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S/MPÓS/047

, _ para av a i -lar interações alelopá tica

Medidas de germinação

A busca por princípios ativos ~a.ra a

I

-

de herbicidas e pesticidas

basea formudaçao os em produtos naturais está au-

mentando gradativamente. A va~tag:~

rodutos dessa natureza sao p .

má ua e exibem bi-

g em baixas concentraçoes d lelo-

do de e a açao _ muitos

,.

2) .

_

Das centenas

,

e que p

cialmente solúveis e

oa ti v . i id a d e

(Vyvyan.

200

químicos id e n t i fica d o s , o mo

' hecido para poucos, mas

e ~on

d: es ~!\erbicidas

çao a

novas pOSS.11,1 .

controle biológico de Pdutos sintéticos

lantas daninhas

m de forma diferente em ~ela-

sintéticos, a brind o

ibilidades principalmente no '

resistentes a ess~~ ~r~ffoleti & Foloni

(Njoroge 1 991 ,

n s

1

9 99 Batish e t aI . 2 0 0 2 , Vyvy

an 2 00 2) .

d

 
 

E~ geral, a busca desses pr~ ut~s

.

rinci ia com o b se r v a ções

e

n

at u r a i s

p.

.p

a falta de plantas jo-

campo qUaec~pd:c~~nas proximidades de

. indivíduos de uma determma

vens so

b

d

êcie a es~e d'

ou so

I

b

lan- a

cul-

eparados em met . o aquoso e

I hada de uma determma d

as p

A partir daí, extratos

-

a pa

u turados resíduos de determinada tas ou

e

testados tura sao na pr germmaçao . _ de diásporos, al-

uns deles já conhecidos por su: ~ensdl

e

1-

bilidade, g como e , o caso

La c t u ca sa t t v a

tados discrepantes

dos aqueruos

,

L Nem sempre ha resu ento

.

entre o tratam

.

I ue receberam os ex-

controle e aq.ue : diferentes concentra-

tratos ( veget~ls F e r r e ir a &

-

ço es di

e

A"'I qUI a.

2000) porque

., poros utilizados estiverem v que i a -

se os Ias

veis, acabam germinando, mesmo

, UFU. E-mail: ranal@ufu.br

demorem mais para cornplcun so. Como a análise em gemi I

gerrmna

germm. aça ão é menos sensfve I

qUlmlcos ,.

.

bilid a d e

,

a c o n c l u s

I

"

do que _, a plântuln. ( I II '11

I

e que s I

plica a s itua ç ã o

usados como bioteste apr 1 1I

mmaç

sob a ação dos aleloqufru

tempo, podendo responel 'I' 11111

mente à sua ação e de OUII'III,

sofrer a ação de microOl'lIl1lll1 proliferam nesta sopa orl IIII

11

gue mai.s I'solar o ef e it o d l l 111I

do efeito dos microorgan 1111 metabólitos. Em funçã di I sadores acabam escolhrtul.

tir de então, o pesquisadiu

a-o lenta , de um lado , I 1"111

11 I

.

om germm. açao- meais I ' 11"1

~a porcentagem

acaba sendo muito

como a

de de tecido a a ça o ~III I

teste, a necrose da nll~, 1111111

dente e acaba por alll'llll

geral da plântula ~u ' 1"1

final 11.

I

I I

I

plântula expô , 111111 11

,_

ceber mais atença

dll I

como instrumenl

plllll I

efeito dos aleloqu

111I I'

Dakshini 1995 , F '1'1'(1111 parte dessa aparení ' 1111"

de do processo d li '1111111

ção ao crescin;enlO dll I1I

rações alelopáticnx I 11 análise parcial d 11II11

ção e da menor

\ 1''''' I

I 111se tratando da busca por IIII\IIN para a formulação de

do um grande desafio aos pesquisado-

I fll' 'ci o lembrar que deter-

11ti eI' lavouras são tratadas hlll p r 6-emergentes e, neste 1111111pr1ecisa ter efeito mais /,111Ifll ' o agricultor não co - .,lIellI a população de plan-

res, mesmo porque a variabilidade intrín- seca dos diásporos acaba mascarando

do fator

em teste. Pensando nisso, uma boa op- ção é avaliar o processo de germinação em seus vários aspectos que inclui, além da quantidade de diásporos capazes de germinar, a velocidade com que o faz, a homogeneidade em relação ao tempo e a sincronia. Essas medidas podem ser inferidas a partir de curvas de germina-

ção ou de gráficos em barras, bastante

explorados nessa área de alelopatia (Fer-

ainda mais o resultado da ação

1II1IIida no solo na forma 0111p1 ro . A eficiência des- 1111"II,~ riundos do metabo- IIdlltltl de plantas na germi- 11111'i nar então na pré- IlIlItlllllindo ou eliminando

t i l di poros pronta para

1"' 111 'ndições

111 /IINf/(ica o estudo de sua 111ft ,

"!tIL IIluitovastoeoobjeti_ 111111I é discorrer sobre li 111 ')bl'e as relações de I1 dI' /11" ou pós-emergen_ I I Illllpete aos especialis- I diScorrer sobre medi- I 111qu1 e podem ser úteis I IIIIN(tldas sementes e 1I lI,:ii dos aleloquími_

de cultura

reira

& Aqüila 2 000 , Mazzafera 200 3 ,

Gatti

e t a l . 2 004 , Periotto e t a l. 2004 ,

Aires

e t a l. 2 005 , Maraschin-Silva

&

Aqüila 2006 ) , mas podem ser quantifi- cadas e avaliadas estatisticamente, utili- zando-se expressões matemáticas apro- priadas (Santana & Ranal 2004 , Ranal & Santana 2 00 6) , como o fizeram Oli- veira e t a l . ( 200 4) , Peres et a i. (2 004 ) , Aires e t a l. ( 2 0 05) e Maraschin-Silva & Aqüila (2 00 6) para avaliar o tempo mé- dio de germinação; Gatti e t a l. (2 00 4) e

Periotto et a l . ( 20 04 ) para avaliar a velo-

cidade média de germinação e Maras- chin-Silva & Aqüila (2 00 6) para avaliar

a entropia informacional ou incerteza da germinação. Além da análise da variân-

ci a usual, Maraschin-Silva

( 200 6) utilizaram testes de aleatoriza-

& Aqüila

t

I

I I 1/ 1 1 \ 'se uma substância

t II1 ' npa z de desorgani- 1 1 11111111ro1cesso de g e r-

I 1I111'I'UasI' divisões ce-

11111111 celular, a ativi-

1I IIlobilização das re- 1.1 Ildu decorrente, ela

 

I

l'I'0I1lrole de alguma

,

I I IIOS Sistemas agrí-

 

I

Ildll de germinação, ""'III'lrel a ser obtida é 1111l',/U, a quantidade 1111111n1as condições 11""I/nos que a ger-

I

11111'1I1'ese a se rn e n.

 

I1

11/' 1'1mu, ito tardia-

I

111111''111Ou sob con-

I 11, 1111d'iferença sig- 1111111IS acaba sen-

ção e auto-reamostragem

(baatstrap)

para estudar a variabilidade. Uma outra

forma interessante de análise é a aplica-

ção do método de Kaplan-Meier, usado para modelar as curvas de germinação como função do tempo (Escudero et al . 2000) que, na verdade, representam a capacidade de sobrevivência dos diás-

poros à ação de aleloquímicos.

Extratos aquosos de folhas fotossin-

teticamente ativas de Cap a z /e r a lan g s d ar -

f f i i Desf. (copaíba),

0 : 10 massa/volume), e a fração de al-

calóides preparada com extrato de cas-

secas a 4 0-4 5 0 C

643

cas d o tro n co ,

co

I) e m so l o, a lt e r a r a m si g nific a ti va ment e

a ger m inab il i d ade , o te m po , o coef ici en-

te d e var i açã o do t e mp o , a v e l o cid a d e,

a pli ca d a

e m di fere nt es

nc e ntr açõ e s

(62,5; 1 25 e 2 5 0m g m l , :

a

e

d e copafbu I

ra m a pli ca d os a seme nt es d e Brassitu li,

m decorrênc i a

d o a l c aló i de a p l i ' 1 1 I 1 1

Os mes m os ex t ra t os

nensis L . var. parachinensis

S

in ska j a se m ea d a s

( 1 11 I

em so l o e 'uh l i I'

i

ncert ez a

e a s inc ro nia

de

ge rm i na çã o

co

me r c i a l (d a do s n ão pu bli cad o s) ,

( '1 111

de aq u ê ni o s de Bidens pilosa L . (Sa n ta n a

as

part í c ul as do s u b s trato

com 1 ' ( ' 1 1 1 1

et ai. 2 00 6) . Os m o d e l os d e regre ss ão

m

a i ore s d o q u e a s do s o l o , dimi nu 1 11 1

m o st ra ram diminui çã o line a r si g nifi ca -

tiva d a germ in a bilid a d e ,

d

a v e l oc id a d e

e

s

a p e n as o extrato aq u o s o b ru t , 0 1 . 1 1 0 1

u perf í c i e

de c on ta to

co m a S ' 111I1"

si

nc ro n i a e a u me nt o

l i n ear n o te mp o e

p

ar t ir

de fol h a s, re du z iu

s i g n l l h un

h

e te rog en e idad e d o p r oc ess o de g ermi-

m

e nte a germ in a bilid a d e ,

d e I (H I '

nação , c o m o a um e n t o

da s co n c e nt r a -

tr

ata m e nt o

co nt ro l e

p a ra 91,/ 1

ções d a fração a l c aló id e s

tota i s a p l ica -

outro l a do , se m e n te s

man t i dn

I 1 11

das . A pe sa r d e s e r re l a ti v a m e n te p o u co

so

b a ação d o me s m o extr at , I

• I

i r e s et

a i . 2001 , Sa nt os e t a i . 20 0 2 , Santa n a et

ai. 2006 ), a regressão

u sa d a ne ssa á rea d e a l e l o pa t i a

(P

é u ma b oa fe r ra -

ger

esta espécie,

tamento di screpa n te

min a bilid a d e

red u z id a a 2 ,11

b r u l ( 1 1 1

I

" 1 11110

o ex t rato

par a a

m

e n ta par a a n á li se d e fato r es qu a ntit a -

lid

a de . Se ape n as as diferente

I"

t

ivos e, p o rt a n to , ap r o pr ia d a para a n álise

tra

ç ões

do a l ca l ói d e

t i ve ss ' 1 11 1 1

d a g er min ação

ç

so b efe i to d e co n ce ntr a -

ou d e ex tr a tos ve-

õ es d e al e loqu í rni cos

tadas , não teria sido d e t e c t Id /l 1 11

ça e nt re o s tra t am e ntos

s

I

1 1 \I

I

ge

tai s ap l ica d os ao s ub strato ,

po r q u e tem

ca

l óide (98 , 7 a 100 % d e g ' 1111 111I

caráter d e p r e di ção ,

d e ntr o

do s limi tes

o

co n tro l e

(9 6 ,3 % )

pa ra l ' 1 1

t

p i cão , o m o d e l o d e regressão lin ear m os-

tro u um decréscimo estimado d e 0 ,06 %

es tados .

N est e e s tudo

de aq u êni os

de

ríst ic a . P o r o utr o lad o , m e 6 1 11 11I I tI

tame n to di screpa n te ,

ficativas f o ra m detec tad a

d i " 1 ' 1 11 1

1 '111

na ge rmin a bilid ade e in cr em en to e st i-

m

ais c ar act eríst i cas

d o pr o ,

m

a d o d e 0 , 17 dias no te m po m é di o d e

m

i n ação , t e nd o sido r eg i s t uu l ,

ger m inação

d o alc a l óid e . Como a varia b i l i dad e

os aqu ê ni os u ti l iza d os no ex p eri m e nt o

foi re l a ti vamente

t

a ca d a adição d e lmg m L - I

baixa , d ifere n ças

en tr e

en -

co m a m pl i t ud e p a ra a

re o s tr a t a m e nt os

na

d

d as so b a açã o dos a l cu l I ti

mL - I . Da mesma for m a q l l l 1 I

à in und a ç ão,

a o es t r SN\' 1 III h l

e n trop i a e dimi n ui ç ã o

e g e rm in açã o

1 111

par a S ' 1 1111 1 1

ge rminabil i dad e d e 14 %, f ora m s i g ni f i -

tricion a l a co nt ecem

p rln u l i ti

cati vas. Não fosse isso, os três gr u pos para

meta b ol i smo ,

ções ci to l ógic a s

progr c di r ul u I

essa ca r ac t e r ís ti ca,

dois ex t re m os

e um

e m or f 1 1 1111.

inte r med iár io , não t e ri a m sid o fo r mad os .

d an ça s no d iáspor o

l U I 1i1 11 11I 1

Nessas con di ções exper i me nt a i s , três

m o comp o rtamen to ,

d ( 1 1 I I

gr

up os t a mb é m f ora m fo rm a d os

p a ra o

did

as q u e retrat a m

a ti 1 11 1 111

c

oe f i c ient e d e vari aç ão do t e mp o, um a

d

a d e m e t a b ó l ica .

S ' / - l lll1 11 1 I

m ed id a de h omoge n ei d a d e da ger m i n a -

Aq

üil a (2 0 0 0 ) , e f e i t o

I l i 111,

ção . Para as de m a i s me did as d e g e rm i-

m inação , cau s ad o s

p 1 1 1I

na ç ão (tempo e v e l o c i d a de m é di a, in ce r -

quími cos,

incl u e m 1 1 1'1111 I'

teza

e s in cro n ia),

c in co c ategorias

fo -

a

b i lid ade d e m e m b l ' I I I I I 1 11I

ram forma d as , mostrando q u e a at i v i da -

e

tra du ção

do DNA , 1 111I "

d

e me ta bó lic a dos a qu ên io s

f oi a l te r a d a

d

e m ensageiro s

S' ' 1 11 1 1 1 1 111

644 SIMPÓSIO 47.INFLUtNClA

DE SUBSTÂNCIAS QUIMICAS NATURAIS 10/111

11

,II Uc o n for m ação de enzi m as e re-

1111

1 'so u a ind a na co mbin açã o

I,flII ' e~ .

des -

II

I 1/ma q u estão a s er aborda d a

é o

I d" tr a t a men to

11 E m d e lin ea m e nt os 1i . ' I " i lo d e t ra t a m e n to

" l i. l U s ub estim ar

n as a n álise s de

cor - expe rim e n - pod e s u pe -

o v a l o r das cor -

as -

, I m a nd o

po ss í v e l at ribui r

te

bilid ade e i ncerteza, g er min a bilid a d e e

m po m éd i o de ger mi nação,

g er min a -

sincronia , c u ja e x ist ê n cia est a ria con f ir-

m a d a s e ap e n a s as co r re l açõ e s u sando os d a dos origi n ais ti vessem sido pro c es -

sa d as .

Referências bibliográficas

111 1var i áve i s n ão corr e l ac i onada s

'li 1I 0S lin ea rm e n t e , o u n ão a t r ibui :

I,

1

I I a variáve i s c o rre laci o n a d as

1 1 1 1 Ra n a I 2 00 6).

Em gera l , cor -

IIl u i a l tas são r e g i s trada s

qu a n -

11

1

I

1 1lS1 1or igin a i s são u sa d o s para o

' 111r l aç ã o às cor r e l açõ es

l 's rd u os d as me did a s.

f eita s

I ss o fo i

. 1 11pu r a a mb os os e x pe ri me nt os

'"

l l I d os , e n vo l ve nd o a ap li cação

l II l I1 i e os ori u n d os de Copaifera

I

'1IIi, E mbor a c om m oderada cor-

Da vi s ( 1971) , t o d as s i gn i-

I 11,1'/1

1 1 l i ' s oc i ações entr e germ i na -

f I ' l l1po m é d io, germ in ab ilid a -

I11 d l l l e m éd ia, ger min a bilid a d e

A

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E n g l ew oo d

1 1 ,f ( c rm i n a bil idade e si n cron i a 111qu e a qu ê ni o s d e Bidens pilo-

s ã o mais

11 1 1 1s i n cron iza d os e m se u pro -

, li " / { e rmin a bil ida d e

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"

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111I l e v e asso ci a da I I ql l ' os a qu ê nio s

a m aio r v i - res i s ti r am

F

Ii

i lld u q u ír n ico ap li ca d o, r n es-

I1

rlndc m e tab ó li ca a l tera d a 111' j . nt e p a r a m ascara r es~

111 . O m es m o r es ul tado

é

I 1 1 1 1 ' m e n tes d e Brassica c h i -

/I'flr/c'liinensis q uan do as c or-

I" I I I S u sa nd o os da d os o ri-

I 1i 11 f t se co n f i r m a qu a nd o I 1l I ' l ' e l aç õ e s fe it as com o s 1I1 , ' ( li d as d e germi n ação. qll l ' p a ra esta es p éc i e nã o

e

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d es and agrochemicals.Tetralll'li'illI

1646,2002.

SIMPÓSIO 47./NFLUtNC/A

DE SUBSTANC/AS QUIMICAS NATURAIS SOBR! 11 1/11

ressão gênica e as respostas dos ta is a estresses abióticos

Már cia Margis-Pinheiro', Lar i ssa Menezes-Benavente 2 , Felipe K a ram Teixeira", Rogério Margis3 . 4

IItIV'I' 'idades abióticas impostas 111111 campo, tais como a intensi-

I 1111,. estresse salino, o estresse

IlIlre várias outras,

causam

o

111tI IH espécies ativas de oxigênio

1I1'III'I"etando uma situação de li idativo, impedindo a total ex-

111, ' U potencial genético, e afe-

IIH'llimente o crescimento,

1IIIIItlo e a produtividade. No Bra-

II/I'UI11 produto agrícola de fun- I IIlp rtância, cujo decréscimo 111110 acarreta prejuízos consi-

de-

absorção

trações do íon Na+ acarretam

ção de várias proteínas cativos às membranas

modo, o estresse

estresse o s m ó t i co quanto i ô n ic o às plan-

tas (Zhu, 20 0 1) .

No nível celular, a exposição das plan-

tas ao estresse

abiótico resulta na que-

bra da h om e osta s e da célula, aumentan-

do a produção e o acúmulo das EAO.

Em conseqüência, a atividade das enzi- mas envolvidas em reações de oxirredu-

pelas raízes, as altas concen-

a inativa-

e danos signifi- celulares. Deste

salino impõe tanto o

1\ I'I'ünomia e

à sociedade

bra-

ção é alterada, provocando

distúrbios no

urincipais limitações na pro-

estado redox e estabelecimento

de uma

celular. A

salino e o

I 111'1z' são salinidade e seca,

situação de estresse oxidativo

IIIr l'UI11pestes e patógenos.

relação direta entre o estresse

1111dade, que é geralmente

estresse oxidativo foi demonstrada

em

11\111excesso de NaCI, é uma

plantas de arroz, que apresentaram

da-

11'111limitações da produção de

Ir" 11I mundo, sendo agravada

1111I111' nos campos irrigados das IllIpl '<tis (Dhaliwal e Arora, ,,111 scn, 1 995) . Fisiologica- l i ' s de sal no meio ocasio- 11111111no0 potencial osmótico 11111ultundo a absorção de água 1111, que, em casos extremos,

1 I1 pnda de água para o solo.

u u p o n c nte osmótico, a capa-

11111I o do íon Na+ pelas mem- IIIIIIII'H resulta na quebra do 111II1 nas células das raízes. 1111]'Ii1ção com o íon K+ na

nos às membranas

da peroxidação de lipídeos e diminuição

da taxa de crescimento quando subme-

tidas à salinidade (Dionisio-Sese Tobita, 1 998) .

celulares, aumento

and

Diversos

estudos sugerem que a to-

corre- lacionada a uma maior capacidade de defesa antioxidante em cultivares

lerância ao sal está diretamente

espe- cíficas de ervilha (G ó mez et al., 1 999),

algodão

(Bellaire et al ., 2000) , Citrus

(Gueta-Dahan

(Shalata et a l . , 20 01) , e Setar i a it a l ica (Sreenivasulu et al . , 2 0 00) . Em comum,

estes estudos demonstraram

et a l . , 1 99 7 ), tomate

que culti-

I I" lI~tlca - UFRGS. E-mail: marcia.margis@ufrgs.br

I I "'llIlilca-UFRJ

I 11I"'1l1lmica - UFRGS ",1",,111 UFRGS'

v a re s o u linh ag e n s

ce lul a r es t o ler a nt es

p

l a n ta s d e arro z d e d o i s di fe ren t '

a o s al fora m capa zes d e i nd u z ir um a r e s -

g

i o s d e d ese n vo l v im e n t o ,

1 1 di a s I

po

s ta a nti o x idant e

m a i s e fi c i e n te qu a n-

6 se m a n as

d e id a d e , a pó s e x p N

d

o co m para d as a c ul t i va re s o u li n h ag e n s

0

, 25 M d e N a C I du ra nt e d i f e r c n u

en s í ve i s. Es t es r es ul t a do s

s

po ss í ve l a p li cação,

s u ge r e m u ma e m curto prazo , d e s -

e r v a l os d e t e mpo . E nqu ant o II di as d e i d a d e , m a ntid as

t

plaut

in vitu.

t e s g e n es n a m a ni pu l aç ão da s p l anta s

c o m o in t ui t o d e t o rn ar a s m es m a s mai s

to

t i v o i m p os t as p e l o m e io a mbi e n t e.

d o

m eta b o li s m o a n t i ox i dan te n a e limin a ç ão

d as E A O , to r n a - se ev ide n t e a n e c ess i -

l era n t es

Ten d o

a s i t u aç õ es

e m v i s ta

d e es t r ess e o x i d a -

a i mp o rt â n c i a

d

t

n

t

A

p

f o lh as , a p a r t ir da bord a em ti I

e m o n s tra r am

resse , p l a nt as

s i n t o m a s

c ul t i v ad as

visí v e i s d

e m

" I

11 '1

u t r i ti va e m casa d e vege t aç ã o

a r a m f o r tes efe ito s da exposiçãu ,

p ós 2 h oras d e ex po s i ç ã o

a o N' 11

l a n t as a p r ese ntara m

enrolanwut

dade d e carac t e ri zar

esse s i s te m a a t ra -

n

e r v u ra ce nt r a l d o limb o fol iar . I i l i ,

v

é s da id e n t i fic açã o

do s ge n es qu e codi -

fo

i d i re t a m e n t e co r relaci o n a d o

1 1 '

f i c a m as e n z i m as d e to x i f i c an t es,

como os se u s p a dr ões respo s t a a di f e r e nt es

amb i ent a !. A l é m d i ss o , é f un d am en t a l

ca

r

ex p ress o s

situa ç õ e s d e e s t resse . Es tudo s d a ex pr es -

s ã o d e sses g e n es co ntri bui rão par a o

s s i m e m

a

de ex pre s são

f o r m as d e es tr ess e

a

d e ge n e s dife -

n as p l an t as

n as

r acteri z a ção

encial me n t e

f u ncio n a l

po

e

r

m

d

I

ER O s , a s s u p er ó x ido dismutu I I

co n s t i t u e m

d e ex po s i ç ão . Porta n to,

x p er im e n to s

a

' I " 1 1

e m c a s a d e v ! l l ' l l I

1 1 0

com p l a u t n

de d et o x i l '

I

,

e d u z i d a e m com p ara ç ã o

e n to s rea li za d os

as i n v i t r o ,

N

a c as cat a

a pr im e i ra defesa 1 1/11 1

ent e ndim e n t o da f u n çã o do s m e s mo s n as

t e, ca t a l i sa nd o

a di s m ut a ç

1 1 1ti

r

e s po s t a s

da p l a nt a ao es t ress e arn bi e n -

 

ca

i s s up e r óx ido .

E m ar r oz ,

t

a! . Ess e s c o n h ec im e n tos

p o d e rão p e r-

cDNAs co rr es pond e n te s

a < 11 1 1 1

mit ir , n o f u tur o, o d ese n vo l v im e n t o

de

S

OD s c it ossó l ic as, um a

lI /' I 11

e

st r at é g i as

visa n do e st im u la r a s r es po s -

p

l as t í d eos , um a M n - SO I

11 111

t

as d e d e f esa d as p l a n tas a o es t ress e a bi -

e

u m a Fe - SOD

d e p l a stíd 'li I ,

ó

t i c o , a tr a vés d a m an i p ul ação

d a ex p re s -

cr

i t os e es tudado s

s

ã o de sses ge n es em p l a nt as g e n e ti c a -

(Sa k a m o t oeta l. ,

com 1 1 1111/' 1 9 9 5 ; I 11 11 1 11

m e nt e mo dif i ca d as. Ass im , u m d os o b je -

1999) . Nós est u da m o s

1

1I ' I

t

i v o s d o n o sso g rupo co n s i s t e n o est ud o

tr

a n s crit os

So d Cc 1 e S o dt ' ,

I

s

i s t e m át i co d a r eg u l açã o d a ex p r es s ão

i c a m i so form as

f

c i t o s s

I 1' l i

I

d

os ge n es r e l a c ion a d os a o m et a b ol i s m o

t

es d e C u / Z n .

E m plântuln

 

"

a nti ox id a n t e em a rroz . O pa d rão d e ex p r es são d e di v e r s o s

vitro e tr a t a d as c o m sa l , 1 111 1 1 "

cr

i t os ac u m ul ar a m

e m 11 1 I

g

e n es r e l ac i ona d os

a e s t r esse ox id at i vo

v

a do s q u a n d o c ompar a d o

1 1 1

foi a n a li s ad o u t il izan d o - s e northern-bl o t

n

ão t r at a d os

com s a l . \ 1 1 11 111

d e arroz s ubm e ti do

a es tr ess e salino. O

ac úmul o

d e t ran s cr it o

" "

RNA tot a l d e di f e r e ntes

foi separad o e m ge l a g a r ose desnaturan-

p

a rtes d a planta

te e cD NAs c o r r e spo nd e nt es

gene s qu e c o di f i cam

dant es

(Me ne ze s - Be na ve nt e

acúmul o d o s t r a n s c r i to s

a di v erso s

e n z im as a n tio x i-

co mo sonda e t a l. , 2004 ) .

f o r a m u ti li z a d o s

O

f oi av aliado em

após 7 h oras d e e x p Ii I ~I I I '

v a d o s de mRNA fo r a m d i I , I

mo após 7 2 h o r a s d l ' 1 1 1 1"1

pl a nt as d e 6 s e m a n a s d i It l l I

dução s i g n ific a ti v a íol , , 1 1I I

t

mul o d e t ra n sc r it o s

e p ara Sod Cc2.

Um 1 1 1/ 111,

1

' 0 • •I,

648

~

.;;;SI.:.;;;MPÓSI04RES8. POSTA DE PLANTAS A I 11111

d

i ' ' x p o s i ção ,

e mb o ra es te efei-

li I ItI , a par e nt e m e n t e

a ci o n a d o

t

llll ' n t o , a p ó s 8 h o r as .

I () g e r a d o ,

po r exe mp l o ,

p e l a

1 1(/do O 2 ' ' é p os t e r i o rm e n t e

I

f ld

p e l a a ç ão

d e ca t a l ases

 

I

1

11p l a nt as, o s ge n es CATs s ã o

.

1

1 1 po r um a p e q u e n a

f a m í li a

, 1 11 1( I wa m oto et a l ., 1 998) , e u-

hlll

, ( ' f lI B e CatC . E m p l â n t ul as in

I N a t E f o i s i g ni ficat i v a m e n t e

S e m a r roz f o r a m d e n o

III

mi

. n a -

I p o r N aCl . U m a um e nt o

n

,. d i ' t r a n sc rit os

fo i o b se r v ad o

o

II I 1 1 Nd e ex p o s i ção e o s n ív e i s de

I. p c rm a n ecera m

e l e v a d o s e m

s ã ~ d e C at A e Ca t C, a reg i ão 5 ' de s t e s

O I S g e n e s foi a n a li sa d a in si li c o u s a nd o

d

o b a n co d e dado s P L A CE (H '

1

1 9 9 9 ) par a a p rese n ça

I gO et a l d e p rováve i s ci;~

e e m e n to ~ a . sso~ i a d os à r e g ul ação po r lu z

q u e po ss a m e s -

e p e l o r ~ l ~ g l O c l rc a di ano

~

d e s t es

1 0 l s ge n es. No p r o mot o r C at A, di v erso s

a~ pa r t I C i p a nd o d a m o dul ação

e e m e nto s ass oc i ad os com r eg ul açã o por

e n c o n tr a do s ,

~

qu e n c J a s c o n se n so

um e l e m e n to d e r es p o s t a

lu z

fora m

in c luind o

s

~ T A ( I- b oxes

a b l d

e ar r o z

(T e ak l e e t a l. , 2 002 )

GT- 1 (Z h o u

(

e -

19 9 9 )

,

a lu z d o g

c

um T -b ox (Chan et a l. , 2 00 1 ) .

L . u a n e Bo g or a d ,

19 9 2 e ) n e e

1t i os. cont ro l e s du ra nt e t o d o

, I ' ~ ' p 0 l ' l . ment a !. Ne nhum a di fe-

1

,

I I l 1l c a tlva foi o b ser v a d

_

a pa r a

hulucão apar e n te

d e Cat A n ão

,

I d / l em tod as a s r e p e ti ç õe s

I

1 1 1 0 ' 0 1 con s id e r a d a

r

.

e , s i g nif ic a -

"

l l I l I t 8 c o m 6 s em a n a s d e ida-

I I I III b é m f o i indu z i d o dur a nt e

p I . CO no

llI d ex perim e n t a l

di

U m

' tr a n scr it o s

. f o i d e t ect a d o

'

"

do t r at a m e nto ,

seg u id o d e

1t' l Il1 o nt e infe r i or es

a p ós 1 2

1 1 ' 1 1di1 s so, t ant o CatA c o m ~

I n t a r a m var i açõ es d iu rn as n o

1 1I ' p r es são , por é m c o m co m-

111 o p o s to s .

Um a ex pr ess ão

1111 u C a t A fo i d e tect a d a

n o

d o g e n e C a tC , for a m

e~cont r , a d o s div e r s os e i s - e l e m e nto s as s o-

a lu z, c o rn o G A T A / l-

, e c e nt ra l d o ti po GT -1 (Zh

ou , e um T - b o x (C h a n e t a l. , 2001)

1

con s en so

bo

.

N

o pr o m ~ t or

ci

a dos a r e spo s t a

x e s (T ea kl e e t a l

999)

2 002)

,

qu se e ncJa s

A

fo t~V e lm en t e ,

u m a se qü ê n c i a

d e 3 3 p b

o

c ~l~ z~ d a a 646 p b a nt er i o r e s

ao có d o n

? e uu c r o d e t r a d u ç ão co n t é m um a cóp i a

e um a s eg und a

o p i a co m u m r es íd u o a di c iona l d e c i tosi -

a

/

mt acta d o e l e m e nt o CBS

/

.

c

n

n . a s ua ex t re m id a d e

.

3 ' U

m a t erce i ra .

co pra d e s t e m es mo e l e m e nt o t am b é m f o i

e

nco nt ra d a

407 p b ac im a d o AT G

t

d

' co n-

e

n o a p e n as um a b ase tr o ca d a

( T -- 7G)

co m r e l a ç ão a' s

e l e m en t o

u

a se q u e n c I a co n se n s o

A

O

CBS é o s ít i o d e li gação ' d e

I 'li d o lumino s o .

do s d e CatC fora m ac umul a ~

Por s u a ve z

111 ti f o t o p e rí o d o, d iminu i nd o

.

l

t ll ' H l1 te o

di a e se nd o fraca -

um fa t or d e tr a n sc r i ç ão

M y b r ~ s p o n sá v e l pe l o co n tro l e d o re l ó gio

cI rc adJ a no

a~ua no osc il a d or ce n tra l d o r e l óg io bioló-

CC

A -l ,

d o tip o

(Wa n g e t a l ., 1997 ) . CCA -1

I

/ l d ~ ~ur a nt e

f

p

d e

u u ç a o a s al n ão a lt e r o u o

o p e río d o

o ' il aç ão diu r n a

d e a mb os

ní ve i s re du z i -

li v rit os Cat A fo r am o b serva -

No e ntanto,

I

I

Il pur a ç ão aos c o nt ro l e s

I kl ll1 d o um a inibi ção n o se u

n ão

"

I

I ' ' s pos ta

a s al.

l Itllit o de in ves ti ga r o e f e it o

I

I l lIrn a no pad r ã o d e e xp r es -

g i co e m ar a bid o p s i s ( A 1 a b a d í e t a l ., 2001)

e co . n~e: e espe cifi ci d a d e d e f ase m a tuti-

n a (illICIO do p er í o d o d e lu z ) ao gene de

catalase

2002), a mesm a fase o b ser v a da para ~;t~

d

C at 2 (Mi c h a e l

e McCI

e arroz. Um m o t ivo co n ser v a do

no s ge-

ne~ L h~ d e ~ o m a t e e impli ca d o e m regu-

a~a o CIrcadI a n a (P i e c hull a e t a l . , 1998)

em um a p osição m a i s di s -

~ a /, . a 120 2 pb 5 ' e m re l ação ao có don de illI C IO d e tr a du çã o.

l

fot e nc o ntr a d o

RESPOSTAS DOS VEGETAIS A ESTRESSES ABIÓTlCOS -'-'

~

~_~_

o ciclo do ascorbato-glutationa

é uma importante

xidante em plantas. Duas enzimas prin- cipais, ascorbato peroxidase (Apx) e glu- tationa redutase (GR), utilizando ascor-

bato e glutationa como substratos

tores, participam

de

HP2

dos genes de A p x, sondas

para cada um dos oito gene foram obti-

das e utilizadas em experimentos de

Southern-blot, confirmando a presença dos genes de A p x no genoma de arroz (Teixeira et ai, 2004). Além disso, a aná-

lise do acúmulo de transcritos

que todos os genes de A p x de arroz são funcionais e exibem padrões de expres- são específicos. A análise da expressão

em plantas maduras

de mostrou que os genes O sA p x l e O sA -

em

flor quando comparado

O sA p x3

apresentou

ferencial em caule, quando comparado com flores e folhas. O sA p x 2 , O sA p x5, OsA px6 , OsApx7 e O s Ap x 8 foram igual-

mente expressos

tratamento

O,25mM de NaCl resultou no aumento

correspon- dentes a OsA p x 2 e O sA px 7. Por outro lado, a expressão do gene O sA p x 8 foi modulada negativamente por sal. Os ge-

nes das O sA p X l , OsA p X3, O sA p X4 , O sA -

O

rota de defesa antio-

redu-

de uma série de rea-

ções que resultam na detoxificação

(Noctor e Foyer, 19 98) . No caso

específicas

mostrou

de 4 meses de ida-

p x 4 tiveram baixo nível de transcritos

com caules e fo-

lhas. A isoforma peroxisomal

um acúmulo de mRNA pre-

nesses três órgãos.

das plantas

de arroz com

do acúmulo de transcritos

p X 5 e O sA p X 6 não foram moduladas pelo estresse salino.

de G R

também foi relatada em plântulas da cultivar j apô n ica Nipponbare submetidas à salinidade (Kaminaka et a I . , 1 9 9 8). Em

contraste às plantas de 1 1 dias de idade,

nas plantas

diferente para os dois transcritos

servada. Uma leve indução no acúmulo

de transcritos foi detectada

Uma indução na expressão

mais velhas uma resposta

foi ob-

apenas para

GR . Este efeito foi transitório

observado

sendo os

aos dos controles.

Nenhuma

significativa foi detectada para 11/'\

e ,\

" I

post 'I 111

em intervalos

níveis de mRNA equiv IIi'"

ali

I

I

Além das enzimas rnencionadn

ma, que estão diretamente

detoxificação

avaliada neste estudo foi a PH

glutathiom I

xidase). Uma EST de arroz foi ItI , cado por buscas com o prograrnn 111 utilizando um cDNA de aruh ti como sonda. O clone obtido J"olllllh

como sonda para analisar mRNA de PHGPx em plântuln

A exposição ao NaCl não cal! 1,11 I

ções significativas

tos de PHGPx. O estresse oxidativo é eUlllliI'

ferentes

clusive ao estresse salino. E ~ I " 1111

é amplamente documentudu li'

tura, particularmente sob /11'111

ta bioquímico. No entanto, Itll'"1I

tos importantes pertnancc '111I " vestigados. Dentre eles, a Uhllltl.

temática e cuidadosa

níveis de transcritos qu ' I"dll principais enzimas do 111'1,,111,11,

oxidante é fundamentul,

uma visão geral das r H I11' 111 dantes na espécie e varirrhul do. Conforme demonslr 111"11

do,

severos na expressão do 11111 zimas antioxidantes d ' /11111 do alterações significai IVII 11 transcritos analisad s, /':111li. mulo dos transcritos

em dois diferentes est I I' I

vimento sugere qu

em uma função pr "li li' 111

a situações de estrcssc 111,1,

sultados obtidos 01"-1"

pectivas de aprolund 1111'111 dos realizados. Ain III

da 11' \11

pholipidhydroperoxide

env Iv ti,

de EROs, outr a 111

p ~ fi \

O

I '

li'

"

no perfil di' li'

tipos de estresse ult 1111

I,,,,

o estresse salino '11\11111t

SII/ / (

'11

,

I 111.11

1 11I111 1das respostas observadas em I I I 1raduzido em níveis protéicos 111,I das atividades enzimática. 1111ti ) contexto agrícola nacional

''''11' Ifl~.em relevante seria a pros~

I di' cJtferentes cultivares de arroz

"111, ' III diferentes graus de tole- 11I'ondições ambientais adversas

"di I uvaliar a capacidade antioxi~

./11I mesmas " li I 18 duas IlIforlllação I I' 1ratégias

\11 mética destas cultivares, vi- I Jlll1dução de linhagens mais to- 11 ' o ndi çôes adversas, buscan- 111 los diretos para a produtivida- 1 I 11P1 r ta n te cultura.

pode, por sua vez alternativas de Illa~

e o grau de correla-

características.

Este

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SIMPÓSI048

Produção de metabólitos secune a n e in v itr o ut i lizando eliciadores

O s met a b ó lit os sec und ár i os s ão c om-

t

e e s u ste n t á v e l

p t i '

I

1

p

os t os impor ta nt es p a r a a so br ev i vê ncia

u

so d e sis t e m a s d

, , 111 II I "

e

repr o du ç ã o d os vege tai s , p o d e ndo es -

etal.,2005).Ocullivlllh

I

j

tar r e laci o n a d os

ferim e nt os qu a nt o c o m o a taqu e d e her-

bí v oro s e d e mi c r oo r ga ni s mo s. Algun s

t a n to co m r es po s ta s

a

t

ç ã o c i e ntífi ca n o s Ú lt l l l ll l 11

I

e m s id o um a ár ' U di

as e m cultu ra apr e

' i li'

' 111 1 1111I

I

de

s te s comp os t os são co n s tituti v am e nt e

tab o li s m o

m a i s altn d l l '111 I

expre ss o s, e nqu a nt o

o utro s, como a s fi -

r

e n cia d os,

po i s a r I I ' 111III1

I toalexinas, são s int e ti za d os em r e sposta

II ao at a que de h erb ív oros

ou p a tóg e nos

(Sánchez-Samp e dr o

et al. , 2005).

Na

I1

I indústri a, o s p r odut os do metabolismo

m e nt o ce lul ar n a ' \ 1/ 1 1 1 1 1I1

proli fe r ação d e m < l SNJ II ""

d

bur g & K n orr ,

111I11

e n saç ã o do c i c l o blo

1 9q 11 I 1111

s ecundário

de pl an t as s ã o font es d e adi-

I tivo s a lim e nt a r es , m e di ca m e nto s, cor a n- tes e inseticid as. A tu a lm e nt e , a pr os p e c-

pi os d e s u ce sso nu ! l I 111 1 11I

I

c

as de inter e s se

ulti va d as

1 I1 (' d I 1 110 1

e s t ã o t i h 1 11 1111 1

ç ão p o r mol éc ul as qu e a pr ese nt e m

dad e bioló g i ca e p ossa m ser utili za d as como fonte s d e n ova s d rogas te m c r es -

uit as vezes ,

es t a p ros p e c ção

t i v i s m o d e pl ant as ou p a rtes d es t as o u à

s ínt es e quími ca d e mo l éc ul as de i n t e -

a

ti v i-

cido s i g nifi cativame nt e .

M

es tá v in c ulad a ao extr a-

permum

erythr rilt! 111/ I I

1 ' 11 1I

(Ba i et a l . , 200 4) . N III IIIII

2

005 ) e o s t a x ó i I '

do \ 11 1111

ri o s é efici e n t e nos I 1 11 1 '

d

duti v id ad e d o s n w l l lll ,, 11I

p

r e a prod u ção

o s pr i ncipai s

b S I 1\ 11"

re

ss e. No ca so d a a bo rd age m ex t ra ti v i s -

n

as c ul t u ra s d e c ' htl l l

I

I

ta

par a obt e n ção d e m até ri a - prima ,

fr e -

p

ostos não sã

( i " 11 11111,11

e nt e ment e

n ão h á u ma p reo cup a ção

ce

lul ares o u céluln

11 1 1 1, . 1

c om os pro cessos d e b e n ef i c iam e nto , qu e

in c lu e m a se c age m e o a r m a z e namento ,

s

t

ínt ese relacionud I 1 I . 11/ ,

ec id os .

N es t

S ' 1 I1 1 h .

" li 1 11' s up er i o r es

11 1 11111 8pl a nta s in vivo (Ga-

& As t a -

I Ill h ' I a l. , 2002 ; L iu et a l .,

quando

1/. 1005; S a nta ré m

I mesmo s e ntid o , a bi o t ec -

d e tec id os

I I

" ' n f i g ur a - se co m o um a

da c ultur a

" ,

ce p a r t icip ar

d

al

d

d a indu ç ã o

da e x pre ss ão

d e

e g e n es r e l ac ion a d os

à bios s ínte s e

g um as c l asses d e m e t a b ó litos

secun-

d o

á ri os e m p l an t as. A s upl e m e nt açã o

m

e io d e c ul t ur a ce lul ar co m

o A S pr o -

m

ove u o a um e nt o

d a sí nt es e

de al ca l ói -

d es ind ó l icos e m Cat h a r a nthu s roseus

1\11I ' tu do d as v i as metabóli-

(

Zha o et a l . , 2 000 ) ,

d e a nt r aquin o n as

I d ' c o m posto s bi o l og i ca -

e

m R ub i a cordifolia

(B ul gakov et aI.,

I

, p o i s p e rmit e

a pr o du çã o

I I u m pos t os ou a c l o n age m

I I H I Ij •••cs c om c a r ac t e rí stic a s

1 1 &l ' j á v e i s. Es t e s i s t e m a é d e

II

1

I H' I

e p er mit e co ntrolar ,

os fa t o r es e x -

1 I e f i c i e n te,

l ' " d " ln int e rf e rir n os e v e nto s

. 1 1 1 pl a ntas . I lrntégias p a r a a um e nt a r

di mctabólitos se cund á rio s

200

hi os ciami na e m Brugmansia candida ( Pit-

ta- A l va r e z et a l ., 2000).

r e l a -

2 )

e d o s a l c a l ó id es

esc opol a min a

e

O ác id o j as m ô ni co e co mpo s t os

cionad os t ê m s id o r e l a t a d os como tran s -

duto res

m

2003). O ac úmul o d e metabólito s secun- dário s m e di a d o p or A J n ã o é limitado a algun s compo s to s, in c luindo uma gr a nd e

d e

d e s in a i s p a r a a produç ã o

d e d efesa

( Fa rm e r

e t a b ó li to s

et al.,

1

11' 10 d e e lici a dor es a o meio

variedad e d e pr o du t o s como t e rpenóide s,

I

l ' li . i a dores são m o l é cula s

flavonóid es, a l ca l ó id es e fenilp r opanóide s,

,,

1 &1 1 1111r es p o sta s d e d e f esa

e

nt r e outr os.

O a um e nto

da síntese d e

uudo à pr o du ç ã o d e c o m- I lI d l lI ' Í O ' do m e tab o li s m o

I

e

ve - m a bi ó -

11 1 ' 1 'c a t ego ri za d os

liI 11 ,

1

S e li c i a d ores bi ó tic os

d e

1 1 I \ C u í d eos d eriva d os

1 11 1 1'N1 1 (pe ctin a o u c e lul ose)

111111

( quitin a , qu ito s a n o u

1 1 111 1 ) 1t'e ín as e ác i do s o r gâ -

I " p " s

mol ec ul a r . O s e li c i a -

ul-

1 1 11 I I n c lu e m a ra di ação

1 d e m e t a i s p esa d os e s ub s -

,

, 1 , ' 1 irn a int eg ridad e

da

li) n n e nbur g

& K . n or r ,

al

c alóid es

e m C. roseus ( Me nke et al.,

1999) , d e fit oa l e xin as e m arro z (N o jiri et

al., 1996 ), d e hip er i c in a

tum (Wa 1k e r et a l . , 2 00 2) ,

e m H. perfora-

de tript er p e -

nó i d es e m CentelLa asiática e Galphimia

glauca e d e s ilim a rin a e m Sylibum maria-

num (Sa n c h es - Sa np e dr o

r at ifi ca a id é i a qu e a s in a li zação p o r á c id o

et al . , 2005)

ja s m ô ni co

é um m e d ia d or d o a cúmul o d e

mol éc ula s d o m e t a b o li s m o s ecund á ri o .

A

l é m d a utili zação

d e A S e A I , e li c i-

ador e s o btid os d e f un gos t ê m s ido a m- plam e nt e e m p r ega d os para aumentar a

o

s quai s pod e m ca u sar sé ria s alt e ra ç õe s

c

ultur a d e tecidos \ 1 11 1I

 

I" II Hd i ve r s o s tipo s d e e lici-

s

ínte s e d e pro duto s

naturai s e m cultu-

na ativid a d e bi o qu í mica e no perfil do s

r

e

c e m c o m o a li ' 1 ' 1 1 1 111 1 I

I

1 1 111'S , p o d e m- se

utili z ar

ra s c e lul a r es

e es t a es tratégi a

tem se

composto s bi oa ti vos ( C ali x to , 2000 ; Di-

produ ção

d e m I '\ 111 1 1I ,I

1

111 1p' os s uem

re c o nhecida

mostrado

e f e ti va p ara muita s c la s se s d e

niz et al. , no p re l o ) . P or out r o lado, a sín- tese químic a pod e se r um processo dis - pendioso e, em c a so s de moléculas mui-

se torna inefi -

to complexas , o proc e sso

ciente . De s t a form a, o desafio de produ- zir molécul as bio a tiv as d e forma eficien-

tivo d e t e c id o s d '1/\'/11111

d e Echinacea (ll/fll/,'III, '/1

thysticum e d e /\,.11'1/// /,',

1 11 1I 11 1 ' qo 1 1 1 1 11'1 I

do áci d o caféi 'U \ d i 1 1 1 1

todi a nt ro n a s ,

veu , re s p ect i v a m

, Dra., Laboratório de Biotecnologia Vegetal, PUCRS - Porto Alegre, RS.E-mail: esanW'I"'I~III"" I I fabio/biotecvegetal

11dl l ~ ÜO e s in a liza ção de re s -

es tr esse v e g e tal . São

H I I ' li c o (AS) e o á cido jas-

I " 1 \

1I (Sudha & R a vishankar,

I UI11indutor d a r es istên-

I H u dquirid a (S A R) n a inte-

I1 p l ll g e n o , m as não se ca-

1 1\1 111m indutor g e r a l par a a nroléculas d e d efesa . P a re-

compo s to s se cund á ri os, como terp e nói -

des em Solanum tuberosum

(Bostok et

al. , 1982), a l ca lóid es e m Papaver somni-

ferum (Tyl e r et al . , 1 989), naftodiantro -

nas em H. perforatum (K . yrakosian et al.,

2000; Walk er et al., 2002), flavonóide s

em Sophora j1.avescens ( Y amamoto et al . ,

1995) , ta xo l e m Taxus chinensis ( W an g et al ., 2001) , plumba g in a e m Plumbago

SECUNDA RIOS IN VITRO UTILIZANDO ELlC/AOORES

65 3

r osea ( K omara i a h et a l . , 2 00 2), e ntr e

o ut ros. Da m e s m a for m a co m o ocor r e co m

os e li c i ador es bi ó t i co s , a exposição d o s

vegeta i s a met a i s como

C0 2 + , N i +, Fe 2 +

2

e

Ag 2 + , pod e e s t i mu l ar a bio ssí nt ese de

u

ma vari e dade d e compo s t o s em di fe-

r

entes e s p é c i e s e s i s t e m a s de c ul t i vo .

E m bora o s meca ni s mo s pe l os qu a i s es -

t es me t a i s p r omov a m o acúm ul o d e m e -

ta b ó li to s s ec u n d ár i o s ain d a não est eja m

e

lu c id ado s, a i nd u ç ão d o est resse o x i-

d

at i vo o u a g e ração d e espéc i e s rea t ivas

d

e ox i gê ni o por este s m eta i s é f r eq u e n -

t

e

m e nt e o b s ervada (Z h a o et a l. , 2 00 5).

E m c ultu ras de tec i dos o u cé lul as in

vitro, a ação s i ne r g í st i ca d e difer e nt es e li-

ciador es p o d e promover a s ínt ese d e m e - tabólito s secu n d ár i os. Es t e e fe ito é m a is

frequ e nt e m e n te o b ser v ado qu a ndo um e li-

ci a dor d e ri va d o d a pl an t a ( en d ó gen o ) e

um d er iv a d o do m i crorgan is m o ( exóge - no) são a pli cado s co n com it a n te m e n te . Por exe mpl o , o l igo ssacarídeos, co m o qu i tin a o u

qui tosan , podem pote n cia li zar a pro du ção

d e pac lit ax e l i n d u zi d a por ác i do ja smô ni -

c o e m Taxus canadensis (Linden a nd P hi - sa l apho n g, 2 0 00) . A ap l icação d e extrato

e l eve d ura a d e m e ti ! ja s mo n ato ao m eio

d

d

d e s i! v i mar in a em S. marianum (San c h es - Sanp erd r o et a l . , 2005) .

D est a forma , a cu l tura d e c é lul as e

te c id os in vitro, assoc i a d a à u t iliz ação d e elici a d ores do metabo li s m o, p o d e o fere -

c e r uma a l ternat i va pa r a a pr o du ção de

plant as co m teore s a um e nt a d os d e c o m-

p ost os sec u n d ár i os , ass im co m o s er vi r d e

ferr a m en t a p ara o est ud o via s metab ó l i - cas env o lvid as n as r esp o stas de d e f e sa

e culti vo ta m bém promove u a p r o du ção

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655

SIMPÓSI048

Mecanismos de resistência de plantas a fitopatógenos

Dur a nt e a s in te r ações pl a nt a - pa t ó-

ge n o , o p a t óge n o ( p .ex . f un go s e b ac t ér i-

as ) l a n ça m ão d e s u as ar m as qu í mi cas

est ru t u ras ,

de ce lul ar e s pe ssa , (I ' Í '11111 ,

e

com o c '1'11

e [i br I

m estô m a t os

I

( p . ex . e n z im as , t oxi n as, h o rm ô ni os )

p a r a

co m o po r substância

11111111

ata

car o h os p e d e i ro e m pote nci a l , e n-

m

a d a s co m o fenóis, " l i 1111·1 I

quant o es t e últ i m o, atravé s d e m eca ni s -

in

sat u ra d as ,

g l i co s í 11II h li I

p ro -

cu r a s e d e f e nd e r d o patóge n o ( Me d e i-

ros et al . , 200 3; Pasc h o l a ti & Le it e , 1995;

Strang e , 2003) ( Fig. 1 ) . E mbor a os m e - canismos d e a t aq u e e defesa se jam sub- divididos em f un ção de o bj e ti v os didáti- cos , a int e r ação h ospe d e i r o-p a tógeno dev e s e r vi s u a li za d a como u m s is t em a

mo s es trutur a i s e / o u bi o químic os ,

único e n o v o, o qu a l depe nd e d a pl a nt a e do p a t ó g e no em í n t im a re l aç ã o com o meio ambi e n te. A grosso m o d o , o h os p e -

d ei ro mo s tr a - se como ve n ce d or qu a nd o

a d oe n ç a n ão ocor r e (res i s tê n c i a), e n- quant o qu e os s i ntom as por e la p ro du zi -

d

n o c om o ve n ce d or (Pasc h o l ati & Le it e ,

os (s u scet ibili dade)

indica m o p a t óge -

199 4). Nes s e cont ex to ,

os m eca n is m o s

bioquími co s e e struturais pode m s e r s ub-

di

con s tituti vos)

vi d i d os em pré - forma d os

e pós - for m a d os

( p ass i vos , ( ati v o s ,

di os cianog ê ni c o s , 1\111111· 11

res protéicos

(Ag ri os, 200 5 ; Pa s '11(111111

Strange ,

200 3) .

e c n z 111/1

P l i ' 11/1

indu z í v el pode e n v o l v i I oi I pap il a, h a l os, l i g nin n , 111111 I I

t

ac úmul o de c omp u 111

n

se e espéc i es r ea t i vn

o

Stra n ge , 2 0 0 3).

il oses e de p o s i çã o

as , prote í na s

s, 2 00 5 ;

d i

r c l a ' l i 1111111,

111 I

111

I

Pa sc h

PATÓGe.'O

induz í ve i s ) . O s meca ni s m os es trutu r ais

F i g . I . M e can i s m o s

til 111 \'j

da planta a tu ariam

co m o b a r re i r a s

fís i -

inter a çõe s planta-putu

111'

cas , imp e dind o a e nt ra d a d o p a tógeno e

 

a

coloniza ção d os t ec id os, enqu a nt o qu e

 

Du ra n t e

a

in l l ' l l l I"

as

reaçõe s bi o qu í mi cas qu e ocorrem na s

es

trutu ra i s

e bi qll 111 I I

células do h ospe d eiro p r o du z iriam subs -

tâncias tóxi c a s ao pa t ó g e no

condições a dv ersas p ara o crescimento do mesmo no int er i o r d a planta . A defe-

sa constitutiv a pod e se r re p rese ntada po r

ou c r iariam

pl

p

nados d e e li c i t o r 'H (1,11 1".1

pod e m ser d e

t or exó g e n o) o u d o I " "1111

a n ta, res ul t a m

a rt e d a me s m a

10 1I I ","1,

11\ 1 III I I

ri p ' l ll 1111 I

1 Prof. Dr., Setor de Fitopatologia LFBF/

- UsP/Esalq - Piracicaba, SI' E-mail: sfpascho@esalq.LI~p

111 11II1

1111, 11l-111 d e or i ge m a bi ó tica

I 111 11) ( l 3 o n a ldo e t a l . , 2005 ;

I 111.

005a; Me d e ir os e t a l . ,

1111111 '1I'a g e r a l , os e li c i tores

"

I ''' ' l ' nd e m

m o l éc ul as co m -

I 1I I I ' b i d r a t os,

IIlh'll ~

g li co pr ote í-

u li p íd eos , e nqu a nt o

111 11 p o d e m se r re p re s e nt a -

"'1 I , po r m eta l

pesa d o

dll l l l lli & Le i te , 19 95). O

11111

l i r m a lm e nt e

ocor r e ao

I h

. c lul ar e / ou m e mb ra n a

1 l ido a p a rti c ip açã o

d e m o -

II U II II c o m o r ece pt o r e s

( Ca -

I

, 1 1 ' / . oc or r i do

00 5 a; M e d e ir os

e t al . ,

o reco nh ec i- d e s in a i s

1 I I 11 1r a n s du ção

11 q u a i s particip a m

I 111 N e nvolvido s n as r es po s-

n a ex -

" d l l s p l a ntas

1111 I a l . , 200 3 ).

( Le it e e t a l . ,

1111' I ' ' s sa lt a r qu e do p o nt o d e 1II II I II ' j , as pl a nt as d e s e n vo l-

ve r a m um s i s t e m a d e d e f esa latente

qual p o d e ser a t iva d o , c o m a finalidade

de e co n o mi zar

r e s i s tê n cia co n stit u tiva

um c u sto p ara

d

a p l a n ta , u m a v e z que in -

o

d a

ene r g i a, ao contrári o

qu e r e pre se nt a

a

epe nd e n te

d a p rese n ça d o patóge n o

pl a n ta in ve s te s e u s rec u rsos

ção d esse s fatore s (D i Piero e t a l . , 2 00 5 ;

K

f e n ô m e n o i n tere ss a nt e, co nh ec id o como

indu çã o d e res i st ê n c i a

2005b ) ,

n a pr o du-

um

uhn e t a l . , 2 00 6) . Ne s se co nt ex t o ,

(Cava l ca n t i et a l . ,

e n vo l v e a at i vação d e m ec an is -

m

os d e d efesa

l a t e n te s

e x i s t e nt es

n as

pl

a nt as e m res p o s ta ao trata m e nto

co m

indut o r es (age n te s bi ó ti co s o u ab i ó tic os ) (Bonald o et a l . , 2005) . O t e rm o indu ç ã o

de r es i stê n c i a

design a r um a pr o t eção l o c a l , i s to é , a in-

dução de re s i s t ê n c i a

onde se ef e tu o u o tr a t a m e nt o c om o age n -

te indutor , co m o t a mb é m pod e indicar

uma res i s t ê n c i a

f es ta a di s t â nci a d o l oca l d e a plicação do

po d e se r utili za do

pa ra

a p e n a s nos tecidos

s i s t êmica, qu e se mani-

1I 11 ' 1 lld~e m ecanism o s

d e d e f es a at i va d os e m p l a n ta s ex i b i n d o r es i s t ê n c i a indu z ida .

Interação hosp e d e iro - p a tó ge n o

 

I nd utor

Pep i no x C o lle t o t ri c hu m

C. la ge na r ium

l

age n a r iu m

Arro z