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Introdução ao VoIP Codecs Carlos Gustavo A. da Rocha Tecnologia para Integração de Serviços carlos.rocha@ifrn.edu.br

Introdução ao VoIP Codecs

Carlos Gustavo A. da Rocha

Tecnologia para Integração de Serviços carlos.rocha@ifrn.edu.br

Introdução ao VoIP

Relembrando

Telefonia analógica usa frequências captadas como voz humana na faixa de 0 a 4000Khz

Para digitalizar a voz é necessário obter amostras como o dobro da maior frequência encontrada (teorema de Nyquist)

PCM (pulse code modulation)

Conversão analógico digital, com perda desprezível

Codecs mais elaborados irão reduzir o consumo de banda, inserindo perda de qualidade

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Introdução ao VoIP

PCM – Codec G.711

µ-law (EUA e Japão), a-law (Europa, Américas)

Codifica amostras usando 8000 amostras por segundo, e 8 bits em cada amostra, gerando 64kbps

por segundo, e 8 bits em cada amostra, gerando 64kbps G.711 01101101 Tecnologia para Integração de
por segundo, e 8 bits em cada amostra, gerando 64kbps G.711 01101101 Tecnologia para Integração de
G.711
G.711

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Introdução ao VoIP

Telefonia Tradicional

Conversão analógica ↔ digital nas centrais

Em cada ligação ativa a voz trafega em um circuito digital dedicado de 64kbps

Comutação por circuito, sem filas ou atrasos intermediários

por circuito, sem filas ou atrasos intermediários G.711 Tecnologia para Integração de Serviços
por circuito, sem filas ou atrasos intermediários G.711 Tecnologia para Integração de Serviços
G.711
G.711

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Introdução ao VoIP

Telefonia Tradicional

Conversão analógica ↔ digital nas centrais

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Conversão analógica ↔ digital nas centrais 001101100 Tecnologia para Integração de Serviços

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Introdução ao VoIP

Telefonia Tradicional

Vantagens

Disponibilidade >= 99,9999%

Um bom projeto garante uma taxa de chamadas completadas virtualmente de 100%

Excelente qualidade de voz (telefonia fixa)

de 100% – Excelente qualidade de voz (telefonia fixa) Tecnologia para Integração de Serviços
de 100% – Excelente qualidade de voz (telefonia fixa) Tecnologia para Integração de Serviços
de 100% – Excelente qualidade de voz (telefonia fixa) Tecnologia para Integração de Serviços

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100% – Excelente qualidade de voz (telefonia fixa) Tecnologia para Integração de Serviços carlos.rocha@ifrn.edu.br

Introdução ao VoIP

Telefonia Tradicional

Serviços Complementares do PABX

Chamada em espera

Transferência, encaminhamento

Secretária eletrônica, conferência

Identificação de chamador

Quais são realmente utilizados?
Quais são
realmente
utilizados?
de chamador Quais são realmente utilizados? Tecnologia para Integração de Serviços
de chamador Quais são realmente utilizados? Tecnologia para Integração de Serviços
de chamador Quais são realmente utilizados? Tecnologia para Integração de Serviços

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de chamador Quais são realmente utilizados? Tecnologia para Integração de Serviços carlos.rocha@ifrn.edu.br

Introdução ao VoIP

A tecnologia de Voz sobre IP

Amostras de voz são acumuladas em datagramas IP e enviadas pela Internet

De 20 a 100 kbps são necessários para uma chamada de voz, dependendo de fatores que vão do codec utilizado ao tipo de enlace da rede

Supressão da transmissão de “intervalos de silêncio” pode reduzir bastante a banda necessária

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Introdução ao VoIP

A tecnologia de Voz sobre IP

Mic

A/D Codificador D/A Decodificador Buffer / Dejitter Pilha RTP/UDP/IP
A/D
Codificador
D/A
Decodificador
Buffer / Dejitter
Pilha
RTP/UDP/IP
D/A Decodificador Buffer / Dejitter Pilha RTP/UDP/IP Phones Rede IP Tecnologia para Integração de Serviços

Phones

Rede IP
Rede IP

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Introdução ao VoIP

A tecnologia de Voz sobre IP

Um “telefone IP” pode ser desde um software rodando em um computador até um hardware dedicado

Pacotes estarão sujeitos a filas, retardo, jitter, perdas etc

Cada um destas problemas, ou a sua combinação pode comprometer a qualidade da ligação

Rede Local 1
Rede
Local 1
Internet
Internet
Rede Local 2
Rede
Local 2

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da ligação Rede Local 1 Internet Rede Local 2 Tecnologia para Integração de Serviços carlos.rocha@ifrn.edu.br

Introdução ao VoIP

Cenários de Voz sobre IP

Internet
Internet
Introdução ao VoIP ● Cenários de Voz sobre IP Internet Tecnologia para Integração de Serviços
Introdução ao VoIP ● Cenários de Voz sobre IP Internet Tecnologia para Integração de Serviços

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Introdução ao VoIP

Cenários de Voz sobre IP

RTFC Pública Gateway VoIP Internet
RTFC
Pública
Gateway VoIP
Internet

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Introdução ao VoIP

Cenários de Voz sobre IP

Introdução ao VoIP ● Cenários de Voz sobre IP PABX Institucional Gateway VoIP Internet Tecnologia para

PABX

Institucional

Gateway VoIP Internet
Gateway VoIP
Internet

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Introdução ao VoIP

Cenários de Voz sobre IP

Introdução ao VoIP ● Cenários de Voz sobre IP Internet Gateway VoIP 1 PABX Institucional 1
Introdução ao VoIP ● Cenários de Voz sobre IP Internet Gateway VoIP 1 PABX Institucional 1
Internet
Internet

Gateway VoIP 1

VoIP ● Cenários de Voz sobre IP Internet Gateway VoIP 1 PABX Institucional 1 RTFC Pública

PABX Institucional 1

de Voz sobre IP Internet Gateway VoIP 1 PABX Institucional 1 RTFC Pública Gateway VoIP 2
RTFC Pública
RTFC
Pública
Internet Gateway VoIP 1 PABX Institucional 1 RTFC Pública Gateway VoIP 2 Tecnologia para Integração de

Gateway VoIP 2

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Introdução ao VoIP

Cenários de Voz sobre IP

Introdução ao VoIP ● Cenários de Voz sobre IP RTFC Pública RTFC Pública Gateway VoIP 1
Introdução ao VoIP ● Cenários de Voz sobre IP RTFC Pública RTFC Pública Gateway VoIP 1

RTFC

Pública

RTFC

Pública

Gateway VoIP 1

de Voz sobre IP RTFC Pública RTFC Pública Gateway VoIP 1 Gateway VoIP 2 Tecnologia para
de Voz sobre IP RTFC Pública RTFC Pública Gateway VoIP 1 Gateway VoIP 2 Tecnologia para

Gateway VoIP 2

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Internet

Introdução ao VoIP

Cenários de Voz sobre IP

O último cenário utiliza a rede VoIP para completar uma ligação entre dois telefones tradicionais, ambos na rede pública de telefonia

Tecnicamente possível de ser implementada

Considerada ilegal no Brasil, pois por regulamentação da Anatel apenas as operadoras de telefonia podem completar uma ligação entre dois telefones da rede de telefonia pública

Existe uma “brecha” legal caso a instituição possua seu próprio PABX, dado que, para a Anatel, os ramais internos não fazem parte da rede de telefonia pública

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Introdução ao VoIP

Vantagens para usuários de Voz sobre IP

Mobilidade

Telefone pode ser um software instalado em seu computador, podendo ser utilizado de qualquer lugar com conectividade Internet

Flexibilidade

Mudança pode ser imperceptível ao usuário comum

Incorpora os serviços já existentes, possibilita a criação de novos integrado à Internet

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Introdução ao VoIP

Vantagens para usuários de Voz sobre IP

Tendência tecnológica a médio prazo

No Brasil é necessário a formação de recursos humanos

Redução de custos

Tarifas telefônicas de longa distância (DDD e DDI) tem caído, mas ainda são muito caras

(DDD e DDI) tem caído, mas ainda são muito caras – Tecnologia para Integração de Serviços

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Codecs ● Codec = codificador + decodificador ● Comprime um fluxo de informação, eliminando informações

Codecs

Codec = codificador + decodificador

Comprime um fluxo de informação, eliminando informações consideradas redundantes ou previsíveis

Pode implementar estratégias avançadas como supressão de silêncio + geração de “ruído de conforto”

de silêncio + geração de “ruído de conforto” A/D 01101101 11001100 00110110 11100110 Tecnologia para
A/D
A/D

01101101

11001100

00110110

11100110

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CODEC
CODEC

11100110

10101100

Codecs ● Codecs de áudio ● Coletam amostras durante um tempo chamado de tempo de

Codecs

Codecs de áudio

Coletam amostras durante um tempo chamado de tempo de quadro (t_quadro)

Em geral com duração entre 10 a 30ms

Para melhor compressão precisam analisar um conjunto de amostras (t_amostras)

Codecs complexos requerem muito processamento, tendem a obter maior compressão, mas geram maiores atrasos. (t_processamento)

mas geram maiores atrasos. ( t_processamento ) – Tecnologia para Integração de Serviços

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Codecs ● Atrasos inseridos pelo codec ● Na codificação – (t_quadro * t_amostras) + t_processamento

Codecs

Atrasos inseridos pelo codec

Na codificação

(t_quadro * t_amostras) + t_processamento

Na decodificação

t_processamento

A soma dos dois é chamada de atraso do codec

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Codecs ● Alguns Codecs de Áudio ● G.711 – Duas versões : µ -law (EUA,

Codecs

Alguns Codecs de Áudio

G.711

Duas versões: µ-law (EUA, Japão), A-law (Europa)

Comprime amostras PCM, gerando 64kbps

Por questões históricas e de compatibilização com a rede de telefonia convencional, é implementado em praticamente todos equipamentos da rede VoIP

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Codecs ● Alguns Codecs de Áudio ● G.729 – Gera quadros com 2 ou 8

Codecs

Alguns Codecs de Áudio

G.729

Gera quadros com 2 ou 8 bytes a cada 10ms

Tráfego total de 8kbps Conjugate Structure – Algebraic Code-Excited Linear Prediction (CS-ACELP)

Bastante utilizado

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Linear Prediction (CS-ACELP) – Bastante utilizado Tecnologia para Integração de Serviços carlos.rocha@ifrn.edu.br
Codecs ● Alguns Codecs de Áudio ● G.723.1 – Gera quadros com 24, 20 e

Codecs

Alguns Codecs de Áudio

G.723.1

Gera quadros com 24, 20 e 4 bytes a cada 30ms

Quadro de 4 bytes → ruído de conforto

Quadro de 24 bytes → tráfego total de 6,4 Kbps

Multi-Pulse Maximum Likelihood Quantization (MP- MLQ)

Quadro de 20 bytes → tráfego total de 5,3 Kbps

Algebraic Code-Excited Linear Prediction (ACELP)

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● Algebraic Code-Excited Linear Prediction (ACELP) Tecnologia para Integração de Serviços carlos.rocha@ifrn.edu.br
Codecs ● Alguns Codecs de Áudio ● ILBC – Internet Low Bit Rate Codec –

Codecs

Alguns Codecs de Áudio

ILBC – Internet Low Bit Rate Codec

Qualidade semelhante ao G.729 com complexidade equivalente Tráfego de 13.33kbps (quadros a cada 30ms) ou 15.20kbps (quadros a cada 20ms)

Iniciativa para implementação de um Codec de código aberto, isento de royalties - http://ilbcfreeware.org

aberto, isento de royalties - http://ilbcfreeware.org Tecnologia para Integração de Serviços

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Codecs ● Qualidade da voz ● Apesar de um pouco subjetiva existe uma métrica utilizada

Codecs

Qualidade da voz

Apesar de um pouco subjetiva existe uma métrica utilizada a décadas pelas redes de telefonia para medir a qualidade da voz em uma ligação telefônica chamada de Mean Opinion Score” - MOS

Provê uma indicação numérica da qualidade percebida pelo usuário por meio de um valor, que varia de 1 a 5

O MOS de um codec é dado pela média dos valores atribuídos, por um conjunto de usuários, à qualidade da voz percebida quando se escuta uma série de frases

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Codecs ● “ Mean Opinion Score ” - MOS MOS Qualidade Perca percebida 5 Excelente

Codecs

Mean Opinion Score” - MOS

MOS

Qualidade

Perca percebida

5

Excelente

Imperceptível

4

Boa

Perceptível mas não irritante

3

Média

Pouco irritante

2

Ruim

Irritante

1

Péssima

Muito Irritante

Curiosidade – Frases “padrões”em inglês:

- You will have to be very quiet.

- There was nothing to be seen.

- They worshipped wooden idols.

- I want a minute with the inspector.

- Did he need any money?

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Codecs ● Outras medições da qualidade da voz ● Avaliações subjetivas – Mean Opinion Score

Codecs

Outras medições da qualidade da voz

Avaliações subjetivas

Mean Opinion Score – MOS

Avaliações objetivas

E-model (ITU-T G.107)

Perceptual Speech Quality Measure (ITU-T P.861)

Perceptual Evaluation of Speech Quality (ITU-T P.862)

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Codecs ● Comparação de Codecs Codec Processamento Taxa MOS G.711 desprezível 64Kbps 4.1

Codecs

Comparação de Codecs

Codec

Processamento

Taxa

MOS

G.711

desprezível

64Kbps

4.1

G.729

alto

8Kbps

3.9

G.723.1

médio

5,3Kbps

3.9

ILBC

alto

13,33Kbps

3.9

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Codecs ● Transporte da voz fim-a-fim ● Saída do Codec é enviada usando a pilha

Codecs

Transporte da voz fim-a-fim

Saída do Codec é enviada usando a pilha RTP/UDP/IP

Cabeçalho RTP = 12 bytes

Cabeçalho UDP = 8 bytes

Cabeçalho IP = 20 bytes

Overhead é MUITO grande ←

Situação com apenas um quadro de voz por datagrama:

Eth

IP

UDP

RTP

G.723 (dados)

Eth

26 bytes

20 Bytes

8 Bytes

12

Bytes

24 Bytes

4 Bytes

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● Protocolo RTP Codecs ● RTP e RTCP (RFC 3550) são usados para transporte e

Protocolo RTP

Codecs

RTP e RTCP (RFC 3550) são usados para transporte e controle de mídias usadas por aplicações multimídia

RTP = Real Time Protocol

RTCP = Real Time Control Protocol

RTP e RTCP não evitam nem corrigem atrasos, jitter, perdas etc, mas fornecem parâmetros suficientes para que uma aplicação possa compensar os seus efeitos

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● Protocolo RTP Codecs ● Principais funcionalidades – Sincronismo entre origem e destino através de

Protocolo RTP

Codecs

Principais funcionalidades

Sincronismo entre origem e destino através de timestamps
Sequenciamento de pacotes
Identificação do tipo de mídia transportada

Como os fluxos RTP normalmente transportam mídias de tempo real, é preferível o uso de UDP na camada de transporte

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● Protocolo RCTP Codecs ● Provê informações sobre – Quantidade de bytes enviados – Número

Protocolo RCTP

Codecs

Provê informações sobre

Quantidade de bytes enviados

Número de pacotes recebidos e esperados (permite estimar a perda)

Jitter entre chegadas de pacotes

Atraso total de ida e volta (RTT)

Aplicações utilizam estas informações para ajustar dinamicamente seu funcionamento com base do estado da rede

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Codecs ● Fatores impactantes da qualidade ● Perda de pacotes – Insere falhas na conexão

Codecs

Fatores impactantes da qualidade

Perda de pacotes

Insere falhas na conexão

Em alguns codecs a perca de 2 pacotes seguidos já implica na diminuição da qualidade da voz

Percas isoladas são bem melhores que em “rajadas”

Ideal é < 1%, alguns codecs suportam < 2%

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Codecs ● Fatores impactantes da qualidade ● Atrasos → inseridos por (devem ser somados): –

Codecs

Fatores impactantes da qualidade

Atrasos → inseridos por (devem ser somados):

Processo de codificação
Buffers de compensação de jitter
Filas em roteadores
Propagação no meio físico

O ITU-T G.114 especifica um atraso máximo de 150ms (em cada direção) para uma conversa interativa

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Codecs ● Fatores impactantes da qualidade ● Variação de atraso ( jitter ) – Variação

Codecs

Fatores impactantes da qualidade

Variação de atraso (jitter)

Variação máxima tolerável entre 20 e 50ms, dependendo do codec

Impacto depende dos buffers de compensação

Largura de Banda

Baixo consumo, variando em função do codec

Conclusão: mecanismos de QoS nas camadas 2 e 3 são essenciais, principalmente em links lentos

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Codecs ● Consumo real de banda ● Para o enlace ethernet – G.711 → ≈

Codecs

Consumo real de banda

Para o enlace ethernet

G.711 → 93kbps

G.729 → 37kbps

Por razões de segurança a mídia pode (deve) ser criptografada

Necessário processamento e banda extras

Insere novos atrasos

processamento e banda extras – Insere novos atrasos Tecnologia para Integração de Serviços
processamento e banda extras – Insere novos atrasos Tecnologia para Integração de Serviços

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processamento e banda extras – Insere novos atrasos Tecnologia para Integração de Serviços carlos.rocha@ifrn.edu.br
Codecs ● Protocolos de sinalização VoIP ● ITU-T → H.323 – Padronizado pela comunidade de

Codecs

Protocolos de sinalização VoIP

ITU-T → H.323

Padronizado pela comunidade de telecomunicações

Preocupação com interoperabilidade (com a rede de telefonia convencional), controle, tarifação etc

IETF → SIP (Session Initiation Protocol)

Padronizado pela comunidade da Internet – RFC 3261

Preocupação com flexibilidade e facilidade de integração com outros serviços da Internet

Outros → Skype, MGCP, IAX

serviços da Internet ● Outros → Skype, MGCP, IAX Tecnologia para Integração de Serviços

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serviços da Internet ● Outros → Skype, MGCP, IAX Tecnologia para Integração de Serviços carlos.rocha@ifrn.edu.br