REGULAMENTO GERAL DO ESTATUTO DA ADVOCACIA E DA OAB ∗

Dispõe sobre o Regulamento Geral previsto na Lei nº 8.906, de 04 de julho de 1994.

O CONSELHO FEDERAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, no uso das atribuições conferidas pelos artigos 54, V, e 78 da Lei nº 8.906, de 04 de julho de 1994, RESOLVE: TÍTULO I DA ADVOCACIA CAPÍTULO I DA ATIVIDADE DE ADVOCACIA SEÇÃO I DA ATIVIDADE DE ADVOCACIA EM GERAL Art. 1º A atividade de advocacia é exercida com observância da Lei nº 8.906/94 (Estatuto), deste Regulamento Geral, do Código de Ética e Disciplina e dos Provimentos. Art. 2º O visto do advogado em atos constitutivos de pessoas jurídicas, indispensável ao registro e arquivamento nos órgãos competentes, deve resultar da efetiva constatação, pelo profissional que os examinar, de que os respectivos instrumentos preenchem as exigências legais pertinentes. (NR) 1 Parágrafo único. Estão impedidos de exercer o ato de advocacia referido neste artigo os advogados que prestem serviços a órgãos ou entidades da Administração Pública direta ou indireta, da unidade federativa a que se vincule a Junta Comercial, ou a quaisquer repartições administrativas competentes para o mencionado registro. Art. 3º É defeso ao advogado funcionar no mesmo processo, simultaneamente, como patrono e preposto do empregador ou cliente. Art. 4º A prática de atos privativos de advocacia, por profissionais e sociedades não inscritos na OAB, constitui exercício ilegal da profissão. Parágrafo único. É defeso ao advogado prestar serviços de assessoria e consultoria jurídicas para terceiros, em sociedades que não possam ser registradas na OAB. Art. 5º Considera-se efetivo exercício da atividade de advocacia a participação anual mínima em cinco atos privativos previstos no artigo 1º do Estatuto, em causas ou questões distintas. Parágrafo único. A comprovação do efetivo exercício faz-se mediante: a) certidão expedida por cartórios ou secretarias judiciais; b) cópia autenticada de atos privativos;
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Publicado no Diário de Justiça, Seção I, do dia 16.11.94, págs. 31210/31220. Ver Sessões plenárias dos dias 16 de outubro, 06 e 07 de novembro de 2000 (DJ, 12.12.00, p. 574, S.1)

c) certidão expedida pelo órgão público no qual o advogado exerça função privativa do seu ofício, indicando os atos praticados. Art. 6º O advogado deve notificar o cliente da renúncia ao mandato (art. 5º, § 3º, do Estatuto), preferencialmente mediante carta com aviso de recepção, comunicando, após, o Juízo. Art. 7º A função de diretoria e gerência jurídicas em qualquer empresa pública, privada ou paraestatal, inclusive em instituições financeiras, é privativa de advogado, não podendo ser exercida por quem não se encontre inscrito regularmente na OAB. Art. 8º A incompatibilidade prevista no art. 28, II do Estatuto, não se aplica aos advogados que participam dos órgãos nele referidos, na qualidade de titulares ou suplentes, como representantes dos advogados. (NR) 2 § 1º Ficam, entretanto, impedidos de exercer a advocacia perante os órgãos em que atuam, enquanto durar a investidura. § 2º A indicação dos representantes dos advogados nos juizados especiais deverá ser promovida pela Subseção ou, na sua ausência, pelo Conselho Seccional. SEÇÃO II DA ADVOCACIA PÚBLICA Art. 9º Exercem a advocacia pública os integrantes da Advocacia-Geral da União, da Defensoria Pública e das Procuradorias e Consultorias Jurídicas dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios, das autarquias e das fundações públicas, estando obrigados à inscrição na OAB, para o exercício de suas atividades. Parágrafo único. Os integrantes da advocacia pública são elegíveis e podem integrar qualquer órgão da OAB. Art. 10. Os integrantes da advocacia pública, no exercício de atividade privativa prevista no Art. 1º do Estatuto, sujeitam-se ao regime do Estatuto, deste Regulamento Geral e do Código de Ética e Disciplina, inclusive quanto às infrações e sanções disciplinares. 3 SEÇÃO III DO ADVOGADO EMPREGADO 4 Art. 11. Compete a sindicato de advogados e, na sua falta, a federação ou confederação de advogados, a representação destes nas convenções coletivas celebradas com as entidades sindicais representativas dos empregadores, nos acordos coletivos celebrados com a empresa empregadora e nos dissídios coletivos perante a Justiça do Trabalho, aplicáveis às relações de trabalho. Art. 12. Para os fins do art. 20 da Lei nº 8.906/94, considera-se de dedicação exclusiva o regime de trabalho que for expressamente previsto em contrato individual de trabalho. (NR) 5
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Ver Sessões plenárias dos dias 16 de outubro, 06 e 07 de novembro de 2000 (DJ, 12.12.00, p. 574, S.1) Ver notas no Capítulo V, Título I, do Estatuto. 4 Ver notas no Capítulo V, Título I, do Estatuto. 5 Ver Sessões plenárias dos dias 16 de outubro, 06 e 07 de novembro de 2000 (DJ, 12.12.00, p. 574, S.1)

Parágrafo único. Em caso de dedicação exclusiva, serão remuneradas como extraordinárias as horas trabalhadas que excederem a jornada normal de oito horas diárias. Art. 13. (REVOGADO) 6 Art. 14. Os honorários de sucumbência, por decorrerem precipuamente do exercício da advocacia e só acidentalmente da relação de emprego, não integram o salário ou a remuneração, não podendo, assim, ser considerados para efeitos trabalhistas ou previdenciários. Parágrafo único. Os honorários de sucumbência dos advogados empregados constituem fundo comum, cuja destinação é decidida pelos profissionais integrantes do serviço jurídico da empresa ou por seus representantes. 7 CAPÍTULO II DOS DIREITOS E DAS PRERROGATIVAS SEÇÃO I DA DEFESA JUDICIAL DOS DIREITOS E DAS PRERROGATIVAS Art. 15. Compete ao Presidente do Conselho Federal, do Conselho Seccional ou da Subseção, ao tomar conhecimento de fato que possa causar, ou que já causou, violação de direitos ou prerrogativas da profissão, adotar as providências judiciais e extrajudiciais cabíveis para prevenir ou restaurar o império do Estatuto, em sua plenitude, inclusive mediante representação administrativa. Parágrafo único. O Presidente pode designar advogado, investido de poderes bastantes, para as finalidades deste artigo. Art. 16. Sem prejuízo da atuação de seu defensor, contará o advogado com a assistência de representante da OAB nos inquéritos policiais ou nas ações penais em que figurar como indiciado, acusado ou ofendido, sempre que o fato a ele imputado decorrer do exercício da profissão ou a este vincular-se.(NR) 8 Art. 17. Compete ao Presidente do Conselho ou da Subseção representar contra o responsável por abuso de autoridade, quando configurada hipótese de atentado à garantia legal de exercício profissional, prevista na Lei nº 4.898, de 09 de dezembro de 1965. SEÇÃO II DO DESAGRAVO PÚBLICO Art. 18. O inscrito na OAB, quando ofendido comprovadamente em razão do exercício profissional ou de cargo ou função da OAB, tem direito ao desagravo público

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Ver Sessões plenárias dos dias 16.de outubro, 06 e 07 de novembro de 2000 (DJ, 12.12.00, p. 574, S.1) Ver anexo, STF - ADI nº 1194. 8 Ver Sessões plenárias dos dias 17 de junho, 17 de agosto e 17 de novembro de 1997 (DJ, 24.11.97, p. 61.378 – 61.379, S.1).

S. 24. O requerente à inscrição principal no quadro de advogados presta o seguinte compromisso perante o Conselho Seccional.378 – 61. salvo no caso de ofensa a Conselheiro Federal. se não estiver relacionada com o exercício profissional ou com as prerrogativas gerais do advogado ou se configurar crítica de caráter doutrinário. não depende de concordância do ofendido. devendo ser promovido a critério do Conselho. que não pode dispensá-lo. quando ofendidos no exercício das atribuições de seus cargos e ainda quando a ofensa a advogado se revestir de relevância e grave violação às prerrogativas profissionais. 19. no prazo de quinze dias.378 . a justiça social. os deveres e prerrogativas profissionais e defender a Constituição. observar a ética. CAPÍTULO III DA INSCRIÇÃO NA OAB Art. amplamente divulgada. S.promovido pelo Conselho competente. 17 de agosto e 17 de novembro de 1997 (DJ. § 4º Em caso de acolhimento do parecer. p. convencendo-se da existência de prova ou indício de ofensa relacionada ao exercício da profissão ou de cargo da OAB. Compete ao Conselho Federal promover o desagravo público de Conselheiro Federal ou de Presidente de Conselho Seccional. O Conselho Federal. os direitos humanos. na sede do Conselho Seccional. 24.379. com repercussão nacional. § 3º Recebidas ou não as informações e convencendo-se da procedência da ofensa. § 7º O desagravo público. político ou religioso. propor ao Presidente que solicite informações da pessoa ou autoridade ofensora. 17 de agosto e 17 de novembro de 1997 (DJ. é designada a sessão de desagravo. 61. de ofício. Parágrafo único. indica seus representantes para a sessão pública de desagravo.11. observado o procedimento previsto no art.97. o compromisso referido neste artigo. 18 deste Regulamento. impede a inscrição no quadro de advogados. por sua natureza solene e personalíssima. a seu pedido ou de qualquer pessoa. o relator emite parecer que é submetido ao Conselho.97. a boa aplicação das leis. (NR) 11 9 Ver Sessões plenárias dos dias 17 de junho.” § 1º É indelegável. com representação do Conselho Seccional.1) 10 Ver Sessões plenárias dos dias 17 de junho. a Diretoria ou o Conselho da Subseção: “Prometo exercer a advocacia com dignidade e independência. p. comprovadamente imputável ao requerente. (NR) 9 § 1º Compete ao relator. § 2º O relator pode propor o arquivamento do pedido se a ofensa for pessoal. § 6º Ocorrendo a ofensa no território da Subseção a que se vincule o inscrito. salvo em caso de urgência e notoriedade do fato. § 2º A conduta incompatível com a advocacia.379. encaminhada ao ofensor e às autoridades e registrada nos assentamentos do inscrito.1) . (NR) 10 Art. como instrumento de defesa dos direitos e prerrogativas da advocacia. a sessão de desagravo pode ser promovida pela diretoria ou conselho da Subseção. a ordem jurídica do Estado Democrático. 61. 20. a rápida administração da justiça e o aperfeiçoamento da cultura e das instituições jurídicas.61. § 5º Na sessão de desagravo o Presidente lê a nota a ser publicada na imprensa.11.

(REVOGADO) 13 Art. § 3º Cabe ao Presidente do Conselho Seccional remeter à Secretaria do Conselho Federal o cadastro atualizado de seus inscritos. § 1º O estágio profissional de advocacia pode ser oferecido pela instituição de ensino superior autorizada e credenciada. em convênio com a OAB. 25. ou a ela relacionados. 21. até 31 de dezembro de cada ano. na falta de diploma regularmente registrado.97. inclusive para graduados. de fatos comprovados de sua atividade profissional ou cultural. O requerente à inscrição no quadro de advogados. § 2º No cadastro são incluídas. relativa ao não pagamento de anuidades distintas. 23. S. 98/2002 e 99/2002 e Resolução nº 01/2003. p. no prazo de 15 dias da notificação. o número da inscrição (principal e suplementar). é requisito necessário à inscrição no quadro de estagiários da OAB e meio adequado de aprendizagem prática. CAPÍTULO IV DO ESTÁGIO PROFISSIONAL Art. 06 e 07 de novembro de 2000 (DJ.11. II. S. O estágio profissional de advocacia. apresenta certidão de graduação em direito. os endereços e telefones profissionais e o nome da sociedade de advogados de que faça parte.97.1) 12 Ver Modificação do Regulamento Geral (DJ. deve quitar seu débito relativo às anuidades. à OAB e ao País. p. S. Aos Conselhos Seccionais da OAB incumbe atualizar.378. acompanhada de cópia autenticada do respectivo histórico escolar. acima do qual obriga-se à inscrição suplementar. até o dia 31 de março de cada ano. Ver Provimentos nº 95/2000. S. 24. Parágrafo único. Parágrafo único. 61. O advogado pode requerer o registro. igualmente. 17 de agosto e 17 de novembro de 1997 (DJ.11. a lista dos cancelamentos das inscrições e a lista das sociedades de advogados registradas. 574. Os pedidos de transferência de inscrição de advogados são regulados em Provimento do Conselho Federal. Art.12. 103. 24. da Segunda Câmara.1) 14 Ver arts.98.00. p.Art. 12.378. se for o caso. e 137-D do Regulamento Geral. sob pena de suspensão. aplicada em processo disciplinar. 24.(NR) 15 Art. Cancela-se a inscrição quando ocorrer a terceira suspensão. 26. com indicação de seus sócios e do número de registro. Art. O advogado fica dispensado de comunicar o exercício eventual da profissão. até o total de cinco causas por ano. 27. e de serviços prestados à classe. 13. complementandoVer Sessões plenárias dos dias 17 de junho. o cadastro dos advogados inscritos. (NR) 12 Art. organizando a lista correspondente.11.445. nos seus assentamentos. 17 de agosto e 17 de novembro de 1997 (DJ. 22. regularmente notificado. 14 § 1º O cadastro contém o nome completo de cada advogado. p.1) 13 Ver Sessões plenárias dos dias 16 de outubro. 15 Ver Provimento nº 42/78 e Sessões plenárias dos dias 17 de junho. O advogado.1) 11 . 61.

para fins de convênio com a OAB. a prestação de serviços jurídicos e as técnicas de negociação coletiva. do Distrito Federal ou dos Estados. 30. Art. na Defensoria Pública. no total estabelecido no convênio. incluindo a redação de atos processuais e profissionais. observado o tempo conjunto mínimo de 300 (trezentas) horas. a quem incumbe coordenar. § 1º Os convênios e suas alterações. § 2º Para o exercício de atos extrajudiciais. realizado integralmente fora da instituição de ensino. quando esta receber delegação de competência. previstos no Art. fiscalizar e executar as atividades decorrentes. distribuído em dois ou mais anos. § 2º A Comissão pode instituir subcomissões nas Subseções. são previamente elaborados pela Comissão. § 4º Compete ao Presidente do Conselho Seccional designar a Comissão. Cada Conselho Seccional mantém uma Comissão de Estágio e Exame de Ordem. as visitas a órgãos judiciários. que pode ser composta por advogados não integrantes do Conselho. O estágio realizado na Defensoria Pública da União. credenciados e fiscalizados pela OAB. na forma do artigo 145 da Lei Complementar no 80.se a carga horária do estágio curricular supervisionado com atividades práticas típicas de advogado e de estudo do Estatuto e do Código de Ética e Disciplina. firmados pelo Presidente do Conselho ou da Subseção. Art. § 2º A complementação da carga horária. sob a responsabilidade do advogado: I – retirar e devolver autos em cartório. é considerado válido para fins de inscrição no quadro de estagiários da OAB. de 12 de janeiro de 1994. quando receber autorização ou substabelecimento do advogado. O estágio profissional de advocacia. podem ser subscritos por estagiário inscrito na OAB. 28. as rotinas processuais. em conjunto com o advogado ou o defensor público. CAPÍTULO V DA IDENTIDADE PROFISSIONAL . assinando a respectiva carga. o estagiário pode comparecer isoladamente. 29. § 3º As atividades de estágio ministrado por instituição de ensino. Os atos de advocacia. de arbitragem e de conciliação. que tem poderes para negociá-los com os interessados. 31. 1º do Estatuto. compreende as atividades fixadas em convênio entre o escritório de advocacia ou entidade que receba o estagiário e a OAB. Art. pode ser efetivada na forma de atividades jurídicas no núcleo de prática jurídica da instituição de ensino. § 3º O Presidente da Comissão integra a Coordenação Nacional de Exame de Ordem. em escritórios de advocacia ou em setores jurídicos públicos ou privados. § 1º O estagiário inscrito na OAB pode praticar isoladamente os seguintes atos. do Conselho Federal da OAB. III – assinar petições de juntada de documentos a processos judiciais ou administrativos. a assistência e a atuação em audiências e sessões. II – obter junto aos escrivães e chefes de secretarias certidões de peças ou autos de processos em curso ou findos. são exclusivamente práticas. Art.

pelo Conselho que a deferir. Parágrafo único. naturalidade. incluindo as incompatibilidades e os impedimentos. Art. em destaque. eleitoral e outros. data da colação de grau. as funções na OAB. na seguinte ordem: número da inscrição. nesta seqüência: Ordem dos Advogados do Brasil.. em branco e numeradas. para o exercício de suas atividades.. III . o exercício de mandatos. relativa à inscrição originária. 35. sua qualificação de conselheiro ou dirigente da OAB e. S.11.. 32. 16 Ver Resolução nº 004/2006 (DJ. data do nascimento. Art. 20. § 2º Os Conselhos Federal e Seccionais podem emitir cartão de identidade para os seus membros e para os membros das Subseções. de cor vermelha.00 (onze) centímetros e observa os seguintes critérios: I – a capa. Art.. podendo ser acrescentados os dados de identificação de registro geral. A carteira de identidade do advogado. 13 do Estatuto. IV – a terceira página é dividida para os espaços de uma foto 3 (três) x 4 (quatro) centímetros. filiação.o verso destina-se à fotografia.). da impressão digital e da assinatura do portador. acrescentando. O uso do cartão dispensa o da carteira. data do nascimento e data da expedição. segundo o modelo aprovado pela Diretoria do Conselho Federal: I – o fundo é de cor branca e a impressão dos caracteres e armas da República. data do compromisso e data da expedição. as designações para comissões. o prazo de validade. coincidente com o mandato.Art. destinam-se ao reconhecimento de firma dos signatários e às anotações da OAB. VI – a última página destina-se à transcrição do Art. e do prazo de validade. nacionalidade. nº da inscrição. p. firmadas pelo Secretário-Geral ou Adjunto. Parágrafo único. V – as demais páginas. (NR) 16 § 1º No caso de inscrição suplementar o cartão é específico. e a assinatura do Presidente. indicando-se: “Nº da Inscrição Suplementar:” (em negrito ou sublinhado). com a indicação de “Identidade de Estagiário”. 7º do Estatuto.00 (sete) x 11. III – a segunda página destina-se aos dados de identificação do advogado. no verso. São documentos de identidade profissional a carteira e o cartão emitidos pela OAB. Identidade de Advogado (em destaque). II – a primeira página repete o conteúdo da capa.)” e do inteiro teor do art. O cartão de identidade do estagiário tem o mesmo modelo e conteúdo do cartão de identidade do advogado. O cartão de identidade tem o mesmo modelo e conteúdo do cartão de identificação pessoal (registro geral). em fundo vermelho. nome. O Conselho Seccional pode delegar a competência do SecretárioGeral ao Presidente da Subseção. acrescentado da expressão “Conselho Seccional de (. Conselho Seccional de (. II – O anverso contém os seguintes dados. contém as armas da República e as expressões “Ordem dos Advogados do Brasil” e “Carteira de Identidade de Advogado”. abaixo do termo “Identidade de Advogado”. de CPF. filiação.1) . nome. naturalidade. 34. observações e assinatura do portador. com as seguintes adaptações. e à assinatura do Presidente do Conselho Seccional. os serviços relevantes à profissão e os dados da inscrição suplementar. 598. que não pode ultrapassar três anos nem ser prorrogado. 33. de uso obrigatório pelos advogados e estagiários inscritos.06. tem as dimensões de 7.

36.Parágrafo único. 20 Ver Provimento nº 112/2006 e Sessões plenárias dos dias 17 de junho. 94/2000. 43. Art. no ato constitutivo ou na alteração contratual em vigor. O cartão de identidade do estagiário perde sua validade imediatamente após a prestação do compromisso como advogado. (NR) 20 TÍTULO II DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL (OAB) CAPÍTULO I Ver Sessões plenárias dos dias 17 de junho. Art. A sociedade de advogados pode associar-se com advogados. com uso da razão social. p. (NR) 18 CAPÍTULO VI DAS SOCIEDADES DE ADVOGADOS 19 Art. 41.11. 42.378. 61. O suporte material do cartão de identidade é resistente.378.1) 19 Ver arts.06. Os contratos referidos neste artigo são averbados no registro da sociedade de advogados. 15 e seguintes do Estatuto e Provimentos nº 69/89. sem prejuízo da responsabilidade disciplinar em que possam incorrer. Parágrafo único. para participação nos resultados. 40. 91/2000. sem vínculo de emprego. 24. permitida a existência de sócios gerentes. Art. os atos indispensáveis às suas finalidades. 17 de agosto e 17 de novembro de 1997 (DJ. 24. Os advogados podem reunir-se. 38. S. 19. podendo permanecer o nome de sócio falecido se.97. 37. O registro da sociedade de advogados observa os requisitos e procedimentos previstos em Provimento do Conselho Federal.11. Art. 804. 39. no exercício dos atos privativos da advocacia. com indicação dos poderes atribuídos. para colaboração profissional recíproca. 61. p. regularmente registrada no Conselho Seccional da OAB em cuja base territorial tiver sede. O nome completo ou abreviado de. Os advogados sócios e os associados respondem subsidiária e ilimitadamente pelos danos causados diretamente ao cliente. em sociedade civil de prestação de serviços de advocacia.97. Podem ser praticados pela sociedade de advogados. Art. ainda que revertam à sociedade os honorários respectivos.09. S.1) 17 . essa possibilidade tiver sido prevista. nas hipóteses de dolo ou culpa e por ação ou omissão. um advogado responsável pela sociedade consta obrigatoriamente da razão social. As sociedades de advogados podem adotar qualquer forma de administração social. As atividades profissionais privativas dos advogados são exercidas individualmente. Art. que não sejam privativos de advogado. 98/2002 e 112/2006.(NR) 17 Art. p. devendo conter dispositivo para armazenamento de certificado digital. Parágrafo único. S. 17 de agosto e 17 de novembro de 1997 (DJ. no mínimo.1) 18 Ver Resolução nº 002/2006 (DJ.

Secretário. Incumbe ao representante da OAB velar pela garantia da isonomia e da integridade do certame. em virtude de perda do mandato (art. é disciplinada em Provimento do Conselho Federal. 21 Ver Provimento nº 102/2004. Vice-Presidente. A alienação ou oneração de bens imóveis depende de aprovação do Conselho Federal ou do Conselho Seccional. incumbindo-lhe apresentar relatório sucinto de suas atividades. por meio de representante do Conselho competente. de modo integrado. quanto à defesa dos direitos peculiares da relação de trabalho do profissional empregado. 48. para preenchimento dos cargos nos tribunais judiciários. dentre os seus membros. Parágrafo único. Art. designado pelo Presidente. previstas no art. previstos na Constituição e nas leis. prevista no art. 44 do Estatuto. o substituto é eleito pelo Conselho a que se vincule. 50. Art. A alienação ou oneração de bens imóveis depende de autorização da maioria das delegações. retirando-se quando constatar irregularidades ou favorecimentos e comunicando os motivos ao Conselho. em todas as suas fases. 44. Os novos Conselhos Seccionais serão criados mediante Resolução do Conselho Federal. As finalidades da OAB. 47. 52. 49. no Conselho Federal. . Art. observadas suas competências específicas. Os cargos da Diretoria do Conselho Seccional têm as mesmas denominações atribuídas aos da Diretoria do Conselho Federal. são cumpridas pelos Conselhos Federal e Seccionais e pelas Subseções. Art. A OAB participa dos concursos públicos. Parágrafo único. II. do Estatuto. 45. morte ou renúncia. e da maioria dos membros efetivos. competindo à Diretoria do órgão decidir pela aquisição de qualquer bem e dispor sobre os bens móveis. A exclusividade da representação dos advogados pela OAB. Art. O patrimônio do Conselho Federal. 21 Art. Os cargos da Diretoria da Subseção e da Caixa de Assistência dos Advogados têm as seguintes denominações: Presidente. do Conselho Seccional. não afasta a competência própria dos sindicatos e associações sindicais de advogados.DOS FINS E DA ORGANIZAÇÃO Art. Art. da Caixa de Assistência dos Advogados e da Subseção é constituído de bens móveis e imóveis e outros bens e valores que tenham adquirido ou venham a adquirir. 66 do Estatuto). Ocorrendo vaga de cargo de diretoria do Conselho Federal ou do Conselho Seccional. Art. 51. Secretário Adjunto e Tesoureiro. A elaboração das listas constitucionalmente previstas. inclusive do Presidente. 44. Parágrafo único. 46. no Conselho Seccional.

816. o Conselho Seccional elege. p. 66 do Estatuto. ouve o interessado no prazo de quinze dias. 24. prerrogativas e valorização da advocacia. 486. salvo no caso de morte ou renúncia. 486. S. S.1) 23 22 . multas e preços de serviços fixados pelo Conselho Seccional. 24. salvo em ano eleitoral. do Regulamento Geral e Resolução nº 002/2007 (DJ.(NR) 24 § 2º (REVOGADO) 25 § 3º O edital a que se refere o caput do art. o diretor do Conselho Seccional. Art. incluídas as eventuais atualizações monetárias.07.10.1) 26 Ver Resolução nº 002/2007 (DJ.97.378. p. o Conselheiro Federal. 486. 486. 133. contribuições.2006. 53. p. na sessão seguinte à data do recebimento do ofício. 61.” Art. p. § 2º. este escolhe o substituto. S. a ordem de substituição é definida no Regimento Interno do Conselho Seccional. multas e preços de serviços previstos no caput deste artigo serão fixados pelo Conselho Seccional.00. podendo ser estabelecidos pagamentos em cotas periódicas. CAPÍTULO II DA RECEITA 22 Art. § 3º Inexistindo suplentes.1) 28 Ver Resolução nº 002/2007 (DJ.07. encaminhando ofício ao Presidente do Conselho Seccional. “b”. o diretor da Subseção ou o diretor da Caixa de Assistência dos Advogados.Art. 128 deste Regulamento divulgará a possibilidade de parcelamento e o número máximo de parcelas. (NR) 28 Ver Provimento nº 101/2003. defender e cumprir os princípios e finalidades da OAB. antes de declarar extinto o mandato. S. o termo específico. Compete à Diretoria dos Conselhos Federal e Seccionais. serão deduzidas em 60% (sessenta por cento). § 4º Na Subseção onde houver conselho. 17 de agosto e 17 de novembro de 1997 (DJ. contribuições. S. As receitas brutas mensais das anuidades. p.1) 25 Ver Protocolo 0651/2006/COP (DJ.10.1) 24 Ver art. 56.(NR) 23 § 1º As anuidades. 54.1) 27 Ver Resolução nº 002/2007 (DJ. ocorrendo uma das hipóteses previstas no art.07. § 1º A Diretoria. notificando-o mediante ofício com aviso de recebimento. quando serão determinadas e comunicadas ao Conselho Federal até o dia 31 de janeiro do ano da posse. 24.10. o Conselheiro Seccional. independência. 24. da Subseção ou da Caixa de Assistência declarar extinto o mandato. Aos inscritos na OAB incumbe o pagamento das anuidades. p. (NR) 27 II – 3% (três por cento) para o Fundo Cultural. § 2º Havendo suplentes de Conselheiros. para seguinte destinação: (NR) 26 I – 10% (dez por cento) para o Conselho Federal. devendo seus valores ser comunicados ao Conselho Federal até o dia 30 de novembro do ano anterior. juntamente com o Presidente.10. Ver Sessões plenárias dos dias 17 de junho. onde se deu a vaga. Os conselheiros e dirigentes dos órgãos da OAB tomam posse firmando. após prestar o seguinte compromisso: “Prometo manter. S. 30. 55.03.11. 24. exercer com dedicação e ética as atribuições que me são delegadas e pugnar pela dignidade.

caso se faça necessária. (NR) 30 Art. S. referentes ao exercício anterior. Cabe à Caixa de Assistência dos Advogados a metade da receita das anuidades. S. com destinação em conta corrente específica deste. dentre seus membros. (NR) 29 IV .FIDA e da Caixa de Assistência dos Advogados. Ver Resolução nº 002/2007 (DJ. considerado o valor resultante após as deduções obrigatórias. § 2º O Conselho Seccional pode utilizar os serviços de auditoria independente para auxiliar a comissão de orçamento e contas.07. nos percentuais previstos no art. § 3º O exercício financeiro dos Conselhos Federal e Seccionais encerra-se no dia 31 de dezembro de cada ano. vedado o recebimento na Tesouraria do Conselho Seccional. Art. 29 30 Ver Resolução nº 002/2007 (DJ.10.07. 486.FIDA. e observados os termos do modelo aprovado pelo Diretor-Tesoureiro do Conselho Federal. através de compartilhamento obrigatório. § 1º Os repasses das receitas previstas neste artigo efetuam-se em instituição financeira.45% (quarenta e cinco por cento) para as despesas administrativas e manutenção do Conselho Seccional.1) 31 Ver Resolução nº 002/2007 (DJ. exceto quanto às receitas de preços e serviços. 56 do Regulamento Geral. VII. § 4º Os Conselhos Seccionais elaborarão seus orçamentos anuais considerando o limite disposto no inciso IV para manutenção da sua estrutura administrativa e das subseções. § 5º Qualquer transferência de bens ou recursos de um Conselho Seccional a outro depende de autorização do Conselho Federal. 24. 24. indicada pelo Conselho Federal em comum acordo com o Conselho Seccional. § 2º O Fundo Cultural será administrado pela Escola Superior de Advocacia. p. Compete privativamente ao Conselho Seccional.07. 58. regulamentado em Provimento do Conselho Federal. p. obedecido o disposto no § 5º do art.III – 2% (dois por cento) para o Fundo de Integração e Desenvolvimento Assistencial dos Advogados . § 2º A aplicação dos recursos da Caixa de Assistência deverá estar devidamente demonstrada nas prestações de contas periódicas do Conselho Seccional. sob pena de aplicação do art.1) e Provimento nº 122/2007. 486. (NR) 31 § 1º Poderão ser deduzidas despesas nas receitas destinadas à Caixa Assistência. incluídas as atualizações monetárias eventuais. do Fundo de Integração e Desenvolvimento Assistencial dos Advogados .10. § 1º O Conselho Seccional elege.1) . da Caixa de Assistência dos Advogados e das Subseções. do Fundo Cultural. automático e imediato. apreciar o relatório anual e deliberar sobre o balanço e as contas da Diretoria do Conselho Seccional. desde que previamente pactuadas. na forma de seu Regimento Interno. mediante deliberação da Diretoria do Conselho Seccional. S. 57. 60 do Regulamento Geral. 24. p. utilizando a margem resultante para suplementação orçamentária do exercício. uma comissão de orçamento e contas para fiscalizar a aplicação da receita e opinar previamente sobre a proposta de orçamento anual e as contas. recebidas pelo Conselho Seccional.10. 54. 486. § 3º O Fundo de Integração e Desenvolvimento Assistencial dos Advogados FIDA será administrado por um Conselho Gestor designado pela Diretoria do Conselho Federal. do Estatuto da Advocacia e da OAB. na primeira sessão ordinária do ano.

(NR) 33 § 2º Aprovado o orçamento e. 24. do Conselho Seccional.1) 36 Ver Resolução nº 002/2007 (DJ. balanços e contas da Diretoria do Conselho Federal e dos Conselhos Seccionais.07. 61. na forma prevista em Provimento. (NR) 35 § 4º A Caixa de Assistência dos Advogados aprovará seu orçamento para o exercício seguinte. ao Conselho Federal. no curso do mandato. por qualquer motivo.10. de forma sucinta. 17 de agosto e 17 de novembro de 1997 (DJ.1) 32 . os Presidentes do Conselho Federal.1) 35 Ver Resolução nº 002/2007 (DJ. 24. § 3º O relatório. § 1º Cabe à Terceira Câmara fixar os modelos dos orçamentos. o balanço e as contas da Diretoria do Conselho Federal são apreciados pela Terceira Câmara a partir da primeira sessão ordinária do ano seguinte ao do exercício. o balanço e as contas dos Conselhos Seccionais do ano anterior serão remetidos à Terceira Câmara até o final do quarto mês do ano seguinte. (NR) 36 § 5º O Conselho Seccional fixa o modelo e os requisitos formais e materiais para o orçamento. para os fins regulamentares. S. 486. preferencialmente nos dois primeiros meses de gestão. § 2º A Terceira Câmara pode determinar a realização de auditoria independente nas contas do Conselho Seccional. S. Deixando o cargo. até o dia 10 do mês de março do ano em curso. podendo o seu Diretor-Tesoureiro.1) 38 Ver Sessões plenárias dos dias 17 de junho.11. p. S. estima a receita. sempre que constatar a existência de graves irregularidades. p. Ver Sessões plenárias dos dias 17 de junho. S. mediante cópia. 24. com ônus para este. 486. fixa a despesa e prevê as deduções destinadas ao Conselho Federal. encaminhando cópia do instrumento respectivo ao Conselho Federal.378.1) 37 Ver Resolução nº 002/2007 (DJ. p.10. encaminhar-se-á cópia ao Conselho Federal. (NR) 37 Art. relatório e contas ao seu sucessor.11. (NR) 38 § 4º O relatório. 61. Os Conselhos Seccionais aprovarão seus orçamentos anuais.97.Art. p. para o exercício seguinte. as eventuais suplementações orçamentárias.10. Art.07. até o dia 10 do mês subseqüente. o balanço e as contas dos Conselhos Seccionais e da Diretoria do Conselho Federal. se necessário. permitida a alteração dos mesmos no curso do exercício. S.1) 33 Ver Resolução nº 002/2007 (DJ. 24.11.378. p. 17 de agosto e 17 de novembro de 1997 (DJ. 60. após análise prévia.97. 61.10. S. 486. devolvê-lo à Seccional. p. até o dia 10 do mês subseqüente. para os devidos ajustes. ao Fundo Cultural.07. e deverá ser encaminhado. S. o relatório e as contas da Caixa de Assistência e das Subseções. da Caixa de Assistência e da Subseção apresentam. são julgados pela Terceira Câmara do Conselho Federal.378. (NR) 34 § 3º O Conselho Seccional recém empossado deverá promover. mediante justificada necessidade. 24. p. ao Fundo de Integração e Desenvolvimento Assistencial dos Advogados . 24. 24. incluindo as Subseções. com recurso para o Órgão Especial. O relatório. (NR) 32 § 1º O orçamento do Conselho Seccional. 17 de agosto e 17 de novembro de 1997 (DJ. 486. devidamente aprovada pelos respectivos colegiados.07. 61.1) 34 Ver Sessões plenárias dos dias 17 de junho. até o mês de outubro e o Conselho Federal até a última sessão do ano. 59. igualmente.97.FIDA e à Caixa de Assistência. a reformulação do orçamento anual. até a última sessão do ano.

todas designadas pelo Presidente. 775. 64. § 3º O Presidente do Conselho Seccional tem lugar reservado junto à delegação respectiva e direito a voz em todas as sessões do Conselho e de suas Câmaras. em caso de controvérsia. sendo assegurado o direito de voto aos que exerceram mandato antes de 05 de julho de 1994 ou em seu exercício se encontravam naquela data. 62.11. 63. p. IV – Diretoria. (NR) 39 CAPÍTULO III DO CONSELHO FEDERAL SEÇÃO I DA ESTRUTURA E DO FUNCIONAMENTO (NR) Art. (NR) 41 Art. até decisão definitiva sobre a liquidez dos valores correspondentes. II – Órgão Especial do Conselho Pleno.06. no prazo estabelecido pelo § 2º do art. apresenta-se como Presidente Nacional da OAB. V – Presidente.97. 04. Para o desempenho de suas atividades. o Conselho conta também com comissões permanentes.§ 5º Os Conselhos Seccionais só podem pleitear recursos materiais e financeiros ao Conselho Federal se comprovadas as seguintes condições: a) remessa de cópia do orçamento e das eventuais suplementações orçamentárias. Art.379. 24. integradas ou não por Conselheiros Federais. submetidas a um regimento interno único.97. Parágrafo único. 39 . 65. o Conselheiro Federal atua no interesse da advocacia nacional e não apenas no de seus representados diretos.09. O Conselho Federal. e com comissões temporárias. O Conselho Federal atua mediante os seguintes órgãos: I – Conselho Pleno. S. 17 de agosto e 17 de novembro de 1997 (DJ. aprovado pela Diretoria do Conselho Federal. que o levará ao conhecimento do Conselho Pleno. 61.1) 40 Ver Sessões plenárias dos dias 17 de junho. suspendendo-se o pedido. Segunda e Terceira Câmaras. p.1) e Resolução nº 001/2006 (DJ. III – Primeira. 60. Art. Ver Sessões plenárias dos dias 17 de junho. 17 de agosto e 17 de novembro de 1997 (DJ. (NR) 40 § 2º O Presidente. p. No exercício do mandato. e c) repasse atualizado da receita devida ao Conselho Federal. b) prestação de contas aprovada na forma regulamentar. 24. § 1º Os ex-presidentes têm direito a voz nas sessões do Conselho.1) 41 Ver Provimento nº 115/2007. S. com sede na Capital da República. O Presidente do Instituto dos Advogados Brasileiros e os agraciados com a “Medalha Rui Barbosa” podem participar das sessões do Conselho Pleno. S. com direito a voz. definidas em Provimento. 61. dos Conselheiros Federais integrantes das delegações de cada unidade federativa e de seus ex-presidentes. compõe-se de um Presidente.11. nas suas relações externas. órgão supremo da OAB.378.

por decisão do Presidente.09. dando-se preferência ao mais antigo no Conselho e. 24. 61. em caso de coincidência. 44 Ver Resolução nº 001/2006 (DJ.11. (NR) 42 Art. são distribuídos pelas três Câmaras especializadas. O voto em qualquer órgão colegiado do Conselho Federal é tomado por delegação. § 1º O Conselheiro. integrantes de cada delegação. (NR) 44 Art. no prazo de quinze dias. S. na falta desta. na sua delegação. Ver Sessões plenárias dos dias 17 de junho. 66. havendo coincidência.379. a preferência é do mais antigo no Conselho e. em qualquer órgão do Conselho. § 3º A delegação indica seu representante ao Órgão Especial do Conselho Pleno. ou. mesmo que interrompidos. 43 § 2º Quando estiverem presentes dois substitutos. este Regulamento Geral. p. Os Conselheiros Federais. 67. exceto quando se tratar de ex-presidente do Conselho Federal e do Conselho Seccional.1) 43 Ver Provimento 89/98. Art. seguido dos ex-presidentes presentes. é substituto dos demais. somente votam os Conselheiros Federais. Os órgãos deliberativos do Conselho Federal podem cassar ou modificar atos ou deliberações de órgãos ou autoridades da OAB. § 3º Na eleição dos membros da Diretoria do Conselho Federal.97. 68. concomitantemente. § 1º Os membros da Diretoria votam como integrantes de suas delegações. Parágrafo único.06. com direito a voto.1) 42 . Considera-se ausente das sessões ordinárias mensais dos órgãos deliberativos do Conselho Federal o Conselheiro que.§ 1º O cargo de Conselheiro Federal é incompatível com o de membro de outros órgãos da OAB. nas faltas ou impedimentos ocasionais ou no caso de licença. Compete ao Conselho Federal fornecer ajuda de transporte e hospedagem aos Conselheiros Federais integrantes das bancadas dos Conselho Seccionais que não tenham capacidade financeira para suportar a despesa correspondente. sem motivo justificado. mediante deliberação da própria delegação. o Código de Ética e Disciplina e os Provimentos. 775. 70. 69. § 2º Na apuração da antigüidade do Conselheiro Federal somam-se todos os períodos de mandato. faltar a qualquer uma. Art. do que tiver inscrição mais antiga. Art. 04. A seleção das decisões dos órgãos deliberativos do Conselho Federal é periodicamente divulgada em forma de ementário. ficando impedido de debater e votar as matérias quando houver participado da deliberação local. p. após a posse. sempre que contrariem o Estatuto. em ordem alfabética. comunicada ao Secretário-Geral. S. § 2º O Conselheiro Federal opina mas não participa da votação de matéria de interesse específico da unidade que representa. ao de inscrição mais antiga. contado do recebimento da notificação. ouvidos estes e os interessados previamente. individualmente. 17 de agosto e 17 de novembro de 1997 (DJ.

Parágrafo único. § 5º O relator notifica o Conselho Seccional e os interessados. respeitadas as competências privativas dos demais órgãos deliberativos do Conselho Federal. comissões permanentes para assessorar o Conselho Federal e a Diretoria. SEÇÃO II DO CONSELHO PLENO Art. § 1º Se o relator determinar alguma diligência. Toda matéria pertinente às finalidades da OAB é distribuída pelo Presidente do órgão colegiado do Conselho Federal a um relator. por escrito. ou o encaminhamento do processo ao Conselho Seccional competente. II – regular. para apreciação preferencial na sessão posterior. 73.12. quando forem necessárias suas manifestações. propor ao Presidente a redistribuição da matéria e o arquivamento. não sendo considerados os votos minoritários para fins de relatório e voto. 74. § 6º Compete ao relator manifestar-se sobre as desistências. fixadas neste Regulamento Geral. para decisão do Presidente do órgão colegiado. Em caso de matéria complexa. no período de três sessões ordinárias sucessivas. 75.00. Compete ao Conselho Pleno deliberar. (NR) 45 45 Ver Sessões plenárias dos dias 16 de outubro. quando for de interesse local. § 2º Incumbe ao relator apresentar na sessão seguinte. o voto e a proposta de ementa. sobre propostas e indicações relacionadas às finalidades institucionais da OAB (art. . 44. Art. requisitar informações. prescrições. A comissão escolhe um relator e delibera coletivamente. com recurso de ofício ao órgão colegiado. 72. com inclusão na pauta da sessão seguinte. 12. em caráter nacional. § 4º Em caso de inevitável perigo de demora da decisão. p. 574. e ainda: I – eleger o sucessor dos membros da Diretoria do Conselho Federal. I. o Presidente designa uma comissão em vez de relator individual. o relatório. o processo é retirado da ordem do dia.1) e Provimento nº 115/2007. matérias de sua competência que não exijam edição de Provimento. § 3º O relator pode determinar diligências. figurando em anexo da pauta com indicação da data do despacho. sendo presidido pelo Presidente do Conselho Federal e secretariado pelo Secretário-Geral. pode o relator conceder provimento cautelar. em caso de vacância. quando for irrelevante ou impertinente às finalidades da OAB. Art. O Conselho Pleno é integrado pelos Conselheiros Federais de cada delegação e pelos ex-presidentes. instaurar representação incidental. Art. III – instituir. decadências e intempestividades dos recursos.Art. 06 e 07 de novembro de 2000 (DJ. mediante Provimento. S. mediante resolução. O relator é substituído se não apresentar o processo para julgamento. 54 do Estatuto. do Estatuto) e sobre as demais atribuições previstas no art. 71.

04. § 3º Se vários membros levantarem destaque sobre o mesmo ponto controvertido. Para editar e alterar o Regulamento Geral. o Conselho Pleno delibera sobre a admissibilidade da relevância da matéria. § 1º Antes de apreciar proposta de texto normativo. § 1º O Presidente não integra a delegação de sua unidade federativa de origem e não vota.Parágrafo único. 46 Ver Resolução nº 001/2006 (DJ. Art. em todas as matérias.09. seguindo-se a votação. o Presidente. exceto na eleição dos membros da Diretoria do Conselho Federal. sobre ele manifesta-se apenas aquele que o levantou e a comissão relatora ou o relator. A OAB pode participar e colaborar em eventos internacionais. Parágrafo único. 775. observados os seguintes critérios: a) procede-se à leitura de cada dispositivo. o Presidente designa novo relator ou comissão revisora para redigir outro. considerando-o aprovado se não houver destaque levantado por qualquer membro ou encaminhado por Conselho Seccional.06. 77. de interesse da advocacia. § 2º Quando a proposta importar despesas não previstas no orçamento. sempre que necessário. 76. O Conselho Pleno pode decidir sobre todas as matérias privativas de seu órgão Especial. mas somente se associa a organismos internacionais que congreguem entidades congêneres. p. As indicações ou propostas são oferecidas por escrito. dentre eles. b) havendo destaque. é eleito como porta-voz. Art. § 4º Se o texto for totalmente rejeitado ou prejudicado pela rejeição. de ementa do acórdão. um. Para as demais matérias prevalece o quorum de instalação e de votação estabelecido neste Regulamento Geral. o Conselho passa a decidir sobre o conteúdo da proposta do texto normativo. quando o Presidente atribuir-lhes caráter de urgência e grande relevância. § 2º Admitida a relevância. devendo o Presidente designar relator para apresentar relatório e voto escritos na sessão seguinte. § 2º Os ex-Presidentes empossados antes de 5 de julho de 1994 têm direito de voto equivalente ao de uma delegação. 79. A proposta que implique baixar normas gerais de competência do Conselho Pleno ou encaminhar projeto legislativo ou emendas aos Poderes competentes somente pode ser deliberada se o relator ou a comissão designada elaborar o texto normativo. Art. (NR) 46 Art. O voto da delegação é o de sua maioria. § 1º No Conselho Pleno. Art. a ser remetido aos Conselheiros juntamente com a convocação da sessão. considerando-se invalidado em caso de empate. 80. pode ser apreciada apenas depois de ouvido o Diretor Tesoureiro quanto às disponibilidades financeiras para sua execução. acompanhados. 78. S.1) . salvo em caso de empate. pode designar relator para apresentar relatório e voto orais na mesma sessão. o Código de Ética e Disciplina e os Provimentos e para intervir nos Conselhos Seccionais é indispensável o quorum de dois terços das delegações. em caso de urgência e relevância. havendo divergência entre seus membros.

§ 1º Se o relatório concluir pela intervenção. no prazo e tempo fixados pelo Presidente. 12. 24. (NR) 49 § 2º A manifestação do Conselho Seccional terá em vista. 83. designado pelo Presidente. 17 de agosto e 17 de novembro de 1997 (DJ. Constatando grave violação do Estatuto ou deste Regulamento Geral. do Estatuto. fixa prazo determinado. 82. (NR) 48 § 1º O Conselho Seccional em cuja área de atuação situar-se a instituição de ensino superior interessada será ouvido. o Conselho Pleno pode aprovar liminarmente a intervenção provisória. p. 574. 61. pode levantar preliminar de inadmissibilidade perante o Conselho Pleno. preliminarmente. p. Art. nos processos que tratem das matérias referidas neste artigo. notifica-se o Conselho Seccional para apresentar defesa por escrito e oral perante o Conselho Pleno.10. devendo a seu respeito manifestar-se no prazo de 30 (trinta) dias.379. 06 e 07 de novembro de 2000 (DJ. observam o seguinte procedimento: I – o relator. designa representantes para promover verificação ou sindicância. Art. Ver Sessões plenárias dos dias 16 de outubro.00. quando não encontrar norma ou princípio constitucional violados pelo ato normativo. § 2º Quando a indicação for subscrita por Conselho Seccional da OAB. ad referendum daquele. b) a necessidade social da criação do curso. II – aprovado o ajuizamento da ação. (NR) 47 III – cabe à assessoria do Conselho acompanhar o andamento da ação. S. § 2º Se o Conselho Pleno decidir pela intervenção.1) 49 Ver Resolução nº 003/2006 (DJ. § 3º Ocorrendo obstáculo imputável à Diretoria do Conselho Seccional para a sindicância. por entidade de caráter nacional ou por delegação do Conselho Federal. os seguintes aspectos: a) a verossimilhança do projeto pedagógico do curso. sendo admitidas. havendo necessidade. Compete à Comissão de Ensino Jurídico do Conselho Federal opinar previamente nos pedidos para criação. a matéria não se sujeita ao juízo de admissibilidade da Diretoria. a Diretoria decide quanto ao mérito. Os Conselhos Seccionais podem representar a OAB em geral ou os advogados brasileiros em eventos internacionais ou no exterior. p. As indicações de ajuizamento de ação direta de inconstitucionalidade submetem-se ao juízo prévio de admissibilidade da Diretoria para aferição da relevância da defesa dos princípios e normas constitucionais e. ou durante o recesso do Conselho Federal. independentemente da decisão da Diretoria. 03.11.97. em face da realidade local. esta será proposta pelo Presidente do Conselho Federal. especialmente.06. S.1) Ver legislação sobre ensino jurídico nesta edição e Sessões plenárias dos dias 17 de junho. S. ou no caso de irreparabilidade do perigo pela demora. submetendo o relatório ao Conselho Pleno. reconhecimento e credenciamento dos cursos jurídicos referidos no art. XV. Art. quando autorizados pelo Presidente Nacional. que pode ser prorrogado. 54.Parágrafo único. a Diretoria do Conselho Federal notifica o Conselho Seccional para apresentar defesa e. § 1º Em caso de urgência que não possa aguardar a sessão ordinária do Conselho Pleno.1) 48 47 . 81.12. 856. cabendo à Diretoria designar diretoria provisória. aferida em função dos critérios estabelecidos pela Comissão de Ensino Jurídico do Conselho Federal.

1) 53 Ver Resolução nº 001/2007/COP (DJ.06. dela não devendo fornecer cópia à instituição interessada ou a terceiro antes do pronunciamento final do Conselho Federal. quando. 03. com indicação de sua população e das condições de desenvolvimento cultural e econômico que apresente. abstendo-se. (NR) 52 SEÇÃO III DO ÓRGÃO ESPECIAL DO CONSELHO PLENO Art. o Estatuto. IV – consultas escritas. 04. 03. decisões do Conselho Federal. contrariem a Constituição. tem o voto de qualidade. porém. 03. p.07. bem como da distância em relação ao município mais próximo onde haja curso jurídico. (NR) 54 III – recurso contra decisões do Presidente ou da Diretoria do Conselho Federal e do Presidente do Órgão Especial. V – conflitos ou divergências entre órgãos da OAB. O Órgão Especial é composto por um Conselheiro Federal integrante de cada delegação. 1. § 1º Os recursos ao Órgão Especial podem ser manifestados pelo Presidente do Conselho Federal. o Código de Ética e Disciplina ou os Provimentos. O Presidente do Órgão Especial. 856. devendo todos os Conselhos Seccionais ser cientificados do conteúdo das respostas. este Regulamento Geral. as leis. o Estatuto.1) 52 Ver Resolução nº 003/2006 (DJ. 50 51 Ver Resolução nº 003/2006 (DJ. S. privativamente e em caráter irrecorrível. 1. 85. e) a existência de biblioteca com acervo adequado.06.1) 54 Ver Resolução nº 001/2007/COP (DJ. sobre: I – recurso contra decisões das Câmaras. encontrar fato que constitua infração disciplinar. sendo unânimes.07. a que tenham acesso direto os estudantes. Art. este Regulamento Geral. quando estas contrariarem a Constituição. sendo presidido pelo Vice-Presidente e secretariado pelo Secretário-Geral Adjunto. Compete ao Órgão Especial deliberar. 856. p.c) a situação geográfica do município sede do curso. além de votar por sua delegação. VI – determinação ao Conselho Seccional competente para instaurar processo. (NR) 53 II – recurso contra decisões unânimes das Turmas. p. d) as condições atuais das instalações físicas destinadas ao funcionamento do curso. 84.06. sem prejuízo de sua participação no Conselho Pleno. pelas partes ou pelos recorrentes originários.10. p. S. p.442.1) .05. as leis. 04. deste Regulamento Geral. S. quando não tenham sido unânimes ou.10. relativas às matérias de competência das Câmaras especializadas ou à interpretação do Estatuto. do Código de Ética e Disciplina e dos Provimentos. o Código de Ética e Disciplina ou os Provimentos. 856.10. no caso de empate. formuladas em tese. conclusivamente.442. em autos ou peças submetidos ao conhecimento do Conselho Federal. Parágrafo único. (NR) 50 § 3º A manifestação do Conselho Seccional deverá informar sobre cada um dos itens mencionados no parágrafo anterior. (NR) 51 § 4º O Conselho Seccional encaminhará sua manifestação diretamente à Comissão de Ensino Jurídico do Conselho Federal. S. de opinar. decisões do Conselho Federal.05.1) Ver Resolução nº 003/2006 (DJ. S. e pelos exPresidentes. sobre a conveniência ou não da criação do curso.

As Câmaras são presididas: I – a Primeira. quando não se revestir de caráter geral ou não tiver pertinência com as finalidades da OAB.1) 57 Ver Sessões plenárias dos dias 17 de junho. Art. 88. para garantir sua eficiência e padronização nacional. pelo Secretário-Geral. infrações e sanções disciplinares. § 3º O Presidente da Câmara. além de votar por sua delegação. pelo Secretário-Geral Adjunto. 89.97.8º. 61. instruir e julgar os incidentes de uniformização de decisões de sua competência. 61. p.00. havendo coincidência.1) 55 . os Presidentes e Secretários das Câmaras são substituídos pelos Conselheiros mais antigos e. Ver Sessões plenárias dos dias 16 de outubro. § 1º Os Secretários das Câmaras são designados. Compete à Segunda Câmara: I – decidir os recursos sobre ética e deveres do advogado. no caso de empate. 06 e 07 de novembro de 2000 (DJ. § 2º Nas suas faltas e impedimentos. art.379. ou o seu encaminhamento ao Conselho Seccional. e 112 do Regulamento Geral. Art. VI – julgar os recursos interpostos contra decisões de seu Presidente. tomar conhecimento de fato que constitua infração disciplinar. Compete à Primeira Câmara: I – decidir os recursos sobre: a) atividade de advocacia e direitos e prerrogativas dos advogados e estagiários. (NR) 55 III – julgar as representações sobre as matérias de sua competência. S. em autos ou peças submetidas ao seu julgamento. b) inscrição nos quadros da OAB.§ 2º O relator pode propor ao Presidente do Órgão Especial o arquivamento da consulta. ouvida a Comissão Nacional de Exame de Ordem. 58. §1º. 87. 12. SEÇÃO IV DAS CÂMARAS Art. por seus Presidentes. Provimento nº 136/2009.97. p. tem o voto de qualidade. S.11. VI. Art.379.12. A decisão do Órgão Especial constitui orientação dominante da OAB sobre a matéria. quando a matéria for de interesse local. quando consolidada em súmula publicada na imprensa oficial.1). do Estatuto e arts. pelo Tesoureiro. 17 de agosto e 17 de novembro de 1997 (DJ. p. 56 Ver Sessões plenárias dos dias 17 de junho. 24. II – expedir resoluções regulamentando o Exame de Ordem. S. pelos de inscrição mais antiga. (NR) 57 V – determinar ao Conselho Seccional competente a instauração de processo quando. (NR) 56 IV – propor. 17 de agosto e 17 de novembro de 1997 (DJ. dentre seus integrantes. 24. II – a Segunda. 86. c) incompatibilidades e impedimentos.11. III – a Terceira. 574.

00. inclusive mediante resoluções. 12.97.12. III – julgar as representações sobre as matérias de sua competência. o relator ou qualquer membro da Turma poderá propor que esta o afete ao Pleno da Câmara. será observado o critério de representatividade regional. com atribuição. 04. p.379. entre elas repartindose. Compete à Terceira Câmara: I – decidir os recursos relativos à estrutura. 17 de agosto e 17 de novembro de 1997 (DJ. 17 de agosto e 17 de novembro de 1997 (DJ. (NR) 61 VII – eleger.11. § 2° As Turmas serão presididas pelo Conselheiro presente de maior antigüidade no Conselho Federal. de sorte a nelas estarem presentes todas as Regiões do País.19. S.1) 59 Ver Sessões plenárias dos dias 17 de junho. 61.12.168) 58 .00.11. 06 e 07 de novembro de 2000 (DJ. (NR) 63 Art.05. 12. 61. 574. p. S. que se dará por ato do Presidente da Segunda Câmara. Art. de orientar e fiscalizar a tramitação dos processos disciplinares de competência da OAB.1) 62 Ver Resolução nº 001/2007/COP (DJ. elaborando relatório anual dos processos em trâmite no Conselho Federal e nos Conselhos Seccionais e Subseções. § 3º Das decisões não unânimes das Turmas caberá recurso para o Pleno da Segunda Câmara.97. 90. 06 e 07 de novembro de 2000 (DJ. p. 1.379. S. (NR) 59 V – determinar ao Conselho Seccional competente a instauração de processo quando. dentre seus integrantes. p. a critério dos seus membros. editando resoluções regulamentares ao Código de Ética e Disciplina. que será por ele presidida. p. os processos recebidos pela Secretaria. Ver Sessões plenárias dos dias 17 de junho. em vista da relevância ou especial complexidade da matéria versada.1) 63 Ver Resolução nº 1/2009. instruir e julgar os incidentes de uniformização de decisões de sua competência. juntamente com os Tribunais de Ética e Disciplina. 24. A Segunda Câmara será dividida em três Turmas. aos órgãos e ao processo eleitoral da OAB. (NR) 62 § 4º No julgamento do recurso.09.07. podendo. II – decidir os recursos sobre sociedades de advogados. em autos ou peças submetidas ao seu julgamento. requerer informações e realizar diligências.05.442. em número máximo de três. de 4 de maio de 2009 (DJ. os membros da Corregedoria do Processo Disciplinar. III – apreciar os relatórios anuais e deliberar sobre o balanço e as contas da Diretoria do Conselho Federal e dos Conselhos Seccionais. com igualdade. advogados associados e advogados empregados. (NR) 58 IV – propor.II – promover em âmbito nacional a ética do advogado. 24. § 1° Na composição das Turmas.1) 60 Ver Sessões plenárias dos dias 16 de outubro. 574. p.1) 61 Ver Sessões plenárias dos dias 16 de outubro. tomar conhecimento de fato que constitua infração disciplinar. S. em caráter nacional. IV – suprir as omissões ou regulamentar as normas aplicáveis às Caixas de Assistência dos Advogados. 89-A. admitindo-se o revezamento. podendo proceder do mesmo modo quando suscitar questões de ordem que impliquem a adoção de procedimentos comuns pelas Turmas. (NR) 60 VI – julgar os recursos interpostos contra decisões de seu Presidente. para tanto. salvo a Turma integrada pelo Presidente da Segunda Câmara. S.

p. II – leitura. S. (NR) 64 VII – propor. nas datas fixadas pela Diretoria. p.00.11. S. § 4º A ausência à sessão. o Presidente ou um terço das delegações do Conselho Federal pode convocar sessão extraordinária. IV – ordem do dia. 66 Ver Sessões plenárias dos dias 16 de outubro.1). de ofício ou a pedido de qualquer pessoa. discussão e aprovação da ata da sessão anterior. § 3º As convocações para as sessões ordinárias são acompanhadas de minuta da ata da sessão anterior e dos demais documentos necessários. 06 e 07 de novembro de 2000 (DJ. 67 SEÇÃO V DAS SESSÕES Art. 67 Ver Sessões plenárias dos dias 16 de outubro.06. salvo nos casos de quorum qualificado. § 1º A deliberação é tomada pela maioria de votos dos presentes. 17 de agosto e 17 de novembro de 1997 (DJ. 575. 575.1). III – comunicações do Presidente.2010. § 3º Qualquer membro presente pode requerer a verificação do quorum. 06 e 07 de novembro de 2000 (DJ. S. 12. 28. (NR) 68 § 2º A sessão extraordinária. p. Os órgãos colegiados do Conselho Federal reúnem-se ordinariamente nos meses de fevereiro a dezembro de cada ano. p. poderá ser dispensada a realização da sessão ordinária do mês de julho. é contada para efeito de perda do mandato. instruir e julgar os incidentes de uniformização de decisões de sua competência. 64 . depois da assinatura de presença. § 2º Comprova-se a presença pela assinatura no documento próprio. 93. 65 Ver Sessões plenárias dos dias 17 de junho.97. 92.1). 24. 17 de agosto e 17 de novembro de 1997 (DJ. em sua sede no Distrito Federal. sob controle do Secretário da sessão. (NR) 65 VIII – determinar ao Conselho Seccional competente a instauração de processo quando. 61.12. 24. previsto neste Regulamento Geral. Ver Sessões plenárias dos dias 17 de junho.2010. por chamada. 69 Ver Resolução nº 01/2010 (DJ. do Regulamento Geral. 28. pode ser convocada para local diferente da sede do Conselho Federal. dispositivo do Regimento Interno do Conselho Seccional que contrarie o Estatuto ou este Regulamento Geral. 66 IX – julgar os recursos interpostos contra decisões de seu Presidente. sem prejuízo da regular fruição dos prazos processuais e regulamentares. § 4º Mediante prévia deliberação do Conselho Pleno. Para instalação e deliberação dos órgãos colegiados do Conselho Federal da OAB exige-se a presença de metade das delegações. S. 68 Ver Resolução nº 01/2010 (DJ.12.11. (NR) 69 Art. 91. 107. VI – julgar as representações sobre as matérias de sua competência. não justificada ao Presidente.00.V – modificar ou cancelar.1). § 1º Em caso de urgência ou no período de recesso (janeiro). 43) e art. p. Art. p.06. 12. Nas sessões observa-se a seguinte ordem: I – verificação do quorum e abertura. 43).97. 61.379. § 1º. em autos ou peças submetidas ao seu julgamento. em caráter excepcional e de grande relevância.379. tomar conhecimento de fato que constitua infração disciplinar.

ainda que ausentes o relator ou o Conselheiro requerente. e publicadas. devendo a matéria ser julgada na sessão ordinária seguinte. Art. As decisões coletivas são formalizadas em acórdãos. não sendo permitidas questões de ordem ou justificativa oral de voto. Parágrafo único. § 3º A justificação escrita do voto pode ser encaminhada à Secretaria até quinze dias após a votação da matéria. suspende o julgamento. permanecendo os autos do processo na Secretaria. tendo o respectivo processo preferência no julgamento. § 4º O Conselheiro pode pedir preferência para antecipar seu voto se necessitar ausentar-se justificadamente da sessão. § 1º As manifestações gerais do Conselho Pleno podem dispensar a forma de acórdão. Não será admitido aparte: (NR) 70 a) à palavra do Presidente. assinados pelo Presidente e pelo relator. § 5º O Conselheiro pode eximir-se de votar se não tiver assistido à leitura do relatório. com leitura da súmula da decisão. Parágrafo único. II – sustentação oral pelo interessado ou seu advogado. V – proclamação do resultado pelo Presidente. b) ao Conselheiro que estiver suscitando questão de ordem. 96. são lidos pelo Secretário. O pedido justificado de vista por qualquer Conselheiro. A ordem dos trabalhos ou da pauta pode ser alterada pelo Presidente.12. O julgamento de qualquer processo ocorre do seguinte modo: I – leitura do relatório. § 2º Se durante a discussão o Presidente julgar que a matéria é complexa e não se encontra suficientemente esclarecida. na ausência deste. As pautas e decisões são publicadas na Imprensa Oficial. dentro do prazo máximo fixado pelo Presidente. (NR) 71 70 Ver Sessões plenárias dos dias 16 de outubro. IV – votação da matéria. 94. sendo deliberado como preliminar antes da votação da matéria. 12. e afixadas em local de fácil acesso na sede do Conselho Federal. § 7º Vencido o relator. com preferência sobre as demais. com envio de cópias aos que as solicitarem. § 6º O relatório e o voto do relator. 95. S. Art. A vista concedida é coletiva. Art.V – expediente e comunicações dos presentes. precedendo as questões prejudiciais e preliminares às de mérito. ou comunicadas pessoalmente aos interessados. 575. 97. relacionada ao órgão deliberativo. § 2º As ementas têm numeração sucessiva e anual. em caso de urgência ou de pedido de preferência.1) . § 1º Os apartes só serão admitidos quando concedidos pelo orador. p. quando não for em mesa. do voto e da proposta de ementa do acórdão. 06 e 07 de novembro de 2000 (DJ. designando revisor para sessão seguinte. todos escritos. salvo se lhe for concedida prorrogação. não podendo cada Conselheiro fazer uso da palavra mais de uma vez nem por mais de três minutos. não adia a discussão. no prazo de quinze minutos. III – discussão da matéria. pelo relator. Art.00. o autor do voto vencedor lavra o acórdão.

O Presidente é substituído em suas faltas. o balanço e as contas. o Secretário-Geral. III – elaborar estatística anual dos trabalhos e julgados do Conselho. V – elaborar e aprovar o plano de cargos e salários e a política de administração de pessoal do Conselho.00. licenças e impedimentos pelo Vice-Presidente. sendo o último substituído pelo Conselheiro Federal mais antigo e. membros das comissões e convidados. quando autorizado. Art. cheques e ordens de pagamento. § 2º No caso de licença temporária. II – representar o Conselho Federal. V – aplicar penas disciplinares.12. o Diretor é substituído pelo Conselheiro designado pelo Presidente. IV – distribuir e redistribuir as atribuições e competências entre os seus membros. Compete ao Presidente: I – representar a OAB em geral e os advogados brasileiros. em juízo ou fora dele. em caso de necessidade comprovada e de acordo com previsão orçamentária. morte ou renúncia. o Secretário-Geral Adjunto e o Tesoureiro substituem-se nessa ordem. VII – executar e fazer executar o Estatuto e a legislação complementar. no caso de infração cometida no âmbito do Conselho Federal. 100. p. ad referendum do Conselho Pleno. Compete ao Vice-Presidente: I – presidir o órgão Especial e executar suas decisões. 12. em virtude de perda do mandato. 101. VII – definir critérios para despesas com transporte e hospedagem dos Conselheiros. 99. juntamente com o Tesoureiro. sucessivamente. VIII – alienar ou onerar bens móveis.SEÇÃO VI DA DIRETORIA DO CONSELHO FEDERAL Art. no país e no exterior. VI – assinar. na forma e prazo estabelecidos neste Regulamento Geral. 575. Art. havendo coincidência de mandatos. § 3º No caso de vacância de cargo da Diretoria. com o Tesoureiro. IX – resolver os casos omissos no Estatuto e no Regulamento Geral. o sucessor é eleito pelo Conselho Pleno. pelo Secretário-Geral Adjunto e pelo Tesoureiro. em suas faltas e impedimentos ocasionais. e administrar o patrimônio do Conselho Federal. IV – adquirir. em juízo ou fora dele. coletivamente: I – dar execução às deliberações dos órgãos deliberativos do Conselho. 71 Ver Sessões plenárias dos dias 16 de outubro. o relatório anual. pelo Secretário-Geral. 98. onerar e alienar bens imóveis. propostos pelo Secretário-Geral. o orçamento anual da receita e da despesa.1) e Provimentos nº 26/66 e nº 47/79. . Art. 06 e 07 de novembro de 2000 (DJ. pelo de inscrição mais antiga. S. § 1º O Vice-Presidente. III – convocar e presidir o Conselho Federal e executar suas decisões. II – elaborar e submeter à Terceira Câmara. Compete à Diretoria. VI – promover assistência financeira aos órgãos da OAB.

II – executar as atribuições que lhe forem cometidas pela Diretoria ou delegadas. . II – dirigir todos os trabalhos de Secretaria do Conselho Federal. Compete ao Secretário-Geral Adjunto: I – presidir a Segunda Câmara e executar suas decisões. 104. V – propor à Diretoria a tabela de custas do Conselho Federal. pelo Presidente. Compete ao Secretário-Geral: I – presidir a Primeira Câmara e executar suas decisões. 105. atualizado anualmente. Art. 72 III – executar as atribuições que lhe forem cometidas pela Diretoria ou delegadas pelo Secretário-Geral. por portaria. VI – fiscalizar e cobrar as transferências devidas pelos Conselhos Seccionais ao Conselho Federal. 57 e 58 do Estatuto: I – cumprir o disposto nos incisos I. V – controlar a presença e declarar a perda de mandato dos Conselheiros Federais. CAPÍTULO IV DO CONSELHO SECCIONAL Art. 54 do Estatuto. controlar e pagar todas as despesas autorizadas e assinar cheques e ordens de pagamento com o Presidente. propondo à Diretoria a intervenção nas Tesourarias dos inadimplentes. o Tesoureiro pode realizar despesas não constantes do orçamento anual. II e III do art. § 2º Cabe ao Tesoureiro propor à Diretoria o regulamento para aquisições de material de consumo e permanente. IV – elaborar a proposta de orçamento anual. III – secretariar as sessões do Conselho Pleno. os balanços e as contas mensais e anuais da Diretoria. II – manter sob sua guarda os bens e valores e o almoxarifado do Conselho. além do previsto nos arts. Provimentos nº 95/2000. 24 e 137-D do Regulamento Geral. 102. Compete ao Conselho Seccional. da Segunda Câmara. VI – executar a administração do pessoal do Conselho Federal. VIII – receber e dar quitação dos valores recebidos pelo Conselho Federal. III – administrar a Tesouraria. IV – manter sob sua guarda e inspeção todos os documentos do Conselho Federal. IV – secretariar o Órgão Especial. II – adotar medidas para assegurar o regular funcionamento das Subseções. quando autorizadas pela Diretoria. Compete ao Tesoureiro: I – presidir a Terceira Câmara e executar suas decisões. o relatório. requisitando os dados e informações necessários aos Conselhos Seccionais e promovendo as medidas necessárias. Art. 98/2002 e 99/2002 e Resolução nº 001/2003. § 1º Em casos imprevistos. II – organizar e manter o cadastro nacional dos advogados e estagiários. VII – emitir certidões e declarações do Conselho Federal. Art. 72 Ver arts. VII – manter inventário dos bens móveis e imóveis do Conselho Federal. 103.

até o número máximo de metade de suas composições. 28. 91 do Regulamento Geral e Resolução nº 01/2010 (DJ. 75 Ver art. de ofício ou mediante representação. Art.1). O ajuizamento é decidido pela Diretoria. após deliberação: a) ação direta de inconstitucionalidade de leis ou atos normativos estaduais e municipais. sujeita a referendo do Conselho Federal. 107. onde e quando constatar grave violação do Estatuto. (NR) 74 § 1º Cabe ao Conselho Seccional. § 3º Não se incluem no cálculo da composição dos elegíveis ao Conselho seus exPresidentes e o Presidente do Instituto dos Advogados. independentemente de autorização pessoal dos interessados. para defesa de interesses difusos de caráter geral e coletivos e individuais homogêneos. 575. (NR) 73 c) mandado de segurança coletivo. mais um membro por grupo completo de 3.000 (três mil) inscritos. até 30 (trinta) membros. de criação e intervenção em Caixa de Assistência dos Advogados e Subseções e para 73 74 Ver Sessões plenárias dos dias 16 de outubro. observados os seguintes critérios: I – abaixo de 3. incluindo os membros da Diretoria. 17. contrários ao Estatuto. proporcionalmente ao número de advogados com inscrição concedida. 278).000 (três mil) inscritos. 43) . IV – cassar ou modificar. em suas sedes. S. os Presidentes dos órgãos ou um terço de seus membros podem convocar sessão extraordinária. aos Provimentos. Parágrafo único.2010. a diretoria e o conselho da Subseção podem ter suplentes. p. até o total de 80 (oitenta) membros. fixar o número de seus membros. que aprecia a base de cálculo e reduz o excesso. (NR) 75 § 2º As convocações para as sessões ordinárias são acompanhadas de minuta da ata da sessão anterior e dos demais documentos necessários.00. em face da Constituição Estadual ou da Lei Orgânica do Distrito Federal. II – a partir de 3. p. se houver. nos meses de fevereiro a dezembro. nas Subseções e na Caixa de Assistência dos Advogados. a diretoria da Caixa de Assistência dos Advogados. § 1º § 1º Em caso de urgência ou nos períodos de recesso (janeiro).06. ao seu Regimento Interno e às suas Resoluções. 06 e 07 de novembro de 2000 (DJ. da diretoria ou do conselho da Subseção e da diretoria da Caixa de Assistência dos Advogados. ordinariamente.12. V – ajuizar. Ver Resolução nº 2/2009 (DJ. Para aprovação ou alteração do Regimento Interno do Conselho. deste Regulamento Geral e do Regimento Interno do Conselho Seccional.III – intervir. eleitos na chapa vencedora. p. d) mandado de injunção.000 (três mil) inscritos. parcial ou totalmente. qualquer ato de sua diretoria e dos demais órgãos executivos e deliberativos. em defesa de seus inscritos. 12. Art. mediante resolução. e para a sessão de posse no mês de janeiro do primeiro ano do mandato. no caso de urgência ou recesso do Conselho Seccional. Os Conselhos Seccionais são compostos de conselheiros eleitos. Art. observado o número da última inscrição concedida. § 2º O Conselho Seccional.2009. Todos os órgãos vinculados ao Conselho Seccional reúnem-se.06. em face da Constituição Estadual ou da Lei Orgânica do Distrito Federal. 106. b) ação civil pública. a delegação do Conselho Federal. 108. ao Código de Ética e Disciplina. ao Regulamento Geral.

109. para melhor desempenho de suas atividades. do Estatuto e art. requisitar documentos. observados os critérios estabelecidos neste Regulamento Geral para a intervenção no Conselho Seccional. . na forma do Provimento e das Resoluções do Conselho Federal. do Regulamento Geral. 22 do Estatuto. § 3º Comprova-se a presença pela assinatura no documento próprio. é contada para efeito de perda do mandato. não se computando no cálculo os exPresidentes presentes. considerando-se função relevante em benefício da advocacia. segundo padrão nacional uniforme de qualidade. na forma do Regimento Interno. e 58. Art. Ver Provimento nº 136/2009. quando for o caso. Art. O Exame de Ordem é organizado pela Comissão de Estágio e Exame de Ordem do Conselho Seccional. 8º. definindo as referências mínimas e as proporções. por chamada. sob controle do Secretário da sessão. determinar diligências e propor o arquivamento ou outra providência porventura cabível ao Presidente do órgão colegiado competente. não justificada ao Presidente. § 4º Qualquer membro presente pode requerer a verificação do quorum. II. 110. O Conselho Seccional fixa tabela de honorários advocatícios. Art. § 2º O recurso contra decisão da Comissão ao Conselho Seccional observa os critérios previstos no Provimento do Conselho Federal e no regulamento do Conselho Seccional. § 5º A ausência à sessão depois da assinatura de presença. 88. da Comissão de Orçamento e Contas e da Comissão de Estágio e Exame de Ordem. O Regimento Interno do Conselho Seccional define o procedimento de intervenção total ou parcial nas Subseções e na Caixa de Assistência dos Advogados. podendo ouvir depoimentos. § 1º Para as demais matérias exige-se quorum de instalação e deliberação de metade dos membros de cada órgão deliberativo. § 2º No Conselho Seccional e na Subseção que disponha de conselho é obrigatória a instalação e o funcionamento da Comissão de Direitos Humanos. arts. A tabela é amplamente divulgada entre os inscritos e encaminhada ao Poder Judiciário para os fins do art. § 2º A deliberação é tomada pela maioria dos votos dos presentes. com direito a voto. 76 77 Ver Provimentos nº 56/85 e 115/2007. Os relatores dos processos em tramitação no Conselho Seccional têm competência para instrução. 76 § 3º Os suplentes podem desempenhar atividades permanentes e temporárias. 113. § 1º Os órgãos do Conselho podem receber a colaboração gratuita de advogados não conselheiros. 77 § 1º Cabe à Comissão fixar o calendário anual do Exame.aplicação da pena de exclusão de inscrito é necessário quorum de presença de dois terços dos conselheiros. 111. VI. inclusive para instrução processual. Art. Art. § 1º. O Conselho Seccional pode dividir-se em órgãos deliberativos e instituir comissões especializadas. critérios e programas. incluindo os ex-Presidentes com direito a voto. 112. Parágrafo único.

114. CAPÍTULO V DAS SUBSEÇÕES Art. o membro do Tribunal de Ética e Disciplina perde o mandato antes do seu término. o custo de instalação e de manutenção. a existência de comarca judiciária. O Conselho Seccional fixa. Os conflitos de competência entre subseções e entre estas e o Conselho Seccional são por este decididos. 119. quando for o caso. 58. Art. 120. Art. A criação de Subseção depende. A resolução do Conselho Seccional que criar a Subseção deve: I – fixar sua base territorial. III – fixar a data da eleição da diretoria e do conselho. quando for o caso. 61 do Estatuto e neste Regulamento Geral. para os residentes em sua base territorial. o modo de eleição e o funcionamento dos Tribunais de Ética e Disciplina. de estudo preliminar de viabilidade realizado por comissão especial designada pelo Presidente do Conselho Seccional. Código de Ética e Disciplina e Provimento nº 83/96. para instruir processo de inscrição no quadro da OAB. Compete às subseções dar cumprimento às finalidades previstas no art. que tem o mesmo Presidente. 78 Ver art. Art. 78 § 1º Os membros dos Tribunais de Ética e Disciplina. quando o fato tiver ocorrido na sua base territorial. Art. incluindo o número de advogados efetivamente residentes na base territorial. 116. com recurso voluntário ao Conselho Federal. 118. . observados os procedimentos do Código de Ética e Disciplina. observados os mesmos requisitos para a eleição do Conselho Seccional. XIII. e as repassa segundo programação financeira aprovada ou em duodécimos. § 1º Cabe à Diretoria do Conselho Seccional encaminhar cópia da resolução ao Conselho Federal. o Presidente deste designa um de seus membros. dotações específicas para as subseções. são eleitos na primeira sessão ordinária após a posse dos Conselhos Seccionais. inclusive seus Presidentes. II – definir os limites de suas competências e autonomia. § 2º Os membros da diretoria da Subseção integram seu conselho. ou processo disciplinar. 117. do Estatuto.Art. Os Conselhos Seccionais definem nos seus Regimentos Internos a composição. cabendo ao Conselho Seccional eleger o substituto. 66 do Estatuto. o levantamento e a perspectiva do mercado de trabalho. IV – definir a composição do conselho da Subseção e suas atribuições. § 3º Ocorrendo qualquer das hipóteses do art. como relator. § 2º O mandato dos membros dos Tribunais de Ética e Disciplina tem a duração de três anos. em seu orçamento anual. dentre os seus integrantes ou advogados de notável reputação ético-profissional. Art. Quando a Subseção dispuser de conselho. comunicando a composição da diretoria e do conselho. 115. e o início do mandato com encerramento coincidente com o do Conselho Seccional. além da observância dos requisitos estabelecidos no Regimento Interno do Conselho Seccional.

incompatibilidades e impedimentos. Art. § 3º Concluída a instrução do processo disciplinar. coordenados pelas Caixas. CAPÍTULO VII DAS ELEIÇÕES . Parágrafo único. § 2º Concluída a instrução do pedido de inscrição. ouvidos os Conselhos Seccionais. A Coordenação Nacional das Caixas. pelo inscrito. da anuidade à OAB.§ 1º Os relatores dos processos em tramitação na Subseção têm competência para instrução. o relator submete parecer prévio ao conselho da Subseção. 122. 125. é órgão de assessoramento do Conselho Federal da OAB para a política nacional de assistência e seguridade dos advogados. após o deferimento da inscrição. em casos especiais. é submetido ao julgamento do Tribunal de Ética e Disciplina. Art. § 2º O plano de empregos e salários do pessoal da Caixa é aprovado por sua Diretoria e homologado pelo Conselho Seccional. II – carência de um ano. 121. § 1º A Caixa pode contar com departamentos específicos. Art. O Conselho Federal pode constituir fundos nacionais de seguridade e assistência dos advogados. nos termos previstos no Estatuto e no Código de Ética e Disciplina. por elas mantida. A seguridade complementar pode ser implementada pela Caixa. 123. determinar diligências e propor o arquivamento ou outra providência ao Presidente. o qual. § 4º Os demais processos. requisitar documentos. A assistência aos inscritos na OAB é definida no estatuto da Caixa e está condicionada à: I – regularidade do pagamento. podendo ouvir depoimentos. até mesmo os relativos à atividade de advocacia. o relator emite parecer prévio. integrados por profissionais designados por sua Diretoria. obedecem a procedimento equivalente. tendo seu Coordenador direito a voz nas sessões. 126. Art. O estatuto da Caixa pode prever a dispensa dos requisitos de que cuidam os incisos I e II. As Caixas promovem entre si convênios de colaboração e execução de suas finalidades. III – disponibilidade de recursos da Caixa. O estatuto da Caixa define as atividades da Diretoria e a sua estrutura organizacional. 127. em matéria a elas pertinente. CAPÍTULO VI DAS CAIXAS DE ASSISTÊNCIA DOS ADVOGADOS Art. Art. 124. se homologado pelo Conselho da Subseção. Art. As Caixas de Assistência dos Advogados são criadas mediante aprovação e registro de seus estatutos pelo Conselho Seccional. composta de seus presidentes. segundo dispuser seu estatuto. que pode ser acompanhado pelo relator do Conselho Seccional.

até trinta dias antes da votação. VII – referência a este capítulo do Regulamento Geral. inclusive endereço eletrônico.12. § 1º O edital define se as chapas concorrentes às Subseções são registradas nestas ou na Secretaria do próprio Conselho. § 1º A Comissão Eleitoral utiliza os serviços das Secretarias do Conselho Seccional e das subseções. VI – locais de votação. 06 e 07 de novembro de 2000 (DJ. do qual constarão. em prejuízo da organização e da execução das eleições. sendo um Presidente. (NR) 80 § 3º Mediante requerimento escrito de candidato devidamente registrado. após a publicação do edital de convocação das eleições. na segunda quinzena de novembro. Art. com o apoio necessário de suas Diretorias. § 3º A Comissão Eleitoral pode designar Subcomissões para auxiliar suas atividades nas subseções. A Comissão Eleitoral é composta de cinco advogados. § 2º Cabe aos Conselhos Seccionais promover ampla divulgação das eleições. § 2º No prazo de cinco dias úteis. publicado na imprensa oficial. comprovadamente. incluindo o número de membros do Conselho Seccional. com início fixado pelo Conselho Seccional.1) . III – modo de composição da chapa. não estejam cumprindo suas atividades. p. 575. não se admitindo mais de um requerimento por chapa concorrente. e deste para o Conselho Federal. e de cinco dias úteis para a decisão da Comissão Eleitoral. após o encerramento do prazo do pedido de registro (item II). ambos sem efeito suspensivo. IV – prazo de três dias úteis. Contra decisão da Comissão Eleitoral cabe recurso ao Conselho Seccional. p. 06 e 07 de novembro de 2000 (DJ. cujo conteúdo estará à disposição dos interessados. S. 12. O Conselho Seccional.1) Ver Sessões plenárias dos dias 16 de outubro. § 5º A Diretoria do Conselho Seccional pode substituir os membros da Comissão Eleitoral quando. 130. em seus meios de comunicação.00. 575.00.Art.12. II – prazo para o registro das chapas. p.12. 12. não podendo recusar a publicação. (NR) 81 § 4º A listagem a que se refere o parágrafo 3º será fornecida mediante o pagamento das taxas fixadas pelo Conselho Seccional. convocará os advogados inscritos para a votação obrigatória. em condições de absoluta igualdade. S. 09. S. dentro do prazo contínuo de oito horas. dos advogados. § 4º As mesas eleitorais são designadas pela Comissão Eleitoral. Art. 129. no mesmo prazo. na Secretaria do Conselho.1) 81 Ver Alteração do Regulamento Geral (DJ. 128.05. o Conselho Seccional ou a Subseção fornecerão. os seguintes itens: (NR) 79 I – dia da eleição. listagem atualizada com nome e endereço. dentre outros. tanto para a impugnação das chapas quanto para a defesa. qualquer advogado pode argüir a suspeição de membro da Comissão Eleitoral. V – nominata dos membros da Comissão Eleitoral escolhida pela Diretoria. no prazo de quinze dias. do programa de todas as chapas. 79 80 Ver Sessões plenárias dos dias 16 de outubro. 664. até sessenta dias antes do dia 15 de novembro do último ano do mandato. em 72 (setenta e duas) horas. a ser julgada pelo Conselho Seccional. mediante edital resumido. que não integrem qualquer das chapas concorrentes. convocando ou atribuindo tarefas aos respectivos servidores.

São admitidas a registro apenas chapas completas. 14. com inscrição principal ou suplementar. 86. observada a preferência pela ordem de apresentação dos requerimentos. a substituição pode ser requerida. devendo ser feita no número atribuído a cada chapa. com decisão transitada em julgado. § 1º O requerimento de inscrição. p. acompanhado das autorizações escritas dos integrantes da chapa. g) não esteja em débito com a prestação de contas ao Conselho Federal. 28 do Estatuto. se houver.07. em destaque. morte ou inelegibilidade de qualquer integrante da chapa. sendo facultado à Comissão Eleitoral exigir a devida comprovação. § 1º Caso não seja adotada a votação eletrônica. d) não ocupe cargos ou funções dos quais possa ser exonerável ad nutum. § 2º Somente integra chapa o candidato que. § 7º Os membros dos órgãos da OAB. § 6º Em caso de desistência. I . há mais de cinco anos. § 3º A Comissão Eleitoral publica no quadro de avisos das Secretarias do Conselho Seccional e das subseções a composição das chapas com registro requerido. § 4º A Comissão Eleitoral suspende o registro da chapa incompleta ou que inclua candidato inelegível na forma do § 2º. 131. não podendo as seguintes utilizar termos. sem alteração da cédula única já composta. f) exerça efetivamente a profissão. observada a seguinte ordem:. § 5º A chapa é registrada com denominação própria.denominação da chapa e nome do candidato a Presidente. contendo as chapas 1concorrentes na ordem em que foram registradas. por ordem de inscrição. dirigido ao Presidente da Comissão Eleitoral. 132. contendo nome completo. referidos no art.Art. c) não ocupe cargos ou funções incompatíveis com a advocacia. podem neles permanecer se concorrerem às eleições. e agrupadas em colunas. no caso de ser dirigente do Conselho Seccional. a cédula eleitoral será única. 82 Ver Resolução nº 016/2003 (DJ. e) não tenha sido condenado por qualquer infração disciplinar. nº de inscrição na OAB e endereço profissional de cada candidato. 83 da mesma Lei. através de urnas eletrônicas. em caráter permanente ou temporário. excluído o período de estagiário. devendo a Secretaria e a Tesouraria do Conselho ou da Subseção prestar as informações necessárias. para fins de impugnação por qualquer advogado inscrito. cumulativamente: 82 a) seja advogado regularmente inscrito na respectiva Seccional da OAB. com indicação do cargo a que concorre. com indicação dos candidatos aos cargos de diretoria do Conselho Seccional. b) esteja em dia com as anuidades.03. com uma só quadrícula ao lado de cada denominação. de conselheiros seccionais. considerando-se votado o substituído.1) . preferencialmente. sendo vedadas candidaturas isoladas ou que integrem mais de uma chapa. concedendo ao candidato a Presidente do Conselho Seccional prazo improrrogável de cinco dias úteis para sanar a irregularidade. S. de diretoria da Caixa de Assistência dos Advogados e de suplentes. símbolos ou expressões iguais ou assemelhados. Art. A votação será realizada. mesmo que compatíveis com a advocacia. é subscrito pelo candidato a Presidente. no desempenho de seus mandatos. salvo se reabilitado pela OAB. ressalvado o disposto no art. de conselheiros federais.

b) a concessão de parcelamento de débitos a advogados. ao criar o Conselho da Subseção. VI . 09. III . II .propaganda transmitida por meio de emissora de televisão ou rádio.no período de 30 (trinta) dias antes da data das eleições.2005.pagamento. a divulgação de pesquisa eleitoral.Suplentes. § 4º Os eleitos ao primeiro Conselho da Subseção complementam o prazo do mandato da Diretoria. inclusive na data da eleição.Conselheiros Seccionais. . equipamentos. a qualquer título.1). relatando fatos e indicando provas. ou for diretamente beneficiada. dos Estados. § 2º É vedada: I .Conselheiros Federais. a abordagem de temas de modo a comprometer a dignidade da profissão e da Ordem dos Advogados do Brasil ou ofender a honra e imagem de candidatos. 133. ressalvados os espaços da Ordem que devam ser utilizados. de recursos financeiros. regulamentando-a segundo as regras deste Capítulo. p. § 3º O Conselho Seccional. V . salvo resolução prévia. aprovada. na resolução. às Subseções. do Distrito Federal e dos Municípios. candidato ou chapa.propaganda por meio de outdoors ou com emprego de carros de som ou assemelhados. se houver. de caráter geral.Diretoria da Caixa de Assistência dos Advogados. 664. a um oitavo de página de jornal padrão e a um quarto de página de revista ou tablóide. por dirigente. fixará.uso de bens imóveis e móveis pertencentes à OAB. § 3º Qualquer chapa pode representar. não sendo adotado o voto eletrônico. além da cédula referida neste Capítulo. salvo os destinados a pagamento de pessoal. sendo vedada a prática de atos que visem a exclusiva promoção pessoal de candidatos e. § 1º A propaganda eleitoral tem como finalidade apresentar e debater propostas e idéias relacionadas às finalidades da OAB e aos interesses da Advocacia. pelas chapas concorrentes. bem como de máquinas. VI . político e dos meios de comunicação. ou de serviços por estes custeados. (NR) 83 Art. de custeio ou de obrigações pré-existentes. haverá outra cédula para as chapas concorrentes à Diretoria da Subseção e do respectivo Conselho. ainda que gratuita. por edição. com 60 (sessenta) dias de antecedência. III . § 2º Nas Subseções.propaganda na imprensa.utilização de servidores da OAB em atividades de campanha eleitoral. indistintamente.II . Perderá o registro a chapa que praticar ato de abuso de poder econômico. permitindose entrevistas e debates com os candidatos.12. V . IV . IV . em benefício de chapa ou de candidato. de anuidades de advogados ou fornecimento de quaisquer outros tipos de recursos financeiros ou materiais que possam desvirtuar a liberdade do voto. ainda. à Comissão Eleitoral. móveis e utensílios. pelo Conselho Seccional. ato esse que se configura por: I . que exceda.Diretoria do Conselho Seccional. para que se promova a apuração de abuso.no período de 60 (sessenta) dias antes da data das eleições: a) a distribuição. por candidato ou chapa. 83 Ver Alteração do Regulamento Geral (DJ. II . S. exceto no caso de reposição. a data da eleição suplementar. à Administração direta ou indireta da União. indícios e circunstâncias. observando-se idêntica forma.

para que apresente defesa no prazo de 5 (cinco) dias. 24. no quadro de avisos do Conselho Seccional ou da Subseção.1) e Resolução nº 016/2003 (DJ. as partes terão prazo comum de 2 (dois) dias para apresentação das alegações finais. 12. p. § 8º Findo o prazo de alegações finais. os prazos correm em Secretaria. § 6º Apresentada ou não a defesa. até a proclamação do resultado do pleito. pela requisição de documentos e a oitiva de testemunhas. S. por intermédio de qualquer dos candidatos à Diretoria do Conselho ou. 85 § 2º O eleitor. no prazo de 3 (três) dias. na anulação dos votos. S. instaurar processo e determinar a notificação da chapa representada. § 6º Na hipótese de voto eletrônico.97. p. convocando-se outra no prazo de 30 (trinta) dias. deverá assinalar o quadrículo correspondente à chapa de sua escolha. se for o caso. p. os editais relativos aos atos do processo eleitoral. para isso. sob pena de multa equivalente a 20% (vinte por cento) do valor da anuidade.07. sob pena de nulidade do voto. Os candidatos da chapa que tiverem dado causa à anulação da eleição não podem concorrer no pleito que se realizar em complemento.379.12. publicando-se. a Comissão Eleitoral procede. § 12. se for o caso. cabendo recurso. § 5º O eleitor somente pode votar no local que lhe for designado. valer-se do uso de fax. 134. na cédula fornecida e rubricada pelo presidente da mesa eleitoral. na cabine indevassável. se for o caso. de ofício ou mediante representação. § 10. O voto é obrigatório para todos os advogados inscritos da OAB. § 5º Pode o Presidente da Comissão Eleitoral determinar à representada que suspenda o ato impugnado.86.12. (NR) 87 Ver Alteração do Regulamento Geral (DJ.11.1) 87 Ver Sessões plenárias dos dias 17 de junho. no prazo de 3 (três) dias. Se a nulidade atingir mais da metade dos votos a eleição estará prejudicada. comunicando ao Conselho onde tenha inscrição principal.1) Ver Resolução nº 016/2003 (DJ. à Comissão Eleitoral. 664.2005.1) 86 Ver Sessões plenárias dos dias 16 de outubro. adotar-se-ão. 09. salvo ausência justificada por escrito. (NR) 84 Art.07. com a perda do mandato de seus componentes. 06 e 07 de novembro de 2000 (DJ. 14. 14. as regras estabelecidas na legislação eleitoral. notificando as partes da decisão. a instrução do processo. em no máximo 2 (dois) dias. S. podendo. 61. se for o caso. § 1º O eleitor faz prova de sua legitimação apresentando sua carteira ou cartão de identidade profissional e o comprovante de quitação com a OAB. a ser apreciada pela Diretoria do Conselho Seccional.§ 4º Cabe ao Presidente da Comissão Eleitoral.00. § 7º Encerrada a dilação probatória. § 4º O advogado com inscrição suplementar pode exercer opção de voto. se entender relevante o fundamento e necessária a medida para preservar a normalidade e legitimidade do pleito.86. S. da Subseção.1) 85 84 . § 9º A decisão que julgar procedente a representação implica no cancelamento de registro da chapa representada e. S. p. p. suprível por listagem atualizada da Tesouraria do Conselho ou da Subseção. a Comissão Eleitoral decidirá. acompanhada de documentos e rol de testemunhas. sendo vedada a votação em trânsito. 17 de agosto e 17 de novembro de 1997 (DJ.03.03. 575. (NR) 86 § 3º Não pode o eleitor suprir ou acrescentar nomes ou rasurar a cédula. no que couber. § 11. Ressalvado o disposto no § 4º deste artigo.

deve ser protocolado ou postado com endereçamento ao Presidente da entidade: I . que proclama o resultado. § 1º Comporão o colégio eleitoral os Conselheiros Federais eleitos no ano anterior. Concluída a totalização da apuração pela Comissão Eleitoral. § 2º As impugnações promovidas pelos fiscais são registradas nos documentos dos resultados.até 31 de dezembro do ano anterior à eleição. nomes. no mínimo. lavrando ata encaminhada ao Conselho Seccional. para registro de candidatura à Presidência. a ser apreciado pela Diretoria do Conselho Federal. § 2º Os recursos interpostos nos processos de registro de chapas serão decididos pelo Conselho Pleno do Conselho Federal. lavrando ata encaminhada à Subseção e ao Conselho Seccional. § 2º A totalização dos votos relativos às eleições para diretoria da Subseção e do conselho. A eleição dos membros da Diretoria do Conselho Federal será realizada às 19 horas do dia 31 de janeiro do ano seguinte ao da eleição nas Seccionais. S. Encerrada a votação. 775. para decisão da Comissão Eleitoral ou de sua Subcomissão. 137-A. sendo empossados no primeiro dia do início de seus mandatos. quando houver. § 1º São considerados eleitos os integrantes da chapa que obtiver a maioria dos votos válidos. proclamada vencedora pela Comissão Eleitoral. p. § 3º As impugnações devem ser formuladas às mesas eleitorais. acompanhado das declarações de apoio de. § 1º O requerimento de registro das candidaturas. com assinaturas. números de inscrição na OAB e comprovantes de eleição para o Conselho Federal. pela mesa. com indicação dos nomes das chapas. seis Conselhos Seccionais. 137. preenchendo e assinando os documentos dos resultados e entregando todo o material à Comissão Eleitoral ou à Subcomissão.Art. sob pena de nulidade do voto. dos respectivos integrantes e dos cargos a que concorrem.06. 04.1) . Art. esta proclamará o resultado. Art. mas não prejudicam a contagem de cada urna. (NR) 88 Art.09. na ordem em que forem registradas. dos candidatos aos demais cargos da Diretoria. para registro de chapa completa. sob pena de preclusão. nas respectivas Seccionais. § 4º O Conselho Federal confecciona as cédulas únicas. § 1º As chapas concorrentes podem credenciar até dois fiscais para atuar alternadamente junto a cada mesa eleitoral e assinar os documentos dos resultados. II . é promovida pela Subcomissão Eleitoral. 136. as mesas receptoras apuram os votos das respectivas urnas. 67 do Estatuto. nos mesmos locais ou em outros designados pela Comissão Eleitoral.de 31 de julho a 31 de dezembro do ano anterior à eleição. 88 Ver Resolução nº 001/2006 (DJ. A eleição para a Diretoria do Conselho Federal observa o disposto no art. § 5º O eleitor indica seu voto assinalando a quadrícula ao lado da chapa escolhida. § 6º Não pode o eleitor suprimir ou acrescentar nomes ou rasurar a cédula. 135. § 3º A Diretoria do Conselho Federal concederá o prazo de cinco dias úteis para a correção de eventuais irregularidades sanáveis.

As impugnações serão apreciadas imediatamente pelo colégio eleitoral. (NR) 92 Ver Resolução nº 001/2006 (DJ. ou em Provimento. supletivamente. (NR) 91 CAPÍTULO VIII DAS NOTIFICAÇÕES E DOS RECURSOS Art.09. no que couber.§ 2º O colégio eleitoral será presidido pelo mais antigo dos Conselheiros Federais eleitos. nº 98/2002 e nº 99/2002. S. 04.06.09. Proclamada a chapa eleita. § 5º As cédulas serão rubricadas pelo Presidente e pelo Secretário-Geral e distribuídas entre todos os membros presentes. S. com a presença da maioria absoluta dos Conselheiros Federais eleitos. em caso de empate.06. § 8º Imediatamente após a votação.09.06. e. No caso de nenhuma das chapas atingir a maioria indicada no § 9º. Na ausência de normas expressas no Estatuto e neste Regulamento. observada a ordem alfabética. em reunião realizada no Plenário.06. será feita a distribuição da cédula de votação a todos os eleitores. 775. 04.1) 91 Ver Resolução nº 001/2006 (DJ. 24 do Regulamento Geral. haverá outra votação. presidida pelo Presidente do Conselho Federal. da Segunda Câmara e Resolução nº 001/2006 (DJ. p. sob guarda do Secretário-Geral. § 3º O colégio eleitoral reunir-se-á no Plenário do Conselho Federal. 137-B. enviada para o endereço profissional ou residencial constante do cadastro do Conselho Seccional. p. após prestarem o respectivo compromisso. 775. designada pelo Presidente. dela não podendo fazer parte eleitor da mesma Unidade federada dos integrantes das chapas. o qual designará um dos membros como Secretário.1) 90 89 .09.1) Ver Resolução nº 001/2006 (DJ. 137-D A notificação inicial para a apresentação de defesa prévia ou manifestação em processo administrativo perante a OAB deverá ser feita através de correspondência. a legislação eleitoral. § 7º As cédulas deverão ser recolhidas mediante o chamamento dos representantes de cada uma das Unidades federadas. § 6º O colégio eleitoral contará com serviços de apoio de servidores do Conselho Federal. aplica-se. S. Ver Provimentos nº 95/2000. § 9º Será proclamada eleita a chapa que obtiver a maioria simples do colegiado.137-C. S. § 11. com aviso de recebimento.1) 92 Ver arts. devendo ser depositadas em urna colocada na parte central e à frente da mesa. devendo os seus membros ocupar as bancadas das respectivas Unidades federadas. (NR) 90 Art. na qual concorrerão as duas chapas mais votadas. presente metade mais um dos eleitores. considerada aprovada se obtiver a maioria de votos dos presentes. p. 775. que deverá ser lida. § 4º Instalada a sessão. será suspensa a reunião para a elaboração da ata. incluído o Presidente. repetindo-se a votação até que a maioria seja atingida. Resolução nº 01/2003. 775. 04. 04. § 10. após o que o eleitor deverá assinar lista de freqüência. p. (NR) 89 Art. Os membros do colegiado tomarão posse para o exercício do mandato trienal de Conselheiro Federal. será feita a apuração dos votos por comissão de três membros. especificamente designados pela Diretoria. discutida e votada. o de inscrição mais antiga.

12. do artigo 34. ao constatar intempestividade ou ausência dos pressupostos legais para interposição do recurso. independentemente de inclusão em pauta ou publicação. na primeira sessão seguinte. § 2º O recurso poderá também ser protocolado perante os Conselhos Seccionais e as Subseções. indicando-se o nome completo do seu procurador ou o seu.§ 1º Incumbe ao advogado manter sempre atualizado o seu endereço residencial e profissional no cadastro do Conselho Seccional. Art. na condição de advogado. devendo.906/94 será feita na forma prevista no caput deste artigo ou através de edital coletivo publicado na imprensa oficial do Estado. devendo o interessado indicar a quem este se dirige. ou através de publicação na imprensa oficial do Estado ou da União. À exceção dos embargos de declaração. não podendo a autoridade ou órgão recorrido rejeitar o encaminhamento. § 3º Durante o período de recesso do Conselho da OAB que proferiu a decisão recorrida. será a mesma realizada através de edital. da Lei 8. § 5º A notificação de que trata o inciso XXIII. 139. § 2º O recurso tem efeito suspensivo. se os tiver por manifestamente protelatórios. § 4º Admitindo os embargos de declaração. § 1º O juízo de admissibilidade é do relator do órgão julgador a que se dirige o recurso. quando se tratar de processo em trâmite perante o Conselho Federal. embora interpostos perante a autoridade ou órgão que proferiu a decisão recorrida. constando apenas o nome completo do advogado.906/94. devendo o original ser entregue até 10 (dez) dias da data da interposição. o relator os colocará em mesa para julgamento. (NR) 93 § 1º O recurso poderá ser interposto via fac-simile ou similar. § 4º As demais notificações no curso do processo disciplinar serão feitas através de correspondência. intempestivos ou carentes dos pressupostos legais para interposição. as publicações. profere despacho indicando ao Presidente do órgão 93 Ver Sessões plenárias dos dias 16 de outubro. salvo justificado impedimento. O prazo para qualquer recurso é de quinze dias. fundamentadamente. que lhes pode negar seguimento.1) . 575.00. Art. os prazos são suspensos. a notificação inicial feita através de edital deverá respeitar o sigilo de que trata o artigo 72. reiniciando-se no primeiro dia útil após o seu término. da Lei 8. quando postular em causa própria. Art. dele não podendo constar qualquer referência de que se trate de matéria disciplinar. § 5º Não cabe recurso contra as decisões referidas nos §§ 3º e 4º. O relator. 140. § 3º Quando se tratar de processo disciplinar. seja da data do recebimento da notificação. § 2º. p. S. os recursos são dirigidos ao órgão julgador superior competente. § 3º Os embargos de declaração são dirigidos ao relator da decisão recorrida. o seu número de inscrição e a observação de que ele deverá comparecer à sede do Conselho Seccional ou da Subseção para tratar de assunto de seu interesse. § 2º Frustrada a entrega da notificação de que trata o caput deste artigo. observarem que o nome do representado deverá ser substituído pelas suas respectivas iniciais. a ser publicado na imprensa oficial do Estado. presumindo-se recebida a correspondência enviada para o endereço nele constante. anotada pela Secretaria do órgão da OAB ou pelo agente dos Correios. 06 e 07 de novembro de 2000 (DJ. exceto nas hipóteses previstas no Estatuto. contados do primeiro dia útil seguinte.12. seja da publicação da decisão na imprensa oficial. na forma prevista no caput deste artigo. 138.

06 e 07 de novembro de 2000 (DJ. 144-A. no segundo ano do mandato. o local e o tema central da Conferência. devolvendo-se o processo ao órgão recorrido para executar a decisão. p. Art. fica sujeita ao duplo grau de jurisdição. mesmo quando houver conselho na Subseção. os advogados e estagiários inscritos na Conferência. decidem-se a data. § 3º As conclusões das Conferências têm caráter de recomendação aos Conselhos correspondentes.00. Contra a decisão do Presidente. Art. Art. (NR) 94 CAPÍTULO IX DAS CONFERÊNCIAS E DOS COLÉGIOS DE PRESIDENTES Art. A Conferência Nacional dos Advogados é órgão consultivo máximo do Conselho Federal. Quando a decisão. O Regimento Interno do Conselho Seccional disciplina o cabimento dos recursos no âmbito de cada órgão julgador.julgador o indeferimento liminar. Contra a decisão do Tribunal de Ética e Disciplina cabe recurso ao plenário ou órgão especial equivalente do Conselho Seccional. expositores e membros dos órgãos da OAB têm identificação especial durante a Conferência. 12. 575. § 2º No primeiro ano do mandato do Conselho Federal ou do Conselho Seccional. sem direito a voto.12. 145. 141. Art. referida neste artigo. cabe recurso voluntário ao órgão julgador. 94 Ver Sessões plenárias dos dias 16 de outubro.906/94). 142. permanecendo o processo na origem para cumprimento da pena preventiva e tramitação final. Se o relator da decisão recorrida também integrar o órgão julgador superior. inclusive dos Conselhos Seccionais. fica neste impedido de relatar o recurso. dever-se-á juntar cópia integral dos autos da representação disciplinar. do Estatuto. II – convidados: as pessoas a quem a Comissão Organizadora conceder tal qualidade. § 1º Os convidados. Contra decisão do Presidente ou da Diretoria da Subseção cabe recurso ao Conselho Seccional. no segundo ano do mandato. tendo por objetivo o estudo e o debate das questões e problemas que digam respeito às finalidades da OAB e ao congraçamento dos advogados. § 1º As Conferências dos Advogados dos Estados e do Distrito Federal são órgãos consultivos dos Conselhos Seccionais. salvo se for advogado. § 3º. São membros das Conferências: I – efetivos: os Conselheiros e Presidentes dos órgãos da OAB presentes. 146. 144. reunindo-se trienalmente. reunindo-se trienalmente. todos com direito a voto. nos termos do artigo 70. S. 143. Art. Para a formação do recurso interposto contra decisão de suspensão preventiva de advogado (art. Art. Parágrafo único. Lei nº 8. Parágrafo único. conflitar com orientação de órgão colegiado superior.1) . 77.

§ 1º As sessões são dirigidas por um Presidente e um Relator. 95 Parágrafo único. painéis ou outros modos de exposição ou atuação dos participantes. Art. Art. 149. exceto em caso de homenagem a quem tenha prestado relevantes serviços à sociedade e à advocacia. Art. 148. Os órgãos da OAB não podem se manifestar sobre questões de natureza pessoal. os serviços de apoio e infra-estrutura e o regimento interno da Conferência. Parágrafo único. Parágrafo único. As salas e dependências dos órgãos da OAB não podem receber nomes de pessoas vivas ou inscrições estranhas às suas finalidades. designada pelo Presidente do Conselho. os nomes dos expositores. no prazo do mandato do Conselho. O Colégio de Presidentes dos Conselhos Seccionais é regulamentado em Provimento. são membros ouvintes. mesmo inscritos como estagiários na OAB. § 1º O Presidente pode desdobrar a Comissão Organizadora em comissões específicas. Durante o funcionamento da Conferência. A Medalha só pode ser concedida uma vez. § 2º Quando as sessões se desenvolvem em forma de painéis. A Conferência é dirigida por uma Comissão Organizadora. Art. Os trabalhos da Conferência desenvolvem-se em sessões plenárias. . os expositores ocupam a metade do tempo total e a outra metade é destinada aos debates e votação de propostas ou conclusões pelos participantes. Art. § 3º É facultado aos expositores submeter as suas conclusões à aprovação dos participantes. escolhendo um porta-voz entre os presentes em cada sessão da Conferência. a programação dos trabalhos. e será entregue ao homenageado em sessão solene. § 2º Cabe à Comissão Organizadora definir a distribuição do temário. respeitadas as situações já existentes na data da publicação deste Regulamento Geral. A “Medalha Rui Barbosa” é a comenda máxima conferida pelo Conselho Federal às grandes personalidades da advocacia brasileira. 150. 152. a Comissão Organizadora é representada pelo Presidente. TÍTULO III DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS Art. 151. por ele presidida e integrada pelos membros da Diretoria e outros convidados. O Colégio de Presidentes das subseções é regulamentado no Regimento Interno do Conselho Seccional. 147.§ 2º Os estudantes de direito. definindo suas composições e atribuições. 95 Ver Provimento nº 61/87. com poderes para cumprir a programação estabelecida e decidir as questões ocorrentes e os casos omissos. escolhidos pela Comissão Organizadora.

ficam suspensos até 1º de agosto de 2010 os prazos processuais iniciados antes ou durante o mês de julho de 2010. mantidos os efeitos das Resoluções nºs 01/94 e 02/94. 43). 41. às infrações e sanções disciplinares e ao processo disciplinar são regulamentadas pelo Código de Ética e Disciplina. 21. que participarão da respectiva votação. 153. 14. 156. 36. 52. 39. 19. especialmente os Provimentos de nºs 1. 33. 16.1) 98 Ver Resolução nº 001/2008 (DJ. Art. S. 13. 60. 51. desde que.2010.01. 50. 2. 425. até o dia 31 de dezembro de 2007. como condição de sua validade. Ver Resolução nº 002/2006 (DJ. 102/2004. que impede a concessão de uma nova.06. 19. 20. contado da publicação deste Regulamento Geral.08.379. Os Conselhos Seccionais.06. 30. 154. 59. 31. (NR) 99 § 3º O pedido de uso e permanência da carteira de identidade.06. Art. no prazo de cento e vinte dias. 12. (NR) 101 Art. S. 28. 157. 24. p. 18. 54. 804. 155. 17 de agosto e 17 de novembro de 1997 (DJ. Os estatutos das Caixas criadas anteriormente ao advento do Estatuto serão a ele adaptados e submetidos ao Conselho Seccional. 24. 24. p. 102 Ver Resolução nº 01/2010 (DJ 28. Os processos em pauta para julgamento das Câmaras Reunidas serão apreciados pelo Órgão Especial.1). 15. p. 61. 6. 11. e o Regimento Interno do Conselho Federal. 3. 17 de agosto e 17 de novembro de 19997 (DJ. 17. 16. findos os prazos nele fixados. 65. (NR) 100 § 4º Salvo nos casos previstos neste artigo.1) 100 Sessões plenárias dos dias 17 de junho.156-A. 67 e 71. S. p. 34. 25. 97 96 .379. deve ser anotado no documento profissional. 57.11.724) 99 Sessões plenárias dos dias 17 de junho. Art.97. Os Provimentos editados pelo Conselho Federal complementam este Regulamento Geral. Excetuados os prazos regulados pelo Provimento n. p. 63. assim solicite formalmente. (NR) 102 Art. (NR) 98 § 2º Facultar-se-á ao advogado inscrito até 31 de dezembro de 1997 o direito de usar e permanecer exclusivamente com a carteira de identidade. 10. até 31 de dezembro de 1999. 64. 35. adotarão os documentos de identidade profissional na forma prevista nos artigos 32 a 36 deste Regulamento. 27.Art. S. 32. no que não sejam com ele incompatíveis. 29.1) 101 Ver Resolução nº 003/2001 (DJ 5. mantidos os relatores anteriormente designados.11.09. 22. 5. 46. 9. p. mesmo que permaneçam em poder de seus portadores. 7.97. Ver Provimento nº 26/66. 96 Parágrafo único. 40. 38. Todas as matérias relacionadas à Ética do advogado. Revogam-se as disposições em contrário. (NR) 97 § 1º Os advogados inscritos até a data da implementação a que se refere o caput deste artigo deverão substituir os cartões de identidade até 31 de janeiro de 2009. a ser instalado na primeira sessão após a publicação deste Regulamento Geral. previstos em editais próprios. os atuais documentos perderão a validade. 61.11.

Art. Luiz Antônio de Souza Basílio (ES). Sala das Sessões. JOSÉ ROBERTO BATOCHIO Presidente PAULO LUIZ NETTO LÔBO Relator [Comissão Revisora: Conselheiros Paulo Luiz Netto Lôbo (AL) – Presidente. Álvaro Leite Guimarães (RJ). Reginaldo Oscar de Castro (DF). em Brasília. 16 de outubro e 6 de novembro de 1994. Urbano Vitalino de Melo Filho (PE)] . 158. Este Regulamento Geral entra em vigor na data de sua publicação.

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