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ESTATUTO DO SINDICATO DOS TRABALHADORES DOS


CORREIOS E TELÉGRAFOS, EMPRESAS DE
COMUNICAÇÃO POSTAL, TELEGRÁFICA E ELETRÔNICA,
ENTREGA DE DOCUMENTOS, MALOTES E ENCOMENDAS
DO DISTRITO FEDERAL E REGIÃO DO ENTORNO -
SINTECT/DF

CAPITULO I

DENOMINAÇÃO, CONSTITUIÇÃO, SEDE E FORO NATUREZA, JURISDIÇÃO,


DURAÇÃO E FINS

Art. 1° Sindicato dos Trabalhadores dos Correios e Telégrafos, Empresas de Comunicação


Postal, Telegráfica, Entrega de Documentos, Malotes e Encomendas do Distrito Federal e
Região do Entorno, doravante designado pela sigla SINTECT/DF, fundado em 25 de outubro
de 1988, é a organização sindical representativa dos trabalhadores das empresas públicas,
privadas ou concessionárias, prestadoras de serviços de comunicação postal, telegráfica e
eletrônica, entrega de documentos, malotes e encomendas na base territorial abaixo, que se
rege pelas disposições legais e por este Estatuto, tendo: I - sede administrativa em Brasília e
foro jurídico na comarca de Brasília; II- base territorial, para fins de admissão de sócios e
atuação sindical constituída pelo Distrito Federal e pelos municípios compreendidos na
Região do Entorno (Metropolitana) de Brasília; III- prazo de duração indeterminado e ano
social compreendido no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de cada ano.

Art. 2° Os associados não respondem ativa, passiva, subsidiária ou solidariamente por


obrigações assumidas pelo SINTECT/DF, que é representado, ativa e passivamente, em juízo
ou fora dele, por sua Diretoria, podendo constituir mandatário.

Art. 3° O SINTECT/DF tem as seguintes finalidades:


a) representar e defender os direitos e interesses da categoria profissional mencionada no art.
1°, inclusive nos seus envolvimentos sócio-econômicos e políticos, em juízo ou fora dele;

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b) promover todos os tipos de reivindicações ligadas ao vínculo funcional de seus associados


e dos integrantes da categoria profissional representada.

Art. 4° Para atingir suas finalidades, incumbe ao SINTECT/DF:


a) representar e defender seus associados e a categoria profissional representada, nas relações
funcionais e nas reivindicações de natureza salarial, junto aos órgãos competentes;
b) dar assistência aos seus associados e aos integrantes da categoria profissional representada,
nas questões que envolvam seus interesses jurídico-profissional;
c) promover movimentos reivindicatórios tendentes a conquistar a plena valorização funcional
da categoria profissional representada, em todos os seus aspectos, inclusive os de natureza
salarial e os relativos às condições de trabalho;
d) pugnar pelo aperfeiçoamento profissional permanente de seus associados e dos integrantes
da categoria profissional representada dos trabalhadores;
e) lutar pela participação de seus associados no processo de indicação de dirigentes dos
Correios e Telégrafos, do Postalis e da ARCO;
f) representar seus associados perante qualquer pessoa física ou jurídica, pública ou privada
nas questões concernentes à sua condição de trabalhadores;
g) colaborar com as demais associações não sindicais, representativas de seus associados ou
dos integrantes da categoria profissional representada e prestigiá-las;
h) estabelecer intercâmbio e promover solidariedade e ações comuns com as demais
organizações sindicais de trabalhadores;
i) promover estudos e eventos sobre questões de caráter cultural, social ou econômico de
interesse dos trabalhadores em geral;
j) contribuir para o aperfeiçoamento legal das normas técnicas e jurídicas que regem as
relações dos trabalhadores em geral com o Estado;
k) promover convênios, campanhas, desenvolver e executar projetos sociais junto a
Municípios, Distrito Federal, Estados, Governo Federal e demais órgãos da UNIÃO, os
poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, Empresas Estatais, empresas privadas,
instituições financeiras, institutos públicos e privados, fundações, oligarquias, entidades sem
fins lucrativos, Entidades Ecumênicas, Associações, Cooperativas, ONGS, OCIPES,
organizações e Governos, podendo ser nacionais e internacionais, objetivando a inclusão:
social, habitacional, proteção ambiental, digital, cultural, Alimentar, educacional, desportiva,

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profissional de seus associados, dependentes e comunidades carentes promovendo a


cidadania.
l) participar das negociações coletivas de trabalho relativos à categoria profissional
representada, visando à celebração de contratos coletivos de trabalho;
m) instalar dissídio coletivo perante o judiciário Trabalhista, nos casos pertinentes.

CAPITULO II
DA ORGANIZAÇÃO

SEÇÃO I
DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 5° São Órgãos do SINTECT/DF:


1 - O Congresso
2 - A Assembléia Geral;
3 - A Diretoria Colegiada;
4 - O Conselho Fiscal;
5 - O Conselho de Representantes Sindicais.

PARÁGRAFO PRIMEIRO. Não comporta remuneração, o exercício de qualquer cargo nos


órgãos do Sindicato, exceto no caso em que o dirigente seja colocado inteiramente à
disposição da entidade, não podendo perceber mais do que a remuneração do seu cargo de
origem.

PARÁGRAFO SEGUNDO. É vedada a acumulação permanente de cargos diretivos nos


órgãos do Sindicato.

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SEÇÃO II
DO CONGRESSO

Art. 6° O Congresso é o órgão soberano de estrutura organizacional do Sindicato e é


constituído de todos os associados que estejam em dia com suas obrigações estatutárias no
momento de sua abertura.

Art. 7° Compete privativamente ao Congresso:


a) alterar o estatuto;
b) apreciar a prestação de contas da Diretoria Colegiada e a aprovação do orçamento referente
a cada exercício financeiro;
c) aprovar os planos da Diretoria Colegiada;
d) decidir sobre a dissolução, fusão ou transformação da entidade em votação aberta;
e) tirar a pauta nacional da data-base;
f) deliberar sobre os planos de lutas elaborados pela Diretoria Colegiada e autorizar a
instauração de dissídio coletivo.

Art. 8° O Congresso reúne-se ordinariamente:


a) em datas indicativas compreendidas entre os dias 1 de junho a 31 de agosto de cada 2 (dois)
anos;
b) a convocação do Congresso Ordinário - da competência exclusiva da Diretoria Colegiada -
dar-se-á 45 dias antes da instalação do mesmo;
c) o objeto da convocação dar-se-á através de Edital publicado em jornal da entidade e/ou em
jornal de circulação local.

Art. 9° Participação no Congresso:


a) são Delegados natos os membros dos órgãos do SINTECT/DF;
b) os demais Delegados serão eleitos em Assembléia Geral, Regional ou Setorial na
proporção de 01(um) Delegado para cada 50(cinquenta) trabalhadores;
c) nas cidades do entorno, fica assegurada a participação de 01(um) Delegado por cada
unidade;

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d) a critério da Diretoria Colegiada, serão convidados observadores e/ou palestrantes,


especialistas, etc.;
e) as normas internas de funcionamento do Congresso constarão em Regimento Próprio
elaborado pela Diretoria Colegiada do SINTECT/ DF e submetido ao referendo do Plenário
na abertura dos trabalhos do Congresso.

Art. 10. do Congresso Extraordinário:


a) o Congresso Extraordinário é convocado a qualquer tempo para tratar de assuntos de
extrema relevância ou em casos de força maior que requeiram a instalação do referido
Congresso.
b) a convocação do Congresso Extraordinário é competência de qualquer um dos órgãos
eleitos do SINTECT/DF, ou por 20% dos associados que estejam em dia com suas obrigações
estatutárias, mediante referendo obrigatório da Assembléia Geral Extraordinária, convocada
para este fim específico;
c) no restante, as normas que regulamentarão o funcionamento e os demais aspectos do
Congresso Extraordinário, obedecerão aos mesmos critérios do Congresso Ordinário;
d) o prazo mínimo para a realização do Congresso Extraordinário será determinado pela
Assembléia Geral Extraordinária, não podendo extrapolar 45 dias após a realização da
mesma.

SEÇÃO III
DA ASSEMBLÉIA GERAL

Art. 11. A Assembléia Geral é, pela importância, o segundo órgão deliberativo da categoria.

Art. 12. Compete privativamente à Assembléia Geral:


a) fixar a Contribuição Sindical Constitucional da categoria profissional;
b) fixar a mensalidade do associado;
c) fixar quaisquer outros descontos autorizados e deliberados pela categoria;
d) fixar o desconto assistencial nos dissídios coletivos;

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e) decidir sobre a destituição de ocupante de qualquer cargo da estrutura organizacional da


entidade;
f) conhecer de comunicação de renúncia de membros da Diretoria Colegiada;
g) deliberar sobre decisões da Diretoria Colegiada que dependam do seu referendo;
h) decidir sobre assuntos de interesse relevante da categoria profissional, por convocação dos
órgãos eleitos do SINTECT/DF, ou por 20% dos associados em dia com suas obrigações
estatutárias;
i) decidir, em grau de recurso, sobre exclusão de associado ou indeferimento de pedido de
filiação;
j) decidir sobre a filiação do Sindicato à organização sindical superior ou a entidades sindicais
estrangeiras, com a aprovação de 2/3 (dois terços) da Diretoria e aprovação da Assembléia
Geral Extraordinária da categoria especialmente convocada para este fim.

Art. 13. A Assembléia Geral reúne-se extraordinariamente, por convocação:


a) da Diretoria Colegiada
b) do Conselho Fiscal
c) do Conselho de Representantes Sindicais
d) de 20% (vinte por cento) dos associados em dia com suas obrigações estatutárias.

Art. 14. Convoca-se a Assembléia Geral por Edital específico publicado com, pelo menos 03
dias de antecedência, em jornal de circulação local e/ou no jornal da entidade, com ampla
divulgação.

Art. 15. A Assembléia Geral Extraordinária só comporta deliberação sobre as matérias objeto
da convocação.

Art. 16. As deliberações das Assembléias Gerais são adotadas por maioria simples de votos
dos presentes.

Parágrafo único. Sob pena de nulidade das deliberações tomadas, exige-se a presença de, no
mínimo, os dois terços dos associados responsáveis pela convocação da Assembléia Geral,
nos termos da alínea “h” do Artigo 12.

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Art. 17. A abertura da Assembléia Geral é feita:


a) em primeira convocação, com a presença da maioria absoluta dos associados em dia com
suas obrigações estatutárias;
b) em segunda convocação, após intervalo de pelo menos meia hora da primeira, com
qualquer número.

Art. 18. É vedado o voto por procuração.

Art. 19. As Assembléias Gerais são abertas pelo Presidente ou por qualquer membro da
Diretoria Colegiada, exceto:
a) quando da apreciação da prestação de contas da Diretoria Colegiada, caso em que ao
Presidente do Conselho Fiscal cabe à abertura e a direção;
b) no caso da alínea “d” do artigo 13, quando elas poderão ser abertas pelo Presidente, por
qualquer membro da Diretoria Colegiada ou por um associado presente e dirigidas por
associados escolhidos pelos presentes em seguida à abertura.

SEÇÃO IV
DA DIRETORIA COLEGIADA

Art. 20. A Direção do Sindicato será exercida por uma Diretoria Colegiada eleita
trienalmente, e composta de 40 membros, sendo 19 efetivos e 11 suplentes, os quais serão
fiscalizados por 10 membros do Conselho Fiscal.

Art. 21. A Diretoria Colegiada funcionará segundo o critério de igualdade entre cada um de
seus membros, inexistindo, por tanto, qualquer hierarquia entre eles.

Parágrafo único. A relação dos cargos, constante no artigo a seguir, não implica em
precedência de qualquer um deles em relação aos demais.

Art. 22. São membros da Diretoria Colegiada:

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a) Presidente;
b) Secretário(a) Geral;
c) Diretor(a) de Finanças;
d) Diretor(a) de Administração;
e) Diretor(a) de Assuntos Jurídicos;
f) Diretor(a) para Assuntos do Entorno;
g) Diretor(a) de Formação Sindical;
h) Diretor(a) de Relações lntersindicais e Assuntos Parlamentares;
I) Diretor(a) Imprensa e Divulgação;
j) Diretor(a) para Assuntos Sociais, Culturais e de Lazer;
k) Diretor(a) de Saúde e Segurança do Trabalhador;
l) Diretor(a) do Aposentado;
m) Diretor(a) de Anistia e Defesa do Emprego;
n) Diretor(a) de Serviços Postais e Telegráficos;
o) Diretor(a) de Assuntos da Mulher;
p) Diretor(a) de Assuntos Raciais;
q) Diretor(a) de Assuntos Educacionais;
r) Diretor(a) de Esporte;
s) Diretor(a) de Convênios.

SEÇÃO V
COMPETÊNCIAS E ATRIBUIÇÕES DE CADA DIRETORIA

Art. 23. Compete ao Presidente:


a) coordenar as atividades do Sindicato e supervisionar as atividades de cada Diretoria;
b) representar o Sindicato perante as autoridades administrativas e judiciárias, podendo
delegar poderes;
c) assinar as Atas, o Orçamento Anual e todos os documentos que dependam de sua
assinatura, bem como rubricar os livros da Secretaria e da Tesouraria;
d) coordenar a repartição das despesas autorizadas e visar os cheques e as contas a pagar,
juntamente com o Secretário de Finanças.

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Art. 24. Compete ao Secretário Geral:


a) auxiliar o Presidente em suas atribuições;
b) substituir o Presidente em caso de impedimento ou de vacância do cargo;
c) zelar pela regularidade dos processos seletivos de delegados aos Congressos do Sindicato
e/ou a Congressos de outras entidades;

Art. 25. Compete ao Diretor(a) de Finanças:


a) organizar a Tesouraria e a Contabilidade do Sindicato;
b) coordenar a execução do Plano Orçamentário Anual;
c) elaborar relatório sobre a situação financeira do Sindicato e apresentá-lo, trimestralmente, à
Diretoria Colegiada;
d) elaborar Balanço Financeiro Anual que será submetido à aprovação da Diretoria Colegiada,
do Conselho fiscal e do Congresso;
e) ter sob sua responsabilidade a guarda dos documentos, contratos e convênios atinentes à
sua pasta;
f) sugerir providências necessárias para impedir a corrosão inflacionária e a deterioração
financeira da arrecadação e para implantar contribuições de qualquer natureza, das doações e
dos legados;
g) apôr sua assinatura, juntamente com o Presidente, em Cheques outros títulos, devendo ser,
ambos, formalmente designados pela Diretoria Colegiada ou escolhidos em reunião de
Diretoria, com a decisão constando em Ata;
h) publicar, semestralmente, no jornal do SINTECT/DF, o demonstrativo financeiro.

Art. 26. Compete ao Diretor(a) de Administração:


a) implementar a Diretoria de Administração;
b) administrar e zelar pelo patrimônio do Sindicato;
c) gerenciar os recursos humanos;
d) apresentar, para deliberação da Diretoria Colegiada, as contratações e demissões de
funcionários e seus Acordos Coletivos;

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e) zelar pelo bom relacionamento entre funcionários e Diretores e pelo funcionamento eficaz
da Máquina Sindical, bem como executar a política de pessoal definida pela Diretoria
Colegiada;
f) apresentar, trimestralmente, à Diretoria Colegiada, relatório sobre o funcionamento da
administração do Sindicato;
g) coordenar a utilização da Sede, de veículos e de outros bens ou instalações do Sindicato;
h) propor e coordenar a elaboração do Orçamento Anual a ser apreciado pela Diretoria
Colegiada, pelo Conselho Fiscal e votado no Congresso;
i) correlacionar esta Diretoria com a Diretoria de Finanças, adotando os procedimentos
contábeis de tesouraria estabelecidos por esta última;
j) manter atualizados os dados necessários à agilização da comunicação com a categoria, com
outras entidades do movimento sindical e popular;
l) manter os recursos da informática em condições de pronto atendimento às necessidades do
Sindicato.

Art. 27. Compete-ao Diretor(a) de Assuntos jurídicos:


a) implantar a Diretoria de Assuntos jurídicos;
b) preparar material para subsidiar negociações coletivas;
c) acompanhar acordos coletivos, dissídios e ações trabalhistas;
d) elaborar estudos, pesquisas e documentação na área trabalhista;
e) apôr a sua assinatura nos acordos coletivos, após aprovação da Assembléia da categoria;
f) manter vigilância quanto às políticas públicas e à legislação ordinária, elaborando
propostas, sempre que necessário, que possibilitem o avanço da legislação sob diretrizes que
interessem à classe trabalhadora, as quais serão submetidas à Diretoria Colegiada.

Art. 28. Compete ao Diretor(a) de Formação Sindical:


a) implementar a Diretoria de Formação Sindical;
b) promover o assessoramento à Diretoria Colegiada através da elaboração e da apresentação
sistemática de análise de conjuntura;
c) planejar, executar e avaliar as atividades estruturadas de educação sindical, como cursos,
seminários, congressos, encontros, etc;
d) coordenar a elaboração de cartilhas, documentos e outras publicações relacionadas à área;

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e) propor e executar atividades de formação nos diversos segmentos da categoria, a partir das
necessidades detectadas;
f) articular, com outras entidades, o encaminhamento de questões de interesse da categoria.

Art. 29. Compete ao Diretor(a) de Relações lntersindicais e Assuntos Parlamentares:


a) implementar a Diretoria de Relações Intersindicais e Assuntos Parlamentares;
b) representar o Sindicato em todas as entidades e organizações congêneres, em âmbitos local,
regional e nacional, por ocasião de eventos e/ou atividades programadas por estas últimas;
c) garantir a permanente troca de informações e divulgação dos fatos relativos as condições de
trabalho e às lutas desenvolvidas pelos trabalhadores entre os sindicatos e outras entidades do
movimento popular.
d) acompanhar todos os Projetos de Lei, de iniciativa popular e dos parlamentares e/ou dos
Governos local e Federal, em tramitação no Congresso Nacional e/ou na Câmara Distrital do
DF, de interesse da categoria e dos trabalhadores em geral;
e) - intervir, junto a parlamentares ou junto aos órgãos das Casas Legislativas, no interesse da
categoria e/ou dos trabalhadores em geral, sozinho ou em ligação com outras entidades
representativas da sociedade civil organizada;
f) - atuar, nos mais diversos sentidos, para viabilizar as mais diversificadas formas de pressão
sobre os Órgãos Legislativos, de preferência com a participação da categoria e dos outros
segmentos de trabalhadores;
g) - promover a organização e a defesa do Monopólio Postal e Telegráfico.

Art. 30. Compete ao Diretor(a) de Imprensa e Divulgação:


a) implementar a Diretoria de Imprensa e Divulgação;
b) recolher e divulgar informações entre sindicatos, categoria e o conjunto da sociedade;
c) desenvolver as campanhas de propaganda definidas pela Diretoria Colegiada;
d) elaborar e revisar as matérias dos informativos da entidade, garantindo a periodicidade dos
mesmos;
e) elaborar ou mandar elaborar, através de qualquer veículo de informação (imprensa escrita,
falada, televisionada, vídeos, cartazes, cartilhas, etc) todo o material de divulgação da
entidade, destinado à Categoria de Correios e Telégrafos, aos usuários em geral ou a
determinados segmentos da população.

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Art. 31. Compete ao Diretor(a) para Assuntos Sociais, Culturais e de Lazer:


a) implementara Diretoria para Assuntos Sociais, Culturais e de Lazer;
b) organizar atividades de lazer, eventos culturais e desportivos que promovam a integração
da categoria;
c) promover, através de suas atividades, a valorização e a integração da categoria;
d) organizar, firmar e divulgar convênios atinentes à sua pasta.

Art. 32. Compete ao Diretor(a) de Saúde e Segurança do trabalhador:


a) implementar a Diretoria de Saúde do trabalhador;
b) articular a formulação de políticas globais e específicos para o setor, particularmente para
orientar os cipeiros e a categoria;
c) atuar junto às CIPAS, buscando elevar os conhecimentos dos cipeiros sobre os riscos do
processo de trabalho e planejar suas ações;
d) realizar vistorias em locais de trabalho, acompanhado de técnico especializado indicado
pelo Sindicato, e por membro da CIPA;
e) desenvolver atividades em conjunto com as Secretarias afins, visando elevar a consciência
da categoria;
f) desenvolver atividades em conjunto com a Secretaria para Assuntos Jurídicos e, quando
necessário, peticionar junto aos órgãos competentes do Poder Público em razão de riscos
inerentes ao trabalho;
g) participar e desenvolver atividades intersindicais no campo da saúde do trabalhador;
h) zelar pela correta reabilitação dos trabalhadores acidentados e/ou vítimas de doenças
profissionais e cuidar do acompanhamento da consequente reciclagem profissional;
i) elaborar ações preventivas visando evitar o surgimento de acidentes do trabalho e de
doenças profissionais;
j) promover a obrigatória participação dos trabalhadores nos planos de inovação tecnológica,
de maneira a impedir que o processo de inovação tecnológica leve à elevação de acidentes de
trabalho, de doenças profissionais ou à compressão de efetivos.

Art. 33. Compete ao Diretor(a) do Aposentado:


a) organizar a Diretoria do Aposentado;

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b) elaborar e contribuir com estudos visando o atendimento e assessoria ao trabalhador


aposentado;
c) coordenar atividades visando à participação e à organização do trabalhador aposentado;

Art. 34. Compete ao Diretor(a) de Anistia e Defesa do Emprego:


a) implementar a Diretoria de Anistia e Defesa do Emprego;
b) criar mecanismos para que se cumpra a Anistia nos Correios;
c) organizar, através de atividades, os demitidos;
d) participar de todas as atividades junto às demais organizações que lutam pelo mesmo
objetivo;
e) elaborar e executar ação preventiva de defesa do emprego na ECT.

Art. 35. Compete ao Diretor(a) de Serviços Postais e Telegráficos:


a) implementar a Diretoria de Serviços Postais e telegráficos;
b) elaborar e executar projetos de integração dos trabalhadores em serviços Postais e
Telegráficos;
c) levar e colher informações sobre os acontecimentos de interesse dos trabalhadores em
serviços Postais e Telegráficos;
d) juntamente com a Diretor(a) de Formação Sindical, organizar e educar politicamente,
através de cursos, palestras, seminários, etc. os trabalhadores em serviços Postais e
Telegráficos;
e) assegurar a representação e a assistência do Sindicato aos trabalhadores em serviços Postais
e Telegráficos.

Art. 36. Compete ao Diretor(a) para Assuntos do Entorno;


a) implementar a Diretoria para Assuntos do Entorno;
b) elaborar e executar projetos de integração dos trabalhadores da Região do Entorno;
c) fazer levantamentos e encaminhar soluções para os problemas específicos daquela região;
d) manter a Região do Entorno permanentemente informada sobre os assuntos de interesse da
categoria.

Art. 37. Compete a Diretor(a) de Assuntos da Mulher:

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a) implementar a Diretoria;
b) Desenvolver estudos específicos e processo de formação com a Secretaria Nacional da
Mulher Trabalhadora da FENTECT e outras entidades;
c) Assegurar no jornal do SINTECT/DF espaço permanente para discussão e informação
sobre a Diretoria de Assuntos da Mulher;
d) Reunir-se semestralmente com a Comissão Regional de Mulheres para tratar de assuntos
específicos da Mulher Trabalhadora Ecetista;
e) Promover o desenvolvimento político e a integração das mulheres trabalhadoras de
Correios.

Art. 38. Compete ao Diretor(a) de Assuntos Raciais:


a) implementar a Diretoria de Assuntos Raciais;
b) combater todos os tipos de discriminação, promover a implantação da Lei 10.639, de
09/01/2003.
c) defender o estabelecimento de sistema de cotas nos diversos setores do governo,
d) criação de cotas destinadas aos negros em todas as bolsas de estudo da ECT;
e) promover cursos, palestras, eventos e projetos difundindo as questões raciais e afirmação
cultural, e defesa dos direitos com igualdade, participar de institutos e organizações para esse
fim.

Art. 39. Compete ao Diretor(a) de Educação:


a) implementar a Diretoria de Educação;
b) promover programas educacionais, supletivos, ensino básico, médio, pré-vestibular,
inclusão digital, cursos profissionalizantes, técnicos, tecnólogos, graduação, pós-graduação,
para os associados, seus dependentes e comunidades carentes com os meios próprios ou
através de convênios com Universidades, Faculdades, Escolas, Ministério da Educação,
Ministério do Trabalho e demais órgãos conforme art. 1 alínea K;
c) a Diretoria de Educação desenvolverá projeto para a construção de uma Escola Técnica a
fim de promover a qualificação profissional, inclusão no mercado de trabalho, e geração de
renda, inclusão social educacional e a cidadania.

Art. 40. Compete ao Diretor(a) de Esporte:

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a) promover atividades desportivos, supervisionar a realização ou patrocínios do


SINTECT/DF, de atividades de natureza esportiva;
b) promover a integração e o congraçamento dos filiados, seus dependentes e comunidades
carentes, disseminar o sentimento de solidariedade entre eles;
c) estabelecer intercâmbio com entidades públicas e privadas.

Art. 41. Compete ao Diretor(a) de Convênios:


a) implementar a Diretoria de Convênios;
b) celebrar convênios junto com o Presidente, acordos e atos, visando á prestação de serviços
aos sindicalizados, ouvindo o Colegiado;
c) apresentar relatório trimestral das atividades e situação do departamento de convênios para
a Diretoria Colegiada.

SEÇÃO VI
COMPETÊNCIAS E ATRIBUIÇÕES DA DIRETORIA COLEGIADA

Art. 42. Ressalvadas as competências e atribuições de cada órgão da Diretoria Colegiada,


cabe, privativamente, à Diretoria Colegiada, a administração e a representação do Sindicato,
especificamente:
a) Cumprir e fazer cumprir o Estatuto e as deliberações do Congresso, da Assembléia Geral,
do Conselho Fiscal e do Conselho de Representantes Sindicais;
b) Propor à Assembléia Geral o percentual da contribuição sindical constitucional, da
mensalidade dos associados e dos descontos assistenciais;
c) Elaborar e executar seu plano de trabalho;
d) Zelar pelo patrimônio do Sindicato;
e) Propor ao Congresso o orçamento de cada exercício, bem como eventuais alterações do
mesmo, durante sua execução;
f) Apresentar ao Conselho Fiscal os balancetes trimestrais ao Congresso a prestação de contas
anual e o relatório anual de atividades;
g) Indicar os membros da Comissão Eleitoral;
h) Convocar as eleições sindicais previstas neste Estatuto;

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i) Convocar os Congressos Ordinários e Extraordinários, bem como as Assembléias Gerais


Ordinárias e Extraordinárias, nos termos do presente Estatuto;
j) Elaborar o Regulamento Administrativo da entidade;
k) Autorizar a admissão, exclusão, readmissão e licença dos associados, cabendo à parte
prejudicada o direito de recurso na Assembléia Geral.

Art. 43. Os membros da Diretoria Colegiada respondem pessoalmente pelas obrigações


contraídas em nome do Sindicato no regular exercício de sua gestão, e são responsáveis pelos
prejuízos que causem em virtude de infração ao Estatuto.

Art. 44. A Diretoria Colegiada reúne-se ordinariamente 01 (uma) vez por semana e,
extraordinariamente, conforme reza o Regimento Interno da Diretoria Colegiada.

Art. 45. Nas reuniões da Diretoria Colegiada, as deliberações são adotadas pela maioria
simples de votos de seus membros presentes, com direito a abstenção e declaração de voto.

Art. 46. Em caso de vacância de cargo na Diretoria Colegiada, o preenchimento de vaga dar-
se-á por suplente, conforme a ordem deles na chapa eleita, podendo a Diretoria remanejar os
cargos previstos no Art. 22.

Art. 47. A renúncia individual de qualquer membro da Diretoria Colegiada, será comunicada
à própria Diretoria, em Reunião ordinária, e será levado ao referendo da Assembléia Geral da
Categoria.

Art. 48. Caracteriza renúncia coletiva da Diretoria Colegiada, a renúncia de pelo menos 2/3
(dois terços) dos membros da Diretoria.

Parágrafo Único. A decisão de renúncia coletiva será levada ao referendo da Assembléia


Geral da categoria. Caso a renúncia coletiva vier a ser aceita pela Assembléia Geral, serão
convocadas novas eleições para a Diretoria Colegiada, na forma do presente Estatuto e do seu
respectivo Regulamento Eleitoral.

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Art. 49. Perderá o mandato o diretor que, sem motivo justificado, deixar de comparecer em
cada semestre, a 1/3 (um terço) das reuniões ordinárias ou a 03 (três) reuniões ordinárias
consecutivas.

Parágrafo Único: A perda do mandato previsto neste artigo é declarado pelo Presidente do
Sindicato, em reunião extraordinária da Diretoria Colegiada, mas somente produz seus efeitos
legais após decisão em Assembléia Geral.

Art. 50. A Diretoria Colegiada pode instalar os Departamentos que o Regimento


Administrativo autorizar.

Art. 51. As atribuições dos membros da Diretoria Colegiada são as especificadas no presente
Estatuto e no Regimento Administrativo da entidade.

SEÇÃO VII
DO CONSELHO FISCAL.

Art. 52. O Conselho Fiscal se compõe de 05 titulares, e igual número de suplentes, eleitos
para um mandato de 03 (três) anos, coincidente com o da Diretoria Colegiada.

Art. 53. Compete ao Conselho Fiscal dar parecer na prestação de contas anual da Diretoria
Colegiada, e encaminhá-lo ao Congresso, exercer a auditoria fiscal da entidade, com plenos
poderes para realizar, quando julgar necessário, ação fiscalizadora, vistorias e exames
contábeis e patrimoniais, inclusive sob a forma de autoria externa, visando manter a
regularidade da vida financeira e econômica da entidade.

Art. 54. O Conselho Fiscal promoverá a tomada de contas da Diretoria Colegiada se, no início
do ano, não receber dela os elementos contábeis e da administração financeira necessários à
prestação de contas a que se refere a alínea "f" do Art. 42, sob pena de proposta de destituição
dela a Assembléia Geral, se colocar obstáculo a isso.

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Art. 55. Os membros do Conselho Fiscal elegem entre si o Presidente do órgão e definem a
ordem de substituição ou preenchimento, em caso de impedimento ou vacância,
respectivamente.

Art. 56. O Conselho Fiscal pode convocar o Congresso, em caráter extraordinário, com base
na alínea “b” do Art. 10, do presente Estatuto Social, como também da Assembléia Geral, nos
termos da alínea “h” do Art. 12 ou da alínea “b”, do art. 13 deste Estatuto.

SEÇÃO VIII
REPRESENTANTES SINDICAIS

Art. 57. O Representante Sindical, eleito para um mandato anual nos termos do Art. 8., inciso
VIII, da Constituição Federal e na forma do Regulamento Eleitoral deste Estatuto, na
proporção de 01 (um) Representante para cada 50 (cinquenta) trabalhadores na base territorial
do SINTECT/DF, é o intermediário entre a categoria e a Diretoria Colegiada na transmissão à
Diretoria Colegiada de reivindicações e sugestões dos associados no período compreendido
entre 02 (dois) Congressos e/ou 02(duas) Assembléias consecutivas.

Parágrafo Primeiro. É assegurada, ainda, a eleição de 01 (um) Representante Sindical nas


localidades e regiões com mais de 10 (dez) trabalhadores.

Parágrafo Segundo. Compete ao Representante Sindical:


a) Promover a organização por local de trabalho com o apoio da Diretoria Colegiada;
b) Fiscalizar as condições de trabalho nos setores de trabalho;
c) Fiscalizar o cumprimento de normas e Acordos Coletivos;
d) Promover a mobilização ampla da categoria, auxiliando no esclarecimento de
reivindicações e de propostas visando assegurar o máximo de participação da categoria nas
Assembléias, Congressos, Seminários e outros eventos.

Parágrafo Terceiro. O conjunto dos Representantes Sindicais compõe o Conselho de


Representantes Sindicais, o qual deverá estabelecer seu Regulamento interno.

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SEÇÃO IX
DO CONSELHO DE REPRESENTANTES SINDICAIS

Art. 58. O Conselho de Representantes Sindicais tem a atribuição de conhecer,


permanentemente, através da vivência de seus membros nos respectivos órgãos e das
comunicações formais, das reivindicações e sugestões dos associados e da categoria
profissional, para transmiti-Ias à Diretoria Colegiada, objetivando seu encaminhamento nas
plataformas e planos de ação da entidade.

Parágrafo Único. O Conselho de Representantes Sindicais pode fazer convocação do


Congresso, em caráter extraordinário, com base na alínea "b", do art. 10 do presente Estatuto
Social, como também da Assembléia Geral - respectivamente, ordinária e extraordinariamente
- nos termos da alínea “h”, do art. 12 ou da alínea “c”, do art. 13 deste Estatuto.

CAPÍTULO III
DOS ASSOCIADOS

Art. 59. Poderão associar-se todos os trabalhadores abrangidos pelo presente Estatuto no
Distrito Federal, Região Metropolitana e Entorno, independentemente do regime jurídico a
que estiverem sujeitos, inclusive os aposentados e terceirizados.

Parágrafo Primeiro. Os trabalhadores mencionados neste Artigo investem-se da condição de


associados do Sindicato mediante o preenchimento e assinatura de formulário próprio, do qual
constarão sua adesão ao Estatuto da entidade e o compromisso de fiel cumprimento dele e das
demais normas internas e obrigações sociais.

Parágrafo Segundo. Do indeferimento de pedido de admissão como sócio, cabe recurso à


Assembléia Geral.

Art. 60. Aos associados em dia com suas contribuições estatutárias, assegura o Sindicato os
seguintes direitos:

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I - Participar dos Congressos;


II - Participar das Assembléias Gerais;
III - Votar e ser votado;
IV - Ser assistido como trabalhador, na defesa de seus interesses e direitos funcionais,
coletivos ou individuais internos;
V - Defender-se nos processos individuais internos;
VI - Requerer, na forma da alínea “b” do art. 10 a convocação do Congresso Extraordinário;
VII - Requerer, na forma da alínea “h”, do art. 12 do presente Estatuto, a convocação de
Assembléia Geral Ordinária;
VIII- Requerer, na forma da aliena “d” do art. 13 do presente Estatuto, a convocação da
Assembléia geral Extraordinária;.
IX - Representar, por escrito, perante os órgãos da administração sindical, sobre assunto
relativo a sua condição de associado ou de integrante da categoria profissional ou que seja do
interesse desta ou do quadro social;
X - Utilizar serviços e instalações do Sindicato, obedecidas as normas internas pertinentes;
XI - Gozar das prerrogativas de associados, asseguradas pela Constituição, pelo Estatuto e
pela Legislação vigente.

Art. 61. São deveres dos associados:


I - Pagar, nas épocas, as contribuições devidas;
II - Cumprir este Estatuto e as demais normas emanadas dos órgãos e instâncias internas
competentes;
III - Manter elevado espírito de colaboração com o Sindicato e de união com os integrantes da
categoria profissional e os trabalhadores em geral, participando das reuniões e atividades;
IV - Zelar pelo patrimônio do Sindicato.

Art. 62. As normas disciplinares serão estabelecidas no Regulamento Administrativo da


Entidade.

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CAPÍTULO IV
GESTÃO FINANCEIRA E PATRIMONIAL

Art. 63. Constituem receitas do Sindicato:


a) A contribuição estabelecida no Art. 8°, IV, da Constituição;
b) A contribuição prevista em Lei, a que se refere o Art. 8°, IV, da Constituição, in fine;
c) Os descontos assistenciais sobre os reajustes salariais, constantes da cláusula de dissídio
coletivo;
d) As contribuições mensais consecutivas dos associados;
e) A renda proveniente de aplicações financeiras;
f) A renda patrimonial;
g) As doações, subvenções, auxílios, contribuições de terceiros e legados;
h) A renda proveniente de empreendimentos, atividades e serviços.

Art. 64. O patrimônio do Sindicato é constituído de bens móveis e imóveis adquiridos, doados
ou legados e quaisquer bens e valores adventícios.

Parágrafo Único. O sindicato poderá receber legados e doações a qualquer título.

Art. 65. O plano de despesas deve observar o orçamento aprovado na forma deste Estatuto e
comportará exclusivamente os dispêndios da manutenção e os gastos contratados, autorizados
pela Diretoria Colegiada.

Art. 66. Consideram-se de pronto pagamento, autorizados pelo Presidente, os gastos até a
quantia que for determinada no Regulamento Administrativo, dependendo os superiores a
esse limite de prévia autorização da Diretoria Colegiada.

Parágrafo Primeiro. As contas bancárias mantidas em estabelecimento oficiais serão


movimentadas mediante assinaturas concomitantes do Presidente e do Diretor de Finanças, ou
de seus substitutos, nos impedimentos,

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Parágrafo Segundo. Na ausência - ou em caso de renúncia do Presidente e/ou do Diretor de


Finanças, a Diretoria Colegiada escolherá, dentre seus membros, em reunião de Diretoria, os
substitutos aos cargos acima mencionados.

Art. 67. O sistema de registro contábil deve ser de molde a proporcionar, a qualquer tempo, o
levantamento das situações financeira e econômica, bem como a identificação especificada do
patrimônio social, sendo garantido a qualquer associado o acesso aos documentos a que se
refere este Artigo.

Art. 68. A alienação de bens imóveis depende de autorização do CORTECT e da Assembléia


Geral Extraordinária, cabendo privativamente à Diretoria a iniciativa da proposta,
apresentando avaliação prévia elaborada por organização especializada para este fim e
devidamente registrada, e aprovação da Assembléia Extraordinária com 40% (quarenta por
cento) dos filiados e votação de 2/3 (dois terço) dos mesmos, na primeira chamada como na
segunda chamada da Assembléia, serão obrigatórios os 40% de filiados em dia com suas
obrigações.

§ 1º - A aquisição de bens imóveis se realizará com a aprovação de 2/3 (dois terços) dos
membros da Diretoria, em dois turnos, após análise de avaliação prévia elaborada por
Comissão da Diretoria Colegiada e organização especializada para este fim, devidamente
registrada, e será informada a categoria na primeira Assembléia.

§ 2º - A alienação de bens móveis e veículos se realizará com a aprovação de 2/3 (dois terços)
dos membros da Diretoria, após análise de avaliação prévia por organização especializada
para este fim, devidamente registrada.

§ 3º - A venda do carro de som, somente poderá ser feita com a aprovação de 2/3 (dois terços)
da Diretoria e aprovação da Assembléia Geral Extraordinária da categoria, especialmente
convocada para este fim, e na qual estejam presentes, no mínimo, 30% (trinta por cento) dos
associados e que a aprovação seja pelo voto de 2/3 (dois terços) dos associados presentes.

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Art. 69. Na hipótese de dissolução, o Patrimônio do Sindicato será doado a entidades


congêneres, na forma determinada pelo Congresso.

CAPÍTULO V
DAS ELEIÇÕES

Art. 70. As eleições Sindicais regem-se pelo Regulamento Eleitoral, que integra este Estatuto,
para todos os fins e efeitos legais.

CAPÍTULO VI
DA GREVE

Art. 71. Normas relativas ao exercício do Direito de Greve pelos trabalhadores dos Correios e
Telégrafos do Distrito Federal e Região do Entorno.

1 - A Assembléia decidirá sobre a oportunidade e a conveniência de exercer o Direito


Constitucional de greve e sobre os interesses que, por meio dele, deverão ser defendidos.

Parágrafo Primeiro. A convocação da Assembléia para definir a deflagração de greve


obedecerá à forma prevista no Art. 14 do Estatuto em vigor e o quorum será o mesmo
estabelecido no Art. 17, sendo a votação aberta.

Parágrafo Segundo. Sempre que for deliberada a greve, será instalada a Assembléia Geral
Permanente.

Parágrafo Terceiro. A Cessação da greve dar-se-á por deliberação da Assembléia Geral


Permanente, dispensada a convocação através de Edital e com o quorum dos presentes;

Art. 72. Deliberada a paralisação, a Assembléia constituirá:

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I - Uma comissão de Negociação para promover negociações com a representação patronal,


salvo se se tratar de greve política ou de solidariedade ou, ainda, de greve nacional da
categoria, caso em que a Assembléia indicará, pelo menos, um representante para o Comando
Nacional;

II - O Comando Geral e os Comandos Regionais de Greve, que serão responsáveis pelo


encaminhamento e pela manutenção da paralisação.

Parágrafo Primeiro. A Comissão de Negociação poderá convocar assessores e especialistas


para orientá-la.

Parágrafo Segundo. A Comissão de Negociação enviará circular a órgãos de comunicação e


elaborará carta a população, divulgando a resolução de greve a usuários dos serviços
prestados pela categoria e também à comunidade.

Parágrafo Terceiro. A Comissão de Negociação e o Comando de Greve poderão ter quaisquer


de seus membros substituídos a qualquer tempo, por deliberação da Assembléia Permanente.

Art. 73. O Comando Geral e os Comandos Regionais de Greve organizarão comitês de


convencimento, que empregarão todos os meios pacíficos ao seu alcance no intuito de
esclarecer os trabalhadores sobre a importância da paralisação, bem como para arrecadar
fundos e divulgar o movimento.

Parágrafo Primeiro. Quando se tratar de greve política ou de solidariedade ou, ainda, de greve
nacional da categoria, o Comando Geral de Greve exercerá as atribuições previstas no
Parágrafo 2° do Artigo anterior.

Parágrafo Segundo. Nenhum trabalhador poderá fazer parte de comitê de convencimento no


seu local de trabalho, salvo recomendação em contrário do Comando Regional de Greve ou
no caso de greve em um local de trabalho.

Art. 74. São deveres dos grevistas:

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I - Participar das sessões da Assembléia permanente, nela votando, livremente, as propostas


apresentadas a categoria;
II - Participar dos comitês de convencimento;
III- Acatar as decisões da Assembléia permanente e as orientações dos Comandos Geral e
Regional de Greve.

CAPÍTULO VII
DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 75. O presente Estatuto entra em vigor a partir de sua aprovação pelo Congresso da
Categoria e será levado ao Cartório competente para o devido registro.

Art. 76. Os casos omissos serão resolvidos pela Diretoria Colegiada ad referendum da
Assembléia Geral, observada a legislação vigente.

CAPITULO VIII
DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS

Art. 77. São considerados sócios fundadores os trabalhadores dos Correios e Telégrafos
signatários do livro de presença na Assembléia Geral de fundação realizada em 25 de outubro
de 1988 ou na aprovação do Estatuto.

Parágrafo Primeiro. Também serão considerados fundadores os ex-empregados da ECT que,


posteriormente às Assembléias referidas neste Artigo, forem readmitidos por força do Art. 8°,
Parágrafo 5°, dos Atos das Disposições Constitucionais Transitórias da Carta Magna, ou por
decisões judiciais.

Parágrafo Segundo. A prerrogativa do Parágrafo anterior será reconhecida a todo aquele que a
requerer ao Sindicato, no prazo de 60 (sessenta) dias, contado da data de sua readmissão ou
reintegração.

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Art. 78. As disposições relativas à Seção IV - Da Diretoria Colegiada - bem como à Seção V -
Competências e Atribuições de cada Diretoria - referente à estrutura organizacional da
Diretoria Colegiada, serão implementadas até o encerramento legal do mandato da Diretoria
eleita.

REGULAMENTO ELEITORAL

DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 79. As eleições previstas no Estatuto do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios e
Telégrafos do Distrito Federal e Região do Entorno, regem-se pelo presente Regulamento.

Parágrafo Único. Os casos omissos serão resolvidos pela Diretoria Colegiada, ad referendum
da Assembléia Geral, observada a legislação vigente.

DA ÉPOCA DAS ELEIÇÕES

Art. 80. As eleições da Diretoria Colegiada e do Conselho Fiscal, realizar-se-ão no prazo


máximo de 60(sessenta) dias e mínimo de 30(trinta) dias, anterior a data do término dos
mandatos vigentes.

Art. 81. Processar-se-á a eleição de delegados a Congressos e Plenárias da categoria ou a


outros eventos que congreguem trabalhadores.

Parágrafo Primeiro. A eleição dos delegados a Central dar-se-á em Assembléia Geral da


categoria, de acordo com a proporção fixada pela mesma.

Parágrafo Segundo. As eleições dos delegados ao CONREP e ao CONTECT dar-se-ão em


Assembléias Gerais da categoria, de acordo com os critérios constantes do Estatuto da
FENTECT.

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DA ELEGIBILIDADE

Art. 82. São elegíveis todos os associados não incursos em normas disciplinares internas que,
expressamente, os tornem inelegíveis, em dia com suas obrigações sociais, bem como livres
de qualquer vedação constitucional ou legal para ela.

a) O associado que exercer a função de chefia na ECT por mais de 60 dias, não poderá
concorrer a cargos eletivos dos órgãos do SINTECT/DF;

b) O associado que exerce cargo de chefia poderá, excepcionalmente, concorrer às eleições


dos órgãos do SINTECT/DF, desde que haja afastamento do cargo de chefia, no prazo de 18
meses antes da data da eleição;

c) Para concorrer às eleições aos órgãos do SINTECT/DF, o associado tem que estar filiado
há pelo menos 12 meses ininterruptos; ter contribuído com, no mínimo, 12 mensalidades
ininterruptas, antes da data da eleição, e ainda estar em dia com todas as obrigações
estatutárias.

DO ELEITOR

Art. 83. É eleitor todo associado que, na data da eleição, estiver em dia com suas obrigações
estatutárias, não estiver incurso em norma disciplinar interna que lhe retire esta condição e
livre de vedação constitucional ou legal para ela.

Parágrafo Primeiro. É assegurado o direito de voto ao associado aposentado ou licenciado do


trabalho por qualquer motivo.

Parágrafo Segundo. A relação dos associados eleitores será afixada em local de fácil acesso na
sede do Sindicato, até no máximo 15 (quinze)dias antes da data da eleição e será fornecida, a
partir da afixação, mediante requerimento, a um representante de cada chapa registrada.

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DO VOTO E DAS CHAPAS

Art.84. É garantido o sigilo do voto pelo uso:


a) de cédula única contendo todas as chapas registradas;
b) de cabine indevassável pelo eleitor para votar;
c) da rubrica dos membros da mesa coletora em cada cédula;
d) de urna que assegure a inviolabilidade do voto.

Parágrafo Primeiro. Na confecção da cédula devem ser utilizados papel, tinta e tipos de
impressão que dificultem a fraude, garantam o sigilo do voto e permitam a dobragem e o
fechamento sem o uso de cola.

Parágrafo Segundo - As chapas serão numeradas consecutivamente a partir do número 1(um),


de acordo com a ordem cronológica de registro e nelas constarão os nomes dos candidatos
efetivos e suplentes.

DA CONVOCAÇÃO DA ELEIÇÃO

Art. 85. A eleição é convocada pela Diretoria Colegiada do Sindicato, por Edital, que deverá
ser tornado público com antecedência máxima de 60 (sessenta) dias e mínima de 30 (trinta)
dias, da data de realização do pleito.

Parágrafo Primeiro. Além da cópia do Edital que se afixa na Sede do Sindicato, outras serão
afixadas nos principais locais de trabalho e setores principais da ECT na base territorial do
SINTECT/DF.

Parágrafo Segundo. No mesmo prazo do caput deste artigo, será publicado o aviso resumido
do Edital em jornal de grande circulação no Distrito Federal e no jornal do Sindicato, com
ampla divulgação.

Parágrafo Terceiro. Devem constar do Edital de Convocação os seguintes dados:


a) data, horários e locais da votação;

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b) prazo para registro de chapas e horários de funcionamento da Secretaria do Sindicato;


c) data da nova eleição, caso ocorra empate entre as chapas mais votadas (art. 105) ou não
seja pedido o registro de nenhuma Chapa (art. 89);

Parágrafo Quarto. O aviso resumido do edital deve conter os seguintes dados:


a) denominação completa do Sindicato;
b) prazo para o registro de chapas e horários de funcionamento da Secretaria do Sindicato;
c) datas, horários e locais da votação;
d) indicação dos principais locais de afixação do edital.

Parágrafo Quinto. O Sindicato deve usar outros meios de divulgação eficientes da eleição.

DO REGISTRO DE CHAPAS

Art. 86. É de até 15 (quinze) dias o prazo para registro de chapas, contado da publicação do
aviso resumido do edital.

Parágrafo Primeiro. O registro será feito exclusivamente na Secretaria do Sindicato, que deve
ficar aberta, para esse fim, durante o prazo fixado no caput deste artigo, pelo menos 8 (oito)
horas por dia, com a presença de pessoa habilitada para o atendimento dos interessados,
recebimento da documentação e fornecimento do competente recibo.

Parágrafo Segundo Do requerimento de registro, endereçado à Diretoria Colegiada, em 02


(duas) vias, assinada por um dos candidatos constantes da chapa deve constar:
a) exemplar, em 02 (duas) vias, da chapa;
b) ficha de qualificação de cada candidato, em 02 (duas) vias, assinadas;
c) cópia da carteira funcional.

Art. 87. Considera-se não habilitada ao registro a chapa que não oferece nomes para todos os
cargos efetivos e suplentes.

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Parágrafo Único. Havendo irregularidade na documentação apresentada, a Diretoria


Colegiada do Sindicato notificará o interessado para promover a correção, no prazo de 48
(quarenta e oito) horas, sob pena de recusa de seu registro.

Art. 88. A Diretoria Colegiada do Sindicato fará lavrar Ata do registro das chapas,
imediatamente após o encerramento de seu prazo, da qual constarão, pela ordem numérica de
inscrição, todas as chapas registradas.

Parágrafo Primeiro. A Diretoria Colegiada do Sindicato fará publicar nos veículos de


comunicação mencionados no Parágrafo 2. do art. 85, a relação nominal das chapas
registradas, no prazo de 72 (setenta e duas) horas após o término do prazo de registro,
declarando aberto o prazo de 5 (cinco) dias para impugnação de candidaturas.

Parágrafo Segundo. Qualquer ocorrência que afete a composição das chapas, como renúncia
formal de candidato ou morte, será comunicada aos associados pela Diretoria Colegiada do
Sindicato no quadro de avisos da entidade.

Parágrafo Terceiro. A chapa desfalcada poderá continuar concorrendo, se o número de


candidatos remanescentes for suficiente para o preenchimento dos cargos efetivos.

Parágrafo Quarto. Para os efeitos da estabilidade provisória dos dirigentes sindicais, a


Secretaria do Sindicato fornecerá aos candidatos, individualmente, um comprovante do
registro de sua candidatura, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas do mesmo e, em igual
prazo, remeterá comunicação escrita do fato ao órgão em que o candidato presta serviços.

Art. 89. Não havendo registro de chapa no prazo próprio, a Diretoria Colegiada do Sindicato,
no prazo de 48 (quarenta. e oito) horas, convocará nova eleição.

DA IMPUGNAÇÃO DE CANDIDATURAS

Art. 90. A impugnação de candidatura, a ser feita no prazo de 5 (cinco) dias a contar do
registro de uma chapa, far-se-á mediante requerimento à Diretoria Colegiada do Sindicato,

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contra recibo, e só poderá basear-se em causas de inelegibilidade constitucional, legal ou


estatutária.

Parágrafo Primeiro. A impugnação só pode ser apresentada por associado em dia com suas
obrigações sociais.

Parágrafo Segundo. Será lavrado termo de encerramento do prazo de impugnação, do qual


constarão os nomes dos impugnantes e respectivos impugnados.

Parágrafo Terceiro. Cada candidato impugnado será notificado pela Diretoria Colegiada do
Sindicato nas 48 (quarenta e oito) horas seguintes à data da lavratura do termo de
encerramento referido no parágrafo anterior e terá o prazo de 5 (cinco) dias para apresentar
razões de defesa.

Parágrafo Quarto. A Diretoria Colegiada do Sindicato dará decisão, no processo de


impugnação, no prazo de 5(cinco) dias, a contar do recebimento da defesa, sob pena de
subsistência da candidatura.

Parágrafo Quinto. Julgada procedente a impugnação, a Diretoria Colegiada do Sindicato fará


afixar no quadro de avisos o inteiro teor da decisão.

Art. 91. A chapa de que fizeram parte candidatos impugnados poderá concorrer, desde que o
número dos remanescentes seja suficiente para o preenchimento dos cargos efetivos.

DA VOTAÇÃO

Art. 92. Cada mesa coletora terá 1 (um) Presidente, 2 (dois) mesários e 1(um) suplente,
designados pela Diretoria Colegiada em comum acordo com os representantes das chapas
concorrentes, até 10 (dez) dias antes da data da eleição.

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Parágrafo Primeiro. Além da mesa coletora instalada na sede do Sindicato, deve ser instalada
pelo menos uma em local de fácil acesso, em cada um dos órgãos mencionados no art. 1° do
Estatuto.

Parágrafo Segundo. Outras mesas, coletoras poderão ser instaladas nos locais de trabalho e
também mesas coletoras itinerantes, com percursos previamente determinados pela Diretoria
Colegiada do Sindicato, em comum acordo com os representantes das chapas concorrentes.

Parágrafo Terceiro. Os candidatos poderão designar, dentre os eleitores, um fiscal por chapa
registrada para cada mesa coletora.

Parágrafo Quarto. Não podem ser designados fiscais os candidatos, seus parentes até o
segundo grau e os membros da administração do Sindicato.

Art. 93. Durante a votação, a mesa deve estar sempre completa, para o que serão observadas
as seguintes normas:
a) se o Presidente da mesa não comparecer até 15 (quinze) minutos da hora do início da
votação, assume a Presidência o primeiro mesário e, na falta ou impedimento, o segundo ou o
suplente;
b) para completar a mesa, se necessário, quem assumir a Presidência poderá nomear dentre os
presentes, salvo impedimento, membros ad hoc;
c) os mesários substituirão o Presidente de modo que, a qualquer momento da votação,
alguém responda pela normalidade do processo eleitoral;
d) para abertura e encerramento, todos os membros da mesa devem estar presentes, salvo
motivo de força maior.

Art. 94. No recinto da mesa coletora só podem permanecer os seus membros, os fiscais e o
eleitor enquanto vota, vedada a interferência de estranhos.

Art 95. Os trabalhos eleitorais devem ter duração mínima de 6 (seis) horas contínuas, salvo
quando todos os eleitores da relação de votantes já tiveram votado antes que se esgote aquele
prazo, caso em que poderá ser antecipado o encerramento.

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Parágrafo Primeiro. Durando a votação mais de um dia, ao final de cada dia a urna será
fechada com dispositivo que garanta a inviolabilidade, procedendo-se à feitura de ata
circunstanciada, assinada pelos membros da mesa coletora, com explicitação do número de
votos depositados.

Parágrafo Segundo. No caso do parágrafo anterior, a urna permanecerá no local onde foi
posta, sob a guarda de pessoas escolhidas de comum acordo pelos candidatos.

Parágrafo Terceiro. A reabertura da urna far-se-á na presença de mesários e fiscais, após


verificação de que não sofreu violação.

Art. 96. Cada eleitor, após identificar-se, assinará a folha de votantes, receberá a cédula
rubricada pelos membros da mesa, assinalará, na cabine indevassável, o retângulo
correspondente à chapa de sua preferência, dobrará a cédula e a depositará na urna.

Parágrafo Primeiro. O eleitor analfabeto aporá sua impressão digital na folha de votantes e um
dos mesários assinará a seu rogo.

Parágrafo Segundo. O eleitor mostrará aos membros da mesa e aos fiscais a parte rubricada da
cédula antes de colocá-la na urna, ao sair da cabine e, havendo dúvida, a cédula não será
aceita, registrando-se o fato para constar em Ata, computando-se esse voto em separado,
juntamente com os dos eleitores cujos nomes não constarem da relação de votantes.

Art. 97. É o seguinte o processo de tomada de voto em separado:


a) ocorrendo uma das circunstâncias consignadas no parágrafo 2° do artigo anterior, o
Presidente da mesa coletora entregará ao eleitor uma sobrecarta de voto em separado, para
que dentro dela ele coloque a cédula, colando a sobrecarta;
b) o Presidente da mesa coletora anotará no verso da sobrecarta a razão do voto em separado;
c) os votos em separado serão encaminhados conjuntamente ao Presidente da mesa aparadora,
para posterior decisão.

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Art. 98. No horário de encerramento da votação, previsto no edital, serão chamados os


eleitores que estiverem no recinto, cujos votos serão tomados regularmente e o encerramento
será declarado após a tomada do último voto.

Parágrafo Primeiro. A urna será lacrada com dispositivo que garanta a inviolabilidade, uma
vez encerrados os trabalhos de votação.

Parágrafo Segundo. Lacrada a urna, o Presidente da mesa fará lavrar a ata da sessão de
votação, que será assinada pelos membros da mesa e fiscais e consignará:
a) data e horário de início e encerramento da votação;
b) total dos votantes e dos associados habilitados a votar;
c) número de votos em separado;
d) resumo dos protestos levantados.

Parágrafo Terceiro. Lavrada e assinada a ata, o Presidente da mesa coletora entregará ao


Presidente da mesa apuradora todo o material utilizado na sessão de votação.

Art- 99. Com relação às urnas itinerantes, os procedimentos serão os mesmos adotados pelas
mesas coletoras fixas, assegurando-se nos locais a serem percorridos segundo os itinerários
previamente ajustados, o sigilo do voto em condições equivalentes às das cabines
indevassáveis.

DA APURAÇÃO

Art. 100. A apuração será feita na sede do Sindicato ou local seguro, por mesa apuradora
composta de um Presidente, um Secretário, dois Mesários e dois suplentes, designados pelo
Presidente do Sindicato em comum acordo com os representantes das chapas concorrentes e
um fiscal por chapa.

Parágrafo Único. A sessão de apuração será instalada imediatamente após o encerramento da


votação, conferindo-se o recebimento das atas das mesas coletoras, das relações de votantes e
das urnas lacradas.

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Art. 101. Verificar-se-á o quorum mínimo dos votantes, o qual é de 50% (cinquenta por
cento) mais um (01) dos votos dos associados aptos a votar.

Parágrafo Único. Não havendo quorum para validar a eleição, será convocado outro pleito no
prazo de 30 (trinta) dias, com qualquer número de votantes.

Art. 102. Para a apuração, proceder-se-á da seguinte forma:


a) proceder-se-á, em primeiro lugar, ao exame dos votos em separado, decidindo-se pela sua
apuração ou não, um a um, à luz das razões aduzidas nas respectivas sobrecartas;
b) as urnas serão abertas, uma de cada vez, para a contagem das cédulas de votação;
c) será lida a ata relativa a cada uma, tão logo seja aberta;
d) contadas as cédulas de cada, uma, o Presidente da mesa apuradora verificará se o seu
número coincide com o dos associados que votaram nela;
e) far-se-á a apuração da urna, se o número de cédulas for igual ou inferior ao dos associados
que votaram nela;
f) se o número de cédulas em uma urna for superior ao dos associados que votaram nela ,
proceder-se-á à apuração para verificação da diferença de votos entre as duas chapas mais
votadas, adotando-se o seguinte critério:
1 - se o número de cédulas em excesso for inferior à diferença de votos entre as duas chapas
mais votadas, descontar-se-á do total de votos dado à chapa mais votada um número igual ao
das cédulas em excesso, registrando-se o resultado;
2 - se o número de cédulas em excesso for igual ou superior à diferença de votos entre as duas
chapas mais votadas, a urna será anulada.

Art. 103. Terminada a apuração, o Presidente da mesa apuradora proclamará eleita a chapa
que obtiver maior número de votos e fará lavrar a ata dos trabalhos.

Parágrafo Primeiro. A ata da apuração deverá conter:


a) dia e hora do início e do encerramento dos trabalhos;
b) local ou locais de funcionamento das mesas coletoras e das urnas itinerantes;
c) nomes dos membros das mesas coletoras e fiscais representantes;

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d) resultado de cada urna apurada, com registro do:


1 - número de associados que votaram;
2 - número de sobrecartas com votos em separado;
3 - número dos votos em separado computados e dos votos não computados;
4 - número de cédulas apuradas;
5 - número de votos em branco;
6 - número de votos nulos;
e) número total dos associados que votaram em todas as umas;
f) resultado geral da apuração;
g) proclamação dos eleitos;

Parágrafo Segundo. A ata da apuração será assinada pelo Presidente da mesa apuradora,
mesários, secretário, suplentes e fiscais.

Art. 104. Se houver uma ou mais urnas anuladas e o número de votos anulados
correspondentes for superior ao da diferença de votos entre as duas chapas mais votadas, a
mesa apurados não proclamará o resultado, competindo à Diretoria Colegiada do Sindicato
convocar eleições suplementares no prazo de 15(quinze) dias, das quais participarão
unicamente os eleitores constantes das relações de votantes distribuídas às mesas coletoras
das umas anuladas.

Art. 105. Havendo empate entre as chapas mais votadas, a Diretoria Colegiada convocará
novas eleições no prazo de 30 (trinta) dias, limitadas às chapas empatadas.

Art. 106. Ocorrendo as pendências mencionadas nos artigos 104 e 105, as cédulas apuradas
permanecerão, indicativamente, com alguém escolhido de comum acordo pelas chapas
concorrentes, até a proclamação final do resultado, a fim de garantir a eventual recontagem
sob a guarda do Presidente da mesa apuradora.

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DAS NULIDADES

Art. 107. A anulação do voto não implica na anulação da urna e a anulação desta não implica
na da eleição, aplicando-se a norma do art. 102.

Art. 108. Anulada a eleição, obriga-se a Diretoria do Sindicato a convocar outra no prazo
máximo de 30 (trinta) dias).

DO PROCESSO ELEITORAL

Art.109. O Sindicato manterá, permanentemente, em arquivo, todas as peças do processo


eleitoral, em 2(duas) vias, sendo a primeira a da documentação original.

DOS RECURSOS

Art. 110. Das decisões da Diretoria Colegiada do Sindicato nas impugnações de candidatos e
das adotadas pelos Presidentes das mesas coletoras e da mesa aparadora, cabe recurso à
Assembléia Geral do Sindicato, no prazo de 5(cinco) dias, sem efeito suspensivo sobre o
desenvolvimento do processo eleitoral.

Parágrafo Único. No caso deste artigo, a Diretoria Colegiada do Sindicato fará a convocação
de Assembléia Geral Extraordinária, no prazo máximo de 15 (quinze) dias.

DA POSSE DA NOVA DIRETORIA ELEITA

Art. 111. A posse da nova Diretoria Eleita será feita no prazo máximo de 30 (trinta) dias a
contar da publicação do resultado oficial das eleições.

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DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 112. A Diretoria Colegiada comunicará, por escrito, aos órgãos respectivos, a eleição dos
trabalhadores que neles prestam serviço.

Art. 113. Os prazos previstos neste regulamento computam-se excluído o dia do começo e
incluído o do vencimento, prorrogando-se para o primeiro dia útil subsequente, o prazo que
terminar em sábado, domingo ou feriado.

Art. 114. As alterações estatutárias efetivadas no VI CORTECT/DF de 2007, relativas ao


número de Diretores da entidade e respectiva composição da Diretoria e todas as alterações,
bem como a ordem numérica e alfabética dos Artigos, entrarão em vigor a partir deste
Congresso e será cumprida no próximo processo eleitoral em 2008.

REGIMENTO INTERNO DA DIRETORIA COLEGIADA

CAPÍTULO I

DAS REUNIÕES ORDINÁRIAS E EXTRAORDINÁRIAS E DAS


REUNIÕES AMPLIADAS

Art. 1º As reuniões ordinárias da Diretoria Colegiada serão realizadas, observado o quorum


mínimo de oito (08) membros titulares e/ou suplentes da Diretoria Colegiada, às terças-feiras,
das 19:00 às 21:40 horas, ou se, ocorrer feriado, no dia útil subsequente.

Parágrafo Único - A reunião será cancelada, e transferida a sua pauta para a semana seguinte,
quando:
I - Até às 19:00 horas, não houver quorum;
II - Havendo quorum, a maioria dos presentes decidir não realizá-la.

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Art. 2º A convocação para as reuniões ordinárias é automática, a partir da aprovação do


presente Regimento, obrigando-se os Diretores titulares e suplentes a estarem presentes, salvo
quando, comprovadamente:
I - Estiverem doentes ou em gozo de férias ou licença de qualquer natureza.
II - Estiverem ausentes do Distrito federal, por motivo de força maior que justifique a mesma.

Parágrafo Único - A falta à reunião será considerada justificada nos casos acima e, também,
em outros, quando a justificativa tiver aprovação da maioria da Diretoria e de um membro
do Conselho Fiscal.

Art. 3º Somente terão direito a voz e voto, em reunião ordinária, os membros titulares e
suplentes da Diretoria Colegiada.

Art. 4º As reuniões extraordinárias serão convocadas com a antecedência mínima de um


dia, para tratar de assunto(s) específico(s).

Parágrafo Primeiro - Participarão da reunião extraordinária os membros que possuem direito


de convocá-la, de conformidade com o art. 1. deste Regimento Interno, ou seja, os
membros titulares ou suplentes da Diretoria Colegiada.

Parágrafo Segundo - As reuniões extraordinárias obedecerão às demais normas aplicáveis às


reuniões ordinárias.

Art. 5º - Nas reuniões de Diretoria Ampliada, participarão, com direito a voz, os


associados em geral, incluindo-se neste conceito os aposentados, bem como os anistiáveis
e demitidos, desde que estejam pleiteando judicialmente sua readmissão ou reintegração à
Empresa;

Parágrafo Primeiro -Terão direito a voto, na reunião ampliada, os membros titulares e


suplentes da Diretoria Colegiada, um membro do Conselho Fiscal, um membro do
Conselho de Representantes Sindicais, um Representante das CIPAS, desde que
sindicalizado, um Representante dos Associados, um Representante dos Aposentados

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filiados ao Sindicato, um Representante dos Demitidos e um Representante dos


Anistiáveis, desde que ambos estejam pleiteando, judicialmente, sua readmissão ou
reintegração à Empresa.

Parágrafo Segundo - As reuniões de Diretoria ampliada serão convocadas com a antecedência


mínima de 2 (dois) dias, por qualquer um dos membros citados no Parágrafo Primeiro do
presente Artigo;

Parágrafo Terceiro - A convocação deverá ter uma pauta definida;

Parágrafo Quarto - As matérias já objeto de deliberação em reuniões ordinárias e/ou


extraordinárias não serão recolocadas em discussão em reunião ampliada.

Parágrafo Quinto - As reuniões de Diretoria ampliada obedecerão, no restante, às normas


aplicáveis às reuniões ordinárias e extraordinárias.

CAPÍTULO II

DA REUNIÃO

Art. 6º Os assuntos que comporão a pauta da reunião ordinária serão propostos pelos
membros e suplentes da Diretoria Colegiada, até o dia da reunião, cabendo à Secretaria do
Sindicato relacioná-los, para a apresentação em reunião.

Art. 7º A pauta provisória será organizada na manhã do dia da reunião, obedecendo à


seguinte ordem:
I - Informes:
a) os informes que requeiram uma deliberação serão votados no final da reunião.
II - Assuntos pendentes da reunião, pela ordem;
III - Pauta do Dia;
IV - Assuntos Gerais.

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Art. 8º Cada assunto será designado a um relator, que, preferencialmente, será o que
propôs a sua inscrição na pauta.

Art. 9º A pauta provisória será afixada no quadro de aviso da Secretaria, até a manhã do
dia da reunião, para conhecimento geral.

Parágrafo Único - Constarão da pauta provisória os assuntos, na ordem estabelecida no art.


7º, e os respectivos relatores.

CAPÍTULO III

DA COORDENAÇÃO DAS REUNIÕES

Art. 10. A Direção da reunião será feita por (três) membros da Diretoria Colegiada,
eleitos entre os presentes à reunião.

Parágrafo Único - Iniciada a reunião, a mesa não será alterada até seu término, salvo motivo
de força maior.

Art. 11. A reunião ordinária será iniciada pela leitura e aprovação da Ata da reunião anterior.

Art. 12. A pauta do dia será lida, e aprovada a ordem em que os assuntos serão discutidos,
dando-se prioridade aos assuntos pendentes.

Parágrafo Primeiro - Não serão admitidos apartes, adendos, questões de ordem, ou quaisquer
outros tipos de intervenções durante a transmissão de informes.

Art. 13. Será fixado um tempo máximo para discussão de cada matéria, cabendo ao relator
iniciá-la com uma explanação objetiva cujo tempo deverá ser, em média, de 05 (cinco)
minutos.

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Art. 14. As inscrições para intervenções, que serão controladas pela mesa, encerrar-se-ão
quando o terceiro orador, se houver, concluir à sua falação.

Art. 15. As intervenções obedecerão à ordem das inscrições registradas pela mesa.

Parágrafo Único - Quando algum membro da Mesa se inscrever para fazer uso da
palavra, deverá licenciar-se de sua função, reassumindo-a em seguida à sua intervenção.

Art. 16. Cada intervenção terá um prazo improrrogável de três minutos, podendo o orador,
a seu critério, conceder apartes, que serão descontados do seu tempo de falação.

Parágrafo Único - Poderão ser reabertas novas intervenções mediante consulta ao plenário.

Art. 17. A Mesa avisará o orador quando faltar um minuto para a conclusão de sua
intervenção.

Art. 18. As questões de ordem devem se ater exclusivamente ao andamento dos trabalhos.

Art. 19. As questões de encaminhamentos devem se ater, apenas, aos direcionamentos da


discussão ou da votação de matérias.

Art. 20. As questões de esclarecimentos deverão ater-se, apenas, à elucidação de pontos


duvidosos e serão dirigidas, exclusivamente, à Mesa Diretora da Reunião.

Art. 21. As propostas apresentadas, após as discussões, serão encaminhadas à votação


através de uma intervenção a favor e outra em contrário e, em seguida, a mesa consultará o
plenário para verificar se o mesmo está devidamente esclarecido para, então, encaminhar a
votação.

Art. 22. A partir do momento em que a mesa declarar regime de votação, não serão
permitidas questões de qualquer natureza.

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Art. 23. Obedecendo o art. 4, o voto será:


I - Favorável ou contrário à aprovação da matéria, se houver uma só proposta.
II - Na proposta, se houver duas ou mais em votação.
1. No caso do inciso 11 do caput deste artigo, não será permitida a votação em mais de uma
proposta.
2. Ocorrendo empate na votação de qualquer matéria, será realizada nova votação,
antecedida de uma intervenção a favor e outra contra as propostas em discussão.
3. Persistindo o empate, o ponto será levado para a próxima reunião da Diretoria
Colegiada.

Art. 24. A matéria que houver sido rejeitada ou aprovada em reunião, somente poderá
ser reapresentada em qualquer uma das reuniões subsequentes se houver concordância da
maioria simples (metade e mais um) dos membros relacionados no art. 1 do presente
Regimento.

CAPITULO IV
DO REGISTRO DAS REUNIÕES

Art. 25. As reuniões serão registradas em Atas, devidamente rubricadas pelo Secretário
Geral após sua leitura e aprovação na forma do art. 11 e distribuídas aos Diretores.

Art. 26. Nas Atas serão anotados:

Parágrafo Primeiro. As presenças nas reuniões e as ausências dos titulares e suplentes da


Diretoria, com as justificativas destes, se houver.

Parágrafo Segundo.A pauta da reunião, obedecida a ordem de aprovação;

Parágrafo Terceiro. Os informes e seus autores;

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Parágrafo Quarto. As propostas apresentadas e aprovadas;

Parágrafo Quinto. O resultado das votações, com as abstenções, se houver;

Parágrafo Sexto. Os assuntos pendentes ficarão como pontos de pauta para a próxima
reunião.

Art. 27. Assinarão as Atas os membros titulares e suplentes da Diretoria Colegiada que
estiverem presentes à reunião.

Art. 28. Os Diretores ausentes deverão tomar conhecimento das Decisões de Diretoria
Colegiada, rubricando-as na Secretaria do Sindicato. Uma cópia da Ata será afixada no
quadro de aviso até a próxima reunião.

Art. 29. Poderão participar das reuniões, técnicos ou pessoas especialmente convidadas
para assessorar a Diretoria na tomada das decisões.

Art. 30. Os casos omissos neste Regimento serão resolvidos pela Diretoria Colegiada
através de consulta ao Estatuto Social vigente ou, se também omisso, por decisão de
maioria.

Brasília/DF, 24 de junho de 2007

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