Você está na página 1de 22
Operações Binárias I0.0 I0.1 Q 8.0 (MCRA) Q 8.1 I 0.0 ( MCR< ) I
Operações Binárias I0.0 I0.1 Q 8.0 (MCRA) Q 8.1 I 0.0 ( MCR< ) I
Operações Binárias I0.0 I0.1 Q 8.0 (MCRA) Q 8.1 I 0.0 ( MCR< ) I
Operações Binárias
I0.0
I0.1
Q
8.0
(MCRA)
Q
8.1
I 0.0
( MCR< )
I 1.0
I 1.1
Q 8.0
(
)
M0.0
I1.2
Q
9.3
SR
S
Q
I1.3
R
SIMATIC S7
Date:
26.05.2006
Training
Automation and Drives
File:
SYH08.1
Siemens, S.A. 2001. Todos os direitos reservados.

Conteúdo

Pág.

Execução Cíclica do Programa

2

Imagens do Processo

3

Estrutura do Programa

4

Tipo de Blocos de Programa

 

5

Contactos Normalmente Abertos e Normalmente Fechados. Sensores e Símbolos

… …

6

Exercício

7

Endereçamento de Módulos S7-300 ………

8

Endereçamento de DI/DO numa Configuração Multi-Filas

9

Operações Lógicas Binárias: AND, OR

10

Operações Lógicas Binárias: OR Exclusivo (XOR)

11

Resultado Lógico da Operação, Primeira Verificação. Exemplos Atribuição, Set, Reset …….…

12

13

Flip Flop Set / Reset …………

14

Saída Intermédia

.……

 

15

Instruções que Influenciam o RLO …………

 

16

Função Relé de Comando Principal

 

17

Salto Incondicional (Independente do RLO)

 

18

Salto Condicional (Dependente do RLO)

 

19

20

RLO - Deteção de Flanco Sinal - Deteção de Flanco

Exercício: Programa para Enchimento de Garrafas (Seleção de Modo)

……………

21

22

Training

Automation and Drives

 

ST-7SYH

Page 1

Cápítulo 8

Execução Cíclica do Programa Bloco de arranque (OB 100) Executado uma vez após power on

Execução Cíclica do Programa

Bloco de arranque (OB 100) Executado uma vez após power on Módulo de Arranque da
Bloco de arranque (OB 100)
Executado uma vez após power on
Módulo de
Arranque da vigilância do tempo de ciclo
Entradas
Lê os estados de sinal dos módulos e armazena
os seus valores na imagem das entradas do processo (IEP)
Execução do programa no OB1
(execução cíclica)
Interrupções (interrupções temporizadas, interrupções
de hardware etc.)
chamam outros OBs, FBs, FCs, etc.
Bloco
A I 0.1
OB 1
A I 0.2
= Q8.0
Escreve a imagem de saídas do processo
(ISP) nos módulos de saída
Módulo de
Saídas
SIMATIC S7
Date:
26.05.2006
Training
Automation and Drives
File:
SYH08.2
Siemens, S.A. 2001. Todos os direitos reservados.
Ciclo do CPU

Inicialização

O CPU executa um rearranque completo (com o OB 100) quando se liga ou quando se comuta o selector de modo de funcionamento de STOP --> RUN. Durante o rearranque completo, o sistema operativo apaga os bits de memória não-retentivos, temporizadores e contadores, apaga o stack de interrupções e o stack de blocos, reseta todos as interrupções de hardware e interrupções de diagnóstico e inicia a vigilância do tempo de ciclo.

Processamento

A operação cíclica do CPU é composta por três secções principais, como está

Cíclico

ilustrado no slide acima representado:

• O CPU verifica o estado dos sinais de entrada e actualiza a tabela da imagem das entradas do processo

• Executa o programa de utilizador com as respectivas instruções

• Escreve os valores da tabela da imagem das saídas do processo nos módulos de saída.

Training

Automation and Drives

 

ST-7SYH

Page 2

Cápítulo 8

Imagens do Processo IEP ISP Programa de Byte 0 Byte 0 Utilizador Byte 1 Byte
Imagens do Processo IEP ISP Programa de Byte 0 Byte 0 Utilizador Byte 1 Byte
Imagens do Processo
IEP
ISP
Programa de
Byte 0
Byte 0
Utilizador
Byte
1
Byte
1
Byte
2
1
Byte
2
:
:
:
:
:
:
1
:
A I
2.0
:
= Q
4.3
:
:
:
:
Área de Memória do CPU
Área de Memória do CPU
SIMATIC S7
Date:
26.05.2006
Training
Automation and Drives
File:
SYH08.3
Siemens, S.A. 2001. Todos os direitos reservados.

Introdução

O CPU verifica o estado das entradas e saídas em cada ciclo. Existem áreas especificas de memória em que os dados binários dos módulos são armazenados:

IEP e ISP. Durante o processamento o programa acede a estes registos.

IEP

A tabela da imagem das entradas do processo encontra-se na área de memória do CPU. O estado de sinal de todas as entradas é aqui armazenado.

ISP

A tabela da imagem das saídas do processo contém os valores das saídas que resultam da execução do programa. Estes são enviados para as saídas actuais (Q) no fim do ciclo.

Programa de

Quando verifica entradas no programa de utilizador com, por exemplo, A I 2.0,

Utilizador

é utilizado o último estado dado pela IEP. Isto garante que o mesmo estado de sinal é sempre utilizado quando existe múltipla verificação da entrada num único ciclo.

Training

Automation and Drives

 

ST-7SYH

Page 3

Cápítulo 8

Programa Linear OB 1 Todas as instruções estão num único bloco (normalmente no bloco de

Programa Linear

OB 1 Todas as instruções estão num único bloco (normalmente no bloco de organização OB
OB 1
Todas as instruções
estão num único bloco
(normalmente no bloco
de organização OB 1)

Estrutura do Programa

Programa Estruturado

Bomba OB 1 Saída Funções que podem ser utilizadas várias vezes são carregadas em diferentes
Bomba
OB 1
Saída
Funções que podem ser utilizadas
várias vezes são carregadas em
diferentes blocos. O OB 1 (ou outros
blocos) chama estes blocos e
transfere os dados pertinentes.

SIMATIC S7

Siemens, S.A. 2001. Todos os direitos reservados.

Programa Dividido em Áreas Receita A OB 1 Receita B Misturador Saída As instruções para
Programa Dividido em Áreas
Receita A
OB 1
Receita B
Misturador
Saída
As instruções para as diferentes
funções estão em blocos
separados. O bloco OB1 chama
cada um destes blocos, um
após o outro.
Date:
26.05.2006
File:
SYH08.4
OB1 chama cada um destes blocos, um após o outro. Date: 26.05.2006 File: SYH08.4 Training Automation

Training Automation and Drives

Programação Linear

Todo o programa está introduzido num único bloco de programa.

This model resembles a hard-wired relay control, que foi substituída por um autómato programável. O CPU processa as instruções individualmente uma após a outra.

Programação

O programa é dividido em blocos, onde cada bloco só contém o programa para resolver uma tarefa parcial. Dentro de um mesmo bloco são depois permitidas outras partições. You can generate network templates for networks of the same type. O bloco de organização OB 1 contém instruções de chamada a outros blocos numa sequência definida.

Dividida

Programação

Estruturada

Um programa estruturado contém blocos com parâmetros, designados blocos com atribuição de parâmetros. Estes blocos são construidos de forma a que possam ser utilizados universalmente. Quando um bloco com atribuição de parâmetros é chamado, são-lhe atribuídos os parâmetros actuais (os endereços exactos das entradas e saídas bem como valores de parâmetros) Exemplo:

Um “bloco bomba" contém instruções para o controle de uma bomba.

Os blocos do programa, que são responsáveis pelo controle de bombas especiais, chamam o “bloco bomba" e dão-lhe informação sobre que bomba que deve ser controlada e com que parâmetros.

é

Quando o “bloco bomba" completou a execução das suas instruções, o programa volta ao bloco anterior (por expl. OB 1), que continua com o processamento das suas instruções.

Training

Automation and Drives

 

ST-7SYH

 

Page 4

Cápítulo 8

Tipos de Blocos de Programa Sistema Operativo Ciclo OB Tempo FB FC SFB Blocos de

Tipos de Blocos de Programa

Sistema Operativo Ciclo OB Tempo FB FC SFB Blocos de Processo Organização FB SFC FB
Sistema Operativo
Ciclo
OB
Tempo
FB
FC
SFB
Blocos de
Processo
Organização
FB
SFC
FB
Erro

OB

= Bloco de Organização

FB

= Bloco de Funções

FC

= Função

SFB

= Bloco de Funções de Sistema

SFC

= Função de Sistema

Legenda:

SFB = Bloco de Funções de Sistema SFC = Função de Sistema Legenda: FB com Bloco

FB com Bloco de Dados de Instância

SFB = Bloco de Funções de Sistema SFC = Função de Sistema Legenda: FB com Bloco

SIMATIC S7

Siemens, S.A. 2001. Todos os direitos reservados.

Date:

26.05.2006

File:

SYH08.5

Siemens, S.A. 2001. Todos os direitos reservados. Date: 26.05.2006 File: SYH08.5 Training Automation and Drives

Training Automation and Drives

Blocos de Utilizador

Blocos de Sistema

Os blocos de utilizador contêm o código do programa e os dados a utilizar no programa.

Num programa de utilizador estruturado, alguns blocos são chamados e processados ciclicamente, outros apenas se necessário.

Os blocos de sistema são funções pré-definidas ou blocos de funções que estão integrados no sistema operativo do CPU. Estes blocos não ocupam espaço adicional na memória de utilizador.

Os blocos de sistema são chamados a partir do programa de utilizador. Estes blocos têm a mesma interface, o mesmo identificador e o mesmo número em todo o sistema. O programa de utilizador é assim facilmente transportado entre vários CPUs ou autómatos programáveis.

Training

Automation and Drives

 

ST-7SYH

Page 5

Cápítulo 8

Contactos Normalmente Abertos e Normalmente Fechados. Sensores e Símbolos Processo O O sensor Existe sensor

Contactos Normalmente Abertos e Normalmente Fechados. Sensores e Símbolos

Processo

O O sensor Existe sensor está tensão é um na saída? Contacto activado NO Sim
O
O sensor
Existe
sensor
está
tensão
é um
na
saída?
Contacto
activado
NO
Sim
não
Não
activado
Contacto
activado
Não
NC
não
activado
Sim
Interpretação no programa do PLC
Interpretação no programa do PLC

Interpretação no programa do PLC

Interpretação no programa do PLC
Interpretação no programa do PLC

SIMATIC S7

Siemens, S.A. 2001. Todos os direitos reservados.

Estado de Verificação do estado de sinal “1” Verificação do estado de sinal “0” sinal
Estado
de
Verificação do
estado de sinal “1”
Verificação do
estado de sinal “0”
sinal na
Símbolo /
Resultado
Símbolo /
Resultado
entrada
Instrução
da verific.
Instrução
da verific.
LAD:
LAD:
1
“Sim“
“Não”
1
0
“Cont. NO”
“Cont. NC”
0
“Não”
“Sim”
0
1
FBD:
FBD:
&
&
0
“Não”
“Sim”
0
1
STL:
STL:
1
“Sim”
“Não”
1
0
A I x.y
AN I x.y
Date:
26.05.2006
Training
Automation and Drives
File:
SYH08.6

Processo

A utilização de contactos normalmente abertos ou normalmente fechados para os sensores num processo controlado depende do regulamento de segurança para o processo. Os contactos normalmente fechados são sempre utilizados para interruptores de limitação e interruptores de segurança, por forma a que não aparecam situações de perigo se houver uma quebra de fio no circuito sensor. Os contactos normalmente fechados são também utilizados para desligar as máquinas pela mesma razão.

Símbolos

Em LAD, um símbolo com o nome ”Contacto NO" é utilizado para fazer a verificação do estado de sinal “1” e um símbolo com o nome “Contacto NC” para verificar o estado de sinal ”0”. Não faz qualquer diferença se o sinal “1” do processo é fornecido por um contacto NO activado ou por um contacto NC não-activado.

Exemplo

O resultado da verificação para o símbolo “Contacto NO“ é “1“ se um contacto NC na máquina não estiver activado.

Training

Automation and Drives

 

ST-7SYH

Page 6

Cápítulo 8

Exercício Tarefa: Em todos os três exemplos a saída deverá acender se S1 estiver activado
Exercício Tarefa: Em todos os três exemplos a saída deverá acender se S1 estiver activado
Exercício
Tarefa: Em todos os três exemplos a saída deverá acender se S1 estiver activado e S2 não o estiver!
Hardware
S1
S2
S1
S2
S1
S2
I1.0
I 1.0
I1.1 I 1.1
I1.0
I 1.0
I1.1 I 1.1
I1.0 I 1.0
I1.1 I 1.1
Autómato programável
Autómato programável
Autómato programável
Q 4.0
Q 4.0
Q 4.0
Lâmpada
Lâmpada
Lâmpada
Software
I 1.0
I 1.1
Q 4.0
I1.0
I1.1
Q 4.0
I1.0
I1.1
Q 4.0
LAD
&
&
&
I 1.0
I1.0
I1.0
FDB
Q 4.0
Q 4.0
Q 4.0
I1.1
I1.1
I1.1
I1.0
I1.0
I1.0
STL
I1.1
I1.1
I1.1
Q 4.0
Q 4.0
Q 4.0
SIMATIC S7
Date:
26.05.2006
Training
Automation and Drives
File:
SYH08.7
Siemens, S.A. 2001. Todos os direitos reservados.

Exercício

Complete os programas acima ilustrados por forma a obter a seguinte funcionabilidade: Quando o interruptor S1 é activado e o interruptor S2 o não é, a luz deverá acender nos três casos.

Nota !

Os termos ”Contacto NO" e ”Contacto NC" têm diferentes significados dependendo se são utilizados no contexto do processo do hardware ou como símbolos no software.

Training

Automation and Drives

 

ST-7SYH

Page 7

Cápítulo 8

Endereçamento de Módulos S7-300 Posição No. 1 2 4 5 6 7 8 9 10

Endereçamento de Módulos S7-300

Posição No. 1 2 4 5 6 7 8 9 10 Módulos PS CPU SM
Posição No.
1
2
4
5
6
7
8
9
10
Módulos
PS
CPU
SM
SM
SM
SM
SM
SM
SM
5 6 7 8 9 10 Módulos PS CPU SM SM SM SM SM SM SM
5 6 7 8 9 10 Módulos PS CPU SM SM SM SM SM SM SM
5 6 7 8 9 10 Módulos PS CPU SM SM SM SM SM SM SM
5 6 7 8 9 10 Módulos PS CPU SM SM SM SM SM SM SM

Endereço 0.0

Endereço 0.7 Endereço1.0 Endereço1.7
Endereço 0.7
Endereço1.0
Endereço1.7

SIMATIC S7

Siemens, S.A. 2001. Todos os direitos reservados.

Date:

26.05.2006

File:

SYH08.8

Siemens, S.A. 2001. Todos os direitos reservados. Date: 26.05.2006 File: SYH08.8 Training Automation and Drives

Training Automation and Drives

Números de Posição Os números de posição no bastidor de um S7-300 simplificam o endereçamento num processo que utilize S7-300. O primeiro endereço de um módulo é determinado pela posição do módulo no bastidor.

Posição 1

Fonte de alimentação. Esta é a primeira posição por defeito. O módulo da fonte da alimentação não é absolutamente essêncial. Um S7-300 pode ser alimentado directamente com 24V.

Posição 2

Posição para o CPU.

Posição 3

Lógicamente reservada para um módulo de interface (IM) para uma configuração multi-filas utilizando bastidores de expansão. Mesmo que não esteja instalado nenhum IM, tem que ser inserido para fins de endereçamento. Pode reservar esta posição fisicamente (por exemplo, para instalar um IM mais tarde) se inserir um módulo Dummy DM370.

Posições 4-11

A posição 4 corresponde à primeira posição que pode ser utilizada para módulos de entrada/saída, processadores de comunicação (CP) ou módulos de função (FM). Exemplos de endereçamento:

• Um módulo DI na posição 4 inicia o seu endereçamento com o byte 0.

• O primeiro LED de um módulo DO na posição 6 corresponde à saída Q8.0.

Nota

São reservados 4 bytes para cada posição. Quando utiliza módulos DI/DO de 16 canais, perde sempre dois bytes de endereçamento.

Training

Automation and Drives

 

ST-7SYH

Page 8

Cápítulo 8

  Endereçamento de DI/DO numa Configuração Multi-Filas       PS   IM    
 

Endereçamento de DI/DO numa Configuração Multi-Filas

 
   

PS

 

IM

                   
Bastidor     96.0 100.0 104.0 108.0 112.0 116.0 120.0 124.0

Bastidor

   

96.0

100.0

104.0

108.0

112.0

116.0

120.0

124.0

Bastidor     96.0 100.0 104.0 108.0 112.0 116.0 120.0 124.0
Bastidor     96.0 100.0 104.0 108.0 112.0 116.0 120.0 124.0

3

(Recebe)

to

to

to

to

to

to

to

to

99.7 103.7 107.7 111.7 115.7 119.7 123.7 127.7

99.7

103.7

107.7

111.7

115.7

119.7

123.7

127.7

99.7 103.7 107.7 111.7 115.7 119.7 123.7 127.7
99.7 103.7 107.7 111.7 115.7 119.7 123.7 127.7
 

PS

 

IM

                 
Bastidor   (Recebe) 64.0 to 68.0 to 72.0 to 76.0 to 80.0 to 84.0 to

Bastidor

 

(Recebe)

64.0

to

68.0

to

72.0

to

76.0

to

80.0

to

84.0

to

88.0

to

92.0

to

Bastidor   (Recebe) 64.0 to 68.0 to 72.0 to 76.0 to 80.0 to 84.0 to 88.0
Bastidor   (Recebe) 64.0 to 68.0 to 72.0 to 76.0 to 80.0 to 84.0 to 88.0

2

67.7

70.7

75.7

79.7

83.7

87.7

91.7

95.7

67.7 70.7 75.7 79.7 83.7 87.7 91.7 95.7   PS            
67.7 70.7 75.7 79.7 83.7 87.7 91.7 95.7   PS            
67.7 70.7 75.7 79.7 83.7 87.7 91.7 95.7   PS            
 

PS

                   
Bastidor   IM 32.0 to 36.0 to 40.0 to 44.0 to 48.0 to 52.0 to

Bastidor

 

IM

32.0

to

36.0

to

40.0

to

44.0

to

48.0

to

52.0

to

56.0

to

60.0

to

Bastidor   IM 32.0 to 36.0 to 40.0 to 44.0 to 48.0 to 52.0 to 56.0
Bastidor   IM 32.0 to 36.0 to 40.0 to 44.0 to 48.0 to 52.0 to 56.0
1 (Recebe)

1

(Recebe)

1 (Recebe)
1 (Recebe)

35.7

39.7

43.7

47.7

51.7

55.7

59.7

63.7

 

PS

                     
  CPU IM 0.0 4.0 8.0 12.0 16.0 20.0 24.0 28.0
 

CPU

IM

0.0

4.0

8.0

12.0

16.0

20.0

24.0

28.0

  CPU IM 0.0 4.0 8.0 12.0 16.0 20.0 24.0 28.0
  CPU IM 0.0 4.0 8.0 12.0 16.0 20.0 24.0 28.0
 

Bast.

(Envia)

to

to

to

to

to

to

to

to

0

3.7

11.7

15.7

19.7

23.7

27.7

31.7

 
  7.7
 

7.7

  7.7
  7.7

Slot

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

11

Slot 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11

SIMATIC S7

Siemens, S.A. 2001. Todos os direitos reservados.

Date:

26.05.2006

File:

SYH08.9

Siemens, S.A. 2001. Todos os direitos reservados. Date: 26.05.2006 File: SYH08.9 Training Automation and Drives

Training Automation and Drives

Configurações

Numa configuração multi-filas, as posições têm endereços fixos.

Multi-Filas

 

Exemplos:

• Q7.7 é o último bit de um módulo DO de 32-canais ínserido na posição 5 do bastidor 0.

• IB105 é o segundo byte de um módulo DI inserido na posição 6 do bastidor

3.

• QW60 são os 2 primeiros bytes de um módulo DO inserido na posição 11 do bastidor 1.

• ID80 são todos os 4 bytes de um módulo DI de 32-canais inserido na posição 8 do bastidor 2.

Training

Automation and Drives

ST-7SYH

Page 9

Cápítulo 8

Operações Lógicas Binárias: AND, OR Diag.Contactos LAD FBD STL S1 (I 0.0) I0.0 I0.1 8.0
Operações Lógicas Binárias: AND, OR
Diag.Contactos
LAD
FBD
STL
S1 (I 0.0)
I0.0
I0.1
8.0
A I0.0
Q
8.0
I 0.0
& Q
=
A I0.1
S2 (I 0.1)
I 0.1
AND
= Q 8.0
Q
8.1
Q 8.1
= Q 8.1
=
L1
L2
(Q 8.0)
(Q 8.1)
S3
I0.2
(I 0.2)
Q 8.2
O
I0.2
Q 8.2
I >=1
0.2
S4
O
I0.3
OR
=
(I 0.3)
I 0.3
=
Q 8.2
I0.3
L3 (Q 8.2)
SIMATIC S7
Date:
26.05.2006
Training
Automation and Drives
File:
SYH08.10
Siemens, S.A. 2001. Todos os direitos reservados.

Tabelas Lógicas

AND

I 0.0

I 0.1

Q

8.0

 

0

0

 

0

1

 

1

0

 

1

1

 

OR

I 0.2

I 0.3

Q

8.2

0

0

 

0

1

 

1

0

 

1

1

 

Training

Automation and Drives

 

ST-7SYH

 

Page 10

Cápítulo 8

Operações Lógicas Binárias: OR Exclusivo (XOR) LAD I0.4 I0.5 Q 8.0 I0.4 I0.5 SIMATIC S7

Operações Lógicas Binárias: OR Exclusivo (XOR)

LAD I0.4 I0.5 Q 8.0 I0.4 I0.5
LAD
I0.4
I0.5
Q
8.0
I0.4
I0.5

SIMATIC S7

Siemens, S.A. 2001. Todos os direitos reservados.

FBD I 0.4 & Q 8.0 I >=1 0.5 = I 0.4 & I 0.5
FBD
I 0.4
&
Q 8.0
I >=1
0.5
=
I 0.4
&
I 0.5
Q 8.0
I XOR
0.4
=
I 0.5
Date:
26.05.2006
File:
SYH08.11
STL A I0.4 AN I0.5 O AN I0.4 A I0.5 = Q8.0 X I0.4 X
STL
A
I0.4
AN
I0.5
O
AN
I0.4
A
I0.5
=
Q8.0
X
I0.4
X
I0.5
=
Q8.0
Training
Automation and Drives

Tabela lógica

 

XOR

I 0.4

I 0.5

Q 8.0

 
 

0

0

 

0

1

 

1

0

 

1

1

 

Regra

A regra seguinte é válida para a operação lógica de dois endereços após um XOR: a saída tem sinal “1“, quando uma e apenas uma das verificações é preenchida (“um e apenas um dos dois“).

Atenção!

Esta regra não pode ser generalizada para “um e apenas um de n“ ! para a operação lógica de vários endereços após XOR !! As of the third XOR instruction, the old RLO is gated with the new result of check after XOR.

Training

Automation and Drives

 

ST-7SYH

Page 11

Cápítulo 8

Resultado da Verific. Resultado da Verific. Resultado da Verific. Primeira Verificação Primeira Verificação

Resultado da Verific.

Resultado da Verific.

Resultado da Verific.

Primeira Verificação

Primeira Verificação

Primeira Verificação

Lógico

Lógico

Lógico

Estado de Sinal

Estado de Sinal

Estado de Sinal

da Operação

da Operação

da Operação

Resultado

Resultado

Resultado

Resultado Lógico da Operação, Primeira Verificação. Exemplos

Exemplo 1

Exemplo 2

Exemplo 3

A

I 1.0

A I 1.0 0 1 1

0

1

1

AN

I 1.1

AN I 1.1 0 1 0

0

1

0

A

M 4.0

A M 4.0 0 1 1

0

1

1

=

Q 8.0

= Q 8.0      
     

=

Q 8.1

= Q 8.1      
     

A

I 2.0

A I 2.0 0 1 0

0

1

0

M 4.0 0 1 1 = Q 8.0       = Q 8.1    

SIMATIC S7

Siemens, S.A. 2001. Todos os direitos reservados.

Date:

26.05.2006

File:

SYH08.12

S.A. 2001. Todos os direitos reservados. Date: 26.05.2006 File: SYH08.12 Training Automation and Drives

Training Automation and Drives

Estado de Sinal

Uma operação lógica é constituida por um conjunto de intruções para verificar os estados de sinal (entradas (I), saídas (Q), bits de memória (M), temporizadores (T),

contadores (C) ou bits de dados (D)) e instruções para atribuir sinal a Q, M, T ,C ou

D.

Resultado da Verific. Quando o progama é executado, é obtido o resultado da verificação. Se a condição de verificação é preenchida, o resultado da verificação é “1“. Se não for preenchido, o resultado da verificação é “0“.

Primeira Verificação

Resultado Lógico da Operação

O resultado da primeira verificação é armazendo como o resultado lógico da operação (RLO).

Quando a próxima verificação de instruções é executada, o resultado lógico da operação é associado ao resultado da verificação e é obtido o novo RLO. Quando tiver sido executada, numa operação lógica, a verificação da última instrução, o RLO permanece o mesmo. Este RLO pode ser utilizado nas instruções que o seguem.

Nota

O resultado da primeira verificação é armazenado sem ser submetido a uma operação lógica. Não faz assim qualquer diferença se o seu programa faz a primeira verificação com um AND ou com um OR em STL. Para que o programa possa ser convertido numa das outras linguagens de programação, deverá, porém, programar sempre utilizando a instrução correcta.

Training

Automation and Drives

 

ST-7SYH

Page 12

Cápítulo 8

Atribuição, Set, Reset Atribuição Set LAD FBD I 1.0 I 1.1 Q 8.0 1.0 I

Atribuição, Set, Reset

Atribuição Set
Atribuição
Set
LAD FBD I 1.0 I 1.1 Q 8.0 1.0 I & ( ) Q 8.0
LAD
FBD
I 1.0
I 1.1
Q 8.0
1.0
I &
(
)
Q 8.0
=
I 1.1
I 1.2
I 1.3
Q 8.1
1.2
I &
(S)
Q 8.1
S
I 1.3
I 1.4
Q 8.1
(R)
1.4
I >=1
Q 8.1
I 1.5
R
I 1.5
STL A I 1.0 A I 1.1 = Q 8.0
STL
A I 1.0
A I 1.1
= Q 8.0
Reset SIMATIC S7
Reset
SIMATIC S7

Siemens, S.A. 2001. Todos os direitos reservados.

Date:

26.05.2006

File:

SYH08.13

reservados. Date: 26.05.2006 File: SYH08.13 A I 1.2 A I 1.3 S Q 8.1 O I
A I 1.2 A I 1.3 S Q 8.1 O I 1.4 O I 1.5
A
I 1.2
A
I 1.3
S
Q 8.1
O
I 1.4
O
I 1.5
R
Q 8.1
Training
Automation and Drives

Atribuição

Uma atribuição transfere o RLO para os endereços especificados (Q, M, D). Quando o RLO muda, o estado de sinal desses endereços também é alterado.

Set

Se o RLO= "1", o endereço especificado é setado com sinal lógico ”1” e assim permanecerá até que lhe seja feito um reset através de outra instrução.

Reset

Se o RLO= "1", o endereço especificado é resetado para o sinal lógico ”0” e assim permanecerá até que lhe seja novamente feito um set através de outra instrução.

Training

Automation and Drives

 

ST-7SYH

Page 13

Cápítulo 8

Reset Dominante Flip Flop Set / Reset LAD M0.0 I1.2 Q 9.3 SR S Q
Reset Dominante
Reset
Dominante

Flip Flop Set / Reset

LAD M0.0 I1.2 Q 9.3 SR S Q I1.3 R
LAD
M0.0
I1.2
Q
9.3
SR
S
Q
I1.3
R
M0.0 I1.3 Q 9.3 RS R Q I1.2 S
M0.0
I1.3
Q
9.3
RS
R
Q
I1.2
S
FBD M0.0 SR I1.2 S Q9.3 I1.3 R Q =
FBD
M0.0
SR
I1.2
S
Q9.3
I1.3
R Q
=
M0.0 RS I1.3 R Q9.3 = I1.2 Q S
M0.0
RS
I1.3
R
Q9.3
=
I1.2
Q
S
STL A I 1.2 S M 0.0 A I 1.3 R M 0.0 A M
STL
A
I 1.2
S
M 0.0
A
I 1.3
R
M 0.0
A
M 0.0
=
Q 9.3
A I 1.3 R M 0.0 A I 1.2 S M 0.0 A M 0.0
A
I 1.3
R
M 0.0
A
I 1.2
S
M 0.0
A
M 0.0
=
Q 9.3
Set Dominante SIMATIC S7
Set
Dominante
SIMATIC S7

Siemens, S.A. 2001. Todos os direitos reservados.

Date:

26.05.2006

File:

SYH08.14

S.A. 2001. Todos os direitos reservados. Date: 26.05.2006 File: SYH08.14 Training Automation and Drives

Training Automation and Drives

Flip Flop

Um flip flop tem uma entrada de Set e uma entrada de Reset. O bit de memória é setado ou resetado, dependendo da entrada que tiver sinal ”1”.

Se por alguma razão, ambas as entradas tiverem simultâneamente RLO=1, a prioridade tem que ser determinada.

Prioridade

Em LAD e FBD existem diferentes símbolos para as funções Set Dominante e Reset Dominante.

Em STL, a instrução que for programada em último lugar tem prioridade.

Nota

Se uma saída for ligada através de uma instrução Set, será resetada num rearranque completo do CPU.

Se M 0.0 no exemplo acima mostrado, tiver sido declarada como retentiva, permanecerá setada após um rearranque completo do CPU e a saída Q9.3 que tinha sido desligada, terá novamente o estado “1”.

Training

Automation and Drives

 

ST-7SYH

Page 14

Cápítulo 8

Saída Intermédia LAD STL I 1.0 I 1.1 M0.0 I 2.0 I 2.1 M 1.1

Saída Intermédia

LAD STL I 1.0 I 1.1 M0.0 I 2.0 I 2.1 M 1.1 Q 4.0
LAD
STL
I 1.0
I 1.1
M0.0
I 2.0
I 2.1
M 1.1
Q 4.0
(
)
NOT
(
)
(
)
FBD I 1.0 & M0.0 I 1.1 & I 2.0 M1.1 Q 4.0 I 2.1
FBD
I 1.0
&
M0.0
I 1.1
&
I 2.0
M1.1
Q 4.0
I 2.1
=
SIMATIC S7
Date:
26.05.2006
File:
SYH08.15
Siemens, S.A. 2001. Todos os direitos reservados.
A I 1.0 A I 1.1 = M 0.0 A M 0.0 A I 2.0
A
I
1.0
A
I
1.1
=
M
0.0
A
M
0.0
A
I
2.0
A
I
2.1
NOT
=
M
1.1
A
M
1.1
=
Q
4.0
Training
Automation and Drives

Saída Intermédia

Uma saída intermédia, corresponde a um elemento intermédio de atribuição de sinal que armazena o RLO no endereço específicado. Quando ligadas em série com outros elementos, a instrução da “Saída Intermédia” é inserida da mesma forma que um contacto normal.

Uma saída intermédia nunca deve:

be connected to a power rail

• directly follow a branch

• be used at the end of a branch.

Pode programar uma saída intermédia negada com um elemento “NOT”.

Training

Automation and Drives

 

ST-7SYH

Page 15

Cápítulo 8

Instruções que Influenciam o RLO LAD FBD STL A I0.0 Q8.0 I0.0 A I0.1 I0.0
Instruções que Influenciam o RLO
LAD
FBD
STL
A I0.0
Q8.0
I0.0
A I0.1
I0.0
I0.1
& Q8.0
NOT
NOT
( )
NOT
I0.1
=
= Q8.0
CLR
CLR
não está disponível
não está disponível
SET
não está disponível
não está disponível
SET
I1.6
A I1.6
SAVE
( SAVE )
I1.6
&
SAVE
SAVE
BR
Q8.1
Q8.1
A BR
BR
( )
BR
=
= Q 8.1
15
8
1
Palavra de
BR
RLO
estado
SIMATIC S7
Date:
26.05.2006
Training
Automation and Drives
File:
SYH08.16
Siemens, S.A. 2001. Todos os direitos reservados.

NOT

A instrução NOT inverte o RLO.

CLR

A instrução CLEAR altera o RLO para "0" (de momento está apenas disponível em STL!).

SET

A instrução SET altera o RLO para "1" (de momento está apenas disponível em STL!).

SAVE

A instrução SAVE guarda o RLO com "BR" num registo (palavra de estado).

BR

A instrução “A BR" pode ser utilizada para tornar a verificar o RLO.

Training

Automation and Drives

 

ST-7SYH

Page 16

Cápítulo 8

Função Relé de Comando Principal LAD FBD STL MCRA // Activada ( MCRA ) MCRA
Função Relé de Comando Principal
LAD
FBD
STL
MCRA
// Activada
(
MCRA )
MCRA
I0.0
A
I0.0
(
MCR< )
A0.0
&
MCR<
MCR(
// Permite MCR
// Abre MCR
I0.7
Q8.5
Q8.5
A I0.7
// Contacto NO
(
)
A0.7
&
=
= Q8.5
// Atribuição Saída
M0.6
M0.6
=
M0.6
// Atribuição Saída
(
)
=
A
I0.4
// Contacto NO
Q16.0
Q16.0
I0.4
( S )
&
S
S
Q16.0
// Set Saída
A0.4
MCR>
)MCR
// Fecha MCR
( MCR> )
AN M5.5
// Contacto Emerg.
M69.0
M5.5
I4.7
M5.5
M69.0
(
)
&
AN I4.7
// Contacto Emerg.
I4.7
=
= M69.0
// Atribuição Saída
(
MCRD )
MCRD
MCRD
// Desactivada
SIMATIC S7
Date:
26.05.2006
Training
Automation and Drives
File:
SYH08.17
Siemens, S.A. 2001. Todos os direitos reservados.

MCR

O Relé de Comando Principal é um interruptor lógico para ligar e desligar a corrente. Um caminho interrompido representa uma sequência que escreve o valor zero no lugar de um valor calculado ou a sequência que não altera o valor existente em memória. Se a condição MCR não for preenchida:

Exemplos

• é atribuido o valor "0" através das saídas

• as instruções "Set Saída" e "Reset Saída" não alteram o valor existente

• a instrução “MOVE” transfere o valor zero para o destino especificado.

MCRA

A instrução MCRA activa a função de Relé de Comando Principal.

MCR(

“MCR(“ abre uma área MCR e dispara uma instrução que desloca o RLO para o “stack“ MCR. Este “stack” pode ter até oito entradas. Isto significa que podem ser interligadas até oito áreas de controle enter as instruções “MCRA” e “MCRD”.

(para STL)

)MCR

A “)MCR“ instrução marca o fim da área MCR.

(para STL)

MCRD

A instrução "Desactivar Relé de Comando Principal” desactiva a função MCR. Não podem ser abertas mais áreas MCR até que seja utilizada outra instrução ”MCRA”.

Training

Automation and Drives

 

ST-7SYH

Page 17

Cápítulo 8

Salto Incondicional (Independente do RLO) LAD FBD STL Network 1 Network 1 Network 1 NEW1
Salto Incondicional (Independente do RLO)
LAD
FBD
STL
Network 1
Network 1
Network 1
NEW1
NEW1
( JMP )
JMP
JU NEW1
Network 2
Network 2
Network 2
:
:
:
:
:
:
:
:
:
:
:
:
Network x
Network x
Network x
NEW1
NEW1
NEW1:
AN
M5.5
M69.0
M5.5
I4.7
M5.5
& M69.0
AN
I4.7
(
)
=
I 4.7
=
M69.0
SIMATIC S7
Date:
26.05.2006
Training
Automation and Drives
File:
SYH08.18
Siemens, S.A. 2001. Todos os direitos reservados.

Instruções de Salto

Em LAD/FBD, o label é introduzido como um identificador acima do símbolo da saída ou da atribuição simbólica. Em STL aparece depoois da instrução de salto.

O label pode ter até quatro caracteres, tendo o primeiro que ser uma letra ou o

caractere “_”.

O label marca o ponto onde a execução do programa deve continuar. Qualquer

instrução ou segmento entre a instrução de salto e o label não são executadas.

Os saltos tanto podem ser feitos para a frente como para trás.

A instrução de salto e o destino do salto têm que estar programados no mesmo

bloco (comprimento máx. do salto = 64Kbyte). O destino do salto só pode existir uma vez no bloco.

As instruções de salto podem ser utilizadas nos FBs, FCs e OBs.

Inserir

Em LAD e FBD, utilize a seguinte sequência de menus para inserir um label:

um Label

Program Elements -> Logic Control / Jump -> Label.

Em STL, o label é introduzido do lado esquerdo da instrução na qual o programa deve continuar.

JMP

Uma instrução de salto incondicional faz com que o processador salte para o label mencionado independentemente do RLO.

Training

Automation and Drives

 

ST-7SYH

Page 18

Cápítulo 8

Salto Condicional (Dependente do RLO) Salta se RLO=1 Salta se RLO=0 LAD FBD I 0.0

Salto Condicional (Dependente do RLO)

Salta se RLO=1
Salta se
RLO=1
Salta se RLO=0
Salta se
RLO=0
LAD FBD I 0.0 I 0.1 NEW1 I0.0 & NEW1 (JMP) I0.1 JMP
LAD
FBD
I 0.0
I 0.1
NEW1
I0.0
&
NEW1
(JMP)
I0.1
JMP
I 0.2 I 0.3 NEW2 (JMPN)
I 0.2
I 0.3
NEW2
(JMPN)
I0.2 & NEW2 I0.3 JMPN
I0.2
&
NEW2
I0.3
JMPN
STL A I0.0 A I0.1 JC NEW1
STL
A I0.0
A I0.1
JC
NEW1
A I0.2 A I0.3 JCN NEW2
A I0.2
A I0.3
JCN
NEW2

SIMATIC S7

Siemens, S.A. 2001. Todos os direitos reservados.

Date:

26.05.2006

File:

SYH08.19

S.A. 2001. Todos os direitos reservados. Date: 26.05.2006 File: SYH08.19 Training Automation and Drives

Training Automation and Drives

JC

O salto condicional “JC” só é executado se o RLO for “1”. Se o RLO for “0”, o salto não é executado, o RLO passa a ter o valor ”1” e a execução do programa continua na instrução seguinte.

JCN

O salto condicional “JCN” só é executado se o RLO for "0". Se o RLO for "1", o salto não é executado e a execução do programa continua na instrução seguinte.

Nota

Em STL existem outras instruções de salto, que serão discutidas num curso de programação.

Training

Automation and Drives

 

ST-7SYH

Page 19

Cápítulo 8

RLO - Deteção de Flanco LAD FBD STL A I1.0 I1.0 I1.1 M1.0 M8.0 I1.0

RLO - Deteção de Flanco

LAD FBD STL A I1.0 I1.0 I1.1 M1.0 M8.0 I1.0 A I1.1 & M1.0 M8.0
LAD
FBD
STL
A
I1.0
I1.0
I1.1
M1.0
M8.0
I1.0
A
I1.1
& M1.0
M8.0
P
FP
M1.0
I1.1
P
=
=
M8.0
A
I 1.0
I1.0
I1.1
M1.1
M8.1
I1.0
& M1.1
M8.1
A
I 1.1
N
FN
M1.1
I1.1
N
=
=
M8.1

OB1-Ciclo

I1.0 I1.1 RLO M1.0 M1.1 M8.0 M8.1
I1.0
I1.1
RLO
M1.0
M1.1
M8.0
M8.1
I1.0 & M1.1 M8.1 A I 1.1 N FN M1.1 I1.1 N = = M8.1 OB1-Ciclo
Exemplo SIMATIC S7
Exemplo
SIMATIC S7

Siemens, S.A. 2001. Todos os direitos reservados.

Date:

26.05.2006

File:

SYH08.20

S.A. 2001. Todos os direitos reservados. Date: 26.05.2006 File: SYH08.20 Training Automation and Drives

Training Automation and Drives

Flanco do RLO

Um ”Flanco do RLO” acontece quando o resultado lógico da operação muda.

Flanco Positivo

Quando o RLO passa de “0” para “1”, a instrução de deteção de flanco "FP" resulta no estado de sinal "1" (por expl. na M 8.0) durante um ciclo.

Para permitir que o sistema detecte a mudança de flanco, o RLO tem também que ser gravado num bit de memória FP, ou bit de dados (por expl. M 1.0)

Flanco Negativo

Quando o RLO passa de “1” para “0”, a instrução de deteção de flanco "FN" resulta no estado de sinal ”1” (por expl. M 8.1) durante um ciclo.

Para permitir que o sistema detecte a mudança de flanco, o RLO tem também que ser gravado num bit de memória FN, ou bit de dados (por expl. M 1.1).

Training

Automation and Drives

 

ST-7SYH

Page 20

Cápítulo 8

Sinal - Deteção de Flanco LAD FBD STL I1.1 I1.0 A I1.0 I1.0 & M8.0

Sinal - Deteção de Flanco

LAD FBD STL I1.1 I1.0 A I1.0 I1.0 & M8.0 I1.1 A ( POS M8.0
LAD
FBD
STL
I1.1
I1.0
A
I1.0
I1.0
&
M8.0
I1.1
A
(
POS
M8.0
Q
POS
A
I1.1
FP
M1.0
M1.0
M_BIT
=
M1.0
M_BIT
)
=
M8.0
I1.1
A
I1.0
I1.0
I1.0
M8.1
&
A
(
I1.1
NEG
Q
M8.1
A
I1.1
NEG
FN
M1.1
M1.1
M_BIT
M1.1
M_BIT
=
)
=
M8.1
I1.0
I1.1
Exemplo
M1.0
M1.1
OB1-Ciclo
M8.0
M8.1
SIMATIC S7
Date:
26.05.2006
Training
Automation and Drives
File:
SYH08.21
Siemens, S.A. 2001. Todos os direitos reservados.

Sinal de Flanco

Um "sinal de flanco" acontece quando o sinal muda o seu estado.

 

Exemplo

A entrada I 1.0 funciona como uma entrada estática de permissão. A entrada

I

1.1

deve ser controlada e cada mudança de sinal deve ser detectada.

Flanco Positivo

Quando o estado de sinal na I 1.1 passa de “0“ para “1“, a instrução de verificação “POS“ resulta em estado de sinal “1“ na saída Q durante um ciclo, desde que a I

1.0

tenha estado de sinal “1“ (como no exemplo acima ilustrado).

Para permitir que o sistema detecte a mudança de flanco, o estado de I 1.1 tem também que ser gravado num M_BIT (bit de memória ou bit de dados) (por expl. M

1.0).

Flanco Negativo

Quando o estado de sinal na I 1.1 passa de “1” para “0” , a instrução de verificação "NEG" resulta em estado de sinal ”1” na saída Q durante um ciclo, desde que a I

1.0

tenha estado de sinal ”1” (como no exemplo acima ilustrado).

Para permitir que o sistema detecte a mudança de flanco, o estado de I 1.1 tem também que ser gravado num M_BIT (bit de memória ou bit de dados) (por expl. M

1.1).

Training

Automation and Drives

 

ST-7SYH

 

Page 21

Cápítulo 8

Exercício: Programa para Enchimento de Garrafas (Seleção de Modo) Instalação ON/OFF: Funcionamento
Exercício: Programa para Enchimento de Garrafas (Seleção de Modo) Instalação ON/OFF: Funcionamento
Exercício: Programa para Enchimento de Garrafas (Seleção de
Modo)
Instalação ON/OFF:
Funcionamento Manual/Automático:
I Start (Interruptor Cont.-Mom. com função NO)
0.0 =
I 0.4 = Manual/Automático (Interruptor)
I Stop (Interruptor Cont.-Mom.com função NC)
0.1 =
I 0.5 =
Confirmar seleção (Interruptor
Contacto-Momentâneo, função NO)
I 0.2 = Andar p/frente (Int. C-M, função NO)
I 0.3 = Andar p/trás (Int. C-M., função NO)
Detector
de garrafas
I 16.6 (I 8.6)
M
Q
20.5 (Q 8.5) Tapete a andar para a frente
Q
20.6 (Q 8.6) Tapete a andar para trás
SIMATIC S7
Date:
26.05.2006
Training
Automation and Drives
File:
SYH08.22
Siemens, S.A. 2001. Todos os direitos reservados.

Tarefa

Escreva uma seção do programa para um sistema de enchimento de garrafas que contemple as seguintes especificações:

 

A

entrada I 0.0 (interruptor contacto-momentâneo com a função NO) coloca

a

instalação ON.

A

entrada I 0.1 (interruptor contacto-momentâneo com a função NC) coloca

a

instalação OFF.

Quando a instalação está ON, o indicador na saída Q 8.1 (Q 4.1) acende.

Quando a instalação está ON, pode ser selecionado o modo de funcionamento:

 

-

O modo manual é selecionado se I 0.4=0 e o modo automático se

 

I 0.4=1.

 

-

O modo selecionado é confirmado com um impulso na entrada I 0.5.

 

Os indicadores para o modo de funcionamento selecionado são:

 
 

Manual = Q 8.2 (Q 4.2), Automático = Q 8.3 (Q 4.3).

 

Quando o modo de funcionamento é alterado ou a instalação é desligada, o modo anteriormente selecionado tem que ser desactivado.

No modo manual, o tapete pode andar para a frente com o interruptor de

 

contacto-momentâneo I 0.2 (Q 20.5 / Q 8.5) e para trás com I 0.3 (Q 20.6 /

Q

8.6).

O Que Fazer

1.

Construa o programa para controlar os modos de funcionamento. Utilize os endereços I/O e os dispositivos de campo apresentados no diagrama.

 

2.

Crie um programa S7 com o nome "FILL" no projecto “O Meu Projecto".

3.

Escreva a seção do programa para o sistema de enchimento de garrafas no bloco FC 15.

4.

Abra (off-line) o OB1 e introduza uma chamada ao FC15 (em STL escreva a instrução “CALL FC 15”).

5.

Grave o programa, transfira-o para o PLC e teste-o.

Resultado

Deverá funcionar.

Training

Automation and Drives

 

ST-7SYH

Page 22

Cápítulo 8