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Classificação das redes

Wireless Personal Area Network (WPAN)

Wireless Local Area Network (WLAN)

Wireless

Metropolitan

Area

Network

(WMAN)

Wireless Wide Area Network (WWAN)

3

O que iremos ver agora??

Redes de Celulares

O que iremos ver agora??  Redes de Celulares … 4

Mas por que essas redes?

As redes de celulares estão espalhadas

pelo mundo inteiro

Podemos pensar em tráfego de dados (Internet) além de apenas voz

O que ganharíamos?

Mobilidade imperceptível e ininterrupta

5

Uma visão geral

Arquitetura celular, redes de celulares,

Por que esses nomes?

Uma visão geral

Áreas de cobertura geográficas

denominadas de células

Cada célula é formada por

Estação base Estações móveis

geográficas denominadas de células  Cada célula é formada por › Estação base › Estações móveis

7

Uma visão geral

Cada

célula

opera

em

frequência específicas

faixas

de

Uma visão geral …  Cada célula opera em frequência específicas faixas de 8

8

Uma visão geral

Uma estação base pode ser localizada no centro de uma célula ou em pontos

de intersecção de três células (antenas direcionais)

pode ser localizada no centro de uma célula ou em pontos de intersecção de três células

9

Uma visão geral

Informação trafega em ondas de rádio

10^5 ~ 10^8 Hz

Cada estação base está ligada a uma infraestrutura cabeada denominada

Central de Comutação de Unidade

Móvel (MSC)

Gerencia

chamadas

estabelecimento

Gerencia cobrança

e

término

10

de

Uma visão geral

MSC lida, por exemplo, com 100.000

assinantes e 5.000 conversas

simultâneas

em

O MSC está ligado a uma rede de longa

distância

Rede telefônica pública comutada (PSTN)

11

Acesso à interface

Em cada célula temos vários clientes realizando diversas chamadas Como é feito o compartilhamento do espectro entre os clientes?

TDM

+

FDM:

F

sub-bandas

e

T

compartimentos

F

x

T

chamadas

simultâneas CDMA: Sequência de chipping permite que se recupere a transmissão do remetente dentre todas as transmissões

12

Distribuição de Frequências

Temos uma porção das ondas de rádio disponíveis Para cada estação base é atribuída uma faixa desse total

Estações vizinhas recebem faixas diferentes para minimizar interferências

Se

sempre

acontecer?

para

cada

faixas

célula

fôssemos

atribuir

diferentes

o

que

iria

As faixas iriam acabar para cobrirmos uma área pequena!

14

Distribuição de Frequências

Antenas são configuradas para atingir uma certa área O mesmo grupo de canais pode ser utilizado em células diferentes à certa

distância

O processo de seleção e alocação de canais é denominado de planejamento

de frequências

15

Distribuição de Frequências

Distribuição de Frequências 16

Distribuição de Frequências

A

cobertura

real

é

chamada

de

footprint e possui uma forma amorfa

Mas

por

que

hexágonos?

sempre mostramos

Precisamos de uma forma para projetar e analisar o sistema

Círculos? Muitos espaços em branco ou sobreposições

17

Distribuição de Frequências

Mas

por

que

hexágonos?

sempre

mostramos

Quadrado? Triângulo? Hexágono?

Células devem atender dispositivos mais fracos, tipicamente distantes, em sua área

Avaliando a distância do centro e pontos

mais distantes no perímetro o hexágono fornece a maior área!

Consequência: Menor número de formas para

cobrir uma região!

Além

disso,

um

hexágono

se

aproxima

da

área

circular de antenas omnidirecionais

18

Distribuição de Frequências

Pensando em áreas hexagonais

Estações base podem estar:

No centro Antenas omnidirecionais

Em

três

dos

6

vértices

Antenas

direcionais

19

Atribuição de canais

Reuso

para uso eficiente do espectro Mas ainda podemos nos perguntar:

de

frequências

é

interessante

Como é feita a atribuição de canais entre as células?

Trunking

Muitos usuários, poucos canais

Canais são alocados sob demanda

Se apoia em probabilidades de uso dos usuários

Canais são devolvidosapós uso

20

Atribuição de canais

Dois tipos principais

Atribuição fixa

Atribuição dinâmica

Atribuição de canais

Atribuição fixa: 1.0

Conjunto pré-determinado de canais para cada célula Chamadas são atendidas pelo conjunto de canais não usados na célula Se todos os canais estiverem ocupados, a chamada é bloqueada

Podemos ter uma fila

22

Atribuição de canais

Atribuição empréstimo)

No

caso

fixa:

de

1.1

(Estratégia

de

bloqueio,

célula

realiza

empréstimo de canais de células vizinhas

MSC supervisiona esse empréstimo

de bloqueio, célula realiza empréstimo de canais de células vizinhas › MSC supervisiona esse empréstimo 23

23

Atribuição de canais

Atribuição dinâmica

Sempre que uma chamada é iniciada, a estação base consulta o MSC em busca de canal disponível

Tendência de bloqueio

Frequência de uso do canal

Distância de reuso

em busca de canal disponível     Tendência de bloqueio Frequência de uso do

24

Atribuição de canais

Atribuição dinâmica

Vantagens

Diminui

chance

de

bloqueio:

acesso a todos os canais!

todos

tem

Desvantagem

MSC

necessita

de

monitorar

de

os

canais

e

aumento

computação

carga

armazenamento

25

Atribuição de canais

E como avaliar a qualidade?

Grade of service (GOS): medida que indica chance de usuário ser atendido em horários

de pico (e.g., 4 pm, 6 pm,

)

Chance de chamada ser bloqueada Chance de chamada ser atrasada (usuário deve esperar a demanda cair)

Empresas definem o GOS e alocam canais de acordo com GOS desejado

26

Handoff

Temos

várias

células,

movendo na cidade,

usuários

se

É interessante que ao sair de célula e ir para outro o usuário não tenha sua ligação interrompida!

MSC transfere a ligação para nova estação base, aloca novos canais,

Algumas estratégias priorizam um handoff a uma nova ligação

27

Handoff

Deve ser realizada de modo imperceptível

aos usuários e com sucesso

Deve-se buscar um mínimo de transferências!

Nível mínimo do sinal para voz no terminal (Pmin): 90-100 dBm

Nível mínimo para handoff (Phand) = Pmin +

Folga larga: muitos handoffs

Folga curta: muitas perdas

28

Handoff

Handoff 29

Handoff

Importante: estação monitora nível do sinal por certo tempo para “perceber”

mobilidade

Estação deve agir antes que chamada seja perdida

Variações

e

handoff precisa ser imediato Tempo de permanência na célula: dwell time

muito

bruscas

podem

indicar

estação cliente em

alta

velocidade

30

Handoff

Estações

clientes

monitoram

sinal

da

estação base (mobile assisted handoff)

MSC

faz

apenas

transferências

e

internas, sem medições!

Terminal captados

informa

à

estação

base

alocações

os

níveis

MSC

pode

necessitar

mudar

de

sistemas:

chamada

local

chamada

à

distância

(roaming)

E

estações e o sinal cai muito pouco?

quando

existe

linha

de

visada

entre

as

Muito cuidado ao definir ∆, tempos,

31

Handoff - Priorização

Algumas estratégias

Handoff e novas chamadas podem ter a mesma chance de acessar um canal

Guard Channel: parte dos canais é reservado para handoff

Redução de tráfego com novas chamadas

Enfileiramento: requisição de handoff é enfileirado em busca de novos canais

enquanto o sinal ainda não leva ao fim da

chamada

32

Handoff

Um outro problema:

E

usuários

rapidamente?

que

se

movimentam

muito

Uso dos recursos durante curto intervalo

Umbrella: grandes áreas x áreas menores

que se movimentam muito  Uso dos recursos durante curto intervalo  Umbrella : grandes áreas

33

Handoff

Primeiros padrões: 10 s para um handoff GSM: 1 2 s para um handoff

Ampliando a cobertura

Mesmo

com

tudo

que

vimos,

a

demanda vem aumentando

Como ampliar o número de canais por área coberta?

Cell splitting

Sectoring

Zone Cell

35

Ampliando a cobertura

Cell splitting

Células são subdividas

Mais

antenas

menores,

mais reuso,

menor

a cobertura  Cell splitting › Células são subdividas › Mais antenas menores, mais reuso ,

potência,

36

Ampliando a cobertura

Sectoring

Antenas direcionais

Canais redivididos em cada setor: 3 a 6

Redução

dos

clusters

Maior

reuso

frequências

direcionais › Canais redivididos em cada setor: 3 a 6 › Redução dos clusters  Maior

37

de

Ampliando a cobertura

Sectoring

Muitos handoffs! Estações base modernas permitem handoff na mesma célula sem uso do MSC

Sectoring › Muitos handoffs !  Estações base modernas permitem handoff na mesma célula sem uso

38

Ampliando a cobertura

Zone cell

Várias zonas conectadas a mesma estação base por fibra ótica, coaxial, Cliente servido pela zona de melhor sinal

Mudanças

de

de

não

precisam

zona

handoff e mesmo canal é mantido

39

Ampliando a cobertura

Zone cell

Ampliando a cobertura  Zone cell 40

40

Padrões ao longo da história

Primeira Geração (1G)

Início dos anos 80

A novidade: realizar ligações longe de casa, em um aparelho sem fio

Celulares analógicos

Utilizava FDMA

Comunicação por voz

Diversos padrões em vários países

Não se sabia se a novidade iria conquistar os clientes!

41

Padrões ao longo da história

Primeira Geração (1G): Padrão AMPS

Estabelecimento

de

circuitos

 

para

conversação:

conexão

até

o

final

da

chamada

Opera na faixa dos 800 MHz

Cada canal com 30 KHz

25 MHz para enlace direto

25 MHz para enlace reverso

25 MHz / 30 kHz ~ 833 canais

42

Padrões ao longo da história

Segunda Geração (2G)

Objetivos:

aumentar

capacidade

de

tráfego, melhorar qualidade do sinal

Celulares digitais

Comunicação por voz

43

Padrões ao longo da história

Segunda Geração (2G)

Alguns padrões e tecnologias

TDMA IS-I36: FDM + TDM América do Norte

800 MHz e 1900 MHz

GSM: FDM/TDM Europa (busca por uniformização)

Em 2004 74,9% dos celulares eram GSM

800 900 MHz ; 1710 1880 MHz

CDMA IS-95: divisão de código América do Norte e Coréia

800 MHz

Padrões ao longo da história

Transição para terceira geração (2,5G)

Percebeu-se a importância do tráfego de dados GSM suportava taxas de dados a 9,6 kbps

geração (2,5G) › Percebeu-se a importância do tráfego de dados › GSM suportava taxas de dados

45

Padrões ao longo da história

Transição para terceira geração (2,5G)

Foram desenvolvidos protocolos e padrões provisórios para transmissão de dados sobre a infraestrutura 2G

GPRS: 40-60 kbps

EDGE: 384 kbps

CDMA 2000: 144,4 kbps

46

Padrões ao longo da história

Terceira geração (3G)

Finalmente foi finalizada a geração para tráfego de dados e voz

144 kbps em trânsito

384 kbps para quem anda a pé

2 Mbps em ambiente interno

47

Padrões ao longo da história

Terceira geração (3G)

Dois padrões importantes

UMTS: Utiliza CDMA Europa

CDMA 2000: Utiliza CDMA Ámérica do Norte e partes da Ásia

48

Padrões ao longo da história

Quarta geração (4G)

Celulares bem mais inteligentes

Seleção automática de acessos a Internet mais rápidos

tecnologias

Comutação

automática

entre

(e.g., de 802.11 para 3G)

Voz e vídeo em tempo real sobre IP

Velocidades

bem

superiores

as

gerações

demais

49

GSM 2G

Cada país na Europa tinha um sistema celular diferenciado! Tentativa de

padronização 1989: primeiros testes 1994: 1,4 milhões de assinantes

GSM 900, 1800,

Tentativa de padronização  1989: primeiros testes  1994: 1,4 milhões de assinantes › GSM 900,

50

GSM

Três fases de desenvolvimento

Fase I: Voz, Roaming Internacional, Serviços básicos de dados, bloqueio de chamada, encaminhamento de chamadas e Short Message (SMS) Fase II: Aviso de cobrança, chamada retida, identificador de chamadas, chamada em espera, conferência, grupos fechados de usuários e comunicação de dados adicional (GPRS)

Fase

de

III:

Perfil

de

Multi

Serviços

e

Plano

números privados e serviços de fax

51

GSM Alguns conceitos

MSISDN: Mobile Service ISDN Number Número discado associado ao assinante fornecido pela operadora

Gravado no SIM card.

CC = Country Code (código do país);

NDC

National

Destination

Code

=

nacional);

(código

SN = Subscriber Number (número de assinante). MSISDN = 55(CC) + 11(NDC) + 97912222(SN), ou 55 11 97912222

52

GSM Alguns conceitos

IMSI

-

International

Mobile

Subscriber

Identity: identificação única de assinante

Gravado no SIM card e no HLR (base de dados) da operadora

MCC = Mobile Country Code (código do país

celular);

MNC = Mobile Network Code (código da rede celular); MSIN = Mobile Station Identification Number (número de identificação do celular) IMSI = 311(MCC) + 030(MNC) + 000002359(MSIN), ou 311030000002359

do

53

GSM Alguns conceitos

IMEI

-

Identity

International

Mobile

Equipment

Número

série

único

no

hardware do móvel

operadora e

opcionalmente gravado na AUC (Central de Autenticação da Rede) para propósito

de validação

de

alocado

Registrado

pela

54

GSM Alguns conceitos

GT Global Title

Identificação endereço IP

Qualquer

identifica o equipamento Comunicação entre equipamentos dentro da rede e comunicação com outras operadoras também

mundo

~

única

internacional

operadora

GSM

no

55

GSM Organização básica

Células = antena transmissora + estação base (BTS)

Omnidirecional: possui este nome porque a área de cobertura desta célula é direcionada a um raio de 360º em relação ao ponto inicial de propagação.

Setorizada: concentra sua cobertura em um único setor (60º), o que possibilita a

cobertura de não somente uma célula e sim

três

56

GSM Organização básica

GSM – Organização básica 57

GSM Organização básica

LA (Location Area): conjunto de células em um determinado setor dentro da

rede

Operadora possui n LAs LAC (Location Area Code)

Controladas por um MSC

58

GSM Organização básica

PLMN (Public Land Mobile Network) é

um conjunto de LA’s, ou seja, é a área

total de cobertura da operadora.

Rede GSM ~ conjunto de PLMNs

) é um conjunto de LA’s , ou seja, é a área total de cobertura da

59

GSM Arquitetura

Rede GSM é dividida em duas camadas

Switching System (SS): núcleo da rede

Base Station System (BSS): rede de acesso

GSM Arquitetura

Base Station System (BSS)

Conexão do usuário a rede

Base Transceiver Station (BTS): estação base que fornece acesso ao usuário

Base Station Controller (BSC): alocar canais, monitorar qualidade das chamadas, handoffs

61
61

GSM Arquitetura

Switching System (SS)

Comutação

encaminhamento de mensagens, Mobile Switching System (MSC): comutação e conexão entre BSCs e PSTN. Centro da rede

chamadas,

de

Comutar chamadas

Informação de tarifação

Handoff

62

GSM Arquitetura

Switching System (SS)

Home

(HLR): base de

dados de assinantes (números, planos,

Location

Register

serviços, Visitor

).

Location

Register

(VLR):

base

de

dados de usuários visitantes

planos, Location Register serviços, › Visitor ). Location Register (VLR) : base de dados de usuários

63

GSM Arquitetura

Switching System (SS)

Authentication

Center

(AUC):

autentica

usuários a partir do IMSI criptografado.

Proteção contra clonagem

Equipment Identity Register (EIR): armazena IMEI (atrelado ao IMSI). Proteção contra

ladrões!!!

Qualquer outro SIM que não seja o do IMSI não é aceito!

Gateway Mobile Switching Center (GMSC):

comunicação com PLMNs e PSTNs.

64

GSM Alguns procedimentos

Paging: utilizando quando sistema quer descobrir onde o celular se encontra

Recebimento de chamada

…  Paging : utilizando quando sistema quer descobrir onde o celular se encontra › Recebimento

65

GSM Alguns procedimentos

Registro

MSC

recebe

aviso

de

que

celular

foi

desligado e não pode receber chamadas

Ao ser ligado, avisa a MSC sua localização atual e passa a requisitar serviços

VLR é atualizado

66

GSM Estabelecendo uma

chamada

GSM – Estabelecendo uma chamada 67

GSM Divisões entre usuários

Utiliza FDMA + TDMA

Canais de 200 KHz 8 períodos por quadro TDMA 148 bits por slot: dados, voz,

Utiliza FDMA + TDMA › Canais de 200 KHz › 8 períodos por quadro TDMA ›

GSM Transmissão de dados

Transmitindo

dados

por

cada

slot

reservado nos lembra muito comutação

por circuitos

Circuit Switched Data (CSD): 9.6 kbits/s

Como podemos melhorar isso?

High Speed Circuit Switched Data (HSCSD)

GPRS

69

GSM Transmissão de dados

High

Speed

(HSCSD)

Circuit

Switched

Data

GSM tradicional usa muitos bits com códigos de correção de erros

HSCSD utiliza códigos de acordo com qualidade do canal

50% de melhora

9.6 kbits/s 14.4 kbits/s

70

GSM Transmissão de dados

High

Speed

(HSCSD)

Circuit

Switched

Data

Além disso, utiliza múltiplos slots que ficam reservados

Utilizando um máximo de 4 slots:

4 × 14.4 kbit/s 57.6 kbit/s (melhor caso)

4 × 9.6 kbit/s 38.4 kbit/s

Máximo de 8 slots 115 kbit/s

71

GSM Transmissão de dados

High

Speed

(HSCSD)

Circuit

Switched

Data

Transmissão de voz tem precedência nem sempre consegue-se alocar todos os slots

Cobrança é mais cara que chamada por voz (e.g., por número de slots utilizados)

Alternativa é utilizar GPRS

72

GPRS 2,5G

Ainda temos a noção de slots

mas agora são alocados conforme a

demanda de envio e recebimento!

Sem reserva!

Taxas de 26 a 40 kbit/s, podendo chegar na teoria a 171,2kbit/s

Cobrança por utilização

Poucas modificações na infraestrutura GSM

73

GPRS

GPRS 74
GPRS 74
GPRS 74

GPRS

Atualização geral de software

MS: novas estações móveis

BTS: possível aumento de capacidade pela ativação de mais canais para suportar um

aumento do tráfego na célula

BSC: introdução de um novo hardware o Packet Control Unit (PCU) responsável por

separar o tráfego comutado a circuito

proveniente da estação móvel do tráfego

de dados comutado a pacotes do GPRS.

75

GPRS

Serving GPRS Support Node (SGSN): handoff de dados, atribuição de IP (armazenado no HLR),

roteamento

Gateway GPRS Support Node (GGSN) que a permite a conexão com a Internet e outras redes

de dados

HLR), roteamento  Gateway GPRS Support Node (GGSN) que a permite a conexão com a Internet

76

GPRS

Backbone GPRS do qual fazem parte outros SGSNs e GGSNs e um gateway para o Sistema de

Cobrança

GPRS  Backbone GPRS do qual fazem parte outros SGSNs e GGSNs e um gateway para

77

GPRS - Protocolos

Após o GGSN temos nossa rede comum Antes dele temos algumas adaptações

GPRS - Protocolos  Após o GGSN temos nossa rede comum …  Antes dele temos

78

GPRS - Protocolos

SNDCP: mapeamento de características a nível da rede em características das

camadas inferiores da rede

LLC:

link

lógico

altamente

confiável

e

criptografado entre MS e SGSN

das camadas inferiores da rede  LLC : link lógico altamente confiável e criptografado entre MS

79

GPRS - Protocolos

BSSGP: roteamento e informação relativa a

QoS entre o BSS e o SGSN

NS: transporta pacotes de dados do BSSGP. Baseada em Frame Relay.

relativa a QoS entre o BSS e o SGSN  NS : transporta pacotes de dados

80

GPRS - Protocolos

RLC: enlace confiável entre a MS e o BSS

MAC: aloca canais físicos, multiplexação de blocos,

GTP: tunelamento de dados no backbone

GPRS

 MAC : aloca canais físicos, multiplexação de blocos, …  GTP : tunelamento de dados

81

GPRS Fluxo Básico

Pacote de dados TCP/IP que é mapeado na

camada LLC (serviço confiável no enlace entre

a estação móvel e o SGCN) pelo SNDCP Para chegar ao SGCN este pacote utilizada camadas de protocolo específicas das

interfaces Um (RLC/MAC e interface rádio) e Gb

(BSSGP e NS baseado em Frame Relay)

de protocolo específicas das interfaces Um ( RLC/MAC e interface rádio) e Gb ( BSSGP e

82

GPRS Fluxo Básico

No SGSN os pacotes são chaveados para o backbone GPRS (interface GN) onde são

transportados através de um protocolo de tunelamento de dados (GTP) em uma rede IP utilizando TCP ou UDP como camada de

transporte

No Gateway o pacote de dados é roteado através de uma rede IP externa até o servidor de aplicação

83
83

GPRS Conectando um terminal

terminal é

reconhecido pela rede de forma

similar ao GSM

Além disso, a operadora fornece um

Ao ser ligado

um

endereço IP ao dispositivo

Fica registrado no HLR

84

GPRS Conectando um terminal

Duas formas principais de alocação de IP

Fixo: não é muito utilizada devido aos problemas com IPv4 Dinâmico: alocação sob demanda dos endereços

85

GPRS Conectando um terminal

Diagrama de estados do dispositivo

IDLE: MS é desconhecida

da rede.

A

partir do GPRS attach o dispositivo passa

a pertencer a rede e poder trocar dados

86
86

GPRS Conectando um terminal

Diagrama de estados do dispositivo

Em READY a cada mudança para uma nova célula, a MS envia uma mensagem de atualização de localização contendo

o identificador da célula na qual está

residindo no momento

87
87

GPRS Conectando um terminal

Diagrama de estados do dispositivo

STANDBY: SGSN conhece apenas a área de cada MS. Paging descobre localização exata

88
88

GPRS Tipos de Terminais

Três classes

Classe A: Terminais que podem tratar voz e dados ao mesmo tempo Classe B: Terminais que podem tratar voz e dados, mas não ao mesmo tempo

Classe

tratar

C: Terminais que podem

apenas dados, como cartões GPRS PCM/CIA para computadores portáteis.

89

GPRS tipos de terminais

De

acordo

com

a

forma

como

gerenciam os slots

Classe de Multislot

 

Número máximo de slots

Rx

Tx

Soma

1

1

1

2

2

2

1

3

3

2

2

3

4

3

1

4

5

2

2

4

6

3

2

4

7

3

3

4

8

4

1

5

9

3

2

5

10

4

2

5

11

4

3

5

12

4

4

5

90

GPRS taxa de dados

Detecção e correção de erros 4 tipos de codificação

CS1 CS4: menor redundância

Terminais suportam todos

 

Taxa

Taxa

 

máxima de

máxima de

Codificaçã

dados

dados

C/I (dB)

o

(kbit/s)

(kbit/s)

(Camada

Canais

 

LLC)

físicos

CS-1

8

9,05

-6

CS-2

12

13,4

-9

CS-3

14

15,6

-12

CS-4

20

21,4

-17

91

GPRS taxa de dados

Configuração comum

CS2 + 2-3 slots

Slots

CS1

CS2

CS3

CS4

1

9,05

13,4

15,6

21,4

2

18,1

26,8

31,2

42,8

3

27,15

40,2

46,8

64,2

4

36,2

53,6

62,4

85,6

5

45,25

67,0

78,0

107,0

6

54,3

80,4

93,6

128,4

7

63,35

93,8

109,2

149,8

8

72,4

107,2

124,8

171,2

GPRS Um pouco sobre modulação

GSM + GPRS

MSK: modulação em frequência, simples GMSK: bits na entrada do modulador passam por filtro com pulsos retangular gaussianos. Saída do filtro modula em MSK as portadoras, com transições mais suaves.

com pulsos retangular gaussianos. Saída do filtro modula em MSK as portadoras, com transições mais suaves

93

EDGE 2,5 G

As

GPRS Alterações mínimas na rede

taxas

ainda

estavam

baixas

com

Modulação, codificação e decodificação, redundância de informação

Também chamado de GSM EDGE ou EGPRS

94

EDGE 2,5 G

EDGE – 2,5 G 95

EDGE 2,5 G

Objetivo: aumento da capacidade de

transmissão da interface aérea no

corrente padrão GSM

Alterações realizadas

Atualização

do

software

das

BTS

suporte de GMSK e 8PSK

PCU EPCU

para

EDGE = EGPRS + ECSD.

96

EDGE

Alteração na modulação

EDGE  Alteração na modulação 97

97

EDGE

Alteração na modulação

Problema?

Dados

mais

condensados,

mais

difícil

para

receptor

discernir

informação

› Problema?  Dados mais condensados, mais difícil para receptor discernir informação 98

98

EDGE - EGPRS

Diferentes codificações

Codificação Família Taxa de dados por "timeslot" (Kbps)

Modulação

Taxa máxima 8 x "timeslots" (Kbps)

MCS-9

A

59.2

473.6

MCS-8

A

54.4

435.2

MCS-7

B

44.8

8 PSK

358.4

MCS-6

A

29.6 / 27.2

236.8 / 217.6

MCS-5

B

22.4

179.2

MCS-4

C

17.6

140.8

MCS-3

A

14.8 / 13.6

118.4 / 108.8

 

GMSK

MCS-2

B

11.2

89.6

MCS-1

C

8.8

70.4

99

EDGE - EGPRS

Cada codificação implica em pacotes

de diferentes tamanhos, nível de

redundância diferenciado

Por que famílias?

Dados

são

codificação

transmitidos

com

uma

Avalia-se a qualidade do meio Pode-se transmitir em outro nível na mesma família

MCS-9 MCS-6

100

EDGE - EGPRS

EDGE - EGPRS 101

EDGE

Novas taxas para ECSD

Tipo do

canal

Taxa de dados por "timeslot" (Kb/s)

Taxa máxima de

dados 2 x "timeslots" (Kb/s)

E-TCH / F43.2

 

86.4

43.2

(não utilizado)

E-TCH / F32.0

32.0

64.0

E-TCH / F28.8

28.8

57.6

EDGE - Terminais

Terminais

são

compatíveis

GPRS já existente

com

rede

BTS precisam suportar GMSK e 8PSK

Duas classes de terminais

Classe A Classe B

103

EDGE - Terminais

Classe A

GMSK + 8PSK no downlink

GMSK no uplink

Altas taxas no downlink

Alterações importantes na recepção

EDGE - Terminais

Classe B

GMSK + 8PSK no downlink e no uplink

Altas taxas nas duas direções

Alterações na transmissão e recepção

EDGE - Terminais

Mas como decidir entre as modulações?

Mais dados, precisa-se de maior taxa 8PSK

Poucos

dados,

é

melhor

economizar

energia! GMSK

106

EDGE - Protocolos

Algumas

alterações

modelo GPRS

em

relação

107

ao

108

E-EDGE

Uma melhoria na EDGE para permitir

taxas

similares

ao

3G,

com

menos

investimento

 

Taxas

em

torno

de

1

Mbps

foram

antecipadas Novas modulações

16QAM: 4 bits/símbolo 32QAM: 5 bits/símbolo

109

E-EDGE

Dois receptores para aumentar chance de sucesso na captura de sinal

Melhoria em transmissores e receptores para permitir transmissão e recepção

simultâneas

110

E-EDGE

Porém

O

mercado

se

movimentou

para

3G:

disponibilidade de aparelhos,

 

Outros

mecanismos

com

taxas

de

transmissão ainda maiores

111

3G

Um conceito vem dominando o mundo

Banda larga!

Jogos

interativos,

download

de

vídeos,

grande número de notebooks,

112

3G

No intuito

de ampliar cada vez mais o

tráfego de dados surgiu o projeto IMT-2000

da União Internacional de

(UIT)

para a 3Geração eram:

Telecomunicações

requisitos

cujos

144 kbit/s em todos os ambientes e 2 Mbit/s em ambientes "indoor" e de baixa mobilidade

Serviços baseados em comutação de circuitos e comutação de pacotes

Qualidade de voz comparável à da telefonia

fixa

Arquitetura aberta para a rápida introdução de novos serviços e tecnologias

113

3G

Investimentos para 3G

Padrões que facilitassem evolução dos padrões 2G

UMTS CDMA 2000: padrão de sistemas celulares baseados no IS-95

migração

vultosos

para

114

3G

UMTS

Evolução do GSM Utiliza como interface de rádio o WCDMA ou EDGE Até 2000 o GSM foi conduzido pela European Telecomunications Standards

Institute (ETSI). A partir daí ficou a cargo da 3rd Generation Partnership Project (3GPP), que é um esforço de várias organizações

para definir um sistema celular global de 3º

Geração UMTS (Universal Mobile Telecommunications System)

115

3G

UMTS

Utilizado pela Claro a partir do final de 2007 Agrupa tráfego em:

Conversational class (voz, vídeo conferência,

jogos com vídeos)

Streaming

class

(multimedia,

sobdemanda, webcast)

vídeo

Interactive class (web browsing, jogos em

rede, acesso a bancos de dados)

Background class (email, SMS, downloading)

116

UMTS

Arquitetura

UE:

É

o

terminal móvel e seu módulo de

identidade de serviços do usuário (USIM) equivalente ao SIM card dos terminais GSM

UTRAN: rede terrestre de acesso. Rádio do UMTS baseada no WCDMA CN: núcleo da rede que suporta serviços baseados em comutação de circuitos e

comutação de pacotes

117

UMTS

Detalhando

RNC: Controlador

(lembra-se do BSC?)

BS: Estações base (lembra-se do BTS?)

RNS: subsistema de

rádio

Iur, Uu, Iu: Interface entre componentes

: Estações base (lembra-se do BTS?) › RNS : subsistema de rádio › Iur, Uu, Iu

UMTS

UMTS 119
UMTS 119
UMTS 119

UMTS

Protocolos manter

buscam

compatibilidade com GSM

UMTS  Protocolos manter buscam compatibilidade com GSM 120

UMTS

Interface canais

de

rádio

utiliza

três

tipos

de

Lógicos: mapeados nos canais de transporte

Transporte: RNC lida com canais de transporte utilizados para transportar diferentes fluxos de

informação

› Transporte : RNC lida com canais de transporte utilizados para transportar diferentes fluxos de informação

121

UMTS

Interface de rádio utiliza três tipos de canais

Físicos:

interface Uu. Diferentes tipos de

banda podem ser alocadas para diferentes finalidades

de canais › Físicos : interface Uu. Diferentes tipos de banda podem ser alocadas para diferentes

122

UMTS W-CDMA

Uu (ligação com terminais) baseado no padrão de interface de rádio W-CDMA

W-CDMA operação

dois modos de

possui

FDD: enlaces de subida e descida utilizam canais de 5 MHz diferentes TDD: link de subida e descida compartilham a mesma banda de 5 MHz

Ainda sem uma especificação clara!

123

UMTS W-CDMA

Geralmente atua na faixa de 2100 MHz

900 MHz e 1850MHz também são usados

E como os usuários acessam o meio em cada um dos modos?

CDMA-DS: terminais compartilham uma

mesma faixa de frequência, porém com diferentes códigos

124

UMTS

As

versões

mais

atuais

do

UMTS

buscaram aumentar ainda mais as taxas

HSDPA

Foco em assimetria como o ADSL Downlink de até 11 Mbps

UMTS - HSDPA

Upgrade de hardware e software nas BSs (ou nó B) e RNCs Novo canal

Canal compartilhado de enlace de descida de alta velocidade (HS-DSCH)

Frame de 10 ms dividido em sub-frames de 2 ms

Cada sub-frame é composto de 3 slots de 0,67 ms 15 códigos por canal

126

UMTS - HSDPA

BS, e não mais o RNC, é quem decide qual o terminal que receberá os recursos Aloca taxas de dados mais altas para canais melhores (link adaptation)

Modulação: QPSK ou 16QAM

 Aloca taxas de dados mais altas para canais melhores ( link adaptation ) › Modulação:

127

UMTS - HSDPA

Melhora o tempo de retransmissão em

caso de erro

Terminais requisitam retransmissão antes de decodificar mensagem

Reduz tempo de ida e volta dos dados

erro › Terminais requisitam retransmissão antes de decodificar mensagem  Reduz tempo de ida e volta

128

UMTS - HSPA

HSDPA + melhoria no uplink

Modulação 16QAM

Novo canal:

Enhanced Dedicated Channel E-DCH Atualizações nos terminais, BSs e RNCs

Dedicado a cada usuário (até 4 códigos)

Tempo de transmissão reduzido para 10 ms

ou 2 ms

129

UMTS - HSPA

BS

pode

pedir

retransmissão

de

dados

rapidamente (similar ao HSDPA)

do

gerenciado e alocado junto as BSs

Potência

de

transmissão

terminal

é

130

UMTS - HSPA

     

Pico de taxa

Pico de taxa

Categoria

Códigos x Spreading

TTI 10 ou 2 ms

de dados - Camada 1 (TTI = 10 ms)

de dados - Camada 1 (TTI = 2 ms)

UE

Categoria 1

1 x SF4

10

ms

0,73 Mbit/s

-

Categoria 2

2

x SF4

Ambos

1,46 Mbit/s

1,46 Mbit/s

Categoria 3

2

x SF4

10

ms

1,46 Mbit/s

-

Categoria 4

2

x SF2

Ambos

2,0 Mbit/s

2,92 Mbit/s

Categoria 5

2 x SF2

10 ms

2,0 Mbit/s

-

 

2 x SF2 +

     

Categoria 6

2

x SF4

Ambos

2,0 Mbit/s

5,76 Mbit/s

131

UMTS HSPA+

Evolução buscando novo aumento de velocidades tanto no uplink como no

downlink

132
132

UMTS HSPA+

Duas antenas de transmissão nas BSs e duas antenas de recepção nos terminais

Processamento adicional de sinais

Sem uso adicional de largura de banda ou

potência

Taxas de Pico HSPA+

MIMO (MIMO 2X2 DL)

 

Sem MIMO

   

14

Mbit/s (16-QAM)

Downlink

28 Mbit/s (16-QAM)

21 Mbit/s (64-QAM)

Uplink

5,76 Mbit/s (QPSK) 11 Mbit/s (16-QAM)

5,76 Mbit/s (QPSK)

11

Mbit/s (16-QAM)

133

UMTS HSPA+

64 QAM no downlink e 16 QAM no uplink Terminais com bom sinal são atendidos rapidamente

BSs

possuem

mais

com sinais ruins

tempo

para

estações

134

UMTS HSPA+

Transmissão descontínua (DTX) e Recepção descontínua (RTX) permitem

que transmissores e receptores sejam desligados

Economia de bateria Redução de interferência nas BSs

135

UMTS HSPA+

Cria-se

uma

convergência

transmissão de pacotes

Melhoria no serviço VoIP

Menores preços

para

136
136

UMTS HSPA+

Pelo que vimos, parece que estamos chegando num serviço similar à banda

larga residencial

UMTS – HSPA+  Pelo que vimos, parece que estamos chegando num serviço similar à banda

137

UMTS Migração

Alguns probleminhas

Upgrade de hardware, Assume que operadoras deveriam adquirir novas faixas de frequência WCDMA IMT-2000 alocou frequências possibilitando a implantação de novos sistemas, bem como alinhamento global de frequências

138

UMTS Migração

UMTS – Migração 139

139

UMTS Migração

Operadoras passaram a adotar UMTS gradualmente

Coexistência

existentes! Serviços para os vários grupos de terminais Mas como seria isso?

entre

UMTS

sistemas

e

UMTS Migração

Rede

central

GSM/UMTS

em

contato com:

GSM/EDGE

através

da GSM EDGE Radio

Access

Network

(GERAN)

Interface A entre BSC e MSC para os serviços de comutação a

circuito.

BSC e nós

de suporte para os serviços comutados a

pacote do GPRS e

Gb entre

o

EDGE.

comutação a circuito . BSC e nós de suporte para os serviços comutados a pacote do

141

UMTS Migração

Rede

central

GSM

em contato com:

WCDMA através da UMTS Terrestrial

Access

Radio

Network (UTRAN)

Migração  Rede central GSM em contato com: › WCDMA através da UMTS Terrestrial Access Radio

A evolução

Velocidades acima de 200 Mbps

Novas aplicações

TV interativa

Jogos avançados

Abrangência para computadores, dispositivos eletrônicos,

A evolução

Mas

por

que

tudo

isso

no

mercado

móvel?

A evolução  Mas por que tudo isso no mercado móvel? 144

144

A evolução

O que o HSPA já fez

A evolução  O que o HSPA já fez 145

A evolução

Long Term Evolution LTE