OS ESTÁGIOS DE REGÊNCIA E A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS

Profa Dra Vera Lúcia MARINELLI Faculdade de Educação da USP Departamento de Francês da PUC-SP

Resumo Os estágios de regência constituem-se numa das etapas fundamentais da formação de professores de línguas estrangeiras. Trata-se de um momento no qual o estagiário vivencia todas as ações a serem executadas, por ocasião de sua inserção no mundo profissional. Primeiramente, faz a análise de seu público-alvo, com o intuito de identificar necessidades e definir objetivos. Num segundo momento, seleciona os conteúdos a serem ministrados, reflete sobre a metodologia e o sistema de avaliação. E, por último, coloca em prática o programa elaborado. Todo esse processo é respaldado pela reflexão sobre o ato de ensinar e aprender línguas estrangeiras, reflexão esta desenvolvida em aulas teóricas. Consideramos que essa rica experiência, já implementada nos cursos de licenciatura em línguas estrangeiras oferecidos na USP e na PUC-SP, deva ser preservada e aperfeiçoada. Palavras-chaves: formação de professores - Francês - Italiano -

Introdução A formação de professores de línguas estrangeiras dá-se num longo percurso, que envolve a aquisição e/ou aperfeiçoamento de conhecimentos lingüísticos e socioculturais, a reflexão sobre o funcionamento destes, bem como sobre o processo de ensino e aprendizagem de idiomas. Neste trabalho, vamos focalizar um dos momentos mais significativos da licenciatura: o estágio de regência. A realização dessa modalidade de estágio oferece uma formação mais completa e sólida ao futuro profissional de Letras, na qual o licenciando torna-se sujeito do processo, vivenciando não apenas o cotidiano da sala de aula, mas também as etapas que antecedem à docência. Num primeiro momento, descreveremos os contextos acadêmicos em que atuamos como docente e formadora de futuros professores de línguas estrangeiras : a Licenciatura em Francês e Italiano da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP) e o curso de Letras: Francês da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). A seguir, serão apresentadas algumas contribuições do aporte teórico fornecido pelas aulas de Metodologia/Prática de Ensino, na implementação dos estágios de regência. Por último, serão fornecidos alguns exemplos de avaliação dessa modalidade de estágio, avaliação esta feita pelos sujeitos do processo (professoresestagiários).

a com as teorias de ensino e aprendizagem de línguas estrangeiras estudas nas aulas teóricas da Licenciatura. Convém lembrar que os estágios de observação fazem parte das atividades de formação inicial de professores de línguas estrangeiras. b) fornecer subsídios para o desenvolvimento dos estágios de regência. emissão de certificados aos participantes. inscrições. referências bibliográficas). alguns minicursos em língua materna. a capacitação de professores de línguas estrangeiras deve oferecer subsídios teóricos e práticos que favoreçam a formação de profissionais habilitados a atuarem não só na Educação Básica. relacionando. o licenciando elabora um plano. Assim sendo. além dos minicursos em línguas estrangeiras. via CEPEL. em centros de línguas da rede pública estadual e municipal. Esse centro está vinculado ao Departamento de Metodologia do Ensino e Educação Comparada (EDM) da FEUSP e responde pela implementação dos referidos minicursos (organização das turmas. Há uma demanda crescente da sociedade quanto ao conhecimento de idiomas. as parcerias e convênios com instituições internacionais vem se multiplicando. além da Educação Básica. entre outras atribuições). escolas de idiomas e empresas.1. a possibilidade de atuar profissionalmente em outros contextos educacionais. garantir um espaço para a experimentação metodológica. já que. 1.1 1 Apresentação do projeto na página da FEUSP. mas também nos diferentes contextos educacionais apresentados anteriormente. espaço físico. a reflexão e a troca de experiências sobre ensino e aprendizagem de línguas (materna e estrangeiras). O referido projeto tem por objetivos: “ fomentar a pesquisa. 1205 . complementar a formação dos alunos dos cursos de Licenciatura em Letras. na internet (cf. Estágios de regência e formação diferenciada Os professores de línguas estrangeiras têm. tanto no campo profissional quanto nos meios acadêmicos. anteriormente e/ou concomitantemente à regência. Tais estágios contam com a supervisão do docente de Prática/Metodologia de Ensino e têm por objetivos: a) levar o aluno à refletir sobre a prática pedagógica. o que requer profissionais com sólidos conhecimentos em línguas estrangeiras. Convém destacar que. bem como em escolas de idiomas. a ser desenvolvido em escolas de ensino fundamental e médio. por meio de estágios supervisionados”. Esse é um dos objetivos dos estágios de regência que apresentaremos a seguir. nos dois espaços acadêmicos que apresentaremos a seguir – a Licenciatura em Letras (Francês e Italiano) da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP) e a Licenciatura em Letras: Francês da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). também são oferecidos.1 Formação de professores de línguas e estágios de regência na FEUSP Os estágios de regência do curso de Licenciatura em línguas estrangeiras da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP) são desenvolvidos no âmbito das atividades do Centro de Estudos e Pesquisas em Ensino de Línguas CEPEL/projeto Minicursos de Línguas. tais como cursos de extensão universitária e cultural. Para a realização dessa modalidade de estágio.

1206 . Fornecem também importantes subsídios para a realização de pesquisas sobre ensino e aprendizagem de línguas. ministrando minicursos em línguas estrangeiras. A parceria entre o IPREM e o Projeto Minicursos do CEPEL foi efetivada a partir do segundo semestre de 2006 e se constituiu numa experiência muito profícua para ambas as instituições. um árduo trabalho de pesquisa. de acordo com as características específicas de cada um deles. com o crescimento do número de licenciandos e da procura por cursos de idiomas. Somando-se a isso. não apenas do material que embasaria as aulas. Metodologia do Ensino de Francês I e II e Metodologia do Ensino de Italiano I e II. a do texto acadêmico. oferecemos duas turmas para públicos específicos: Francês Instrumental (Campus Butantã) e Italiano para a melhor idade (Iprem). Dois exemplos : USP Zona Leste e IPREM – Instituto de Previdência do Município de São Paulo. A duração pode ser semestral ou anual. além do Campus Butantã. O Italiano para a melhor idade foi ministrado no Instituto de Previdência do Município de São Paulo (IPREM) que atende a pensionistas de servidores municipais. em especial. Recentemente. promovendo a inclusão do idoso na sociedade. todos com carga horária de 30 horas/aula). As professoras-estagiárias contataram também com o acompanhamento individualizado da supervisora de estágio. resultou na ampliação da oferta de atividades aos pensionistas que participam do projeto “Iprem Melhor Idade”. serão oferecidos no IPREM. o que demandou a leitura de bibliografia específica. a saber. alunos e funcionários) e também à comunidade externa (interessados em geral) desde 1983 e se configuram como prestação de serviço da universidade à comunidade. Público-Alvo: pós-graduandos e demais interessados em desenvolver a compreensão escrita em língua francesa. O Instrumental teve por objetivo desenvolver a habilidade de leitura em francês. Trataremos aqui apenas dos minicursos atrelados às disciplinas sob nossa responsabilidade. os minicursos passaram a ser oferecidos em outros espaços. Para o IPREM.Os Minicursos de Línguas são oferecidos à comunidade USP (professores. além do francês e italiano. Público-alvo: pensionistas e aposentados na faixa etária entre 50 e 92 anos. Ministrados por alunos-estagiários vinculados à Faculdade de Educação da USP. Diante de resultados tão positivos. além das turmas voltadas para o público em geral (no total. minicursos em outros idiomas que integram a Licenciatura da FEUSP. Para a FEUSP. os minicursos são coordenados e supervisionados pelos professores de Metodologia do Ensino das diferentes línguas (materna e estrangeiras) e são oferecidos gratuitamente. Em 2006. em 2007. mas também da metodologia a ser implementada. a presença de estagiárias da FEUSP. participar do referido projeto contribuiu para o aperfeiçoamento de seus licenciandos – que puderam atuar num contexto diferenciado de ensino e aprendizagem de línguas. temos a relevância social desse trabalho. 11 em francês e 10 em italiano. Tanto este quanto o minicurso de Francês exigiram. dos respectivos professores-estagiários. Convém destacar que esse minicurso trabalhou com uma temática específica : gastronomia. interessados em adquirir conhecimentos lingüísticos e culturais em língua italiana. Desde 2002 – ano em que iniciamos nossas atividades como professora-responsável pelas disciplinas anteriormente citadas – observamos um aumento significativo na demanda por esses minicursos.

2 Formação de professores de línguas e estágios de regência no curso de Letras: Francês da PUC-SP Frutos de uma parceria entre o Departamento de Francês da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e o colégio Santa Helena. além da continuidade do trabalho desenvolvido com esse público. trata-se de um momento muito especial de sua formação inicial. foram oferecidas duas turmas de Francês para Iniciantes. em 20032. às dúvidas e dificuldades que venham a se manifestar ao longo dos estágios de regência. os estágios de regência configuram-se como a primeira oportunidade na qual esses licenciados vão se posicionar como sujeitos no exercício profissional. além de oferecer subsídios teóricos. 1207 . são oferecidos cursos de português. sendo uma para jovens e adolescentes e outra para adultos e melhor idade. com carga-horária de 30 horas/aula. Na ocasião. pela primeira vez. inglês e francês ao corpo de funcionários da referida instituição. Estágios de regência : relações entre teoria e prática Para a maioria dos alunos que cursam as disciplinas voltadas à formação de línguas estrangeiras sob nossa responsabilidade. A repercussão desses cursos junto à comunidade foi extremamente positiva. Segundo Perronoud (2002:18). Poderíamos dizer que. respondendo. para esse público. Tanto no Santa Helena quanto no Emílio Ribas. Nesse contexto. No caso de línguas (materna e estrangeira). Essa modalidade propicia também momentos de reflexão e troca entre os estagiários. Inglês e Francês). foram criadas novas turmas de Francês para principiantes voltadas para interessados em geral. o professor de Metodologia/Prática de Ensino. 2 Fomos responsáveis pela disciplina entre março de 2001 e dezembro de 2005. Todos esses cursos são acompanhados pelos respectivos supervisores de estágio (Português. os estágios de regência desenvolvidos no âmbito da disciplina Prática de Ensino e Estágio Supervisionado de Francês do curso de Licenciatura em Letras : Francês da PUC-SP foram viabilizados. A partir de 2005. os cursos de francês são desenvolvidos ao longo de dois semestres. os professores-estagiários são estimulados a desenvolverem as regências em duplas. Em 2004 e 2005. 2. uma vez que podem assumir tanto o papel de sujeito (professor) quanto o de observador do processo (assistindo a aula do colega). escola particular da Zona Sul de São Paulo. um principiante está “entre duas identidades: está abandonando sua identidade de estudante para adotar a de profissional responsável por suas decisões”. uma vez que a maioria nunca lecionou. concomitantes ao período em que os licenciandos cursam a disciplina Prática de Ensino e Estágio Supervisionado de Francês I (primeiro semestre) e II (segundo semestre). atendendo assim uma demanda da comunidade da região na qual se situa a escola. permeado de expectativas e inseguranças. com o qual a PUC-SP mantém uma parceria para o desenvolvimento de estágios em várias áreas de conhecimento.1. Visando oferecer maior segurança e tranqüilidade para o desenvolvimento das aulas. faz o acompanhamento desses professores-estagiários. Todos os cursos oferecidos foram semestrais. adequadamente. os professores-estagiários passaram a atuar também em outro contexto: o Instituto de Infectologia Emílio Ribas.

Nosso objetivo é desenvolver. na cultura brasileira. pelos próprios professores-estagiários. Alguns exemplos de temáticas discutidas nesse locus: a) atividades para a primeira dos estágios de regência. Posteriormente. além de ser acompanhado individualmente pelo supervisor/coordenador dos cursos (no caso. Para tanto. o conteúdo a ser ministrado. nas quais são evocadas a importância e/ou influência da cultura estrangeira. geralmente. A primeira delas é a elaboração do plano de ensino do curso de língua estrangeira que irá ministrar. antes do início da regência. b) a motivação em sala de aula : o papel do lúdico no ensino da gramática e do léxico. Alguns resultados desse processo de formação inicial estão registrados. resolução de eventuais conflitos em classe. Para tanto. visando sensibilizar os aprendizes para o ensino da língua estrangeira. Uma outra característica dessa atividade: os estagiários são estimulados a produzirem e/ou selecionarem o material didático a ser introduzido no curso. Buscam também. são selecionadas músicas e/ou crônicas em língua materna. nos diferentes contextos profissionais nos quais venham a atuar. a metodologia adotada e o sistema de avaliação. Além disso. Durante a implementação dos cursos. já lecionam. Trata-se de um fórum privilegiado em que os professores-estagiários expressam e discutem as dificuldades enfrentadas em sala de aula. fará a análise do público-alvo com o intuito de delimitar os objetivos a serem desenvolvidos. bibliografia). no mais das vezes. eventualmente. Esse espaço de trocas é fundamental para que os futuros professores compreendam a importância do trabalho em equipe. Isso não significa que sejamos contra o uso do livro didático. a primeira oportunidade de reflexão sobre o próprio desempenho como professor de idioma(s). Uma outra função desse fórum é fomentar a troca de experiências bem sucedidas no trabalho desenvolvido nas regências. elaboração dos instrumentos de avaliação (contínua e pontual). nas aulas teóricas das disciplinas Metodologia/Prática de Ensino. preparação de aulas. a solução desses problemas. é discutido em grupo. esse programa é analisado pelo professor de Metodologia/Prática de Ensino e discutido com os demais licenciandos. a serem enfrentadas por ocasião de seu ingresso no contexto profissional: elaboração do diário de classe. O estágio de regência é também um momento diferenciado na formação inicial de professores de idiomas pois o licenciando terá contato com questões relativas à administração do cotidiano escolar. de autores brasileiros consagrados. coletivamente. de modo a propiciarem conteúdos adequados ao público brasileiro. entre outros aspectos presentes na rotina escolar. A elaboração desse plano de curso é balizada nas orientações fornecidas por Courtillon (cf. em seus respectivos relatórios de estágio de regência. as capacidades de reflexão e análise. o dia a dia de cada professor-estagiário. são concebidos para cursos com a duração de 120 a 150 horas. por ocasião da elaboração/seleção dos conteúdos programáticos a serem introduzidos em sala de aula.O licenciando é convidado a vivenciar também todas as etapas que precedem sua entrada em sala de aula. reflexão esta feita à luz do aporte teórico fornecido pelas aulas teóricas da Licenciatura. Mesmo para aqueles que. no futuro professor de línguas estrangeiras. controle de freqüência dos alunos. nas aulas teóricas. o professor da licenciatura). a cargahorária desses estágios (30 horas/aula num semestre) não favorece a introdução de livros didáticos que. a regência vai oferecer. atribuição e entrega de notas. Dois exemplos : 1208 . bem como pelas discussões realizadas com os demais licenciandos.

Provavelmente. muito positivos – vivenciados como coordenadora/supervisora dos estágios de regência da Licenciatura em Línguas Estrangeiras (Francês e Italiano) da FEUSP e do curso de Licenciatura em Letras: Francês da PUC-SP (2001 a 2005). é importante que o professor tenha essa consciência desde sua formação inicial. Nesse sentido. “atropela” o aluno na medida em que serve a um esquema de aula e não às necessidades do educando. Tais orientações recomendam que. teve por objetivo compartilhar alguns desafios. ainda são poucos os que se 1209 . julgava que minha aula estava desorganizada e sem uma lógica. resolução de problemas e integração”. Essa modalidade de estágio é um dos momentos mais importantes de toda a formação inicial de professores. em sua maioria. bem como sobre os benefícios dessa “liberdade de escolha” para os aprendizes de seu grupo-classe. O minicurso ministrado em dupla é um primeiro passo para que o futuro professor possa construir uma relação educativa baseada em princípios de cooperação.“Seguir os capítulos do modo como são organizados no livro didático parece mais confortável porque nos dá a sensação. as professoras-estagiárias reconhecem a importância do trabalho em equipe e apontam alguns princípios norteadores dessa sua reflexão sobre o ofício de professor. mas as produções dos alunos desmentiram esta impressão. talvez. a temática da colaboração tem suscitado várias pesquisas que apontam para a necessidade de um professor que saiba trabalhar em grupo. autonomia. Esperamos que este texto contribua para a reflexão acerca da importância dos estágios de regência na formação inicial de professores de línguas estrangeiras. Infelizmente. durante o I CLAFPL. por intermédio de estágios de regência. São poucas as instituições de ensino dispostas a acolher licenciandos para o desenvolvimento dessa modalidade de estágio. Apesar de ter sido bastante difícil no início. No excerto acima. criatividade. tem sido ainda bastante restrita. por vezes. efetivamente. Mas acredito que esta “progressão” acaba centrada no professor e eu queria evitar que isso acontecesse. os licenciandos façam intervenções nas escolas. concluí que a liberdade na organização da aula faz com que esta tenha mais consistência e atenda. “Nos últimos anos. A princípio. a estagiária reflete sobre a oportunidade de estabelecer e organizar os conteúdos do curso sem a imposição da progressão do livro didático. a partir do terceiro ano da licenciatura. Conclusão A apresentação deste trabalho no simpósio “A Formação de Professores de Línguas Estrangeiras : desafios e possibilidades”. a intervenção de futuros profissionais de Letras nas escolas brasileiras. A revisão da literatura sobre o tema revelou a existência de inúmeros estudos sobre a formação continuada do professor reflexivo. de uma progressão na aprendizagem do aluno. no qual o licenciando torna-se. dificuldades e resultados – que consideramos. Nesse caso. O que quero dizer é que trabalhar com um método “pré-fabricado”. de modo mais satisfatório aos anseios do aluno”. esse quadro irá se alterar com a implementação das novas diretrizes curriculares nacionais referentes à formação de professores da Educação Básica. No entanto. ainda que ilusória. sujeito do processo de ensino e aprendizagem.

2006. Porto Alegre: Artemed Editora. assumir a forma simultânea de uma prática “real” e “reflexiva”. desde a formação inicial. 2002. 1210 . em vez de ser apenas a familiarização com a futura prática. Disponível em < http://www2. Acesso em 14 dez. PERRENOUD. P. J. Como aponta Perrenoud (2002: 104) : A formação de “profissionais reflexivos” deve se tornar um objetivo explícito e prioritário em um currículo de formação dos professores. COURTILLON.br/estrutura/>. futuros profissionais do ensino de idiomas. a experiência poderia. Referências Bibliográficas CEPEL/Projeto Minicursos. 2003. – L’évaluation en FLE. – A Prática Reflexiva no Ofício de Professor: Profissionalização e Razão Pedagógica.detêm no processo inicial de formação de licenciandos.usp.fe. Paris: Hachette.

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