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DOIDO DOIDO

31.03.08

OS PERIGOS DOS DIAGNOSTICOS MAL FEITOS


A última vez que eu falei sobre o que eu sentia para um psiquiatra
ele se convenceu de que eu não sentia o que eu dizia que eu
sentia. Por acreditar que eu sentia outras coisas ele decidiu mudar
meu diagnóstico. Daí esse psiquiatra decidiu que eu era bipolar.
Mesmo tendo certeza de que eu não sentia os sintomas que o
psiquiatra colocou, achei melhor não discutir muito, pois um de
meus familiares havia concordado com o psiquiatra, e se eu fosse
me rebelar demais os dois acabariam me internando.
Mas eu estranhei muito, pois aquele psiquiatra me mandou tomar
carbonato de lítio, um remédio que eu nunca tinha tomado. E esse
psiquiatra não pediu nenhum exame antes para testar minha
compatibilidade com o remédio! Eu bem sabia que não se deve
tomar cabornato de lítio sem antes fazer um exame da tireóide e um
exame renal, pois esse carbonato de lítio pode causar sérios danos
a saúde, se mal aplicado. E infelizmente para um remédio ser bem
aplicado são necessários exames laboratoriais antes. Daí eu pude
ter certeza de que se na psiquiatria mundial havia avanços, esses
avanços não chegavam serviço público de saúde mental do Brasil.

Ora, quando um clínico geral suspeita que alguém tem o vírus da


AIDS ele não vai passando coquetel para AIDS para a pessoa
tomar, não. Antes o clínico manda a pessoa fazer um exame. Se o
exame der positivo ele ainda manda a pessoa fazer outro exame
para confirmar se a pessoa realmente tem AIDS. Depois disso é
que se começa a prescrever coquetel para AIDS. Por que é que
para fazer um diagnóstico no serviço público de saúde mental não
há essa seriedade? Doença mental não é coisa séria?

E quando aquele psiquiatra deu a entender que eu era muito capaz


para ser esquizofrênico eu me espantei com a discriminação e com
o preconceito! Eu conhecia (e conheço) muitos esquizofrênicos bem
mais capazes que eu! Daí eu tive que encarar a cruel realidade de
que ele me colocou como bipolar apenas por considerar transtorno
bipolar menos grave. Eu fiquei sabendo que a doença mental que
eu suspeitava que eu tinha nunca seria considerada como meu
diagnóstico por aquele médico, pois ele considerava tal diagnóstico
muito grave. O problema é que eu não queria ser considerado
menos grave. Eu só queria receber o tratamento correto. pois
receber o tratamento correto seria melhor para mim e para todos ao
meu redor. Nenhum médico prescreve coquetel para AIDS para um
paciente que tem cara de aidético. Mas como é que na saúde
mental um psiquiatra prescreve remédio para pacientes que têm
cara de bipolar?

Os efeitos contrários do carbonato de lítio em mim logo


apareceram. Efeitos como agitação, perda do sono, etc. Apesar de
tudo isso eu nunca mencionei isso a nenhum psiquiatra, pois tinha
perdido totalmente a confiança nesses profissionais, pois para mim,
me colocar diagnóstico de bipolar ignorando o que eu dizia era
amostra de discriminação. Adiantaria eu falar para um psiquiatra
que eu sentia uma coisa, para ele dizer que eu sentia outra? no
decorrer dos anos eu soube de vários casos de pacientes que
tiveram problemas renais por causa do lítio (certamente seus
psiquiatras não fizeram os exames laboratoriais antes de prescrever
o lítio.)

Eu jamais reclamaria com nenhum psiquiatra sobre esse


diagnóstico, pois acho que nenhum médico poderia mudar o
diagnóstico de ninguém sozinho. Acredito que somente uma equipe
de profissionais de saúde deveria mudar um diagnóstico. portanto
eu não ia querer colocar o peso da responsabilidade de corrigir meu
diagnóstico nas mãos de apenas um psiquiatra. Eu acho que aquele
psiquiatra que mudou meu daignóstico no passado o fez por
vaidade, tentando provar que era melhor que os outros psiquiatras
que vieram antes dele. Como se ele tivesse acertado onde os
outros erraram. Qualquer reclamação que eu faço é do ponto
político, para que a prescrição de remédios seja levada mais a sério
no serviço público de saúde mental.

(criado por zhereal)


16:48:03

Fonte:
http://pirado.blog.terra.com.br/
http://pacientepsiquiatrico.blogspot.com/

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NÃO ACREDITE NOS “NOMES DE DOENÇAS” QUE OS
MÉDICOS CONVENCIONAIS TENTAM COLOCAR EM
SUA CABEÇA

Você não tem artrose, você não tem diabetes (somente pode estar
diabético quando sua glicemia estiver acima dos parâmetros ditos
normais), você não tem depressão, transtorno bipolar, e muitas
outras enfermidades, rotuladas pela medicina convencional. Estes
desequilíbrios ou distúrbios emocionais, ou mesmo mentais, podem
surgir a partir de muitas causas, e várias delas ao mesmo tempo.
Não se “combate” um distúrbio emocional, seja bipolar ou unipolar,
simplesmente ingerindo comprimidos (os terríveis medicamentos
controlados... que os psiquiatras prescrevem à torto e à direito?!?) e
mais comprimidos, por meses, anos, ou por toda a vida!!! O ser
humano precisa ser visto em sua globalidade, não somente
observando um sintoma, e ainda por cima rotulando-o, fazendo com
que o paciente se sinta que realmente tem determinada doença, o
que prejudica e complica ainda mais o seu estado de saúde. “O
inconveniente de dar ao paciente um diagnóstico causal, fundado
numa alteração física (ou emocional, mental) é condená-lo
mentalmente à cronicidade”. “Como tenho artrose minha dor é
normal, tenho de ter dor, portanto devo me tratar e tomar remédios
por toda a vida.” Como tenho colesterol elevado, corro risco de ter
um ataque cardíaco ou um AVC, portanto devo me tratar e tomar
remédios por toda a vida, assim disse o meu médico”. “Como tenho
depressão, distúrbio bipolar, devo me tratar e segundo o meu
psiquiatra, tenho de tomar os medicamentos controlados, prescritos
por ele, pelo resto de minha vida”. E o povo sofre! E o povo sofre! E
alguns poucos ganham muito dinheiro, no caso dos laboratórios
farmacêuticos, os fabricantes destas drogas terríveis, ganham
bilhões de dólares! É dinheiro que não acaba mais. Mas, como é só
o dinheiro que interessa, e eles sabem muito bem como utilizar os
recursos da propaganda, as campanhas de marketing, a população
está a ser enganada, num processo de verdadeiro crime contra a
humanidade!

São muitas as pessoas que procuram auxílio médico para os seus


problemas de saúde, junto aos profissionais da área da psiquiatria.
A vontade e a disposição em buscar socorro para os males que os
aflige, é normal e justa, mas existe muita (MUITA!!!) coisa por trás
dos bastidores que a grande população (e mesmo muitos
profissionais) não sabem. Em primeiro lugar, o principal interesse,
daqueles que seriam os responsáveis pela saúde da população,
visam somente o dinheiro. Somente o dinheiro é que interessa a
esta gente! Os laboratórios farmacêuticos fabricam as DROGAS e
os médicos, mais especificamente os “Psiquiatras” os “técnicos
qualificados”?!? prescrevem estas drogas, e a população “dança...”,
sim, “dança ao ritmo do sambinha que eles inventaram...”!!! Fuja de
psiquiatras, fuja, ... fuja em quando ainda é tempo. Muitos não
conseguem mais, porque, já foram dominados, ... suas mentes
foram alteradas, estraçalhadas, arrebentadas, ...

Para se ter saúde, ou mesmo, para se recobrar a saúde perdida,


muitas vezes bastam atitudes simples, naturais, fáceis de serem
realizadas e colocadas em prática, se forem “bem entendidas”,
“compreendidas” adequadamente.

Não é engulindo PÍLULAS & PÍLULAS, drágeas & drágeas,


comprimidos & comprimidos, que iremos resolver os nossos
problemas de saúde, seja ele físico, emocional, mental, metabólico
etc...

Alguém já disse que a maior riqueza é a INFORMAÇÃO!


Creia que, realmente, é isso mesmo, a informação [correta] é o
nosso maior tesouro, o nosso maior patrimônio!

A medicina convencional, acostumada a atacar os sintomas,


eliminando febres, matando as bactérias o e/ou os vírus, gaba-se
de ter avançado e ter conseguido dominar vários processos
mórbidos, .... não, nada disto. Esta medicina está falida! Morreu, ou
melhor, ainda não nasceu, ainda não compreendeu a verdadeira
forma na arte de curar, ou mesmo prevenir as enfermidades.

Veja bem que as coisas são simples, quando se trata de prevenir ou


mesmo curar algumas enfermidades. É possível restabelecer o
equilíbrio orgânico, eliminar várias enfermidades, adotando uma
postura “correta” frente aos problemas que estamos analisando.

Veja bem, analise com atenção e cuidado, algumas informações,


importantíssimas, para que possamos ter saúde e qualidade de
vida:

1. Sono-reparador. Devemos dar ao nosso organismo a


oportunidade dele ele se refazer dos desgastes, sofridos durante o
dia-a-dia, seja pelo trabalho, pelos estresses da vida diária, pelos
excessos cometidos etc. E para isto dispomos do sono-reparador.
Escureceu, já pra cama! É assim que funciona. O nosso corpo
necessita de aproximadamente 9 horas ou 9 horas e meia de sono-
reparador todas as noites. Enquanto dormimos (no escuro mesmo,
nada de abajures, luzes de rádio-relógio, pequenas lâmpadas...) o
nosso corpo fabrica “melatonina” (aí está a chave de todo o
processo) e a partir daí, muitas e muitas coisas começam a
acontecer. Para um estudo detalhado sobre o assunto, recomendo
vivamente a leitura do livro “Apague a Luz!”, durma melhor e:
perca peso, diminua a pressão arterial e reduza o estresse; T S
Wiley e Bent Formby, Ph.D. – Editora Campus, 2000.
Não deixe de ler e colocar em prática as recomendações sensatas
e muito bem explicadas desta consciente pesquisadora e médica
teórica, antropóloga, biofísica etc. Também vale a pena ler (ou reler)
o livro “A Semente da Vitória” do professor de Educação Física
Nuno Cobra Ribeiro, que, intuitivamente, conseguiu perceber a
grande importância do sono-reparador. É por isto que o Nuno Cobra
tem tido o maior respeito pelos médicos e cientistas bem
intencionados, e que realmente entendem sobre o assunto “sono-
reparador”.

2. Atividade Física regular. Todos nós nascemos e fomos feitos


para o “movimento”. Não pode existir o “sedentarismo” sem pagar o
devido preço por ele! Sedentarismo é MORTE, movimento é VIDA!
É LEI! São 3 bilhões e 500 milhões de anos de vida neste planeta
Terra, a demonstrar inequivocamente que é assim mesmo que
funciona. Quem não anda, não vai conseguir andar. Quem não
caminha, não vai conseguir caminhar. É simples, e é assim mesmo
que funciona. Devemos estar ativos 7 dias por semana. Devemos
contruir em nosso corpo, músculos inteligentes! Vários e vários
livros (milhares e milhares!) já foram escritos, mostrando-nos os
efeitos verdadeiramente positivos sobre a nossa saúde e qualidade
de vida. Vale tudo: caminhar, correr, pedalar, nadar, jogar, dançar,
caminhar ou correr na esteira, etc. O importante é movimentar-se e
com regularidade. Para uma maior compreensão deste assunto, é
interessante a leitura dos livros abaixo:
“A Semente da Vitória” do prof. Nuno Cobra, Editora Senac.
“Apague a Luz!”, durma melhor e: perca peso, diminua a pressão
arterial e reduza o estresse; T S Wiley e Bent Formby, Ph.D. –
Editora Campus, 2000.
“Fique mais jovem a cada ano” Chege aos 80 anos com a saúde,
o vigor e a forma física de um cinqüentão; Chris Croeley e Henry S.
Lodge, M.D. – Editora Sextante, 2007.
3. Alimentação equilibrada. Outro fator de importância capital para
a nossa saúde e qualidade de vida, é os cuidados com a nossa
alimentação diária. Devemos ingerir alimentos de qualidade
(devemos evitar ao máximo os alimentos industrializados, farinhas
refinadas, a farinha de trigo refinada, biscoitos, rosquinhas,
bolachas de todos os tipos, refrigerantes diet ou light, e mesmo os
refrigerantes com açúcar, muito raramente e em pequenas
quantidades), dando preferência aos alimentos integrais, cereais
integrais, gorduras de qualidade como o azeite de oliva extra
virgem, frutas, verduras e legumes, várias porções por dia, carnes,
ovos, mas evitar ou mesmo abolir definitivamente o leite e seus
derivados. Um livro que nos fornece um conteúdo de qualidade
sobre os alimentos e várias outras coisas importantes para se ter
saúde e qualidade de vida, é certamente, o livro do dr. Kilmer
McCully: “O Fator Homocisteína”, A revolucionária descoberta
que mostra como diminuir o risco da doença cardíaca, Dr. Kilmer
McCully e Martha McCully, 231 páginas, Editora Objetiva, Rio de
Janeiro, 2000.
Um outro autor que nos traz informações corretas e importantes
sobre “medicina preventiva”, alimentos, atividade física, vitaminas
etc, é o Dr. Wilson Rondó Junior, que já publicou vários livros
importantes, entre eles:
“Fazendo as Pazes com Seu Peso”, Obesidade e
Emagrecimento: entendendo um dos grandes problemas deste
século, Dr. Wilson Rondó Jr., Editora Gaia, São Paulo, 3ª Edição,
2003.
“Prevenção: A Medicina do Século XXI” A Guerra ao
Envelhecimento e às Doenças, Dr. Wilson Rondó Junior, editora
Gaia.

4. Alguns minutos diários de meditação. Nada de complicação,


basta a leitura de um bom livro, ou ouvir uma relaxante música, ou
assistir um filme de qualidade (exemplo: todos os filmes de Charles
Chaplin). Quer meditação melhor do que esta?
Existem, sim, algumas técnicas de meditação, muito bem
elaboradas e fundamentadas, que, se aplicadas corretamente,
proporcionam uma excelente fonte de bem-estar, de calma, de
relaxamento profundo, o que pode nos auxiliar no controle do
estresse e das emoções.

Resumindo: Sono-reparador, atividade física regular


(diária), alimentação correta e equilibrada, e meditação.
Fuja de psiquiatras! Não acredite, quando eles lhe disseram que
você tem esta ou aquela doença, devidamente rotulada por eles, e
que você tem que se tratar e tomar remédios por toda a sua vida.
Isto é uma GRANDE MENTIRA! Isto é a maneira que eles adotaram
para tomar o seu suado e sagrado dinheiro, e ainda por cima,
arrasar com a sua saúde e a sua mente.

Os laboratórios farmacêuticos fazem uma campanha a nível


mundial, para destruir e desacreditar as curas naturais, a medicina
natural, como a Homeopatia, Acupuntura, Fitoterapia, os
tratamentos ortomoleculares que utilizam os recursos terapêuticos
das vitaminas, minerais etc. Informe-se! Existem profissionais
médicos competentes e interessados na prática da verdadeira
medicina! São poucos, mas eles existem.

Mais uma vez, eu lhe afirmo com todas as letras: fuja de


psiquiatras! Fuja dos remédios controlados! Fuja dos remédios
sintéticos, feitos pelos laboratórios farmacêuticos. Somente em
alguns casos, e excepcionalmente, deve-se fazer uso de algum
medicamento, e assim mesmo, prescrito por um profissional
competente e honesto. Você não é doente, não tem doença, pode
estar, por algum tempo, apresentando este ou aquele sintoma de
alguma enfermidade, mas você é um ser único, global, e é assim
que deve ser visto, pelos profissionais competentes da saúde que,
utilizando os recursos da Medicina Natural, poderão
verdadeiramente lhe auxiliar.

Acredite que, a atividade física regular, as caminhadas, corridas,


os exercícios com pesos, podem afastar a maioria assustadora dos
sintomas das enfermidades, sejam elas físicas, emocionais ou
mentais!

Outros livros recomendados:

“Fique mais jovem a cada ano” Chege aos 80 anos com a saúde,
o vigor e a forma física de um cinqüentão; Chris Croeley e Henry S.
Lodge, M.D. – Editora Sextante, 2007.

“O Leite que ameaça as mulheres”, um documento explosivo: o


consumo de derivados do leite teria uma influência preponderante
sobre os cânceres de mama; Raphaël Nogier, Ícone Editora Ltda,
São Paulo, 1999.
“As Alergias Ocultas nas Doenças da Mama”, Raphaël Nogier,
Organização Andrei Editora Ltda,1998.

“Leite: Alimento ou Veneno?” do pesquisador e cientista Robert


Cohen, Editora Ground, São Paulo, 2005.

“Alimentação que evita o Câncer e outras doenças”,


Dr. Sidney Federmann/ Dra. Miriam Federmann – Editora
Minuano”

“Curas Naturais “Que” Eles Não Querem Que Você Saiba”,


Kevin Trudeau, Editora Alliance Publishing Group. Inc., 576
páginas, Spain, 2007 (Edição em português publicada pela LTVM,
S.A.) (pedidos pelo tel: 012-11-3527-1008 ou
www.gigashopping.com.br/ )

“Técnicas de Controle do Estresse”, Dr. Vernon Coleman, Imago


Editora, 116 páginas (O Livro Explica Como, Porque e Quando o
Estresse Causa Problemas Alem de Mostrar Formas Eficientes de
Controlar e Minimizá-lo em sua Empresa.)

“Fazendo as Pazes com Seu Peso”, Obesidade e


Emagrecimento: entendendo um dos grandes problemas deste
século, Dr. Wilson Rondó Jr., Editora Gaia, São Paulo, 3ª Edição,
2003.

“A dieta do doutor Barcellos contra o Câncer” e todas as


alergias, Sonia Hirsch - uma publicação Hirsch & Mauad, Rio de
Janeiro, 2002, www.correcotia.com

"Atividade Física e Envelhecimento Saudável", Dr. Wilson Jacob


Filho, professor da Faculdade de Medicina da USP e diretor do
Serviço de Geriatria do Hospital das Clínicas (SP), Editora Atheneu.

“O Fator Homocisteína”, A revolucionária descoberta que mostra


como diminuir o risco da doença cardíaca, Dr. Kilmer McCully e
Martha McCully, 231 páginas, Editora Objetiva, Rio de Janeiro,
2000.

“O erro de Descartes”, emoção razão e o cérebro humano /


Antônio R Damásio tradução portuguesa Dora Vicente e Georgina
Segurado — São Paulo Companhia das Letras 1996.
“Apague a Luz!”, durma melhor e: perca peso, diminua a pressão
arterial e reduza o estresse; T S Wiley e Bent Formby, Ph.D. –
Editora Campus, 2000.

EDITORA CAMPUS
Ligue grátis: 0800-265340
e-mail: info@campus.com.br
www.campus.com.br

http://www.livrariasaraiva.com.br/

Não deixe de ler este livro. Ele poderá salvar a sua vida!

Basta desligar o interruptor! Apagar a luz!


Existe algo mais simples????
No entanto, o resultado desta decisão é tremendo... da maior
importância!!!

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RELACAO ENTRE SUICIDIO E...


ANTIDEPRESSIVOS!
Antes de mais nada eu deixo para vocês o texto que
eu encontrei em uma propaganda de antidepressivo
americano. Eu coloquei o original em inglês e traduzi
para o português. O que eu gosto nesses americanos
é que, apesar de só pensarem em se dar bem com o
capitalismo, eles não mentem para os seus
fregueses, como as indústrias brasileiras fazem, e
como muitos médicos brasileiros fazem também.
Vejam que interessante.

Suicidality and Antidepressant Drugs

Antidepressants increased the risk compared to


placebo of suicidal thinking and behavior (suicidality)
in children, teens, and young adults. Depression and
certain other psychiatric disorders are themselves
associated with increases in the risk of suicide.
Patients of all ages who are started on antidepressant
therapy should be monitored appropriately and
observed closely for clinical worsening, suicidality, or
unusual changes in behavior. EFFEXOR_XR®
(venlafaxine HCl) is not approved for use in children

Suicídio e Drogas Antidepressivas

Antidepressivos aumentaram o risco de pensamentos


e comportamentos suicidas em crianças,
adolescentes, e jovens adultos, comparado ao
placebo. Depressão e outros transtornos psiquiátricos
estão em si associados com o aumento dos riscos de
suicídio. Pacientes de todas as idades que foram
iniciados em terapia com antidepressivos devem ser
monitorados de maneira apropriada e observados de
perto para evitar pioras clínicas, suicídio ou mudanças
estranhas de comportamento. EFFEXOR_XR®
(venlafaxine HCl) não é aprovado para uso em
crianças.

• criado por zhereal


• 18:12:52

Fonte:
http://pirado.blog.terra.com.br/