Você está na página 1de 82

Redes de Computadores

Introdução

Dois ou mais computadores (hosts), ou outros dispositivos, conectados entre si com o objetivo de compartilhamento de recursos (dados, periféricos,…)

Foram construídas para fins militares na década de 60.

Os EUA necessitavam interconectar diversos centros de comando.

1967- 1968 – ARPA (Advanced Research Projects Agency) – interligação de redes de origem militar e de universidades.

Redes de Computadores

Introdução

1975 a DARPA (Defense Advanced Research Projects Agency) – criação do protocolo TCP/IP

1983 – rede ARPANET interligando computadores de diferentes universidades nos EUA usando o protocolo TCP/IP

1985 – A Fundação Nacional de Ciência nos EUA construiu a NSFNET, rede de alta capacidade destinada à entidades de pesquisa.

1989 – criação do IAB (Internet Advisory Board), subdividido em dois grupos IRTF(Internet Research Task Force) e IETF (Internet Engineering Task Force)

Redes de Computadores

Introdução

1993 – Propagação do uso da Internet e criação de inúmeras redes de computadores

Início da década de 90 - Internet: rede mundial de computadores, grande número de redes e de hosts interconectados entre si, compartilhando dados e serviços.

Redes de Computadores

Atividades Realizadas pelo Sistema de Comunicação

Utilização do sistema de transmissão

Geração de sinal Sincronização Formatação das mensagens Detecção e correção de erros Controle de fluxo Codificação da informação Compressão de dados

Encriptação dos dados Roteamento Endereçamento Gerenciamento da rede

Redes de Computadores

Princípios básicos de Telecomunicação

Redes de Computadores Princípios básicos de Telecomunicação

Redes de Computadores

Princípios básicos de Telecomunicação

Comunicação – ocorre quando uma informação é enviada de uma fonte para um destino (transmissor e receptor).

Para que a informação seja transmitida é necessário a presença de um meio de transmissão.

Para que continue a existir a comunicação é necessário a interpretação da informação.

Para isto é necessário uma linguagem de comunicação definida através de um formato.

O formato desta comunicação é definido através de um Protocolo.

Redes de Computadores

Princípios básicos de Telecomunicação

Os protocolos garantem a integridade dos dados transmitidos e recebidos em uma rede de computadores.

Redes de Computadores Princípios básicos de Telecomunicação Os protocolos garantem a integridade dos dados transmitidos e

Redes de Computadores

Princípios básicos de Telecomunicação

Protocolo é definido como um conjunto de regras que controla o formato e o significado dos pacotes ou mensagens que são trocadas pelas entidades pares contidas em ma camada.

As entidades utilizam protocolos com a finalidade de implementar suas definições de serviços.

Um serviço é especificado por um conjunto de operações disponíveis que podem ser acessadas por um processo.

Redes de Computadores

Princípios básicos de Telecomunicação

Comutação em Redes:

A comutação (chaveamento) em um sistema de comunicação é responsável pelo estabelecimento do meio de transmissão e da alocação de recursos.

Comutação quanto ao tipo:

I)

Comutação de Circuitos

II)

Comutação de Mensagens

III)

Comutação de Pacotes

Redes de Computadores

Princípios básicos de Telecomunicação

Comutação de Circuitos

Antes do início da comunicação, é necessário o estabelecimento de uma conexão física entre os terminais. A comutação de Circuitos possui três fases: estabelecimento da conexão, transferência e desconexão.

O canal de comunicação é dedicado Não ha compartilhamento de recursos Ex.: Comunicação telefônica

Redes de Computadores

Princípios básicos de Telecomunicação

Comutação de Circuitos

O canal dedicado pode ser realizado:

-Pelo estabelecimento de uma conexão física,

- Por uma sucessão de canais de frequência. Sistema FDMA (Frequency

Division Multiple Access), isto é, canais com acesso múltiplo por divisão de freqüência.

Em um canal de transmissão são criados outros canais, cada um utilizando uma faixa de freqüência. Sinal Análógico.

- Por uma sucessão de canais de Tempo. Sistema TDMA (Time Division Multiple Access). Em um canal de transmissão são criados outros canais utilizando uma determinada faixa de tempo. Utilizado nos sistemas telefônicos fixos atuais. Sinal Digital

Redes de Computadores

Princípios básicos de Telecomunicação

Comutação de Circuitos

Redes de Computadores Princípios básicos de Telecomunicação Comutação de Circuitos

Redes de Computadores

Princípios básicos de Telecomunicação

Comutação de Mensagens

Não existe o estabelecimento de um meio físico entre emissor e receptor das informações.

O emissor adiciona o endereço de destino da mensagem e transmite a mensagem completa na rede.

As mensagens são recebidas por cada host na rede (nó) que irá repassar para os outros nós até chegar ao destino.

Ocorrências de atrasos na entrega dos dados. Exemplo: Redes X.25

Redes de Computadores

Princípios básicos de Telecomunicação

Comutação de Pacotes

- As mensagens são divididas em blocos menores chamados de pacotes.

  • - Os pacotes são enviados pelos nós da rede.

  • - Cada pacote pode ser enviado por caminhos diferentes.

  • - O receptor se encarrega de montar os pacotes e de extrair a informação.

  • - Em caso de perda de pacotes, apenas o pacote perdido pode ser re-transmitido.

  • - Melhor aproveitamento da largura de banda.

Redes de Computadores

Princípios básicos de Telecomunicação

Comutação de Pacotes

Redes de Computadores Princípios básicos de Telecomunicação Comutação de Pacotes

Redes de Computadores

Princípios básicos de Telecomunicação

Comutação de Pacotes

- A comutação de Pacotes pode ser realizada:

  • a) Com ligação (circuito virtual): é estabelecido um caminho físico virtual e todos os pacotes trafegam por ele. Garantia na entrega dos Pacotes. Ex.: ATM, Frame Relay.

  • b) Sem ligação (datagrama): os pacotes são encaminhados de maneira independente identificados por um número sequencial. Ex. Redes TCP/IP.

Redes de Computadores

Princípios básicos de Telecomunicação

Multiplexação

Solução do problema de comutação de uma linha para vários hosts.

A multiplexação permite que vários hosts se comuniquem através de uma rede usando um canal.

Um multiplexador (MUX) é o dispositivo que permite a realização desta comunicação. Transmissão.

Do lado oposto de multiplexador encontra-se o Demultiplexador (DEMUX). Recepção.

Através da multiplexação um canal principal é dividido em diversos canais secundários.

A multiplexação pode ser por divisão de frequência ou por divisão de tempo.

Redes de Computadores

Princípios básicos de Telecomunicação

Multiplexação

MUX DEMUX
MUX
DEMUX
Redes de Computadores Princípios básicos de Telecomunicação Multiplexação MUX DEMUX

Redes de Computadores

Princípios básicos de Telecomunicação

Largura de Banda

Determina a capacidade de uma rede.

É a medida da quantidade de informação que pode ser transferida na rede em um espaço de tempo.

Sinal digital

Unidade de medida bits/segundo

Throughput – largura de banda real

Ex. Redes Ethernet – 10, 100 ou 1000 mbps

Fatores que determinam o cálculo do throughput

  • a) Dispositivos da rede

  • b) Topologia da rede

  • c) Número de Usuários

  • d) Falhas

Redes de Computadores

Classificação das Redes

LAN, MAN e WAN

LAN (Redes Locais) – área restrita, escritórios, empresas, universidades. Ex. Redes Ethernet

MAN (Redes Metropolitanas) – de dimensão mediana, redes de uma cidade, grandes universidades com diversas LANs espalhadas…

WAN (Redes Geográficas) – de longa distância ou de área estendida. Nível nacional ou internacional.Ex. ATM, FrameRelay

Redes de Computadores

Modelo de Referência de Redes

ISO – International Organization for Standardization reconhece a necessidade de se criar um modelo de rede.

Objetivo: interconexão de redes heterogêneas

Modelo OSI (Open Systems Interconnection)

Criação de padrões

Divisão em camadas

Criação de Protocolos de Comunicação:

conjunto de regras que estabelecem a comunicação.

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Permite a vizualização das funções de rede em cada camada.

Apresenta sete camadas, cada uma com funções específicas.

Camada 7: Aplicação

Camada 6: Apresentação

Camada 5: Sessão

Camada 4: Transporte

Camada 3: Rede

Camada 2: Enlace

Camada 1: Física

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

(Open Systems Interconnection)

Camada 7:

Camada 6:

Camada 5:

Camada 4:

Camada 3:

Camada 2:

Camada 1:

Aplicação Apresentação Sessão Transporte Rede Enlace Física
Aplicação
Apresentação
Sessão
Transporte
Rede
Enlace
Física

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Camada Física:

Define especificações elétricas e mecânicas para ativar, manter e desativar o link físico entre hosts de uma rede.

Administração de níveis de voltagem, temporização, distâncias de transmissão, conectores físicos, meios de transmissão.

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Camada Física:

Os sinais podem ser uma voltagem elétrica, um padrão de luz ou uma onda eletromagnética.

Os sinais são classificados em analógicos e digitais:

Analógico: tem uma forma de onda, tem uma curva de voltagem.

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Sinal Analógico:

a onda possui uma amplitude (altura e profundidade) e um período (tempo em que completa um ciclo)

Redes de Computadores Modelo de Referência OSI Sinal Analógico: a onda possui uma amplitude (altura e

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Sinal Digital:

O sinal digital tem uma amplitude fixa, embora seu período possa ser alterado.

Os sinais digitais são semelhantes a uma onda quadrada.

As passagens de alta para baixa voltagem são instantâneas (ou seja, sem formação de ondas).

Redes de Computadores Modelo de Referência OSI Sinal Digital: O sinal digital tem uma amplitude fixa,

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Os sistemas digitais ou binários apresentam apenas dois estados (0 ou 1).

0 volts é atribuído para o binário 0.

+5 volts é atribuído para o binário 1.

Propagação é quando um sinal, representando um bit, trafega de um ponto ao outro na rede.

RTT (Round Trip Time) – tempo que o bit leva para chegar a extremidade da rede e voltar ao ponto de transmissão.

RTT/2 – tempo que o bit leva para chegar até a extremidade da rede.

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Atenuação é quando existe uma perda na força do sinal.

Um sinal com voltagem de 1 bit perde amplitude à medida que o sinal percorre o meio de transmissão.

Pode acontecer quando os cabos excedem a extensão máxima.

Repetidores são usados para resolver o problema da atenuação (ex. hub).

Ruído é ocasionado quando existem adições não desejadas de sinais eletromagnéticos e de voltagem.

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Ruídos em demasia podem corromper o bit.

Ruídos podem corromper as mensagens transformando binários 1 em 0 e vice-versa.

Redes de Computadores Modelo de Referência OSI Ruídos em demasia podem corromper o bit. Ruídos podem

Sinal Digital

Ruído

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Dispersão é quando um sinal aumenta em tempo.

Um bit pode interferir no próximo bit.

Causada pelo meio de transmissão (ex. cabos)

Deve ser resolvido usando um projeto de cabeamento apropriado.

Latência, acontece devido ao atraso no tempo em que o bit leva trafegando no meio.

Deve ser resolvido através da utilização de dispositivos de internetworking (hubs, switchs).

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Colisão ocorre quando 2 bits de dois hosts diferentes, que estão se comunicando, se encontram no meio.

As voltagens dos dois sinais binários podem ser somadas criando um terceiro nível de voltagem.

Este terceiro nível não é permitido e os bits são destruídos.

Cada tecnologia de rede (ex. Ethernet) possui um conjunto de regras que permitem a identificação de colisões.

As colisões fazem parte da comunicação em redes.

É necessário que a tecnologia usada negocie de quem é a vez de transmitir.

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Meios Físicos e Conexões

Cabo de Par Trançado Blindado (STP)

Utiliza as técnicas de blindagem, trançamento e cancelamento.

Usado em redes LANs Ethernet.

Fornece resistência à interferências eletromagnéticas.

Deve ser aterrado no quadro de cabeamento ou no Hub, para que a blindagem não funcione como uma atena.

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Cabo STP (Categoria 5)

Redes de Computadores Modelo de Referência OSI Cabo STP (Categoria 5) Blindagem de Alumínio Revestimento Cobre

Blindagem de Alumínio

Redes de Computadores Modelo de Referência OSI Cabo STP (Categoria 5) Blindagem de Alumínio Revestimento Cobre

Revestimento

Cobre

Redes de Computadores Modelo de Referência OSI Cabo STP (Categoria 5) Blindagem de Alumínio Revestimento Cobre

Par trançado

• Velocidade de 10 – 100 mbps • Comprimento máximo 100 mts

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Meios Físicos e Conexões

Cabo de Par Trançado não-Blindado (UTP)

Semelhante ao STP.

Sem blindagem.

Composto de 4 pares de fios trançados.

O trançamento limita a degradação do sinal

causada por interferência eletromagnética. Cabo mais utilizado em redes LANs Ethernet.

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Meios Físicos e Conexões Cabo de Par Trançado não-Blindado (UTP) Utiliza conectores RJ-45.
Meios Físicos e Conexões
Cabo de Par Trançado não-Blindado (UTP)
Utiliza conectores RJ-45.

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Meios Físicos e Conexões

Cabo Coaxial é um cabo constituído de um condutor cilíndrico que envolve dois elementos condutores. O elemento localizado no centro é um condutor de cobre. Em volta do cobre existe um isolamento flexível.

Meios Físicos e Conexões Cabo Coaxial é um cabo constituído de um condutor cilíndrico que envolve

Sobre este isolamento encontra-se uma malha de cobre que funciona como um segundo fio.

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Meios Físicos e Conexões

Utiliza um conector BNC

Usados em Sistemas de TV a cabo

Cada ligação com uma placa de rede deve utilizar um conector do tipo T.

Muito usado anteriormente em redes Ethernet.

Conector tipo T

Placa de Rede
Placa de Rede

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Meios Físicos e Conexões

Usado em topologias do tipo barramento.

Terminador

Terminador

Barramento
Barramento

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Meios Físicos e Conexões

Cabo de Fibra Óptica: é um meio de transmissão que utiliza

sinal de luz codificado para transmitir sinais binários. Cada pulso de luz corresponde a um bit.

A luz que percorre a fibra situa-se no espectro do Infra-

vermelho. A fibra óptica pode ser feita em material plástico ou em vidro.

Alta velocidade de transmissão.

Baixa taxa de erros.

Livre de interferências eletromagnéticas.

Mais segura.

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Meios Físicos e Conexões

Cabo de Fibra Óptica:

Kevlar (proteção e amortecimento)

Redes de Computadores Modelo de Referência OSI Meios Físicos e Conexões Cabo de Fibra Óptica: Kevlar
Redes de Computadores Modelo de Referência OSI Meios Físicos e Conexões Cabo de Fibra Óptica: Kevlar

Revestimento Externo

Protetor Plástico

Fibra

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Meios Físicos e Conexões

A fibra é geralmente feita em vidro muito puro com um alto índice de refração.

A camada de plástico que envolve a fibra tem um baixo índice de refração permitindo que a luz continue na fibra.

Este processo é chamado de reflexão.

A fibra atua como um duto de luz.

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Meios Físicos e Conexões

Rádio frequência

Os sinais sem fio são ondas eletromagnéticas que podem trafegar pelo ar.

O ambiente afeta a propagação do sinal de rádio: reflexão, obstáculos.

Tipos:

WPAN (Wireless Personal Area Network),

WLAN (Wireless Local Area Network),

WMAN (Wireless Metropolitan Area Network),

WWAN (Wireless Wide Area Netwotk)

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Padrões de Redes sem Fio

Wi-fi (padrão IEEE 802.11)

Marca licenciada pela Wi-fi Alliance

Usadas em WLANs

Padrão IEEE 802.11

Operam em faixas de frequência que não necessitam de licença para uso.

Para se comunicar é necessário estar no raio de ação das ondas de rádio.

Pontos de Acesso – transmissores de sinais sem fio

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Principais padrões do IEEE 802.11

IEEE 802.11a: Padrão Wi-Fi para frequência 5 GHz, transmissão de 54 Mbps.

IEEE 802.11b: Padrão Wi-Fi para freqüência 2,4 GHz, transmissão de 11 Mbps.

IEEE 802.11g: Padrão Wi-Fi para freqüência 2,4 GHz, transmissão de 54 Mbps.

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Topologia de Redes

Estudo da forma das estruturas de uma rede e de como elas se relacionam.

A topologia de uma rede especifica o sua configuração física (lay-out)

Estabelece a maneira pela qual os dispositivos se conectam uns aos outros.

Classifica-se em: topologia física e topologia lógica.

Topologia Lógica: refere-se ao modo como os hosts irão se comunicar. Determina a maneira como o fluxo da mensagem trafegará na rede.

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Topologia de Redes

Topologia Física: determina como os elementos físicos (host e equipamentos de internetworking) estão fisicamente organizados na rede.

Topologia em Anel: os hosts são conectados em um caminho fechado.

Podem enviar ou receber mensagens em qualquer direção.

Quando a mensagem é transmitida ela circula no anel até ser retirada pelo host de destino.

Os erros de transmissão podem ocasionar em loops eternos de mensagens no anel.

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Topologia de Redes Topologia em Anel: exemplo de tecnologia – Token Ring Topologia em Barramento: todos
Topologia de Redes
Topologia em Anel: exemplo de tecnologia – Token Ring
Topologia em Barramento: todos os nós se ligam ao
mesmo meio de transmissão.

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Topologia de Redes

 

Topologia em Barramento: o tempo de acesso ao barramento é compartilhado.

Cada nó da rede pode ouvir todas as informações transmitidas.

Usa multiplixação por tempo para contrôle do acesso ao barramento.

As falhas não causam descontinuidade na transmissão de outros hosts.

 
Topologia de Redes Topologia em Barramento: o tempo de acesso ao barramento é compartilhado. Cada nó
         
Topologia de Redes Topologia em Barramento: o tempo de acesso ao barramento é compartilhado. Cada nó
Topologia de Redes Topologia em Barramento: o tempo de acesso ao barramento é compartilhado. Cada nó
Topologia de Redes Topologia em Barramento: o tempo de acesso ao barramento é compartilhado. Cada nó
Topologia de Redes Topologia em Barramento: o tempo de acesso ao barramento é compartilhado. Cada nó
Topologia de Redes Topologia em Barramento: o tempo de acesso ao barramento é compartilhado. Cada nó
Topologia de Redes Topologia em Barramento: o tempo de acesso ao barramento é compartilhado. Cada nó

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Topologia de Redes

Topologia em Estrela: todos os host são conectados a

um nó central. Através deste nó os hosts podem se comunicar entre si.

Este nó central faz o chaveamento das conexões.

Se este nó falha toda a rede fica sem comunicação.

A expansão da rede é limitada à capacidade do nó

central. O desempenho da rede depende do nó central.

Redes de Computadores Modelo de Referência OSI Topologia de Redes Topologia em Estrela: todos os host

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Topologia de Redes

Topologia em Malha: cada nó é vinculado diretamento a todos os outros nós.

Vantagens: conexões redundantes em cada nó.

Permite que as informações sejam transmitidas por muitos caminhos diferentes.

Desvantagem: inúmeras quantidades de links físicos entre os nós da rede.

Redes de Computadores Modelo de Referência OSI Topologia de Redes Topologia em Malha: cada nó é
Redes de Computadores Modelo de Referência OSI Topologia de Redes Topologia em Malha: cada nó é

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

(Open Systems Interconnection)

Camada 7:

Camada 6:

Camada 5:

Camada 4:

Camada 3:

Camada 2:

Camada 1:

Aplicação Apresentação Sessão Transporte Rede Enlace Física
Aplicação
Apresentação
Sessão
Transporte
Rede
Enlace
Física

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Camada de Enlace de Dados

Responsável pelo estabelecimento de um enlace de comunicação entre o host de origem e o host de destino.

Recebe os pacotes da camada de Rede e os encapsula dentro de quadros (frames).

Coordena transmissões e evita colisões.

Utiliza dois tipos de canais de comunicação: broadcast (ex. Ethernet) e ponto-a-ponto (ex. PPP-point-to-point protocol).

Funções da camada de enlace: enquadramento, transferência confiável de dados, detecção de erros e controle de fluxo.

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Camada de Enlace de Dados

Esta comunicação é viabilizada pelas seguintes funções:

Delimitação de dados e acesso ao enlace

Entrega confiável

Controle de fluxo

detecção e/ou correção de erros

controle de seqüência dos quadros

transparência

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Camada de Enlace de Dados

O IEEE dividiu a camada de enlace em duas sub- camadas:

MAC (Media Access Control) – transição para o meio físico.

LLC (Logical Link Control) – transição para a camada de rede.

     

E

Camada

LLC

T

H

Enlace

MAC

E

R

     

N

Camada

 

E

Física

T

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Camada de Enlace de Dados

LLC (Logical Link Control):

Permite que a camada de enlace funcione independente de tecnologia.

Fornece serviços para a camada de rede.

Participa do processo de encapsulamento.

Pega os dados do protocolo de rede (pacote IP) e adiciona mais informações de controle construindo um quadro.

Estas informações tem o objetivo de garantir a entrega dos dados ao host de destino.

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Camada de Enlace de Dados

Enquadramento: um quadro consiste em um campo de dados no qual o pacote é inserido, juntamente com campo de cabeçalho.

Entrega Confiável: garantia do transporte do pacote da camade de rede pelo enlace sem erro.

Controle de fluxo: os nós de cada lado de um enlace têm uma capacidade limitada de armazenar quadros. Um receptor pode então receber mais quadros do que é capaz de processar. A camada de enlace fornece protocolos de contrôle de fluxo que evitam este problema.

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Camada de Enlace de Dados

Detecção de Erros:

Erro na transmissão do bit (ruído eletromagnético ou atenuação de sinal).

O quadro possui um bit específico para detecção de erros.

O nó receptor realiza a verificação de erros.

Os protocolos da camada de enlace são responsáveis por esta verificação.

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Camada de Enlace de Dados

Correção de Erros:

O receptor da mensagem determina exatamente em que lugar do quadro ocorreu o erro e o corrige.

Os dados são aumentados com bits de detecção e de correção (error detection-and- correction bits – EDC).

O receptor recebe DADOS + EDC.

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Camada de Enlace de Dados

Detecção de Erros:

Redes de Computadores Modelo de Referência OSI Camada de Enlace de Dados Detecção de Erros:

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Camada de Enlace de Dados

Métodos para Detecção de Erros:

Verificação de Paridade: Inserção de um bit de forma que o número total de bits 1 seja par (dados + bit de paridade)

Baseada em Códigos de Verificação de Redundância Cíclica (CRC).

Método da Soma de Verificação.

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Camada de Enlace de Dados

Quadro:(64bytes)

Redes de Computadores Modelo de Referência OSI Camada de Enlace de Dados Quadro:(64bytes) Iniciar Quadro: identificação

Iniciar Quadro: identificação do início do quadro.

Campo endereço: o nome do computador de origem (endereço MAC) e o nome do computador de destino (Endereço MAC).

Campo Tipo/Tamanho: identifica a tecnologia de enlace e o tamanho do quadro.

Campo Dados: contém os dados (informações)- 46 bytes

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Camada de Enlace de Dados

Quadro:

Redes de Computadores Modelo de Referência OSI Camada de Enlace de Dados Quadro: Campo FCS (Frame

Campo FCS (Frame Check Sequence): campo de verificação de erro (CRC ou Paridade ou Soma de Verificação).

Campo parar quadro: indica o fim do quadro.

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Camada de Enlace de Dados

MAC( Media Access Control) - identifica um host na rede.

Estabelece endereços unicos de 46 bits de comprimento,

expressos com doze digitos hexadecimais. Os primeiros 6 digitos identificam o fabricante da interface

(placa) de rede. Esta identificação chama-se OUI (Organizational Unique

Identifier) – regulamentado pelo IEEE Os seis digitos hexadecimais restantes refere-se ao número serial de Interface – administrado pelo fabricante da placa.

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Camada de Enlace de Dados

MAC( Media Access Control)- identifica um host na rede.

OUI Id. da Placa 24 bits 24 bits 6 dig. Hexa 6 dig. Hexa 00 50
OUI
Id. da Placa
24 bits
24 bits
6 dig. Hexa
6 dig. Hexa
00 50 2A
1A 06 BB

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Camada de Enlace de Dados

MAC( Media Access Control)

Sem o MAC os hosts não teriam identificação nas Redes.

Não existem 2 interfaces com o mesmo endereço físico.

As LANs Ethernet utilizam transmissão broadcast.

O quadro será enviado para todos os hosts do segmento da rede.

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Camada de Enlace de Dados

Dispositivos:

Placa de Rede;

Switch.

Diminue o congestionamento nas LANs.

Constroem e mantém tabelas dos MACs.

Permite a criação de circuitos virtuais ou segmentos

dedicados. Lê as informações de endereço MAC dos quadros que recebe.

Permite a conexão de várias LANs.

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Camada de Enlace de Dados

Switch.

(Endereço MAC, Interface, tempo)

Um switch possui uma tabela de comutação

entrada na tabela de comutação:

entradas antigas na tabela são descartadas (TTL)

switch aprende que hosts podem ser alcançados através de quais interfaces

quando um quadro é recebido, o switch “aprende” a localização do transmissor: segmento de LAN de onde ele veio

registra o par transmissor/localização na tabela de comutação

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Camada de Enlace de Dados

Switch.

Quando um switch recebe um quadro:

indexa a tabela de comutação usando o endereço MAC do destino

if entrada encontrada para o destino then{

if dest estiver no segmento de onde veio

o quadro

then descarta o quadro

else encaminha o quadro na interface indicada

}

else faz broadcast

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Camada de Enlace de Dados

Switch ou Comutador

Filtragem Repasse Tabela de comutação (endereço, interface, horário) Buffer Aprendizagem automática

Redes de Computadores Modelo de Referência OSI Camada de Enlace de Dados Switch ou Comutador Filtragem

Eliminação de Colisões – um quadro em cada segmento por vez Enlaces heterogêneos – 10, 100, 1000 mbps Gerenciamento

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Camada de Enlace de Dados

VLAN (Rede Local Virtual)

Configuração hierárquica de redes

Segurança

Divisão em grupos

Limitação do domínio de broadcast

Hosts em uma VLAN se comunicam como se estivesse conectados a um comutador

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

CSMA (Carrier Sense Multiple Access)

Acesso Múltiplo com Detecção de Portadora (canal ocioso)

Protocolo de acesso múltiplo (broadcast) da Ethernet.

Antes de transmitir a estação escuta o meio para saber se existe alguma transmissão (portadora).

Se ninguém está transmitindo, então a transmissão pode ser realizada.

Se houver uma colisão, a estação transmissora esperará que o canal fique novamente ocioso.

FCFS ( Primeiro a chegar – primeiro a ser servido)

Caso o meio esteja ocupado, a estação espera por um período de tempo e tenta novamente.

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

CSMA / CD (Collision Detection)

Não há noção de compartimento de tempo, um host transmite a qualquer tempo.

CD - Collision Detect - Detecção de Colisão

As estações detectam a colisão e cancelam a transmissão, antes que o quadro completo seja transmitido.

Detectada a colisão, a estação aguarda um período para recomeçar a transmissão (96 tempos de bits)

O processo de recepção consiste em observar os datagramas que chegam, checar o endereço de destino, checar a integridade do datagrama e processá-lo.

Uma mensagem de reconhecimento é enviado ao transmissor.

Redes de Computadores

Modelo de Referência OSI

Sequência Encapsulamento dos Dados

Redes de Computadores Modelo de Referência OSI Sequência Encapsulamento dos Dados

Redes de Computadores

Modelo OSI (Camada de Enlace)

Métodos de Detecção de Erro

Necessidade Identificação – Correção – Notificação ao Transmissor.

Verificação de Paridade: Inserção de um bit de forma que o número total de bits 1 seja par (dados + bit de paridade).

Redes de Computadores Modelo OSI ( Camada de Enlace) Métodos de Detecção de Erro Necessidade Identificação

Redes de Computadores

Modelo OSI (Camada de Enlace)

Métodos de Detecção de Erro

Método da Soma de Verificação (Checksum).

Os bits de dados são tratados como uma sequência de inteiros de 16 bits.

Os bits inteiros são somados.

O complemento de 1 da soma forma a « soma de verificação » (inserido no campo de checksum).

O complemento de 1 é feito pela inversão de cada bit 1 por 0 e vice-versa.

O receptor verifica a soma de verificação: soma os dados recebidos, soma o complemento de 1 e o resultado deve ser uma sequência de bits 1 (caso haja bit 0 houve erro na transmissão).

Redes de Computadores

Modelo OSI (Camada de Enlace)

Métodos de Detecção de Erro

Método da Soma de Verificação (Checksum).

Exemplo:

– suponha que tenhamos três palavras de 16 bits:

0110011001100000

0101010101010101

1000111100001100

A soma das duas primeiras palavras de 16 bits é:

Redes de Computadores Modelo OSI ( Camada de Enlace) Métodos de Detecção de Erro Método da

Redes de Computadores

Modelo OSI (Camada de Enlace)

Métodos de Detecção de Erro

Método da Soma de Verificação (Checksum).

Exemplo:

- adicionando-se a terceira palavra à soma tem-se:

Métodos de Detecção de Erro Método da Soma de Verificação (Checksum). Exemplo: - adicionando-se a terceira

Como teve o “vai um” no bit mais significativo, então é feita a soma ao bit menos significativo:

Redes de Computadores

Modelo OSI (Camada de Enlace)

Métodos de Detecção de Erro

Método da Soma de Verificação (Checksum).

Faz-se o complemento de 1 da soma (inversão de bits 1s e

0s).

Redes de Computadores Modelo OSI ( Camada de Enlace) Métodos de Detecção de Erro Método da

Soma de Verificação

Redes de Computadores

Modelo OSI (Camada de Enlace)

Métodos de Detecção de Erro

Método da Soma de Verificação (Checksum).

No receptor da mensagem:

As três palavras de 16 bits são somadas, juntamente com a soma de verificação.

Métodos de Detecção de Erro Método da Soma de Verificação (Checksum). No receptor da mensagem: As

Se for encontrado algum bit 0 houve erro na transmissão.

Redes de Computadores

Modelo OSI (Camada de Enlace)

Métodos de Detecção de Erro

Método CRC (Cyclic Redundancy Check).

Técnica mais utilizada atualmente.

Considera os bits de dados D como polinômios.

Considere uma porção d dos dados D que o transmissor deseja enviar.

O transmissor e o receptor devem concordar com um padrão

r + 1 de bits (8, 16, 24 ou 32 bits)
r
+
1 de bits (8, 16, 24 ou 32 bits)

Fórmula: D * 2 r XOR R

Redes de Computadores

Modelo OSI (Camada de Enlace)

Protocolo ARP (Address Resolution Protocol)

Identifica o endereço físico de um host a partir de um dispositivo contendo um endereço IP.

Protocolo RARP (Reverse Address Resolution Protocol)

Indentifica o endereço IP a partir do endereço físico do host.

Redes de Computadores Modelo OSI ( Camada de Enlace) Protocolo ARP (Address Resolution Protocol) Identifica o