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DM991 SÉRIE IV

DM991 SÉRIE IV DM991C DM991CE DM991S DM991SE MANUAL DO PRODUTO 204.0076.00 rev. 00 Data: 27/3/2006
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DM991C

DM991CE

DM991S

DM991SE

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GARANTIA

Este produto é garantido contra defeitos de material e fabricação pelo período especificado na nota fiscal

de venda.

A garantia inclui somente o conserto e substituição de componentes ou partes defeituosas sem ônus para

o cliente. Não estão cobertos defeitos resultantes de: utilização do equipamento em condições

inadequadas, falhas na rede elétrica, fenômenos da natureza (descargas induzidas por raios, por exemplo), falha em equipamentos conectados a este produto, instalações com aterramento inadequado

ou consertos efetuados por pessoal não autorizado pela DATACOM.

Esta garantia não cobre reparo nas instalações do cliente. Os equipamentos devem ser enviados para conserto na DATACOM.

Os equipamentos devem ser enviados para conserto na DATACOM. Sistema de Gestão da Qualidade certificado pela

Sistema de Gestão da Qualidade

certificado pela DQS de acordo

com ISO9001 Nº de registro (287097 QM)

pela DQS de acordo com ISO9001 Nº de registro (287097 QM) Apesar de terem sido tomadas

Apesar de terem sido tomadas todas as precauções na elaboração deste documento, a empresa não assume qualquer responsabilidade por eventuais erros ou omissões, bem como nenhuma obrigação é assumida por danos resultantes do uso das informações contidas neste manual. As especificações fornecidas neste manual estão sujeitas a alterações sem aviso prévio e não são reconhecidas como qualquer espécie de contrato.

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o

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CONVENÇÕES

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Esta formatação indica que o texto aqui contido tem grande importância e há risco de danos. Deve ser lido com cuidado e pode evitar grandes dificuldades.As notas explicam melhor algum detalhe apresentado no texto. Indica que, caso os procedimentos não sejam

Indica que, caso os procedimentos não sejam corretamente seguidos, existe risco de choque elétrico. ser lido com cuidado e pode evitar grandes dificuldades. Indica presença de radiação laser. Se as

Indica presença de radiação laser. Se as instruções não forem seguidas e se não for evitada a exposição direta à pele e olhos, pode causar danos à pele ou danificar a visão.corretamente seguidos, existe risco de choque elétrico. Indica equipamento ou parte sensível à eletricidade

Indica equipamento ou parte sensível à eletricidade estática. Não deve ser manuseado sem cuidados como pulseira de aterramento ou equivalente.direta à pele e olhos, pode causar danos à pele ou danificar a visão. Indica emissão

Indica emissão de radiação não-ionizante. sensível à eletricidade estática. Não deve ser manuseado sem cuidados como pulseira de aterramento ou equivalente.

ÍNDICE

1. APRESENTAÇÃO

1.1. DM991S/SE

10

10

1.1.1. Painel Frontal

10

1.1.2. Painel Traseiro

11

1.2. DM991C/CE

11

1.2.1. Painel Frontal

11

1.2.2. DM991C/CE

12

2. INTERFACE G.SHDSL

14

2.1. Características da Interface

15

2.2. Pré-Ativação (Handshake)

15

2.3. Ativação

(Training)

15

2.4. Modo de Dados (Data Mode)

15

2.4.1. Estrutura do Frame G.shdsl

16

2.4.2. Erro de CRC (CRC Anomaly)

17

2.4.3. Defeito de Atenuação da Linha (Loop Attenuation Defect)

17

2.4.4. Defeito da Relação Sinal-Ruído (SNR Margin Defect)

18

2.4.5. Defeito de LOSW (LOSW Defect)

18

2.4.6. Falha de LOSW (LOSW Failure)

18

2.5. Configurações da Interface G.shdsl

18

2.5.1. Tipo de Terminal

18

2.5.2. Frame Mode

18

2.5.3. Anexo

19

2.6. Desempenho

19

2.7. Proteção Elétrica

20

3. INTERFACE DIGITAL V.35-V36/V.11

21

3.1. Interface

V.35

21

3.2. Interface V.36/V.11

21

4. INTERFACE G.703 - G.704

24

4.1. DM991S/SE

24

4.2. DM991C/CE

25

5. INTERFACE ETHERNET

26

5.1. Nível físico Ethernet

26

5.2. Bridge Remoto

26

5.3. Configurações da Interface Ethernet

27

6. ESTRAPES

6.1. DM991S/SE

28

28

6.1.1. Seleção do Cabo na Interface G.703 (E4)

28

6.1.2. Aterramento do Cabo Coaxial de TX-OUT (E10)

28

6.1.3. Aterramento do Cabo Coaxial de RX-IN (E11)

28

6.1.4. Pinagem da Interface G.703 (E12 a E15, E27 a E30 e E44 a E47)

28

6.1.5. Pinagem para Utilizar V.35 e G.703 no DB25

29

6.1.6. Seleção de Interface Digital (E16 a E26)

29

6.1.7. Pinagem do conector DB25 (E31 a E41 e E48 a E59)

29

6.2. DM991C/CE

29

6.2.1. Seleção do Cabo na Interface G.703 (E2, E3 e E25)

29

6.2.2. Aterramento do Cabo Coaxial de Entrada (E4)

30

6.2.3. Seleção de Interface Digital (E7, E9, E10 e E12 a E19)

30

7. DIP SWITCHES

31

7.1. Seleção de Velocidade (DIPs A1 a A5)

31

7.2. Seleção de relógio (DIPs A6 e A7)

32

7.3. Habilitação de LDR - Laço Digital Remoto (DIP A8)

33

7.4. Cross-Connect CAS (DIP B1)

33

7.5. Habilitação do Timeslot 16 (DIP B2)

33

7.6. Habilitação do CRC4 (DIP B3)

33

7.8.

Tipo de Terminal (DIP B5)

33

7.9.

Configuração (DIP B6)

34

7.10. Habilitação da Interface Ethernet (DIP B7)

34

7.11. Resumo das DIPs

35

8. DESCRIÇÃO DO FUNCIONAMENTO

36

8.1. Gerenciamento do Equipamento

36

8.2. Relógios do Equipamento

36

8.2.1. Relógio de Transmissão

36

8.2.2. Modo Plesiócrono

37

8.2.3. Modo Síncrono

38

8.3. Relógios da Interface Digital

38

8.3.1. Clock Source

38

8.3.2. External (CT113)

39

8.3.3. CT104 Controlled

39

8.3.4. CT113 Unlooped to CT114

40

8.3.5. CT128 Habilitado

40

8.3.6. Inverse Tx Clock

40

9. GERENCIAMENTO PELO TERMINAL

41

9.1.

Informações do Equipamento

42

9.2.

Configuração de Senha

43

9.3.

Configuração de Idioma

43

9.4.

Escolha de Equipamento a Configurar

44

9.1.

Menu de Configuração

45

9.1.1. Menu de Configuração Geral do Equipamento

47

9.1.2. Menu de Configuração da Interface G.shdsl

48

9.1.3. Menu de Configuração da Interface Digital

49

9.1.4. Menu de Configuração da Interface E1

50

9.1.5. Menu de Configuração da Interface Bridge (apenas para DM991CE e DM991SE)

51

9.2. Menu de Testes

51

9.2.1. Menu de Testes da Interface G.shdsl

53

9.2.2. Menu de Testes da Interface Digital

53

9.2.3. Menu de Testes da Interface E1

54

9.3. Menu de Status

54

9.3.1. Menu de Estados do Equipamento

55

9.3.2. Menu de Estados da Interface G.shdsl

55

9.3.3. Menu de Estado da Interface Digital

56

9.3.4. Menu de Estados da Interface E1

57

9.3.5. Menu de Estados da Interface Bridge

57

9.4. Menu de Performance

58

9.5. Download de Firmware pelo Terminal

59

10. GERENCIAMENTO REMOTO

60

11. TESTES

61

11.1. Testes na interface G.shdsl

61

11.1.1. Teste de Laço Digital Local - LDL

61

11.1.2. Teste de Laço Analógico Local - LAL

61

11.1.3. Teste de BERT

62

11.1.4. Teste de Laço Digital Remoto - LDR

62

11.2. Testes na Interface E1

62

11.2.1. Teste de Laço Digital Local - LDL

62

11.2.2. Teste de Laço Analógico Local - LAL

63

11.3. Testes na Interface Digital

11.3.1. Teste de Laço Digital Local - LDL

63

63

12. DOWNLOAD DE FIRMWARE

64

13. INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO

65

13.1.

Instalação

65

13.1.1. DM991S/SE

65

13.1.2. DM991C/CE

65

13.2. Configuração

65

14.

G.703 - G.704

67

14.1. Estrutura de Quadros G.704

67

14.1.1. Multiframe CRC4

68

14.1.2. Multiframe CAS (Channel Associated Signaling)

69

14.2. Características Elétricas

70

14.2.1. Características Elétricas da Interface G.703 para Cabo Coaxial

71

14.2.2. Características Elétricas da Interface G.703 para Par Trançado

71

15. LEDS DO PAINEL

72

15.1. LEDs do Painel Frontal dos Modens DM991S/SE

72

15.2. LEDs do Panel Frontal dos Modens DM991C/CE

73

16. MAPAS DE ESTRAPES E DIP SWITCHES

74

16.1. DM991S/SE

74

16.2. DM991C/CE

75

17. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

76

17.1. Condições Ambientais

76

17.2. Potência

76

17.2.1. DM991S/SE

76

17.2.2. DM991C/CE

76

17.3. Alimentação

76

17.3.1. DM991S/SE

76

17.3.2. DM991C/CE

76

17.4. Dimensões

77

17.4.1. DM991S/SE

77

17.4.2. DM991C/CE

77

17.5.

Peso

77

17.5.1. DM991S/SE

77

17.5.2. DM991C/CE

77

18. NORMAS APLICÁVEIS

78

ÍNDICE DE FIGURAS

Figura 1.

Painel Frontal - DM991S

10

Figura 2.

Painel Frontal - DM991SE

10

Figura 3.

Painel Traseiro DM991S/SE

11

Figura 4.

Painel Frontal DM991C

11

Figura 5.

Painel Frontal DM991CE

12

Figura 6.

Painel Traseiro DM991C/CE

12

Figura 7.

Frame G.shdsl - Estrutura dos blocos de dados

16

Figura 8.

Diagrama da ordem do frame G.shdsl com sinalização CAS

16

Figura 9.

Alcance para a interface G.shdsl (m X kbit/s)

20

Figura 10.

DM991 Gerenciado como Remoto do DM705

36

Figura 11.

Relógios Interno e Regenerado no Plesiócrono

37

Figura 12.

Relógio Externo de E1 e Regenerado no modo Plesiócrono

38

Figura 13.

Relógios Externos da Interface Digital no Modo Plesiócrono

38

Figura 14.

Funcionamento da Interface Digital com Clock Source

39

Figura 15.

Funcionamento da Interface Digital com External

39

Figura 16.

Funcionamento da Interface Digital com CT104 Controlled

39

Figura 17.

Interface Digital com CT113 Unlooped to CT114

40

Figura 18.

Diagrama das Memórias de Configuração

45

Figura 19.

DM991 - Laço digital local na interface G.shdsl

61

Figura 20.

DM991 - Laço digital local na interface G.shdsl

61

Figura 21.

DM991 - Teste de BERT na Interface G.shdsl

62

Figura 22.

DM991 - Teste de LDR na Interface G.shdsl

62

Figura 23.

DM991 - Teste de LDL na Interface E1

62

Figura 24.

DM991 - Teste de LAL na Interface E1

63

Figura 25.

DM991 - Laço digital local na interface Digital

63

Figura 26.

Adaptador para gabinete mesa em bastidor

66

Figura 27.

Estrutura de Frame E1 da Recomendação G.704 do ITU-T

67

Figura 28.

Codificação HDB3 na Interface de 2048kbit/s da Rec. G.703

70

Figura 29.

DM991S/SE - Mapa de Estrapes e DIPs

74

Figura 30.

DM991C/CE - Mapa de Estrapes

75

Figura 31.

Pinagem do Cabo de Força - DM991C/CE

77

ÍNDICE DE TABELAS

Tabela 1.

DM991S/SE - Pinagem do Conector DB9

11

Tabela 2.

DM991SE - Pinagem do Conector RJ45

11

Tabela 3.

DM991C/CE - Pinagem do Conector DB9

12

Tabela 4.

DM991CE - Pinagem do Conector RJ45

12

Tabela 5.

DM991S/SE - Pinagem da interface G.shdsl

14

Tabela 6.

DM991C/CE - Pinagem da interface G.shdsl

14

Tabela 7.

Estrutura do frame G.shdsl

17

Tabela 8.

Alcance para a interface G.shdsl

20

Tabela 9.

Pinagem da Interface V.35

22

Tabela 10.

Pinagem da Interface V.36/V.11

23

Tabela 11.

DM991S/SE - Pinagem na régua de parafusos para G.703

24

Tabela 12.

DM991S/SE - Pinagem no padrão Telebrás (DB25) para G.703

24

Tabela 13.

DM991S/SE - Pinagem proprietária (DB25) para G.703

25

Tabela 14.

DM991C/CE - Pinagem do Conector RJ45 para G.703

25

Tabela 15.

Configuração da Velocidade da Interface Digital

32

Tabela 16.

Seleção de Relógio Interno

32

Tabela 17.

DM991S/SE - Resumo das DIPs

35

Tabela 18.

Estrutura Multiframe

68

Tabela 19.

Estrutura de Multiframe com CRC4

69

Tabela 20.

Estrutura de Multiframe com CAS

70

Tabela 21.

Significado dos LEDs - DM991S/SE

72

Tabela 22.

Significado dos LEDs - DM991C/CE

73

Tabela 23.

Consumo máximo de corrente - DM991S e DM991SE

76

Tabela 24.

Faixa de Tensões de Alimentação - DM991C/CE

77

A família de modens DM991 série IV engloba uma série de modens G.shdsl com as

A

família de modens DM991 série IV engloba uma série de modens G.shdsl com as interfaces E1 (G.703

e

G.704), Digital (V.35 e V.36/V.11) e Ethernet.

Apresentados em quatro modelos:

DM991C - Gabinete de mesa. Pode ser adaptado em um bastidor, usando-se o acessório:

Adaptador de Gabinete Mesa em Bastidor.

DM991CE - Como o modelo DM991C, porém apresenta ainda a funcionalidade de operação como bridge.

DM991S - Placa padrão Telebrás. Pode ser utilizada em gabinetes ou sub-bastidores padronizados para 20 modens.

DM991SE - Como o modelo DM991S, porém apresenta ainda a funcionalidade de operação como bridge.

apresenta ainda a funcionalidade de operação como bridge. A letra "C", representa que o equipamento é

A letra "C", representa que o equipamento é de mesa, enquanto a letra "S" representa que é um cartão, a

ser usado em um sub-bastidor padrão Telebrás. Já a presença da letra "E", indica operação no modo bridge.

Neste manual sempre será usado o nome DM991 para representar toda a família de modens, e sempre que alguma explicação se restringir à determinados modelos, será explicitado a qual modelo se está referindo.

1.1. DM991S/SE

1.1.1. Painel Frontal

A Figura 1 representa o painel frontal do modem DM991S, e a Figura 2 apresenta o painel frontal do

modem DM991SE.

e a Figura 2 apresenta o painel frontal do modem DM991SE. Figura 1. Painel Frontal -

Figura 1.

Painel Frontal - DM991S

frontal do modem DM991SE. Figura 1. Painel Frontal - DM991S Figura 2. Painel Frontal - DM991SE

Figura 2.

Painel Frontal - DM991SE

LEDs de sinalização - O significado de cada LED pode ser encontrado na Tabela 21.

DB9 - O conector DB9 do painel frontal é usado para a configuração do equipamento por terminal (porta serial de comunicação). A pinagem deste conector encontra-se na Tabela

1.

Sinal

DB9

Origem

Transmissão RS-232

2

DM991S/SE

Recepção RS-232

3

ETD

Terra de Sinal

5

-

Tabela 1.

DM991S/SE - Pinagem do Conector DB9

RJ45 - O conector RJ45 é usado como interface Ethernet. A descrição de sua pinagem encontra-se na Tabela 2.

Função

Sinal

RJ45

Origem

Dados Transmitidos: fio +

TX+

1

DM991SE

Dados Transmitidos: fio -

TX-

2

DM991SE

Dados Recebidos: fio +

RX+

3

LAN

Dados Recebidos: fio -

RX-

6

LAN

Tabela 2.

DM991SE - Pinagem do Conector RJ45

Teclas - A função das teclas é a execução de testes:

o

LAL (laço analógico local)

o

LDL (laço digital local)

o

LDR (laço digital remoto)

1.1.2. Painel Traseiro

A Figura 3 representa o painel traseiro dos modens DM991S/SE (sub-bastidor padrão Telebrás):

dos modens DM991S/SE (sub-bastidor padrão Telebrás): Figura 3. Painel Traseiro DM991S/SE • Para a pinagem do
dos modens DM991S/SE (sub-bastidor padrão Telebrás): Figura 3. Painel Traseiro DM991S/SE • Para a pinagem do
dos modens DM991S/SE (sub-bastidor padrão Telebrás): Figura 3. Painel Traseiro DM991S/SE • Para a pinagem do

Figura 3.

Painel Traseiro DM991S/SE

Para a pinagem do conector DB25, consulte tabela no capítulo sobre a interface V.35.

1.2. DM991C/CE

1.2.1. Painel Frontal

A Figura 4 representa o painel do modem DM991C e a Figura 5 representa o painel do modem DM991CE.

DM991C e a Figura 5 representa o painel do modem DM991CE. Figura 4. Painel Frontal DM991C

Figura 4.

Painel Frontal DM991C

Figura 5. Painel Frontal DM991CE • LEDs de sinalização - O significado de cada LED

Figura 5.

Painel Frontal DM991CE

LEDs de sinalização - O significado de cada LED pode ser encontrado na Tabela 22.

DB9 - O conector DB9 do painel frontal é usado para a configuração do equipamento por terminal (porta serial de comunicação). A pinagem deste conector encontra-se na Tabela

3.

Sinal

DB9

Origem

Transmissão RS-232

2

DM991C/CE

Recepção RS-232

3

ETD

Terra de Sinal

5

-

Tabela 3.

DM991C/CE - Pinagem do Conector DB9

RJ45 - O conector RJ45 é usado como interface Ethernet. A descrição de sua pinagem encontra-se na Tabela 4.

Função

Sinal

RJ45

Origem

Dados Transmitidos: fio +

TX+

1

DM991CE

Dados Transmitidos: fio -

TX-

2

DM991CE

Dados Recebidos: fio +

RX+

3

LAN

Dados Recebidos: fio -

RX-

6

LAN

Tabela 4.

1.2.2. DM991C/CE

DM991CE - Pinagem do Conector RJ45

A Figura 6 representa o painel traseiro dos conversores DM991C/CE:

6 representa o painel traseiro dos conversores DM991C/CE: Figura 6. Painel Traseiro DM991C/CE • Conectores 75

Figura 6.

Painel Traseiro DM991C/CE

Conectores 75 - conexão para interface G.703 para cabo coaxial com impedância de 75 , disponível em conectores BNC;

Conector 120 - conexão para interface G.703 para cabo par trançado com impedância de 120 , disponível em conector RJ-48;

Conector Digital - conexão para interface digital, conforme recomendação V.35 ou V.36/V.11. Estão disponíveis em DB25 com pinagem ISO2110 Amd.1. Podem ser fornecidos opcionalmente cabos adaptadores para V.35 (ISO2593) ou V.36/V.11 (ISO4902). Para a pinagem do conector DB25, consulte o capítulo 3;

Conector G.shdsl - conexão para a interface G.shdsl, disponível através do conector RJ45, utilizando os pinos 4 e 5;

Conector de Alimentação - conexão para fonte de alimentação. Pode ser ligada diretamente tanto a uma rede AC quanto uma rede DC, desde que sejam respeitadas as tensões especificadas na Tabela 24.

A interface G.shdsl do modem DM991S/SE apresenta conexão através da régua de parafusos, como visto

A interface G.shdsl do modem DM991S/SE apresenta conexão através da régua de parafusos, como visto na Tabela 5. Já a interface G.shdsl do modem DM991C/CE apresenta conexão através de um RJ45 com pinagem conforme a Tabela 6.

Sinal

Régua de

parafusos

TIP

TX - 1 TX - 2

RING

Tabela 5.

DM991S/SE - Pinagem da interface G.shdsl

 

Sinal

Pino (RJ45)

 

TIP

4

RING

5

Tabela 6.

DM991C/CE - Pinagem da interface G.shdsl

O padrão G.shdsl (G.991.2) especifica conexão simétrica a 2 fios para linhas de assinantes.

Pode transportar de 1 a 32 timeslots de 64 kbit/s com alinhamento de canais.

O alcance da interface varia de acordo com a taxa de transmissão entre 3.600 m (para 2.048 kbit/s em

linha de 0,4 mm sem ruído) e 6.300 m (para 192 kbit/s em linha de 0,4 mm sem ruído).

É possível configurá-la como LTU (central) ou NTU (usuário), servindo sempre como agregado das

demais interfaces do equipamento.

Pode ser configurada para operar conforme anexo A, B ou com seleção automática, que estão incluídos na recomendação G.991.2.

A potência do sinal transmitido é de 13,5 dBm para taxas inferiores a 2.048 kbit/s e 14,5 dBm para 2.048

kbit/s.

Também pode ser configurada para operar em modo plesiócrono, síncrono ou seleção automática.

As negociações de handshake se dão conforme a recomendação G.994.1 do ITU-T.

Quando configurada como NTU, a interface aceita qualquer taxa, anexo e tipo de frame que o LTU indicar durante o handshake. O número de canais do agregado deve ser sempre maior ou igual à soma dos canais dos tributários.

Apenas para DM991C/CE: A interface possui proteção primária - (centelhadores) capazes de suportar descargas elétricas conforme a recomendação K.21 do ITU-T.

Os gabinetes destinados aos modelos DM991S/SE normalmente possuem centelhadores, então estes modelos não vêm com centelhadores adicionais.

2.1. Características da Interface

A recomendação G.991.2 do ITU-T descreve um método de transmissão para o transporte de dados em

redes de acesso de telecomunicações sobre pares trançados a 2 fios no modo full-duplex, havendo,

portanto, cancelamento de eco.

A codificação na linha é do tipo TC-PAM com 16 níveis (16-PAM).

A conexão se dá através de 3 estágios básicos: Pré-Ativação (Handshake), Ativação (Training) e Modo de

Dados (Data Mode).

2.2. Pré-Ativação (Handshake)

A etapa de pré-ativação segue a recomendação G.994.1 do ITU-T, que descreve o handshake para

transceivers xDSL.

Durante este estágio, os 2 equipamentos trocam informações e negociam os parâmetros que serão usados na conexão.

As extremidades implementam um modem DPSK de 12 kHz no NTU e 20 kHz no LTU para realizarem o handshake. As mensagens pré-definidas pela norma são trocadas e eles determinam um modo comum de operação.

Nesta fase é determinada a taxa final de transmissão, o anexo utilizado (A ou B), qual tipo de informação será transportado, frame de transmissão (plesiócrono ou síncrono) e vários outros parâmetros.

Caso as interfaces não cheguem a uma configuração comum, os 2 equipamentos abortam a transmissão

e não passam ao próximo estágio, tentando novamente após alguns instantes.

Quando o DM991 for programado como equipamento de usuário (NTU), aceitará sempre a configuração que lhe for enviada pelo equipamento central (LTU), o que facilita a instalação dos mesmos.

No handshake o led DSL, no painel frontal, pisca uma vez por segundo, ficando a maior parte do tempo apagado.

2.3. Ativação (Training)

Nesta fase os dois modens testam a linha de transmissão utilizando a taxa que foi acertada durante o handshake para determinarem quais coeficientes deverão utilizar para seus filtros digitais de recepção e transmissão.

Durante o training, os equipamentos não utilizam a codificação DPSK.

Primeiramente, ambos testam a linha. Em seguida, trocam os coeficientes dos pré-codificadores que serão utilizados durante a transmissão de dados.

Duas coisas podem ocorrer no final deste estágio: os modens passam a fase de treinamento e determinam os coeficientes adequados para a linha, entrando no modo de dados; ou os modens não conseguem determinar os coeficientes por alguma determinada razão (a linha pode ser muito longa, pode haver muito ruído, durante o treinamento houve uma perturbação muito forte que inviabilizou a sua convergência, etc) e abortam a transmissão.

Na etapa de ativação, o led DSL, no painel frontal, fica aceso por 0,5 segundo e apagado por 0,5 segundo.

2.4. Modo de Dados (Data Mode)

Esta é a etapa final, onde o modem transmite os dados normalmente. Ele utilizará o frame G.shdsl final trafegando informações conforme negociado durante o handshake e usando os coeficientes que foram calculados após a avaliação da linha de transmissão durante o training.

Quando a interface estiver sincronizada, o led DSL no painel frontal permanece aceso.

2.4.1. Estrutura do Frame G.shdsl

O frame G.shdsl possui 4 blocos de dados (payload blocks) separados pelos bits de cabeçalho. Ele se

repete a cada 6 ms, independente da taxa configurada.

O cabeçalho exerce função essencial na transmissão dos dados, pois garante alinhamento, transporta

informações de gerência via EOC (Embedded Operations Channel) e ainda possui um mecanismo de identificação de erros nos dados (CRC6).

O frame G.shdsl permite também transmitir a informação de CAS (Channel Associated Signalling)

proveniente do link E1. Frame O Payload O Payload O Payload O Payload Stb Sync
proveniente do link E1.
Frame
O
Payload
O
Payload
O
Payload
O
Payload
Stb
Sync
H
Block
H
Block
H
Block
H
Block
Payload Stb Sync H Block H Block H Block H Block Payload Data, Bits 1 k
Payload Stb Sync H Block H Block H Block H Block Payload Data, Bits 1 k
Payload Data, Bits 1 k s TS 1 TS 2 . . . TS n
Payload Data, Bits 1 k s
TS 1
TS 2
.
.
.
TS n
Sub-Block 1
Sub-Block 2
Sub-Block 3
Sub-Block 4
Sub-Block 5
Sub-Block 6
Sub-Block 7
Sub-Block 8
Sub-Block 9
Sub-Block 10
Sub-Block 11
Sub-Block 12

Figura 7.

Frame G.shdsl - Estrutura dos blocos de dados

O tamanho dos sub-blocos varia de acordo com o número de canais. Cada sub-bloco possui Nx8 bits,

onde N é o número de canais negociado durante o handshake.

Timeslots E1

V.35 Nx64 kbit/s

Ethernet

Idle

CAS

Figura 8.

Diagrama da ordem do frame G.shdsl com sinalização CAS.

A estrutura de frame enviada e recebida na interface G.shdsl do DM991 consiste nos timeslots de E1, no canal digital a Nx64 kbit/s, no canal Ethernet a Nx64 kbit/s, em timeslots ociosos para preencher a taxa instalada do modem e um timeslot de CAS, quando configurado com cross-connect de CAS, nesta ordem.

 

Bit

Nome

Descrição

1-14

sw1-sw14

Frame Sync Word

15

fbit1/losd

Fixed Indicator bit #1 (Loss of Signal)

16

fbit2/sega

Fixed Indicator bit #2 (Segment Anomaly)

17 -> k+16

b1

Payload block #1

K

+ 17

eoc01

EOC bit #1

K

+ 18

eoc02

EOC bit #2

K

+ 19

eoc03

EOC bit #3

K

+ 20

eoc04

EOC bit #4

K

+ 21

crc1

Cyclic Redundancy Check #1

K

+ 22

crc2

Cyclic Redundancy Check #2

K

+ 23

fbit3/ps

Fixed Indicator bit #3 (Power Status)

K

+ 24

sbid1

Stuff bit ID #1

K

+ 25

eoc05

EOC bit #5

K

+ 26

eoc06

EOC bit #6

k

+ 27 -> 2k + 26

b2

Payload block #2

2k + 27

eoc07

EOC bit #7

2k + 28

eoc08

EOC bit #8

2k + 29

eoc09

EOC bit #9

2k + 30

eoc10

EOC bit #10

2k + 31

crc3

Cyclic Redundancy Check #3

2k + 32

crc4

Cyclic Redundancy Check #4

2k + 33

fbit4/segd

Fixed Indicator bit #4 (Segment Defect)

2k + 34

eoc11

EOC bit #11

2k + 35

eoc12

EOC bit #12

2k + 36

sbid2

Stuff bit ID #2

2k + 37 -> 3k + 36

b3

Payload block #3

3k + 37

eoc13

EOC bit #13

3k + 38

eoc14

EOC bit #14

3k + 39

eoc15

EOC bit #15

3k + 40

eoc16

EOC bit #16

3k + 41

crc5

Cyclic Redundancy Check #5

3k + 42

crc6

Cyclic Redundancy Check #6

3k + 43

eoc17

EOC bit #17

3k + 44

eoc18

EOC bit #18

3k + 45

eoc19

EOC bit #19

3k + 46

eoc20

EOC bit #20

3k + 47 -> 4k + 46

b4

Payload block #4

4k + 47

stb1

Stuff bit #1

4k + 48

stb2

Stuff bit #2

4k + 49

stb3

Stuff bit #3

4k + 50

stb4

Stuff bit #4

Tabela 7.

Estrutura do frame G.shdsl

Durante o modo de dados, podem ocorrer falhas no link. Tais falhas são monitoradas e indicadas ao usuário conforme segue:

2.4.2. Erro de CRC (CRC Anomaly)

A informação de CRC6 recebida é diferente do CRC6 calculado sobre os dados pelo receptor. Os bits de CRC6 são referentes ao frame G.shdsl anterior e a discrepância entre o valor recebido e o calculado indica que houve algum bit errado no frame, mas não quantos ou quais bits estavam errados.

Em caso de erro de CRC, o led DSL no painel frontal pisca uma vez por segundo, ficando a maior parte do tempo aceso.

2.4.3. Defeito de Atenuação da Linha (Loop Attenuation Defect)

Um defeito de atenuação da linha ocorre quando a linha apresenta atenuação superior ao limite configurado. O limite padrão para a interface G.shdsl da família DM991 é 35dB.

2.4.4.

Defeito da Relação Sinal-Ruído (SNR Margin Defect)

Um defeito na relação sinal-ruído ocorre quando o nível sinal-ruído cai abaixo da margem configurada, ou seja, quando a qualidade do sinal está deficiente. A margem de sinal-ruído padrão para a interface G.shdsl do DM991 é 6dB.

2.4.5. Defeito de LOSW (LOSW Defect)

É declarado um defeito de LOSW (Loss of Sync Word Defect) quando pelo menos 3 frames consecutivos

forem recebidos contendo 1 ou mais erros nos bits de alinhamento do frame (palavra de sincronismo, stuff

bits e stuff bit IDs – ver Tabela 5), que são os bits usados para a sincronização do frame G.shdsl. A indicação de erro deve ser apagada após a recepção de pelo menos 2 frames consecutivos sem erros. No DM991 a indicação de erro é mantida por 1 segundo após a recepção de 2 frames consecutivos sem erros.

O led DSL, no painel frontal, permanece piscando quatro vezes por segundo (freqüência de 4Hz) para

indicar LOSWD.

2.4.6. Falha de LOSW (LOSW Failure)

É declarada falha de LOSW (Loss of Sync Word Failure) após 2,5 ± 0,5s contínuos de LOSWD (defeito de

LOSW). A indicação de LOSWF deve ser apagada quando a indicação de LOSWD estiver ausente por 20

s

ou menos. Esta indicação pode ser apagada após 2 s sem LOSWD.

O

led DSL, no painel frontal, permanece piscando quatro vezes por segundo (freqüência de 4Hz) para

indicar LOSWF.

2.5. Configurações da Interface G.shdsl

Os modos de operação são todos configurados por software.

A seguir são explicados os parâmetros de configuração da interface G.shdsl:

2.5.1. Tipo de Terminal

Indica se a interface opera como LTU (central) ou NTU (usuário).

Quando o modem estiver configurado como LTU, ele determinará durante o handshake todos os parâmetros da conexão, como o anexo a ser utilizado, número de canais, esquema de relógio (síncrono ou plesiócrono), etc. Não é possível recuperar relógio da interface G.shdsl quando configurada neste modo.

Quando o modem estiver configurado como NTU, as configurações de anexo e esquema de relógio (Frame Mode) são obrigatoriamente automáticas, pois ele aceita qualquer configuração determinada pelo LTU.

Não é possível interligar equipamentos configurados para o mesmo tipo de terminal, uma vez que o handshake apenas ocorre entre LTU e NTU.

2.5.2. Frame Mode

Esta opção determina se a interface operará em modo síncrono ou plesiócrono.

Quando em modo plesiócrono, os relógios de transmissão e de recepção são independentes do relógio da linha, que é gerado pelo LTU. O relógio da linha tem a precisão de ± 32ppm, conforme determinado pela

G.991.2. Periodicamente são inseridos de forma automática 4 stuff bits para adequar o relógio dos dados

ao relógio da linha, fundamental para a sincronização dos equipamentos.

Quando configurado em modo síncrono, o relógio da linha fica igual ao relógio dos dados. A precisão

deste fica sendo, portanto, a precisão do relógio selecionado como fonte de sincronismo do equipamento.

A G.991.2 determina que a precisão do relógio deve ser de ± 32 ppm, independente do esquema de

relógio selecionado, portanto fica a cargo do usuário configurar um relógio com tal precisão para operar dentro da norma (ou utilizar um relógio de pior precisão operando fora de norma). Neste modo os stuff bits stb1 e stb2 estão sempre presentes, enquanto que stb3 e stb4 não são transmitidos.

Se o LTU estiver configurado no modo de seleção automática, ele utilizará o frame selecionado pelo NTU.

Caso o NTU também esteja configurado para seleção automática, então será utilizado o frame mode síncrono.

2.5.3. Anexo

Os anexos determinam variações na norma para a melhor adequação do equipamento à linha utilizada.

Podem ser configuradas três opções de anexo: A, B ou seleção automática.

O anexo A determina as especificações regionais referentes às linhas que operam sob condições

tipicamente encontradas nas redes norte-americanas.

O anexo B determina as especificações regionais referentes às linhas que operam sob condições

tipicamente encontradas nas redes européias.

Se o LTU estiver configurado no modo de seleção automática, ele utilizará o frame selecionado pelo NTU.

Caso o NTU também esteja configurado para seleção automática, então será utilizado o anexo B.

2.6. Desempenho

O desempenho da interface está diretamente relacionado com as características da linha de transmissão.

A bitola e o comprimento do fio utilizado, o ruído e a suscetibilidade a micro-interrupções aos quais a linha

estiver submetida determinam qual a maior taxa de transmissão possível.

O alcance também diminui caso a linha apresente um grande número de emendas e bifurcações. O

comprimento das bifurcações também altera as características da linha, podendo aumentar as reflexões

do sinal e o ruído.

Para uma linha sem ruído com fio de 0,5mm, o alcance para 2.048 kbit/s pode chegar a 5.000 m. Para a mesma taxa de transmissão, mudando a bitola do fio para 0,4 mm, o alcance máximo cairá para cerca de 3.600 m.

Para uma linha sem ruído utilizando-se um fio com bitola de 0,4 mm, sem emendas ou bifurcações, com o modem configurado para 192 kbit/s, pode-se chegar a 6.300 m de alcance.

Estes testes foram realizados utilizando uma linha artificial de transmissão que simula o comportamento

de uma linha real. A Tabela 8 contém os alcances esperados para algumas taxas em linha artificial sem

ruído.

Taxa de Dados (kbit/s)

Alcance fio de 0.4mm (km)

192

6,3

256

5,9

384

5,4

512

5,1

768

4,7

1024

4,4

1536

4

2048

3,6

Tabela 8.

Alcance para a interface G.shdsl

Figura 9.

8000

6000

4000

2000

0

0 512 1024 1536 2048
0
512
1024
1536
2048

Alcance para a interface G.shdsl (m X kbit/s)

2.7. Proteção Elétrica

Quando a linha analógica da interface G.shdsl passar através de meios que podem sofrer influência de descargas elétricas ou atmosféricas, é recomendado que sejam adicionados dispositivos de proteção primária à mesma.

A interface G.shdsl dos modelos DM991C e DM991CE já possui dispositivos do tipo centelhador, como proteção primária.

dispositivos do tipo centelhador, como proteção primária. Não é conveniente o uso de varistores como dispositivos

Não é conveniente o uso de varistores como dispositivos de proteção para linhas G.shdsl, uma vez que os mesmos introduzem uma elevada capacitância que pode reduzir significativamente o desempenho da interface. O mesmo tipo de cuidado deve ser tomado com o uso de proteções do tipo indutivo.

O conector DB25 segue a pinagem da recomendação ISO2110 Amd. 1, tanto para V.35 quanto

O conector DB25 segue a pinagem da recomendação ISO2110 Amd. 1, tanto para V.35 quanto para

V.36/V.11.

No caso dos modens DM991S/SE, essa pinagem pode ser alterada para o padrão Telebrás através de estrapes.

3.1. Interface V.35

Nesta interface, os sinais de dados e relógios são do tipo diferencial balanceados (de acordo com o apêndice II da recomendação V.35) e os sinais de controle seguem as características da recomendação

V.28.

A Tabela 9 apresenta os sinais do conversor e sua pinagem, tanto no conector DB25 fêmea (ISO2110

Amd. 1 ou Telebrás) no painel traseiro do gabinete, quanto no conector fêmea de 34 pinos (ISO2593) do cabo adaptador.

3.2. Interface V.36/V.11

Nesta interface, os sinais de dados e relógios são do tipo diferencial balanceados, de acordo com a recomendação V.11 do ITU-T. A Tabela 10 apresenta os sinais do conversor e sua pinagem, tanto no conector DB25 fêmea (ISO2110 Amd. 1 ou Telebrás) no painel traseiro do gabinete, quanto no conector fêmea de 37 pinos (ISO4902) do cabo adaptador.

Os sinais CT107, CT108, CT140, CT141 e CT142 são compatíveis com a recomendação V.10.

Esta interface também tem a facilidade do ETD fornecer sincronismo para recepção de dados. Os mesmos requisitos da V.35 se aplicam aqui.

     

DB25

M34

DB25

 

CT

Função

     

Fonte do

Sinal

ISO 2110

ISO 2593

Pinagem

Sinal

   

Amd. 1

Telebrás

101

Terra de proteção

P.

Gnd

1

A

1

 

102

Terra de sinal

S.

Gnd

7

B

13

 

103

Dados transmitidos

TDa

2

P

2

ETD

TDb

14

S

15

104

Dados recebidos

RDa

3

R

4

DM991

RDb

16

T

17

105

Permissão para enviar

RTS

4

C

5

ETD

106

Pronto para enviar

CTSa

5

D

7

DM991

107

Modem pronto

DSR

6

E

9

DM991

108

Terminal pronto

DTR

20

H

14

ETD

109‡

Sincronismo da interface G.shdsl

DCD

8

F

10

DM991

113

Relógio de transmissão do ETD

XTCa

24

U

11

ETD

XTCb

11

W

24

114

Relógio de transmissão

TCa

15

Y

3

DM991

TCb

12

a/AA

16

115

Relógio de recepção

RCa

17

V

6

DM991

RCb

9

X

19

128

Relógio de recepção externo

ERCa

22

*

 

23

ETD

ERCb

23

*

 

8

140

Requisição de Laço Digital Remoto

RDL

21

N

12

ETD

141

Requisição de Laço Analógico Local

LAL

18

L

21

ETD

142

Indicador de teste

TST

25

n/NN

25

DM991

Tabela 9.

† Apenas para DM991S/SE

Pinagem da Interface V.35

‡ Nas interfaces V.35-V.36/V.11 do DM991C o sinal CT109 reflete o estado do agregado (G.shdsl), permanecendo em OFF enquanto ele estiver em condição de erro (exceto quando houver erro de CRC).

* Para ISO2110 Amd. 1, os pinos ERCa (22) e ERCb (23) não correspondem à CT128.

       

DB25

DB37

DB25

Signal

CT

Function

Signal

   

Pinagem

ISO 2110

ISO 4902

source

     

Amd. 1

Telebrás

101

Terra de proteção

P.

Gnd

1

1

1

 

102

Terra de sinal

S.

Gnd

7

19

13

 

103

Dados transmitidos

TDa

2

4

2

ETD

TDb

14

22

15

104

Dados recebidos

RDa

3

6

4

DM991

RDb

16

24

17

105

Permissão para enviar

RTSa

4

7

5

ETD

RTSb

19

25

18

106

Pronto para enviar

CTSa

5

9

7

DM991

CTSb

13

27

20

107

Modem pronto

DSR

6

11

9

DM991

108

Terminal pronto

DTR

20

12

14

ETD

109‡

Sincronismo da Interface G.shdsl

DCDa

8

13

10

DM991

DCDb

10

31

22

113

Relógio de transmissão do ETD

XTCa

24

17

11

ETD

XTCb

11

35

24

114

Relógio de transmissão

TCa

15

5

3

DM991

TCb

12

23

16

115

Relógio de recepção

RCa

17

8

6

DM991

RCb

9

26

19

128

Relógio externo de recepção

ERCa

22

*

 

23

ETD

ERCb

23

*

 

25

140

Requisição de Laço Digital Remoto

RDL

21

14

23

ETD

141

Requisição de Laço Analógico Local

LAL

18

10

8

ETD

142

Indicador de teste

TST

25

18

12

DM991

Tabela 10.

† Apenas para DM991S/SE.

Pinagem da Interface V.36/V.11

‡ Nas interfaces V.35-V.36/V.11 do DM991C o sinal CT109 reflete o estado do agregado (G.shdsl), permanecendo em OFF enquanto ele estiver em condição de erro (exceto quando houver erro de CRC).

* Para ISO2110 Amd. 1, os pinos ERCa (22) e ERCb (23) não correspondem à CT128.

A interface permite utilização de cabo coaxial (75 ohms) ou par trançado (120 ohms), sendo

A interface permite utilização de cabo coaxial (75 ohms) ou par trançado (120 ohms), sendo que os cabos

são acoplados através de transformadores, então não há polaridade para o par trançado.

4.1. DM991S/SE

Há estrapes que permitem ligar a malha externa do cabo coaxial ao terra. Isto serve tanto para o canal de entrada (RX-IN) como de saída (TX-OUT).

Cuidar para que os estrapes não estejam na posição de aterrado quando for utilizado par trançado (120 ohms).para o canal de entrada (RX-IN) como de saída (TX-OUT). O fio de saída que passa

O fio de saída que passa pelo pino 18B do conector EDGE 2x30 está ligado ao pino central do estrape

E10 e é o fio de TX-OUT que pode ser ligado ao terra através deste estrape. Neste caso, deve ser identificado para cada modelo de gabinete qual o parafuso de TX-OUT foi aterrado pelo estrape, para nele

ligar a malha do cabo coaxial. Nos sub-bastidores, geralmente é o parafuso inferior de TX-OUT que é aterrado.

O fio de entrada que passa pelo pino 21B do conector EDGE 2x30 está ligado ao pino central do estrape

E11 e é o fio de RX-IN que pode ser ligado ao terra através deste estrape. O mesmo procedimento de

identificação de qual parafuso foi aterrado deve ser efetuado neste caso. Nos sub-bastidores, geralmente

é o parafuso inferior de RX-IN que é aterrado.

A saída do sinal G.703 do modem está disponível nos terminais marcados como TX-OUT na régua de

parafusos.

A entrada do sinal G.703 do modem está disponível nos terminais marcados como RX-IN na régua de

parafusos.

Função

Sinal

Régua

Origem do sinal

Dados recebidos

OUT núcleo

BkpC

DM991

Dados recebidos

OUT malha

BkpD

DM991

Dados transmitidos

IN núcleo

BckA

Rede E1

Dados transmitidos

IN malha

BckB

Rede E1

Tabela 11.

DM991S/SE - Pinagem na régua de parafusos para G.703.

 

Função

Sinal

DB25

Origem do sinal

 

Dados recebidos

OUT núcleo

4

DM991

Dados recebidos

OUT malha

17

DM991

Dados transmitidos

IN núcleo

2

Rede E1

Dados transmitidos

IN malha

15

Rede E1

Tabela 12.

DM991S/SE - Pinagem no padrão Telebrás (DB25) para G.703

Ao instalar o DM991S/SE, remova os varistores de proteção de linha do gabinete ou sub-bastidor. Os varistores deformam os pulsos de sinal G.703, podendo causar bits errados, funcionamento intermitente ou até mesmo impedindo totalmente a ativação do circuito. Caso o gabinete ou sub-bastidor possua centelhadores a gás no lugar dos varistores, nenhuma modificação é necessária.Rede E1 Tabela 12. DM991S/SE - Pinagem no padrão Telebrás (DB25) para G.703 Manual da Família

Função

Sinal

DB25

Origem do sinal

Dados recebidos

OUT núcleo

21

DM991

Dados recebidos

OUT malha

20

DM991

Dados transmitidos

IN núcleo

5

Rede E1

Dados transmitidos

IN malha

13

Rede E1

Tabela 13.

4.2. DM991C/CE

DM991S/SE - Pinagem proprietária (DB25) para G.703

DM991S/SE - Pinagem proprietária (DB25) para G.703 A malha do cabo coaxial OUT é sempre conectada

A malha do cabo coaxial OUT é sempre conectada ao terra, e existe a opção de conectar a malha do

cabo coaxial IN através do estrape E4.

A saída do sinal G.703 do conversor está disponível no conector BNC OUT ou entre os pinos 4 e 5 do

RJ45.

A entrada do sinal G.703 do conversor está disponível no conector BNC IN ou entre os pinos 1 e 2 do

RJ45.

Função

Sinal

RJ45

Origem do sinal

Dados recebidos

OUT

 

4 DM991

Dados recebidos

OUT

 

5 DM991

Dados transmitidos

IN

 

1 Rede E1

Dados transmitidos

IN

 

2 Rede E1

Tabela 14.

DM991C/CE - Pinagem do Conector RJ45 para G.703

A interface Ethernet dos modens DM991SE e DM991CE permite interligar duas LANs através do agregado

A interface Ethernet dos modens DM991SE e DM991CE permite interligar duas LANs através do

agregado G.shdsl. Ela pode ser configurada com uma velocidade de Nx64 kbit/s, até o limite configurado no agregado (levando sempre em conta as taxas também configuradas nos tributários E1 e digital). Este tributário pode ser utilizado conjuntamente com os outros tributários do modem.

Aceita pacotes de até 1552 bytes, suportando VLAN.

5.1. Nível físico Ethernet

A interface Ethernet dos modens DM991SE e DM991CE é do tipo 10/100BaseT, conforme especificado

pela IEEE 802.3.

A ligação à interface Ethernet é feita através de um conector RJ45, visto no painel frontal. A pinagem do

conector é tal que permite a utilização de cabos retos para ligar o equipamento a hubs Ethernet.

5.2. Bridge Remoto

A função básica do Bridge é segmentar uma rede local, evitando que todo o tráfego Ethernet seja

transmitido pelo equipamento local ao equipamento remoto, desperdiçando banda.

Para tanto, o Bridge tem a capacidade de aprender automaticamente os endereços MAC das estações conectadas à rede local. Pode com isso filtrar o tráfego e transmitir para o lado WAN apenas os pacotes correspondentes a endereços MAC não existentes na rede local, além de pacotes de broadcast e multicast.

O Bridge opera no nível MAC da interface Ethernet. Desta forma o tributário é totalmente transparente

para os protocolos das camadas superiores, tais como TCP/IP, UDP, etc.

A tabela de endereços locais do Bridge pode armazenar até 1.000 endereços MAC, e caso uma estação

fique inativa por mais de 5 minutos, seu endereço será removido da tabela.

O processo de filtrar os pacotes que serão transmitidos não impõe nenhuma limitação ao fluxo de dados,

e o atraso introduzido pelo processamento do Bridge é de apenas 1 frame Ethernet.

O Bridge possui um buffer no sentido Ethernet G.shdsl que pode armazenar até 322 pacotes Ethernet

de 1552 bytes, sendo que pacotes menores podem ser armazenados em maior quantidade.

No sentido G.shdsl Ethernet há um buffer de 64 pacotes Ethernet de 1552 bytes. Da mesma forma, se

os pacotes forem menores podem ser armazenados mais pacotes. Neste sentido não há nenhuma filtragem, pois isto já foi feito pelo Bridge do equipamento remoto.

5.3. Configurações da Interface Ethernet

São possíveis as seguintes configurações desta interface:

Velocidade da WAN - permite selecionar de 1 a 32 timeslots de 64 kbit/s.

Auto-negociação - permite a negociação com o equipamento conectado pela interface Ethernet do modo de operação, da velocidade da interface e do uso de controle de fluxo;

Duplex - é possível selecionar entre os modos Full-Duplex (os dois lados transmitem simultaneamente) ou Half-Duplex (apenas um lado transmite por vez).

Velocidade do Link - é possível selecionar a velocidade de operação da interface para 100 Mbit/s ou 10 Mbit/s;

Controle de Fluxo - permite habilitar o controle de fluxo na interface. Caso esteja operando em Full-Duplex, será utilizado o pause frames. Caso esteja operando em Half-Duplex, será utilizado o back pressure.

Habilitar pause frames - quando houver congestionamento na LAN, o equipamento envia frames de pausa ao parceiro do link para que este aguarde por um tempo determinado até enviar o próximo pacote de dados.

Habilitar back pressure - quando houver congestionamento na LAN, o equipamento gera colisões na rede local a fim de limitar o tráfego.

Os modens DM991S/SE apresentam diferenças substanciais em relação aos modens DM991C/CE quanto às configurações

Os modens DM991S/SE apresentam diferenças substanciais em relação aos modens DM991C/CE quanto às configurações realizadas por estrapeamento, de modo que o sub-capítulo 6.1 versa sobre o estrapeamento dos modens DM991S/SE e o sub-capítulo 6.2 versa sobre o estrapeamento dos modens

DM991C/CE.

6.1. DM991S/SE

6.1.1. Seleção do Cabo na Interface G.703 (E4)

Posição 0-1: Seleciona a utilização de par trançado, ou seja, opera na interface G.703 com impedância equivalente a 120 ohms.

Posição 0-2: Seleciona a utilização de cabo coaxial, ou seja, opera na interface G.703 com impedância equivalente a 75 ohms - padrão de fábrica.

6.1.2. Aterramento do Cabo Coaxial de Saída (E10)

Permite aterrar a malha do cabo coaxial.

Posição 0-1: Liga a malha do cabo coaxial de saída ao terra de sinal (depende da pinagem configurada conforme: Tabela 11, Tabela 12 ou Tabela 13).

Posição 0-2: Isolado - padrão de fábrica.

Cuidar para que o estrape não esteja na posição de aterrado quando for utilizado par trançado (120 ohms).ou Tabela 13). Posição 0-2: Isolado - padrão de fábrica. 6.1.3. Aterramento do Cabo Coaxial de

6.1.3. Aterramento do Cabo Coaxial de Entrada (E11)

Permite aterrar a malha do cabo coaxial.

Posição 0-1: Liga a malha do cabo coaxial de entrada ao terra de sinal (depende da pinagem configurada conforme: Tabela 11, Tabela 12 ou Tabela 13).

Posição 0-2: Isolado - padrão de fábrica.

Cuidar para que o estrape não esteja na posição de aterrado quando for utilizado par trançado 120 ohms. ou Tabela 13). Posição 0-2: Isolado - padrão de fábrica. 6.1.4. Pinagem da Interface G.703 (E12

6.1.4. Pinagem da Interface G.703 (E12 a E15, E27 a E30 e E44 a E47)

Dial Backup - Nesta opção, o equipamento apresenta a interface G.703 nos pinos de Dial Backup na régua de parafusos. A interface digital sai normalmente pelo DB25, conforme a pinagem configurada através de seus estrapes - padrão de fábrica.

E12 a E15: posição 0-2.

E27 a E30: posição 0-2.

E44 a E47: posição 0-2.

Padrão Telebrás - Nesta opção, o equipamento apresenta a interface G.703 nos pinos de TX e RX do DB25, conforme a prática Telebrás 225-540-780. A interface digital não será utilizada, uma vez que ocupa alguns de seus pinos mais importantes.

E12 a E15: posição 0-1.

E27 a E30: posição 0-1.

E44 a E47: posição 0-2.

6.1.5. Pinagem para Utilizar V.35 e G.703 no DB25

Nesta opção, o equipamento apresenta a interface G.703 em pinos do DB25 que não são cruciais para a maioria das aplicações que utilizam a interface digital. A interface digital deve ser configurada para o padrão ISO2110 Amd.1, e os sinais CT106, CT108 e CT140 não serão utilizados.

E12 a E15: posição 0-1.

E27 a E30: posição 0-2.

E44 a E47: posição 0-1.

6.1.6. Seleção de Interface Digital (E16 a E26)

Definem se a característica elétrica da interface digital será de acordo com a recomendação V.35 ou

V.36/V.11.

Posição 0-1: Selecionam V.36/V.11.

Posição 0-2: Selecionam V.35 - padrão de fábrica.

6.1.7. Pinagem do conector DB25 (E31 a E41 e E48 a E59)

Permitem selecionar o padrão da pinagem do conector DB25 da interface digital V.35-V.36/V.11.

Posição 0-1: Pinagem padrão Telebrás.

Posição 0-2: Pinagem padrão ISO2110 Amd.1 - padrão de fábrica.

6.2. DM991C/CE

6.2.1. Seleção do Cabo na Interface G.703 (E2, E3 e E25)

Posição 120: seleciona a utilização de par trançado, ou seja, opera na interface G.703 com impedância equivalente a 120 ohms.

Posição 75: seleciona a utilização de cabo coaxial, ou seja, opera na interface G.703 com impedância equivalente a 75 ohms - padrão de fábrica.

6.2.2. Aterramento do Cabo Coaxial de Entrada (E4)

Este estrape corresponde à linha de entrada (IN).

Posição GND: liga a malha externa dos cabos coaxiais ao terra de sinal.

Posição ISOL: isolada - padrão de fábrica.

Cuidar para que este estrape não esteja na posição de aterrado quando for utilizado par

Cuidar para que este estrape não esteja na posição de aterrado quando for utilizado par trançado de 120 ohms.

6.2.3. Seleção de Interface Digital (E7, E9, E10 e E12 a E19)

Definem se a característica elétrica da interface digital será de acordo com a recomendação V.35 ou

V.36/V.11.

Posição 0-2: interface V.35 - padrão de fábrica.

Posição 0-1: interface V.36/V.11.

Apenas os modens DM991S/SE possuem DIP switches, no entanto, tanto estes equipamentos quanto os modens

Apenas os modens DM991S/SE possuem DIP switches, no entanto, tanto estes equipamentos quanto os modens DM991C/CE também podem ser configurados via terminal.

7.1. Seleção de Velocidade (DIPs A1 a A5)

As DIPs A1 a A5 selecionam a taxa de transmissão na linha e na interface tributária habilitada. Se o modem estiver configurado como NTU (DIP B5 na posição OFF), as DIPs A1 a A5 determinarão apenas a taxa da interface tributária, sendo a taxa da linha definida pela configuração do LTU.

Quando as chaves estão todas em OFF, o modem opera a 2048 kbit/s (32 canais). Se a interface E1 estiver habilitada (DIP B4 na posição OFF), os dados serão transmitidos e recebidos sem procura de sincronismo de frame. As configurações setadas nas DIP switches B1 a B3 serão ignoradas.

Quando uma ou mais das chaves estiver em ON, a interface operará com o número de canais setados pela seqüência de chaves. O número de canais será o mesmo que o número binário escrito pelas chaves (A1=MSB), o que pode ser visto mais facilmente na Tabela 15.

         

Número

 

A1

A2

A3

A4

A5

de canais

Velocidade

OFF

OFF

OFF

OFF

OFF

32

2048

kbit/s

OFF

OFF

OFF

OFF

ON

1

64 kbit/s

OFF

OFF

OFF

ON

OFF

 

2 128

kbit/s

OFF*

OFF*

OFF*

ON*

ON*

 

3 192

kbit/s

OFF

OFF

ON

OFF

OFF

 

4 256

kbit/s

OFF

OFF

ON

OFF

ON

 

5 320

kbit/s

OFF

OFF

ON

ON

OFF

 

6 384

kbit/s

OFF

OFF

ON

ON

ON

 

7 448

kbit/s

OFF

ON

OFF

OFF

OFF

 

8 512

kbit/s

OFF

ON

OFF

OFF

ON

 

9 576

kbit/s

OFF

ON

OFF

ON

OFF

 

10 640

kbit/s

OFF

ON

OFF

ON

ON

 

11 704

kbit/s

OFF

ON

ON

OFF

OFF

 

12 768

kbit/s

OFF

ON

ON

OFF

ON

 

13 832

kbit/s

OFF

ON

ON

ON

OFF

 

14 896

kbit/s

OFF

ON

ON

ON

ON

 

15 960

kbit/s

ON

OFF

OFF

OFF

OFF

 

16 1024

kbit/s

ON

OFF

OFF

OFF

ON

 

17 1088

kbit/s

ON

OFF

OFF

ON

OFF

 

18 1152

kbit/s

ON

OFF

OFF

ON

ON

 

19 1216

kbit/s

ON

OFF

ON

OFF

OFF

 

20 1280

kbit/s

ON

OFF

ON

OFF

ON

 

21 1344

kbit/s

ON

OFF

ON

ON

OFF

 

22 1408

kbit/s

ON

OFF

ON

ON

ON

 

23 1472

kbit/s

ON

ON

OFF

OFF

OFF

 

24 1536

kbit/s

ON

ON

OFF

OFF

ON

 

25 1600

kbit/s

ON

ON

OFF

ON

OFF

 

26 1664

kbit/s

ON

ON

OFF

ON

ON

 

27 1728

kbit/s

ON

ON

ON

OFF

OFF

 

28 1792

kbit/s

ON

ON

ON

OFF

ON

 

29 1856

kbit/s

ON

ON

ON

ON

OFF

 

30 1920

kbit/s

ON

ON

ON

ON

ON

 

31 1984

kbit/s

Tabela 15.

Configuração da Velocidade da Interface Digital

* Estas são as posições das DIP switches ao sair de fábrica.

7.2. Seleção de relógio (DIPs A6 e A7)

Definem o relógio utilizado pelo conversor.

A7

A6

Relógio

ON

OFF

Interno

OFF

OFF

Regenerado

 

OFF

ON

Externo

   

Externo,

com

CT104

sincronizado

ON

ON

segundo CT113

 

Tabela 16.

Seleção de Relógio Interno

O

relógio interno é obtido do oscilador a cristal do próprio conversor, com precisão de 25ppm.

O

relógio regenerado é obtido a partir do sinal G.shdsl da linha, tendo a mesma precisão do equipamento

que fornece o sinal. Quando operando com relógio regenerado, o modem comuta automaticamente para relógio interno em caso de falha no sinal G.shdsl em sua entrada. Quando configurado como LTU, o modem não pode ser configurado com relógio regenerado.

O relógio externo é fornecido pelo ETD através do CT113 na interface digital ou recuperado através do

sinal G.703, dependendo de qual interface estiver habilitada. O ETD deve fornecê-lo com precisão de 50ppm para o caso de conexão em modo plesiócrono e 32ppm para o caso de conexão em modo síncrono (para operar conforme estabelecido na norma G.991.2). Quando operando com relógio externo, o conversor comuta automaticamente para relógio interno em caso de falha na fonte de relógio externa, mas podem ocorrer erros na seqüência de transmissão durante a comutação.

O relógio externo com CT104 sincronizado segundo CT113 (Externo RX na Tabela 19) opera como

relógio externo, sendo que neste modo os dados (CT104) da interface V.35 ou V.36/V.11 também são transmitidos ao ETD sincronizados pelo relógio externo CT113. A comutação para relógio interno é

automática durante o período em que falte relógio no CT113, mas isto pode ocasionar erros na seqüência

de transmissão durante a comutação. Se a interface G.703 estiver habilitada, a operação é igual a relógio

externo.

7.3. Habilitação de LDR - Laço Digital Remoto (DIP A8)

Em ON, permite que seja aceito o pedido de laço remoto.

Em OFF, rejeita pedido de laço remoto.

7.4. Cross-Connect CAS (DIP B1)

Em ON, habilita a transmissão de CAS da interface E1 para a linha.

Em OFF, não é verificado nem gerado sincronismo de CAS.

Esta DIP não tem função quando a DIP B4 ou a DIP B7 estiver na posição ON.

7.5. Habilitação do Timeslot 16 (DIP B2)

Em ON, habilita a transmissão de dados através do timeslot 16 da interface E1.

Em OFF, desabilita a transmissão de dados através do timeslot 16 da interface E1.

Esta DIP não tem função quando a DIP B4 ou a DIP B7 estiver na posição ON.

7.6. Habilitação do CRC4 (DIP B3)

Em ON, habilita a geração e verificação de sincronismo de CRC4 da interface E1.

Em OFF, desabilita a geração e verificação de sincronismo de CRC4 da interface E1.

Esta DIP não tem função quando a DIP B4 ou a DIP B7 estiver na posição ON.

7.7. Seleção de Interface E1/Digital (DIP B4)

Em ON, habilita a interface digital e desabilita a interface E1.

Em OFF, habilita a interface E1 e desabilita a interface digital.

Para utilizar ambas as interfaces simultaneamente é necessário realizar as configurações através da gerência remota ou do terminal. Para isso, a DIP B6 deve estar na posição ON.

Esta DIP não tem função quando a DIP B7 estiver na posição ON.

7.8. Tipo de Terminal (DIP B5)