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1MA1019971 NBR

13822

Redes

telefbicas

em edifica@es

corn

at6 cinco

pontos

telefhicos

- Projeto

em edifica@es corn at6 cinco pontos telefhicos - Projeto Origem: Projeto 03:046.05-009:1996 CB-03 - Cornit Brasileiro
em edifica@es corn at6 cinco pontos telefhicos - Projeto Origem: Projeto 03:046.05-009:1996 CB-03 - Cornit Brasileiro

Origem: Projeto 03:046.05-009:1996

CB-03 - Cornit Brasileiro de Eletricidade

CE-03:046.05 - ComissSo Edifica@es

de Estudo

de Redes

TelefGnicas

lnternas

de

NBR

13622

- In buildings

telephone

network

up

to

five

exchange

access

lines

-

Project

Descriptor:

Telephone

network

Esta

Norma

foi baseada

na Pratica

TELEBRAS

235-510-615:1977

Esta

Norma

incorpora

Errata

n*

1 de

FEV

1996

Vdlida

a partir

de 30.06.1997

 

Sum6rio

Prefkio

Palavra-chave:

Rede

telefbnica

1

Objetivo

2

Ref&ncias

normativas

3

Defini@es

4

Disposi@esgerais

 

5

Quantifica@o

de pontos

tefefbnicos

6

Dimensionamentoda tubula@o de entrada e rede

interna

7 Formasde acessoB reds telefBnicapliblica

 

tl

Formas

de entrada

telef6nica

e tub”la@o

 

interna

9

Elabora@o

de projetos

de tubula@o

telefhica

 

lo

Detetmina@o

do

comprimento

 

das

tubula@es

em

fun@

do ntimero

de culvas

existentes

 

11 Materiais

utilizados

na

execu@o

 

de

tubula@s

 

telefBnicas

 

12 Elabora@o

de

projetos

de

cabea@o

 

elou

fia@

 

telef6nica

 

13 Plantaslpartes

componentes

 

do

projeto

de tub”la@o

 

e cabea$Holfia@o

telefhnica

 

14 Materiais

utilizados

na execu@o

da cabea@olfi@o

telef6nica

ANEXOS

A Fluxograma

B de aplicaGHo

Exemplo

de caboslfios

Prefhcio

 

A ABNT

- Associa@o

Brasileira

de Normas

TBcnicas

- 15

o

F6rum

National

de

Normaliza@.

As Normas

Brasi-

1

19 piginas

leiras,

mit@.s Brasileiros

cujo

contetido

de

(CB) e dos Organismos

6

responsabifidade

dos

Co-

de Normaliza@o

Setorial

(ONS),

S&Y elaboradas

pa

ComissGs

de Estudo

(CE),

formadas

pa

representantes

dos

setores

envol-

vidos.

d&s

fazendo

pate:

produtores.

consumidores

neutras

(universidades,

laborathios

e outros).

 

OS Projetos

de

Norma

Brasileira,

elaborados

no &nbito

e

dos

CB

e ONS,

circulam

para

Vota@io

National

entre

os associados

da ABNT

e demais

interessados.

 

Esta

Norma

inclui

o anexo

A,

de

car&r

normative,

 

e o

anexo

B. de car&x

informative.

 

1 Objetivo

 

1.1

Esta Norma

estabelece

os pad&s

e procedimentos,

 

que

devem

ser

seguidos

para

a elabora$k

de

pro-

jetos

de redes

telef6nicas

intemas

corn

at6 cinco

pontos

telef6nicos.

 

1.2

Esta

Norma

aplica-se

Bs instala@es

novas

e

Bs

re-

formas

em instala@es

existentes.

 

1.3

Esta

Norma

nHo se aplica

a edifica@es

de interesse

social,

assim

caracterizadas

quando

enquadradas

na legisla$k

municipal

que

estabelece

sua politica.

2

NBR

13822:1997

2Referkcias

normativas

 

5 Quantifica@o

de pontos t&fBnicos

 
 

0 dimensionamento

da

quantidade

minima

de

pontos

As normas

relacionadas

a seguir

contgm

disposi@es

que.

telef6nicos

deve

serfeito

da seguinte

forma:

so

serem

citadas

neste texto,

constituem

presC+$eS

 

para

 

esta Norma.

As edi@es

indicadas

estavam

em

vigor

no

a) edifica@es

de at& dois

dormit&ios:

urn ponto

tele-

momenta desta publica@.

Coma

toda

norma

esti

sujeita

 

fdnico;

 

a

revisso,

recomenda-se

Bqueles

que

realizam

acordos

 

corn

base

nests

que

verifiquem

a conveni~ncia

 

de

se

b)

edifica@es

de t&s

e quatro

dormitbrios:

dois

pon-

usarem as edi@es

mais

recentes

das

normas

citadas

a

tos telef6nicos;

 

seguir. A ABNT possui informa@o

das

Normas

em vigor

 

em urn dado momenta.

 

c)

pontos

edifica@es

corn

telef6nicos;

mais

de quatro

dormitbrios:

tr&s

 

NBR 5431:1987

 

_ Caixas

de deriva$Zo

para

use

em

instala@es

el&ricas

domkticas

e anilogas

- Dimen-

 

d)

escritbrios:[’

**]

pontos

telef6nicos

(arre-

s6es - Padroniza@o

 

dondar

para

o ntimero

inteiro

m&r);

 

NBR

13300:1995

- Redes

telefbnicas

intemas

 

em

pr&Ms

- Terminologia

 

s)lojas:

[l

*+I

pontos

telef6nicos

(arredondar

 

pars

0 nrimero

inteiro

major).

 

NBR 13301:1995

- Redes

telefbnicas

internas

 

em

prhdios

- Simbologia

 

NOTA Cinemas. testros. supwmercados. hot&. mot&is, de+ sites. escolas. igrejas. edificaQ6es popularss e wtros devem

NBR

13727:1996

.

Redes

telefBnicas

intemas

 

em

ser objet0 de estuda especificos.

prhdios

- Plantas/partes

componentes

de projeto

de

 

tubula$Bo

telef6nica

 

6 Dimensionamento rede interna

da tubulac&o

de entrada

e

Pratica

T&b&

 

n* 245-150-7251987

 

- Especifica-

6.1

0 diemetro

interno

minima

da tubula@o

de entrada

e

@o

de plugues

e tomadas

modulares

para telefones

da tubula@o

intema

B de

20 mm.

 

de assinante

 
 

6.2

As caixas

para

tomada

e/w

passagens

 

(verfiguras

1

3 Defini@es

 

e de entrada.

embutidas

ou aparentes.

 

e Z), de distribui@io S&J dimensionadas

do ntimero

de pontos

tele-

f6nicos acumulados

em fun$8o em cada

trecho

da tubuIa~&o,

con-

OS termos tknicos

utilizados

nesta

Norma

esttio

definidos

forme

a tab&

1.

nas NBR 13300 e NBR 13301,

complementados

por 3.1,

 

3.2 e 3.3.

 

6.3

A primeira

caixa

para

tomada

dew

ser

sempre

a de

 

rlQ1.

 

3.1

caixa

de

entrada:

Caixa

que

interliga

o(s)

ca-

bos(s)/fio(s)

da

rede

telef6nica

externa

e

o(s)

cabo(s)/

6.4

lndependentemente

 

do

tipo

do

im6vel,

B projetada

fro(s)

da rede

telef6,nica

interna

da edifica@o.

e

que

se

uma caixa

de entrada

de acordo

corn a tab&

1.

destina

& instala$Bo

de dispositivos

de supervis%

elou

 

prote@o. Nas edifica@es abrangidas

por esta

Norma,

a

6.5

As caixas

de passagem

subterrkeas

 

devem

SW do

caixa

de entrada

B o ponto

de termina@o

de rede

(PTR).

tipo

R-O (30

cm x 30 cm x 50 cm)

construidas

em alvenatia.

 

revestidas

de cimento

 

e areia,

corn

tamp%

m&ilico

tipo

3.2

paste

particular:

Paste

corn

altura

determinada

para

permitir

a entrada

da rede

aCrea

de telecomunica~~s.

localizado

no imbvel.

 

3.3

pontalete:

Suporle

instalado

na edifica@o,

corn

a fi-

nalidade

de fixar e elevar

o fiolcabo

de telecomunica@es.

4 Disposi@es gerais

 

4.1

As tubula@es

telef6nicas,

?IS quais

se

refere

esta

Norma. Go destinadas aos serviqos de telecomunica~6es ligados B rede ptiblica.

4.2

OS setvi$os

sem conectividade

corn

a rede

ptiblica

de

telecomunica$6es

requerem

tubula@o

independente

e

exdlusiva.

 

T-l

6 (34

cm x 34

cm)

ou de concrete.

identificadas

corn

a

palavra TELEFONE

(verfigura

3). quantificadas

de acordo

corn

a se@m

9.

6.6

As quantidades

de caixas

para

tomada

e as

was

lo-

caliza@es

devem

ser

determinadas

 

de acordo

corn

os

seguintes

crit6rios:

 
 

a) residenciais:

instala+?s

- prover

no minim0

uma caixa

para

tomada

na

Sala,

na cops

ou cozinha

e

nos

dormit&ios,

em

locais

de fkil

acesso;

b) instala@ies

comerciais:

- prever

no minima

duas

caixas

pars

tomada

para

cadaponto

telef6nico.

---

I

-----.

Cópia não autorizada --- I -----. :----I ----- Figura 1 - Caixa n* 0 /------- a
Cópia não autorizada --- I -----. :----I ----- Figura 1 - Caixa n* 0 /------- a

:----I -----

Cópia não autorizada --- I -----. :----I ----- Figura 1 - Caixa n* 0 /------- a
Cópia não autorizada --- I -----. :----I ----- Figura 1 - Caixa n* 0 /------- a

Figura

1 - Caixa

n*

0

Cópia não autorizada --- I -----. :----I ----- Figura 1 - Caixa n* 0 /------- a
Cópia não autorizada --- I -----. :----I ----- Figura 1 - Caixa n* 0 /------- a

/-------

a i

---

I .+1.

o-

Figura

2 - Caixa

II*

1

NBR

13822:1997

Para

e/w

Caixas

tomada

passagem

De distribui@o

De

entrada

OTA - As. dimensdes

Tabela

1 - Dimens6es

de caixas

em fun@o

do mimero

de pontos

telef6nicos

Dimensdes

intemas

minima

 

mm

 

Altura

Largura

Profundidade

N*O

100

50

50

NQl

100

100

50

NP2

200

200

70

200

150

70

300

200

70

das caixas

19 0 e nQ 1 devem estar de acordo

corn a NBR 5431.

 

Dimens6es

 

Tamp&

“T-i6”

-calho

ou brita

~2

Flgura

3 - Caixa

tip0

R-0

Quantidade

pontos

de

telef6nicos

acumulados

1

2

3a5

le2

3a5

em centfmetros

NBR

13822:1997

5

7 Formas

de acesso

B rede telefbnica

pliblica

 

8 Formas de entrada telefhica

e tubula@o

intema

 

0.1

A tubula@o

teletBnica

de entrada

at6

o PTR

(caixa

7.1

A rede

tel&nica

ptiblica

pode

ser

a&a

ou subter-

de entrada)

pode

ser:

‘i”&l:

 

a)

embutida

ou tixada

externamente

 

no paste

parti-

 

a) no case

de rede

a&ea,

o acesso

pode

sr?r:

cular

(verfiguras7.

 

lo*

11);

 
 

b)

dir&a

pela

fachada

(ver

figuras

6

e

12)

ou

por

 

-

a&o

at8

o limite

do alinhamento

predial

(ver

pontalete

(verfigura

13);

figura

4):

c)

subterrkvza,

corn

acesso

direto

ka caixa

 

sub-

 

terr?znea

(ver figuras

6

e

14)

ou

caixa

de passagem

 

-

subterr&neo.

atrav&

de subida

lateral

no paste

 

para

subida

lateral

no poste

da Concessiorkia

 

(VW

da

rede

ptiblica.

at8

o limite

do alinhamento

pre-

figuras

9e

15).

dial (ver figura

5);

 

6.2 A tubula@o

interna.

a partir

do PTR

(caixa

de entrada)

 

b)

no case

de

rede

subterrkea,

o acesso

dew

ser

at6

a prtmeira

caixa

para

tomada.

pode

ser:

subterr&v.?o,

atC o limite

do alinhamento

predial

(ver

a) totalmente

subterr%wa

 

(verfiguras

 

10.

14 e 15);

figura

6).

 

b) totalmente

embutida

no muro

(a edifica@o

faceia

 

0 muro

lateral)

(ver figura

11);

 

NOTA

o acesso

dew

ser definido

 

mla

Em cases especiais, Concessiondria.

 

c)

embutida

na parede

ou piso

(ver figuras

12 e

13).

 

Rede

&blico

&ea

n Rede

pljblica

adrea

 
 

ACESSO:a&o

at6 o limite do alinhamento

precial

Acesso:

subterrkwo

atraw% de subida lateral

 
 

Figura 4

 

Figura

5

Rede

p3blica

subterrdnea

Entrada

telaf&ica

 

A&m

alrav&

de paste particular

Figura

6

Figura 7

NBR

13822:1997

n

Entrada

trlrfbnica

Entrado

telef%ica

trlrfbnica E n t r a d o t e l e f % i c
trlrfbnica E n t r a d o t e l e f % i c

Subl&aa

COZINHA

mm acesso A c&a

de distribui@io

a&ea

Figura

9

&nom

WC rfql.40

 

Cuixa

de

sntrada- \

&nom WC rfql.40   Cuixa de sntrada- \ Figura 10 - Exemplo de planta de edifica@o

Figura

10 - Exemplo

de planta

de edifica@o

corn

tubulaqh

de entrada

rrubterr9nee

a pwtir

do paste

particular

 
  Cópia não autorizada Figura 11 - Exemplo de planta mm rigid-s - de edificeHo Mum
  Cópia não autorizada Figura 11 - Exemplo de planta mm rigid-s - de edificeHo Mum
  Cópia não autorizada Figura 11 - Exemplo de planta mm rigid-s - de edificeHo Mum
  Cópia não autorizada Figura 11 - Exemplo de planta mm rigid-s - de edificeHo Mum

Figura

11 - Exemplo

de planta

mm

rigid-s

-

de edificeHo

Mum

corn

frontal

tubula@o

de entrada

embutida

no muro

e partir

Mum corn frontal tubula@o de entrada embutida no muro e partir I f i Figure 12
Mum corn frontal tubula@o de entrada embutida no muro e partir I f i Figure 12
Mum corn frontal tubula@o de entrada embutida no muro e partir I f i Figure 12
Mum corn frontal tubula@o de entrada embutida no muro e partir I f i Figure 12
Mum corn frontal tubula@o de entrada embutida no muro e partir I f i Figure 12

I

f

i

Figure

12 - Entrada

em editica@o

pela

facbeda

8

NBR 13822:1997

8 Cópia não autorizada NBR 13822:1997 -Mureto -Coixa de entrada Figura 14 - Exemplo de planta
8 Cópia não autorizada NBR 13822:1997 -Mureto -Coixa de entrada Figura 14 - Exemplo de planta
8 Cópia não autorizada NBR 13822:1997 -Mureto -Coixa de entrada Figura 14 - Exemplo de planta
8 Cópia não autorizada NBR 13822:1997 -Mureto -Coixa de entrada Figura 14 - Exemplo de planta
8 Cópia não autorizada NBR 13822:1997 -Mureto -Coixa de entrada Figura 14 - Exemplo de planta
8 Cópia não autorizada NBR 13822:1997 -Mureto -Coixa de entrada Figura 14 - Exemplo de planta
8 Cópia não autorizada NBR 13822:1997 -Mureto -Coixa de entrada Figura 14 - Exemplo de planta
8 Cópia não autorizada NBR 13822:1997 -Mureto -Coixa de entrada Figura 14 - Exemplo de planta
8 Cópia não autorizada NBR 13822:1997 -Mureto -Coixa de entrada Figura 14 - Exemplo de planta
8 Cópia não autorizada NBR 13822:1997 -Mureto -Coixa de entrada Figura 14 - Exemplo de planta
8 Cópia não autorizada NBR 13822:1997 -Mureto -Coixa de entrada Figura 14 - Exemplo de planta

-Mureto

-Coixa

de entrada

Figura

14 - Exemplo

de

planta

de ediftca@o

corn

tubulagiio

de entrada

a partir

de

caixa

subterrhnea

ou

catxa

 

para

subida

lateral,

sem muro

divisdrlo

 

NBR 13822:1997

9

NBR 13822:1997 Cópia não autorizada 9 I Ftgura Coixo de   snWada\     t&No frontal
NBR 13822:1997 Cópia não autorizada 9 I Ftgura Coixo de   snWada\     t&No frontal
NBR 13822:1997 Cópia não autorizada 9 I Ftgura Coixo de   snWada\     t&No frontal
NBR 13822:1997 Cópia não autorizada 9 I Ftgura Coixo de   snWada\     t&No frontal

I

Ftgura

Coixo

de

 

snWada\

 
 

t&No

frontal

9

 

Cdaa R-0

 
 

bi

 

/

 

Para caixa

suberra’nea

16 - Exemplo

de planta

de edffica+o

corn tubula@o

de entrada

a partir

da caixa

subterrkea

caixa

para

subida

lateral,

corn

muro

divisdrio

ou

9 Elabora@o

de projetos de tubulaq5o

9.1

cuja rede

Na elabora$8o

telefBnica

do

priblica

projeto

da

6 a&ea

tubulac&o

a:

telefdnica

de

entrada

a)

hA

recuo

do im6vel

corn

rela@io

ao alinhamento

predial:

 
 

-

projetar

urn poste

particular

no alinhamento

pre-

dial,

corn

altura

determinada

para

que

o suporte

do fttcabo

telef8nico

possa

ser

fixado

a uma

al-

tura minima

de 2.80

m. Case

a linha

de postea@o

esteja

do lado oposto

ao im6vel

corn rela$Bo

A via

otiblica.

a altura

do paste

particular

deve

parmitir

\ue

o fro telefbnico

kque

a’5,Oil

m do

nlvei

da

rua

(verfiguras

10.11

e 16);

 

-

oroietar

uma caixa

de entrada,

no muro

lateral,

a

1130.m do piso acabado,

pr6xima

& caixa

de ener-

gia elCtrica

(verfiguras

10 e

11);

-

projetar

tubula@o

de entrada

da cuwa

de

160”

(“Bengala”),

no paste

particular,

at6

a caixa

de

entrada

(PTR)

(verfiguras

10 e 11);

b) nHo

hA recuo

do

im6vel

corn

rela@o

ao

alinha-

mento

predial:

- locar

a posi@o

exata

em que a tubula@o

de

en-

trada

sair&

na fachada,

case

haja

altura

suficiente

para

a entrada

do fiokabo

tekf8nico

(Z 2.80

m)

(verfigura

12);

-

case

n&o

haja

altura

suficiente

para

a entrada

telefZlnica

direta

pela

lachada

(< 240

m), projetar

pontalete,

no

limite

do

alinhamento

predial

(ver

figura

13);

- a entrada

dwe

sar

localizada

de forma

que

o

fioicabo

telef6nico

nHo craze

corn linhas

de ener-

gia

ektrfca

e

que

mantenha

corn

estas

0s

se-

guintes

afastamentos

mfnimos:

60

cm

de cabos

de baixa

tensHo

e 2.0

m de cabos

da alta tens&x

0 fiolcabo

telef6nico

nZo deve atravessar

terranos

de terceiros;

- case

ao im6vel

su~orte

a linha

corn

do

de postea$Ho

rela$Zo

esteja A via pdblica.

na

do lado oposto a altura

do

fachada

ou

fiolcabo

telef8nico

pokalete

deve

permitir

que

o fiolcabo

telef6nico

 

fique

a 5.00

m do

nivel

da

ma

(ver

figuras

17

e

18);

-

projetar

uma

caixa

de entrada,

em

local

de f&A

 

acesso,

a 1.30

m do piso

acabado

(verfiguras

12

e 13);

- projetar

tubula@o

de entrada

da cuwa

de 180”

(“Bengala”).

na fachada

ou pontalete.

at& a caixa

deentrada

(PTR)

(verfiguras

12 e 13).

10

NW1382211997

,-

---_---

------

Paste

particular

autorizada NW1382211997 ,- ---_--- ------ Paste particular Figura 16   Fachado Fachoda Figura 16

Figura

16

 

Fachado

Fachoda

Figura

16

autorizada NW1382211997 ,- ---_--- ------ Paste particular Figura 16   Fachado Fachoda Figura 16

NBR

13822:1997

11

9.2

cuja rede ptiblica 6 subterr%?aa

Na elabora@o

do projato

a) existe

muro

divisdrio:

da tubula@o

e:

de

entrada

projerar

uma

caixa

tipo

R-O, no passeio

priblico,

pr6xima

da caixa

rhea

n&ia

ao alinhamento

de entrada

para

ou caixa

(ver figuras

prsdial,

(PTR)

subida

corn

lateral,

9 e 15);

para

interliga@o

a caixa

subter-

da Concessio-

9.5 Para

dew-se

cala

sistbmica

150

elabora+ ter o projeto

(ou

1~75 ou

do projato),

do

projeto

de

haja

tubula@o

da edifica@o,

i&ma,

na

arquit&nico 1 :lOO case de onde

es-

melhor

visualiza@o

s&o obtidos:

a)

edifica@o

residential:

quantidade

de dormikktos,

para

dimensionamento

de pontos

telef6nico-s;

b) edifica@o

mensionamento

comercial:

drea

a construir

de pontos

telef8nicos;

para

o di-

 

c)

localiza@o

da edifica@o

(corn

ou sem

recuo

do

-

projetar

uma

caixa

de entrada,

no muro

frontal.

alinhamento

predial);

pr6xima

g caixa

de

energia

el6trica

(ver

fi-

gura

15);

. projetar

tubula@io

de entrada.

da caixa

R-O at6

a

caixa

de entrada

(PTR)

no muro

frontal;

b) II%

existe

muro

dividdo:

 

-

projetar

uma c&a

R-O. no pass&

ptiblico,

pr6-

xima

ao

alinhamento

predial.

para

intediga~Ho

da

caixa

de

entrada

(PTR)

corn

a caixa

subter-

rF~.neaou caixa para subida n8ri.s (ver figuras 6 e 14);

lateral,

da Concessio-

- projetar

xima

projetar

uma

ao alinhamento

mureta,

no im6vel

predial

do cliente.

pr&

e g caixa

(PTR).

a 1,30

R-O a nela

m

do pi-

a caixa

de entrada

 

so acabado

(ver figura

14):

_

projetar

tubula@o

de entrada

da caixa

R-O at6

caixa

de entrada

(PTR)

na mureta.

 

9.3

Na elabora$Ho

do projeto

da tub&@

interna.

onde

a

ha muro

divikrio:

a)

projetar

tubula@c

subterr&ea

desde

a caixa

de

entrada

(PTR)

at& a primeira

caixa

para tomada,

case

o im&el

seja

afastado

do

muro

de

divisa

(ver

fi-

guras10,15e19);

b)

projetar

tubula@io

totalmente

embutida

no rnuro.

a partir

da

caixa

de

entrada

(PTR)

at6

a primeira

 

caixa

para

tomada,

case

o im6vel

seja faceado

corn

0 muro

lateral

(verfigura

11).

9.4

do projeto

da tubula@o

interna

onde

Go

Na elabora@o h& muro divis6rio

e:

a)

hB rewo

do im6vel:

 
 

-

projetar

tubula@o

subterknea

desde

a caixa

de entrada,

na mureta,

at& a primeira

caixa

para

tomada,

projetando

caixas

de passage811

R-O. se

 

estas

forem

necess&rias

para

limitar

0 compri-

mento

da tub&a+%

elou

ntimero

de CUNBS, con-

forme

OS critkios

estabelecidos

na se$Ho

10 (ver

 

figuras

14 e 19);

b)

n&z

hi

recuo

do im6vel:

 
 

-

projetar

tubula@o

embutida

na parede

ou piso,

da caixa

de entrada

(PTR),

na fachada,

at6

a pd-

meira

caixa

para

tomada

(verfiguras

12 e 13).

d) situa@o

do im6vel

no logradouro.

9.6

Na elabora$Ho

do projeto

de tubula@

interna,

al&n

dos

itens citados,

devem

ser seguidos

OS passos:

a)

locar

as caixas

para

tomada

elou

passagem,

 

con-

forme

OS crft&ios

estabelecidos

na se@o

6;

b)

projetar

atubul+o

telef8nica.

interligando

as cai-

xas

para

tomada

e/w

passagem,

conforme

os

cri-

tkios

estabelecidos

na se@

10.

9.7 0 fluxograma

apresentado

no anexo

A auxilia

no

en-

tendimento

da

elabora@o

de

projeto

de

tubula@o

te-

lefbnica.

10 DeterminaqSo do comprimento das tubula@es em fungo do nlimero de curvas existentes

10.1 OS comprimentos

facilitar

bos.

limitante

mitados

para

0 maior

dos

lances

de

dos

a instala@o

para

o compdmento

tubula@es

fioskabos

s80

nos

das tubula@es

li-

tu-

6 o ndmero

de cuwas

nos lances

crit&ios:

existentes

entre as caixas.

As cwas

admitidas

de

tubula@ies

devem

obedacer

aos seguintes

a) as curvas

n?io podem

ser rsversas;

 

b) o ntimero

mkimo

de curvas

que

pode

&stir

B

dois;

c)

as curvas

devem

ser longas,

corn

angulo

minimo

de 90”.

10.2 OS comprimentos

bula@es

mkdmos

intemas

s&o 0s seguintes:

a) trechos

ticais

e 30

retilineos:

m para

at6

tubula@es

15

m

admitidos

para

para

tubula@es

horizontais;

as

tu-

ver-

b)

vedicais

trechos

c)

vetticais

trechos

corn uma

e 24

corn

m pam

duas

a 18 m para

curva:

at6

tubula@es

12 m para

tubula@es

horizontais;

cuwas:

tubula@es

at6 9 m para tubula$&zs

hodzontais.

10.3

la@es

OS comprimentos

de entrada

mkimos SHO OS seguintes:

admitidos

para

as tubu-

a)

trechos

retilfneos:

at6

60

m para

tubula@as

ho-

rizontais;

 

b)

trechos

corn

“ma

curva:

at6

50 m para

tubula@s

horizontais;

 

C) trechos

corn

duas

curvas:

at6

40

m

para

tubu-

la@es

horizontais.

12

NBR

13822: 1997

1 2 Cópia não autorizada NBR 13822: 1997   Figura 19 - Chegada de tubula@o subtertinsa
1 2 Cópia não autorizada NBR 13822: 1997   Figura 19 - Chegada de tubula@o subtertinsa
1 2 Cópia não autorizada NBR 13822: 1997   Figura 19 - Chegada de tubula@o subtertinsa
1 2 Cópia não autorizada NBR 13822: 1997   Figura 19 - Chegada de tubula@o subtertinsa
1 2 Cópia não autorizada NBR 13822: 1997   Figura 19 - Chegada de tubula@o subtertinsa
1 2 Cópia não autorizada NBR 13822: 1997   Figura 19 - Chegada de tubula@o subtertinsa
1 2 Cópia não autorizada NBR 13822: 1997   Figura 19 - Chegada de tubula@o subtertinsa
1 2 Cópia não autorizada NBR 13822: 1997   Figura 19 - Chegada de tubula@o subtertinsa
 

Figura

19 - Chegada

de tubula@o

subtertinsa

am edifica@o

 

11 Materiais

utilizados

na execu@o

de tubula@es

 

11.3

Pastes

particulares

telef6nicas

 
 

113.1

OS pastes

particulares

podem

ser

de cancreto.

de

OS matedais

a serem

utilizados

na

execu@io

da

tubu-

ato-cafbono

(“ferro

galvanirado”)

ou de eucalipto

preser-

la@%

telefbnica

devem

ser

rigorosamente

adequados

vado.

as finalidades

a que

se destinam

e devem

satisfazer

Bs

normas brasileiras

aplictiveis

ou,

na sua

inexist&cia,

As

11.3.2

OS pastes

particulares

podem

ser empregados

para

especiiicaq6es

t&micas

daTELESRk/Concessionkias.

 

us.0 mrituo

de energia

ektrica

e telecomunica@s.

desde

 

que

tenham

compiimento

suficiente

para

obedecer

aos

11 .I Eletrodutos

 

afastamentos

mostrados

nafiguras

lo!

11,16,

17 e 18.

 

rigido

ou de ace-car-

11.3.3

Pam

use

mrituo

do

paste

particular,

devem

ser

Sk

bono

indicados

(“ierro

eletrodutos

galvanizado”).

de PVC

considerados

fioslcabos telef6nicos.

os acrkcimos

para

de carga.

adicionados

“Ho

ultrapassar

a sua

pelos

resis-

 

tkcia

nominal.

 

11.2

Caixas

 

11.3.4

Case

estes esforqos

adicionais

ultrapassem

o valor

As caixas

de entrada

devem

levar

em considera@o

as

da resistCncia

nominal

do paste

particular,

este

deve

ser

influ&cias

extemas.

substituido

poroutro

de maior

resist&cia.

 

NBR 13822:1997

13

11,s.~

devem

OS

cAlculos

para

obten@o

desks

acr&cimos

c) projetar

OS cabosfiios

extemos

a partir

do ponto

levar

em considera@:

de termina@.o

de

rade

(caixa

de entrada)

at&

a pri-

 

meira

caixa

para

tomada

elou

distribui@o.

onde

Le =

do ramal

de liga@o

el6-

Lt: Le - comprimento trico Lt - comprimento munica@es

dos

condutores

de teleco-

Fe =

Ft: Fe

flecha

do ramal

de liga@o

el&ica

Fl

- flecha

dos

condutores

de

telecomuni-

cap%

ser50

con&ados;

d) no projeto

de tubula@o

telef6nica.

anotar

o tipo

e

a capacidade

dos cabostfios

telef6nicos.

ao lado

da

tubula@o

NOTAS

(verfiguras

20

e 21).

NOTA

0

paste

da

rede

extema

6 0 mesmo

Para

OS dais

sewivos

(dimensionamento

do case mais critico).

tit

6

HP

 

(ooef.seg.)

x (Me/M1

-

1)

onde:

Ht

6 a trap30

dos

fiosbtws

de

telecomunicz@es.

em

NC?wtO”*:

1 Ao longo dos eletrodutos

06 cabos/fios n%, podem teremendas.

devem ser

executadas em blows de liga+o adequados 0” tomadas te-

lefbnicas.

2 AS transi$i5edwnex6es

dos cabosffios

internos

13

Plantaslpartes

componentes

do

projeto

de

tubula@o

e cabea@9fia@o

telef6nica

 

13.1

As plantas

e pates

componentes

do

projeto

devem

ser elabotadas

conforme

descrito

na NBR

13727.

Me

6 a massa

do ramal

de

tiga@o

elbtrico

(mndufores

+ cordoalha),

em

quilogramas;

 

Mt

6

a

ma~sa

do5

condutores

de

telecomunica~&s

(fios/cabos).

 

em

quilogramas.

 

12 Elaboraq%

de projetos

de cabea@o

e/au

fia@o

t&fBnica

12.1 0

projeto

de cabea@o

e/o”

fia@o

telefbnica

dew

ser dimensionado

corn base

no projeto

de tubula@o

tele-

fBnica

da edifica@o.

onde

sHo obtidos:

a)

o nornero

de pontos

telef6nicos

distribuidos

e/o”

acumulados

por caixa

para

tomada

ou distribui@o;

b)

dimens&s

das

caixas

para

tomada

e/o”

pas-

sagem;

 

c)

localiza@o

das

caixas