as bodas”.34). as quais constam do texto 1.36. I Co 10. Um famoso escritor britânico es­ creveu: “Eu posso resistir qualquer coisa. Mc 13. Sejamos vigilantes em nossa fé. A palavra ten­ tar e seus derivados ocorrem cerca de 72 vezes na Bíblia. Exemplos de pessoas que ven­ ceram na hora da tentação: José (Gn 39. 3. . Para as que não vigiaram. Esaú (Gn 25. Jesus sobre a vigilância. b. Com a sua volta. veremos em toda a sua extensão o significado de haver­ mos vigiado. e a tua necessidade como espiritual. quando participarmos da glória eter­ na do Ressuscitado. Durante séculos os membros da Igre­ ja de Cristo têm vivido como servos.1. a. venceram. etc. sejamos vigilantes na proclamação do Evangelho.1. olhe não caia” . Na eternidade. defendemos e que comunicamos. Pv 10. O que é vigilância. afirma o texto que “fechou-se a por­ ta”. Acã (Js 7. O Senhor virá ao tal como um cos) reproduzem as exortações de ladrão.15. e destinará a eles? sua parte com os hipócritas” . “ Para que vos não ache dor­ Sejamos vigilantes na doutrina mindo” .48-51. Mt 25. esperando pacientemente o Seu re­ torno. QUESTIONÁRIO III.7-12). Sejamos vigilantes em nossa vida um ladrão. IV. que investe com segurança e o do­ mina e veriCe. As por vigiarem.3. M t 26. Lc 12. pois so­ mos dispenseiros dos mistérios de Deus. c. Exemplos de pessoas que falha­ ram na hora da tentação: Adão e Eva (Gn 3). Entramos para as bodas.14. cotidianamente.11.tentação” .12. O RESULTADO DE V IG IA R 5.42. 3.2. Avisa ao comandan­ te.8). que mem que dorme em seu trabalho. 1. sus. falharam. ausculta­ mos a presença do tentador. Daniel (Dn 1. A credencial principal que o Mes­ tre designa no texto acima é precisa­ mente VIGIAR. Cite dois homens da Bíblia que. e le­ até a vinda de Jesus Cristo.18. E f 5. “Desperta. 2.26). M t 4. Satanás é o grande tentador dos homens. Amados. Ap 3. tu que dormes.1. I Pe 5. “O que dorme na sega é filho cheios do Espírito Santo. Ef 5. Mc 16.10.37. todos seremos levados ao Tribunal de Cristo e em seguida. Jo 13. por não vigiarem. Assentaram-se à mesa e fo­ ram servidos pelo Senhor. Aleluia! 2.

9-13 O Salvador das nações Quinta.9 -A ti.12. 24 out .Para que as nossas despensas se encham de todo o provimento. 19 out . 15 . e o povo que Ele escolheu para sua herança”. Sl 33. 11 . da es­ pada m aligna. V E R D A D E PR Á T IC A 7cxto0íorco “Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor. 13 . 14 .Gn 17.É ele que dá a vitória aos reis.Lição 4 ☆ 25 Outubro de 1981 BEM-AVENTURADA í A NACÃO CUJO DEUS í O SENHOR ☆ Uma nação que obedece ao Senhor torna-se a cada dia um povo próspero. forte e virtuoso.Sl 96. para que os nossos gados produzam a milhares e a dezenas de milhares em nossas ruas. bem desenvolvidos na sua mocidade. 10 . ó Deus. e que livra a D avi. Sl 145. como colunas de um palácio. 12 -Para que nossos filhos sejam. não lhe faltando jamais a proteção e a graça divinas.Is 60.Is 40.13-17 O Soberano das nações Terça.1-6 O pai de muitas nações Quarta.1-5 As nações diante do Senhor Sexta. para que as nossas filhas sejam como pedras de esquina la ­ vradas. 23 out .3-16 Evangelizando as nações Sábado. cantarei um cântico novo. 21 out . com o saltério e com o instrumento de dez cordas te cantarei louvores. nem saídas. 22 out .Ap 21. 11 -Livra-me e tira-me das mãos dos filhos estranhos. seu servo. 20 out .Ap 5.Para que os nossos bois sejam fortes para o trabalho.9-15. cuja boca fala vaidade. nem clamores em nossas ruas. e cuja mão é a dextra da iniqüidade. para que não haja nem assaltos. como plantas. LEITURAS DIÁRIAS Segunda.Bem-aventurado o povo a quem assim sucede! bem-aventura é o povo cujo Deus é o Senhor.24-26 O futuro das nações L E IT U R A E M CLASSE Sl 144.

Gn 2. Como irrefutável prova desse tão sublime amor. O que tem acontecido é de fato es­ tarrecedor. as familias não des­ frutam de paz e cada indivíduo pade­ ce de males espirituais crônicos. I Tm 2. esse amor que é inerente à Pessoa do Criador se espalha tão benevolentemente por sobre a criatura. Gn 7. Amor é a essência mesmo da natureza pessoal de Deus. tem ordenado que se pregue o Evangelho a cada criatura. Proclamemos a Cristo e Ele se tornará conhecido! I. tendo por sinal o fio de escarlata na janela. Por toda a parte o nome de Deus tem sido ultrajado.19-21. mas também porque a presença do pecado no mundo tem eliminado todo o prazer de nele viver.22. através de Seu Filho. porque o Evangelho de Cristo é “o po­ der de Deus para salvação de TODO AQUELE que crê”. A razão de tal expectativa decorre não somente do fato de amarmos pro­ fundamente o Senhor que morreu por nós. Js 2. por Deus. reside na menção bíbli­ ca de que “há alegria diante dos anjos de Deus por UM pecador que se arre­ pende”. e venham ao conhecimento da verda­ de”. O gran­ de anelo do coração dos filhos do Rei é que logo venha a tocar a trombeta do Senhor. Jo 1. amados! Temos a Bíblia Sagrada conosco e temos a fé inabalável em nosso Senhor Jesus Cristo. abundante de misericór­ dia. Mt 19. Rm 1. 3. de per si. Deus. Gn 2.COMENTÁRIO A Igreja do Senhor Jesus reconhe­ ce que a vida neste planeta Terra tem-se tornado insuportável. O homem tem rejeitado a oferta salvadora de Deus. A li­ ção desta semana nos aponta o cami­ nho para um inundo melhor. Anterior ao Esta­ do e à Igreja. Tenhamos em mente as palavras do texto-áureo: “6emaventurada é a nação cujo Deus é o Senhor” . Outra maneira de considerar o apreço de Deus pela criatura huma­ na. mas para cada nação como um todo. os governantes se têm esquecido de Deus. Gn 1.3. Por isso. Mas nem tudo está perdido. Ele preservou UMA FAMÍLIA. e se ouça o alarido e a voz de arcanjo anunciando o arrebatamento da Elei­ ta do Senhor. At 3. Mc 16.15.25-32. Por tal motivo. O A Bíblia Sagrada define a Deus com estas magistrais palavras: DEUS É AMOR.11. Ele ama a cada criatura.24. As nações abandonaram o caminho do bem. Gn 2. Raabe e sua FAMÍLIA foram preser­ vadas.23-24. d. Pv 31. família é uma instituição divina. 6. a sociedade se tem corrompido extremamente.4. e com propósitos mui nobres. outros têm instituído o materialismo dialético como inspiração suprema de suas leis. rico de amor.16. Países como a Albânia se tem convertido em “Estado Ateu”.20b. mas Deus tem uma provisão para todos os ho­ mens e em todo o lugar.11 e c) perpetuação da espécia humana. a. Quando Deus destruiu o mundo antigo através das águas d« dilúvio. tais como: a) unidade.21-24. desde que se arrependam. A í. Hb 11. c. prestes a suicidar-se. b. per2.23. Ele não deseja que um só homem se perca. At 17. Ao estabelecer a páscoa entre os israelitas.10.7.10. como é o caso da raça humana. b) colaboração mútua.1. a família surgiu no mundo sob o cuidado e a atenção do Criador. Ef 5. D E U S A M A A T O D O O M U N ­ DO IN T R O D U Ç Ã O coração de Deus está sempre cheio de compaixão. Lc 15.16. 12 . Deus ordenou a Moisés: “Cada um sacrifique um cordeiro. Ex 12. “a última trombeta”.16.19. Quando o carcereiro da cidade de Filipos. um cordeiro POR CASA (família). I Jo 4. Ele am a a todas as fam ílias.1-6.30 e se convertam de seus pecados. No dia em que os muros de Jeri­ co ruíram sob o toque das trombetas. mesmo a criatura re­ belde. não apenas para os indivíduos em particular. A volta para Deus seria a chave da felicida­ de. mas “que todos os homens se salvem.

20 . SI 79. o avanço científico.7. A Bíblia menciona pela primeira vez a palavra nação em Gn 10.5. II Rs 17. Não é assim. Dt 8. Is 9. a resposta foi: “Crê no Senhor Jesus Cristo. SI 135. permanece inal­ terável. a cultura ou a riqueza. Deus conhece tudo e não se sujeita a qualquer tipo de res­ trição. todavia. Idolatria. Dt 12. SI 33. d. v d. Como poderiam as nações do Sé­ culo X X ser prósperas? Como poderia a sociedade de nossos dias viver em paz? Como poderiam as famílias da atualidade sentir uma experiência de abundante tranqüilidade. o espírito de lisonja que a todos domina. b. Nm 24. O que Deus es­ tabeleceu como princípio moral e es­ piritual há milênios. e. Is 14. Cada nação é um conjunto au­ tônomo de famílias ou tribos. Js 23. Este último pecado será o padrão de julgamento para o grande dia. Mais que Senhor do tempo Ele é o Pai da Eternidade. 2. pe­ recerão. mas também as nações que enchem este mundo.12. Este temor precisa estar presente na cons­ ciência de cada um.20. II Rs 17. Cada nação tem sua forma pe­ culiar de comunicação e sua língua. Os conceitos bíblicos de uma na­ ção. 9. como podere­ mos ver a seguir. Abominações. mas também nas leis que regem a todos os cidadãos. Ap 20. e serás salvo. vv 20. A origem das nações. A Bíblia registra a ira de Deus sobre muitas nações. c. em que as nações se ajuntarão para o solene “julgamento das na­ ções”. não havendo um comportamento espiritual condigno. Para Deus o principal não é a tecnologia. Não havendo temor. 4. Injustiça.30. Segredos para a grandeza de um a nação.5 aò referir-se aos descendentes de Noé.20. Dt 18.34. porque o seu dia certamente chegará.8. v 5. A B lL IA E AS N A Ç Õ E S após a vinda em glória do Senhor Je­ sus. tem feito com que os gover­ nantes deste mundo se pareçam e i. Sujeição a Satanás. a Palavra de Deus men­ ciona a palavra nação nada menos de 469 vezes. à luz de Gênesis 10. A medida em que a civi­ Não somente o indivíduo e a famí­ lia merecem a atenção da Escritura Sagrada. v 10. As características de um a n a ­ ção. Deus não está sujeito às mu­ tações do tempo. Cada nação tem sua própria terra. b. tem-se a im­ pressão muitas vezes de que os postu­ lados bíblicos carecem de atualidade e deixam a desejar se os queremos aplicar à sociedade contemporânea. O estudante da Bíblia deve verificar a conexão exis­ tente entre a origem das nações e os filhos de Jafé.6. Leis. Tal manifestação do furor de. O principal para Deus é o temor. são os se­ guintes: a. b. Vejamos algumas sugestões bíbli­ cas para a prosperidade das nações: a. Comportamento hostil para com Israel. c. Ao todo. como Babilônia ou como a Pérsia. Deus está sempre relaciona­ da com à abundância do pecado entre as referidas nações.31. 29. II .8. O reconhecimento do senhorio de Deus. At 16.12.31. 1.29. Registremos alguns pecados mais freqüentemente apontados no livro santo: a. A vaidade dos ho­ mens. debalde serão todos os esforços para tornar uma nação realmente grande. tu e TUA CASA”. o su­ premo código moral e espiritual do Universo.iníquas. f.15. Ainda que venha a ser como o Egito. Pv 14. a ambição crônica de sua natu­ reza. Cada nação tem uma cabeça. serenidade e sucesso espiritual? Ainda que o mundo sobreviva milênios.1-7. Os pecados das nações.i . lização absorve as surpreendentes realizações da ciência. Mt 25.16-18. da tecnologia e das modernas filosofias. e entre os filhos de Cão e a construção da Torre de Babel. 3. a resposta será sempre a mesma: voltando-se para Deus e para Sua Palavra.3.9-14. Seu comportamento espiritual.guntou a Paulo e Silas qual poderia ser sua derradeira oportunidade a fim de obter salvação.7.

pelo ateísmo. SI 66. I I I . Pv 14.5.1. ela se entregará fatal­ mente ao pecado.3. a algumas considera­ ções finais. A história moderna nos aponta algumas nações que passaram rapidamente do fausto e do esplendor para o caos e o esque­ cimento.30. confor­ me a Sua própria justiça.17. SI 7.5. A conversão do povo.2.4.9.9. Tem sido feito um grande es­ forço ultimamente para se apagar das moedas americanas a inscrição EM DEUS CONFIAMOS (In God we trust).3.19. Q U E S T IO N Á R IO 1. Is 2. Se a juventude perde sua fé na Pala­ vra de Deus. f. Se a ju­ ventude de uma nação for dominada pelo vício.4. De acordo com Gn 10 e o comentá­ rio da lição.4.11.8. e. Ele tem ordenado que as n a ­ ções de todo o m undo sejam incluí­ das no plano missionário. Assim seja. 96. SI 2.ajam como deuses. Ap 7.10. Hb 1.14. Uma nação é a soma de seu próprio povo. Ao invés de os crentes se tomarem partidários de posições políticas extremadas. todavia. 9. 67. 11. como as águas cobrem o mar” . Deus nos ajude a sermos interces­ sores por um mundo em ruínas. Não espanta a grandeza de uma nação que confessa até em sua moeda corrente que sua confiança es­ tá em Deus. 4. para Sua honra e glória. Gn 17.19.1. A igreja de cada país deve orar por esse país. 108. As nações são como nada diante de Deus.2. muito mais teríamos a comentar. 8. Deus vigia as nações.3. 3. Ele é o rei das nações. Se os valores morais esposados por cada família de uma nação se fundamentarem na Palavra de Deus. I Pe 2. Seu comportamento espiritual para com Israel. SI 47. Assim seja. para que a bên14 ção de Abraão não se aparte de nossas tendas. Leia Dt 12.18. ao in­ vés de o povo de Deus se unir às mas­ sas que agridem os governantes.20. ele deve colocar-se como um povo que in­ tercede diante de Deus. 4. através de seus governantes. encontre eco por parte das nações e que estas se voltem para Deus. 1. 3. 7. 34. II Tm 1. que esperança resta para tal nação? Voltemos ao Senhor e peçamos-lhe que faça de cada jovem da Igreja um Timóteo.15.8. Limitar-nosemos. 6. O vigor espiritual da juventu­ de. 5.31. a defen­ der a causa de Israel. Mas a nação feliz é a que reconhece que o Senhor é Deus. Temos dado a devida atenção ao que se faz nas escolas e universidades contra a Bíblia? Esta é uma guerra satânica. Gn 1. SI 119. Em que consiste a grandeza de uma nação? 2. como um “sacerdócio real”.7. Deus está acim a das nações e reina sobre elas. Ele “ tem um a contenda com as nações” . Deus é o Criador. Gn 18. sem dúvida que será uma nação forte moral e espiritualmente. a ponto de podermos testificar que “a terra se enche do conhecimen­ to do Senhor. diga como se forma uma nação. A intercessão do povo de Deus. Ml 1. Este é o único caminho para a grandeza de uma nação.34 e cite dois pecados graves cometidos por na­ ções na sua rebeldia contra Deus. Deus julg a as nações. Is 40. Mt 28. para se­ rem alcançadas por Sua Palavra e venham um dia a pertencer ao Seu maravilhoso reino. Jr 10. o Possuidor e o Sustentador da Terra. pelas dorgas.7. Jr 25.3.7.12. SI 144. Peçamos a Deus no sentido de que o Brasil continue. c. Pode uma nação agradar a Deus mantendo um permanente estado de hostilidade a Israel? . 67. Lc 24. que nun­ ca falha. 2. Jr 18.8. E com a bênção de Deus está toda sorte de prosperidade para qualquer povo ou nação deste mundo. D E U S E AS N A Ç O ES Que mais nos tem a dizer a Bíblia a respeito das nações? Espaço houvesse. Gn 12. Por quê? Por causa de sua oposição a Israel. d.10. 113.47.8. para que a misericórdia de Deus.

Mt 5 $ -Bem-aventurados os pacificadores. torna-se um ardoroso defensor da paz. tudo o que é ho­ nesto.2-9 Abraão. e é chamado filho de Deus. de Dews. mas em eu iáiando já eles estão em guerra. tudo o que é verdadeiro. SI 120.Gn 13.Jesus.? -E a pa?. 29 out . e recebestes. 30 out .Is 9. porque eles serào chama­ dos filhos de Deus. tureo “Bem-aventurado os pacificadores. se há aIgum? virtude. 9 . Lieturas Diárias Segunda. regozija i-vos. Fp 4.0 que também aprendestes. Fp 4. um pacificador Sábado. tudo o que é de boa fama.5-7.1-3 q v{nculo da paz Leitura em Classe Mt 5.12-25 Isaque.17-20 Terça.7-9.9. 7 -Pacífico sou.Rm 16. e ouvistes.5 -Ai de mim. 15 .11-Quanto ao mais.SI 147. e o Deus de amor e de paz se?á convosco. Todo aquele que busca o Príncipe da Paz .Quanto ao mais. 31 out . 8 .9. tudo o que é amável. 6 . irmãos. sede de um mesmo parecer. nisso pensai.Gn 26.Ef 4. 26 out . 28 out . e o Deus de paz será convosco.Lição 5 ☆ 1 Novembro de 1981 BEM AVENTURADOS OS PACIFICADORES ☆ VERDADE PRÁTICA 0 pacificador é identificado como um homem feliz e de boa vontade. tudo o que é justo. piardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus. sede perfeitos. SI 120.11. e vistes em mim. vivei em pa/. e habito nas tendas de Quedar. irmãos.1-6 Cristo. M t 5. e se há algum louvor. porque eles serão chamados filhos de Deus”. que peregrino em Meseque. que excede todo o entendimento.11-14 Deus é o Deus pacificador Quarta. tudo o que é puro. um homem pacífico Sexta.A minha alma bastante tempo habitou com os que detestam a paz. I I Co 13. o Príncipe da Paz Deus é o Deus de paz Quinta. 27 out . II Co 13. isso fazei. sede consolados.

O AUTOR DA PAZ A verdadeira paz está insepara­ outra vez a Deus. Deus expulsou-o da cidade santa (Lc 10.18) e imediatamente restabeleceu a paz. Este o Evangelho. nem está subordinado a acusações de consciência e aos remorsos próprios dos que possuem uma natureza limi­ tada e imperfeita.2: “Mas o ímpio não tem paz” . seu criador e seu lhosa paz de Deus. Cl 16 .33. O processo de justifica­ ção do homem. Aleluia! 3. Estas estatísticas refletem a au­ sência completa de paz neste plane­ ta. de pessoas que promovam essa paz. de pacificadores. para em Fp 4. 4. dá-lhe condições de ser e de atuar como Deus de paz. nos propósitos. que fre­ qüentemente lhe roubam a paz. Esta é a maravi­ original da paz.7. I Co 14. “Paz não é uma virtude passiva. Quando Lúcifer se rebelou no céu. Deus é o possuidor termos”. o que equivale a menos de oito por cen­ to do total. Ef revela que a paz está no nome. para a sociedade. ceifou a vida de cerca de 54. em Is 48.000 tratados de paz. que está sempre vin­ culado a um decreto divino. “E Ele quem pacifica os 16. Ef 2. Paz é a mãe da unidade. Deus não está sujeito às debilidades da natureza humana. 1. Paz é-a marca dos filhos de Deus. a jus­ tiça e a verdade. como nunca. crituras apontam para o superior equilíbrio e infinita perfeição da na­ tureza do Criador. o coração humano velmente ligada a Deus. vive e proclama as verdades do Evangelho da paz. Há séculos Erasmo afirmou que “a mais vantajosa paz é bem me­ lhor que a mais justa guerra” .Sheen).33) reinas­ se em todo o Universo.20.800. resulta sempre em obtenção de paz. o homem perdeu "a paz e criou-se em seu espírito um apetite de guerra e confusão. Seu nome é Deus de paz. tureza. e que prioritário administrador. Fp 4. Rm 15. isto é. como o homem.000 pessoas. boas novas de paz para precioso título conferido ao Pai ocorre o indivíduo.11. de 1914 a 1918. com a qual Cristo nos evangelizou. e sim profundamen­ te ativa” (F.7 lemos textualmente as paia'. ordenou que a paz (ausência de de­ sordem e confusão. ape­ nas 286 se passaram sem guerras. Ao pecar contra Deus e dEle se afastar. com o homem e com a Igreja Os grandes concertos de Deus com a raça humana têm sido sempre con­ certos de paz. na presença e Deus está usando a Igreja para pregar nas obras de Deus. pois “Ele faz a paz nas suas alturas”. Deus mes­ mo faz a paz e a reparte com o Uni­ verso.COMENTÁRIO INTRODUÇÃO Cerca de dez milhões de soldados morreram nos campos de batalha du­ rante a Primeira Guerra Mundial. toda a raça.Tas do Criador: “Eu faço a paz”. A Bíblia nos recupera a paz. Jó 25. Afirma-se que nos registros de 3. Sua Igreja proclama a paz. SI 147. A regularidade com que os proces­ sos de atividade da Natureza se de­ senvolvem é uma evidência de que Deus. E durante esses 35 séculos foram quebrados nada menos de 8.2. as Es.17. Já o Senhor di­ zia.20 e Hb 13. Rm 5.14. II Co 13.14. Paz é a colaboradora fiel do amor. Ao render-se 1. como conseqüência da entrada e permanência do pecado e de seu acentuado progresso no coração do homem.9. Em Is 45. através de Jesus. na na 2. 2. Sua natureza é de paz. O equilíbrio das virtudes mais retas e mais maravilho­ sas. por isso mesmo.1. Ao de­ nos envolveu como membros da famí­ finir a Deus como Deus de paz. Ele reparte a paz. O verdadeiro pacificador é aquele que crê. como o amor.lia de Deus. em caráter universal.J. combatentes e ci­ vis. por sua vez. Há muitos anos um célebre escri­ tor assim se expressou: “Paz foi a pri­ meira coisa que os anjos cantaram. A II Grande Guerra. ao consumar a obra da Criação. nem é escravo do pecado. a sabedoria. o mundo ne­ cessita de paz e. Paz é o descanso das almas abençoadas” .530 anos de história humana. DEUS. Hoje.

pecado havia . É a Sua própria 10. Essa tos da provisão do Etemo. não se pode secar. dentro de nosso coração. A paz está em sua pessoa.6. Esta é uma cre­ capacidade de produção do fruto da dencial que o qualifica soberanamen­ paz. perfeita (Gn 1. Jesus vação por Cristo (Mt 11. cuja conseqüência manentemente. onde as áverdade implica 3 condições: relação guas tranqüilas nunca cessam.2.20. Melquisedeque. mesmo no fragor da batalha. “Ele é a nossa paz”. rança. significa alterar o relacio­ namento para melhor.29). Ef tória.31). que Ele pode dar aos Seus. a efetivação 16.20. reconciliou judeus II . nheceu o caminho da paz”.17.dilapidado. quietude e paz a toda a cria­ A palavra paz vem do grego EIção. cias. como um sol situação de permanente calma inte­ rior.16. 3. O cristão tem paz. pessoalmente é a nossa paz.33. paz que deve ser repartida per­ e o progresso constante deste estado de harmonia. Gn 26. A PAZ NA V ID A D O C R IS ­ 1.2: Ef 2. o fruto da pacificação feita cristão e o pecador é que este “não co­ pelo nosso tão querido Salvador. alimentando-se nos verdes pas­ restaurado em favor”. I I I . que vive em permanente turbu­ RENE. Vivendo em uma esfera de glória.17. o co­ 2. O F RU T O D O E S P IR IT O É 1. como uma flor que independente de circunstâncias. Cl 1. uma sensação de segurança e vi­ que nunca tem ocaso.2. Ao repouso que a alma experi­ que não pode ser atingida por distúr­ menta quando alcança o gozo da sal­ bios. Ef 2. do daquela sagrada expiação é a paz Hb 7. relação quebra­ da (Rm 5. Ef 2. foi um homem pacífico e pacificador. violências ou guerras. aceita integralmente pelo Pai. O pacificador fez um sacrifício integral e satisfatório. Reconciliar significa pacificar. 2.36.15. A paz foi feita porque o preço foi Jesus Cristo. Pelas obras da carne os deração a maravilhosa obra da recon­ ímpios se tornam filhos da ira. At sob Seu comando. um dos primeiros de Deus foi satisfeita quando Cristo tipos pessoais de Cristo no AT surge nos substituiu no Calvário. A paz está em Seu sangue.16. Rm 3. Temos pa| 1. no coração do cristão. II Ts 3. O P R ÍN C IP E D A e gentios. De igual modo. O Espírito produz esse fruto no interior de nossas consciên­ cio. A paz flui dEle como um rio que maior é uma tranqüilidade perfeita. na me­ Significa transferir de um estado dula do “homem interior” . desde a Queda. Rejeitá-lo é rejeitar a paz. É uma ação do Espíri­ paz. A terra está cheia de guerra.22 9. Jo to. C R IS T O . Ele nos reabilitou TÃO Uma grande diferença entre o totalmente diante do Pai. Desta sorte. restau­ I Co 7. uma se não pode murchar. Quando Paulo afirmou que Cristo. GS 5. in­ Toda a paz está à Sua disposição e clusive entre Deus e o homem. declarando-o apto a repartir segu­ tual. Temos paz em nosso rela­ 17 . que agora reina em nosso coração. que o que melhor o conhecemos. Isto é a nossa paz.27. outro magnífico tipo.29). o Cristo é anunciado aos homens como Espírito Santo deseja acrescentar a o Príncipe da Paz.14. A paz está em Seu nome. Toda a justiça 2. O fruto da paz é o repouso do para outro. Pelo ciliação que o Filho de Deus efetuou e fruto do Espírito os crentes se tomam continua a fazê-lo. um fruto profundamente espiri­ te. Ef pago.12) e relação restaurada (Jo IV . Isaque.I. em nosso benefí­ filhos da paz.14. II Pe 1. Significia “ser amor.28. descreve um estado de harmonia.12-25. PAZ Não se pode obter a paz fora de um. ocorre em 26 livros do NT e lência. porque Deus nos chamou para a paz. Is PAZ. e se multiplica à medida rou a nossa amizade com Deus. O resulta­ nas Escrituras como REI DE PAZ. fazendo de ambos os povos. A oferta do sangue de Cristo. ração do servo de Deus está cheio do estava o apóstolo levando em consi­ fruto da paz.

30. Ser pacificador é produzir fruto da paz. ter a verdadeira paz? 2. Significa levar a mensagem de recon­ ciliação a todos os povos do mundo. e tam­ bém pela paz de Jerusalém. I Ts 1. A pacificação envolve mudança de atitude e mudança de coração. pois dela estão cheios os nossos corações e os nossos sentimen­ tos. Ao lermos Fp 4. I Ts 5. Ap 11. Jr 29. O mundo se rebelou contra Cristo. Ap 1. Rm 14. E se cumprirá o cântico dos anjos.2.14. 18 . de acordo com o Tendo em vista que Deus. no AT. como Jesus agiu junto ao Pai? Os pacificadores são os agentes do Reino de Deus na terra.. Oremos pela paz de nossa famí­ QUESTIONÁRIO lia.21 e dos santos apóstolos. Lc 2.11. M t 5.13. o Cristo da paz. Rm 14.11. 5. Rm 10.16. Àp 6. At 16. Isto caracteriza o pa­ cificador. Que rei. Somos seus filhos. Cada dia devemos buscar a paz. Ef 2. I Pe 3. como uma herança do Se­ nhor Jesus.”.1.. “o fruto da justiça semeia-se na paz”.15. Jo 20. o nosso nosso comentário. II Co 13.18. 2. F1 3. os pecadores reconhecerão que somos filhos de Deus. Isaías foi citado por Paulo. o Ser pacificador é proclamar o Príncipe da Paz? Evangelho da paz ao coração em tur­ bulência espiritual.17. a ordem divina é: “Vivei em paz”. Es­ tamos dispostos a nos colocar entre Cristo e o mundo. U M P A C IF IC A ­ confirme citando capítulo e versí­ DOR culo de Efésios. Quem é a nossa paz9 Responda e V. Cada dia devemos orar pela paz. na tentativa de re­ conciliarmos. O que deve o homem fazer para ob­ Tm 2. paz. Fp 1. O cristão vive em paz. e do seu Cristo”.14. é o tipo de Cristo. ao mencionar “quão formosos são os pés dos que anunciam a paz”. Áté aquele dia. Ela está pre­ sente em nossa saudação (“A paz do Senhor!”). A paz que temos recebido de Deus é por nós usada cotidianamente. Pai. Ser pacificador é pregar a Cristo. etc. Tg 3.7.7.9 e Rm 15^33 en­ bém devemos cultivar esse espírito de contramos um título dado a3 nome pacificação. II Pe 3.. quando será tirada da terra. Amém. nosso país. O cristão prega a paz e ora sempre por ela. Quando esta obra de pacificação estiver completa. O CRENTE. Esta paz caracteriza todos os que invocam o Senhor. Fp 4.18 e também é uma carreira. 3..1 e tam­ bém temos paz com o nosso próximo.cionamento com Deus. II Tm 2. ÍII Jo 15. O Reino de Deus é. Em nós mesmos há tam­ bém paz. é um etemo pacificador.31. que deseja e pode promover harmonia no coração. Ele promoveu a paz entre nós e o lho? Pai.9 e “os reinos deste mundo voltarão a ser do Se­ nhor. Qual é? pulos e servos. LEIA E DIVULGUE O MENSAGEIRO DA PAZ Já nas bancas de jornais. 4.4.4. A obra missionária é o ministério do pacificador.19. Tg 3. Rm 5. em escala mundial. I 1. tam­ 3. Isto é um mandamento. na pri­ meira mensagem de Natal: “Paz na terra.2. é um exercício.15.22 e dura­ rá até o arrebatamento da Igreja.15. nossa cidade. SI 122.7-9. discí­ do Pai. Há alguma ligação entre a verda­ Ser pacificador é agir como Cristo deira paz e a pregação do Evange­ age. no lar e na sociedade. Ef 6. é um desejo.

10.At 10. 3 .Pv 14.7. Pv 1.1. Verdade Prática “Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos. 4 nov .0 temor do Senhor é o princípio da ciência.13. e a boca perversa. 3 nov .I Co 15. a soberba.Pois comerás do trabalho das tuas mãos.35 Agradecemos a Deus temendo o seu nome Sábado. Sl 128. 2 . origem única de toda a sabedoria.At 10. Leituras Diárias Segunda. e a paz sobre Israel. e o m au caminho.Êis que assim será abençoado o homem que teme ao Senhor.19 Tesouros de bondade aos que te­ mem ao Senhor Leitura em Classe Sl 128.22 Quem teme ao Senhor não é esqueeido Quarta. aborreço. e a ciência do San­ to a prudência. 5 . 2 nov .0 temor do Senhor é o princípio da sabedoria. 8.L iç ã o 6 8 Novembro de 1981 BEM AVENTURADO O QUE TEME AO SENHOR O segredo da verdadeira felicidade está em temer ao Senhor. e a arrogância.12 Livramento aos que temem ao Senhor Terça. Pv 1 .Sl 31. 5 nov .1 -Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos. A Bíblia é suOcupar-nos-emos durante esta se.27 Vida abundante aos que temem ao Senhor Sexta. os loucos despre­ zam a sabedoria e a instrução. e te irá bem. 9. e tu verás os bens de Jerusalém em todos os dias da tua vida.que parte do sucesso da Igreja Primi 19 IN T R O D U Ç Ã O . 8.A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa. 4 .Gn 22.10. os teus filhos como plantas de oliveira à roda da tua mesa. 6 .7 .0 Senhor te abençoará desde Sião.13.ficientemente clara quando afirma^ mana de uma bem-aventurança fun.58 Não é vão o trabalho dos que temem ao Senhor Quinta. C O M E N T Á R IO damental à vida cristã. 9. 6 nov . feliz serás.0 temor do Senhor é aborrecer o m al. Temamos pois ao Senhor e seremos enriquecidos de uma vida ditosa.” Sl 128.E verás os filhos de teus filhos.1-6. 7 nov .

43a. a Josué (Js 8. a Ezequias (II Rs 19.do no mundo afetou a natureza mais interior do homem e fê-lo. de igual modo se sentem com­ ceio. Deus zões pelas quais devemos temer a falou a Abraão (Gn 15. A presença do temor de Deus no coração do homem restaura a aversão I. a Gideão (Jz 1. a Daniel (Dn 10.12. I Pe 2. o Poderoso.23).15. é mor em nosso comportamento habi­ nosso dever básico temê-lo. é infí20 tiva se devia à vida de temor que ex­ perimentavam os servos de Deus de então. Q U E S IG N IF IC A T E M E R AO às coisas erradas.”.19).8).11 2. é poderoso (Ap 1. Ela tratando de defender os princípios de apenas o apresenta ao mundo como o Criador. realizando desta forma uma obra agradável aos olhos de Deus. Temer ao Senhor é aborrecer o m al.13.1). como uma fonte de vitalidade espiri­ tual para uma época tão conturbada. Mais que nunca. P O R Q U E T E M E R AO SE ­ Escrituras da expressão NÃO TE­ N H O R ? MAS ou seu equivalente. “E em toda a alma havia te­ mor. um ente amigo do pecado. Sendo nossa fé em Cristo. Tem sido dito que existem cerca de 365 ocorrências nas II. desde en­ tão. Deus enviou o dilúvio ao mundo por­ que a terra se havia corrompido sobremaneira. texto das Escrituras Sagradas.8). não se deixar abater ou dominar por de coração. Gn 20. O Servo de Deus é exortado a pelidos a evitar o mal e aborrecê-lo. Devemos usá-lo quando estamos de provar a existência de Deus.9). Devemos exercer o verdadeiro te­ nós obra de Suas poderosas mãos. uma forma de raça humana.6). Deus é Espírito (Jo 4.17. é a santidade.1. I Pe 1. sente-se hoje a urgente necessidade de se falar ao povo a respeito do temor de Deus.18-20. um testemunho que pode convencer os parentes que estão de fora. de graves esvaziamentos e de uma cruel neutralização por parte de Sa­ tanás e seus agentes. quando se aproxima de Deus. quando os valores espirituais estão ameaçados de profundas distorções. mais importante dos quais.27. A introdução do peca­ . Permita o Senhor que em nossa vida pessoal e comunitária ocorra um avivamento contínuo e uma renova­ ção constante do temor a Deus. o por uma análise da palavra temor. Porque Ele é Deus. a Jere­ te dos estatutos que apresentou a mias (Jr 1.. o Eterno.13).2. Posto cer que existem duas diferentes acep­ que a santidade de Deus não Lhe per­ ções para a palavra TEMOR no con­ mite compactuar com o pecado. Pv 9. a Jacó (Gn Deus. Por aqueles que Lhe dedicam um sincero um lado. Deus mesmo declarou: “Ao a Zacarias (Lc 1. Devemos sinceramente reconhe­ nhuma dúvida. inclusive em nossa vida no lar e como (Êx 9. I Pe 3. é justo tual como filhos de Deus. “O temor do Se­ nhor é uma fonte de vida para preser­ var dos laços da morte”. Diferença entre temor e me­ do. At 2.3). a Paulo (At Senhor teu Deus temerás”. E pelo temor que os empregados cristãos podem sujeitar-se a seus pa­ trões. Examinemos algumaa 46. etc.24). sem ne­ 1. A segunda acepção do vocábulo uma das mais absurdas loucuras da temor é reverência. Quando não há temor de Deus. Pv 14.10. Tal aversão resulta da assimila­ SENHOR Parece-nos racional iniciar o co­ ção que o Espírito Santo proporciona mentário de tão significativo assunto ao ser humano. Tentar negar a Deus tem sido 18. este tipo de temor. Como par­ 6. Pv 8.27). A Bíblia jamais preten­ culto ou adoração. existe um clima de total insegurança. Moisés.1).. I Pe 3. dos atributos divinos. Ignorá-lo tem sido um pecado fatal. o princípio de toda a sabedoria. re­ temor. A ve­ lha natureza se compraz nas coisas más e abomináveis aos olhos de Deus. temor significa medo. Certamente são inúmeras as ra­ Vejamos alguns exemplos.

os anos de vida nos serão acrescentados. Pv 9. um senti­ mento de humanismo toma conta do altar e o homem começa a receber a glória que somente a Deus é devida. Pv 31. O Senhor nos toma. São abun­ dantes os exemplos de pessoas que têm alcançado um prolongamento de seus dias por haverem temido ao Se­ nhor. Após a ressurreição de Cristo. Deus deu a Davi “longura de dias”. os cultos são irreverentes. Quando o povo abandona a vida de temor. Em Dt 10. SI 149. 21 . desobe­ decendo a Deus. Quanto ao nosso Deus. » Sendo estes alguns dos atributos de nosso Deus. Vejamos a importância de ser um servo de Deus e de temer ao Se­ nhor! Esta é a maravilhosa obra da gra­ ça. SI 34. Este temor.30. A criatura humana somente se sentirá verdadeiramente realizada quando atender aos reclamos divinos. Os homens maus não vivem metade de seus dias. Porque Ele se agrada dos que I I I . SI 21. Com a falta de temor. não é absolutamente justo que Lhe dediquemos todo o nos­ so temor? 2.43. At 2. Vale ressaltar que os quatro últimos não se tornam exeqüí­ veis senão depois que o temor domina o coração. a fim de terem “largos dias para ver o bem”. ninguém se importa de pro­ fanar o santuário do Todo-Poderoso.11. Os líderes atuais da Igreja estão suplicando a Deus uma nova atmos­ fera de temor para o povo de Deus. De igual forma. longe de ser um medo de Deus. perfeito (Dt 32. são inúmeros os casos de pessoas cuja vida tem sido cortada ao meio por não haverem de­ sejado temer convenientemente a Deus.4. seu prazer está naqueles que o teme. As antigas esculturas assírias dãonos conta de que havia uma admira­ ção especial dos monarcas do passado pelas pernas de seus guerreiros.11.nito (Dt 33. Exér­ citos há neste mundo que são a glória de seue reis e generais. amor. eterno (SI 90. Porque o temor do Senhor au­ menta os dias. e. que o temem”. Porque Ele o exige: “Que é o que o Senhor teu Deus pede de ti. dá-nos o seu Espírito para que através dEle lhe temamos. a primeira testemunha desse grande evento foi igualmente uma mulher. ser­ viço e diligência.9). Deus tem ordenado ao seu povo que seja possuído de temor para com Ele.4. as mensagens secas e os hinos sem inspi­ ração. Autoridades sem conta depositam seu prazer na riqueza que possuem ou na inteligên­ cia de seus sábios.23. mas se tememos a Deus. perdoa-nos.4) e sem­ pre fiel (I Co 1.17.27. pois também está escrito que “a mu­ lher que teme ao Senhor. Dt 10. temendo o seu precioso nome. Louvamos a Deus pelas mulheres que estão na casa do Se­ nhor. “em cada alma havia temor”.6). Ec 7. Não havendo temor. SI 147. Pv 11. e assim Ele se de­ leita naqueles que são perfeitos em seu caminho. O T E M O R N O N O V O TESTA­ o temem: “O Senhor agrada-se dos M EN T O Os passos dos cristãos no período primitivo da Igreja foram sempre passos de temor. Pv 10. admiração e louvor que nos leva a uma dependência total de sua Palavra e de sua vontade. 3.6). então.11.1.12-22 Deus apresenta cinco requerimentos básicos ao ho­ mem. SI 55. Não havendo temor. A primeira mulher pecou.12. criador (SI 96. e os loucos morrem fora de seu tempo.5). Foi ele quem nos exor­ tou a ensinarmos às criancinhas a te­ merem ao Senhor.12. Os demais são: obediência. as orações são frias. Pelo temor a Deus aperfeiçoamos. imutá­ vel (Ml 3. único (Ef 4.. Ao contrário do que hoje se observa em muitas igrejas. quando aceitar e praticar o padrão di­ vino estabelecido para seu viver coti­ diano. “se agrada do seu povo”. essa será louvada”..”.2). é um sentimento de profundo respeito. redime-nos.27). cheios de pe­ cado. o primeiro dos quais é o temor.10. esta reverência natural. se­ não que TEMAS o Senhor teu Deus. a casa de oração se transforma em casa de ne­ gócios.nosso caminho perante o Senhor. 4.20.

IV . houve grande temor na igreja. Segundo o comentário da lição. Leia SI 147.20. 3.19. At 19. E mais: “No temor do Senhor há firme confiança. Necessitamos de um retomo aos padrões de temor de Deus. SI 111. porque “bem-aventurado é aquele que teme ao Senhor”. Isto posto.12. M isericórdia.13. At 2. Galardão. Às vezes o temor se relaciona com a disciplina exercida na igreja. Faça a diferença entre medo e te­ mor. “O temor do Se­ nhor é o princípio da sabedoria”.12? 4.17. Será necessá­ rio que outros Ananias e outras Safi­ ras sejam atualmente sacrificados para haver temor na Igreja. Em Ap 11.11.31. SI 31. Lc 1. “Ain­ da que o pecador faça mal cem vezes. Pv 3.2. 149. o que resulta de um povo que aban­ dona o temor de Deus? 22 . Dt 5. Ml 4. SI 85. Ele promete aos que o temem que serão escondidos no secreto de Sua presen­ ça. corajosa e reverente da au­ toridade do nome de Jesus garantirá vitórias surpreendentes neste mundo e um precioso galardão na eternida­ de. que são relativas e transitórias. Fp 2. o nome que é sobre todo o no­ me. guardados das intrigas dos ho­ mens e ficarão a salvo da contenda das línguas. Livramento. A que aspecto da Igreja Primitiva se devia parte de seu sucesso? 2. Não devemos nos im­ pressionar com as vitórias dos ímpios. as igrejas “andavam no temor do Se­ nhor”. e salvação trará debaixo de suas asas”. At 9.10. “Mas para vós. Sucesso. E acrescenta: “Deu manti­ mento aos que o temem”. nascerá o sol da justiça. Salvação. Q U E S T IO N Á R IO £ 1. Não nos esqueçamos. Ec 8.43. Com a morte de Ananias e Safira. 5. Que neste dia tenhamos um novo pacto com o Senhor: temeremos mais profundamente o Seu maravilhoso nome. Temer a Deus não é uma exceção.29. Sabedoria. e os dias se lhe prolonguem.9. Amém. bem lhe iria e a seus filhos para sempre. a partir des­ ta vida. temamos o nome do Senhor. outra vez? A vida normal da Igreja é a vida dé temor. “Eis que os olhos do Senhor estão sobre os que o te­ mem. 6. A vida de temor a Deus é um frutífero investimento cristão. e para os conservar vivos na fome” . “A misericórdia do Senhor é de geração em geração sobre os que o temem”. Deus disse a Israel que se ele o te­ messe todos os dias. O temor é um caminho para os milagres. Desde os dias primeiros. 3. e Ele será um refúgio para seus fi­ lhos”. Analisemos al­ guns de seus resultados. certamente se esfor­ çaria por temê-lo ainda mais. Mas também os milagres são um caminho para o temor.26. para livrar as suas almas da morte.4 e complete: o Senhor se ---------------dos que o temem. A utiliza­ ção plena. Proteção. Se cada crente sou­ besse o que lhe é assegurado por te­ mer ao Senhor. Pv 9. 7. 4. de acor­ do com Dt 10. Não nos esqueçamos que “a sa­ bedoria é a coisa principal” e feliz o homem que a encontra. 5. “A salvação está perto dos que o temem”. 2. Pv 14. que temeis o meu nome.18 lemos da visão que foi dada a João do mo­ mento solene em que foi tocada a sé­ tima trombeta e foi dito que chegou o tempo de Deus dar a recompensa aos que temeram o seu nome. R E S U L T A D O S AO SEN HOR DE TEM ER Todas as boas práticas da vida cristã conduzem a altos dividendos espirituais.Com o temor dominando a Igreja “muitas maravilhas e sinais se fa­ ziam pelos apóstolos”. eu sei com certeza que bem sucede aos que temem a Deus”.9.50. 1. O que Deus requer de nós.5.

e verdadei­ ramente serás alimentado. e ele tudo fará. livra-me depressa.Deleita-te também no Senhor.1-6 A confiança de Moisés Quarta.Lição 7 ☆ 15 Novembro de 1981 BEM AVENTURADO O QUE CONFIA NO SENHOR ☆ Verdade Prática Na hora do mais terrível vendaval. confia nele. 9 nov . 5 -Nas tuas mãos encomendo o meu espírito. 37.I Jo 5. sê a minha firme rocha. pois tu és a minha for­ ça. e o que confia no Senhor será bem-aventurado”. habitarás na terra.1-7 Â confiança de Eliseu Sexta. e espera nele. por amor do teu nome. Senhor. 14 nov . 10 nov .II Sm 22.1 -Em ti.1-7 A confiança de Davi Quinta. SI 37. Senhor Deus da verdade.20 .7-12 A confiança de Paulo Sábado. “O que atenta prudentemente para a palavra achará o bem. SI 31. pelo que. e o teu juízo como o meio-dia. 6 -E ele fará sobressair a tua justiça como a luz.Gn 15. por causa do homem que executa as­ tutos intentos. que é também a rocha inabalável da nossa salvação. 3 -Porque tu és a minha rocha e a minha fortaleza. 13 nov . tu me remiste. 4 -Tira-me da rede que para mim esconderam. e ele te concederá o que deseja o teu coração. . guia-me e encaminha-me.3 -Confia no Senhor e faze o bem.Ex 15. 11 nov . Leituras Diárias Segunda.11-15 A confiança da Igreja Leitura em Ciasse SI 31. nâo te indignes por causa da­ quele que prospera em seu caminho. 7 -Descansa no Senhor.1-5. o nosso único refúgio ê o Senhor. livra-me pela tua justiça.II Rs 6. nunca me deixes confundido.3-7. uma casa fortíssima que me salve. confio. 5 -Entrega o teu caminho ao Senhor. 2 -inclina para mim os teus ouvidos. Pv 16.II Tm 1. 12 nov . 4 .1-6 A confissão de Abraão Terça.

II Cr 6.32. 37. que não se abala. Lembremos. SI 31. além de ser. Fp 2. O Salmo 37 foi escrito por Davi em seus últimos anos de vida.1.19. a. SI 108. naturalmente.11.13. Portanto.11. A palavra caminho Certamente esta pergunta tem sido feita um sem-número de vezes por filhos de Deus em todo o mundo. quando seria alarmante a diferença entre o progresso dos perversos e dos apósta­ tas e o sofrimento dos justos.2. 10. recolher uma res­ posta à seguinte questão: que fazer 24 1. se tome entendido. agar­ rar-nos a Ele. Entregar o caminho é entregar o coração.1.9 e devidamente preparado por Deus.14. porém. Rm 10. Cabe-nos agora. A palavra confiar. Jó 40.26. Ap 14. Devemos confessar a Cristo. de nossa vida de adoração a Deus. Mt 10. 4. sempre.13:1 Co 3.2. . Nossa debilidade deve ser absorvida por Sua habilidade. em seu estilo é antitético e em sua subs­ tância é didático.12. Rm 14. Devemos confessar nossa fé em Deus. Neste capítulo significa a própria vida e tudo que lhe diz respeito. A vida cristã é uma vida de expe­ riências. Muitos supõem ainda que confissão sempre significa uma declaração de nossas faltas e pe­ cados. Hb 3. At 24. Significa buscar-lhe em ora­ ção. e as recompensa.24. Davi sabia que podia 3. I Rs 3. Devemos confessar o nome do Senhor. Cada pessoa que tem fé no Se­ nhor. mas per­ manece para sempre”. Q U E S IG N IF IC A E M D E U S? C O N F IA R IN T R O D U Ç Ã O nos dias de crise? DELEITAR-SE NO SENHOR é a resposta. Quando confia­ mos nEle nos tomamos como “o mon­ te de Sião. É um salmo pro­ fundamente amadurecido em muitos sentidos. b.1. que a confissão é tão impor­ tante que Jesus Cristo é apresentado na Carta aos Hebreus como o “Após­ tolo de nossa confissão”.6.9. confesse-a. A verdadeira confiança em Deus é exatamente is­ to: devemos pendurar-nos nEle.5. SI 31. Confissão é uma palavra2. SI c. Significa entregar-lhe o ca­ minho. chave na vida cristã. inspirado por Deus. E uma mensagem para os dias de crise. o dogma da experiên­ cia deve sempre ser levado em consi­ deração quando estudamos assuntos espirituais. aleluia! O salmista disse: EM TI CONFIO. ouse­ mos descobrir a resposta a tão inquietante interrogação. para que sejam de­ vidamente analisadas e aprovadas pelo Senhor. tem vários sentidos na Bíblia. Confiar em Deus é o segredo de nossa estabilidade. A luz desta verdade. I Jo 4.COMENTÁRIO O tema para esta semana é a con­ fiança em Deus.14. b. depender somente dEle. De certa maneira existe uma mensagem profética no Salmo 37. Ele aponta para os últimos dias. d. Significa confessar-lhe nossa fé. mais forte. ansiosos por viver vitoriosamente. I Sm 10. Significa deleitar-se nEle. Ap 2. Fp 4. Nossa fraqueza deve se apoiar em Sua fortaleza. às suas orações.4. Em sua estrutura é um salmo acróstico.3. Entregar o caminho é entregar as obras. para que seja transforma­ do.9. SI 37.7. Paulo fez uma recomendação aos filipenses no sentido de que tomas­ sem conhecidas diante de Deus as suas necessidades. a.9. A confissão é parte do processo de nossa salvação. contar com a atenção e a resposta de Deus ao seu clamor. Sua visão final aponta para o período milenial. I. Pv 16. Devemos confessar as obras de Deus. Confissão é uma parte integrante e inseparável de nosso culto. que as contempla. Não é assim. usada no Salmo 125 significa literal­ mente pendurar alguma coisa sobre outra coisa. Devemos recordar uma vez mais que a grande diferença que separa a teo­ ria da prática. disse a Deus: “Inclina para mim os teus ouvidos” .

Ele é a rocha que dá mel. ele conhe­ da perseverança nunca falha. certamente muitos pensamentos afluíam à mente do salmista. Senho?. Ef 3. Ao ler o Salmo 37. Isto alsde ao se­ 81. Ele é a Rocha da Salvação. tais como Suprema autorida­ nossas necessidades.2. Espírito da verdade (Jo 14. Dt 32. Josué e Calebe permaneceram em zes era um fugitivo.3.4. Quando a de. Dt grande templo e da imensa casa real. Significa não vacilar. da Verdade.b. Jesus ensinou o espírito correto para nossa oração. Ele conhecia as rochas do tempo de sua vida pastoril. Infinito Bíblia menciona. Ele não é um homem. quando entraram em Canaã. Ele é a Rocha Eterna. etc. por inspiração do Espírito nós. Claramente Paulo Conhecedores do dever de confiar mencionou que “a rocha era Cristo”.36) vem de 4. Mt cia as rochas nas quais se havia abri­ gado e escondido quando algumas ve­ 24.2. Ele é. soa. ele conhecia as sua confiança e foram os únicos que rochas que foram escavadas.16. 18. qual deve ser a nossa atitude nesses dias de crise c. de todos quan­ da escolha do local de construção do tos deixaram o Egito. verdadeiramente. Is 55.31. aleluia! 3. das as nossas necessidades. é justo que de igual modo I Co 10. Ele é Senhor. SI 31.a. em Deus.-Ele é uma rocha superior aos da Verdade. seja o Filho). palavra confiar? limitado.36. Ele é 2.16). Porque Ele é o Senhor Deus ■ a. Santo e nos ajuda a compreender a c. Senhor de todos (At 10. O que significa. res. A lei bíblica suas muitas peregrinações.6. SI 125.26..2-7. 2. P O R Q U E C O N F IA R N O SE ­ 141 vezes.dos vivos e dos mortos (Rm 14.9). d. quais os conhecimentos e ex­ Sua augusta natureza.23. Se­ QUESTIONÁRIO nhor da Seara (Mt 9.SI 61.13. c. Porque Ele pode suprir as Deus. 89. Porque Ele é nossa Rocha. Ao afirmar Davi: “Ele é nossa Ro­ cha”. infinito. ele conhecia as muitas rochas que viu repetidas vezes quando de 5.' SI a.7. Deus nos escuta quando o bus­ camos. A Bíblia fala em rocha cerca de II . mas permanecer. Jr 33.22.24. SI 40. que nEle possamos confiar? 1. ela Quando pensarmos nEle como Se­ quer que sejamos impelidos a confiar nhor.4.20. quer e. Durante longos anos sua vida esteve associada a rochas. Nm 14. Ele é Deus. b. que Deus é nossa fortaleza. Confiemos nEle 1. 10.6.6).5. qual o significado da porque é Deus. Deus da ver­ periências sobre rocha o inspira­ dade (Jr 10. Jo 4.24. Dt 4.28). Tal senhorio envolve atributos maravilhosos inerentes a 3.38).32.17). b. conheçamos o porquê de tal confian­ Que tipo de rocha é o Senhor. d. I.10). Soberania Universal. em distintos luga­ Domínio. Deus. invisível. nhorio de Deus (quer seja o Pai. Este é um título inimigos. para ça. Deus está sempre pronto a nos responder. SI razão de nossa confiança em Sua Pes­ 62. Is 26. SI 31. A verdade lhe pertence inerentemente.8). como um jovem do campo. Ao falar de rocha. Senhor do sábado (Mc 2. 25 . Deus ordena que o busquemos em oração. Senhor dos senhores (Ap 19. mui específico que o salmista confere Ele é uma rocha mais alta que a Deus. I Sm 2. majestoso e confiar em Deus? eterno. A maioria delas é uma re­ NHOR? ferência a Deus. tenhamos sempre em mente nEle como Aquele que pode suprir to­ que Ele é Senhor da Glória (I Co 2. mortal e pecador.36). Davi sabia o que era uma rocha. Cristo da verdade (Jo vam? 14. Literalmente.3.1..1. A ver­ em que vivemos? dade que liberta (Jo 8.

21 nov . e em a vossa caridade para conosco. trabalhando assim. faz com que o nosso coração de abra voluntária e abundantemente para suprir as necessida­ des da obra do Senhor. M t 10. e como a sua profunda pobreza abundou em riquezas da sua generosidade. . deram voluntariamente.Lição 8 22 Novembro de 1981 ☆ MAIS BEM-AVENTURADA COISA É DAR Verdade Prática 0 fato de termos sido enriquecidos da generosidade divina. irmãos.13-17 Terça.Porque Deus amou o mundo de tal m aneira que deu o seu F i­ lho unigénito. e depois a nós. de graça dai. assim também abundeis nesta graça. Leituras Diárias A mordomia do tempo Segunda. para que todo aquele que nele crê não pereça.Portanto.Porque. assim como em tudo abundais em fé. vos fazemos conhecer a graça de Deus da­ da ás igrejas da Macedônia. e em toda a diligência. 15. 6 . e em ciência. 18 nov .16 . mas a si mesmos se deram primeiramente ao Senhor. 7 .Lc 12.Ef 3.1-7. assim também acabasse esta graça entre vós.Lv 27.I Co 4. que disse: Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber’ . 4 -Pedindo-nos com muitos rogos a graça e a comunicação deste servi­ ço. assim como antes tinha co­ meçado.De maneira que exortámos a Tito que.Como em m uita prova de tribulação houve abundância do seu gozo. 5 .Curai os enfermos. 20 nov .35-43 A mordomia viligante Leitura em Classe Jo 3. expulsai os demônios: de graça recebestes.28-34 A mordomia dos bens materiais Sexta.1 -Também. “Tenho-vos mostrado em tudo que. ressuscitai os mortos. M t 10. II Co 8. At 20.35.13. é necessário auxiliar os enfermos e recordar as palavras do Se­ nhor Jesus. que se fazia para com os santos.1-5 A mordomia fiel Sábado. 19 nov . e em palavra. 2 . Jo 15.Ef 5.E não somente fizeram como nós esperávamos. mas tenha a vida eterna. I I Co 8.Mt 25. 17 nov .2-9 A mordomia do Evangelho Quinta.14-30 A mordomia dos talentos Quarta. segundo o seu poder ( o que eu mesmo testifico). lim pai os leprosos.16. e ainda acima do seu poder. 16 nov .8. Jo 3.13 -Ninguém tem m aior amor do que este. de dar alguém a sua vida pelos seus amigos.8 . 3 . pela vontade de Deus.

Ef 3. Ele nos dá a vitória. na plenitude dos tempos e assim o apóstolo nos informa que “Deus prova o seu amor para conosco”.8. Pv 3.7. pois muitas vezes nem sa­ junto a Si. DEV EM OS D A R PARA DEUS Glorificar a Deus. especialmente dignas de nossa foi fortificado na fé por dar glória a Deus.17. SI 30.25.57. tal. que 1. At 17. repartir. uma obrigação. I o caminho triunfante da rendição to­ Tm 6. e. Deus nos dá tudo aquilo que lhe por tudo quanto vem de suas mãos. SI 75. D E V E M O S D A R C O M O D E U S IN T R O D U Ç Ã O Pai.17. Gn A gratidão é um dever primário da 2. Ele nos dá a graça. Mt 3.20. O próprio Jesus nos disse que “ninguém tem maior amor do que es­ te”. I Co 15. é um mandamento.6. c. Os exemplos também são abundantes.1.32. méritos de Jesus Cristo. Is para com o beneficiador. I Jo 4. como resultado de seu amor SI 103. Rm 8.13. consideração: 2. Deus é amor.1.7. pedimos. oferecer. Mesmo sendo o Seu Filho Uni­ completa começa quando “tudo pe< génito.34. I Co criatura para com o Criador.25. Jo 6. causa de sua santidade. A lgum as coisas que Deus nos dá.I Ts 5. Devemos dar glória a Deus. estimulados e ensi­ nados a agradecer a Deus.14. At 17. Devemos dar graças a Deus. a estrada bem-aventurada da 3.COMENTÁRIO A bem-aventurança que estuda­ mos esta semana se relaciona direta­ mente com o exercício da mordomia cristã. Ele nos dâ a força. assim como Ele o faz. I Co 4. Ele nos dá tudo. um sagrado dever de toda criatura. Deus nos quer a nós mesmos pedimos. SI 127.7. por 31.2.47 e finalmente a. Isto é a consagração total da vida.480 vezes. Fie nos dá todas as coisas. Fp 84. Ele nos dá a vida. II. Ele nos dá o sono.20. do beneficiado 3. I.1. Sejamos gratos a Ele por causa de sua bondade. O verbo dar e seus derivados apa­ recem no texto sagrado mais de 1. Ele nos dá muito mais do que tidão. Nossa vitória Deus. Encontramos este mandamento em Ap 14. Em diferentes textos da Escritura 136. por causa pois todas as coisas lhe pertencem. O apóstolo recomendou: paternal e por causa dos excepcionais “Em tudo dai graças”. 27 . A Ele pertencem todas as coi­ sas e a Ele deveremos prestar contas de quantas coisas nos tem tomado despenseiros. Ef 5. Rm 5.18. f. I Cr 16. Você está pronto a se dar a bemos o que efetivamente devemos si mesmo a Deus? pedir.7 e em muitos outros lugares da Bíblia. 7. Deus é o supremo exemplo que sempre haveremos de tomar à medida que formos sendo cheios do Espírito de Deus para também dar. Devemos estar sempre atentos ao fato de que somes filhos e servos de Deus. por 2. Por causa disto Deus “não poupou o Seu próprio Filho”. do agracia­ do para com o doador. c. contribuir. Rm 8. A expressão maior do amor é dar. a partir de Abraão. Mais do que nosso louvor e nossa gra­ b. causa de seu nome. Jesus é a suprema dádiva de perfeita dedicação. a. Jo 15. nas Escrituras.20.29.4.34. d. “Gratidão é a 40. Jo 14. de sua salvação.26. Ele nos dá o mantimento. g. Da mesma forma. Devemos dar-nos a Deus. Jr 4. Dt 8. SI memória do coração”. do servo para com o Senhor. 1.18. Cl 3.11. b.32.25b. Jesus Cristo nos foi dado pelo rante o Senhor estiver”.16. dar é a melhor maneira de ex­ pressarmos o nosso atual e ardente amor para com Ele. Ele nos dá o crescimento. Rm 4.2. SI somos exortados. Considerando-se que a suprema manifestação do amor é precisamente o generoso ato de dar.2.

Cristo é por Ele or­ denada a IR e PREGAR. 2.8. vemos aproveitá-lo com sabedoria e O Evangelho existe para ser crido. res­ Somos participantes de uma nova gatados pelo sangue de Cristo. O apóstolo em uma nova Obra e somos todos co. darei as nações por herança. 90. At 20. Nós so­ 30. Pv 3. Deus não necessita de nosso Deus”. tos anos os missionários que o Senhor A contribuição é parte do culto sa­ proveu para o nosso País.21.15.33. sim.2. Acha que tudo que possui é tam­ IV . e somos exortados a praticá-la. Dt 10. Como filhos de Deus.5. Lc 12. At 5. Devemos dar o nosso dinhei­ mento. Que podemos e que deve­ para conosco? mos dar aos povos sem Deus? 5. pelo ateísmo. Por temunho do Evangelho da graça de exemplo. D E V E M O S D A R P A R A O bém propriedade do Senhor? POVO SEM DEUS 3. Igrejas estão sendo despertadas zação e na visitação. Ag 2. mas o Seu trabalho. A contribuição expressa nossa 1. Ec 5. inteligência. 0 tempo é uma dádiva de Deus e de­ mensagem. Qual a primeira preocupação do gratidão.10 e nos afasta do coisa é dar”. Devemos dar-lhe o nosso tes­ OBRA DE DEUS temunho. Foi maravilhoso receber por mui­ que é Senhor de tudo. SI 118.10. a Deus. Devemos dar o nosso tempo.2. Devemos dar-lhe os nossos Muitas pessoas que estão desper­ diçando seu tempo precisam acordar. não voltam jamais. nos da terra por possessão”. Toda a Igreja de.1. bilidades que Deus tem posto em II Co 9.5.12. 2.1-7. suas mãos? 2. cristão diante dos recursos e possi­ nossa obediência e nossa fé.4. Há alguma relação entre dar e Não há limites para dar. pelo fetichismo Pessoas que dispõem de uma excelen­ e por toda sorte de iniqüidade.15. DEV EM O S D A R PARA A 1.19. M t QUESTIONÁRIO 6.6-10.16.I I I . guardem em um lenço. poluído pela cor­ tempo”. Devemos dar o nosso talento.14.10. dinheiro. I Pe 4. A contribuição glorifi­ mos de que “mais bem-aventurada ca a Deus. Nos primeiros dias da Igreja hou­ te voz devem usá-la no serviço de Deus. Ec 12. Ef 5. Devemos contribuir porque somos continua a dizer: “Pede-me e eu te mordomos de nossos bens materiais.Paulo sentia-se compelido a “dar tes­ responsáveis por seu sucesso. I Tm 6.14. M t 25. todos. temos família e devemos sentir-nos compro­ o testemunho de nossa conversão a metidos com ela. pois este é o seu talento e não ve um grande despertamento missio­ convém que o ponham na areia ou o nário. SI 24. Jo 9. Mc 16. pois depois que se vão. se não ouvi­ que não podemos desperdiçá-lo levia­ rem? E como hão de ouvir. Aleluia! materialismo. mos parte desse magnífico desperta­ 3.em todas as partes do mundo para in­ tensificar o labor missionário.14.8. A evangelização do precisam despertar rapidamente e mundo é o grande desafio para a Igre­ começar a servir a Deus “enquanto é ja do Século XX. tempo de dar. Como Deus provou o Seu amor Filho Jesus. Cl 4. este século coberto de materialismo.24. E nunca nos esqueça­ 1 Co 16. G1 6. Os anos de saúde e vigor devem como parte da preparação final para ser devidamente gastos na evangeli­ o regresso do Noivo. extraída do Evangelho.7. 9. rupção. SI 2. se não namente. Agora é o grado. Por que dar é melhor que receber? 28 . Devemos dar-lhe a nossa 1.24. pois dele também havere­ houver quem pregue? Rm 10. missionários. e os rei­ os quais pertencem. M t 6.19.29. Deus amar? amou o mundo inteiro e lhe deu Seu 4. nosso gozo. É por causa dele que o Senhor ro. mos de prestar contas.9.7a. Atualmente outro avivamento está surgindo na Igreja do Senhor. 3. nunca esquecendo de Mas como hão de crer. nosso amor. Estamos envolvidos repartir com os homens. Ef 5.

26 nov .21 . que me dizia: Escreve: Bemaventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor.Hb 2. não precederemos os que dormem.13. e morreu tam bém o rico.13-16. 27 nov I Co 15. e os que morreram em Cristo ressusci­ tarão primeiro. Lc 16.N ão quero. 23 nov . os que fi­ carmos vivos para a vinda do Senhor. tendo desejo de partir.SI 23. Fp 1. 23 . 16 .22. que sejais ignorantes acerca dos que já dormem. 15 .SI 90.Ec 12.1-12 Terça.51-57 A derrota da Morte Sábado. 22 . assim também aos que em Jesus dormem.Gn 3. diz o Espírito. pois. 28 nov . Leituras Diárias Segunda.M as de ambos os lados estou em aperto. Lc 16. não sei então o que deva escolher.Lição 9 29 Novembro de 1981 ☆ BEM AVENTURADOS OS QUE MORREM NO SENHO ☆ Verdade Prática A felicidade do crente não se resume em ter boa posição social e bens mate­ riais. Fp 1. porque isto é ainda m uito melhor.Porque para m im o viver é Cristo.21-23.13 . Sim. e o morrer é ganho.Porque. que não têm esperança. e estar com Cristo. 24 nov . se o viver na carne me der fruto da m inha obra.M as. “E ouvi uma voz do céu. se cremos que uesus morreu e ressuscitou. 29 . e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão.22 -E aconteceu que o mendigo morreu. mas em ter a consoladora esperança de morrer e ressuscitar em Cristo. como os demais. que nós. e as suas obras os sigam”. irmãos.14-19 O decreto da Morte Q\iarta. porém.4-6 A esperança além da Morte Leitura em Classe I Ts 4.8-15 O vencedor da Morte Sexta. para que não vos entristeçais.1-7 A alegria da Morte A brevidade da vida Quinta. isto pela palavra do Senhor. e com a trombeta de Deus.Dizemo-vos. 25 nov . 14 . I Ts 4. e com voz de arcanjo. e foi sepultado. Deus os tornará a trazer com ele. para que descansem dos seus trabalhos. Ap 14.Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido.

Por outro lado. O ato de pecar é. “a alma que pecar. Tg I.5. MORTO e seus derivados ocorrem mais de 1.13. separação. a Igreja. MORRER. cansado. 13. 1.14.22. expectativa positiva. prefiguran­ do a obra redentora do Messias. II Rs 2. A na­ 2. pro­ veram a redenção ao primeiro casal. Toda a raça humana se tem cur­ vado ao peso sombrio e desalentador dessa lei severa e justa. Enoque. O pecado de Adão causou sua imediata morte espiritual e também o princípio de sua morte física. de posição e de reação no tocante à morte. agora. que será arrebatada ao toque da última trombeta. que foi arrebatado em um redemoinho. as diferentes acepções que a Bíblia oferece a este vocábulo. I Co 15. cujas peles e cujo sangue. foi evitada por Deus. I Co 15. tureza desse decreto é impressionan­ temente clara: é um decreto univer­ sal. sem que jamais pudessem mor­ rer. c. eterno. A Bíblia men­ ciona especificamente 3 categorias de morte. essa morrerá”. Paulo assim se expres­ sou: “Alguns já dormem também”.11. O salário do pecado é a morte. para que não viessem a viver eternamente sob o peso das conseqüências do pe­ cado. A morte sobreveio à raça hu­ mana como um julgamento de Deus sobre o pecado de nossos primeiros pais. Pv 2. Está ordenado aos homens morrerem um a vez. o corpo e alma se separam. a saber: física ou natural.23. 1. Ocorrendo a morte espi­ ritual.18. E a expressão é repetida nos versos 18 e 51. os cristãos fiéis encaram o fenômeno da morte como uma esperança consoladora e uma. a alma se vê separada da co­ munhão com Deus.COMENTÁRIO Uma das grandes e maravilhosas surpresas da vida cristã é a diferença de conceito. Veja-se.23. Paulo aprendeu assim do próprio Jesus. foi também um gesto de graça divinal a expulsão dè Adão e Eva do Jardim do Éden. Hb 9. б. se hou­ vessem tocado e provado da árvore da Estudemos. To­ das as cidades. a alma fica ausente de Deus em senti­ do definitivo. enfermo e depaupera­ do dos nossos primeiros pais. Gn 5. Em Adão todos morreram. Rm 6. sempre. 8.27.6. Jó 30. I Jo 3. O significado primário de morte nas Escrituras envolve as idéias de ausência.4.25. 16.52. Gn 3.15.24. 5. Ao falar dos crentes que foram testemunhas da morte do Senhor Jesus e já me ha­ viam morrido. uma inclinação para a morte. perfazendo assim um total de 52 livros. com a oferta de uma solução perfeita e maravilhosa.10. Como haveria de ser o corpo so­ frido. Na morte eterna. e 21 do NT. As palavras MORTE. Pv 11. Por uma sentença do Criador. Com a morte física. 15. II Co 7. II. O R IG E M D A M O RT E IN T R O D U Ç Ã O vida.14.12.22. Morte e pecado andam jun­ tos ao longo das páginas da Bíblia. Elias. 21. sendo.10. Adão não foi eternamente destruí­ do porque a graça de Deus se mani­ festou admiravelmente em seu favor. Ao contrário dos que “não têm es­ perança”. que disse a respeito da morte e ressurreição de Lázaro: . I. 7. I Co 15. es­ piritual e eterna.290 vezes no texto sagrado. e assim se cumpre a palavra do patriarca Jó: “Porque eu sei que me levarão ã mor­ te e à casa do ajuntamento destinada a todos os viventes”. 14. aquilo que poderia ser a tragédia maior.19. por exemplo. I Ts 4.27.6. A morte é um sono. sendo que 31 livros do AT os mencio­ nam. Assim. A Bíblia men­ ciona exclusivamente 3 exceções: а. A D E F IN IÇ Ã O D E M O RT E 3. Ez 18. que foi transladado. porquanto as Escrituras afirmam que são “bemaventurados os que morrem no Se­ nhor”.36. A universalidade do decreto da morte é facilmente comprovável. vilas e povoados deste mundo têm seus cemitérios. provendo o sacrifício de um animal.

Hoje à noite prega­ com Deus. A morte é um inim igo. II Tm para descansar às 10 horas.6). e também amanhã culo a uma experiência contínua de pela manhã. Depois viajarei até Tewimortalidade nesta vida.14. mas rada uma tragédia e certamente ele vou despertá-lo do sono”. A morte é o grande obstá­ ria em Gloucester. Fp 1. Senhor. A morte é um lucro. dos que vivem sepa­ provar o fruto e o fez. viver em santidade. A morte para o cristão oferece ria”. e por causa da honra que lhe quatro palavras: “E. Jo Martin. por ela mesma será guarda­ 7. os quais se diluem no pó. Â morte é um a herança. para estar com 3. Adão fora do Senhor é a morte de seus SAN­ avisado por Dsus de que não deveria TOS. Não há verdadeiro prazer nesta dar-me-ia a meu Pai celestial. Significa morrer na mesma fé bém. encomen­ 4. Gn tar em perfeita comunhão com o Se­ 2. Rm 5.17. morrer é lucro é vantagem.13) e cos. Ec 12. A morte de Estêvão causa da glória que existe depois da propriamente dita é descrita com morte. ao ocorrer o fenômeno modo existem duas maneiras de mor­ da morte. tendo dito isto.16a. de igual pó e em pó. Ela foi o resultado de um ato de nhor.60. E continua ao longo do ele. se soubesse que morreria à meia10. Ela não deu: “Da mesma maneira como te­ faz parte da vida de comunhão eterna nho programado.46). Essa idéia de sono aplicada à mor­ vés de pesados sofrimentos ou tortu­ te está na Bíblia desde o Pentateuco. adormeceu”. pois seu corpo é literal­ Assim como existem dois cami­ mente composto de elementos quími­ nhos (SI 1. Hb 12. o ensejo de partir.8. oraria com a família. 2.11. Os crentes somos exortados a vez que o homem expira. Jo 11. Certa vez Faraó reconheceu que a morte é perguntaram a João Wesley o que fa­ uma penalidade para o pecado. noite do dia seguinte. E assim como a rados para Ele.12. tão cheia de atribulações e des­ çaria a dormir. morrer 3. 14. I Co 11. e ele respon­ 5.29. Gn 3. me retiraria 6.24. II Co 5. É a viagem sem re­ torno. Ela se toma efetiva cada cado. É umano Senhor? herança que procede de Adão e tem 1.“Lázaro. o nosso amigo. causaria poder morrer para glorificar o Senhor Jesus. 4. Mas o apóstolo afirma que para Dt 31. em novidade de vida. com o dois destinos (Mt 25. . semente do pecado passou a cada Rm 6.5. pois o que é precioso aos olhos desobediência consciente. a semente da morte tam­ 2. ra. A ciência comprova a I I I . então. e despertaria em gló­ gostos. Significa não morrer em pe­ sido transmitida a todos os homens.7. principal­ mente se viesse a ser uma morte atra­ Leia-se também M t 9. mas ela é um inimigo que afinal pois pousaria em casa de meu amigo será completamente vencido. S ig nifica m orrer confiante Cristo. pregaria pela tarde e esta­ inimiga de Cristo porque Cristo é a ria na reunião de obreiros à noite. duas portas (Mt 7. tudo faria para evitá-la. SI 116. que me espera. A morte é a volta ao pó. dorme.8. SI 104.6. conversaria e 11. Êx ria. criatura. ocasião em que Deus “lhe rer no Senhor. A outra é morrer sem o tira a respiração”. que leva ao verdadeiro porto unicamente nos méritos de Jesus. SI 51.19.21. No momento de nossa morte devemos es­ 35.25. que se cultivou em vida.29.26. Quem morre descansado na obra da seguro. O S IG N IF IC A D O D E M O R ­ informação bíblica de que o homem R E R N O S E N H O R proveio do pó. De­ vida. Gn 25. A morte é um a punição.6. Que significa.4. redenção. At 7. come­ vida. do e protegido durante a travessia Os inimigos da fé pregavam que a desse mui escuro túnel e ainda por ela morte de Paulo seria por ele conside­ despertará na aurora maravilhosa da 31 . por texto sagrado. A morte é um a partida.17.15. A morte é kestbury.

7.3. o imediato e o remoto. b. e. morte espiritual e morte eterna .comunhão perpétua com Cristo. M t 11. Encontramos diferentes tipos de descanso na Bíblia.10. das tribulações e das dores e ça da vida futura. das as criaturas que sofrem no m un­ do. “por­ Deus de que Ele domina efetivamen­ que somos feitura sua. Por que muitas pessoas têm medo da morte? 3. do advoga­ ressuscitar é um privilégio que os do. e temos saudade dele. isto é. Para o cristão que morre no Se­ nhor. qual o significado da mo*-te física? 2. Para que suas obras os si­ todos sabem.29.5. o descanso do Milênio.7. antes do arrebatamento e transfor­ mação dos crentes que estiverem vi­ vos no dia do Senhor. É bom trabalhar para o Senhor mente feliz. As obras do escultor. fruto de promessas pessoais mo na terra. Em segundo lu ­ gar. pois esta é a primeira ressurreição. e esse dia está chegando. Is 14. Ec 12. I Tm 6. Porque o homem “se vai â sua eterna morada”. 3. Hb 10. Deus tem essa palavra. alta­ gam. do professor. A morte não é o filho de Deus.13 é o glorioso descanso que se se­ gue a esta vida de tormentos. Também vere­ mos os exércitos de anjos e veremos ainda a formosura sem par da Sião celestial. estas o seguem. Gn 2. na fé que produz obediência total. P O R Q U E S Ã O B E M . Vamos men­ cionar alguns: a. e o au­ I V . Depois veremos os amados que foram antes de nós. 2. Js 21. e é uma las” . as quais Deus últim a palavra sobre a vida do cren­ preparou para que andássemos ne­ te.14. todas estas findam aqui mes­ Bíblia. do pescador. palavra de vidas. do mu crentes alcançaram nas páginas da sicista. A vantagem de morrer no Senhor resulta na vantagem de ressuscitar primeiro. f. A morte não tem a sus para as boas obras. do construtor. o descanso da Criação. as mais desgraçadas são as que não têm esperança. A palavra bem-aventurado. porque as obras nos hão 1. mas isto findará um dia. c. após a fim. significa ditoso. o descanso da alma. O sentido imediato é que os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro. Todos nós somos tenta­ dos.7. Mas o descanso a que se reíere Ap 14. Dê o significado de morte física. I Ts 4. Morrer no Senhor significa descansar para sempre das 4. A esperança de do pintor. Mas as obras do genuíno de Deus ao Seu povo. primeiro. Porque hão de ressuscitar de seguir. Por que a Bíblia reserva Jesus. tos sem Cristo. SI 116. Esta expressão tem dois sentidos. Significa morrer na esperan­ fadigas. o descanso da Consciência. em Seu próprio lar. Para o crente. o descanso de Israel. No céu veremos primeiramente a pessoa augusta e gloriosa do Senhor Jesus. De to­ tentações a que estamos sujeitos pre­ sentemente. Ef 2. Na verdade.2. Ap 20. criado^em Je­ te sobre a morte. A ressurreição é uma garantia de morte e por toda a eternidade. Quem assim morre. na comunhão com o Cristo Eterno. Qual o significado de morrer em Cristo? 4.44. o céu é o nosso verdadeiro lar. a morte tem um sentido de uma volta ao iar.16b.12. Tudo no céu naturalmente tem por centro a pessoa de Cristo. O que as Escrituras afirmam sobre os que morrem no Senhor? 5.tor do livro especifica claramente AVENTURADOS OS QUE M O R ­ DESCANSEM DOS SEUS traba­ REM NO SENHOR? lhos. Porque nunca roais serão afli­ gidos e tentados. Porque entrarão em seu des­ canso. o descanso da Igreja. Ê bom possuir uma fé robusta tal adjetivo aps que morrem no Se­ que se revela em obras aceitáveis nhor? diante de Deus. significa que os mortos em Cristo ressuscitarão mil anos antes dos mor­ QUESTIONÁRIO 1. mor­ re no Senhor. como 4. d.

Ap 1. para que mais não engane as nações.1-4 O Corpo da Ressurreição Sexta. e pela palavra de Deus.Lição 10 6 Dezembro de 1981 ☆ BEM AVENTURADO O QUE TEM PARTE NA PRIMEIRA RESSURREIÇÃO ☆ Os salvos que tomarem parte na Primeira Ressurreição terão o privilégio de reinar os mil anos com Cristo e escapar do juízo final. e não receberam o sinal em suas testas nem em suas mãos. 5 -Mas os outros mortos não reviveram. sobre estes não tem poder a segunda morte.I Co 15. e foi-lhes dado o poder de julgar. Ap 20. mas todos seremos transformados. até que os mil anos se acabem. e reinaram com Cristo durante mil anos. I Co 15.14-18 A glória da ressurreição Leitura em Classe Ap 20. até que os mil anos se acaba­ ram. mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo. 30 nov .1-4 A« testemunhas da Ressurreição Quarta. e reinarão com ele m il anos. E depois im­ porta que seja solto por um pouco de tempo. e pôs selo sobre ele. e vi­ veram.1-7 A importância da ressurreição Quinta.1-6. 2 dez . Verdade Prática Texteyítvreo “Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na pri­ meira ressurreição. I Co 15.20-23 A ordem da ressurreição Sábado. sobre estes não tem poder a segunda morte. e assentaram-se sobre eles. nem a sua imagem. e reinarão com. e ali o encerrou. 1 dez . e que não adoraram a besta.Ef 2. Ap 20. 5 dez . 33 . 4 -E vi tronos. 2 -»Ele prendeu o dragão. e vi as almas daqueles que foram degolados pelo testemunho de Jesus. e amarrou-o por mil anos.II Co 5. Ele mil anos”.I Ts 4. 3 -E lançou-o no abismo.51 -Eis aqui vos digo um' mistério: Na verdade.13-17 A esperança da ressurreição Terça. a antiga serpente. nem todos dor® miremos.51-54.6. 3 dez .1 -E vi descer do céu um anjo. Esta é a primeira ressurreição. que é o Diabo e Satanás. 4 dez . que tinha a chava do abismo. 6 -Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressur­ reição. mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo. LEITURAS DIÁRIAS Segunda. e uma grande cadeia na sua mão.I Co 15.

devemos avaliar a grandeza sobre 2 tipos de ressurreição: da vida desse tema. voltará. Deus oferece uma FONTE dulidade nesta vida. porque a trombeta soará. físi­ gratórias se deixam conduzir pelo ins­ ca e corporal. Lc 14.19. I Co 15. por sua ordem”. A natureza.36. o crente saído por morte. fê-lo Todos os crentes crêem que have­ superior aos animais. e os mortos ressuscitarão incorruptíveis. Mt 12.40. Faremos bem em 4. João ressurreição dos justos.19-29 e I Co 15. também chamda de inesgotável. entâo cumprir-se-á a pala­ vra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória.19.54. a e Paulo são os que mais abordam o melhor ressurreição. Quem Desde Gênesis até Apocalipse le­ pode criar o mundo do nada. Em Jo 5. nismo repousa sobre estes 3 inegáveis muito mais a alma aspira a vida fatos: Cristo morreu. quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade. Através de Sua sabedoria.1. Na ressurreição da condenação a 6. 54 -E. no ventre do peixe.12. A certeza.8. que ele começou a ex­ versal quanto a morte. Deus ordenou aos escritores do AT I . A ressurreição é uma doutrina ca­ b. COMENTÁRIO INTRODUÇÃO a. Jr 1.13. De todos os escritores do NT. e pó. ressuscitou e imortal e incorruptível. c. O período em que Jonas passou literal para cada indivíduo. A garantia. 3.14. de igual modo existem res­ lhor entendida tendo em vista: surreições física e espiritual. Hb 11. e uma fonte absolutamente ra ressurreição. :S4 . Deus mesmo nos quiel. Se as aves mi­ rá uma ressurreição. Hoje. Ez 37. num abrir e fechar de olhos. Is nos escritos apostólicos.52 -Num momento. O ensino geral da Escritura é que ressurreição é uma realidade decreta­ da por Deus para cada ser humano todos deverão ressuscitar. pital na Bíblia. como 26. Jo 3. garante que haverá uma ressurreição b. Quando Deus criou o homem. Através do Seu poder. Será literal.35. A certeza de ressurreição está as­ perimentar quando recebeu a Cristo sociada à certeza de vida eterna. pode mos a respeito da existência da vida ressuscitar corpos reduzidos a cinzas após a morte. A Bíblia nos garante que a ressurreição é um fato tão uni­ toma posse da plenitude das riquezas da vida eterna.14. SI 110. tèma ressurreição.13.16. A Assim como existem morte física e ressurreição pode ser estudada e me­ espiritual. A ressurreição da vida é a primei­ de vida.40. A experiência de e da condenação. Os ossos secos da visão de Eze2. A maioria dos en­ observar cuidadosamente textos sinos básicos pode se entender melhor como Jo 5. A estrutura do Cristia­ tinto natural de volta ao seu habitat.” Mais do que um TEMPO todas as conseqüências de sua incre­ de vida. Jo por fé. à luz das figuras expostas no AT. Na ressurreição da vida. e nós seremos transformados. ante a última trombe­ ta.29 lemos então. É claro que REIÇÃO A mensagem da ressurreição foi nenhuma das palavras de Deus ficará um tema relevante nas pregações e por se cumprir. e isto que é mortal se revestir da imortalidade. 53 -Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorrupti­ bilidade. Os 13. “mas cada que haja vivido na terra e dela haja um. At 26. 1. “A expressão vida eterna é muito mais qualitativa do que quan­ criatura passa a sofrer integralmente titativa. a. Através de Sua fidelidade. O emblema. Dn 12. e que isto que é mortal se revista da imortalidade. A DOUTRINA DA RESSUR­ que inserissem no texto sagrado a promessa de ressurreição.

2. Vejamos 7 casos relacionados em 3. Ê a imagem 9. 7) a criação de do Egito. O homem semiltado no sepul­ 1.12.14.4. As testemunhas oculares. Vamos mencioná-los: 1) a admirável “operação de guerra”. Jo 11.4-8. I Co corpo da ressurreição: Lc 24.20. Jo 2. 2) a criação do qual farão parte a trombeta de Deus.8-10. Ap 1. II Rs 13.20. A primeira ressurrei­ cro do profeta. prepreciosa da ressurreição.24. da qual saiu vivo. efe­ surreição. 5 . mas se morrer. I Co A ressurreição de Cristo é um dos 15. e vi­ da vida. havendo ressusci­ da morte como Espírito vivificante. se acaba. Rm 6. d. At 9. se nâo morrer. M t 9. Jo 12.20. A morte não poderia detêlo. Jo 20. a de Doador de vida.25.18. A RESSURREIÇÃO DE CRIS.c.22. Aquele que morrera voltou à verá para sempre. A P R IM E IR A R E SSU RR EI­ 4.27. Predições feitas pelo próprio e. Com a ressurreição de Cristo. A semente plantada. SP 118.9.16-18. Lc muito fruto. de retorno a esta vida. Ele é senhor da vida e Pai tivamente. Fp 2. mundo material. O testemunho do túmulo va­ zio. Fp 3.1-4.21.12.16. A maneira.40. NÃO PODE MAIS MORRER. Jo 11. bem antes do grande trono branco. ajudam-nos a entender como será o 4. 7 maiores atos de poder divino na A primeira ressurreição será uma História. O filho da viúva de Naim. Fp discípulos encontraram um novo go­ 3. Lc primeira ressurreição precederá o tri­ 7. na verdade. Mc 8.31.20-23.22-24. II Rs IV. pois Ele se levantou Jesus Cristo. logo. EXEM PLO DE R E SSU RREI­ disposição para servir a Deus. A filha de Jairo. a voz de arcanjo. Êutico.22. também.21. Profecia sobre a Sua ressur­ lembra o renascer triunfante das vi­ das humanas na aurora bendita da reição: SI 16. portanto. como milagre Co 15. reversões da morte.45. A ressurreição de Cristo. um forte alarido e a 35 . A ressurreição de Cristo é um fato mesma esfera de existência ocupada que o projeta universalmente como o antes. Ef 1. I ambos os Testamentos.6.20. A época. Dorcas. I Co 15.23. At 2. ção ocorrerá antes do milênio.39. Is 9. Mt 12. I Co 15. 4) a morte de Cristo. rumo ao palácio 5) a ressurreição de Cristo. 6. como reve­ ÇÃO Temos aprendido na Bíblia que os lada nas Escrituras. At 4. As passagens abaixo Mt 28. bunal de Cristo e as bodas do Cordei­ 5. 6) a se­ gunda vinda de Cristo. At 20. Leia-se. At 2. A 4. dá Cristo. Jo 1.44. ÇÃO 2. foram.20. Será o des­ TO pertar do longo sono. 1. para que ressuscitem.0 corpo.8. incluindo o homem.24. da criação dos anjos. imortal e incorruptí­ ser a realização do propósito do Pai vel. 1. ram restaurações à condição anterior Ele não morrerá jamais. nos impele a en­ casos de ressurreição já havidos. 3.38-40.10. A natureza de Cristo. ressurreição.21. é a suprema garantia de nossa própria e pessoal ressurreição.21. ro. além de Ao ressuscitar.3.vos. Não se comparam.25-31. novos céus e nova terra. Cl 2. que ressuscitou ao terceiro dia dará poder aos corpos mortos de Seus ser­ III.11.9-12. Fp de I Tm 6. Jo 14.32-37. zo.19-21. que. um corpo adaptado à descrição para exaltar o Filho. fo­ da eternidade. Co 15. I tado. uma nova inspiração e uma nova II. Ele tornou-se as primícias. O mesmo Jesus 7. Jo 15. Lázaro. O nascer do sol a cada dia. II Co 5. va. 2. Jesus recebeu um corpo glorioso. Tais ressurreições.42-54. O filho da sunamita. 3. Josi( do Egito levado para a co­ 3} a encarnação. Rm 6.9-11.4. e em tender a exigência moral de sua res­ sérias páginas registradas. os 20. Hb 13.

O júbilo.9. tendo de morrer antes do arrebata­ mento. Os privilégios. Eles estarão vendo o renascer glorioso de seus cor­ pos. Quais os escritores do Novo Testa­ mento que mais abordam o tema ressurreição? 3. Com este júbilo.52. sejamos dignos de tomar par­ te na Primeira Ressurreição. Será incomparável o júbilo dos fiéis.20.& virtude do Espírito de Cristo. I Ts 4.8-11.10. para que. Ap 20.5. Fp 3. Amém.35. res­ suscitarão PRIMEIRO. o júbilo do fi­ lho pródigo que entra na casa pater­ nal . UM TRATAMENTO ESPECIAL • A CPAD adquiriu recentemente moderno equipamento endereçador eletro-mecânico. Quais são eles? 6. Q U E S T IO N Á R IO 1. pelo fato de ser o primeiro a receber os periódicos. convidados a entrar no reino da imortalidade e da incorruptibilidade. O privilégio da prioridade. Os fiéis que tiverem morrido em Cristo tomarão parte na primeira ou segunda ressurreição? 4. I Jo 3. Ap 5.40. será Da­ niel saindo da cova para o palácio. b. pois reinarão com Cristo.eterna. M t 25. que se tornou as primícias dos que dormem. Is 26. os santos entoa­ rão o cântico de Moisés e do Cordeiro. Chegamos a Canaã. no dia da primeira ressurreição. depois de Sua ressurreição. A ressurreição pessoal de Jesus.10. O Mar Vermelho e o Jordão da morte foram transpostos. • O assinante recebe ainda em primeira mão. c. • O assinante. que houverem morri­ do no Senhor. I Ts 4.16. Dois grandes eventos terão lugar no céu após o arrebatamento da Igre­ ja. I Co 15.13. Que o Senhor nos ajude a sermos fiéis ao seu nome. Cl 1.16. à sua Palavra. pois a segunda morte não terá poder sobre eles. I Co 15. à sua vontade e à sua Igreja. Será como José saindo da prisão para se encontrar com o rei. no rapto. e vê que todos “come­ e çam a alegrar-se”. ou preende 3 estágios. denominado Scriptom atic. durante a Grande Tribula­ ção. Será o júbilo da noiva que se encontra com o esposo. M t 27. I Ts 4. c. A ressurreição dos santos da Igreja. Rm 8.18. a.4.13. 3. Que significa ressurreição dos jus­ tos? 5. informações dos lançamentos e planos editoriais da CPAD. Ap 14. com o qual atende prioritariamente todos os seus milhares de assinantes. Lc 20.39. 4. Qual a diferença entre ressurreição para a vida e ressurreição para a condenação? 2. Lc 15. na segunda ressurreição? AGORA O ASSINANTE RECEBE . Os participan­ tes da primeira ressurreição gozarão singularmente de 3 privilégios. O privilégio da autoridade. e que se fez acompanhar de santos que tam­ bém ressuscitaram.53. a saber: seja. Jo 5. a.19. b. . espiritual e eterno.44.22. A primeira ressurreição com­ gará os homens após o Milênio. O terror da segunda morte será literal. I Co 15.11. Os santos que morrerem como mártires. Os que to­ marão parte na primeira ressurreição não serão sujeitos a ela porque serão semelhantes a Cristo. é também o primeiro a enriquecer a sua alma com o edificante conteúdo da mais sadia literatura cristã. O privilégio da imunidade.22. Que nome tem o tribunal que jul­ 5.

temos aprendido a conhe. 91 . e guardam as coisas que nela estão escri­ tas.II Tm 3. Na aproximadamente 40 autores.período de 1. 94 . amar.89-Para sempre. O povo evangélico tem sido iden. A 37 .89-96 SI 119. 93 -Nunca me esquecerei dos teus preceitos. Ap 1. e firme permanece. obedecer e guardar a É o livro mais impresso. 90 A tua fidelidade estende-se de geração a geração.escritos sob inspiração divina por tificado como o povo do Livro. certo de poder contar a cada instante com o cumprimento das infalíveis promessas nela contidas. mas eu atentarei para os teus testemunhos. 10 dez .Sou teu.L i ç ã O 11 y 13 Dezembro de 1981 BEM AVENTURADO O QUE GUARDA A PALAVRA DE DEUS ☆ Verdade Prática Aquele que guarda a Palavra de Deus em seu coração permanece impertur­ bável.16-21 A inspiração da Palavra de Deus Sexta. e os que ouvem as pala­ vras desta profecia. mais lido e Bíblia Sagrada.SI 19. 11 dez .7-14 A excelência ãa Palavra de Deus Terça 8 dez . mas o teu mandamento é amplíssimo. cer. salva-me.169-176 Buscando a Palavra de Deus Leitura em Classe SI 119.SI 119. há muito que teria perecido na minha angústia. mais difundido em todo o mundo.II Pe 1.Os ímpios me esperam para me destruírem. 92 . porque todas as coisas te obedecem. 12 dez . tudo se mantem até hoje.7-14 A natureza da Palavra de Deus Quinta.12-17 O efeito da Palavra de Deus Sábado. a tua palavra permanece no céu.Conforme o que ordenaste. Leituras diárias Segunda. o Livro dos livros. ¥êxto0ivm “Bem-aventurado aquele que lê. 96 -A toda a perfeição vi limite. 9 dez .1-8 Obedecendo a Palavra de Deus Quarta.SI 119.SI 119. pois tenho buscado os teus preceitos.Se a tua lei não fora toda a minha recreação. tu firmaste a ter­ ra. em um verdade. pois por eles me tens vivi­ ficado. ó Senhor.3. COMENTÁRIO INTRODUÇÃO A Bíblia se constitui de 66 livros. 7 dez . 95 . porque o tempo está próximo”.600 anos mais ou menos.

Mc 7. mas somente um é divino. a Bíblia é o único livro de que dis­ pomos em todas as bibliotecas. em seu conteúdo.17. Jo 14.16. em 53 línguas.3. Rm 1. SI 119.2. purificada sete vezes. ela permanece para sempre.11. sem cessar. que é a luz do mundo. Atualmente. Na luz de Cristo ele alcança a luz de sua salvação.12. Jo 14. esgota­ do ou destruído.29. O testemunho da inspiração da Bíblia é exaustivo em suas próprias páginas. e ainda que céu e terra venham a pas­ sar. no Século XVIII. por ser ela a Pa­ lavra de Deus.22. 1. Na verda­ de. Sem tal re­ velação o homem permanece nas tre­ vas mais completas. a essência da verdade.35. É a Palavra de luz. Jo 17. que somos salvos. é um poder sal­ vador. e muitos ditos sagrados. a personificação da verdade. o redentor dos homens.16.19-21. o testemu­ nho do próprio Cristo. em 1. SI 119. Podemos destacar o teste­ munho de Davi. G1 3. Embora para os ímpios tudo o que a Bíblia afirma pa­ reça loucura. no Século XVII. Na oração sacerdotal. de origem divina. é o poder de Deus”.89. II Pe 1.25. Jo 15. 2.14. Ela apresenta o Espírito Santo.6.12.35. SI 33.12. A N A T U R EZA D A PA L A V R A DE DEUS A Bíblia é um livro original em sua forma. especialmente o de sua própria salva­ ção. £ a Palavra da Verdade. o testemunho de Pedro. pois disso testemunhou o próprio Senhor Jesus. Jr 23. Os ho­ mens se esmeram e se digladiam à procura da força. não tira de sua boca a palavra da verdade. Espírito de verdade. Além de todas estas traduções na terra. O Evangelho é a de­ monstração do poder divino. em 567. o cen­ tro dos quais é a pessoa de Jesus Cris­ to. Ela re­ vela Jesus Cristo. em 61 línguas. Existem muitos livros religiosos. em 40 línguas. É a Palavra eterna e im u tá­ vel. infalível e completo. SI 119. no Século X IX . tão pura que purifica o caminho de quem a busca. As Escrituras contêm o mais ele­ vado padrão de verdade. o testemunho de Paulo.Bíblia contém 2 Testamentos. que suas palavras foram da­ .118 línguas. Ele possui um poder 38 de penetração que não tem igual no mundo. a Bíblia. Cada livro testemunha de outro livro.140. No Século XVI. I Co 1. Existem muitas razões que justificam tal atitude. I Pe 1. Rm 3.17. I Cr 28. Hb 4. A Bíblia é a revelação do plano de Deus para a re­ denção da humanidade. em suaorigem e em seu propósito. Graças a Deus pelo poder de Sua Pa­ lavra! 4.18. Sua origem divina. é acessível a todas as gerações. È a Palavra de poder. 3. Ali­ nhemos algumas. Jo 10. Feliz a pessoa que. II . Os profetas mencionam. pois é como prata refinada em forno de barro. Na luz da Palavra de Deus o pecador encontra a luz de Cristo. mas a Bíblia perma­ nece. Até a metade do Século X X .19. à semelhánça do salmista.1. R A Z O E S P A R A G U A R D A R A PALAVRA Constitui um dever de cada cris­ tão guardar em seu coração os ensina­ mentos da Palavra. no tocante a to­ dos os assuntos de ordem espiritual. O ho­ mem sincero ama a Palavra de Deus por causa de sua pureza. cada vez mais procurada e cada vez mais utilizada.600 línguas e dialetos. Milhões de livros têm sido escri­ tos e milhões se têm perdido. II Tm 3.6. A lição desta semana trata da importância de guardar a Bíblia. à medida que projeta a Pessoa de Cristo.13. SI 119. 1. Jesus rogou ao Pai que santificasse o Seu povo em Sua Palavra.43. Jo 8.8. vede ressaltar que ela permane­ ce para sempre no céu. I . A Bíblia ilumina. de um martelo demolidor. a Bíblia já está traduzida em cerca de 1. É a Palavra de pureza. Jr 5. Mt 24. I Pe 1. O poder do Evangelho é como de uma chama devoradora. Pedro afirmou que as almas são purificadas quando obedecem a verdade. 5. II Sm 23. SI 12. na verdade “para nós. e assim todos consubstanciam e reproduzem a verdade.9.

tem uma só preocupa­ ção. para os líderes e para os pregadores. conduzir o homem a Deus. Fp 3. os ouvidos não têm o que ou­ vir. Rm 5. por causa da Pala­ vra. que haja ofertas. em epocas remotas. Onde quer que se ame. O pecado não encontra lugar. Jo 14. Mc 16.93. Noé amou a Deus e guardou toda a Sua Palavra. Esta é uma responsabilida­ de para as igrejas. Cristo. então preguemos A PALAVRA.11. que Ele apresenta à Igreja como “espada do Espírito”. Posto que o Se­ nhor confirma A PALAVRA. Em muitos lugares atualmente o despertamento está se apagando. Ele faz com que se­ jam ricamente recompensados os que guardam a mesma Palavra. dar felicidade ao homem. e o que GUARDA”. o céu. “Está escrito” é uma marca registrada da inspiração divina nas páginas da Bíblia. Moisés amava a Deus e construiu o tabernáculo conforme o modelo. I II . estamos em guerra. a do amor de Deus.7.20. se­ gundo a Palavra do Senhor. Sem a Bíblia os pregadores não têm o que pregar.16. como fizeram os apóstolos. que havia guardado a palavra da paciência do Senhor. At 5. sim. Já o salmista. se retirar­ m os. Ele quer confirmá-la perante os olhos dos homens. Jo 3.a Palavra. 4.3. por falta da Palavra. e da mes­ ma sorte os filhos de Israel. tal como alimentamos o nosso corpo. O Senhor confirma a Pala­ vra. Guardar a Palavra é prova de amor. que haja testemunhos.. Ef 6. 2.10. o coração não tem como se dirigir.42. o pecadô? não permanece. se esquecermos a Palavra.28. Este versículo reflete simulta­ neamente o poder protetor da Pala­ vra e fidelidade absoluta do Senhor.10.43.8. A prova de nosso amor para com Ele está em guardarmos a Sua Palavra.13. A Bíblia tem a característica singular de ser um livro que vivifica. 5.23. Rx 39. A bem-aventurança tríplice com que se abre o livro do Apocalipse chama a atençãí» para as três fases de contato com as Escrituras: “Bem-aventurado o que LÊ. Irmãos amados. tem um só conselho. Ele é nosso alimento e fonte de vida. 3. Se abandonarmos a Palavra. não es­ queçamos a Palavra! Jesus triunfou sobre Satanás no deserto com as cé­ lebres palavras “ESTÁ ESCRITO”. SI 19. Não podemos provar a Deus o nosso amor da mesma manei­ ra como Ele nos tem provado. tem um só Salva­ dor. que vai confirmar o Senhor? No tempo de Josias houve um despertamento. Mt 4. Deus não quer que Sua Palavra seja apenas pregada. mas que não falte a Palavra. Esta é a razão que nos impede de esquecer tudo quanto lemos na Bíblia.4. SI 119.das pelo Senhor. Ela é nosso manual. A pro­ va de Seu amor está em que Eíe nos deu Seu Filho para morrer por nós.4. Ap 1.20. O pecado e a Palavra de Deus são ir­ reconciliáveis. Ap 3. e um só prazer. 1. 2. fazendo uso da Palavra. Mt 4. 3. Esta foi a excepcional promessa dada pelo Senhor ao anjo da igreja em Filadélfia. A Igreja Primitiva avançou assus­ tadoramente porque o Senhor estava presente para confirmar a Palavra. os compositores não têm o que compor. a Palavra que o Senhor confirma. Precisamos lê-la diariamente.4. O inimigo é vencido. Mt 11. Jr 1. pregue e pratique a Palavra. Que haja hinos. preci­ samos também nos dedicar a ela e à oração. os coros não têm o que cantar. Quem a guarda.22. será guarda­ do.. ex­ clama: “A minha alma está pegada ao pó. construindo a arca tal como Deus lhe ordenara.12. O coração sensível ao 39 . pois ela é a Palavra saída da boca de Deus. A Bíblia tem uma só direção. Deus tem estabelecido que o Seu povo lutará contra o Adversário. Lc 15. RESULTADOS DE GU AR­ DAR A PALAVRA Da mesma maneira como Deus veia sobre Sua Palavra para a fazer cumprir. nada mais que ela. o que OUVE. tem uma só história.29. At 6. Gn 6. Não ensarilhemos as armas.17. Ec 12. vivifica-me segundo a tua pa­ lavra” . Para que estejamos aptos a pregar a Palavra. temer a Deus e obedecer-lhe.7.

Quando lemos a Bíblia. no exterior ou dentro do país. Israel foi exortado a guardar as palavras de Deus.527 vezes e o Novo. Por que podemos afirmar que os es­ critores da Bíblia registraram uni­ está em Jesus. A obra m issionária é incre­ mentada. Dt 3. A identidade da Palavra 4. assembléias.12. A identidade de Jesus está na Palavra. Vejamos isto em tex­ camente a verdade? tos paralelos. V.28. A última oração da Bíblia é o tes­ temunho da esperança da Noiva: “0ra vem. senado e forum”. Hb 4. estamos reabastecendo o nos­ so coração com a chama da esperança bem-aventurada: ELE VOLTARA. Tal foi o impulso missionário dos primeiros séculos. I Jo 3. Q U E S T IO N Á R IO Bíblia e quantos autores. I 6. "Está escrito”? 2. SI 119. tomou-se o su­ lim entada. atuaram nela? pessoa tem por Jesus através do amor que a mesma pessoa demonstra pela 3. Hb 1. J E S U S E A P A L A V R A SE 1.9. Jesus e a Bíblia estão isentos sa por três verbos. Chegando a este mundo como ho­ mem. Jo 8. Os que observam a B íb lia e Jesus são abençoados. tantas vezes encontrada na Bíblia. Jesus e a Bíblia sáo eternos. Pv 30. Jo 14. Hb 13. Quando rejeitava a palavra. 2.23. não aceita o pecado. Por haver guardado a Palavra. Jo 14. Gn 18.10. e contudo constituímos a maior parte de vossas cidades. tribos. Novos rumos foram imprimidos à marcha do mun­ do. para a glória de Deus. Jesus e a B íb lia são a própria 6. Jesus e a Bíblia expressam a 5.20.3. o Espí­ rito testifica de Sua volta. Jo 17. refere à vinda de Jesus cerca de 1. At 3. Assim. mu­ nicípios. Os 8. 4. O Evangelho mar­ cou sua influência e alterou o curso da civilização de então. O cora­ ção sensível à Palavra.12. Jesus disse que os que guarda­ rem os seus ensinos também serão seus amigos. Os que es­ condem a Palavra em seu coração se abstêm do pecado. mente de Deus.8. aproxi­ Podemos avaliar o amor que uma madamente. Quais são estes? de pecado. Ap 22.8.19. 5.19.14. Os sinais falam de Sua volta.17. 7. Senhor Jesus”.nho. campos. Jesus e a B íb lia são a própria luz.11. Abraão foi exortado por Deus a guardar a Palavra e ordená-la à sua posteridade. De quantos livros se constitui a . Êx 19. O D E V E R D E G U A R D A R A PALAVRA 1.7.23. há de resultar em no­ vas conversões. A obra missionária. A crise que assola o mundo de nossos dias não tem outra solução a não ser a mensagem do Evangelho. vinha um fracasso para toda a nação. Lendo Ap 1.' Quando Israel obedecia. Qual o tema central de toda a Bíblia? Palavra.5. 1. vida.6. castelos. 4. a Palavra proclama a Sua volta.12. em sua Apologia. Josué foi exortado a viver conforme a lei do Senhor. O que é a Bíblia? ID E N T IF IC A M M U TU AM EN T E 2. As­ sim se expressou ele: “Somos de on­ tem. expres­ 3.pecado. Abraão foi cha­ mado na Bíblia de “amigo de Deus” . Que ênfase denota a expressão. e introduziu o povo na Terra prometi­ da. não aceita a Palavra. está entre os que se mantém fiéis à Palavra de Deus? Que assim seja. 40 IV . Lc 11.5. Jo 15. Tertuliano cantava a vitória do movi­ mento cristão. Pv 6. No século da era cristã. tríplice bem-aventurança. com grande êxito. 318. o grande alvo da Igre­ ja para esta vida. A cham a da esperança é rea. Jo 15. 18. o segredo para fazer prosperar o seu cam i­ 5. pros­ perava. O Antigo Testamento se cessor de Moisés.como pessoa ou como comunidade. Js 1. Podemos nós ter certeza de que nosso nome . palácios. Jesus e a B íblia são a própria verdade. posto que está limpo do peca­ do pela Palavra. decúrias.3.26.6.3 encontramos uma Pe 1.

Jo 14.I Co 1. porque eu vou pára meu Pai. é quem faz as obras.Lc 12. e tira-lhes do coração a palavra.11 -Esta é pois a parábola: A semente é a palavra de Deus.10-12. Verdade Prática T io Á u tx ^ x m “Bem-aventurada a que creu. para tanto~ recorrer Àquele que tudo pode.10 -Não crês tu que eu estou no Pai. apenas crêem por algum tempo. esses são os que ouviram. Mc 16. mas o Pai. 14 dez . Mc 16. e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo não as digo de mim mesmo. 17 dez . 13 -E os que estão sobre pedra.16-18. 17 -E este sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios. 12 -E os que estão junto do caminho. e as fará maiores do que estas. 15 dez .14-18 Vida eterna através da fé Sábado. não lhes fará dano algum.45. 41 .1-8 Crendo no M ilagre de Deus Quinta. mas. a recebem com alegria. crendo. ouvindo a palavra. indo por diante. 16 dez . estes são os que. Lc 8. Leituras Diárias Segunda. que está em mim.3-8 Crendo na salvação de Deus Quarta. ao menos. e não dão fruto com perfeição.LIçJÍC I 12 20 Dezembro de 1981 ☆ BEM AVENTURADO AQUELE QUE CRÊ Imensas possibilidades estão reservadas ao que crê. e. bastando. se beberem alguma coisa mortífera. crede-me.At 3.Jo 3. falarão novas línguas. e porão as mãos sobre os enfermos. por causa das mesmas obras.13-17 A palavra que nos faz crer Sexta. na verdade vos digo que aquele que crê em mim tam­ bém fará as obras que eu faço. 19 dez . pois hão de cumprir-se as coisas que da parte do Senhor lhe foram ditas”. mas quem não crer será condenado.11-15.16 -Quem crer e for batizado será salvo. são sufocados com os cuidados. 12 -Na verdade. Lc 8.SI 3. para que se não salvem. 18 -Pegarão nas serpentes. não duvidando. 18 dez . 11 . e riquezas e deleites da vida. depois vem o diabo. como não têm raiz.22-32 Crendo na provisão de Deus Terça. estes são os que ouvem. e o Pai em mim.Rm 10.10-13 A unidade da fé Leitura em Classe Jo 14. e no tempo da tentação se desviam. e os curarão.Crede-me que estou no Pai. e. 14 -E a que caiu entre espinhos. Lc 1.

Gn 15. At 16.16. Se nós cremos que Deus falou pela boca de Moisés e dos profetas. Tg 2. O S IG N IF IC A D O D E C R E R IN T R O D U Ç Ã O mãos tudo quanto nos está pela Pala­ vra assegurado. Crer significa ter fé.37. Tg 2. ídolos. Não prevalece diante de Deus. A fé Deus a dá ao homem para que ambos mante­ nham um relacionamento normal. pai dos crentes e sua fé foi imputada por jus­ tiça. Crer é obedecer dentro do coração aos pronunciamentos do Evangelho. Hb 10.20. o evangelista esclareceu-lhe: “Ê lícito. a partir da convicção de que Ele é fiel por natu­ reza e por definição. Hb 11. EM QUE DEVEMOS CRER? E de grande importância saber quais são os objetos de nossa fé. o perfeito Redentor. Quando o carcereiro de Filipos in­ tentava suicidar-se. Hb 13. Deus tem estabelecido que quando ouvidos sinceros escutarem a voz do Evangelho. crendo no Pai. mas decidiu crer no Senhor. Crer é o passo fundamental para qualquer indivíduo tomar-se membro da família de Deus.30. Jo 12.6. a expressa imagem do Pai e mediador perfeito entre Ele e nós. o apóstolo respon­ deu-lhe: “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo”. 10. Se cremos em Deus.3.7. .21. O Pai e o Filho têm tudo em comum. e dão fruto com perseverança. 2. At 8. após haver per­ guntado a Paulo o que deveria fazer a fim de se salvar. C O M E N T Á R IO Quando Jesus reencontrou o cego de nascença que curara e que estava sendo hostilizado pelos fariseus.11.9. imagens de escultura e outros objetos é insubsistente em si mesma. esses são os que. foi chamado de amigo de Deus. A fórmula bíblica da fé cristã é “crer para a conservação da alma”. Dt 7. Crer em Jesus assegura a possa da salvação. Ef 1. Ele é o alfa e o ômega. Crer em Deus sem obediência é uma cren­ ça igual a dos demônios.15 -E a que caiu em boa terra. Como Deus é a origem de tudo.9.17. Devemos crer em Deus. Jo 15. Quando confessamos que Jesus Cristo é o Senhor. devemos hon­ rá-lo. Ele é o único fundamento. Crer é aceitar o testemunho que Deus oferece através da Palavra e ad­ mitir tranqüilamente que Deus fará as coisas exatamente como acerca de­ las está escrito. se crês de todo o coração”.5. Rm 4.3. um pelo outro foi comissiona­ do e ambos oferecem testemunho mútuo. Hb 10. deve­ mos recordar e aceitar que Moisés e os profetas testemunharam de Jesus.11. I Co 1. o Mestre perguntou-lhe: “Crês tu no Filho de Deus?” Quando o eunuco da rainha de Candace manifestou a Filipe o desejo de ser batizado.13.23. Ele é o Grande Pastor.17-21. Jo 5. o princípio e o fim. Fp 2.7 e sem Ele nada podemos fazer. Crer é depositar toda a confiança nas promessas do Etemo.23.19. pois ambos são Um. Lc 10. Em conseqüência.6. isto é para a glória de Deus Pgi. Jo 10. mutuamente se re­ velam. Ele proverá fé aos cora­ ções para que tais pessoas sejam agradáveis perante Ele. capacitando-nos a receber de Suas 42 I.6. A fé que se volta para astros. independentemente das eircunstâncias. Se cremos em Jesus.24 e afasta o homem das trevas.46. Hb 1. crendo no Filho.30. djvemos igualmente crer no Filho. Se nós cremos no Pai.31. II. Jo 14. devemos honrá-lo. Jo 5. Devemos crer em Jesus. I Pe 1.9. G1 3. I Co 3.10.39. Qual deve ser o verdadeiro objeto de nossa fé? 1. a fé deve co­ meçar voltando-se para Ele. ouvindo a palavra.6. Nossa fé em Deus se torna mais evidente através de Jesus Cristo. planetas. Is 49. Crer é estabelecer um elemento de conexão entre nossas almas e Deus. .Abraão enfrentou situações pro­ fundamente adversas. e tudo fará como prometeu. a conservam num coração honesto e bom. M t 3. SI 40.

é a fé. mais obras. P R O M E S S A S A O S Q U E ter de transitoriedade que tem a nos­ sa passagem por este mundo.17. Rm 4.1. reservada pelo Senhor para 1.27. vida sem limitações. Jo 6. A medida da nossa fé determina a fica uma modificação integral de seu medida da operação de Deus através anterior estado. Mt 12. Tt 3. Muita fé. mim”. Rm 5. No en­ feições.10. É a CR Ê E M O Evangelho promete ricas e pre­ vida sem restrições.33. A obra de salvação que o ho­ mem alcança pela fé em Cristo signi­ Graça. Jo 10. com “muitas e trada no Evangelho de Marcos.32. e a tenham com abun­ atormentada por pensamentos nega­ dância”. Tornar-se incré­ A base para a justificação é o san­ dulo é fechar os olhos contra o brilho •t. I Pe 1. para tirar esta semente Como resultado da justificação. Assim. Jesus falou: “Se cre­ gue de Jesus. O PE C A D O D E N Ã O C R E R pletamente indefesa. Mc 1. Temos somente que lizada. A evidência de nossa justificação uma exortação à fé no Evangelho: “Arrependei-vos e crede no Evange­ está nos frutos que produzimos. e tudo quanto ele tem que fazer é de Nazaré.39. porque dencia quando o temor é vencido.29. Mais quezas espirituais e da herança que fé.36. II Tm 3. cesso judicial. ocorre o miseri­ Em Mc 6.7.34. Mc ali e então estaremos tão perto de Deus.25.33. qualquer condenação. I Tm 1. Jo 8. a fé verdadeira somente se evi­ eterna é a plenitude de vida.15. M t 9. CRER no poder dessa justificação e não foram muitos os Seus milagres em sua imediata validade. Jo herança espiritual.7-9. A fonte da justificação é o próprio Incredulidade é a rejeição do tes­ Deus. é infalíveis provas”. vida sem imper­ ciosas bênçãos aos que crêem. dos corações. muitas obras.30. Como num magnífico pro­ creiamos mais. Is 32. a despeito de 8. Rm 8.16. Vida eterna significa vida real. O que crer fará as obras que tivos e noutros casos vem de uma for­ te dureza de coração que resiste à Cristo fez.'{ . lho”.12. siste no testemunho público da res­ A primeira mensagem de Jesus. Pouca fé.6 lemos que Jesus se ad­ cordioso ato de justificação do peca­ mirou da incredulidade dos cidadãos dor. sem o cará­ I I I . Juiz Supremo do Universo.47.15. 5. todas as evidências. Jo 3.24. regis­ surreição do Salvador.36. Rm 8. outras lavra Jesus: “Eu vim para que te­ vezes resulta de uma imaginação nham vida.31. poucas para nc»va família e uma posse das ri­ obras. isenção de é esta palavra que liberta.25. de Satanás.16. e promessa 20. Lá se 5. O que crer será salvo. A prova de nossa justificação con­ 3. Devemos crer no Evangelho por­ O instrumento dessa justificação.Lc 24. pois o inimigo sabe que agora temos paz. que é a mensagem que nos foi evange­ repetimos. salvação que há em Cristo. a fé triunfa. Os portentosos operação da misericórdia do Senhor. Muitas vezes o temor é fruto da cumprirá o verdadeiro sentido da pa­ ignorância do poder de Deus. produz vida pelo nome de Cristo. Deus não quer reduzir pertencem a Jesus Cristo.38. a inefável fonte de vida. Rm 5. Jo 14. no qual o réu é uma criatura digna de condenação e com­ IV . E. Ele apenas está esperando que 13. At do.15. e toma o homem sábio para a de glorificação. Mc todo o período da Dispensação da 16. 4. Rm temunho do Evangelho. Jo 14. Devemos crer no Evangelho. O que crèr terá vida eterna. mental. ali.33.1. uma transferência de nós. a Sua esfera de operações neste mun­ 2. Ai está a grande luta crer. Vida tanto. 3. por essa mesma causa. O que crer será justificado. que Deus declarou váli­ des em Deus crede também em do. milagres narrados nos Evangelhos são apenas o começo de uma obra monu­ Vencido o temor.

At 3. que usa o orgulho natural da natureza adâmica. 1.36. a fim de que se possa realizar todo o maravilhoso plano de Deus para este 3. para roubar-lhe o direito feliz de ter fé em Deus. M t 21. E o fará. Jo 7. Tudo é possivel ao que crê. É bom repetir que crer resulta em privilégios.10.16.38. Mt 9.32. crêem? 4. Jo 3. Quem não crer sofrerá a ira crêem.da luz e envolver-se em densa escuri­ dão. ocasião em que Ele se fará admirável em todos os que crerem. II Co 4. Quem nâo crer não verá a vi­ da. A incredulidade se une insepará­ vel e desesperadamente à infidelida­ de e à ignorância para dizer NÃO a tudo quanto Deus tem dito SIM. caída e vil. Ela é uma operação sa­ tânica. em Sua Palavra. Independente dos anos de crente.58.25. Deus decidiu não permitir que qualquer coisa seja impossível àque­ les que exercitarem uma verdadeira fé.36. Mt 13. Quem não crer será condena­ tempo do fim. os homens querem ver milagres. Crer é ter vida. do pecador para ser salvo? Os ais de Jesus se destinaram a 3. Hoje. Não há promessas de quais­ quer bênçãos para os incrédulos. Haverá uma conde­ Q U E S T IO N Á R IO nação futura para todos os incrédu­ los. Deus não está inte­ ressado em promover espetáculos para os curiosos. A Bíblia não aponta re­ dois cegos que o seguiam. a maioria dos 4. A ira de Deus püniu essa incredulidade de diferen­ tes formas. Qual deverá ser o primeiro passo Senhor.26. Mc 16. Onde houver a ver­ dadeira fé. mas não querem crer.17.11. Incredulidade é morte. porque “sem fé é impossível agradar-lhe”. os verdadeiros milagres se manifestarão. porque o povo estava com uma dura cerviz. Je­ sus disse: “Tende fé em Deus”. II Rs 17. Mt 9. Quem não crer não verá m ila ­ 5. milagres. 3. Jo 11.4. médio para a incredulidade. Que homem da Bíblia foi chamado quais nem depois se arrependeu para de “amigo de Deus” e pai dos que crer. meu irmão. Nm 14. interessa­ dos em um milagre: “Credes vós que eu possa fazer isto?” A seguir Jesus acrescentou: “Seja-vos feito segundo a vossa fé”.23. Israel havia sido testemunha dos sinais. É possível agradar a Deus não se que estiverem vivos no dia do arreba­ tendo fé? tamento como os que morrerem no 2. verás a obra de Deus sem limites. fruto da cegueira espiritual. 1.8. Assim seja. Sua parte será no lago de fogo. De maneira alguma se poderia justificar um ato. A incredulidade esonra e desagrada a Deus. do. no momento em que a fé genuína se manifestar.13.15.6. uma provocação a incredulidade dos israelitas. Rios dágua viva sairão do in ­ terior daqueles que crerem. Somente a fé faz triunfar. tanto os 1. Deus considerou de pé. Mc 16. Qual o significado de “crer”? homens incrédulos. como ontem e como sempre. SI 27. Dela já estão definitivamente li­ vres todos os crentes fiéis. E permanecerá até o dia da vinda de Cristo.14. Hb 11. Os sinais seguirão aos que 2. O S P R IV IL É G IO S D O S Q U E CR ÊEM 2. permi­ tindo-lhe conviver no coração do ho­ mem. Jo 3. O Senhor Jesus quer aprofundar a Sua vida. Ap 21. prodígios e maravilhas da mão de ---Deus. aleluia! V. Esta promessa está de Deus. Que Deus levante muitos crentes cheios de ver­ dadeira fé para esses últimos dias. Em que base repousa a nossa justi­ gres.29. A incredulidade insulta a Deus.11 Ts 1. fá-lo mentiroso e nega as verdades ue dEle emanam. Jesus perguntou a ficação? 44 . uma palavra ou um gesto de incredulidade. através das vidas consagradas e cheias de fé.

puro e resplandecente.Lição 13 27 Dezembro de 1981 ☆ BEM AVENTURADOS OS CHAMADOS AS BODAS DO CORDEIRO Verdade Prática Além de alegrias. Leituras Diárias Segunda. prostraram-se e adoraram a Deus. dizendo: Amém. e das 'mãos dela vingou o sangue dos seus servos. e alegremo-nos.Mt 22. vós. e poder pertencem ao Senhor nosso Deus.E saiu um a voz do trono. 26 dez . 4 .Jo 2. e já a sua esposa se aprontou. que havia corrompido a terra com a sua prostituição. porque o linho fino são as justiças dos santos. ouvi no céu como que um a grande voz de um a grande m ultidão. triunfos e louvores ligados à salvação. 6 -E ouvi como que a voz de um a grande m ultidão. que dizia: Louvai o nosso Deus.Pprque verdadeiros e justos são os seus juízos.8-14 A encarnação do Cordeiro Sábado. e honra. pois julgou a grande prostituta.10-17 A Noiva no palácio do Rei Leitura em Classe Ap 19. que dizia: A leluia: Salvação. porque vindas são as bodas do Cordeiro.SI 45. 24 dez .1-14 A parábola das Bodas Sexta. as bodas do Cor­ deiro representarão também a consagração de uma eterna união entre Cristo e Sua Igreja.25-32 O sentido espiritual do matrimônio Terça.” Ap 19. assentado no trono. assim pequenos como grandes. 21 dez . 22 dez . que dizia: Aleluia: pois já o Senhor Deus Todo-poderoso reina. e demos-lhe glória. E disse-me: Estas são as verdadeiras palavras de Deus.1-10. e os quatro anim ais. E o fumo dela sobe para todo o sem­ pre.Mt 25. depois destas coisas.E os vinte e quatro anciãos.Lc 2. 2 .1 -E. 25 dez . e vós que o temeis. 5 . Aleluia. 7 -Regozijemo-nos. e como que a voz de m uitas águas.1-12 As bodas de Caná Quarta. 23 dez . “E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados d ceia das bodas do Cordeiro.Ef 5.9. e glória.E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à 45 .1-13 A parábola das Dez Virgens Quinta. 3 . 9 . 8 -E foi-lhe dado que se vestisse de linho fino. todos os seus servos. Ap 19.E outra vez disseram: Aleluia. e como que a voz de grandes trovões.

Jo 2. I Co 12.2.2.19.3. 2. A Igreja será a Esposa do Cordeiro. Os 5. na Pará­ bola das 10 virgens o Noivo é o pró­ prio Cristo.15 Jesus Se chama a Si mesmo de noivo. que será de da Páscoa e imolado no Gólgota Sua Esposa na eternidade e que é ob­ perante os homens.13. viagem. “ao qual não o havendo viu a espoa que “se aprontou”. desposada com um nós nos uniremos a tristo. Israel foi tido por por Cristo.6. II Co 11. Espiritualmente a Bíblia alu­ deiro significa a união literal e eterna. quando Ele seria o Noi­ vo. Ap visto. a virgem do Novo Testamento não pode ser Israel. Jesus é reconhecido na Bíblia nascido. seu Isaque estamos nos aprontando.23. O Israel infiel. Ela é membros do corpo se únem à cabeça. como o Cordeiro de Deus. Em M t 25. adora a Deus. vos alegrais com gozo inefável e glorioso”. no qual não o vendo 19. Suas vestes eram de linho fino. amais.4. E disse-me: Estas são as verdadeiras palavras de Deus. porém separada fisicamen­ lestial cabeça.7. e de teus irmãos. antes que nós houvéssemos ro.22.21. esta npiva aspira encontrar-se com o Noivo. pois nEle te dEle. A Igreja é a Noiva do Cordei­ Jesus. Ele estava presente como um convidado. Em M t 9. I Pe 5. 3. mas crendo.20. II Rs 19. puro e resplandecente. O longo cerimonial de ca­ samento do Antigo Testamento en­ volvia 3 fases distintas: a do contrato. 10 . Jr 18. Am 5. mas Ele deu a entender que algum dia haveria as Suas pró­ prias bodas. agora. Então seria a Sua hora. que têm o testemunho de Jesus. nossa ce­ príncipe. Como Rebeca.25.2. nos dias do An­ boliza a pureza moral dos redimidos tigo Testamento. O linho sim­ Por algum tempo.29. Jr 3. assistia às bodas na cidade de Caná da Galiléia. Esta foi a maravilhosa 46 .3. a da cerimônia e a da ceia do casa­ A expressão bíblica bodas do Cor­ mento.ceia das bodas do Cordeiro. porém. A Igreja se un irá eternamen­ 1. é chamado de meretriz. Jo 1. de a todas 3 fases. O apóstolo Paulo assegura que a vir­ gem noiva é a Igreja. a Igreja que Ele edificou e Em Ef 1. que empreendeu uma longa temos sido devidamente batizados como corpo. uma virgem. Ef eternidade perante Deus. I.8. bem como na jeto de Seu mais profundo amor. Não eram as Suas bodas.13. Aquelas bodas eram as bodas de um casal qualquer. porque o testemunho de Jesus é o espírito de pro­ fecia. a esposa era escolhida e co e espiritual do Senhor Jesus com dada ao noivo pelos pais do noivo. Nos dias do Antigo em um sentido profundamente místi­ Testamento. Á condição atual da Igreja de te ao Senhor Jesus. Sua Igreja. Como uma mulher não pode outra vez tornar-se virgem. C O M E N T Á R IO IN T R O D U Ç Ã O Quando Jesus realizou seu pri­ meiro milagre. Assim como os 'Cristo é a de noiva do Cordeiro.12. Ele O sacrifício da cruz foi o grande é o Cordeiro profetizado no Antigo preço que Jesus pagou para possuir Testamento.E eu lancei-me a seus pés para o adorar. Enquanto vivemos neste mundo. pois João espiritual. sou teu conservo. ocasião em que Ele declarou: “Ainda não é chegada a minha hora”. lho 1.A RAZÃO DAS BODAS DO C O R D E IR O Esposa de Deus ou por uma virgem. Ef 1. I Pe 1. A esse fu­ turo acontecimento a Bíblia chama bodas do Cordeiro.4 lemos de como Deus nos escolheu e nos ofereceu para Seu Fi­ comprou com Seu sangue. prefigurado na solenida­ em caráter legítimo a Igreja. mas ele disse-me: Olha não faças tal.

que alcançou graça aos olhos e ao coração do Senhor. Rute representa a Igreja constituída de pessoas gentias que um dia se encon­ traram com o gentil e misericordioso Boaz. mas agora encontramos a purificação pelo sangue. Ap 22 . Rt 4. O ar­ rebatamento é a chave que o Senhor usará para nos introduzir no reino da imortalidade. 1.10b.1-10. um a um. através da oferta de Seu sangue.9. 4. Se'durante a primeira parte da Centenas de acontecimentos havi­ dos no período vetero-testamentário são de natureza tipológica. Dos 3 livros de natureza feminina. A É P O C A E O L U G A R DAS B O D A S D O C O R D E IR O lênio. Não será um tribunal para juízo. 2. 2. Mas o dia glorioso vem chegando quando seremos revestidos de imorta­ lidade.a. a Esposa do Cordeiro. a bela cena 3.6. Ali rece­ beremos os galardões destinados à Igreja. continuará a sentir a doçura das bo­ das.21. relacionamento que tem seu ponto alto nas bodas do Cor­ deiro. II Ts 2.12. deformações e morte. Rute é o primeiro.22. Afinal. na terra. a quem ama com todas as veras da sua alma. I Ts 4.5-9. A jovem sunami- descrita em Ap 19. quando então todos os acontecimentos sobrenaturais reser­ vados para a Igreja ocorrerão. no céu. Paulo afirma que temos um encontro marcado com o Senhor nos ares. II. queimada pelo sol do deserto e cheia de amor. Rute e Boaz. T IP O L O G IA D A S B O D A S D O C O R D E IR O Posto que temos tanto interesse em estar presentes a tão magnífica festa. na segunda parte se realizarão as bodas do Cordeiro.10. glorificada com Cristo. cuja escolha recaiu na pessoa de Ester. José. no grande pro­ grama do Senhor Jesus. Va­ mos mencionar especificamente al­ guns tipos do relacionamento entre a Igreja e o Senhor. Asenate e José. Durante a Grande T ribula­ ção. que desobedeceu a Deus e assim foi destronada. 4.15. Ml 3. cujo lar eterno é a Nova Jerusalém. a Igreja. -Grande Tribulação. e para ela ele tem reser­ vado um estandarte de amor. que já estão com o Senhor. representa a Igreja vi­ vendo na dependência do Sol da Jus­ tiça. Nesse encontro partici­ paremos do Tribunal de Cristo. símbolo do inefável amor do Senhor para com a Igreja. 1. Nosso corpo atualmente está sujeito às enfermida­ des. evangelizando 3. t. Não vale a pena permanecer­ mos em fidelidade na presença e no temor do Senhor? I I I . Tipologicamente. E assim “então vereis outra vez a diferença entre o justo e o ímpio. entre o que serve a Deus e o que não serve”. e todo o vestígio da natureza perecível desaparecerá. estará ocorrendo o tribunal de Cristo. deveremos descobrir o lugar e a época em que terá lugar. na Bíblia. segundo as profecias. Os dois personagens de C ân­ tico dos Cânticos.obra que o Cordeiro efetuou em nos­ sas vidas. chegando a tomar-se uma ancestral do Senhor Jesus. O céu tem sido a grande esperança da Igreja durante dois milênios. um símbolo da Igreja. A festa das bodas do Cordeiro será o capítulo seguinte. nossas vestes não passavam de trapos de imundí­ cie. Rm 14. mas para recompensa. verdadei­ ras e fiéis. na condi­ ção de judeu. uma figura do Senhor Jesus que pagou a sua redenção e admitiu como esposa. Anteriormente. A rainha Vasti é um símbolo da nação israelita. O rei Assuero decidiu en­ tão casar-se com outra pessoa. a Igreja terá po­ dido conhecer e desfrutar tão maravi­ lhoso lugar. desposando uma jovem „ gentia representa o homem Jesus. Assuero e Ester. Et 1. de nacionalidade judia. Após o tribunal de Cristo. 2. 12. Após o arrebatamento. Ap 21. tentações.17. Os dois anelam ir à sala do banquete. pois no final do milênio tem sido ouvido um convite para se conhecer a Noiva. É provável que durante todo o mi­ . O céu será o lugar destinado às bodas do Cordeiro. além de serem naturalmente fatos reais. Is 64.1.18.

14. Que entende pela expressão “bo­ das do Cordeiro”? mados para a grande festa. principal personagem daquele fausto­ venceu a opressão papal. Também deverão comparecer os santos mencionados 5. a Igreja terá a lembrança de mundo. Ap 1. ven­ zia.14. venceu o po­ so acontecimento.29.14. O capítulo 24 de Gênesis nos mostra um especial ti­ tável e exclusiva em Jesus. Isaque leva sua querida Rebeca e a por causa de seu arrependimento. “Sem mim nada der do fogo. Ef 1. símbolo do Espírito San­ purificada pelo sangue do Cordeiro. nhor Jesus tem sido sua fé inquebran­ 5. a Igreja. Jo 3. venceu a escuridão das podeis fazer”. venceu o o Senhor Jesus sempre tem a prima­ paganismo abominável e cruel. Ef 6. Senhor e heresias de todos os tempos.28. 2. Satanás e a carne. Sem ser a noiva. Isaque e Rebeca. nem no céu). Noivo. Na visão dada a João. 0 encontro de Rebeca com Isaque At 20. nossa única esperança. havia convidados sendo cha­ 2. Isaque e Rebeca.7. o Noivo no cap 19 está sendo projetada a uma Eterno. sua introduz na tenda de Sara. Venceu as 1. O S PA R T IC IP A N T ES martírios.28. Ele é o Alfa e Omega. mas em seguida que lhe foi permitido chegar a tanto. venceu o rugir dos leões. Nos dias do AT quem escolhia a noiva para o noivo? em Lc 13. Rm não se deu na tenda de Isaque nem na 13. Sangue do Cordeiro. sua sub­ po. Não foram poucas as lutas. Qual o significado das palavras de cio para sempre. venceu o ecumenismo devorador. Com relação a Cristo e Sua noiva à (a Igreja). cavernas. Ela começa a par­ ticipar das glórias inerentes ao Se­ Q U E S T IO N Á R IO nhor Jesus. posição incomum. Jo 15. Apocalipse.11. símbolo das bodas do Cordeiro. sangue. Rei e Pastor. que ainda pológico dos personagens ^Abraão. simbolizando o en­ contro da Igreja com Cristo (nem no deiro. Ao comparecer às bodas do Cor­ casa de Rebeca. Quantas e quais as fases do cerimo­ nial de casamento no AT? cebem a grande honra de estar pre­ sentes . Os convidados. a infiel prostituta que foi venceu pela Palavra e venceu pelo derribada de sua falsa glória. Abraão representa o Pai que en­ missão plena ao Evangelho e sua vida via Eliézer. venceu Mestre. as ten­ tações. um regeneração e sua comunhão com o Senhor. os governos hostis e tiranos.5. 0 Senhor Jesus. os óbices e até os IV .“ceia das bodas”. At 15. explique o significado tite ali estará João Batista. to. que a tornou Sua esposa e Seu rebanho. Jesus ao dizer: “Ainda não é chega­ da a minha hora”? 3. A Igreja como noiva e esposa. Ao contrário da mulher do cap 18 de venceu o mundo.5. re­ 3. o eterno Esposo e Redentor.A característica comum aos os gentios e deles tomando “um povo membros da Igreja universal do Se­ para o seu nome”. as ciladas. ASSINE Â SEARA A revista do lar cristão 48 . Ele será a ceu a simonia lasciva e insaciável. Sua casa e Seu sacerdó­ 1. Certamen­ 4. como as virgens de M t 25. Cl 1. Mas ela venceu. Noivo e Esposo.29. aquilia terra se declarou amigo do Eliézer.

• CAPED no Rio de Janeiro: 6 a 13 de dezembro de 1981. e ESTUDANDO A BÍBLIA (9 a 11 ^inos). Os números isolados em meio ao visual indicam o número da lição a que pertence o dito visual. . Rua Porto Carreiro. • As outras revistas já lançadas para aluno e professor foram: MINHA REVISTINHA (4 e 5 anos). Essa revista não vem acompanhada de visuais.MINHA REVISTINHA N»l. • Abreviaturas nos visuais das novas revistas.AS NOVAS REVISTAS • Em janeiro de 1982 a CPAD lançará a 4* revista da Es­ cola Dominical da nova série: MENSAGEIROS DA FÉ. Devido ao limitado número de vagas para quem neces­ sitar de hospedagem e refeição. manual do professor e aluno. exemplo: ' “M R 1” . São indicações para o pro­ fessor. publi­ cada mensalmente no “O Mensageiro da Paz”. • Leia a coluna permanente da Escola Dominical. Secretaria do CAPED. Fone (021) 391-6985. Rio de Janeiro. 153. os interessados deverão se inscrever imediatamente no curso. RJ. AMIGOS DE JESUS (6 a 8 anos). para 12 a 14 anos. CEP 21250.

. São bênçãos materiais e espirituais. Nem sempre Seus filhos são amorosos e penitentes..” disse o Senhor. Essas bênçãos estão relacionadas à nossa obediência. não é de bom grado que Ele assim o faz. e daí às vezes tratar com eles de modo diferente. E nós somos testemunha desse fato. Quando Deus nos aflige.Neste Trimestre. A Bíblia inteira dá testemunho dessa graciosa disposição divina de abençoar o Seu povo.o Senhor Jesus feito homem. “Pedi e recebereis para (*ue o vosso gozo se cumpra. São infinitas as bem-aventuranças dos salvos. a maior foi a dá­ diva suprema da graça de Deus . confortante e edificante em meio a este mundo de incertezas e vãs promessas es­ tudarmos as bem-aventuranças dos salvos. para que despertem e va­ lorizem a sua elevada vocação e posição de filhos de Deus por Je­ sus Nosso Senhor. Deus se compraz em continuamente abençoar o Seu povo. Delas. cujo nascimento se comemora neste trimestre. AG . Veremos nos do­ mingos seguintes algumas dessas bênçãos. Isso Ele o faz por causa do seu infinito amor e graça. amor e busca da fase do Senhor em oração.

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