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Volumen 28, Avaliação da fixação biológica do nitrogênio em genótipos de feijoeiros tolerantes a secaNº 1, Páginas 61-68 61 IDESIA (Chile) Enero - Abril 2010

AVALIAÇÃO DA FIXAÇÃO BIOLÓGICA DO NITROGÊNIO EM GENÓTIPOS DE FEIJOEIROS TOLERANTES A SECA1
EVALUATION OF BIOLOGICAL FIXATION OF NITROGEN IN RHIZOBIUM UNDER WATER DEFICIT
Willian Bucker Moraes2; Sebastião Martins Filho3; Giovanni de Oliveira Garcia4; Simone de Paiva Caetano5; Wanderson Bucker Moraes5; Fernando Carrara Cosmi2
RESUMO Vários fatores como a temperatura, acidez do solo, teor de nutrientes e cultivar, interferem na eficiência simbiótica das estirpes de Rhizobium em condições de campo. Com objetivo de avaliar a capacidade de fixação biológica de nitrogênio de estirpes nativas de Rhizobium sp. foi realizado um experimento em vasos montado no delineamento inteiramente casualizado no esquema fatorial 10x7 (10 linhagens de feijoeiro consideradas tolerantes ao déficit hídrico, sendo estas: Amarelinho, Macuquinho, Imperial, EL 22, BATT 477, Uirapuru, IAPAR-81, Bate Estrada, Serrano e Preto Meia Lua e 7 inoculantes isolados dos solos dos municípios de Colatina, Vila Pavão, Nova Venécia, Pinheiros, Sooretama, Linhares e Alegre, no estado do Espírito Santo, com quatro repetições. Os dados demonstraram que a fixação biológica de N2 utilizando a inoculação de estirpes eficientes de Rhizobium em cultivar nodulante de feijoeiro ou seu cultivo em solos com população nativa eficiente, pode possibilitar a suplementação ou até mesmo à não utilização de nitrogênio em cobertura na cultura do feijoeiro, sem perdas no rendimento da produtividade. Palavras chave: Rhizobium, Phaseolus Vulgaris L., adubação nitrogenada.

ABSTRACT Several factors as the temperature, soil acidity, content of nutrients and cultivate interfere in the symbiotic efficiency of the ancestries of Rhizobium in field conditions. With the objective of evaluating the capacity of biological fixation of nitrogen of native ancestries of Rhizobium sp. an experiment was accomplished in vases set up in the delineate entirely casualty in the factorial outline 10x7 (10 bean plant lineages considered tolerant to the water deficit, being these: Amarelinho, Macuquinho, Imperial, EL 22, BATT 477, Uirapuru, IAPAR-81, Bate Estrada, Serrano and Preto Meia Lua and 7 isolated inoculate of the soils of the municipal districts of Colatina, Vila Pavão, Nova Venécia, Pinheiros, Sooretama, Linhares and Alegre in Espírito Saint state, with four repetitions. The data demonstrated that the biological fixation of N2 using the inoculation of efficient ancestries of Rhizobium in cultivating bean plant nodule cultivation in soils with efficient native population, it can make possible the supplement or even to the not use of nitrogen in covering in the culture bean plant, without losses in the income of the productivity. Key words: Rhizobium, Phaseolus Vulgaris L., nitrogen manuring.

INTRODUÇÃO O Feijoeiro (Phaseolus vulgaris L.) é cultivado em boa parte do planeta. No Brasil, uma área de aproximadamente 5,5 milhões de ha é ocupada para seu plantio, contribuindo com aproximadamente 28% do consumo de proteínas da população (Hungria et al., 2000). A expressão do potencial de produção da cultura do feijoeiro depende, dentre outros fatores, de um
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adequado fornecimento de nutrientes, sendo muito exigente em termos nutricionais, principalmente com relação ao nitrogênio e potássio (Rosolem, 1987). O nitrogênio quando não disponível geralmente limita a produção das culturas. Desta forma à fixação biológica do nitrogênio é uma alternativa para um manejo sustentável dos solos (Hungria & Vargas, 2000; Gliessman, 2001). A associação do feijoeiro com bactérias do gênero Rhizobium, capazes de

Trabalho financiado pelo Banco do Nordeste. Mestrando em Produção Vegetal, Depto de Produção Vegetal, CCAUFES, Alegre - ES. E-mail: moraeswb@hotmail.com Engo Agrônomo, Prof. Adjunto Dr., DPI/UFV, Viçosa - MG. Engo Agrônomo Prof. Dr., Depto de Engenharia Rural, CCAUFES, Alegre - ES. Acadêmico do curso de agronomia, Depto de Produção Vegetal, CCAUFES, Alegre - ES.

Fecha de Recepción: 18 Octubre 2007 Fecha de Aceptación: 10 Enero 2008

Dessa forma estirpes nativas geneticamente estáveis. Melo & Azevedo. seguido de novos plaqueamentos. COLETA DE AMOSTRAS DE SOLOS E ISOLAMENTO DAS ESTIRPES DE RHIZOBIUM SP. Esses fatores em conjunto promovem pequenas nodulações e. utilizando-se a técnica de esgotamento de alça. 1994). Hardarson. A nodulação mesmo não sendo eficiente para suprir toda a exigência de nitrogênio requerida pela planta promove certa redução na utilização da adubação nitrogenada. 1982). foram previamente desinfetadas por imersão em etanol 70% e em hipoclorito de sódio 4%. Três dias após a emergência da radícula. 1993) e o cultivar de feijoeiro (Ruschel. 1997). concentração de nutrientes (Tsai. Para avaliar a eficiência de fixação biológica de nitrogênio pelas estirpes nativas isoladas foi utilizado o cultivar carioca. Sá. O comportamento destas estirpes foi comparado com uma estirpe considerada como boa nodulante (tipo padrão EMBRAPA Agromicrobiologia. 1970.. Enero-Abril. perda da resposta à inoculação.) com capacidade de fixação biológica do nitrogênio. fazem com que ocorra um maior sucesso na relação simbiótica. onde houve cultivo de feijoeiro por vários anos. 2010 fixar o nitrogênio atmosférico e fornecê-lo à cultura. 1998). Colatina. diluído em 10 mL de água destilada . 41º 28’ de longitude Oeste e altitude de 150 m. 1994). consequentemente. 1994. Vila Pavão. representando uma economia considerável (Araújo. 1987. acidez do solo (Taylor et al. O clima da região. AVALIAÇÃO DA FIXAÇÃO BIOLÓGICA DO NITROGÊNIO Esta etapa foi realizada em casa de vegetação utilizando recipientes plásticos de 2 L para plantio e avaliação das taxas de fixação de N2 das estirpes isoladas das diferentes amostras do solo da região Norte do Estado do Espírito Santo. Buttery et al. respectivamente. Vários fatores interferem na eficiência simbiótica das estirpes de Rhizobium em condições de campo. Sooretama.. O isolamento das bactérias foi realizado conforme descrito por Amarger & Hamakawa (1997). tais como temperatura (Hungria & Franco. e colocadas para germinar em papel tipo germitest. onde suas sementes foram colocadas em germinador com temperatura de 30 ±1 ºC e após a emissão da radícula. as plântulas foram inoculadas .0 g de solo de cada local coletado. aumento da produtividade. Linhares e Alegre.. Silva et al. 1993). tropical. macerados e semeados em placas de Petri contendo meio de cultura com extrato de levedura-manitol-ágar em pH 6. 1993). MATERIAIS E MÉTODOS O experimento foi conduzido em casa de vegetação do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Espírito Santo (CCAUFES). para águas subterrâneas (Hungria et al. diminuindo a eficiência do feijoeiro em estabelecer uma relação simbiótica com bactérias (Graham. Hungria & Araújo. seguindo-se de cinco lavagens em água destilada estéril (Vincent. com as coordenadas geográficas de 20º 45’ de latitude Sul. 1994). Assim a característica intrínseca do feijoeiro e da bactéria fixadora de nitrogênio (Rhizobium) é de grande importância para o sucesso da inoculação. considerada boa planta hospedeira fixadora de N2 (Hungria & Neves. Nº 1. adaptadas as condições do solo e a genótipos de feijoeiro. utilizando populações nativas de bactérias do gênero Rhizobium. de acordo com a classificação de Köppen é do tipo “Aw”. CIAT 899). conforme descrito por Amarger & Hamakawa (1997).. 1987. 1991. Pereira et al.62 IDESIA (Chile) Volumen 28. localizados no Estado do Espírito Santo. a adubação nitrogenada resultando numa diminuição dos custos com adubação nitrogenada. Coletta Filho. 1993).8 (Hungria & Araújo. as plântulas foram inoculadas com uma solução de solo. desinfetados. o objetivo deste trabalho foi selecionar linhagens promissoras de feijoeiro tolerantes a seca (Phaseolus vulgaris L. 1984.. Após 40 dias inoculação os nódulos foram coletados. além de evitar a lixiviação de nitrato. no local dos estudos. 1993. Hungria & Araújo. Sementes do cultivar Capixaba Precoce. Foram coletadas amostras de solo dos municípios de Pinheiros. Nova Venécia. localizada no município de Alegre . sendo imediatamente transferidas para vasos de Leonard modificados e mantidos em casa de vegetação. com médias de temperatura mínima e máxima anual. de 18 ºC e 31 ºC. Diante do exposto. 1999). é mecanismo biológico capaz de substituir. pelo menos parcialmente. a fim de se obter colônias puras de crescimento homogêneo e livre de contaminantes (Vincent. com o intuito de isolar populações nativas de bactérias do gênero Rhizobium. 1970. 1981. preparada com 1.ES.

seguindo os critérios descritos conforme Vincent (1970). mostrando um bom crescimento de todas as estirpes. T3 = Inóculo de Colatina. sendo estas de fácil reprodução em meio de cultura com extrato de levedura-manitol-agar em pH 6. tendo: T1 = Inóculo de Pinheiros. (1998). Macuquinho. Hungria & Araújo. Estes genótipos foram inoculados com as estirpes isoladas e cultivados no respectivo solo do qual o inoculante foi isolado. a maior quantidade e . Imperial. T4 = Inóculo de Nova Venécia. durante um período de 72 horas. O preparo do inoculante (109 células mL-1). 1998. Linhares e os que apresentaram os resultados inferiores foram os inóculos isolados dos solos de Colatina. Sendo o tratamento com maior número de nódulos o sem inóculo com N2. O experimento foi conduzido no delineamento inteiramente casualizado. (2000). matérias fresca e seca da parte aérea. O números de nódulos nos tratamentos não inoculados também foram observados por Ferreira et al.(1996). A matéria seca foi determinada colocando a matéria fresca em estufa de circulação forçada. tendo como unidade experimental um vaso com duas plantas. os intermediários foram os inóculos isolados dos solos de Pinheiros. a inoculação das sementes e as condições de crescimento foram realizados segundo Hungria et al. Concordando com Barbosa et al. As plantas foram cultivadas em areia esterilizada mantidas em casa de vegetação. T8 = Inóculo Padrão CIAT 899. utilizando o software SAEG (Sistema de Análise Estatística e Genética). Serrano e Preto Meia Lua. à temperatura de 80ºC. 1994). O experimento foi montado no delineamento inteiramente casualizado com quatro repetições e 10 tratamentos. T6 = Inóculo de Alegre. número de sementes por vagem e produtividade total. T10 = Sem inóculo e sem adição de nitrogênio. 1994. Uirapuru. Sendo o nitrogênio um componente essencial para a molécula de clorofila. peso da matéria fresca (PMF) e seca da parte aérea (PMS) e número de nódulos (NOD). inóculo Padrão . estes dados também foram observados por Ferreira et al.8 (Hungria & Araújo. Alegre. provavelmente pela maior uniformidade e quantidade de nitrogênio fornecido à planta. AVALIAÇÃO DO EFEITO DA INOCULAÇÃO SOBRE A PRODUTIVIDADE Para estudar o efeito da inoculação de populações nativas de Rhizobium sp. matéria fresca da parte aérea. número de nós da planta (NOS). irrigadas de modo a manter sempre úmida a areia. sem que houvesse lixiviação de água e nutrientes. e transplantadas para recipientes contendo areia esterilizada em autoclave. Isto também pode explicar o melhor desenvolvimento para a altura de planta. O isolamento das bactérias fixadoras de nitrogênio foi realizado com sucesso. (2000) e Mendes et al. T7 = Inóculo de Linhares. sendo realizado adubação nitrogenada no tratamento não inoculado. Para a característica número de nódulos (NOD) de plantas de feijoeiro do cultivar Carioca houve diferença significativa ao nível de 5% de probabilidade pelo teste de Tukey. Vila Pavão. No estádio de maturação fisiológica (R9) foram avaliadas as seguintes características: altura de plantas. mostrando que a simbiose feijoeiro-rizóbio foi capaz de fixar N2 e suprir as necessidades das plantas. Sooretama e o sem inóculo e sem N2.CIAT 899. ao nível de 5% de probabilidade. (2005) a matéria seca da parte aérea foi maior no tratamento que recebeu a solução nutritiva com nitrogênio (T9). Os dados foram analisados estatisticamente. foi utilizado a solução nutritiva conforme descrito por Hoagland & Arnon (1950). IAPAR-81. EL 22. T2 = Inóculo de Vila Pavão. T9 = Sem inóculo com adição de nitrogênio. proporcionando desenvolvimento semelhante àquelas que receberam adubação nitrogenada em cobertura. sobre a produtividade das linhagens de feijoeiro tolerantes a seca foram avaliados os genótipos tolerantes ao déficit hídrico: Amarelinho.Avaliação da fixação biológica do nitrogênio em genótipos de feijoeiros tolerantes a seca 63 com as bactérias isoladas e com a estirpe conhecida. Sendo que para as quatro primeiras características não houve diferença significativa entre os tratamentos. AVALIAÇÃO DA FIXAÇÃO BIOLÓGICA DO NITROGÊNIO Na Tabela 1 foram avaliados dados referentes às características: altura de planta (ALT). utilizando o esquema fatorial 10 x 7 (10 genótipos e 7 inoculantes) com quatro repetições. BATT 477. Nova Venécia. número de vagens por planta. T5 = Inóculo de Sooretama. Bate Estrada. Melo & Azevedo. número de nódulos. RESULTADOS E DISCUSSÃO COLETA DE AMOSTRAS DE SOLOS E ISOLAMENTO DAS ESTIRPES DE RHIZOBIUM SP. Após 30 dias de plantio foram avaliadas as seguintes características: altura de planta.

62 30.25ab 477.88 10. Nº 1. Algumas exceções podem ser destacadas para os genótipos: Imperial com o isolado de Vila Pavão e Sooretama.50 10.75 9. Vila Pavão.05 4. IAPAR 81 com o isolado de Linhares.13c Não significativo a 5% de probabilidade pelo teste F.87 4. nos diferentes solos.98 4.131 52. pelo teste de Tukey. isoladas de solos de sete municípios do estado do Espírito Santo.00ab 285.75 PMF 24.63 10. não diferem estatisticamente ao nível de 5% de probabilidade.77 4.88 55. peso matéria seca da parte aérea (PMS) e número de nódulos de plantas de feijoeiro. de forma geral.11 30. Sooretama. Imperial inoculado com o isolado de Sooretama.63 47. pois mesmo a adubação nitrogenada apresentando-se a priori mais eficiente.63 NOS 10. Bate Estrada inoculado com os isolado de Vila Pavão e Alegre. 2010 Tabela 1 Médias da altura de planta (ALT).05 PMS 3.00 34.59 27.25 10.85 4.25 71.77 4.27 NOD 325.05 33. os efeitos ambientais da fixação biológica são incontestáveis.13ab 239.81 66. Pode ser observado.63 11.40 26.34 31.02 4. Bate Estrada com os isolados de Vila Pavão e Alegre e EL 22 com o isolado de Linhares.78 3.. número de nós (NOS). sem e com inoculação de estirpes nativas de Rhizobium sp.63 41.75ab 358.75 61.13 10. Enero-Abril. e a longo prazo. Serrano inoculado com os isolado de Pinheiros. Uirapuru com o isolado de Nova Venécia. Alegre.64 IDESIA (Chile) Volumen 28.61 24. pode se destacar o comportamento dos genótipos: Amarelinho inoculado com os isolado de Alegre e Linhares.25a 56. Médias seguidas pela mesma letra na coluna. NÚMERO DE SEMENTES POR VAGEM Na Tabela 3 esta apresentado o estudo do número médio de sementes por vagem de plantas . que não houve diferença significativa comparando os plantios com e sem inoculação. 2007 Origem do Inóculo T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 T9 T10 1 2 ALT 49.75b 326. a produtividade tende a aumentar a medida que se vai elevando a população nativa e o nível de matéria orgânica no solo.43 25.75b 381.88 3. uniformidade deste elemento no tratamento dois.00 10. EL 22 inoculado com os isolado de Vila Pavão e Linhares e Preto Meia Lua inoculado com os isolado de Pinheiros. (1991). IAPAR 81 inoculado com o isolado de Linhares.75 43.00ab 296. AVALIAÇÃO DO EFEITO DA INOCULAÇÃO SOBRE A PRODUTIVIDADE Número de Vagens por Planta Na Tabela 2 esta apresentado o estudo do número médio de vagens por planta de diferentes genótipos de feijoeiro. em simbiose com o feijoeiro é uma relação que deve ser estudada com mais detalhes. Alegre e Linhares.75ab2 374. sendo que essa diferença entre as estirpes nativas de Rhizobium em relação cada cultivar também foi observada por THIES et al.79 19. Alegre e Linhares. pode ter influenciado decisivamente no maior desenvolvimento deste tratamento superando todos os demais. peso da matéria fresca da parte aérea (PMF).25 10. Quando se compara o comportamento do mesmo genótipo com inoculação. porém a fixação de nitrogênio pelas bactérias do gênero Rhizobium sp.

0 aA 1.3 bA 6.0 aA 2.3 aA 2. Uirapuru com os isolados de Pinheiros.5cA 3. Pode ser observado.5 aA 1.7 aA 2.0 b1 6. PRODUTIVIDADE TOTAL Na Tabela 4 esta apresentado o estudo da produção média de diferentes genótipos de feijoeiro.0 aA 1.8 cA 3. isoladas de solos de sete municípios do estado do Espírito Santo.5 aA 2. sem e com inoculação de estirpes nativas de Rhizobium sp. Nova Venécia.3 aA 3. Alegre e Linhares.0 aA 2. que não houve nenhuma diferença significativa. nos diferentes solos.3 bA 5.0 aA 3. que não houve diferença significativa comparando os plantios com e sem inoculação.5 bA 7. Alegre.3 aA 1.3 bA 6.5 bA 3. Imperial com os isolados de Vila Pavão. sem e com inoculação de estirpes nativas de Rhizobium sp.5 cA 4.3 bA 3.0 aB 2. isoladas de solos de sete municípios do estado do Espírito Santo.0 aA 3. 2006 Pinheiros Genótipos C/IN BATT-477 Amarelinho Macuquinho Imperial Uirapuru Serrano IAPAR81 Bate Estrada EL-22 Preto Meia Lua 1 Vila Pavão C/IN 1. Nova Venécia e Linhares..0 cA 1.0 aA 4. Sooretama.8 bA 2.0 bA 1..8 aA 2.0 aA 1. isolado de Nova Venécia inoculado no “Uirapuru”. IAPAR 81 com o isolado de Linhares.5 bA 3.8 a 2.7 bA 2.0 aB 2.7 aA 2.0 bA 4. Vila Pavão.0 bA 3. que houve pouca diferença significativa comparando os plantios com e sem inoculação.3 cA 2.3 bA 4. porém estão de acordo com os de PESSOA et al.5 bA S/IN 3.5 bA 4. isoladas de solos de sete municípios do estado do Espírito Santo. Quando se compara o comportamento do mesmo genótipo com inoculação.5 aA 2.3 bA 2. Vila Pavão e Alegre.0 aA – 2. Pode ser destaca- do.3 bB 2.5 bA 1.3 aA 1.0 bA 4.3 aA 2.8 aB 5.0 bA 2.0 bA 4.3 aA 2.0 bA 1.0 bB 2. são de suma importância para o .5 aA 3.0 bA 3.5 aA 1.5 cA 3.8 bA 1.3 bA 3.3 aB 3.8 aA Alegre C/IN 1.3 aA Nova Venécia C/IN 1. nos diferentes solos.0 bA 8.7 bA 4.5 bA 3.0 aA 1. (1999).0 aA 2.5 aA 2.8 aA 2. Bate Estrada com o isolado de Alegre.5 aA Colatina C/IN – 2.0 bA 2.8 aA 3.0 aA 4.Avaliação da fixação biológica do nitrogênio em genótipos de feijoeiros tolerantes a seca 65 Tabela 2 Número médio de vagens por planta de diferentes genótipos de feijoeiro.8 aB 3.0 aA 2.5 aA 1.8 aA 2.8 bA S/IN 1.3 bA 2.5 aA S/IN 1. ao nível de 5% de significância. Amarelinho com os isolados de Alegre e Linhares.7 bA 2.7 bA S/IN 1.8 bA Médias seguidas pela mesma letra minúscula na coluna e mesma letra maiúscula na linha pertencem ao mesmo agrupamento. Os resultados obtidos confirmam que a característica intrínseca da planta hospedeira (o feijoeiro) e da bactéria fixadora de nitrogênio (Rhizobium). isolado de Alegre no” Bate Estrada” e isolado de Linhares no EL 22. Alegre e Linhares.8 aA 2.3 aA Linhares C/IN 2. Serrano com o isolado de Pinheiros.3 a 3.0 aA 3.3 aA 2.8 aA 2. Esses resultados discordam dos da EMBRAPA (1999).0 bA 1.8 aA 2.0 bA 2.3 a S/IN 1.5 aA 1.3 aA 3.3 bA 3.3 bA S/IN 2.8 aA 1. de diferentes genótipos de feijoeiro. Alegre e Linhares quando inoculados no genótipo Imperial.0 aA 3.0 aA 3.7 aA 2. Quando se compara o comportamento do mesmo genótipo com inoculação. também.7 bA 6.0 aB 1.0 aA 2. EL 22 com os isolados de Vila Pavão e Linhares e Preto Meia Lua com os isolados de Pinheiros. isolados de Pinheiros e Alegre no “Serrano”.3 bA 7. de forma geral. para todos os isolados.0 bA – 2.3 aA 2..3 bB 2. Pode ser observado.3 bA – 1.8 aA 2. os isolados de Vila Pavão.0 bA 3. pelo teste de Scott-Knott.8 bA 2.5 aA 4.3 bA 3.3 aA 1.8 bA 3.8 aA 4.0 aA 1.3 aA 3.5 bA 3.8 aA – Sooretama C/IN 1. pode ser verificado. podem ser destacados os genótipos: BATT 477 com os isolados de Vila Pavão.0 aA 2.5 aA – 4.0 bB 2. no entanto.5 bB 2.5 bA 2.5 b 2.3 bA 2.3 bA S/IN 2.0 aA 1. isolados de Vila Pavão e Linhares no “IAPAR 81. sem e com inoculação de estirpes nativas de Rhizobium sp.8 bA 3.5cA 4.5 aA 1.

0 aA 4.5 aA 4.5 aA 2.2 aA 4. Alegre.5 aA 5.6 aA 3.4 aA 3.9 aA 2.5 aA 4.6 aA 1.7 aA 2.1 aA 4.0 aA 4.8 aA 6.1 aA 4. isoladas de solos de sete municípios do estado do Espírito Santo.5 aA 4.7 aA 3.9 aA 4.0 aA 3.1 aA 2.0 aA 3.8 aA Vila Pavão C/IN 5.0 aA 4.6 aA 4.6 aA 1..6 aA 3.8 aA BATT-477 Amarelinho Macuquinho Imperial Uirapuru Serrano IAPAR81 Bate Estrada EL-22 Preto Meia Lua 1 Médias seguidas pela mesma letra minúscula na coluna e mesma letra maiúscula na linha pertencem ao mesmo agrupamento.8 aA 3.1 a 2.8 aA 2.5 aA 5.9 aA – 3.6 aA 4.6 aA 4.4 aA 3.0 aA 5.2 aA 4.6 aA 4.7 aA 4.4 aA 4.0 aA 4.2 aA 3.3 aA 3.3 aA 4.2 aA 4.0 aA 3. ao nível de 5% de significância.0 aA 4.0 aA 3. Alegre.5 aA 3.7 aA 5. 2010 Tabela 3 Número médio de sementes por vagem de plantas de diferentes genótipos de feijoeiro.1 aA 3.0 aA 3. Enero-Abril.4 aA 3.7 aA 4.5 aA 3. 2006 Genótipos Pinheiros C/IN S/IN 210 b1/ Vila Pavão C/IN 240 bA 330 bA 210 bA 720 aA 840 aA 570 bA 510 bA 900 aA S/IN 390 cA Colatina C/IN – S/IN 360 b Nova Venécia C/IN 120 aA S/IN 30 aA Sooretama C/IN 60 aA S/IN 360 aA 360 aA 720 aA 390 aA 360 a 570 aA 600 aA 540 aA 930 aA 330 aA Alegre C/IN 330 cA 690 bA 330 cA 840 bA 420 cA 660 bA 660 bA 2250 aA – 690 bA S/IN 600 aA Linhares C/IN 510 bA S/IN 930 aA 1290 aA 600 bA 270 bB 270 bA 450 bA 960 aB 630 bA 750 bB 690 bA BATT-477 Amarelinho Macuquinho Imperial Uirapuru Serrano IAPAR81 Bate Estrada EL-22 Preto Meia Lua 1 – 180 dB 1650 aA 240 dA – 570 cA 1260 aA 270 bA 180 b 570 bA 480 dB 450 cA 210 aA 300 bA 120 aA 150 aA 390 aA 330 cA 390 aA 420 bA 210 aA 180 aA 570 aA 150 cB 510 aA 90 bA 270 aA 60 aA 630 aA 90 aB – 360 aA 1080 aA 300 aA 360 aB 510 aA 270 aB 630 bA 840 bA 630 bA 570 bA 480 cA 210 aA 900 aA 570 aA 420 cA 600 aA 300 bA 360 aA 240 aA 360 aA 90 cB 330 aA 570 aA 660 aA 420 aA 750 aA 180 dB 1110 aA 810 bA 510 cA 510 cA 390 bA 330 aA 1500aA 330 aB 510 a 630 aA 450 bA 1440 aA 90 bB 780 bA 330 aA 300 bA 270 aB 960 aA 180 aA 1290 aA 360 aA 150 bA 150 aA 540 aA 540 aA 1110 aA 330 aA 510 aA 240 a – 240 aA 690 bA 1080 aA 600 bA 630 bB Médias seguidas pela mesma letra minúscula na coluna e mesma letra maiúscula na linha pertencem ao mesmo agrupamento. isoladas de solos de sete municípios do estado do Espírito Santo.0 aA 3.8 aA 4.5 aA 3. pelo teste de Scott-Knott.1 aA 2.9 aA S/IN 4.3 aA S/IN 4.3 aA 3.5 aA 4.9 aA 4.1 aA 4.8 aA 2.1 aA 4.0 aA 2.1 aA 3.1 aA 2.9 a 4.3 aA 4.4 a S/IN 3.6 aA S/IN 4.9 aA 4.3 aA 3.0 a1 4.3 aA 4. sem e com inoculação de estirpes nativas de Rhizobium sp.6 aA S/IN 3.4 aA 2. Tabela 4 Produção média (kg/ha) de diferentes genótipos de feijoeiro.66 IDESIA (Chile) Volumen 28.0 aA 4.7 aA 3. sem e com inoculação de estirpes nativas de Rhizobium sp.2 aA 3.5 aA 3.0 aA 2.2 aA 3.0 aA 3.1 aA – 4.1 aA 3.5 aA 3.2 aA 3.0 aA 3.3 aA Nova Venécia C/IN 6.1 aA 2. ao nível de 5% de significância.3 aA 5. Nº 1.6 aA Alegre C/IN 5. pelo teste de Scott-Knott.3 aA Linhares C/IN 4..0 aA 4.2 aA 2.0 aA 3.1 aA Colatina C/IN – 2.0 aA 5.1 a 3.7 aA 3.5 aA 3.7 aA 5.6 aA 4.3 aA 4.7 aA 4.4 aA 2.5 aA 4.3 aA 3.0 aA 5.0 aA 5. .4 aA S/IN 4.5 aA 5.8 aA 2.5 aA 3.1 aA – Sooretama C/IN 3.3 aA 4.0 aA 2.5 aA 4.7 aA 4.9 aA 3.1 aA 4.7 aA 3.5 a 4.5 aA 3.0 aA 2.3 aA 5. 2006 Pinheiros Genótipos C/IN – 3.3 aA 4.4 aA S/IN 4.8 aA – 5.0 aA 5.

FREIRE. 1994. N. p. sem perdas no rendimento da produtividade. v. nodule occupancy.G. HUNGRIA.M.DA. 67.. Recomendações técnicas para a cultura da soja no Paraná 1999/2000. 347 p. v.C. 1994. v... E. de Rhizobium em cultivar nodulante de feijoeiro ou seu cultivo em solos com população nativa eficiente. 237-243. FERNANDES. S. Field Crops Research. R. v. C. M. and N2 fixation. L.) rhizobia from Brazil.. (Cords. 24. 63-94.J. 121-140. BALOTA. nº 3. D.F.) Microorganismos de importância agrícola. 1993. R.P..L. Field Crops Research. Larvas. A. 1992. 1981. 152. E. O.Avaliação da fixação biológica do nitrogênio em genótipos de feijoeiros tolerantes a seca 67 sucesso da inoculação. Porto Alegre: UFRGS.J.. Isolation and characterization of new efficient competitive bean (Phaseolus vulgaris L. Rhizobium tropici strains for inoculation of the common bean. p. 1993.. v. J. HOAGLAND. M. 331-341. 1999. D.C. v. Cultivar and Rhizobium strain effects on nitrogen fixation and transport in Phaseolus vulgaris L. 2000). 2000. 1515-1528.. HUNGRIA.J...M. EMBRAPA-SPI. FERREIRA. 1987.S. D.S.. 2. M.. Pesquisa Agropecuária Brasileira. with an emphasis on Brazil. Methods for enhancing symbiotic nitrogen fixation. ARAÚJO.. M.N. 507-512. H.. agrotec. Brasília. Brasília: EMBRAPA. 2005. NEVES.A.S. 2000. E. R. phosphorus and potassium fertilizer and to inoculation with Rhizobium. M. D. PROBANZA. pode possibilitar a suplementação ou até mesmo a não utilização de nitrogênio em cobertura na cultura do feijoeiro. 1997. n.M. Dissertação de Mestrado. Growth and yield of white bean (Phaseolus vulgaris L. HUNGRIA. CARVALHO. 1997.EMBRAPA. M. Revista Brasileira de Ciência do Solo. Avaliação da fixação biológica do N2 em genótipos de feijoeiro. v. Revista Brasileira de Ciência do Solo. A. W. (Ed.S. CHUEIRE. M. p. ANDRADE. Viçosa. v. CARVALHO. Viçosa. Estimativa do número de células viáveis de rizóbio no solo e em inoculantes por infecção em plantas.S. Ecologia microbiana. p.A.. p.A. Plant Soil. FINDLAY. Effects of right temperature on nodulation and nitrogen fixation byPhaseolus vulgaris L. 32. Microbiologia do solo.S. M. HUNGRIA. Brasília: Embrapa-SP. FAGERIA. Canadian Journal of Plant Sciences. MG.. 32.S. Sci.).. 236 p.P. FERNANDES. p.R. Ciênc. HUNGRIA.. p. Manual de métodos empregados em estudos de microbiologia agrícola. A. R.L. Seleção inicial e caracterização parcial de rizóbios de tabuleiros costeiros quando associados ao guandu. p. Manual de métodos empregados em estudos de microbiologia agrícola...v. MG. M. TSAI. A. BARBOSA FILHO. J. GUTTIERREZ-MANERO. S. G.D. I. 425-432. BUTTERY.N. vol. 2001. Plant and Soil. ARAUJO.P. COLETTA FILHO. assim estirpes nativas geneticamente estáveis. Brasília: EMBRAPA/CNPMA. (Eds. 57. AZEVEDO.. Soil Biology & Biochesmistry. STAMFORD. In: ARAÚJO.. p.J.. HUNGRIA. 1950. v. Piracicaba. GLIESSMAN. 23. Centro Nacional de Pesquisa de Soja. The water culture method for growing plants without soils. pp. 29.1980. Agroecologia: processos ecológicos em agricultura sustentável. SILVA. early stages of root infection. M. feijoeiro e milho em monocultura e consorcio. 236 p.R. M.F. COLOZZI-FILHO. ANDRADE. p.. In: CARDOSO. COHN. 186.. J. Comparison between parental and variant soybean Bradyrhizobium strains with regard to the production of lipo-chitin nodulation signals. p. M. FRANCO.O. Interação entre microrganismos do solo. O. v. 653 p. In: HUNGRIA. F. adaptadas as condições do solo e a genótipos de feijoeiro. The Hague.S. Plant and Soil.K.R..: a riview.) in response to nitrogen.T.. ed. de et al. 2000. Berkeley: California Agricultural Experimental Station. July/Sept.J. HARDARSON. 1998. Fernandes & Fernandes. NISHI. S..H. fev.. Londrina. Campinas: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo. 807-818.). M. ARAÚJO.. D.A. AGRADECIMENTOS Ao Banco do Nordeste pela colaboração financeira e ao CNPq pelas bolsas de Iniciação Científica e de Pós-doutorado. doses e parcelamento da adubaçao nitrogenada em cobertura para feijoeiro comun irrigado.. 103.I. HAMAKAWA. 1998. P. 1999a. 95-102. demonstram diferenças em promover benefícios na simbiose de diferentes cultivares (Peres & Vidor. NEVES. F. FONTES. P.B. p. STACEY. G. VARGAS. MEGIAS.. agric.P. HUNGRIA. 488 p. 1993. 149. EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA . R. 4. 2000.C. 93-112. CONCLUSÕES Esses dados evidenciam que a fixação biológica de N2 utilizando a inoculação de estirpes eficientes LITERATURA CITADA AMARGER. Santillana et al.P. ARF. M.P.S.1999. GRAHAM. 151-164. M. 1996. M. Plant and Soil. HUNGRIA. Fixação do nitrogênio pela simbiose Rhizobium/Leguminosas. Carvalho & Stamford. 111-121. MELO. Brasil.J. 1987. . N. 1-17. 72 p. FIXAÇÃO BIOLÓGICA DO NITROGÊNIO EM FEIJÃO. Environmental factors affecting N2 fixation in grain legumes in the tropics. ARNON. 321-327. 1. Some problems of nodulation and symbiotic nitrogen fixation in Phaseolus vulgaris L. ESALQ/USP.Y. PARK. Fixação do N2 em leucena (Leucaena leucocephala) em solo da região semiárida brasileira submetido à salinização.

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