Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém IPAMB

Legislação
!ível Médio
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Art5 1# - Esta Lei institui o Estatuto dos Funcionários Públicos do Município de Belém.
Art5 2# - As disposições desta Lei constituem o regime jurídico único aplicável aos funcionários de qualquer
categoria do Município de Belém, suas autarquias e fundações.
Art5 7# - Para efeito desta Lei, funcionário é a pessoa legalmente investida em cargo público.
Parágrafo Único - Equipara-se também a funcionário o pessoal contratado por tempo determinado para
exercer função decorrente de necessidade temporária de excepcional interesse público, sujeitando-se ao
regime estatutário previsto nesta Lei.
Art5 8# - Cargo público, como unidade básica da estrutura organizacional, é o conjunto de atribuições e
responsabilidades cometidas a um funcionário, mediante retribuição padronizada e paga pelos cofres
públicos.
§ 1º - Os cargos públicos, acessíveis a todos os brasileiros, são criados por Lei, com denominação própria e
em número certo, para provimento em caráter efetivo ou em comissão.
§ 2º - As funções temporárias são criadas por ato administrativo de gestão, nas situações especificas dos
casos previstos em lei, e terão existência por tempo determinado,extinguindo-se automaticamente ao termo
do prazo estabelecido ou com a cessação do estado de necessidade de que resultarem.
Art5 %# - Os cargos de provimento efetivo da administração pública municipal direta, das autarquias e
fundações públicas serão organizados e providos em carreiras.
Art5 9# - Quadro é o conjunto de cargos efetivos e em comissão e de funções gratificadas, integrantes das
estruturas dos órgãos do Município, das autarquias e das fundações públicas municipais.
Art5 $# - O sistema de carreira dos funcionários municipais deverá observar as diretrizes estabelecida nesta
Lei.
Art5 :# - E proibida a prestação de serviços gratuitos, ressalvada a participação em órgãos de deliberação
coletiva para os quais lei exija gratuidade.
.3./", II
(, P-,;IM+!.,< ;AC=!CIA<
REDÌSTRÌBUÌÇÃO E SUBSTÌTUÌÇÃO
Capítulo I
(, P-,;IM+!.,
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)e>?o I
(as (isposi>@es Aerais
Art5 '# - São requisitos básicos para o ingresso no serviço público do Município de Belém:
Ì - a nacionalidade brasileira ou equiparada;
ÌÌ - o gozo dos direitos políticos;
ÌÌÌ.- a quitação com as obrigações militares e eleitorais;
ÌV - o nível de escolaridade exigido para o exercício do cargo;
V - a idade mínima de dezoito anos; e
VÌ - ser julgado apto em inspeção de saúde por serviço médico competente.
Parágrafo Único - Às pessoas portadoras de deficiência é assegurado o direito de se inscrever em concurso
público para provimento de cargo cujas atribuições sejam compatíveis com a deficiência de que são
portadoras, para as quais serão reservadas até vinte por cento das vagas oferecidas no concurso.
Art. 10 - O provimento dos cargos públicos municipais far-se-á por ato administrativo de gestão.
Art5 11 - A investidura em cargo público ocorrerá com a posse.
Parágrafo Único - A investidura em função temporária ocorrerá nos termos e condições da respectiva
contratação.
Art5 12 - São formas de provimento em cargo público:
Ì - nomeação;
ÌÌ - ascensão;
ÌÌÌ - transferência;
ÌV - readaptação;
V - reversão;
VÌ - aproveitamento;
VÌÌ - reintegração; e
VÌÌÌ - recondução Seção ÌÌ Da Nomeação
Art5 17 - A nomeação far-se-á:
Ì - em caráter efetivo, quando se tratar de cargo de provimento efetivo; ou
ÌÌ - em comissão, para cargos de confiança, de livre exoneração.
Art5 18 - A nomeação para cargo de provimento efetivo depende de prévia habilitação em concurso público
de provas ou de provas e títulos, obedecida a ordem de classificação e o prazo de sua validade.
Parágrafo Único - Os demais requisitos para o ingresso e o desenvolvimento do funcionário na carreira,
mediante progressão e ascensão funcional, serão estabelecidos em lei específica.
Art5 1% - O concurso será de provas ou de provas e títulos, conforme dispuser o regulamento.
§ 1º - Será de provas ocupacionais o concurso público de provimento dos cargos para cujo desempenho a
lei não exija qualquer nível de escolaridade.
§ 2º - Qualquer que seja o tempo de serviço, o funcionário que tiver ingressado no serviço público mediante
concurso de provas ocupacionais terá ascensão funcional através de processo seletivo interno.
Art5 19 - O concurso público terá validade de dois anos, podendo ser prorrogado uma única vez, por igual
período.
Parágrafo Único - O prazo de validade do concurso e as condições de sua realização serão fixados em
edital, que será publicado no Diário Oficial do Município.
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Art5 1$ - Posse é a aceitação expressa das atribuições, deveres, direitos e responsabilidades inerentes ao
cargo público, com o compromisso de bem servir, formalizada com a assinatura do termo pela autoridade
competente e pelo empossado.
§ 1º - O prazo inicial para a posse deverá ser prorrogado em até cento e vinte dias, a requerimento do
interessado.
§ 2º - Se a posse não se concretizar dentro do prazo, o ato de provimento será tornado sem efeito.
§ 3º - A posse poderá se realizar mediante procuração.
§ 4º - Em se tratando de funcionário em licença ou em qualquer outro afastamento legal, o prazo será
contado do término do impedimento.
§ 5º - Só haverá posse nos casos de provimento de cargo público por nomeação e ascensão funcional
§ 6º - No ato da posse o funcionário apresentará, obrigatoriamente, declaração de bens e valores que
constituem seu patrimônio e declaração sobre o exercício de outro cargo, emprego ou função pública, além
de outros documentos comprobatórios da satisfação das condições exigidas para investidura no cargo,
salvo se já fornecidas anteriormente.
Art5 1: - Exercício é o efetivo desempenho das atribuições do cargo.
§ 1º - É de trinta dias o prazo para o servidor entrar em exercício, contados:
Ì - da data da posse, no caso de nomeação; e
ÌÌ - da data da publicação oficial do ato, nos demais casos.
§ 2º - Os prazos deverão ser prorrogados, a requerimento do interessado, por trinta dias.
§ 3º - Na transferência, o prazo para o exercício do servidor em férias ou em licença será contado a partir do
termo final desses eventos.
§ 4º - A não entrada em exercício, ou a sua interrupção por mais de trinta dias, é tipificada como abandono
de cargo.
Art5 1' - O funcionário não poderá ausentar-se do Estado sem autorização superior, nos casos de estudos
ou missão especial com ou sem vencimentos.
§ 1º - A ausência do País dependerá de autorização do Prefeito, para os funcionários vinculados ao Poder
Executivo, e de autorização da Comissão Executiva da Câmara Municipal, para os funcionários vinculados
ao Poder Legislativo.
§ 2º - O afastamento para estudo ou cumprimento de missão especial poderá ser autorizado até o limite de
quatro anos e, finda a missão ou estudo, somente decorrido igual período será permitida nova ausência.
§ 3º - Ao funcionário beneficiado pelo disposto neste artigo não será concedida exoneração ou licença para
tratar de interesse particular antes de decorrido período igual ao da ausência, ressalvada a hipótese do
ressarcimento das despesas havidas com o seu afastamento.
§ 4º - O servidor autorizado a afastar-se para estudo em área do interesse do serviço público, fora do
Município, com ônus para os cofres municipais, deverá seqüentemente prestar serviço, por igual período, ao
Município.
§ 5º - O servidor efetivo, mediante a sua concordância, poderá ser colocado à disposição de qualquer órgão
da administração direta ou indireta da União, Estados, Distrito Federal e outros Municípios, com ou sem
ônus para o Município de Belém, desde que observada a reciprocidade.
§ 6º - Na condenação criminal transitada em julgado, se esta não for determinante da demissão, continuará
ele afastado até o cumprimento total da pena, com direito a dois terços do vencimento ou remuneração.
§ 7º - O exercício do mandato eletivo federal, estadual ou distrital determina o afastamento do cargo,
emprego ou função, com prejuízo do vencimento ou remuneração.
Art5 20 - Ao entrar em exercício, o funcionário nomeado para o cargo de provimento efetivo ficará sujeito a
estágio probatório por período de até dois anos, durante o qual sua aptidão e capacidade serão objeto de
avaliação para desempenho do cargo, observados os seguintes requisitos:
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Ì - idoneidade moral;
ÌÌ - assiduidade;
ÌÌÌ - disciplina; e
ÌV - produtividade.
§ 1º - Até o fim do período de dezoito meses, o chefe direto do funcionário, ouvido o corpo funcional do
setor, deverá manifestar-se sobre o atendimento, pelo mesmo, dos requisitos fixados pelo estágio.
§ 2º - Da avaliação desfavorável cabe recurso com efeito suspensivo, no prazo de oito dias contados da
ciência do funcionário.
§ 3º - Decorrido o prazo previsto no parágrafo anterior sem a interposição de recurso, não sendo o
funcionário considerado habilitado no estágio, o mesmo será exonerado.
§ 4º - O funcionário não poderá ser promovido, transferido, removido, redistribuído, reclassificado ou posto à
disposição de outros órgãos ou entidades, e nem obter as licenças constantes nos incisos VÌ, X e XÌ do
artigo 93, durante o período do estágio.
Art5 21 - O funcionário adquirirá estabilidade após dois anos de efetivo exercício, quando habilitado em
concurso público.
Art5 22 - O funcionário estável somente poderá ser demitido em virtude de sentença judicial transitada em
julgado ou mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa.
Parágrafo Único - O pessoal admitido para funções temporárias poderá ser dispensado antes do prazo
estabelecido:
Ì - mediante comunicação de três dias, se tiver cessado o estado de necessidade que determinou sua
contratação;
ÌÌ - sem comunicação prévia, se houver justa causa por falta apurada em sindicância sumária.
)e>?o III
(o (esenvolvimento na Carreira
Art5 27 - O desenvolvimento na carreira dar-se-á por:
Ì - progressão funcional; e
ÌÌ - ascensão funcional.
Art5 28 - Progressão funcional far-se-á pela elevação automática do funcionário à referência imediatamente
superior na escala de vencimento do cargo.
Art5 2% - Ascensão funcional far-se-á pela elevação do funcionário de cargo da categoria funcional a que
pertencer para cargo da referência inicial de categoria mais elevada, sem prejuízo dos vencimentos.
Art5 29 - A ascensão funcional dependerá de aprovação em concurso seletivo interno de provas ou de
provas e títulos.
Art5 2$ - Através de ato, o Poder Executivo e o Poder Legislativo darão a conhecer o numero de vagas
destinadas à ascensão funcional.
Art5 2: - A ascensão não interrompe o tempo de serviço, que contado no novo posicionamento na carreira, a
partir da data da publicação do ato que ascender o funcionário.
Parágrafo Único - O servidor que não estiver no exercício do cargo, ressalvadas as hipóteses consideradas
como de efetivo exercício, não concorrerá à ascensão funcional.
)e>?o I;
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(a .ransBerência
Art5 2' - Transferência é a passagem do funcionário estável de cargo efetivo para outro de igual
denominação e vencimento, pertencente a quadro de pessoal diverso, no âmbito do Município.
Art5 70 - A transferência dar-se-á:
Ì - a pedido, atendida a conveniência do serviço; e
ÌÌ - de ofício, no interesse da administração, ouvido o servidor.
Parágrafo Único - Havendo interessados em maior número que o de vagas, a seleção será feita através do
critério antigüidade.
Art5 71 - Será admitida a transferência de funcionário ocupante de cargo de quadro em extinção para igual
situação em quadro de outro órgão ou entidade.
)e>?o ;
(a -eadapta>?o
Art5 72 - Readaptação é a forma de provimento do funcionário em cargo de atribuição e responsabilidades
compatíveis com a limitação que tenha sofrido em sua capacidade física ou mental, verificada em inspeção
médica.
§ 1º - Em qualquer hipótese, a readaptação não poderá ser deferida se acarretar aumento da remuneração
do readaptando.
§ 2º - Se a readaptação for deferida em cargo cuja remuneração seja menor que a remuneração antes
percebida pelo readaptando, a parcela será paga como diferença pessoal permanente.
§ 3º - O funcionário readaptado perde definitivamente sua vinculação com o cargo anteriormente exercido.
§ 4º - Se não houver possibilidade de readaptação, o funcionário será aposentado.
)e>?o ;I
(a -evers?o
Art5 77 - Reversão é o retorno ao serviço ativo de funcionário aposentado por invalidez, quando
comprovadamente forem declaradas insubsistentes as razões determinantes da aposentadoria.
Art5 78 - A reversão far-se-á no mesmo cargo ou no cargo resultante de sua transformação.
Art5 7% - Não poderá reverter o aposentado que alcançar o limite da idade para aposentadoria compulsória.
)e>?o ;II
(o Aproveitamento
Art5 79 - Aproveitamento é o reingresso à atividade de funcionário em disponibilidade, em cargo de
atribuições e vencimentos compatíveis com o anteriormente ocupado.
§ 1º - O aproveitamento será obrigatório quando restabelecido o cargo de cuja extinção decorreu a
disponibilidade.
§ 2º - Se o aproveitamento se der em cargo de padrão inferior ao provento da disponibilidade, terá o
funcionário direito à diferença.
Art5 7$ - Extinto o cargo ou declarada a sua desnecessidade, o funcionário estável ficará em
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disponibilidade, com proventos proporcionais ao tempo de serviço.
Art5 7: - O aproveitamento dependerá de prévia comprovação da capacidade física e mental do funcionário,
por junta médica pericial do Município.
§ 1º - Se julgado apto, o funcionário assumirá o exercício do cargo no prazo de trinta dias, contados da
publicação do ato de aproveitamento.
§ 2º - Verificada a incapacidade definitiva, o funcionário em disponibilidade será aposentado no cargo que
anteriormente ocupava.
Art5 7' - Será tornado sem efeito o aproveitamento e cassada a disponibilidade se o funcionário não entrar
em exercício no prazo legal, salvo por doença comprovada por junta médica pericial do Município.
)e>?o ;III
(a -einteCra>?o
Art5 80 - Reintegração é a reinvestidura do funcionário estável no cargo anteriormente ocupado, quando
invalidada a sua demissão por decisão administrativa ou judicial, com ressarcimento de todas as vantagens.
Art5 81 - A reintegração será feita no cargo anteriormente ocupado e, se este houver sido transformado, no
cargo resultante.
Parágrafo Único - Encontrando-se provido o cargo, o seu eventual ocupante será reconduzido ao cargo de
origem, sem direito à indenização ou aproveitado em outro cargo, ou, ainda, posto em disponibilidade
remunerada.
)e>?o ID
(a -econdu>?o
Art5 82 - Recondução é o retorno do funcionário estável ao cargo anteriormente ocupado.
Parágrafo Único - Encontrando-se provido o cargo de origem, o funcionario sera aproveitado em outro,
observado o disposto no artigo 36.
CAPI./", II
(A ;AC=!CIA
Art5 87 - A vacância do cargo ocorrerá de:
Ì - exoneração;
ÌÌ - demissão;
ÌÌÌ - ascensão;
ÌV - transferência;
V - readaptação;
VÌ - aposentadoria; e
VÌÌ - falecimento.
Art5 88 - A exoneração dar-se-á a pedido do funcionário ou de ofício.
Parágrafo Único - A exoneração de ofício ocorrerá:
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Ì - quando se tratar de cargo em comissão;
ÌÌ - quando não satisfeitas as condições do estágio probatório;
ÌÌÌ - quando o funcionário não assumir o exercício do cargo no prazo legal;
ÌV - quando da investidura do funcionário em outro cargo de provimento efetivo.
Art5 8% - A vacância de função gratificada dar-se-á por dispensa, a pedido ou de ofício, ou por destituição.
CAP3./", III
(A -+(I).-IB/I6E,
Art5 89 - Redistribuição é a movimentação do funcionário, com o respectivo cargo, para quadro de pessoal
de outro órgão ou entidade cujos planos de cargos e vencimentos sejam idênticos, observando sempre o
interesse da administração
§ 1º - A redistribuição ocorrerá para o ajustamento de quadros de pessoal às necessidades dos serviços,
inclusive nos casos de reorganização, extinção ou criação de órgão ou entidade.
§ 2º - Nos casos de extincao de orgao ou entidade, os funcionarios que nao puderem ser redistribuidos, na
forma, deste artigo, serao colocados em disponibilidade ate o seu aproveitamento, na forma do artigo 36.
CAPI./", I;
(A )/B).I./I6E,
Art5 8$ - Haverá substituição, no caso de impedimento legal ou afastamento do titular de cargo em
comissão ou função gratificada, quando se tornar indispensável tal providencia em face das necessidades
de serviço.
Art5 8: - Nas hipóteses consideradas necessárias, os ocupantes de cargo em comissão terão substitutos
indicados no regimento interno ou em ato regulamentar e, em caso de omissão, serão previamente
designados.
§ 1º - O substituto indicado assumirá automaticamente o exercício do cargo nos afastamentos e
impedimentos do titular.
§ 2º - O substituto fará jus à diferença da remuneração do cargo ou à gratificação de função respectiva,
pagas na proporção dos dias de efetiva substituição.
.3./", III
(,) (I-+I.,)< ;A!.AA+!) + ,B-IAA6*+)
Capítulo I
(A F,-!A(A (+ .-ABA"G,
Art5 8' - A jornada de trabalho não poderá ser superior a 40 nem inferior a 20 horas semanais, na forma que
dispuser a lei ou norma regulamentar. Citado por 1
Art5 %0 - A jornada de trabalho será cumprida no expediente que a administração municipal estabelecer para
o funcionamento das repartições.
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§ 1º - Em casos especiais, atendida a natureza do serviço, poderá ser estabelecido horário para a prestação
do trabalho.
§ 2º - Nos serviços que exijam trabalho aos sábados, domingos e feriados será estabelecida escala de
revezamento.
Art5 %1 - A duração do trabalho poderá ser prorrogada a critério da administração, mediante retribuição
pecuniária suplementar.
CAP3./", II
(, ;+!CIM+!., + (A -+M/!+-A6E,
Art5 %2 - Vencimento é a retribuição pecuniária pelo desempenho efetivo do trabalho no exercício de cargo
público e corresponde ao valor fixado em lei.
§ 1º - A retribuição do pessoal admitido para funções temporárias será fixada no ato que determinar a
admissão, não podendo ser superior ao vencimento dos cargos análogos.
§ 2º - Não haverá vencimento nem retribuição inferior ao salário mínimo fixado em lei, nacionalmente
unificado.
§ 3º - O vencimento é irredutível e a remuneração obedecerá ao limite e princípios previstos no artigo 37,
inciso XV, da Constituição Federal e no artigo 18, inciso XXÌÌ da Lei Orgânica do Município de Belém.
Art5 %7 - Remuneração é o vencimento acrescido das gratificações e demais vantagens de caráter
permanente atribuídas ao funcionário pelo exercício de cargo público
Parágrafo Único - As indenizações, auxílios e demais vantagens ou gratificações de caráter eventual não
integram a remuneração.
Art5 %8 - Proventos são os rendimentos atribuídos ao funcionário em razão da aposentadoria ou
disponibilidade.
Art5 %% - Quando investido em cargo em comissão, o funcionário deixará de perceber o vencimento de seu
cargo efetivo.
Art5 %9 - O funcionário perderá:
Ì - a remuneração dos dias que faltar ao serviço, salvo nas hipóteses previstas no artigo 123; e
ÌÌ - metade da remuneração, no caso de suspensão convertida em multa, na forma prevista no § 2º do artigo
197.
Parágrafo Único - As faltas ao serviço, até o máximo de oito dias por ano, não excedendo a uma por mês,
em razão de causa relevante, poderão ser abonadas pelo titular do órgão, quando requeridas no dia útil
subseqüente.
Art5 %$ - Salvo por imposição legal ou mandato judicial, nenhum desconto incidirá sobre a remuneração ou
provento.
Parágrafo Único - Mediante autorização do funcionário, poderá haver consignação em folha de pagamento a
favor de terceiros, a critério da administração, na forma estabelecida em regulamento.
Art5 %: - As reposições e indenizações ao Município serão descontadas em parcelas mensais e não
excedentes à décima parte da remuneração ou provento.
Art5 %' - O funcionário em débito com a Fazenda Municipal que for demitido, exonerado, ou que tiver sua
aposentadoria ou disponibilidade cassada, terá o prazo de sessenta dias para quitá-lo.
Parágrafo Único - A não quitação do débito no prazo previsto neste artigo implicará em sua inscrição na
dívida ativa do Município.
Art5 90 - O vencimento, a remuneração e o provento não serão objeto de arresto, seqüestro ou penhora
exceto nos casos de prestação de alimentos de homologação ou decisão judicial.
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CAP3./", III
(A) ;A!.AA+!) (+ ,-(+M P+C/!I1-IA
)e>?o I
(as (isposi>@es Aerais
Art5 91 - Além do vencimento, poderão ser atribuídas ao funcionário, na forma que dispuser o regulamento,
as seguintes vantagens: Citado por 1
Ì - gratificações;
ÌÌ - adicionais; e
ÌÌÌ - indenizações.
)e>?o II
(as AratiBica>@es
Art5 92 - Aos funcionários poderão ser concedidas as seguintes gratificações:
Ì - por regime especial de trabalho:
a) em tempo integral; e
b) em dedicação exclusiva;
ÌÌ - por atividades especiais:
a) de função;
b) de localização especial de trabalho, na forma prevista em regulamento;
c) pelo exercício de atividades em condições insalubres ou perigosas;
d) de elaboração de trabalho técnico especializado, na forma prevista em regulamento; e
e) de fiscalização ou coordenação de processos seletivos, na forma prevista em regulamento;
ÌÌÌ - por produtividade;
ÌV - por serviço extraordinário;
V - gratificação natalina; e
VÌ - gratificação de permanência.
)ubse>?o I
(a AratiBica>?o por -eCime +special de .rabalHo
Art5 97 - A gratificação de tempo integral ou de dedicação exclusiva será devida ao funcionário ocupante de
cargo efetivo, comissionado ou em função gratificada, quando convocado para prestação de serviços em
regime especial de trabalho.
Art5 98 - A gratificação devida ao funcionário convocado a prestar serviço em regime de tempo integral ou
de dedicação exclusiva obedecerá às seguintes bases percentuais:
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Ì - tempo integral: cinqüenta por cento do vencimento-base do cargo, com carga horária mínima de duas
horas, além da jornada normal de trabalho diária; e
ÌÌ - dedicação exclusiva: cem por cento do vencimento-base do cargo.
§ 1º - A concessão da gratificação por regime especial de trabalho dependerá de prévia e expressa
autorização do Prefeito ou da Comissão Executiva da Câmara Municipal, sendo vedada a percepção
cumulativa.
§ 2º - VETADO.
)ubse>?o II
(a AratiBica>?o por Atividades +speciais
Art5 9% - A gratificação de função será fixada em lei e atribuída às atividades que indicar.
Art5 99 - Ao funcionário que exercer atividades, com habitualidade, em locais insalubres ou em contato
permanente com substâncias tóxicas ou com risco de vida, será concedida uma gratificação sobre o
vencimento do cargo efetivo, na forma da lei.
Art5 9$ - O funcionário que fizer jus às gratificações de insalubridade e de periculosidade deverá optar por
uma delas, não sendo permitida a acumulação.
Parágrafo Único - O direito à gratificação de insalubridade ou periculosidade cessa com a eliminação das
condições ou dos riscos que deram causa a sua concessão.
Art5 9: - É vedado à funcionária gestante ou lactante o trabalho em atividades ou operações consideradas
insalubres ou perigosas.
Art5 9' - A gratificação de insalubridade por trabalho com raio X ou substâncias radioativas corresponde a
quarenta por cento sobre o vencimento básico do funcionário.
§ 1º - Os locais de trabalho e os funcionários que operem com raio X ou substâncias radioativas devem ser
mantidos sob controle permanente, de modo que as doses de radiação ionizante não ultrapassem o nível
máximo previsto na legislação específica.
§ 2º - Os funcionários a que refere o parágrafo anterior devem ser submetidos a exames médicos
periódicos.
)ubse>?o III
(a AratiBica>?o por Produtividade
Art5 $0 - A gratificação por produtividade será concedida ao funcionário que, no desempenho de suas
atribuições, contribuir para o aprimoramento e incremento do serviço público, e em especial das atividades
de arrecadação e fiscalização de tributos e outras rendas.
Parágrafo Único - As condições para aferição, critérios, prazos ou formas de pagamento serão definidas em
regulamento, observando os limites legais.
)ubse>?o I;
(a AratiBica>?o por )ervi>o +ItraordinJrio
Art5 $1 - O serviço extraordinário será remunerado com o acréscimo de cinqüenta por cento em relação à
hora normal de trabalho. Citado por 3
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Parágrafo Único - Em se tratando de serviço noturno, o valor da hora será acrescido de mais vinte por
cento.
Art5 $2 - Somente será permitido serviço extraordinário para atender a situações excepcionais e
temporárias, respeitado o limite máximo de horas diárias, conforme se dispuser em regulamento.
Parágrafo Único - Em situação de emergência, previamente definida pelo Chefe do Poder Executivo, o limite
para o desempenho de serviço extraordinário poderá ser elevado para o máximo de quatro horas nos dias
úteis e de oito horas em dias de descanso obrigatório.
Art5 $7 - A concessão da gratificação por serviço extraordinário dependerá, em cada caso, de ato expresso
dos titulares dos órgãos municipais, no qual serão obrigatoriamente fixados o período e o serviço a ser
prestado.
Art5 $8 - O exercício de cargo em comissão e de função gratificada impede o recebimento da gratificação
por serviço extraordinário.
Parágrafo Único - O recebimento da gratificação de tempo integral ou dedicação exclusiva excluirá a
percepção cumulativa da gratificação por serviço extraordinário.
)ubse>?o ;
(a AratiBica>?o !atalina
Art5 $% - A gratificação natalina corresponderá a um doze avos da remuneração devida em dezembro, por
mês de exercício no respectivo ano civil.
Parágrafo Único - A fração igual ou superior a quinze dias será considerada como mês integral.
Art5 $9 - A gratificação natalina será paga até o dia vinte de dezembro de cada ano.
Art5 $$ - A gratificação natalina não poderá ser considerada como calculo de qualquer vantagem pecuniária.
Art5 $: - O funcionário exonerado perceberá uma gratificação natalina proporcionalmente aos meses de
efetivo exercício, calculada sobre a remuneração do mês de exoneração.
)e>?o III
(os Adicionais
Art5 $' - Ao funcionário serão concedidos os adicionais:
Ì - adicional por tempo de serviço;
ÌÌ - adicional de férias;
ÌÌÌ - adicional de escolaridade;
ÌV - adicional de turno; e
V - adicional de cargo em comissão.
)ubse>?o I
(o Adicional por .empo de )ervi>o
Art5 :05 O adicional por tempo de serviço será devido por triênio de efetivo exercício, até o máximo de doze.
§ 1º - Os adicionais serão calculados sobre a remuneração do cargo, nas seguintes proporções:
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Ì - aos três anos, 5%;
ÌÌ - aos seis anos, 5% - 10%;
ÌÌÌ - aos nove anos, 5% - 15%;
ÌV - aos doze anos, 5% - 20%;
V - aos quinze anos, 5% - 25%;
VÌ - aos dezoito anos, 5% - 30%;
VÌÌ - aos vinte e um anos, 5% - 35%;
VÌÌÌ - aos vinte e quatro anos, 5% - 40%;
ÌX - aos vinte e sete anos, 5% - 45%;
X - aos trinta anos, 5% - 50%;
XÌ - aos trinta e três anos, 5% - 55%;
XÌÌ - após trinta e quatro anos, 5% - 60%.
Art5 :1 - O funcionário fará jus ao adicional a partir do mês em que completar o triênio, independente de
solicitação.
)ub)e>?o II
(o Adicional de 0érias
Art5 :2 - Ìndependentemente de solicitação, será pago ao funcionário, por ocasião das férias, um adicional
de um terço da remuneração correspondente ao período de férias.
Parágrafo Único - No caso do funcionário ocupar cargo em comissão ou estar no exercício de função
gratificada, as respectivas vantagens devem ser consideradas no calculo do adicional de que trata este
artigo.
)ubse>?o III
(o Adicional de +scolaridade
Art5 :7 - O adicional de escolaridade, calculado sobre o vencimento-base, será devido nas seguintes
proporções: Citado por 2
Ì - na quantia correspondente a vinte por cento, ao titular de cargo para cujo exercício a lei exija habilitação
correspondente conclusão do primeiro grau do ensino oficial;
ÌÌ - na quantia correspondente a sessenta por cento, ao titular de cargo para cujo exercício a lei exija
habilitação correspondente à conclusão do segundo grau do ensino oficial;
ÌÌÌ - na quantia correspondente a cem por cento, ao titular do cargo para cujo exercício a lei exija habilitação
correspondente à conclusão do grau universitário. Citado por 1
Parágrafo Único - A gratificação pela docência em atividade de treinamento será atribuída ao servidor no
regime hora-aula, desde que esta atividade não seja inerente ao exercício do cargo, desde que fora do
horário de expediente normal.
)ubse>?o I;
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(o Adicional de .urno
Art5 :8 - O adicional de turno é a vantagem pessoal e eventual devida ao funcionário durante o tempo em
que for submetido a:
Ì - jornada de trabalho que deva ser desempenhada entre as vinte e duas horas de um dia e as cinco horas
do dia seguinte, correspondendo a quarenta por cento do vencimento-base;
ÌÌ - trabalho aos sábados, domingos e feriados, em escala de revezamento, correspondente a vinte por
cento do vencimento-base.
Art5 :% - O adicional de turno, apesar de eventual, é devido nas férias e nas licenças remuneradas, se o
funcionário houver desempenhado trabalho nas condições do artigo anterior, durante os últimos doze por
cento meses.
§ 1º - Somente após três anos de percepção do adicional de turno a vantagem será incluída nos proventos
da aposentadoria ou disponibilidade.
§ 2º - Se a aposentadoria resultar de acidente em serviço, o adicional de turno será incluído nos proventos,
qualquer que seja o tempo de sua percepção.
§ 3º - VETADO.
)ubse>?o I;
(o Adicional de CarCo em Comiss?o
Art5 :9 - O funcionário efetivo nomeado para cargo em comissão, cessado esse exercício, fará jus a
perceber, como vantagem pessoal, o adicional de que trata o inciso V, do art. 79, desta Lei, que
corresponderá à quinta parte da diferença entre o vencimento do cargo efetivo e o vencimento do cargo em
comissão, por ano de efetivo exercício, até o máximo de cinco quintos.
Parágrafo Único - Quando mais de um cargo em comissão for exercido sem interrupção, no período anual
aquisitivo, o adicional será calculado em relação ao vencimento do cargo mais elevado.
Art5 :$ - O adicional de que trata o artigo anterior aplica-se também ao exercente de função gratificada,
tomando-se como base de cálculo a quinta parte do valor da respectiva gratificação, até o máximo de cinco
quintos.
Art5 :: - O funcionário que tiver adquirido direito ao máximo de cinco quintos fará jus à atualização
progressiva de cada parcela do adicional, mediante a substituição de cada quinta parte mais antiga pela
nova quinta parte, calculada em relação ao último vencimento ou gratificação, se aquele ou esta for
superior.
Art5 :' - A pena de destituição do cargo em comissão ou da função gratificada implicará, automaticamente,
na perda da vantagem pessoal respectiva.
)e>?o I;
(as Indeni&a>@es
Art5 '0 - O funcionário que, em missão oficial ou de estudo, se afastar da sede, em caráter eventual ou
transitório, para outro ponto do território nacional ou do exterior, fará jus a passagens e diárias, para cobrir
as despesas de pousada e alimentação.
Parágrafo Único - A diária será concedida por dia de afastamento, sendo devida pela metade quando o
deslocamento não exigir pernoite fora da sede.
Art5 '1 - O funcionário que receber indevidamente diárias será obrigado a restituí-las integralmente, no
prazo de cinco dias, ficando ainda, se for o caso, sujeito a punição disciplinar.
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Art5 '2 - No arbitramento das diárias será considerado o local para o qual foi deslocado o funcionário.
Capítulo I;
(A) "IC+!6A)
)e>?o I
(as (isposi>@es Aerais
Art5 '7 - Conceder-se-á ao funcionário licença:
Ì - para tratamento de saúde;
ÌÌ - por motivo de acidente em serviço;
ÌÌÌ - por motivo de doença em pessoa da família;
ÌV - à gestante;
V - paternidade;
VÌ - por motivo de afastamento do cônjuge;
VÌÌ - para prestação de serviço militar;
VÌÌÌ - para atividade política;
ÌX - para atividade sindical;
X - a título de prêmio por assiduidade e comportamento;
XÌ - para tratar de interesse particular.
§ 1º - As licenças previstas nos incisos Ì a ÌV serão precedidas de inspeção médica realizada pelo órgão
competente do Município.
§ 2º - O funcionário não poderá permanecer em licença por período superior a vinte e quatro meses, salvo
nos casos dos incisos VÌ, VÌÌ, VÌÌÌ e ÌX.
§ 3º - É vedado o exercício de atividade remunerada durante o período das licenças previstas nos incisos Ì a
ÌV deste artigo.
§ 4º - A licença concedida dentro de sessenta dias do término da anterior, da mesma espécie, será
considerada como prorrogação.
Art5 '8 - O pessoal contratado para função temporária terá direito as licenças previstas nos incisos Ì, ÌÌ, ÌÌÌ,
ÌV e V do artigo 93.
§ 1º - Na data do termo final do tempo previsto para admissão termina a vinculação do pessoal temporário
com a administração municipal, cessando as licenças concedidas.
§ 2º - O disposto no parágrafo anterior não se aplica à licença por motivo de acidente em serviço, que
somente cessará com o restabelecimento da capacidade física ou com a aposentadoria do licenciado.
§ 3º - Se do acidente resultar invalidez permanente, a licença será transformada em aposentadoria.
§ 4º - Os demais motivos de licença, previstos no artigo 93, constituem justa causa para cessação do
desempenho de funções temporárias.
)e>?o II
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(a "icen>a para .ratamento de )aúde
Art5 '% - A licença para tratamento de saúde poderá ser concedida a pedido ou de ofício, com base em
inspeção médica realizada pelo órgão competente do Município, sem prejuízo da remuneração.
Parágrafo Único - Sempre que necessário, a inspeção médica será realizada na residência do funcionário
ou no estabelecimento hospitalar onde se encontrar internado.
Art5 '9 - A licença superior a sessenta dias só poderá ser concedida mediante inspeção realizada por junta
médica oficial.
§ 1º - Em casos excepcionais, a prova da doença poderá ser feita por atestado médico particular se, a juízo
da administração, for conveniente ou impossível a ida da junta médica à localidade de residência do
funcionário.
§ 2º - Nos casos referidos no parágrafo anterior, o atestado só produzirá efeitos depois de homologado pelo
serviço médico oficial do Município.
§ 3º - Verificando-se, a qualquer tempo, ter ocorrido má-fé na expedição do atestado ou do laudo, a
administração promoverá a punição dos responsáveis.
Art5 '$ - Findo o prazo da licença, o funcionário será submetido à nova inspeção médica, que concluirá pela
volta ao serviço, pela prorrogação da licença ou pela aposentadoria.
Art5 ': - O atestado e o laudo da junta médica não se referirão ao nome ou natureza da doença, salvo
quando se tratar de lesões produzidas por acidente em serviço e doença profissional.
)e>?o III
(a "icen>a por Acidente em )ervi>o
Art5 '' - Será licenciado com remuneração integral o funcionário acidentado em serviço.
Art5 100 - Para conceituação do acidente e da doença profissional, serão adotados os critérios da legislação
social do trabalho.
§ 1º - Equipara-se ao acidente em serviço o dano decorrente de agressão sofrida e não provocada pelo
funcionário no exercício do cargo.
§ 2º - A prova do acidente será feita no prazo de dez dias, prorrogável quando as circunstâncias o exigirem.
Art5 101 - As normas desta Seção aplicam-se também ao pessoal contratado para funções temporárias.
)e>?o I;
(a "icen>a por Motivo de (oen>a em Pessoa da 0amília
Art5 102 - Poderá ser concedida licença ao funcionário por motivo de doença do cônjuge, companheiro ou
companheira, padrasto ou madrasta, ascendente, descedente, enteado e colateral consangüíneo ou afim
até o segundo grau civil, mediante comprovação médica.
§ 1º - A licença somente será deferida se a assistência direta do funcionário for indispensável e não puder
ser prestada simultaneamente com o exercício do cargo.
§ 2º - A comprovação das condições previstas neste artigo, como preliminar para a concessão da licença,
far-se-á mediante inspeção de saúde procedida pelo órgão médico competente, que emitirá o
correspondente laudo, para conseqüente apresentação ao órgão de lotação do funcionário.
§ 3º - A licença de que trata este artigo será concedida com vencimento ou remuneração:
Ì - integrais, até noventa dias;
ÌÌ - dois terços, quando excedente de noventa dias;
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ÌÌÌ - um terço, quando superior a cento e vinte dias e não exceder a trezentos e sessenta e cinco dias;
ÌV - sem vencimento, quando exceder de trezentos e sessenta e cinco dias.
)e>?o ;
(a "icen>a K Aestante< Adotante e Paternidade
Art5 107 - Será concedida licença a funcionária gestante ou à mãe adotiva de criança de até um ano de
idade por cento e vinte dias consecutivos, sem prejuízo da remuneração.
§ 1º - A licença poderá ter início no primeiro dia do nono mês de gestação, salvo antecipação por prescrição
médica.
§ 2º - No caso de nascimento prematuro, a licença terá início a partir do parto.
§ 3º - No caso de natimorto, decorridos trinta dias do evento, a funcionária terá direito a mais trinta dias de
repouso remunerado.
Art5 108 - Para amamentar o próprio filho até a idade de seis meses, a funcionária lactante terá direito,
durante a jornada de trabalho, a uma hora de descanso, que poderá ser parcelada em dois períodos de
meia hora.
Art5 10% - À funcionária que adotar criança de até doze meses de idade serão concedidos cento e vinte dias
de licença remunerada, para ajustamento do adotado ao novo lar.
Parágrafo Único - No caso de adoção de criança com mais de um ano de idade, o prazo de que trata este
artigo será de trinta dias.
Art5 109 - Até que a lei venha disciplinar o disposto no artigo 7º, XIX, da Constituição Federal, serão
concedidos cinco dias de licença paternidade para o cônjuge ou companheiro, por ocasião do nascimento
do filho.
)e>?o ;I
(a "icen>a por Motivo de ABastamento do CLnMuCe
Art5 10$ - Poderá ser concedida licença ao funcionário para acompanhar cônjuge, companheiro ou
companheira, funcionário público civil ou militar, para outro ponto do território nacional, para o exterior ou
para exercício de mandato eletivo dos Poderes Executivo e Legislativo.
§ 1º - A licença será por prazo indeterminado e sem remuneração.
§ 2º - Na hipótese do deslocamento de que trata este artigo, o funcionário poderá ser colocado à disposição
de outro órgão público, sem ônus para o Município.
)e>?o ;II
(a "icen>a para Presta>?o do )ervi>o Militar
Art5 10: - Ao funcionário convocado para o serviço militar será concedida licença, na forma e condições
previstas na legislação específica.
Parágrafo Único - Concluído o serviço militar, o funcionário terá até trinta dias, sem remuneração, para
reassumir o exercício do cargo.
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)e>?o ;III
(a "icen>a para Atividade Política
Art5 10' - A partir do registro da candidatura perante a Justiça Eleitoral e até o dia seguinte ao da eleição, o
funcionário candidato a cargo eletivo fará jus à licença com remuneração integral, salvo se a legislação
eleitoral dispuser em contrário.
Parágrafo Único - Ao funcionário público em exercício de mandato eletivo aplicam-se as disposições do
artigo 38 da Constituição Federal vigente.
)e>?o ID
(a "icen>a para Atividade )indical
Art5 110 - É assegurado o direito à licença com remuneração ao funcionarão eleito para desempenho de
mandato de diretoria em confederação, federação ou sindicato representativo da sua categoria profissional.
Parágrafo Único - A licença terá duração igual a do mandato, podendo ser prorrogada no caso de reeleição.
)e>?o D
(a "icen>a Prêmio
Art5 111 - O funcionário terá direito, como prêmio de assiduidade e comportamento, à licença de sessenta
dias em cada período de três anos de exercício ininterrupto, em que não haja sofrido qualquer penalidade
disciplinar ou criminal.
Art5 112 - Não se concederá licença prêmio ao funcionário que, no período aquisitivo:
Ì - sofrer penalidade disciplinar ou criminal;
ÌÌ - afastar-se do cargo em virtude de:
a) licença para tratamento em pessoa da família que ultrapasse a trinta dias consecutivos ou não durante o
triênio;
b) licença para tratar de interesses particulares;
c) licença por motivo de afastamento do cônjuge, companheiro ou companheira;
ÌÌÌ - faltar ao serviço injustificadamente mais de seis dias durante o período aquisitivo.
Art5 117 - Para efeito de aposentadoria adicional por tempo de serviço, será contado em dobro o tempo de
licença prêmio que o funcionário não houver gozado.
Art5 118 - A requerimento do funcionário, a licença poderá ser gozada em períodos não inferiores a trinta
dias, observada a conveniência do serviço.
Parágrafo Único - Deferida a licença, a administração terá o prazo de sessenta dias para liberar o
funcionário.
)e>?o DI
(a "icen>a para .ratar de Interesses Particulares
Art5 11% - A critério da administração, poderá ser concedida ao funcionário estável licença para trato de
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assuntos particulares, pelo prazo de até dois anos consecutivos, sem remuneração.
§ 1º - Não poderá ser negada licença quando o afastamento for comunicado com antecedência mínima de
trinta dias.
§ 2º - A licença poderá ser interrompida a qualquer tempo, a pedido do funcionário.
Art5 1195 S6 poderá ser concedida nova licença depois de decorridos dois anos do término da anterior.
Capítulo ;
(A) 04-IA)
Art5 11$ - Após doze meses de exercício o funcionário fará jus, anualmente, a trinta dias consecutivos de
férias, não podendo ser levada à conta de férias qualquer falta ao serviço.
Parágrafo Único - Em casos excepcionais, as férias poderão ser fracionadas em dois períodos de quinze
dias corridos, observado sempre o interesse do serviço.
Art5 11: - O funcionário que opere direta e permanentemente com raio X e substâncias radioativas gozará,
obrigatoriamente, vinte dias consecutivos de férias por semestre de atividade profissional, proibida em
qualquer hipótese a acumulação..
Art5 11' - As férias do pessoal integrante do grupo Magistério são de quarenta e cinco dias e coincidirão
com os períodos das férias escolares, obedecendo às restrições regulamentares.
Art5 120 - Cabe ao órgão competente organizar, no mês de novembro, as escalas de férias para o ano
seguinte, atendendo sempre que possível a conveniência dos funcionários.
Parágrafo Único - Depois de programada, a escala só poderá ser modificada com a anuência do funcionário
interessado e da chefia de serviço.
Art5 121 - É proibida a acumulação de férias, salvo por absoluta necessidade de serviço e pelo máximo de
dois anos consecutivos.
Parágrafo Único - Para os efeitos de aposentadoria e adicional de tempo de serviço, contar-se-á em dobro o
período de férias não gozadas, mediante solicitação do funcionário e após deferimento pela autoridade
competente.
Art5 122 - Não serão interrompidas as ferias em gozo, salvo por motivo de calamidade pública, comoção
interna, convocação para júri, serviço militar ou eleitoral ou por motivo relevante de superior interesse
público.
Capítulo ;I
(A) C,!C+))*+)
Art5 127 - Sem qualquer prejuízo, poderá o funcionário ausentar-se do serviço:
Ì - por um dia, para doação de sangue;
ÌÌ - até oito dias, por motivo de:
a) casamento;
b) falecimento do cônjuge, companheiro ou companheira, pais, madrasta, padrasto, filhos ou enteados e
irmãos.
Art5 128 - Poderá ser concedido horário especial ao funcionário estudante de nível superior quando
comprovada a incompatibilidade entre o horário escolar e o da repartição, sem prejuízo do exercício do
cargo.
Parágrafo Único - Para efeito do disposto neste artigo, será exigida a compensação de horários na
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repartição, respeitada a duração semanal do trabalho.
Capítulo ;II
(, .+MP, (+ )+-;I6,
Art5 12% - É contado, para todos os efeitos legais, o tempo de serviço público prestado ao Município de
Belém, qualquer que tenha sido a forma de admissão ou de pagamento.
Art5 129 - Considera-se como tempo de serviço prestado a órgãos dos Poderes da União, Estados e
Municípios inclusive suas autarquias, fundações públicas e às empresas de economia mista.
Art5 12$ - A apuração do tempo de serviço será feita em dias, que serão convertidos em anos, considerando
o ano como de trezentos e sessenta e cinco dias.
Parágrafo Único - Feita a conversão, os dias restantes, até cento e oitenta e dois, não serão computados,
arredondando-se para um ano quando excederem este número, para efeito de aposentadoria.
Art5 12: - Além das ausências ao serviço previstas no artigo 123, são consideradas como efetivo exercício
os afastamentos em virtude de:
Ì - férias;
ÌÌ - exercício de cargo em comissão ou equivalente a sua função em órgão ou entidade dos Poderes da
União, dos Estados, dos Município se do Distrito Federal, quando colocado regularmente à disposição;
ÌÌÌ - desempenho do mandato eletivo federal, estadual ou municipal:
ÌV - convocação para o serviço militar;
V - requisição para o Tribunal do Júri e outros serviços obrigatórios por lei;
VÌ - missão ou estudo no exterior, quando autorizado o afastamento; e
VÌÌ - licenças:
a) à gestante;
b) para tratamento da própria saúde, até dois anos;
c) por motivo de acidente em serviço ou doença profissional;
d) prêmio;
e) paternidade, pelo prazo mínimo de cinco dias, nos termos da lei; e
f) licença para atividade sindical.
Parágrafo Único - V E T A D O
Art5 12' - Contar-se-á para efeito de aposentadoria e disponibilidade:
Ì - o tempo de serviço público prestado em cargo ou função federal, estadual ou municipal;
ÌÌ - a licença para tratamento de saúde de pessoa da família do funcionário, até noventa dias;
ÌÌÌ - a licença para atividade política ou sindical;
ÌV - tempo correspondente ao desempenho de mandato eletivo federal, estadual ou municipal, antes do
ingresso do funcionário no serviço público municipal;
V - tempo de serviço em atividade privada vinculada à previdência social;
VÌ - o tempo de serviço ativo nas Forças Armadas e auxiliares, prestado durante a paz, computando-se pelo
dobro o tempo de operação real de guerra.
§ 1º - O tempo em que o funcionário esteve aposentado por invalidez ou em disponibilidade será apenas
contado para nova aposentadoria ou disponibilidade.
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§ 2º - É vedada a contagem cumulativa de tempo de serviço prestado concomitantemente em mais de um
cargo, função ou emprego.
Capítulo ;III
(, (I-+I., (+ P+.I6E,
Art5 170 - É assegurado ao funcionário o direito de requerer, pedir reconsideração e recorrer, bem como o
de representar.
Parágrafo Único - O requerimento, a representação e o pedido de reconsideração serão apresentados no
órgão de lotação do servidor e decidido pela autoridade que tenha expedido o ato ou proferido a decisão, no
prazo improrrogável de trinta dias.
Art5 171 - Caberá recurso:
Ì - do indeferimento do pedido de reconsideração; e
ÌÌ - das decisões sobre recursos sucessivamente interpostos.
§ 1º - O recurso será dirigido à autoridade imediatamente superior à que tiver expedido o ato ou proferido a
decisão, e sucessivamente, em escala ascendente, às demais autoridades.
§ 2º - Terá caráter de recurso o pedido de reconsideração quando o autor do despacho, decisão ou ato
houver sido o Prefeito ou a Comissão Executiva da Câmara.
Art5 172 - O prazo para interposição do pedido de reconsideração ou de recurso é de trinta dias, a contar da
publicação ou da ciência, pelo interessado, da decisão recorrida.
Art5 177 - A representação será dirigida ao chefe imediato do funcionário, ao qual cabe, se a solução não for
de sua alçada encaminhá-la a quem for de direito.
Parágrafo Único - Se não for dado andamento à representação, dentro do prazo de cinco dias, poderá o
funcionário dirigi-la direta e sucessivamente à autoridade superior.
Art5 178 - Para o exercício do direito de petição, é assegurada vista do processo ou documento, na
repartição, ao funcionário ou seu representante legal.
Art5 17% - O direito de petição prescreve a partir da data da publicação, no órgão oficial, do ato impugnado,
ou quando este for de natureza reservada, da data em que dele tiver conhecimento o funcionário:
Ì - em cinco anos, quanto aos atos de que decorrem a demissão, cassação de disponibilidade, ou que
afetem interesse patrimonial e créditos resultantes das relações de trabalho; e
ÌÌ - em cento e vinte dias, nos demais casos, salvo quando outro prazo for fixado em lei.
Parágrafo Único - Os recursos ou pedidos de reconsideração, quando cabíveis e apresentados dentro do
prazo de que trata o artigo 132, interrompem a prescrição, determinando a contagem de novos prazos, a
partir da data da publicação, no Diário Oficial do Município, do despacho denegatório ou restritivo do pedido.
Art5 179 - A prescrição é de ordem pública, não podendo ser relevada pela administração.
Art5 17$ - O pedido de reconsideração e o recurso não tem efeito suspensivo; o que for provido retroagirá,
nos efeitos, à data do ato impugnado.
Art5 17: - A administração deverá rever seus atos, a qualquer tempo, quando eivados de ilegalidade.
Art5 17' - São fatais e improrrogáveis os prazos estabelecidos neste capítulo, salvo por motivo de força
maior.
Parágrafo Único - Os prazos que se vencerem em sábado, domingo, feriado, santificado ou considerado de
freqüência facultativa, ficam dilatados até o primeiro dia útil subseqüente.
Capítulo ID
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(, A0A).AM+!., PA-A )+-;I- A ,/.-, N-AE, ,/ +!.I(A(+
Art5 180 - O funcionário, mediante sua concordância, poderá ser cedido para ter exercício em outro órgão
ou entidade dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal ou de outros Municípios, nas seguintes
hipóteses:
a) para exercício de cargo em comissão ou função de confiança; e
b) para exercício de cargo técnico ou em casos previstos em leis específicas.
Art5 181 - Nenhum funcionário poderá ser posto disposição, ou de qualquer forma ter exercício em
repartição diferente daquela em que estiver lotado, sem prévia autorização do Prefeito ou da Comissão
Executiva, formalizada através de ato competente.
Art5 182 - O afastamento para estudo ou missão oficial no exterior obedecerá ao disposto em legislação
pertinente.
Capítulo D
(, -+AIM+ (I)CIP"I!A-
)e>?o I
(os (ireitos e (everes
Art5 187 - São direitos do funcionário, além daqueles especificamente conferidos neste Estatuto:
Ì - ter condição adequada ao trabalho;
ÌÌ - receber da administração os equipamentos e vestuários exigidos pela natureza do serviço;
ÌÌÌ - participar de treinamento de prevenção de acidente de trabalho;
ÌV - ter acesso ao acervo bibliográfico de sua repartição;
V - sugerir providências que visem o aperfeiçoamento do serviço;
VÌ - representar contra ato manifestamente ilegal ou abuso de poder de seus superiores;
VÌÌ - custeio do tratamento de saúde, quando a licença for concedida nos termos do artigo 93, inciso ÌÌ.
Art5 188 - São deveres do funcionário:
Ì - manter assiduidade;
ÌÌ - ser pontual;
ÌÌÌ - usar de discrição;
ÌV - tratar com urbanidade as partes, atendendo-as sem preferências pessoais;
V - desempenhar pessoalmente, com zelo e presteza, os encargos que lhe competirem e os trabalhos de
que for incumbido dentro de suas atribuições;
VÌ - ser leal às instituições constitucionais e administrativas a que servir;
VÌÌ - observar as normas legais e regulamentares.
§ 1º - Considera-se substituto processual os Sindicatos dos Servidores Públicos Municipais em toda e
qualquer demanda em que seja parte interessada o servidor e o Poder Público.
§ 2º - E assegurada a participação permanente e paritária do servidor nos colegiados dos órgãos do
Município de Belém que seus interesses, profissionais ou previdenciários, sejam objeto de discussão e
deliberação.
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VÌÌÌ - respeitar e acatar seus superiores hierárquicos, obedecendo às suas ordens, exceto quando
manifestamente ilegais;
ÌX - quando indicado pela administração, freqüentar cursos legalmente instituídos, para seu
aperfeiçoamento e especialização;
X - providenciar para que esteja sempre em dia, no assentamento individual, a sua declaração de família;
XÌ - manter espírito de cooperação e solidariedade para com os companheiros de trabalho;
XÌÌ - zelar pela economia e conservação do material que lhe for confiado;
XÌÌÌ - apresentar-se ao serviço convenientemente trajado ou uniformizado, quando for o caso;
XÌV - submeter-se à inspeção de saúde periódica, perante junta médica oficial do Município, quando for
determinada pela administração;
XV - usar os equipamentos e vestuários fornecidos pela administração, de acordo com a natureza do
trabalho;
XVÌ - atender preferencialmente a:
a) requisições destinadas à defesa da Fazenda Pública Municipal;
b) pedidos de certidões para fins de direito;
c) pedidos de informações do Poder Legislativo;
d) diligências solicitadas por comissão de inquérito; e
e) deprecados judiciais.
Parágrafo Único - Será considerado como co-autor o superior hierárquico que, recebendo denúncia ou
representação a respeito de irregularidades no serviço ou falta cometida por funcionário seu subordinado,
deixar de tomar as providências necessárias a sua apuração.
)e>?o II
(as Proibi>@es
Art5 18% - Ao funcionário é proibido:
Ì - retirar, sem prévia permissão da autoridade competente, qualquer documento ou objeto existente na
repartição;
ÌÌ - ausentar-se do serviço durante o expediente sem prévia autorização do chefe imediato;
ÌÌÌ - entreter-se, durante as horas de trabalho, em palestras, leituras e outras atividades estranhas ao
serviço;
ÌV - deixar de comparecer ao serviço sem causa justificada;
V - tratar de interesses particulares na repartição;
VÌ - exercer comércio entre os companheiros de serviço, mover ou subscrever listas de donativos dentro da
repartição;
VÌÌ - recusar fé a documentos públicos;
VÌÌÌ - opor resistência ínjustificada ao andamento de documento e processo ou execução de serviço;
ÌX - empregar material do serviço público em serviço particular;
X - receber propina, comissão, presente ou vantagem de qualquer espécie, em razão de suas atribuições;
XÌ - cometer a outro funcionário atribuições estranhas às do cargo que ocupa, exceto em situações de
emergência e transitória;
XÌÌ - exercer quaisquer atividades que sejam imcompatíveis com o exercício do cargo ou função e com o
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horário de trabalho;
XÌÌÌ - proceder de forma desidiosa;
XÌV - participar da gerência ou administração de empresas que mantenham relações comerciais ou
administrativas com o governo, sejam por este subvencionadas ou estejam diretamente relacionados com a
fínalidade da repartição ou serviço em que esteja lotado;
XV - requerer ou promover a concessão de privilégios, garantias e juros ou outros favores semelhantes,
federais, estaduais ou municipais, exceto o de intervenção própria;
XVÌ - praticar usuras sob qualquer de suas formas;
XVÌÌ - aceitar representação de Estado estrangeiro, sem autorização do Presidente da república;
XVÌÌÌ - constituir-se procurador de partes ou servir de íntermediário perante qualquer repartição pública,
salvo quando se tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais a parentes até o segundo grau;
XÌX - receber estipêndios de firmas fornecedoras ou de entidades fiscalizadas no país ou no estrangeiro,
principalmente quando estiver em missão referente à compra de material ou fiscalização de qualquer
natureza;
XX - valer-se de sua qualidade de funcionário para desempenhar atividades estranhas às funções ou para
lograr, direta ou índiretamente, qualquer proveito; e
XXÌ - praticar atos de sabotagem contra o serviço público.
Parágrafo Único - Não está compreendida nas proibições deste artigo a participação do funcionário em
sociedade em que o Município seja acionista, bem assim na direção ou composição de cooperativas ou
associações de classe.
Art5 189 - É vedado ao funcionário trabalhar sob as ordens imediatas de parentes até o segundo grau, salvo
quando se tratar de função de confiança e livre escolha, não podendo exceder de dois o número de
auxiliares nestas condições.
)e>?o III
(as -esponsabilidades
Art5 18$ - Pelo exercício irregular de as atribuições, o funcionário responde civil, penal e
administrativamente.
§ 1º - A responsabilidade administrativa não exime o funcionário da responsabilidade civil ou criminal que no
caso couber, e o pagamento de qualquer indenização não o exime de pena disciplinar em que incorrer.
§ 2º - As cominações civis, penais e disciplinares poderão acumular-se, sendo independentes entre si, bem
como as instâncias civil, penal e administrativa.
Art5 18: - O funcionário é responsável por todos os prejuízos que nessa qualidade causar à Fazenda
Pública por dolo ou culpa, devidamente apurados.
Parágrafo Único - Caracteriza-se especialmente a responsabílidade:
Ì - pela sonegação de valores e objetos confiados à sua guarda ou responsabilidade, por não prestar contas
ou por não as tomar, na forma e no prazo estabelecidos pelas leis, regulamentos, instruções e ordens de
serviço;
ÌÌ - pela falta ou inexatidão das necessárias averbações nas notas de despacho, guias e outros documentos
da receita ou que tenham com eles relação;
ÌÌÌ - pelas faltas, danos, avarias e quaisquer outros prejuízos que sofrerem os bens e os materiais sob sua
guarda ou sujeitos a seu exame ou fiscalização; e
ÌV - por qualquer erro de cálculo ou redução contra a Fazenda Pública.
Art5 18' - A responsabilidade civil decorre de procedimento doloso ou culposo que importe prejuízo da
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Fazenda Pública ou de terceiros.
§ 1º - O ressarcimento de prejuízo causado à Fazenda Pública, no que exceder os limites de caução e na
falta de outros bens que respondam pela indenização, será liquidado mediante desconto em prestações
mensais não excedentes da décima parte da remuneração.
§ 2º - Tratando-se de dano causado a terceiro, responderá o funcionário perante a Fazenda Pública, através
de composição amigável ou ação regressiva.
§ 3º - Não sendo possível a composição amigável, a ação regressiva deverá ser iniciada no prazo de
noventa dias da data em que transítar em julgado a condenação imposta.
§ 4º - A não observância do disposto no parágrafo anterior, por ação ou omissão do responsável pelo
ajuizamento da ação, constitui falta de exação no cumprimento do dever.
Art5 1%0 - O funcionário que adquirir materiais em desacordo com as disposiçoes legais e regulamentares
será responsabilizado pelo respectivo custo, sem prejuízo das penalidades disciplinares cabíveis, podendo,
se houver prejuízo para o erário, ser descontado da remuneração.
Art5 1%1 - Nos casos de indenização à Fazenda Pública, resultante de ato doloso, o funcionário será
obrigado a repor, de uma só vez, a importância do prejuízo causado em virtude de alcance, desfalque ou
omissão em efetuar recolhimento ou entrada nos prazos legais.
Art5 1%2 - Fora dos casos previstos no artigo anterior, a importância da indenização poderá ser descontada
do vencimento ou remuneração, não excedendo o desconto a décima parte do valor destes.
Art5 1%7 - Será igualmente responsabilizado o funcionário que, fora dos casos expressamente previstos nas
leis, regulamentos ou regimentos, cometer a pessoas estranhas à repartição o desempenho de encargos
que lhe competirem ou aos seus subordinados.
Art5 1%8 - A responsabilidade administrativa resulta de atos ou omissões praticadas no desempenho de
cargo ou função.
Capítulo DI
(A AC/M/"A6E,
Art5 1%% - É vedada a acumulação remunerada de cargos públicos, exceto quando houver compatibilidade
de horários:
a) a de dois cargos de professor;
b) a de um cargo de professor com outro técnico ou cientlfíco; e
c) a de dois cargos privativos de médico.
Art5 1%9 - A proibição de acumular estende-se a empregos e funções e abrange autarquias, empresas
públicas, sociedades de economia mista e fundações mantidas pelo Poder Público.
Parágrafo Único - A proibição de acumular não se aplica ao aposentado, quando investido em cargo
comissionado.
Art5 1%$ - A acumulação de cargos, ainda que lícita, fica condícionada à comprovação de compatibilidade de
horária.
.3./", I;
(A P-+;I(4!CIA + A))I).O!CIA
Capítulo I
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(A) (I)P,)l6*+) A+-AI)
Art5 1%: - O Município prestará assistência ao funcionário e a seus dependentes, através da manutenção do
Plano de Seguridade Social.
Parágrafo Único - Na seguridade social, são prevalentes os seguintes objetivos:
Ì - universalidade da cobertura do atendimento;
ÌÌ - uniformidade dos benefícios;
ÌÌÌ - irredutibilidade do valor dos benefícios;
ÌV - caráter democrático da gestão administrativa, com a participação do servidor estável e do aposentado
no colegiado da autarquia de previdência e assistência do Município de Belém.
Art5 1%' - Entre as normas de assistência incluem-se:
Ì - assistência à saúde; e
ÌÌ - previdência e seguro.
Art5 190 - Os benefícios serão concedidos nos termos e condições definidos em regulamento, observadas
as disposições desta Lei:
Art5 191 - Os benefícios concedidos ao funcionário e a seus dependentes compreendem:
Ì - quanto ao funcionário:
a) aposentadoria;
b) salário família; e
c) auxílio natalidade;
ÌÌ - quanto aos dependentes:
a) auxílio-funeral;
b) auxílio-reclusão;
c) pensão por morte; e
d) pecúlio facultativo.
Capítulo II
(,) B+!+03CI,)
)e>?o I
(a Aposentadoria
Art5 192 - O funcionário será aposentado:
Ì - por invalidez permanente, sendo os proventos integrais, quando decorrentes de acidentes em serviço,
moléstia profissional ou doença grave contagiosa e incurável ou doença incurável, especificada em lei e
proporcionais nos demais casos;
ÌÌ - compulsoriamente, os do sexo masculino, aos setenta anos de idade, e as do sexo feminino, aos
sessenta e cinco anos de idade, com proventos proporcionais ao tempo de serviço; e
ÌÌÌ - voluntariamente:
a) aos trinta e cinco anos de serviço, se homem, e aos trinta, se mulher, com proventos integrais;
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b) aos trinta anos de efetivo exercício em funções de magistério, se professor, e vinte e cinco anos, se
professor com proventos integrais;
c) aos trinta anos de serviço, se homem, e aos vinte e cinco se mulher, com proventos proporcionais ao
tempo de serviço;
d) aos sessenta e cinco anos de idade, se homem, e aos sessenta, se mulher, com proventos proporcionais
ao tempo de serviço.
§ 1º - Consíderam-se doenças graves, contagiosas ou incuráveis as que a Lei indicar com base na medicina
especializada.
§ 2º - O funcionário ocupante de cargo em comissão terá direito à aposentadoria se preencher todos os
requisitos deste artigo, mesmo não sendo titular de cargo efetivo, desde que tenha prestado, pelo menos,
cinco anos de serviço ao Município de Belém, suas autarquías e fundações.
§ 3º - Nos casos de exercícios de atividades consideradas insalubres ou perigosas, a aposentadoria de que
trata o inciso ÌÌÌ, alíneas a e c, observará o disposto em regulamento.
§ 4º - A aposentadoria em cargos ou empregos temporários observará o disposto na lei federal.
Art5 197 - Será aposentado com proventos correspondentes ao vencimento ou remuneração de cargo em
comissão ou função gratificada o funcionário efetivo que o venha exercendo por mais de cinco anos
consecutivos ou dez anos alternados, no Município de Belém.
§ 1º - As vantagens definidas neste artigo são extensivas ao funcionário que, à época da aposentadoria,
contar ou perfizer dez anos, consecutivos ou não, em cargo em comissão ou função gratificada.
§ 2º - Quando mais de um cargo ou função tenha sido exercido, serão atribuídos os proventos de maior
padrão, desde que lhe corresponda o exercício mínimo de dois anos consecutivos, ou padrão
imediatamente inferior, desde que superior a um ano, se menor o lapso de tempo desse exercício.
Art5 198 - A aposentadoria compulsória será automática e declarada por decreto, com vigência a partir do
dia imediato aquele em que o funcionário atingir a idade limite de permanência no serviço ativo.
Parágrafo Único - O funcionário se afastará do serviço do cargo no dia imediato àquele em que atingir a
idade limite.
Art5 19% - A aposentadoria voluntária ou por invalidez vigorará a partir da data da publicação do respectivo
ato.
§ 1º - A aposentadoria por invalidez será precedida de licença para tratamento de saúde, por período não
excedente a vinte e quatro meses.
§ 2º - Expirado o período de licença e não estando em condições de reassumir o cargo, ou de ser
readaptado, o funcionário será aposentado.
§ 3º - O lapso de tempo compreendido entre o término da licença e a publicação do ato de aposentadoria
será considerado como de prorrogação da licença.
Art5 199 - O provento da aposentadoria será revisto na mesma data e proporção sempre que se modificar a
remuneração do funcionário da atividade.
§ 1º - São estendidos aos inativos quaisquer benefícios ou vantagens posteriormente concedidos ao
funcionário em atividade, inclusive quando decorrentes de transformação ou reclassificação do cargo ou
função em que se deu a aposentadoria.
§ 2º - Quando proporcional ao tempo de serviço, o provento não será inferior ao menor vencimento básico
pago pelo Município.
Art5 19$ - Os proventos de aposentadoria do funcionário afastado para servir em outro órgão ou entidade
serão calculados pelo nível de vencimento e remuneração de seu cargo no Município de Belém.
Art5 19: - Ao funcionário aposentado será paga a gratificação natalina, no mês de dezembro, em valor
equivalente ao respectivo provento.
Art5 19' - Ao funcionário fica assegurado o direito de não comparecer ao trabalho a partir do nonagésimo
primeiro dia subseqüente ao do protocolo do requerimento da aposentadoria, sem prejuízo da percepção de
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sua remuneração, caso não seja antes cientificado do indeferimento, na forma da lei.
)e>?o II
(o )alJrioBamília
Art5 1$0 - O salário famllia é devido ao funcionário ativo ou inativo do Município, por dependente econômico.
Parágrafo Único - O salário família corresponderá a cinco por cento do salário mínimo.
Art5 1$1 - Consideram-se dependentes econômicos, para efeitos de salário família:
Ì - o filho menor de dezoito anos de qualquer natureza;
ÌÌ - o filho inválido de qualquer idade ou sexo, desde que total e permanentemente incapaz para o trabalho;
ÌÌÌ - o filho estudante até vinte e quatro anos, que frequentar cursos de primeiro e segundo graus ou superior
em estabelecimentos de ensino oficial ou oficializado, e que não exerça atividade remunerada, nem possua
renda própria.
ÌV - a mãe, que não exerça atividade remunerada não perceba pensão ou qualquer outro rendimento
superior ao salário mínimo; e
V - o cônjuge, companheiro ou companheira, que não exerça atividade remunerada, nem possua renda
própria.
§ 1º - Equiparam-se ao filho o enteado, o tutelado ou o curatelado, sem meios próprios de subsistência.
§ 2º - Para os efeitos deste artigo, considera-se renda própria a importância igual ou superior ao salário
mínimo.
§ 3º - Sendo invalido o dependente, o salãrio-família será pago em dobro.
Art5 1$2 - Quando o pai e a mãe forem funcionários municipais e viverem em comum, o salário-família será
pago a um deles, quando separados, será pago a um e outro, de acordo com a distribuição dos
dependentes.
Parágrafo Único - Ao pai e a mãe equiparam-se o padrasto e a madrasta e, na falta destes, os
representantes legais dos incapazes.
Art5 1$7 - O salário-família será pago mesmo nos casos em que, continuando titular do cargo, o funcionário
deixe de receber vencimentos, por qualquer motivo.
Art5 1$8 - Quando ocorrer óbito de funcionário que perceba salário-famllia, este benefício continuará a ser
pago a seus dependentes, sem prejuízo da pensão a que fizerem jus.
Art5 1$% - Sobre o salário-família não incindirá qualquer contribuição, mesmo previdenciária ou fiscal, nem
quaisquer deduções ou descontos.
Art5 1$9 - A concessão e supressão de salário-família serão processadas na forma estabelecida em
regulamento.
)e>?o III
P(o AuIílio K !atalidade P +Itinto pela -esolu>?o 00%QCPIPMB< de 1:Q07Q''< publicada no (,M n#
:'::< de 2'Q08Q''5
Art5 1$$ - O auxílio-natalidade à devido à funcionária por motivo de nascimento de filho, em quantia
equivalente a duas vezes o menor vencimento básico pago pelo Município, inclusive no caso de natimorto.
Art5 1$: - Não sendo a parturiente funcionária municipal, o auxílio será pago ao cônjuge ou companheiro
funcionário municipal.
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Art5 1$' - Se o funcionário falecer antes de verificado o parto, a viúva ou companheira terá direito ao
recebimento do auxílio-natalidade.
Art5 1:0 - Na hipótese de parto múltiplo, o valor pago será correspondente a tantos auxílios natalidade
quantos forem os filhos.
)e>?o I;
P(o AuIílio0uneral P +Itinto pela -esolu>?o n# 00%CPQIPMB< de 1:Q07Q''< publicada no (,M n# :'::<
de 2'Q08Q''5
Art5 1:1 - O auxllio-funeral é devido à família do funcionário falecido na atividade ou do aposentado, em
valor equivalente a duas vezes o menor vencimento básico pago pelo Município.
)e>?o ;
(o AuIílio-eclus?o
Art5 1:2 - A família do funcionário afastado do cargo por motivo de prisão ou condenado judicialmente à
pena que implique em perda do cargo será devido o auxílio-reclusão, no valro correspondente a setenta e
cinco por cento da remuneração.* · Redação dada pela Lei nº 7.508, de 24/01/91, publicada no DOM nº
6957, de 24/01/91.
Parágrafo Único - O pagamento do auxílio-reclusão cessará a partir do dia imediato àquele em que o
funcionário for posto em liberdade, ainda que condicional.
)e>?o ;I
(a Pens?o por Morte
Art5 1:7 - Por morte do funcionário, seus dependentes farão jus a uma pensão global calculada em
proporção à totalidade de remuneração ou dos proventos.* · Redação dada pela Lei nº 7.508, de 24/01/91,
publicada no DOM nº 6957, de 24/01/91.
Parágrafo Único - Também terão direito à pensão por morte os dependentes de quem tenha sido contratado
para função temporária, se o falecimento tiver ocorrido em consequência direta de acidente em serviço.
Art5 1:8 - São beneficiários das pensões:
Ì - o cônjuge;
ÌÌ - a pessoa desquitada, separada judicialmente, ou divorciada com percepção de pensão alimentícia;
ÌÌÌ - a companheira ou companheiro que tenha sido designado pelo funcionário e comprove que vivia em
comum há cinco anos ou que tenha um filho em comum;
ÌV - os filhos de qualquer condição, até vinte e um anos de idade ou, se inválidos, enquanto durar a
invalidez;
V - o pai e a mãe que comprovem dependência econômica do funcionário; e
VÌ - o irmão, órfão de pai e sem padrasto, até vinte e um anos, e o inválido, enquanto durar a invalídez, que
comprove dependência do funcionário.
Art5 1:% - Concedida a pensão, qualquer prova posterior ou habilitação tardia, que implique exclusão
beneficiaria, só produzirá efeitos a partir da data em que for oferecida.
Art5 1:9 - Não faz jus a pensão o beneficiário que for condenado pela pratica de crime doloso de que
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resultou a morte do funcionário.
Art5 1:$ - Acarreta perda da qualidade de beneficiário:
Ì - o seu falecimento;
ÌÌ - o seu casamento, em se tratando de cônjuge, companheira ou companheiro;
ÌÌÌ - a anulação do casamento, quando a decisão ocorrer após a concessão da pensão ao cônjuge;
ÌV - a cessação da invalidez, em se tratando de beneficiário inválido;
V - a maioridade de filho, irmão órfão ou pessoa designada, aos vinte e um anos de idade; e
VÌ - a renúncia expressa.
Art5 1:: - A pensão poderá ser requerida a qualquer tempo, prescrevendo tão somente as prestações
exigíveis a mais de cinco anos.
)e>?o ;I
(o Pecúlio 0acultativo
Art5 1:' - O pecúlio facultativo objetiva proporcionar ao contribuinte, por sua própria iniciativa, possibilidade
de garantir, após sua morte, a uma ou mais pessoas expressamente designadas, ajuda financeíra, sob a
forma de pagamento único.
Parágrafo Único - A declaração de beneficiários será feita ou alterada a qualquer tempo, nela se
mencionando o critério da divisão do pecúlio, no caso de mais de um beneficiário.
Art5 1'0 - O pecúlio facultativo se constituirá de valor a ser fixado por regulamentação própria.
Art5 1'1 - O direito ao pecúlio facultativo caducará decorridos cinco anos, contados do óbito do funcionário.
Capítulo III
(A A))I).R!CIA S )A2(+
Art5 1'2 - A assistência à saúde do funcionário e de sua família compreende assistência médica, hospitalar,
odontológica e farmacêutica, prestada pelo órgão de previdência do Município, na forma estabelecida em
regulamento. Citado por 1
Parágrafo Único - O direito conferido neste artigo será assegurado, também, aos filhos menores de dezoito
anos e de dezoito até vinte e quatro anos de idade, desde que matriculados em curso regular de
estabelecimento de ensino oficial ou oficializado e eu não tenham renda própria.
Capítulo I;
(, C/).+I,
Art5 1'7 - O plano de seguridade social do funcionário do Município de Belém será custeado com o produto
da arrecadação de contribuições obrigatórias do funcionário e do Município.
§ 1º - A contribuição devida pelo funcionário, para custeio do plano, terá caráter obrigatório, em valor
equivalente a oito por cento da remuneração.
§ 2º - A contribuição do Município corresponderá ao valor do custeio da aposentadoria e do salário-família,
além do montante igual do valor das contribuições efetivamente arrecadadas dos funcionários no mês
anterior, nos termos do § 1º deste artigo.
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.3./", ;
DAS PENALÌDADES E DA SUA APLÌCAÇÃO
Art5 1'8 - São penas disciplinares: Citado por 1
Ì - repreensão; Citado por 1
ÌÌ - suspensão; Citado por 1
ÌÌÌ - destituição de função; Citado por 1
ÌV - demissão;
V - demissão a bem do serviço público; e
VÌ - cassação de aposentadoria e disponibilidade.
Art5 1'% - Na aplicação das penas disciplinares serão consideradas a natureza e a gravidade da infração e
os danos que dela provierem para o serviço público.
Art5 1'9 - A pena de repreensão será aplicada por escrito, no caso de falta de cumprimento dos deveres, a
que não seja cominada penalidade mais severa.
Art5 1'$ - A pena de suspensão, que não excederá a trinta dias, será aplicada em caso de falta grave ou de
reincidência.
Parágrafo Único - O funcionário suspenso perderá todas as vantagens e direitos decorrentes do exercício
do cargo.
Art5 1': - A destituição de função gratificada dar-se-á:
Ì - quando se verificar falta de exação no seu desempenho;
ÌÌ - quando for constatado que, por negligência ou benevolência, o funcionário contribuiu para que se não
apuras o devido tempo, a falta de outrem,
ÌÌÌ - quando ocorrer a aplicação de pena prevista no artigo 197 deste Estatuto.
Parágrafo Único - Ao detentor de cargo em comissão enquadrado nas disposições deste artigo caberá a
pena de destituição, sem perda do cargo efetivo de que seja titular.
Art5 1'' - Será aplicada a pena de demissão nos casos de:
Ì - abandono de cargo;
ÌÌ - procedimento irregular de natureza grave;
ÌÌÌ - ineficiência no serviço;
ÌV - aplicação indevida de dinheiro públicos;
V - incontinência pública escandalosa e prática de jogos proibidos;
VÌ - embriaguez habitual em serviço;
VÌÌ - ofensa física em serviço contra funcionário ou particular, salvo em legítima defesa;
VÌÌÌ - insubordinação grave em serviço;
ÌX - ausência ao serviço, sem causa justificável, por mais de quarenta e cinco dias interpoladamente,
durante um ano;
X - praticar a usura em qualquer de suas formas;
XÌ - pedir, por empréstimo, dinheiro ou quaisquer valores a pessoas que tratem de interesses ou os tenham
na repartição ou estejam sujeitos à sua fiscalização; e
XÌÌ - coagir ou aliciar subordinados ou qualquer outra pessoa, usando das prerrogativas funcionais com
objetivos de natureza político partidária.
§ 1º - Considerar-se-á abandono de cargo o não comparecimento injustificado do funcionário por mais de
trinta dias consecutivos.
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§ 2º - A pena de demissão por ineficiência no serviço só será aplicada quando verificada a impossibilidade
de readaptação.
Art5 200 - Será aplicada a pena de demissão a bem do serviço público ao funcionário que:
Ì - praticar crime contra a administração pública, nos termos da lei penal;
ÌÌ - revelar segredos de que tenha conhecimento em razão do cargo, desde que o faça dolosamente e com
prejuízo para o Município ou particulares;
ÌÌÌ - lesar o patrimônio ou os cofres públicos;
ÌV - receber ou solicitar propinas, comissões ou vantagens de qualquer espécie, diretamente ou por
intermédio de outrem, ainda que fora de suas funções mas em razão delas;
V - exercer advocacia administrativa; e
VÌ - apresentar com dolo declaração falsa em matéria de salário-famllia, sem prejuízo da responsabilidade
civil e de procedimento criminal que no caso couber.
Art. 201 - O ato que demitir o funcionário mencionará sempre a disposição legal em que se fundamenta.
Art5 202 - Será aplicada a pena de cassação de aposentadoria ou disponibilidade, se ficar provado que o
inativo:
Ì - praticou, quando em atividade, falta grave para a qual é cominada nesta Lei a pena de demissão ou de
demissão a bem do serviço público;
ÌÌ - aceitou ilegalmente cargo ou função pública;
ÌÌÌ - aceitou representação de Estado estrangeiro, sem prévia autorização do Presidente da República; e
ÌV - praticou a usura em qualquer de suas formas.
Art5 207 - As penas de suspensão superior a quinze dias, destituição de função, demissão e de cassação da
aposentadoria ou disponibilidade serão aplicadas pelo Prefeito ou, nos casos de funcionários do Poder
Legislativo, pela Comissão Executiva da Câmara Municipal.
Art5 208 - A aplicação de penalidade prescreverá em:
Ì - um ano, a de repreensão;
ÌÌ - dois anos, a de suspensão;
ÌÌÌ - três anos, a de destituição de função e demissão por abandono de cargo ou faltas excessivas ao
serviço;
ÌV - quatro anos, a de cassação de aposentadoria ou disponibilidade e demissão, nos casos não previstos
no item anterior; e
V - cinco anos, nos casos de demissão a bem do serviço público.
§ 1º - O prazo da prescrição contar-se-á da data do conhecimento do ato ou fato por quem proceder a sua
apuração.
§ 2º - No caso de inquérito administrativo, a prescrição interrompe-se na data da instauração.
§ 3º - O prazo da prescrição será suspenso quando ocorrer qualquer hipótese do artigo 93.
§ 4º - Se a infração disciplinar for também prevista como crime na lei penal, por esta regular-se-á a
prescrição sempre que os prazos forem superiores aos estabelecidos neste artigo.
Art5 20% - O funcionário que, sem justa causa deixar de atender à exigência legal de autoridade competente
para cujo cumprimento seja marcado prazo certo, terá suspenso o pagamento de sua remuneração até que
satisfaça essa exigência.
Parágrafo Único - Uma vez cumprida a exigência, o funcionário receberá a remuneração cujo pagamento
tiver sido suspenso.
Art5 209 - O funcionário terá direito à diferença de retribuição do:
Ì - tempo de serviço relativo ao período em que tenha estado preso ou suspenso, quando do processo não
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houver resultado pena disciplinar ou esta se limitar à de repreensão; e
ÌÌ - período do afastamento que exceder do prazo da suspensão disciplinar aplicada em caráter preventivo.
Art5 20$ - Deverão constar do assentamento individual do funcionário todas as penas que lhe forem
impostas.
Capítulo II
(, A0A).AM+!., P-+;+!.I;,
Art5 20: - O afastamento preventivo do cargo até trinta dias será ordenado pela autoridade competente que
determinar a instauração de processo administrativo, desde que o afastamento do funcionário seja
necessário para a apuração de falta cometida no exercício de suas atribuições.
Parágrafo Único - Poderá ser prorrogado até noventa dias o prazo de afastamento, findo o qual cessarão
automaticamente os respectivos efeitos, ainda que o processo administrativo não esteja concluído.
Art5 20' - O funcionário terá direito à contagem do tempo de serviço:
Ì - relativo ao período em que esteja afastado preventivamente, quando do processo administrativo não
houver resultado pena disciplinar ou esta se limitar a repreensão;
ÌÌ - relativo ao período do afastamento preventivo que exceder do prazo previsto neste regulamento;
ÌÌÌ - relativo ao período de prisão preventiva e ao pagamento de diferença corrigida da remuneração, desde
que reconhecida sua inocência em sentença judicial transitada em julgado.
Art5 210 - O afastamento preventivo é medida acautelatória e não constitui pena.
.3./", ;I
(, P-,C+)), A(MI!I).-A.I;,
Capítulo I
(A AP/-A6E, )/MA-IA (+ I--+A/"A-I(A(+)
Art5 211 - A autoridade que tiver ciência de qualquer irregularidade no serviço público é obrigada a
promover-lhe a apuração imediata por meios sumários ou mediante Ìnquérito Administrativo.
Art5 212 - A apuração sumária por meio de sindicância não ficará adstrita ao rito para o Ìnquérito
Administrativo, constituindo simples averiguação, e será procedida por dois servidores de condição
hierárquica nunca inferior a do indiciado.
Parágrafo Único - A sindicância deverá ser concluída no prazo de quinze dias, prorrogável uma única vez
por igual período.
Art5 217 - Se no curso da apuração ficar evidenciada falta punível com pena superior à repreensão e
suspensão correspondente, o responsável pela apuração comunicará o fato ao superior imediato, que
solicitara, pelos canais competentes, a instauração do inquérito administrativo.
Capítulo II
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(, I!T/4-I., A(MI!I).-A.I;,
Art5 218 - O Ìnquérito Administrativo precederá à aplicação das penas de suspensão, de destituição de
função, demissão, demissão a bem do serviço público e cassação de aposentadoria.
Art5 21% - São competentes para determinar a instauração do processo administrativo o Prefeito, os
secretários municipais e os diretores das autarquias ou das fundações, assim como a Comissão Executiva
da Câmara, em relação aos funcionários do Poder Legislativo.
Art5 219 - O inquérito será realizado por uma comissão designada pela autoridade que houver determinado
sua abertura, composta de trás funcionários, os quais poderão ser, inclusive, aposentados.
§ 1º - No ato de designação será indicado um dos membros para dirigir, como presidente, os trabalhos da
comissão, competindo a este indicar o secretário.
§ 2º - A comissão, sempre que necessário, dedicará todo o tempo aos trabalhos do inquérito, ficando seus
membros, em tais casos, dispensados do serviço na repartição.
§ 3º - A comissão procederá a todas as diligências convenientes, recorrendo, quando necessário, a vistorias
ou perícias.
§ 4º - Quando houver indícios de alcance a administração municipal poderá designar funcionário que tenha
habilitação para acompanhar as investigações e diligências em defesa do erário.
§ 5º - O defensor do erário poderá requerer no processo o que for de direito, inclusive a reinquirição do
indiciado ou de testemunhas.
Art5 21$ - Se de imediato ou no curso do Ìnquérito Administrativo ficar evidenciado que a irregularidade
envolve crime, o presidente da comissão, por intermédio da autoridade instauradora, a comunicará ao
Ministério Público.
Art5 21: - O inquérito deverá estar concluído no prazo de noventa dias contados da data da instalação da
comissão, prorrogáveis sucessivamente por períodos de trinta dias, em caso de força maior, e a juízo da
autoridade administrativa determinadora da instauração do inquérito, até o máximo de noventa dias.
§ 1º - A não-observância desses prazos não acarretará nulidade do inquérito, importando, porém, quando
não se tratar de sobrestamento, na responsabilidade administrativa dos membros da comissão.
§ 2º - O sobrestamento do Ìnquérito Administrativo só ocorrerá em caso de absoluta impossibilidade de
prosseguimento, a juízo da autoridade administrativa competente para a sua instauração.
Art5 21' - Os órgãos públicos, sob pena de responsabilidade de seus titulares, atenderão com a máxima
presteza às solicitações da comissão, inclusive requisição de técnicos e peritos, devendo comunicará
prontamente a impossibilidade de atendimento em caso de força maior.
Parágrafo Único - Em caso de necessidade, o Poder Municipal poderá contratar elementos técnicos
externos necessários a investigação, desde que não haja similar no serviço público municipal.
Art5 220 - Ultimada a instrução, será feita, no prazo de trás dias, a citação do indiciado para apresentação
de defesa no prazo de dez dias, sendo-lhe facultada vista no processo, durante todo esse período, na sede
da comissão.
§ 1º - Havendo dois ou mais indiciados, o prazo será comum e de vinte dias.
§ 2º - Estando o indicado em lugar incerto, será citado por edital, publicado duas vezes no órgão oficial e
uma vez em jornal de grande circulação.
§ 3º - O prazo de defesa poderá ser prorrogado pelo dobro, para diligências consideradas imprescindíveis.
Art5 221 - Nenhum acusado será julgado sem ampla defesa, que poderá ser produzida em causa própria,
permitindo-se acompanhamento do inquérito, em todas as suas fases, pelo funcionário acusado ou por seu
defensor.
Art5 222 - Em casos de revelia, o presidente da comissão designará, de ofício, um funcionário para defender
o indiciado.
Art5 227 - Concluída a defesa, a comissão remeterá o processo à autoridade competente, com relatório
onde será exposta a matéria de fato e de direito, concluído pela inocência ou responsabilidade do indiciado,
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indicando, no último caso, as disposições legais que entender transgredidas e as respectivas penas.
Art5 228 - Recebido o processo, a autoridade competente proferirá a decisão no prazo de quarenta e cinco
dias.
§ 1º - A autoridade julgadora decidirá à vista dos fatos apurados pela comissão, não ficando, todavia,
vinculada à conclusões do relatório.
§ 2º - Se a autoridade julgadora entender que os fatos não foram apurados devidamente, determinará o
reexame do inquérito pela própria comissão ou através de outra a ser designada da mesma forma que a
anterior.
Art5 22% - O funcionário só poderá ser exonerado, a pedido, após a conclusão do Ìnquérito Administrativo a
que responder e do qual não resultar pena de demissão ou demissão a bem do serviço público.
.3./", ;II
(,) 0/!CI,!1-I,) +M )I./A6E, +)P+CIA"
Capítulo 2nico
(, )+-;I6, -+"A.I;, S +(/CA6E,
Art5 229 - Aos funcionários que desempenham trabalho de magistério são mantidos os direitos previstos em
estatuto próprio, sem prejuízo dos deveres e direitos estabelecidos nesta Lei, os quais não serão
cumulativos.
.3./", ;III
(A) (I)P,)I6*+) 0I!AI) + .-A!)I.N-IA)
Capítulo 2nico
Art5 22$ - O dia 28 de outubro é consagrado ao funcionário público.
Art5 22: - Os prazos previstos neste Estatuto contar-se-ão por dias corridos, não se computando o dia de
início e prorrogando-se o vencimento que incidirá em sábado, domingo ou feriado para o primeiro dia útil
seguinte.
Art5 22' - Lei especial instituirá o Plano de Carreira a dos Funcionários do Município.
Art5 270 - Para atender aos casos de necessidade temporária de excepcional interesse público, poderão ser
efetuadas contratações de pessoal por tempo determinado, na forma estabelecida na Lei nº 7.453, de 5 de
julho de 1989, que fica mantida no que não colidir com as normas deste Estatuto.
Art5 271 - A vantagem pessoal de que trata o artigo 32 da Lei n2 7.444, de 17 de maio de 1989, fica extinta
e substituída pelo adicional do cargo em comissão, artigo 79 desta Lei, ressalvados, sem caráter
cumulativo, o direito adquirido e os casos pendentes da hipótese do artigo 42 da supracitada lei, até o
término do recesso posterior a este período legislativo.
§ 1º - Ao funcionário, ativo ou inativo, que venha percebendo a vantagem pessoal do sistema anterior, fica
assegurado o direito de optar pelo adicional do cargo em comissão, devendo manifestar sua opção até o
nonagésimo dia da vigência desta Lei.
§ 2º - A falta de manifestação escrita, no prazo aqui estipulado, será considerada opção definitiva e
irrevogável pelo sistema anterior.
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Art5 272 - O adicional previsto no artigo 79, inciso Ì, desta Lei, em sistema de triênios, substitui qualquer
outro adicional por tempo de serviço.
Art5 277 - A licença especial de que trata o artigo 123 da Lei n2 7.000, de 27 de julho de 1976, fica
substituída pela licença prêmio, na forma estabelecida no artigo 93, inciso X, deste Estatuto.
Art5 278 - Esta Lei entra em vigor no dia 28 de outubro deste ano, mas as obrigações financeiras dela
resultantes somente terão vigência a partir de 1º de janeiro do próximo exercício orçamentário.
Art5 27% - Serão subsidiários do presente Estatuto, nos casos omissos, os Estatutos dos Funcionários
Públicos Civis da União e do Estado.
Art5 279 - Ressalvados o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada, são revogadas as
disposições em contrário.
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"+I !#$5':8< (+ 70 (+ (+U+MB-, (+ 1'''
(isp@e sobre o plano de seCuridade social dos
servidores do Município de Belém< e dJ outras
providências5
A CÂMARA MUNÌCÌPAL DE BELÉM estatui e eu sanciono a seguinte Lei:
TÍTULO Ì
ESTRUTURA ÌNSTÌTUCÌONAL
CAPÍTULO ÚNÌCO
DAS DÌSPOSÌÇÕES PRELÌMÌNARES
Art. 1º. O Ìnstituto de Previdência do Município de Belém ÷ ÌPMB, autarquia municipal criada
pela Lei nº 6.774, de 31 de Dezembro de 1969, passa a se denominar Ìnstituto de
Previdência e Assistência do Município de Belém ÷ ÌPAMB, e como tal, a ser o órgão
responsável pelo Sistema de Seguridade Social objeto desta Lei.
Art. 2º. O ÌPAMB, como autarquia municipal, com personalidade jurídica própria, goza de
autonomia administrativa, financeira e patrimonial, com sede e foro na cidade de Belém,
Estado do Pará, tendo por finalidade oferecer a seus segurados e dependentes os
benefícios previdenciários, de assistência médica e social previstos nesta lei.
TÍTULO ÌÌ
DA ESTRUTURA E DA ADMÌNÌSTRAÇÃO DO ÌPAMB
Art. 3º. A estrutura organizacional básica do Ìnstituto compor-se-á de:
Ì ÷ Assembléia Geral;
ÌÌ ÷ Conselho de Administração;
ÌÌÌ ÷ Conselho Fiscal;
ÌV ÷ Órgãos Executivos e de Assessoramento do ÌPAMB.
CAPÍTULO Ì
DOS ÓRGÃOS CONSTÌTUTÌVOS
SEÇÃO Ì
DA ASSEMBLÉÌA GERAL
Art. 4º. Assembléia Geral é a reunião dos segurados, em pleno gozo de seus direitos,
juntamente com os demais órgãos constitutivos do ÌPAMB, e representantes dos órgãos
empregadores.
Parágrafo único. A Assembléia Geral será presidida pelo Presidente do Conselho de
Administração do ÌPAMB e, em seus impedimentos e ausências, por outro membro desse
Conselho, especialmente designado para esse fim.
Art. 5º. São atribuições da Assembléia Geral:
Ì ÷ eleger os segurados obrigatórios do Conselho de Administração, que terão mandato de
dois anos;
ÌÌ ÷ decidir sobre propostas de adoção de normas que impliquem na utilização do patrimônio
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do ÌPAMB, não previstas nesta Lei ou seu Regulamento;
ÌÌÌ ÷ apreciar matérias de relevância submetidas pelo Conselho de Administração.
Art. 6º. A Assembléia Geral reunir-se-á, em caráter ordinário, de dois em dois anos, no
primeiro semestre, com o objetivo exclusivo de eleger os membros não natos do Conselho
de Administração e seus respectivos suplentes.
Art. 7º. A Assembléia Geral reunir-se-á, em caráter extraordinário, para apreciar matérias
pertinentes aos assuntos previstos nos incisos ÌÌ e ÌÌÌ do artigo 14.
Art. 8º. A Assembléia Geral será convocada por edital, publicado no Diário Oficial do
Município com antecedência mínima de cinco dias, do qual constará o local, a data, a hora
e a finalidade da reunião.
Art. 9º. Quando convocada em caráter ordinário, a Assembléia Geral reunirá
independentemente de quórum, com duração de oito horas consecutivas.
Art. 10. Em se tratando de reunião extraordinária, a Assembléia Geral será instalada com a
presença de metade mais um de seus membros em primeira convocação, e com qualquer
número, em segunda e última convocação, realizada meia hora após a primeira.
SEÇÃO ÌÌ
DO CONSELHO DE ADMÌNÌSTRAÇÃO
Art. 11. O Conselho de Administração é o órgão de Orientação e Coordenação Superior no
âmbito do ÌPAMB e terá suas prerrogativas e funcionamento regulado em seu Regimento
Ìnterno.
Art. 12. O Conselho de Administração terá constituição paritária, entre representantes do
Poder Público e dos segurados, conforme indicado abaixo:
Ì ÷ o Secretário Municipal de Administração;
ÌÌ ÷ o Secretário Municipal de Saúde;
ÌÌÌ ÷ um membro de livre escolha e nomeação do Prefeito;
ÌV ÷ dois segurados obrigatórios;
V ÷ um representante dos aposentados da Prefeitura Municipal de Belém;
VÌ ÷ um representante dos pensionistas da Prefeitura Municipal de Belém;
VÌÌ ÷ o Presidente da FUNPAPA.
§ 1º. A Presidência do Conselho de Administração será exercida pelo Secretário Municipal
de Administração, e nos seus impedimentos ou ausências segundo o que dispuser seu
Regimento Ìnterno.
§ 2º. O Presidente do ÌPAMB participará das reuniões do Conselho de Administração,
submetendo e esclarecendo matérias, sem contudo, ter direito a voto.
§ 3º. Cada membro do Conselho de Administração terá seu suplente.
§ 4º. O mandato dos membros do Conselho de Administração será de dois anos, renovável
por igual período.
Art. 13. O Conselho de Administração funcionará somente com a presença da maioria dos
seus membros, sendo impedido de votar aquele que tiver interesse pessoal no assunto ou
estiver ligado por parentesco, até o terceiro grau civil, a qualquer parte interessada.
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Art. 14. Ao Conselho de Administração compete, basicamente:
Ì ÷ apreciar a proposta orçamentária do Ìnstituto para o exercício subsequente, bem como a
suplementação de verbas e abertura de créditos especiais;
ÌÌ ÷ fiscalizar a execução do orçamento e autorizar a transferência de consignações e
subconsignações de verbas orçamentárias, dentro das dotações globais respectivas;
ÌÌÌ ÷ apreciar os balanços e inventários do Ìnstituto;
ÌV ÷ emitir parecer prévio sobre todas as transações a serem desenvolvidas pelo Ìnstituto,
que envolvam o seu patrimônio ou os seus bens, exceto aquelas previstas pelo orçamento;
V ÷ solicitar ao Presidente do Ìnstituto as informações que julgar necessárias ao bom
desempenho de suas atribuições e notificá-lo para correção de irregularidades verificadas,
representando ao Chefe do Poder Executivo Municipal, quando desatendido;
VÌ ÷ decidir sobre os recursos de ofício interpostos pelo Presidente do ÌPAMB;
VÌÌ ÷ julgar os recursos voluntários interpostos contra atos do Presidente do Ìnstituto;
VÌÌÌ ÷ propor ao Chefe do Poder Executivo Municipal medidas legislativas a respeito da
seguridade social dos beneficiários do ÌPAMB;
ÌX ÷ elaborar e rever o Regulamento da Entidade, submetendo-o a apreciação do Prefeito
Municipal;
X ÷ aprovar o Regimento Ìnterno do ÌPAMB;
XÌ ÷ aprovar proposta do Presidente do ÌPAMB de criação e/ou modificação de órgãos que
integram a Estrutura Administrativa do Ìnstituto, e posterior encaminhamento e decisão da
Câmara Municipal de Belém;
XÌÌ ÷ disciplinar a prestação de serviços do Ìnstituto enumerados em dispositivos do
Regulamento;
XÌÌÌ ÷ estabelecer novos benefícios e serviços, ampliar os existentes ou estendê-los a
outros beneficiários, respeitando o disposto no artigo 195, § 5º, da Constituição Federal,
artigo 56 desta Lei e artigo 190 da Lei Orgânica do Município;
XÌV ÷ deliberar sobre os casos omissos da lei;
XV ÷ expedir normas administrativas respeitantes a matérias pertinentes às atividades do
Ìnstituto que independem de lei ou decreto;
XVÌ ÷ propor ao Prefeito Municipal, pelo voto de dois terços de seus membros, o
afastamento do exercício do cargo do Presidente, Diretor Geral, Procurador Geral, Diretor
de Departamento ou Divisão do ÌPAMB, ou Conselheiro do Conselho de Administração
indiciado na prática de ato lesivo ao patrimônio da Ìnstituição ou crime na administração
pública, enquanto durar a apuração dos fatos.
Art. 15. O Conselho de Administração reunirá ordinariamente duas e no máximo quatro
vezes por mês, por convocação de seu Presidente, e extraordinariamente quantas vezes se
fizer necessário, por convocação justificada do Presidente do ÌPAMB, ou por maioria dos
seus membros e somente apreciará os assuntos constantes da convocação.
Art. 16. O Presidente do Conselho de Administração tem como atribuições:
Ì ÷ presidir as reuniões do Conselho e da Assembléia Geral;
ÌÌ ÷ designar, entre os membros do Conselho, relatores para os processos que devem ser
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apreciados pelo plenário;
ÌÌÌ ÷ baixar resoluções, em consonância com as deliberações do Colegiado, sobre matéria
de sua competência;
ÌV ÷ constituir as comissões receptoras de votos, conforme disposição no Regimento
Ìnterno;
V ÷ constituir e presidir a Comissão Apuradora, conforme disposição no Regimento Ìnterno;
VÌ ÷ dar posse aos membros do Conselho;
VÌÌ ÷ convocar e dar posse aos Suplentes do Conselho de Administração, eleitos em
Assembléia Geral, no caso de impedimento dos titulares ou vacância;
VÌÌÌ ÷ designar os membros da Comissão de Tomada de Contas, no caso previsto no
regulamento;
ÌX ÷ baixar instruções sobre o funcionamento da Assembléia Geral Ordinária, autorizar o
registro de chapas, de acordo com o disposto no Regulamento e orientar o processo
eleitoral.
SEÇÃO ÌÌÌ
DO CONSELHO FÌSCAL
Art. 17. O Conselho Fiscal será constituído de três membros efetivos e três membros
suplentes, eleitos pela Assembléia Geral, com votação exclusiva de servidores.
§ 1º. Os Conselheiros Fiscais terão mandatos de dois anos, permitida uma reeleição.
§ 2º. Dois terços dos conselheiros fiscais deverão ter conhecimentos técnicos em
Administração ou Contabilidade.
Art. 18. Compete ao Conselho Fiscal:
Ì ÷ examinar os balancetes mensais e as contas, emitindo parecer a respeito;
ÌÌ ÷ pronunciar-se sobre despesas extraordinárias autorizadas pelo Conselho de
Administração;
ÌÌÌ ÷ propor ao Conselho de Administração medidas que julgar convenientes.
SEÇÃO ÌV
DOS ÓRGÃOS EXECUTÌVOS E DE ASSESSORAMENTO DO ÌPAMB
Art. 19. São Órgãos Executivos do ÌPAMB:
Ì ÷ Presidência;
ÌÌ ÷ Diretor Geral;
ÌÌÌ ÷ Departamento de Administração;
ÌV ÷ Departamento Financeiro e Contábil;
V ÷ Departamento de Previdência;
VÌ ÷ Departamento de Assistências.
Parágrafo único. Os Órgãos Executivos do ÌPAMB são os agentes de orientação e
execução, sob administração e direção do Presidente do Ìnstituto, auxiliado por seus
Diretores.
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Art. 20. São Órgãos de Assessoramento e Direção do ÌPAMB:
Ì ÷ Gabinete;
ÌÌ ÷ Núcleo Setorial de Planejamento;
ÌÌÌ ÷ Procuradoria Geral.
SEÇÃO V
DA PRESÌDÊNCÌA
Art. 21. O Presidente do ÌPAMB deverá possuir notórios conhecimentos de Previdência
Social, sendo indicado pelo Chefe do Poder Executivo Municipal.
Art. 22. Compete ao Presidente:
Ì ÷ representar o Ìnstituto em suas relações com outras entidades de direito público ou
privado, inclusive em Juízo ou fora dele;
ÌÌ ÷ orientar, coordenar, controlar e avaliar as atividades da administração interna do
Ìnstituto;
ÌÌÌ ÷ elaborar e submeter à apreciação do Conselho de Administração a proposta
orçamentária anual, bem como as respectivas alterações;
ÌV ÷ despachar, conclusivamente, os processos que tramitarem pelo Ìnstituto e que ao
mesmo disserem respeito;
V ÷ atribuir gratificações, fixar diárias e arbitrar ajudas de custo;
VÌ ÷ expedir atos, portarias e ordens de serviço;
VÌÌ ÷ solicitar ao Conselho de Administração autorização prévia em todas as transações que
envolvam o patrimônio do Ìnstituto, inclusive aquelas que dependam também de
autorização legislativa;
VÌÌÌ ÷ rever as próprias decisões;
ÌX ÷ ordenar despesas e procedimentos licitatórios;
X ÷ decidir em primeira instância sobre os pedidos encaminhados ao Ìnstituto, por
beneficiários ou quaisquer interessados;
XÌ ÷ nomear candidatos aprovados em concurso público e para cargos comissionados;
XÌÌ ÷ designar servidores para o desempenho de funções do Ìnstituto, respeitada a lotação
estabelecida no quadro de pessoal e as leis vigentes;
XÌÌÌ ÷ exonerar ou rescindir contrato de servidores do Ìnstituto;
XÌV ÷ contratar e distratar serviços de terceiros;
XV ÷ cumprir e fazer cumprir a legislação Previdenciária e as deliberações do Conselho de
Administração, bem como normas e dispositivos legais de Administração Pública em geral;
XVÌ ÷ movimentar, conjuntamente, com o Diretor do Departamento Financeiro e Contábil as
contas bancárias do ÌPAMB;
XVÌÌ ÷ propor ao Conselho de Administração a fixação ou reajustamento dos valores de
contribuições para o Pecúlio Facultativo;
XVÌÌÌ ÷ propor ao Conselho de Administração a instituição de novos benefícios e serviços,
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bem como a ampliação dos existentes e a sua extensão a outros beneficiários, na forma
estabelecida em Lei;
XÌX ÷ propor ao Conselho de Administração gravames e alienação de bens imóveis do
Ìnstituto, respeitado o disposto pela Lei nº 8.666/93;
XX ÷ exercer as atividades de administração geral e específica da entidade, nos termos
desta Lei, do Regulamento e do Regimento Ìnterno;
XXÌ ÷ firmar convênios e contratos objetivando a realização de serviços com qualquer
entidade;
XXÌÌ ÷ cumprir e fazer cumprir as deliberações do Conselho de Administração.
XXÌÌÌ ÷ instaurar procedimento disciplinar, indicando servidores estáveis do Ìnstituto para
comissões de sindicância e de inquérito administrativo, aplicando penalidades, em
consonância com a legislação municipal reguladora da matéria;
XXÌV ÷ aplicar a pena de demissão aos servidores públicos estáveis do Ìnstituto nos casos
previstos em legislação municipal;
XXV ÷ representar à autoridade competente, solicitando a apuração da responsabilidade
penal de servidores do Ìnstituto e de terceiros responsáveis por danos ao seu patrimônio,
determinando, se for o caso, que a Procuradoria Geral do Ìnstituto encaminhe ações
visando à responsabilização civil dos mesmos.
Art. 23. Nos impedimentos do Presidente, responderá pelo expediente do Ìnstituto seu
Diretor Geral e, no de ambos, responderá outro diretor, na forma prevista em Regulamento.
CAPÍTULO ÌÌ
PLANO DE SEGURÌDADE SOCÌAL
SEÇÃO Ì
DOS CONTRÌBUÌNTES
Art. 24. São segurados do ÌPAMB para os efeitos da presente Lei:
Ì ÷ os contribuintes obrigatórios enumerados no artigo 25, e seus dependentes, na forma
estabelecida nesta Lei e seu regulamento;
ÌÌ ÷ os contribuintes facultativos indicados no art. 26 desta Lei.
Art. 25. São contribuintes obrigatórios do ÌPAMB:
Ì ÷ os servidores efetivos da administração direta, autárquica e fundacional do Município;
ÌÌ ÷ os servidores temporários e comissionados dos entes referidos no inciso anterior.
Art. 26. São contribuintes facultativos, desde que requeiram:
Ì ÷ os servidores cedidos para outras esferas governamentais, sem ônus, e os que estejam
no gozo de licença sem vencimentos;
ÌÌ ÷ os ocupantes de cargos eletivos no Município de Belém, em valor equivalente a oito por
cento de sua remuneração.
Art. 27. O pagamento das contribuições gera o direito à percepção de benefícios
previdenciários, de assistência médica e social previstos nesta lei.
Art. 28. Para os contribuintes em caráter facultativo, assim como os aposentados e
pensionistas da administração direta, autárquica e fundacional do Município, deverão, para
perceber assistência à saúde, requerê-la na forma estabelecida nesta Lei e em
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Regulamento.
SEÇÃO ÌÌ
DOS DEPENDENTES
Art. 29. Considera-se dependente do segurado, para fins previdenciários, nos termos desta
Lei:
Ì ÷ o cônjuge, a companheira ou companheiro;
ÌÌ ÷ os filhos, menores de vinte e um anos, não emancipados;
ÌÌÌ ÷ os filhos, se inválidos, de qualquer idade;
ÌV ÷ o menor que, por determinação judicial, esteja sob sua guarda ou tutela, até vinte e um
anos de idade, que vivam, comprovadamente, sob a dependência econômica do
contribuinte, nos termos do Regulamento;
V ÷ os pais que vivam, comprovadamente, sob a dependência econômica do contribuinte,
nos termos do Regulamento.
Art. 30. Considera-se dependente do segurado para fins de atendimento do Plano de
Assistência Básica à Saúde e Social ÷ PABSS, para os efeitos desta Lei:
Ì ÷ sem ônus adicional: até um número total de quatro dependentes.
a) o cônjuge, a companheira ou companheiro;
b) os filhos, menores de vinte e um anos, não emancipados;
c) os filhos inválidos de qualquer idade;
d) o menor que, por determinação judicial, esteja sob sua guarda ou tutela e o enteado, não
emancipados, até vinte e um anos de idade, desde que comprovada a dependência
econômica do contribuinte, na forma estabelecida em Regulamento;
ÌÌ ÷ com ônus adicional, sem limite de número de dependentes:
a) filho solteiro, de vinte e dois a vinte e quatro anos de idade, que resida com o contribuinte
e viva sob sua dependência econômica;
b) os pais, sem rendimento próprio, que residam com o contribuinte e vivam às suas
expensas;
c) irmão, órfão de pai e mãe, até vinte e um anos de idade ou inválido, sem rendimento
próprio, que viva e resida com o contribuinte;
d) os dependentes caracterizados no item "sem ônus" que excederem o número de quatro.
§ 1º. A dependência econômica deverá ser comprovada na forma estabelecida em
Regulamento.
§ 2º. Os beneficiários da pensão, na qualidade de segurados facultativos, para fins de
utilização dos serviços do PABSS, não podem qualificar dependentes.
Art. 31. A comprovação de invalidez nos casos previstos nesta Lei será mediante inspeção
de Junta Médica pericial do ÌPAMB.
Art. 32. É considerada companheira ou companheiro, nos termos do inciso Ì do artigo 29, e
inciso Ì, alínea "a" do artigo 30, desta Lei, aquela ou aquele que mantém união estável com
o contribuinte, mediante declaração de união estável expedida pelo ÌPAMB, na forma do
Regulamento.
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Art. 33. A perda da qualidade de dependente ocorrerá:
Ì ÷ para os cônjuges:
a) pela separação judicial, pelo divórcio ou pela anulação do casamento, decretados por
sentença, transitada em julgado;
b) pelo abandono do lar, desde que reconhecida esta situação por sentença judicial;
ÌÌ ÷ para o companheiro, pela cessação da união estável com o contribuinte;
ÌÌÌ ÷ para os filhos e equiparados, irmãos, pais quando não mais atendidas as condições
estabelecidas nesta Lei;
ÌV ÷ para os "economicamente dependentes", quando cessar esta situação;
V ÷ pelo óbito;
VÌ ÷ para o inválido, quando cessar a invalidez;
VÌÌ ÷ por requerimento do segurado, para os dependentes com ônus adicional;
VÌÌÌ ÷ pela perda da qualidade de segurado daquele de quem ele dependa.
SEÇÃO ÌÌÌ
DA ÌNSCRÌÇÃO
Art. 34. A inscrição, tanto para os segurados obrigatórios, quanto para os facultativos, como
para seus dependentes, é indispensável para o gozo dos benefícios previstos nesta Lei.
§ 1º. Considera-se inscrição:
Ì ÷ o ato pelo qual o segurado obrigatório promove o seu cadastramento no Ìnstituto,
através comprovação de sua nomeação para o exercício do cargo público municipal, ou
contratação temporária e apresentação de documentos pessoais, que forem exigidos na
forma do Regulamento;
ÌÌ ÷ o ato pelo qual o segurado obrigatório indica os seus dependentes, através de
documentação necessária perante o ÌPAMB.
§ 2º. O servidor é responsável civil e criminalmente pela inscrição de dependentes realizada
com base em documentos e informações por ele fornecidos.
§ 3º. Os documentos comprobatórios da condição de dependente serão estabelecidos em
Regulamento.
§ 4º. O segurado fica obrigado a comunicar ao ÌPAMB fato superveniente com provas
cabíveis que importem em exclusão ou inclusão de dependente.
§ 5º. O cancelamento da inscrição do segurado automaticamente cancelará a inscrição dos
respectivos dependentes.
Art. 35. Em caso de falecimento, detenção ou reclusão do segurado, sem que o mesmo
tenha feito a inscrição de dependente, a este será lícito promovê-la, não lhe assistindo,
neste caso, direito a prestações anteriores à inscrição.
Art. 36. Ìncumbe ao segurado a inscrição de seus dependentes, os quais poderão promovê-
la, se aquele falecer sem tê-la efetivado, no prazo de nove meses, a contar do falecimento.
Art. 37. Dar-se-á o cancelamento de inscrição do segurado quando:
Ì ÷ ocorrer o óbito;
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ÌÌ ÷ for demitido ou pedir demissão de cargo público municipal o servidor efetivo;
ÌÌÌ ÷ for exonerado ou pedir exoneração o servidor ocupante de cargo em comissão;
ÌV ÷ ao término ou rescisão do contrato do servidor temporário.
Parágrafo único. Ocorrendo o cancelamento de inscrição por qualquer das hipóteses
previstas, cessarão todos os direitos previstos nesta Lei, a partir da data de seu
desligamento.
Art. 38. O cancelamento da inscrição de dependentes poderá ser promovido de ofício,
quando não verificadas as condições previstas nesta Lei.
CAPÍTULO ÌV
DO PERÍODO DE CARÊNCÌA
Art. 39. Período de carência é o tempo correspondente ao número mínimo de contribuições
mensais e sucessivas ao ÌPAMB, indispensáveis para que o segurado e seus dependentes
usufruam dos benefícios previstos nesta Lei, sendo para Assistência à Saúde:
Ì ÷ o período de carência corresponde, para os segurados obrigatórios e seus dependentes
diretos, sem ônus adicional, a uma contribuição mensal;
ÌÌ ÷ para os segurados facultativos e dependentes com ônus adicional, o período será igual
a dos segurados obrigatórios para os atendimentos em geral, exceto para internações
obstétricas, cujo período de carência será de nove contribuições;
ÌÌÌ ÷ os segurados obrigatórios e dependentes, sem ônus, que passarem à condição de
segurados facultativos e dependentes com ônus, na vigência do Plano, terão o prazo de
trinta dias após a última contribuição para optarem pela manutenção no Plano, a partir dos
quais cumprirão as carências estabelecidas neste capítulo;
ÌV ÷ os atuais segurados do ÌPMB que aderirem ao PABSS no prazo de trinta dias após sua
implantação, não cumprirão carência.
Parágrafo único. Aquele que, por qualquer motivo, perder a condição de beneficiário do
PABSS, e nele reingressar, ficará sujeito a novos períodos de carência para ter direito aos
benefícios previstos nesta Lei.
Art. 40. O período de carência tem seu início, a partir da data do efetivo recolhimento da
primeira contribuição para o ÌPAMB.
Art. 41. Ìndependem de carência, para efeito de sua percepção, o auxílio-reclusão e salário-
família.
Art. 42. Os benefícios da assistência social, igualmente independem de carência.
Art. 43. A concessão das prestações pecuniárias, relacionadas a pensão por morte, fica
sujeita ao prazo de carência de doze contribuições, sem interrupção.
CAPÍTULO ÌV
DAS CONTRÌBUÌÇÕES
Art. 44. A contribuição previdenciária, devida pelo servidor, terá caráter obrigatório, em valor
equivalente a oito por cento da sua remuneração, excluída a gratificação natalina.
Art. 45. A contribuição previdenciária para os servidores que se vinculem ao ÌPAMB em
caráter facultativo será equivalente à contribuição que seria devida, se no exercício de suas
funções estivesse.
Art. 46. A contribuição para o custeio da assistência à saúde terá caráter obrigatório para os
servidores indicados no art. 25 desta Lei, sendo cobrada no percentual de quatro por cento
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da remuneração, excluída a gratificação natalina.
Art. 47. A contribuição para o custeio da assistência à saúde, para os indicados no art. 26
desta Lei, terá caráter facultativo e corresponderá a oito por cento da remuneração,
excluída a gratificação natalina.
Art. 48. A contribuição para o custeio da assistência à saúde de aposentados e pensionistas
terá caráter facultativo e corresponderá a oito por cento dos proventos ou pensões.
Art. 49. A contribuição para os dependentes adicionais, nos termos do art. 30 desta Lei, será
variável, de acordo com a faixa etária, sendo de:
Ì ÷ dois por cento, para os dependentes até dezessete anos;
ÌÌ ÷ quatro por cento, para os dependentes entre dezoito e quarenta e nove anos;
ÌÌÌ ÷ seis por cento, para os dependentes com mais de cinqüenta anos.
Art. 50. A contribuição do Município para o custeio da previdência e assistência social
corresponderá ao valor do custeio da aposentadoria e do salário-família, além do montante
igual ao valor das contribuições efetivamente arrecadadas dos servidores no mês anterior.
§ 1º. As aposentadorias concedidas, a partir de Janeiro de 2001, não terão seus valores
computados para efeito da contribuição prevista neste artigo.
§ 2º. O recolhimento das contribuições da Previdência Social, bem como das consignações
e outras obrigações dos segurados obrigatórios, será efetuado pelo Poder Público,
obrigatoriamente, até o quinto dia após a data do pagamento do funcionalismo, sob pena de
incidência de multa de dez por cento sobre o valor do débito, além de juros de mora de
0,33% (trinta e três centésimos por cento) por dia de atraso, acrescidos ainda da taxa de
manutenção prevista nesta Lei.
Art. 51. A contribuição do Município para o custeio da assistência à saúde corresponderá a
dois por cento do valor da folha de pagamentos dos servidores efetivos, temporários e
comissionados.
Art. 52. O segurado, servidor efetivo, que vier a exercer cargo em comissão, cargo em
substituição, ou função gratificada, terá sua contribuição calculada sobre o total da
remuneração correspondente a esses cargos ou funções, enquanto no exercício do mesmo.
Parágrafo único. Na hipótese de acumulações de cargos, permitidas em Lei, a contribuição
será calculada sobre o total dos vencimentos ou proventos correspondentes, dos cargos
acumulados.
Art. 53. O recolhimento das contribuições e demais consignações dos segurados inativos,
far-se-á, automaticamente pelo ÌPAMB quando do pagamento mensal da aposentadoria a
que tiverem direito.
Parágrafo único. No caso de não serem descontadas, do salário do segurado ativo, as
contribuições ou outras importâncias consignadas a favor do ÌPAMB, ficará o interessado
obrigado a recolhê-las, diretamente, até o décimo dia do mês subsequente.
Art. 54. Não se verificando o recolhimento da contribuição pelo segurado, nos casos
previstos nesta Lei, ficará o inadimplente sujeito ao juro de um por cento ao mês, acrescido
da taxa de manutenção.
TÍTULO ÌÌÌ
CAPÍTULO Ì
DOS BENEFÍCÌOS E SERVÌÇOS
Art. 55. As prestações asseguradas pelo ÌPAMB a seus segurados e respectivos
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dependentes, consistem em benefícios e assistências.
§ 1º. Benefício é a prestação pecuniária, exigível pelo segurado e seus dependentes,
segundo os termos desta Lei e seu Regulamento.
§ 2º. Assistência é o serviço, de caráter não pecuniário, exigível pelo segurado e seus
dependentes, ligados a área da saúde e assistência social, segundo os termos desta Lei e
seu Regulamento.
SEÇÃO ÚNÌCA
DAS ESPÉCÌES DE BENEFÍCÌOS E SERVÌÇOS
Art. 56. O ÌPAMB prestará na forma estabelecida nesta Lei e seu Regulamento os seguintes
benefícios:
Ì ÷ previdenciários:
a) aos segurados obrigatórios:
1 - aposentadoria por invalidez permanente;
2 - aposentadoria compulsória aos setenta anos;
3 - aposentadoria voluntária;
4 ÷ salário-família, na forma da lei;
5 - auxílio-doença.
b) aos dependentes, exceto pensionistas:
1 - pensão por morte do servidor segurado;
2 - auxílio-reclusão;
3 - pecúlio facultativo, conforme disposições do Regulamento.
ÌÌ ÷ serviços, aos contribuintes e seus dependentes:
1 ÷ a Assistência à Saúde compreenderá: assistência médica, hospitalar, ambulatorial,
laboratorial, psicológica, odontológica, fisioterápica, fonoaudiológica, de enfermagem,
farmacêutica, terapia ocupacional; programas de saúde preventiva, saúde do trabalhador;
empréstimo-saúde; órteses e próteses, conforme o Regulamento;
2 ÷ a Assistência Social compreenderá: ações de atendimento à pessoa idosa, ao
segurado, e mediação na saúde; ações de promoção e geração de renda, de atendimento
às situações de risco, conforme o Regulamento.
CAPÍTULO ÌÌ
DA REMUNERAÇÃO E DOS PROVENTOS DA APOSENTADORÌA
Art. 57. As aposentadorias concedidas com proventos proporcionais ao tempo de
contribuição, serão calculadas na seguinte proporção:
a) 1/35 (um trinta e cinco avos) por ano, se servidor do sexo masculino;
b) 1/30 (um trinta avos) por ano, se servidor do sexo feminino ou se professor em função de
magistério;
c) 1/25 (um vinte e cinco avos) por ano, se professora em função de magistério.
Art. 58. Os proventos de aposentadorias e pensões serão revistos na mesma proporção e
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na mesma data, sempre que se modificar a remuneração dos servidores em atividade,
sendo também estendidos aos aposentados e aos pensionistas quaisquer benefícios ou
vantagens posteriormente concedidos aos servidores em atividade, inclusive quando
decorrentes da transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu a
aposentadoria ou que serviu de referência para a concessão da pensão, na forma da lei.
Art. 59. Os proventos de aposentadoria proporcional serão equivalentes a setenta por cento
do valor máximo que o servidor poderia obter de acordo com o artigo anterior, acrescido de
cinco por cento por ano de contribuição que supere a soma a que se refere o artigo anterior,
até o limite de cem por cento.
Art. 60. Os proventos de aposentadoria, não poderão ser superiores aos limites
estabelecidos pela Constituição Federal.
CAPÍTULO ÌÌÌ
DA APOSENTADORÌA
Art. 61. O pagamento dos proventos de aposentadorias concedidas a partir do mês de
Janeiro do ano 2001 serão de competência do ÌPAMB.
SEÇÃO Ì
DA APOSENTADORÌA POR ÌNVALÌDEZ
Art. 62. O servidor municipal será aposentado por invalidez, com proventos integrais, por
força de acidentes em serviço, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou
incurável, especificadas em lei federal.
§ 1º. Nos casos não especificados no caput deste artigo, os proventos de aposentadoria
serão proporcionais ao tempo de contribuição.
§ 2º. A incapacidade para o exercício do cargo, não pressupõe e nem se confunde com a
incapacidade para o serviço público.
§ 3º. A aposentadoria por invalidez será mantida enquanto, a juízo do ÌPAMB, o segurado
permanecer incapacitado para o exercício da profissão, ficando o mesmo obrigado, sob
pena de suspensão do benefício, a submeter-se a exames periódicos, tratamentos e
processos de reabilitação indicados pelo ÌPAMB, exceto o tratamento cirúrgico, que será
facultado.
§ 4º. Sendo declarado incapaz para o exercício do cargo, o servidor será readaptado a
outra função abrangida pelo Plano de Carreira da Prefeitura Municipal de Belém, suas
autarquias e fundações, após avaliação do Programa Saúde do Trabalhador, do ÌPAMB.
Art. 63. A aposentadoria por invalidez será sempre precedida de licença para tratamento de
saúde, por período não excedente de vinte e quatro meses, salvo se, antes deste prazo, o
ÌPAMB, através de laudo de sua Junta Médica Pericial, concluir pela incapacidade definitiva
para o serviço público.
Art. 64. A aposentadoria por invalidez permanente será devida a contar do dia imediato ao
da cessação da licença para tratamento de saúde, e consistirá em renda mensal
correspondente a:
Ì ÷ cem por cento da remuneração de contribuição vigente no dia da aposentadoria, caso o
benefício seja decorrente de acidente em serviço, doença profissional ou doença grave,
contagiosa ou incurável especificadas em lei federal;
ÌÌ ÷ oitenta por cento da remuneração de contribuição, mais um por cento deste, por grupo
de doze contribuições, não podendo ultrapassar cem por cento do salário de contribuição
nos demais casos.
SEÇÃO ÌÌ
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DA APOSENTADORÌA COMPULSÓRÌA
Art. 65. A aposentadoria será compulsória, quando o segurado completar setenta anos de
idade, proporcional ao tempo de contribuição.
Parágrafo único. O funcionário se afastará do cargo no dia imediato àquele em que atingir a
idade-limite.
SEÇÃO ÌÌÌ
DA APOSENTADORÌA VOLUNTÁRÌA
Art. 66. O servidor poderá aposentar-se voluntariamente, desde que cumprido o tempo
mínimo de dez anos de efetivo exercício no serviço público, sendo cinco anos no cargo
efetivo em que se dará aposentadoria, observadas as seguintes condições:
Ì ÷ houver completado sessenta anos de idade e trinta e cinco de contribuição, se do sexo
masculino; ou cinqüenta e cinco anos de idade e trinta anos de contribuição, se do sexo
feminino, com proventos integrais;
ÌÌ ÷ houver completado sessenta e cinco anos de idade, se homem, e sessenta anos de
idade, se mulher, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição.
§ 1º. Os proventos de aposentadoria e as pensões, por ocasião de sua concessão, não
poderão exceder a remuneração do respectivo servidor, no cargo efetivo em que se deu a
aposentadoria ou que serviu de referência para a concessão da pensão.
§ 2º. Os proventos de aposentadoria, por ocasião da sua concessão, serão calculados com
base na remuneração do servidor no cargo efetivo em que se der a aposentadoria, e na
forma da lei, corresponderão à totalidade da remuneração.
§ 3º. É vedada a adoção de requisitos e critérios diferenciados para a concessão de
aposentadoria aos abrangidos pelo regime de que trata este artigo, ressalvados os casos
de atividades exercidas, exclusivamente, sob condições especiais, que prejudiquem a
saúde ou a integridade física, definidos em lei.
§ 4º. Os requisitos de idade e de tempo de contribuição serão reduzidos em cinco anos, em
relação ao disposto no inciso Ì deste artigo para o professor que comprove exclusivamente
tempo de efetivo exercício das funções de magistério, na educação infantil e no ensino
fundamental e médio.
§ 5º. Ressalvadas as aposentadorias decorrentes dos cargos acumuláveis, na forma da
Constituição Federal, é vedada a percepção de mais de uma aposentadoria à conta do
regime de previdência previsto neste artigo.
§ 6º. O tempo de contribuição federal, estadual e municipal será contado para efeito de
aposentadoria e o tempo de serviço correspondente para efeito de disponibilidade,
efetuando-se a compensação dos valores de contribuição pagos para as entidades acima
indicadas, na forma da Lei Federal.
§ 7º. O disposto nos §§ 1º e 2º deste artigo somente será aplicado aos servidores que
vierem a ingressar nos quadros da administração pública municipal a partir da vigência
desta Lei, preservados os direitos adquiridos dos atuais servidores.
CAPÍTULO ÌV
DA PENSÃO POR MORTE
Art. 67. Por morte do segurado, aposentado ou não, os dependentes farão jus a uma
pensão mensal, de valor correspondente ao do respectivo provento ou remuneração, a
partir da data do óbito, ou da decisão judicial no caso de morte presumida.
§ 1º. A pensão do dependente de segurado que contribua sobre dois cargos, será devida
relativamente a cada um deles.
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§ 2º. Quando se tratar de morte presumida, a data de início do benefício será a da decisão
judicial.
§ 3º. No caso do parágrafo anterior, com o reaparecimento do segurado, cessará
automaticamente a concessão do benefício, ficando os dependentes desobrigados da
reposição dos valores recebidos, salvo ocorrência de má-fé.
Art. 68. O valor da pensão por morte corresponderá a totalidade da remuneração de
contribuição do servidor falecido, até o limite estabelecido nesta Lei.
Art. 69. A concessão de pensão por morte não será protelada pela falta de habilitação de
outro possível dependente, e qualquer inscrição ou habilitação de dependente só produzirá
efeito a contar da data de inscrição ou habilitação.
Art. 70. Após a morte do segurado, a designação da companheira pode ser suprida
mediante justificação judicial, em que se evidencie a existência da sociedade conjugal ou
comunhão nos atos da vida civil.
Art. 71. A pensão por morte será concedida ao conjunto dos dependentes do segurado que
falecer, aposentado ou não, sendo rateada da seguinte forma:
Ì ÷ cinqüenta por cento para o cônjuge ou companheiro e o restante dividido em partes
iguais entre os demais dependentes habilitados com direito a pensão;
ÌÌ ÷ cem por cento para o cônjuge ou companheiro ou companheira, quando este for o único
dependente com direito a pensão;
ÌÌÌ ÷ em partes iguais entre todos os dependentes quando não houver cônjuge ou
companheiro.
Art. 72. Extinta a cota de um dependente, o seu direito transfere-se para os demais,
conforme o disposto nesta Lei.
§ 1º. Extinguindo-se o direito à parte da pensão, na forma deste artigo, proceder-se-á a
redistribuição de pensão de forma eqüitativa em favor dos pensionistas remanescentes.
§ 2º. Extinguindo-se a parte do último pensionista, extinguir-se-á também a pensão.
CAPÍTULO V
DO AUXÍLÌO RECLUSÃO
Art. 73. O auxílio reclusão será devido, nas mesmas condições da pensão por morte aos
dependentes do segurado, independentemente de cumprimento de carência, conforme
previsão da Constituição Federal, quando:
Ì ÷ afastado por motivo de prisão, em flagrante ou preventiva, determinada pela autoridade
competente;
ÌÌ ÷ em virtude de condenação, por sentença definitiva, a pena que não determine a perda
do cargo.
§ 1º. O pagamento do auxílio reclusão cessará a partir do dia imediato àquele em que o
servidor for posto em liberdade ainda que condicional.
§ 2º. No caso de falecimento do servidor detento ou recluso, o auxílio reclusão que estiver
sendo pago aos seus dependentes será automaticamente convertido em pensão.
§ 3º. A cada três meses os dependentes têm de fazer a prova da detenção ou reclusão.
CAPÍTULO VÌ
DO AUXÍLÌO DOENÇA
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Art. 74. O auxílio doença é devido ao segurado que ficar incapacitado para o seu trabalho
ou para sua atividade habitual por mais de trinta dias consecutivos, em gozo de licença para
tratamento de saúde.
§ 1º. O pagamento do benefício auxílio doença será custeado pelo órgão de origem do
servidor afastado para tratamento de saúde, na proporção de:
Ì ÷ noventa por cento da remuneração a partir do trigésimo primeiro até o sexagésimo dia
de afastamento;
ÌÌ ÷ oitenta e cinco por cento da remuneração a partir do sexagésimo primeiro até o
nonagésimo dia de afastamento;
ÌÌÌ ÷ oitenta por cento da remuneração a partir do nonagésimo primeiro dia de afastamento
em diante.
§ 2º. Nos afastamentos por licença para tratamento de saúde, nos casos comprovados de
acidente de trabalho, moléstia profissional, doença grave, contagiosa ou incurável, o valor
do auxílio será de cem por cento da remuneração.
TÍTULO ÌV
DOS PLANOS DE CUSTEÌO E DE APLÌCAÇÃO DO PATRÌMÔNÌO
CAPÍTULO Ì
DO PLANO DE CUSTEÌO
Art. 75. O Plano de Custeio do ÌPAMB será aprovado, anualmente, pelo Conselho de
Administração do mesmo, constando obrigatoriamente o regime financeiro e os respectivos
cálculos atuariais.
Parágrafo único. Ìndependentemente do disposto neste artigo, o Plano de Custeio será
revisto, sempre que ocorrerem eventos determinantes de alterações nos encargos do
ÌPAMB.
Art. 76. O custeio do plano de benefícios será atendido pelas seguintes fontes de receitas:
Ì ÷ dotações iniciais ou periódicas e globais da contribuição dos órgãos da administração
direta, autárquica e fundacional, fixadas, atuarialmente, para cada caso, com a finalidade de
integralização do Passivo Atuarial do ÌPAMB;
ÌÌ ÷ contribuições previdenciárias e assistenciais previstas nesta Lei;
ÌÌÌ ÷ receitas de aplicações do patrimônio;
ÌV ÷ doações, subvenções, legados e outras receitas diversas não previstas nos itens
precedentes;
V ÷ taxas de sobrecarga sobre serviços prestados;
VÌ ÷ receita advinda de convênios que o ÌPAMB realizar com entidades públicas ou
privadas, para fins de atendimento na área de assistência à saúde
CAPÍTULO ÌÌ
DO PATRÌMÔNÌO E DA SUA APLÌCAÇÃO
Art. 77. Constituem o patrimônio do ÌPAMB, seus bens, direitos atuais e os que venham a
ser instituídos ou incorporados, sob a forma legal.
Parágrafo único. Os bens do ÌPAMB somente poderão ser alienados ou gravados por
proposta do Presidente do Ìnstituto, aprovada pelo Conselho de Administração, observadas
as disposições legais específicas, em especial aquelas contidas na Lei nº 8.666/93.
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Art. 78. A gestão do ÌPAMB deverá, dentre outros princípios aplicáveis à administração
pública, obedecer:
Ì ÷ às diretrizes gerais de gestão, investimento e alocação dos recursos aprovados pelo
Conselho de Administração;
ÌÌ ÷ aos parâmetros atuariais sugeridos pela Diretoria de Seguridade, visando a sua gradual
estabilização;
ÌÌÌ ÷ a inspeções anuais de auditoria por entidades independentes legalmente habilitadas;
ÌV ÷ a sistema de registro contábil individualizado de cada servidor e dos entes patronais;
V ÷ ao pleno acesso dos segurados às informações relativas à gestão do regime ora
instituído;
VÌ ÷ aos princípios contábeis pertinentes à matéria, conforme determinado por legislação
federal, e contabilização dos ativos por fontes de recursos e gastos.
Art. 79. O ÌPAMB aplicará seu patrimônio, conforme diretrizes estabelecidas pelo Conselho
de Administração, em planos que tenham em vista:
Ì ÷ rentabilidade compatível com os imperativos atuariais do plano de custeio;
ÌÌ ÷ garantia dos investimentos;
ÌÌÌ ÷ liquidez compatível com o fluxo dos compromissos previdenciários;
ÌV ÷ manutenção do poder aquisitivo dos capitais aplicados.
CAPÍTULO ÌÌÌ
DA GESTÃO ECONÔMÌCA E FÌNANCEÌRA
Art. 80. O exercício financeiro coincidirá com o ano civil e a contabilidade obedecerá às
normas públicas da administração financeira.
Art. 81. Os orçamentos, a programação financeira e os balanços do ÌPAMB obedecerão aos
padrões e normas instituídos por legislação específica, ajustados às suas peculiaridades.
Parágrafo único. Juntamente com o balanço geral, a cada ano, deverá o Presidente realizar,
obrigatoriamente, a avaliação atuarial do ÌPAMB.
Art. 82. O balanço geral com a apuração do resultado do exercício deverá ser apresentado
pelo Diretor-Presidente do ÌPAMB ao Tribunal de Contas dos Municípios, nos prazos
definidos em Lei.
Art. 83. Para garantia da continuidade de pagamento dos benefícios, serão constituídas as
seguintes reservas técnicas:
Ì ÷ reservas matemáticas de benefícios concedidos;
ÌÌ ÷ reservas matemáticas de benefícios a conceder;
ÌÌÌ ÷ reservas de contingência;
ÌV ÷ reserva de reajuste de benefícios;
V ÷ reserva matemática a construir;
VÌ ÷ o déficit técnico.
§ 1º. Reservas matemáticas de benefício concedido é a diferença entre o valor atual dos
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encargos assumidos pelo ÌPAMB, em relação aos seus beneficiários em gozo de rendas
iniciadas de aposentadorias, reservas remuneradas, reformas, auxílio-reclusão e pensões,
e o valor atual das contribuições que, pelos mesmos, ou pelas patronais, venham a ser
recolhidas aos cofres do ÌPAMB, para sustentação aos referidos encargos, de acordo com o
plano de custeio vigente.
§ 2º. Reservas matemáticas de benefícios a conceder é a diferença entre o valor atual dos
encargos a serem assumidos pelo ÌPAMB, em relação aos seus segurados, ativos e
aposentados, respectivos dependentes que ainda não estejam em gozo de rendas iniciadas
de aposentadorias, reservas matemáticas, reformas, auxílio-reclusão, pensões, pecúlios, e
o valor atual das contribuições que, pelos mesmos, ou pelas patronais, venham a ser
recolhidos aos cofres do ÌPAMB, para sustentação dos referidos encargos, de acordo com o
plano de custeio vigente.
§ 3º. Reserva de contingência é a diferença entre o total dos bens do ativo e o total das
obrigações do passivo, no caso de ser positiva essa diferença.
§ 4º. No caso de ser a diferença referida no § 3º (em favor do ativo) superior aos vinte e
cinco por cento da soma dos valores das reservas, referidas nos §§ 1º 2º, a reserva de
contingência será consignada com o valor equivalente ao daquele limite percentual e o
excesso, sob o título de "Reserva de Reajuste de Benefícios".
§ 5º. Reserva Matemática a Constituir é a diferença entre o total das obrigações do passivo
e o total de bens do ativo, no caso de ser positiva essa diferença.
§ 6º. Se a diferença, referida no parágrafo anterior, for superior à Reserva de Benefícios a
Conceder a segurados que ainda não tenham preenchido as condições para o gozo da
aposentadoria, a reserva a constituir será consignada com o valor equivalente ao daquele
limite, e o excesso, sob o título de Déficit Técnico.
Art. 84. O saldo positivo do ÌPAMB, apurado em balanço, ao final da cada exercício
financeiro, será transferido para o exercício seguinte, à crédito da previdência social dos
servidores do Município de Belém.
TÍTULO V
DA RECEÌTA, DA ARRECADAÇÃO E DO RECOLHÌMENTO
CAPÍTULO Ì
DA RECEÌTA
Art. 85. Constituem fontes de receita do ÌPAMB, além daquelas enumeradas no art. 76:
Ì ÷ valores descontados dos funcionários contribuintes obrigatórios, por motivo de faltas e
atrasos ao trabalho não justificados;
ÌÌ ÷ juros de financiamentos efetuados aos beneficiários dentro das normas relativas à
assistência financeira;
ÌÌÌ ÷ taxa de administração no percentual de dois por cento sobre o valor de empréstimo de
crédito de pessoal;
ÌV ÷ contribuições de pecúlios facultativos, de acordo com as normas emanadas do
Conselho de Administração;
V ÷ outras rendas eventuais ou extraordinárias, não previstas nos itens anteriores.
§ 1º. A autoridade administrativa ou servidor que no exercício de suas funções deixar de
efetuar os recolhimentos devidos ao ÌPAMB, incorrerá em falta funcional, sem prejuízo das
sanções de natureza civil ou criminal cabíveis.
§ 2º. Fica assegurado ao ÌPAMB o direito, através de funcionários para tanto
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especificamente credenciados, exercer fiscalização junto aos órgãos empregadores,
relativamente a seus créditos.
§ 3º. Quaisquer quantias devidas ao ÌPAMB, e não recolhidas ou não pagas nos prazos
legais, importam na incidência de juros moratórios e respectiva correção, em função de
perdas de valor do capital.
CAPÍTULO ÌÌ
DA ARRECADAÇÃO E RECOLHÌMENTO
Art. 86. A arrecadação e o recolhimento das contribuições e de quaisquer importâncias
devidas ao ÌPAMB serão feitas em quarenta e oito horas após o pagamento das mesmas,
através de conta bancária específica, e encaminhado, imediatamente, comprovante ao
Departamento Financeiro e Contábil.
TÍTULO VÌ
CAPÍTULO ÚNÌCO
DAS DÌSPOSÌÇÕES FÌNAÌS E TRANSÌTÓRÌAS
Art. 87. O Regimento Ìnterno, aprovado pelo Conselho de Administração, disporá sobre as
atividades dos órgãos que compõe a estrutura administrativa do ÌPAMB, bem como, as
atribuições dos seus respectivos dirigentes.
Art. 88. A partir da vigência desta Lei, o ÌPAMB, procederá à revisão e à atualização das
pensões em vigor, a fim de ajustá-las ao disposto nesta Lei e seu Regulamento.
Art. 89. O diploma legal que disciplina os Direitos e Deveres dos servidores municipais do
ÌPAMB, é o Estatuto dos Servidores Públicos Municipais ÷ Lei nº 7.502/90.
Art. 90. As consignações devidas ao ÌPAMB, averbadas pela Municipalidade de Belém,
ficam garantidas pelo Erário Municipal, em caso de falecimento, demissão ou abandono de
cargos dos seus servidores.
Art. 91. Ao servidor aposentado será paga a gratificação natalina, no mês de Dezembro, em
valor equivalente ao respectivo provento.
Art. 92. Ao servidor fica assegurado o direito de não comparecer ao trabalho a partir do
nonagésimo primeiro dia subsequente ao do protocolo do requerimento da aposentadoria,
sem prejuízo da percepção de sua remuneração, caso não seja antes cientificado do
indeferimento, na forma da lei.
Art. 93. A falsidade de documento para criar direito a favor de alguém à prestação ou de
quota da mesma, determinará a nulidade desta ou daquela e seu automático cancelamento,
sem prejuízo da ação criminal que couber.
Art. 94. Podem ser descontados dos benefícios:
Ì ÷ débitos do contribuinte ou dependente para com o Ìnstituto de Previdência e Assistência
do Município de Belém;
ÌÌ ÷ impostos retidos na fonte por força de legislação aplicável;
ÌÌÌ ÷ pensão alimentícia judicialmente decretada.
Art. 95. O pedido de habilitação às prestações em geral, sem qualquer ônus para o
requerente, será dirigido ao Presidente do ÌPAMB, que antes de decidir determinará a oitiva
da Procuradoria Geral do Ìnstituto.
Art. 96. Anualmente, o Ìnstituto procederá à atualização de cadastro de contribuintes,
dependentes e pensionistas.
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Art. 97. Nenhum benefício de aposentadoria ou pensão previsto nesta Lei poderá ser
superior ao subsídio do Ministro do Supremo Tribunal Federal, nem inferior ao piso
municipal da Prefeitura Municipal de Belém.
Art. 98. A gratificação natalina ou décimo terceiro salário dos aposentados e pensionistas
terá por base o valor dos proventos do mês de Dezembro de cada ano e corresponderá
1/12 (hum doze avos) para cada mês de benefício concedido.
Parágrafo único. O período superior a quinze dias corresponderá a 1/12 (hum doze avos)
para efeito de cálculo.
Art. 99. O recebimento indevido de benefícios havidos por fraude, dolo ou má-fé, implicará
na devolução ao ÌPAMB do total auferido, sem prejuízo da ação penal cabível.
Art. 100. A presente Lei entra em vigor, produzindo todos os seus efeitos, noventa dias da
data de sua publicação no Diário Oficial do Município, de acordo com o disposto no artigo
195, § 6º, da Constituição Federal, sendo revogadas todas as disposições legais em
contrário, especialmente as seguintes: Lei nº 6.774 de 31 de Dezembro de 1969, e suas
alterações posteriores; Lei nº 7.686 de 17 de Janeiro de 1994; as disposições da Lei nº
7.502 de 21 de Dezembro de 1990, e da Lei nº 7.508 de 24 de Janeiro de 1991, que sejam
conflitantes ou contrários ao disposto neste diploma legal; considerando-se para casos
omissos como supletivas a Legislação Estadual e Federal, vigente para a Previdência
Social.
Parágrafo único. A presente Lei será regulamentada no prazo de noventa dias, pelo Chefe
do Poder Executivo Municipal.
Belém(PA), 30 de Dezembro de 1999.
+(MI"),! B-I., -,(-IA/+)
Prefeito Municipal de Belém
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Lei Ordinária N.º 8466, DE 30 DE NOVEMBRO DE 2005

(isp@e sobre a reestrutura>?o do
Instituto de Previdência do Município de
Belém V IPAMB< no particular ao -eCime
PrWprio de Previdência )ocial do
Município de BelémQPA< e dJ outras
providências5
O PREFEÌTO MUNÌCÌPAL DE BELÉM,

Faço saber que a CÂMARA MUNÌCÌPAL DE BELÉM, estatui e eu sanciono a seguinte Lei:

CAPÍTULO Ì
DO REGÌME PRÓPRÌO DE PREVÌDÊNCÌA SOCÌAL

Art. 1º Fica reestruturado por essa lei o Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores do Município
de Belém ÷ ÌPAMB, Estado do Pará, consoante aos preceitos e diretrizes emanadas do art. 40 da CF/88,
das Emendas Constitucionais nº 20/98, 41/2003 e 47/2005, bem como das Leis Federais nº 9.717/98 e
10.887/2004.

Seção Única
Do Órgão, Natureza Jurídica e Seus Fins

Art. 2º O Ìnstituto de Previdência e Assistência do Município de Belém ÷ ÌPAMB, goza de personalidade
jurídica de direito público, natureza autárquica e autonomia administrativa e financeira.
Parágrafo único. O Ìnstituto de Previdência e Assistência do Município de Belém ÷ ÌPAMB, destina-se a
garantir aos seus segurados e dependentes, através de seu RPPS, na conformidade da presente lei,
prestações de natureza previdenciária, em caso de contingências que interrompam, depreciem ou façam
cessar seus meios de subsistência.

CAPÍTULO ÌÌ
DAS PESSOAS ABRANGÌDAS

Seção Ì
Dos Segurados

Art. 3º São contribuintes obrigatórios do ÌPAMB, para efeitos previdenciários:
Ì ÷ os servidores efetivos ativos e inativos da administração direta, autárquica e fundacional do Município e
os da Câmara Municipal de Belém, estes investidos em cargo público por força do Regime Jurídico Único,
Lei nº 7.453, de 05 de julho de 1989;
ÌÌ ÷ são considerados contribuintes obrigatórios do ÌPAMB para efeitos previdenciários, os servidores
estabilizados por força do artigo 19 do Ato da Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição
Federal, e os servidores admitidos antes de 05 de outubro de 1988, regidos pelas normas estatutárias;
Parágrafo único. Ao servidor ocupante, exclusivamente, de cargo em comissão declarado em lei de livre
nomeação e exoneração, bem como de outro cargo temporário ou de emprego público, aplica-se o Regime
Geral de Previdência Social, conforme disposto no § 13 do art. 40 da Constituição Federal de 1988.

Art. 4º A filiação ao ÌPAMB será obrigatória a partir da publicação desta lei, para os atuais servidores e para
os demais, a partir de suas respectivas posses.

Art. 5º Perderá a qualidade de segurado aquele que deixar de exercer a atividade que o submeta ao regime
do ÌPAMB.
Parágrafo único. A perda da qualidade de segurado importa na caducidade dos direitos inerentes a essa
qualidade.

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Art. 6º Ao segurado que deixar de exercer, temporariamente atividade que o submeta ao regime do ÌPAMB é
facultado manter a qualidade de segurado, desde que passe a efetuar, sem interrupção, o pagamento
mensal das contribuições referentes a sua parte e a do Município.
Parágrafo único. O servidor efetivo da União, dos Estados, do Distrito Federal e de outros Municípios à
disposição do Município de Belém, permanece filiado ao regime previdenciário de origem, bem como o
servidor vinculado a este Ìnstituto posto à disposição de outro poder permanece vinculado ao ÌPAMB.

Seção ÌÌ
Dos Dependentes

Art. 7º São considerados dependentes do segurado, para os efeitos desta lei:
Ì ÷ O cônjuge, a companheira, o companheiro, e o filho não emancipado, de qualquer condição, desde que
não tenha atingido 21 (vinte e um) anos ou inválido;
ÌÌ ÷ os pais; e
ÌÌÌ ÷ o irmão não emancipado, de qualquer condição, desde que não tenha atingido 21 (vinte e um) anos ou
se inválido.
§ 1º. A existência de dependente indicado, em qualquer dos incisos deste artigo exclui do direito ao
benefício os indicados nos incisos subseqüentes.
§ 2º. Equiparam-se aos filhos, nas condições do inciso Ì, mediante declaração escrita do segurado e desde
que comprovada à dependência econômica: o enteado e o menor que esteja sob sua tutela e desde que
não possua bens suficientes para o próprio sustento e educação.
§ 3º. Considera-se companheira ou companheiro a pessoa que, sem ser casada, mantenha união estável
com o segurado ou segurada, devidamente reconhecida pelo ÌPAMB.
§ 4º. Considera-se união estável aquela verificada entre o homem e a mulher como entidade familiar,
quando forem solteiros, separados judicialmente, divorciados ou viúvos, ou tenham prole em comum,
enquanto não se separarem.

Art. 8º A dependência econômica das pessoas indicadas no inciso Ì do artigo anterior é presumida, a das
pessoas constantes nos incisos ÌÌ e ÌÌÌ deverão comprova-la.

Art. 9º. A perda de qualidade de dependente ocorrerá:
Ì ÷ para os cônjuges, pela separação judicial ou divórcio sem direito a percepção de alimentos, pela
anulação do casamento, pelo óbito ou por sentença judicial transitada em julgado;
ÌÌ ÷ para a companheira ou companheiro, pela cessação da união estável com o segurado ou segurada,
enquanto não lhe for garantida a prestação de alimentos;
ÌÌÌ ÷ para o filho e o irmão, de qualquer condição, ao atingirem a maioridade, salvo se inválidos, ou pela
emancipação, ainda que inválido, exceto neste caso, se a emancipação dor decorrente de colação de grau
em curso de ensino superior; e
ÌV ÷ para os dependentes em geral:
a) pelo matrimônio;
b) pela cessação da invalidez;
c) pelo falecimento.

Seção ÌÌÌ
Da Ìnscrição das Pessoas Abrangidas

Art. 10. Os segurados e seus dependentes estão obrigados a promover a sua inscrição no ÌPAMB, que se
processará da seguinte forma:
Ì ÷ para o segurado, a qualificação perante o ÌPAMB comprovada por documentos hábeis;
ÌÌ ÷ para os dependentes, a declaração por parte do segurado, sujeita à comprovação da qualificação de
cada um por documentos hábeis;
ÌÌÌ ÷ o servidor é responsável civil e criminalmente pela inscrição de dependentes realizada com base em
documentos e informações por ele fornecidos.
Parágrafo único. A inscrição é essencial à obtenção de qualquer prestação, devendo o ÌPAMB fornecer ao
segurado, documento que a comprove.

Art. 11. Ocorrendo o falecimento do segurado sem que tenha feito sua inscrição e a de seus dependentes, a
estes será lícito promove-la, para outorga das prestações a que fizerem jus.
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CAPÍTULO ÌÌÌ
DOS DÌREÌTOS DAS PESSOAS ABRANGÌDAS
Seção Ì
Dos Benefícios Garantidos aos Segurados

A) Aos segurados obrigatórios:
Ì ÷ aposentadoria por invalidez permanente;
ÌÌ ÷ aposentadoria compulsória;
ÌÌÌ ÷ aposentadoria voluntária;
ÌV ÷ salário família;
V ÷ auxílio doença;
VÌ ÷ salário maternidade.

B) Aos dependentes, excetos pensionistas:
Ì ÷ pensão por morte do servidor segurado;
ÌÌ ÷ auxílio reclusão.


Sub-Seção Ì
Da Aposentadoria

Art. 12. Os servidores abrangidos pelo regime do ÌPAMB serão aposentados:
Ì ÷ por invalides permanente, sendo os proventos proporcionais ao tempo de contribuição, exceto se
decorrente de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável,
especificados no art. 14, desta lei:
a) a invalidez será apurada mediante perícia médica realizada segundo instruções emanadas do
ÌPAMB e os proventos da aposentadoria serão devidos a partir do dia seguinte ao ato da
concessão;
b) a doença ou lesão de que o segurado filiado na data da posse ao ÌPAMB já era portador não lhe
conferirá direito à aposentadoria por invalidez, salvo quando a incapacidade sobrevier por motivo de
progressão ou agravamento dessa doença ou lesão;
c) a incapacidade para o exercício do cargo, não pressupõe e nem se confunde com a incapacidade
laborativa;
d) a aposentadoria por invalidez será mantida enquanto, a juízo do ÌPAMB, o segurado permanecer
incapacitado para o exercício da profissão, ficando o mesmo obrigado, sob pena de suspensão do
benefício, a submeter-se a exames periódicos, tratamentos e processos de reabilitação indicados
pelo ÌPAMB, exceto o tratamento cirúrgico, que será facultado;
e) sendo declarado incapaz para o exercício do cargo, o servidor será readaptado a outra função
abrangida pelo Plano de Carreira da Prefeitura Municipal de Belém, preferencialmente em seu
órgão de origem, suas autarquias e fundações;
f) a aposentadoria por invalidez será sempre precedida de licença para tratamento de saúde, por
período não excedente a vinte e quatro meses, salvo se, antes deste prazo, o ÌPAMB, através de
laudo de sua Junta Médica Pericial, concluir pela incapacidade definitiva para o serviço público.
ÌÌ ÷ compulsoriamente, aos setenta anos de idade, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição;
ÌÌÌ ÷ voluntariamente, desde que cumprido tempo mínimo de dez anos de efetivo exercício no serviço público
e cinco anos no cargo efetivo em que se dará a aposentadoria, observadas as seguintes condições:
a) sessenta anos de idade e trinta e cinco de contribuição, se homem e cinqüenta e cinco anos de
idade e trinta de contribuição, se mulher;
b) sessenta e cinco anos de idade, se homem, e sessenta anos de idade, se mulher, com proventos
proporcionais ao tempo de contribuição.
§ 1º. Para o cálculo dos proventos de aposentadoria, por ocasião da sua concessão, serão consideradas as
remunerações utilizadas como base para as contribuições do servidor aos regimes de previdência de que
tratam os artigos 40 e 201 da CF/88, na forma do artigo 13 desta lei.
§ 2º. É vedada a adoção de requisitos e critérios diferenciados para a concessão de aposentadoria aos
segurados do ÌPAMB, ressalvados, nos termos definidos em leis complementares, os casos de servidores:
Ì ÷ portador de deficiência;
ÌÌ ÷ que exerçam atividades de risco;
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ÌÌÌ ÷ cujas atividades sejam exercidas sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade
física.
§ 3º. Os requisitos de idade e de tempo de contribuição serão reduzidos em cinco anos, em relação ao
disposto no art. 12, ÌÌÌ, "a¨, para o professor que comprove exclusivamente tempo de efetivo exercício de
funções de magistério na educação infantil, no ensino fundamental e médio.
§ 4º. Ressalvadas as aposentadorias decorrentes dos cargos acumuláveis na forma da Constituição, é
vedada a percepção de mais de uma aposentadoria por conta do regime previsto no art. 40 da Constituição
Federal.
§ 5º. Para o cálculo dos valores proporcionais de proventos a que se referem os incisos Ì, ÌÌ e ÌÌÌ, alínea "b¨
deste artigo, o provento corresponderá a um trinta e cinco avos da totalidade da remuneração do servidor
na data da concessão do benefício, por ano de contribuição, se homem, e um trinta avos, se mulher, exceto
se decorrente de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável,
especificadas em lei, no caso de invalidez permanente.
§ 6º. Todos os valores de remuneração considerados para o cálculo do benefício previsto no § 1º do art. 13
desta lei.
§ 7º. O servidor de que trata este artigo que tenha completado as exigências para aposentadoria voluntária
estabelecidas no inciso ÌÌÌ, alínea "a¨, e que opte por permanecer em atividade fará jus a um abono de
permanência equivalente ao valor da sua contribuição previdenciária até completar as exigências para
aposentadoria compulsória contidas no inciso ÌÌ.
[1]§ 8º. O servidor só poderá ser afastado do trabalho, após a ciência do deferimento da aposentadoria,
quando esta for voluntária. (AC)

Art. 13. No cálculo dos proventos de aposentadoria previsto no artigo 12 desta lei, será considerada a média
aritmética simples das maiores remunerações, utilizadas como base para as contribuições do servidor aos
regimes de previdência a que esteve vinculado, correspondentes a oitenta por cento de todo o período
contributivo desde a competência julho de 1994 ou desde a do início da contribuição, se posterior àquela
competência.
§ 1º. As remunerações consideradas no cálculo do valor inicial dos proventos terão os seus valores
atualizados, mês a mês, de acordo com a variação integral do [índice fixado para a atualização dos salários
de contribuição considerados no cálculo dos benefícios do regime feral da previdência social.
§ 2º. Na hipótese da não instituição de contribuição para o regime próprio durante o período referido no
caput, considerar-se-á, como base de cálculo dos proventos, a remuneração do servidor no cargo efetivo no
mesmo período.
§ 3º. Os valores das remunerações a serem utilizadas no cálculo de que trata este artigo serão
comprovados mediante documento fornecido pelos órgãos e entidades gestoras dos regimes de previdência
aos quais o servidor esteve vinculado.
§ 4º. Para os fins deste artigo, as remunerações consideradas no cálculo da aposentadoria não poderão
ser:
Ì ÷ inferiores ao valor do salário mínimo;
ÌÌ ÷ superiores aos valores dos limites máximos de remuneração no serviço público do respectivo ente; ou
ÌÌÌ ÷ superiores ao limite máximo do salário de contribuição, quanto aos meses em que o servidor esteve
vinculado ao regime de previdência social.
§ 5º. Os proventos, calculados de acordo com o caput, por ocasião de sua concessão, não poderão exceder
a remuneração do respectivo servidor no cargo efetivo em que se deu a aposentadoria ou que serviu de
referência para a concessão da pensão.

Art. 14. O segurado, quando portador de tuberculose ativa, alienação mental, neoplasia maligna, cegueira,
hanseníase, paralisia irreversível e incapacitante, cardiopatia grave, doença de Parkinson, espondilortrose,
anquilosante, nefropatia grave, estado avançado de doença de Paget (osteíte deformante), síndrome da
deficiência imunológica adquirida ÷ AÌDS, contaminação por radiação (com base em conclusão da medicina
especializada), hepatopatia grave ou quando vítima de acidente do trabalho ou moléstia profissional que o
invalide para o serviço, terá direito à aposentadoria integral, de acordo com lei federal.

Sub-seção ÌÌ
Afastamento do Trabalho
Auxílio Doença

Art. 15. O auxílio doença será devido ao segurado que ficar incapacitado para o exercício da função em
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gozo de licença para tratamento de saúde, por mais de 60 (sessenta) dias consecutivos, e corresponderá a
totalidade da remuneração.
§ 1º. Não será devido auxílio doença ao segurado que se filiar ao ÌPAMB na data de sua posse e que já seja
portador de doença ou lesão invocada como causa para concessão do benefício, salvo quando a
incapacidade sobrevier por motivo de progressão ou agravamento dessa doença ou lesão.
§ 2º. Será devido auxílio doença ao segurado que sofrer acidente de qualquer natureza.

Art. 16. Durante os primeiros 60 (sessenta) dias consecutivos de afastamento de atividade por motivo de
doença, incumbe ao Município pagar ao segurado sua remuneração.
§ 1º. As faltas ao serviço correspondentes aos primeiro 60 (sessenta) dias serão abonadas mediante
atestado/laudo médico junto ao órgão de origem.
§ 2º. Quando a incapacidade ultrapassar 60 (sessenta) dias consecutivos, o segurado será submetido à
perícia médica do ÌPAMB.
§ 3º. Se concedido novo benefício decorrente da mesma doença dentro de 90 (noventa) dias contados da
cessação do benefício anterior, o Município fica desobrigado do pagamento relativo aos 60 (sessenta)
primeiros dias de afastamento, prorrogando-se o benefício anterior e descontando-se os dias trabalhados,
se for o caso.
§ 4º. Se o segurado, pro motivo de doença, afastar-se do trabalho durante 60 (sessenta) dias, retornando à
atividade no 61º dia (sexagésimo primeiro) dia, e se dele voltar a se afastar dentro de 90 (noventa) dias
desse retorno, fará jus ao auxílio doença a partir da data do novo afastamento.

Art. 17. O segurado afastado do trabalho por motivo de doença está obrigado, independentemente de sua
idade e sob pena de suspensão do benefício, a submeter-se a exames médico e acompanhamento
multiprofissional a cargo do ÌPAMB, e se for o caso, a processo de readaptação profissional.

Art. 18. O segurado em gozo de auxílio doença insuscetível de recuperação para sua atividade habitual,
deverá submeter-se a processo de readaptação profissional para exercício de outra atividade e não
cessando o benefício em 24 (vinte e quatro) meses consecutivos, deverá o servidor ser aposentado por
invalidez.

Art. 19. O auxílio doença cessa pela recuperação da capacidade para o trabalho e pela transformação em
aposentadoria por invalidez.
§ 1º. O segurado em gozo de auxílio doença que vier exercer qualquer atividade laborativa, mediante
remuneração, terá o benefício cessado imediatamente.
§ 2º. Caberá pedido de reconsideração quando da cessação do benefício, desde que, apresente fatos
novos que venha a justificar a prorrogação do benefício.

Sub-Seção ÌÌÌ
Do Salário Família

Art. 20. O salário família será devido, mensalmente, aos segurados que tenham renda bruta mensal igual ou
inferior ao teto definido para este benefício no Regime Geral de Previdência Social ÷ RGPS, na proporção
do respectivo número de filhos ou equiparados, de qualquer condição, de até quatorze anos ou inválidos.
§ 1º. Quando o pai e a mãe forem segurados, ambos terão direto ao salário família.
§ 2º. As cotas do salário família pagas pelo Município, deverão ser deduzidas quando do recolhimento das
contribuições sobre a folha de pagamento.

Art. 21. O pagamento do salário família será devido a partir da data da apresentação da certidão de
nascimento do filho ou da documentação relativa ao equiparado, estando condicionado à apresentação
anual de atestado de vacinação obrigatória e de comprovação de freqüência à escola do filho ou
equiparado.
§ 1º. O atestado de vacinação e a comprovação de freqüência escolar deverá ser apresentado até o dia 31
de maio de cada ano.
§ 2º. O valor da cota do salário família por filho ou equiparado de qualquer condição, até quatorze anos de
idade ou inválido, é o mesmo definido pelo RGPS.

Art. 22. A invalidez do filho ou equiparado maior de quatorze anos de idade deve ser verificada em exame
médico pericial a cargo do ÌPAMB.
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Art. 23. Em caso de divórcio, separação judicial ou de fato dos pais, ou em caso de abandono legalmente
caracterizado ou perda do pátrio poder, o salário família passará a ser pago diretamente aquele cujo cargo
ficar o sustento do menor, ou a outra pessoa, se houver determinação judicial nesse sentido.

Art. 24. O direito ao salário família cessa automaticamente:
Ì ÷ por morte do filho ou equiparado, a contar do mês seguinte ao do óbito;
ÌÌ ÷ quando o filho ou equiparado completar quatorze anos de idade, salvo se inválido, a contar do mês
seguinte a data do aniversário;
ÌÌÌ ÷ pela recuperação da capacidade do filho ou equiparado inválido, a contar do mês seguinte ao da
cessação da incapacidade; ou
ÌV ÷ pela perda da qualidade de segurado.

Art. 25. O salário família não se incorporará ao subsídio, à remuneração ou ao benefício, para qualquer
efeito.

Sub-Seção ÌV
Do Salário Maternidade

Art. 26. Será devido salário maternidade à segurada gestante, durante cento e vinte dias consecutivos, com
início vinte e oito dias antes e término noventa e um dias depois do parto, podendo ser prorrogado na forma
prevista no § 2º, deste artigo.
§ 1º. À segurada que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção de criança é devido salário
maternidade pelo período de 120 (cento e vinte) dias, se a criança tiver até 1 (um) ano de idade, de 60
(sessenta) dias, se a criança tiver entre 1 (um) a 4 (quatro) anos de idade, e de 30 (trinta) dias, se a criança
tiver de 4 (quatro) a 8 (oito) anos de idade.
§ 2º. Em casos excepcionais, os períodos de repouso anterior e posterior ao parto podem ser aumentados
de mais duas semanas, mediante inspeção médica.
§ 3º. Em caso de parto antecipado ou não, a segurada tem direito aos cento e vinte dias previstos neste
artigo.
§ 4º. Em caso de aborto não criminoso, comprovado mediante atestado médico, a segurada terá direito ao
salário maternidade correspondente a duas semanas.
§ 5º. O salário maternidade consistirá de renda mensal igual a remuneração da segurada. Acrescido do 13º
salário proporcional correspondente a 4/12 avos, pago na última parcela.

Art. 27. O início do afastamento do trabalho da segurada será determinado com base em atestado médico
emitido pelo ÌPAMB ou médico de instituição credenciada.
§ 1º. O atestado deve indicar, além dos dados médicos necessários, os períodos a que se referem o art. 26
e seus parágrafos, bem como a data do afastamento do trabalho.
§ 2º. Nos meses de início e término do salário maternidade da segurada, o salário maternidade será
proporcional aos dias de afastamento do trabalho.
§ 3º. O salário maternidade não pode ser acumulado com benefício por incapacidade.
§ 4º. Quando o parto ocorrer sem acompanhamento médico, o atestado será fornecido pela perícia médica
do ÌPAMB.

Seção ÌÌ
Dos Benefícios aos Dependentes
Sub-Seção Ì
Da Pensão por Morte

Art. 28. A pensão por morte será calculada na seguinte forma:
Ì ÷ igual ao valor da totalidade dos proventos do servidor falecido, até o limite máximo estabelecido para os
benefícios do Regime Geral de Previdência Social de que trata o art. 201 da Constituição Federal, acrescido
de setenta por cento da parcela excedente a este limite, caso aposentado à data do óbito; ou
ÌÌ ÷ igual ao valor da totalidade da remuneração do servidor no cargo efetivo em que se deu o falecimento,
até o limite máximo estabelecido para os benefícios do Regime Geral de Previdência Social de que trata o
art. 201 da Constituição Federal, acrescido de setenta por cento da parcela excedente a este limite, caso
em atividade na data do óbito.
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§ 1º. A importância total assim obtida será rateada em partes iguais entre todos os dependentes com direito
a pensão.
§ 2º. Será concedida pensão provisória pro morte presumida do segurado nos seguintes casos:
Ì ÷ sentença declaratória de ausência. Expedida por autoridade judiciária competente; e
ÌÌ ÷ desaparecimento em acidente, desastre ou catástrofe.
§ 3º. A pensão provisória será transformada em definitiva com o óbito do segurado ou após 10 (dez) anos
de ausência ou deve ser cancelada com reaparecimento do mesmo, ficando os dependentes desobrigados
da reposição dos valores recebidos, salvo má-fé.
§ 4º. Não fará jus a pensão o dependente condenado por prática de crime doloso de que tenha resultado a
morte do segurado.

Art. 29. A pensão por morte será devida aos dependentes a contar:
Ì ÷ do dia do óbito, se requerida até 60 (sessenta) dias;
ÌÌ ÷ da data da decisão judicial, no caso de declaração de ausência; ou
ÌÌÌ ÷ da data da ocorrência do desaparecimento do segurado por motivo de acidente, desastre ou catástrofe,
mediante prova idônea.
ÌV ÷ O cônjuge divorciado ou separado judicialmente ou de fato, bem como a companheira (o) que recebia
pensão de alimentos, receberá a pensão em igualdade de condições com os demais dependentes.

Art. 30. Os pensionistas inválidos ficam obrigados, tanto para concessão como para cessação de suas
quotas de pensão, a submeter-se ao exame médico pericial determinado pelo ÌPAMB.
§ 1º. Ficam dispensados dos exames referidos neste artigo os pensionistas inválidos que atingirem a idade
de 55 (cinqüenta e cinco) anos.
§ 2º. O dependente menor de idade que se invalidar antes de completar vinte e um anos, deverá ser
submetido a exame médico pericial, não se extinguindo a respectiva cota se confirmada a invalidez.

Art. 21. A parcela de pensão de cada dependente extingue-se com a perda da qualidade de dependente na
forma do art. 9º desta lei.

Art. 32. Toda vez que se extinguir uma parcela de pensão, proceder-se-á a novo rateio da pensão, na forma
do § 1º, do art. 28, em favor dos pensionistas remanescentes.
Parágrafo único. Com a extinção da quota do último pensionista, extinta ficará também a pensão.

Sub-Seção ÌÌ
Do Auxílio Reclusão

Art. 33. O auxílio reclusão consistirá numa importância mensal igual à totalidade da remuneração percebida
pelo segurado, concedida ao conjunto de seus dependentes, desde que tenha renda bruta igual ou inferior
ao teto definido para este benefício no Regime Geral de Previdência Social, que esteja recolhido à prisão, e
que por este motivo, não perceba remuneração do órgão de origem.
§ 1º. O auxílio reclusão será rateado em cotas partes iguais entre os dependentes do segurado.
§ 2º. O auxílio reclusão será devido a contar da data em que o segurado preso deixar de perceber
remuneração do órgão de origem.
§ 3º. Na hipótese de fuga do segurado, o benefício será suspenso, sendo restabelecido a partir da data da
recaptura ou da reapresentação à prisão, nada sendo devido aos seus dependentes enquanto estiver o
segurado evadido e pelo período da fuga.
§ 4º. Para a instrução do processo de concessão deste benefício, além da documentação que comprovar a
condição de segurado e de dependentes, serão exigidos:
Ì ÷ documento que certifique o não pagamento de remuneração ao segurado pelo órgão de origem, em
razão da prisão; e
ÌÌ ÷ certidão emitida pela autoridade competente sobre o efetivo recolhimento do segurado à prisão e o
respectivo regime de cumprimento da pena, sendo tal documento renovado trimestralmente.
§ 5º. Caso o segurado venha a ser ressarcido com o pagamento da remuneração correspondente ao
período em que esteve preso, e seus dependentes tenham recebido auxílio reclusão, o valor
correspondente ao período de gozo do benefício deverá ser restituído ao ÌPAMB pelo segurado ou por seus
dependentes, devidamente atualizado com base no índice utilizado pelo RGPS para o reajuste dos
benefícios.
§ 6º. Aplicar-se-ão ao auxílio reclusão, no que couberem, as disposições atinentes à pensão por morte.
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§ 7º. Se o segurado preso vier a falecer na prisão, o benefício será transformado em pensão por morte.

SEÇÃO ÌÌÌ
DAS DÌSPOSÌÇÕES DÌVERSAS

Art. 34. O abono natalino será devido aquele que, durante o ano, tiver recebido proventos de aposentadoria,
pensão por morte, salário maternidade pagos pelo RPPS, sobre ele incidindo a contribuição previdenciária.
Parágrafo único. O abono de que trata o caput será proporcional em cada ano ao número de meses de
benefício pago pelo RPPS, em que cada mês corresponderá a um doze avo, e terá por base o valor do
benefício do mês de dezembro, exceto quando o benefício encerrar-se antes deste mês, quando o valor
será o do mês da cessação, sendo vedada a antecipação do pagamento.

Art. 35. É assegurado o reajustamento dos benefícios para preserva-lhes, em caráter permanente, o valor
real, conforme índice utilizado pelo RGPS para o reajuste dos benefícios.

Art. 36. O tempo de contribuição federal, estadual ou municipal será contado para efeito de aposentadoria.

Art. 37. É vedada qualquer forma de contagem de tempo de contribuição fictício, garantindo-se aos
servidores que tenham adquirido direito a tal contagem até 15 de dezembro de 1998, data em que entrou
em vigor a Emenda Constitucional nº 20.

Art. 38. Aplica-se o limite fixado no art. 37, XÌ da Constituição Federal, à soma total dos proventos de
inatividade, inclusive quando decorrentes da acumulação de cargos ou empregos públicos, bem como de
outras atividades sujeitas a contribuição para o regime geral de previdência social, e ao montante resultante
da adição de proventos de inatividade com remuneração de cargo acumulável na forma da Constituição
Federal, cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração, e de cargo efetivo.

Art. 39. Além do disposto nesta lei, o ÌPAMB observará no que couber, os requisitos e critérios fixados para
o Regime Geral de Previdência Social.

Art. 40. Para efeito do benefício de aposentadoria, é assegurada a contagem recíproca do tempo de
contribuição na administração pública e na privada, rural ou urbana, hipótese em que os diversos regimes
de previdência social se compensarão financeiramente, nos termos do § 9º, do art. 201 da Constituição
Federal, segundo critérios estabelecidos na Lei Federal nº 9.796/99.
Parágrafo único. Os servidores municipais contemplados pelo art. 3º desta lei, receberão do órgão
instituidor (ÌPAMB), todo o provento integral da aposentadoria, independente do órgão de origem (ÌNSS) ter
feito ou não o repasse do recurso de cada servidor, como compensação financeira.

Art. 41. As prestações, concedidas aos segurados ou a seus dependentes, salvo quanto a importâncias
devidas ao próprio ÌPAMB e aos descontos autorizados, por lei ou derivados da obrigação de prestar
alimento reconhecida por via judicial, não poderão ser objeto de penhora, arresto ou seqüestro, sendo nula
de pleno direito qualquer venda ou cessão e a constituição de quaisquer ônus, bem como a outorga de
poderes irrevogáveis ou em causa própria para a respectiva percepção.

Art. 42. O pagamento dos benefícios em dinheiro será efetuado diretamente ao segurado ou ao dependente,
salvo nos casos de ausência ou impossibilidade de locomoção do beneficiado, quando se fará a procurador,
mediante autorização expressa do ÌPAMB que, todavia, poderá nega-la quando considerar essa
representação inconveniente.

Art. 43. Os valores dos benefícios assegurados às pessoas abrangidas, quando não reclamados,
prescreverão, no prazo de 5 (cinco) anos, a contar da data em que forem devidos, e os valores a eles
correspondentes, serão vertidos em favor do Ìnstituto.

CAPÍTULO ÌV
DO CUSTEÌO

Art. 44. A receita previdenciária do ÌPAMB será constituída, de modo a garantir o seu equilíbrio financeiro e
atuarial, na seguinte forma:
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Ì ÷ de uma contribuição mensal obrigatória, dos segurados ativos, definida pelo § 1º do art. 149 da CF/88,
igual a 11% (onze por cento) calculada sobre a remuneração de contribuição, art. 4º, da Lei federal nº
10.887, de 18 de junho de 2004;
ÌÌ ÷ de uma contribuição mensal, obrigatória, dos segurados inativos e dos pensionistas a razão de 11%
(onze por cento), calculada sobre a parcela dos proventos e das pensões concedidas ou que tenham
cumprido todos os requisitos para sua obtenção até 21/12/2003, que superarem o limite máximo
estabelecido para os benefícios do Regime Geral de Previdência Social de que trata o art. 201 da
Constituição Federal;
ÌÌÌ ÷ de uma contribuição mensal dos segurados inativos e dos pensionistas a razão de 11% (onze por
cento), calculada sobre os proventos e as pensões concedidas após a publicação da Emenda Constitucional
nº 41/2003, que superarem o limite máximo estabelecido para os benefícios do Regime Geral de
Previdência Social de que trata o art. 201 da Constituição Federal;
[2] ÌV ÷ de contribuição patronal mensal, calculada com base no total das remunerações pagas, devidas ou
creditadas, aos servidores efetivos do Município de Belém, incluídas suas Autarquias e Fundações e do
Poder Legislativo, a razão de 11% (onze por cento), além das transferências dos recursos financeiros
referentes aos proventos de aposentadoria e salário família, concedidos até dezembro de 2000; (NR)
ÌV - de contribuição sobre a remuneração de contribuição mensal dos servidores efetivos do Município,
incluídas suas autarquias e Fundações e do Poder Legislativo, a razão de 11,00% (onze por cento); tais
alíquotas serão atualizadas através de avaliação atuarial anual, definida pelo art. 2º, da Lei Federal nº
9.717/98, com redação dada pela Lei nº 10.887, de 18 de junho de 2004, além das transferências dos
recursos financeiros referentes aos proventos de aposentadoria e salários família, concedidos até dezembro
de 2000; (NR) (Ìnciso ÌV do artigo 44 com NR dada pela Lei nº 8.624, de 28/12/2007 (DOM nº 11.068, de
30/01/2008).
ÌV ÷ de contribuição mensal do Município, incluídas suas autarquias e fundações e do Poder Legislativo, a
razão de 11% (onze por cento), para o exercício 2006 e a partir de 2007 a alíquota será prevista conforme
avaliação atuarial anual, definida pelo art. 2º da Lei Federal nº 9.717/98, com redação dada pela Lei nº
10.887, de 18 de junho de 2004, além das transferências dos recursos financeiros referentes aos proventos
de aposentadoria e salários família, concedidas até dezembro de 2000; (REDAÇÃO ORÌGÌNAL)
V ÷ de uma contribuição mensal dos segurados que usarem da faculdade prevista no art. 6º,
correspondente a sua própria contribuição, acrescida da contribuição correspondente à do Município;
VÌ ÷ pela renda resultante da aplicação das reservas;
VÌÌ ÷ pelas doações, legados e rendas eventuais;
VÌÌÌ ÷ por aluguéis de imóveis, estabelecidos em lei;
ÌX ÷ dos valores recebidos a título de compensação financeira, em razão do § 9º do art. 201 da Constituição
Federal.
[3] X ÷ de contribuição patronal mensal, calculada com base no total das remunerações pagas, devidas ou
creditadas, aos servidores efetivos do Município de Belém, incluídas suas Autarquias e Fundações e do
Poder Legislativo, a razão de 3% (três por cento), referente ao exercício de 2008, para financiamento do
déficit técnico atuarial, adequada à avaliação atuarial anual, nos termos do artigo 2º, da Lei Federal nº
9.717, de 27 de novembro de 1998, com redação dada pela Lei nº 10.887, de 18 junho de 2004, para fazer
cobertura aos benefícios previdenciários concedidos pelo Regime Próprio de Previdência Social do
Município de Belém ÷ RPPS. (NR)
X - de contribuição patronal mensal, sobre a remuneração dos servidores efetivos do Município de Belém,
incluídas suas autarquias e fundações e do Poder Legislativo, de que trata o inc. ÌV, do art. 44, da Lei nº
8.466, de 30 de novembro de 2005, à razão de 3,00% (três por cento), para o exercício de 2008, para
financiamento do déficit técnico atuarial, adequada à avaliação atuarial anual, nos termos do art. 2º, da Lei
Federal n° 9.717, de 27 de novembro de 1998, com redação dada pela Lei nº 10.887, de 18 de junho de
2004, para fazer cobertura aos benefícios previdenciários concedidos pelo Regime Próprio de Previdência
Social do Município de Belém ÷ RPPS. (AC) (REDAÇÃO ORÌGÌNAL) Ìnciso X do artigo 44 AC pela Lei nº
8.624, de 28/12/2007 (DOM nº 11.068, de 30/01/2008).
Parágrafo único. A contribuição prevista no inciso ÌÌÌ deste artigo incidirá apenas sobre as parcelas de
proventos de aposentadoria e de pensão que superem o dobro do limite máximo estabelecido para os
benefícios do Regime Geral de Previdência Social de que trata o art. 201 da Constituição Federal, quando o
beneficiário for portador de doença incapacitante, conforme disposto no § 21 do art. 40 da Constituição
Federal.

Art. 45. Considera-se remuneração de contribuição, para os efeitos desta lei, a retribuição pecuniária devia
ao segurado a título remuneratório pelo exercício do cargo com valor fixado em lei, acrescido das vantagens
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permanentes do cargo, vantagem individual por produtividade, décimo terceiro vencimento, proventos de
aposentadoria e pensão.
§ 1º. Parcelas remuneratórias pagas em decorrência de função de confiança ou de cargo em comissão,
quando tais parcelas integrarem a remuneração de contribuição do servidor que se aposentar com
fundamento no art. 40 da Constituição Federal, respeitado, em qualquer hipótese, o limite previsto no § 2º
do citado artigo.
§ 2º. Excluí-se de descontos referidos neste artigo, gratificação de férias, horas extras e vantagens
temporárias.
§ 3º. O salário família não está sujeito, em hipótese alguma, a qualquer desconto pelo ÌPAMB.

Art. 46. Em caso de acumulação de cargos permitida em lei, a remuneração de contribuição para os efeitos
desta lei, será a soma das remunerações percebidas.

Seção ÌÌ
Do Recolhimento das Contribuições e Consignações

Art. 47. A arrecadação das contribuições previdenciárias devidas ao ÌPAMB compreendendo o respectivo
desconto e seu recolhimento, deverá ser realizada observando-se as seguintes normas:
Ì ÷ aos setores encarregados de efetuar o pagamento dos servidores ativos e inativos dos órgãos
municipais e do Poder Legislativo, caberá descontar, no ato do pagamento, as importâncias de que trata os
incisos Ì, ÌÌ e ÌÌÌ, do art. 44, desta lei;
ÌÌ ÷ caberá do mesmo modo, aos setores mencionados, recolher ao ÌPAMB ou a estabelecimentos de
crédito indicado, até o 2º (segundo) dia útil do mês subseqüente, a importância arrecadada na forma do item
anterior, juntamente com as contribuições previstas no inciso ÌV, do art. 44, conforme o caso.
Parágrafo único. O Poder Executivo e Legislativo, suas autarquias e fundações encaminharão mensalmente
ao ÌPAMB relação nominal dos segurados, com os respectivos subsídios, remunerações e valores de
contribuição.

Art. 48. O não recolhimento das contribuições a que se referem os incisos Ì, ÌÌ, ÌÌÌ e ÌV do art. 44 desta lei, no
prazo estabelecido no inciso ÌÌ do artigo anterior, ensejará o pagamento de juros moratórios à razão de 1%
(um por cento) ao mês, não cumulativo.

Art. 49. O segurado que se valer da faculdade prevista no art. 6º fica obrigado a recolher mensalmente,
diretamente ao ÌPAMB as contribuições devidas.

Art. 50. As cotas do salário família, salário maternidade, auxílio doença e auxílio reclusão, serão pagas pelo
Município de Belém, mensalmente, junto com a remuneração dos segurados, efetivando-se a compensação
quando do recolhimento das contribuições ao ÌPAMB.

Sub-Seção Ì
Da Fiscalização

Art. 51. O ÌPAMB poderá a qualquer momento, requerer dos poderes do Município e de seus órgãos, as
informações exigidas pela legislação federal, necessárias ao levantamento fiscal e atuarial.
Parágrafo único. A fiscalização será feita por diligência e, exercida por qualquer dos servidores do ÌPAMB,
investido na função de fiscal, através de portaria do Presidente, com acompanhamento de servidor
responsável designado pelo órgão fiscalizado.

Sub-Seção ÌÌ
Do Patrimônio e da sua Aplicação

Art. 52. Constituem o patrimônio do ÌPAMB, seus bens, direito atuais e os que venham a ser instituídos ou
incorporados, sob a forma legal.
Parágrafo único. Os bens do ÌPAMB somente poderão ser alienados ou gravados por proposta do
Presidente do Ìnstituto, aprovada pelo Conselho Deliberativo, observadas as disposições legais específicas,
em especial aquelas contidas na Lei Federal nº 8.666/93.

Art. 53. A gestão do ÌPAMB deverá, dentre outros princípios aplicáveis à administração pública, obedecer:
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Ì ÷ às diretrizes gerais de gestão, investimento e alocação dos recursos aprovados pelo Conselho
Deliberativo;
ÌÌ ÷ aos parâmetros atuariais sugeridos pela Diretoria de Previdência, visando a sua gradual estabilização;
ÌÌÌ ÷ a inspeções anuais de auditoria por entidades independentes legalmente habilitadas;
ÌV ÷ a sistema de registro contábil individualizado de cada servidor e dos entes patrimoniais;
V ÷ ao pleno acesso dos segurados às informações relativas à gestão do regime ora instituído;
VÌ ÷ aos princípios contábeis pertinentes à matéria, conforme determinado por legislação federal, e
contabilização dos ativos por fontes de recursos e gastos.

Art. 54. O ÌPAMB aplicará seu patrimônio, conforme diretrizes estabelecidas pelo Conselho Deliberativo, em
planos que tenham em vista:
Ì ÷ rentabilidade compatível com os imperativos atuariais do plano de custeio;
ÌÌ ÷ garantia dos investimentos;
ÌÌÌ ÷ liquidez compatível com o fluxo dos compromissos previdenciários;
ÌV ÷ manutenção do poder aquisitivo dos capitais aplicados.

CAPÍTULO V
DA GESTÃO ECONÔMÌCA FÌNANCEÌRA
Seção Ì
Das Generalidades

Art. 55. As receitas previdenciárias arrecadadas pelo ÌPAMB são de sua propriedade, e em caso algum
poderão ter aplicação diversa da estabelecida em lei, sendo nulos de pleno direito os atos que violarem este
preceito, sujeitos os seus autores às sanções estabelecidas na legislação pertinente, além de outras que
lhes possam ser aplicadas.

Art. 56. Na realização de avaliação atuarial e na reavaliação em cada balanço por entidades independentes
legalmente habilitadas, devem ser observadas as normas gerais de atuaria e os parâmetros discriminados
no anexo Ì da Portaria MPAS nº 4.992/99 com as alterações contidas na Portaria MPAS nº 3.385 de
14/09/2001, e posteriores alterações.

Seção ÌÌ
Das Disponibilidades e Aplicação das Reservas

Art. 57. As disponibilidades de caixa referente a receita previdenciária do ÌPAMB, ficarão depositadas em
conta separada das demais disponibilidades do Município e aplicadas nas condições de mercado, com
observância das normas estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional.

Art. 58. A aplicação das reservas previdenciárias se fera tendo em vista:
Ì ÷ segurança quanto à recuperação ou conservação do valor real, em poder aquisitivo, do capital investido,
bem como ao recebimento regular dos juros previstos para as aplicações de renda fixa e variável;
ÌÌ ÷ a obtenção do máximo de rendimento compatível com a segurança e grau de liquidez;
Parágrafo único. É vedada a aplicação das disponibilidades de que trata o caput em:
Ì ÷ títulos de dívida pública estadual e municipal, bem como em ações e outros papéis relativos às empresas
controladas pelo respectivo ente da Federação;
ÌÌ ÷ empréstimos, de qualquer natureza, aos segurados e ao poder público, inclusive a suas empresas
controladas.

Art. 59. Para alcançar os objetivos enumerados no artigo anterior, o ÌPAMB realizará as operações em
conformidade com o planejamento financeiro aprovado pelo Conselho Deliberativo.

CAPÍTULO VÌ
DO ORÇAMENTO E DA CONTABÌLÌDADE

Art. 60. O orçamento do ÌPAMB evidenciará as políticas e o programa de trabalho governamental
observados o plano plurianual e a Lei de Diretrizes Orçamentárias e os princípios da universalidade e do
equilíbrio.
§ 1º. O orçamento do ÌPAMB integrará o orçamento do Município em obediência ao princípio da unidade.
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§ 2º. O orçamento do ÌPAMB observará, na sua elaboração e na sua execução os padrões e as normas
estabelecidas na legislação pertinente.

Seção ÌÌ
Da Contabilidade

Art. 61. A contabilidade será organizada de forma a permitir o exercício das suas funções de controle prévio,
concomitante e subseqüente o de informar, inclusive de apropriar e apurar os custos dos serviços e,
conseqüentemente, de concretizar os seus objetivos, bem como interpretar e analisar os resultados obtidos.

Art. 62. A escrituração contábil será feita pelo método das partidas dobradas.
§ 1º. A contabilidade emitirá relatórios mensais de gestão, inclusive dos custos dos serviços.
§ 2º. Entende-se por relatórios de gestão, o balancete mensal de receitas e despesas do ÌPAMB e demais
demonstrações exigidas pela administração e pela legislação pertinente.
§ 3º. As demonstrações e os relatórios produzidos passarão a integrar a contabilidade geral do Município.

Art. 63. O ÌPAMB observará ainda o registro contábil individualizado das contribuições de cada servidor e do
ente estatal, conforme diretrizes gerais.

Art. 64. Além das disposições contidas na Portaria MPAS nº 916/2003, aplicam-se as seguintes normas:
Ì ÷ a escrituração deverá incluir todas as operações que envolvam direta ou indiretamente a
responsabilidade do Regime Próprio de Previdência Social e modifiquem ou possam vir a modificar seu
patrimônio;
ÌÌ ÷ a escrituração deve obedecer às normas e princípios contábeis previstos na Lei Federal nº 4.320, de 17
de março de 1964, e alterações posteriores;
ÌÌÌ ÷ a escrituração será feita de forma autônoma em relação às contas do ente público;
ÌV ÷ o exercício contábil tem a duração de um ano civil;
V ÷ o ente estatal ou a unidade gestora do Regime Próprio de Previdência Social deve elaborar, com base
em sua escrituração contábil e na forma fixada pelo Ministério da Previdência Social, demonstrações
financeiras que expressem com clareza a situação do patrimônio do respectivo regime e as variações
ocorridas no exercício, a saber:
a) balanço patrimonial;
b) demonstração do resultado do exercício;
c) demonstração financeira das origens das aplicações dos recursos;
d) demonstração analítica dos investimentos.
VÌ ÷ para atender aos procedimentos contábeis normalmente adotados em auditoria, o ente ou a unidade
gestora do Regime Próprio de Previdência Social deverá adotar registros contábeis auxiliares para apuração
de depreciações, de reavaliações dos investimentos, da evolução das reservas e da demonstração do
resultado do exercício;
VÌÌ ÷ as demonstrações financeiras devem ser complementadas por notas explicativas e outros quadros
demonstrativos necessários ao minucioso esclarecimento da situação patrimonial e dos resultados do
exercício;
VÌÌÌ ÷ os investimentos em imobilizações para uso ou renda, devem ser corrigidos e depreciados pelos
critérios adotados pelo Banco Central do Brasil.

CAPÍTULO VÌÌ
DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRÌA

Art. 65. O ÌPAMB, publicará no Diário Oficial do Município, até trinta dias após o encerramento de cada mês,
demonstrativo da execução orçamentária mensal e acumulada até o mês anterior ao do demonstrativo,
explicitando, conforme diretrizes gerais, de forma desagregada:
Ì ÷ o valor de contribuição do ente estatal;
ÌÌ ÷ o valor de contribuição dos servidores públicos ativos;
ÌÌÌ ÷ o valor de contribuição dos servidores públicos inativos e respectivos pensionistas;
ÌV ÷ o valor da despesa total com pessoal ativo;
V ÷ o valor da despesa com pessoal inativo e com pensionistas;
Parágrafo único. O ÌPAMB , encaminhará à Secretaria de Previdência Social ÷ MPS, até 30(trinta) dias após
o encerramento de cada bimestre, demonstrativo financeiro e orçamentário da receita e despesas
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previdenciárias desse período e acumuladas do exercício em curso, informando, conforme anexo ÌÌ da
Portaria MPS nº 4.992 com as alterações contidas na Portaria MPAS nº 3.385, de 14/09/2001.

Seção Ì
Da Despesa

Art. 66. Nenhuma despesa será realizada sem a necessária autorização orçamentária.
Parágrafo único. Para os casos de insuficiências e omissões orçamentárias poderão ser utilizados os
créditos adicionais suplementares e especiais, autorizados por lei e abertos por decreto do Executivo.

Art. 67. A despesa do ÌPAMB se constituirá de:
Ì ÷ pagamento de prestações de natureza previdenciária;
ÌÌ ÷ pagamento de prestações de natureza administrativa.

Seção ÌÌ
Das Receitas

Art. 68. A execução orçamentária das receitas se processará através da obtenção do seu produto nas fontes
determinadas nesta lei.

CAPÍTULO VÌÌÌ
DA ORGANÌZAÇÃO FUNCÌONAL
Seção Ì
Da Estrutura Administrativa

[4]Art. 69. A organização administrativa do ÌPAMB compreenderá os seguintes órgãos:
Ì - Órgãos de Direção:
a) Assembléia Geral. (AG)
b) Conselho Deliberativo - CONDEL.
c) Conselho Fiscal - CONFÌS
d) Presidência.
Art. 69. A organização administrativa do ÌPAMB compreenderá os seguintes órgãos:
Ì ÷ Órgãos de Direção:
a) Conselho Deliberativo ÷ CONDEL, com funções de deliberação superior;
b) Conselho Fiscal ÷ CONFÌS, com função de fiscalização orçamentária de verificação de contas e
de julgamento de recursos;
c) Presidência, com função executiva de administração superior.(REDAÇÃO ORÌGÌNAL)
ÌÌ ÷ Órgão de Assessoramento:
a) Gabinete;
b) Núcleo Setorial de Planejamento;
c) Procuradoria Jurídica;
d) Núcleo de Ìnformática;
e) Núcleo de Comunicação Social.
ÌÌÌ ÷ Órgão Executivos:
a) Diretor Geral;
b) Departamento de Administração;
c) Departamento Financeiro e Contábil;
d) Departamento de Previdência.

Sub-Seção Ì
Dos Órgãos de Direção

[5]Art. 69-A. Assembléia geral é a reunião dos segurados, em pleno gozo de seus direitos, juntamente com
os demais órgãos constitutivos do ÌPAMB, e representantes dos órgãos empregadores.
Parágrafo único. A assembléia geral será presidida pelo Presidente do Conselho Deliberativo do ÌPAMB e,
em seus impedimentos e ausências, por outro membro desse Conselho, especialmente designado para
esse fim.

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Art. 69-B. São atribuições da assembléia geral:
Ì - eleger os segurados obrigatórios do Conselho Deliberativo;
ÌÌ - decidir sobre propostas de adoção de normas que impliquem na utilização do patrimônio do ÌPAMB, não
previstas nesta Lei ou seu Regulamento;
ÌÌÌ - apreciar matérias de relevância submetidas pelo Conselho Deliberativo.

Art. 69-C. A assembléia geral reunir-se-á, em caráter ordinário, de dois em dois anos, no primeiro semestre,
com o objetivo exclusivo de eleger os membros não natos do Conselho Deliberativo e seus respectivos
suplentes.

Art. 69-D. A assembléia geral reunir-se-á, em caráter extraordinário, quando se fizer necessário.

Art. 69-E. A assembléia geral será convocada por edital, publicado no Diário Oficial do Município com
antecedência mínima de cinco dias, do qual constará o local, a data, a hora e a finalidade da reunião.

Art. 69-F. Quando convocada em caráter ordinário, a assembléia geral reunir-se-á independentemente de
quórum.

Art. 69-G. Em se tratando de reunião extraordinária, a assembléia geral será instalada com a presença de
metade mais um de seus membros em primeira convocação, e com qualquer número, em segunda e última
convocação, realizada meia hora após a primeira.

[6]Art. 70. Compõem o Conselho Deliberativo do ÌPAMB os seguintes membros, com escolaridade
preferencialmente superior:
3 (três) representantes do Poder executivo;
1 (um) representante do Poder Legislativo; e
3 (três) representantes dos segurados ativos, com 3 (três) suplentes; 1 (um) representante dos inativos e
pensionistas, com 01 (um) suplente.
Art. 70. Compõem o Conselho Deliberativo do ÌPAMB os seguintes membros:
03 (três) representantes do Poder Executivo;
01 (um) representante do Poder Legislativo; e
03 (três) representantes dos segurados ativos, com dois suplentes;
01(um) representante dos inativos e pensionistas, com um suplente. (REDAÇÃO ORÌGÌNAL)
§ 1º. Os membros do Conselho Deliberativo, representantes do Executivo e do Legislativo, serão
designados pelos Chefes dos Poderes respectivos, e os representantes dos segurados efetivos, inativos e
pensionistas, serão escolhidos dentre os seus pares, por eleição.
§ 2º. O presidente do Conselho Deliberativo será indicado pelo Chefe do Poder Executivo.
[7]§ 3°. Os membros do Conselho Deliberativo terão mandato de 2 (dois) anos, permitida uma reeleição.
§ 3º. Os membros do Conselho Deliberativo terão mandatos de 02 (dois) anos, permitida a recondução em
50% (cinqüenta por cento) de cada representação de seus membros. (REDAÇÃO ORÌGÌNAL)

Art. 71. O Conselho Deliberativo se reunirá com seus membros, na primeira chamada com maioria absoluta
e na segunda com a maioria simples dos presentes, ordinariamente 12 (doze) vezes ao ano, sendo uma por
mês, cabendo-lhe especificamente:
Ì ÷ elaborar seu regimento interno;
ÌÌ ÷ decidir sobre qualquer questão administrativa e financeira que lhe seja submetida pelo Presidente ou
pelo Conselho Fiscal;
ÌÌÌ ÷ julgar os recursos interpostos das decisões do Conselho Fiscal e dos atos do Presidente não sujeitos a
revisão daquele;
ÌV ÷ apreciar sugestões e encaminhar medidas tendentes a introduzir modificações na presente lei, bem
como resolver os casos omissos;
V ÷ a sessão do Conselho Deliberativo será dirigida por seu presidente e no impedimento deste pelo
conselheiro mais antigo.
Parágrafo único. As decisões do Conselho Deliberativo serão promulgadas por meio de resoluções.

Art. 72. A função de Secretário do Conselho Deliberativo será exercida por um servidor do ÌPAMB, por
indicação de sua presidência.

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Art. 73. Os membros do Conselho Deliberativo, perceberão por sessão ordinária R$300,00 (trezentos reais),
reajustados anualmente pelo índice de reajuste do servidor municipal, sendo as extraordinárias sem
remuneração.

Art. 74. O Conselho Fiscal se reunirá ordinariamente 12 (doze) vezes no ano, sendo uma por mês, e,
extraordinariamente, sempre que convocada por seu Presidente, cabendo-lhe especificamente:
Ì ÷ elaborar seu regime interno;
ÌÌ ÷ eleger seu presidente;
ÌÌÌ ÷ acompanhar a execução orçamentária do ÌPAMB;
ÌV ÷ propor ao Conselho Deliberativo as medidas que julgar convenientes.
§ 1º. O Conselho Fiscal será composto por 06 (seis) membros, constituído de 03 (três) titulares, sendo dois
com formação em Ciências Contábeis e um Administrador, comprovadamente inscritos em seus órgãos de
classe e 03 (três) suplentes, eleitos dentre os servidores municipais, para mandato de 02 (dois) anos,
permitida uma reeleição.
§ 2º. O Presidente do Conselho Fiscal será escolhido entre seus membros, e exercerá o mandato por um
ano, vedada a reeleição.
§ 3º. Os membros do Conselho Fiscal, perceberão por sessão ordinária R$ 300,00 (trezentos reais),
reajustados anualmente pelo índice de reajuste do servidor municipal, sendo as extraordinárias sem
remuneração.

Art. 75. O cargo de Presidente do ÌPAMB de nível DAS.10, nos termos desta lei, será provido em comissão,
de livre nomeação e exoneração pelo Prefeito Municipal, com o mesmo "status¨ de Secretário Municipal.
§ 1º. A nomeação do Presidente do ÌPAMB deve recair sobre pessoa com notório conhecimento em
Previdência Social do Servidor Público.
§ 2º. O Presidente do ÌPAMB, bem como os membros dos Conselhos Deliberativo e Fiscal, respondem
diretamente por infração ao disposto nesta lei e na Lei Federal nº 9.717, de 27 de novembro de 1998,
sujeitando-se no que couber, da Lei Federal nº 6.435, de 15 de julho de 1977, e alterações subseqüentes,
além do disposto na Lei Federal Complementar nº 101, de 04 de maio de 2000.
§ 3º. As infrações serão apuradas mediante processo administrativo, a representação ou a denúncia positiva
dos fatos irregulares, em que se assegure ao acusado o contraditório e a ampla defesa.

Art. 76. Compete especificamente ao Presidente:
Ì ÷ representar o ÌPAMB em todos os casos e perante quaisquer autoridades, inclusive judicial;
ÌÌ ÷ comparecer ás reuniões do Conselho Deliberativo ou designar servidor para representa-lo, sem direito a
voto;
ÌÌÌ ÷ cumprir e fazer cumprir as decisões do Conselho Deliberativo;
ÌV ÷ propor, para aprovação do Conselho Deliberativo, o quadro de pessoal do ÌPAMB;
V ÷ nomear, admitir, rescindir, contratar, prover, transferir, exonerar, demitir ou dispensar os servidores do
ÌPAMB;
VÌ - apresentar relatório de receitas e despesas (relatório de gestão) mensais ao Conselho Fiscal;
VÌÌ ÷ despachar os processos de habilitação de benefícios;
VÌÌÌ ÷ movimentar as contas bancárias do ÌPAMB conjuntamente com o diretor do Departamento Financeiro
e Contábil ÷ DFC;
ÌX ÷ fazer delegação de competência aos servidores do ÌPAMB;
X ÷ ordenar despesas e praticar todos os demais atos de administração;
XÌ ÷ atribuir gratificações, fixar diárias e arbitrar ajuda de custo;
XÌÌ ÷ expedir atos, portarias e ordens de serviço;
XÌÌÌ ÷ ordenar despesas e procedimentos licitatórios;
XÌV ÷ nomear para cargos comissionados;
XV ÷ designar servidores para o desempenho de funções do Ìnstituto, respeitada a lotação estabelecida no
quadro de pessoal e as leis vigentes;
XVÌ ÷ contratar e distratar serviços de terceiros;
XVÌÌ ÷ cumprir e fazer cumprir a legislação previdenciária e as deliberações do Conselho Deliberativo, bem
como normas e dispositivos legais de administração pública em geral;
XVÌÌÌ ÷ movimentar, conjuntamente, com o Diretor do Departamento Financeiro e Contábil as contas
bancárias do ÌPAMB;
XÌX ÷ firmar convênios e contratos objetivando a realização de serviços com qualquer entidade;
XX ÷ instaurar procedimento disciplinar, indicando servidores estáveis do Ìnstituto para comissões de
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sindicância e de inquérito administrativo, aplicando penalidades, em consonância com a legislação
municipal reguladora da matéria;
XXÌ ÷ aplicar a pena de demissão aos servidores públicos estáveis do Ìnstituto nos casos previstos em
legislação municipal.
§ 1º. O Presidente será assistido, em caráter permanente ou mediante serviços contratados, por assessores
incumbidos de colaborar e orientar na solução dos problemas técnicos, jurídicos e técnicos atuariais.
§ 2º. Para melhor desenvolvimento das funções do ÌPAMB poderão ser feitos desdobramentos dos órgãos
de direção e execução, por decisões do Conselho Deliberativo.
§ 3º. Nos impedimentos do Presidente, responderá pelo exercício do Ìnstituto, seu Diretor Geral e, no de
ambos, responderá outro diretor, na forma prevista em Regimento.
Sub-Seção ÌÌ
Dos Órgãos de Assessoramento

Art. 77. Compõem a estrutura administrativa dos órgãos de assessoramento, os seguintes cargos:
Ì ÷ Gabinete;
ÌÌ ÷ Núcleo Setorial de Planejamento;
ÌÌÌ ÷ Procuradoria Jurídica;
ÌV ÷ Núcleo de Ìnformática;
V ÷ Núcleo de Comunicação Social.
Parágrafo único. Os cargos criados pelo caput deste artigo serão providos em comissão, de livre nomeação
e exoneração pelo Presidente.

Art. 78. São atribuições específicas do Gabinete:
Ì ÷ Assessorar o Presidente na emissão de pareceres técnicos aos processos de benefícios;
ÌÌ ÷ desempenhar as atividades lhes delegada pelo Presidente;
ÌÌÌ ÷ coordenar os trabalhos administrativos junto ao gabinete do Presidente.

Art. 79. Compete ao Núcleo Setorial de Planejamento:
Ì ÷ Orientar e supervisionar a elaboração do planejamento geral e setorial, e demais instrumentos de
planejamento, bem como de estudos, programas e projetos especiais;
ÌÌ ÷ coordenar a elaboração da proposta orçamentária do ÌPAMB, acompanhar, controlar e avaliar a
execução do orçamento aprovado, realizando a compatibilização e os ajustes necessários;
ÌÌÌ ÷ gerir o programa de modernização institucional e opinar sobre alterações organizacionais nos órgãos;
ÌV ÷ propor medidas de contenção econômico financeira, de modo a racionalizar a execução físico
financeira dos programas baseados no plano plurianual e programação financeira do ÌPAMB;
V ÷ aprovar a programação para treinamento sistemático dos recursos humanos;
VÌ ÷ participar junto com os Departamentos Financeiro Contábil e de Previdência da manutenção
permanente de estudos atuariais, reconhecimento atualizado do comportamento econômico, financeiro e
demográfico do ÌPAMB.

Art. 80. Compete a Procuradoria Jurídica:
Ì ÷ Exercer a função de consultoria jurídica ao Ìnstituto na forma da lei;
ÌÌ ÷ fixar orientação jurídico normativa, que será obrigatória para a administração do Ìnstituto;
ÌÌÌ ÷ representar o Ìnstituto perante os Tribunais;
ÌV ÷ opinar em todos os processos de concessão de benefícios;
V - acompanhar os processos administrativos de sindicância.

Art. 81. Compete ao Núcleo de Comunicação Social:
Ì ÷ Planejar e executar as atividades de informatização;
ÌÌ ÷ manter a aplicabilidade dos softwares e programas corporativos do Ìnstituto com relação a CÌNBESA;
ÌÌÌ ÷ manutenção da integridade do sistema de rede;
ÌV ÷ assessorar a Presidência nos assuntos afins.

Art. 82. Compete ao Núcleo de Comunicação Social:
Ì ÷ Planejamento e elaboração de programas de informação e comunicação em todos os seus aspectos;
ÌÌ ÷ promoção de contatos com a imprensa escrita, falada, televisionada e outros veículos de difusão, com a
finalidade de divulgar as atividades desenvolvidas pelo Ìnstituto;
ÌÌÌ ÷ promover a integração do ÌPAMB com seus usuários;
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ÌV ÷ editar boletins, jornais e outros periódicos internos e externos;
V ÷ executar atividades correlatas.

Sub-Seção ÌÌÌ
Dos Órgãos Executivos

Art. 83. Os cargos que compõem a estrutura administrativa dos órgãos executivos, serão providos em
comissão, de livre nomeação e exoneração pelo Presidente, conforme lei de Plano de Cargos e Salários do
ÌPAMB.

Art. 84. A remuneração dos cargos em comissão que compõem a estrutura administrativa do ÌPAMB, será
fixada nos termos da lei de Plano de Cargos e Salários do ÌPAMB.

Art. 85. As atribuições dos cargos previstos na estrutura administrativa do ÌPAMB, estão previstos em lei de
Plano de Cargos e Salários do ÌPAMB.

Art. 86. Aos órgãos executivos caberão além de outras que lhes forem estipuladas em ato do Presidente, as
seguintes atribuições:
Ì ÷ Direção Geral: promover integração entre as diversas áreas que compõe a instituição, auxiliar direta e
permanentemente a presidência, substituir o Presidente durante seu impedimento;
ÌÌ ÷ Departamento de Administração: todos os serviços atinentes a pessoal, material, bens móveis e imóveis,
correspondência e atos administrativos do Ìnstituto;
ÌÌÌ ÷ Departamento Financeiro e Contábil: superintender os trabalhos da contabilidade, recebimento, guarda
de valores e os pagamentos das despesas, bem como coordenar os investimentos;
ÌV ÷ Departamento de Previdência: proceder ao processamento e instrução dos pedidos de benefícios.

Seção ÌÌ
Do Pessoal

Art. 87. A admissão de pessoal a serviço do ÌPAMB se fará mediante concurso público de provas ou de
provas e títulos.

Art. 88. Os cargos de provimento efetivo do ÌPAMB, com o respectivo número de vagas, escolaridade
exigida e vencimentos, serão delineados na Lei de Plano de Cargos e Salários.

Seção ÌÌÌ
Dos Recursos Administrativos

Art. 89. Os segurados do ÌPAMB e respectivos dependentes poderão recorrer, dentro de 30 (trinta) dias
contados da data em que forem notificados, das decisões, degeneratórias de prestações, observado as
normas da Lei nº 7.502/90.
Parágrafo único. O órgão recorrido poderá reformar sua decisão, em face do recurso apresentado, caso em
que deixará de ser encaminhado à instância superior.

CAPÍTULO ÌX
Dos Deveres e Obrigações
Seção Ì
Dos Segurados

Art. 90. São deveres e obrigações dos segurados:
Ì ÷ acatar as decisões dos órgãos de direção do ÌPAMB;
ÌÌ ÷ aceitar e desempenhar com zelo e dedicação os cargos para os quais forem eleitos ou nomeados;
ÌÌÌ ÷ dar conhecimento à direção do ÌPAMB das irregularidades de que tiverem ciência, e sugerir as
providências que julgarem necessárias;
ÌV ÷ comunicar ao ÌPAMB qualquer alteração necessária aos seus assentamentos, sobretudo aquelas que
digam respeito aos dependentes e beneficiários.
Parágrafo único. O segurado que se valer da faculdade prevista no art. 6º, fica obrigado a recolher suas
contribuições e débitos para com o ÌPAMB mensalmente, diretamente na tesouraria do ÌPAMB, ou na rede
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bancária autorizada com guia emitida por esta Autarquia.

Art. 91. O pensionista terá as seguintes obrigações:
Ì ÷ Acatar as decisões dos órgãos de direção do ÌPAMB;
ÌÌ ÷ comunicar por escrito ao ÌPAMB as alterações ocorridas no grupo familiar para efeito de assentamento;
ÌÌÌ ÷ prestar com fidelidade, os esclarecimentos que forem solicitados pelo ÌPAMB;

CAPÍTULO X
DAS DÌPSOÌÇÕES FÌNAÌS E TRANSÌTÓRÌAS

[8]Art. 92. Observado o disposto no art. 4º, da emenda Constitucional nº 20, de 15 de dezembro de 1998, é
assegurado o direito de opção pela aposentadoria voluntária com proventos calculados de acordo com os
arts. 12, § 1º, e 6º, desta Lei, àquele que tenha ingressado regularmente em cargo efetivo na administração
Pública Municipal direta, autárquica e fundacional e do Poder Legislativo, até a data de publicação daquela
emenda, quando o servidor, cumulativamente:
Art. 92. Observado o disposto no art. 4º da Emenda Constitucional nº 20, de 15 de dezembro de 1998, é
assegurado o direito de opção pela aposentadoria voluntária com proventos calculados de acordo com
o ...... e 6º, desta lei, aquele que tenha ingressado regularmente em cargo efetivo na Administração Pública
Municipal direta, autárquica e fundacional e do Poder Legislativo, até a data de publicação daquela Emenda,
quando o servidor, cumulativamente: (REDAÇÃO ORÌGÌNAL)
Ì ÷ Tiver cinqüenta e três anos de idade, se homem, e quarenta e oito anos de idade, se mulher;
ÌÌ ÷ tiver cinco anos de efetivo exercício no cargo em que se der a aposentadoria;
ÌÌÌ ÷ contar tempo de contribuição igual, no mínimo, à soma de:
a) trinta e cinco anos, se homem, e trinta anos, se mulher; e
b) um período adicional de contribuição equivalente a vinte por cento do tem que, na data de
publicação daquela Emenda, faltaria para atingir o limite de tempo constante da alínea "a¨ deste
inciso.
§ 1º. O servidor de que trata este artigo que cumprir as exigências para aposentadoria na forma do caput
terá os seus proventos de inatividade reduzidos para cada ano antecipado em relação aos limites de idade
estabelecidos pelo inciso ÌÌÌ, alínea "a¨ e § 3º do art. 12 desta lei, na seguinte proporção:
Ì ÷ três inteiros e cinco décimos por cento, para aquele que completar as exigências para aposentadoria na
forma do caput até 31 de dezembro de 2005;
ÌÌ ÷ cinco por cento, para aquele que completar as exigências para aposentadoria na forma do caput a partir
de 1º de janeiro de 2006.
§ 2º. O professor, que, até a data de publicação da Emenda Constitucional nº 20, de 15 de dezembro de
1998, tenha ingressado regularmente, em cargo efetivo de magistério e que opte por aposentar-se na forma
do disposto no caput, terá o tempo de serviço exercido até a publicação daquela Emenda, contado com o
acréscimo de dezessete por cento, ser homem e de vinte por cento, se mulher, desde que se aposente,
exclusivamente, com tempo de efetivo exercício nas funções de magistério, observado o disposto no § 1º.
§ 3º. O servidor de que trata este artigo, que tenha completado as exigências para aposentadoria voluntária
estabelecidas no caput, e que por permanecer em atividade, fará jus a um abono de permanência
equivalente ao valor da sua contribuição previdenciária até completar as exigências para aposentadoria
compulsória contidas no inciso ÌÌ do art. 12 desta lei.
§ 4º. Às aposentadorias concedidas de acordo com este artigo aplica-se o disposto no art. 40, § 8º, da
Constituição Federal.

Art. 93. Observado o disposto no art. 37, desta lei, o tempo de serviço considerado pela legislação vigente
para efeito de aposentadoria, cumprido até que a lei federal discipline a matéria, será contado como tempo
de contribuição.

Art. 94. Ressalvado o direito de opção à aposentadoria pelas normas estabelecidas pelo art. 12 ou pelas
regras estabelecidas pelo art. 92 desta lei, o servidor que tenha ingressado no serviço público até a data de
publicação da Emenda Constitucional nº 20/98, poderá aposentar-se com proventos integrais, que
corresponderão à totalidade da remuneração do servidor no cargo efetivo em que se der a aposentadoria,
na forma da lei, quando, observadas as reduções de idade e tempo de contribuição contidas no § 3º do art.
12 desta lei, vier a preencher, cumulativamente, as seguintes condições:
Ì ÷ sessenta anos de idade se homem, e cinqüenta e cinco anos de idade, se mulher;
ÌÌ ÷ trinta e cinco anos de contribuição, se homem, e trinta anos de contribuição, se mulher;
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ÌÌÌ ÷ vinte anos de efetivo exercício no serviço público; e
ÌV ÷ dez anos de carreira e cinco anos de efetivo exercício no cargo em que se der a aposentadoria.
Parágrafo único. Aplica-se aos proventos de aposentadoria dos servidores públicos que se aposentarem na
forma do caput, o disposto no art. 94 desta lei.

Art. 95. É assegurada a concessão, a qualquer tempo, de aposentadoria aos servidores públicos, bem como
pensão aos seus dependentes, que até a data de publicação da Emenda Constitucional nº 41/2003, tenham
cumprido todos os requisitos para obtenção desses benefícios, com base nos critérios da legislação então
vigente.
§ 1º. O servidor de que trata este artigo que opte por permanecer em atividade tendo completado as
exigências para aposentadoria voluntária e que conte com, no mínimo, vinte e cinco anos de contribuição,
se mulher, ou trinta anos de contribuição, se homem, fará jus a um abono de permanência equivalente ao
valor da sua contribuição previdenciária até completar as exigências para aposentadoria compulsória
contidas no inciso ÌÌ do art. 12 desta lei.
§ 2º. Os proventos da aposentadoria a ser concedida aos servidores públicos referidos no caput, em termos
integrais ou proporcionais ao tempo de contribuição, já exercido até a data de publicação da Emenda
Constitucional de que trata este artigo, bem como as pensões de seus dependentes, serão calculados de
acordo com a legislação em vigor à época em que foram atendidos os requisitos nela estabelecidos para a
concessão desses benefícios ou nas condições da legislação vigente.

Art. 96. Observado o disposto no art. 37, XÌ, da Constituição Federal, os proventos de aposentadoria dos
servidores públicos titulares de cargo efetivo e as pensões dos seus dependentes, em fruição na data de
publicação da emenda Constitucional nº 41/2003, bem como os proventos de aposentadoria dos servidores
e as pensões dos dependentes abrangidos pelo artigo anterior, serão revistos na mesma proporção e na
mesma data. Sempre que se modificar a remuneração dos servidores em atividade, sendo também
estendidos aos aposentados e pensionistas quaisquer benefícios ou vantagens posteriormente concedidos
aos servidores em atividade, inclusive quando decorrentes da transformação ou reclassificação do cargo ou
função em que se deu a aposentadoria ou que serviu de referência para a concessão da pensão, na forma
da lei.

Art. 97. Ressalvado o direito de opção à aposentadoria pelas normas estabelecidas pelo art. 12 ou pelas
regras estabelecidas pelos arts. 92 e 94 desta lei, o servidor municipal que tenha ingressado no serviço
público até 16 de dezembro de 1998 poderá aposentar-se com proventos integrais, desde que preencha,
cumulativamente, as seguintes condições:
Ì ÷ Trinta e cinco anos de contribuição, se homem, e trinta anos de contribuição, se mulher;
ÌÌ - vinte e cinco anos de efetivo exercício no serviço público, quinze anos de carreira e cinco anos no cargo
em que se der a aposentadoria;
ÌÌÌ ÷ idade mínima resultante da redução, relativamente aos limites do art. 12, inciso ÌÌÌ, alínea "a¨, desta lei,
de um anos de idade para cada ano de contribuição que exceder a condição prevista no inciso Ì do caput
deste artigo.
Parágrafo único. Aplica-se ao valor dos proventos de aposentadoria concedidas com base neste artigo o
disposto no art. 96 desta lei, observando-se igual critério de revisão às pensões derivadas dos proventos de
servidores falecidos que tenham se aposentado em conformidade com este artigo.

Art. 98. O ÌPAMB procederá, anualmente, atualização cadastral, no mês de aniversário de todos os
contribuintes aposentados e pensionistas.
§ 1º. A atualização cadastral é ato obrigatório e personalíssimo, e sua não realização importará na
suspensão do pagamento dos vencimentos, proventos ou pensão, até a sua realização.
§ 2º. As situações excepcionais que impossibilitem a realização pessoal da atualização cadastral serão
disciplinadas por decisão do Conselho Deliberativo do ÌPAMB.

Art. 99. O Município será responsável pela cobertura de eventuais insuficiências financeiras do ÌPAMB,
decorrentes do pagamento de benefícios previdenciários.

Art. 100. O Presidente do ÌPAMB, reorganizará por meio de portaria a perícia médica singular para emitir
laudo médico pericial nos processos de aposentadoria por invalidez, auxílio doença, salário maternidade e a
readaptação funcional.

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Art. 101. O Plano Básico de Saúde e Assistência do Município de Belém ÷ PABBS, fica regulado pela Lei
Municipal nº 7.984, de 30 de dezembro de 1999, com as respectivas alterações posteriores.

Art. 102. As disposições previstas no parágrafo único do art. 44 desta lei, aplica-se somente aos servidores
inativos e os pensionistas, portadores de doença incapacitante, na forma do § 21, do art. 40, da Constituição
Federal, que adquirirem direitos aos benefícios a partir de 06/07/2005 data de publicação da Emenda
Constitucional nº 47, de 05 de julho de 2005.

Art. 103. O Regimento Ìnterno, aprovado pelo Conselho Deliberativo, disporá sobre as atividades dos
órgãos que compõe a estrutura administrativa do ÌPAMB, bem como, as atribuições dos seus respectivos
dirigentes.

Art. 104. As consignações devidas ao ÌPAMB, averbadas pela municipalidade de Belém, ficam garantidas
pelo erário municipal, em caso de falecimento, demissão ou abandono de cargos dos seus servidores.

Art. 105. A falsidade de documento para criar direito a favor de alguém à prestação ou de quota, da mesma,
determinará a nulidade desta ou daquela e seu automático cancelamento, sem prejuízo de ação criminal
que couber.

Art. 106. A gratificação natalina ou décimo terceiro salário dos aposentados e pensionistas terá por base o
valor dos proventos do mês de dezembro de cada ano e corresponderá 1/12 (um doze avos) para cada mês
de benefício concedido.
Parágrafo único. O período superior a quinze dias corresponderá a 1/12 (um doze avos) para efeito de
cálculo.

Art. 107. O recebimento indevido de benefícios havidos por fraude, dolo ou má-fé, implicará na devolução
ao ÌPAMB do total auferido, devidamente corrigido, sem prejuízo da ação penal cabível.

Art. 108. Esta lei entra em vigor na data de sua publicação, exceto as alíquotas de contribuição
previdenciária, que só serão cobradas noventa dias da data de sua publicação no Diário Oficial do
Município, de acordo com o disposto no artigo 195, § 6º, da Constituição Federal, revogando-se as
disposições em contrário, em especial os dispositivos das leis municipais nº 7.984, de 30 de dezembro de
1999 e 8.234, de 31 de janeiro de 2003, que disciplinam o plano de benefícios previdenciário.
PALÁCÌO ANTÔNÌO LEMOS, em 30 de novembro de 2005.
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C,!).I./I6E, (A -+P2B"ICA 0+(+-A.I;A (, B-A)I" (+
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Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um
Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a
segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma
sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem
interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a
seguinte CONSTÌTUÌÇÃO DA REPÚBLÌCA FEDERATÌVA DO BRASÌL.
TÍTULO Ì
Dos Princípios Fundamentais
Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do
Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:
Ì - a soberania;
ÌÌ - a cidadania;
ÌÌÌ - a dignidade da pessoa humana;
ÌV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;
V - o pluralismo político.
Parágrafo único. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou
diretamente, nos termos desta Constituição.
Art. 2º São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o
Judiciário.
Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:
Ì - construir uma sociedade livre, justa e solidária;
ÌÌ - garantir o desenvolvimento nacional;
ÌÌÌ - erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;
ÌV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras
formas de discriminação.
Art. 4º A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios:
Ì - independência nacional;
ÌÌ - prevalência dos direitos humanos;
ÌÌÌ - autodeterminação dos povos;
ÌV - não-intervenção;
V - igualdade entre os Estados;
VÌ - defesa da paz;
VÌÌ - solução pacífica dos conflitos;
VÌÌÌ - repúdio ao terrorismo e ao racismo;
ÌX - cooperação entre os povos para o progresso da humanidade;
X - concessão de asilo político.
Parágrafo único. A República Federativa do Brasil buscará a integração econômica, política, social e cultural
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dos povos da América Latina, visando à formação de uma comunidade latino-americana de nações.
TÍTULO ÌÌ
Dos Direitos e Garantias Fundamentais
CAPÍTULO Ì
DOS DÌREÌTOS E DEVERES ÌNDÌVÌDUAÌS E COLETÌVOS
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e
aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança
e à propriedade, nos termos seguintes:
Ì - homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição;
ÌÌ - ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei;
ÌÌÌ - ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante;
ÌV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
V - é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material,
moral ou à imagem;
VÌ - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos
religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;
VÌÌ - é assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de
internação coletiva;
VÌÌÌ - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política,
salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação
alternativa, fixada em lei;
ÌX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente
de censura ou licença;
X - são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a
indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;
XÌ - a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador,
salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação
judicial;
XÌÌ - é inviolável o sigilo da correspondência e das comunicações telegráficas, de dados e das
comunicações telefônicas, salvo, no último caso, por ordem judicial, nas hipóteses e na forma que a lei
estabelecer para fins de investigação criminal ou instrução processual penal; (Vide Lei nº 9.296, de 1996)
XÌÌÌ - é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais
que a lei estabelecer;
XÌV - é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao
exercício profissional;
XV - é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da
lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens;
XVÌ - todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente
de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo
apenas exigido prévio aviso à autoridade competente;
XVÌÌ - é plena a liberdade de associação para fins lícitos, vedada a de caráter paramilitar;
XVÌÌÌ - a criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo
vedada a interferência estatal em seu funcionamento;
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XÌX - as associações só poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por
decisão judicial, exigindo-se, no primeiro caso, o trânsito em julgado;
XX - ninguém poderá ser compelido a associar-se ou a permanecer associado;
XXÌ - as entidades associativas, quando expressamente autorizadas, têm legitimidade para representar
seus filiados judicial ou extrajudicialmente;
XXÌÌ - é garantido o direito de propriedade;
XXÌÌÌ - a propriedade atenderá a sua função social;
XXÌV - a lei estabelecerá o procedimento para desapropriação por necessidade ou utilidade pública, ou por
interesse social, mediante justa e prévia indenização em dinheiro, ressalvados os casos previstos nesta
Constituição;
XXV - no caso de iminente perigo público, a autoridade competente poderá usar de propriedade particular,
assegurada ao proprietário indenização ulterior, se houver dano;
XXVÌ - a pequena propriedade rural, assim definida em lei, desde que trabalhada pela família, não será
objeto de penhora para pagamento de débitos decorrentes de sua atividade produtiva, dispondo a lei sobre
os meios de financiar o seu desenvolvimento;
XXVÌÌ - aos autores pertence o direito exclusivo de utilização, publicação ou reprodução de suas obras,
transmissível aos herdeiros pelo tempo que a lei fixar;
XXVÌÌÌ - são assegurados, nos termos da lei:
a) a proteção às participações individuais em obras coletivas e à reprodução da imagem e voz humanas,
inclusive nas atividades desportivas;
b) o direito de fiscalização do aproveitamento econômico das obras que criarem ou de que participarem aos
criadores, aos intérpretes e às respectivas representações sindicais e associativas;
XXÌX - a lei assegurará aos autores de inventos industriais privilégio temporário para sua utilização, bem
como proteção às criações industriais, à propriedade das marcas, aos nomes de empresas e a outros
signos distintivos, tendo em vista o interesse social e o desenvolvimento tecnológico e econômico do País;
XXX - é garantido o direito de herança;
XXXÌ - a sucessão de bens de estrangeiros situados no País será regulada pela lei brasileira em benefício
do cônjuge ou dos filhos brasileiros, sempre que não lhes seja mais favorável a lei pessoal do "de cujus";
XXXÌÌ - o Estado promoverá, na forma da lei, a defesa do consumidor;
XXXÌÌÌ - todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de
interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas
aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado; (Regulamento)
XXXÌV - são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas:
a) o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder;
b) a obtenção de certidões em repartições públicas, para defesa de direitos e esclarecimento de situações
de interesse pessoal;
XXXV - a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito;
XXXVÌ - a lei não prejudicará o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada;
XXXVÌÌ - não haverá juízo ou tribunal de exceção;
XXXVÌÌÌ - é reconhecida a instituição do júri, com a organização que lhe der a lei, assegurados:
a) a plenitude de defesa;
b) o sigilo das votações;
c) a soberania dos veredictos;
d) a competência para o julgamento dos crimes dolosos contra a vida;
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XXXÌX - não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação legal;
XL - a lei penal não retroagirá, salvo para beneficiar o réu;
XLÌ - a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais;
XLÌÌ - a prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos
termos da lei;
XLÌÌÌ - a lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tortura , o tráfico
ilícito de entorpecentes e drogas afins, o terrorismo e os definidos como crimes hediondos, por eles
respondendo os mandantes, os executores e os que, podendo evitá-los, se omitirem;
XLÌV - constitui crime inafiançável e imprescritível a ação de grupos armados, civis ou militares, contra a
ordem constitucional e o Estado Democrático;
XLV - nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano e a
decretação do perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra eles
executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido;
XLVÌ - a lei regulará a individualização da pena e adotará, entre outras, as seguintes:
a) privação ou restrição da liberdade;
b) perda de bens;
c) multa;
d) prestação social alternativa;
e) suspensão ou interdição de direitos;
XLVÌÌ - não haverá penas:
a) de morte, salvo em caso de guerra declarada, nos termos do art. 84, XÌX;
b) de caráter perpétuo;
c) de trabalhos forçados;
d) de banimento;
e) cruéis;
XLVÌÌÌ - a pena será cumprida em estabelecimentos distintos, de acordo com a natureza do delito, a idade e
o sexo do apenado;
XLÌX - é assegurado aos presos o respeito à integridade física e moral;
L - às presidiárias serão asseguradas condições para que possam permanecer com seus filhos durante o
período de amamentação;
LÌ - nenhum brasileiro será extraditado, salvo o naturalizado, em caso de crime comum, praticado antes da
naturalização, ou de comprovado envolvimento em tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, na forma
da lei;
LÌÌ - não será concedida extradição de estrangeiro por crime político ou de opinião;
LÌÌÌ - ninguém será processado nem sentenciado senão pela autoridade competente;
LÌV - ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal;
LV - aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o
contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes;
LVÌ - são inadmissíveis, no processo, as provas obtidas por meios ilícitos;
LVÌÌ - ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória;
LVÌÌÌ - o civilmente identificado não será submetido a identificação criminal, salvo nas hipóteses previstas
em lei;
LÌX - será admitida ação privada nos crimes de ação pública, se esta não for intentada no prazo legal;
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LX - a lei só poderá restringir a publicidade dos atos processuais quando a defesa da intimidade ou o
interesse social o exigirem;
LXÌ - ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade
judiciária competente, salvo nos casos de transgressão militar ou crime propriamente militar, definidos em
lei;
LXÌÌ - a prisão de qualquer pessoa e o local onde se encontre serão comunicados imediatamente ao juiz
competente e à família do preso ou à pessoa por ele indicada;
LXÌÌÌ - o preso será informado de seus direitos, entre os quais o de permanecer calado, sendo-lhe
assegurada a assistência da família e de advogado;
LXÌV - o preso tem direito à identificação dos responsáveis por sua prisão ou por seu interrogatório policial;
LXV - a prisão ilegal será imediatamente relaxada pela autoridade judiciária;
LXVÌ - ninguém será levado à prisão ou nela mantido, quando a lei admitir a liberdade provisória, com ou
sem fiança;
LXVÌÌ - não haverá prisão civil por dívida, salvo a do responsável pelo inadimplemento voluntário e
inescusável de obrigação alimentícia e a do depositário infiel;
LXVÌÌÌ - conceder-se-á "habeas-corpus" sempre que alguém sofrer ou se achar ameaçado de sofrer
violência ou coação em sua liberdade de locomoção, por ilegalidade ou abuso de poder;
LXÌX - conceder-se-á mandado de segurança para proteger direito líquido e certo, não amparado por
"habeas-corpus" ou "habeas-data", quando o responsável pela ilegalidade ou abuso de poder for autoridade
pública ou agente de pessoa jurídica no exercício de atribuições do Poder Público;
LXX - o mandado de segurança coletivo pode ser impetrado por:
a) partido político com representação no Congresso Nacional;
b) organização sindical, entidade de classe ou associação legalmente constituída e em funcionamento há
pelo menos um ano, em defesa dos interesses de seus membros ou associados;
LXXÌ - conceder-se-á mandado de injunção sempre que a falta de norma regulamentadora torne inviável o
exercício dos direitos e liberdades constitucionais e das prerrogativas inerentes à nacionalidade, à
soberania e à cidadania;
LXXÌÌ - conceder-se-á "habeas-data":
a) para assegurar o conhecimento de informações relativas à pessoa do impetrante, constantes de registros
ou bancos de dados de entidades governamentais ou de caráter público;
b) para a retificação de dados, quando não se prefira fazê-lo por processo sigiloso, judicial ou administrativo;
LXXÌÌÌ - qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo ao
patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe, à moralidade administrativa, ao meio ambiente
e ao patrimônio histórico e cultural, ficando o autor, salvo comprovada má-fé, isento de custas judiciais e do
ônus da sucumbência;
LXXÌV - o Estado prestará assistência jurídica integral e gratuita aos que comprovarem insuficiência de
recursos;
LXXV - o Estado indenizará o condenado por erro judiciário, assim como o que ficar preso além do tempo
fixado na sentença;
LXXVÌ - são gratuitos para os reconhecidamente pobres, na forma da lei:
a) o registro civil de nascimento;
b) a certidão de óbito;
LXXVÌÌ - são gratuitas as ações de "habeas-corpus" e "habeas-data", e, na forma da lei, os atos necessários
ao exercício da cidadania.
LXXVÌÌÌ a todos, no âmbito judicial e administrativo, são assegurados a razoável duração do processo e os
meios que garantam a celeridade de sua tramitação. (Ìncluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)
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§ 1º - As normas definidoras dos direitos e garantias fundamentais têm aplicação imediata.
§ 2º - Os direitos e garantias expressos nesta Constituição não excluem outros decorrentes do regime e dos
princípios por ela adotados, ou dos tratados internacionais em que a República Federativa do Brasil seja
parte.
§ 3º Os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem aprovados, em cada Casa
do Congresso Nacional, em dois turnos, por três quintos dos votos dos respectivos membros, serão
equivalentes às emendas constitucionais. (Ìncluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004) (Atos
aprovados na forma deste parágrafo)
§ 4º O Brasil se submete à jurisdição de Tribunal Penal Ìnternacional a cuja criação tenha manifestado
adesão. (Ìncluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)
CAPÍTULO ÌÌ
DOS DÌREÌTOS SOCÌAÌS
Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança,
a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma
desta Constituição. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 64, de 2010)
Art. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua
condição social:
Ì - relação de emprego protegida contra despedida arbitrária ou sem justa causa, nos termos de lei
complementar, que preverá indenização compensatória, dentre outros direitos;
ÌÌ - seguro-desemprego, em caso de desemprego involuntário;
ÌÌÌ - fundo de garantia do tempo de serviço;
ÌV - salário mínimo , fixado em lei, nacionalmente unificado, capaz de atender a suas necessidades vitais
básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene,
transporte e previdência social, com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo, sendo
vedada sua vinculação para qualquer fim;
V - piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho;
VÌ - irredutibilidade do salário, salvo o disposto em convenção ou acordo coletivo;
VÌÌ - garantia de salário, nunca inferior ao mínimo, para os que percebem remuneração variável;
VÌÌÌ - décimo terceiro salário com base na remuneração integral ou no valor da aposentadoria;
ÌX - remuneração do trabalho noturno superior à do diurno;
X - proteção do salário na forma da lei, constituindo crime sua retenção dolosa;
XÌ - participação nos lucros, ou resultados, desvinculada da remuneração, e, excepcionalmente,
participação na gestão da empresa, conforme definido em lei;
XÌÌ - salário-família pago em razão do dependente do trabalhador de baixa renda nos termos da lei;
(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998)
XÌÌÌ - duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais, facultada a
compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho;
(vide Decreto-Lei nº 5.452, de 1943)
XÌV - jornada de seis horas para o trabalho realizado em turnos ininterruptos de revezamento, salvo
negociação coletiva;
XV - repouso semanal remunerado, preferencialmente aos domingos;
XVÌ - remuneração do serviço extraordinário superior, no mínimo, em cinqüenta por cento à do normal; (Vide
Del 5.452, art. 59 § 1º)
XVÌÌ - gozo de férias anuais remuneradas com, pelo menos, um terço a mais do que o salário normal;
XVÌÌÌ - licença à gestante, sem prejuízo do emprego e do salário, com a duração de cento e vinte dias;
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XÌX - licença-paternidade, nos termos fixados em lei;
XX - proteção do mercado de trabalho da mulher, mediante incentivos específicos, nos termos da lei;
XXÌ - aviso prévio proporcional ao tempo de serviço, sendo no mínimo de trinta dias, nos termos da lei;
XXÌÌ - redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e segurança;
XXÌÌÌ - adicional de remuneração para as atividades penosas, insalubres ou perigosas, na forma da lei;
XXÌV - aposentadoria;
XXV - assistência gratuita aos filhos e dependentes desde o nascimento até 5 (cinco) anos de idade em
creches e pré-escolas; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 53, de 2006)
XXVÌ - reconhecimento das convenções e acordos coletivos de trabalho;
XXVÌÌ - proteção em face da automação, na forma da lei;
XXVÌÌÌ - seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este
está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa;
XXÌX - ação, quanto aos créditos resultantes das relações de trabalho, com prazo prescricional de cinco
anos para os trabalhadores urbanos e rurais, até o limite de dois anos após a extinção do contrato de
trabalho;(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 28, de 25/05/2000)
XXX - proibição de diferença de salários, de exercício de funções e de critério de admissão por motivo de
sexo, idade, cor ou estado civil;
XXXÌ - proibição de qualquer discriminação no tocante a salário e critérios de admissão do trabalhador
portador de deficiência;
XXXÌÌ - proibição de distinção entre trabalho manual, técnico e intelectual ou entre os profissionais
respectivos;
XXXÌÌÌ - proibição de trabalho noturno, perigoso ou insalubre a menores de dezoito e de qualquer trabalho a
menores de dezesseis anos, salvo na condição de aprendiz, a partir de quatorze anos; (Redação dada pela
Emenda Constitucional nº 20, de 1998)
XXXÌV - igualdade de direitos entre o trabalhador com vínculo empregatício permanente e o trabalhador
avulso.
Parágrafo único. São assegurados à categoria dos trabalhadores domésticos os direitos previstos nos
incisos ÌV, VÌ, VÌÌÌ, XV, XVÌÌ, XVÌÌÌ, XÌX, XXÌ e XXÌV, bem como a sua integração à previdência social.
Art. 8º É livre a associação profissional ou sindical, observado o seguinte:
Ì - a lei não poderá exigir autorização do Estado para a fundação de sindicato, ressalvado o registro no
órgão competente, vedadas ao Poder Público a interferência e a intervenção na organização sindical;
ÌÌ - é vedada a criação de mais de uma organização sindical, em qualquer grau, representativa de categoria
profissional ou econômica, na mesma base territorial, que será definida pelos trabalhadores ou
empregadores interessados, não podendo ser inferior à área de um Município;
ÌÌÌ - ao sindicato cabe a defesa dos direitos e interesses coletivos ou individuais da categoria, inclusive em
questões judiciais ou administrativas;
ÌV - a assembléia geral fixará a contribuição que, em se tratando de categoria profissional, será descontada
em folha, para custeio do sistema confederativo da representação sindical respectiva, independentemente
da contribuição prevista em lei;
V - ninguém será obrigado a filiar-se ou a manter-se filiado a sindicato;
VÌ - é obrigatória a participação dos sindicatos nas negociações coletivas de trabalho;
VÌÌ - o aposentado filiado tem direito a votar e ser votado nas organizações sindicais;
VÌÌÌ - é vedada a dispensa do empregado sindicalizado a partir do registro da candidatura a cargo de direção
ou representação sindical e, se eleito, ainda que suplente, até um ano após o final do mandato, salvo se
cometer falta grave nos termos da lei.
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Parágrafo único. As disposições deste artigo aplicam-se à organização de sindicatos rurais e de colônias de
pescadores, atendidas as condições que a lei estabelecer.
Art. 9º É assegurado o direito de greve, competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de
exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender.
§ 1º - A lei definirá os serviços ou atividades essenciais e disporá sobre o atendimento das necessidades
inadiáveis da comunidade.
§ 2º - Os abusos cometidos sujeitam os responsáveis às penas da lei.
Art. 10. É assegurada a participação dos trabalhadores e empregadores nos colegiados dos órgãos públicos
em que seus interesses profissionais ou previdenciários sejam objeto de discussão e deliberação.
Art. 11. Nas empresas de mais de duzentos empregados, é assegurada a eleição de um representante
destes com a finalidade exclusiva de promover-lhes o entendimento direto com os empregadores.
CAPÍTULO ÌÌÌ
DA NACÌONALÌDADE
Art. 12. São brasileiros:
Ì - natos:
a) os nascidos na República Federativa do Brasil, ainda que de pais estrangeiros, desde que estes não
estejam a serviço de seu país;
b) os nascidos no estrangeiro, de pai brasileiro ou mãe brasileira, desde que qualquer deles esteja a serviço
da República Federativa do Brasil;
c) os nascidos no estrangeiro de pai brasileiro ou de mãe brasileira, desde que sejam registrados em
repartição brasileira competente ou venham a residir na República Federativa do Brasil e optem, em
qualquer tempo, depois de atingida a maioridade, pela nacionalidade brasileira; (Redação dada pela
Emenda Constitucional nº 54, de 2007)
ÌÌ - naturalizados:>
a) os que, na forma da lei, adquiram a nacionalidade brasileira, exigidas aos originários de países de língua
portuguesa apenas residência por um ano ininterrupto e idoneidade moral;
b) os estrangeiros de qualquer nacionalidade, residentes na República Federativa do Brasil há mais de
quinze anos ininterruptos e sem condenação penal, desde que requeiram a nacionalidade brasileira.
(Redação dada pela Emenda Constitucional de Revisão nº 3, de 1994)
§ 1º Aos portugueses com residência permanente no País, se houver reciprocidade em favor de
brasileiros, serão atribuídos os direitos inerentes ao brasileiro, salvo os casos previstos nesta Constituição.
(Redação dada pela Emenda Constitucional de Revisão nº 3, de 1994)
§ 2º - A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados, salvo nos casos
previstos nesta Constituição.
§ 3º - São privativos de brasileiro nato os cargos:
Ì - de Presidente e Vice-Presidente da República;
ÌÌ - de Presidente da Câmara dos Deputados;
ÌÌÌ - de Presidente do Senado Federal;
ÌV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal;
V - da carreira diplomática;
VÌ - de oficial das Forças Armadas.
VÌÌ - de Ministro de Estado da Defesa(Ìncluído pela Emenda Constitucional nº 23, de 1999)
§ 4º - Será declarada a perda da nacionalidade do brasileiro que:
Ì - tiver cancelada sua naturalização, por sentença judicial, em virtude de atividade nociva ao interesse
nacional;
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ÌÌ - adquirir outra nacionalidade, salvo no casos: (Redação dada pela Emenda Constitucional de Revisão nº
3, de 1994)
a) de reconhecimento de nacionalidade originária pela lei estrangeira; (Ìncluído pela Emenda Constitucional
de Revisão nº 3, de 1994)
b) de imposição de naturalização, pela norma estrangeira, ao brasileiro residente em estado estrangeiro,
como condição para permanência em seu território ou para o exercício de direitos civis; (Ìncluído pela
Emenda Constitucional de Revisão nº 3, de 1994)
Art. 13. A língua portuguesa é o idioma oficial da República Federativa do Brasil.
§ 1º - São símbolos da República Federativa do Brasil a bandeira, o hino, as armas e o selo nacionais.
§ 2º - Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão ter símbolos próprios.
CAPÍTULO ÌV
DOS DÌREÌTOS POLÍTÌCOS
Art. 14. A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor
igual para todos, e, nos termos da lei, mediante:
Ì - plebiscito;
ÌÌ - referendo;
ÌÌÌ - iniciativa popular.
§ 1º - O alistamento eleitoral e o voto são:
Ì - obrigatórios para os maiores de dezoito anos;
ÌÌ - facultativos para:
a) os analfabetos;
b) os maiores de setenta anos;
c) os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos.
§ 2º - Não podem alistar-se como eleitores os estrangeiros e, durante o período do serviço militar
obrigatório, os conscritos.
§ 3º - São condições de elegibilidade, na forma da lei:
Ì - a nacionalidade brasileira;
ÌÌ - o pleno exercício dos direitos políticos;
ÌÌÌ - o alistamento eleitoral;
ÌV - o domicílio eleitoral na circunscrição;
V - a filiação partidária;
VÌ - a idade mínima de:
a) trinta e cinco anos para Presidente e Vice-Presidente da República e Senador;
b) trinta anos para Governador e Vice-Governador de Estado e do Distrito Federal;
c) vinte e um anos para Deputado Federal, Deputado Estadual ou Distrital, Prefeito, Vice-Prefeito e juiz de
paz;
d) dezoito anos para Vereador.
§ 4º - São inelegíveis os inalistáveis e os analfabetos.
§ 5º O Presidente da República, os Governadores de Estado e do Distrito Federal, os Prefeitos e quem os
houver sucedido, ou substituído no curso dos mandatos poderão ser reeleitos para um único período
subseqüente.(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 16, de 1997)
§ 6º - Para concorrerem a outros cargos, o Presidente da República, os Governadores de Estado e do
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Distrito Federal e os Prefeitos devem renunciar aos respectivos mandatos até seis meses antes do pleito.
§ 7º - São inelegíveis, no território de jurisdição do titular, o cônjuge e os parentes consangüíneos ou afins,
até o segundo grau ou por adoção, do Presidente da República, de Governador de Estado ou Território, do
Distrito Federal, de Prefeito ou de quem os haja substituído dentro dos seis meses anteriores ao pleito,
salvo se já titular de mandato eletivo e candidato à reeleição.
§ 8º - O militar alistável é elegível, atendidas as seguintes condições:
Ì - se contar menos de dez anos de serviço, deverá afastar-se da atividade;
ÌÌ - se contar mais de dez anos de serviço, será agregado pela autoridade superior e, se eleito, passará
automaticamente, no ato da diplomação, para a inatividade.
§ 9º Lei complementar estabelecerá outros casos de inelegibilidade e os prazos de sua cessação, a fim de
proteger a probidade administrativa, a moralidade para exercício de mandato considerada vida pregressa do
candidato, e a normalidade e legitimidade das eleições contra a influência do poder econômico ou o abuso
do exercício de função, cargo ou emprego na administração direta ou indireta. (Redação dada pela Emenda
Constitucional de Revisão nº 4, de 1994)
§ 10 - O mandato eletivo poderá ser impugnado ante a Justiça Eleitoral no prazo de quinze dias contados da
diplomação, instruída a ação com provas de abuso do poder econômico, corrupção ou fraude.
§ 11 - A ação de impugnação de mandato tramitará em segredo de justiça, respondendo o autor, na forma
da lei, se temerária ou de manifesta má-fé.
Art. 15. É vedada a cassação de direitos políticos, cuja perda ou suspensão só se dará nos casos de:
Ì - cancelamento da naturalização por sentença transitada em julgado;
ÌÌ - incapacidade civil absoluta;
ÌÌÌ - condenação criminal transitada em julgado, enquanto durarem seus efeitos;
ÌV - recusa de cumprir obrigação a todos imposta ou prestação alternativa, nos termos do art. 5º, VÌÌÌ;
V - improbidade administrativa, nos termos do art. 37, § 4º.
Art. 16. A lei que alterar o processo eleitoral entrará em vigor na data de sua publicação, não se aplicando à
eleição que ocorra até um ano da data de sua vigência. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 4, de
1993)
CAPÍTULO V
DOS PARTÌDOS POLÍTÌCOS
Art. 17. É livre a criação, fusão, incorporação e extinção de partidos políticos, resguardados a soberania
nacional, o regime democrático, o pluripartidarismo, os direitos fundamentais da pessoa humana e
observados os seguintes preceitos:
Ì - caráter nacional;
ÌÌ - proibição de recebimento de recursos financeiros de entidade ou governo estrangeiros ou de
subordinação a estes;
ÌÌÌ - prestação de contas à Justiça Eleitoral;
ÌV - funcionamento parlamentar de acordo com a lei.
§ 1º É assegurada aos partidos políticos autonomia para definir sua estrutura interna, organização e
funcionamento e para adotar os critérios de escolha e o regime de suas coligações eleitorais, sem
obrigatoriedade de vinculação entre as candidaturas em âmbito nacional, estadual, distrital ou municipal,
devendo seus estatutos estabelecer normas de disciplina e fidelidade partidária. (Redação dada pela
Emenda Constitucional nº 52, de 2006)
§ 2º - Os partidos políticos, após adquirirem personalidade jurídica, na forma da lei civil, registrarão seus
estatutos no Tribunal Superior Eleitoral.
§ 3º - Os partidos políticos têm direito a recursos do fundo partidário e acesso gratuito ao rádio e à televisão,
na forma da lei.
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§ 4º - É vedada a utilização pelos partidos políticos de organização paramilitar.
(I-+I., A(MI!I).-A.I;, V é o ramo do direito que regula a função administrativa do
Estado, independentemente de ser ela exercida ou não pelo Poder Executivo.

0/!6*+) (, +).A(,
- função = é quando alguém exerce uma atividade representando interesses de terceiros.
- A divisão dos poderes não gera absoluta divisão das funções, mas sim, distribuição
de três funções estatais precípuas.
- Pode ser:
a) típica: função para o qual o poder foi criado e
b) atípica: função estranha àquela para o qual o poder foi criado.

Ì) 0un>?o leCislativa: elaboração das leis (função normativa)
- características: produz normas gerais, não concretas e produz inovações
primárias no mundo jurídico.

ÌÌ) 0un>?o FudiciJria: aplicação coativa da lei.
÷ características: estabelece regras concretas (julga em concreto, não produz
inovações primárias, função indireta (deve ser provocado) e
propicia situação de intangibilidade jurídica (coisa julgada).

ÌÌÌ) 0un>?o Administrativa: conversão da lei em ato individual e concreto.
÷ características: estabelece regras concretas, não produz inovações primárias,
é direta (não precisa ser solicitada e é revisível pelo Poder
Judiciário.

0un>?o Administrativa é toda atividade desenvolvida pela Administração
representando os interesses da coletividade, esta função decorre do fato do Brasil ser um
república (= coisa pública ÷ toda atividade desenvolvida tem que privilegiar a coisa
pública).

- Em razão deste interesse público a Administração terá posição privilegiada em face de
terceiros que com ela se relacionam, ela tem prerrogativas e obrigações que não são
extensíveis aos particulares (está em posição de superioridade ÷ ex.: atos da
administração são dotados de presunção validade, de auto-executoriedade (não precisa
recorrer ao Jud.) , cláusulas exorbitantes, desapropriação etc)


P-I!C3PI,)
 são regras que surgem como parâmetro para a interpretação das demais normas
jurídicas. ÷ o art. 37 da CF traz os cinco ("IMP+) princípios mínimos que a
Administração (direta, indireta) devem obedecer, além destes há inúmeros outros.
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- Princípios Aerais da Administra>?o: (- ambos se entrelaçam)
aX )upremacia do interesse público ÷ é o princípio que determina privilégios jurídicos e
um patamar de superioridade do interesse público sobre o particular;

bX Indisponibilidade do interesse público V limita a supremacia, o interesse público não
pode ser livremente disposto pelo administrador que, necessariamente, deve atuar nos
limites da lei.

Princípios constitucionais do (ireito Administrativo:
÷ Vejamos alguns:

aX leCalidade: é a base do Estado Democrático de Direito e garante que todos os
conflitos serão resolvidos pela lei (art. 5º ÌÌ, art. 37, caput e sistema tributário).

÷ Devemos distinguir a legalidade:
Ì) para o direito privado ÷ neste caso as relações são travadas por particulares
visando seus próprios interesses ÷ eles poderão fazer tudo aquilo que a não proibir,
prestigia a autonomia da vontade (relação de não contradição com a lei).;

ÌÌ) para o direito público ÷ tendo em vista o interesse da coletividade que representa, a
Administração só pode fazer aquilo que a lei autoriza (relação de subordinação
com a lei)

obs5:
1X discricionariedade = é a liberdade que o ordenamento jurídico confere ao
Administrador para atuar em certas situações de acordo com o juízo de conveniência e
oportunidade, mas sempre dentro dos limites da lei (não cabe intervenção judicial quanto
ao mérito).
2X Arbitrariedade = é a atuação fora dos limites impostos por lei.

bX publicidade: a administração deve informar a todos os seus atos, já que representa os
nossos interesses. - Não havendo publicidade o ato terá seus efeitos anulados.
• A publicidade é de acordo com certos requisitos legais (não é livre)
• A CF proíbe a publicidade que faça propaganda do administrador (como pessoa), a
propaganda as obras é necessária, sem vincula-las à pessoa (não pode ter
símbolos, imagens, expressões)

+Ice>@es:
Ì) art. 5º, XXXÌÌÌ ÷ garante o sigilo para segurança da sociedade e do Estado;
ÌÌ) art. 5º, X - direito à intimidade e
ÌÌÌ) art. 5º LX ÷ ações que devem correr em segredo de justiça.

obs: se a informação for do seu interesse cabe MS e se for sobre você cabe HD.
cX isonomia Y igualdade ÷ é tratar os iguais de forma igual e os desiguais de forma
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desigual, na medida de suas desigualdades. (a dificuldade é fixar quais são os
parâmetros).
- Para avaliar se há ou não discriminação temos dois elementos:
Ì) fator de discriminação
ÌÌ) objetivo da norma
- quando o fator de discriminação utilizado no caso concreto estiver de acordo
com o objetivo da norma não se fere o princípio da igualdade (a
discriminação é validade) ÷ ex. concurso de salva vidas ÷ no edital exclui os
deficientes físicos, concurso da polícia militar ÷função administrativa ÷ a
exclusão dos deficientes é proibida..

- obs5:
• limite de idade em concurso ÷ tem decisões em ambos os sentidos:
a) contra: TRF entende que não se justifica a limitação, fundamento: art. 3º, ÌV e art.
7º, XXX, da CF. A CE ÷ art. 115, XXVÌÌ, proíbe limites de idade em concurso
público.
b) a favor: art 37, Ì ÷ autoriza o ingresso em concurso público de pessoas brasileiras
ou estrangeiras, ressalvados os limites estabelecidos em lei. Lei 8.112/90 permite
o limite de idade.

dX moralidade: prima pela probidade dentro da Administração como uma das diretrizes a
ser seguida.
• A CF considera as hipóteses de imoralidade = improbidade como crime, portanto, é
ato ilegal e está sujeito ao controle judicial.

- "ei da Improbidade ÷ Lei 8.429/92 ÷ a lei trouxe hipóteses que a improbidade depende
de prova e outras em que se presume.
÷ Presume-se ato de improbidade:
Ì) venda de bem público abaixo do valor de mercado
ÌÌ) compra de bens acima do valor de mercado (superfaturamento)

- o instrumento para o controle da moralidade é a Ação Popular ÷ art. 5º, LXXÌÌÌ

- ConseZ[ências: art. 37, § 4º - podem incidir sem prejuízo da ação penal cabível.
Ì) perda da função;
ÌÌ) suspensão dos direitos políticos;
ÌÌÌ) declaração de indisponibilidade dos bens;
ÌV) obrigação de ressarcimento dos prejuízos causados ao erário.

eX eBiciência: (EC 19 ÷ já existia mas não com esta roupagem): visa:
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Ì) racionalizar a máquina administrativa;
ÌÌ) aperfeiçoamento na prestação do serviço público
• atuar com eficiência é atuar de modo adequado frente aos meios que possui e aos
resultados obtidos (meio e resultados eficientes)


P,(+-+) (A A(MI!I).-A6E,
• s !oderes sur"e# $o#o instru#entos atra%&s dos 'uais o !oder !()li$o %ai !erse"uir seu
interesse $oleti%o.
- Características:
a) é um dever, é obrigatório;
b) é irrenunciável;
c) cabe responsabilização que pode ser: Ì) quando o administrador se utiliza
dos poderes além dos limites permitidos por lei (ação) ou ÌÌ) quando ele não
utiliza dos poderes quando deveria ter se utilizado (omissão). ÷ Legislação:
Lei 4898/65 ÷ Abuso de Poder e Lei 8429/92 ÷ Ìmprobidade Administrativa.
d) deve obedecer aos limites das regras de competência, sob pena de
inconstitucionalidade.

Abuso de Poder ÷ é o fenômeno que se verifica sempre que uma autoridade ou um
agente público embora competente para a prática de um ato ultrapasse os limites das
suas atribuições ou se desvie das finalidades anteriormente previstas.
- Duas situações (modalidades):

a) ultrapassa seus limites = excesso de poder
b) desvia a finalidade anteriormente prevista = desvio de poder

.eoria dos motivos determinantes V é aquela que prende o administrador no momento
da execução do ato aos motivos que ele alegou no momento de sua edição. Todo ato
administrativo precisa ser motivado para possibilitar o exercício do contraditório e da
ampla defesa (a CE/SP prevê expressamente o princ. da motivação ÷ art. 111) e, são
estes motivos que determinam e condicionam a execução do ato. Se o administrador se
afasta destes motivos há ilegalidade, há abuso de poder mas, se ele obedece a outro
interesse público não há desobediência à teoria, não é desvio de finalidade e, portanto,
não há abuso de poder.

Poder vinculado V estabelece um único comportamento possível a ser tomado pelo
administrador diante de casos concretos, sem nenhuma liberdade para um juízo de
conveniência e oportunidade (juízo de valores).

• O ato que deixar de atender a qualquer dado expresso na lei será nulo, por
desvinculado do seu tipo padrão, podendo ser declarado pela Administração ou
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pelo Judiciário.

Poder discricionJrio neste poder a administrador também está subordinado à lei,
diferencia do vinculado porque ele tem liberdade para atuar de acordo com um juízo de
conveniência e oportunidade, de tal forma que, havendo duas alternativas o administrador
pode optar qual delas, no seu entendimento, preserve melhor o interesse público.

- Discricionariedade é diferente de arbitrariedade: discricionariedade é a liberdade para
atuar, para agir dentro dos limites da lei e arbitrariedade é a atuação do administrador
além (fora) dos limites da lei. ÷ Ato arbitrário é sempre ilegítimo e inválido.

- Controle: os atos arbitrários devem ser reapreciados pelo Judiciário (é abuso de poder).
Diferente do ato discricionário, se for válido o Judiciário não poderá reapreciar o seu
mérito (o juízo de valor do juiz não pode substituir o do administrador ÷ independência dos
poderes).

- Há controvérsia quanto à necessidade ou não dos atos discricionários (minoria ÷ Hely ÷
dispensa)

Poder GierJrZuico V é o poder conferido ao administrador para distribuir e escalonar as
funções dos seus órgãos , ordenar e reaver a atuação de seus agentes, estabelecendo
uma relação de hierarquia, de subordinação.

Poder (isciplinar V é o poder conferido à Administração que lhe permite punir, apenar a
prática de infrações funcionais dos servidores.

Poder -eCulamentar V é o poder conferido ao Administrador para a edição de decretos
e regulamentos para oferecer fiel execução à lei

Poder de Polícia V é o poder conferido ao administrador que lhe permite condicionar,
restringir, frenar o exercício de atividade e direitos pelos particulares em nome do
interesse da coletividade


A., A(MI!I).-A.I;,
 é uma espécie de ato jurídico, é toda manifestação unilateral de vontade da
Administração, que agindo nesta qualidade, tenha por fim imediato adquirir,
resguardar, transferir, modificar, extinguir e declarar direitos ou impor obrigações a
ela mesma e aos particulares.

-eZuisitos de validade:
a* competência ÷ prerrogativa para a edição de um ato, esfera de atuação;
)* Borma ÷ somente a prescrita em lei, maneira de exteriorização dos atos
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administrativos, em regra são escritos (exceção: gestão do guarda de trânsito)
$* motivo ÷ razões que justificam a edição do ato;
d* obMeto ÷ é ato em si mesmo considerado, é o que o ato decide, opina,
certifica;
e* Binalidade ÷ única, o interesse público
• a soma do motivo e do objeto denomina-se mérito do ato administrativo.
• o Judiciário só pode rever os atos administrativos no tocante à legalidade dos
mesmos, não podendo reapreciar o mérito dos atos discricionários.

Atributos do ato administrativo
a) presun>?o de leCalidade (o ônus da prova cabe a quem alega a
ilegalidade);
b) autoeIecutoriedade\
c) imperatividade (coercibilidade)

ClassiBica>?o:
IX Zuanto aos destinatJrios:
a) Cerais ÷ atingem a coletividade como um todo (ex. portaria)
b) individuais ÷ trabalham com uma situação concreta, tem destinatários certos (ex.
decreto expropriatório, licença para edificação, permissão de uso)

IIX Zuanto ao Crau de liberdade:
a) vinculado ÷ é aquele que estabelece um único comportamento possível de ser
adotado pela Administração diante de um caso concreto, não há
margem de liberdade do administrador (ex. aposentadoria por tempo
de serviço)

b) discricionJrio ÷ prevê mais de um comportamento possível a ser tomado pelo
administrador em um caso concreto, há margem de liberdade para
que ele possa atuar com base em um juízo de conveniência e
oportunidade, porém sempre dentro dos limites da lei (ex. permissão
de uso para colocação de mesas e cadeiras nas calçadas públicas)

IIIX Zuanto ao obMeto:
a) ato de império ÷ aqueles que a Administração pratica usando da sua supremacia
sobre o administrado, impondo obrigações de ordem unilateral ex.
desapropriação

b) ato de Cest?o ÷ aqueles praticados pela Administração sem valer-se da sua
supremacia sobre os destinatários. São fundamentalmente regidos
pelo direito privado, a administração se afasta de suas prerrogativas
colocando-se em pé de igualdade com os particulares, ex. contrato de
locação.

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I;X Zuanto K Borma>?o
a) simples ÷ é o que resulta da manifestação de vontade de um órgão da
Administração Pública, depende de uma única manifestação de
vontade

b) composto ÷ é aquele que depende de mais de uma manifestação de vontade que
devem ser produzidas dentro de um mesmo órgão (ex. ato que
dependa da autorização de um superior hierárquico)

c) compleIo ÷ é aquele que para se aperfeiçoar depende de mais de uma
manifestação de vontade, porém, essas manifestações de vontade
devem ser produzidas por mais de um órgão.

- diferença entre atos compostos e complexos: a manifestação de vontade dos atos
compostos provem de único órgão, já os atos complexos dependem de manifestação de
vontade de órgãos diversos.

;X outras classiBica>@es:
a) atos normativos: contêm comando geral visando a correta aplicação da lei.
Detalhar melhor o que a lei previamente estabeleceu. Ex.
decretos, regulamentos

b) atos ordinatWrios ÷ visam a disciplinar o funcionamento da Administração e a
conduta funcional dos seus agentes (fundamento do poder
hierárquico). Ex. instruções, circulares, ordens de serviço.

c) atos neCociais ÷ contém uma declaração de vontade da Administração para
concretizar negócios com particulares, nas condições
previamente impostas pela Administração Pública. Ex.
autorizações, permissões de uso, concessão de serviço.

d) atos enunciativos ÷ são todos aqueles em que a Administração se limita a certificar
ou atestar um fato, ou então a emitir uma opinião acerca de um
determinado tema. Ex. certidão, emissão de atestado, parecer.

e) atos punitivos ÷ são aqueles que contém uma sanção imposta pelo poder
público em razão da prática de uma infração de natureza
funcional, imposta de forma unilateral

Para retirar o ato do ordenamento:
+spécies ,bMeto .itular +Beitos
Anula>?o Ìlegalidade do ato - Ex tunc
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Administração
- Judiciário (5º,
XXXV)
(já nasceu ilegal)
-evoCa>?o Razões de conveniência e
oportunidade (o ato é válido,
porém, não mais
conveniente
- Administração Ex nunc (os efeitos
gerados até o momento são
válidos)

Ato nulo e anulJvel V para o Hely ou o ato atinge o interesse da coletividade e é valido,
se contrário será nulo. Para Celso e outros há possibilidade de ato anulável, é o que
contém um vício formal, não atingindo a essência.

Convalida>?o V transformação de ato anulável em válido. Só pode recair sobre a
competência e a forma.
- Diferente de conversão = é a oportunidade de um ato imprestável para uma determinada
finalidade, mas aproveitável em outra para a qual apresenta os requisitos necessários (ex.
transformar uma concessão, a princípio nula porque não havia lei que a previsse, em uma
permissão que atingiria praticamente os mesmos fins da concessão).

P-,C+)), A(MI!I).-A.I;,
 é a seqüência da documentação e das providências necessárias para a obtenção
de determinado ato final

Procedimento administrativo V é o modo pelo qual o processo anda, ou a maneira de
se encadearem os seus atos ÷ é o rito.
- Pode ser:
a) vinculado: quando existe lei determinando a seqüência dos atos, ex. licitação
b) discricionJrio: ou livre, nos casos em que não há previsão legal de rito, seguindo
apenas a praxe administrativa.

- Na esfera administrativa não existe coisa julgada, podendo sempre ser intentada ação
judicial, mesmo após uma decisão administrativa ÷ art. 5º, XXXV.

Princípios do processo administrativo
a) legalidade objetiva ÷apoiar-se em norma legal específica
b) oficialidade ÷ impulsionado pela administração
c) informalismo
d) verdade real
e) garantia de defesa
f) publicidade
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0ases do procedimento:
a) Ìnstauração ÷ ato da própria administração ou por requerimento de interessado.
b) Ìnstrução
c) Defesa
d) Relatório
e) Decisão
f) Pedido de reconsideração ÷ se tiver novos argumentos
g) Recurso ÷ para autoridade hierarquicamente superior, todos tem efeitos devolutivo,
podendo ter ou não efeito suspensivo

Modalidades de processo:
a) mero expediente
b) internos ÷ são os processos que envolvem assuntos da própria Administração
c) externos ÷ são os que abrangem os administrados
d) de interesse público ÷ são os que interessam à coletividade
e) de interesse particular ÷ são os que interessam a uma pessoa
f) de outorga ÷ são aqueles em que o poder público autoriza o exercício de direito
individual (licença de edificação)
g) de controle ÷ são os que abrangem atividade sujeita a fiscalização
h) disciplinares ÷ envolve atuação dos servidores
i) licitatório ÷ os que tratam de licitação

)indic]ncia apuração prévia, pode se usado para infrações leves, punidas com
advertência e suspensão de até 30 dias

N-AE,) P2B"IC,)
 são divisões das entidades estatais (União, Estados e Municípios) ou centros
especializados de competência, como o Ministério do Trabalho, da Fazenda.
• Não tem personalidade jurídica própria, os atos que praticam são atribuídos ou
imputados à entidade estatal a que pertencem.
• Podem ter representação própria, por seus procuradores, bem como ingressar em
juízo, na defesa de suas prerrogativas, contra outros órgãos públicos.
ClassiBica>?o:
a) independentes: são os derivados da Constituição (ex. Senado Federal)
b) autLnomos: são órgãos com autonomia técnica e financeira (ex. Ministérios)
c) superiores: são os órgãos de direção, mas sem autonomia técnica (ex.
Coordenadorias e Gabinetes)
d) subalternos: são órgãos de execução (ex. seções e os serviços)
e) simples: são os que não tem outros órgãos agregados à sua estrutura
f) compostos: são os que têm outros órgãos agregados à sua estrutura, para funções
complementares ou especializadas
g) sinCulares: são órgãos de um só titular (ex. Presidência da República)
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h) coleCiados: são os compostos por duas ou mais pessoas (ex. Conselhos e Tribunais)


+).-/./-A (A A(MI!I).-A6E,
AutarZuia 0unda>?o +mpresa Pública )oc5 +con5 Mista
(eBini>?o São pessoas
jurídicas de direito
público, dotadas
de capital
exclusivamente
público, com
capacidade
administrativa e
criadas para a
prestação de
serviço público
(não tem cap.
polít. não podem
editar leis)
É uma pessoa
jurídica composta
por um patrimônio
personalizado,
destinado pelo
seu fundador para
uma finalidade
específica.
Pode ser pública
ou privada (não
integra a
Administração
indireta).
São pessoas
jurídicas de direito
privado
compostas por
capital exclusiva-
mente público,
criadas para a
prestação de
serviços públicos
ou exploração de
atividades
econômicas sob
qualquer
modalidade
empresarial
Pessoa jurídica de
direito privado
criada para
prestação de
serviço público ou
exploração de
atividade
econômica, com
capital misto e na
forma de S/A
Características - auto
administração
- capac. financeira
- patrimônio
próprio
- auto
administração
- capac. financeira
- patrimônio
próprio
- auto
administração
- capac. financeira
- patrimônio
próprio
- auto
administração
- capac. financeira
- patrimônio
próprio
Controle Não há hierarquia
e subordinação,
só controle da
legalidade
Não há hierarquia
e subordinação,
só controle da
legalidade
Não há hierarquia
e subordinação,
só controle da
legalidade
Não há hierarquia
e subordinação,
só controle da
legalidade
Cria>?o e
+Itin>?o
Lei especifica para
criar
Lei específica cria
a fundação
pública e se
privada autoriza
sua criação
Lei específica
autoriza sua
criação que se
efetiva com
registro dos atos
constitutivos
Lei específica
autoriza sua
criação que se
efetiva com
registro dos atos
constitutivos
PriviléCio Tem
- Art. 150, §2º, CF
- art. 188, CPC
FP ÷ tem - art.
150, §2º, CF e art.
188, CPC
FPriv. ÷ não tem
Não tem ÷ art.
173, §2º e art.
150, §3º da CF
(silêncio da CF se
exerce serviço
público)
Não tem ÷ art.
173, §2º e art.
150, §3º da CF
(silêncio da CF se
exerce serviço
público)
-esp5 do +stado Subsidiária Subsidiária - Se presta serv.
pub. Resp.
subsidiária
- Se exerce ativ.
econ. Est. não
tem respons.
Subsidiária
- art, 242 da L S/A
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0alência Não Não Depende: AE ÷
sim e
SP - não
Não - art. 242 da
L S/A
+Iemplos ÌNCRA (Ìnst, Nac.
de Colonização e
Reforma agrária),
Banco Central,
Embratel, ÌNSS,
ÌBAMA, DNER,
ÌPESP
FUNAÌ, Butantã,
FEBEN, Fund.
Memorial da
América Latina,
ÌBEGE, FUNDAP,
FAPESP.
BNDS, Radiobrás
(sp) e Caixa
Econômica
Federal (AE)
Banco do Brasil
S/A, Petrobrás,
Sabesp, Banespa,
Metrô, ÌMESP,
CET, Anhembi,
CETESB, Congás,
COHAB, CESP
(Centrais Eletr. de
SP).


AAO!CIA) -+A/"A(,-A)
 são autarquias de regime especial, são responsáveis pela regulamentação, o
controle e a fiscalização de serviços públicos transferidos ao setor privado. As
duas principais agências são: ANEEL ÷ Agência Nacional de Energia Elétrica ÷ Lei
9427/96 e ANATEL ÷ Agência Nacional das Telecomunicações, ANP ÷ Agência
Nacional de Petróleo

AAO!CIA) +D+C/.I;A)
 autarquias e fundações que por iniciativa da Administração Direta celebram
contrato de gestão visando a melhoria dos serviços que prestam em troca de uma
maior autonomia gerencial, orçamentária e financeira. Criadas pela Lei 9649/98,
mas ainda não existem

,-AA!IUA6*+) ),CIAI)
 integram a Administração Pública, integram a iniciativa privada mas atuam ao lado
do Estado, cooperando com ele estabelecendo parcerias com o poder público.
São pessoas jurídicas de direito privado sem fins lucrativos criadas por particulares
para a execução de serviços públicos não exclusivos do Estado, previsto em lei.
A lei 9637/98 autorizou que fossem repassados serviços de: pesquisa científica,
ensino, meio ambiente, cultura e saúde. O instrumento para o repasse é contrato
de gestão ÷ art. 37, § 8º (é um contrato diferente já que o contrato de gestão se
celebra entre a Administração direta e a indireta), dispensa licitação como acontece
em todos os outros casos de transferência de serviço público (facilita o desvio do
dinheiro público). Podem receber: dotações orçamentárias, bens públicos através
de uma permissão de uso, recebem servidores públicos.

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)+-;I6,) ),CIAI) A/.^!,M,)
 rótulo atribuído a todas as pessoas jurídicas de direito privado, integrantes da
iniciativa privada que foram criadas para desenvolver atividades de auxílio a
determinadas categorias profissionais que não tenham finalidade lucrativa. Ex.
SESÌ, SENAC, SESC (a finalidade é fomentar o desenvolvimento de certas
categorias privadas e, por isso, interessa a Administração ajudar). Podem receber
incentivos com dotações orçamentárias e titularizam contribuições parafiscais.


)+-;I6, P2B"IC,
 do aquele prestado pela Administração ou por seus delegados sob normas e
controles estatais para a satisfação, visando o atingimento dos interesses da
coletividade.
- a titularidade está sempre nas mãos da Administração

0ormas de presta>?o:
a* direta ou centrali&ada ÷ quando estiver sendo prestado pela Administração direta do
Estado;
)* indireta ou descentrali&ada ÷ ocorre quando não estiver sendo prestada pela
Administração direta do Estado, esta o transferiu, descentralizou a sua prestação para
a Administração indireta ou terceiros fora da Administração

- Modalidades de descentrali&a>?o:
a) outorCa ÷ quando ocorre a transferência para terceiros (administração indireta) da
titularidade e da execução do serviço público
b) deleCa>?o ÷ quando transfere para terceiros (concessionárias e permissionárias) só a
execução.

- Diferença de desconcentração:
DESCENTRALÌZAR é tirar do centro e transferir um serviço da Administração direta para
terceiros, podendo estes estar dentro ou fora da Administração e
DESCONCENTRAR ÷ é transferir a prestação de um serviço de um órgão para outro
dentro da própria Administração direta.

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Princípio dos servi>os públicos
a) continuidade
b) cortesia
c) eficiência
d) segurança
e) atualidade
f) regularidade
g) modicidade
h) generalidade.

Modalidade
a) prWprios ÷ não os serviços públicos inerentes à soberania do Estado, como a
defesa nacional ou a polícia judiciária.

b) utilidade pública ÷ são os considerados úteis ou convenientes, como o transporte
coletivo e o fornecimento de energia

c) Cerais V uti universi ÷ são os prestados à sociedade em geral, como a defesa do
território

d) especíBicos V uti singuli – individuali&Jveis ÷ são também serviços prestados a
todos, mas com possibilidade de
identificação dos beneficiados.
Pode ser
Ì) compulsório ÷ são os serviços que não podem ser recusados pelo
destinatário, se remunerados será por taxa. O não
pagamento do serviço não autoriza a supressão do
mesmo, sendo somente autorizada a cobrança executiva
II* +a$ultati%o , são os ser%iços 'ue o usu-rio !ode a$eitar ou não. $o#o o
trans!orte $oleti%o. !a"os !or tari+a.

e* adequados , ser%iços ade'uados são os e/e$utados de a$ordo $o# os !rin$0!ios
es!e$0+i$os do ser%iço !()li$o


CONCESSÃO, PERMISSÃO E AUTORIZAÇÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS

CONCESSÃO - & a dele"ação de sua !restação +eita !elo !oder $on$edente #ediante li$itação
na #odalidade $on$orr1n$ia 2 !essoa 'ue de#onstre $a!a$idade !ara seu
dese#!en3o. !or sua $onta e ris$o e !or !ra4o deter#inado. 5 6ei 8987795
5 8oder $on$edente , & a 9nião. o :stado. o ;F ou <uni$0!io. e# $u=a $o#!et1n$ia se en$ontre o
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ser%iço !()li$o >a titularidade $ontinua sendo sua. s? trans+ere a e/e$ução*.
• @d#ite5se su)$on$essão desde 'ue autori4ada. $onsiste na $ontratação +eita !ela
$on$ession-ria !ara a'uisição de ser%iços ou )ens direta#ente rela$ionados $o# o o)=eto da
$on$essão.
• s $ontratos de $on$ession-rias $o# ter$eiros não en%ol%e o !oder $on$edente.
• !oder $on$edente !ode +is$ali4ar os ser%iços. )e# $o#o inter%ir na $on$essão se
ne$ess-rio

- Coness!o "#eed$da da e%eu&!o de o'#a ( de%e o $on$ession-rio !ri#eiro $onstruir.
$onser%ar. re+or#ar. a#!liar ou #el3orar deter#inada o)ra !()li$a. !or sua !r?!ria $onta e ris$o.
:# se"uida !assa a e/!lorar o ser%iço !or !ra4o deter#inado. su+i$iente#ente lon"o. !ara 'ue
o)ten3a a re#uneração a a#orti4ação de seu in%esti#ento.

- Po)*+$a Ta#$,-#$a ( tari+a & a +onte de rendas das $on$ession-rias. não & tri)uto. o seu %alor ini$ial
& esta)ele$ido na !ro!osta.

- .o#/as de e%+$n&!o0
a* ad%ento do ter#o $ontratual , 'uando ter#ina o !ra4o
)* en$a#!ação , t&r#ino do $ontrato antes do !ra4o. +eito !elo !oder !()li$o. de +or#a
unilateral. !or ra4Aes de interesse !()li$o. $on$ession-rio +a4 =us a
indeni4ação
$* $adu$idade , +or#a de e/tinção do $ontrato antes do !ra4o. !elo !oder !()li$o. de +or#a
unilateral. !or des$u#!ri#ento de $l-usula $ontratual
d* res$isão , +or#a de e/tinção do $ontrato. antes de en$errado o !ra4o. +eita !elo
$on$ession-rio !or +orça do des$u#!ri#ento de $l-usulas $ontratuais !elo
!oder $on$edente. ;e%e ser !or #edida =udi$ial e. en'uanto não transitar e#
=ul"ado a sentença. o ser%iço de%er- $ontinuar sendo !restado.
e* anulação , e/tinção do $ontrato antes do t&r#ino do !ra4o. !or ra4Aes de ile"alidade
+* +al1n$ia ou e/tinção do $on$ession-rio

PERMISSÃO 5 & a dele"ação. a t0tulo !re$-rio. #ediante li$itação da !restação de ser%iços
!()li$os +eita !elo !oder $on$edente. a !essoa 'ue de#onstre $a!a$idade de
dese#!en3o !or sua $onta e ris$o.

Coness!o Pe#/$ss!o
Car-ter #ais est-%el Car-ter #ais !re$-rio
:/i"e autori4ação le"islati%a Bão e/i"e autori4ação le"islati%a. e# re"ra
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6i$itação s? !or $on$orr1n$ia 6i$itação !or 'ual'uer #odalidade
For#ali4ação !or $ontrato For#ali4ação !or $ontrato de adesão
8ra4o deter#inado 8ode ser !or !ra4o indeter#inado
C? !ara !essoas =ur0di$as 8ara !essoas =ur0di$as ou +0si$as.

AUTORIZAÇÃO ( tr1s #odalidadesD
a* autori4ação de uso , e# 'ue u# !arti$ular & autori4ado a utili4ar )e# !()li$o de +or#a
es!e$ial. $o#o na autori4ação de uso de u#a rua !ara reali4ação de
u#a 'uer#esse.

)* autori4ação de atos !ri%ados $ontrolados , e# 'ue o !arti$ular não !ode e/er$er $ertas
ati%idades se# autori4ação do !oder !()li$o.
são ati%idades e/er$idas !or !arti$ulares #as
$onsideradas de interesse !()li$o.
• autori4ação & di+erente de li$ença. ter#os se#el3antes. @ autori4ação & ato dis$ri$ion-rio.
en'uanto a li$ença & %in$ulado. Ba li$ença o interessado te# direito de o)t15la. e !ode
e/i"i5la. desde 'ue !reen$3a $ertos re'uisitos. e/. li$ença !ara diri"ir %e0$ulo.

$* autori4ação de ser%iços !()li$os , $olo$a5se ao lado da $on$essão e da !er#issão de
ser%iços !()li$os. destina5se a ser%iços #uito si#!les.
de al$an$e li#itado. ou a tra)al3os de e#er"1n$ia.
• E e/$eção. e não re"ra. na dele"ação de ser%iços !()li$os.
• @ li$itação !ode ser dis!ens-%el ou ine/i"0%el , art. 24 e 25 da 6ei 8666793.
• E +or#ali4ada !or de$reto ou !ortaria. !or se tratar de ato unilateral e !re$-rio.
• Ce"ue. no 'ue $ou)er. a 6ei 8987795


LICITAÇÃO ( & u# !ro$edi#ento destinado 2 seleção da #el3or !ro!osta dentre as
a!resentadas !or a'ueles 'ue dese=a# $ontratar $o# a @d#inistração 8()li$a
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 1 o'#$2a+3#$a "a#a0 ad#inistração direta. +undos es!e$iais. autar'uias. +undaçAes
!()li$as. as e#!resas !()li$as. so$iedades de e$ono#ia #ista e de#ais entidades
$ontroladas direta ou indireta#ente !elo !oder !()li$o

5 @ li$itação de%e se"uir o "#$n*"$o es"e*,$o0
a* %in$ulação ao instru#ento $on%o$at?rio
)* =ul"a#ento o)=eti%o >a @d#inistração de%e esti!ular o $rit&rio de =ul"a#ento das !ro!ostas. no
edital*

- P#o4e+os "#56$os0
a* !ro=eto )-si$oD a)ran"e a %ia)ilidade t&$ni$a. o i#!a$to a#)iental. os $ustos. os #&todos e o
!ra4o de e/e$ução , art 6º. IX
)* !ro=eto de e/e$uti%o , a)ran"e a e/e$ução $o#!leta da o)ra. de a$ordo $o# as nor#as t&$ni$as
, art. 6º. X

- Moda)$dades0
a* $on$orr1n$ia , usada !ara $ontratos de %ulto. de a$ordo $o# %alores esta)ele$idos na lei

a* to#ada de !reços , & usada !ara $ontratos de %alor #&dio. $o# !arti$i!ação de interessados =-
$adastrados ou 'ue se $adastre# at& o ter$eiro dia anterior 2 data do re$e)i#ento das !ro!ostas.

)* $on%ite , & a li$itação ade'uada !ara %alores #enores. $o# a $on%o$ação de tr1s
interessados. no #0ni#o. $adastrados ou não. !odendo ta#)&# !arti$i!ar os $adastrados 'ue
#ani+estare# seu interesse 24 3oras antes da a!resentação das !ro!ostas.

• Bos $asos e# 'ue $ou)er $on%ite. a @d#inistração !oder- utili4ar a to#ada de !reços e. e#
'ual'uer $aso. a $on$orr1n$ia.

d* $on$urso , & a li$itação !ara a es$ol3a de tra)al3o t&$ni$o. $ient0+i$o ou art0sti$o. $o# a
instituição de !r1#ios ou re#uneração aos %en$edores. !ra4o de %alidade & de 2 anos. !rorro"-%el
!or u#a %e4. !or i"ual !er0odo , art. 37. III. CF

e* leilão , ser%e !ara a %enda de )ens #?%eis inser%0%eis e de !rodutos a!reendidos ou
!en3orados. )e# $o#o de i#?%eis oriundos de !ro$edi#entos =udi$iais ou de dação e# !a"a#ento
e# 'ue se=a (til a alienação.

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- C#$+5#$os "a#a a6a)$a&!o das "#o"os+as0
a* #el3or !reço
)* #el3or t&$ni$a
$* !reço e t&$ni$a
d* #aior lan$e ou a #aior o+erta , !ara o leilão

• Bo $aso de e#!ate te# !re+er1n$ia os )ens e ser%iços !rodu4idos no !a0s e. su$essi%a#ente.
os !rodu4idos ou !restados !or e#!resa )rasileira. !ersistindo o e#!ate. de$ide5se !or
sorteio.

- .ases da Cono##7n$a -
a* edital 5 lei interna da li$itação
)* 3a)ilitação dos $on$orrentes , li$itantes a!resenta# do$u#entos !essoais
$* e/a#e e $lassi+i$ação das !ro!ostas
d* 3o#olo"ação , rati+i$ação da le"alidade do !ro$edi#ento at& então reali4ado
e* ad=udi$ação , entre"ar o o)=eto da li$itação
• Bas $on$orr1n$ias de "rande %ulto de%e reali4ar5se u#a audi1n$ia !()li$a. antes do edital.
!ara 'ue a so$iedade !ossa de)ater a $on%eni1n$ia e a o!ortunidade da li$itação , art. 39.

5 D$,e#en&a en+#e0
;:CF9@6IFIC@GH , & a re=eição do !ro!onente 'ue não a!resenta os re'uisitos do edita
>ina)ilitação* e
;:CC6@CCIFIC@GH , & a re=eição da !ro!osta do li$itante =- 3a)ilitado. !or de+eito +or#al ou
ine/e'ui)ilidade da o+erta.

- E,e$+os da Ad4ud$a&!o ( atri)ui a o)ra ou ser%iço ao %en$edor da li$itação. $on+erindo5l3e
!re+er1n$ia ao $ontrato. #as o #o#ento e $on%eni1n$ia da assinatura do $ontrato +i$a# ainda na
de!end1n$ia da %ontade dis$ri$ion-ria da @d#inistração. Ia%endo #oti%o =usto e +unda#entado.
!ode o $ontrato não se $on$reti4ar >o %en$edor s? te# e/!e$tati%a de direito 'uanto ao $ontrato.
te# o direito de não ser !reterido +rente a outro*.
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- D$s"ensa de )$$+a&!o ( a $o#!etição. e#)ora !oss0%el. não se reali4ar- !or e/!ressa dis!osição
le"al. Ca)e an-lise dis$ri$ion-ria do ad#inistrador. 5 Ii!?tesesD art. 24


- Ine%$2$'$)$dade ( a $o#!etição não & !oss0%el 5 art. 25.


CONTRATOS ADMINISTRATIVOS
 $ontrato & a $on%enção esta)ele$ida entre duas ou #ais !essoas !ara $onstituir. re"ular ou
e/tin"uir entre elas u#a relação =ur0di$a !atri#onial.
• @ %alidade do $ontrato e/i"eD a$ordo de %ontades. a"ente $a!a4. o)=eto l0$ito e +or#a
!res$rita ou não !roi)ida e# lei.

Ca#a+e#*s+$as0
a* !arti$i!ação do !oder !()li$o. $o#o !arte !redo#inante. e !ela +inalidade de atender a
interesses !()li$os.
)* te# nature4a !ersonal0ssi#a , s? !ode ser e/e$utado !ela !essoa 'ue $ontratou >sendo !oss0%el
a su)$ontratação de a$ordo $o# os li#ites esta)ele$idos !ela @d#inistração*.
$* na #aioria das %e4es se +or#ali4a !or ter#o de $ontrato es$rito e. e# $asos e/$e!$ionais. !or
ordens de ser%iços
d* li$itação !r&%ia. e# re"ra. so) !ena de nulidade
e* !u)li$idade
+* !ra4o deter#inado >%edado !ra4o indeter#inado*
"* !rorro"a)ilidade , e/i"e ter#o aditi%o. desde 'ue ten3a 3a%ido !re%isão no ato $on%o$at?rio e
no !lano !lurianual
3* $l-usulas e/or)itantes , são a'uelas 'ue e/or)ita#. 'ue e/$ede#. 'ue ultra!assa# o !adrão
$o#u# dos $ontratos e# "eral. !ara $onsi"nar u#a %anta"e# !ara a @d#inistração 8()li$a.
re+ere#5se a $ertas !rerro"ati%as da @d#inistração 'ue a $olo$a# nu#a situação de
su!erioridade e# relação ao !arti$ular $ontratado. sãoD
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I* #odi+i$ação unilateral , de%e ser +eita !or ter#o de adita#ento
II* res$isão unilateral 5 se# $ul!a do $ontratado. $a)e indeni4ação
III* +is$ali4ação
IV* a!li$ação de sançAes , #ultas. ad%ert1n$ias. sus!ensão de !arti$i!açAes e# li$itaçAes
e $ontratos. !ara atraso e ine/e$ução do $ontrato.
V* o$u!ação !ro%is?ria de #?%eis e i#?%eis , 'uando 3ou%er +altas $ontratuais e o
ser%iço +or essen$ial
VI* ina!li$a)ilidade da e/$eção de $ontrato não $u#!rido , exceptio non adimpleti contractus ,
!arti$ular não !ode interro#!er a o)ra so) ale"ação de não estar re$e)endo os
!a"a#entos de%idos.. sal%o se atrasare# #ais de 90 dias. e/$eto $aso de $ala#idade !()li$a.
"ra%e !ertur)ação da orde# interna ou "uerra , art. 78. XV

- Teo#$a da I/"#e6$s!o , a!li$a5se 'uando 3- ne$essidade de re%isão de u#a $l-usula $ontratual
!or +orça de +atos su!er%enientes e i#!re%istos durante a sua e/e$ução , +ato su!er%eniente e
i#!re%is0%el 5 e/.D
a* +orça #aior e $aso +ortuito
)* +ato do !r0n$i!e , deter#inação estatal su!er%eniente e i#!re%is0%el 'ue onera o
$ontrato. re!er$utindo indireta#ente so)re ele.
$* +ato da ad#inistração , !ro%&# de u#a atuação estatal 'ue in$ide direta#ente so)re
o $ontrato. i#!edindo a sua e/e$ução nas $ondiçAes ini$ial#ente esta)ele$idas.
• Janto o +ato do !r0n$i!e $o#o o +ato da ad#inistração !ro%&# de u#a deter#inação estatal.
@ di+erença & 'ue o +ato do !r0n$i!e in$ide so)re toda a so$iedade >e/. i#!osto* e o +ato da
ad#inistração in$ide so)re u# +ato direta#ente >e/. não desa!ro!riação*

- Con+#a+o de o'#as, se#6$&os e ,o#ne$/en+os
a* de o)ra , re+ere5se a $onstruçAes. re+or#as ou a#!liaçAes de $oisas. )e# $o#o 2
+a)ri$ação de !rodutos

)* de ser%iços , re+ere5se a tra)al3os a sere# reali4ados. $o#o de#olição. $onserto. instalação.
#onta"e#. !u)li$idade. tra)al3os t&$ni$o !ro+issional. et$.

$* de +orne$i#ento , são a'ueles e# 'ue o %endedor se $o#!ro#ete a +orne$er #er$adorias e o
$o#!rador a re$e)15las. de #odo $ont0nuo e !eri?di$o. nas $ondiçAes e !ra4os +i/ados.
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• @s o)ras são !restadas !or e#!reitada ou !or tare+a >e#!reitada de !e'ueno !orte*
5 8ode ser e/e$utada !orD
a* !reço "lo)al , a)ran"e a entre"a da o)ra ou do ser%iço todo
)* !reço unit-rio , re+ere5se a se"#entos ou eta!as. !ara !or !artes.

- .o#/as de e%+$n&!o0
a* ad#inistrati%a , !ro#o%ida !or ato unilateral da @d#inistração
)* res$isão a#i"-%el
$* =udi$ial
d* de !leno direito , a$onte$e inde!endente#ente da #ani+estação de %ontade das !artes. !or +ato
su!er%eniente 'ue i#!ede a #ani+estação >e/. +ale$i#ento do $ontratado. dissolução da
so$iedade. !ere$i#ento do o)=eto*

CONV8NIO
 a$ordo +ir#ado !or entidades !ol0ti$as de 'ual'uer es!&$ie ou entre elas e !arti$ulares !ara
reali4ação de o)=eti%os de $ar-ter $o#u# >di+erente do $ontrato ad#inistrati%o e# 'ue o
o)=eti%o não & $o#u#*.

CONS9RCIO
 a$ordo de %ontades +ir#ado entre entidades estatais. da #es#a es!&$ie !ara a reali4ação de
o)=eti%os de interesses $o#uns 5 e/. $ons?r$io entre dois #uni$0!ios.
• Bos $ons?r$ios e nos $on%1nios a!li$a no 'ue $ou)er a 6ei 8666793
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BENS PÚBLICOS
- Es"5$es
a* )ens de uso $o#u# do !o%o , são os )ens 'ue todos !ode# usar. $o#o as ruas e !raças
)* )ens de uso es!e$ial , são destinados 2s instalaçAes e aos ser%iços !()li$os. $o#o os !r&dios
das re!artiçAes ou es$olas !()li$as
$* )ens do#ini$ais , são os 'ue !erten$e# ao a$er%o do !oder !()li$o. se# destinação es!e$ial

- Re2$/e 4u#*d$o dos 'ens ":')$os (
a* s!o $na)$en-6e$s. e/$etoD
I* os )ens de uso $o#u# do !o%o e os de uso es!e$ial são inalien-%eis. e# !rin$0!io. #as
!oderão tornar5se alien-%eis se +ore# desa+etados. ou se=a. se +or #udada destinação. de
#odo 'ue !asse# a ser $onsiderados do#ini$ais.. 8ode dar5se !or lei. !or ato
ad#inistrati%o ou !or u# +ato 'ue torne a destinação in%i-%el.

II* Kens do#ini$ais !ode# ser alienados. e/i"indo5se. e# re"ra. autori4ação le"islati%a.
a%aliação !r&%ia e li$itação , art. 37. XXI. Ce )ens #?%eis dis!ensa# a li$itação.

)* d$#e$+os do "ode# ":')$os so'#e seus 'ens n!o "#es#e6e/
$* n!o ;- usua"$!o de 'ens ":')$os. de 'ual'uer es!&$ie
d* +odos s!o $/"en;o#-6e$s. não !odendo ser !en3orados. arrestados ou se'Lestrados.
e* n!o "ode/ se# o'4e+o de "en;o#, ;$"o+ea ou an+$#ese

- Aqu$s$&!o de 'ens "a#a o "a+#$/<n$o ":')$o0
a* doação
)* $o#!ra
$* desa!ro!riação
d* $on+is$o , art. 91.I do C8 e art. 243 da CF
e* !er#uta
+* dação e# !a"a#ento
"* direito 3eredit-rio
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3* usu$a!ião >)ens !()li$os não !ode# ser usu$a!idos. #as o !oder

- A)$ena&!o de 'ens ":')$os0
 !ode# ser alienados !elas +or#as $o#uns do direito $i%il. $o#o %enda. doação. tro$a. et$.
res!eitados os re'uisitos i#!ostos !elo direito ad#inistrati%o. $o#o autori4ação le"islati%a.
a%aliação e li$itação.
• E%e&!o0 in%estidura , nu#a o)ra !()li$a. so)re u# !edaço !e'ueno de terra. 'ue não
ser%e !ara nada. então. !ode ser alienado. #ediante a%aliação. !ara o dono da terra li#0tro+e.
!or in%estidura.

- U+$)$=a&!o es"e$a) de 'ens ":')$os "o# "a#+$u)a#es , todos !ode# e%entual#ente ser
utili4ados de +or#a es!e$ial !or !arti$ulares. #edianteD

a* au+o#$=a&!o de uso , ser%e !ara au/iliar interesses !arti$ulares e# e%entos o$asionais ou
te#!or-rios >e/. uso de u# terreno )aldio !ara u#a 'uer#esse*.
• E ato unilateral. dis$ri$ion-rio. de t0tulo !re$-rio. !odendo ser
re%o"ado a 'ual'uer te#!o.
• Inde!ende de li$itação e de lei autori4adora
• 8ode ser e# $ar-ter "ratuito ou oneroso
• 8or te#!o deter#inado ou indeter#inado.

)* "e#/$ss!o de uso , & se#el3ante 2 autori4ação #as. & dada no interesse !()li$o. te# "rau
#enor de !re$ariedade. de!ende. e# re"ra. de li$itação e $ria !ara o
!er#ission-rio u# de%er de utili4ação. so) !ena de re%o"ação >e/.
!er#issão de instalação de u#a )an$a de =ornal na %ia !()li$a*

$* oness!o de uso , & $ontrato entre a @d#inistração e u# !arti$ular. tendo !or o)=eto u#a
utilidade !()li$a de $erta !er#an1n$ia >e/. instalação de restaurante
nu# 4ool?"i$o #uni$i!al*. :/i"e. e# re"ra. autori4ação le"islati%a e
li$itação.

d* oness!o de d$#e$+o #ea) de uso , a!li$a5se a!enas a )ens do#ini$ais. E instituto
de direito !ri%ado. de nature4a $ontratual.
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Consiste na a'uisição. !elo !arti$ular. de direito
resol(%el do uso de u# terreno !()li$o. de
#odo "ratuito ou re#unerado. !ara +ins de
interesse so$ial de $erto %ulto. $o#o
ur)ani4ação ou $ulti%o. :/i"e autori4ação
le"islati%a e li$itação

- Bens do "a+#$/<n$o ":')$o >art. 20. 26 da CF*
>? +e##as de6o)u+as ( terras 'ue nin"u&# se a!ossou. ne# +ora# utili4adas !ara al"u# +i#
!()li$o. Bão te# lo$ali4ação e li#ites $laros. !or isso ne$essita# ser
de#ar$adas e se!aradas das outras !ro!riedades. :sta se!aração ou
dis$ri#inação !ode ser ad#inistrati%a ou =udi$ial , @ção
dis$ri#inat?ria , 6ei 6383776. sendo utili4ada a %ia =udi$ial se
insu+i$iente 2 %ia ad#inistrati%a. @!?s a dis$ri#inação elas dei/a#
de ser de%olutas e !assa# a ser si#!les#ente terras !()li$as.
8erten$e# a 9nião e. !or e/$lusão. aos :stados.

@? /a# +e##$+o#$a) ( estende5se nu#a +ai/a de 12 #il3as #ar0ti#as >e'ui%ale a 1.852#* da
lin3a de )ai/a5#ar do litoral $ontinental e insular. Jrata5se de -"uas
!()li$as de uso $o#u#. !erten$entes 2 9nião. so)re as 'uais o Krasil
e/er$e so)erania.
5 ;e!ois do #ar territorial te#osD
I* =ona on+*2ua , $o# in0$io a !artir de 12 #il3as do litoral. at& 24 #il3as. nesta +ai/a o Krasil
$onser%a o !oder de +is$ali4ação e !ol0$ia. e#)ora se# so)erania.
II? =ona eon</$a , $o# in0$io a !artir de 12 #il3as do litoral >i"ual 2 4ona $ont0"ua* e %ai
de 12 at& 200 #il3as. nesta +ai/a te# o Krasil direitos e/$lusi%os de
e/!loração dos re$ursos naturais do #ar.

A? +e##as +#ad$$ona)/en+e ou"adas "o# *nd$os ( são )ens da 9nião. art. 20. XI. CF.
destina#5se 2 !osse !er#anente dos
0ndios. $a)endo5l3es o usu+ruto
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e/$lusi%o das ri'ue4as do solo. dos rios e
dos la"os nelas e/istentes , art. 231. M
2º. CF

B? ")a+a,o#/a on+$nen+a) - são )ens da 9nião os re$ursos naturais da !lata+or#a
$ontinental. 'ue $onsiste no !rolon"a#ento natural das terras
$ontinentais ou insulares. !or )ai/o das -"uas do #ar. e#
e/tensão %ari-%el. $on+or#e a le"islação de $ada !a0s , art. 20.
V. CF

C? +e##enos de /a#$n;a ( são )ens da 9nião. assi# $onsiderados os 'ue. )an3ados !elas
-"uas do #ar ou dos rios na%e"-%eis. %ão at& 33# !ara a !arte
da terra. $ontados desde o !onto a 'ue $3e"a a !rea#ar #&dia
, art. 13 do C?d. de N"uas. art. 20. VII. CF e ;6 9.760746.
s terrenos de #arin3a te# sido o)=eto de arrenda#ento
!er!&tuo a !arti$ulares. #ediante o !a"a#ento de u# +oro
anual. Jal arrenda#ento !er!&tuo deno#ina5se en+iteuse.
$ontinuando a 9nião 2 !ro!riet-ria e o !arti$ular en+iteuta.
$o#o detentor do do#0nio (til

D? +e##enos /a#2$na$s ou #ese#6ados ( são os 'ue se situa# ao lado dos rios
na%e"-%eis. at& u#a distOn$ia de 15# $ontados
desde a lin3a #&dia das en$3entes ordin-rias.
Jais terrenos !ode# !erten$er a al"u# ?r"ão
!()li$o ou a u# !arti$ular. Ce +ore# de
!ro!riedade !ri%ada. são onerados !or u#a
ser%idão de trOnsito. !ara !ossi)ilitar a
+is$ali4ação e a reali4ação de o)ras ou ser%iços
!()li$os !ela @d#inistração >3- di%er"1n$ias*

E? )a2os, #$os e o##en+es de -2ua ( são )ens da 9nião 'uando )an3e# #ais de u# :stado.
sir%a# de li#ites $o# outros !a0ses ou se estenda# a
territ?rio estran"eiro ou dele !ro%en3a#. s terrenos
#ar"inais. nestes $asos. são ta#)&# da 9nião.

F? G)6eos ou )e$+os a'andonados ( se u# rio de -"uas !()li$as %ier a a)andonar
natural#ente o seu leito. as terras !or onde o #es#o
$orria !assa# a !erten$er aos !ro!riet-rios ri)eirin3os
das res!e$ti%as #ar"ens. se# 'ue ten3a# direito a
indeni4ação al"u#a os donos dos terrenos !or onde as
-"uas a)ra# no%o $urso. <as. se o +ato o$orrer !or
o)ra do !oder !()li$o. +i$a ele $o# leito ori"inal do
rio. de%endo indeni4ar os !ro!riet-rios das terras !or
onde !assa a $orrer o no%o $urso , art. 27
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H? .a$%a de ,#on+e$#a ( u#a +ai/a de 150 P# de lar"ura. ao lon"o das +ronteiras terrestres. e
$onsiderada +unda#ental !ara a de+esa na$ional. e sua utili4ação são
re"uladas e# lei. $o#o ser%idão ad#inistrati%a. , art. 20. M 2º. CF

>I? /$nas, 4a=$das e quedas dJ-2ua ( as =a4idas. e# la%ra ou não. e de#ais re$ursos
#inerais e os !oten$iais de ener"ia el&tri$a
$onstitue# !ro!riedade distinta da do solo. !ara
e+eito de e/!loração ou a!ro%eita#ento. e
!erten$e# 2 9nião. "arantida ao $on$ession-rio
a !ro!riedade do !roduto da la%ra , art. 176 da
CF

>>? I);as ( !erten$e# 2 9nião as il3as +lu%iais e la$ustres nas 4onas li#0tro+es $o# outros
!a0sesQ as !raias #ar0ti#asQ as il3as o$eOni$as e as $osteiras. 8erten$e# aos
res!e$ti%os :stados as il3as +lu%iais e la$ustres não !erten$entes 2 9nião , art. 20. IV
e art. 26. III.

>@? .auna s$)6es+#e ( os ani#ais de 'uais'uer es!&$ies. e# 'ual'uer +ase do seu
desen%ol%i#ento e 'ue %i%e# natural#ente +ora do $ati%eiro.
$onstituindo a +auna sil%estre. )e# $o#o seus nin3os. a)ri"os e
$riadouros naturais são !ro!riedades do :stado. sendo !roi)ida a sua
utili4ação. !erse"uição. destruição. $aça ou a!an3a >6ei 5.197767 ,
art. 1º*.


RESPONSABILIDADE DO ESTADO
 & a o)ri"ação i#!osta ao !oder !()li$o de $o#!or os danos o$asionados a ter$eiros. !or atos
!rati$ados !elos seus a"entes. no e/er$0$io das suas atri)uiçAes 5 art. 37. M 6º. CF
• resu#e5se na $o#!osição de danos. não se +ala e# res!onsa)ilidade !enal
• a"entes !()li$os R a"entes !ol0ti$os. ser%idores !()li$os e !arti$ulares e# $ola)oração $o#
o :stado.

- E6o)u&!o -
a* >K .ase , Irres!onsa)ilidade do :stado 5 SJ3e Pin" do not Tron"U

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)* @K .ase , Ves!onsa)ilidade $o# $ul!a. ou res!onsa)ilidade $i%il.
@ $ul!a !oderia re$air so)re o a"ente ou so)re o ser%içoD
5 'uando a @d#inistração não +a4 o 'ue de%eria.
5 'uando o ser%iço +un$ionou atrasado. 'uando de%eria +un$ionar a te#!o e
5 'uando +oi #al +eito

$* AK .ase , Ves!onsa)ilidade o)=eti%a
@ @d#inistração res!onde $o# )ase no $on$eito de ne/o de $ausalidade. 'ue $onsiste na relação de
$ausa e e+eito e/istente entre o +ato o$orrido e as $onse'L1n$ias dele resultantes
:/.D #orte do !reso e# !eniten$i-ria. $olisão de %e0$ulos de%ido 2 +al3a no se#-+oro.

- A #es"onsa'$)$dade o'4e+$6a se d$6$de e/0
I* ris$o inte"ral , o :stado res!onde se#!re. inte"ral#ente. 'uando o$orrer danos a
ter$eiros. não se ad#ite a in%o$ação !elo :stado das $ausas
e/$ludentes da res!onsa)ilidade
II* ris$o ad#inistrati%o , o :stado não res!onde se#!re !or danos o$asionados a
ter$eiros. !ode# ser in%o$ados e/$ludentes da
res!onsa)ilidade e# de+esa do :stado.

- No B#as$)0
a* at& a CF de 1946 , res!onsa)ilidade su)=eti%a >$o# $ul!a*. Beste $onte/to 'ue +oi
editado o C?di"o Ci%il , art. 15 >1916*
)* de 46 e# diante , res!onsa)ilidade o)=eti%a

- Lue/ #es"ondeMMM
@ !essoa =ur0di$a. de direito !()li$o ou !ri%ado. 'ue res!onde !elos danos. !re=udi$ado de%e
a$ionar a !essoa =ur0di$a e não a !essoa +0si$a.

- Res"onde "e)o qu7MMM
Ves!onde# !elos danos 'ue seus a"entes. nessa 'ualidade. $ausare# a ter$eiros. desde 'ue e/ista
ne/o $ausal

5 Io=e. adota#os a res!onsa)ilidade o)=eti%a na #odalidade do ris$o ad#inistrati%o. !ois se ad#ite
e%)uden+es de res!onsa)ilidade 'ue sãoD
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a* $aso +ortuito e +orça #aior
)* $ul!a e/$lusi%a da %0ti#a

5 Re)a&Nes 4u#*d$as0
a* ter$eiro e :stado.
)* :stado e a"ente res!ons-%el >$a)e ação de re"resso*
5 Bão $a)e denun$iação da lide na !ri#eira relação
5 Bão se !ode a$ionar direta#ente o a"ente.

5 Dano ( $ara$ter0sti$asD
a* $erto , dano real. e/istente.
)* es!e$ial , a'uele 'ue !ode ser !arti$ulari4ado. a'uele 'ue não & "en&ri$o. 'ue atin"e u#a ou
al"u#as !essoas.
$* anor#al , a'uele 'ue su!era os !ro)le#as $o#uns. $orri'ueiros da so$iedade.


- Danos nu)ea#es ( art. 21. XXIII. $ 5 a res!onsa)ilidade $i%il !or danos nu$leares inde!ende da
e/ist1n$ia de $ul!a.
@s usinas 'ue o!era# $o# reator nu$lear de%erão ter sua lo$ali4ação de+inida e# lei +ederal. se# o
'ue não !oderão se instaladas.


I!.+-;+!6E, !A P-,P-I+(A(+
- 0undamentos:

a) supremacia do interesse público,
b) prática de ilegalidade (sanção).

Meios de interven>?o:
a) desapropria>?o
Ì) ordinária ou clássica
5 necessidade pública
5 utilidade e
5 interesse social
ÌÌ) extraordinária

b) limita>?o administrativa<
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c) servid?o administrativa<

d) reZuisi>?o<

e) tombamento5


V (+)AP-,P-IA6E,:
- Fases da desapropriação:
a) declaratória
b) executiva.

- Ìnstrumento: Decreto Expropriatório, ou lei de efeito concreto.

- Conteúdo obrigatório do decreto ou da lei:
a) fundamento legal que justifica a desapropriação,
b) identificação do bem que está sendo desapropriado, sob pena de ilegalidade,
c) destinação que vai ser dada ao bem.

- +Beitos:
a) submete o bem à força do Estado
b) fixa as condições em que o bem se encontrava,
c) o poder público passa a ter direito de entrar no bem
d) começo do prazo de caducidade (necessidade ou utilidade ÷ 5 anos e interesse social
÷ 2 anos.

- Exigência de contraditório e ampla defesa.

- -ito: em regra o ordinário, com algumas características especiais.

- ;alor da indeni&a>?o:
a) valor do bem com as benfeitorias que nele se encontram,
b) lucros cessantes,
c) danos emergentes,
d) juros moratórios e compensatórios,
e) correção monetária,
f) honorários advocatícios

- Modalidades:
a) por zona ou extensiva,
b) indireta,
c) para industrialização


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AA+!.+ P2B"IC,
 são todas as pessoas, vinculadas ou não ao Estado, que prestam serviço ao
mesmo, de forma permanente ou ocasional. Dividem-se:

a) aCentes políticos ÷ são os que ocupam os cargos principais na estrutura
constitucional, em situação de representar a vontade política do
Estado (ex. Presidente da República, deputados, juizes)

b) aCentes administrativos ÷ são os servidores públicos em geral, podem ser: civil ou
militares, bem como temporários
Ì) funcionários ÷ titularizam cargo e, portanto, estão submetidos ao regime
estatutário
ÌÌ) empregados ÷ titularizam emprego, sujeitos ao regime celetista. Ambos
exigem concurso.
III* te#!or-rio , art. 37. IX , !ara deter#inado te#!o. dis!ensa $on$urso !()li$o e
$a)e nas 3i!?teses de e/$e!$ional interesseQ

c) aCentes por colabora>?o ÷ são particulares que colaboram como poder público
voluntária ou compulsoriamente, ou também por
delegação. Equiparam-se a funcionários públicos para
fins penais e para responsabilidade por atos de
improbidade.
i) modo voluntário ÷ colaboram com o poder público pessoas que, em
situação de emergência, assumem funções públicas,
passam a ser funcionários de fato ou gestores de
negócio.
ÌÌ) modo compulsório ÷ colaboram pessoas que são requisitadas, como os
jurados e mesários eleitorais.
ÌÌÌ) por delegação ÷ colaboram pessoas para as quais foram atribuídos
serviços públicos, como os concessionários,
permissionários e autorizatários.

CA-A, P2B"IC, V conjunto de atribuições e responsabilidades cometidas a um
servidor.

- ClassiBica>?o:
a) carCo em comiss?o ÷ aquele ocupado transitoriamente com base no critério de
confiança
b) carCo eBetivo ÷ preenchido em caráter definitivo, sem transitoriedade. O seu
preenchimento se dá, em regra, por concurso público.
c) vitalício ÷ também preenchidos em caráter definitivo, sendo que seu ocupante
só pode ser desligado por processo judicial ou por processo
administrativo, assegurada à ampla defesa ÷ ex. magistratura, MP
d) de carreira ÷ aquele que faz parte de um conjunto de cargos com a mesma
denominação, escalonados em razão das atribuições e da
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responsabilidade.
e) isolado ÷ não integra carreira nenhuma

Provimento: ato que designa uma pessoa para titularizar um cargo público.
5 8ode a$onte$er das se"uintes #aneirasD

a) Inicial ÷ aquele que independe de relações anteriores do indivíduo com a
Administração Pública.
• dá-se, em regra, por concurso público, com a exceção do cargo em comissão e a
contratação por tempo determinado
• é ato complexo, por passa por várias etapas: concurso, nomeação, posse.
• só se aperfeiçoa com o efetivo exercício de suas funções, após passar por várias
etapas.
b) derivado ÷ aquele que se verifica quando ocorre a titularização de um cargo por
um indivíduo que já se encontra na estrutura da Administração, não
depende de concurso público, é possível concurso interno.

÷ Modalidades de provimento derivado:

1) horizontal ÷ não implica elevação, ascensão funcional, pode ser verificar por
alguns instrumentos:
Ì) transBerência ÷ é a passagem da pessoa de um cargo para outro
sem elevação funcional
ÌÌ) readapta>?o ÷ passagem de um cargo para outro, sem elevação
funcional, compatível com a limitação sofrida pela
pessoa
ÌÌÌ) remo>?o ÷ é o deslocamento do indivíduo de um cargo para
outro, sem ascensão funciona, dentro do mesmo
órgão

2) vertical ÷ passagem de um cargo para outro, implicando em ascensão funcional
Ì) promo>?o ÷ passagem de um cargo para outro dentro da
mesma carreira,

-einCresso = provimento derivado, retorno ao serviço ativo do servidor que estava
dele desligado, pode ser:
a* #e$n+e2#a&!o , & a re$ondução do ser%idor ao #es#o $ar"o de 'ue +ora de#itido. $o# o
!a"a#ento inte"ral dos %en$i#entos e %anta"ens do te#!o e# 'ue este%e
a+astado. u# %e4 re$on3e$ida a ile"alidade da de#issão e# de$isão =udi$ial
ou ad#inistrati%a
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bX recondu>?o ÷ o servidor estável retorna ao cargo anteriormente ocupado em
decorrência de inabilitação em estágio probatório relativo a outro
cargo ou de reintegração do anterior ocupante - art. 29 da Lei
8.112/90

c) revers?o - ocorre o retorno do inativo (aposentado) ao mesmo cargo ou ao cargo
resultante de sua transformação ou simplesmente ao serviço, como
excedente (na terminologia da lei), se o antigo cargo estiver provido,
quando, por junta médica oficial, forem declarados insubsistentes os
motivos da aposentadoria - art. 25 e 26 da Lei 8.112/90

d) aproveitamento ÷ é o retorno obrigatório à atividade do servidor em
disponibilidade, em cargo de atribuições e remuneração
compatíveis com o anteriormente ocupado - art. 30 da mesma
lei.

d) readmiss?o ÷ a reintegração decorrente de ato administrativo ÷ o retorno do
funcionário ao serviço público quando anulada administrativamente
sua desinvestidura.

- (esinvestidura de cargo ou emprego
a) demissão ÷ é a punição por falta grave,
b) exoneração ÷ pode ser:
Ì) a pedido do interessado
ÌÌ) de ofício nos cargos em comissão
ÌÌÌ) motivada (ex. durante o estágio probatório, insuficiência de desempenho)
c) dispensa ÷ ocorre em relação ao admitido pelo regime da CLT quando não há
justa causa.


- ;ac]ncia = abertura de um cargo antes preenchido.
5 ;$"3+eses0
a) exoneração,
b) demissão,
c) promoção,
c) transferência,
d) aposentadoria e falecimento.



5 Altera>@es da +menda 1'
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1) Princípios: legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eBiciência5
5 Co# a e+i$i1n$ia o 'ue se !ro$ura & a e/$el1n$ia do ser%idor e do ser%iço !()li$o.
- Permite ao usuário fiscalizar diretamente o serviço público
- Para o servidor a eficiência ser apresenta sob as causas:
a) aZuisi>?o da estabilidade - prova e suficiência de conhecimentos
b) freqüência a cursos de escolas do governo
c) perda da estabilidade, por se revelar incapaz para o serviço público.
• Visa também a racionalização da máquina administrativa - O poder público não
poderá gastar com pessoa mais de 60% do que arrecada com impostos.

2) Princípio especíBico da acessibilidade ÷ art. 37, Ì - brasileiros (natos e
naturalizados) e estrangeiros, nos termos
da lei, com exceção dos cargos privativos
de brasileiros natos ÷ art. 12, § 3º
• o art. 37, Ì é norma de eficácia contida ÷ gera efeitos imediatos e admite lei
posterior que restrinja sua eficácia, portanto, enquanto não vier a lei o acesso para
estrangeiros será livre.
• a lei poderá ser: federal, estadual ou municipal

3* .o#/a de In2#esso -
a* onu#so ":')$o ( #e2#a 2e#a) ( "a#a0
5 a#2o , re"i#e estatut-rio >& o 'ue #el3or se ade'uai. #as não & o (ni$o*
5 e/"#e2o , re"i#e da C6J >não & id1nti$o ao da ini$iati%a !ri%ada*
5 A e/enda >H e%+$n2u$u o #e2$/e 4u#*d$o :n$oO

• $on$urso de%er- serD de !ro%as ou de !ro%as e t0tulos. de a$ordo $o# a nature4a e a
$o#!le/idade do $ar"o ou e#!re"oU >:C , 19*

)* a#2o e/ o/$ss!o , li%re no#eação. li%re e/oneração

$* on+#a+a&!o +e/"o#-#$a , art. 37. IX , s? & !oss0%el !ara +a4er +rente a u#a e/$e!$ional
situação de e#er"1n$ia. e/ , !essoal !ara $o#)ate 2 den"ue

4* P#a=o de 6a)$dade do onu#so 5 at& dois anos. ad#itida u#a !rorro"ação !or i"ual
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!er0odo.
• @ !re%isão de%e $onstar do edital.
• ;urante o !ra4o de %alidade. a @d#inistração não est- o)ri"ada a $ontratar. #as o a!ro%ado
te# o direito de não ser !reterido +rente a no%os $on$ursandos.


Es+a'$)$dade - "arantia o+ere$ida ao ser%idor 'ue l3e asse"ura a !er#an1n$ia no ser%iço
!()li$o atendidas 2s e/i"1n$ias esta)ele$idas !ela Constituição.

5 D$,e#en+e de 6$+a)$$edade R & a "arantia de !er#an1n$ia no $ar"o. & u# a$r&s$i#o 2 esta)ilidade
>e/. <8. <a"istratura. se ad'uire a!?s os dois anos de est-"io !ro)at?rio*

5 Requ$s$+os "a#a se adqu$#$# a es+a'$)$dade0
a* no#eação e# $ar-ter e+eti%o.
)* 'ue o indi%0duo ten3a ultra!assado o est-"io !ro)at?rio. 'ue & de 3 anos >e/$eto !ara <8 e
Wui4*
$* a!ro%ação e# !ro%a de $on3e$i#entos ou dese#!en3o.

5 al$an$e da esta)ilidade & do ser%iço e não do $ar"o

5 Pe#da da es+a'$)$dade 5 art. 41. M 1ºD
a* e# %irtude de sentença =udi$ial transitada e# =ul"ado.
)* #ediante !ro$esso ad#inistrati%o e# 'ue l3e se=a asse"urada 2 a#!la de+esa.
$* #ediante !ro$edi#ento de a%aliação !eri?di$a de dese#!en3o. na +or#a da lei
$o#!le#entar. asse"urada a a#!la de+esa.
d* !or e/$esso de 'uadros ,

• li#ite de des!esa & de 60 X do 'ue arre$ada# os :stados , art. 169 e 6C 82795 5
Med$das0
I* redução e# !elo #enos 20X das des!esas $o# $ar"os e# $o#issão e +unçAes de $on+iança.
II* e/oneração dos ser%idores não est-%eis.
• se estas #edidas adotadas não +ore# su+i$ientes !ara asse"urar o $u#!ri#ento da
deter#inação da lei $o#!le#entar. o ser%idor est-%el !oder- !erder o $ar"o. desde 'ue ato
nor#ati%o #oti%ado de $ada u# dos 8oderes es!e$i+i'ue a ati%idade +un$ional. o ?r"ão ou
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unidade ad#inistrati%a o)=eto da redução de !essoa 5 art. 169. M 4º Q
• +ar- =us a indeni4ação 5 M 5ºQ
• o $ar"o o)=eto da redução $onsidera5se e/tinto. sendo %edada 2 $riação do $ar"o. e#!re"o
ou +unção $o# atri)uiçAes i"uais ou asse#el3adas !elo !ra4o de 4 anos
• %ide art. 247 da CF


Acumula>?o V art. 37, XVÌ e XVÌÌÌ, CF - a regra geral proíbe a acumulação
remunerada de cargos, exceto:
a) quando houver compatibilidade de horários,
b) que acumulação não ultrapasse os subsídios recebidos pelos Ministros do STF,
c) que recaia em uma das seguintes hipóteses:
Ì) dois cargos de professor
ÌÌ) professor com outro técnico científico
ÌÌÌ) dois cargos de médico.
• há outras situações de legislação específica ÷ ex.: juiz e professor.
 )e Bor mandato eletivo: ao servidor público da administração direta,
autárquica e fundacional, no exercício de mandato eletivo, aplicam-se as seguintes
regras:
a) mandato eletivo fed. est. e distrital ÷ ficará afastado do cargo, emprego ou
função
b) prefeito ÷ afastado do cargo, emprego ou função, sendo-lhe facultado optar pela
remuneração
c) vereador ÷ havendo compatibilidade de horário, perceberá as vantagens
de seu cargo, emprego ou função sem prejuízo da
remuneração do cargo eletivo, não sendo compatível aplica-se
o artigo anterior
• o afastamento é computado com tempo serviço, com todos os efeitos, exceto
promoção por merecimento


Aposentadoria _+C 20Q':X ÷ é a garantia de inatividade remunerada reconhecida aos
servidores que já prestaram longos anos de serviço, ou
se tornaram incapacitados para suas funções
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a) acumula>?o: regra geral: não se admite a acumulação de vencimentos e proventos
exceção: médicos, professores, cargos eletivos e cargos em comissão é possível
acumular desde que o valor não ultrapasse o teto (art. 37, XÌ)

b) Art5 80 da C0

Ì) Ìnvalidez de caráter permanente que impeça o indivíduo de continuar exercendo suas
atividades
- proventos podem ser:
1) integrais ÷ se a invalidez decorre de acidente em serviço, moléstia profissional ou
doença grave, contagiosa ou incurável, ou
2) proporcionais ÷ proporcionais ao tempo de contribuição

ÌÌ) compulsória: fato gerador = atingimento do limite de idade = 70 anos
- proventos proporcionais ao tempo de contribuição

ÌÌÌ) voluntária ÷ requerida pelo servidor que cumprido tempo mínimo de dez anos de
efetivo exercício no serviço público e cinco anos no cargo efetivo em que se dará a
aposentadoria

- a EC trocou o critério de tempo de serviço por tempo de contribuição

- se o servidor com mais de 10 anos de serviço e que não tenha tempo mínimo de 5 anos
em determinado cargo efetivo ou vitalício dar-se-á com base no cargo anterior, desde que
nele tenha aquele tempo mínimo; caso contrário, o cargo inicial servirá de cálculo para o
benefício.

- Nas seguintes condições:

1) proventos integrais
- 60 anos de idade e 35 anos de contribuição ÷ se homem e
- 55 anos de idade e 30 anos de contribuição ÷ se mulher

2) proventos proporcionais (ao tempo de contribuição)
- 65 anos de idade ÷ se homem
- 60 anos de idade ÷ se mulher
- não existe mais a antiga aposentadoria proporcional ÷ homem 30 e mulher 25.


- Aposentadoria especial
Características:
a) aposentadoria voluntária
b) com proventos integrais
c) professor que comprove exclusivamente tempo de efetivo exercício das funções de
Magistério
d) só magistério infantil, ensino fundamental e médio (excluídos desta aposentadoria os
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professores universitários)
e) limites de idade - 55 anos de idade ÷ se homem e
- 50 anos de idade ÷ se mulher


- Aplicabilidade das mudan>as:
a) as regras valerão para aqueles que ingressarem na estrutura da Administração Pública
após a promulgação da Emenda

b) grupo de servidores que já estavam no mercado de trabalho e que já preencheram os
requisitos anteriores para se aposentar ÷ até a data da promulgação da emenda ÷ aplica-
se à regra do direito adquirido (emenda é fruto de poder derivado, sofre limitações)

c) grupo de servidores que estão no mercado de trabalho, mas que preenchem os
requisitos para aposentadoria ÷ não podem invocar o direito adquirido - regras de
transição previstas no art. 9º do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias


- Proventos : e as pensões não poderão exceder à remuneração do respectivo servidor
no cargo efetivo ÷ art. 40, § 2º
- serão calculados com base nos proventos da remuneração do servidor no cargo efetivo
em que se der a aposentadoria - § 3º
Revisão dos proventos: os valores das aposentadorias e pensões, obedecido o limite
do art. 37, XÌ, serão revistos na mesma proporção e na mesma data em que se modificar
a remuneração dos servidores em atividade, sendo estendidos aos aposentados e
pensionistas quaisquer benefícios ou vantagens posteriormente concedidos aos
servidores em atividade. - § 8º

- -evers?o e cassa>?o da aposentadoria :
a) reversão ÷ é o retorno do inativo ao serviço, em face de cessação dos motivos que
autorizam a aposentadoria por invalidez.
b) cassação é penalidade assemelhada à demissão, por acarretar a exclusão do infrator
do quadro dos inativos e, conseqüentemente, a cessação dos pagamentos de seus
proventos.

- Pens?o por morte ÷ o benefício será igual ao valor dos proventos do servidor falecido
ou ao valor dos proventos a que teria direito servidor em atividade na data do seu
falecimento ÷ art. 40, § 7º


)istema remuneratWrio da Administra>?o direta e indireta para os servidores da
ativa

- Características Cerais:
1) sujeito ao princípio da reserva legal específica
2) assegurada à revisão geral anual dos subsídios e vencimentos, sempre na mesma data
e sem distinção índices, assegurou a irredutibilidade real e não apenas nominal do
subsídio e dos vencimentos.
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3) a EC 19 criou o teto geral e obrigatório no âmbito da Administração direta autárquica e
fundacional, estipulando que os subsídios, os vencimentos, os salários e os proventos,
pensões e outra espécie remuneratória, percebidos cumulativamente ou não, incluídas as
vantagens pessoas ou de qualquer outra natureza, não poderão exceder o subsídio
mensal, em espécie, dos Min. Do STF ÷ art. 37, XÌ
4) o teto geral será fixado por lei de iniciativa conjunta dos Presidentes da República, da
CD, do SF e do STF que, por curiosidade, mas por evidente cautela está sujeita à sanção
do chefe do Executivo ÷ art. 48.
5) os vencimentos também ficam sujeitos a um teto entre os vencimentos dos cargos
pertencentes aos Poderes, que corresponde àqueles pagos pelo Executivo ÷ art, 37, XÌÌ.
6) os salários dos empregados públicos das empresas públicas e das sociedades de
economia mista , e suas subsidiárias, só estarão submetidas ao teto geral se as pessoas
jurídicas receberem recursos do poder público.
7) os direitos assegurados no art. 39, § 3º - 13º salário, 1/3 de férias não estão incluídos
no teto geral


- Compreende as seCuintes modalidades:

a) )/B)3(I, é uma modalidade de remuneração, fixada em parcela única, paga
obrigatoriamente aos detentores de mandato eletivo (Senador,
Deputado Federal, Estadual, Vereador, Presidente, Vice-Presidente,
Governador , Vice-Governador, Prefeito e Vice-Prefeito) e aos demais
agentes políticos (Ministros de Estado, Secretários Estaduais e
Municipais, os membros da Magistratura e o MP e Ministros e
Conselheiros dos Tribunais de Contas). (arts 39, § 4º, 49, VÌÌ e VÌÌÌ, e
73, § º, c/c os arts. 75, 95, ÌÌÌ e 128, § 5º, Ì, e)
- aCente político (membro de poder, detentor de mandato eletivo, ministros de Estado,
Secretários Estaduais e Municipais) ÷ tem como única modalidade de remuneração
cabível, enquanto que os demais agentes públicos poderão ter remuneração.

b) -+M/!+-A6E, V

Ì) vencimentos - (no plural) ÷ é espécie de remuneração e corresponde à soma dos
vencimentos e das vantagens pecuniárias, constituindo a retribuição pecuniária devida ao
servidor pelo exercício do cargo público.
- vencimento (no singular) ÷ corresponde ao padrão do cargo público fixado em lei (salário
base)
- vencimentos - salário padrão do cargo acrescido dos demais componentes do sistema
remuneratório do servidor público da Administração direta, autárquica e fundacional.

ÌÌ) salário - pago aos empregados públicos da Administração direta e indireta regidos pela CLT, titulares de
empregos públicos e não de cargos públicos.
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Lei nº 7502 de 20 de dezembro de 1990 de Belem
DISPÕE SOBRE O ESTATUTO DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE BELÉM.

TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - Esta Lei institui o Estatuto dos Funcionários Públicos do Município de Belém. Art. 2º - As disposições desta Lei constituem o regime jurídico único aplicável aos funcionários de qualquer categoria do Município de Belém, suas autarquias e fundações. Art. 3º - Para efeito desta Lei, funcionário é a pessoa legalmente investida em cargo público. Parágrafo Único - Equipara-se também a funcionário o pessoal contratado por tempo determinado para exercer função decorrente de necessidade temporária de excepcional interesse público, sujeitando-se ao regime estatutário previsto nesta Lei. Art. 4º - Cargo público, como unidade básica da estrutura organizacional, é o conjunto de atribuições e responsabilidades cometidas a um funcionário, mediante retribuição padronizada e paga pelos cofres públicos. § 1º - Os cargos públicos, acessíveis a todos os brasileiros, são criados por Lei, com denominação própria e em número certo, para provimento em caráter efetivo ou em comissão. § 2º - As funções temporárias são criadas por ato administrativo de gestão, nas situações especificas dos casos previstos em lei, e terão existência por tempo determinado,extinguindo-se automaticamente ao termo do prazo estabelecido ou com a cessação do estado de necessidade de que resultarem. Art. 5º - Os cargos de provimento efetivo da administração pública municipal direta, das autarquias e fundações públicas serão organizados e providos em carreiras. Art. 6º - Quadro é o conjunto de cargos efetivos e em comissão e de funções gratificadas, integrantes das estruturas dos órgãos do Município, das autarquias e das fundações públicas municipais. Art. 7º - O sistema de carreira dos funcionários municipais deverá observar as diretrizes estabelecida nesta Lei. Art. 8º - E proibida a prestação de serviços gratuitos, ressalvada a participação em órgãos de deliberação coletiva para os quais lei exija gratuidade.

TÍTULO II DO PROVIMENTO, VACÂNCIA, REDISTRIBUIÇÃO E SUBSTITUIÇÃO

Capítulo I DO PROVIMENTO

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Seção I Das Disposições Gerais Art. 9º - São requisitos básicos para o ingresso no serviço público do Município de Belém: I - a nacionalidade brasileira ou equiparada; II - o gozo dos direitos políticos; III.- a quitação com as obrigações militares e eleitorais; IV - o nível de escolaridade exigido para o exercício do cargo; V - a idade mínima de dezoito anos; e VI - ser julgado apto em inspeção de saúde por serviço médico competente. Parágrafo Único - Às pessoas portadoras de deficiência é assegurado o direito de se inscrever em concurso público para provimento de cargo cujas atribuições sejam compatíveis com a deficiência de que são portadoras, para as quais serão reservadas até vinte por cento das vagas oferecidas no concurso. Art. 10 - O provimento dos cargos públicos municipais far-se-á por ato administrativo de gestão. Art. 11 - A investidura em cargo público ocorrerá com a posse. Parágrafo Único - A investidura em função temporária ocorrerá nos termos e condições da respectiva contratação. Art. 12 - São formas de provimento em cargo público: I - nomeação; II - ascensão; III - transferência; IV - readaptação; V - reversão; VI - aproveitamento; VII - reintegração; e VIII - recondução Seção II Da Nomeação Art. 13 - A nomeação far-se-á: I - em caráter efetivo, quando se tratar de cargo de provimento efetivo; ou II - em comissão, para cargos de confiança, de livre exoneração. Art. 14 - A nomeação para cargo de provimento efetivo depende de prévia habilitação em concurso público de provas ou de provas e títulos, obedecida a ordem de classificação e o prazo de sua validade. Parágrafo Único - Os demais requisitos para o ingresso e o desenvolvimento do funcionário na carreira, mediante progressão e ascensão funcional, serão estabelecidos em lei específica. Art. 15 - O concurso será de provas ou de provas e títulos, conforme dispuser o regulamento. § 1º - Será de provas ocupacionais o concurso público de provimento dos cargos para cujo desempenho a lei não exija qualquer nível de escolaridade. § 2º - Qualquer que seja o tempo de serviço, o funcionário que tiver ingressado no serviço público mediante concurso de provas ocupacionais terá ascensão funcional através de processo seletivo interno. Art. 16 - O concurso público terá validade de dois anos, podendo ser prorrogado uma única vez, por igual período. Parágrafo Único - O prazo de validade do concurso e as condições de sua realização serão fixados em edital, que será publicado no Diário Oficial do Município.

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da data da posse. 19 .O funcionário não poderá ausentar-se do Estado sem autorização superior. § 1º . contados: I . § 2º . § 4º . § 4º . o prazo será contado do término do impedimento. § 4º .O exercício do mandato eletivo federal. ao Município.apostile. § 1º . por trinta dias. § 3º .Os prazos deverão ser prorrogados.Posse é a aceitação expressa das atribuições. ressalvada a hipótese do ressarcimento das despesas havidas com o seu afastamento.A não entrada em exercício. com prejuízo do vencimento ou remuneração. o funcionário nomeado para o cargo de provimento efetivo ficará sujeito a estágio probatório por período de até dois anos.O servidor autorizado a afastar-se para estudo em área do interesse do serviço público. Art. somente decorrido igual período será permitida nova ausência. finda a missão ou estudo. § 6º . § 5º . fora do Município. para os funcionários vinculados ao Poder Legislativo.Se a posse não se concretizar dentro do prazo. § 3º .O prazo inicial para a posse deverá ser prorrogado em até cento e vinte dias. o prazo para o exercício do servidor em férias ou em licença será contado a partir do termo final desses eventos. Art. § 1º . Estados. 17 . emprego ou função pública. observados os seguintes requisitos: 4 www.com. continuará ele afastado até o cumprimento total da pena.Exercício é o efetivo desempenho das atribuições do cargo.É de trinta dias o prazo para o servidor entrar em exercício. com ônus para os cofres municipais. para os funcionários vinculados ao Poder Executivo.O servidor efetivo. durante o qual sua aptidão e capacidade serão objeto de avaliação para desempenho do cargo. obrigatoriamente. estadual ou distrital determina o afastamento do cargo. com direito a dois terços do vencimento ou remuneração.O afastamento para estudo ou cumprimento de missão especial poderá ser autorizado até o limite de quatro anos e. nos demais casos. salvo se já fornecidas anteriormente. § 2º .br . nos casos de estudos ou missão especial com ou sem vencimentos. direitos e responsabilidades inerentes ao cargo público. Art.Em se tratando de funcionário em licença ou em qualquer outro afastamento legal.Ao entrar em exercício.da data da publicação oficial do ato. deverá seqüentemente prestar serviço. e II . emprego ou função. com o compromisso de bem servir.A posse poderá se realizar mediante procuração. ou a sua interrupção por mais de trinta dias. o ato de provimento será tornado sem efeito. 20 . mediante a sua concordância. § 2º . Distrito Federal e outros Municípios.Na transferência.A ausência do País dependerá de autorização do Prefeito.Ao funcionário beneficiado pelo disposto neste artigo não será concedida exoneração ou licença para tratar de interesse particular antes de decorrido período igual ao da ausência.No ato da posse o funcionário apresentará. § 5º .Na condenação criminal transitada em julgado. no caso de nomeação.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . além de outros documentos comprobatórios da satisfação das condições exigidas para investidura no cargo. desde que observada a reciprocidade. é tipificada como abandono de cargo. § 3º . e de autorização da Comissão Executiva da Câmara Municipal. por igual período. se esta não for determinante da demissão. declaração de bens e valores que constituem seu patrimônio e declaração sobre o exercício de outro cargo. formalizada com a assinatura do termo pela autoridade competente e pelo empossado.IPAMB Art. § 7º . a requerimento do interessado. poderá ser colocado à disposição de qualquer órgão da administração direta ou indireta da União.Só haverá posse nos casos de provimento de cargo público por nomeação e ascensão funcional § 6º . a requerimento do interessado. deveres. 18 . com ou sem ônus para o Município de Belém.

22 . transferido. quando habilitado em concurso público.disciplina.A ascensão não interrompe o tempo de serviço. II . e nem obter as licenças constantes nos incisos VI.O funcionário adquirirá estabilidade após dois anos de efetivo exercício. Parágrafo Único . 26 . sem prejuízo dos vencimentos.Através de ato. Art. 24 . e II .mediante comunicação de três dias. § 4º . se houver justa causa por falta apurada em sindicância sumária.br . se tiver cessado o estado de necessidade que determinou sua contratação. Seção III Do Desenvolvimento na Carreira Art. X e XI do artigo 93. Art. removido.O funcionário estável somente poderá ser demitido em virtude de sentença judicial transitada em julgado ou mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa. e IV . Art. reclassificado ou posto à disposição de outros órgãos ou entidades. 27 .IPAMB I .Progressão funcional far-se-á pela elevação automática do funcionário à referência imediatamente superior na escala de vencimento do cargo. que contado no novo posicionamento na carreira.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém .apostile. no prazo de oito dias contados da ciência do funcionário.O desenvolvimento na carreira dar-se-á por: I .O servidor que não estiver no exercício do cargo.sem comunicação prévia.produtividade. § 3º . redistribuído. o Poder Executivo e o Poder Legislativo darão a conhecer o numero de vagas destinadas à ascensão funcional. não concorrerá à ascensão funcional.ascensão funcional. § 2º .Decorrido o prazo previsto no parágrafo anterior sem a interposição de recurso.Ascensão funcional far-se-á pela elevação do funcionário de cargo da categoria funcional a que pertencer para cargo da referência inicial de categoria mais elevada. deverá manifestar-se sobre o atendimento. 23 . ouvido o corpo funcional do setor.O pessoal admitido para funções temporárias poderá ser dispensado antes do prazo estabelecido: I . Art. pelo mesmo. dos requisitos fixados pelo estágio.progressão funcional. 28 .Da avaliação desfavorável cabe recurso com efeito suspensivo.com. Art. Art.Até o fim do período de dezoito meses.idoneidade moral. ressalvadas as hipóteses consideradas como de efetivo exercício. não sendo o funcionário considerado habilitado no estágio. Seção IV 5 www. Art. III .O funcionário não poderá ser promovido. o chefe direto do funcionário. o mesmo será exonerado. II . durante o período do estágio. Parágrafo Único . 25 . § 1º . 21 .assiduidade. a partir da data da publicação do ato que ascender o funcionário.A ascensão funcional dependerá de aprovação em concurso seletivo interno de provas ou de provas e títulos.

em cargo de atribuições e vencimentos compatíveis com o anteriormente ocupado. Seção V Da Readaptação Art. 36 . e II . Art. 30 . quando comprovadamente forem declaradas insubsistentes as razões determinantes da aposentadoria.Em qualquer hipótese.Aproveitamento é o reingresso à atividade de funcionário em disponibilidade.Havendo interessados em maior número que o de vagas. a readaptação não poderá ser deferida se acarretar aumento da remuneração do readaptando.A transferência dar-se-á: I .apostile.Se não houver possibilidade de readaptação. terá o funcionário direito à diferença. 37 . Art. Seção VI Da Reversão Art.Se o aproveitamento se der em cargo de padrão inferior ao provento da disponibilidade. Parágrafo Único . a seleção será feita através do critério antigüidade. § 4º . o funcionário será aposentado. 34 . § 3º . 31 . 32 . Art.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém .A reversão far-se-á no mesmo cargo ou no cargo resultante de sua transformação.br . 29 .O funcionário readaptado perde definitivamente sua vinculação com o cargo anteriormente exercido. no âmbito do Município.Reversão é o retorno ao serviço ativo de funcionário aposentado por invalidez. Art.Não poderá reverter o aposentado que alcançar o limite da idade para aposentadoria compulsória. § 2º .com. o funcionário estável ficará em 6 www. Seção VII Do Aproveitamento Art. 35 .a pedido.O aproveitamento será obrigatório quando restabelecido o cargo de cuja extinção decorreu a disponibilidade.Transferência é a passagem do funcionário estável de cargo efetivo para outro de igual denominação e vencimento. a parcela será paga como diferença pessoal permanente.Readaptação é a forma de provimento do funcionário em cargo de atribuição e responsabilidades compatíveis com a limitação que tenha sofrido em sua capacidade física ou mental. Art. ouvido o servidor. § 1º .IPAMB Da Transferência Art. pertencente a quadro de pessoal diverso.Se a readaptação for deferida em cargo cuja remuneração seja menor que a remuneração antes percebida pelo readaptando.de ofício. atendida a conveniência do serviço. verificada em inspeção médica. § 1º . no interesse da administração.Extinto o cargo ou declarada a sua desnecessidade. 33 . § 2º .Será admitida a transferência de funcionário ocupante de cargo de quadro em extinção para igual situação em quadro de outro órgão ou entidade.

Será tornado sem efeito o aproveitamento e cassada a disponibilidade se o funcionário não entrar em exercício no prazo legal. IV . ou. o seu eventual ocupante será reconduzido ao cargo de origem.IPAMB disponibilidade. 41 . Parágrafo Único .Recondução é o retorno do funcionário estável ao cargo anteriormente ocupado. Art. 38 .Se julgado apto. no cargo resultante. sem direito à indenização ou aproveitado em outro cargo. CAPITULO II DA VACÂNCIA Art. observado o disposto no artigo 36. 42 . Parágrafo Único . III . V .A exoneração dar-se-á a pedido do funcionário ou de ofício.Encontrando-se provido o cargo. II .com. Seção VIII Da Reintegração Art.aposentadoria. Seção IX Da Recondução Art.A reintegração será feita no cargo anteriormente ocupado e.O aproveitamento dependerá de prévia comprovação da capacidade física e mental do funcionário. Art.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém .demissão.A vacância do cargo ocorrerá de: I .falecimento. Art. salvo por doença comprovada por junta médica pericial do Município. o funcionario sera aproveitado em outro.readaptação. 44 . se este houver sido transformado. 39 . § 2º . por junta médica pericial do Município. ainda.exoneração.apostile. o funcionário assumirá o exercício do cargo no prazo de trinta dias. e VII .Encontrando-se provido o cargo de origem. 40 . posto em disponibilidade remunerada.Reintegração é a reinvestidura do funcionário estável no cargo anteriormente ocupado.A exoneração de ofício ocorrerá: 7 www. o funcionário em disponibilidade será aposentado no cargo que anteriormente ocupava.Verificada a incapacidade definitiva. VI . § 1º .ascensão. Parágrafo Único .br . com proventos proporcionais ao tempo de serviço. quando invalidada a sua demissão por decisão administrativa ou judicial.transferência. com ressarcimento de todas as vantagens. Art. 43 . contados da publicação do ato de aproveitamento.

A redistribuição ocorrerá para o ajustamento de quadros de pessoal às necessidades dos serviços. serao colocados em disponibilidade ate o seu aproveitamento.br . a pedido ou de ofício. § 1º . § 2º .O substituto fará jus à diferença da remuneração do cargo ou à gratificação de função respectiva.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . CAPITULO IV DA SUBSTITUIÇÃO Art. na forma. Art. em caso de omissão.IPAMB I .Nos casos de extincao de orgao ou entidade. Art. deste artigo. III .quando da investidura do funcionário em outro cargo de provimento efetivo. 46 . VANTAGENS E OBRIGAÇÕES Capítulo I DA JORNADA DE TRABALHO Art.A jornada de trabalho não poderá ser superior a 40 nem inferior a 20 horas semanais.quando não satisfeitas as condições do estágio probatório. para quadro de pessoal de outro órgão ou entidade cujos planos de cargos e vencimentos sejam idênticos. quando se tornar indispensável tal providencia em face das necessidades de serviço. com o respectivo cargo. os ocupantes de cargo em comissão terão substitutos indicados no regimento interno ou em ato regulamentar e.quando se tratar de cargo em comissão.Nas hipóteses consideradas necessárias. pagas na proporção dos dias de efetiva substituição.apostile. § 2º . 45 .Haverá substituição.com. os funcionarios que nao puderem ser redistribuidos. TÍTULO III DOS DIREITOS.A vacância de função gratificada dar-se-á por dispensa. observando sempre o interesse da administração § 1º . ou por destituição. CAPÍTULO III DA REDISTRIBUIÇÃO Art.A jornada de trabalho será cumprida no expediente que a administração municipal estabelecer para o funcionamento das repartições.quando o funcionário não assumir o exercício do cargo no prazo legal. no caso de impedimento legal ou afastamento do titular de cargo em comissão ou função gratificada.Redistribuição é a movimentação do funcionário. 47 .O substituto indicado assumirá automaticamente o exercício do cargo nos afastamentos e impedimentos do titular. Citado por 1 Art. na forma que dispuser a lei ou norma regulamentar. 49 . II . 50 . na forma do artigo 36. inclusive nos casos de reorganização. 48 . serão previamente designados. extinção ou criação de órgão ou entidade. IV . 8 www.

seqüestro ou penhora exceto nos casos de prestação de alimentos de homologação ou decisão judicial. 56 .A duração do trabalho poderá ser prorrogada a critério da administração. da Constituição Federal e no artigo 18. Art. poderá haver consignação em folha de pagamento a favor de terceiros. CAPÍTULO II DO VENCIMENTO E DA REMUNERAÇÃO Art. a critério da administração. exonerado. 53 .As reposições e indenizações ao Município serão descontadas em parcelas mensais e não excedentes à décima parte da remuneração ou provento. 54 . § 1º . § 2º . 51 . poderá ser estabelecido horário para a prestação do trabalho. quando requeridas no dia útil subseqüente.IPAMB § 1º . 55 . 60 .a remuneração dos dias que faltar ao serviço.A retribuição do pessoal admitido para funções temporárias será fixada no ato que determinar a admissão.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém .com.Salvo por imposição legal ou mandato judicial. Art. atendida a natureza do serviço. na forma prevista no § 2º do artigo 197. § 2º . 52 .Quando investido em cargo em comissão. na forma estabelecida em regulamento. domingos e feriados será estabelecida escala de revezamento.Mediante autorização do funcionário.O funcionário em débito com a Fazenda Municipal que for demitido.apostile. Art. auxílios e demais vantagens ou gratificações de caráter eventual não integram a remuneração. a remuneração e o provento não serão objeto de arresto. Art.Nos serviços que exijam trabalho aos sábados.Proventos são os rendimentos atribuídos ao funcionário em razão da aposentadoria ou disponibilidade. o funcionário deixará de perceber o vencimento de seu cargo efetivo. 58 . 57 . poderão ser abonadas pelo titular do órgão.O vencimento é irredutível e a remuneração obedecerá ao limite e princípios previstos no artigo 37.O vencimento. no caso de suspensão convertida em multa. Parágrafo Único . salvo nas hipóteses previstas no artigo 123. Art.O funcionário perderá: I . ou que tiver sua aposentadoria ou disponibilidade cassada. inciso XXII da Lei Orgânica do Município de Belém.As indenizações. 9 www.As faltas ao serviço.Vencimento é a retribuição pecuniária pelo desempenho efetivo do trabalho no exercício de cargo público e corresponde ao valor fixado em lei. terá o prazo de sessenta dias para quitá-lo. Parágrafo Único . em razão de causa relevante. Art.Em casos especiais.Não haverá vencimento nem retribuição inferior ao salário mínimo fixado em lei. e II . mediante retribuição pecuniária suplementar. nacionalmente unificado.Remuneração é o vencimento acrescido das gratificações e demais vantagens de caráter permanente atribuídas ao funcionário pelo exercício de cargo público Parágrafo Único . Art.A não quitação do débito no prazo previsto neste artigo implicará em sua inscrição na dívida ativa do Município.metade da remuneração.br . nenhum desconto incidirá sobre a remuneração ou provento. até o máximo de oito dias por ano. Art. não excedendo a uma por mês. 59 . inciso XV. não podendo ser superior ao vencimento dos cargos análogos. Parágrafo Único . Art. § 3º .

62 .com. e III . IV .adicionais. na forma prevista em regulamento. d) de elaboração de trabalho técnico especializado.Além do vencimento. 63 .gratificação natalina.por produtividade.por atividades especiais: a) de função. e VI .apostile. II . 61 .por serviço extraordinário.br .gratificação de permanência. V . e e) de fiscalização ou coordenação de processos seletivos. Art.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém .A gratificação devida ao funcionário convocado a prestar serviço em regime de tempo integral ou de dedicação exclusiva obedecerá às seguintes bases percentuais: 10 www. b) de localização especial de trabalho. c) pelo exercício de atividades em condições insalubres ou perigosas. quando convocado para prestação de serviços em regime especial de trabalho.indenizações. 64 . as seguintes vantagens: Citado por 1 I . na forma prevista em regulamento. Seção II Das Gratificações Art. II . comissionado ou em função gratificada.A gratificação de tempo integral ou de dedicação exclusiva será devida ao funcionário ocupante de cargo efetivo.gratificações. poderão ser atribuídas ao funcionário. na forma prevista em regulamento. e b) em dedicação exclusiva. Subseção I Da Gratificação por Regime Especial de Trabalho Art. na forma que dispuser o regulamento.Aos funcionários poderão ser concedidas as seguintes gratificações: I .IPAMB CAPÍTULO III DAS VANTAGENS DE ORDEM PECUNIÁRIA Seção I Das Disposições Gerais Art.por regime especial de trabalho: a) em tempo integral. III .

com. Art. § 2º .O direito à gratificação de insalubridade ou periculosidade cessa com a eliminação das condições ou dos riscos que deram causa a sua concessão. 67 .Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém .br . sendo vedada a percepção cumulativa. Subseção III Da Gratificação por Produtividade Art. 65 . 69 . observando os limites legais. na forma da lei. com carga horária mínima de duas horas. contribuir para o aprimoramento e incremento do serviço público. Parágrafo Único . Citado por 3 11 www. Art. Art. e II .Os funcionários a que refere o parágrafo anterior devem ser submetidos a exames médicos periódicos. 66 .A gratificação de função será fixada em lei e atribuída às atividades que indicar. Parágrafo Único . 71 . Subseção II Da Gratificação por Atividades Especiais Art.tempo integral: cinqüenta por cento do vencimento-base do cargo. § 1º .O funcionário que fizer jus às gratificações de insalubridade e de periculosidade deverá optar por uma delas.Os locais de trabalho e os funcionários que operem com raio X ou substâncias radioativas devem ser mantidos sob controle permanente. 68 . além da jornada normal de trabalho diária. § 1º . § 2º . de modo que as doses de radiação ionizante não ultrapassem o nível máximo previsto na legislação específica.dedicação exclusiva: cem por cento do vencimento-base do cargo. e em especial das atividades de arrecadação e fiscalização de tributos e outras rendas. em locais insalubres ou em contato permanente com substâncias tóxicas ou com risco de vida.Ao funcionário que exercer atividades. Subseção IV Da Gratificação por Serviço Extraordinário Art. com habitualidade. não sendo permitida a acumulação.O serviço extraordinário será remunerado com o acréscimo de cinqüenta por cento em relação à hora normal de trabalho. 70 . critérios.As condições para aferição.É vedado à funcionária gestante ou lactante o trabalho em atividades ou operações consideradas insalubres ou perigosas. Art. no desempenho de suas atribuições.A concessão da gratificação por regime especial de trabalho dependerá de prévia e expressa autorização do Prefeito ou da Comissão Executiva da Câmara Municipal.A gratificação por produtividade será concedida ao funcionário que. será concedida uma gratificação sobre o vencimento do cargo efetivo.apostile.VETADO. prazos ou formas de pagamento serão definidas em regulamento.IPAMB I .A gratificação de insalubridade por trabalho com raio X ou substâncias radioativas corresponde a quarenta por cento sobre o vencimento básico do funcionário.

80. Art.O recebimento da gratificação de tempo integral ou dedicação exclusiva excluirá a percepção cumulativa da gratificação por serviço extraordinário. em cada caso. 75 . Subseção V Da Gratificação Natalina Art.A gratificação natalina não poderá ser considerada como calculo de qualquer vantagem pecuniária.Somente será permitido serviço extraordinário para atender a situações excepcionais e temporárias.O exercício de cargo em comissão e de função gratificada impede o recebimento da gratificação por serviço extraordinário. IV . por mês de exercício no respectivo ano civil. até o máximo de doze. Art. respeitado o limite máximo de horas diárias. Seção III Dos Adicionais Art.A gratificação natalina corresponderá a um doze avos da remuneração devida em dezembro.A concessão da gratificação por serviço extraordinário dependerá.adicional de escolaridade. de ato expresso dos titulares dos órgãos municipais. III .adicional de turno. conforme se dispuser em regulamento. 77 . § 1º .Em situação de emergência. Parágrafo Único .com.IPAMB Parágrafo Único . nas seguintes proporções: 12 www.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém .A fração igual ou superior a quinze dias será considerada como mês integral. 78 . Art. 76 . Parágrafo Único . o limite para o desempenho de serviço extraordinário poderá ser elevado para o máximo de quatro horas nos dias úteis e de oito horas em dias de descanso obrigatório. II . O adicional por tempo de serviço será devido por triênio de efetivo exercício.adicional de férias. o valor da hora será acrescido de mais vinte por cento. no qual serão obrigatoriamente fixados o período e o serviço a ser prestado. Art.apostile. e V . previamente definida pelo Chefe do Poder Executivo.Em se tratando de serviço noturno. Art. 73 .Ao funcionário serão concedidos os adicionais: I .br .Os adicionais serão calculados sobre a remuneração do cargo.A gratificação natalina será paga até o dia vinte de dezembro de cada ano. 74 . 72 .adicional de cargo em comissão.adicional por tempo de serviço. Art. calculada sobre a remuneração do mês de exoneração. Parágrafo Único . 79 . Subseção I Do Adicional por Tempo de Serviço Art.O funcionário exonerado perceberá uma gratificação natalina proporcionalmente aos meses de efetivo exercício.

5% .60%.após trinta e quatro anos. Citado por 1 Parágrafo Único . Subseção III Do Adicional de Escolaridade Art.35%.na quantia correspondente a cem por cento.Independentemente de solicitação. II .50%. 5% . XI . 5% .com. calculado sobre o vencimento-base. III . VI .10%. ao titular do cargo para cujo exercício a lei exija habilitação correspondente à conclusão do grau universitário.No caso do funcionário ocupar cargo em comissão ou estar no exercício de função gratificada.aos dezoito anos. 5% .aos trinta anos.br . ao titular de cargo para cujo exercício a lei exija habilitação correspondente à conclusão do segundo grau do ensino oficial. 5% . 82 . Parágrafo Único . XII .O funcionário fará jus ao adicional a partir do mês em que completar o triênio. Art.15%. por ocasião das férias.na quantia correspondente a sessenta por cento. SubSeção II Do Adicional de Férias Art. um adicional de um terço da remuneração correspondente ao período de férias.45%.aos vinte e sete anos. 5% .aos trinta e três anos. 5% .55%. V . as respectivas vantagens devem ser consideradas no calculo do adicional de que trata este artigo.aos doze anos. 5% .aos vinte e um anos. será pago ao funcionário.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . IV .30%. 5% .aos nove anos. 5% .aos quinze anos.20%. desde que esta atividade não seja inerente ao exercício do cargo.25%. 83 . VII . II . será devido nas seguintes proporções: Citado por 2 I .aos vinte e quatro anos.O adicional de escolaridade.IPAMB I . independente de solicitação. VIII . III .na quantia correspondente a vinte por cento. X . 5% . 5%.aos seis anos.aos três anos. 81 .A gratificação pela docência em atividade de treinamento será atribuída ao servidor no regime hora-aula. Subseção IV 13 www.40%. IX . desde que fora do horário de expediente normal. ao titular de cargo para cujo exercício a lei exija habilitação correspondente conclusão do primeiro grau do ensino oficial.apostile.

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Do Adicional de Turno Art. 84 - O adicional de turno é a vantagem pessoal e eventual devida ao funcionário durante o tempo em que for submetido a: I - jornada de trabalho que deva ser desempenhada entre as vinte e duas horas de um dia e as cinco horas do dia seguinte, correspondendo a quarenta por cento do vencimento-base; II - trabalho aos sábados, domingos e feriados, em escala de revezamento, correspondente a vinte por cento do vencimento-base. Art. 85 - O adicional de turno, apesar de eventual, é devido nas férias e nas licenças remuneradas, se o funcionário houver desempenhado trabalho nas condições do artigo anterior, durante os últimos doze por cento meses. § 1º - Somente após três anos de percepção do adicional de turno a vantagem será incluída nos proventos da aposentadoria ou disponibilidade. § 2º - Se a aposentadoria resultar de acidente em serviço, o adicional de turno será incluído nos proventos, qualquer que seja o tempo de sua percepção. § 3º - VETADO.

Subseção IV Do Adicional de Cargo em Comissão Art. 86 - O funcionário efetivo nomeado para cargo em comissão, cessado esse exercício, fará jus a perceber, como vantagem pessoal, o adicional de que trata o inciso V, do art. 79, desta Lei, que corresponderá à quinta parte da diferença entre o vencimento do cargo efetivo e o vencimento do cargo em comissão, por ano de efetivo exercício, até o máximo de cinco quintos. Parágrafo Único - Quando mais de um cargo em comissão for exercido sem interrupção, no período anual aquisitivo, o adicional será calculado em relação ao vencimento do cargo mais elevado. Art. 87 - O adicional de que trata o artigo anterior aplica-se também ao exercente de função gratificada, tomando-se como base de cálculo a quinta parte do valor da respectiva gratificação, até o máximo de cinco quintos. Art. 88 - O funcionário que tiver adquirido direito ao máximo de cinco quintos fará jus à atualização progressiva de cada parcela do adicional, mediante a substituição de cada quinta parte mais antiga pela nova quinta parte, calculada em relação ao último vencimento ou gratificação, se aquele ou esta for superior. Art. 89 - A pena de destituição do cargo em comissão ou da função gratificada implicará, automaticamente, na perda da vantagem pessoal respectiva.

Seção IV Das Indenizações Art. 90 - O funcionário que, em missão oficial ou de estudo, se afastar da sede, em caráter eventual ou transitório, para outro ponto do território nacional ou do exterior, fará jus a passagens e diárias, para cobrir as despesas de pousada e alimentação. Parágrafo Único - A diária será concedida por dia de afastamento, sendo devida pela metade quando o deslocamento não exigir pernoite fora da sede. Art. 91 - O funcionário que receber indevidamente diárias será obrigado a restituí-las integralmente, no prazo de cinco dias, ficando ainda, se for o caso, sujeito a punição disciplinar.

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Art. 92 - No arbitramento das diárias será considerado o local para o qual foi deslocado o funcionário.

Capítulo IV DAS LICENÇAS

Seção I Das Disposições Gerais Art. 93 - Conceder-se-á ao funcionário licença: I - para tratamento de saúde; II - por motivo de acidente em serviço; III - por motivo de doença em pessoa da família; IV - à gestante; V - paternidade; VI - por motivo de afastamento do cônjuge; VII - para prestação de serviço militar; VIII - para atividade política; IX - para atividade sindical; X - a título de prêmio por assiduidade e comportamento; XI - para tratar de interesse particular. § 1º - As licenças previstas nos incisos I a IV serão precedidas de inspeção médica realizada pelo órgão competente do Município. § 2º - O funcionário não poderá permanecer em licença por período superior a vinte e quatro meses, salvo nos casos dos incisos VI, VII, VIII e IX. § 3º - É vedado o exercício de atividade remunerada durante o período das licenças previstas nos incisos I a IV deste artigo. § 4º - A licença concedida dentro de sessenta dias do término da anterior, da mesma espécie, será considerada como prorrogação. Art. 94 - O pessoal contratado para função temporária terá direito as licenças previstas nos incisos I, II, III, IV e V do artigo 93. § 1º - Na data do termo final do tempo previsto para admissão termina a vinculação do pessoal temporário com a administração municipal, cessando as licenças concedidas. § 2º - O disposto no parágrafo anterior não se aplica à licença por motivo de acidente em serviço, que somente cessará com o restabelecimento da capacidade física ou com a aposentadoria do licenciado. § 3º - Se do acidente resultar invalidez permanente, a licença será transformada em aposentadoria. § 4º - Os demais motivos de licença, previstos no artigo 93, constituem justa causa para cessação do desempenho de funções temporárias.

Seção II

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Da Licença para Tratamento de Saúde Art. 95 - A licença para tratamento de saúde poderá ser concedida a pedido ou de ofício, com base em inspeção médica realizada pelo órgão competente do Município, sem prejuízo da remuneração. Parágrafo Único - Sempre que necessário, a inspeção médica será realizada na residência do funcionário ou no estabelecimento hospitalar onde se encontrar internado. Art. 96 - A licença superior a sessenta dias só poderá ser concedida mediante inspeção realizada por junta médica oficial. § 1º - Em casos excepcionais, a prova da doença poderá ser feita por atestado médico particular se, a juízo da administração, for conveniente ou impossível a ida da junta médica à localidade de residência do funcionário. § 2º - Nos casos referidos no parágrafo anterior, o atestado só produzirá efeitos depois de homologado pelo serviço médico oficial do Município. § 3º - Verificando-se, a qualquer tempo, ter ocorrido má-fé na expedição do atestado ou do laudo, a administração promoverá a punição dos responsáveis. Art. 97 - Findo o prazo da licença, o funcionário será submetido à nova inspeção médica, que concluirá pela volta ao serviço, pela prorrogação da licença ou pela aposentadoria. Art. 98 - O atestado e o laudo da junta médica não se referirão ao nome ou natureza da doença, salvo quando se tratar de lesões produzidas por acidente em serviço e doença profissional.

Seção III Da Licença por Acidente em Serviço Art. 99 - Será licenciado com remuneração integral o funcionário acidentado em serviço. Art. 100 - Para conceituação do acidente e da doença profissional, serão adotados os critérios da legislação social do trabalho. § 1º - Equipara-se ao acidente em serviço o dano decorrente de agressão sofrida e não provocada pelo funcionário no exercício do cargo. § 2º - A prova do acidente será feita no prazo de dez dias, prorrogável quando as circunstâncias o exigirem. Art. 101 - As normas desta Seção aplicam-se também ao pessoal contratado para funções temporárias.

Seção IV Da Licença por Motivo de Doença em Pessoa da Família Art. 102 - Poderá ser concedida licença ao funcionário por motivo de doença do cônjuge, companheiro ou companheira, padrasto ou madrasta, ascendente, descedente, enteado e colateral consangüíneo ou afim até o segundo grau civil, mediante comprovação médica. § 1º - A licença somente será deferida se a assistência direta do funcionário for indispensável e não puder ser prestada simultaneamente com o exercício do cargo. § 2º - A comprovação das condições previstas neste artigo, como preliminar para a concessão da licença, far-se-á mediante inspeção de saúde procedida pelo órgão médico competente, que emitirá o correspondente laudo, para conseqüente apresentação ao órgão de lotação do funcionário. § 3º - A licença de que trata este artigo será concedida com vencimento ou remuneração: I - integrais, até noventa dias; II - dois terços, quando excedente de noventa dias;

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sem vencimento.No caso de natimorto. quando exceder de trezentos e sessenta e cinco dias. Art. 106 . que poderá ser parcelada em dois períodos de meia hora.À funcionária que adotar criança de até doze meses de idade serão concedidos cento e vinte dias de licença remunerada. IV . o funcionário poderá ser colocado à disposição de outro órgão público. sem prejuízo da remuneração.No caso de adoção de criança com mais de um ano de idade.com.No caso de nascimento prematuro.br . o funcionário terá até trinta dias. salvo antecipação por prescrição médica. a uma hora de descanso. serão concedidos cinco dias de licença paternidade para o cônjuge ou companheiro. Parágrafo Único . na forma e condições previstas na legislação específica. XIX. Seção VII Da Licença para Prestação do Serviço Militar Art.Ao funcionário convocado para o serviço militar será concedida licença. Parágrafo Único . § 1º . 103 . § 2º . funcionário público civil ou militar. durante a jornada de trabalho. a funcionária terá direito a mais trinta dias de repouso remunerado.um terço. Seção V Da Licença à Gestante. decorridos trinta dias do evento. Adotante e Paternidade Art.Até que a lei venha disciplinar o disposto no artigo 7º.IPAMB III . sem remuneração. Art. 108 . § 1º . § 3º . Seção VI Da Licença por Motivo de Afastamento do Cônjuge Art.apostile.A licença será por prazo indeterminado e sem remuneração. Art.Concluído o serviço militar. § 2º .Será concedida licença a funcionária gestante ou à mãe adotiva de criança de até um ano de idade por cento e vinte dias consecutivos. companheiro ou companheira. a funcionária lactante terá direito.Para amamentar o próprio filho até a idade de seis meses. por ocasião do nascimento do filho. a licença terá início a partir do parto. quando superior a cento e vinte dias e não exceder a trezentos e sessenta e cinco dias. para o exterior ou para exercício de mandato eletivo dos Poderes Executivo e Legislativo.A licença poderá ter início no primeiro dia do nono mês de gestação. para ajustamento do adotado ao novo lar. 105 . sem ônus para o Município. da Constituição Federal.Poderá ser concedida licença ao funcionário para acompanhar cônjuge.Na hipótese do deslocamento de que trata este artigo. 104 . para outro ponto do território nacional. para reassumir o exercício do cargo. 107 . o prazo de que trata este artigo será de trinta dias. 17 www.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém .

112 . podendo ser prorrogada no caso de reeleição. companheiro ou companheira. Parágrafo Único . c) licença por motivo de afastamento do cônjuge. salvo se a legislação eleitoral dispuser em contrário. no período aquisitivo: I . à licença de sessenta dias em cada período de três anos de exercício ininterrupto. Seção IX Da Licença para Atividade Sindical Art.A requerimento do funcionário.com. como prêmio de assiduidade e comportamento. o funcionário candidato a cargo eletivo fará jus à licença com remuneração integral.sofrer penalidade disciplinar ou criminal.Para efeito de aposentadoria adicional por tempo de serviço. em que não haja sofrido qualquer penalidade disciplinar ou criminal. 109 .Não se concederá licença prêmio ao funcionário que. Art.A partir do registro da candidatura perante a Justiça Eleitoral e até o dia seguinte ao da eleição. 110 . a administração terá o prazo de sessenta dias para liberar o funcionário. Art. observada a conveniência do serviço. 115 .IPAMB Seção VIII Da Licença para Atividade Política Art.apostile.O funcionário terá direito. Seção XI Da Licença para Tratar de Interesses Particulares Art.br . federação ou sindicato representativo da sua categoria profissional.É assegurado o direito à licença com remuneração ao funcionarão eleito para desempenho de mandato de diretoria em confederação. 113 . será contado em dobro o tempo de licença prêmio que o funcionário não houver gozado. a licença poderá ser gozada em períodos não inferiores a trinta dias.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . poderá ser concedida ao funcionário estável licença para trato de 18 www. Art.A critério da administração. b) licença para tratar de interesses particulares. Seção X Da Licença Prêmio Art.faltar ao serviço injustificadamente mais de seis dias durante o período aquisitivo. 111 .Deferida a licença.Ao funcionário público em exercício de mandato eletivo aplicam-se as disposições do artigo 38 da Constituição Federal vigente. Parágrafo Único .afastar-se do cargo em virtude de: a) licença para tratamento em pessoa da família que ultrapasse a trinta dias consecutivos ou não durante o triênio. 114 . II . III .A licença terá duração igual a do mandato. Parágrafo Único .

Parágrafo Único . sem prejuízo do exercício do cargo. para doação de sangue.A licença poderá ser interrompida a qualquer tempo.. observado sempre o interesse do serviço. Capítulo VI DAS CONCESSÕES Art.As férias do pessoal integrante do grupo Magistério são de quarenta e cinco dias e coincidirão com os períodos das férias escolares. S6 poderá ser concedida nova licença depois de decorridos dois anos do término da anterior. Art. a escala só poderá ser modificada com a anuência do funcionário interessado e da chefia de serviço. Art. Art. convocação para júri. 117 . poderá o funcionário ausentar-se do serviço: I . Parágrafo Único .br . obrigatoriamente. salvo por motivo de calamidade pública. por motivo de: a) casamento.Sem qualquer prejuízo. 120 . contar-se-á em dobro o período de férias não gozadas. proibida em qualquer hipótese a acumulação. § 2º . mediante solicitação do funcionário e após deferimento pela autoridade competente.Em casos excepcionais. Art. anualmente. as férias poderão ser fracionadas em dois períodos de quinze dias corridos. salvo por absoluta necessidade de serviço e pelo máximo de dois anos consecutivos.Cabe ao órgão competente organizar. Art.Para efeito do disposto neste artigo. no mês de novembro.IPAMB assuntos particulares.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . atendendo sempre que possível a conveniência dos funcionários. § 1º . 122 . Parágrafo Único . Parágrafo Único . 118 . não podendo ser levada à conta de férias qualquer falta ao serviço. pais. 121 .Poderá ser concedido horário especial ao funcionário estudante de nível superior quando comprovada a incompatibilidade entre o horário escolar e o da repartição. 116. padrasto. obedecendo às restrições regulamentares. II .Para os efeitos de aposentadoria e adicional de tempo de serviço. 124 . filhos ou enteados e irmãos.por um dia. Capítulo V DAS FÉRIAS Art. 119 .com.É proibida a acumulação de férias. pelo prazo de até dois anos consecutivos.apostile. será exigida a compensação de horários na 19 www. Art. companheiro ou companheira. as escalas de férias para o ano seguinte.até oito dias. comoção interna.Não serão interrompidas as ferias em gozo.Após doze meses de exercício o funcionário fará jus.O funcionário que opere direta e permanentemente com raio X e substâncias radioativas gozará. 123 . a trinta dias consecutivos de férias. Art.Depois de programada. b) falecimento do cônjuge.Não poderá ser negada licença quando o afastamento for comunicado com antecedência mínima de trinta dias. serviço militar ou eleitoral ou por motivo relevante de superior interesse público. vinte dias consecutivos de férias por semestre de atividade profissional. a pedido do funcionário. madrasta. sem remuneração.

Feita a conversão. II . Parágrafo Único . qualquer que tenha sido a forma de admissão ou de pagamento. computando-se pelo dobro o tempo de operação real de guerra. Parágrafo Único .É contado. III . respeitada a duração semanal do trabalho. IV . quando colocado regularmente à disposição. V . nos termos da lei. até dois anos.requisição para o Tribunal do Júri e outros serviços obrigatórios por lei. dos Estados. 20 www. VI .desempenho do mandato eletivo federal.a licença para atividade política ou sindical. Art.br . 128 . b) para tratamento da própria saúde. estadual ou municipal. considerando o ano como de trezentos e sessenta e cinco dias.a licença para tratamento de saúde de pessoa da família do funcionário. não serão computados. antes do ingresso do funcionário no serviço público municipal.apostile.Contar-se-á para efeito de aposentadoria e disponibilidade: I . para efeito de aposentadoria. d) prêmio. quando autorizado o afastamento. estadual ou municipal: IV . V .exercício de cargo em comissão ou equivalente a sua função em órgão ou entidade dos Poderes da União.A apuração do tempo de serviço será feita em dias. c) por motivo de acidente em serviço ou doença profissional. que serão convertidos em anos. Art.tempo correspondente ao desempenho de mandato eletivo federal.Além das ausências ao serviço previstas no artigo 123.missão ou estudo no exterior. os dias restantes. o tempo de serviço público prestado ao Município de Belém.O tempo em que o funcionário esteve aposentado por invalidez ou em disponibilidade será apenas contado para nova aposentadoria ou disponibilidade.Considera-se como tempo de serviço prestado a órgãos dos Poderes da União.tempo de serviço em atividade privada vinculada à previdência social. VI . e VII . § 1º . pelo prazo mínimo de cinco dias. dos Município se do Distrito Federal. são consideradas como efetivo exercício os afastamentos em virtude de: I . Estados e Municípios inclusive suas autarquias. estadual ou municipal. 129 . e f) licença para atividade sindical.IPAMB repartição. prestado durante a paz. II . fundações públicas e às empresas de economia mista.o tempo de serviço público prestado em cargo ou função federal.licenças: a) à gestante.convocação para o serviço militar.com.V E T A D O Art.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém .o tempo de serviço ativo nas Forças Armadas e auxiliares. arredondando-se para um ano quando excederem este número. e) paternidade.férias. até cento e oitenta e dois. III . 125 . Capítulo VII DO TEMPO DE SERVIÇO Art. Art. 127 . para todos os efeitos legais. 126 . até noventa dias.

função ou emprego.É vedada a contagem cumulativa de tempo de serviço prestado concomitantemente em mais de um cargo. às demais autoridades. Art. salvo quando outro prazo for fixado em lei. o que for provido retroagirá.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . a representação e o pedido de reconsideração serão apresentados no órgão de lotação do servidor e decidido pela autoridade que tenha expedido o ato ou proferido a decisão. na repartição.Se não for dado andamento à representação. feriado.O pedido de reconsideração e o recurso não tem efeito suspensivo. 133 . 130 . quanto aos atos de que decorrem a demissão. ficam dilatados até o primeiro dia útil subseqüente.O prazo para interposição do pedido de reconsideração ou de recurso é de trinta dias. nos efeitos. não podendo ser relevada pela administração. santificado ou considerado de freqüência facultativa. Parágrafo Único . do despacho denegatório ou restritivo do pedido. decisão ou ato houver sido o Prefeito ou a Comissão Executiva da Câmara. e sucessivamente. 136 . nos demais casos. pedir reconsideração e recorrer. Parágrafo Único . Parágrafo Único .São fatais e improrrogáveis os prazos estabelecidos neste capítulo. 135 . salvo por motivo de força maior. da decisão recorrida. é assegurada vista do processo ou documento. Art. § 2º . § 1º .A prescrição é de ordem pública.O requerimento. Parágrafo Único .IPAMB § 2º .em cinco anos.em cento e vinte dias. da data em que dele tiver conhecimento o funcionário: I . em escala ascendente.br . pelo interessado. ou que afetem interesse patrimonial e créditos resultantes das relações de trabalho. dentro do prazo de cinco dias. Art. 134 . a partir da data da publicação. quando cabíveis e apresentados dentro do prazo de que trata o artigo 132. Art. domingo. cassação de disponibilidade.das decisões sobre recursos sucessivamente interpostos. determinando a contagem de novos prazos. e II . bem como o de representar.A representação será dirigida ao chefe imediato do funcionário. Art. poderá o funcionário dirigi-la direta e sucessivamente à autoridade superior.Os prazos que se vencerem em sábado. e II . quando eivados de ilegalidade. do ato impugnado. no prazo improrrogável de trinta dias. 138 .É assegurado ao funcionário o direito de requerer. ao funcionário ou seu representante legal. interrompem a prescrição. a contar da publicação ou da ciência. Capítulo VIII DO DIREITO DE PETIÇÃO Art.apostile. 132 . Art. no órgão oficial.Os recursos ou pedidos de reconsideração. ou quando este for de natureza reservada.Terá caráter de recurso o pedido de reconsideração quando o autor do despacho. 131 . Art. 139 . se a solução não for de sua alçada encaminhá-la a quem for de direito. Capítulo IX 21 www. a qualquer tempo. Art.A administração deverá rever seus atos. 137 . no Diário Oficial do Município. à data do ato impugnado. ao qual cabe.do indeferimento do pedido de reconsideração.Para o exercício do direito de petição.O recurso será dirigido à autoridade imediatamente superior à que tiver expedido o ato ou proferido a decisão.O direito de petição prescreve a partir da data da publicação. Art.Caberá recurso: I .com.

São deveres do funcionário: I . os encargos que lhe competirem e os trabalhos de que for incumbido dentro de suas atribuições. 144 . do Distrito Federal ou de outros Municípios.sugerir providências que visem o aperfeiçoamento do serviço. Art. sem prévia autorização do Prefeito ou da Comissão Executiva. III . 142 . com zelo e presteza. nas seguintes hipóteses: a) para exercício de cargo em comissão ou função de confiança. atendendo-as sem preferências pessoais. 22 www. Capítulo X DO REGIME DISCIPLINAR Seção I Dos Direitos e Deveres Art.representar contra ato manifestamente ilegal ou abuso de poder de seus superiores.observar as normas legais e regulamentares.participar de treinamento de prevenção de acidente de trabalho. 140 . e b) para exercício de cargo técnico ou em casos previstos em leis específicas.tratar com urbanidade as partes. Art.custeio do tratamento de saúde. III .São direitos do funcionário. VII . § 2º .br . profissionais ou previdenciários.receber da administração os equipamentos e vestuários exigidos pela natureza do serviço.IPAMB DO AFASTAMENTO PARA SERVIR A OUTRO ÓRGÃO OU ENTIDADE Art. formalizada através de ato competente. ou de qualquer forma ter exercício em repartição diferente daquela em que estiver lotado. Art.ser pontual.Considera-se substituto processual os Sindicatos dos Servidores Públicos Municipais em toda e qualquer demanda em que seja parte interessada o servidor e o Poder Público.ser leal às instituições constitucionais e administrativas a que servir. poderá ser cedido para ter exercício em outro órgão ou entidade dos Poderes da União. II .apostile. IV . mediante sua concordância. VI . V . 143 . II . § 1º . dos Estados. 141 .E assegurada a participação permanente e paritária do servidor nos colegiados dos órgãos do Município de Belém que seus interesses.com.ter acesso ao acervo bibliográfico de sua repartição. VI .O funcionário.O afastamento para estudo ou missão oficial no exterior obedecerá ao disposto em legislação pertinente.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém .Nenhum funcionário poderá ser posto disposição.ter condição adequada ao trabalho.usar de discrição. IV . sejam objeto de discussão e deliberação. além daqueles especificamente conferidos neste Estatuto: I .manter assiduidade. VII . quando a licença for concedida nos termos do artigo 93. V . inciso II.desempenhar pessoalmente.

X . durante as horas de trabalho. c) pedidos de informações do Poder Legislativo. II . IV . perante junta médica oficial do Município. qualquer documento ou objeto existente na repartição.exercer comércio entre os companheiros de serviço. sem prévia permissão da autoridade competente.Será considerado como co-autor o superior hierárquico que. exceto quando manifestamente ilegais.opor resistência ínjustificada ao andamento de documento e processo ou execução de serviço. b) pedidos de certidões para fins de direito. para seu aperfeiçoamento e especialização.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . VIII .apresentar-se ao serviço convenientemente trajado ou uniformizado. a sua declaração de família. V . leituras e outras atividades estranhas ao serviço.cometer a outro funcionário atribuições estranhas às do cargo que ocupa.br . Parágrafo Único .respeitar e acatar seus superiores hierárquicos. de acordo com a natureza do trabalho.ausentar-se do serviço durante o expediente sem prévia autorização do chefe imediato. freqüentar cursos legalmente instituídos.tratar de interesses particulares na repartição.retirar. Seção II Das Proibições Art.exercer quaisquer atividades que sejam imcompatíveis com o exercício do cargo ou função e com o 23 www. III .recusar fé a documentos públicos. quando for determinada pela administração. XII .Ao funcionário é proibido: I . XV .zelar pela economia e conservação do material que lhe for confiado. XI .manter espírito de cooperação e solidariedade para com os companheiros de trabalho. X . em palestras.receber propina.com. em razão de suas atribuições.deixar de comparecer ao serviço sem causa justificada. VII . mover ou subscrever listas de donativos dentro da repartição. recebendo denúncia ou representação a respeito de irregularidades no serviço ou falta cometida por funcionário seu subordinado. obedecendo às suas ordens.IPAMB VIII . XIII . deixar de tomar as providências necessárias a sua apuração.providenciar para que esteja sempre em dia. IX . VI .atender preferencialmente a: a) requisições destinadas à defesa da Fazenda Pública Municipal.empregar material do serviço público em serviço particular.entreter-se. 145 . comissão. exceto em situações de emergência e transitória. d) diligências solicitadas por comissão de inquérito. no assentamento individual. XIV . XI . XII .apostile.quando indicado pela administração. IX . presente ou vantagem de qualquer espécie.submeter-se à inspeção de saúde periódica.usar os equipamentos e vestuários fornecidos pela administração. e e) deprecados judiciais. quando for o caso. XVI .

por qualquer erro de cálculo ou redução contra a Fazenda Pública. bem assim na direção ou composição de cooperativas ou associações de classe. avarias e quaisquer outros prejuízos que sofrerem os bens e os materiais sob sua guarda ou sujeitos a seu exame ou fiscalização. bem como as instâncias civil. danos.O funcionário é responsável por todos os prejuízos que nessa qualidade causar à Fazenda Pública por dolo ou culpa. XX . qualquer proveito. instruções e ordens de serviço.proceder de forma desidiosa. XVIII . guias e outros documentos da receita ou que tenham com eles relação. na forma e no prazo estabelecidos pelas leis.É vedado ao funcionário trabalhar sob as ordens imediatas de parentes até o segundo grau. XVII . Art. 147 .praticar usuras sob qualquer de suas formas.valer-se de sua qualidade de funcionário para desempenhar atividades estranhas às funções ou para lograr. penal e administrativa.pela falta ou inexatidão das necessárias averbações nas notas de despacho.A responsabilidade civil decorre de procedimento doloso ou culposo que importe prejuízo da 24 www. o funcionário responde civil. § 2º . XIII .requerer ou promover a concessão de privilégios. garantias e juros ou outros favores semelhantes. sejam por este subvencionadas ou estejam diretamente relacionados com a fínalidade da repartição ou serviço em que esteja lotado. II .Caracteriza-se especialmente a responsabílidade: I . direta ou índiretamente.br . Art.A responsabilidade administrativa não exime o funcionário da responsabilidade civil ou criminal que no caso couber. Parágrafo Único . e XXI .As cominações civis. XV .praticar atos de sabotagem contra o serviço público. por não prestar contas ou por não as tomar.pela sonegação de valores e objetos confiados à sua guarda ou responsabilidade. sem autorização do Presidente da república. e IV . 148 .com. 146 . XIV .constituir-se procurador de partes ou servir de íntermediário perante qualquer repartição pública. § 1º . federais. Art. principalmente quando estiver em missão referente à compra de material ou fiscalização de qualquer natureza. exceto o de intervenção própria. devidamente apurados.receber estipêndios de firmas fornecedoras ou de entidades fiscalizadas no país ou no estrangeiro. XIX . penais e disciplinares poderão acumular-se. Parágrafo Único .Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém .Não está compreendida nas proibições deste artigo a participação do funcionário em sociedade em que o Município seja acionista. regulamentos. Seção III Das Responsabilidades Art. penal e administrativamente. não podendo exceder de dois o número de auxiliares nestas condições. 149 . XVI . estaduais ou municipais.Pelo exercício irregular de as atribuições. sendo independentes entre si.pelas faltas. salvo quando se tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais a parentes até o segundo grau. salvo quando se tratar de função de confiança e livre escolha. e o pagamento de qualquer indenização não o exime de pena disciplinar em que incorrer.IPAMB horário de trabalho.aceitar representação de Estado estrangeiro.participar da gerência ou administração de empresas que mantenham relações comerciais ou administrativas com o governo.apostile. III .

será liquidado mediante desconto em prestações mensais não excedentes da décima parte da remuneração. a ação regressiva deverá ser iniciada no prazo de noventa dias da data em que transítar em julgado a condenação imposta. de uma só vez. quando investido em cargo comissionado. TÍTULO IV DA PREVIDÉNCIA E ASSISTÊNCIA Capítulo I 25 www. a importância do prejuízo causado em virtude de alcance.IPAMB Fazenda Pública ou de terceiros.Fora dos casos previstos no artigo anterior. § 4º . sem prejuízo das penalidades disciplinares cabíveis.Será igualmente responsabilizado o funcionário que. podendo. Capítulo XI DA ACUMULAÇÃO Art. Art.A não observância do disposto no parágrafo anterior. a importância da indenização poderá ser descontada do vencimento ou remuneração. 150 . não excedendo o desconto a décima parte do valor destes. e c) a de dois cargos privativos de médico.Tratando-se de dano causado a terceiro. exceto quando houver compatibilidade de horários: a) a de dois cargos de professor. fora dos casos expressamente previstos nas leis. empresas públicas. se houver prejuízo para o erário. constitui falta de exação no cumprimento do dever. Art.Nos casos de indenização à Fazenda Pública.Não sendo possível a composição amigável. desfalque ou omissão em efetuar recolhimento ou entrada nos prazos legais. ser descontado da remuneração. § 2º . 152 . 153 . Art. 156 . Parágrafo Único . Art. b) a de um cargo de professor com outro técnico ou cientlfíco. sociedades de economia mista e fundações mantidas pelo Poder Público.O funcionário que adquirir materiais em desacordo com as disposiçoes legais e regulamentares será responsabilizado pelo respectivo custo.com. § 1º . regulamentos ou regimentos. Art. 155 .Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém .A responsabilidade administrativa resulta de atos ou omissões praticadas no desempenho de cargo ou função.É vedada a acumulação remunerada de cargos públicos. por ação ou omissão do responsável pelo ajuizamento da ação. no que exceder os limites de caução e na falta de outros bens que respondam pela indenização. § 3º . Art.apostile. 154 .A acumulação de cargos. cometer a pessoas estranhas à repartição o desempenho de encargos que lhe competirem ou aos seus subordinados.A proibição de acumular estende-se a empregos e funções e abrange autarquias. através de composição amigável ou ação regressiva. resultante de ato doloso. responderá o funcionário perante a Fazenda Pública.A proibição de acumular não se aplica ao aposentado. fica condícionada à comprovação de compatibilidade de horária.br . Art. 151 .O ressarcimento de prejuízo causado à Fazenda Pública. 157 . ainda que lícita. o funcionário será obrigado a repor.

e c) auxílio natalidade. e d) pecúlio facultativo. 160 .assistência à saúde. especificada em lei e proporcionais nos demais casos. sendo os proventos integrais. b) auxílio-reclusão.por invalidez permanente.IPAMB DAS DISPOSlÇÕES GERAIS Art. quando decorrentes de acidentes em serviço. com a participação do servidor estável e do aposentado no colegiado da autarquia de previdência e assistência do Município de Belém. moléstia profissional ou doença grave contagiosa e incurável ou doença incurável.quanto ao funcionário: a) aposentadoria. b) salário família.O funcionário será aposentado: I . 159 .com.Os benefícios serão concedidos nos termos e condições definidos em regulamento. e II . observadas as disposições desta Lei: Art. 158 . Capítulo II DOS BENEFÍCIOS Seção I Da Aposentadoria Art.Entre as normas de assistência incluem-se: I . Art. Parágrafo Único . com proventos integrais.Na seguridade social.compulsoriamente. 26 www.irredutibilidade do valor dos benefícios. II . são prevalentes os seguintes objetivos: I .apostile. c) pensão por morte.br . através da manutenção do Plano de Seguridade Social. e aos trinta. II . Art. e III .O Município prestará assistência ao funcionário e a seus dependentes. os do sexo masculino.uniformidade dos benefícios. III . aos setenta anos de idade. IV .quanto aos dependentes: a) auxílio-funeral. com proventos proporcionais ao tempo de serviço. se mulher.caráter democrático da gestão administrativa. 161 . se homem.previdência e seguro.voluntariamente: a) aos trinta e cinco anos de serviço.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . aos sessenta e cinco anos de idade.universalidade da cobertura do atendimento.Os benefícios concedidos ao funcionário e a seus dependentes compreendem: I . II . 162 . e as do sexo feminino.

c) aos trinta anos de serviço. § 2º . 168 .br . alíneas a e c. Art. inclusive quando decorrentes de transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu a aposentadoria. se homem. Art. Parágrafo Único . por período não excedente a vinte e quatro meses. desde que superior a um ano.O provento da aposentadoria será revisto na mesma data e proporção sempre que se modificar a remuneração do funcionário da atividade.Expirado o período de licença e não estando em condições de reassumir o cargo. Art. suas autarquías e fundações.Ao funcionário aposentado será paga a gratificação natalina. Art. contagiosas ou incuráveis as que a Lei indicar com base na medicina especializada. 167 . a aposentadoria de que trata o inciso III. Art. Art. e aos vinte e cinco se mulher. § 3º . se professor com proventos integrais.O funcionário ocupante de cargo em comissão terá direito à aposentadoria se preencher todos os requisitos deste artigo. 163 . 166 . observará o disposto em regulamento.Será aposentado com proventos correspondentes ao vencimento ou remuneração de cargo em comissão ou função gratificada o funcionário efetivo que o venha exercendo por mais de cinco anos consecutivos ou dez anos alternados.O lapso de tempo compreendido entre o término da licença e a publicação do ato de aposentadoria será considerado como de prorrogação da licença.Quando mais de um cargo ou função tenha sido exercido. desde que lhe corresponda o exercício mínimo de dois anos consecutivos. e aos sessenta. no Município de Belém. à época da aposentadoria.A aposentadoria em cargos ou empregos temporários observará o disposto na lei federal.Os proventos de aposentadoria do funcionário afastado para servir em outro órgão ou entidade serão calculados pelo nível de vencimento e remuneração de seu cargo no Município de Belém. em valor equivalente ao respectivo provento. desde que tenha prestado. em cargo em comissão ou função gratificada.O funcionário se afastará do serviço do cargo no dia imediato àquele em que atingir a idade limite. com proventos proporcionais ao tempo de serviço. § 4º . d) aos sessenta e cinco anos de idade. serão atribuídos os proventos de maior padrão. ou de ser readaptado. 164 . o funcionário será aposentado. contar ou perfizer dez anos. § 1º . e vinte e cinco anos.apostile. § 2º . mesmo não sendo titular de cargo efetivo. 165 . Art. cinco anos de serviço ao Município de Belém. com proventos proporcionais ao tempo de serviço. § 2º . § 1º . § 1º .As vantagens definidas neste artigo são extensivas ao funcionário que.São estendidos aos inativos quaisquer benefícios ou vantagens posteriormente concedidos ao funcionário em atividade.A aposentadoria voluntária ou por invalidez vigorará a partir da data da publicação do respectivo ato.Quando proporcional ao tempo de serviço. § 2º .Consíderam-se doenças graves. sem prejuízo da percepção de 27 www.A aposentadoria por invalidez será precedida de licença para tratamento de saúde. se homem. ou padrão imediatamente inferior. com vigência a partir do dia imediato aquele em que o funcionário atingir a idade limite de permanência no serviço ativo. no mês de dezembro.IPAMB b) aos trinta anos de efetivo exercício em funções de magistério.Ao funcionário fica assegurado o direito de não comparecer ao trabalho a partir do nonagésimo primeiro dia subseqüente ao do protocolo do requerimento da aposentadoria. 169 . o provento não será inferior ao menor vencimento básico pago pelo Município. consecutivos ou não.com. § 1º . se mulher. pelo menos.Nos casos de exercícios de atividades consideradas insalubres ou perigosas.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . se professor.A aposentadoria compulsória será automática e declarada por decreto. § 3º . se menor o lapso de tempo desse exercício.

IPAMB sua remuneração. o tutelado ou o curatelado. Seção II Do Salário-família Art.Quando ocorrer óbito de funcionário que perceba salário-famllia. 174 . de 29/04/99.O salário famllia é devido ao funcionário ativo ou inativo do Município.o cônjuge. na falta destes. sem prejuízo da pensão a que fizerem jus.O auxílio-natalidade à devido à funcionária por motivo de nascimento de filho. continuando titular do cargo.O salário família corresponderá a cinco por cento do salário mínimo. de acordo com a distribuição dos dependentes. Parágrafo Único .Consideram-se dependentes econômicos. este benefício continuará a ser pago a seus dependentes. que frequentar cursos de primeiro e segundo graus ou superior em estabelecimentos de ensino oficial ou oficializado. 178 . Art.com. e V . 172 . quando separados. que não exerça atividade remunerada não perceba pensão ou qualquer outro rendimento superior ao salário mínimo. por qualquer motivo.Não sendo a parturiente funcionária municipal. § 1º . Art. sem meios próprios de subsistência.o filho inválido de qualquer idade ou sexo. II . e que não exerça atividade remunerada.Quando o pai e a mãe forem funcionários municipais e viverem em comum. considera-se renda própria a importância igual ou superior ao salário mínimo. 177 . 170 . em quantia equivalente a duas vezes o menor vencimento básico pago pelo Município. mesmo previdenciária ou fiscal. nem possua renda própria. nem quaisquer deduções ou descontos. o salário-família será pago a um deles. § 3º .a mãe. caso não seja antes cientificado do indeferimento. 175 . o salãrio-família será pago em dobro. Art. inclusive no caso de natimorto.apostile. o auxílio será pago ao cônjuge ou companheiro funcionário municipal. Art. que não exerça atividade remunerada.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . desde que total e permanentemente incapaz para o trabalho. III . Parágrafo Único .Sendo invalido o dependente. Art. 173 . companheiro ou companheira. o funcionário deixe de receber vencimentos. nem possua renda própria. IV . os representantes legais dos incapazes. será pago a um e outro. Art.O salário-família será pago mesmo nos casos em que. § 2º . para efeitos de salário família: I .Para os efeitos deste artigo.A concessão e supressão de salário-família serão processadas na forma estabelecida em regulamento. Seção III *Do Auxílio à Natalidade * Extinto pela Resolução 005/CP-IPMB. 171 . Art. 176 . por dependente econômico. de 18/03/99. Art.o filho menor de dezoito anos de qualquer natureza. na forma da lei.Sobre o salário-família não incindirá qualquer contribuição. publicada no DOM nº 8988. 28 www.br .Ao pai e a mãe equiparam-se o padrasto e a madrasta e.o filho estudante até vinte e quatro anos.Equiparam-se ao filho o enteado.

de 29/04/99. 180 . publicada no DOM nº 6957. em valor equivalente a duas vezes o menor vencimento básico pago pelo Município. IV . se inválidos. publicada no DOM nº 6957.IPAMB Art. seus dependentes farão jus a uma pensão global calculada em proporção à totalidade de remuneração ou dos proventos. enquanto durar a invalidez.508. 186 .a pessoa desquitada. até vinte e um anos.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . só produzirá efeitos a partir da data em que for oferecida.o irmão.O auxllio-funeral é devido à família do funcionário falecido na atividade ou do aposentado.São beneficiários das pensões: I . até vinte e um anos de idade ou. ou divorciada com percepção de pensão alimentícia. no valro correspondente a setenta e cinco por cento da remuneração. de 24/01/91. de 24/01/91.o pai e a mãe que comprovem dependência econômica do funcionário.Por morte do funcionário.o cônjuge. 179 .os filhos de qualquer condição. que comprove dependência do funcionário. 182 .apostile.508. se o falecimento tiver ocorrido em consequência direta de acidente em serviço. 183 . qualquer prova posterior ou habilitação tardia. e VI . separada judicialmente. 184 .Também terão direito à pensão por morte os dependentes de quem tenha sido contratado para função temporária. Art. de 18/03/99. Seção IV *Do Auxílio-Funeral * Extinto pela Resolução nº 005-CP/IPMB. órfão de pai e sem padrasto.com.a companheira ou companheiro que tenha sido designado pelo funcionário e comprove que vivia em comum há cinco anos ou que tenha um filho em comum. enquanto durar a invalídez.* · Redação dada pela Lei nº 7. ainda que condicional. Parágrafo Único .A família do funcionário afastado do cargo por motivo de prisão ou condenado judicialmente à pena que implique em perda do cargo será devido o auxílio-reclusão. Art. V .* · Redação dada pela Lei nº 7. Seção VI Da Pensão por Morte Art. Art. publicada no DOM nº 8988. o valor pago será correspondente a tantos auxílios natalidade quantos forem os filhos.O pagamento do auxílio-reclusão cessará a partir do dia imediato àquele em que o funcionário for posto em liberdade.Não faz jus a pensão o beneficiário que for condenado pela pratica de crime doloso de que 29 www. Parágrafo Único .Na hipótese de parto múltiplo. II . 185 . Art. a viúva ou companheira terá direito ao recebimento do auxílio-natalidade. e o inválido. Seção V Do Auxílio-Reclusão Art.Concedida a pensão. 181 . Art. que implique exclusão beneficiaria. de 24/01/91.br .Se o funcionário falecer antes de verificado o parto. de 24/01/91. III .

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resultou a morte do funcionário. Art. 187 - Acarreta perda da qualidade de beneficiário: I - o seu falecimento; II - o seu casamento, em se tratando de cônjuge, companheira ou companheiro; III - a anulação do casamento, quando a decisão ocorrer após a concessão da pensão ao cônjuge; IV - a cessação da invalidez, em se tratando de beneficiário inválido; V - a maioridade de filho, irmão órfão ou pessoa designada, aos vinte e um anos de idade; e VI - a renúncia expressa. Art. 188 - A pensão poderá ser requerida a qualquer tempo, prescrevendo tão somente as prestações exigíveis a mais de cinco anos.

Seção VI Do Pecúlio Facultativo Art. 189 - O pecúlio facultativo objetiva proporcionar ao contribuinte, por sua própria iniciativa, possibilidade de garantir, após sua morte, a uma ou mais pessoas expressamente designadas, ajuda financeíra, sob a forma de pagamento único. Parágrafo Único - A declaração de beneficiários será feita ou alterada a qualquer tempo, nela se mencionando o critério da divisão do pecúlio, no caso de mais de um beneficiário. Art. 190 - O pecúlio facultativo se constituirá de valor a ser fixado por regulamentação própria. Art. 191 - O direito ao pecúlio facultativo caducará decorridos cinco anos, contados do óbito do funcionário.

Capítulo III DA ASSISTÈNCIA À SAÚDE Art. 192 - A assistência à saúde do funcionário e de sua família compreende assistência médica, hospitalar, odontológica e farmacêutica, prestada pelo órgão de previdência do Município, na forma estabelecida em regulamento. Citado por 1 Parágrafo Único - O direito conferido neste artigo será assegurado, também, aos filhos menores de dezoito anos e de dezoito até vinte e quatro anos de idade, desde que matriculados em curso regular de estabelecimento de ensino oficial ou oficializado e eu não tenham renda própria.

Capítulo IV DO CUSTEIO Art. 193 - O plano de seguridade social do funcionário do Município de Belém será custeado com o produto da arrecadação de contribuições obrigatórias do funcionário e do Município. § 1º - A contribuição devida pelo funcionário, para custeio do plano, terá caráter obrigatório, em valor equivalente a oito por cento da remuneração. § 2º - A contribuição do Município corresponderá ao valor do custeio da aposentadoria e do salário-família, além do montante igual do valor das contribuições efetivamente arrecadadas dos funcionários no mês anterior, nos termos do § 1º deste artigo.

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TÍTULO V DAS PENALIDADES E DA SUA APLICAÇÃO Art. 194 - São penas disciplinares: Citado por 1 I - repreensão; Citado por 1 II - suspensão; Citado por 1 III - destituição de função; Citado por 1 IV - demissão; V - demissão a bem do serviço público; e VI - cassação de aposentadoria e disponibilidade. Art. 195 - Na aplicação das penas disciplinares serão consideradas a natureza e a gravidade da infração e os danos que dela provierem para o serviço público. Art. 196 - A pena de repreensão será aplicada por escrito, no caso de falta de cumprimento dos deveres, a que não seja cominada penalidade mais severa. Art. 197 - A pena de suspensão, que não excederá a trinta dias, será aplicada em caso de falta grave ou de reincidência. Parágrafo Único - O funcionário suspenso perderá todas as vantagens e direitos decorrentes do exercício do cargo. Art. 198 - A destituição de função gratificada dar-se-á: I - quando se verificar falta de exação no seu desempenho; II - quando for constatado que, por negligência ou benevolência, o funcionário contribuiu para que se não apuras o devido tempo, a falta de outrem, III - quando ocorrer a aplicação de pena prevista no artigo 197 deste Estatuto. Parágrafo Único - Ao detentor de cargo em comissão enquadrado nas disposições deste artigo caberá a pena de destituição, sem perda do cargo efetivo de que seja titular. Art. 199 - Será aplicada a pena de demissão nos casos de: I - abandono de cargo; II - procedimento irregular de natureza grave; III - ineficiência no serviço; IV - aplicação indevida de dinheiro públicos; V - incontinência pública escandalosa e prática de jogos proibidos; VI - embriaguez habitual em serviço; VII - ofensa física em serviço contra funcionário ou particular, salvo em legítima defesa; VIII - insubordinação grave em serviço; IX - ausência ao serviço, sem causa justificável, por mais de quarenta e cinco dias interpoladamente, durante um ano; X - praticar a usura em qualquer de suas formas; XI - pedir, por empréstimo, dinheiro ou quaisquer valores a pessoas que tratem de interesses ou os tenham na repartição ou estejam sujeitos à sua fiscalização; e XII - coagir ou aliciar subordinados ou qualquer outra pessoa, usando das prerrogativas funcionais com objetivos de natureza político partidária. § 1º - Considerar-se-á abandono de cargo o não comparecimento injustificado do funcionário por mais de trinta dias consecutivos.

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§ 2º - A pena de demissão por ineficiência no serviço só será aplicada quando verificada a impossibilidade de readaptação. Art. 200 - Será aplicada a pena de demissão a bem do serviço público ao funcionário que: I - praticar crime contra a administração pública, nos termos da lei penal; II - revelar segredos de que tenha conhecimento em razão do cargo, desde que o faça dolosamente e com prejuízo para o Município ou particulares; III - lesar o patrimônio ou os cofres públicos; IV - receber ou solicitar propinas, comissões ou vantagens de qualquer espécie, diretamente ou por intermédio de outrem, ainda que fora de suas funções mas em razão delas; V - exercer advocacia administrativa; e VI - apresentar com dolo declaração falsa em matéria de salário-famllia, sem prejuízo da responsabilidade civil e de procedimento criminal que no caso couber. Art. 201 - O ato que demitir o funcionário mencionará sempre a disposição legal em que se fundamenta. Art. 202 - Será aplicada a pena de cassação de aposentadoria ou disponibilidade, se ficar provado que o inativo: I - praticou, quando em atividade, falta grave para a qual é cominada nesta Lei a pena de demissão ou de demissão a bem do serviço público; II - aceitou ilegalmente cargo ou função pública; III - aceitou representação de Estado estrangeiro, sem prévia autorização do Presidente da República; e IV - praticou a usura em qualquer de suas formas. Art. 203 - As penas de suspensão superior a quinze dias, destituição de função, demissão e de cassação da aposentadoria ou disponibilidade serão aplicadas pelo Prefeito ou, nos casos de funcionários do Poder Legislativo, pela Comissão Executiva da Câmara Municipal. Art. 204 - A aplicação de penalidade prescreverá em: I - um ano, a de repreensão; II - dois anos, a de suspensão; III - três anos, a de destituição de função e demissão por abandono de cargo ou faltas excessivas ao serviço; IV - quatro anos, a de cassação de aposentadoria ou disponibilidade e demissão, nos casos não previstos no item anterior; e V - cinco anos, nos casos de demissão a bem do serviço público. § 1º - O prazo da prescrição contar-se-á da data do conhecimento do ato ou fato por quem proceder a sua apuração. § 2º - No caso de inquérito administrativo, a prescrição interrompe-se na data da instauração. § 3º - O prazo da prescrição será suspenso quando ocorrer qualquer hipótese do artigo 93. § 4º - Se a infração disciplinar for também prevista como crime na lei penal, por esta regular-se-á a prescrição sempre que os prazos forem superiores aos estabelecidos neste artigo. Art. 205 - O funcionário que, sem justa causa deixar de atender à exigência legal de autoridade competente para cujo cumprimento seja marcado prazo certo, terá suspenso o pagamento de sua remuneração até que satisfaça essa exigência. Parágrafo Único - Uma vez cumprida a exigência, o funcionário receberá a remuneração cujo pagamento tiver sido suspenso. Art. 206 - O funcionário terá direito à diferença de retribuição do: I - tempo de serviço relativo ao período em que tenha estado preso ou suspenso, quando do processo não

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Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . desde que o afastamento do funcionário seja necessário para a apuração de falta cometida no exercício de suas atribuições.A sindicância deverá ser concluída no prazo de quinze dias. 207 . Art. desde que reconhecida sua inocência em sentença judicial transitada em julgado. prorrogável uma única vez por igual período. 208 .O funcionário terá direito à contagem do tempo de serviço: I .relativo ao período do afastamento preventivo que exceder do prazo previsto neste regulamento. constituindo simples averiguação. II .Se no curso da apuração ficar evidenciada falta punível com pena superior à repreensão e suspensão correspondente. III .relativo ao período de prisão preventiva e ao pagamento de diferença corrigida da remuneração. Art. 209 . Art. pelos canais competentes. 210 .período do afastamento que exceder do prazo da suspensão disciplinar aplicada em caráter preventivo. e será procedida por dois servidores de condição hierárquica nunca inferior a do indiciado.Poderá ser prorrogado até noventa dias o prazo de afastamento. ainda que o processo administrativo não esteja concluído. 213 .O afastamento preventivo do cargo até trinta dias será ordenado pela autoridade competente que determinar a instauração de processo administrativo.com.relativo ao período em que esteja afastado preventivamente. TÍTULO VI DO PROCESSO ADMINISTRATIVO Capítulo I DA APURAÇÃO SUMARIA DE IRREGULARIDADES Art. Parágrafo Único . Art.IPAMB houver resultado pena disciplinar ou esta se limitar à de repreensão. Capítulo II DO AFASTAMENTO PREVENTIVO Art. Capítulo II 33 www.Deverão constar do assentamento individual do funcionário todas as penas que lhe forem impostas. Parágrafo Único . 211 . o responsável pela apuração comunicará o fato ao superior imediato. quando do processo administrativo não houver resultado pena disciplinar ou esta se limitar a repreensão. a instauração do inquérito administrativo. findo o qual cessarão automaticamente os respectivos efeitos. Art.A autoridade que tiver ciência de qualquer irregularidade no serviço público é obrigada a promover-lhe a apuração imediata por meios sumários ou mediante Inquérito Administrativo.A apuração sumária por meio de sindicância não ficará adstrita ao rito para o Inquérito Administrativo. que solicitara.O afastamento preventivo é medida acautelatória e não constitui pena. 212 .br .apostile. e II .

devendo comunicará prontamente a impossibilidade de atendimento em caso de força maior. um funcionário para defender o indiciado. e a juízo da autoridade administrativa determinadora da instauração do inquérito.Quando houver indícios de alcance a administração municipal poderá designar funcionário que tenha habilitação para acompanhar as investigações e diligências em defesa do erário. 34 www. § 2º .com. Art. § 4º .Concluída a defesa.O Inquérito Administrativo precederá à aplicação das penas de suspensão. Art. prorrogáveis sucessivamente por períodos de trinta dias.br . inclusive a reinquirição do indiciado ou de testemunhas. em caso de força maior. a juízo da autoridade administrativa competente para a sua instauração.Havendo dois ou mais indiciados. publicado duas vezes no órgão oficial e uma vez em jornal de grande circulação.O prazo de defesa poderá ser prorrogado pelo dobro.Os órgãos públicos. Art.O inquérito deverá estar concluído no prazo de noventa dias contados da data da instalação da comissão.Em caso de necessidade. concluído pela inocência ou responsabilidade do indiciado. quando não se tratar de sobrestamento. Art.O defensor do erário poderá requerer no processo o que for de direito. sob pena de responsabilidade de seus titulares. inclusive requisição de técnicos e peritos. 218 . Art. § 1º . § 2º .Em casos de revelia. o presidente da comissão designará. demissão.A comissão procederá a todas as diligências convenientes. demissão a bem do serviço público e cassação de aposentadoria. 219 . de ofício.apostile. em todas as suas fases. 221 . sempre que necessário. ficando seus membros. o Poder Municipal poderá contratar elementos técnicos externos necessários a investigação. será feita. em relação aos funcionários do Poder Legislativo. 214 . na sede da comissão. § 3º .A não-observância desses prazos não acarretará nulidade do inquérito. na responsabilidade administrativa dos membros da comissão. § 5º . 215 . permitindo-se acompanhamento do inquérito. porém.O inquérito será realizado por uma comissão designada pela autoridade que houver determinado sua abertura. importando. dispensados do serviço na repartição.São competentes para determinar a instauração do processo administrativo o Prefeito. sendo-lhe facultada vista no processo. a vistorias ou perícias. 222 . até o máximo de noventa dias. atenderão com a máxima presteza às solicitações da comissão. competindo a este indicar o secretário. § 1º . o prazo será comum e de vinte dias. para diligências consideradas imprescindíveis. § 1º . 216 . que poderá ser produzida em causa própria. Art. durante todo esse período. em tais casos.Ultimada a instrução. Art. quando necessário.A comissão.No ato de designação será indicado um dos membros para dirigir. no prazo de trás dias. a comissão remeterá o processo à autoridade competente. como presidente. composta de trás funcionários. os secretários municipais e os diretores das autarquias ou das fundações. 223 . 220 . será citado por edital. com relatório onde será exposta a matéria de fato e de direito. inclusive. § 2º . o presidente da comissão. de destituição de função. aposentados. os quais poderão ser. Art. desde que não haja similar no serviço público municipal.Se de imediato ou no curso do Inquérito Administrativo ficar evidenciado que a irregularidade envolve crime. por intermédio da autoridade instauradora. recorrendo. a citação do indiciado para apresentação de defesa no prazo de dez dias.IPAMB DO INQUÉRITO ADMINISTRATIVO Art. § 3º . a comunicará ao Ministério Público. os trabalhos da comissão. Parágrafo Único . dedicará todo o tempo aos trabalhos do inquérito.Estando o indicado em lugar incerto.O sobrestamento do Inquérito Administrativo só ocorrerá em caso de absoluta impossibilidade de prosseguimento. pelo funcionário acusado ou por seu defensor. assim como a Comissão Executiva da Câmara.Nenhum acusado será julgado sem ampla defesa. 217 . Art.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém .

O dia 28 de outubro é consagrado ao funcionário público.444. os quais não serão cumulativos. fica extinta e substituída pelo adicional do cargo em comissão. ativo ou inativo. § 1º . fica assegurado o direito de optar pelo adicional do cargo em comissão. 231 .apostile.A falta de manifestação escrita. 229 .Se a autoridade julgadora entender que os fatos não foram apurados devidamente.A vantagem pessoal de que trata o artigo 32 da Lei n2 7. poderão ser efetuadas contratações de pessoal por tempo determinado. no último caso. 227 . Art. domingo ou feriado para o primeiro dia útil seguinte.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . § 2º . Art. 230 . 228 . será considerada opção definitiva e irrevogável pelo sistema anterior. todavia. não ficando. de 5 de julho de 1989. ressalvados.O funcionário só poderá ser exonerado.br . 35 www. TÍTULO VIII DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Capítulo Único Art. Art. sem prejuízo dos deveres e direitos estabelecidos nesta Lei. Art.Para atender aos casos de necessidade temporária de excepcional interesse público. determinará o reexame do inquérito pela própria comissão ou através de outra a ser designada da mesma forma que a anterior.Os prazos previstos neste Estatuto contar-se-ão por dias corridos. não se computando o dia de início e prorrogando-se o vencimento que incidirá em sábado. sem caráter cumulativo. vinculada à conclusões do relatório. Art. 224 .453. devendo manifestar sua opção até o nonagésimo dia da vigência desta Lei. TÍTULO VII DOS FUNCIONÁRIOS EM SITUAÇÃO ESPECIAL Capítulo Único DO SERVIÇO RELATIVO À EDUCAÇÃO Art. de 17 de maio de 1989. na forma estabelecida na Lei nº 7.Aos funcionários que desempenham trabalho de magistério são mantidos os direitos previstos em estatuto próprio. após a conclusão do Inquérito Administrativo a que responder e do qual não resultar pena de demissão ou demissão a bem do serviço público.IPAMB indicando.A autoridade julgadora decidirá à vista dos fatos apurados pela comissão. até o término do recesso posterior a este período legislativo. a pedido.Recebido o processo.Lei especial instituirá o Plano de Carreira a dos Funcionários do Município. § 1º .com. que venha percebendo a vantagem pessoal do sistema anterior. a autoridade competente proferirá a decisão no prazo de quarenta e cinco dias. 225 . que fica mantida no que não colidir com as normas deste Estatuto.Ao funcionário. o direito adquirido e os casos pendentes da hipótese do artigo 42 da supracitada lei. Art. no prazo aqui estipulado. as disposições legais que entender transgredidas e as respectivas penas. artigo 79 desta Lei. § 2º . 226 .

000. deste Estatuto.Ressalvados o direito adquirido.apostile.Esta Lei entra em vigor no dia 28 de outubro deste ano. Art. fica substituída pela licença prêmio.A licença especial de que trata o artigo 123 da Lei n2 7. 234 .O adicional previsto no artigo 79. 236 .com. 235 .IPAMB Art. 232 . inciso X. nos casos omissos.Serão subsidiários do presente Estatuto. são revogadas as disposições em contrário. inciso I. em sistema de triênios. 233 . mas as obrigações financeiras dela resultantes somente terão vigência a partir de 1º de janeiro do próximo exercício orçamentário. desta Lei. o ato jurídico perfeito e a coisa julgada.br . os Estatutos dos Funcionários Públicos Civis da União e do Estado. Art. substitui qualquer outro adicional por tempo de serviço. 36 www. Art.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . na forma estabelecida no artigo 93. de 27 de julho de 1976. Art.

especialmente designado para esse fim.br . 1º. tendo por finalidade oferecer a seus segurados e dependentes os benefícios previdenciários. e como tal. TÍTULO II DA ESTRUTURA E DA ADMINISTRAÇÃO DO IPAMB Art.IPAMB LEI Nº7. 3º. A Assembléia Geral será presidida pelo Presidente do Conselho de Administração do IPAMB e.774. autarquia municipal criada pela Lei nº 6. 4º. 2º. financeira e patrimonial. O Instituto de Previdência do Município de Belém – IPMB. de 31 de Dezembro de 1969. passa a se denominar Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém – IPAMB. por outro membro desse Conselho.apostile. DE 30 DE DEZEMBRO DE 1999 Dispõe sobre o plano de seguridade social dos servidores do Município de Belém.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . Estado do Pará.984. com personalidade jurídica própria. e dá outras providências. A estrutura organizacional básica do Instituto compor-se-á de: I – Assembléia Geral. com sede e foro na cidade de Belém. São atribuições da Assembléia Geral: I – eleger os segurados obrigatórios do Conselho de Administração. Assembléia Geral é a reunião dos segurados. em seus impedimentos e ausências. IV – Órgãos Executivos e de Assessoramento do IPAMB. Art. a ser o órgão responsável pelo Sistema de Seguridade Social objeto desta Lei. II – Conselho de Administração. O IPAMB. II – decidir sobre propostas de adoção de normas que impliquem na utilização do patrimônio 37 www. III – Conselho Fiscal. em pleno gozo de seus direitos. como autarquia municipal. Parágrafo único. A CÂMARA MUNICIPAL DE BELÉM estatui e eu sanciono a seguinte Lei: TÍTULO I ESTRUTURA INSTITUCIONAL CAPÍTULO ÚNICO DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 5º. e representantes dos órgãos empregadores. goza de autonomia administrativa. Art.com. de assistência médica e social previstos nesta lei. CAPÍTULO I DOS ÓRGÃOS CONSTITUTIVOS SEÇÃO I DA ASSEMBLÉIA GERAL Art. que terão mandato de dois anos. juntamente com os demais órgãos constitutivos do IPAMB.

Art. A Presidência do Conselho de Administração será exercida pelo Secretário Municipal de Administração. V – um representante dos aposentados da Prefeitura Municipal de Belém. III – apreciar matérias de relevância submetidas pelo Conselho de Administração. 8º. IV – dois segurados obrigatórios. 7º. a hora e a finalidade da reunião.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . O mandato dos membros do Conselho de Administração será de dois anos. até o terceiro grau civil. A Assembléia Geral reunir-se-á. renovável por igual período.IPAMB do IPAMB. A Assembléia Geral será convocada por edital. O Conselho de Administração é o órgão de Orientação e Coordenação Superior no âmbito do IPAMB e terá suas prerrogativas e funcionamento regulado em seu Regimento Interno. em segunda e última convocação.br . 13. § 1º. a Assembléia Geral reunirá independentemente de quórum. O Conselho de Administração terá constituição paritária. O Conselho de Administração funcionará somente com a presença da maioria dos seus membros. § 4º. Quando convocada em caráter ordinário. conforme indicado abaixo: I – o Secretário Municipal de Administração. Art. II – o Secretário Municipal de Saúde. publicado no Diário Oficial do Município com antecedência mínima de cinco dias. a qualquer parte interessada. em caráter ordinário. 11. com duração de oito horas consecutivas. § 2º. sem contudo. O Presidente do IPAMB participará das reuniões do Conselho de Administração. realizada meia hora após a primeira. Em se tratando de reunião extraordinária. submetendo e esclarecendo matérias. com o objetivo exclusivo de eleger os membros não natos do Conselho de Administração e seus respectivos suplentes. Art. Art. Art. 9º. não previstas nesta Lei ou seu Regulamento.apostile. e nos seus impedimentos ou ausências segundo o que dispuser seu Regimento Interno. em caráter extraordinário.com. a data. no primeiro semestre. Cada membro do Conselho de Administração terá seu suplente. de dois em dois anos. 10. do qual constará o local. 38 www. SEÇÃO II DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Art. VI – um representante dos pensionistas da Prefeitura Municipal de Belém. a Assembléia Geral será instalada com a presença de metade mais um de seus membros em primeira convocação. para apreciar matérias pertinentes aos assuntos previstos nos incisos II e III do artigo 14. Art. § 3º. 12. e com qualquer número. VII – o Presidente da FUNPAPA. Art. 6º. ter direito a voto. entre representantes do Poder Público e dos segurados. A Assembléia Geral reunir-se-á. sendo impedido de votar aquele que tiver interesse pessoal no assunto ou estiver ligado por parentesco. III – um membro de livre escolha e nomeação do Prefeito.

e posterior encaminhamento e decisão da Câmara Municipal de Belém. bem como a suplementação de verbas e abertura de créditos especiais. VII – julgar os recursos voluntários interpostos contra atos do Presidente do Instituto. IV – emitir parecer prévio sobre todas as transações a serem desenvolvidas pelo Instituto. O Presidente do Conselho de Administração tem como atribuições: I – presidir as reuniões do Conselho e da Assembléia Geral. o afastamento do exercício do cargo do Presidente. relatores para os processos que devem ser 39 www. XI – aprovar proposta do Presidente do IPAMB de criação e/ou modificação de órgãos que integram a Estrutura Administrativa do Instituto. IX – elaborar e rever o Regulamento da Entidade. e extraordinariamente quantas vezes se fizer necessário. V – solicitar ao Presidente do Instituto as informações que julgar necessárias ao bom desempenho de suas atribuições e notificá-lo para correção de irregularidades verificadas. submetendo-o a apreciação do Prefeito Municipal. O Conselho de Administração reunirá ordinariamente duas e no máximo quatro vezes por mês. enquanto durar a apuração dos fatos. respeitando o disposto no artigo 195. XVI – propor ao Prefeito Municipal. Diretor Geral. VI – decidir sobre os recursos de ofício interpostos pelo Presidente do IPAMB. artigo 56 desta Lei e artigo 190 da Lei Orgânica do Município. XIII – estabelecer novos benefícios e serviços. por convocação de seu Presidente. por convocação justificada do Presidente do IPAMB. Art. Procurador Geral. VIII – propor ao Chefe do Poder Executivo Municipal medidas legislativas a respeito da seguridade social dos beneficiários do IPAMB. 15. II – fiscalizar a execução do orçamento e autorizar a transferência de consignações e subconsignações de verbas orçamentárias.com. Art. ou Conselheiro do Conselho de Administração indiciado na prática de ato lesivo ao patrimônio da Instituição ou crime na administração pública. 16. III – apreciar os balanços e inventários do Instituto.IPAMB Art. XII – disciplinar a prestação de serviços do Instituto enumerados em dispositivos do Regulamento. X – aprovar o Regimento Interno do IPAMB. ou por maioria dos seus membros e somente apreciará os assuntos constantes da convocação. 14. representando ao Chefe do Poder Executivo Municipal. § 5º. XV – expedir normas administrativas respeitantes a matérias pertinentes às atividades do Instituto que independem de lei ou decreto. basicamente: I – apreciar a proposta orçamentária do Instituto para o exercício subsequente. Diretor de Departamento ou Divisão do IPAMB. pelo voto de dois terços de seus membros. II – designar. exceto aquelas previstas pelo orçamento. quando desatendido. Ao Conselho de Administração compete. entre os membros do Conselho. da Constituição Federal.br . ampliar os existentes ou estendê-los a outros beneficiários.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . que envolvam o seu patrimônio ou os seus bens. XIV – deliberar sobre os casos omissos da lei. dentro das dotações globais respectivas.apostile.

permitida uma reeleição. no caso de impedimento dos titulares ou vacância. VI – dar posse aos membros do Conselho. SEÇÃO IV DOS ÓRGÃOS EXECUTIVOS E DE ASSESSORAMENTO DO IPAMB Art. 40 www. § 2º.com. Parágrafo único. São Órgãos Executivos do IPAMB: I – Presidência. eleitos em Assembléia Geral. em consonância com as deliberações do Colegiado. VII – convocar e dar posse aos Suplentes do Conselho de Administração. de acordo com o disposto no Regulamento e orientar o processo eleitoral. III – baixar resoluções. 18. sobre matéria de sua competência. IV – constituir as comissões receptoras de votos. eleitos pela Assembléia Geral. V – Departamento de Previdência. Os Órgãos Executivos do IPAMB são os agentes de orientação e execução. no caso previsto no regulamento. autorizar o registro de chapas. SEÇÃO III DO CONSELHO FISCAL Art. 17.apostile. sob administração e direção do Presidente do Instituto. auxiliado por seus Diretores. IV – Departamento Financeiro e Contábil. VI – Departamento de Assistências. 19. emitindo parecer a respeito. IX – baixar instruções sobre o funcionamento da Assembléia Geral Ordinária. conforme disposição no Regimento Interno. Os Conselheiros Fiscais terão mandatos de dois anos. conforme disposição no Regimento Interno. III – Departamento de Administração.br . III – propor ao Conselho de Administração medidas que julgar convenientes. VIII – designar os membros da Comissão de Tomada de Contas. O Conselho Fiscal será constituído de três membros efetivos e três membros suplentes. Dois terços dos conselheiros fiscais deverão ter conhecimentos técnicos em Administração ou Contabilidade. Art. II – Diretor Geral. § 1º. Compete ao Conselho Fiscal: I – examinar os balancetes mensais e as contas. II – pronunciar-se sobre despesas extraordinárias autorizadas pelo Conselho de Administração. V – constituir e presidir a Comissão Apuradora.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . com votação exclusiva de servidores.IPAMB apreciados pelo plenário.

XV – cumprir e fazer cumprir a legislação Previdenciária e as deliberações do Conselho de Administração. 21. conjuntamente. sendo indicado pelo Chefe do Poder Executivo Municipal. por beneficiários ou quaisquer interessados. O Presidente do IPAMB deverá possuir notórios conhecimentos de Previdência Social. bem como normas e dispositivos legais de Administração Pública em geral. respeitada a lotação estabelecida no quadro de pessoal e as leis vigentes.IPAMB Art. IV – despachar. conclusivamente. VIII – rever as próprias decisões. II – orientar. XVII – propor ao Conselho de Administração a fixação ou reajustamento dos valores de contribuições para o Pecúlio Facultativo. X – decidir em primeira instância sobre os pedidos encaminhados ao Instituto. III – Procuradoria Geral. São Órgãos de Assessoramento e Direção do IPAMB: I – Gabinete. os processos que tramitarem pelo Instituto e que ao mesmo disserem respeito.com.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém .br . XIII – exonerar ou rescindir contrato de servidores do Instituto. XVI – movimentar. 41 www. coordenar. XII – designar servidores para o desempenho de funções do Instituto. XVIII – propor ao Conselho de Administração a instituição de novos benefícios e serviços. com o Diretor do Departamento Financeiro e Contábil as contas bancárias do IPAMB. bem como as respectivas alterações.apostile. VI – expedir atos. V – atribuir gratificações. IX – ordenar despesas e procedimentos licitatórios. SEÇÃO V DA PRESIDÊNCIA Art. inclusive aquelas que dependam também de autorização legislativa. III – elaborar e submeter à apreciação do Conselho de Administração a proposta orçamentária anual. XIV – contratar e distratar serviços de terceiros. 20. portarias e ordens de serviço. II – Núcleo Setorial de Planejamento. 22. VII – solicitar ao Conselho de Administração autorização prévia em todas as transações que envolvam o patrimônio do Instituto. fixar diárias e arbitrar ajudas de custo. Art. inclusive em Juízo ou fora dele. XI – nomear candidatos aprovados em concurso público e para cargos comissionados. Compete ao Presidente: I – representar o Instituto em suas relações com outras entidades de direito público ou privado. controlar e avaliar as atividades da administração interna do Instituto.

São contribuintes obrigatórios do IPAMB: I – os servidores efetivos da administração direta. II – os servidores temporários e comissionados dos entes referidos no inciso anterior. que a Procuradoria Geral do Instituto encaminhe ações visando à responsabilização civil dos mesmos. II – os contribuintes facultativos indicados no art. autárquica e fundacional do Município. sem ônus. 24. Art. CAPÍTULO II PLANO DE SEGURIDADE SOCIAL SEÇÃO I DOS CONTRIBUINTES Art. requerê-la na forma estabelecida nesta Lei e em 42 www. aplicando penalidades. São contribuintes facultativos.apostile. XXII – cumprir e fazer cumprir as deliberações do Conselho de Administração. em consonância com a legislação municipal reguladora da matéria. de assistência médica e social previstos nesta lei. XXIV – aplicar a pena de demissão aos servidores públicos estáveis do Instituto nos casos previstos em legislação municipal. solicitando a apuração da responsabilidade penal de servidores do Instituto e de terceiros responsáveis por danos ao seu patrimônio. e os que estejam no gozo de licença sem vencimentos. para perceber assistência à saúde. O pagamento das contribuições gera o direito à percepção de benefícios previdenciários. Nos impedimentos do Presidente. XXI – firmar convênios e contratos objetivando a realização de serviços com qualquer entidade. 26 desta Lei. Para os contribuintes em caráter facultativo. XXIII – instaurar procedimento disciplinar.666/93. desde que requeiram: I – os servidores cedidos para outras esferas governamentais. São segurados do IPAMB para os efeitos da presente Lei: I – os contribuintes obrigatórios enumerados no artigo 25. Art. Art. 28. assim como os aposentados e pensionistas da administração direta. no de ambos. Art. do Regulamento e do Regimento Interno. 23. e seus dependentes.IPAMB bem como a ampliação dos existentes e a sua extensão a outros beneficiários. XIX – propor ao Conselho de Administração gravames e alienação de bens imóveis do Instituto. nos termos desta Lei.com.br . Art. responderá pelo expediente do Instituto seu Diretor Geral e. na forma prevista em Regulamento. 27.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . se for o caso. indicando servidores estáveis do Instituto para comissões de sindicância e de inquérito administrativo. na forma estabelecida nesta Lei e seu regulamento. autárquica e fundacional do Município. determinando. responderá outro diretor. deverão. respeitado o disposto pela Lei nº 8. 25. II – os ocupantes de cargos eletivos no Município de Belém. em valor equivalente a oito por cento de sua remuneração. na forma estabelecida em Lei. XX – exercer as atividades de administração geral e específica da entidade. XXV – representar à autoridade competente. 26.

V – os pais que vivam. na forma estabelecida em Regulamento. sem limite de número de dependentes: a) filho solteiro. b) os pais. 43 www. comprovadamente.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém .apostile. não emancipados. nos termos do inciso I do artigo 29.com. na forma do Regulamento. 29. menores de vinte e um anos. c) os filhos inválidos de qualquer idade. sem rendimento próprio. esteja sob sua guarda ou tutela. não podem qualificar dependentes. nos termos do Regulamento. a companheira ou companheiro. mediante declaração de união estável expedida pelo IPAMB. Considera-se dependente do segurado para fins de atendimento do Plano de Assistência Básica à Saúde e Social – PABSS. até vinte e um anos de idade. c) irmão. na qualidade de segurados facultativos. Art. Art. sob a dependência econômica do contribuinte. 30. II – com ônus adicional. para fins previdenciários. § 2º. A comprovação de invalidez nos casos previstos nesta Lei será mediante inspeção de Junta Médica pericial do IPAMB. de qualquer idade. aquela ou aquele que mantém união estável com o contribuinte. Os beneficiários da pensão. por determinação judicial. É considerada companheira ou companheiro. não emancipados. menores de vinte e um anos. 32. para fins de utilização dos serviços do PABSS. órfão de pai e mãe. se inválidos. sob a dependência econômica do contribuinte. IV – o menor que. alínea "a" do artigo 30. SEÇÃO II DOS DEPENDENTES Art. a companheira ou companheiro. até vinte e um anos de idade. e inciso I. até vinte e um anos de idade ou inválido. para os efeitos desta Lei: I – sem ônus adicional: até um número total de quatro dependentes. que viva e resida com o contribuinte. que vivam. nos termos do Regulamento. que residam com o contribuinte e vivam às suas expensas. sem rendimento próprio. desta Lei. desde que comprovada a dependência econômica do contribuinte. 31. III – os filhos.IPAMB Regulamento. de vinte e dois a vinte e quatro anos de idade. por determinação judicial.br . Considera-se dependente do segurado. Art. nos termos desta Lei: I – o cônjuge. não emancipados. esteja sob sua guarda ou tutela e o enteado. § 1º. d) o menor que. II – os filhos. A dependência econômica deverá ser comprovada na forma estabelecida em Regulamento. a) o cônjuge. comprovadamente. que resida com o contribuinte e viva sob sua dependência econômica. d) os dependentes caracterizados no item "sem ônus" que excederem o número de quatro. b) os filhos.

ou contratação temporária e apresentação de documentos pessoais. Dar-se-á o cancelamento de inscrição do segurado quando: I – ocorrer o óbito. II – o ato pelo qual o segurado obrigatório indica os seus dependentes. pela cessação da união estável com o contribuinte. não lhe assistindo. V – pelo óbito. através comprovação de sua nomeação para o exercício do cargo público municipal.com. sem que o mesmo tenha feito a inscrição de dependente. b) pelo abandono do lar. A inscrição.IPAMB Art.br . O cancelamento da inscrição do segurado automaticamente cancelará a inscrição dos respectivos dependentes. através de documentação necessária perante o IPAMB. como para seus dependentes. tanto para os segurados obrigatórios. no prazo de nove meses. Art. § 4º. detenção ou reclusão do segurado. IV – para os "economicamente dependentes". SEÇÃO III DA INSCRIÇÃO Art. Incumbe ao segurado a inscrição de seus dependentes. quando cessar a invalidez. 33. § 5º. Em caso de falecimento. O servidor é responsável civil e criminalmente pela inscrição de dependentes realizada com base em documentos e informações por ele fornecidos. 35. desde que reconhecida esta situação por sentença judicial. § 2º. que forem exigidos na forma do Regulamento. pelo divórcio ou pela anulação do casamento. Considera-se inscrição: I – o ato pelo qual o segurado obrigatório promove o seu cadastramento no Instituto. pais quando não mais atendidas as condições estabelecidas nesta Lei. O segurado fica obrigado a comunicar ao IPAMB fato superveniente com provas cabíveis que importem em exclusão ou inclusão de dependente. A perda da qualidade de dependente ocorrerá: I – para os cônjuges: a) pela separação judicial. quanto para os facultativos. 37. 36. a este será lícito promovê-la. direito a prestações anteriores à inscrição. VI – para o inválido. neste caso. VIII – pela perda da qualidade de segurado daquele de quem ele dependa. é indispensável para o gozo dos benefícios previstos nesta Lei. II – para o companheiro. 34. transitada em julgado. decretados por sentença. Art. Art. a contar do falecimento. VII – por requerimento do segurado. III – para os filhos e equiparados. § 3º. quando cessar esta situação. 44 www.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . se aquele falecer sem tê-la efetivado. os quais poderão promovêla. irmãos. para os dependentes com ônus adicional. § 1º. Os documentos comprobatórios da condição de dependente serão estabelecidos em Regulamento.apostile.

na vigência do Plano. III – for exonerado ou pedir exoneração o servidor ocupante de cargo em comissão. igualmente independem de carência. Art. devida pelo servidor. IV – os atuais segurados do IPMB que aderirem ao PABSS no prazo de trinta dias após sua implantação. por qualquer motivo. Art. quando não verificadas as condições previstas nesta Lei. 40. 25 desta Lei. a partir da data do efetivo recolhimento da primeira contribuição para o IPAMB. que passarem à condição de segurados facultativos e dependentes com ônus. perder a condição de beneficiário do PABSS. Aquele que. sendo cobrada no percentual de quatro por cento 45 www. se no exercício de suas funções estivesse. o auxílio-reclusão e saláriofamília. 41. 46. a partir dos quais cumprirão as carências estabelecidas neste capítulo. exceto para internações obstétricas. sendo para Assistência à Saúde: I – o período de carência corresponde. sem ônus adicional. terá caráter obrigatório. Período de carência é o tempo correspondente ao número mínimo de contribuições mensais e sucessivas ao IPAMB. CAPÍTULO IV DO PERÍODO DE CARÊNCIA Art. em valor equivalente a oito por cento da sua remuneração. fica sujeita ao prazo de carência de doze contribuições. Os benefícios da assistência social. IV – ao término ou rescisão do contrato do servidor temporário. CAPÍTULO IV DAS CONTRIBUIÇÕES Art. e nele reingressar. 45. não cumprirão carência. relacionadas a pensão por morte. cujo período de carência será de nove contribuições. para efeito de sua percepção. O cancelamento da inscrição de dependentes poderá ser promovido de ofício.IPAMB II – for demitido ou pedir demissão de cargo público municipal o servidor efetivo. A contribuição para o custeio da assistência à saúde terá caráter obrigatório para os servidores indicados no art. Parágrafo único. Parágrafo único. indispensáveis para que o segurado e seus dependentes usufruam dos benefícios previstos nesta Lei. 43. ficará sujeito a novos períodos de carência para ter direito aos benefícios previstos nesta Lei. cessarão todos os direitos previstos nesta Lei. 44. Art.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . Art. Independem de carência. sem ônus. o período será igual a dos segurados obrigatórios para os atendimentos em geral. Art. 42. III – os segurados obrigatórios e dependentes. excluída a gratificação natalina. para os segurados obrigatórios e seus dependentes diretos. a uma contribuição mensal.com. 38. a partir da data de seu desligamento. O período de carência tem seu início. II – para os segurados facultativos e dependentes com ônus adicional. sem interrupção. Art. Art.apostile. 39. Ocorrendo o cancelamento de inscrição por qualquer das hipóteses previstas. terão o prazo de trinta dias após a última contribuição para optarem pela manutenção no Plano.br . A contribuição previdenciária para os servidores que se vinculem ao IPAMB em caráter facultativo será equivalente à contribuição que seria devida. A contribuição previdenciária. A concessão das prestações pecuniárias.

bem como das consignações e outras obrigações dos segurados obrigatórios. § 1º. cargo em substituição. A contribuição para o custeio da assistência à saúde de aposentados e pensionistas terá caráter facultativo e corresponderá a oito por cento dos proventos ou pensões. 52. obrigatoriamente. excluída a gratificação natalina. sendo de: I – dois por cento. Art. Art. será variável. II – quatro por cento. automaticamente pelo IPAMB quando do pagamento mensal da aposentadoria a que tiverem direito. 30 desta Lei. TÍTULO III CAPÍTULO I DOS BENEFÍCIOS E SERVIÇOS Art. será efetuado pelo Poder Público. 55. terá sua contribuição calculada sobre o total da remuneração correspondente a esses cargos ou funções. A contribuição do Município para o custeio da previdência e assistência social corresponderá ao valor do custeio da aposentadoria e do salário-família. não terão seus valores computados para efeito da contribuição prevista neste artigo. servidor efetivo. que vier a exercer cargo em comissão. ficará o inadimplente sujeito ao juro de um por cento ao mês. nos termos do art. Parágrafo único. as contribuições ou outras importâncias consignadas a favor do IPAMB. acrescidos ainda da taxa de manutenção prevista nesta Lei. A contribuição para os dependentes adicionais. O recolhimento das contribuições da Previdência Social. para os dependentes com mais de cinqüenta anos. até o décimo dia do mês subsequente. far-se-á. para os indicados no art. ou função gratificada. 48. 53.com. para os dependentes até dezessete anos. O recolhimento das contribuições e demais consignações dos segurados inativos. permitidas em Lei. terá caráter facultativo e corresponderá a oito por cento da remuneração. de acordo com a faixa etária. Parágrafo único. 49. dos cargos acumulados. temporários e comissionados. sob pena de incidência de multa de dez por cento sobre o valor do débito. Na hipótese de acumulações de cargos. além do montante igual ao valor das contribuições efetivamente arrecadadas dos servidores no mês anterior. Art. Não se verificando o recolhimento da contribuição pelo segurado. § 2º. excluída a gratificação natalina. ficará o interessado obrigado a recolhê-las. A contribuição do Município para o custeio da assistência à saúde corresponderá a dois por cento do valor da folha de pagamentos dos servidores efetivos.br . As prestações asseguradas pelo IPAMB a seus segurados e respectivos 46 www. 50. para os dependentes entre dezoito e quarenta e nove anos. Art. até o quinto dia após a data do pagamento do funcionalismo. diretamente. Art.33% (trinta e três centésimos por cento) por dia de atraso. A contribuição para o custeio da assistência à saúde. 26 desta Lei. Art. O segurado. nos casos previstos nesta Lei. a contribuição será calculada sobre o total dos vencimentos ou proventos correspondentes.IPAMB da remuneração. além de juros de mora de 0. Art. 47. As aposentadorias concedidas. a partir de Janeiro de 2001.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . acrescido da taxa de manutenção.apostile. enquanto no exercício do mesmo. Art. No caso de não serem descontadas. do salário do segurado ativo. 54. III – seis por cento. 51.

programas de saúde preventiva. segundo os termos desta Lei e seu Regulamento. empréstimo-saúde. c) 1/25 (um vinte e cinco avos) por ano. As aposentadorias concedidas com proventos proporcionais ao tempo de contribuição. Benefício é a prestação pecuniária. b) aos dependentes. 58. 2 – a Assistência Social compreenderá: ações de atendimento à pessoa idosa. 3 . b) 1/30 (um trinta avos) por ano. 57.com. laboratorial.aposentadoria por invalidez permanente. aos contribuintes e seus dependentes: 1 – a Assistência à Saúde compreenderá: assistência médica.pensão por morte do servidor segurado. segundo os termos desta Lei e seu Regulamento.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . de caráter não pecuniário. 4 – salário-família. Art. exigível pelo segurado e seus dependentes. se professora em função de magistério. § 2º. de enfermagem. consistem em benefícios e assistências. se servidor do sexo masculino. 3 . se servidor do sexo feminino ou se professor em função de magistério. O IPAMB prestará na forma estabelecida nesta Lei e seu Regulamento os seguintes benefícios: I – previdenciários: a) aos segurados obrigatórios: 1 . 2 . § 1º. 5 . conforme o Regulamento. farmacêutica. 2 . órteses e próteses. e mediação na saúde.IPAMB dependentes. exigível pelo segurado e seus dependentes.aposentadoria voluntária.br . psicológica.auxílio-reclusão. ações de promoção e geração de renda.aposentadoria compulsória aos setenta anos. II – serviços.pecúlio facultativo. Assistência é o serviço. hospitalar. conforme disposições do Regulamento. ao segurado. odontológica. SEÇÃO ÚNICA DAS ESPÉCIES DE BENEFÍCIOS E SERVIÇOS Art. de atendimento às situações de risco. conforme o Regulamento. CAPÍTULO II DA REMUNERAÇÃO E DOS PROVENTOS DA APOSENTADORIA Art. fisioterápica.auxílio-doença.apostile. Os proventos de aposentadorias e pensões serão revistos na mesma proporção e 47 www. exceto pensionistas: 1 . 56. saúde do trabalhador. terapia ocupacional. ligados a área da saúde e assistência social. ambulatorial. na forma da lei. serão calculadas na seguinte proporção: a) 1/35 (um trinta e cinco avos) por ano. fonoaudiológica.

por grupo de doze contribuições. do IPAMB. e consistirá em renda mensal correspondente a: I – cem por cento da remuneração de contribuição vigente no dia da aposentadoria. 59. contagiosa ou incurável especificadas em lei federal. SEÇÃO I DA APOSENTADORIA POR INVALIDEZ Art. sob pena de suspensão do benefício. por força de acidentes em serviço. não poderão ser superiores aos limites estabelecidos pela Constituição Federal. § 3º.apostile. A aposentadoria por invalidez será mantida enquanto. A aposentadoria por invalidez será sempre precedida de licença para tratamento de saúde. Nos casos não especificados no caput deste artigo. ficando o mesmo obrigado.br . o IPAMB. II – oitenta por cento da remuneração de contribuição.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . 60. contagiosa ou incurável. 61. A incapacidade para o exercício do cargo. 62. tratamentos e processos de reabilitação indicados pelo IPAMB. Art. até o limite de cem por cento. através de laudo de sua Junta Médica Pericial. moléstia profissional ou doença grave. SEÇÃO II 48 www. exceto o tratamento cirúrgico. O pagamento dos proventos de aposentadorias concedidas a partir do mês de Janeiro do ano 2001 serão de competência do IPAMB. A aposentadoria por invalidez permanente será devida a contar do dia imediato ao da cessação da licença para tratamento de saúde. antes deste prazo. Art. concluir pela incapacidade definitiva para o serviço público. Art. a juízo do IPAMB. com proventos integrais. § 2º. salvo se. na forma da lei. doença profissional ou doença grave. não podendo ultrapassar cem por cento do salário de contribuição nos demais casos. os proventos de aposentadoria serão proporcionais ao tempo de contribuição. 63. a submeter-se a exames periódicos. inclusive quando decorrentes da transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu a aposentadoria ou que serviu de referência para a concessão da pensão. mais um por cento deste. o segurado permanecer incapacitado para o exercício da profissão. por período não excedente de vinte e quatro meses. CAPÍTULO III DA APOSENTADORIA Art. § 1º. Sendo declarado incapaz para o exercício do cargo. sendo também estendidos aos aposentados e aos pensionistas quaisquer benefícios ou vantagens posteriormente concedidos aos servidores em atividade. acrescido de cinco por cento por ano de contribuição que supere a soma a que se refere o artigo anterior. 64. não pressupõe e nem se confunde com a incapacidade para o serviço público. § 4º. Os proventos de aposentadoria. suas autarquias e fundações. após avaliação do Programa Saúde do Trabalhador. Art. Os proventos de aposentadoria proporcional serão equivalentes a setenta por cento do valor máximo que o servidor poderia obter de acordo com o artigo anterior. caso o benefício seja decorrente de acidente em serviço. que será facultado.IPAMB na mesma data. sempre que se modificar a remuneração dos servidores em atividade. especificadas em lei federal.com. o servidor será readaptado a outra função abrangida pelo Plano de Carreira da Prefeitura Municipal de Belém. O servidor municipal será aposentado por invalidez.

67.com. proporcional ao tempo de contribuição. observadas as seguintes condições: I – houver completado sessenta anos de idade e trinta e cinco de contribuição. no cargo efetivo em que se deu a aposentadoria ou que serviu de referência para a concessão da pensão. sendo cinco anos no cargo efetivo em que se dará aposentadoria. quando o segurado completar setenta anos de idade. estadual e municipal será contado para efeito de aposentadoria e o tempo de serviço correspondente para efeito de disponibilidade. definidos em lei. § 6º. sob condições especiais. preservados os direitos adquiridos dos atuais servidores. serão calculados com base na remuneração do servidor no cargo efetivo em que se der a aposentadoria. O tempo de contribuição federal. O funcionário se afastará do cargo no dia imediato àquele em que atingir a idade-limite.IPAMB DA APOSENTADORIA COMPULSÓRIA Art. os dependentes farão jus a uma pensão mensal. a partir da data do óbito. não poderão exceder a remuneração do respectivo servidor. de valor correspondente ao do respectivo provento ou remuneração. com proventos proporcionais ao tempo de contribuição. exclusivamente. CAPÍTULO IV DA PENSÃO POR MORTE Art. e na forma da lei. O disposto nos §§ 1º e 2º deste artigo somente será aplicado aos servidores que vierem a ingressar nos quadros da administração pública municipal a partir da vigência desta Lei. por ocasião de sua concessão. aposentado ou não. § 4º. Os proventos de aposentadoria e as pensões. em relação ao disposto no inciso I deste artigo para o professor que comprove exclusivamente tempo de efetivo exercício das funções de magistério. § 5º. e sessenta anos de idade. 66.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . efetuando-se a compensação dos valores de contribuição pagos para as entidades acima indicadas.apostile. Parágrafo único. se homem. O servidor poderá aposentar-se voluntariamente. § 7º. que prejudiquem a saúde ou a integridade física. na educação infantil e no ensino fundamental e médio. Ressalvadas as aposentadorias decorrentes dos cargos acumuláveis. corresponderão à totalidade da remuneração. com proventos integrais. será devida relativamente a cada um deles.br . Os requisitos de idade e de tempo de contribuição serão reduzidos em cinco anos. se do sexo masculino. § 1º. é vedada a percepção de mais de uma aposentadoria à conta do regime de previdência previsto neste artigo. A pensão do dependente de segurado que contribua sobre dois cargos. ou cinqüenta e cinco anos de idade e trinta anos de contribuição. por ocasião da sua concessão. se do sexo feminino. ou da decisão judicial no caso de morte presumida. § 1º. É vedada a adoção de requisitos e critérios diferenciados para a concessão de aposentadoria aos abrangidos pelo regime de que trata este artigo. Os proventos de aposentadoria. se mulher. 49 www. na forma da Lei Federal. SEÇÃO III DA APOSENTADORIA VOLUNTÁRIA Art. II – houver completado sessenta e cinco anos de idade. § 3º. desde que cumprido o tempo mínimo de dez anos de efetivo exercício no serviço público. A aposentadoria será compulsória. § 2º. na forma da Constituição Federal. ressalvados os casos de atividades exercidas. Por morte do segurado. 65.

73. conforme previsão da Constituição Federal. o auxílio reclusão que estiver sendo pago aos seus dependentes será automaticamente convertido em pensão. § 1º. § 2º. até o limite estabelecido nesta Lei. quando este for o único dependente com direito a pensão. Art. quando: I – afastado por motivo de prisão. 72. 71.com. ficando os dependentes desobrigados da reposição dos valores recebidos. O auxílio reclusão será devido. proceder-se-á a redistribuição de pensão de forma eqüitativa em favor dos pensionistas remanescentes. 69. por sentença definitiva. CAPÍTULO V DO AUXÍLIO RECLUSÃO Art. cessará automaticamente a concessão do benefício.IPAMB § 2º. II – em virtude de condenação. No caso do parágrafo anterior. § 1º. Art. Art. extinguir-se-á também a pensão. Quando se tratar de morte presumida. Extinta a cota de um dependente. na forma deste artigo. O pagamento do auxílio reclusão cessará a partir do dia imediato àquele em que o servidor for posto em liberdade ainda que condicional. A cada três meses os dependentes têm de fazer a prova da detenção ou reclusão. conforme o disposto nesta Lei. a pena que não determine a perda do cargo.br . A pensão por morte será concedida ao conjunto dos dependentes do segurado que falecer. salvo ocorrência de má-fé. III – em partes iguais entre todos os dependentes quando não houver cônjuge ou companheiro. 68. com o reaparecimento do segurado. O valor da pensão por morte corresponderá a totalidade da remuneração de contribuição do servidor falecido. sendo rateada da seguinte forma: I – cinqüenta por cento para o cônjuge ou companheiro e o restante dividido em partes iguais entre os demais dependentes habilitados com direito a pensão.apostile. aposentado ou não.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . CAPÍTULO VI DO AUXÍLIO DOENÇA 50 www. § 3º. nas mesmas condições da pensão por morte aos dependentes do segurado. determinada pela autoridade competente. Após a morte do segurado. Extinguindo-se o direito à parte da pensão. § 3º. a data de início do benefício será a da decisão judicial. 70. Art. § 2º. o seu direito transfere-se para os demais. Art. II – cem por cento para o cônjuge ou companheiro ou companheira. No caso de falecimento do servidor detento ou recluso. em flagrante ou preventiva. em que se evidencie a existência da sociedade conjugal ou comunhão nos atos da vida civil. e qualquer inscrição ou habilitação de dependente só produzirá efeito a contar da data de inscrição ou habilitação. independentemente de cumprimento de carência. A concessão de pensão por morte não será protelada pela falta de habilitação de outro possível dependente. Extinguindo-se a parte do último pensionista. a designação da companheira pode ser suprida mediante justificação judicial.

legados e outras receitas diversas não previstas nos itens precedentes. autárquica e fundacional. em especial aquelas contidas na Lei nº 8. Constituem o patrimônio do IPAMB. subvenções. 74. Parágrafo único.com. constando obrigatoriamente o regime financeiro e os respectivos cálculos atuariais. moléstia profissional. sob a forma legal. Art. § 2º. III – receitas de aplicações do patrimônio.apostile.IPAMB Art. nos casos comprovados de acidente de trabalho. na proporção de: I – noventa por cento da remuneração a partir do trigésimo primeiro até o sexagésimo dia de afastamento. § 1º. atuarialmente. direitos atuais e os que venham a ser instituídos ou incorporados. com a finalidade de integralização do Passivo Atuarial do IPAMB. 77. Parágrafo único.666/93. TÍTULO IV DOS PLANOS DE CUSTEIO E DE APLICAÇÃO DO PATRIMÔNIO CAPÍTULO I DO PLANO DE CUSTEIO Art.br . em gozo de licença para tratamento de saúde. Independentemente do disposto neste artigo. II – oitenta e cinco por cento da remuneração a partir do sexagésimo primeiro até o nonagésimo dia de afastamento. contagiosa ou incurável. Nos afastamentos por licença para tratamento de saúde. para fins de atendimento na área de assistência à saúde CAPÍTULO II DO PATRIMÔNIO E DA SUA APLICAÇÃO Art. VI – receita advinda de convênios que o IPAMB realizar com entidades públicas ou privadas. O custeio do plano de benefícios será atendido pelas seguintes fontes de receitas: I – dotações iniciais ou periódicas e globais da contribuição dos órgãos da administração direta. o Plano de Custeio será revisto. aprovada pelo Conselho de Administração. para cada caso. pelo Conselho de Administração do mesmo.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . O Plano de Custeio do IPAMB será aprovado. doença grave. IV – doações. 51 www. fixadas. anualmente. O pagamento do benefício auxílio doença será custeado pelo órgão de origem do servidor afastado para tratamento de saúde. seus bens. 75. III – oitenta por cento da remuneração a partir do nonagésimo primeiro dia de afastamento em diante. 76. V – taxas de sobrecarga sobre serviços prestados. II – contribuições previdenciárias e assistenciais previstas nesta Lei. Os bens do IPAMB somente poderão ser alienados ou gravados por proposta do Presidente do Instituto. sempre que ocorrerem eventos determinantes de alterações nos encargos do IPAMB. o valor do auxílio será de cem por cento da remuneração. observadas as disposições legais específicas. O auxílio doença é devido ao segurado que ficar incapacitado para o seu trabalho ou para sua atividade habitual por mais de trinta dias consecutivos.

III – reservas de contingência. visando a sua gradual estabilização. Art. ajustados às suas peculiaridades. O balanço geral com a apuração do resultado do exercício deverá ser apresentado pelo Diretor-Presidente do IPAMB ao Tribunal de Contas dos Municípios. Art. 81. VI – aos princípios contábeis pertinentes à matéria. IV – reserva de reajuste de benefícios. II – aos parâmetros atuariais sugeridos pela Diretoria de Seguridade. conforme diretrizes estabelecidas pelo Conselho de Administração. Parágrafo único. a avaliação atuarial do IPAMB. investimento e alocação dos recursos aprovados pelo Conselho de Administração. 78. CAPÍTULO III DA GESTÃO ECONÔMICA E FINANCEIRA Art. serão constituídas as seguintes reservas técnicas: I – reservas matemáticas de benefícios concedidos.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém .IPAMB Art. § 1º. obrigatoriamente. 80. Juntamente com o balanço geral.com. 79. e contabilização dos ativos por fontes de recursos e gastos. 83. Para garantia da continuidade de pagamento dos benefícios.br . deverá o Presidente realizar. II – garantia dos investimentos. V – reserva matemática a construir. Os orçamentos.apostile. V – ao pleno acesso dos segurados às informações relativas à gestão do regime ora instituído. Art. A gestão do IPAMB deverá. a cada ano. O IPAMB aplicará seu patrimônio. 82. a programação financeira e os balanços do IPAMB obedecerão aos padrões e normas instituídos por legislação específica. em planos que tenham em vista: I – rentabilidade compatível com os imperativos atuariais do plano de custeio. Art. IV – a sistema de registro contábil individualizado de cada servidor e dos entes patronais. conforme determinado por legislação federal. Reservas matemáticas de benefício concedido é a diferença entre o valor atual dos 52 www. dentre outros princípios aplicáveis à administração pública. nos prazos definidos em Lei. III – liquidez compatível com o fluxo dos compromissos previdenciários. obedecer: I – às diretrizes gerais de gestão. II – reservas matemáticas de benefícios a conceder. IV – manutenção do poder aquisitivo dos capitais aplicados. III – a inspeções anuais de auditoria por entidades independentes legalmente habilitadas. VI – o déficit técnico. O exercício financeiro coincidirá com o ano civil e a contabilidade obedecerá às normas públicas da administração financeira.

§ 1º. auxílio-reclusão. apurado em balanço. pelos mesmos. no caso de ser positiva essa diferença. de acordo com o plano de custeio vigente. além daquelas enumeradas no art. 85. § 2º. pelos mesmos. ativos e aposentados. incorrerá em falta funcional. Reservas matemáticas de benefícios a conceder é a diferença entre o valor atual dos encargos a serem assumidos pelo IPAMB. Art. pecúlios.com. III – taxa de administração no percentual de dois por cento sobre o valor de empréstimo de crédito de pessoal. e o valor atual das contribuições que. ou pelas patronais. em relação aos seus beneficiários em gozo de rendas iniciadas de aposentadorias.apostile. Constituem fontes de receita do IPAMB. § 3º. No caso de ser a diferença referida no § 3º (em favor do ativo) superior aos vinte e cinco por cento da soma dos valores das reservas. reservas matemáticas. § 5º. IV – contribuições de pecúlios facultativos. reformas. II – juros de financiamentos efetuados aos beneficiários dentro das normas relativas à assistência financeira. respectivos dependentes que ainda não estejam em gozo de rendas iniciadas de aposentadorias. à crédito da previdência social dos servidores do Município de Belém. Se a diferença. a reserva de contingência será consignada com o valor equivalente ao daquele limite percentual e o excesso. sem prejuízo das sanções de natureza civil ou criminal cabíveis. sob o título de "Reserva de Reajuste de Benefícios". venham a ser recolhidas aos cofres do IPAMB. referida no parágrafo anterior.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . de acordo com o plano de custeio vigente. O saldo positivo do IPAMB. § 2º. for superior à Reserva de Benefícios a Conceder a segurados que ainda não tenham preenchido as condições para o gozo da aposentadoria. auxílio-reclusão e pensões. será transferido para o exercício seguinte.br . 76: I – valores descontados dos funcionários contribuintes obrigatórios. venham a ser recolhidos aos cofres do IPAMB. e o valor atual das contribuições que. referidas nos §§ 1º 2º. por motivo de faltas e atrasos ao trabalho não justificados. A autoridade administrativa ou servidor que no exercício de suas funções deixar de efetuar os recolhimentos devidos ao IPAMB. a reserva a constituir será consignada com o valor equivalente ao daquele limite. não previstas nos itens anteriores. Fica assegurado ao IPAMB o direito. e o excesso.IPAMB encargos assumidos pelo IPAMB. ou pelas patronais. em relação aos seus segurados. para sustentação dos referidos encargos. 84. no caso de ser positiva essa diferença. § 6º. Reserva de contingência é a diferença entre o total dos bens do ativo e o total das obrigações do passivo. para sustentação aos referidos encargos. através de funcionários para tanto 53 www. § 4º. pensões. TÍTULO V DA RECEITA. de acordo com as normas emanadas do Conselho de Administração. Reserva Matemática a Constituir é a diferença entre o total das obrigações do passivo e o total de bens do ativo. V – outras rendas eventuais ou extraordinárias. reformas. sob o título de Déficit Técnico. ao final da cada exercício financeiro. DA ARRECADAÇÃO E DO RECOLHIMENTO CAPÍTULO I DA RECEITA Art. reservas remuneradas.

88. 90. averbadas pela Municipalidade de Belém. é o Estatuto dos Servidores Públicos Municipais – Lei nº 7. Art. O diploma legal que disciplina os Direitos e Deveres dos servidores municipais do IPAMB. procederá à revisão e à atualização das pensões em vigor. em caso de falecimento. determinará a nulidade desta ou daquela e seu automático cancelamento. O Regimento Interno.com. 96. importam na incidência de juros moratórios e respectiva correção. na forma da lei. as atribuições dos seus respectivos dirigentes. 89. Art. o Instituto procederá à atualização de cadastro de contribuintes. exercer fiscalização junto aos órgãos empregadores. III – pensão alimentícia judicialmente decretada. disporá sobre as atividades dos órgãos que compõe a estrutura administrativa do IPAMB. Art. será dirigido ao Presidente do IPAMB. TÍTULO VI CAPÍTULO ÚNICO DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. em função de perdas de valor do capital. Podem ser descontados dos benefícios: I – débitos do contribuinte ou dependente para com o Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém. 87. Art. em valor equivalente ao respectivo provento.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . a fim de ajustá-las ao disposto nesta Lei e seu Regulamento. o IPAMB. bem como. 93. no mês de Dezembro. O pedido de habilitação às prestações em geral. dependentes e pensionistas. A partir da vigência desta Lei. que antes de decidir determinará a oitiva da Procuradoria Geral do Instituto. 54 www. caso não seja antes cientificado do indeferimento. sem qualquer ônus para o requerente. A arrecadação e o recolhimento das contribuições e de quaisquer importâncias devidas ao IPAMB serão feitas em quarenta e oito horas após o pagamento das mesmas. A falsidade de documento para criar direito a favor de alguém à prestação ou de quota da mesma. e encaminhado.apostile. sem prejuízo da ação criminal que couber. Art. § 3º. através de conta bancária específica. Ao servidor fica assegurado o direito de não comparecer ao trabalho a partir do nonagésimo primeiro dia subsequente ao do protocolo do requerimento da aposentadoria.br . Ao servidor aposentado será paga a gratificação natalina. As consignações devidas ao IPAMB. e não recolhidas ou não pagas nos prazos legais.IPAMB especificamente credenciados. relativamente a seus créditos. Art. Art. 95. CAPÍTULO II DA ARRECADAÇÃO E RECOLHIMENTO Art. imediatamente. Art. Anualmente. sem prejuízo da percepção de sua remuneração. 86. aprovado pelo Conselho de Administração. ficam garantidas pelo Erário Municipal. Art. comprovante ao Departamento Financeiro e Contábil. 94. II – impostos retidos na fonte por força de legislação aplicável. 92. 91. Quaisquer quantias devidas ao IPAMB.502/90. demissão ou abandono de cargos dos seus servidores.

produzindo todos os seus efeitos. nem inferior ao piso municipal da Prefeitura Municipal de Belém.774 de 31 de Dezembro de 1969. noventa dias da data de sua publicação no Diário Oficial do Município. Lei nº 7.686 de 17 de Janeiro de 1994. O período superior a quinze dias corresponderá a 1/12 (hum doze avos) para efeito de cálculo. Art. da Constituição Federal. 97. § 6º. EDMILSON BRITO RODRIGUES Prefeito Municipal de Belém 55 www. as disposições da Lei nº 7. Parágrafo único. Parágrafo único. pelo Chefe do Poder Executivo Municipal.br . especialmente as seguintes: Lei nº 6. implicará na devolução ao IPAMB do total auferido.com. sendo revogadas todas as disposições legais em contrário. A gratificação natalina ou décimo terceiro salário dos aposentados e pensionistas terá por base o valor dos proventos do mês de Dezembro de cada ano e corresponderá 1/12 (hum doze avos) para cada mês de benefício concedido. Nenhum benefício de aposentadoria ou pensão previsto nesta Lei poderá ser superior ao subsídio do Ministro do Supremo Tribunal Federal. dolo ou má-fé. 100. e da Lei nº 7. considerando-se para casos omissos como supletivas a Legislação Estadual e Federal. Art. sem prejuízo da ação penal cabível. e suas alterações posteriores. A presente Lei será regulamentada no prazo de noventa dias.508 de 24 de Janeiro de 1991. que sejam conflitantes ou contrários ao disposto neste diploma legal.apostile. 30 de Dezembro de 1999. 98.502 de 21 de Dezembro de 1990. de acordo com o disposto no artigo 195.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . vigente para a Previdência Social. Belém(PA). A presente Lei entra em vigor. 99. O recebimento indevido de benefícios havidos por fraude. Art.IPAMB Art.

º 8466. Faço saber que a CÂMARA MUNICIPAL DE BELÉM. Art. Natureza Jurídica e Seus Fins Art. consoante aos preceitos e diretrizes emanadas do art. exclusivamente. O PREFEITO MUNICIPAL DE BELÉM. 40 da CF/88. em caso de contingências que interrompam. Ao servidor ocupante. no particular ao Regime Próprio de Previdência Social do Município de Belém/PA. A perda da qualidade de segurado importa na caducidade dos direitos inerentes a essa qualidade. 40 da Constituição Federal de 1988. e dá outras providências. DE 30 DE NOVEMBRO DE 2005 Dispõe sobre a reestruturação do Instituto de Previdência do Município de Belém – IPAMB. Lei nº 7. estes investidos em cargo público por força do Regime Jurídico Único.br . para efeitos previdenciários: I – os servidores efetivos ativos e inativos da administração direta. prestações de natureza previdenciária. bem como das Leis Federais nº 9. Art. 56 www.IPAMB Lei Ordinária N. Seção Única Do Órgão. e os servidores admitidos antes de 05 de outubro de 1988. para os atuais servidores e para os demais. na conformidade da presente lei. 41/2003 e 47/2005. goza de personalidade jurídica de direito público. conforme disposto no § 13 do art.717/98 e 10. depreciem ou façam cessar seus meios de subsistência.453. natureza autárquica e autonomia administrativa e financeira.apostile. 2º O Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém – IPAMB. de 05 de julho de 1989. CAPÍTULO II DAS PESSOAS ABRANGIDAS Seção I Dos Segurados Art. a partir de suas respectivas posses. das Emendas Constitucionais nº 20/98. de cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração. 4º A filiação ao IPAMB será obrigatória a partir da publicação desta lei. regidos pelas normas estatutárias. bem como de outro cargo temporário ou de emprego público. 5º Perderá a qualidade de segurado aquele que deixar de exercer a atividade que o submeta ao regime do IPAMB. Parágrafo único.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . Estado do Pará.887/2004. 3º São contribuintes obrigatórios do IPAMB. II – são considerados contribuintes obrigatórios do IPAMB para efeitos previdenciários. 1º Fica reestruturado por essa lei o Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores do Município de Belém – IPAMB. Parágrafo único. os servidores estabilizados por força do artigo 19 do Ato da Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição Federal.com. aplica-se o Regime Geral de Previdência Social. Parágrafo único. estatui e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL Art. destina-se a garantir aos seus segurados e dependentes. O Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém – IPAMB. autárquica e fundacional do Município e os da Câmara Municipal de Belém. através de seu RPPS.

A perda de qualidade de dependente ocorrerá: I – para os cônjuges. 8º A dependência econômica das pessoas indicadas no inciso I do artigo anterior é presumida. A inscrição é essencial à obtenção de qualquer prestação. para os efeitos desta lei: I – O cônjuge. 6º Ao segurado que deixar de exercer. divorciados ou viúvos. nas condições do inciso I. ou pela emancipação. e IV – para os dependentes em geral: a) pelo matrimônio. quando forem solteiros. II – para a companheira ou companheiro. temporariamente atividade que o submeta ao regime do IPAMB é facultado manter a qualidade de segurado. a declaração por parte do segurado.apostile. a estes será lícito promove-la. enquanto não lhe for garantida a prestação de alimentos. A existência de dependente indicado. Parágrafo único. mediante declaração escrita do segurado e desde que comprovada à dependência econômica: o enteado e o menor que esteja sob sua tutela e desde que não possua bens suficientes para o próprio sustento e educação. para outorga das prestações a que fizerem jus. mantenha união estável com o segurado ou segurada. dos Estados. e III – o irmão não emancipado. sujeita à comprovação da qualificação de cada um por documentos hábeis. § 1º. o companheiro. enquanto não se separarem. II – os pais. Considera-se companheira ou companheiro a pessoa que. Os segurados e seus dependentes estão obrigados a promover a sua inscrição no IPAMB. que se processará da seguinte forma: I – para o segurado. ainda que inválido. se a emancipação dor decorrente de colação de grau em curso de ensino superior. permanece filiado ao regime previdenciário de origem. § 3º. separados judicialmente. documento que a comprove. em qualquer dos incisos deste artigo exclui do direito ao benefício os indicados nos incisos subseqüentes. de qualquer condição. § 2º. 7º São considerados dependentes do segurado. pela anulação do casamento. 9º. salvo se inválidos. devendo o IPAMB fornecer ao segurado. pela separação judicial ou divórcio sem direito a percepção de alimentos. exceto neste caso. Art. ao atingirem a maioridade. Ocorrendo o falecimento do segurado sem que tenha feito sua inscrição e a de seus dependentes. devidamente reconhecida pelo IPAMB. pelo óbito ou por sentença judicial transitada em julgado. ou tenham prole em comum. Equiparam-se aos filhos. 11. sem ser casada. Art. II – para os dependentes. de qualquer condição. o pagamento mensal das contribuições referentes a sua parte e a do Município. Seção III Da Inscrição das Pessoas Abrangidas Art. de qualquer condição. Seção II Dos Dependentes Art. pela cessação da união estável com o segurado ou segurada. sem interrupção. desde que passe a efetuar.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . c) pelo falecimento. desde que não tenha atingido 21 (vinte e um) anos ou inválido. e o filho não emancipado. O servidor efetivo da União. III – para o filho e o irmão. 10. III – o servidor é responsável civil e criminalmente pela inscrição de dependentes realizada com base em documentos e informações por ele fornecidos.com. § 4º. 57 www. Parágrafo único. a qualificação perante o IPAMB comprovada por documentos hábeis. Considera-se união estável aquela verificada entre o homem e a mulher como entidade familiar. a companheira. a das pessoas constantes nos incisos II e III deverão comprova-la.br . Art. do Distrito Federal e de outros Municípios à disposição do Município de Belém. desde que não tenha atingido 21 (vinte e um) anos ou se inválido.IPAMB Art. bem como o servidor vinculado a este Instituto posto à disposição de outro poder permanece vinculado ao IPAMB. b) pela cessação da invalidez.

14.IPAMB CAPÍTULO III DOS DIREITOS DAS PESSOAS ABRANGIDAS Seção I Dos Benefícios Garantidos aos Segurados A) Aos segurados obrigatórios: I – aposentadoria por invalidez permanente. sob pena de suspensão do benefício. 12. IV – salário família. salvo se. Os servidores abrangidos pelo regime do IPAMB serão aposentados: I – por invalides permanente. ficando o mesmo obrigado. c) a incapacidade para o exercício do cargo. III – voluntariamente. se homem e cinqüenta e cinco anos de idade e trinta de contribuição. observadas as seguintes condições: a) sessenta anos de idade e trinta e cinco de contribuição. por ocasião da sua concessão. a juízo do IPAMB. se mulher. com proventos proporcionais ao tempo de contribuição. excetos pensionistas: I – pensão por morte do servidor segurado. d) a aposentadoria por invalidez será mantida enquanto. que será facultado. os casos de servidores: I – portador de deficiência. com proventos proporcionais ao tempo de contribuição. exceto se decorrente de acidente em serviço. É vedada a adoção de requisitos e critérios diferenciados para a concessão de aposentadoria aos segurados do IPAMB. sendo os proventos proporcionais ao tempo de contribuição. II – auxílio reclusão. se mulher. aos setenta anos de idade. salvo quando a incapacidade sobrevier por motivo de progressão ou agravamento dessa doença ou lesão. Para o cálculo dos proventos de aposentadoria. VI – salário maternidade. serão consideradas as remunerações utilizadas como base para as contribuições do servidor aos regimes de previdência de que tratam os artigos 40 e 201 da CF/88. preferencialmente em seu órgão de origem.com. II – que exerçam atividades de risco. e sessenta anos de idade. a submeter-se a exames periódicos. através de laudo de sua Junta Médica Pericial. por período não excedente a vinte e quatro meses. o segurado permanecer incapacitado para o exercício da profissão. nos termos definidos em leis complementares. concluir pela incapacidade definitiva para o serviço público. e) sendo declarado incapaz para o exercício do cargo. ressalvados. não pressupõe e nem se confunde com a incapacidade laborativa. se homem. f) a aposentadoria por invalidez será sempre precedida de licença para tratamento de saúde. B) Aos dependentes. na forma do artigo 13 desta lei.br .Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . II – aposentadoria compulsória.apostile. b) a doença ou lesão de que o segurado filiado na data da posse ao IPAMB já era portador não lhe conferirá direito à aposentadoria por invalidez. antes deste prazo. desta lei: a) a invalidez será apurada mediante perícia médica realizada segundo instruções emanadas do IPAMB e os proventos da aposentadoria serão devidos a partir do dia seguinte ao ato da concessão. exceto o tratamento cirúrgico. o IPAMB. 58 www. III – aposentadoria voluntária. tratamentos e processos de reabilitação indicados pelo IPAMB. § 1º. § 2º. contagiosa ou incurável. Sub-Seção I Da Aposentadoria Art. especificados no art. II – compulsoriamente. moléstia profissional ou doença grave. o servidor será readaptado a outra função abrangida pelo Plano de Carreira da Prefeitura Municipal de Belém. suas autarquias e fundações. b) sessenta e cinco anos de idade. V – auxílio doença. desde que cumprido tempo mínimo de dez anos de efetivo exercício no serviço público e cinco anos no cargo efetivo em que se dará a aposentadoria.

As remunerações consideradas no cálculo do valor inicial dos proventos terão os seus valores atualizados. paralisia irreversível e incapacitante. II e III. § 1º. 13. [1]§ 8º. § 5º. neoplasia maligna. § 3º. doença de Parkinson. mês a mês. moléstia profissional ou doença grave. Art. anquilosante. considerar-se-á. no caso de invalidez permanente. No cálculo dos proventos de aposentadoria previsto no artigo 12 desta lei. Os requisitos de idade e de tempo de contribuição serão reduzidos em cinco anos. no ensino fundamental e médio. terá direito à aposentadoria integral. 12. estado avançado de doença de Paget (osteíte deformante). nefropatia grave. para o professor que comprove exclusivamente tempo de efetivo exercício de funções de magistério na educação infantil. cegueira. Para os fins deste artigo. por ocasião de sua concessão. síndrome da deficiência imunológica adquirida – AIDS. O servidor só poderá ser afastado do trabalho. hepatopatia grave ou quando vítima de acidente do trabalho ou moléstia profissional que o invalide para o serviço. 40 da Constituição Federal. cardiopatia grave. o provento corresponderá a um trinta e cinco avos da totalidade da remuneração do servidor na data da concessão do benefício. § 7º. contaminação por radiação (com base em conclusão da medicina especializada). O segurado. é vedada a percepção de mais de uma aposentadoria por conta do regime previsto no art. § 4º. O servidor de que trata este artigo que tenha completado as exigências para aposentadoria voluntária estabelecidas no inciso III. não poderão exceder a remuneração do respectivo servidor no cargo efetivo em que se deu a aposentadoria ou que serviu de referência para a concessão da pensão. quando esta for voluntária. utilizadas como base para as contribuições do servidor aos regimes de previdência a que esteve vinculado. será considerada a média aritmética simples das maiores remunerações.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . se homem. de acordo com lei federal. § 5º. alienação mental. quanto aos meses em que o servidor esteve vinculado ao regime de previdência social. a remuneração do servidor no cargo efetivo no mesmo período. correspondentes a oitenta por cento de todo o período contributivo desde a competência julho de 1994 ou desde a do início da contribuição. espondilortrose. por ano de contribuição. alínea “b” deste artigo. em relação ao disposto no art. se mulher.IPAMB III – cujas atividades sejam exercidas sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física. § 6º. 14. e que opte por permanecer em atividade fará jus a um abono de permanência equivalente ao valor da sua contribuição previdenciária até completar as exigências para aposentadoria compulsória contidas no inciso II. Para o cálculo dos valores proporcionais de proventos a que se referem os incisos I. 15. Ressalvadas as aposentadorias decorrentes dos cargos acumuláveis na forma da Constituição. § 2º. Os proventos. e um trinta avos.com. II – superiores aos valores dos limites máximos de remuneração no serviço público do respectivo ente. § 3º. de acordo com a variação integral do [índice fixado para a atualização dos salários de contribuição considerados no cálculo dos benefícios do regime feral da previdência social.br . se posterior àquela competência. após a ciência do deferimento da aposentadoria. especificadas em lei. as remunerações consideradas no cálculo da aposentadoria não poderão ser: I – inferiores ao valor do salário mínimo. III. Os valores das remunerações a serem utilizadas no cálculo de que trata este artigo serão comprovados mediante documento fornecido pelos órgãos e entidades gestoras dos regimes de previdência aos quais o servidor esteve vinculado. contagiosa ou incurável. (AC) Art. Sub-seção II Afastamento do Trabalho Auxílio Doença Art. § 4º. hanseníase. calculados de acordo com o caput. Na hipótese da não instituição de contribuição para o regime próprio durante o período referido no caput. quando portador de tuberculose ativa. 13 desta lei.apostile. ou III – superiores ao limite máximo do salário de contribuição. “a”. O auxílio doença será devido ao segurado que ficar incapacitado para o exercício da função em 59 www. Todos os valores de remuneração considerados para o cálculo do benefício previsto no § 1º do art. alínea “a”. exceto se decorrente de acidente em serviço. como base de cálculo dos proventos.

§ 3º. O segurado afastado do trabalho por motivo de doença está obrigado. § 2º. é o mesmo definido pelo RGPS. § 1º. O auxílio doença cessa pela recuperação da capacidade para o trabalho e pela transformação em aposentadoria por invalidez. o Município fica desobrigado do pagamento relativo aos 60 (sessenta) primeiros dias de afastamento. pro motivo de doença. Será devido auxílio doença ao segurado que sofrer acidente de qualquer natureza. O valor da cota do salário família por filho ou equiparado de qualquer condição. 21. por mais de 60 (sessenta) dias consecutivos. apresente fatos novos que venha a justificar a prorrogação do benefício. Sub-Seção III Do Salário Família Art. até quatorze anos de idade ou inválido. deverá submeter-se a processo de readaptação profissional para exercício de outra atividade e não cessando o benefício em 24 (vinte e quatro) meses consecutivos. § 2º. independentemente de sua idade e sob pena de suspensão do benefício. de qualquer condição. Durante os primeiros 60 (sessenta) dias consecutivos de afastamento de atividade por motivo de doença. e se for o caso. e corresponderá a totalidade da remuneração. As cotas do salário família pagas pelo Município. 19. 17. mediante remuneração. § 1º. o segurado será submetido à perícia médica do IPAMB. § 1º. deverá o servidor ser aposentado por invalidez. As faltas ao serviço correspondentes aos primeiro 60 (sessenta) dias serão abonadas mediante atestado/laudo médico junto ao órgão de origem. § 2º. a submeter-se a exames médico e acompanhamento multiprofissional a cargo do IPAMB. afastar-se do trabalho durante 60 (sessenta) dias. fará jus ao auxílio doença a partir da data do novo afastamento. 22. Se concedido novo benefício decorrente da mesma doença dentro de 90 (noventa) dias contados da cessação do benefício anterior. Quando o pai e a mãe forem segurados. terá o benefício cessado imediatamente. 16. Art. O segurado em gozo de auxílio doença insuscetível de recuperação para sua atividade habitual. 18.com. se for o caso.IPAMB gozo de licença para tratamento de saúde. § 1º. aos segurados que tenham renda bruta mensal igual ou inferior ao teto definido para este benefício no Regime Geral de Previdência Social – RGPS. Art. 60 www. incumbe ao Município pagar ao segurado sua remuneração. Art. § 2º. O segurado em gozo de auxílio doença que vier exercer qualquer atividade laborativa. prorrogando-se o benefício anterior e descontando-se os dias trabalhados. retornando à atividade no 61º dia (sexagésimo primeiro) dia. salvo quando a incapacidade sobrevier por motivo de progressão ou agravamento dessa doença ou lesão. ambos terão direto ao salário família. Art. § 2º. estando condicionado à apresentação anual de atestado de vacinação obrigatória e de comprovação de freqüência à escola do filho ou equiparado.br . § 1º. O atestado de vacinação e a comprovação de freqüência escolar deverá ser apresentado até o dia 31 de maio de cada ano. Não será devido auxílio doença ao segurado que se filiar ao IPAMB na data de sua posse e que já seja portador de doença ou lesão invocada como causa para concessão do benefício. desde que. O pagamento do salário família será devido a partir da data da apresentação da certidão de nascimento do filho ou da documentação relativa ao equiparado. O salário família será devido. Quando a incapacidade ultrapassar 60 (sessenta) dias consecutivos. Art. Caberá pedido de reconsideração quando da cessação do benefício. Se o segurado. § 4º. 20. de até quatorze anos ou inválidos. deverão ser deduzidas quando do recolhimento das contribuições sobre a folha de pagamento. e se dele voltar a se afastar dentro de 90 (noventa) dias desse retorno.apostile. na proporção do respectivo número de filhos ou equiparados.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . Art. a processo de readaptação profissional. A invalidez do filho ou equiparado maior de quatorze anos de idade deve ser verificada em exame médico pericial a cargo do IPAMB. mensalmente.

o salário família passará a ser pago diretamente aquele cujo cargo ficar o sustento do menor.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . 25. O salário maternidade consistirá de renda mensal igual a remuneração da segurada. ou a outra pessoa. os períodos a que se referem o art. 201 da Constituição Federal. O direito ao salário família cessa automaticamente: I – por morte do filho ou equiparado. Nos meses de início e término do salário maternidade da segurada. se a criança tiver entre 1 (um) a 4 (quatro) anos de idade. a contar do mês seguinte ao do óbito. a segurada terá direito ao salário maternidade correspondente a duas semanas.IPAMB Art. ou IV – pela perda da qualidade de segurado. 26 e seus parágrafos. o atestado será fornecido pela perícia médica do IPAMB.com. § 5º. Art. o salário maternidade será proporcional aos dias de afastamento do trabalho. O atestado deve indicar. § 4º.apostile. caso em atividade na data do óbito. Sub-Seção IV Do Salário Maternidade Art. separação judicial ou de fato dos pais. Quando o parto ocorrer sem acompanhamento médico. com início vinte e oito dias antes e término noventa e um dias depois do parto. 24. § 4º. bem como a data do afastamento do trabalho. além dos dados médicos necessários. II – quando o filho ou equiparado completar quatorze anos de idade. § 2º. se a criança tiver de 4 (quatro) a 8 (oito) anos de idade. à remuneração ou ao benefício. Art. 26. A pensão por morte será calculada na seguinte forma: I – igual ao valor da totalidade dos proventos do servidor falecido. comprovado mediante atestado médico. a contar do mês seguinte ao da cessação da incapacidade.br . até o limite máximo estabelecido para os benefícios do Regime Geral de Previdência Social de que trata o art. se houver determinação judicial nesse sentido. § 2º. Em casos excepcionais. Em caso de divórcio. O salário maternidade não pode ser acumulado com benefício por incapacidade. podendo ser prorrogado na forma prevista no § 2º. Em caso de aborto não criminoso. III – pela recuperação da capacidade do filho ou equiparado inválido. 23. caso aposentado à data do óbito. À segurada que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção de criança é devido salário maternidade pelo período de 120 (cento e vinte) dias. durante cento e vinte dias consecutivos. 61 www. para qualquer efeito. 28. § 1º. e de 30 (trinta) dias. ou II – igual ao valor da totalidade da remuneração do servidor no cargo efetivo em que se deu o falecimento. 27. se a criança tiver até 1 (um) ano de idade. de 60 (sessenta) dias. ou em caso de abandono legalmente caracterizado ou perda do pátrio poder. acrescido de setenta por cento da parcela excedente a este limite. Será devido salário maternidade à segurada gestante. 201 da Constituição Federal. deste artigo. acrescido de setenta por cento da parcela excedente a este limite. § 3º. os períodos de repouso anterior e posterior ao parto podem ser aumentados de mais duas semanas. até o limite máximo estabelecido para os benefícios do Regime Geral de Previdência Social de que trata o art. Seção II Dos Benefícios aos Dependentes Sub-Seção I Da Pensão por Morte Art. Art. a segurada tem direito aos cento e vinte dias previstos neste artigo. § 1º. a contar do mês seguinte a data do aniversário. Acrescido do 13º salário proporcional correspondente a 4/12 avos. O salário família não se incorporará ao subsídio. § 3º. salvo se inválido. O início do afastamento do trabalho da segurada será determinado com base em atestado médico emitido pelo IPAMB ou médico de instituição credenciada. pago na última parcela. mediante inspeção médica. Em caso de parto antecipado ou não.

tanto para concessão como para cessação de suas quotas de pensão. 30. § 1º. do art. Toda vez que se extinguir uma parcela de pensão. O auxílio reclusão será devido a contar da data em que o segurado preso deixar de perceber remuneração do órgão de origem. bem como a companheira (o) que recebia pensão de alimentos. deverá ser submetido a exame médico pericial.apostile. § 5º. ficando os dependentes desobrigados da reposição dos valores recebidos. o benefício será suspenso. além da documentação que comprovar a condição de segurado e de dependentes. O auxílio reclusão será rateado em cotas partes iguais entre os dependentes do segurado. § 2º. O dependente menor de idade que se invalidar antes de completar vinte e um anos. em favor dos pensionistas remanescentes. § 2º. a submeter-se ao exame médico pericial determinado pelo IPAMB. proceder-se-á a novo rateio da pensão. no caso de declaração de ausência. e II – desaparecimento em acidente. se requerida até 60 (sessenta) dias. Art. O auxílio reclusão consistirá numa importância mensal igual à totalidade da remuneração percebida pelo segurado. sendo tal documento renovado trimestralmente. não perceba remuneração do órgão de origem. Com a extinção da quota do último pensionista. desastre ou catástrofe. receberá a pensão em igualdade de condições com os demais dependentes. Caso o segurado venha a ser ressarcido com o pagamento da remuneração correspondente ao período em que esteve preso. Sub-Seção II Do Auxílio Reclusão Art. § 2º. devidamente atualizado com base no índice utilizado pelo RGPS para o reajuste dos benefícios. Aplicar-se-ão ao auxílio reclusão. 62 www. Expedida por autoridade judiciária competente. § 1º. nada sendo devido aos seus dependentes enquanto estiver o segurado evadido e pelo período da fuga. Art. § 4º. 21. e II – certidão emitida pela autoridade competente sobre o efetivo recolhimento do segurado à prisão e o respectivo regime de cumprimento da pena. não se extinguindo a respectiva cota se confirmada a invalidez. § 3º. em razão da prisão. 28. concedida ao conjunto de seus dependentes. no que couberem. § 6º. Art. 33. § 4º. A pensão provisória será transformada em definitiva com o óbito do segurado ou após 10 (dez) anos de ausência ou deve ser cancelada com reaparecimento do mesmo.br . e seus dependentes tenham recebido auxílio reclusão. 32. Na hipótese de fuga do segurado. ou III – da data da ocorrência do desaparecimento do segurado por motivo de acidente. na forma do § 1º. 9º desta lei.com. e que por este motivo. § 3º. serão exigidos: I – documento que certifique o não pagamento de remuneração ao segurado pelo órgão de origem. Para a instrução do processo de concessão deste benefício. o valor correspondente ao período de gozo do benefício deverá ser restituído ao IPAMB pelo segurado ou por seus dependentes. Não fará jus a pensão o dependente condenado por prática de crime doloso de que tenha resultado a morte do segurado. A parcela de pensão de cada dependente extingue-se com a perda da qualidade de dependente na forma do art.IPAMB § 1º. Ficam dispensados dos exames referidos neste artigo os pensionistas inválidos que atingirem a idade de 55 (cinqüenta e cinco) anos. sendo restabelecido a partir da data da recaptura ou da reapresentação à prisão. 29. as disposições atinentes à pensão por morte. A pensão por morte será devida aos dependentes a contar: I – do dia do óbito. II – da data da decisão judicial. Será concedida pensão provisória pro morte presumida do segurado nos seguintes casos: I – sentença declaratória de ausência. IV – O cônjuge divorciado ou separado judicialmente ou de fato. mediante prova idônea. desastre ou catástrofe. desde que tenha renda bruta igual ou inferior ao teto definido para este benefício no Regime Geral de Previdência Social. A importância total assim obtida será rateada em partes iguais entre todos os dependentes com direito a pensão. Os pensionistas inválidos ficam obrigados.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . que esteja recolhido à prisão. Art. Parágrafo único. salvo má-fé. extinta ficará também a pensão.

com. bem como a outorga de poderes irrevogáveis ou em causa própria para a respectiva percepção. concedidas aos segurados ou a seus dependentes. hipótese em que os diversos regimes de previdência social se compensarão financeiramente. estadual ou municipal será contado para efeito de aposentadoria. Art. Art. e os valores a eles correspondentes. Para efeito do benefício de aposentadoria. O abono de que trata o caput será proporcional em cada ano ao número de meses de benefício pago pelo RPPS. 37. quando não reclamados. durante o ano. Parágrafo único. poderá nega-la quando considerar essa representação inconveniente. 39. por lei ou derivados da obrigação de prestar alimento reconhecida por via judicial. 36. salvo quanto a importâncias devidas ao próprio IPAMB e aos descontos autorizados. Se o segurado preso vier a falecer na prisão. salário maternidade pagos pelo RPPS. CAPÍTULO IV DO CUSTEIO Art. 41. garantindo-se aos servidores que tenham adquirido direito a tal contagem até 15 de dezembro de 1998. 44. XI da Constituição Federal. como compensação financeira. bem como de outras atividades sujeitas a contribuição para o regime geral de previdência social. É assegurado o reajustamento dos benefícios para preserva-lhes. sendo nula de pleno direito qualquer venda ou cessão e a constituição de quaisquer ônus. Art. nos termos do § 9º. O abono natalino será devido aquele que. à soma total dos proventos de inatividade. mediante autorização expressa do IPAMB que. e terá por base o valor do benefício do mês de dezembro. data em que entrou em vigor a Emenda Constitucional nº 20. o IPAMB observará no que couber. na seguinte forma: 63 www. o benefício será transformado em pensão por morte. independente do órgão de origem (INSS) ter feito ou não o repasse do recurso de cada servidor. quando se fará a procurador.br . segundo critérios estabelecidos na Lei Federal nº 9. Art. O tempo de contribuição federal. receberão do órgão instituidor (IPAMB). Art. Art. todavia. As prestações. sobre ele incidindo a contribuição previdenciária. serão vertidos em favor do Instituto. É vedada qualquer forma de contagem de tempo de contribuição fictício. sendo vedada a antecipação do pagamento. A receita previdenciária do IPAMB será constituída. SEÇÃO III DAS DISPOSIÇÕES DIVERSAS Art. Parágrafo único. Art. todo o provento integral da aposentadoria. 42.IPAMB § 7º. 40. 35. 43. é assegurada a contagem recíproca do tempo de contribuição na administração pública e na privada. e de cargo efetivo. a contar da data em que forem devidos. 201 da Constituição Federal. rural ou urbana. no prazo de 5 (cinco) anos. em caráter permanente. Além do disposto nesta lei.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . tiver recebido proventos de aposentadoria. 37. Os valores dos benefícios assegurados às pessoas abrangidas. do art. 34. não poderão ser objeto de penhora. inclusive quando decorrentes da acumulação de cargos ou empregos públicos. e ao montante resultante da adição de proventos de inatividade com remuneração de cargo acumulável na forma da Constituição Federal. 38. conforme índice utilizado pelo RGPS para o reajuste dos benefícios. cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração. arresto ou seqüestro. salvo nos casos de ausência ou impossibilidade de locomoção do beneficiado. Os servidores municipais contemplados pelo art. exceto quando o benefício encerrar-se antes deste mês. quando o valor será o do mês da cessação. Aplica-se o limite fixado no art.796/99. 3º desta lei. de modo a garantir o seu equilíbrio financeiro e atuarial. O pagamento dos benefícios em dinheiro será efetuado diretamente ao segurado ou ao dependente. Art. o valor real.apostile. em que cada mês corresponderá a um doze avo. prescreverão. pensão por morte. os requisitos e critérios fixados para o Regime Geral de Previdência Social. Art.

incluídas suas autarquias e fundações e do Poder Legislativo. com redação dada pela Lei nº 10. VI – pela renda resultante da aplicação das reservas. IV – de contribuição mensal do Município. (NR) IV . definida pelo § 1º do art. 2º. igual a 11% (onze por cento) calculada sobre a remuneração de contribuição. de 28/12/2007 (DOM nº 11. adequada à avaliação atuarial anual.887. para fazer cobertura aos benefícios previdenciários concedidos pelo Regime Próprio de Previdência Social do Município de Belém – RPPS.br . 6º. (NR) (Inciso IV do artigo 44 com NR dada pela Lei nº 8. de 28/12/2007 (DOM nº 11. 201 da Constituição Federal. 2º da Lei Federal nº 9. II – de uma contribuição mensal. nos termos do artigo 2º. para financiamento do déficit técnico atuarial. acrescida da contribuição correspondente à do Município.887. aos servidores efetivos do Município de Belém. VIII – por aluguéis de imóveis. da Lei nº 8. adequada à avaliação atuarial anual. referente ao exercício de 2008. que superarem o limite máximo estabelecido para os benefícios do Regime Geral de Previdência Social de que trata o art. da Lei Federal nº 9. a razão de 11. incluídas suas Autarquias e Fundações e do Poder Legislativo. legados e rendas eventuais.624. para o exercício de 2008. correspondente a sua própria contribuição.00% (onze por cento). dos segurados ativos. [2] IV – de contribuição patronal mensal. 149 da CF/88. de 27 de novembro de 1998. Considera-se remuneração de contribuição. (AC) (REDAÇÃO ORIGINAL) Inciso X do artigo 44 AC pela Lei nº 8.717. com redação dada pela Lei nº 10. a retribuição pecuniária devia ao segurado a título remuneratório pelo exercício do cargo com valor fixado em lei. devidas ou creditadas. que superarem o limite máximo estabelecido para os benefícios do Regime Geral de Previdência Social de que trata o art. concedidas até dezembro de 2000. IX – dos valores recebidos a título de compensação financeira. [3] X – de contribuição patronal mensal.068.717/98. para financiamento do déficit técnico atuarial. 2º. de 18 de junho de 2004.717. 44.00% (três por cento). sobre a remuneração dos servidores efetivos do Município de Belém. A contribuição prevista no inciso III deste artigo incidirá apenas sobre as parcelas de proventos de aposentadoria e de pensão que superem o dobro do limite máximo estabelecido para os benefícios do Regime Geral de Previdência Social de que trata o art.de contribuição patronal mensal. definida pelo art.466. com redação dada pela Lei nº 10. conforme disposto no § 21 do art.887. dos segurados inativos e dos pensionistas a razão de 11% (onze por cento). para fazer cobertura aos benefícios previdenciários concedidos pelo Regime Próprio de Previdência Social do Município de Belém – RPPS.717/98. com redação dada pela Lei nº 10. concedidos até dezembro de 2000. IV.de contribuição sobre a remuneração de contribuição mensal dos servidores efetivos do Município. de 18 de junho de 2004. além das transferências dos recursos financeiros referentes aos proventos de aposentadoria e salários família. para o exercício 2006 e a partir de 2007 a alíquota será prevista conforme avaliação atuarial anual.624. de 18 de junho de 2004. art. de 27 de novembro de 1998. de 18 de junho de 2004. devidas ou creditadas. de 18 junho de 2004. calculada com base no total das remunerações pagas. incluídas suas Autarquias e Fundações e do Poder Legislativo.887. acrescido das vantagens 64 www. (REDAÇÃO ORIGINAL) V – de uma contribuição mensal dos segurados que usarem da faculdade prevista no art. obrigatória. de 30/01/2008).com. tais alíquotas serão atualizadas através de avaliação atuarial anual. III – de uma contribuição mensal dos segurados inativos e dos pensionistas a razão de 11% (onze por cento). VII – pelas doações. definida pelo art. calculada sobre a parcela dos proventos e das pensões concedidas ou que tenham cumprido todos os requisitos para sua obtenção até 21/12/2003. a razão de 11% (onze por cento). concedidos até dezembro de 2000. calculada sobre os proventos e as pensões concedidas após a publicação da Emenda Constitucional nº 41/2003. da Lei Federal nº 9. a razão de 11% (onze por cento). incluídas suas autarquias e fundações e do Poder Legislativo. estabelecidos em lei. à razão de 3. 4º. para os efeitos desta lei. da Lei Federal n° 9. 201 da Constituição Federal. calculada com base no total das remunerações pagas. 201 da Constituição Federal. incluídas suas autarquias e Fundações e do Poder Legislativo. 45. de que trata o inc. 201 da Constituição Federal. Parágrafo único. aos servidores efetivos do Município de Belém. de 30 de novembro de 2005.887.apostile. além das transferências dos recursos financeiros referentes aos proventos de aposentadoria e salário família. quando o beneficiário for portador de doença incapacitante.IPAMB I – de uma contribuição mensal obrigatória. do art.068. além das transferências dos recursos financeiros referentes aos proventos de aposentadoria e salários família. em razão do § 9º do art. (NR) X .Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . Art. 40 da Constituição Federal. a razão de 3% (três por cento). nos termos do art. de 30/01/2008). da Lei federal nº 10.

diretamente ao IPAMB as contribuições devidas. As cotas do salário família. aos setores mencionados. investido na função de fiscal. recolher ao IPAMB ou a estabelecimentos de crédito indicado. efetivando-se a compensação quando do recolhimento das contribuições ao IPAMB. a remuneração de contribuição para os efeitos desta lei. A fiscalização será feita por diligência e. desta lei. serão pagas pelo Município de Belém. Art. as importâncias de que trata os incisos I. 51.apostile. juntamente com as contribuições previstas no inciso IV. 48. Parágrafo único. mensalmente. salário maternidade. caberá descontar. do art. 47. em especial aquelas contidas na Lei Federal nº 8. O salário família não está sujeito. dentre outros princípios aplicáveis à administração pública. Sub-Seção II Do Patrimônio e da sua Aplicação Art. proventos de aposentadoria e pensão. conforme o caso.666/93. em hipótese alguma. § 3º. suas autarquias e fundações encaminharão mensalmente ao IPAMB relação nominal dos segurados. 46. § 1º. a importância arrecadada na forma do item anterior. 44. Excluí-se de descontos referidos neste artigo. exercida por qualquer dos servidores do IPAMB. A arrecadação das contribuições previdenciárias devidas ao IPAMB compreendendo o respectivo desconto e seu recolhimento. seus bens. III e IV do art. requerer dos poderes do Município e de seus órgãos. gratificação de férias. com os respectivos subsídios. auxílio doença e auxílio reclusão. o limite previsto no § 2º do citado artigo. O segurado que se valer da faculdade prevista no art. Art. Art. aprovada pelo Conselho Deliberativo. A gestão do IPAMB deverá. em qualquer hipótese. 50. Seção II Do Recolhimento das Contribuições e Consignações Art. através de portaria do Presidente. II. direito atuais e os que venham a ser instituídos ou incorporados. Constituem o patrimônio do IPAMB. do art. Art. II – caberá do mesmo modo. Parágrafo único. sob a forma legal. as informações exigidas pela legislação federal. O IPAMB poderá a qualquer momento.IPAMB permanentes do cargo. será a soma das remunerações percebidas. ensejará o pagamento de juros moratórios à razão de 1% (um por cento) ao mês. 40 da Constituição Federal. Os bens do IPAMB somente poderão ser alienados ou gravados por proposta do Presidente do Instituto. 44. décimo terceiro vencimento. respeitado. até o 2º (segundo) dia útil do mês subseqüente. não cumulativo. vantagem individual por produtividade.com. a qualquer desconto pelo IPAMB. com acompanhamento de servidor responsável designado pelo órgão fiscalizado. no prazo estabelecido no inciso II do artigo anterior. 6º fica obrigado a recolher mensalmente. Art. Sub-Seção I Da Fiscalização Art.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . deverá ser realizada observando-se as seguintes normas: I – aos setores encarregados de efetuar o pagamento dos servidores ativos e inativos dos órgãos municipais e do Poder Legislativo. junto com a remuneração dos segurados. O Poder Executivo e Legislativo. II e III. no ato do pagamento. observadas as disposições legais específicas. 44 desta lei. necessárias ao levantamento fiscal e atuarial. Parágrafo único. 53. 49. Parcelas remuneratórias pagas em decorrência de função de confiança ou de cargo em comissão.br . obedecer: 65 www. 52. horas extras e vantagens temporárias. § 2º. quando tais parcelas integrarem a remuneração de contribuição do servidor que se aposentar com fundamento no art. Em caso de acumulação de cargos permitida em lei. O não recolhimento das contribuições a que se referem os incisos I. remunerações e valores de contribuição.

o IPAMB realizará as operações em conformidade com o planejamento financeiro aprovado pelo Conselho Deliberativo. III – liquidez compatível com o fluxo dos compromissos previdenciários. Na realização de avaliação atuarial e na reavaliação em cada balanço por entidades independentes legalmente habilitadas. devem ser observadas as normas gerais de atuaria e os parâmetros discriminados no anexo I da Portaria MPAS nº 4. sujeitos os seus autores às sanções estabelecidas na legislação pertinente. em poder aquisitivo. investimento e alocação dos recursos aprovados pelo Conselho Deliberativo. VI – aos princípios contábeis pertinentes à matéria. CAPÍTULO V DA GESTÃO ECONÔMICA FINANCEIRA Seção I Das Generalidades Art. 55. CAPÍTULO VI DO ORÇAMENTO E DA CONTABILIDADE Art. conforme diretrizes estabelecidas pelo Conselho Deliberativo. 56. IV – manutenção do poder aquisitivo dos capitais aplicados. Parágrafo único. com observância das normas estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional. e em caso algum poderão ter aplicação diversa da estabelecida em lei. As disponibilidades de caixa referente a receita previdenciária do IPAMB. II – aos parâmetros atuariais sugeridos pela Diretoria de Previdência.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . II – garantia dos investimentos.apostile. 58. Para alcançar os objetivos enumerados no artigo anterior. IV – a sistema de registro contábil individualizado de cada servidor e dos entes patrimoniais. 59. A aplicação das reservas previdenciárias se fera tendo em vista: I – segurança quanto à recuperação ou conservação do valor real. ficarão depositadas em conta separada das demais disponibilidades do Município e aplicadas nas condições de mercado. do capital investido. V – ao pleno acesso dos segurados às informações relativas à gestão do regime ora instituído. As receitas previdenciárias arrecadadas pelo IPAMB são de sua propriedade.992/99 com as alterações contidas na Portaria MPAS nº 3.385 de 14/09/2001. e contabilização dos ativos por fontes de recursos e gastos. sendo nulos de pleno direito os atos que violarem este preceito. além de outras que lhes possam ser aplicadas. e posteriores alterações. bem como ao recebimento regular dos juros previstos para as aplicações de renda fixa e variável. O orçamento do IPAMB integrará o orçamento do Município em obediência ao princípio da unidade. conforme determinado por legislação federal. 66 www. 60. II – a obtenção do máximo de rendimento compatível com a segurança e grau de liquidez. III – a inspeções anuais de auditoria por entidades independentes legalmente habilitadas. Art.br . bem como em ações e outros papéis relativos às empresas controladas pelo respectivo ente da Federação. inclusive a suas empresas controladas. O orçamento do IPAMB evidenciará as políticas e o programa de trabalho governamental observados o plano plurianual e a Lei de Diretrizes Orçamentárias e os princípios da universalidade e do equilíbrio. § 1º.IPAMB I – às diretrizes gerais de gestão. 54. É vedada a aplicação das disponibilidades de que trata o caput em: I – títulos de dívida pública estadual e municipal. Art. O IPAMB aplicará seu patrimônio. em planos que tenham em vista: I – rentabilidade compatível com os imperativos atuariais do plano de custeio. 57. visando a sua gradual estabilização. II – empréstimos. Seção II Das Disponibilidades e Aplicação das Reservas Art. de qualquer natureza. aos segurados e ao poder público.com. Art. Art.

A contabilidade emitirá relatórios mensais de gestão. CAPÍTULO VII DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA Art. b) demonstração do resultado do exercício. § 1º. Parágrafo único. III – a escrituração será feita de forma autônoma em relação às contas do ente público. 64.320. de forma desagregada: I – o valor de contribuição do ente estatal.com. Art. encaminhará à Secretaria de Previdência Social – MPS. demonstrativo da execução orçamentária mensal e acumulada até o mês anterior ao do demonstrativo. o balancete mensal de receitas e despesas do IPAMB e demais demonstrações exigidas pela administração e pela legislação pertinente. VIII – os investimentos em imobilizações para uso ou renda. da evolução das reservas e da demonstração do resultado do exercício. na sua elaboração e na sua execução os padrões e as normas estabelecidas na legislação pertinente. de concretizar os seus objetivos. explicitando. O IPAMB observará ainda o registro contábil individualizado das contribuições de cada servidor e do ente estatal. VI – para atender aos procedimentos contábeis normalmente adotados em auditoria.IPAMB § 2º. c) demonstração financeira das origens das aplicações dos recursos. 63. bem como interpretar e analisar os resultados obtidos. e alterações posteriores. Art. concomitante e subseqüente o de informar. V – o valor da despesa com pessoal inativo e com pensionistas.apostile. II – o valor de contribuição dos servidores públicos ativos. A escrituração contábil será feita pelo método das partidas dobradas. O IPAMB. V – o ente estatal ou a unidade gestora do Regime Próprio de Previdência Social deve elaborar. o ente ou a unidade gestora do Regime Próprio de Previdência Social deverá adotar registros contábeis auxiliares para apuração de depreciações. O orçamento do IPAMB observará. IV – o valor da despesa total com pessoal ativo. II – a escrituração deve obedecer às normas e princípios contábeis previstos na Lei Federal nº 4. IV – o exercício contábil tem a duração de um ano civil. 62.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . demonstrativo financeiro e orçamentário da receita e despesas 67 www. VII – as demonstrações financeiras devem ser complementadas por notas explicativas e outros quadros demonstrativos necessários ao minucioso esclarecimento da situação patrimonial e dos resultados do exercício. conforme diretrizes gerais. A contabilidade será organizada de forma a permitir o exercício das suas funções de controle prévio. publicará no Diário Oficial do Município. a saber: a) balanço patrimonial. conforme diretrizes gerais. § 2º. com base em sua escrituração contábil e na forma fixada pelo Ministério da Previdência Social. até trinta dias após o encerramento de cada mês. inclusive de apropriar e apurar os custos dos serviços e. Além das disposições contidas na Portaria MPAS nº 916/2003. de 17 de março de 1964. devem ser corrigidos e depreciados pelos critérios adotados pelo Banco Central do Brasil. até 30(trinta) dias após o encerramento de cada bimestre. aplicam-se as seguintes normas: I – a escrituração deverá incluir todas as operações que envolvam direta ou indiretamente a responsabilidade do Regime Próprio de Previdência Social e modifiquem ou possam vir a modificar seu patrimônio. As demonstrações e os relatórios produzidos passarão a integrar a contabilidade geral do Município. conseqüentemente.br . d) demonstração analítica dos investimentos. inclusive dos custos dos serviços. de reavaliações dos investimentos. demonstrações financeiras que expressem com clareza a situação do patrimônio do respectivo regime e as variações ocorridas no exercício. § 3º. III – o valor de contribuição dos servidores públicos inativos e respectivos pensionistas. Seção II Da Contabilidade Art. Art. Entende-se por relatórios de gestão. O IPAMB . 61. 65.

CONFIS d) Presidência. A execução orçamentária das receitas se processará através da obtenção do seu produto nas fontes determinadas nesta lei. Parágrafo único. juntamente com os demais órgãos constitutivos do IPAMB. b) Núcleo Setorial de Planejamento. Parágrafo único. 66. A organização administrativa do IPAMB compreenderá os seguintes órgãos: I – Órgãos de Direção: a) Conselho Deliberativo – CONDEL. (AG) b) Conselho Deliberativo . 68 www. informando. de 14/09/2001. especialmente designado para esse fim. autorizados por lei e abertos por decreto do Executivo. Sub-Seção I Dos Órgãos de Direção [5]Art. II – pagamento de prestações de natureza administrativa. Para os casos de insuficiências e omissões orçamentárias poderão ser utilizados os créditos adicionais suplementares e especiais. Seção II Das Receitas Art. CAPÍTULO VIII DA ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL Seção I Da Estrutura Administrativa [4]Art. 69. Nenhuma despesa será realizada sem a necessária autorização orçamentária. Assembléia geral é a reunião dos segurados. 67. conforme anexo II da Portaria MPS nº 4.CONDEL.(REDAÇÃO ORIGINAL) II – Órgão de Assessoramento: a) Gabinete. c) Departamento Financeiro e Contábil. c) Conselho Fiscal . em seus impedimentos e ausências. com função de fiscalização orçamentária de verificação de contas e de julgamento de recursos. c) Presidência.apostile. e representantes dos órgãos empregadores. III – Órgão Executivos: a) Diretor Geral. c) Procuradoria Jurídica.992 com as alterações contidas na Portaria MPAS nº 3. com funções de deliberação superior. 68. por outro membro desse Conselho. A despesa do IPAMB se constituirá de: I – pagamento de prestações de natureza previdenciária. Art. b) Departamento de Administração. Seção I Da Despesa Art.Órgãos de Direção: a) Assembléia Geral.385. d) Núcleo de Informática. 69. 69-A.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . A organização administrativa do IPAMB compreenderá os seguintes órgãos: I . e) Núcleo de Comunicação Social. com função executiva de administração superior. d) Departamento de Previdência.com. Art. A assembléia geral será presidida pelo Presidente do Conselho Deliberativo do IPAMB e.br . em pleno gozo de seus direitos.IPAMB previdenciárias desse período e acumuladas do exercício em curso. b) Conselho Fiscal – CONFIS.

IV – apreciar sugestões e encaminhar medidas tendentes a introduzir modificações na presente lei. 70. em caráter ordinário. 01 (um) representante do Poder Legislativo. § 2º. [6]Art. serão escolhidos dentre os seus pares.com. por indicação de sua presidência. Art. sendo uma por mês. V – a sessão do Conselho Deliberativo será dirigida por seu presidente e no impedimento deste pelo conselheiro mais antigo.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . cabendo-lhe especificamente: I – elaborar seu regimento interno. 71. A assembléia geral reunir-se-á.br . serão designados pelos Chefes dos Poderes respectivos. A assembléia geral será convocada por edital. II . com o objetivo exclusivo de eleger os membros não natos do Conselho Deliberativo e seus respectivos suplentes. na primeira chamada com maioria absoluta e na segunda com a maioria simples dos presentes. Parágrafo único. a hora e a finalidade da reunião.IPAMB Art. O presidente do Conselho Deliberativo será indicado pelo Chefe do Poder Executivo. inativos e pensionistas. Art. no primeiro semestre. O Conselho Deliberativo se reunirá com seus membros. com um suplente. e os representantes dos segurados efetivos. [7]§ 3°.eleger os segurados obrigatórios do Conselho Deliberativo. em caráter extraordinário. Art. 01(um) representante dos inativos e pensionistas. 69-E. II – decidir sobre qualquer questão administrativa e financeira que lhe seja submetida pelo Presidente ou pelo Conselho Fiscal. (REDAÇÃO ORIGINAL) § 1º. do qual constará o local.apreciar matérias de relevância submetidas pelo Conselho Deliberativo. 70. Art. A função de Secretário do Conselho Deliberativo será exercida por um servidor do IPAMB. e 03 (três) representantes dos segurados ativos. (REDAÇÃO ORIGINAL) Art. a assembléia geral reunir-se-á independentemente de quórum. São atribuições da assembléia geral: I . por eleição. Quando convocada em caráter ordinário. Em se tratando de reunião extraordinária. 69 www. Compõem o Conselho Deliberativo do IPAMB os seguintes membros. representantes do Executivo e do Legislativo. Os membros do Conselho Deliberativo. a data. 1 (um) representante dos inativos e pensionistas. 1 (um) representante do Poder Legislativo. 69-G. permitida a recondução em 50% (cinqüenta por cento) de cada representação de seus membros. III . A assembléia geral reunir-se-á. publicado no Diário Oficial do Município com antecedência mínima de cinco dias. Os membros do Conselho Deliberativo terão mandato de 2 (dois) anos. Art. Os membros do Conselho Deliberativo terão mandatos de 02 (dois) anos. 72. 69-D. não previstas nesta Lei ou seu Regulamento. em segunda e última convocação. 69-B. As decisões do Conselho Deliberativo serão promulgadas por meio de resoluções. ordinariamente 12 (doze) vezes ao ano. bem como resolver os casos omissos. e com qualquer número. permitida uma reeleição. 69-C. Art. 69-F. quando se fizer necessário. Compõem o Conselho Deliberativo do IPAMB os seguintes membros: 03 (três) representantes do Poder Executivo. com 3 (três) suplentes. III – julgar os recursos interpostos das decisões do Conselho Fiscal e dos atos do Presidente não sujeitos a revisão daquele. com escolaridade preferencialmente superior: 3 (três) representantes do Poder executivo. a assembléia geral será instalada com a presença de metade mais um de seus membros em primeira convocação. de dois em dois anos. com dois suplentes. § 3º. Art.apostile. e 3 (três) representantes dos segurados ativos.decidir sobre propostas de adoção de normas que impliquem na utilização do patrimônio do IPAMB. com 01 (um) suplente. realizada meia hora após a primeira.

apostile. reajustados anualmente pelo índice de reajuste do servidor municipal.IPAMB Art. bem como os membros dos Conselhos Deliberativo e Fiscal. IX – fazer delegação de competência aos servidores do IPAMB. IV – propor. XVII – cumprir e fazer cumprir a legislação previdenciária e as deliberações do Conselho Deliberativo. § 1º. § 2º. da Lei Federal nº 6. XIII – ordenar despesas e procedimentos licitatórios. demitir ou dispensar os servidores do IPAMB. X – ordenar despesas e praticar todos os demais atos de administração. transferir. conjuntamente. permitida uma reeleição.717. VI . XI – atribuir gratificações. Art.br . sendo uma por mês. sendo as extraordinárias sem remuneração. com o mesmo “status” de Secretário Municipal. vedada a reeleição. O Conselho Fiscal será composto por 06 (seis) membros. inclusive judicial. O Conselho Fiscal se reunirá ordinariamente 12 (doze) vezes no ano. prover. rescindir. exonerar. bem como normas e dispositivos legais de administração pública em geral. XX – instaurar procedimento disciplinar. em que se assegure ao acusado o contraditório e a ampla defesa.435. sempre que convocada por seu Presidente. de 15 de julho de 1977. XVI – contratar e distratar serviços de terceiros. § 3º. perceberão por sessão ordinária R$ 300. sendo as extraordinárias sem remuneração.com. eleitos dentre os servidores municipais. XII – expedir atos. sem direito a voto. admitir. XV – designar servidores para o desempenho de funções do Instituto. respondem diretamente por infração ao disposto nesta lei e na Lei Federal nº 9. XVIII – movimentar. contratar.10. II – eleger seu presidente. A nomeação do Presidente do IPAMB deve recair sobre pessoa com notório conhecimento em Previdência Social do Servidor Público. As infrações serão apuradas mediante processo administrativo. constituído de 03 (três) titulares. nos termos desta lei. fixar diárias e arbitrar ajuda de custo. Art. O cargo de Presidente do IPAMB de nível DAS. além do disposto na Lei Federal Complementar nº 101. e alterações subseqüentes. comprovadamente inscritos em seus órgãos de classe e 03 (três) suplentes. Os membros do Conselho Deliberativo. XIV – nomear para cargos comissionados. VII – despachar os processos de habilitação de benefícios. IV – propor ao Conselho Deliberativo as medidas que julgar convenientes. § 1º. com o Diretor do Departamento Financeiro e Contábil as contas bancárias do IPAMB. V – nomear. para aprovação do Conselho Deliberativo. reajustados anualmente pelo índice de reajuste do servidor municipal. o quadro de pessoal do IPAMB. respeitada a lotação estabelecida no quadro de pessoal e as leis vigentes. § 2º. Os membros do Conselho Fiscal.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . O Presidente do IPAMB. de 04 de maio de 2000. cabendo-lhe especificamente: I – elaborar seu regime interno.apresentar relatório de receitas e despesas (relatório de gestão) mensais ao Conselho Fiscal. VIII – movimentar as contas bancárias do IPAMB conjuntamente com o diretor do Departamento Financeiro e Contábil – DFC. § 3º. de livre nomeação e exoneração pelo Prefeito Municipal. XIX – firmar convênios e contratos objetivando a realização de serviços com qualquer entidade. II – comparecer ás reuniões do Conselho Deliberativo ou designar servidor para representa-lo. será provido em comissão. 73.00 (trezentos reais). sujeitando-se no que couber. Compete especificamente ao Presidente: I – representar o IPAMB em todos os casos e perante quaisquer autoridades. Art. extraordinariamente. para mandato de 02 (dois) anos. III – cumprir e fazer cumprir as decisões do Conselho Deliberativo. a representação ou a denúncia positiva dos fatos irregulares. 76. perceberão por sessão ordinária R$300.00 (trezentos reais). III – acompanhar a execução orçamentária do IPAMB. 75. e exercerá o mandato por um ano. O Presidente do Conselho Fiscal será escolhido entre seus membros. indicando servidores estáveis do Instituto para comissões de 70 www. e. de 27 de novembro de 1998. portarias e ordens de serviço. 74. sendo dois com formação em Ciências Contábeis e um Administrador.

Compete ao Núcleo de Comunicação Social: I – Planejar e executar as atividades de informatização. na forma prevista em Regimento. os seguintes cargos: I – Gabinete. controlar e avaliar a execução do orçamento aprovado. 71 www. 77. 82. reconhecimento atualizado do comportamento econômico. de livre nomeação e exoneração pelo Presidente. II – manter a aplicabilidade dos softwares e programas corporativos do Instituto com relação a CINBESA. em consonância com a legislação municipal reguladora da matéria. no de ambos. § 2º. III – coordenar os trabalhos administrativos junto ao gabinete do Presidente. Parágrafo único. que será obrigatória para a administração do Instituto. Art.IPAMB sindicância e de inquérito administrativo. Nos impedimentos do Presidente. III – gerir o programa de modernização institucional e opinar sobre alterações organizacionais nos órgãos. 78. responderá outro diretor. § 1º. II – promoção de contatos com a imprensa escrita. 80. de modo a racionalizar a execução físico financeira dos programas baseados no plano plurianual e programação financeira do IPAMB. seu Diretor Geral e. II – desempenhar as atividades lhes delegada pelo Presidente. III – promover a integração do IPAMB com seus usuários. Compete ao Núcleo Setorial de Planejamento: I – Orientar e supervisionar a elaboração do planejamento geral e setorial. II – Núcleo Setorial de Planejamento. III – representar o Instituto perante os Tribunais.acompanhar os processos administrativos de sindicância. Art.br . Compõem a estrutura administrativa dos órgãos de assessoramento. financeiro e demográfico do IPAMB.com. Sub-Seção II Dos Órgãos de Assessoramento Art. IV – propor medidas de contenção econômico financeira. Art. II – fixar orientação jurídico normativa. responderá pelo exercício do Instituto. VI – participar junto com os Departamentos Financeiro Contábil e de Previdência da manutenção permanente de estudos atuariais. por assessores incumbidos de colaborar e orientar na solução dos problemas técnicos. televisionada e outros veículos de difusão. V – Núcleo de Comunicação Social. II – coordenar a elaboração da proposta orçamentária do IPAMB. São atribuições específicas do Gabinete: I – Assessorar o Presidente na emissão de pareceres técnicos aos processos de benefícios. 79. IV – assessorar a Presidência nos assuntos afins. XXI – aplicar a pena de demissão aos servidores públicos estáveis do Instituto nos casos previstos em legislação municipal. IV – Núcleo de Informática.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . em caráter permanente ou mediante serviços contratados.apostile. e demais instrumentos de planejamento. V – aprovar a programação para treinamento sistemático dos recursos humanos. § 3º. jurídicos e técnicos atuariais. Para melhor desenvolvimento das funções do IPAMB poderão ser feitos desdobramentos dos órgãos de direção e execução. Art. III – manutenção da integridade do sistema de rede. Compete a Procuradoria Jurídica: I – Exercer a função de consultoria jurídica ao Instituto na forma da lei. aplicando penalidades. Art. III – Procuradoria Jurídica. bem como de estudos. O Presidente será assistido. falada. por decisões do Conselho Deliberativo. Compete ao Núcleo de Comunicação Social: I – Planejamento e elaboração de programas de informação e comunicação em todos os seus aspectos. Os cargos criados pelo caput deste artigo serão providos em comissão. IV – opinar em todos os processos de concessão de benefícios. V . com a finalidade de divulgar as atividades desenvolvidas pelo Instituto. programas e projetos especiais. realizando a compatibilização e os ajustes necessários. acompanhar. 81.

84. substituir o Presidente durante seu impedimento.br .com.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém .502/90. e sugerir as providências que julgarem necessárias. 83. Seção III Dos Recursos Administrativos Art. Aos órgãos executivos caberão além de outras que lhes forem estipuladas em ato do Presidente. Art. jornais e outros periódicos internos e externos. bem como coordenar os investimentos. III – dar conhecimento à direção do IPAMB das irregularidades de que tiverem ciência. bens móveis e imóveis. sobretudo aquelas que digam respeito aos dependentes e beneficiários. ou na rede 72 www. 6º. Parágrafo único. 86. II – Departamento de Administração: todos os serviços atinentes a pessoal. será fixada nos termos da lei de Plano de Cargos e Salários do IPAMB. material. serão delineados na Lei de Plano de Cargos e Salários. III – Departamento Financeiro e Contábil: superintender os trabalhos da contabilidade. IV – comunicar ao IPAMB qualquer alteração necessária aos seus assentamentos. Art. as seguintes atribuições: I – Direção Geral: promover integração entre as diversas áreas que compõe a instituição. A admissão de pessoal a serviço do IPAMB se fará mediante concurso público de provas ou de provas e títulos. O órgão recorrido poderá reformar sua decisão. 89. Art. estão previstos em lei de Plano de Cargos e Salários do IPAMB. Parágrafo único. V – executar atividades correlatas. guarda de valores e os pagamentos das despesas. IV – Departamento de Previdência: proceder ao processamento e instrução dos pedidos de benefícios. auxiliar direta e permanentemente a presidência. Sub-Seção III Dos Órgãos Executivos Art. São deveres e obrigações dos segurados: I – acatar as decisões dos órgãos de direção do IPAMB. de livre nomeação e exoneração pelo Presidente. escolaridade exigida e vencimentos. caso em que deixará de ser encaminhado à instância superior. fica obrigado a recolher suas contribuições e débitos para com o IPAMB mensalmente. II – aceitar e desempenhar com zelo e dedicação os cargos para os quais forem eleitos ou nomeados. das decisões. serão providos em comissão.apostile. correspondência e atos administrativos do Instituto. 87. degeneratórias de prestações. Seção II Do Pessoal Art. CAPÍTULO IX Dos Deveres e Obrigações Seção I Dos Segurados Art.IPAMB IV – editar boletins. dentro de 30 (trinta) dias contados da data em que forem notificados. Art. 85. 90. observado as normas da Lei nº 7. conforme lei de Plano de Cargos e Salários do IPAMB. A remuneração dos cargos em comissão que compõem a estrutura administrativa do IPAMB. 88. O segurado que se valer da faculdade prevista no art. Os cargos de provimento efetivo do IPAMB. Os segurados do IPAMB e respectivos dependentes poderão recorrer. com o respectivo número de vagas. em face do recurso apresentado. Os cargos que compõem a estrutura administrativa dos órgãos executivos. As atribuições dos cargos previstos na estrutura administrativa do IPAMB. diretamente na tesouraria do IPAMB. recebimento.

quando o servidor. 94. 92.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . desta Lei. até a data de publicação daquela emenda. os esclarecimentos que forem solicitados pelo IPAMB. quando o servidor. é assegurado o direito de opção pela aposentadoria voluntária com proventos calculados de acordo com o . Observado o disposto no art. se homem. e trinta anos de contribuição. da Constituição Federal. desta lei. se mulher. 12 desta lei. O professor. na data de publicação daquela Emenda. 40.. se mulher.. quando. 91. se mulher. contado com o acréscimo de dezessete por cento. terá o tempo de serviço exercido até a publicação daquela Emenda. aquele que tenha ingressado regularmente em cargo efetivo na Administração Pública Municipal direta. de 15 de dezembro de 1998. § 3º. Art. tenha ingressado regularmente.. à soma de: a) trinta e cinco anos. 73 www.com. § 2º. O servidor de que trata este artigo. as seguintes condições: I – sessenta anos de idade se homem. faltaria para atingir o limite de tempo constante da alínea “a” deste inciso. se mulher. àquele que tenha ingressado regularmente em cargo efetivo na administração Pública Municipal direta.. CAPÍTULO X DAS DIPSOIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS [8]Art. vier a preencher. e cinqüenta e cinco anos de idade. autárquica e fundacional e do Poder Legislativo. 93.IPAMB bancária autorizada com guia emitida por esta Autarquia. se homem.br . Art. com tempo de efetivo exercício nas funções de magistério. 37.apostile. e que por permanecer em atividade. Ressalvado o direito de opção à aposentadoria pelas normas estabelecidas pelo art. II – comunicar por escrito ao IPAMB as alterações ocorridas no grupo familiar para efeito de assentamento. cumulativamente: Art. cumulativamente. que tenha completado as exigências para aposentadoria voluntária estabelecidas no caput. II – tiver cinco anos de efetivo exercício no cargo em que se der a aposentadoria. observado o disposto no § 1º. o tempo de serviço considerado pela legislação vigente para efeito de aposentadoria. 12. e 6º. III – contar tempo de contribuição igual. desde que se aposente. e b) um período adicional de contribuição equivalente a vinte por cento do tem que. até a data de publicação daquela Emenda. que. em cargo efetivo de magistério e que opte por aposentar-se na forma do disposto no caput. se homem. 92 desta lei. exclusivamente. desta lei. de 15 de dezembro de 1998. da emenda Constitucional nº 20. é assegurado o direito de opção pela aposentadoria voluntária com proventos calculados de acordo com os arts. no mínimo. até a data de publicação da Emenda Constitucional nº 20. será contado como tempo de contribuição. na forma da lei. autárquica e fundacional e do Poder Legislativo. II – trinta e cinco anos de contribuição. de 15 de dezembro de 1998. III – prestar com fidelidade. fará jus a um abono de permanência equivalente ao valor da sua contribuição previdenciária até completar as exigências para aposentadoria compulsória contidas no inciso II do art. 92. alínea “a” e § 3º do art.. se mulher. Art. ser homem e de vinte por cento. poderá aposentar-se com proventos integrais. cumprido até que a lei federal discipline a matéria. Às aposentadorias concedidas de acordo com este artigo aplica-se o disposto no art. 12 desta lei. que corresponderão à totalidade da remuneração do servidor no cargo efetivo em que se der a aposentadoria. Observado o disposto no art. observadas as reduções de idade e tempo de contribuição contidas no § 3º do art. e quarenta e oito anos de idade. 4º. cumulativamente: (REDAÇÃO ORIGINAL) I – Tiver cinqüenta e três anos de idade. 12 desta lei. Observado o disposto no art. na seguinte proporção: I – três inteiros e cinco décimos por cento. para aquele que completar as exigências para aposentadoria na forma do caput até 31 de dezembro de 2005. para aquele que completar as exigências para aposentadoria na forma do caput a partir de 1º de janeiro de 2006. § 1º. e trinta anos. e 6º. 4º da Emenda Constitucional nº 20. 12 ou pelas regras estabelecidas pelo art. § 8º. o servidor que tenha ingressado no serviço público até a data de publicação da Emenda Constitucional nº 20/98. O servidor de que trata este artigo que cumprir as exigências para aposentadoria na forma do caput terá os seus proventos de inatividade reduzidos para cada ano antecipado em relação aos limites de idade estabelecidos pelo inciso III. § 4º. O pensionista terá as seguintes obrigações: I – Acatar as decisões dos órgãos de direção do IPAMB. II – cinco por cento. § 1º.

Parágrafo único. em termos integrais ou proporcionais ao tempo de contribuição. bem como os proventos de aposentadoria dos servidores e as pensões dos dependentes abrangidos pelo artigo anterior. Ressalvado o direito de opção à aposentadoria pelas normas estabelecidas pelo art. e sua não realização importará na suspensão do pagamento dos vencimentos. se homem. cumulativamente. bem como as pensões de seus dependentes. quinze anos de carreira e cinco anos no cargo em que se der a aposentadoria. no mês de aniversário de todos os contribuintes aposentados e pensionistas. § 1º. proventos ou pensão. 98. decorrentes do pagamento de benefícios previdenciários. 99. 12 ou pelas regras estabelecidas pelos arts. 74 www. Art. sendo também estendidos aos aposentados e pensionistas quaisquer benefícios ou vantagens posteriormente concedidos aos servidores em atividade. de um anos de idade para cada ano de contribuição que exceder a condição prevista no inciso I do caput deste artigo. desde que preencha. de aposentadoria aos servidores públicos. Art. Art.com. e trinta anos de contribuição. inciso III. Parágrafo único. bem como pensão aos seus dependentes. II . O servidor de que trata este artigo que opte por permanecer em atividade tendo completado as exigências para aposentadoria voluntária e que conte com. III – idade mínima resultante da redução. O IPAMB procederá. Art.br . 12 desta lei. O Município será responsável pela cobertura de eventuais insuficiências financeiras do IPAMB. desta lei. alínea “a”. 96 desta lei. auxílio doença. e IV – dez anos de carreira e cinco anos de efetivo exercício no cargo em que se der a aposentadoria. no mínimo. com base nos critérios da legislação então vigente. já exercido até a data de publicação da Emenda Constitucional de que trata este artigo. serão revistos na mesma proporção e na mesma data. relativamente aos limites do art. Aplica-se aos proventos de aposentadoria dos servidores públicos que se aposentarem na forma do caput. reorganizará por meio de portaria a perícia médica singular para emitir laudo médico pericial nos processos de aposentadoria por invalidez. anualmente. 100. a qualquer tempo. tenham cumprido todos os requisitos para obtenção desses benefícios. § 2º. Sempre que se modificar a remuneração dos servidores em atividade. se mulher. Art. O Presidente do IPAMB. na forma da lei. Aplica-se ao valor dos proventos de aposentadoria concedidas com base neste artigo o disposto no art. as seguintes condições: I – Trinta e cinco anos de contribuição. A atualização cadastral é ato obrigatório e personalíssimo. o disposto no art. os proventos de aposentadoria dos servidores públicos titulares de cargo efetivo e as pensões dos seus dependentes. Art. ou trinta anos de contribuição. Observado o disposto no art. 37.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . atualização cadastral. 96. observando-se igual critério de revisão às pensões derivadas dos proventos de servidores falecidos que tenham se aposentado em conformidade com este artigo. As situações excepcionais que impossibilitem a realização pessoal da atualização cadastral serão disciplinadas por decisão do Conselho Deliberativo do IPAMB. serão calculados de acordo com a legislação em vigor à época em que foram atendidos os requisitos nela estabelecidos para a concessão desses benefícios ou nas condições da legislação vigente. vinte e cinco anos de contribuição.vinte e cinco anos de efetivo exercício no serviço público. 12. Os proventos da aposentadoria a ser concedida aos servidores públicos referidos no caput. 95. salário maternidade e a readaptação funcional. até a sua realização.apostile. É assegurada a concessão.IPAMB III – vinte anos de efetivo exercício no serviço público. § 1º. se mulher. se homem. XI. em fruição na data de publicação da emenda Constitucional nº 41/2003. que até a data de publicação da Emenda Constitucional nº 41/2003. § 2º. fará jus a um abono de permanência equivalente ao valor da sua contribuição previdenciária até completar as exigências para aposentadoria compulsória contidas no inciso II do art. 94 desta lei. da Constituição Federal. 92 e 94 desta lei. o servidor municipal que tenha ingressado no serviço público até 16 de dezembro de 1998 poderá aposentar-se com proventos integrais. 97. inclusive quando decorrentes da transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu a aposentadoria ou que serviu de referência para a concessão da pensão.

PALÁCIO ANTÔNIO LEMOS. Esta lei entra em vigor na data de sua publicação. 40. do art. 107. § 6º. A falsidade de documento para criar direito a favor de alguém à prestação ou de quota. aprovado pelo Conselho Deliberativo. portadores de doença incapacitante. aplica-se somente aos servidores inativos e os pensionistas. dolo ou má-fé.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . A gratificação natalina ou décimo terceiro salário dos aposentados e pensionistas terá por base o valor dos proventos do mês de dezembro de cada ano e corresponderá 1/12 (um doze avos) para cada mês de benefício concedido. disporá sobre as atividades dos órgãos que compõe a estrutura administrativa do IPAMB. que disciplinam o plano de benefícios previdenciário. da mesma. de 30 de dezembro de 1999 e 8. 75 www. O Plano Básico de Saúde e Assistência do Município de Belém – PABBS. 105. em especial os dispositivos das leis municipais nº 7. averbadas pela municipalidade de Belém. de 31 de janeiro de 2003. O Regimento Interno. Parágrafo único. de 05 de julho de 2005. bem como. as atribuições dos seus respectivos dirigentes. O recebimento indevido de benefícios havidos por fraude.br . com as respectivas alterações posteriores. As disposições previstas no parágrafo único do art. demissão ou abandono de cargos dos seus servidores. exceto as alíquotas de contribuição previdenciária.IPAMB Art. As consignações devidas ao IPAMB. fica regulado pela Lei Municipal nº 7. da Constituição Federal. determinará a nulidade desta ou daquela e seu automático cancelamento. 102. Art. sem prejuízo da ação penal cabível. 106. de acordo com o disposto no artigo 195. Art. revogando-se as disposições em contrário. 103. que adquirirem direitos aos benefícios a partir de 06/07/2005 data de publicação da Emenda Constitucional nº 47. Art.apostile. devidamente corrigido. em caso de falecimento. Art. 101. ficam garantidas pelo erário municipal.984. 108. Art. 104. na forma do § 21. em 30 de novembro de 2005. sem prejuízo de ação criminal que couber. que só serão cobradas noventa dias da data de sua publicação no Diário Oficial do Município. Art.com. de 30 de dezembro de 1999. O período superior a quinze dias corresponderá a 1/12 (um doze avos) para efeito de cálculo. Art. da Constituição Federal. 44 desta lei.234.984. implicará na devolução ao IPAMB do total auferido.

não-intervenção. III . II . social e cultural 76 www. VII .concessão de asilo político. cor. constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos: I .Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . representantes do povo brasileiro.autodeterminação dos povos. Parágrafo único. política.os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa.solução pacífica dos conflitos.cooperação entre os povos para o progresso da humanidade. X .erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais. pluralista e sem preconceitos. reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático. Art.IPAMB CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988 PREÂMBULO Nós. nos termos desta Constituição. Todo o poder emana do povo.br .a dignidade da pessoa humana.a soberania. TÍTULO I Dos Princípios Fundamentais Art. 2º São Poderes da União.com. na ordem interna e internacional. raça. Parágrafo único. IV . destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais.igualdade entre os Estados. V .apostile. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: I . sob a proteção de Deus. 1º A República Federativa do Brasil. formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal. a liberdade. VIII . Art.defesa da paz.prevalência dos direitos humanos.construir uma sociedade livre.repúdio ao terrorismo e ao racismo. a segurança. III . 4º A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios: I . independentes e harmônicos entre si. II . IV . justa e solidária. promulgamos. VI .a cidadania. A República Federativa do Brasil buscará a integração econômica. a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna. Art. que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente. o bem-estar. sexo. o desenvolvimento. III . a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL. com a solução pacífica das controvérsias.promover o bem de todos.garantir o desenvolvimento nacional. o Executivo e o Judiciário. idade e quaisquer outras formas de discriminação. fundada na harmonia social e comprometida. IV . sem preconceitos de origem.independência nacional. V . IX .o pluralismo político. II . o Legislativo.

a honra e a imagem das pessoas. ofício ou profissão. XVII . ou para prestar socorro.são invioláveis a intimidade. sendo vedado o anonimato. à igualdade.é plena a liberdade de associação para fins lícitos.é livre a manifestação do pensamento. IV . XI . além da indenização por dano material.é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz. 5º Todos são iguais perante a lei.br . a proteção aos locais de culto e a suas liturgias. nele entrar. V .ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei. 77 www. nos termos seguintes: I .com.homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações. por determinação judicial. durante o dia.apostile.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém .é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte.a criação de associações e.296. a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva.todos podem reunir-se pacificamente. independentemente de autorização. artística.a casa é asilo inviolável do indivíduo. em locais abertos ao público.é assegurada. garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida. nos termos da lei. VII . no último caso. desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local. II . XII . independentemente de censura ou licença.é livre o exercício de qualquer trabalho. a vida privada.é inviolável o sigilo da correspondência e das comunicações telegráficas.é inviolável a liberdade de consciência e de crença. sem armas. permanecer ou dele sair com seus bens. (Vide Lei nº 9. visando à formação de uma comunidade latino-americana de nações. na forma da lei. IX .é livre a expressão da atividade intelectual. vedada a de caráter paramilitar. XVI . XIV . sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida. sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente. na forma da lei. atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer. por ordem judicial. à segurança e à propriedade. de 1996) XIII . TÍTULO II Dos Direitos e Garantias Fundamentais CAPÍTULO I DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS Art. X . ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador. fixada em lei. sem distinção de qualquer natureza. ou. XV . salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa. sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento. proporcional ao agravo. III . a de cooperativas independem de autorização.ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política.IPAMB dos povos da América Latina. nos termos da lei.ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante. científica e de comunicação. XVIII . moral ou à imagem. assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação. nos termos desta Constituição. quando necessário ao exercício profissional. podendo qualquer pessoa. nas hipóteses e na forma que a lei estabelecer para fins de investigação criminal ou instrução processual penal. salvo em caso de flagrante delito ou desastre. à liberdade. salvo. VIII . VI .é assegurado o direito de resposta. de dados e das comunicações telefônicas.

78 www. XXXIII . ou de interesse coletivo ou geral.com.aos autores pertence o direito exclusivo de utilização. com a organização que lhe der a lei.é reconhecida a instituição do júri. assegurada ao proprietário indenização ulterior. na forma da lei. (Regulamento) XXXIV . XXXVI . b) a obtenção de certidões em repartições públicas.as associações só poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por decisão judicial. o trânsito em julgado. desde que trabalhada pela família. no primeiro caso. assim definida em lei. XXXVIII . aos intérpretes e às respectivas representações sindicais e associativas. não será objeto de penhora para pagamento de débitos decorrentes de sua atividade produtiva. ou por interesse social. b) o direito de fiscalização do aproveitamento econômico das obras que criarem ou de que participarem aos criadores. a defesa do consumidor.a lei estabelecerá o procedimento para desapropriação por necessidade ou utilidade pública. XXVII . transmissível aos herdeiros pelo tempo que a lei fixar. d) a competência para o julgamento dos crimes dolosos contra a vida. a autoridade competente poderá usar de propriedade particular. sempre que não lhes seja mais favorável a lei pessoal do "de cujus". XXIII .não haverá juízo ou tribunal de exceção. XXXII . XXVI . assegurados: a) a plenitude de defesa. para defesa de direitos e esclarecimento de situações de interesse pessoal. à propriedade das marcas. mediante justa e prévia indenização em dinheiro. dispondo a lei sobre os meios de financiar o seu desenvolvimento.as entidades associativas. sob pena de responsabilidade. aos nomes de empresas e a outros signos distintivos.IPAMB XIX . independentemente do pagamento de taxas: a) o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder. c) a soberania dos veredictos.a sucessão de bens de estrangeiros situados no País será regulada pela lei brasileira em benefício do cônjuge ou dos filhos brasileiros.br .são a todos assegurados.apostile. XXX . XXXVII .é garantido o direito de propriedade. se houver dano. o ato jurídico perfeito e a coisa julgada. que serão prestadas no prazo da lei. XXI . publicação ou reprodução de suas obras. XXIV .a lei não prejudicará o direito adquirido.são assegurados. XXII . bem como proteção às criações industriais.é garantido o direito de herança. XXVIII . têm legitimidade para representar seus filiados judicial ou extrajudicialmente.a lei assegurará aos autores de inventos industriais privilégio temporário para sua utilização. XXIX . XXXI .ninguém poderá ser compelido a associar-se ou a permanecer associado.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . quando expressamente autorizadas. nos termos da lei: a) a proteção às participações individuais em obras coletivas e à reprodução da imagem e voz humanas. ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado.no caso de iminente perigo público.a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito. XX . tendo em vista o interesse social e o desenvolvimento tecnológico e econômico do País.a propriedade atenderá a sua função social.o Estado promoverá.todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular. inclusive nas atividades desportivas. XXV .a pequena propriedade rural. XXXV . exigindo-se. ressalvados os casos previstos nesta Constituição. b) o sigilo das votações.

XLIV . LVI . LVIII .ninguém será processado nem sentenciado senão pela autoridade competente.é assegurado aos presos o respeito à integridade física e moral.são inadmissíveis.será admitida ação privada nos crimes de ação pública. até o limite do valor do patrimônio transferido. sujeito à pena de reclusão. o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins. o terrorismo e os definidos como crimes hediondos. c) multa. XLVIII . salvo para beneficiar o réu. LVII . se omitirem. XIX. nos termos da lei. a idade e o sexo do apenado.às presidiárias serão asseguradas condições para que possam permanecer com seus filhos durante o período de amamentação. nos termos do art.IPAMB XXXIX . se esta não for intentada no prazo legal.a lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tortura . entre outras. XLV . na forma da lei. XLVII . LIII . LIV .Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . d) prestação social alternativa. em caso de crime comum. os executores e os que.constitui crime inafiançável e imprescritível a ação de grupos armados. estendidas aos sucessores e contra eles executadas. civis ou militares.a lei regulará a individualização da pena e adotará. com os meios e recursos a ela inerentes.não haverá penas: a) de morte. XLII . as provas obtidas por meios ilícitos. as seguintes: a) privação ou restrição da liberdade. e) suspensão ou interdição de direitos. 84. salvo em caso de guerra declarada. XLI .nenhuma pena passará da pessoa do condenado. L . de acordo com a natureza do delito. 79 www.apostile.a prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível.não será concedida extradição de estrangeiro por crime político ou de opinião.a lei penal não retroagirá. LII . e) cruéis.a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais. LV . nos termos da lei. por eles respondendo os mandantes.com.não há crime sem lei anterior que o defina. e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa.ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal. ou de comprovado envolvimento em tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins. b) perda de bens. nem pena sem prévia cominação legal. podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser. em processo judicial ou administrativo. no processo. contra a ordem constitucional e o Estado Democrático. d) de banimento. praticado antes da naturalização. b) de caráter perpétuo.aos litigantes.br . XLVI .ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória. salvo nas hipóteses previstas em lei. salvo o naturalizado. XLIX . XLIII .nenhum brasileiro será extraditado. c) de trabalhos forçados.a pena será cumprida em estabelecimentos distintos. XL . LIX .o civilmente identificado não será submetido a identificação criminal. podendo evitá-los. LI .

LXIII . judicial ou administrativo.são gratuitos para os reconhecidamente pobres. ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural. salvo nos casos de transgressão militar ou crime propriamente militar.o preso será informado de seus direitos. quando a lei admitir a liberdade provisória.o mandado de segurança coletivo pode ser impetrado por: a) partido político com representação no Congresso Nacional. LXXIII . LXXVII . LXXII . LXVI . os atos necessários ao exercício da cidadania. por ilegalidade ou abuso de poder. LXXIV . na forma da lei: a) o registro civil de nascimento. isento de custas judiciais e do ônus da sucumbência.apostile.conceder-se-á "habeas-data": a) para assegurar o conhecimento de informações relativas à pessoa do impetrante. e. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. assim como o que ficar preso além do tempo fixado na sentença. sendo-lhe assegurada a assistência da família e de advogado. de 2004) 80 www. b) organização sindical. LXX . constantes de registros ou bancos de dados de entidades governamentais ou de caráter público. à moralidade administrativa. à soberania e à cidadania. na forma da lei.br . salvo comprovada má-fé. b) para a retificação de dados.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém .conceder-se-á mandado de segurança para proteger direito líquido e certo. LXXVI .ninguém será levado à prisão ou nela mantido.qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe. LXIX .a prisão ilegal será imediatamente relaxada pela autoridade judiciária. quando o responsável pela ilegalidade ou abuso de poder for autoridade pública ou agente de pessoa jurídica no exercício de atribuições do Poder Público. ficando o autor.IPAMB LX . b) a certidão de óbito.o Estado prestará assistência jurídica integral e gratuita aos que comprovarem insuficiência de recursos.não haverá prisão civil por dívida. entidade de classe ou associação legalmente constituída e em funcionamento há pelo menos um ano. LXXI . salvo a do responsável pelo inadimplemento voluntário e inescusável de obrigação alimentícia e a do depositário infiel. LXII . LXVII . no âmbito judicial e administrativo. LXXVIII a todos. com ou sem fiança. LXI .são gratuitas as ações de "habeas-corpus" e "habeas-data". LXXV . LXV . LXVIII .conceder-se-á mandado de injunção sempre que a falta de norma regulamentadora torne inviável o exercício dos direitos e liberdades constitucionais e das prerrogativas inerentes à nacionalidade. não amparado por "habeas-corpus" ou "habeas-data".com.o preso tem direito à identificação dos responsáveis por sua prisão ou por seu interrogatório policial.a lei só poderá restringir a publicidade dos atos processuais quando a defesa da intimidade ou o interesse social o exigirem. definidos em lei. em defesa dos interesses de seus membros ou associados. são assegurados a razoável duração do processo e os meios que garantam a celeridade de sua tramitação. LXIV . quando não se prefira fazê-lo por processo sigiloso.a prisão de qualquer pessoa e o local onde se encontre serão comunicados imediatamente ao juiz competente e à família do preso ou à pessoa por ele indicada. entre os quais o de permanecer calado.conceder-se-á "habeas-corpus" sempre que alguém sofrer ou se achar ameaçado de sofrer violência ou coação em sua liberdade de locomoção.ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente.o Estado indenizará o condenado por erro judiciário.

ou dos tratados internacionais em que a República Federativa do Brasil seja parte.participação nos lucros. (vide Decreto-Lei nº 5. de 2004) (Atos aprovados na forma deste parágrafo) § 4º O Brasil se submete à jurisdição de Tribunal Penal Internacional a cuja criação tenha manifestado adesão. ou resultados.irredutibilidade do salário. VIII . constituindo crime sua retenção dolosa. X . um terço a mais do que o salário normal. excepcionalmente. facultada a compensação de horários e a redução da jornada.seguro-desemprego. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 64. § 3º Os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem aprovados. o lazer. além de outros que visem à melhoria de sua condição social: I . 6º São direitos sociais a educação. a segurança. fixado em lei. capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia. 81 www. vestuário. em caso de desemprego involuntário.IPAMB § 1º . XV . em dois turnos. transporte e previdência social. nos termos de lei complementar. salvo o disposto em convenção ou acordo coletivo.remuneração do serviço extraordinário superior. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. a alimentação.salário mínimo . XI .piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho. XVI .fundo de garantia do tempo de serviço.452. serão equivalentes às emendas constitucionais. IV . higiene. preferencialmente aos domingos. conforme definido em lei. XII . alimentação.Os direitos e garantias expressos nesta Constituição não excluem outros decorrentes do regime e dos princípios por ela adotados.décimo terceiro salário com base na remuneração integral ou no valor da aposentadoria. educação. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. em cinqüenta por cento à do normal. de 1998) XIII .repouso semanal remunerado. nacionalmente unificado.relação de emprego protegida contra despedida arbitrária ou sem justa causa. salvo negociação coletiva.duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais. que preverá indenização compensatória. IX . § 2º . sendo vedada sua vinculação para qualquer fim.proteção do salário na forma da lei. II .salário-família pago em razão do dependente do trabalhador de baixa renda nos termos da lei.br . art.As normas definidoras dos direitos e garantias fundamentais têm aplicação imediata. com a duração de cento e vinte dias. a proteção à maternidade e à infância. por três quintos dos votos dos respectivos membros.licença à gestante. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais. participação na gestão da empresa. a moradia. nunca inferior ao mínimo. lazer.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . e. sem prejuízo do emprego e do salário. mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho. o trabalho. a assistência aos desamparados. de 2010) Art. V . VII .gozo de férias anuais remuneradas com. (Vide Del 5.garantia de salário. dentre outros direitos. III .452. para os que percebem remuneração variável. de 1943) XIV . com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo. 59 § 1º) XVII . de 2004) CAPÍTULO II DOS DIREITOS SOCIAIS Art. pelo menos.com. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. na forma desta Constituição. VI . saúde. a previdência social. desvinculada da remuneração.remuneração do trabalho noturno superior à do diurno. a saúde.jornada de seis horas para o trabalho realizado em turnos ininterruptos de revezamento. XVIII . em cada Casa do Congresso Nacional.apostile. no mínimo.

perigoso ou insalubre a menores de dezoito e de qualquer trabalho a menores de dezesseis anos.(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 28.proibição de trabalho noturno. quanto aos créditos resultantes das relações de trabalho. XXIX . salvo na condição de aprendiz. mediante incentivos específicos. observado o seguinte: I . independentemente da contribuição prevista em lei.proibição de distinção entre trabalho manual. VII . XXXII . nos termos da lei.ação.reconhecimento das convenções e acordos coletivos de trabalho. em qualquer grau. XV. 82 www. V . na forma da lei. São assegurados à categoria dos trabalhadores domésticos os direitos previstos nos incisos IV.é vedada a criação de mais de uma organização sindical. até um ano após o final do mandato. quando incorrer em dolo ou culpa. XXI . sem excluir a indenização a que este está obrigado.ninguém será obrigado a filiar-se ou a manter-se filiado a sindicato. XXI e XXIV. VI. XXIII . Art. IV .com. não podendo ser inferior à área de um Município. III . XX . XXVIII . XXV .ao sindicato cabe a defesa dos direitos e interesses coletivos ou individuais da categoria. para custeio do sistema confederativo da representação sindical respectiva. com prazo prescricional de cinco anos para os trabalhadores urbanos e rurais.seguro contra acidentes de trabalho.proteção em face da automação. na mesma base territorial.adicional de remuneração para as atividades penosas.igualdade de direitos entre o trabalhador com vínculo empregatício permanente e o trabalhador avulso. vedadas ao Poder Público a interferência e a intervenção na organização sindical.é obrigatória a participação dos sindicatos nas negociações coletivas de trabalho.proibição de diferença de salários. de 2006) XXVI . XXII .aposentadoria. XXVII . de 25/05/2000) XXX . 8º É livre a associação profissional ou sindical. idade.a assembléia geral fixará a contribuição que. salvo se cometer falta grave nos termos da lei. de exercício de funções e de critério de admissão por motivo de sexo.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . XIX. técnico e intelectual ou entre os profissionais respectivos. em se tratando de categoria profissional. VIII. de 1998) XXXIV . se eleito. bem como a sua integração à previdência social. a partir de quatorze anos.proteção do mercado de trabalho da mulher.licença-paternidade.IPAMB XIX . (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 53. que será definida pelos trabalhadores ou empregadores interessados. sendo no mínimo de trinta dias.redução dos riscos inerentes ao trabalho.aviso prévio proporcional ao tempo de serviço. representativa de categoria profissional ou econômica. até o limite de dois anos após a extinção do contrato de trabalho.apostile.a lei não poderá exigir autorização do Estado para a fundação de sindicato.o aposentado filiado tem direito a votar e ser votado nas organizações sindicais. XVIII.br . VIII . XVII. higiene e segurança. cor ou estado civil. XXXI . XXIV . será descontada em folha. a cargo do empregador. VI . ainda que suplente. II . na forma da lei. nos termos da lei. por meio de normas de saúde. XXXIII . nos termos fixados em lei.é vedada a dispensa do empregado sindicalizado a partir do registro da candidatura a cargo de direção ou representação sindical e.assistência gratuita aos filhos e dependentes desde o nascimento até 5 (cinco) anos de idade em creches e pré-escolas. ressalvado o registro no órgão competente. inclusive em questões judiciais ou administrativas. insalubres ou perigosas. Parágrafo único.proibição de qualquer discriminação no tocante a salário e critérios de admissão do trabalhador portador de deficiência.

por sentença judicial. na forma da lei. competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender. em qualquer tempo. 9º É assegurado o direito de greve.tiver cancelada sua naturalização. As disposições deste artigo aplicam-se à organização de sindicatos rurais e de colônias de pescadores. salvo nos casos previstos nesta Constituição. de 1994) § 2º .natos: a) os nascidos na República Federativa do Brasil. 10.br . § 3º . depois de atingida a maioridade.com.de oficial das Forças Armadas. IV .A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . VII . adquiram a nacionalidade brasileira. Art. desde que qualquer deles esteja a serviço da República Federativa do Brasil.Os abusos cometidos sujeitam os responsáveis às penas da lei. ainda que de pais estrangeiros. 11. de 1994) § 1º Aos portugueses com residência permanente no País. de pai brasileiro ou mãe brasileira. II . é assegurada a eleição de um representante destes com a finalidade exclusiva de promover-lhes o entendimento direto com os empregadores. III . atendidas as condições que a lei estabelecer. (Redação dada pela Emenda Constitucional de Revisão nº 3. 83 www.A lei definirá os serviços ou atividades essenciais e disporá sobre o atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade. desde que requeiram a nacionalidade brasileira.de Ministro do Supremo Tribunal Federal. em virtude de atividade nociva ao interesse nacional.apostile.de Presidente da Câmara dos Deputados.de Presidente e Vice-Presidente da República. CAPÍTULO III DA NACIONALIDADE Art. Art. exigidas aos originários de países de língua portuguesa apenas residência por um ano ininterrupto e idoneidade moral. V . de 1999) § 4º . § 2º . b) os estrangeiros de qualquer nacionalidade. VI . residentes na República Federativa do Brasil há mais de quinze anos ininterruptos e sem condenação penal. se houver reciprocidade em favor de brasileiros.da carreira diplomática. salvo os casos previstos nesta Constituição.naturalizados:> a) os que. desde que estes não estejam a serviço de seu país.de Ministro de Estado da Defesa(Incluído pela Emenda Constitucional nº 23. São brasileiros: I . desde que sejam registrados em repartição brasileira competente ou venham a residir na República Federativa do Brasil e optem. É assegurada a participação dos trabalhadores e empregadores nos colegiados dos órgãos públicos em que seus interesses profissionais ou previdenciários sejam objeto de discussão e deliberação.São privativos de brasileiro nato os cargos: I .IPAMB Parágrafo único.de Presidente do Senado Federal. § 1º . de 2007) II .Será declarada a perda da nacionalidade do brasileiro que: I . serão atribuídos os direitos inerentes ao brasileiro. 12. Art. pela nacionalidade brasileira. (Redação dada pela Emenda Constitucional de Revisão nº 3. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 54. c) os nascidos no estrangeiro de pai brasileiro ou de mãe brasileira. b) os nascidos no estrangeiro. Nas empresas de mais de duzentos empregados.

(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 16. III . III . CAPÍTULO IV DOS DIREITOS POLÍTICOS Art. d) dezoito anos para Vereador. 14. as armas e o selo nacionais. o Presidente da República. e. ao brasileiro residente em estado estrangeiro. o hino. VI . II . nos termos da lei.São símbolos da República Federativa do Brasil a bandeira. com valor igual para todos.obrigatórios para os maiores de dezoito anos.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . IV . § 4º .Não podem alistar-se como eleitores os estrangeiros e. c) vinte e um anos para Deputado Federal. A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto.apostile. os Governadores de Estado e do 84 www.Os Estados. § 2º . os Prefeitos e quem os houver sucedido.o alistamento eleitoral. o Distrito Federal e os Municípios poderão ter símbolos próprios. c) os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos. V . de 1997) § 6º .a filiação partidária.com. durante o período do serviço militar obrigatório.plebiscito.a idade mínima de: a) trinta e cinco anos para Presidente e Vice-Presidente da República e Senador.a nacionalidade brasileira. § 5º O Presidente da República. Vice-Prefeito e juiz de paz.IPAMB II . de 1994) Art. b) trinta anos para Governador e Vice-Governador de Estado e do Distrito Federal. mediante: I .referendo.Para concorrerem a outros cargos. A língua portuguesa é o idioma oficial da República Federativa do Brasil. § 3º .O alistamento eleitoral e o voto são: I . na forma da lei: I .iniciativa popular. § 2º . de 1994) a) de reconhecimento de nacionalidade originária pela lei estrangeira.adquirir outra nacionalidade. ou substituído no curso dos mandatos poderão ser reeleitos para um único período subseqüente. os Governadores de Estado e do Distrito Federal. b) os maiores de setenta anos. como condição para permanência em seu território ou para o exercício de direitos civis. II . II . Prefeito. § 1º .São condições de elegibilidade. 13.facultativos para: a) os analfabetos. (Incluído pela Emenda Constitucional de Revisão nº 3.o pleno exercício dos direitos políticos. de 1994) b) de imposição de naturalização.br . (Incluído pela Emenda Constitucional de Revisão nº 3. Deputado Estadual ou Distrital. os conscritos. § 1º .São inelegíveis os inalistáveis e os analfabetos. pela norma estrangeira.o domicílio eleitoral na circunscrição. salvo no casos: (Redação dada pela Emenda Constitucional de Revisão nº 3.

de 1994) § 10 . do Presidente da República. se eleito. de 2006) § 2º . o pluripartidarismo. e a normalidade e legitimidade das eleições contra a influência do poder econômico ou o abuso do exercício de função. III . passará automaticamente. resguardados a soberania nacional. Art. sem obrigatoriedade de vinculação entre as candidaturas em âmbito nacional.prestação de contas à Justiça Eleitoral. para a inatividade.funcionamento parlamentar de acordo com a lei. a fim de proteger a probidade administrativa.O mandato eletivo poderá ser impugnado ante a Justiça Eleitoral no prazo de quinze dias contados da diplomação. distrital ou municipal. II . II . 17. registrarão seus estatutos no Tribunal Superior Eleitoral. instruída a ação com provas de abuso do poder econômico.caráter nacional. 16. 37. na forma da lei civil.apostile. de 1993) CAPÍTULO V DOS PARTIDOS POLÍTICOS Art. fusão. § 11 . § 1º É assegurada aos partidos políticos autonomia para definir sua estrutura interna. V .A ação de impugnação de mandato tramitará em segredo de justiça. na forma da lei. incorporação e extinção de partidos políticos.improbidade administrativa. § 8º . Art.IPAMB Distrito Federal e os Prefeitos devem renunciar aos respectivos mandatos até seis meses antes do pleito. II . IV . do Distrito Federal. nos termos do art.se contar mais de dez anos de serviço. estadual. se temerária ou de manifesta má-fé. após adquirirem personalidade jurídica. devendo seus estatutos estabelecer normas de disciplina e fidelidade partidária. 85 www. nos termos do art.proibição de recebimento de recursos financeiros de entidade ou governo estrangeiros ou de subordinação a estes. III . (Redação dada pela Emenda Constitucional de Revisão nº 4. de Prefeito ou de quem os haja substituído dentro dos seis meses anteriores ao pleito. 15.cancelamento da naturalização por sentença transitada em julgado. § 9º Lei complementar estabelecerá outros casos de inelegibilidade e os prazos de sua cessação.São inelegíveis. § 3º .Os partidos políticos têm direito a recursos do fundo partidário e acesso gratuito ao rádio e à televisão.se contar menos de dez anos de serviço. o cônjuge e os parentes consangüíneos ou afins.br . não se aplicando à eleição que ocorra até um ano da data de sua vigência. cargo ou emprego na administração direta ou indireta. É livre a criação.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 4. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 52. atendidas as seguintes condições: I . IV . organização e funcionamento e para adotar os critérios de escolha e o regime de suas coligações eleitorais. os direitos fundamentais da pessoa humana e observados os seguintes preceitos: I . no ato da diplomação. cuja perda ou suspensão só se dará nos casos de: I .O militar alistável é elegível. até o segundo grau ou por adoção. VIII. corrupção ou fraude.Os partidos políticos. a moralidade para exercício de mandato considerada vida pregressa do candidato. enquanto durarem seus efeitos. deverá afastar-se da atividade.com.condenação criminal transitada em julgado. será agregado pela autoridade superior e. salvo se já titular de mandato eletivo e candidato à reeleição. o regime democrático. § 7º . na forma da lei. § 4º. de Governador de Estado ou Território.incapacidade civil absoluta. no território de jurisdição do titular. 5º. A lei que alterar o processo eleitoral entrará em vigor na data de sua publicação.recusa de cumprir obrigação a todos imposta ou prestação alternativa. É vedada a cassação de direitos políticos. respondendo o autor.

não concretas e produz inovações primárias no mundo jurídico.com.Em razão deste interesse público a Administração terá posição privilegiada em face de terceiros que com ela se relacionam. 37 da CF traz os cinco (LIMPE) princípios mínimos que a Administração (direta. 86 www.função = é quando alguém exerce uma atividade representando interesses de terceiros. não produz inovações primárias. elaboração das leis (função normativa) produz normas gerais. mas sim.: atos da administração são dotados de presunção validade. estabelece regras concretas (julga em concreto.br . . FUNÇÕES DO ESTADO . A divisão dos poderes não gera absoluta divisão das funções.características: II) Função Judiciária: – características: III) Função Administrativa: conversão da lei em ato individual e concreto. cláusulas exorbitantes.é toda atividade desenvolvida pela Administração representando os interesses da coletividade. – características: estabelece regras concretas.) .Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . é direta (não precisa ser solicitada e é revisível pelo Poder Judiciário.Pode ser: a) típica: b) atípica: I) Função legislativa: . não produz inovações primárias.apostile. função para o qual o poder foi criado e função estranha àquela para o qual o poder foi criado. desapropriação etc) PRINCÍPIOS  são regras que surgem como parâmetro para a interpretação das demais normas jurídicas. distribuição de três funções estatais precípuas.Função Administrativa . de auto-executoriedade (não precisa recorrer ao Jud. aplicação coativa da lei. . além destes há inúmeros outros. indireta) devem obedecer.É vedada a utilização pelos partidos políticos de organização paramilitar. ela tem prerrogativas e obrigações que não são extensíveis aos particulares (está em posição de superioridade – ex. independentemente de ser ela exercida ou não pelo Poder Executivo. DIREITO ADMINISTRATIVO – é o ramo do direito que regula a função administrativa do Estado. esta função decorre do fato do Brasil ser um república (= coisa pública – toda atividade desenvolvida tem que privilegiar a coisa pública). .IPAMB § 4º . função indireta (deve ser provocado) e propicia situação de intangibilidade jurídica (coisa julgada). – o art.

5º.com. para o direito público – tendo em vista o interesse da coletividade que representa.obs. o interesse público não pode ser livremente disposto pelo administrador que. • A publicidade é de acordo com certos requisitos legais (não é livre) • A CF proíbe a publicidade que faça propaganda do administrador (como pessoa).Não havendo publicidade o ato terá seus efeitos anulados. XXXIII – garante o sigilo para segurança da sociedade e do Estado.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . mas sempre dentro dos limites da lei (não cabe intervenção judicial quanto ao mérito).obs: se a informação for do seu interesse cabe MS e se for sobre você cabe HD.IPAMB . b) Indisponibilidade do interesse público – limita a supremacia. 5º LX – ações que devem correr em segredo de justiça. 5º II. . imagens. expressões) Exceções: I) art. a propaganda as obras é necessária. X . . deve atuar nos limites da lei.br .ambos se entrelaçam) a) Supremacia do interesse público – é o princípio que determina privilégios jurídicos e um patamar de superioridade do interesse público sobre o particular. . caput e sistema tributário). necessariamente. 37. 2) Arbitrariedade = é a atuação fora dos limites impostos por lei. a Administração só pode fazer aquilo que a lei autoriza (relação de subordinação com a lei) II) . já que representa os nossos interesses. 5º.: 1) discricionariedade = é a liberdade que o ordenamento jurídico confere ao Administrador para atuar em certas situações de acordo com o juízo de conveniência e oportunidade.apostile.Princípios Gerais da Administração: (.. prestigia a autonomia da vontade (relação de não contradição com a lei). c) isonomia = igualdade – é tratar os iguais de forma igual e os desiguais de forma 87 www.Princípios constitucionais do Direito Administrativo: – Vejamos alguns: a) legalidade: é a base do Estado Democrático de Direito e garante que todos os conflitos serão resolvidos pela lei (art. II) art. art. sem vincula-las à pessoa (não pode ter símbolos. b) publicidade: a administração deve informar a todos os seus atos. – Devemos distinguir a legalidade: I) para o direito privado – neste caso as relações são travadas por particulares visando seus próprios interesses – eles poderão fazer tudo aquilo que a não proibir.direito à intimidade e III) art.

7º. . b) a favor: art 37. I – autoriza o ingresso em concurso público de pessoas brasileiras ou estrangeiras.br . 5º.obs. portanto. II) suspensão dos direitos políticos. fundamento: art.IPAMB desigual.podem incidir sem prejuízo da ação penal cabível. e) eficiência: (EC 19 – já existia mas não com esta roupagem): visa: 88 www.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém .. .com. IV e art. § 4º . I) perda da função. é ato ilegal e está sujeito ao controle judicial. A CE – art. III) declaração de indisponibilidade dos bens.apostile. d) moralidade: prima pela probidade dentro da Administração como uma das diretrizes a ser seguida. XXVII. proíbe limites de idade em concurso público.Conseqüências: art. (a dificuldade é fixar quais são os . da CF.Lei da Improbidade – Lei 8.429/92 – a lei trouxe hipóteses que a improbidade depende de prova e outras em que se presume. 37. Lei 8.: • limite de idade em concurso – tem decisões em ambos os sentidos: a) contra: TRF entende que não se justifica a limitação. ressalvados os limites estabelecidos em lei. 3º. concurso de salva vidas – no edital exclui os deficientes físicos. IV) obrigação de ressarcimento dos prejuízos causados ao erário.Para avaliar se há ou não discriminação temos dois elementos: I) fator de discriminação II) objetivo da norma quando o fator de discriminação utilizado no caso concreto estiver de acordo com o objetivo da norma não se fere o princípio da igualdade (a discriminação é validade) – ex. – Presume-se ato de improbidade: I) venda de bem público abaixo do valor de mercado II) compra de bens acima do valor de mercado (superfaturamento) . 115. XXX.112/90 permite o limite de idade. concurso da polícia militar –função administrativa – a exclusão dos deficientes é proibida. • A CF considera as hipóteses de imoralidade = improbidade como crime. LXXIII .o instrumento para o controle da moralidade é a Ação Popular – art. parâmetros). na medida de suas desigualdades.

br 89 . . não é desvio de finalidade e.Abuso de Poder – é o fenômeno que se verifica sempre que uma autoridade ou um agente público embora competente para a prática de um ato ultrapasse os limites das suas atribuições ou se desvie das finalidades anteriormente previstas.IPAMB I) racionalizar a máquina administrativa. – Legislação: Lei 4898/65 – Abuso de Poder e Lei 8429/92 – Improbidade Administrativa.Teoria dos motivos determinantes – é aquela que prende o administrador no momento da execução do ato aos motivos que ele alegou no momento de sua edição. . sob pena de inconstitucionalidade. c) cabe responsabilização que pode ser: I) quando o administrador se utiliza dos poderes além dos limites permitidos por lei (ação) ou II) quando ele não utiliza dos poderes quando deveria ter se utilizado (omissão). é obrigatório. não há abuso de poder. Se o administrador se afasta destes motivos há ilegalidade.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . há abuso de poder mas. b) é irrenunciável. d) deve obedecer aos limites das regras de competência. II) aperfeiçoamento na prestação do serviço público • atuar com eficiência é atuar de modo adequado frente aos meios que possui e aos resultados obtidos (meio e resultados eficientes) PODERES DA ADMINISTRAÇÃO • Os poderes surgem como instrumentos através dos quais o poder público vai perseguir seu interesse coletivo.Características: a) é um dever. portanto. são estes motivos que determinam e condicionam a execução do ato.Duas situações (modalidades): a) b) ultrapassa seus limites = excesso de poder desvia a finalidade anteriormente prevista = desvio de poder .apostile. . 111) e.Poder vinculado – estabelece um único comportamento possível a ser tomado pelo administrador diante de casos concretos. se ele obedece a outro interesse público não há desobediência à teoria. podendo ser declarado pela Administração ou www. da motivação – art. Todo ato administrativo precisa ser motivado para possibilitar o exercício do contraditório e da ampla defesa (a CE/SP prevê expressamente o princ.com. por desvinculado do seu tipo padrão. sem nenhuma liberdade para um juízo de conveniência e oportunidade (juízo de valores). . • O ato que deixar de atender a qualquer dado expresso na lei será nulo.

. esfera de atuação. . tenha por fim imediato adquirir. Diferente do ato discricionário. é toda manifestação unilateral de vontade da Administração.Requisitos de validade: a) b) 90 competência – prerrogativa para a edição de um ato. frenar o exercício de atividade e direitos pelos particulares em nome do interesse da coletividade ATO ADMINISTRATIVO  é uma espécie de ato jurídico.Poder Regulamentar – é o poder conferido ao Administrador para a edição de decretos e regulamentos para oferecer fiel execução à lei .br . se for válido o Judiciário não poderá reapreciar o seu mérito (o juízo de valor do juiz não pode substituir o do administrador – independência dos poderes).Poder Disciplinar – é o poder conferido à Administração que lhe permite punir.Poder Hierárquico – é o poder conferido ao administrador para distribuir e escalonar as funções dos seus órgãos .com. transferir. – Ato arbitrário é sempre ilegítimo e inválido. . que agindo nesta qualidade.Poder discricionário . forma – somente a prescrita em lei. extinguir e declarar direitos ou impor obrigações a ela mesma e aos particulares. . preserve melhor o interesse público. restringir.Poder de Polícia – é o poder conferido ao administrador que lhe permite condicionar.neste poder a administrador também está subordinado à lei.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . ordenar e reaver a atuação de seus agentes. resguardar. modificar. de tal forma que. para agir dentro dos limites da lei e arbitrariedade é a atuação do administrador além (fora) dos limites da lei. diferencia do vinculado porque ele tem liberdade para atuar de acordo com um juízo de conveniência e oportunidade. . . maneira de exteriorização dos atos www. estabelecendo uma relação de hierarquia. . havendo duas alternativas o administrador pode optar qual delas. de subordinação.Discricionariedade é diferente de arbitrariedade: discricionariedade é a liberdade para atuar.Há controvérsia quanto à necessidade ou não dos atos discricionários (minoria – Hely – dispensa) . apenar a prática de infrações funcionais dos servidores. no seu entendimento.apostile.IPAMB pelo Judiciário.Controle: os atos arbitrários devem ser reapreciados pelo Judiciário (é abuso de poder).

c) imperatividade (coercibilidade) .Classificação: I) quanto aos destinatários: a) gerais – atingem a coletividade como um todo (ex.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . tem destinatários certos (ex. opina. porém sempre dentro dos limites da lei (ex. licença para edificação. 91 www. portaria) b) individuais – trabalham com uma situação concreta. há margem de liberdade para que ele possa atuar com base em um juízo de conveniência e oportunidade. ex. é o que o ato decide. o interesse público • • a soma do motivo e do objeto denomina-se mérito do ato administrativo.Atributos do ato administrativo a) presunção de legalidade (o ônus da prova cabe a quem alega a ilegalidade). desapropriação b) ato de gestão – aqueles praticados pela Administração sem valer-se da sua supremacia sobre os destinatários. o Judiciário só pode rever os atos administrativos no tocante à legalidade dos mesmos. São fundamentalmente regidos pelo direito privado. certifica. . a administração se afasta de suas prerrogativas colocando-se em pé de igualdade com os particulares. contrato de locação. aposentadoria por tempo de serviço) b) discricionário – prevê mais de um comportamento possível a ser tomado pelo administrador em um caso concreto. d) objeto – é ato em si mesmo considerado.IPAMB administrativos. em regra são escritos (exceção: gestão do guarda de trânsito) c) motivo – razões que justificam a edição do ato. permissão de uso) II) quanto ao grau de liberdade: a) vinculado – é aquele que estabelece um único comportamento possível de ser adotado pela Administração diante de um caso concreto. b) auto-executoriedade.apostile. não há margem de liberdade do administrador (ex.br . impondo obrigações de ordem unilateral ex. decreto expropriatório. permissão de uso para colocação de mesas e cadeiras nas calçadas públicas) III) quanto ao objeto: a) ato de império – aqueles que a Administração pratica usando da sua supremacia sobre o administrado. e) finalidade – única. não podendo reapreciar o mérito dos atos discricionários.com.

apostile. Ex. Ex.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . são todos aqueles em que a Administração se limita a certificar ou atestar um fato.br Efeitos Ex tunc . já os atos complexos dependem de manifestação de vontade de órgãos diversos. ato que dependa da autorização de um superior hierárquico) é aquele que para se aperfeiçoar depende de mais de uma manifestação de vontade.IPAMB IV) quanto à formação a) simples – é o que resulta da manifestação de vontade de um órgão da Administração Pública. instruções. ou então a emitir uma opinião acerca de um determinado tema. imposta de forma unilateral c) atos negociais – d) atos enunciativos – e) atos punitivos – . contém uma declaração de vontade da Administração para concretizar negócios com particulares. Ex. ordens de serviço. certidão. essas manifestações de vontade devem ser produzidas por mais de um órgão. V) outras classificações: a) atos normativos: contêm comando geral visando a correta aplicação da lei. porém. decretos.diferença entre atos compostos e complexos: a manifestação de vontade dos atos compostos provem de único órgão. circulares. emissão de atestado. permissões de uso. são aqueles que contém uma sanção imposta pelo poder público em razão da prática de uma infração de natureza funcional. depende de uma única manifestação de vontade é aquele que depende de mais de uma manifestação de vontade que devem ser produzidas dentro de um mesmo órgão (ex. regulamentos b) atos ordinatórios – visam a disciplinar o funcionamento da Administração e a conduta funcional dos seus agentes (fundamento do poder hierárquico). nas condições previamente impostas pela Administração Pública.Para retirar o ato do ordenamento: Espécies Anulação 92 Objeto Ilegalidade do ato Titular www. concessão de serviço. Detalhar melhor o que a lei previamente estabeleceu.com. parecer. autorizações. b) composto – c) complexo – . Ex.

Judiciário (5º. em uma permissão que atingiria praticamente os mesmos fins da concessão).Ato nulo e anulável – para o Hely ou o ato atinge o interesse da coletividade e é valido. porém. licitação b) discricionário: ou livre.br .Na esfera administrativa não existe coisa julgada. seguindo apenas a praxe administrativa. transformar uma concessão. . ou a maneira de se encadearem os seus atos – é o rito. XXXV. mesmo após uma decisão administrativa – art.com. Só pode recair sobre a competência e a forma. .Diferente de conversão = é a oportunidade de um ato imprestável para uma determinada finalidade.Administração (já nasceu ilegal) Ex nunc (os efeitos gerados até o momento são válidos) . mas aproveitável em outra para a qual apresenta os requisitos necessários (ex. .Procedimento administrativo – é o modo pelo qual o processo anda. XXXV) Revogação Razões de conveniência e oportunidade (o ato é válido. se contrário será nulo.Pode ser: a) vinculado: quando existe lei determinando a seqüência dos atos. podendo sempre ser intentada ação judicial.IPAMB Administração . é o que contém um vício formal.apostile. . não atingindo a essência. .Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém .Princípios do processo administrativo a) legalidade objetiva –apoiar-se em norma legal específica b) oficialidade – impulsionado pela administração c) informalismo d) verdade real e) garantia de defesa f) publicidade 93 www.Convalidação – transformação de ato anulável em válido. não mais conveniente . 5º. ex. nos casos em que não há previsão legal de rito. Para Celso e outros há possibilidade de ato anulável. PROCESSO ADMINISTRATIVO  é a seqüência da documentação e das providências necessárias para a obtenção de determinado ato final . a princípio nula porque não havia lei que a previsse.

apostile. Não tem personalidade jurídica própria. Ministérios) c) superiores: são os órgãos de direção.br . seções e os serviços) e) simples: são os que não tem outros órgãos agregados à sua estrutura f) compostos: são os que têm outros órgãos agregados à sua estrutura.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . podendo ter ou não efeito suspensivo . b) Instrução c) Defesa d) Relatório e) Decisão f) Pedido de reconsideração – se tiver novos argumentos g) Recurso – para autoridade hierarquicamente superior. mas sem autonomia técnica (ex.com. todos tem efeitos devolutivo. • Podem ter representação própria. Estados e Municípios) ou centros especializados de competência. punidas com advertência e suspensão de até 30 dias ÓRGÃOS PÚBLICOS  • são divisões das entidades estatais (União.Classificação: a) independentes: são os derivados da Constituição (ex.IPAMB . como o Ministério do Trabalho. pode se usado para infrações leves.Fases do procedimento: a) Instauração – ato da própria administração ou por requerimento de interessado. contra outros órgãos públicos. . na defesa de suas prerrogativas. bem como ingressar em juízo.apuração prévia. Senado Federal) b) autônomos: são órgãos com autonomia técnica e financeira (ex. Coordenadorias e Gabinetes) d) subalternos: são órgãos de execução (ex.Modalidades de processo: a) mero expediente b) internos – são os processos que envolvem assuntos da própria Administração c) externos – são os que abrangem os administrados d) de interesse público – são os que interessam à coletividade e) de interesse particular – são os que interessam a uma pessoa f) de outorga – são aqueles em que o poder público autoriza o exercício de direito individual (licença de edificação) g) de controle – são os que abrangem atividade sujeita a fiscalização h) disciplinares – envolve atuação dos servidores i) licitatório – os que tratam de licitação . por seus procuradores. para funções complementares ou especializadas g) singulares: são órgãos de um só titular (ex. os atos que praticam são atribuídos ou imputados à entidade estatal a que pertencem.Sindicância . da Fazenda. Presidência da República) 94 www.

só controle da legalidade Lei específica autoriza sua criação que se efetiva com registro dos atos constitutivos Não tem – art. §2º. Empresa Pública Soc.ESTRUTURA DA ADMINISTRAÇÃO Autarquia Definição São pessoas jurídicas de direito público. CF e art.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém .art. não podem indireta). dotadas de capital exclusivamente público. §3º da CF (silêncio da CF se FPriv. 188.capac.art. econ.capac. 150. do Estado Subsidiária .capac. modalidade editar leis) empresarial Características auto auto auto auto administração administração administração administração . criadas para a prestação de Pode ser pública serviços públicos ou privada (não ou exploração de integra a atividades econômicas sob (não tem cap. financeira . Não tem – art. com capacidade administrativa e criadas para a prestação de serviço público Fundação É uma pessoa jurídica composta por um patrimônio personalizado.capac. Mista Pessoa jurídica de direito privado criada para prestação de serviço público ou exploração de atividade econômica. Resp. não tem respons. Subsidiária pub. com capital misto e na forma de S/A São pessoas jurídicas de direito privado compostas por capital exclusivamente público. 242 da L S/A subsidiária . §2º e art.art. só controle da legalidade Não há hierarquia e subordinação. Econ. 188.IPAMB h) colegiados: são os compostos por duas ou mais pessoas (ex.br . . 173.apostile. Conselhos e Tribunais) . destinado pelo seu fundador para uma finalidade específica. §2º. só controle da legalidade Lei específica autoriza sua criação que se efetiva com registro dos atos constitutivos Não há hierarquia e subordinação.Se exerce ativ. §2º e art. CF . CPC 150. financeira . CPC Privilégio FP – tem .com. – não tem exerce serviço público) Subsidiária Resp. Est.Art. Administração qualquer polít.Se presta serv. financeira . 150. financeira patrimônio patrimônio patrimônio patrimônio próprio próprio próprio próprio Controle Não há hierarquia e subordinação. só controle da legalidade Não há hierarquia e subordinação. §3º da CF (silêncio da CF se exerce serviço público) Criação Extinção e Lei especifica para Lei específica cria criar a fundação pública e se privada autoriza sua criação Tem . 150. 95 www. 173.

mas ainda não existem ORGANIZAÇÕES SOCIAIS  integram a Administração Pública. cooperando com ele estabelecendo parcerias com o poder público. IPESP FUNAI. IBEGE. Butantã. CET. BNDS. IMESP. 37. As duas principais agências são: ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica – Lei 9427/96 e ANATEL – Agência Nacional das Telecomunicações. Anhembi. cultura e saúde. COHAB. o controle e a fiscalização de serviços públicos transferidos ao setor privado. de Colonização e Reforma agrária). O instrumento para o repasse é contrato de gestão – art. DNER. Metrô. Exemplos INCRA (Inst. § 8º (é um contrato diferente já que o contrato de gestão se celebra entre a Administração direta e a indireta). Banespa. 242 da L S/A Banco do Brasil S/A.IPAMB Falência Não Não Depende: sim e SP . Memorial da América Latina. Fund. de SP).não AE – Não . FAPESP. orçamentária e financeira. FEBEN. IBAMA. Sabesp. ensino. 96 www.apostile. A lei 9637/98 autorizou que fossem repassados serviços de: pesquisa científica.com. dispensa licitação como acontece em todos os outros casos de transferência de serviço público (facilita o desvio do dinheiro público). INSS. são responsáveis pela regulamentação.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém .br . meio ambiente. FUNDAP. ANP – Agência Nacional de Petróleo AGÊNCIAS EXECUTIVAS  autarquias e fundações que por iniciativa da Administração Direta celebram contrato de gestão visando a melhoria dos serviços que prestam em troca de uma maior autonomia gerencial. CETESB.art. previsto em lei. Radiobrás (sp) e Caixa Econômica Federal (AE) AGÊNCIAS REGULADORAS  são autarquias de regime especial. São pessoas jurídicas de direito privado sem fins lucrativos criadas por particulares para a execução de serviços públicos não exclusivos do Estado. CESP (Centrais Eletr. Criadas pela Lei 9649/98. Congás. Nac. Podem receber: dotações orçamentárias. Embratel. Petrobrás. bens públicos através de uma permissão de uso. Banco Central. recebem servidores públicos. integram a iniciativa privada mas atuam ao lado do Estado.

esta o transferiu. descentralizou a sua prestação para a Administração indireta ou terceiros fora da Administração . . 97 www. integrantes da iniciativa privada que foram criadas para desenvolver atividades de auxílio a determinadas categorias profissionais que não tenham finalidade lucrativa. SERVIÇO PÚBLICO  do aquele prestado pela Administração ou por seus delegados sob normas e controles estatais para a satisfação.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém .Formas de prestação: a) direta ou centralizada – quando estiver sendo prestado pela Administração direta do Estado.apostile.Diferença de desconcentração: DESCENTRALIZAR é tirar do centro e transferir um serviço da Administração direta para terceiros. SESC (a finalidade é fomentar o desenvolvimento de certas categorias privadas e.IPAMB SERVIÇOS SOCIAIS AUTÔNOMOS  rótulo atribuído a todas as pessoas jurídicas de direito privado. b) indireta ou descentralizada – ocorre quando não estiver sendo prestada pela Administração direta do Estado. podendo estes estar dentro ou fora da Administração e DESCONCENTRAR – é transferir a prestação de um serviço de um órgão para outro dentro da própria Administração direta. . Ex. SENAC.com. visando o atingimento dos interesses da coletividade. por isso.a titularidade está sempre nas mãos da Administração .Modalidades de descentralização: a) outorga – quando ocorre a transferência para terceiros (administração indireta) da titularidade e da execução do serviço público b) delegação – quando transfere para terceiros (concessionárias e permissionárias) só a execução. interessa a Administração ajudar). SESI.br . Podem receber incentivos com dotações orçamentárias e titularizam contribuições parafiscais.

pagos por tarifa.br .com.Lei 8987/95 . por sua conta e risco e por prazo determinado.Poder concedente – é a União. como o transporte coletivo e o fornecimento de energia c) gerais – uti universi – são os prestados à sociedade em geral.IPAMB . PERMISSÃO E AUTORIZAÇÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS CONCESSÃO é a delegação de sua prestação feita pelo poder concedente mediante licitação na modalidade concorrência à pessoa que demonstre capacidade para seu desempenho. . Pode ser são os serviços que não podem ser recusados pelo destinatário.Princípio dos serviços públicos a) continuidade b) cortesia c) eficiência d) segurança e) atualidade f) regularidade g) modicidade h) generalidade.apostile. mas com possibilidade de identificação dos beneficiados. se remunerados será por taxa. o DF ou Município. como a defesa do território d) específicos – uti singuli – individualizáveis – são também serviços prestados a todos. como a defesa nacional ou a polícia judiciária. sendo somente autorizada a cobrança executiva são os serviços que o usuário pode aceitar ou não.Modalidade a) próprios – não os serviços públicos inerentes à soberania do Estado. o Estado. O não pagamento do serviço não autoriza a supressão do mesmo. em cuja competência se encontre o 98 www.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . b) utilidade pública – são os considerados úteis ou convenientes. como o transporte coletivo. . I) compulsório – II) facultativo – e) adequados – serviços adequados são os executados de acordo com os princípios específicos do serviço público CONCESSÃO.

por sua própria conta e risco. reformar.Concessão precedida da execução de obra – deve o concessionário primeiro construir.Política Tarifária – tarifa é a fonte de rendas das concessionárias. para que obtenha a remuneração a amortização de seu investimento. pelo poder público.com. . feita pelo concessionário por força do descumprimento de cláusulas contratuais pelo poder concedente. só transfere a execução).Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . enquanto não transitar em julgado a sentença. de forma unilateral. Deve ser por medida judicial e. Em seguida passa a explorar o serviço por prazo determinado. bem como intervir na concessão se necessário • • .br . • Admite-se subconcessão desde que autorizada. antes de encerrado o prazo. o serviço deverá continuar sendo prestado. c) caducidade – d) rescisão – e) anulação – extinção do contrato antes do término do prazo. . suficientemente longo.apostile. consiste na contratação feita pela concessionária para aquisição de serviços ou bens diretamente relacionados com o objeto da concessão. a pessoa que demonstre capacidade de desempenho por sua conta e risco. em regra Concessão Caráter mais estável Exige autorização legislativa 99 www.Formas de extinção: a) advento do termo contratual – b) encampação – quando termina o prazo término do contrato antes do prazo. O concessionário faz jus a indenização forma de extinção do contrato antes do prazo. por descumprimento de cláusula contratual forma de extinção do contrato. a título precário. não é tributo. conservar. mediante licitação da prestação de serviços públicos feita pelo poder concedente. o seu valor inicial é estabelecido na proposta. de forma unilateral. O poder concedente pode fiscalizar os serviços. Permissão Caráter mais precário Não exige autorização legislativa. ampliar ou melhorar determinada obra pública. por razões de ilegalidade f) falência ou extinção do concessionário PERMISSÃO é a delegação. Os contratos de concessionárias com terceiros não envolve o poder concedente. feito pelo poder público.IPAMB serviço público (a titularidade continua sendo sua. por razões de interesse público.

em que o particular não pode exercer certas atividades sem autorização do poder público. termos semelhantes. É formalizada por decreto ou portaria.com. Na licença o interessado tem direito de obtê-la. 24 e 25 da Lei 8666/93.br . por se tratar de ato unilateral e precário. ex.IPAMB Licitação só por concorrência Formalização por contrato Prazo determinado Só para pessoas jurídicas Licitação por qualquer modalidade Formalização por contrato de adesão Pode ser por prazo indeterminado Para pessoas jurídicas ou físicas. A licitação pode ser dispensável ou inexigível – art. de alcance limitado. licença para dirigir veículo.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . como na autorização de uso de uma rua para realização de uma quermesse. na delegação de serviços públicos. c) autorização de serviços públicos – coloca-se ao lado da concessão e da permissão de serviços públicos. são atividades exercidas por particulares mas consideradas de interesse público.apostile. AUTORIZAÇÃO – três modalidades: a) autorização de uso – em que um particular é autorizado a utilizar bem público de forma especial.Lei 8666/93 100 www. enquanto a licença é vinculado. destina-se a serviços muito simples. ou a trabalhos de emergência. desde que preencha certos requisitos. a Lei 8987/95 LICITAÇÃO – é um procedimento destinado à seleção da melhor proposta dentre as apresentadas por aqueles que desejam contratar com a Administração Pública . e pode exigi-la. • • • • É exceção. A autorização é ato discricionário. e não regra. b) autorização de atos privados controlados – • autorização é diferente de licença. no que couber. Segue.

br .A licitação deve seguir o princípio específico: a) vinculação ao instrumento convocatório b) julgamento objetivo (a Administração deve estipular o critério de julgamento das propostas. IX b) projeto de executivo – abrange a execução completa da obra. prorrogável por uma vez. b) convite – é a licitação adequada para valores menores. fundações públicas. d) concurso – é a licitação para a escolha de trabalho técnico. com a convocação de três interessados. científico ou artístico.apostile. no edital) . a Administração poderá utilizar a tomada de preços e. • Nos casos em que couber convite. por igual período – art. de acordo com as normas técnicas – art. com a instituição de prêmios ou remuneração aos vencedores.IPAMB  É obrigatória para: administração direta. os custos. bem como de imóveis oriundos de procedimentos judiciais ou de dação em pagamento em que seja útil a alienação. CF e) leilão – serve para a venda de bens móveis inservíveis e de produtos apreendidos ou penhorados. a concorrência. podendo também participar os cadastrados que manifestarem seu interesse 24 horas antes da apresentação das propostas. no mínimo. prazo de validade é de 2 anos.com.Projetos prévios: a) projeto básico: abrange a viabilidade técnica. as empresas públicas.Modalidades: a) concorrência – usada para contratos de vulto. sociedades de economia mista e demais entidades controladas direta ou indiretamente pelo poder público . o impacto ambiental. cadastrados ou não. autarquias. X .Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . em qualquer caso. III. os métodos e o prazo de execução – art 6º. 37. com participação de interessados já cadastrados ou que se cadastrem até o terceiro dia anterior à data do recebimento das propostas. 101 www. 6º. de acordo com valores estabelecidos na lei a) tomada de preços – é usada para contratos de valor médio. fundos especiais.

persistindo o empate. 102 www.Fases da Concorrência a) edital .Efeitos da Adjudicação – atribui a obra ou serviço ao vencedor da licitação. antes do edital. tem o direito de não ser preterido frente a outro).br .com. . por defeito formal ou inexequibilidade da oferta. . conferindo-lhe preferência ao contrato.apostile.Diferença entre: DESQUALIFICAÇÃO – é a rejeição do proponente que não apresenta os requisitos do edita (inabilitação) e DESCLASSIFICAÇÃO – é a rejeição da proposta do licitante já habilitado.Critérios para avaliação das propostas: a) melhor preço b) melhor técnica c) preço e técnica d) maior lance ou a maior oferta – para o leilão • No caso de empate tem preferência os bens e serviços produzidos no país e. sucessivamente.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . 39.lei interna da licitação b) habilitação dos concorrentes – licitantes apresentam documentos pessoais c) exame e classificação das propostas d) homologação – ratificação da legalidade do procedimento até então realizado e) adjudicação – entregar o objeto da licitação • Nas concorrências de grande vulto deve realizar-se uma audiência pública. . pode o contrato não se concretizar (o vencedor só tem expectativa de direito quanto ao contrato. decide-se por sorteio. mas o momento e conveniência da assinatura do contrato ficam ainda na dependência da vontade discricionária da Administração. Havendo motivo justo e fundamentado. os produzidos ou prestados por empresa brasileira.IPAMB . para que a sociedade possa debater a conveniência e a oportunidade da licitação – art.

e pela finalidade de atender a interesses públicos.art. • A validade do contrato exige: acordo de vontades.br . .com. não se realizará por expressa disposição legal. para consignar uma vantagem para a Administração Pública. 25. desde que tenha havido previsão no ato convocatório e no plano plurianual h) cláusulas exorbitantes – são aquelas que exorbitam.Dispensa de licitação – a competição. em casos excepcionais. c) na maioria das vezes se formaliza por termo de contrato escrito e.apostile. b) tem natureza personalíssima – só pode ser executado pela pessoa que contratou (sendo possível a subcontratação de acordo com os limites estabelecidos pela Administração). CONTRATOS ADMINISTRATIVOS  contrato é a convenção estabelecida entre duas ou mais pessoas para constituir.Hipóteses: art. que excedem. que ultrapassam o padrão comum dos contratos em geral. Cabe análise discricionária do administrador.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . em regra. objeto lícito e forma prescrita ou não proibida em lei. 24 . referem-se a certas prerrogativas da Administração que a colocam numa situação de superioridade em relação ao particular contratado. agente capaz. Características: a) participação do poder público. por ordens de serviços d) licitação prévia.IPAMB . embora possível.Inexigibilidade – a competição não é possível . como parte predominante. são: 103 www. sob pena de nulidade e) publicidade f) prazo determinado (vedado prazo indeterminado) g) prorrogabilidade – exige termo aditivo. regular ou extinguir entre elas uma relação jurídica patrimonial.

78. A diferença é que o fato do príncipe incide sobre toda a sociedade (ex. montagem. c) de fornecimento – são aqueles em que o vendedor se compromete a fornecer mercadorias e o comprador a recebê-las. suspensão de participações em licitações e contratos. imposto) e o fato da administração incide sobre um fato diretamente (ex.apostile.ex. c) fato da administração – provém de uma atuação estatal que incide diretamente sobre o contrato. bem como à fabricação de produtos b) de serviços – refere-se a trabalhos a serem realizados. exceto caso de calamidade pública. repercutindo indiretamente sobre ele. conserto. advertências. • Tanto o fato do príncipe como o fato da administração provém de uma determinação estatal.IPAMB I) modificação unilateral – deve ser feita por termo de aditamento II) rescisão unilateral III) fiscalização IV) aplicação de sanções – multas. quando houver faltas contratuais e o serviço for essencial sem culpa do contratado. nas condições e prazos fixados. 104 www.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . trabalhos técnico profissional. serviços e fornecimentos a) de obra – refere-se a construções. grave perturbação da ordem interna ou guerra – art. salvo se atrasarem mais de 90 dias.: a) força maior e caso fortuito b) fato do príncipe – determinação estatal superveniente e imprevisível que onera o contrato. publicidade.Teoria da Imprevisão – aplica-se quando há necessidade de revisão de uma cláusula contratual por força de fatos supervenientes e imprevistos durante a sua execução – fato superveniente e imprevisível . para atraso e inexecução do contrato. instalação. como demolição.Contrato de obras. não desapropriação) . etc. XV . de modo contínuo e periódico.br . reformas ou ampliações de coisas.com. cabe indenização V) ocupação provisória de móveis e imóveis – VI) inaplicabilidade da exceção de contrato não cumprido – exceptio non adimpleti contractus – particular não pode interromper a obra sob alegação de não estar recebendo os pagamentos devidos. impedindo a sua execução nas condições inicialmente estabelecidas..

falecimento do contratado. . CONSÓRCIO  acordo de vontades firmado entre entidades estatais. para por partes.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . • Nos consórcios e nos convênios aplica no que couber a Lei 8666/93 105 www.ex.apostile.com. dissolução da sociedade. perecimento do objeto) CONVÊNIO  acordo firmado por entidades políticas de qualquer espécie ou entre elas e particulares para realização de objetivos de caráter comum (diferente do contrato administrativo em que o objetivo não é comum). da mesma espécie para a realização de objetivos de interesses comuns . por fato superveniente que impede a manifestação (ex.IPAMB • - As obras são prestadas por empreitada ou por tarefa (empreitada de pequeno porte) Pode ser executada por: a) preço global – abrange a entrega da obra ou do serviço todo b) preço unitário – refere-se a segmentos ou etapas. consórcio entre dois municípios.br .Formas de extinção: a) administrativa – promovida por ato unilateral da Administração b) rescisão amigável c) judicial d) de pleno direito – acontece independentemente da manifestação de vontade das partes.

e) não podem ser objeto de penhor. por ato administrativo ou por um fato que torne a destinação inviável. avaliação prévia e licitação – art. II) Bens dominicais podem ser alienados.I do CP e art.com. 243 da CF e) permuta f) dação em pagamento g) direito hereditário 106 www. hipoteca ou anticrese . exigindo-se. se for mudada destinação. em regra. não podendo ser penhorados.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . de modo que passem a ser considerados dominicais.Regime jurídico dos bens públicos – a) são inalienáveis. como os prédios das repartições ou escolas públicas c) bens dominicais – são os que pertencem ao acervo do poder público. como as ruas e praças b) bens de uso especial – são destinados às instalações e aos serviços públicos. mas poderão tornar-se alienáveis se forem desafetados.IPAMB BENS PÚBLICOS . exceto: I) os bens de uso comum do povo e os de uso especial são inalienáveis. XXI. sem destinação especial . b) direitos do poder públicos sobre seus bens não prescrevem c) não há usucapião de bens públicos. Se bens móveis dispensam a licitação.. ou seja.apostile. arrestados ou seqüestrados.Aquisição de bens para o patrimônio público: a) doação b) compra c) desapropriação d) confisco – art. em princípio. 37. Pode dar-se por lei. 91.Espécies a) bens de uso comum do povo – são os bens que todos podem usar. de qualquer espécie d) todos são impenhoráveis. autorização legislativa.br .

de licitação e cria para o permissionário um dever de utilização. que não serve para nada.Alienação de bens públicos:  podem ser alienados pelas formas comuns do direito civil. depende. sobre um pedaço pequeno de terra. sob pena de revogação (ex. para o dono da terra limítrofe. É ato unilateral. de título precário. pode ser alienado. mas o poder . uso de um terreno baldio para uma quermesse). mediante avaliação. autorização legislativa e licitação. como venda. • Exceção: investidura – numa obra pública.Utilização especial de bens públicos por particulares – todos podem eventualmente ser utilizados de forma especial por particulares.apostile. mediante: a) autorização de uso – • • • • serve para auxiliar interesses particulares em eventos ocasionais ou temporários (ex. troca. então.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . tem grau menor de precariedade. aplica-se apenas a bens dominicais.IPAMB h) usucapião (bens públicos não podem ser usucapidos.com. doação. em regra. respeitados os requisitos impostos pelo direito administrativo. de natureza contratual. É instituto de direito privado. discricionário. Exige. permissão de instalação de uma banca de jornal na via pública) c) concessão de uso – é contrato entre a Administração e um particular. tendo por objeto uma utilidade pública de certa permanência (ex. etc. avaliação e licitação. . podendo ser revogado a qualquer tempo. b) permissão de uso – é semelhante à autorização mas. é dada no interesse público. instalação de restaurante num zoológico municipal). em regra. por investidura. como autorização legislativa. Independe de licitação e de lei autorizadora Pode ser em caráter gratuito ou oneroso Por tempo determinado ou indeterminado.br d) concessão de direito real de uso – 107 . www.

XI. sobre as quais o Brasil exerce soberania. cabendo-lhes o usufruto 108 www. Pertencem a União e. 26 da CF) 1) terras devolutas – terras que ninguém se apossou. Esta separação ou discriminação pode ser administrativa ou judicial – Ação discriminatória – Lei 6383/76. Exige autorização legislativa e licitação .IPAMB Consiste na aquisição. Não tem localização e limites claros. nesta faixa o Brasil conserva o poder de fiscalização e polícia. até 24 milhas. por isso necessitam ser demarcadas e separadas das outras propriedades. de modo gratuito ou remunerado.br . por exclusão. pelo particular. com início a partir de 12 milhas do litoral (igual à zona contígua) e vai de 12 até 200 milhas. 20. art. embora sem soberania.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém .apostile.852m) da linha de baixa-mar do litoral continental e insular. nem foram utilizadas para algum fim público. de direito resolúvel do uso de um terreno público. como urbanização ou cultivo. aos Estados. Trata-se de águas públicas de uso comum. destinam-se à posse permanente dos índios. CF. 2) mar territorial – estende-se numa faixa de 12 milhas marítimas (equivale a 1. sendo utilizada a via judicial se insuficiente à via administrativa. nesta faixa tem o Brasil direitos exclusivos de exploração dos recursos naturais do mar.Bens do patrimônio público (art. 20.Depois do mar territorial temos: I) zona contígua – com início a partir de 12 milhas do litoral. . Após a discriminação elas deixam de ser devolutas e passam a ser simplesmente terras públicas. pertencentes à União. II) zona econômica – 3) terras tradicionalmente ocupadas por índios – são bens da União. para fins de interesse social de certo vulto.com.

com. são onerados por uma servidão de trânsito. banhados pelas águas do mar ou dos rios navegáveis. fica ele com leito original do rio. conforme a legislação de cada país – art.br 5) terrenos de marinha – 6) terrenos marginais ou reservados – 7) lagos. se um rio de águas públicas vier a abandonar naturalmente o seu leito. vão até 33m para a parte da terra. até uma distância de 15m contados desde a linha média das enchentes ordinárias. por baixo das águas do mar. se o fato ocorrer por obra do poder público. 13 do Cód. as terras por onde o mesmo corria passam a pertencer aos proprietários ribeirinhos das respectivas margens. rios e correntes de água – 8) Álveos ou leitos abandonados – 109 . nestes casos. 20. V. de Águas. mediante o pagamento de um foro anual. continuando a União à proprietária e o particular enfiteuta. 27 www. sirvam de limites com outros países ou se estendam a território estrangeiro ou dele provenham. art. Mas. para possibilitar a fiscalização e a realização de obras ou serviços públicos pela Administração (há divergências) são bens da União quando banhem mais de um Estado. contados desde o ponto a que chega a preamar média – art. Os terrenos de marinha tem sido objeto de arrendamento perpétuo a particulares.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . sem que tenham direito a indenização alguma os donos dos terrenos por onde as águas abram novo curso. que consiste no prolongamento natural das terras continentais ou insulares. CF e DL 9. VII. § 2º.apostile. como detentor do domínio útil são os que se situam ao lado dos rios navegáveis. CF 4) plataforma continental são bens da União os recursos naturais da plataforma continental.IPAMB exclusivo das riquezas do solo. são também da União. Tais terrenos podem pertencer a algum órgão público ou a um particular. assim considerados os que. Se forem de propriedade privada. Os terrenos marginais. dos rios e dos lagos nelas existentes – art. 231. CF são bens da União. em extensão variável. Tal arrendamento perpétuo denomina-se enfiteuse.760/46. devendo indenizar os proprietários das terras por onde passa a correr o novo curso – art. 20.

§ 2º. não se fala em responsabilidade penal agentes públicos = agentes políticos. CF • • resume-se na composição de danos. e considerada fundamental para a defesa nacional. perseguição. sendo proibida a sua utilização. e sua utilização são reguladas em lei. 12) Fauna silvestre – RESPONSABILIDADE DO ESTADO  é a obrigação imposta ao poder público de compor os danos ocasionados a terceiros. IV e art.apostile.“The king do not wrong” 110 www. como servidão administrativa. CF as jazidas. jazidas e quedas d’água – 11) Ilhas – pertencem à União as ilhas fluviais e lacustres nas zonas limítrofes com outros países. os animais de quaisquer espécies.IPAMB 9) Faixa de fronteira – uma faixa de 150 km de largura. e demais recursos minerais e os potenciais de energia elétrica constituem propriedade distinta da do solo. III. 1º). em qualquer fase do seu desenvolvimento e que vivem naturalmente fora do cativeiro. ao longo das fronteiras terrestres. destruição. e pertencem à União. as ilhas oceânicas e as costeiras. . garantida ao concessionário a propriedade do produto da lavra – art. 37. no exercício das suas atribuições . caça ou apanha (Lei 5.com. por atos praticados pelos seus agentes. 176 da CF 10) minas. em lavra ou não. § 6º. as praias marítimas.art.br . 20. abrigos e criadouros naturais são propriedades do Estado.Evolução a) 1ª Fase – Irresponsabilidade do Estado . servidores públicos e particulares em colaboração com o Estado. Pertencem aos respectivos Estados as ilhas fluviais e lacustres não pertencentes à União – art.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém .197/67 – art. 26. bem como seus ninhos. para efeito de exploração ou aproveitamento. 20. – art. constituindo a fauna silvestre.

não se admite a invocação pelo Estado das causas excludentes da responsabilidade o Estado não responde sempre por danos ocasionados a terceiros. A culpa poderia recair sobre o agente ou sobre o serviço: quando a Administração não faz o que deveria. quando o serviço funcionou atrasado. que responde pelos danos. causarem a terceiros. nessa qualidade. podem ser invocados excludentes da responsabilidade em defesa do Estado.No Brasil: a) até a CF de 1946 – responsabilidade subjetiva (com culpa). . O prejudicado deve acionar a pessoa jurídica e não a pessoa física.A responsabilidade objetiva se divide em: I) risco integral – o Estado responde sempre.br . adotamos a responsabilidade objetiva na modalidade do risco administrativo. quando deveria funcionar a tempo e quando foi mal feito c) 3ª Fase – Responsabilidade objetiva A Administração responde com base no conceito de nexo de causalidade. desde que exista nexo causal . editado o Código Civil – art. integralmente. de direito público ou privado. . quando ocorrer danos a terceiros.com. colisão de veículos devido à falha no semáforo. que consiste na relação de causa e efeito existente entre o fato ocorrido e as conseqüências dele resultantes Ex.IPAMB b) 2ª Fase – Responsabilidade com culpa.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . 15 (1916) Neste contexto que foi b) de 46 em diante – responsabilidade objetiva .Responde pelo quê??? Respondem pelos danos que seus agentes.: morte do preso em penitenciária.Hoje. ou responsabilidade civil. pois se admite excludentes de responsabilidade que são: 111 www. II) risco administrativo – .Quem responde??? A pessoa jurídica.apostile.

que atinge uma ou algumas pessoas. b) prática de ilegalidade (sanção). b) especial – aquele que pode ser particularizado.Meios de intervenção: a) desapropriação I) ordinária ou clássica necessidade pública utilidade e interesse social II) extraordinária b) limitação administrativa. sem o que não poderão se instaladas. existente.Não cabe denunciação da lide na primeira relação . corriqueiros da sociedade. XXIII.Fundamentos: a) supremacia do interesse público. .apostile.a responsabilidade civil por danos nucleares independe da existência de culpa.Danos nucleares – art. .IPAMB a) caso fortuito e força maior b) culpa exclusiva da vítima . b) Estado e agente responsável (cabe ação de regresso) . c) anormal – aquele que supera os problemas comuns. 21. 112 www.com.Dano – características: a) certo – dano real.Não se pode acionar diretamente o agente. c .br .Relações jurídicas: a) terceiro e Estado. aquele que não é genérico. As usinas que operam com reator nuclear deverão ter sua localização definida em lei federal. .Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . INTERVENÇÃO NA PROPRIEDADE .

ou lei de efeito concreto. c) destinação que vai ser dada ao bem.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . e) tombamento.Modalidades: a) por zona ou extensiva.Exigência de contraditório e ampla defesa. .Fases da desapropriação: a) declaratória b) executiva.IPAMB c) servidão administrativa. . c) para industrialização 113 www.Valor da indenização: a) valor do bem com as benfeitorias que nele se encontram. . .Rito: em regra o ordinário. b) lucros cessantes. c) danos emergentes. d) juros moratórios e compensatórios. b) indireta. . d) requisição. com algumas características especiais. e) correção monetária. c) o poder público passa a ter direito de entrar no bem d) começo do prazo de caducidade (necessidade ou utilidade – 5 anos e interesse social – 2 anos.com.Instrumento: Decreto Expropriatório. b) identificação do bem que está sendo desapropriado. sob pena de ilegalidade.br .Efeitos: a) submete o bem à força do Estado b) fixa as condições em que o bem se encontrava.apostile. – DESAPROPRIAÇÃO: . f) honorários advocatícios .Conteúdo obrigatório do decreto ou da lei: a) fundamento legal que justifica a desapropriação. .

juizes) são os servidores públicos em geral.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém .com. em regra. MP d) de carreira – aquele que faz parte de um conjunto de cargos com a mesma denominação. passam a ser funcionários de fato ou gestores de negócio. como os concessionários.CARGO PÚBLICO – conjunto de atribuições e responsabilidades servidor.apostile. i) modo voluntário – colaboram com o poder público pessoas que. estão submetidos ao regime estatutário titularizam emprego. III) por delegação – colaboram pessoas para as quais foram atribuídos serviços públicos. podem ser: civil ou militares.Classificação: a) cargo em comissão – aquele ocupado transitoriamente com base no critério de confiança b) cargo efetivo – preenchido em caráter definitivo. Presidente da República. . 37.br . de forma permanente ou ocasional. a) agentes políticos – b) agentes administrativos – I) funcionários – II) empregados – III) temporário – c) agentes por colaboração – são particulares que colaboram como poder público voluntária ou compulsoriamente. c) vitalício – também preenchidos em caráter definitivo. assumem funções públicas. Dividem-se: são os que ocupam os cargos principais na estrutura constitucional. vinculadas ou não ao Estado. como os jurados e mesários eleitorais. II) modo compulsório – colaboram pessoas que são requisitadas. assegurada à ampla defesa – ex. deputados. permissionários e autorizatários. por concurso público. magistratura. sem transitoriedade. em situação de emergência. escalonados em razão das atribuições e da 114 www.IPAMB AGENTE PÚBLICO  são todas as pessoas. cometidas a um . Ambos exigem concurso. dispensa concurso público e cabe nas hipóteses de excepcional interesse. Equiparam-se a funcionários públicos para fins penais e para responsabilidade por atos de improbidade. em situação de representar a vontade política do Estado (ex. bem como temporários titularizam cargo e. portanto. sendo que seu ocupante só pode ser desligado por processo judicial ou por processo administrativo. sujeitos ao regime celetista. IX – para determinado tempo. ou também por delegação. que prestam serviço ao mesmo. art. O seu preenchimento se dá.

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e) isolado –

responsabilidade. não integra carreira nenhuma

Provimento: ato que designa uma pessoa para titularizar um cargo público. - Pode acontecer das seguintes maneiras: a) Inicial – aquele que independe de relações anteriores do indivíduo com a Administração Pública. • dá-se, em regra, por concurso público, com a exceção do cargo em comissão e a contratação por tempo determinado • é ato complexo, por passa por várias etapas: concurso, nomeação, posse. • só se aperfeiçoa com o efetivo exercício de suas funções, após passar por várias etapas. b) derivado – aquele que se verifica quando ocorre a titularização de um cargo por um indivíduo que já se encontra na estrutura da Administração, não depende de concurso público, é possível concurso interno.

– Modalidades de provimento derivado: 1) horizontal – não implica elevação, ascensão funcional, pode ser verificar por alguns instrumentos: I) transferência – é a passagem da pessoa de um cargo para outro sem elevação funcional II) readaptação – passagem de um cargo para outro, sem elevação funcional, compatível com a limitação sofrida pela pessoa III) remoção – é o deslocamento do indivíduo de um cargo para outro, sem ascensão funciona, dentro do mesmo órgão

2) vertical – passagem de um cargo para outro, implicando em ascensão funcional I) promoção – passagem de um cargo para outro dentro da mesma carreira,

Reingresso =

provimento derivado, retorno ao serviço ativo do servidor que estava dele desligado, pode ser: é a recondução do servidor ao mesmo cargo de que fora demitido, com o pagamento integral dos vencimentos e vantagens do tempo em que esteve afastado, um vez reconhecida a ilegalidade da demissão em decisão judicial ou administrativa
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a) reintegração –

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b) recondução –

o servidor estável retorna ao cargo anteriormente ocupado em decorrência de inabilitação em estágio probatório relativo a outro cargo ou de reintegração do anterior ocupante - art. 29 da Lei 8.112/90 ocorre o retorno do inativo (aposentado) ao mesmo cargo ou ao cargo resultante de sua transformação ou simplesmente ao serviço, como excedente (na terminologia da lei), se o antigo cargo estiver provido, quando, por junta médica oficial, forem declarados insubsistentes os motivos da aposentadoria - art. 25 e 26 da Lei 8.112/90 é o retorno obrigatório à atividade do servidor em disponibilidade, em cargo de atribuições e remuneração compatíveis com o anteriormente ocupado - art. 30 da mesma lei.

c) reversão -

d) aproveitamento –

d) readmissão –

a reintegração decorrente de ato administrativo – o retorno do funcionário ao serviço público quando anulada administrativamente sua desinvestidura.

- Desinvestidura de cargo ou emprego a) demissão – é a punição por falta grave,

b) exoneração – pode ser: I) a pedido do interessado II) de ofício nos cargos em comissão III) motivada (ex. durante o estágio probatório, insuficiência de desempenho) c) dispensa – ocorre em relação ao admitido pelo regime da CLT quando não há justa causa.

- Vacância = abertura de um cargo antes preenchido. - hipóteses: a) exoneração, b) demissão, c) promoção, c) transferência, d) aposentadoria e falecimento.

-

Alterações da Emenda 19 -

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1) Princípios: legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. - Com a eficiência o que se procura é a excelência do servidor e do serviço público. - Permite ao usuário fiscalizar diretamente o serviço público - Para o servidor a eficiência ser apresenta sob as causas: a) aquisição da estabilidade - prova e suficiência de conhecimentos b) freqüência a cursos de escolas do governo c) perda da estabilidade, por se revelar incapaz para o serviço público. • Visa também a racionalização da máquina administrativa - O poder público não poderá gastar com pessoa mais de 60% do que arrecada com impostos.

2) Princípio específico da acessibilidade – art. 37, I - brasileiros (natos e naturalizados) e estrangeiros, nos termos da lei, com exceção dos cargos privativos de brasileiros natos – art. 12, § 3º • o art. 37, I é norma de eficácia contida – gera efeitos imediatos e admite lei posterior que restrinja sua eficácia, portanto, enquanto não vier a lei o acesso para estrangeiros será livre. • a lei poderá ser: federal, estadual ou municipal

3) Forma de Ingresso a) concurso público – regra geral – para: - cargo – regime estatutário (é o que melhor se adequai, mas não é o único) - emprego – regime da CLT (não é idêntico ao da iniciativa privada) - A emenda 19 extinguiu o regime jurídico único. • O concurso deverá ser: de provas ou de provas e títulos, complexidade do cargo ou emprego” (EC – 19) de acordo com a natureza e a

b) cargo em comissão – livre nomeação, livre exoneração c) contratação temporária – art. 37, IX – só é possível para fazer frente a uma excepcional situação de emergência. ex – pessoal para combate à dengue até dois anos, admitida uma prorrogação por igual
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4) Prazo de validade do concurso 117

mas o aprovado tem o direito de não ser preterido frente a novos concursandos.com. • • A previsão deve constar do edital. Estabilidade - garantia oferecida ao servidor que lhe assegura a permanência no serviço público atendidas às exigências estabelecidas pela Constituição.br 118 .Requisitos para se adquirir a estabilidade: a) b) c) nomeação em caráter efetivo.IPAMB período.Diferente de vitaliciedade = é a garantia de permanência no cargo. § 1º: a) b) c) d) • em virtude de sentença judicial transitada em julgado. . desde que ato normativo motivado de cada um dos Poderes especifique a atividade funcional.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . o órgão ou www. mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada à ampla defesa. .apostile. 41. mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho. MP. o servidor estável poderá perder o cargo. 169 e LC 82/95 - Medidas: I) II) • redução em pelo menos 20% das despesas com cargos em comissão e funções de confiança. por excesso de quadros – limite de despesa é de 60 % do que arrecadam os Estados – art. assegurada a ampla defesa.Perda da estabilidade . a Administração não está obrigada a contratar. que o indivíduo tenha ultrapassado o estágio probatório. Durante o prazo de validade. se adquire após os dois anos de estágio probatório) . é um acréscimo à estabilidade (ex.O alcance da estabilidade é do serviço e não do cargo . que é de 3 anos (exceto para MP e Juiz) aprovação em prova de conhecimentos ou desempenho. exoneração dos servidores não estáveis. Magistratura. na forma da lei complementar. se estas medidas adotadas não forem suficientes para assegurar o cumprimento da determinação da lei complementar.art.

com. sendo-lhe facultado optar pela remuneração c) vereador – havendo compatibilidade de horário. perceberá as vantagens de seu cargo. emprego ou função sem prejuízo da remuneração do cargo eletivo. que acumulação não ultrapasse os subsídios recebidos pelos Ministros do STF. emprego ou função b) prefeito – afastado do cargo.br . ou se tornaram incapacitados para suas funções 119 www. 169.Acumulação – a) b) c) art.  Se for mandato eletivo: ao servidor público da administração direta. • há outras situações de legislação específica – ex.a regra geral proíbe a acumulação remunerada de cargos. com todos os efeitos.apostile. emprego ou função.§ 5º. • • • fará jus a indenização . 247 da CF . e distrital – ficará afastado do cargo. emprego ou função com atribuições iguais ou assemelhadas pelo prazo de 4 anos vide art.Aposentadoria (EC 20/98) – é a garantia de inatividade remunerada reconhecida aos servidores que já prestaram longos anos de serviço.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . exceto: quando houver compatibilidade de horários.art. não sendo compatível aplica-se o artigo anterior • o afastamento é computado com tempo serviço. aplicam-se as seguintes regras: a) mandato eletivo fed. CF . no exercício de mandato eletivo. XVI e XVIII. autárquica e fundacional. o cargo objeto da redução considera-se extinto.IPAMB unidade administrativa objeto da redução de pessoa .: juiz e professor. que recaia em uma das seguintes hipóteses: I) dois cargos de professor II) professor com outro técnico científico III) dois cargos de médico. exceto promoção por merecimento . sendo vedada à criação do cargo. 37. est. § 4º .

br .proventos proporcionais ao tempo de contribuição III) voluntária – requerida pelo servidor que cumprido tempo mínimo de dez anos de efetivo exercício no serviço público e cinco anos no cargo efetivo em que se dará a aposentadoria . moléstia profissional ou doença grave.apostile. 40 da CF I) Invalidez de caráter permanente que impeça o indivíduo de continuar exercendo suas atividades . contagiosa ou incurável. .Aposentadoria especial .IPAMB a) acumulação: regra geral: não se admite a acumulação de vencimentos e proventos exceção: médicos.não existe mais a antiga aposentadoria proporcional – homem 30 e mulher 25. .60 anos de idade – se mulher .a EC trocou o critério de tempo de serviço por tempo de contribuição .proventos podem ser: 1) integrais – se a invalidez decorre de acidente em serviço. ensino fundamental e médio (excluídos desta aposentadoria os 120 www.Nas seguintes condições: 1) proventos integrais .Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém .Características: a) aposentadoria voluntária b) com proventos integrais c) professor que comprove exclusivamente tempo de efetivo exercício das funções de Magistério d) só magistério infantil.se o servidor com mais de 10 anos de serviço e que não tenha tempo mínimo de 5 anos em determinado cargo efetivo ou vitalício dar-se-á com base no cargo anterior. XI) b) Art.60 anos de idade e 35 anos de contribuição – se homem e . caso contrário. professores. o cargo inicial servirá de cálculo para o benefício.55 anos de idade e 30 anos de contribuição – se mulher 2) proventos proporcionais (ao tempo de contribuição) .65 anos de idade – se homem .com. cargos eletivos e cargos em comissão é possível acumular desde que o valor não ultrapasse o teto (art. desde que nele tenha aquele tempo mínimo. 37. ou 2) proporcionais – proporcionais ao tempo de contribuição II) compulsória: fato gerador = atingimento do limite de idade = 70 anos .

Aplicabilidade das mudanças: a) as regras valerão para aqueles que ingressarem na estrutura da Administração Pública após a promulgação da Emenda b) grupo de servidores que já estavam no mercado de trabalho e que já preencheram os requisitos anteriores para se aposentar – até a data da promulgação da emenda – aplicase à regra do direito adquirido (emenda é fruto de poder derivado. obedecido o limite do art. .Pensão por morte – o benefício será igual ao valor dos proventos do servidor falecido ou ao valor dos proventos a que teria direito servidor em atividade na data do seu falecimento – art.Sistema remuneratório da Administração direta e indireta para os servidores da ativa .IPAMB professores universitários) e) limites de idade .Proventos : e as pensões não poderão exceder à remuneração do respectivo servidor no cargo efetivo – art. sempre na mesma data e sem distinção índices.50 anos de idade – se mulher . 121 www.regras de transição previstas no art. 37.serão calculados com base nos proventos da remuneração do servidor no cargo efetivo em que se der a aposentadoria . sendo estendidos aos aposentados e pensionistas quaisquer benefícios ou vantagens posteriormente concedidos aos servidores em atividade. 40. mas que preenchem os requisitos para aposentadoria – não podem invocar o direito adquirido . serão revistos na mesma proporção e na mesma data em que se modificar a remuneração dos servidores em atividade.55 anos de idade – se homem e . . 9º do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias . XI.com. em face de cessação dos motivos que autorizam a aposentadoria por invalidez.Revisão dos proventos: os valores das aposentadorias e pensões. § 7º . assegurou a irredutibilidade real e não apenas nominal do subsídio e dos vencimentos. sofre limitações) c) grupo de servidores que estão no mercado de trabalho.Características gerais: 1) sujeito ao princípio da reserva legal específica 2) assegurada à revisão geral anual dos subsídios e vencimentos. § 2º .apostile. conseqüentemente.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém . por acarretar a exclusão do infrator do quadro dos inativos e. a cessação dos pagamentos de seus proventos.br . 40.§ 3º .Reversão e cassação da aposentadoria : a) reversão – é o retorno do inativo ao serviço. b) cassação é penalidade assemelhada à demissão.§ 8º .

Prefeito e Vice-Prefeito) e aos demais agentes políticos (Ministros de Estado. percebidos cumulativamente ou não. fixada em parcela única.salário padrão do cargo acrescido dos demais componentes do sistema remuneratório do servidor público da Administração direta. Deputado Federal.(no plural) – é espécie de remuneração e corresponde à soma dos vencimentos e das vantagens pecuniárias. XI 4) o teto geral será fixado por lei de iniciativa conjunta dos Presidentes da República. ministros de Estado. Estadual. 48. que corresponde àqueles pagos pelo Executivo – art. Secretários Estaduais e Municipais) – tem como única modalidade de remuneração cabível.13º salário. III e 128.vencimentos . 7) os direitos assegurados no art. só estarão submetidas ao teto geral se as pessoas jurídicas receberem recursos do poder público.Concurso Público 2011 : Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém .Compreende as seguintes modalidades: a) SUBSÍDIO é uma modalidade de remuneração. estipulando que os subsídios. e suas subsidiárias. não poderão exceder o subsídio mensal. 1/3 de férias não estão incluídos no teto geral . Do STF – art. (arts 39. detentor de mandato eletivo. dos Min. titulares de empregos públicos e não de cargos públicos. constituindo a retribuição pecuniária devida ao servidor pelo exercício do cargo público. do SF e do STF que. c/c os arts.com. autárquica e fundacional. da CD. em espécie. 37. e) . VII e VIII. incluídas as vantagens pessoas ou de qualquer outra natureza. 49. 122 www. Vice-Presidente. . 75. II) salário . 37.IPAMB 3) a EC 19 criou o teto geral e obrigatório no âmbito da Administração direta autárquica e fundacional. Secretários Estaduais e Municipais. os salários e os proventos. os membros da Magistratura e o MP e Ministros e Conselheiros dos Tribunais de Contas). 5) os vencimentos também ficam sujeitos a um teto entre os vencimentos dos cargos pertencentes aos Poderes. § 4º. enquanto que os demais agentes públicos poderão ter remuneração.br .apostile. 6) os salários dos empregados públicos das empresas públicas e das sociedades de economia mista . 39. b) REMUNERAÇÃO – I) vencimentos . § 5º. Presidente. mas por evidente cautela está sujeita à sanção do chefe do Executivo – art.pago aos empregados públicos da Administração direta e indireta regidos pela CLT. pensões e outra espécie remuneratória. e 73. paga obrigatoriamente aos detentores de mandato eletivo (Senador. os vencimentos. § º. por curiosidade. 95. Governador .agente político (membro de poder. XII. Vice-Governador. § 3º . Vereador.vencimento (no singular) – corresponde ao padrão do cargo público fixado em lei (salário base) . I.

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