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PESQUISA

Revisãodearquivo

O que se ouve como declaração de Eilen G. White pode nunca ter sido dito por ela

Luiz André dos Reis

Assistente de Pesquisa

Eilen G. White, IAE, Campus

do Centro de

Central.

Pesquisas

E ntre as interessantes e inspira- doras histórias relatadas no An -

tigo Testamento, encontra-se uma um tanto peculiar. Está no livro de I Reis, capítulo 13. É a história do triste

fim de um homem de Deus. Sua atua- ção como profeta fazia-se sentir nos dias do idólatra Jeroboão, rei de Israel. Sua missão: desacreditar o rei perante seus altares idólatras e profetizar a vin- da de Josias 300 anos mais tarde para pôr fim a essa prática. Imediatamente depois disso, o profeta anônimo deveria voltar para sua casa por um caminho diferente do qual o levara até Betei, a cidade idólatra. Não deveria deter-se em nenhum lugar para comer pão ou beber vinho (13:9), como fora a ordem do Senhor. No caminho, porém, che- gou-se-lhe um velho profeta e, por tan-

to insistir e até mentir-lhe (v. 18), fê-lo

mudar de idéia, desobedecer e cair no desagrado dAquele que o enviara. O episódio sinistro ocorreu após ter ele

saído da casa do falso profeta, encon- trando o resultado da desobediência nas garras de um leão. Que contraste: pou- co antes, um bem-sucedido profeta; agora, um cadáver na estrada. Esse episódio chega até nós como um testemunho de que acreditar gra- tuitamente em pretensas declarações inspiradas pode ser temerário. Tivesse

o profeta de Deus se mantido firme na

convicção de que a palavra do Senhor não poderia ser contradita, no dizer de Paulo, nem por "um anjo vindo do Céu" (Gál. 1:8), sua história teria sido contada com muito mais honra. Repetidas vezes, seguimos o mes- mo caminho pelo qual andou o profe- ta de nosso texto. Ao dar ouvidos a

conversas de fontes duvidosas, tão abundantes em dias de engano e con-

fusão religiosa, colocamos em risco o fundamento de nossa fé individual e a unidade do pensamento e crença da Igreja. Se não cultivarmos precisão quanto à confiabilidade das fontes do que ouvimos e passamos adiante, se- remos candidatos a crer e a propagar afirmações que, embora inocentes e até piedosas a princípio, não passam de implícitas distorções da verdade. As conseqüências de tal procedimento hoje não são tão fatais como o foram ao malfadado profeta de nosso texto,

e trazem consigo uma carga de trope-

ço e deletérias heresias para a Igreja.

Telefone sem fio

Pessoas famosas freqüentemente têm distorcidas suas palavras (escritas ou faladas) e faz-se muita especulação sobre sua vida. Sobre Rui Barbosa, por exemplo, afirmou-se que para conseguir o progresso intelectual, fa- zia uso do café e de bacias de água fria onde mergulhava os pés com o fim de manter-se acordado estudando. Leiamos o que ele respondeu: "Mui- tas lendas se têm levantado sobre ex- cessos de minha vida Refratário sou ao café. Nunca recorri

a ele como estimulante cerebral. Nem uma só vez em minha vida busquei

num pedilúvio o espantalho do sono.

devo

o melhor dos meus frutos

às minhas madrugadas." 1 Eilen G. White, via de regra, não pas- sou incólume no corredor dos especula-

dores. Desde os primórdios de sua pro- dução literária, houve pessoas que usa- ram seus escritos de forma distorcida, como é o caso descrito no livro Teste-

pág. 57, de um

certo irmão Curtis, que forjou algumas de suas declarações para apoiar o que ele pensava e as publicou em um perió- dico pioneiro, o Day-Star. Ao tratar des- se tipo de atitude para com os Testemu- nhos (termo usado para descrever as pri- meiras mensagens do Espírito de Profe-

munhos Para Ministros,

Heber Pintos

cia), Eilen G. White afirmou: "O Salva- dor ordenou aos Seus discípulos: 'Aten- tai no que ouvis.' (Mar. 4:24). E Ele fala de uma certa classe que ouve, porém não entende, a menos que se convertam e sejam curados. Novamente Ele diz:

'Vede, pois, como ouvis.' (Luc. 8:18)." 2 Deixemos que ela mesma explique como ocorrem as distorções de seus escritos: "H á muitos colocando sua própria interpretação sobre o que ou- vem, fazendo com que o pensamento se apresente totalmente diferente da- quilo que o autor se esforçou por ex- pressar. Alguns, ouvindo através de seus próprios preconceitos ou pressu- posições, entendem o assunto como

Novamente, uma

expressão perfeitamente verdadeira e correta em si mesma pode ser total- mente distorcida pela transmissão através de muitas mentes curiosas, descuidadas e cavilosas. Pessoas bem- intencionadas freqüentemente são descuidadas e cometem graves erros e não é provável que outros os relatem mais corretamente. Alguém que não compreendeu o que o pregador queria dizer repete uma observação ou decla- ração, dando-lhe seu próprio colorido. Isso causa uma impressão sobre o ou- vinte justamente de acordo com seus preconceitos e imaginação. Esse rela- ta a um terceiro que, por sua vez, pas- sa adiante; e, antes que qualquer um deles esteja ciente do que está fazen- do, têm realizado o propósito de Sata- nás em plantar as sementes de dúvida, zelo e suspeita em muitas Satanás posta-se-lhes ao lado a fim de

desejam que

apresentar tudo a seu entendimento

em uma falsa

Como o título do artigo sugere, pro- ponho que façamos uma revisão, um pente-fino em nossos arquivos men- tais. Será do tipo em que nós revemos o que mantemos ali já há muito tempo e nos desfazemos daquilo que perdeu seu valor. Faremos isso analisando al- gumas das atuais declarações apócri-

fas (falsas) atribuídas a Eilen G . Whi-

te. Nã o há

gotá-las aqui. Pode haver muitas ou- tras citações apócrifas sendo dissemi- nadas atualmente, mas que ainda não se tornaram conhecidas. A o tratar da Revelação, é nosso dever ser muito criteriosos no processo de ler as men- sagens e citá-las posteriormente, tanto as mensagens da Bíblia, quanto as do Espírito de Profecia. No mínimo, o li- vro em que se encontra essa ou aquela declaração deveria ser citado. Isso dará segurança e confiabilidade ao que falamos e preservará a verdade.

nenhuma pretensão de es-

." 3

Tipos de deturpações

Segundo os depositários dos escritos de Eilen G. White, pessoas que estão responsáveis pela edição e publicação dos livros da Sra. White, existem 5 ti - pos de citações apócrifas, declarações erroneamente atribuídas a ela. Algu- mas dessas citações apócrifas não são muito conhecidas no Brasil; outras são comuns. Mas aproveitamos a oportuni- dade para apresentar a verdade antes mesmo que apareça a distorção.

Jesus virá após 6.000 anos de pe- cado. A presente questão tem sido as- sunto para várias especulações e teo- rias. Uma das declarações encontra- das no livro O Grande Conflito, à pá-

gina 665, diz: "Durante seis mil anos,

o seu cárcere [o sepulcro] recebeu o

povo de Deus e ele os queria conser- var cativos para sempre; mas Cristo quebrou os laços, pondo em liberdade os prisioneiros." Estaria Eilen G. White marcando um tempo específico para a vinda de Cristo? A explicação pode ser encontrada aceitando-se o fato de que Eilen G. White não estava usando o cômputo dos seis mi l anos

para determinar o fim do mundo. Os seis mil anos faziam parte da crono-

do século XI X

chamado Ussher, que datava a Cria- ção em 4.004 a.C. A falha de sua cro- nologia é que esta se baseava princi- palmente nas genealogias bíblicas, o que não é nem um pouco confiável devido à variação na seqüência dos nomes. Veja, por exemplo, as dife- renças entre a cronologia de Mateus 1:8 e I Crônica s 3:10-12 . A cronolo - gia de Ussher era a melhor disponível entre as mais de 120 existentes em sua época. Suas datas podiam ser vis- tas na margem da Bíblia de Eilen G.

logia de um arcebispo

White. Eilen G. White, assim como os es- critores bíblicos, teve a inspiração di- nâmica, ou seja, cremos que a inspira- ção atuou sobre ela e não em suas pa- lavras. Deus não ditou a Seus profetas as palavras que deveriam escrever.

para a idade da Terra querem apenas enfatizar a duração temporal do pe- cado, ou reforçar o longo período de tempo em que Satanás esteve atuante na Terra. Situação dos alunos nos colégios. Afirma-se que a Sra. White ensinou que se Jesus voltar enquanto jovens adventistas estão na escola, serão considerados como obreiros das sea- ras do Senhor. Sobre 9 assunto, não há nada publicado. O Índice Para os Escritos de Ellen G. White (pág . 3.190) cita o conceito correto que produziu a associação de idéias no li - vro O Desejado de Todas as Nações, pág. 74. "Quando trabalhava ao banco de carpinteiro, fazia tanto a obra de Deus, como quando operava milagres em favor da multidão. E todo jovem que segue o exemplo de Cristo na fi - delidade e obediência em Seu humil- de lar, pode reclamar aquelas palavras proferidas a respeito dele, pelo Pai, por intermédio do Espírito Santo: 'Eis aqui o Meu Servo a quem sustenho, o Meu eleito, em quem se compraz a Minha alma.' Isa. 42:1." 3. Textos extraídos do contexto. Essa prática é muito comum entre os que querem provar alguma idéia pró- pria que seja supostamente inferida de alguma declaração da Sra. White. Re- tiram então uma frase do contexto e citam-na isolada. Então, ao serem de- frontados com um possível engano, justificam: "Bom, se Ellen White não "

disse isso, deveria ter dito

E regra

1.

Testemunhos dependentes in-

Portanto, o que ela escreveu é fruto de

áurea da hermenêutica (interpretação

teiramente da memória. A memória,

uma pessoa inspirada. 4

exemplos

do sentido das palavras) que o contex-

como todos j á sabemos por

experiên-

de equívocos por parte dos escritores

to deve ser considerado como decisi-

cia própria, não é confiável. E é exa- tamente nesse processo de ouvir e passar adiante que surgem algumas citações apócrifas. Vejamos um exemplo:

bíblicos ao tratarem de assuntos que não eram essenciais à salvação como, por exemplo, Mateus citando uma profecia de Zacarias como sendo de Jeremias (Mat. 27:9 e Zac. 11:12 e

vo para a compreensão de alguma fra- se ou idéia, seja bíblica ou do Espírito de Profecia. Eilen descreve indivíduos "pegando uma sentença aqui e ali, ti - rando-a de sua devida relação e apli-

Haverá uma refeição sabática em outro planeta. Refere-se a um relato, baseado na memória, de que Eilen G. White afirmou em uma conversa num jantar que os habitantes de outros mundos estão ajuntando frutas para o

para

o

mar de vidro

13) e os escritores do Novo Testa- mento, que citaram traduções gregas inferiores ao original hebraico. Deus os conduziu a usarem o melhor dispo- nível em seu tempo e assim também foi com Eilen G. White. Ela não pre-

cando-a segundo sua idéia." 6 Vinda de Cristo à meia-noite. Fre- qüentemente ouvimos a dúvida: "Não declarou Ellen G. White que Cristo voltará à meia-noite?" Faz-se necessá- ria uma leitura do livro Primeiros Es-

sábado em que os santos trasladados,

tendia ser autoridade em termos de

critos, pág. 285, onde ela afirma: "Foi

que viajam rumo ao Céu, passarão por

história ou cronologia e precisou pes-

à

meia-noite que Deus preferiu livrar

ali. A única afirmação sobre o assunto está em Primeiros Escritos, pág. 16, que diz: "Todos nós entramos na nu- vem e estivemos sete dias ascendendo "

quisar. Como afirmou seu filho, Wil - liam White: "Mamãe nunca desejou que nossos irmãos os considerassem (seus escritos) como autoridade no to- cante a pormenores da História ou de

Seu povo." A libertação a que ela se

refere é da sentença de morte contra o povo de Deus. Os eventos seguintes ocorrem em rápida sucessão até que "Surge logo no Oriente uma pequena

o

Associação de idéias. Associa-

ções exageradas de declarações ou

2.

datas históricas." 5 O cômputo em dis- cussão foi utilizado por Eilen G. Whi-

nuvem negra, aproximadamente da metade do tamanho da mão de um ho-

idéias específicas, aplicadas a contex-

te

como ênfase literária. As declara-

mem." 7 (Grifo acrescentado). Veja O

tos gerais ou vice-versa.

 

ções que se valem dos 6.000 anos

Grande Conflito, págs. 642-646.

"Ovos não deveriam ser servidos em vossa mesa." Essas palavras fo- ram escritas em um testemunho pes- soal e específico de Eilen G. White ao irmão e irmã E, registrado no livro Testimonies, vol. 2, pág. 400. Os fi- lhos do casal tinham tendências imo- rais que seriam estimuladas ainda mais pelo uso de ovos. Eilen G. Whi- te complementa a idéia declarando que as crianças com tais tendências deveriam ter uma dieta simples, sem a presença de alimentos de origem animal. Se retirarmos essas palavras de seu contexto, produziremos uma contradição da posição apresentada no livro A Ciência do Bom Viver, pág. 320, onde ela recomenda o uso de "ovos de aves sadias e bem ali- mentadas e cuidadas". Eilen G. White entre os 144.000. Em nenhum dos escritos de Eilen G. White, encontramos uma só declara- ção de que ela estaria com certeza en- tre os 144.000. Como registrado em Primeiros Escritos, pág . 40, o anjo

lhe assegurou: "Se fores fiel, junta- mente com os 144.000 terás o privilé- gio de visitar todos os mundos e ver a obra das mãos de Deus." (Grifo acres- centado). A promessa era condicional, dependia de sua fidelidade. Veja tam- bém Mensagens Escolhidas, vol . 2, pág. 263. Ordenação de mulheres. Eilen G. White escreveu em 1895: "As mu- lheres que estivessem dispostas a de- dicar algum tempo ao serviço do Se- nhor deveriam ser designadas para

jo -

vens e ministrar às necessidades dos pobres. Deveriam ser separadas para essa obra pela oração e imposição de mãos." 8 Com efeito, Eilen G. White não estava endossando a ordenação de mulheres ao ministério e sim a dedicação de diaconisas. Ela mesma rejeitou uma credencial que continha a designação de "Ministra ordena- da". A palavra "ordenada" foi então cuidadosamente riscada da creden- cial. 4. Declarações falsamente atri- buídas a Eilen G . White. Houve também quem tivesse o cuidado de "escolher" passagens publicadas na Review (revista pioneira da Igreja), usando-as de forma adulterada. Até mesmo declarações, provérbios e di - tados de outros autores foram atribuí- dos a Eilen G. White, como o exem- plo seguinte:

Provérbio cristão. A bela e inspira- dora frase: "Quando olho para mim

visitar os enfermos, cuidar dos

mesmo, não vejo como me salvar, quando olho para Cristo, não vejo como me perder", freqüentemente ci- tada como sendo de Eilen G. White, na verdade foi proferida pelo grande reformador Martinho Lutero. Eilen G. White faz em seus escritos aproxima- damente 700 referências a "olhar para Cristo", mas não nessa exata seqüên- cia de palavras. Filhos desviados voltando à Igreja

no fim dos tempos. Essa declaração já

é bem conhecida do Centro de Pes-

quisas Eilen G. White, sediado no IAE-Campus Central. Fazem-se refe- rência s à Review and Herald, de 1890, 1898 e 1912. A questão é sobre

a última obra intercessória de Cristo no Santuário Celestial como sendo em favor dos jovens que saíram da Igreja. Essa afirmação não foi encon- trada em nenhum dos escritos de Ei- len G. White. A possível fonte para esse mal-entendido encontra-se no li- vro Testimonies, vol . 6, pág . 401 :

"Quando a tempestade da persegui- ção realmente se abater sobre nós,

muitos que se desviaram do redil vol- tarão para seguir o grande Pastor."

Amém!

Planos

terrestres

e

a

vinda

de

Cristo. O interessante conselho para vivermos "como se Cristo viesse da- qui a 100 anos e estar preparados como se Ele viesse hoje", originou-se

nos escritos de Ann Lee 9 , membro de um grupo religioso chamado shakers,

e não nos escritos de Eilen G. White.

Ela declarou sim, no livro Testimo- nies, vol. 5, pág . 200: "Deveríamos

vigiar e trabalhar como se esse fosse

o último dia que nos fosse concedi-

do." Sinal indicando o fechamento da porta da graça. Declaração falsamen- te atribuída a Eilen G. White publica- da num suplemento da Review and Herald de 21 de junho de 1898, afir- mando que uma escuridão literal co- brirá a Terra como sinal para o povo de Deus de que a porta da graça se fe- chou. A declaração foi disseminada por um Pastor Adventista do Sétimo Dia. Tal ensino é contrário à sua afir- mação no livro O Grande Conflito, pág. 615: "Quando a irrevogável de- cisão do Santuário tiver sido pronun- ciada e o destino do mundo tiver sido para sempre fixado, os habitantes da Terra o saberão." 5. Pura ficção. Declarações com- pletamente espúrias, sem nenhum vestígio sequer de referência feita por Eilen G. White, como a tão famosa

declaração de que:

Igrejas inteiras juntamente com seus pastores se perderão. Nem mes- mo por associação de idéias poder-se- ia inferir algo tão fatalista assim. Tal afirmação é completamente objetável. Veja o capítulo sobre a "Sacudidura" no livro Primeiros Escritos, págs. 269-273. O livro Testimonies, vol. 8, pág. 41 , assim diz: "Fileira após filei- ra do exército do Senhor se unia ao inimigo e companhia após companhia das fileiras do inimigo se unia ao povo de Deus que guarda os Seus mandamentos." O apóstolo Pedro, conhecendo o pe- rigo de a verdade ser deturpada entre os membros da Igreja Cristã primitiva, escreveu-lhes em sua segunda carta,

. Paulo

vos escreveu segundo a sabedoria que lhe foi dada, ao falar desses assuntos, como de fato costuma fazer em todas as suas epístolas, nas quais há certas coisas difíceis de entender que os ig- norantes e instáveis deturpam, como também deturpam as demais Escritu- ras, para a própria destruição deles." E ele adverte no verso 17: "Vós, pois, amados, prevenidos como estais de antemão, acautelai-vos; não suceda que, arrastados pelo erro desses insu- bordinados, descaiais da vossa própria firmeza; antes crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Sal- vador Jesus Cristo." Ofereço a oportunidade de concluir este artigo à própria Sra. White: "E agora, a todos os que anseiam pela verdade, eu diria: Não deis crédito a relatos não autenticados a respeito do que a Irmã White disse ou fez. Se de- sejais saber o que o Senhor revelou através dela, lede suas obras publica- das. Se houver algum ponto de inte- resse a respeito do que ela não escre- veu, não tomeis o relato ansiosamen- te, disseminando rumores quanto ao que ela disse." 10

capítulo 3, versos 15 e 16: "

Referências:

1. Siegfried J. Schwantes. Colunas do Caráter, pág. 85.

2. Ellen G. White. Testimonies. vol. 5, pág. 694.

3. Ibidem, pág. 695.

4. Artigo de Warren Johns. Revista Ministry, abril de

1984.

5. Ellen G. White. Mensagens Escolhidas, vol. 3, pág.

446.

6. Ellen G. White. Mensagens Escolhidas, vol. 1, pág.

44.

7. Ellen G. White. O Grande Conflito, pág. 646.

8. Eilen G. White. Review and Herald, 9/07/1895.

(Citado em História do Adventismo, de Mervyn Maxwell, pág. 201). 9. Index to the Writings of Ellen G. White, pág. 3.191. 10. Ellen G. White. Testimonies, vol. 5, pág. 696.