MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO RN

Curso Superior em Tecnologia em Produção da Construção Civil Plano de Curso
(Reformulação Curricular) (Aprovado pela Resolução nº 05/2006- Conselho Diretor/CEFET-RN, de 26/04/06)

O nome do Curso foi alterado para

Curso Superior de Tecnologia em Construção de Edifícios,
adequando-se ao Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia, através da Resolução do Conselho Diretor Nº 32/2006, de 10 de outubro de 2006.

Departamento Acadêmico de Construção Civil

Francisco das Chagas de Mariz Fernandes DIRETOR GERAL Enilson Araújo Pereira DIRETOR UNIDADE NATAL Clóvis Costa de Araújo DIRETOR UNIDADE MOSSORÓ Belchior de Oliveira Rocha DIRETOR DE ENSINO Evandro Firmino de Souza GERENTE EDUCACIONAL DE TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO E GESTÃO DO ESPAÇO FÍSICO E SOCIAL Jorge Ivan de Oliveira COORDENADOR DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PRODUÇÃO CIVIL Dante Henrique Moura COORDENADOR DO REDIMENSIONAMENTO DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO Maria das Graças Baracho CONSULTORA DO REDIMENSIONAMENTO DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO Nadja Maria de Lima Costa PEDAGOGA Leonor de Araújo Bezerra Oliveira REVISÃO LINGÜÍSTICA Tania Carvalho da Silva EDIÇÃO

EQUIPE DE ELABORAÇÃO E SISTEMATIZAÇÃO Aristófanes Dantas de Medeiros - Professor João Roberto Alves de França - Professor José Eurico de Queiroz - Professor José Gilson de Oliveira - Professor Jorge Ivan de Oliveira - Professor Nadja Maria de Lima Costa - Pedagoga Ricardo Flores Severo - Professor

PARTICIPAÇÃO DOCENTE Alcides Fernandes e Silva Filho Aldan Nóbrega Borges Alexandre da Costa Pereira Aristófanes Dantas de Medeiros Armando Manoel de Freitas Carlos Guedes Alcoforado Cláudia Régia Gomes Tavares Divaldo Moita Costa Edilberto Vitorino de Borja Eurípedes de Medeiros Júnior Evandro Firmino de Souza Flávio Gutemberg de Oliveira Joana D’arc da Costa João Roberto Alves de França Jorge Ivan de Oliveira José Gilson de Oliveira José Eurico de Queirós José Ribamar de Araújo Cabral Juarez Alves Torres Laílson Rodrigues de Miranda Liznando Fernandes da Costa Natércio Dias de Holanda Otacílio Alves de França Júnior Renato Samuel Barbosa de Araújo Ricardo Nascimento Flores Severo Rômulo Andrade de Souza Júnior Sérgio Luiz Baena de Souza Vladimir Sérgio de Aquino Souto William de Oliveira Barreto

SUMÁRIO

1 2 3 4 5

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS REQUISITOS E FORMAS DE ACESSO PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DO CURSO ORGANIZAÇÃO CURRICULAR CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE ESTUDOS E

4 7 8 9 CERTIFICAÇÃO 18 19 21 28 29

DE CONHECIMENTOS 6 7 8 9 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO DIPLOMAS

ANEXO I –EMENTAS E PROGRAMAS DAS DISCIPLINAS (em construção)

sendo responsável diretamente por uma parcela significativa e crescente de tudo o que é produzido na economia. economistas. 2000). outras riquezas são geradas nos serviços de comercialização. entre outros. técnicos e tecnólogos em edificações e mestres de obras. especialmente no setor imobiliário. acrescentando a estes.4 1 JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS No Brasil. As novas exigências requeridas. A partir dos anos oitenta. uma vez que a criação de um posto de trabalho na construção civil demanda reduzidos investimentos. a construção civil demanda. ampliou-se as possibilidades de formação de tecnólogos com o perfil exigido pela . Além da participação direta no PIB. relacionadas à qualidade e à produtividade. como os engenheiros civis. À jusante da indústria da construção. Em outras instituições. fizeram se instalar no setor uma nova postura administrativa e gerencial em que a figura de engenheiros de produção. inclusive ao de produção de insumos para a construção. a indústria da construção civil contribuiu com 10. passaram a figurar no comando das empresas de construção em detrimento da falsa auto-suficiência dos engenheiros civis de formação tradicional voltada especialmente para a execução. cresceu a corrida de engenheiros civis aos cursos de pósgraduação em gerenciamento da construção e aos cursos de mestrado em engenharia de produção. a construção civil constitui um importante setor para a economia. disciplinas voltadas para o gerenciamento e controle da produção. Aos poucos. já estabelecidos em algumas instituições como o CEFET-PR. inúmeros insumos. com a reforma do ensino profissionalizante e o surgimento de novos CEFETs. onde buscaram preencher a lacuna deixada pela sua formação de graduação. as instituições de ensino superior e médio vêm revendo os currículos de Engenharia Civil e de Edificações. gerenciar o setor. embora ainda incipiente em relação aos demais setores. além de executar os serviços de obra. gerando riquezas em uma longa e complexa cadeia de fornecedores. CEFET-MG e UNIOESTEPR. manutenção e exploração das construções. os cursos de engenharia civil plena tiveram seus currículos reformulados para atender às novas exigências do mundo do trabalho. Surgem então os cursos de Engenharia de Produção Civil. UFSC e UFRGS. No ano de 1999. que não lhes oferecera os conhecimentos necessários para. administradores. no subsetor de edificações. assumindo assim. quando comparado à criação de emprego nas demais indústrias (IBGE. um importante papel na geração de empregos e de renda.26% do PIB (Produto Interno Bruto). como a USP. vem tomando corpo e requerendo a atuação de novos profissionais com especialidades diversas daquelas comumente reconhecidas. à montante. O desenvolvimento tecnológico no setor da construção civil. Recentemente.

implantando o Curso Superior de Tecnologia em Produção Civil. É nesse contexto que surge a necessidade do Tecnólogo em Produção da Construção Civil. que trazem consigo a implementação de tecnologias mais modernas (e semi-industrializadas). principalmente nas capitais. devido ao alto custo. em Natal-RN. que engloba os aspectos de construção específicos da formação do engenheiro civil . advindas da engenharia de produção tradicional e adaptadas à realidade da construção civil. o CEFET-CE. em 2000.5 nova conjuntura. acrescentado de competências e habilidades em planejamento. No entanto. que têm maior receptividade a essa característica. desenvolvendo as seguintes atividades: . Outro aspecto que se observa é que uma boa parte das empresas que têm atuado no mercado local atua também em outras cidades e estados. Possuindo uma formação mais abrangente. Essa atitude partiu da constatação do crescimento no número de obras de grande porte na cidade de Natal e cidades circunvizinhas. Esses tipos de sistemas (industrializados ou semi-industrializados) ganham terreno na produção em praticamente todas as obras de grande porte. o CEFET-RN iniciou em 2001 estudos de viabilidade técnica para a implantação do Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil na cidade de Natal-RN. No ano seguinte. A primeira iniciativa nesse sentido partiu do CEFET-PB com a criação do Curso Superior de Tecnologia em Produção Civil. esse profissional pode atuar no gerenciamento do canteiro de obras. como foi. motivadas pela tendência mercadológica de tornar a obra mais industrializada. principalmente naquelas empresas situadas nas cidades do interior. através da Unidade Descentralizada de Juazeiro do Norte. ficando a gerência das atividades a cargo de mestres de obra e de engenheiros civis que visitam o canteiro esporadicamente. teve a mesma iniciativa. observa-se que algumas dessas empresas não conseguem transferir e manter. O currículo desta nova modalidade teve como referência as diretrizes curriculares elaboradas pelo MEC para a construção civil em 1998. Seguindo essa tendência. Essa condição as colocam num patamar mais avançado de desenvolvimento tecnológico. projeto e implantação e controle de sistemas produtivos. em que as questões de gerenciamento da produção são indispensáveis para a sua manutenção num mercado extremamente competitivo. por exemplo. todo o seu quadro de pessoal qualificado e o seu suporte tecnológico em todas as obras. no qual foram adotadas estruturas de concreto pré-moldadas com mecanismos de encaixe (e moldagem) através de montagem mecânica e moldagem.e de planejamento e gerenciamento da produção. a construção do Shopping Midway Mall.

treinamento de equipes de trabalho. suprir a carência de profissionais especializados em gerenciamento de obras. seja pela utilização de laboratórios. Objetivos do curso . neste documento apresenta-se o novo plano do Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil oferecido pelo CEFET-RN. Entretanto. constituindo-se em um verdadeiro processo de constante (re)construção do conhecimento. auxiliar no planejamento e projeto de novos empreendimentos. É diante de tais evidências que se justifica a continuidade do Curso de Tecnologia em Produção da Construção Civil. seja pela capacitação que requer o novo nível de educação oferecido. planejamento e controle da produção de materiais e de serviços no canteiro. já que a oferta vem preenchendo uma importante lacuna do setor educacional da região. principalmente. A formação desse profissional visa. onde se encerram maiores volumes tecnológicos. por meio do aumento das oportunidades na obtenção de recursos junto às instituições nacionais e internacionais de fomento. quando o mundo do trabalho local estiver com dificuldades de absorção desse profissional em função das oscilações da economia. fazendo especificações e orçamentos e elaborando cronogramas físicos e financeiros. O Tecnólogo em Produção da Construção Civil poderá atuar também em outras regiões do país.6 • • • • • projeto e manutenção do canteiro de obras. portanto. almeja-se expandir a atuação do CEFET-RN na região e no cenário nacional da pesquisa e da extensão tecnológica. Por fim. além de contribuir para o desenvolvimento regional. ainda. com o fim de aperfeiçoá-lo. dimensionamento e coordenação das equipes de trabalho. O Tecnólogo em Produção da Construção Civil poderá. como o currículo é dinâmico. atendendo a uma grande demanda de formação específica de profissionais qualificados para a administração de obras de Construção Civil. oferecido pelo Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte. Além disso. controle de estoque e de qualidade de insumos. está possibilitando um aumento do domínio tecnológico por parte do corpo docente do CEFET-RN. através das quais o CEFET-RN poderá capacitar melhor o seu quadro docente e discente.

subsetor edificações. • Utilizar a pesquisa científica como instrumento de (re)construção do conhecimento e de transferência de tecnologia para atender às exigências contemporâneas da sociedade em geral e do mundo do trabalho no campo da produção da construção civil com vistas à inovação e ao desenvolvimento tecnológico. considerando a necessidade de potencializar o uso social das tecnologias. . através de processo seletivo de caráter classificatório (vestibular) para ingresso no primeiro período e/ou por transferência ou por reingresso. 2 REQUISITOS E FORMAS DE ACESSO O acesso ao Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil será realizado. • Capacitar profissionais para gerenciar e coordenar construções de edifícios. conforme estabelecido no Regulamento dos Cursos Superiores de Tecnologia (CST) oferecidos pelo CEFET-RN. semestralmente. • Capacitar profissionais para gerenciar o seu próprio negócio. • Capacitar profissionais para o gerenciamento da produção em canteiro de obras. execução e manutenção de obras para empreendimentos comerciais. analisar criticamente a dinâmica da sociedade brasileira e as diferentes formas de participação do cidadão-tecnólogo nesse contexto. e desenvolver as capacidades necessárias ao bom desempenho das atividades profissionais nesta área como requisitos necessários à atuação na sociedade como cidadão ético e capacidade técnica e política.7 O Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil tem por objetivo geral propiciar ao estudante um processo formativo que lhe habilite como um profissional apto a produzir e aplicar os conhecimentos científicos e tecnológicos na área do gerenciamento da produção na construção civil. conforme regulamentação do CONFEA. • Propiciar estudos voltados para atuar nas atividades de planejamento e de projeto. Os processos seletivos serão oferecidos a candidatos que tenham certificado de conclusão do ensino médio ou de curso que resulte em certificação equivalente. Objetivos específicos • Capacitar profissionais para serviços técnicos e de consultoria na construção civil. residenciais e industriais.

Gerenciamento. • • • • • • • • Administração de equipes de trabalho. Elaboração e execução de desenhos técnicos. fornecedores e empreiteiros. Organização sistemática de canteiro de obras. Execução de obra e serviço técnico. voltados para o gerenciamento de obras e com habilidades para atuar como cidadãos críticos. controle e fiscalização de obras de edificações. participativos e agentes econômicos. podendo operar na indústria da construção civil. Figura 1 – Requisitos e Formas de Acesso Vestibular Geral Diferenciado (Escola pública) Transferência Alunos de outras IES Tecnologia em Produção da Construção civil Reingresso Ex-alunos Cursos Superiores 3 PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DO CURSO O Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil visa formar profissionais nas dimensões científico-tecnológica e humanista. levando em consideração as questões de segurança do trabalho. Produção técnica especializada nos processos construtivos. da saúde individual e coletiva e do meio ambiente. Produção e aplicação dos conhecimentos do campo da produção da construção civil. Execução de ensaios de controle tecnológicos. atividades específicas de: • • • Planejamento e avaliação de empreendimentos. Fiscalização de obra e serviço técnico. Seleção e contratação de funcionários.8 Com o objetivo de democratizar o acesso aos cursos superiores de tecnologia oferecidos pelo CEFET-RN. serão reservadas 50% (cinqüenta por cento) das vagas para alunos que tenham cursado do sexto ao nono ano do ensino fundamental e todo ensino médio em escola pública. de acordo com a legislação vigente do país. .

Elaboração de orçamentos de obras. mensuração e controle de qualidade. Pode atuar. ainda. projetos. especialmente a partir do segundo período. O Tecnólogo na modalidade de Produção da Construção Civil pode atuar em construtoras. ensino e extensão. Dentre eles. A concepção e organização dos cursos superiores de tecnologia oferecidos nas distintas áreas profissionais definidas pelo MEC estão apoiadas nos princípios filosóficos. 4 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR A organização curricular do Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil está fundamentada nas determinações legais presentes na LDB. legais e pedagógicos que embasam o projeto político pedagógico do CEFET-RN e estão presentes na estrutura curricular do Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil. visitas técnicas e práticas laboratoriais. escritórios de engenharia e arquitetura. seminários. Avaliação pós-ocupação. Condução de equipe de instalação. nos Pareceres CNE/CES 436/2001 e CNE/CP no 29/2002 e Resolução CNE/CP nº 03/2002. montagem.9 • • • • • • Interpretação de projetos executivos. no Decreto nº 5154/04. operação ou manutenção e execução de instalação. a unidade teoria-prática é o princípio fundamental e conduz a um fazer pedagógico que busca essa articulação através de atividades orientadas por métodos ativos como pesquisas. entre outras atividades presentes em todas as unidades curriculares. Padronização. laboratórios de controle tecnológico de materiais. estudos de caso. Essa concepção curricular decorre da necessidade de uma integração/interação com o mundo do trabalho. • • Operação e manutenção de equipamentos e instalação. . Condução de trabalho técnico.394/96. no desenvolvimento de pesquisas tecnológicas. Seleção e implementação de métodos e processos construtivos. empresas públicas. resultante das inovações tecnológicas e científicas presentes na sociedade contemporânea com vistas a contribuir para a construção de uma sociedade socialmente justa. consultorias. Lei nº 9. indústrias de materiais de construção. montagem e reparo. órgãos fiscalizadores e empresas prestadoras de serviços.

Além dessas práticas. projetos. aluno-conhecimento e é mediada pelos agentes do processo ensino-aprendizagem. aluno-aluno.10 Em cada período letivo. e metodologias tais como exposição oral dialogada. conforme apresentado na Tabela 1. Essas práticas desenvolvem-se basicamente. está organizado sob o regime seriado semestral. O Curso tem uma carga horária de 2.935 horas. também se buscará o estabelecimento de um maior diálogo entre as disciplinas através do planejamento e desenvolvimento de projetos integradores. . buscando a interação professor-aluno. em seis períodos letivos. são estabelecidas as práticas pedagógicas de acordo com a especificidade de cada disciplina. 3º. que podem utilizar-se de recursos áudio-visuais. visando atingir objetivos pré-estabelecidos pelo conjunto de disciplinas. As aulas de campo (externas) e visitas técnicas fazem parte da metodologia de trabalho e deverão ser planejadas de forma interdisciplinar. pesquisas. seminários e aulas práticas com trabalhos individuais e em grupos. integralizados por disciplinas e projetos integradores a serem desenvolvidos no 2º. 4º e 5º períodos.

S032 CSTCIV.S018 GECON.Matriz Curricular do Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil Aulas semanais 3 4 3 4 3 3 4 3 4 5 3 3 4 2 3 4 2 3 3 4 5 6 3 4 2 4 3 4 4 3 3 3 3 2 3 3 4 3 2 3 4 3 2 4 4 4 3 4 3 4 161 27 8 196 CARGA HORÁRIA H/A 60 80 60 80 60 60 80 60 80 100 60 60 80 40 60 80 40 40 60 80 100 120 60 80 40 80 60 80 80 60 60 60 60 40 60 80 80 60 40 60 80 60 40 80 80 80 60 80 60 80 3. Código GECON.913 CARGA HORÁRIA H/R 45 60 45 60 45 45 60 45 60 75 45 45 60 30 45 60 30 30 45 60 75 90 45 60 30 60 45 60 60 45 45 45 45 30 45 60 60 45 30 45 60 45 30 60 60 60 45 60 45 60 2.S035 GECON.220 533 160 3.S003 GEFOR.S004 GEFOR.S033 GECON.S009 CSTCIV.S007 GEFOR.S005 GECON.S001 GECON.S023 GECON.S006 GECON.S014 GECON.S001 GECON.SP01 GECON.S030 GECON.S026 GECON.S036 GECON.S039 Disciplina Mecânica dos Solos Desenho Técnico Informática Topografia Língua Portuguesa Física Materiais de Construção Matemática Argamassas e Concretos Desenho Arquitetônico Física Aplicada Leitura e Produção de Textos Química dos Materiais Estatística Metodologia do Trabalho Científico Cálculo Diferencial Integral I Projeto Integrador I Legislação da Construção Civil Matemática Financeira Estabilidade das Construções Instalações Elétricas e Telefônicas Instalações Hidro-sanitárias e de Gás Estudos de Tempos e Métodos Construção de Edifícios Projeto Integrador II Higiene e Segurança do Trabalho Construção Civil e Meio Ambiente Planejamento e Controle de Obras Estrutura de Concreto Armado Especificações e Orçamentos Gestão de Recursos Humanos Inglês Técnico Gestão de Empresas da Construção Civil Projeto Integrador III Estruturas de contenção Projeto e Implantação do Canteiro de Obras Construções Metálicas e de Madeira Gerência de Suprimentos Legislação Previdenciária e Trabalhista Ergonomia Pisos.S010 GECON.S013 GECON. uma vez que os Projetos se constituem em procedimentos metodológicos em cada período.SP04 GECON. Revestimentos e Impermeabilização Noções de Contabilidade Projeto Integrador IV Avaliação Pós-Ocupacional Patologia e Recuperação de Estruturas Qualidade na Construção Civil Inovação Tecnológica na Construção Construção Industrializada Relações Humanas no Trabalho Manutenção Predial 1o 2o 3o 4o 5o 6o Total de Carga Horária de Disciplinas Total de Carga Horária de Prática Profissional (Estágio) Total de Carga Horária Complementar (Projetos Integradores) TOTAL DE CARGA HORÁRIA DO CURSO Observações: * As duas horas reservadas para os projetos integradores não estão contabilizadas na carga horária total do curso.S021 GECON.S037 GECON.S031 GECON.S003 GEFOR.S015 GECON.11 Tabela 1 .S020 GECON.SP03 GECON.S017 GECON.S025 GECON.S006 GECON. .S012 GECON.S022 GECON.S009 GEFOR.S007 GEFOR.415 400 120 2.S016 CSTCIV.S029 GECON.S002 GECON.S019 GECON.S027 GECON.S024 CSTCIV.S008 GECON.935 Per.S028 GECON.S005 GECON.SP02 GECON.S034 GECON.S002 GEFOR.S011 GECON.S038 GECON.

a implementação de projetos integradores no 2º. construídos com autonomia intelectual. potencializando o uso social das tecnologias. uma vez que os projetos estarão vinculados à busca de soluções para as questões locais. porque se aproxima da forma como os alunos e os professores deverão atuar na vida real: agindo positivamente na solução de problemas técnicos. Dessa forma. significativos. a forma de aprender e de ensinar mostrar-se-á tão importante quanto as disciplinas. Tem como objetivo favorecer o diálogo entre as disciplinas que integram o currículo na perspectiva de contribuir para uma aprendizagem significativa e para a construção da autonomia intelectual dos estudantes através da conjugação do ensino com a pesquisa. englobando conteúdos e conceitos essenciais à compreensão da realidade social em geral e. em particular. religar os saberes parcelados desenvolvidos pelas disciplinas em cada período letivo. sem a imposição de conteúdos e conceitos de forma fragmentada e autoritária. O desenvolvimento de projetos objetiva. regionais. alunos e professores saberão construir juntos os seus próprios conhecimentos. os conteúdos subsidiam a definição e desenvolvimento dos projetos de estudo. são os projetos que darão significado e importância aos conteúdos curriculares trabalhados. também. políticos. Nesse sentido. interessantes. ao mesmo tempo. assim como da unidade teoria-prática. do mundo do trabalho. superando os saberes cotidianos em razão de novos conhecimentos científicos. envolvendo professores e alunos. nacionais e mundiais. Com o desenvolvimento do projeto integrador.12 Projetos integradores O projeto integrador é uma concepção de ensino e aprendizagem que pressupõe uma postura metodológica interdisciplinar a ser adotada pela instituição. 3º. nacional e mundial. mas. diante de situações problemáticas surgidas no decorrer dos processos de ensinar e de aprender. 4º e 5º períodos do Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil visa. assim como desenvolver e/ou aprofundar o sentido da responsabilidade social. assim como suas interrelações. econômicos e culturais inerentes à área da produção da construção civil. objetivando o desenvolvimento socioeconômico na perspectiva local. A realização do projeto integrador encaminha-se para a construção de uma postura condizente com a realidade contemporânea que tende a ver nos conteúdos os instrumentos necessários para responder a questões formuladas pelos alunos e professores. O desenvolvimento coletivo de projetos visa contribuir para que o futuro tecnólogo em Produção da Construção Civil exerça sua profissão de forma complexa. Assim. tornar os processos de ensino e de aprendizagem mais dinâmicos. contribuir para a construção da autonomia intelectual dos estudantes através da construção da unidade ensinopesquisa. reais e atrativos aos alunos e professores. sociais. competente e . regional. sobretudo.

tanto no âmbito da gerência como em outras dimensões da Instituição. pois a partir de um certo tema derivam tantos projetos quantos forem os grupos que se constituírem em cada turma 1 . coletar materiais bibliográficos necessários ao desenvolvimento da temática escolhida. os quais deverão conjuntamente. Intenção: Essa fase é fundamental. buscar informações em livros. pois os conhecimentos deixarão de ser vistos de maneira disciplinar e isolada. programar pesquisas laboratoriais. definir duração das pesquisas. Preparação e planejamento: Após a definição do(s) tema(s). bem como planejar a apresentação dos resultados finais da pesquisa. na busca de respostas às questões e/ou hipóteses definidas anteriormente. em seguida. A turma (ou os grupos de pesquisa) planeja e executa sua tarefa. Em conjunto. a fim de acompanhar o desenvolvimento do tema (ou dos temas) e É importante lembrar que em cada turma em um determinado período podem e devem surgir vários projetos integradores. aprofundar e/ou sistematizar os conteúdos necessários ao bom desempenho do projeto. analisar resultados. Para a realização de cada projeto integrador1. os professores instrumentalizar-se-ão para problematizar o conteúdo e canalizar as curiosidades e os interesses dos alunos na concepção do(s) projeto(s). É importante que sejam realizados relatórios parciais orais ou escritos. como primeiro passo. podendo ser organizados grupos com tarefas específicas. trazendo com freqüência à apreciação da turma o que se está fazendo. das estratégias programadas.13 inovadora. com apresentação pública. os professores de cada período devem se reunir semanalmente e pensar sobre os objetivos e finalidades das disciplinas. passando a serem considerados numa perspectiva inter e transdisciplinar. Com isso. deve ocorrer a realização das atividades. Execução ou desenvolvimento: Nessa fase. as dificuldades que encontra e os resultados que são alcançados. alunos e professores devem planejar a divulgação do projeto. escrever relatórios. é importante que se faça o seu planejamento e que se estabeleçam as etapas de execução. as necessidades de aprendizagem de cada turma e sobre os encaminhamentos do projeto. Alunos e professores devem identificar as estratégias possíveis para atingir os objetivos propostos. programar a coleta de dados. organizar os grupos e/ou duplas de trabalho por suas indagações afins e suas respectivas competências. as quais. exposição de trabalhos. Inicialmente. As atividades de elaboração deverão ser sempre coletivas e socializadas entre alunos e professores. pois dela depende todo o desenvolvimento e organização do projeto integrador. escolher os temas significativos a serem problematizados e questionados. organizar instrumentos de investigação. Os alunos deverão ter a oportunidade de seguir o trabalho dos diversos grupos e cooperar com eles. são fundamentais algumas fases distintas. buscar outros meios necessários para a solução das questões e/ou hipóteses levantadas na fase anterior. serão especificadas. Internet etc.

Para cada turma que estiver desenvolvendo projetos integradores em um determinado período letivo. nas atividades do(s) projeto(s) integrador(es)? O que se pode melhorar para os próximos projetos? Quais foram as conclusões e recomendações elaboradas e o crescimento evidenciado pelos alunos durante a realização do(s) projeto(s)? Geralmente. Para o Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil. considerando-se a base de conhecimentos desenvolvidos nas disciplinas que integralizam os períodos letivos e devem estar relacionados com situações práticas reais vivenciadas pelos profissionais da área na perspectiva do aluno poder integrar os conhecimentos teórico-práticos. e o professor também. Dessa forma. as quais darão sustentação ao desenvolvimento dos projetos integradores em quatro semestres. Os alunos e os professores devem criar um espaço de confronto científico e de discussão de pontos de vista diferentes. Os temas serão elencados. por conseguinte. o projeto integrador (ou projetos integradores) deve ser pensado e elaborado conjuntamente entre alunos e professores. Finalmente. novos projetos a serem seguidos nos períodos subseqüentes. considerando os princípios que norteiam o perfil profissional específico do Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil. pois são condições fundamentais para a construção do conhecimento. avaliando os conteúdos ou saberes que foram programados e desenvolvidos de maneira integrada por meio de projetos de ensino e aprendizagem. precisa sentir-se desafiado à cada atividade planejada. Não ocorrerão projetos no primeiro semestre. é necessário que a avaliação de cada uma das disciplinas seja influenciada pela avaliação do respectivo projeto. o que deverá estar explicitado no planejamento do período letivo. será destinado um professor orientador com a disponibilidade de carga-horária de duas horas/aula semanais. a nota dos estudantes referente . espera-se que o professor contribua para a construção da autonomia intelectual dos futuros graduados. está planejada a criação de Núcleos Temáticos. com a participação ativa e conjunta de todos os professores da turma. Em suma. que funcionam como Linhas de Pesquisas. com professores responsáveis pela pesquisa e extensão em sub-áreas da Construção Civil. em função da verticalização. oportunizando ao aluno a verbalizar seus sentimentos sobre o projeto: O que foi mais importante? Quais as novidades proporcionadas? O ato de ensinar e aprender tornou-se mais dinâmico? Como foi a participação. para que haja uma relação de compromisso entre o projeto integrador e as correspondentes disciplinas. Resultados finais: Após a associação entre ensino e pesquisa. nem no último semestre. nos resultados finais. O aluno. que será destinado ao estágio supervisionado. surgem interesses que podem proporcionar novos temas e. individual e dos grupos.14 implementar a participação dos alunos.

Sugestões de temas para os projetos a serem desenvolvidos a partir do 2º período: • • • • A importância dos materiais de construção Qualidade nos processos construtivos Adequação de projetos Avaliação pós-ocupação . no 3º período: Projeto vinculado ao Núcleo de Projetos Projeto III. foram criados quatro núcleos temáticos que contribuem para a formação teórico-prática na área: • • • • Materiais Projetos Custos/Controle e Mão-de-obra Técnicas Construtivas Dessa forma. 3º. Para o desenvolvimento dos projetos integradores no Curso Superior de Produção da Construção Civil. N2 = nota da disciplina no 2º bimestre após a média com o resultado do projeto integrador. 4º e 5º períodos do Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil: • • • Projeto I. no 2º período: Projeto vinculado ao Núcleo de Materiais Projeto II. no 4º período: Projeto vinculado ao Núcleo de Custos/Controle e mão de obra • Projeto IV. no 5º período: Projeto vinculado ao Núcleo de Técnicas Construtivas.15 ao segundo bimestre em cada disciplina vinculada ao projeto integrador corresponderá à média aritmética entre a nota atribuída pelo professor da própria disciplina e a nota atribuída pela banca examinadora ao projeto integrador. NProjeto = nota do projeto integrador. calculando-se da seguinte forma: N2professor + NProjeto N2= 2 Onde: N2professor = nota da disciplina no 2º bimestre atribuída pelo respectivo professor. sugere-se a seguinte organização para os projetos integradores a serem desenvolvidos no 2º.

que tem duração mínima de 400 (quatrocentas) horas. tendo em vista a intervenção no mundo do trabalho e na realidade social de forma a contribuir para a solução dos problemas detectados. preferencialmente sob a forma de estágio supervisionado realizado em empresas da Construção Civil. No CST em Produção da Construção Civil a prática profissional será desenvolvida. Essa prática objetiva a integração teoria-prática. é obrigatória a realização da prática profissional. nas situações em que haja de dificuldades de consegui-lo em empresas. As atividades programadas para o estágio poderão desenvolver–se de forma contínua ou parcelada e devem procurar integrar os conhecimentos teórico-práticos adquiridos pelo aluno. deve constituir-se em um espaço de complementação. com base no princípio da interdisciplinaridade. Também pode ser realizado por meio do desenvolvimento de projetos de iniciação científica e tecnológica no CEFET-RN ou em instituições/organizações/entidades parceiras. ampliação e aplicação dos conhecimentos (re)construídos durante o curso.16 • • • Gerenciamento de obras Gestão de pessoal A Construção Civil como geradora de renda Com base no exposto. Pode iniciar-se no 40 período e deve ser concluída até o final do último período. o gráfico a seguir representa a organização para o desenvolvimento dos projetos integradores no CST em Produção da Construção Civil ALUNO DO CEFETRN COM DIREITO A VERTICALIZAÇÃO V E S T I B U L A R 1º período 2º período 3º período 4º período 5º período 6º período BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS BASES BASES BASES BASES BASES CIENTÍFICAS E CIENTÍFICAS E CIENTÍFICAS E CIENTÍFICAS E CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS TECNOLÓGICAS TECNOLÓGICAS TECNOLÓGICAS TECNOLÓGICAS PROJETO I PROJETO II PROJETO III PROJETO IV Prática profissional Além de outras atividades práticas no decorrer do curso. .

O processo de planejamento. Deste modo. c) Visitas à empresa por parte do professor orientador. o relatório fará parte do acervo bibliográfico da Instituição. acompanhamento e avaliação do estágio é composto dos seguintes itens: a) Plano de Estágio (conforme modelo vigente). o estudante que satisfizer as condições acima estabelecidas. b) Reuniões do aluno com o professor orientador. o índice de rendimento acadêmico por ele obtido no curso técnico integrado que lhe habilitou a pleitear a verticalização. Verticalização A verticalização é uma alternativa concedida ao estudante aprovado em processo seletivo para ingresso no Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil que tiver concluído curso técnico de nível médio integrado oferecido pelo CEFET-RN na área profissional de Construção Civil e cuja conclusão tenha ocorrido nos cinco anos que antecederem a essa aprovação. e d) Relatório de estágio. o aluno terá um prazo máximo de noventa dias para apresentar o relatório ao professor orientador que o avaliará. Vencida essa etapa. mediante solicitação de certificação de conhecimentos. poderá ingressar no segundo período do Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil.17 O estágio curricular é acompanhado por um Professor Coordenador de Estágios e um Professor Orientador para cada aluno. com cópia da ficha de avaliação do aluno na empresa. aprovado pelo professor orientador. em função da área de atuação no estágio e das condições de disponibilidade de carga-horária dos professores. conforme previsto no Regulamento dos Cursos Superiores de Tecnologia oferecidos pelo CEFET-RN. situação em que terá registrado no seu histórico acadêmico como média final de cada uma das disciplinas do primeiro período. . Após a conclusão do estágio. sempre que necessário.

Nos cursos noturnos. a carga horária correspondente à verticalização será de 540 (quinhentas e quarenta) horas/aula. Quando a oferta for diurna. Com vistas ao aproveitamento de estudos. 1º Per. essa carga horária corresponderá ao primeiro período de forma integral e. 3 Per. essa carga horária compreenderá a totalidade do primeiro período letivo. . a avaliação recairá sobre a correspondência entre os programas das disciplinas cursadas na outra instituição e os do CEFET-RN e não sobre a denominação das disciplinas para as quais se pleiteia o aproveitamento. o aproveitamento de estudos e a certificação de conhecimentos adquiridos através de experiências vivenciadas previamente ao início do curso ocorrerão conforme descrito a seguir: Aproveitamento de Estudos Compreende a possibilidade de aproveitamento de estudos realizados em outra instituição de educação superior. 5 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS No CST em Produção da Construção Civil. 5 Per. 4 Per.18 6 Per. poderá incorporar até 50% (cinqüenta por cento) da carga horária do segundo período. também. V E R T I C A L I Z 0 0 0 0 0 4 projetos integradores e prática profissional A Ç Ã O Alunos do CEFET-RN provenientes de um curso técnico integrado da área de Construção Civil Outros alunos No CST em Produção da Construção Civil. 2 Per. Poderá ser concedido mediante requerimento dirigido à Gerência de Educacional de Tecnologia da Gestão do Espaço físico e social – GECON (ou denominação que venha a substituí-la).

levando-se em consideração o predomínio dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos. . aos seus conhecimentos prévios e ao domínio atual dos conhecimentos que contribuam para a construção do perfil do futuro egresso. tornase necessário destacar os seguintes aspectos inerentes aos processos avaliativos: • Adoção de procedimentos de avaliação contínua e cumulativa. conquistas e possibilidades dos estudantes.19 Certificação de conhecimentos O estudante poderá solicitar certificação de conhecimentos adquiridos através de experiências previamente vivenciadas. • Inclusão de atividades contextualizadas. • Definição de conhecimentos significativos. Igualmente. • Importância conferida às aptidões dos alunos. formativa e somativa de forma integrada ao processo ensinoaprendizagem. O respectivo processo de certificação consistirá em uma avaliação teórica ou teórico-prática. são assumidas as funções diagnóstica. • Divulgação dos resultados do processo avaliativo. as quais devem ser utilizadas como princípios orientadores para a tomada de consciência das dificuldades. 6 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Nesta proposta curricular do CST em Produção da Construção Civil considera-se a avaliação como um processo contínuo e cumulativo. Nesse processo. • Exigência dos mesmos critérios de avaliação para todos os alunos. • Incidência da correção dos erros mais freqüentes. • Manutenção de diálogo permanente com o aluno. deve funcionar como instrumento colaborador na verificação da aprendizagem. Para tanto. • Prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos. • Estratégias cognitivas e metacognitivas como aspectos a serem considerados na correção. com o fim de alcançar a dispensa de alguma(s) disciplina(s) integrantes da matriz curricular do curso. inclusive fora do ambiente escolar. conforme as características da disciplina. • Divulgação dos critérios a serem adotados na avaliação.

caso sejam detectadas deficiências de aprendizagem individuais. no máximo.Com o fim de manter o corpo discente permanentemente informado acerca de seu desempenho acadêmico.NAF + 3 N 2 5 ou MFD = 2. § 2º . Art. Parágrafo único . em sala de aula. obtiver média aritmética ponderada igual ou superior a 60 (sessenta) em todas as disciplinas e freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária total das disciplinas.O estudante que obtiver MD igual ou superior a 20 (vinte) e inferior a 60 (sessenta) em uma ou mais disciplinas e freqüência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária total das disciplinas do período. os docentes deverão desenvolver estratégias orientadas a superá-las. 9 e 10) oferecidos pelo CEFET-RN que tratam dos critérios de verificação do desempenho acadêmico dos estudantes desses cursos: Art. a média parcial e o total de faltas de cada estudante na respectiva disciplina.Será considerado aprovado no período letivo o estudante que.N 2 5 MD = Média da Disciplina N1 = Nota do aluno no 1º bimestre N2 = Nota do aluno no 2º bimestre Parágrafo único . na escala de 0 (zero) a 100 (cem). prosseguirá para o período seguinte. calculada através de uma das seguintes equações. . § 1º .NAF 5 Onde: MFD = Média Final da Disciplina MD= Média da Disciplina NAF = Nota da Avaliação Final N1 = Nota do Aluno no 1º bimestre N2 = Nota do Aluno no 2º bimestre Art. terá direito a submeter-se a uma avaliação final em cada disciplina em prazo definido no calendário acadêmico. será expresso por uma nota. obtido a partir dos processos de avaliação.O índice de 75% (setenta e cinco por cento) de freqüência não incidirá na carga horária ministrada através de EaD. concomitantemente. duas disciplinas. 30 . o estudante que obtiver média final igual ou maior que 60 (sessenta). os resultados de cada atividade avaliativa deverão ser analisados em sala de aula e. o docente deverá divulgar. prevalecendo a que resultar em maior média final da disciplina (MFD): MFD = MD + NAF 2 ou MFD = 2.Após a avaliação final.N1 + 3. após avaliação final. 32 .N1 + 3.Após o cômputo do desempenho acadêmico dos discentes. de grupos ou do coletivo. essa(s) disciplina(s) objeto(s) de reprovação. excetuada a carga horária ministrada através de EaD. o estudante que não alcançar a média 60 (sessenta) em até. cursando. 29 – O desempenho acadêmico dos estudantes por disciplina e em cada bimestre letivo. ao final do 2º bimestre. Art.Será considerado aprovado. de acordo com a seguinte equação: MD = 2. serão transcritos os artigos 29 a 33 do Regulamento dos Cursos Superiores de Tecnologia (p. em cada bimestre.20 Em seguida. 31 .

capacidade 5l. apenas. Dependências Laboratório de Materiais de Construção Laboratório de Argamassas e Concreto Laboratório de Solos Laboratório de Instalações Hidrossanitárias Laboratório de Instalações Elétricas Sala de Informática Salas de Desenho Salas de Pesquisa e Extensão Sala de Topografia Laboratório (nº e/ou nome) Laboratório de Materiais de Construção Área (m2) 127. trifásico. a(s) disciplina(s) objeto da reprovação.50 m2 por estação m2 por aluno Laboratório (nº e/ou nome) Laboratórios de Argamassas e Concretos Descrição (Materiais. no período subseqüente. 03 bancadas. 04 cadeiras. sensibilidade 100g. Art.50 m2 por aluno Descrição (Materiais. e/ou outros dados) 40 bancos. capacidade 20t / 100t.50 56. e/ou outros dados) 40 bancos. §3º . 04 mesas.01g. o estudante poderá cursar o período letivo seguinte. 01 01 01 Especificações Balança eletrônica. com 06 placas 100x100mm. 04 cadeiras.00 40. motor 380V. Ferramentas. 03 bancadas. 06 armários Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. 7 INSTALAÇÕES. 33 . . §2º . será considerado aprovado e seu desempenho registrado pelo professor em documento próprio.00 59.50 252. desde que tenha demonstrado rendimento acadêmico maior ou igual a 40 (quarenta).50 85. modelo A40K. Prensa manual com 02 manômetros. Prensa manual para fabricação de blocos solo-cimento. não sendo obrigatoriamente exigido que o estudante utilize todo o período letivo para superar as dificuldades apresentadas.Nos casos em que o estudante. ele cursará. capacidade para dois blocos por vez. Ferramentas. Softwares Instalados.50 Quantidade 1 1 1 1 1 1 4 2 1 m2 por estação m2 127. sensibilidade 0.50 102. no período seguinte.Quando pelo menos uma disciplina objeto de reprovação englobar conhecimentos prévios fundamentais para a(s) disciplina(s) do período subseqüente (pré-requisito). Área (m2) 85. 06 armários Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde.21 §1º . capacidade de 200kg. após avaliação final. 04 mesas. Balança de plataforma eletrônica. elétrica. não alcançar a média 60 (sessenta) em mais de duas disciplinas.00 45. 01 01 01 Especificações Argamasseira mecânica. capacidade máxima 1000g. cursará. §4º-Quando pelo menos uma disciplina objeto de reprovação englobar conhecimentos prévios fundamentais para disciplina(s) do período subseqüente (pré-requisito) e o rendimento acadêmico do estudante tiver sido inferior a 40 (quarenta). Softwares Instalados.Quando o estudante superar as dificuldades de aprendizagem diagnosticadas e registradas. Aparelho para medir aderência de argamassa.Essas disciplinas serão trabalhadas a partir das dificuldades detectadas após uma avaliação diagnóstica que envolva todo o conteúdo da disciplina. com cuba e batedor de aço.00 59. apenas as disciplinas objeto de reprovação. EQUIPAMENTOS E BIBLIOTECA Quadro Resumo da Infra-estrutura de Laboratórios Específicos à Área do Curso.

Balança eletrônica. modelo A10K. 04 cadeiras. modelo AS-1000. Especificações Laboratório (nº e/ou nome) Laboratório de Desenho (4 salas) Área (m2) 252. capacidade máxima 40kg. e/ou outros dados) 25 carteiras. Balança eletrônica. e/ou outros dados) 25 carteiras. 04 mesas. Aparelho para medição eletrônica do grau de compactação de amostras.1g. 01 01 01 01 01 Especificações Peneirador elétrico para peneiras 8x2”. e/ou outros dados) 40 bancos.22 01 01 02 Betoneira sobre chassis com rodas. Betoneira didática. 02 mesa. 01 armário. 08 ar-condicionados Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. 01 mesa. 01 cadeira. com bateria. Especificações Laboratório (nº e/ou nome) Laboratório de Instalações Elétricas Área (m2) 56. e/ou outros dados) .00 m2 por aluno 2. Máquina extrusora para materiais cerâmicos. Softwares Instalados.5CV.55 Laboratório (nº e/ou nome) Laboratório de Solos Descrição (Materiais.50 m2 por bancada m2 por aluno Descrição (Materiais. Especificações Laboratório (nº e/ou nome) Laboratório de Topografia Área (m2) 59. 02 armários Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. sensibilidade 1g. capacidade 120l. Ferramentas.00 m2 por estação m2 por aluno Descrição (Materiais. capacidade 10kg. Ferramentas. Ferramentas. 02 bancadas. 02 mesas. e/ou outros dados) 160 pranchetas. motor trifásico. sensibilidade 0. modelo PVP. Softwares Instalados. 01 armário. Área (m2) 102. 01 bancada. Modelos Elétricos Diversos Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Modelos Hidráulicos Diversos Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. 08 armários. motor “meg” de 0. Ferramentas. capacidade 110l. Esclerômetro tipo Schimidt. Laboratório (nº e/ou nome) Laboratório de Instalações Hidrossanitárias Área (m2) 45. Ferramentas.00 m2 por bancada 51.00 m2 por bancada m2 por aluno Descrição (Materiais. Softwares Instalados. 01 cadeira. 04 cadeiras.50 m2 por estação m2 por aluno Descrição (Materiais. Softwares Instalados. Softwares Instalados.

Guanabara Dois 1982 RUSSEL.. Química Ambiental – Porto Alegre.00 m2 por estação m2 por aluno Descrição (Materiais. leitor de CD-ROM de 50X. 1992. assistido por computador. com tripé e GST 05. com resolução ótica de 600x1200 dpi HUB de 24 portas 01 01 01 BIBLIOTECA ANDRADE PERDRIX. Leitura digital. Estação total com precisão de 5”.9 Descrição (Materiais. . Marcos Von. Ciência e Tecnologia de Argilas. disco rígido de 600Mbytes. Display de cristal. Suite Corel Draw 10.50 m2 por estação 2. uso topográfico. Rio de Janeiro. Laboratório (nº e/ou nome) Laboratório de Informática Aplicada Área (m2) 59. e/ou outros dados) Sistema Operacional Windows 98. 41 cadeiras. Imagem direta. disco rígido de 6. de processamento de dados gps (Pathfinder Office e GTM Profissional) e antivírus Vírus Scan Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. 16 Mbytes RAM. Química Geral. T-1A. Introdução a qualidade das águas e ao tratamento de esgotos:UFMG. Teodolito com precisão 20”. 20 Especificações Microcomputador. com prisma e coletaor onterno de bateria. Editora: Edgard Blücher Ltda. marca Wild. Softwares Instalados. BAIRD. 01 01 Especificações Equipamento para ensaio de cisalhamento direto. CPU K6-2 400MHz. CPU 486-DX4 100 MHz. Mod. Laboratório (nº e/ou nome) Sala de Pesquisa e Extensão Área (m2) 40. J. formato A4. acesso à Internet e à rede Novell da Gerência de Informática do CEFET. 2002. Maria del Carmen. Adquiridos em 2000. Colin. 1 São Paulo: Makron Books.9 m2 por aluno 2. Pérsio de Souza. Bookman. Equipamento para ensaio de adensamento edométrico. Editora PINI.. marca Wild. ref. tipo TE-B43. 01 Estabilizador. Jesus M. NE-20H. Microcomputador. programas de processamento digital de imagens (Envi e Ermapper). 03 02 02 01 02 04 04 Especificações Teodolito repetidor. Leitura código de barras. 01 mesa Descrição (Softwares Instalados. marca Sokkisha. 1994.8 Gbytes. de desenho auxiliado por computador (AutocadMap e Microstation). Belo Horizonte. SANTOS. Controle Químico de Qualidade. H. alcance de 700m. e/ou outros dados) Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Tradução e Adaptação: Antônio Carmona e Paulo Helene. Manual para Diagnóstico de Obras Deterioradas por Corrosão de Armaduras.. 1989. Microsoft Office XP (Word. Nível de precisão. de sistemas de informação geográfica (Arcview e Mapinfo). Vol. (Para uso de digitalização de imagens) Scanner de mesa. acesso à Internet e à rede Novell da Gerência de Informática do CEFET. assistido por computador. Dicionário de Línguas. Teodolito de segundos de alta precisão. FrontPage e Access). 1996 ADAD. Paint Shop Pro. 20 mesas p/ computador. TM20E. Mod. Marca Nikon. PowerPoint. SPERLING. Mod.23 Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Vol 1 . Teodolito eletrônico. Ferramentas e/ou outros dados) 02 Ar condicionados. NA-20. Ferramentas. com tripé. 64 Mbytes RAM. Internet Explorer 6. precisão 2mm/km Nível automático. Excel.

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Jose Carlos. 1984... Simbolos Graficos de Eletricidade. Idalberto... J. CUNHA. Qualidade: a Revolução da Administração DRUCKER. A Empresa e Seus Colaboradores: Usando O Eneagrama Para Otimizar Recursos CHIAVENATO. Stephen. Organização de Empresas: Informática. Egydio. Propriedades e Materiais... Idalberto.. 1990. Idalberto. 2000. 2002 LAKATOS. Organizacao de Empresas FARIA. 22ª Edição.. Edificio Ate Sua Cobertura. MEHTA. Pedro Ferraz do.. Projeto e Implantacao do Canteiro. Patologia. O: Inspecao e Tecnicas Eletroquimicas. São Paulo. YAZIGI. Curso de Concreto SUSSEKIND. Paulo J. Teoria Geral da Administração DAVIDOW.. de Concreto Armado SILVA Jr. John. 1984. Controle da Corrosao de Armaduras Em Concreto. 1998..... Edwards. W... SUSSEKIND. 1996. Pratica de Administração de Empresas DRUCKER. Vicente Custodio. Manual de Pequenas Construcoes BORGES. Pratica das Pequenas Construcoes. Construcao de Edificio e Obras Publicas BAUD. Método das Deformações. Edificio Ate Sua Cobertura. Resistencia dos Materiais GORFIN.. Gerenciando Pessoas: O Passo Decisivo Para a Administração Participativa CHIAVENATO.. Miguel S. G.Trincas Em Edificios. da. Gerard. Jose Carlos. Cortez. Acidentes Estruturais Na Construcao Civil... Idalberto. Archibald Joseph. Ercio. São Paulo. THOMAZ. Serviço Total Ao Cliente DEMING. Atlas. Eva Maria. Nogueira de. Karl. Idalberto. Taylor. 1980. Bernardo. Fabien. A. VALKENBURGH. PFEIL. Processo de Cross. ACKOFF. 1978. SUSSEKIND. Manoel Henrique Campos. AZEVEDO. Joao Bento de. Antonio Joaquim. Oswaldo. Idalberto. Método das Forças.. Ernesto. 2000 CASCUDO.. Edwards. Helio.. Manual da Administração da Produção Fundação SEADE. 1997. AZEVEDO.. Histalações Hidráulicas MACINTYRE. 1984. O Método Deming de Administração DEMING.. Introdução a Teoria Geral da Administração CHIAVENATO.. William H. Resistencia dos Materiais.1985.. Geraldo. Construcoes de Argamassa Armada – Fundamentos Tecnológicos para Projeto e Execução. Michael.. Eletricidade Basica CREDER. AZEVEDO. Administração Industrial e Geral FIGUEIREDO. BOTELHO.. EVSTRATOV... Kummar & MONTEIRO. Reui Honório. Aderson Moreira Da.. A Corrida para o Emprego: Uma Guia Para Identificar. Concreto Armado ROCHA. 3ª Ed..Estrutura. Jayme F. W. Administracao Para O Futuro: Os Anos 90 e a Virada do Século FARIA. Walid. 2002. Pesquisa Operacional ALBRECHT. Walter.. RIPPER.Curso de Analise Estrutural: Estruturas Isostaticas..27 SIEMENS. 1992. Administração de Recursos Humanos: Fundamentos Básicos CHIAVENATO. Albino Joaquim Pimenta da. SOUZA. Gestão Pela Qualidade Total Em Serviços: Casos Reais .. Metodo de Cross. Novo Curso Prat. Nooger Van. Jose Carlos.. Instalações Hidráulicas. Nogueira de. Estruturas Isostaticas HANAI. Peter F. O. Competir e Conquistar Um Excelente Emprego CHIAVENATO. Concreto Armado Eu Te Amo.. Adriano. SUSSEKIND. Helio Alves. 1980. Metodologia Científica. Russell L. 1989.O. SEVERINO. Helio Alves. Helio Alves... Peter. 1998 CARVALHO. Serviços Com Qualidade: a Vantagem Competitiva AMARAL. Ubiraci Espinelli Lemes de. Sistemas de Administração Dinâmica BIANCHI.. Mecanica Tecnica e Resistencia dos Materiais.. Gonzales. Produtividade e Glossário FAYOL.. Instalacoes Hidráulicas e Sanitárias BARCELAR. Legislação Complementar CHABRENIL. A. Qualidade: Ferramentas Para Uma Melhoria Continua CAMPANHOLE. Administração de Empresas CHIAVENATO. Recuperacao e Reforco de Estruturas de Concreto. de. Jose Carlos. MELCONIAN.. Deformações em Estruturas. Alberto de Campos. Teoria e Problemas de Materiais de Construcao.. Idalberto. 1996. Tecnica de Edificar. Edificio e Seu Acabamento. Curso de Auxiliar de Administração de Empresas BRASSARD. 2001.... Sarkis. Metodologia do Trabalho Científico. Concreto . MAYOR.. TIMOSHENKO. Como Evitar Erros Na Construcao. 1996.. Reforma Administrativa: Decreto Lei 200. 1977/1980 SOUZA. A.. Iniciação a Administração Geral CHIAVENATO.. O Mago da Administração ARGENTI. Henry. Adalberto S.

Terceirização em informática MACHLINE. Qualidade Total TAYLOR. Editora Saraiva. Elementos Básicos de Organização e Administração LEONHARDT. Roberto. Jack. Raul Oscar. Qualidade: O Desafio da Pequena e Media Empresa PETERS. Aplicado As Construcoes DIAS.. 1996 2º Edição. ANTONIO.. PTACEK... CIMINO. Luiz Laurent. A. e Cont. Jeremy.. O. Organização do Trabalho e Administração: Uma Visão Multidisciplinar HERRMANN Jr. Atlas. Planejamento... Ed São Paulo. Ministériod a Saúde do Brasil. Alberto Pardo. de Madeira BELLEI. Proj. Michael James.. O JAMES M. BLOCH. Introdução a qualidade das águas e ao tratamento de esgotos Vol. O Caminho de Deming Para a Qualidade e Produtividade: Mapas e Rotas SEBRAE. 1994. A Empresa Flexível TOLEDO. William W. Frederico. 1997. O Fim dos Empregos SANTOS. 1ª... COLDMAN. Em Estr. Leo P. Belo Horizonte. Primo. Civil Bras. Liopold. Alcir.. Marcos Antônio Lima de. Edificios Industriais Em Aço. 1993 8 PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO ADMINISTRATIVO Tabela 2 – Pessoal docente vinculado ao Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil Nome Formação inicial/Titulação Regime de Trabalho Alcides Fernandes e Silva Filho Engenheiro Civil / Mestre DE Aldan Nóbrega Borges Engenheiro Civil / Mestre DE Alexandre da Costa Pereira Engenheiro Civil / Doutor DE Aristófanes Dantas de Medeiros Engenheiro Civil / Mestre DE . Perícias Judicial em Acidentes e Doenças do Trabalho. 1979.1997 DIAZ. Lucio T. .. Pedrinho.. Walter de Aco. 2000 CARNASCIALI. Princípios de Administração HELOANI. Construcoes de Concreto: Principios Basico da Construcao de Pontes... SPERLING. Que e Aco. Elementos de Administração JOÃO BOSCO. de Custos Na Const. OPAS/OMS. 1996 CRESPO. Editora Banco do Nordeste. de Telh. Administração de Pessoal: Desenvolvimento de Recursos Humanos VERAS. Conceitos Básicos de Administração: Um Guia Conciso KOCK. Claude. 2002 ARTMED NORDESTE. 9a Edição Atualizada. São Paulo. Introducao Ao Planej..28 GIL. Fortaleza/CE. BRANDIMMILLLER. Frederick Winslow..1997. dos.. Marcos Von. C. Fritz Camara. Flavio de.. Brasília Editora MS 2001 Segurança e Medicina do Trabalho. SENAC. Princípios de Administração Cientifica TOFFLER. 53º Edição. Ferramentas Manuais Para Madeira PFEIL. Ned Tomelin.P. Manual de Impactos Ambientais. PEDRINE.. 5 ª Edição Rio de janeiro/ RJ Editora Vozes . Rompendo As Barreiras da Administração: A Necessária Desorganização Para Enfrentar a Nova Realidade RIFKIN. Historia da Administração JUCIUS. 1. As Funções do Administrador SCHERKENBACH. Manual de Administração da Produção OLIVEIRA. Elizabeth C.) Doenças relacionadas ao Trabalho.. 1987.. Introdução a Administração: Elementos de Ação Administrativa KARLOF. C. Codigo de Obras e Edificacoes do Municipio de Sao Paulo. Normas e Métodos de Administração HAROLD. Planejar Para Construir. Carl V.M. Remo. Ildony Helio. Carlos Celso. Antonio de Loureiro. Alexandre de Gusmão – Educação Ambiental – Reflexões e Práticas Contemporâneas. Bengt. 1977.... Qualidade Total Nas Organizações GLAZER. Acos & Ferramentas SCHEER. PMQP: Qualidade Total Na Pratica LEITE. UFMG.. 1999. Antônio Arnot. Frantisek. LIMMER. Matemática Comercial e Financeira... 1980/1986 RAUTER. Educação Ambiental – Como Projeto 2ª Edição – Porto Alegre/RS. Alvin. B... Orcamento e Controle de Projetos e Obras. Estruturas Metalicas Na Pratica MACDONNELL. Custo de Construcao. (Org.. 2003. Tom...

o concluinte fará jus ao diploma de graduação como Tecnólogo em Produção da Construção Civil.29 Armando Manoel de Freitas Carlos Guedes Alcoforado Cláudia Régia Gomes Tavares Divaldo Moita Costa Edilberto Vitorino de Borja Eurípedes de Medeiros Júnior Evandro Firmino de Souza Flávio Gutemberg de Oliveira Joana D’arc da Costa João Roberto Alves de França Jorge Ivan de Oliveira José Gilson de Oliveira José Eurico de Queirós José Ribamar de Araújo Cabral Juarez Alves Torres Laílson Rodrigues de Miranda Liznando Fernandes da Costa Natércio Dias de Holanda Otacílio Alves de França Júnior Renato Samuel Barbosa de Araújo Ricardo Nascimento Flores Severo Rômulo Andrade de Souza Júnior Sérgio Luiz Baena de Souza Vladimir Sérgio de Aquino Souto William de Oliveira Barreto Engenheiro civil / Especiliazação Engenheiro Civil / Mestre Engenheira Civil / Mestre Engenheiro Civil / Especialização Engenheiro Civil / Mestre Engenheiro Civil /Especialização Licenciatura Engenheiro / Mestre Licenciatura Arquiteto/Especialização Engenheiro/ Mestre Engenheiro Civil Engenheiro Civil/Especialização Licenciatura/Especialização Engenheiro Civil / /Especialização Engenheiro Civil / Mestre Engenheiro Civil / Mestre Licenciatura Engenheiro Civil Engenheiro Civil / Mestre Engenheiro Civil / Mestre Arquiteto / Mestre Especialização Engenheiro Civil Especialização DE DE DE 20 horas DE DE DE DE DE DE DE DE DE DE 40 horas DE DE DE DE DE DE DE DE 20 horas DE Tabela 3 – Pessoal técnico-administrativo vinculado ao Curso Superior de Tecnologia em Produção da Construção Civil Nome Cargo Regime de Trabalho Cláudio Moura Agente administrativo 40h Izabel Cristina Silva de Almeida Agente administrativo 40h Scheila Salviano Santos Agente administrativo 40h Pedagoga 40h Nadja Maria de Lima Costa 9 DIPLOMAS Após integralizar todas as disciplinas e demais atividades previstas neste Plano do Curso. .

. PROGRAMA Objetivos Compreender a importância da Informática nas questões ligadas à sua área profissional. seu histórico e evolução. Conhecer as possibilidades de otimização da sua vida profissional. Conteúdos 1) Noções básicas sobre computadores. planilha eletrônica e software de apresentação. 3) Principais periféricos e sua utilização. Demonstrar conhecimento sobre as perspectivas de futuro que a mesma proporciona. através da utilização de aplicativos para escritório. 2) Fundamentos e funcionamento de hardware e software. 4) Conhecimento e utilização de sistema operacional.30 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Informática Professor (a): Flávio Gutenberg de Oliveira Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 1o CargaHorária: 60 h/a EMENTA Emprego de equipamentos de informática e softwares de escritório [e desenho] para auxiliar a realização de serviços de planejamento e gerenciamento de obras e de acesso à internet como meio de pesquisa e comunicação profissional. 5) Conceituação e aplicação práticas dos seguintes tipos de aplicativos: processador de textos. 6) Noções básicas sobre a Internet.

webaula.htm#tutoriais REVISTAS RECOMENDADAS: Info Exame. .Apostila de Excel. acompanhamento da execução de exercícios em sala de aula. 1998. trabalhos de pesquisa individuais e/ou em grupo. participação em sala de aula. de forma progressiva. Editora .br http:://www. Editora Abril. José Antônio. RAMALHO.br/matdidat.br http:://www. 1998. Bibliografia básica . OBSERVAÇÃO: dependendo das características de cada turma.com. Série Ramalho Teoria e Prática Windows 98. STEELE.31 Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas práticas e/ou expositivas. 199_. Série Ramalho Teoria e Prática Excel. 1999. José Antônio. Introdução ao Microsoft Windos 98.centraldeapostilas. .Apostila de Word.br http:://www.Textos de aula de Introdução à Microinformática. assiduidade.cefet-rn.com. estudo dirigido. 1999. Editora Makron Books. Editora Campus. . Bibliografia complementar BORLAND.com. a critério do professor. São Paulo/SP PC Word. Aprenda em 24 Horas Microsoft Word.geinf. do maior número possível das funções existentes nos aplicativos explorados. PÁGINAS NA INTERNET RECOMENDADAS: http:://www. poderá ser adotado um dos procedimentos acima ou um conjunto deles.Apostila de Windows. Russel. .superdownloads. Editora Berkelev. Heidi. com a utilização de microcomputador e recursos audiovisuais (retroprojetor e/ou projetor multimídia) e apostilas de exercícios que buscarão abranger a utilização. RAMALHO. Editor Campus. Guia Autorizado Microsoft Word 97. Editora Berkelev. Avaliação Avaliação teórica e/ou prática.

3 Operações com expressões racionais • Funções • Definição • Notação • Gráfico • Função composta • Funções pares e ímpares • Funções inversas • Funções crescentes e decrescentes • Função polinomial do 1º grau • Função polinomial do 2º grau . operações algébricas. Aprofundar os conteúdos apresentados. Intervalo real • Operações algébricas 2. Módulo 3. Traduzir informações contidas em tabelas e gráficos em linguagem matemática utilizando o estudo das funções. PROGRAMA Objetivos Explicitar situações do cotidiano que possam ser modelados por meio de funções. aplicando-os na resolução de situações problemas. Propriedades 2.1 Operações com polinômios 2.2 Fatoração 2. Conteúdos • Conjunto dos números reais 1. geometria analítica no plano.32 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Matemática Curso(s) em que é Tecnologia em Construção de Edifícios oferecida: Carga60h/a Horária: Período 1º Letivo: EMENTA Conjunto dos números reais. funções. Resolver problemas geométricos por meio de equações.

3 Estudo da circunferência. P. Cálculo A: funções.Pré-cálculo.33 • Função modular • Função exponencial • Função logarítmica • Funções trigonométricas • Geometria analítica no plano 4. 1992. 2004.Habra.1 Estudo do ponto 4. São Paulo: Makron. A. Matemática: ciência e aplicações. BUSS. pesquisas. ensino médio. M. Avaliação Avaliações escritas individual e em grupo.1994. resolução de listas de exercícios. 5. IEZZI. São Paulo: Atual.Vol. ed. S. São Paulo:Makron Books.1. Resolução de lista de exercícios. FLEMMING. D. et al. derivada e integração. L. estudo dirigido. projetor multimídia.São Paulo:Makron Books. l. retroprojetor. Apresentação de seminários. Jr.2 Estudo da reta 4. Cálculo com geometria analítica.1999. Bibliografia complementar BARBANTI. G. utilização de quadro branco. 1999.. Bibliografia básica BOULOS. limite. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL . dinâmicas de grupo e estudo dirigido. 3v. MALACRIDA. LEITHOLD. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas teóricas expositivas dialogadas e atividades em grupo. __________.1999.São Paulo: pioneira. Matemática superior: um primeiro curso de cálculo. Cálculo diferencial e integral. 2 ed..

leitura e produção de textos. narrativa e argumentativa e. descrever a progressão discursiva. e a eficácia comunicativa.34 PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Língua Portuguesa Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 1º CargaHorária: 60 h/a Ementa Tópicos de gramática. reconhecer. considerando a articulação coerente dos elementos lingüísticos. e avaliar o texto. a pertinência das informações e dos juízos de valor. considerando a articulação coerente dos elementos lingüísticos. relato de atividade acadêmica e artigo de opinião). dos parágrafos e das demais . a partir de traços caracterizadores manifestos. Quanto à produção de textos escritos: e) produzir textos (representativos das seqüências descritiva. dos parágrafos e demais partes do texto. identificar os elementos coesivos e reconhecer se assinalam a retomada ou o acréscimo de informações. a(s) seqüência(s) textual(is) presente(s) e o gênero textual configurado. dos gêneros verbete. PROGRAMA DE DISCIPLINA Objetivos Quanto à gramática: Aperfeiçoar o conhecimento o conhecimento (teórico e prático) sobre as convenções relacionadas ao registro padrão escrito. Quanto à leitura de textos escritos: recuperar o tema e a intenção comunicativa dominante. respectivamente.

j) regência. • • coesão: mecanismos principais. coerência: tipos de coerência (interna e externa) e requisitos de coerência interna (continuidade. g) convenções ortográficas. técnicos e científicos): elementos composicionais. narrativos. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos • Aula dialogada. Avaliação . argumentativos). estilísticos e programáticos. i) concordância. • • • tema e intenção comunicativa. progressão. narrativa. progressão discursiva. leitura dirigida. temáticos. • seqüências textuais (descritiva. Conteúdos 1 – Tópicos de gramática: f) padrões frasais escritos. argumentativa e injuntiva): marcadores lingüísticos e elementos macroestruturais básicos. discussão e exercícios com o auxílio das diversas tecnologias da comunicação e da informação. a pertinência das informações e dos juízos de valor. 2 – Tópicos de leitura e produção de textos: • competências necessárias à leitura e à produção de textos: competência lingüística. • gêneros textuais (especificamente jornalísticos. paragrafação: organização e articulação de parágrafos (descritivos. h) pontuação.35 partes do texto. e a eficácia comunicativa. enciclopédica e comunicativa. não-contradição e articulação).

Gêneros textuais e ensino. A. 2001. (Orgs. Rio de Janeiro: Lucerna. BONINI. J. T. FIORIN. J.). Análise de textos de comunicação. Técnica de redação: o que é preciso saber para bem escrever. C. N. Desvendando os segredos do texto. 2002. SAVIOLI. SP: Monole. _____.). M. H. ed. São Paulo: Contexto. São Paulo: Codes. São Paulo: Parábola Editorial. A redação pelo parágrafo. HOFFNAGEL. FIGUEIREDO. A Coerência Textual. Gêneros: teorias. (Entender o português.. Bibliografia básica do aluno Apostilas elaboradas pelos professores: BECHARA. construindo experiências. BEZERRA. Comunicação nos textos. 1).). 19. (Orgs. ed. Brasília: Universidade de Brasília. Uso de Vírgula. São Paulo: Contexto. tipificação e interação. GARCEZ.. KOCH. _____. D. 2001. Rio de Janeiro: Lucerna.C.. . São Paulo: Contexto. I. 2003. RJ: Vozes. D.L. MAINGUENEAU.A. A. (Orgs. Barueri. individuais e em grupo. 14). 1996. _____. Oficina de Texto.L. FARACO. TRAVAGLIA. F. Gêneros textuais.. 2003. DISCINI. MEURER. TEZZA. 2005. 2005. Lições de texto: leitura e redação. C. Bibliografia Básica do Professor: DONÍSIO. Gramática Escolar da Língua Portuguesa. MOTTA-ROTH. L. 2004. 2004. São Paulo: Cortez. 2005. 2002. J. São Paulo: Contexto. debates. Petrópolis. C. DONÍSIO. São Paulo: Ática. de. Tecendo textos..P. de S. L. São Paulo: Martins Fontes. 2005. E. A.36 Contínua por meio de atividades orais e escritas. A Coesão textual. 2002. Rio de Janeiro: Lucerna. N. do C. 1999.V. (Língua [gem]. Bibliografia complementar do aluno CAMARGO.C. 16. métodos..P. L.

E-mail e carta comercial: estudo contrastivo de gênero textual.H. I. M.M. São Paulo: Martins Fontes.M. São Paulo: UNESP. Guia de uso do português: confrontando regras e usos. São Paulo: UNESP. NEVES. 2003.37 NEVES. 2005. ZANOTTO. 2003. Rio de Janeiro: Lucerna. Caxias do Sul.L. A produção dialógica do texto escrito: um diálogo entre escritor e leitor interno. RS: Educar. M. N.H. SAUTCHUCK. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Ementa e Programa da disciplina: Disciplina: Física Curso(s): Tecnologia Construção de Edifícios Período Letivo: 1º CargaHorária: 60 horas EMENTA . 2000.L. Gramática de usos de português.

Princípio de Conservação de Energia.Conceito de força.Capacidade térmica e calor específico . PROGRAMA Objetivos Fazer uma revisão das principais leis básicas da mecânica clássica. 2ª Lei de Newton e suas aplicações . Conteúdos MÓDULO A: MECÂNICA 1. massa e peso .Conceito de potência 3. Eletrodinâmica e Eletromagnetismo. prever situações e encontrar soluções adequadas para problemas aplicados. termologia.Conceito de energia potencial gravitacional . Calorimetria .Conceito de energia cinética . Calorimetria e Termodinâmica. óptica e eletromagnetismo dentro da formulação conceitual e matemática atuais com o objetivo de interpretar fenômenos.Conceito de calor e temperatura . Trabalho e potência .Trabalho realizado por uma força variável .Aplicações da 2ª Lei de Newton .Conservação de energia MÓDULO B: TERMOLOGIA E TÓPICOS DE ÓPTICA 1.Conceito de trabalho .Calor de combustão 2. Conservação de energia . Termodinâmica .38 Segunda Lei de Newton e Aplicações.Transferência de calor .Equilíbrio de forças 2.

análise e síntese dos textos. transformadores. com utilização de retro projetor e quadro negro.Indução eletromagnética (Lei de Faraday.Instrumentos ópticos MÓDULO C: ELETROMAGNETISMO 1. Eletricidade .Noções de carga elétrica e corrente elétrica .39 .Refração . corrente alternada). Eletromagnetismo .1ª Lei da termodinâmica . Bibliografia básica .Força magnética .Lentes . responsabilidade quanto ao cumprimento do tempo previsto para realização das atividades e qualidade das atividades realizadas.Entropia e 2ª Lei da termodinâmica 3.Energia e potência elétrica 2.Resistência elétrica e Lei de Ohm . estando os alunos avaliados com base nos seguintes critérios: participação quanto à realização das leituras. assiduidade.Lei de Ampère . Óptica geométrica .Campo magnético e suas propriedades . Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas e dialogadas. debates e demais atividades. Avaliação O processo avaliativo ocorrerá de forma contínua (com reorientação das atividades no processo).

Física em seis lições. RESNICK. MECÂNICA. 1 LTC.40 HALLIDAY. ROGER A.. Ed. Fundamentos de Física MECÂNICA . PROGRAMA Objetivos . CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Mecânica dos Solos Professor (a): Curso(s): Tecnologia da Produção Civil Período Letivo: 1o CargaHorária: 60h/a EMENTA A disciplina Mecânica dos Solos e Fundações visa apresentar os fundamentos teóricos e práticos do estudos dos solos e de sua relação com as estruturas de fundação. 10. D. Reformulado por YOUNG.. Bibliografia complementar SEARS e ZEMANSKI. FEYNMAN. RICHARD. HUGH D. Ed. J. v. 6ª edição Ediouro RJ. FREEDMAN.. WALKER. R... 6. 2004. Addison Wesley. 2003..

-Entender o processo de execução de obras de terra e fundações.Interpretar normas técnicas. Exercícios e trabalhos práticos e teóricos.Avaliar especificação dos materiais utilizados. exploração do subsolo. problemas de fundações). W.Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Exposição de conteúdos com auxílio de quadro de giz e/ou recursos audiovisuais (70%). execução e controle das fundações rasas e profundas. Bibliografia básica CAPUTO. .Ler e interpretar projetos relacionados com mecânica dos solos e engenharia de fundações. . Participação durante as aulas. 2) Fundações (classificação das fundações. . interação solo-fundação. Livro Editado Pela Pini/Abms/Abef. (1998 ). H. índices físicos. (1996). Introdução à Mecânica dos Solos.41 . Relatório. Avaliação Avaliação escrita. Et Al. VARGAS. Bibliografia complementar . . Teoria e Prática.Rio de Janeiro: LTC . Conteúdos 1) Mecânica dos solos (elementos de geologia. Fundações.Conhecer os métodos e critérios de dimensionamento das Fundações. Mcgraw-Hill. o Standard Penetration Test). Visitas Técnicas (10%). Mecânica dos Solos e suas Aplicações. HACHICH. Participação nas visitas técnicas. Milton. P. aulas práticas em laboratório (20%). propriedades dos solos. ensaios básicos de laboratório. (1978).

V.Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. MITCHEL. (1994). New York. Soil Mechanics. John Wiley and Son. Edgard Blücher Ltda. John Wiley. John Wiley And Son. U. Lambe..R. Fundações e Elementos Estruturais Enterrados : Apostila. (1975).. (1976).W. Fundamental of Soil Behavior. Inc. LAMBE and WHITMAN (1969). New York. T.R. de MELLO. Introdução à Mecânica dos Solos dos Estados Críticos. Inc. J.Rio de Janeiro: LTC . Exercícios de Fundações. New York. Ortigão. EPUSP-PEF. (1951). Soil Testing for Engineers.R (1993).42 Alonso. . J. . Ed.A. ed.

2) Uso e manutenção dos instrumentos e materiais empregados nos desenhos Geométrico e Técnico de Construção Predial. Ter noção da leitura e interpretação de projetos de construção predial. 4) Noções de escala e unidades de medida. . Conhecer as convenções. 5) Planificação de sólidos geométricos. as simbologias e as normas técnicas relativas ao Desenho Técnico de construção predial. Tangência.no contexto da construção predial. Desenvolver desenho de projetos de Arquitetura à grafite sobre papel fosco de uma edificação térrea. 3) Desenho Geométrico: Construções fundamentais e de figuras planas (Triângulos. Desenhar esquemas gráficos de forma convencional. Aplicar as convenções. Quadriláteros e Circunferência).Expressão Gráfica .43 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Desenho Técnico Professor (a): Aldan Borges Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 1o CargaHorária: 80 h/a EMENTA PROGRAMA Objetivos Identificar e utilizar corretamente os instrumentos e materiais requeridos na representação gráfica convencional de projetos de construção predial. Fazer diagramação de pranchas. as simbologias e as normas técnicas relativas ao Desenho Arquitetônico. Ler. interpretar e representar no plano objetos tridimensionais. através da Geometria Gráfica Tridimensional: sistemas de representação. Conteúdos 1) O desenho . Concordância e Noções de proporção.

conexões. Normas técnicas. Introdução à especificação dos materiais utilizados (tubos. Sistemas de representação que utilizam a projeção cilíndrica oblíqua: Cavaleira – Perspectiva Cavaleira. locação e cobertura). 4. Sistemas prediais de esgoto (Sistema fossa séptica-sumidouro). Elementos de concreto armado (fundações. Projeto definitivo à grafite sobre papel fosco. pilares. Uso racional da água. 10) Noções de leitura e interpretação de Desenho de Projetos Prediais Hidrosanitários: 1. Exigência (Normas técnicas). 1. 2. cortes. . 3. 5. Exigência da concessionária e órgãos públicos locais. 9) Leitura. 2. 4. 2. Sistemas de representação que utilizam apenas projeções ortogonais: Sistema Mongeano e Axonometria Ortogonal: Isometria – Perspectiva Isométrica versus Desenho Isométrico. 13) Noções de leitura e Interpretação de Desenho de Projetos prediais de combate a incêndio: 1. 12) Noções de leitura e Interpretação de Desenho de Projetos Prediais de Estrutura em Concreto Armado: 1. Normas técnicas. registros etc. Generalidades sobre os sistemas de representação. Introdução à especificação dos materiais utilizados (tubos. interpretação e representação gráfica de projetos de Arquitetura. 3. 3. simbologias e normas técnicas relativas ao Desenho Técnico de construção predial. conexões. 7) Formatos e diagramação de pranchas de desenho.44 6) Geometria Gráfica Tridimensional: sistemas de representação: 1. cintas. Sistemas prediais de água (água fria e quente e águas pluviais). 3. 2. Estudo preliminar (esboço. vigas e lajes). 11) Noções de leitura e interpretação de Desenho de Projetos Prediais de Instalações Elétricas e Telefônicas: 1. Normas técnicas. 8) Convenções.). situação. Anteprojeto (projeto para aprovação do cliente). acessórios etc.). fachadas. 2. desenvolvimento de alternativas para o cliente). Meios de representação (Planta baixa.

Trabalho individual e em grupo dos conhecimentos teóricopráticos. Corrêa. empresas e escritórios de Projetos de Construção Civil. empregando quadro de giz ou magnético e projetor multimídia. Desenho Geométrico. Cobertas. 1ª edição. Juazeiro do Norte. Bibliografia complementar ABNT / SENAI. Benjamin de A.2. Ao Livro Técnico. Bibliografia básica BORGES. PINTO. Seminários de conhecimento teórico-práticos adquiridos extra-classe. conforme projeto do curso. Moderna. Desenho Técnico. individuais ou em grupo. Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte – CEFET-RN. Demonstração com instrumentos de desenho. Aldan Nóbrega et al. Avaliação O processo de avaliação será contínuo. Representação das Instalações de Combate a Incêndio. profissionais. CARVALHO.3 e 4 . qualitativo e quantitativo. vol. Cláudia Régia Gomes et al. Apostilha. Desenvolvimento de trabalhos ou projetos. podendo ser individuais ou em grupo. estudos e pesquisas orientados: em bibliotecas. Internet. São Paulo. 2003.3ª edição. Desenho Geométrico. Apostilha. São Paulo: ed. Coletânea de Normas de Desenho Técnico.45 2. Construção de maquetes de corpos sólidos.1993. CARVALHO. Natal -RN. outubro. 1991. Acompanhamento às aulas de campo de disciplinas correlatas. SENAI-DTE-DMD. Rio de Janeiro: ed. Ressalta-se que a avaliação será considerada como um instrumento norteador das ações pedagógicas. Consultas. Desenho Geométrico. 1. Apresentação de vídeos. O processo de avaliação constará dos seguintes instrumentos: Prova individual dos conhecimentos teóricos. 2001. integrados a disciplinas correlatas. Apostila impressa em . 2003. desenvolvidos em sala ou extra-classe. Homero Jorge Matos de. 1990. TAVARES. setembro. Natal -RN. Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte – CEFET-RN. Nilda Helena S. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas.

GIONGO. 1964. . MONTENEGRO. PENTEADO.46 computador. de A. 2. 29a edição 1977. ed. PRÍNCIPE Jr. Geometria Gráfica Tridimensional . Alfredo dos Reis. Homero Jorge Matos de. 1983. Frank R. PUTNOKI. Mário Duarte. 1. Apostila impressa em computador. São Paulo. vol 1. Curso de Desenho Perspectivo. São Paulo: ed. FRENCH. RJ: ed. COSTA. São Paulo: ed. 8a edição. vol. Hemus. 34a edição. ed. Universitária . 1992. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. 1992. Desenho arquitetônico contemporâneo. LEME. José Roberto de Godoy. São Paulo: ed. Globo. Desenho arquitetônico. Geometria Gráfica Tridimensional. Companhia Editora Nacional. Desenho arquitetônico. 1994. vol. I e 2 . Leonardo T. vol. São Paulo: ed. 1978. Gildo A. CARVALHO. 1ª edição. 2a edição. Ao Livro técnico. DAGOSTINO. Comunicação Visual e Expressão: Artes Plásticas e Desenho. 1989. OBERG.UFPE. de A. 1979. Viercr. vol. VIEIRA. 1980. Scipione. VIRGÍLIO. Ao Livro Técnico. Curso de Desenho Geométrico. 1988. . São Paulo: ed.UFPE. João Pessoa. Affonso Rocha. São Paulo. reta e plano. COSTA. Norberto de Paula. José de Arruda. Tradução: LIMA.Ponto. Noções de Geometria Descritiva. Thomas Ewing e Charles J. Elementos de Geometria e Desenho Geométrico. Rio de Janeiro. 2.Sistemas de Representação. 5a edição. 19??. vol. Noções de Geometria Descritiva. Universitária . VIEIRA. 1. Athaíde. Nobel. Edgard Blücher. VIDAL.. Alcy P. Nobel. Mário Duarte. Alcy P. José Carlos. L. 2a edição.

3) Estudo do teodolito. Avaliar a viabilidade de aplicação de novas tecnologias da topografia nas obras de construção civil. bem como construções neles existentes ou a serem executados. convenções e erros em topografia. Coordenar trabalhos topográficos de campo. Interpretar plantas topográficas planialtimétricos. Utilizar adequadamente instrumental topográfico para planimetria e altimetria. PROGRAMA Objetivos Interpretar e representar a superfície topográfica como recurso auxiliar na construção civil. Avaliar o grau de precisão necessário nos trabalhos topográfico para os fins específicos da construção civil. .47 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Topografia Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 1o CargaHorária: 80 h/a EMENTA A disciplina Topografia proporciona ao Tecnólogo condições de representar e interpretar a representação tridimensional de terrenos. Efetuar desenho topográfico em prancheta ou computador. cálculos e desenho topográfico. 2) Medidas topográficas. Utilizar as ferramentas básicas de um software topográfico. Conteúdos 1) Conceitos básicos em topografia. escalas. Realizar trabalhos topográficos de campo.

1977. Vol. José Aníbal. São Paulo/SP. Topografia. Relatórios de trabalhos práticos. 1984. Gilberto José. São Paulo/SP. níveis eletrônicos. Trabalhos topográficos elementares realizados em grupo. Ed. 1992.48 4) Goniometria. divisão e demarcação. UFV. José Aníbal. Gertrudes C. COMASTRI. 5) Levantamentos e locações planimétricas. GARCIA. 1. 9) Perfis e curvas de nível. Alberto de Campos. Topografia: altimetria. Topografia. Topografia: aplicada às ciências agrárias. Rocha. Bibliografia básica BORGES. Edgar Blücher. 1990. . Topografia aplicada: medição. Viçosa/MG. Vol. RODRIGUES. Ed. Avaliação Provas escritas e provas práticas com instrumentos. Ed. 7) Noções sobre o Sistema UTM. 1990. UFV. 2ª edição. 5ª edição. Solução de problemas. José Carlos. Viçosa/MG. Rio de Janeiro/RJ. São Paulo/SP. PIEDADE. Livros Técnicos e Científicos. 6) Avaliação de áreas. 2. 10) Estações totais. receptores GPS e noções sobre software topográfico. Edgar Blücher. Alberto de Campos. Nobel. Topografia. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas práticas. 1979. Bibliografia complementar BORGES. 8) Altimetria: nivelamento geométrico e taqueométrico. COMASTRI. seminários e exposição participada.

utilizar normas técnicas nas especificações. 3) Normas técnicas. Conteúdos 1) Generalidades sobre materiais de construção. PROGRAMA Objetivos Conhecer os fundamentos da geologia e os princípios de formação da terra. recebimento e aplicação dos materiais de construção e analisar. 5) Pedras naturais. 4) Propriedades dos materiais. . conhecer os materiais de construção e as pedras naturais. 8) Madeira.49 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Materiais de Construção Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 1o CargaHorária: 80 h/a EMENTA A disciplina Materiais de Construção se propõe a estudar os materiais mais utilizados na construção civil. classificar e indicar as aplicações dos materiais de construção. 9) Materiais Metálicos. 6) Agregados 7) Aglomerantes. 2) Introdução à geologia. analisando suas características físicas e químicas.

Universitária de Goiás – Goiânia – GO. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas teóricas expositivas. Livros Técnicos e Científicos Editora. II. 5ª edição. Rio de Janeiro/RJ. relatório de visita técnica e trabalhos de pesquisa. 13) Impermeabilizantes. Vol. Petrucci. 12) Materiais Betuminosos. Eládio – Materiais de construção – Editora Globo PA-RS – 1975. 5ª edição. Vol. Avaliação Avaliação teórica escritas. I. Bibliografia complementar Verçosa. Bibliografia básica Bauer. José Dafico – Materiais de construção – Ed. 1 e 2 – Editora Meridional – PA – RS.50 10) Produtos cerâmicos. Luiz Alfredo F. aulas práticas de laboratório e de campo. Luiz Alfredo F. 1994. 11) Polímeros. Rio de Janeiro/RJ. Materiais de construção. visitas técnicas e palestras. Bauer. Enio José – Materiais de construção – vol. Livros Técnicos e Científicos Editora. Materiais de construção. relatório de aulas práticas de laboratório e de campo. 1994. . Alves. 14) Vidros.

dos parágrafos e das demais partes do texto. • • • recuperar a intenção comunicativa em resenha. com ênfase em aspectos organizacionais do texto escrito de natureza técnica científica e/ou acadêmica. avaliar textos/trechos representativos dos gêneros supracitados. PROGRAMA DE DISCIPLINA Objetivos Quanto à leitura de textos de natureza técnica. reconhecer as diversas formas de citação do discurso alheio e avaliar-lhes a pertinência no co-texto em que se encontram.51 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Leitura e Produção de Textos Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 2º CargaHorária: 60 h/a Ementa Textualidade. relatório e artigo científico. relatório e artigo científico. • reconhecer traços configuradores de gêneros técnicos. da resenha. científica e/ou acadêmica. descrever a progressão discursiva em resenha. científica e/ou acadêmica: • identificar marcas estilísticas caracterizadoras da linguagem técnica. do relatório e do artigo científico). • • utilizar-se de estratégias de sumarização. considerando a articulação coerente dos elementos lingüísticos. a . científicos e/ou acadêmicos (especialmente do resumo.

científicos e/ou acadêmicos. citar o discurso alheio de forma pertinente e de acordo com as convenções da ABNT.Organização do texto escrito de natureza técnica. parágrafos e outras partes do texto) com elementos coesivos a fim de que o leitor possa recuperá-la com maior facilidade. e a eficácia comunicativa. relatório e artigo científico conforme diretrizes expostas na disciplina. indireto. os juízos de valor. • produzir resumo.Discurso alheio no texto escrito de natureza técnica. a adequação às convenções da ABNT. parágrafos e outras partes do texto. Quanto à produção de textos escritos de natureza técnica.Gêneros técnicos. estratégias de pessoalização e de impessoalização da linguagem. científica e/ou acadêmica. convenções da ABNT para as citações do discurso alheio. modalização em discurso segundo a ilha textual. utilizar-se de estratégias de pessoalização e impessoalização da linguagem. 3. 2. científica e/ou acadêmica. relatório e artigo científico: estrutura composicional e estilo. reflexos da imagem do autor e do leitor na escritura em função da cena enunciativa. . sinalizar a progressão discursiva (entre frases. sinalização da progressão discursiva entre frases. formas básicas de citação do discurso alheio: discurso direto. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos • Aula dialogada. Conteúdos 1. científicos e/ou acadêmicos: resumo. discussão e exercícios com o auxílio das diversas tecnologias da comunicação e da informação.Estratégias de sumarização 4.52 pertinência das informações. resenha. leitura dirigida. científica e/ou acadêmica: • • • • expressar-se em estilo adequado aos gêneros técnicos. resenha. científica e/ou acadêmica: características da linguagem técnica.

Bibliografia básica do aluno Apostilas elaboradas pelos professores. _____. J. Rio de Janeiro: Lucerna. Normas da ABNT comentadas para trabalhos científicos. 1999. 2002. 2004. individuais e em grupo. 2004. 2001. BECHARA. Planejar gêneros acadêmicos.. ISLANDAR. ed. FIGUEIREDO. (Coord. 2005. A redação pelo parágrafo. A. São Paulo: Parábola Editorial. 5. Resumo. Resenha. São Paulo: Parábola Editorial. A.H do C. O prazer da produção científica: diretrizes para a elaboração de trabalhos científicos. 2003. M. Tecendo textos. Fundamentos de metodologia científica. I. L.I. construindo experiências. São Paulo: Martins Fontes. 2002. MARCONI. São Paulo: Parábola Editorial. ed. São Paulo: Hagnos. . 2003. GARCEZ. LAKATOS.R. 2. B. 10. de. DIONÍSIO. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Lucerna. Técnica de redação: o que é preciso saber para bem escrever. Bibliografia complementar do aluno AZEVEDO.). ed. 2001. E. L.). 2002. (Orgs. Rio de Janeiro. Brasília: Editora Universidade de Brasília. Curitiba: Juruá. São Paulo: Atlas. M. Gramática escolar da língua portuguesa. M. 2004.. Bibliografia básica do professor ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS: NBR 6023: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. E.C. BEZERRA. _____. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS: NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. de S. de A.P. MACHADO.53 Avaliação • Contínua por meio de atividades orais e escritas.

São Paulo: Contexto. Comunicação nos textos. Caxias do Sul. DISCINI.. 16. (Língua [gem]. Manual de resumos e comunicações científicas. 2003. ZANOTTO.. A. São Paulo: Contexto. São Paulo: Parábola Editorial. D. (Orgs. _____. L. Manual de artigos científicos. 2000. 2004. N. J. RS: Educar. 2001.H. Análise de textos de comunicação. Rio de Janeiro: Lucerna.L. São Paulo: UNESP. E-mail e carta comercial: estudo contrastivo de gênero textual. São Paulo: Contexto. ed. _____.. SAUTCHUCK. 2005. 2003. do A. 2002. 2002. BONINI. . M. A Coesão textual. _____. KOCH. A.L. 2004. 2005. São Paulo: Contexto. A produção dialógica do texto escrito: um diálogo entre escritor e leitor interno. São Paulo: Avercamp. 2005.).C. 2004. MOTTA-ROTH. 2005.54 _____. DIONÍSIO. N. São Paulo: Avercamp. Desvendando os segredos do texto. Gêneros textuais. 19. I. HOFFNAGEL. debates. Gêneros: teorias. métodos.V. A Coerência Textual. São Paulo: Martins Fontes. São Paulo: Cortez. NEVES. São Paulo: Codes. H. (Orgs. Gêneros textuais e ensino. 14).).H. Gramática de usos de português.M. TRAVAGLIA. Guia de uso do português: confrontando regras e usos. 2005. São Paulo: UNESP.M. M. GONÇALVES. NEVES. MEURER. ed.C. J. D.L. I. MAINGUENEAU. tipificação e interação. Rio de Janeiro: Lucerna.

). projeto e relatórios de pesquisa. Pesquisa. • Conhecer as etapas formais de elaboração e apresentação de trabalhos científicos. Etapas formais para elaboração de trabalhos acadêmicos (fichamentos. Carga60h/a Horária: Período 2º Letivo: PROGRAMA DE DISCIPLINA Objetivos GERAL: Compreender os aspectos teóricos e práticos referentes à elaboração de trabalhos científicos. Normas Técnicas de Trabalhos científicos. classificação e divisão da ciência. enfatizando a importância do saber científico no processo de produção do conhecimento. pesquisa: conceito. resumos. monografias. resenhas. trabalhos acadêmicos: tipos. características e diretrizes para elaboração. . tipos e finalidade. conceito de ciência. conhecimento e pesquisa. • Saber usar as Normas Técnicas de Trabalhos Científicos. ciência e conhecimento científico: tipos de conhecimento. métodos científicos: conceito e críticas. Ciência. • Planejar e elaborar trabalhos científicos Conteúdos • • • • • • • • Sistematização das atividades acadêmicas. Conceito e função da metodologia científica. relatórios. Desenvolvimento histórico do método científico. ESPECÍFICOS: • Conhecer os fundamentos da ciência.55 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Curso(s) em que é oferecida: Metodologia do Trabalho Científico Tecnologia em Construção de Edifícios Ementa Leitura e análise de textos. • Ter capacidade de planejamento e execução de trabalhos científicos. A documentação como método de estudo. • Utilizar diferentes métodos de estudo e pesquisa.

discussão em grupos com uso de algumas técnicas de ensino e debates em sala. NBR 14724: Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Eva Maria. estudos dirigidos. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Atlas. ISKANDAR.). São Paulo : Pearson Makron Books. In: A construção do saber: manual de metodologia e pesquisa em ciências humanas. Convite à filosofia. LAVILLE. 1995. Ática. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. São Paulo: Atlas. Rio de Janeiro. resenhas. 2004. Avaliação Será realizada através da participação e da avaliação dos trabalhos propostos escritos individuais e em grupos e da produção de trabalhos acadêmicos (resumos. projetos de pesquisa.. Lori Alice. Introdução à pesquisa: projetos e relatórios. de Souza. 1999. 2002. . 2003.. CHAUI. MARCONI. SEVERINO. Bibliografia básica ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 5. 2002.. Jamil Ibrahim. LAVILLE. Métodos e técnicas da pesquisa social. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 1999. GIL. A pesquisa científica hoje. Porto Alegre: ArTmed. Rio de Janeiro. São Paulo: Cortez. Chistian e Jean Dionne.56 Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas dialogadas acompanhadas da realização de trabalhos práticos em sala de aula. São Paulo: Ed. 2002. In: A construção do saber: manual de metodologia e pesquisa em ciências humanas. Metodologia científica. Rio de Janeiro.ed. 2. Chistian e Jean Dionne. Marina de Andrade. . Antônio Carlos. NBR 10520: Informação e documentação: apresentação de citações em documentos. Aidil da Silveira. Marilena. FEHFELD. GRESSLER. Metodologia do trabalho científico. LAKATOS.ed. O nascimento do saber científico. 1999. Porto Alegre: ArTmed. 2000. Bibliografia complementar BARROS. relatório. Normas da ABNT: comentadas para trabalhos científicos. São Paulo: Loyola. 4. Neide A. 2002. Antonio Joaquim. ed. NBR 6023: Informação e documentação: Referências – Elaboração.

velocidade. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Cálculo Diferencial e Integral l Curso(s) em que é oferecida: Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 2º Carga. áreas e volumes. formas geométricas definidas por equações que não obedecem as formas geométricas simples. 2005. Ângelo Domingos.ed. 2002. Métodos e técnicas de pesquisa bibliográfica. aceleração. empregos de integrais. problemas do meio ambiente com emprego de limites. 7. Porto Alegre: Sulina.80 Horária: h/a EMENTA Funções com variações elevadas. PROGRAMA Objetivos . SALVADOR. taxas de variação das grandezas com emprego das derivadas. formas geométricas simples e definidas.57 Curitiba: Juruá. derivadas e integrais.

Derivada de uma soma de funções 2. .3 – Derivada de um quociente entre 2 funções .5.5.6 – Limites Notáveis 1. .2 – Limite de uma função identidade 1.3. aceleração e outras grandezas físicas.4 .2 – Derivada de uma função constante 2. taxa de variação das grandezas com emprego das derivadas. limite de uma função racional 1.4 – Regras de derivação 2.1 .1 – Conceito 1.4.3 – Limite de uma soma de funções 1.3.Limites no Infinito 1. Conteúdos 1 – LIMITES 1.3 – Propriedades 2. bem como formas geométricas definidas por equações que não obedecem as formas geométricas simples.1 – Derivada de uma potencia 2.3.3.3.Calcular velocidade.1 – Limite de uma função constante 1.2 – Propriedades 1.4.2 – Propriedades: limite de um polinômio.5 – Limites Infinitos 1.1 – Limite exponencial fundamental 1.1 – Conceito 1.3. derivadas e integrais.2 – Derivada de um produto de funções 2.4.3.4 – Limite da diferença entre 2 funções 1.Solucionar situações envolvendo problemas do meio ambiente com emprego de limites.4.4.1 – Conceito Geral 1.4.3.6.3 – Propriedades 1.2 – Limites Laterais 1.4.Utilizar os limites na solução de problemas envolvendo funções com variações elevadas .3.1 – Conceito geral 2.6.2 – Fórmula geral 2.58 .3 – Significado físico 2.4.5 – Limite do produto de funções 1.2 – Limite trigonométrico fundamental 2 – DERIVADAS 2.Calcular áreas e volumes com contornos que obedecem as formas geométricas simples.6 – Limite do quociente entre 2 funções 1.

4 – Derivada da função arco cotangente 2.1 – Derivada da função seno 2.7.5 – Derivada da função arco secante 2.5 – Derivada da função secante 2.7. Michael A.3 – Equações diferenciadas 3.3 – Derivada da função tangente 2.5 – Derivada de uma função composta 2. .5 – Integrais definidas 3.8 – Derivadas das funções trigonométricas inversas 2.10 – Aplicações práticas 2.7.59 2. demonstrativos das aplicações.6 – Derivada da função arco cossecante 2.8. Bibliografia básica Cálculo I – Funções de uma variável – ÁVILA.2 – Integrais indefinidas 3.6 – Derivada da função cossecante 2.2 – Derivada da função arco cosseno 2.7 – Derivadas trigonométricas 2.7. TOPPER.8.8. visitas a sistemas de água e esgoto. Avaliação Provas.11 – Máximos e mínimos e aplicações praticas 3 – INTEGRAÇÃO 3.7.6 – Aplicações das integrais definidas Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas teóricas.1 – Conceito geral 3.4 – Derivada da função cotangente 2.8. DALE. Cálculo Técnico – EWEN.4 – Aplicações das integrais indefinidas 3.3 – Derivada da função arco tangente 2. resolução de exercícios.9 – Derivadas sucessivas 2.8.8. GSS. trabalhos individuais.1 – Derivada da função arco seno 2.2 – Derivada da função cosseno 2.7.6 – Taxas de variação 2.

a aplicação e o controle tecnológico de argamassas e . controle de qualidade e aspectos técnicos da fabricação e aplicação de argamassas e concretos. PROGRAMA Objetivos Planejar e gerenciar a fabricação. Antônio Ferreira. terminologia. normas técnicas. GSS. generalidades. Bibliografia complementar CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Argamassas e Concretos Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 2o CargaHorária: 80 h/a EMENTA Definições.60 Cálculo II – Funções de uma variável – ÁVILA. Noções de Integrais – SANTANA.

Conteúdos 01) Definições e generalidades sobre argamassas e concretos. 11) Aplicação de normas técnicas na fabricação e aplicação das argamassas e concretos. Avaliação Avaliação teórica. 08) Ensaios de laboratório e de campo em concreto. Eládio – Materiais de construção – Editora Globo PA-RS – 1975. 10) Controle tecnológico de concreto. 02) Materiais constituintes das argamassas. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas. Bibliografia complementar Verçosa. . Materiais de construção. 1994. visitas técnicas e palestras. I. Luiz Alfredo F. Livros Técnicos e Científicos Editora. 1994. 06) Materiais constituintes do concreto. 03) Tipos e propriedades das argamassas. Rio de Janeiro/RJ. Bauer. 5ª edição. 07) Tipos e propriedades dos concretos. 09) Aplicações dos concretos. Livros Técnicos e Científicos Editora. relatório de visita técnica e trabalhos de pesquisa. aulas práticas de laboratório e de campo. Vol. Materiais de construção. relatório de aulas práticas de laboratório e de campo. 05) Aplicação das argamassas. 04) Ensaios de laboratório com argamassas. Luiz Alfredo F. Petrucci. Enio José – Materiais de construção – vol. Rio de Janeiro/RJ. II. 5ª edição. Vol. Bibliografia básica Bauer. 1 e 2 – Editora Meridional – PA – RS.61 concretos.

Editora PINI – SP Helene. Aplicar as convenções.K e Monteiro J.62 Alves.I – Manual de argamassa e revestimentos. Desenvolver desenho projetos arquitetônicos para edificações de dois ou mais pavimentos utilizando ferramentas computacionais bidimensional utilizando o software AutoCAD. Editora PINI . J. Paulo R. as simbologias e as .Concreto.M. propriedades e materiais. José Dafico – Materiais de construção – Ed.S.SP CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Desenho Arquitetônico Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 2o CargaHorária: 100 h/a EMENTA PROGRAMA Objetivos Desenvolver desenho de projetos arquitetônicos para edificações de um pavimento utilizando ferramentas convencionais. Editora PINI – SP Mehta P. .L e Terzian. Fiorito. estrutura. Universitária de Goiás – Goiânia – GO. Paulo – Manual de dosagem e controle do concret.

fachadas. plantas de situação. Conteúdos 1) O desenho no contexto do Projeto Arquitetônico e da Construção Predial. cortes.63 normas técnicas na execução de desenhos arquitetônicos. Desenvolver desenho de projetos arquitetônicos utilizando ferramentas computacionais. Meios de representação (Planta baixa. 3. 2. locação e de cobertura). 8) Desenho Arquitetônico convencional a grafite sobre papel fosco: desenvolvimento de desenhos de projetos arquitetônicos para edificações de um pavimento: 1. 7. plantas de situação. Estudo preliminar (esboço. cortes. 6. fachadas. 3) Convenções. 2. 4. 4) Escalas de representação gráfica. plantas de situação. desenvolvimento de alternativas para o cliente). Anteprojeto (projeto para aprovação do cliente). cortes. 7) Partes integrantes de um Projeto de Arquitetura (Planta baixa. Acompanhar a execução de obras. fachadas. desenvolvimento de alternativas para o cliente). Projeto definitivo computacional bidimensional utilizando o software AutoCAD. Executar cadastramento de edifícios. Estudo do software AutoCAD. 10) Dimensionamento de escadas e rampas. 4. Projeto definitivo à grafite sobre papel fosco. Anteprojeto (projeto para aprovação do cliente). 3. locação e de cobertura). 2) Uso e manutenção dos instrumentos convencionais e computacionais de desenho. Analisar a correlação do projeto arquitetônico com os demais projetos da Construção Civil. Introdução ao estudo do Desenho Arquitetônico Assistido por Computador (DAAC). Estudo preliminar (esboço. Meios de representação (Planta baixa. locação e de cobertura). simbologias e as normas técnicas do Desenho Arquitetônico. 5. 5) Formatos e diagramação de pranchas de Desenho Arquitetônico. Introdução ao estudo dos Sistemas CAD. verificando a sua conformidade com as prescrições do projeto arquitetônico. 9) Desenho Arquitetônico computacional bidimensional utilizando o software AutoCAD: desenvolvimento de desenhos de projetos arquitetônicos para edificações de dois ou mais pavimentos: 1. 6) Etapas de desenvolvimento de projetos arquitetônicos. .

2003. Não haverá a prova final por se tratar de uma disciplina com trabalho desenvolvido em oficina. Apostilha. Demonstração com instrumentos de desenho. Gildo A.consultas. São Paulo: Edgard Blücher ltda. Desenho Arquitetônico. 1999. Cláudia Régia Gomes. Juarez Alves. integrados a disciplinas correlatas. BORGES. Setembro. Ed. estudos e pesquisas científicas . Aldan Nóbrega. será desenvolvida a representação gráfica bidimensional um projeto arquitetônico de uma edificação com mais de um pavimento empregando a ferramenta computacional com o software Auto CAD for Windows. Acompanhamento às aulas de campo de disciplinas correlatas. AutoCAD (Básico). individuais ou em grupo. TORRES.desenvolvidas em sala-de-aula ou como atividade extra-classe. MONTENEGRO.64 11) Técnicas de cadastramento arquitetônico. podendo ser individuais ou em grupo. 12) Noções de acessibilidade para portadores de dificuldades de locomoção. TAVARES. Avaliação A avaliação será considerada como um instrumento norteador das ações pedagógicas. conforme projeto do curso. Roquemar de Lima. Orientação para o desenvolvimento de trabalhos ou projetos. qualitativo e quantitativo. . O processo de avaliação será contínuo. Érica. Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte – CEFET-RN. Orientação para o desenvolvimento de pesquisas . AutoCAD 2000: utilizando totalmente. Natal -RN. Seminários de conhecimento teórico-práticos adquiridos extraclasse. Apresentação de vídeos. Utilização de maquetes de corpos sólidos e de Edificações. no segundo bimestre. 13) Noções de análise de Projetos em execução. Bibliografia básica BALDAN. 1987. cujo processo constará da produção de desenhos arquitetônicos utilizando-se os instrumentos convencionais do desenho no primeiro bimestre e. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas. empregando quadro de giz ou magnético e projetor multimídia.

com/themsfx/destec. Apostila impressa em computador.ABNT / SENAI.Sistemas de Representação. 1992.Arquitetura. Makron Books. NBR 6. Geometria Gráfica Tridimensional . Hemus. ed. Acessado em 17/10/2003. Telecurso 2000. 1979.geocities.futuro.usp. Mário Duarte. 1980. URL: http://www.org. Coletânea de Normas de Desenho Técnico. Thomas Ewing e Charles J. Acessado em 28/10/2001 PINHEIRO. A. Universitária . São Paulo. COSTA. AutoCAD 2000. URL: http://www. Tradução da 21a edição alemã. NBR 13. L. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. Gustavo Gili do Brasil S. Elaboração de Projetos de Edificações . ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS .htm. Tradução: LIMA. Joel. 1990. CARVALHO. 22a edição. 1994. Apostila impressa em computador. Globo. Frank R. MAKRON BOOKS. SILVA. Ed. Leonardo T. Alcy P. vol. 432p. 2a edição. Mário Duarte.html.pt/modulform/modulos/c5. Homero Jorge Matos de. . Rio de Janeiro: Ao livro Técnico. LEME.ABNT.bibvirt.abnt. São Paulo. 1. DESENHO TÉCNICO. Regina Maria. VIEIRA.br. Norberto de Paula.65 OBERG. URL: http://www. Viercr.. Cobertas.UFPE. 2. vol. reta e plano.htm.ABNT. NOÇÕES BÁSICAS: DESENHO TÉCNICO. Alcy P. URL: http://www. Acessado em 28/10/2001 FRENCH. São Paulo. Acessado em 17/10/2003. José Roberto de Godoy. Karise Lorena Carmo Barbosa Pinheiro. 11/1995.492. DAGOSTINO. 1964. São Paulo. de A. URL: http://www. Geometria Gráfica Tridimensional.532. Curso de Desenho Perspectivo. Representação de Projetos de Arquitetura. VIDAL. 220p. ed.isq. Desenho Assistido por . Bibliografia complementar ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS . Universitária . Arte de projetar em Arquitetura. Desenho arquitetônico contemporâneo. Homero Jorge Matos de. 8a edição. SENAI-DTE-DMD. 2a edição. VIEIRA.br/acervo/matdidat/tc2000/tecnico/des_tecnico/des_tecnico. Desenho Arquitetônico.org. AutoCAD 2000 Passo a Passo Lite.br. 1992. COSTA. Juazeiro do Norte. 1999. São Paulo: ed.UFPE. Acessado em 28/10/2001. Núcleo Técnico e Editorial. NEUFET. Ernest. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS . 04/1994.Ponto. 2001. João Pessoa. Ed.abnt. FERREIRA. 2a edição. de A. CARVALHO.

Editora Universitária.ufsc. Ao Livro técnico. Mossoró -RN. VIRGÍLIO. 1983. vol 1. Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte – CEFET-RN. 34a edição. Apostilha. 51 p. 2002. Noções de Geometria Descritiva. Apostilha.cce. Apostilha. Emile. 1. . Nobel. Natal -RN. 5a edição. 1984. João Pessoa. PRÍNCIPE Jr. Cláudia Régia Gomes.br/~souza/caligrafiatecnica. Curso de AutoCAD. Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte – CEFET-RN. Athaíde. São Paulo: ed. Noções de Geometria Descritiva. RJ: ed. vol. SOUZA. 2002. 1988.htm. Acessado em 28/10/2001 TAVARES. Alfredo dos Reis. Dimensionamento em Arquitetura. Antônio Carlos de.66 computador. UFPb. PRONK. Caligrafia Técnica EGR 5604 e 5616. http://www.

Conhecer as tensões e . Conhecer as forças da natureza e compreender as leis de Newton. Entender o princípio da conservação da energia mecânica. potência.67 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Física Aplicada Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 2o CargaHorária: 60 h/a EMENTA O curso propõe a compreensão das leis que regem os movimentos da natureza. Aplicar as condições de equilíbrio dinâmico.. Entender a dinâmica dos fluidos propiciando melhor compreensão no estudo da hidráulica e suas diversas aplicações. energia. PROGRAMA Objetivos Entender as leis que regem os movimentos da Natureza a fim de propor melhor compreensão no estudo de forças internas e externas no equilíbrio das estruturas. Conhecer as várias formas de energia e seu princípio de conservação. entender o princípio de conservação dos movimentos lineares e angulares a fim de compreender o equilíbrio estático e dinâmico das estruturas físicas. Definir o centro de gravidade de figuras de superfície. Entender o equilíbrio energético da Natureza para compreender melhor as formas alternativas de energia e suas influências no aspecto ambiental. Definir e conceituar aceleração linear média e instantânea. Conceituar grandezas tais como: trabalho. através da cinemática vetorial e as leis de Newton. Calcular o centro de gravidade e movimento de inércia de figuras de superfícies e curvas e a aplicação do teorema de Papu-Goldiw. Definir e conceituar aceleração angular média e instantânea. Compreender o princípio da conservação do momento linear e angular.

5) Aplicação das leis de Newton. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas teóricas. Conhecer os princípios da hidráulica. 10) Rotação. 8) Sistemas de partículas. força e atrito. Trabalhos e exercícios. Seminários e apresentações. Equilíbrio Estático. 11) Conservação do momento Angular. 2) Cinemática. 3) Movimento em duas e em três dimensões. . Paul A. Física. Debates. Conhecer a lei dos gases ideais. vol 01. Mecânica para cientistas e engenheiros. Entender o princípio da máquina de Carnot. 1999. Conhecer e aplicar as leis da termodinâmica. 4) As leis de Newton. Livros Técnicos e Científicos Editora. Relatórios. Testes. teorema do giro paralelo. 14) Teorema de Papus-Goldin. discussões de temas. 12) Centro de gravidade. Trabalhos e apresentações. 7) Conservação de Energia. 9) Conservação do momento. 13) Momento de inércia. São Paulo/SP. Conteúdos 1) Introdução. Prova escrita.. Conhecer as escalas de temperatura e suas correlações. Aulas práticas laboratoriais. 6) Trabalho e Energia. Bibliografia básica TIPLER.68 deformações dos corpos. Avaliação Exercícios.

Beer. São Paulo/SP. Edward J. RESNICK. Makron Books do Brasil Editora Ltda. Livros Técnicos e Científicos Editora. Jearl. 1972. 6ª Edição. 2002. Vol. São Paulo/SP. FERDINAND. Fundamentos de Física – Mecânica. I. I. Física – Um Curso Universitário. Robert e WALKER. HALLIDAY. David. Marcelo e FINN. P. . Editora Edgard Blücher.69 Bibliografia complementar ALONSO. 1999. Mecânica Vetorial para Engenheiros. 6ª Edição. Vol. Mecânica. São Paulo/SP .

Determinar a composição e a fórmula dos compostos químicos através do cálculo estequiométrico. Entender a diferença entre precisão e confiabilidade. Identificar as estruturas geométricas para as moléculas químicas. suas propriedades e aplicações na Engenharia Civil. Estabelecer. Calcular a carga formal para as espécies químicas presentes nos compostos químicos. relações entre elementos químicos e identificar o tipo de ligação ocorrida entre os mesmos. Identificar as leis históricas da estequiometria e suas relações básicas. suas propriedades e aplicações.70 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Química dos Materiais Professor (a): Djeson Mateus Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 2o CargaHorária: 80 h/a EMENTA PROGRAMA Objetivos 1. Construir estruturas de octeto completo. Relacionar os tipos de ensaios. Conhecer a matéria prima básica dos produtos cerâmicos. exatidão e número exato. Identificar os principais produtos derivados da Cal. Determinar nas estruturas de octeto completo: os pares de valência. Compreender a importância dos algarismos significativos numa medida. de ligação e isolados. Entender e identificar os tipos de corrosão em armaduras. Identificar os ambientes agressivos e as formas de proteção às armaduras. incompleto e expandido e de ressonância magnética para os compostos químicos correspondentes. teoricamente. Conteúdos . Descrever de forma sucinta a evolução das teorias atômicas. Diferenciar os sistemas de medidas de grandezas e suas respectivas unidades. inspeções e reparos em concreto armado deteriorado. Descrever os métodos de determinação dos pesos atômicos e moleculares. Seqüenciar as etapas da investigação científica.

1 e 2. RUSSEL. Bibliografia básica 4. Editora Guanabara Dois S. 11) Produtos cerâmicos. 8) Estequiometria química. Um Curso Universitário. BRINK JR. MAHAN. 7. Bibliografia complementar . 8. São Paulo: Makron Books. B. J. Leitura orientada individual e coletiva. Química Geral. 2) Sistemas e unidades de medidas. Participação em seminários e em atividades de sala de aula. 5. 6) Leis históricas da estequiometria. 10) Corrosão em armaduras. 1980. 7) Composição e fórmulas químicas.A. NORRIS. 9) Valência e ligações químicas. 12) A cal: Fundamentos e Aplicações na Engenharia Civil. JOSEPH A. SHREVE. Rio de Janeiro. Estudo e pesquisa orientados. 4ª Ed.71 1) O método científico. Relatórios de aulas práticas. Química. 5) Determinação das massas atômicas e moleculares. 6. 4) A matéria e suas propriedades. Indústrias de Processos Químicos. Avaliação teórica individual e em grupo. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas. Visitas técnicas Avaliação 2. R. São Paulo: Edgar Blucher. 1991. 3. Seminários. 3) Evolução das teorias atômicas. H. 1994. Vol.

JEROME LAIB. LAWRENCE M. Química Geral. 8th ed. CARMEN.72 9. 15. 1978. 1992. São Paulo. A cal: Fundamentos e Aplicações na Engenharia Civil. PINI – Editora. PÉRSIO DE SOUZA. 2ª Ed. GUIMARÃES. Coleção Schaum. 11. McGraw-Hill. Editora Edgard Blücher Ltda. G. Materiais de Construção. Pini Editora. BRADY. MAYOR GONZALEZ. Livros Técnicos e Científicos. Schaum’s Outline of Theory and Problems of College Chemistry. SANTOS. São Paulo.A. 1997. São Paulo. Manual para Diagnóstico de Obras Deterioradas por Corrosão de Armaduras. 12. 1. E. EPSTEIN. São Paulo. GERARDO. 1ª Ed. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Estatística Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 2o CargaHorária: 40 h/a . 1983. Ltda.. 14.. ANDRADE. 1997. 10. JOSÉ EPITÁCIO PASSOS. ROSENBERG. Rio de Janeiro: S. Vol. Editora Mc Graw-Hill do Brasil. HUMINSTON. E. 1989. Ciência e Tecnologia de Argilas. 13. 16.

Reconhecer e utilizar adequadamente os símbolos. fazendo estimativas. separatrizes. elaborando hipóteses e interpretando resultados na resolução de situaçõesproblema propostas. Compreender os conhecimentos científico e tecnológico como resultados de uma construção humana. argumentar e posicionar-se criticamente em relação a temas de ciência e tecnologia. Transformar em tabelas e gráficos algumas situações dadas em linguagem discursiva. desvio padrão. representar dados e utilizar adequadamente as ferramentas estatísticas. inseridos em um processo histórico e social. Reconhecer. apresentando idéias. gráficos. etc.73 EMENTA PROGRAMA Objetivos Reconhecer e avaliar o caráter ético dos conhecimentos científico e tecnológico e utilizar esses conhecimentos. amostragem. moda e separatrizes. Medidas de tendência central e de posição: Média. Conteúdos 1) Definições e conceitos estatísticos básicos: Variável. sistemas naturais ou sistemas tecnológicos). utilizando ferramentas da Estatística. sendo capaz de analisar e julgar cálculos efetuados sobre os dados apresentados – medidas tais como médias ou outra medida de concentração (ou tendência central). solucionando problemas. Selecionar e utilizar instrumentos de medição e de cálculo. 2) Organização de dados: listas. fórmulas e vocabulário da linguagem matemática e científica inerentes do estudo da Estatística. mediana. medidas de assimetria. tabelas e desenvolvendo cálculos numéricos – enviando ou solicitando informações. Medidas de dispersão: amplitude. 3) Distribuição de freqüência: construção e elementos. desvio padrão ou outra medida de dispersão. quadros. tabelas e gráficos. interpretar e propor modelos para situações-problema (fenômenos. . variância. Compreender a ciência e a tecnologia como partes da cultura contemporânea. Expressar-se com clareza utilizando a linguagem estatística – elaborando textos. amostra e população. medidas de curtose ou probabilidades. utilizar. censo. Ler e analisar diferentes tipos de textos com informações apresentadas em linguagem estatística ou que envolvam dados organizados em tabelas e gráficos. Analisar.

TRIOLA. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. Lourenço Filho]. Aulas dinâmicas com trabalho em grupo (envolvendo pesquisa sobre características da própria turma. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas com apoio de material impresso (apostila. 7ª edição. São Paulo: Atlas. Livros Técnicos e Científicos S. São Paulo: Saraiva.74 coeficiente de variação. Estatística.1987. Introdução à estatística. Estatística fácil. 1981. por exemplo. Bibliografia complementar AZEVEDO. São Paulo: Edgar Blücher. [Tradução: Ruy C. 5ª edição. Distribuições Contínuas. Paul L. 2003. . 1997. Amílcar Gomes de. B. Rio de Janeiro.A. [Tradução: José Luiz Celeste]. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. Bibliografia básica CRESPO. Edição]. Neufeld. 6ª edição. Curso de Estatística. Estatística aplicada à administração usando Excel. 1999. texto auxiliar ou lista de exercícios). Distribuições de probabilidade. MILONE. Medidas de Curtose. MEYER. Avaliação Avaliação através do desempenho dos alunos nas atividades individuais (prova escrita) e nas desenvolvidas em grupo (pesquisas em grupos de 3 ou 4 alunos ou resolução de testes em dupla). COSTA NETO. Distribuição Binomial. John L. Estatística básica: curso de ciências humanas e de educação. Distribuição Normal.. Mario F. 4) Probabilidade. Distribuições discretas. 5) Correlação e regressão. FONSECA. São Paulo: Prentice Hall. 1996. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. Giuseppe. 2004. Medidas de assimetria. 1977. Antonio Arnot. Gilberto de Andrade. Estatística: geral e aplicada. para aplicação dos conceitos básicos e identificação das várias etapas do método estatístico). Jairo Simon da & MARTINS. Pedro Luís de Oliveira. Probabilidade: aplicações à estatística. [5ª.

Estatística: introdução ilustrada. Estatística básica. VIEIRA. [2ª. São Paulo: Atlas. Ivo Izidoro. 1986. Sônia. Geraldo Luciano & OVALE. Edição] São Paulo: Atlas.75 TOLEDO. . 1985.

4) Plano Diretor. regulamentações e códigos aplicados na construção civil.76 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Legislação da Construção Civil Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 3o CargaHorária: 40 h/a EMENTA Conhecimento das regras jurídicas urbanísticas e das normas de segurança no trabalho aplicadas a realização de uma obra. PROGRAMA Objetivos Aplicar a legislação urbanística em projetos e sua execução. executar e acompanhar. conforme a legislação vigente. Decretos sobre o uso do solo ( Federal. Relacionar as normas. conforme a legislação urbana vigente. Estadual e Municipal). . Orientar e utilizar as normas de segurança na obra. Utilizar a legislação de segurança no trabalho. regulamentações e códigos aplicados na construção civil. Fiscalizar a execução de construções com base na legislação urbana. Identificar as normas. 2) Leis. 5) Código de Obra. Conteúdos 1) Constituição Federal. Acompanhar a execução de construções. 3) Estatuto da cidade. Elaborar.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas Expositivas dialogadas. Seminários.77 6) Normas de Segurança no Trabalho. Bibliografia básica Plano Diretor de Natal Código de Obras de Natal Bibliografia complementar Coletânea da Legislação Ambiental do Município de Natal (organizado por Marise Costa de Souza Duarte) . Trabalhos de pesquisa com apresentação em Seminário. Palestras. Avaliação Provas Escritas.

Taxa Real ou Efetiva. sistema de amortização de empréstimo. Conteúdos 1) Elementos de matemática financeira: Percentagem. Taxa Nominal. Impostos. Taxa Equivalente. tabelas e calculadoras. PROGRAMA Objetivos Executar análises econômicas de projetos para tomada de decisões. Regime de Juros (simples e compostos). Inflação. Juros. Financiamento: Empréstimo. 3) Elaboração de Projeto 4) Sistema Financeiro de Habitação. Efetuar cálculos financeiros com uso de gráficos. Fluxo de Caixa. Capitalização. 2) Análise de Projetos: Investimentos. Investigar a viabilidade econômica de projetos. Interpretar e criticar resultados numa situação concreta análise financeira.78 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Matemática Financeira Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 3o CargaHorária: 60 h/a EMENTA Trabalha os conhecimentos em Matemática Financeira como uma ferramenta para a tomada de decisões no âmbito das finanças em empreendimentos da Construção Civil. Taxa de Atratividade. . Aplicar conhecimentos e métodos de matemática financeira para análise de projetos. Depreciação. desconto. Taxa Interna de Retorno.

listas de exercícios. Avaliação Prova bimestral individual e trabalhos de pesquisa em grupo. 2003. São Paulo/SP. quadro branco. FARO.79 Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Será desenvolvimento de forma interativa. Clovis de: Matemática Financeira. Editora ATLAS. 1998. 6ª edição. Bibliografia básica ASSAF NETO. Ed. Trabalho (Estudo de Caso) em grupo. Henrique: Engenharia econômica e Análises de Custos. Editora ATLAS. CRESPO. Editora Saraiva. Antônio Arnot: Matemática Comercial e Financeira. LUDICIBUS. Bibliografia complementar HIRSCHFELD. Sérgio de. Ed. entregue no final da disciplina. 1982. Rio de Janeiro/RJ. Trabalho de pesquisa em grupo sobre o sistema Financeiro de Habitação. Contabilidade Comercial. através de aulas expositivas com a utilização de recursos audiovisuais. Editora. . Alexandre: Matemática Financeira e suas Aplicações. São Paulo/SP. Atlas. Atlas. 1994.

PROGRAMA Objetivos Distinguir e caracterizar os sistemas estruturais. Conteúdos 1) Elementos estruturais.80 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Estabilidade das Construções Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 3o CargaHorária: 80 h/a EMENTA Conceito sobre Estática. Conhecer os mecanismos matemáticos para o cálculo dos esforços nas estruturas. 2) Vínculos na engenharia estrutural. Distinguir os tipos de carregamento. Definição de Elementos Estruturais e seus vínculos de apoio e dimensionamento de lajes maciças. Interpretar o funcionamento dos elementos estruturais. 3) Sistemas Estruturais. . Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Exposição de conteúdos com auxílio de quadro e giz e/ou recursos audiovisuais. 4) Deformação estrutural.

Avaliação Exercícios e trabalhos. Concreto armado: eu te amo.Rio de Janeiro: Globo. BOTELHO. Avaliação escrita. Bibliografia complementar HIGDON.81 Exercícios orientados pelo professor. 8a ed. SUSSEKIND. São Paulo-SP. Editora Edgard Blucher Ltda. at alli (1981). Cursos de análise estrutural. Participação durante as aulas. A . Editora Guanabara Dois S/A . Manoel Henrique Campos (1997). José Carlos (1984). Ferdinand Pierre (1980). .Porto Alegre . Bibliografia básica BEER. Mecânica vetorial para engenheiros. Mecânica dos materiais. São Paulo: MAKRON BOOKS. .Rio de Janeiro.

em coerência com os Projetos Arquitetônico e Estrutural. distribuição e utilização de energia elétrica. . 4) Previsão de cargas e divisão das instalações elétricas. 2) Normalização técnica. Desenvolver projetos de Instalações Prediais Elétricas de Baixa Tensão e Instalações de Tubulações Telefônicas. considerando aspectos de qualidade e produtividade dos serviços. transmissão. e orientar suas execuções. Conceber espacialmente as Instalações Prediais Elétricas de Baixa Tensão e as Instalações de Tubulações Telefônicas. Conteúdos 1) Conceitos básicos de eletricidade. Dimensionar Instalações Prediais Elétricas de Baixa Tensão e Instalações de Tubulações Telefônicas. PROGRAMA Objetivos Identificar e conhecer os princípios de funcionamento dos elementos que compõem as Instalações Prediais Elétricas de Baixa Tensão e as Instalações de Tubulações Telefônicas. 3) Geração.82 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Instalações Elétricas e Telefônicas Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 3o CargaHorária: 100 h/a EMENTA Planejar e orientar a execução de Instalações Elétricas de baixa tensão e Instalações de Tubulações Telefônicas.

trabalhos de pesquisa. Aulas práticas de laboratório para execução de pequenas instalações elétricas. Instalações Elétricas Prediais. 6) Simbologia para instalações elétricas prediais. CERVELIN. São Paulo/SP. Instalações Elétricas. 10) Aterramento e proteção contra choque elétrico. 14ª. normas técnicas. Avaliação Será realizada de maneira contínua e cumulativa. 2003. COTRIM. 4ª. 8) Ferramentas para instalações elétricas e execução de circuitos. Visitas técnicas a edificações em construção.83 5) Fornecimento de energia elétrica. interfone e antena de TV e FM. No processo de avaliação será observado o conhecimento. eletrodutos e dispositivos de proteção. ed. 17) Desenvolvimento de projeto de tubulação telefônica predial. Instalações Elétricas. Os instrumentos de avaliação serão: prova escrita. Bibliografia básica CAVALIN. Ademaro A. catálogos técnicos. 7ª. 2000. Geraldo. exercícios. 15) Sistemas de proteção contra descargas atmosféricas. ed. 13) Comando e proteção de motores elétricos. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. 7) Dispositivos de comando de iluminação e sinalização. B. 14) Desenvolvimento de projeto de instalações elétricas prediais. 12) Luminotécnica. 11) Leitura e interpretação de projetos de instalações elétricas prediais. materiais e projetos elétricos e telefônicos. a qualidade da apresentação dos trabalhos e a participação do aluno nas atividades. 16) Tubulações para telefone. M. . Severino. Hélio. São Paulo: Érica. relatórios de visitas técnicas e práticas de execução de instalações elétricas. 9) Dimensionamento de condutores. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas e demonstrativas com utilização de roteiros de aula. Makron Books. 2002. CREDER.

1996. Julio. NBR 13822 (Redes telefônicas em edificações com até cinco pontos telefônicos – projeto). ABNT. ABNT.84 LIMA FILHO. 2004. ABNT. 1997. ABNT. Archibald Joseph. Domingos Leite. ed. PINI. NBR 5444 – SB2 (Símbolos gráficos para instalações elétricas prediais). NBR 5410 (Instalações Elétricas de Baixa Tensão). 2000. Ed. MACINTYRE. ABNT. 2ª. 1996. ABNT. São Paulo: Érica. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. 6ª. 2001. 1989. . 2001. Instalações Elétricas. NBR 5419 – NB 165 (Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas). 4ª. NBR 13727 (Redes telefônicas internas em prédios – plantas / partes componentes do projeto de tubulação telefônica). Projetos de Instalações Elétricas Prediais. NBR 13726 (Redes telefônicas internas em prédios – tubulação de entrada telefônica – Projeto). Edição. Bibliografia complementar NISKIER. São Paulo/SP. Manual Pirelli de Instalações Elétricas. ed. 1999.

PROGRAMA Objetivos Ler e interpretar projetos. Avaliar especificação dos materiais utilizados. 3) Instalações prediais de águas pluviais. das águas pluviais. armazenamento e destinação final da água potável. Instalações prediais de esgoto sanitário. 4) Instalações de combate a incêndio. Distinguir métodos e critérios de dimensionamento das instalações.sanitárias e de Gás Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 3o CargaHorária: 120 h/a EMENTA A disciplina Instalações Hidrosantárias e de gás trata principalmente da condução. Distinguir os equipamentos de trabalho para execução dos serviços. dos esgotos sanitários. Interpretar normas técnicas.85 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Instalações Hidro . Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos . Conhecer as técnicas de montagem das instalações. Conteúdos 1) Instalações prediais de água fria. bem como das instalações de prevenção e combate a incêndio e de gás combustível. 2) Bombas hidráulicas.

AZEVEDO NETTO. Vol. R. 7a edição. São Paulo/SP. GARCEZ. MANUAL TÉCNICO. Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. José Martiniano & OLIVEIRA. Avaliação Exercícios e trabalhos. 7a edição. Edgard Blucher. Participação durante as aulas. Relatórios. Projetos. Rio de Janeiro/RJ. Bibliografia complementar AZEVEDO NETTO. 1982.86 Exposição de conteúdos com auxílio de quadro e giz e/ou recursos audiovisuais. Archibald Joseph. Manual de hidráulica. 1995. 1976. Tubos e Conexões T igre S/A. Edgard Blucher. Instalações hidráulicas. L. 5a edição. 2. Rio de Janeiro/RJ. . 1. Edgard Blucher. MACINTYRE. 1982. Instalações prediais hidráulicosanitárias. Instalações hidráulicas e sanitárias.d]. V [s. 2a edição. Apresentação de vídeos. Tubos e Conexões Akros S/A. Vol. S [s. Hemus. AZEVEDO NETTO. Participação nas visitas técnicas.d]. Seminários. Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. DE ARAUJO COELHO. . Visitas técnicas. N. José Martiniano. 1996. Ed. Elementos de engenharia hidráulica e sanitária. Manual de hidráulica. H. São Paulo. MANUAL TÉCNICO. São Paulo/SP. José Martiniano. São Paulo/SP. Instalações hidráulicas e sanitárias. Bibliografia básica CREDER.

6) Equipamentos para estudo dos tempos. Avaliar o ritmo de produtividade de método. Registrar tempo de operações na construção civil. Diferenciar tempo padrão de tempo pré-determinado. 2) Conceituação e Fundamentação Teórica. Relacionar estudo dos tempos e estudo dos movimentos. Treinar equipe através de estudo dos tempos. Calcular índice de produtividade de serviços. 4) Estudo dos tempos e medida do trabalho. Aplicar racionalidade de tempos. Implantar métodos de melhoria de produtividade. Acompanhar a velocidade de produção da mão de obra. .87 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Estudos de Tempo e Métodos Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 3o CargaHorária: 60 h/a EMENTA PROGRAMA Objetivos Conhecer a importância do estudo dos tempos na produção. Conteúdos 1) Introdução e Histórico. 5) Processo geral de solução dos problemas. Formular métodos para aumentar a produtividade. 3) Estudo dos movimentos e projetos de métodos. 7) Execução para estudo dos tempos. Analisar situação problema para mudança de método.

Trabalhos de pesquisas. São Paulo. Livros Técnicos e Científicos. Hemus. Apresentação de resumo de aulas. Edgard Blücher. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Exposição Oral. Pesquisa Operacional. Visitas técnicas. Relatórios de visitas técnicas. Apresentação de seminários temáticos e trabalhos finais de projetos. Orçamento e Custo da Construção. 6ª edição. 9) Avaliação de ritmo. 11) Aplicação no controle da produção. 1999. 10) Tempo padrão. Bibliografia básica Bibliografia complementar BARNES. Apresentação de seminários. Rio de Janeiro/RJ. Fernando Morethson. Ralph Mosser. 1977. . Ed. 2004. São Paulo/SP. ACKOFF. SAMPAIO.88 8) Medição de tempos. Estudo de movimentos e tempos: projeto e medida do trabalho. Avaliação Provas escritas. Russel L.

fabricação e execução de serviços voltado principalmente para a parte “prática” através de vistas e acompanhamento de obras em execução de construção civil. concreto. execução. concreto. Instalações elétricas e Telefônicas. 9) Revestimentos de paredes: tipos. 7) Instalações elétricas e Telefônicas: leitura de projetos. Movimento de terra. limpeza da obra. cintamento. 2) Movimento de terra: corte. tapumes. Serviços de Superestrutura. ferragens. fôrmas.89 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Construção de Edifícios Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 3o CargaHorária: 80 h/a EMENTA Adquirir conhecimentos sobre tijolos. 4) Superestrutura: tipos. Esquadrias. Pintura. locação da obra. aterro. 5) 6) Coberta: tipos. execução. ferragens. Fundações. escavação de valas. Instalações Hidrosanitárias. 3) Fundações: tipos. madeiramento. Coberta. telhamento. Conteúdos 1) Serviços preliminares: limpeza do terreno. Pisos. Revestimentos de paredes. execução. desde a elaboração dos projetos até a limpeza da obra. . PROGRAMA Objetivos Gerenciar a execução de serviços de: implantação de canteiro de obra. fôrmas. aterro do caixão. Alvenarias. colocação de Vidro. 8) Instalações Hidrosanitárias: leitura de projetos.

Eládio. 2a ed. BORGES. Materiais de Construção. Visitas técnicas. Materiais de Construção. Celso. Trabalhos e Seminários. L. Globo. Globo.. Bibliografia básica Bibliografia complementar PETRUCCI. ed. Edições Arquitetura e Engenharia. Projetos.. SP CARDÃO. aplicação. Falcão. A. Manual de Construção – Hemos – Livraria Editora Ltda. 11) Esquadrias: tipos. 1a ed. Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. Belo Horizonte. aplicação. . execução.90 10) Pisos: tipos. execução. PIANCA. Práticas das Pequenas Construções. Porto Alegre. Ed. João B. Técnicas da Construção. G. 1959. 12) Vidros: tipos. Manual do Construtor. Avaliação Avaliações escritas. Alberto de Campos. Relatórios. Rio de Janeiro BAUER. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas e dialogadas. 13) Pintura: tipos. Ed. Edgard Blucher Ltda BAUD.

pisos e revestimentos. Aplicações. generalidades. terminologia e normas técnicas relacionadas aos pisos. 09. Conteúdos 01. Tipos. Definições. .91 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Pisos. Revestimentos e Impermeabilizações Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 4o CargaHorária: 80 h/a EMENTA Definições. materiais constituintes e técnicas de execução de pisos. 10. tetos e pisos. revestimentos e impermeabilizações. materiais utilizados e técnicas de execução de pinturas. Tipos. Generalidades. Definições. PROGRAMA Objetivos Planejar e gerenciar serviços. tipos e técnicas de execução de forros e revestimentos especiais. 06. terminologias e normas técnicas relacionadas aos revestimentos de alvenarias. Definições. terminologias e normas técnicas relacionadas às alvenarias. Tipos. 03. 05. 07. Pisos especiais. generalidades. 02. especificar materiais e aplicar normas técnicas relacionadas à execução de alvenarias. terminologia. materiais constituintes e técnicas de execução de alvenarias. Definições. materiais constituintes e técnicas de execução de revestimentos. 08. terminologia. generalidades. 04. normas técnicas e aspectos executivos de pisos. Tipos. terminologia e normas técnicas relacionadas a pinturas. generalidades. generalidades.

ABNT/RJ. A técnica de edificar. relatório de aulas práticas de laboratório e de campo. Bibliografia complementar Normas técnicas relacionadas às alvenarias. Editora PINI. SP. Revistas Téchne. Editora PINI. Zeno – Manual prático da impermeabilização e de isolação térmica . Manual de montagem de sistemas Drywall. Avaliação Avaliações teóricas escritas. Artigos COMO CONSTRUIR. RIPPER. Editora PINI. visitas técnicas e palestras. Editora PINI . relatório de visita técnica e Trabalho de pesquisa. aulas práticas de laboratório e de campo.SP . Editora PINI – SP Ripper. Como evitar erros na construção. Abragesso. Ernesto. Bibliografia básica Walid Yazigi. Pirondi. Editora PINI. Autores diversos. pisos e revestimentos. SP. Ernesto – Como evitar erros na construção . Autores diversos. SP.92 Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas. SP.

Identificar os principais métodos de avaliação do impacto ambiental em situações originadas na produção da Construção Civil. ar e solo. conceitos fundamentais. Conteúdos 1) Construção Civil e Meio Ambiente: generalidades. 4) Reciclagem de materiais provenientes de entulhos de obras. Participar do planejamento e da execução de ações de educação ambiental aplicado ao setor da Construção Civil. PROGRAMA Objetivos Aplicar os conceitos fundamentais do Meio Ambiente na gestão e na produção da Construção Civil. 3) Métodos para avaliação do impacto ambiental no setor da Construção Civil. 2) Controle Ambiental: qualidade dos elementos ambientais (água. 5) Educação Ambiental.93 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Construção Civil e Meio Ambiente Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 4o CargaHorária: 60 h/a EMENTA Reflexões da construção civil sobre o meio ambiente. controle ambiental. educação ambiental. Identificar as qualidades básicas dos elementos água. Orientar a implantação e a execução de programas de reciclagem de materiais classificados como entulhos de obras civis. como instrumentos do controle ambiental. racionalização do uso de materiais. ar e solo). .

DIAZ. 2002. Porto Alegre. (15 ex. HINRICHS. e Edusp. 24. Conhecimento. trabalho em grupo. Roger A. (3 ex. Bibliografia básica 17. 2002. DEGANI. 2003.).P.: Edufra/Caixa Econômica. relatório individual de pesquisa.). 21. Energia e o meio ambiente. Planejamento e Gestão de Obras: Um Resultado Prático da Cooperação Técnica Brasil Alemanha/ PLANEJAMENTO E GESTAO DE OBRAS: CEFET-PR. Arnaldo Jose de Hoyos. BANCO DO NORDESTE DO BRASIL. Sistema de gestão ambiental em empresas construtoras de edifícios (Dissertação de Mestrado): EPUSP. 2001. Clarice Menezes. 1991.U. palestras e debates. 23. 22.94 Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas dialogadas. SEWELL. 2002. Bibliografia complementar 20. seminários. Fortaleza. EBN. 1999. . Reciclagem de Entulho Para a Produção de Materiais de Construção/ RECICLAGEM DE ENTULHO PARA A PRODUCAO DE. 2003. Educação Ambiental: Como Projeto. Educação Ambiental: Reflexões e Prática Contemporânea/EDUCACÃO AMBIENTAL: Vozes. Avaliação Prova objetiva e dissertativa. RS: Artmed. Granville H. Cidadania e Meio Ambiente: Fundação Peiropolis. 18. Manual de impactos ambientais.). Alberto Pardo. 1998. (15 ex. apresentação de seminário. São Paulo SP: Pioneira Thomson. (10 ex. Administração e Controle da Qualidade Ambiental: E. 19.). GUEVARA.

Estruturar e dimensionar equipes de trabalho. Avaliar produção / produtividade da equipe. Identificar as restrições de capacidade. Avaliar formas de solução de problemas de balanceamento de linha e/ou retirada de gargalos em recursos produtivos. Dimensionar capacidade produtiva de um sistema produtivo. Analisar os componentes ou famílias de produtos insumos.Família de produtos . Desenvolver planejamento e controle de projetos. Programar a produção de obras. Organizar planejamento agregado e desagregado. .95 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Planejamento e Controle de Obras Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 4o CargaHorária: 80 h/a EMENTA PROGRAMA Objetivos Conhecer conceitos básicos PCP.Planejamento agregado (Médio e Longo prazo – desagregamento parcial e agregado total). Otimizar processos de produção. Elaborar e interpretar cronogramas físico-financeiros. Conteúdos 1) Conceitos Básicos de PCP – 5 h 2) Estrutura de PCP – Limitações e tarefas de planejamento e controle – 5 h 3) Formas de Planejamento – 10 h .Planejamento Desagregado (Curto prazo – demanda real) . Determinar incertezas na previsão de demanda. Analisar estrutura PCP suas limitações de planejamento. Calcular necessidades de materiais.

fornecimento e demanda 5) Capacidade Produtiva – 20 h . . Robert. Processos por encomenda. 2002.Objetivos do planejamento e controle da capacidade . 2002.Planejamento e Controle de Projetos . Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Exposição oral de conteúdos. objetivos. Bibliografia básica Planejamento e Gestão de Obras: Um Resultado Prático da Cooperação Técnica Brasil-Alemanha/ PLANEJAMENTO E GESTAO DE OBRAS: CEFET-PR. gráficos de controle. Participação em visitas técnicas. definição.Conceitos . SLACK. medição de insumos. acompanhamento e a juste de capacidade 6) Programação da Produção – 15 h .Atlas. dimensionamento de equipes/tempo.Elementos do projeto.96 4) Fluxo de PCP (Informações) – 10 h . Avaliação Provas escritas teóricas e teórico-práticas. Visitas técnicas. técnicas. Exercícios e trabalhos de pesquisa bibliográfica e de campo. pra trás. Previsão de demanda – Incertezas da previsão de demanda. prog. prog.Conceitos. Apresentação de resumo de aulas.Processos contínuos. STUART. Administração da Produção. cronograma físico-financeiro. cálculo das necessidades de materiais (TCPO). 2ª edição. Relatórios das visitas técnicas. Chambers e JOHNSTON. gerenciamento do projeto. racionalização da construção. processos de planejamento: ambiente. Ed.Dimensionamento de capacidade – flutuações semanais e diárias de capacidade. restrições e medição da capacidade. pra frente. Nigel. São Paulo/SP. Bibliografia complementar .

2002. CORREIA. 4ª edição. Ed. Pedrinho. Ed. S. Planejamento e Controle da Produção. PINI . São Paulo/SP. Maurício M. Introdução ao planejamento e controle de custos na Construção Civil Brasileira.Atlas. Livros Técnicos e Científicos Editora. Administração da Produção e Operações. GOLDMAN. Rio de Janeiro/RJ. TUBINO – Planejamento e Controle da Produção (0 vol. MOREIRA. Gianesi. Planejamento e Controle da Produção Para Empresas de Construção Civil.) .São Paulo/SP. PINI. 2004.97 BERNARDES. São Paulo/SP. PROF. 2003. Ed. Daniel.

2) Funcionamento estrutural dos elementos em concreto armado. escoramentos e desforma dos elementos estruturais. 4) Noções de dimensionamento. características. Entender o processo de produção e controle tecnológico do concreto armado. 5) Produção do concreto armado. PROGRAMA Objetivos Ler e interpretar projetos. 3) Características do projeto estrutural. produção e controle tecnológico.98 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Estrutura de Concreto Armado Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 4o CargaHorária: 80 h/a EMENTA Conhecimentos sobre estruturas de concreto armado no que concerne as propriedades. Interpretar normas técnicas. Conhecer os métodos e critérios de dimensionamento dos elementos estruturais. 6) Controle tecnológico do concreto e seus insumos. 7) Forma. Verificação das tensões atuantes e resistentes em vigas. Conteúdos 1)Concreto armado e suas propriedades. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos . Avaliar especificação dos materiais utilizados.

Aderson Moreira da. Resistência dos Materiais. S. GROVANNETTI. Participação nas visitas técnicas. P. Participação durante as aulas. Novo Curso Prático de Concreto Armado. S. . P. ver. ROCHA. . Relatório Bibliografia básica BOTELHO. TIMOSHENKO. Livros Técnicos e Científicos. 4a ed. FUSCO. P. Estruturas de Concreto – Solicitações Normais. 11ed. Mecânica dos Sólidos. Concreto armado: eu te amo.Rio de Janeiro: Globo. São Paulo-SP. Concreto de cimento Portland. Exercícios e trabalhos.99 Exposição de conteúdos com auxílio de quadro de giz e/ou recursos audiovisuais. PETRUCCI. TIMOSHENKO. Manoel Henrique Campos (1997). . São Paulo.Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. Avaliação Avaliação escrita. Bibliografia complementar PFEIL. R (1975). Concreto armado. Princípios Básicos sobre Concreto Armado. Editora Edgard Blucher Ltda. Walter (1984). Editora PINI. Visitas Técnicas. B.Rio de Janeiro: LTC . Eladio G. Projeto.

4) Determinação de custos diretos e indiretos. 6) Pesquisa de mercado de materiais. Calcular Composição de custo unitário. Especificar serviços. 9) Composição de Verba. Conteúdos 1) Especificações de materiais. 3) Especificações de serviços. Organizar Orçamento informatizado.100 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Especificações e Orçamento Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 4o CargaHorária: 60 h/a EMENTA PROGRAMA Objetivos Especificar materiais. Analisar orçamentos. Calcular quantitativos de serviços. 7) Mão-de-obra e equipamentos. Especificar e selecionar mão-de-obra. Escolher Mão-de-obra e equipamentos adequados. Organizar o Cronograma físico-financeiro. Analisar a Curva ABC. Determinar custos diretos e indiretos. Pesquisar o mercado de materiais. Calcular Composição de Verba. 8) Composição de custo unitário. . 5) Cálculos de quantitativos de serviços. 2) Especificação de mão-de-obra. Calcular Composição do BDI.

Manual de Construção – Hemos – Livraria Editora Ltda. São Paulo/SP. 1980. São Paulo/SP. – São Paulo: Pini. Manual do Construtor. Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. BORGES. João B. L. São Paulo/SP. Falcão. Materiais de Construção. 2a ed. 14) Orçamento informatizado Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas e dialogadas. Porto Alegre/RS. BAUD. Bibliografia básica TCPO 9: Tabelas de composições de preços para orçamentos.2. São Paulo/SP. 11) Curva ABC. 12) Cronograma físico . Bibliografia complementar SAMPAIO. Alberto de Campos. 1 ª Edição.financeiro. A. Globo. Ed. Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. Belo Horizonte. . PIANCA. 9a ed. Orçamento e Custo da Construção. Aulas no laboratório de Informática. Edições Arquitetura e Engenharia. SP CARDÃO. Celso. Edgard Blucher Ltda. 5ª Edição. 1994.101 10) Composição do BDI.1. 2004. Vol. G. Ed. Vol. Técnicas da Construção. BAUER. A. BAUER. 1959. Avaliação Avaliação escrita. 1994. Materiais de Construção. Hemus. L. 5ª Edição. Trabalhos e Seminários. Fernando Morethson. 1992. Falcão. Práticas das Pequenas Construções. 13) Análise de orçamentos.

Utilizar dados antropométricos no projeto do posto de trabalho. 7) Fatores humanos no trabalho. Conhecer o processo de trabalho na construção civil do ponto de vista da ergonomia. Fazer análise ergonômica der tarefas no posto de trabalho. 5) Antropometria: medidas e aplicações. Conhecer a influência dos fatores humanos no trabalho. 3) Metodologia do estudo ergonômico do trabalho. Fazer arranjo físico do posto de trabalho. Conhecer o processo de desenvolvimento de produtos. . 2) A situação do trabalho. Conhecer as técnicas de medição antropométrica. Conhecer os métodos de estudo ergonômicos do trabalho. Conhecer as relações entre ergonomia e novas tecnologias. 4) Biomecânica ocupacional. Dimensionar o posto de trabalho. 6) Manejo e controles. Conteúdos 1) Definição de ergonomia.102 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Ergonomia Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 4o CargaHorária: 60 h/a EMENTA PROGRAMA Objetivos Conhecer os conceitos de ergonomia.

1976. Roberto. VERDUSSEN. Bibliografia complementar BOUERI FILHO. Participação nos trabalhos práticos. São Paulo/SP. Exercícios e trabalhos teóricos e práticos orientados pelo professor. Itiro. Ergonomia: a racionalização humana do trabalho.Vol. Jan. 1993. A. 1. urbanismo e desenho industrial. WEERDMEESTER. 1990. Artes Médicas. IIDA. 10) Ergonomia e novas tecnologias. Ed. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Exposição oral de conteúdos com auxilio de quadro e giz. IIDA. Relatórios. Porto Alegre/RS. São Paulo: FUNDACENTRO. Edgard Blücher. José Jorge.103 8) Análise ergonômica do posto de trabalho. 1994. Manual de Ergonomia. A inteligência no trabalho. Exposição de conteúdos com auxilio de recursos áudio visuais. São Paulo. Visitas técnicas. 9) Ergonomia do produto. DUL. Edgard Blücher. Ed. 1995. Itiro (Tradutor). Ergonomia. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas. Apresentação de resumos de aulas. Participação nas visitas técnicas. Ergonomia: projeto e produção. São Paulo/SP. 2005. Colin. FAU. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL . Ed. Norma Regulamentadora 17 – Ergonomia. WISNER. PALMER. Etienne. 1978. Ergonomia Prática. Antropometria aplicada à arquitetura. Avaliação Exercícios e trabalhos. Manual de estudo . Bernard. Participação durante as aulas. Bibliografia básica GRANDJEAM. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos.

Produzir pequenos textos escritos. Utilizar o conhecimento de gramática de forma operacional para ler. Conhecer a estrutura básica da Língua Inglesa.104 PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Inglês Técnico Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 4o CargaHorária: 60 h/a EMENTA PROGRAMA Objetivos Compreender textos escritos de gêneros variados. 2) Tradução. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos . 6) Ser capaz de redigir pequenos textos em Língua Inglesa. Conteúdos 1) Leitura e produção de textos técnicos. 4) Gramática Aplicada. 3) Produção de textos curtos. compreender e produzir textos. Utilizar a Língua Inglesa como instrumento de acesso a informações técnicas. 5) Dominar vocabulário técnico suficiente para compreensão e interpretação dos textos lidos.

Consulta orientada à Internet (Projeto Integrado com disciplinas técnicas). Avaliação O processo de avaliação será contínuo. pretende-se criar momentos para orientação individual dos alunos em turno inverso (Centros de Aprendizagem-CA). Bibliografia básica Dicionário Escolar Inglês/Português – Português/Inglês Bibliografia complementar Uma gramática da Língua Inglesa . Tradução de textos. A avaliação será considerada como um instrumento norteador das ações pedagógicas. qualitativo e quantitativo. Leitura orientada individual e coletiva. Leitura de textos com temas semelhantes aos estudados em Língua Portuguesa. Ao iniciar cada bimestre. far-se-á uma prova diagnóstica para mapear o nível de conhecimento prévio dos alunos.105 Aulas expositivas dialogadas.manuais. Versão de textos. Estudo ou Pesquisa orientados (na Biblioteca). como em revistas. assim como o nível geral da turma. Leitura sistemática de textos técnicos (sugeridos pelos professores da Área Técnica. tanto em livros. o domínio das competências/habilidades propostas. Produção orientada de pequenos textos. Caso haja necessidade. jornais. Estudo sistemático de vocabulário técnico. Estudo gramatical de textos. Os alunos com necessidade de acompanhamento individual serão chamados ao CA e farão as atividades requeridas como parte de seu processo avaliativo. Esta avaliação será comparada com o desempenho no final de cada bimestre com a aplicação de outra prova com conteúdo semelhante. folhetos técnicos ou na Internet. Comparação entre textos.

106 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Gestão de Empresa da Construção Civil Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 4º CargaHorária: 60 h/a EMENTA A natureza e desafios da administração. Compreender a cultura organizacional como elemento fundamental na definição da forma. Os fundamentos da organização. PROGRAMA Objetivos • • • • • • Aplicar os conceitos fundamentais da Administração na gestão de empresas da Construção Civil. Compreender o ambiente das empresas. identificando suas principais características e relações com a organização. A cultura organizacional. O ambiente organizacional. A empresa da construção civil. Identificar os fundamentos do planejamento aplicados na administração de empresas. Conteúdos 1) Conceitos básicos de administração e organizações. Perceber como as teorias predominantes nas diferentes eras administrativas eram aplicadas na gestão das organizações. o processo . A visão histórica da administração. do desenvolvimento e dos primeiros atributos das organizações. Os fundamentos do planejamento. os níveis organizacionais. Analisar a estrutura básica e as características próprias de uma empresa de construção civil.

107 administrativo; as habilidades e os papéis do administrador. 2) Visão histórica da administração: era industrial clássica, era industrial neoclássica e era da informação; e suas respectivas teorias administrativas. 3) O ambiente organizacional: conceitos de sistema e de ambiente; dinamismo do ambiente; relações entre organização e seu ambiente. 4) A cultura organizacional: organizações formais e informais; desenvolvimento

organizacional; diversidade, ética e valores nas organizações. 5) Fundamentos do planejamento: função, processo, benefícios e tipos; planejamento estratégico, tático e operacional. 6) Fundamentos da organização: estrutura organizacional, hierarquia administrativa, amplitude administrativa, centralização/descentralização.
Estrutura básica e tipicidades de uma empresa de construção civil.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

Aulas expositivas dialogadas, seminários, palestras, debates e pesquisas de campo.

Avaliação

Prova objetiva e dissertativa; trabalho em grupo; apresentação de seminário; relatório individual de pesquisa.

Bibliografia básica

Administração nos novos tempos/ CHIA VENATO, Idalberto. Rio de Janeiro RJ: Elsevier, 2005.

Bibliografia complementar

Administração de Empresas/ CHIA VENATO, Idalberto: Serviço Nacional de Teatro, 1991. Desafios gerenciais para o século XXI/DRUCKER, Peter. São Paulo SP: Pioneira Thompson

Learning, 2001.
Empresa Flexível, a/TOFFLER, Alvin: Record, 1997. Estratégia Para Desburocratizar/MATOS, Francisco Gomes De: Estrutura das Organizações: Estruturas Tradicionais Para Inovação Estrutura

108 M/VASCONCELLOS, Eduardo: Pioneira Tompson, 2002.
Gestão Empresarial: De Taylor Aos Nossos Dias: Evolução e Tendências da Moderna/

FERREIRA, Ademir Antonio: Pioneira 2002
Organização de Empresas/FARIA, A. Nogueira de: Ltc, 1979. Pratica de Administração de Empresas/DRUCKER, Peter: Fundo de Cultura, 1969.

109
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE
DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL

PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Estruturas de Contenção Professor (a):

Curso(s):

Tecnologia em Construção de Edifícios

Período Letivo:

5o

CargaHorária:

60 h/a

EMENTA

Ler e interpretar projetos relacionados com engenharia de fundações; avaliar especificação dos materiais utilizados nas diversas estruturas, interpretar normas técnicas; conhecer os métodos e critérios para dimensionamento das contenções e aplicá-los nas obras de contenção.

PROGRAMA Objetivos

Conhecer os métodos e critérios para dimensionamento das contenções;

b) Compreender o processo de execução de obras de terra e contenções.

Conteúdos

• •

Aplicações da Geotecnia (rebaixamento de lençol freático, compactação e controle de aterros, provas de carga de estaca, escoramento de valas de fundação); Concepção de obras de contenção de encostas, estabilização de solos;

3) Tipos de contenção, métodos construtivos e de escoramento, muros de arrimo, cortinas, tirantes. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

As atividades serão desenvolvidas através de exposição dialogada de conteúdos com auxílio de quadro de giz e/ou recursos audiovisuais (70%); aulas práticas em laboratório

Bibliografia complementar ALONSO. São Paulo. MITCHEL.W. temas e aplicações. (1975). Soil Mechanics. LAMBE and WHITMAN (1969). Latin-American Geotechnical Journal. Rio de Janeiro.Livros Técnicos e Científicos.. Visitas Técnicas (10%). W. et al. H. Relatório. T. Soil Testing for Engineers. J. LTC .R. (1998 ). Inc. Rio de Janeiro. São Paulo. (1999). Introdução à Mecânica dos Solos dos Estados Críticos.Livros Técnicos e Científicos. São Paulo. C.110 (20%). Et Al. . Curso de Mecânica dos Solos em 16 Aulas. ORTIGÃO. EPUSP-PEF. Fundações e Elementos Estruturais Enterrados : Apostila. utilizando-se a prática da avaliação escrita. John Wiley and Son. Ed. et AL. New York. (1996). Oficina de Textos. trabalhos individuais e em grupo. Revista Quadrimestral. Milton. Soils & Rocks. Bibliografia básica CAPUTO. J. Fundamental of Soil Behavior. Universitária da UFPE. ed. Geotecnia no Nordeste.. seminários. Mecânica dos Solos e suas Aplicações. Recife. HACHICH. Mcgraw-Hill do Brasil. A. J. Inc. Inc. Rio de Janeiro. Exercícios de Fundações. PINTO. LTC . Participação durante as aulas. U. John Wiley And Son. John Wiley and Son.R (1993). Edgard Blücher Ltda.. Introdução à Mecânica dos Solos. GUERRA. realização de pesquisas. P. DE MELLO. (2000). New York. (1976).A. (1951). Avaliação 25. Fundações. T. Bertrand Brasil. A. 26. VARGAS. Participação nas visitas técnicas. LAMBE. D. Erosão e Conservação dos Solos: conceitos. de S. Livro Editado Pela Pini/ABMS/ABEF. GUSMÃO. (1978). (1994). V. New York. Exercícios e trabalhos práticos e teóricos. São Paulo. (2005). Teoria e Prática. ABMS E ABGE. São Paulo.R. Rio de Janeiro. Ed. Será feita continuamente.

111 .

Conhecer as máquinas e os equipamentos utilizados em um canteiro de obras. Conteúdos . cronogramas físicos e financeiros. Selecionar o mobiliário. Conhecer o processo de tramitação para o licenciamento de obra. utilizando as normas e projetos relacionados com a implementação e composição de diversos tipos de canteiros de obras aplicados na engenharia PROGRAMA Objetivos Conhecer a legislação que regulamenta a execução de obras. Dimensionar os setores de um canteiro de obras. catálogos e manuais. Conhecer as atividades produtivas de um canteiro de obras. Conhecer o mobiliário. Conhecer o plano de manutenção de canteiro de obras. Interpretar normas técnicas. Conhecer os elementos que compõem um canteiro de obras. equipamentos e material de consumo de uso administrativo. Ler e interpretar projetos executivos de engenharia e de arquitetura. Conhecer as fases de um canteiro de obras.112 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Projeto e Implantação do Canteiro de Obras Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 5o CargaHorária: 60 h/a EMENTA Conhecer. Organizar o processo de renovação do licenciamento de obra. Selecionar os projetos e documentação para a renovação de licenciamento de obra. Ler e interpretar orçamentos. identificar e aplicar a legislação referente as obras. equipamentos e material de consumo de uso administrativo. Dimensionar equipes de trabalho.

Gehbauer. Exercícios e trabalhos teóricos e práticos orientados pelo professor. 2) Conceitos de layout. _____ . Planejamento e Gestão de Obras: Um Resultado Prático da Cooperação Técnica Brasil – Alemanha. Relatórios. Apresentação de resumos de aulas. 1995. 2000. Ministério do Trabalho. Bibliografia básica SOUZA. Ubiraci E. Lemes de. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Exposição oral de conteúdos com auxilio de quadro e giz. Apostila. São Paulo: O Nome da Rosa. Projeto e implantação do canteiro. Brasília. 4) Elementos do canteiro de obras: características. 5) Etapas de elaboração de layout do canteiro de obras. 8) Programa de manutenção do canteiro de obras. CEFET-PR. FRITZ. São Paulo: FUNDACENTRO-FUNDUNESP. MAIA. et ali. Participação durante as aulas. Participação nos trabalhos práticos. São Paulo: FUNDACENTRO. Visitas técnicas. FUNDACENTRO. Plant layout. equipamentos e dimensionamento. Curitiba/PR. 6) Informações necessárias para a elaboração do projeto de canteiro de obras. 7) Metodologia do layout do canteiro de obras. Método para elaboração de layout de canteiro de obras verticais. Carlos Alberto.113 1) Definição de canteiro de obras. . Participação nas visitas técnicas. Exposição de conteúdos com auxilio de recursos áudio visuais. Maria Aridenise Macena. 3) Fases do canteiro de obras. Ed. 1999. NR 18: Condições e meio ambiente do trabalho na indústria da construção. Avaliação Exercícios e trabalhos. Bibliografia complementar GARCIA. Plant layout na indústria da construção. 1998. 2002. 1997.

Racionalização da construção. São Paulo: EPUSP. Ubiraci E. . Lemes de. Recomendações gerais quanto à localização e tamanho dos elementos do canteiro de obras. SOUZA. ROSSO. Ubiraci E. Luiz Sérgio PALIARI. FRANCO. Definição do layout do canteiro de obras. Teodoro. São Paulo: Edgard Blücher. R. 1997. Lemes de.114 MUTHER. 1986. José Carlos. SOUZA. 1980. CARRARO. FRANCO. São Paulo: FAUUSP. Planejamento do layout: sistema SLP. São Paulo: EPUSP. Luiz Sérgio. 1997. Fausto. Normas Regulamentadoras 18 – Condiçòes e meio ambiente do trabalho na indústria da construção.

PROGRAMA Objetivos Ler e interpretar projetos. Conhecer os métodos e critérios de dimensionamento das estruturas. fabricação. Avaliar especificação de materiais utilizados. execução e montagem de estruturas metálicas e de madeira. Distinguir os mecanismos de montagem das estruturas. 2) Estruturas de Madeira: tipos. tratamento e montagem. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos . 3) Critérios de Dimensionamento. Estabilidade.115 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Construções Metálicas e de Madeira Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 5o CargaHorária: 80 h/a EMENTA Adquirir conhecimentos sobre tipos. montagem. Conteúdos 1) Estruturas Metálicas: tipos. execução. quantitativa e custos. fabricação. Interpretar normas técnicas. fabricação. Verificação de estabilidade das estruturas metálicas e de madeira através do uso de fórmulas de dimensionamento da Resistência dos Materiais. execução.

Avaliação Avaliação escrita. 4a ed. Estruturas de aço. PFEIL.Rio de Janeiro: Interciência. J. Participação durante as aulas. São Paulo. Estruturas de madeira.Rio de Janeiro: LTC . Participação nas visitas técnicas. Exercícios orientados pelo professor. Walter do Couto. – São Paulo: Editora PINI. Visitas Técnicas.Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. Estruturas de Aço – Conceitos. MONTEIRO. 5a ed. Relatórios. Técnicas e Linguagem. . 28. 4a ed. 4a ed.116 Exposição de conteúdos com auxílio de quadro e giz e/ou recursos audiovisuais.Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. 1988. Luis Andrade de Mattos (2002). São Paulo: MAKRON BOOKS. DIAS. . Alberto de Campos (1975). Bibliografia básica PFEIL. Rego (1998). Ferdinand Pierre (1980). BEER. . . Bibliografia complementar 27. v. Tesouras de telhados: tesouras de madeiras. BORGES. C. 1988. 1998.Rio de Janeiro: LTC . Edgard Blucher. 1. Mecânica vetorial para engenheiros. Walter do Couto. Prática das pequenas construções.

fornecedores (classificação. Dimensionar reajustamento de preços. princípios básicos para controle de estoque. PROGRAMA Objetivos Identificar materiais didáticos. função e objetivos políticos de estoques (custos e investimentos). Dimensionar lotes econômicos de compra. Conhecer métodos de coleta de preços. redução de custos e reajuste de preços – 20 h. qualificação de compradores (técnicos e não técnicos). Conhecer a abordagem logística dos suprimentos de materiais. lotes econômicos e . relacionamento). preço e custo. pedido de compras. Identificar sistemas modernos de adm de materiais MRPI e II /ERP. coleta de preços. estratégia de suprimentos – 10h. licitação. Conhecer sistemas de distribuição e armazenagem.117 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Gerência de Suprimentos Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 5o CargaHorária: 60 h/a EMENTA A disciplina Gerência de Suprimentos proporciona ao Tecnólogo conhecimentos sobre o planejamento de suprimentos para a execução de uma obra e noções sobre o controle físico e financeiro dos materiais utilizados. Conteúdos 1) Analisar a abordagem logística dos suprimentos: subsistemas de logística. seleção e avaliação. Analisar um sistema de administração de compras. Interpretar os princípios básicos de controle de estoques. 2) Conhecer o Sistema de Administração de Compras: organização. Identificar especificações e normas para licitação de obras. 3) Conhecer o Planejamento e controle de estoques: Definição.

Ed. STUART. Visitas técnicas. Bibliografia complementar MOREIRA. Apresentação de seminários temáticos e trabalhos finais e/ou projetos. 4) Conhecer Sistemas de Distribuição e Armazenagem: Considerações básicas. “COREANO” – Controle de Estoque na Cadeia Logística. Exercícios e trabalhos de pesquisa bibliográfica e de campo. Souza. MRP II ERP. SLACK. Gestão de Estoques na Cadeia Logística – Supply Chaiu. São Paulo/SP. e MEKBEKIAN. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL . 2002. Ed. R. fichas de estoque (entrada e saída). Y. ERP – 20 h. CHING. 2ª edição. H. São Paulo/SP. 1999. Atlas. Administração dos Materiais: uma abordagem lógica. 1993. ponto de pedido. Nigel. Robert. Qualidade na Aquisição de Materiais e Execução de Obras. CORREIA. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Exposição oral de conteúdos. MRP/MRP II. Daniel – Administração da Produção. Bibliografia básica DIAS. níveis de inter-relação.118 estoque de segurança. Ed. Kanbam aplicado. Exposição de conteúdos. P. necessidade (consumo de materiais). Gianesi – Planejamento e Controle da Produção – MRP. M. São Paulo/SP. Avaliação Provas escritas teóricas e teórico-práticas. G. Ed. Participação em visitas técnicas. Apresentação de resumo de aulas. 1996. Relatórios das visitas técnicas. Administração da Produção. A.Atlas. Atlas. Chambers e JOHNSTON. São Paulo/SP. PINI.

efetuando-se à . 2) Direito trabalhistas vinculados ao contrato de trabalho. 8) Noções e aspectos jurídicos sobre a fiscalização trabalhista a cargo do Ministério do Trabalho. bem como conhecer e aplicar as normas jurídicas relativas às obrigações trabalhistas e previdenciárias vinculadas à realização de uma obra. 4) Organização e funcionamento da Justiça do Trabalho. Conteúdos 1) Conceitos básicos sobre direitos trabalhistas.119 PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Legislação Previdenciária e Trabalhista Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 5o CargaHorária: 40 h/a EMENTA Conhecimento das regras jurídicas trabalhistas referentes as relações de emprego. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos O conteúdo programático da disciplina é predominantemente teórico e desenvolvido em sala de aula. e as regras jurídicas elementares dos direitos trabalhistas relativos aos empregados e. aos operários da construção civil. de recursos audiovisuais (Retroprojetor e Data-Show). aplicadas a realização de uma obra. os princípios. através de exposição oral com utilização. conforme o caso. em especial. PROGRAMA Objetivos Aplicar as noções. 3) Direitos e obrigações trabalhistas relativas a obras de construção civil. 5) A reclamação trabalhista e seu processamento na Justiça do Trabalho. 6) Noções de direito previdenciário brasileiro. 7) Obrigações previdenciárias relativas às obras de construção civil.

Maximilanus Cláudio Américo RESUMOS DE DIREITO DO TRABALHO. Edição atualizada. LEGISLAÇÃO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL. CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO – CLT. CONSTITUIÇÃO FEDERAL BRASILEIRA. 30. 31. São Paulo. na forma de questões objetivas e/ou subjetivas com caráter de abrangência em relação a todo o conteúdo da disciplina até então ministrado. serão também desenvolvidos trabalhos de pesquisa em grupo ou individual. Edição atualizada. em especial do operário da construção civil. DECRETO N° 3048. 32. Malheiros Editores Ltda. Como forma complementar serão desenvolvidos trabalhos de pesquisa e realização de seminários sobre temas específicos. Bibliografia complementar FÜHRER. sendo possibilitada a exposição oral da síntese de cada trabalho na forma de seminário. Edição atualizada de qualquer editora. Edição atualizada de qualquer editora. Edição atualizada de qualquer editora. Bibliografia básica 29. de 18 de dezembro de 2003. Como forma complementar do processo de avaliação. 2002. . INSTRUÇÃO NORMATIVA INSS/DC N° 100. de 6 de maio de 1999. 33. Avaliação Serão realizadas duas avaliações individuais e escritas.120 correlação e a exemplificação com situações e casos possíveis de ocorrerem na rotina do trabalhador brasileiro.

Avaliar a importância da Engenharia humana nos processos produtivos. Comportamento na Imprensa. Conteúdos 1) Psicotécnica – seleção e recrutamento – Seleção Profissional: Escolha do indivíduo. Conflitos no . conceito. organização. Influência de grupo.121 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Gestão de Recursos Humanos Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 5o CargaHorária: 60 h/a EMENTA Recrutamento e seleção de recursos humanos. Avaliar aptidões para o trabalho. desenvolvimento. Aplicar métodos de avaliação de desempenho. PROGRAMA Objetivos Conhecer os conceitos e técnicas de seleção profissional. relações humanas. instalação e comunicação no trabalho. conotação e importância. Desenvolver processos de seleção de pessoal. Conhecer as formas. processos de seleção. Conhecer as formas de comunicação e aplicação correta para obtenção de resultados no trabalho em grupo. Áreas de estudo da Engenharia Humana. 3) Organização: Teorias. finalidade e métodos de treinamento de pessoal. Terminologias. orientação profissional. Abrangência de estudo e enfoques. Conhecer as formas de organização e os conflitos no trabalho gerados nas inter-relações entre grupos. desempenho e avaliação de recursos humanos. 2) Relações Humanas: Conceito.

entrevista. A técnica da Comunicação Humana: Pioneira. procedimentos e componentes. 6) Treinamento. Idalberto. Atlas. canais de comunicação. 5a ed. Avaliação Provas escritas teóricas e teórico-práticas. Método de treinamento. testes. 2003. Apresentação de resumo de aulas. 5) Avaliando aptidões: observação. feedback. condições para a comunicação. [4] CHIAVENATO. estilos. Exercícios e trabalhos de pesquisa bibliográfica e de campo. 7) Motivação: Conceitos.. Medidas da motivação. Jose Roberto Whitaker. São Paulo: Livraria Pioneira Editora. programa. Flávio de. Pirâmide de Maslow. Pierre. Avaliação e desempenho. [13] TOLEDO. São Paulo/SP. Relações Humanas na Família e no Trabalho: Vozes. 8a ed. 1976. Administração de Pessoal: Desenvolvimento de Recursos Humanos. Atlas. ASCOPM. 1989. Bibliografia básica CHIAVENATO. 2002. Exposição de conteúdos. O que treinar.122 trabalho. Eduardo. Estrutura das Organizações. 4) Problema de seleção: O cargo e a função.. [1] TAYLOR. [19] WEIL. escalas. Aptidão. tipos de comunicação. Administração de Recursos Humanos: Fundamentos Básicos. 2002. São Paulo/SP. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Exposição oral de conteúdos. [31] . 8) Comunicação: Natureza da comunicação. Administração nos Novos Tempos: Campus. Princípio de Administração Científica. Motivação na Empresa. 1999. Apresentação de seminários temáticos e trabalhos finais e/ou projetos. Finalidade do programa. [30] PENTEADO. Frederick Winslow. Idalberto. [5] VASCONCELLOS. Porque treinar. questionários.

Makron Books. Atlas. 1991. Livros Técnicos e Científicos. São Paulo/SP. Administração de Recursos Humanos. Stephen P. 3a ed.. e ROBBINS. [11] TAYLOR. . Idalberto. 1992. Gerenciando Pessoas: O Passo Decisivo Para a Administração. Psicologia Aplicada à Administração. Idalberto. [1] DECENZO. 2001. São Paulo/SP. 1995. Rio de Janeiro/RJ. 1990.123 Bibliografia complementar CHIAVENATO. David A. Makron Books. Elementos Básicos de Organização e Administração... Agostinho. 6a ed. 8a ed.. [19] CHIAVENATO. São Paulo/SP. Frederick Winslow. 3a ed. São Paulo/SP: Editora Atlas. Administração de Empresas: Uma Abordagem Contigencial. [0] MINICUCCI.

causas e riscos de acidente de trabalho em canteiros de obras. IDENTIFICAR as condições de segurança e higiene de trabalho em canteiros de obras. 2) Acidente de trabalho: conceito. NR 18. Conteúdos 1) Segurança do Trabalho: histórico. C. 3) Estrutura brasileira de prevenção de acidentes de trabalho: NR’s. tipos. NR 17.124 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Higiene e Segurança do Trabalho Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 5o CargaHorária: 80 h/a EMENTA Identificar Acidente de Trabalho: conceito/estatística. Interpretar as NRs 4. EPC. 6. 05. CIPA. 5. Conhecer os procedimentos de primeiros socorros. órgãos competentes em matéria de segurança do trabalho. assim como civil. EPI. medidas preventivas no ambiente de trabalho na construção PROGRAMA Objetivos Identificar os tipos. IDENTIFICAR os tipos de sinalização e os dispositivos de segurança em canteiros de obra. INSS. CLT. Organizar e aplicar treinamentos de prevenção de acidentes em canteiros de obra. Federal. aplicar Programas de Prevenção de acidentes. INTERPRETAR mapas de riscos. estatística. INTERPRETAR projetos de prevenção de acidentes. 4) Medidas preventivas de acidentes de trabalho NR’s 04. riscos de acidente. ANALISAR programas e serviços de segurança e saúde ocupacional. 06. causas. 17 e 18. 7. . SEMT. Analisar o funcionamento dos dispositivos de proteção de segurança coletiva e individual. 9. conceito.

2000. Engenharia de segurança do trabalho na indústria da construção civil. Itiro. Ergonomia: projeto e produção. São Paulo: LTr. Jan. GONSALVES. 1995. Hudson de Araujo. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas. 07. Estudo dirigido. DUL. Dermatose Profissional na Construção Civil Causada pelo Cimento. Ergonomia prática. dez. 06. Traduzido por Itiro Iida. PROTEÇÃO – Revista mensal de saúde e segurança do trabalho. Salim Amed. 7) Primeiros socorros – Animais peçonhentos. Segurança e Medicina do Trabalho. 38-44. Ergonomia aplicada ao trabalho: manual técnico da máquina humana. Limites do Homem – Parte 1. 1 e 2. 6) Metodologia da ação prevencionista: Riscos ambientais e mapa de risco. 1990. 96.. Aulas de exercícios. Ministério do Trabalho e Emprego. 09. Fisiologia do trabalho aplicada. 2001. URL:http://www. Belo Horizonte: ERGO Editora. IIDA. Uso de filmes. Manual de segurança e saúde no trabalho. Hudson de Araujo e MORAES.br/Temas/SegSau/ComissoesTri/ctpp/oquee/conteudo/nr18/default. fraturas. Bibliografia complementar ALI. 17.asp. 1978. seminário. São Paulo: Edgard Blücher Ltda. Bernard. FUNDACENTRO. Avaliação Provas escritas. São Paulo: Editora Edgard Blücher Ltda. Vol.1999. WEERDMEESTER. Ministério do Trabalho e Emprego. Ano XII. Acessado em 01/10/02 (NR´s 04.. COUTO.1999.125 5) Programas e serviços de segurança e saúde ocupacional: NR’s 7 (PCMSO) e 9 (PPRA). p.gov. respiração cardiorespiratória. Novo Hamburgo/RS. Uso de projetor multimídia. Manuais de Legislação Atlas. . 18 e 24). 05. no. Edwar Abreu. Bibliografia básica BRASIL. 1995. São Paulo: Editora Atlas. COUTO. Lúcio Flávio Renault de. Uso do quadro a lápis. COUTO. NRs – Normas regulamentadoras de segurança e saúde no trabalho. Hudson de Araujo.mtb. Belo Horizonte: Ibéria. Visitas técnicas. FUNDACENTRO. hemorragia. BRASIL.

126
GRANDJEAN, Etienne. Manual de ergonomia: adaptando o trabalho ao homem. Tradução de João Pedro Stein. Porto Alegre: Ed. Artes Médicas, 1998. GUSMÃO, Luís Henrique Puccinelli & MONTEIRO, Nabor Alves. Instalações Elétricas em Canteiros de Obras. FUNDACENTRO. São Paulo, 1991. Introdução à segurança do trabalho. http://www.geocities.com/Athens/Troy/8084/Introseg.htm, acessado em 18/11/2002. MONTICUCO, Deogledes & KOPELOWICZ, Mauro. Livretos da Série Engenharia Civil no 1, 2, 3 e 4. FUNDACENTRO. São Paulo: 1991. MORAES, Anamaria de. Ergonomia e design: temas atuais. URL:http://venus.rdc.puc-

rio.br/moraergo/tematual.htm Acessado em 25/05/00.
OLIVEIRA, Sebastião Geraldo. Proteção Jurídica a Segurança e Saúde no Trabalho. São Paulo: LTr, 2002. PIZA, Fábio de Toledo. Conhecendo e Eliminando Erros no Trabalho. Campanha da indústria para prevenção de acidentes de trabalho. REIS, Jorge Santos. Manual Básico de Proteção Contra Incêndios. FUNDACENTRO. São Paulo: 1987. ROUSSELET, Edison da Silva. FALCÃO, Cesar. A Segurança na Obra: Manual técnico de Segurança do Trabalho em Edificações Prediais. Rio de Janeiro: Interciência: Sobes, 1999. SAMPAIO, José Carlos de Arruda. Manual de aplicação da NR 18. São Paulo: Editora PINI, 1999.

SAMPAIO, José Carlos de Arruda. PCMAT – Programa de Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Construção Civil. São Paulo: Editora PINI, 1999.

127
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE
DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL

PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Noções de Contabilidade Professor (a):

Curso(s):

Tecnologia em Construção de Edifícios

Período Letivo:

CargaHorária:

60 h/a

EMENTA

A disciplina Contabilidade Básica visa a proporcionar aos alunos noções conceituais de patrimônio e seus elementos, além de capacitá-los para interpretar os registros contábeis e realizar análises patrimoniais que serão importantes para um bom desempenho do profissional da área de gestão.

PROGRAMA Objetivos

Identificar e classificar bens, direitos e obrigações contábeis. Realizar técnicas contábeis de Escrituração, Demonstrações, Análise Contábil. Analisar demonstrações contábeis- Balanço Patrimonial e Demonstração do Resultado do Exercício.

Conteúdos

Definição, Objeto e Campo de atuação da contabilidade Pessoas físicas e jurídicas Usuários da contabilidade Função administrativa e econômica da contabilidade Atos e Fatos administrativos Diferença entre os conceitos de Capital e Patrimônio Líquido Escrituração Contábil

128
Técnicas Contábeis Compras e Vendas de Mercadorias Tributos incidentes sobre compras e vendas

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

Aulas expositivas utilizando recursos do quadro e retro-projetores. As explanações serão em sua maioria voltadas para situações em que supostamente os alunos se depararão quando de sua prática profissional.

Avaliação

1º bimestre: Avaliação escrita. 2º bimestre: Avaliação escrita e uma trabalho.

Bibliografia básica

Contabilidade Empresarial Contabilidade Gerencial Contabilidade Gerencial

MARION, José Carlos LUDICIBUS, Sérgio de THIBERT, R.B.

Bibliografia complementar

Contabilidade Básica

NEVES, Silvério das

PROGRAMA Objetivos Interpretar normas técnicas. Identificar e manusear instrumentos de medição de temperatura. Elaborar plano de inspeção e manutenção para um edifício. métodos e técnicas utilizadas em APO para a aplicação de pesquisas de comportamento físico. Elaborar projetos e definir técnicas de manutenção predial. Compreender os conceitos. psicológico e de satisfação do usuário. umidade relativa do ar. nível de iluminamento e nível de ruídos em ambientes. planilhas. Elaborar manual de utilização do edifício. Elaborar textos técnicos. desde a elaboração de manual de qualidade até a análise das edificações quanto ao seu estado físico. manutenção das instalações e equipamentos hidráulicos e mecânicos.129 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Avaliação Pós-Ocupacional Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 6o CargaHorária: 80 h/a EMENTA Adquirir conhecimentos na área de Avaliação Pós-Ocupacional de imóveis. Conhecer os instrumentos que compõem a entrega de uma obra. esquemas e gráficos. Conteúdos . manutenção das instalações e equipamentos elétricos. Conhecer os tipos de manutenção de uma edificação: manutenção predial. Ler e interpretar projetos de arquitetura e de engenharia. Organizar banco de dados. Analisar preliminarmente o material coletado. formulários. Identificar patologias e suas causa nos edifícios.

130 1) Instrumentos que compõem a entrega da obra. São Paulo: Pini. Pini Editora. 8) Manutenção das instalações e equipamentos hidráulicos e mecânicos. Instalações elétricas. Hélio. IBAPE/SP. 4) Conceitos de APO. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Exposição oral de conteúdos com auxilio de quadro e giz. BOUERI FILHO. 463 .468. 5) Métodos e técnicas empregadas na APO. Antropometria aplicada à arquitetura. 1999. . Manual do proprietário: a saúde dos edifícios. 9) Plano de inspeção e manutenção. Critérios relativos ao atendimento das exigências de ventilação na habitação. Participação nos trabalhos práticos. 6) Tipos de manutenção . 2) Manual do usuário. Visitas Técnicas. Exposição de conteúdos com auxilio de recursos áudio visuais. Rio de Janeiro. IBAPE/SP. In: Tecnologia de edificações. 1997. Manual para diagnóstico de obras deterioradas por corrosão de armadura. Bibliografia básica Bibliografia complementar ALUCCI. Participação durante as aulas. urbanismo e desenho industrial. FAU.A. São Paulo. I. Exercícios e trabalhos práticos orientados pelo professor. C. CREDER. p. ANDRADE. - IPT. 1992. José Jorge. 7) Manutenção das instalações e equipamentos elétricos. Márcia Reinado. São Paulo: CREA/SP. Avaliação Exercícios e trabalhos. 1993. 3) Conceito de desempenho da obra.manutenção predial. CREA/SP. Instituto de Pesquisa do Estado de São Paulo S.Vol. Manual de estudo .

________. Paulo R. Francisco de Assis Gonçalves. SILVA. 1991. Elementos de acústica arquitetônica. João Pessoa: A União. Falcão Bauer. BRUNA. Emile. Anais. MARCO. 1994. 1995. Ventilação natural das habitações. Ambiente construído & comportamento: a avaliação pós-ocupação e a qualidade ambiental. F. In: WORKSHOP AVALIAÇÃO PÓS-OCUPAÇÃO. Las dimensiones humanas e los espacios interiores. Conforto ambiental. João Pessoa: UFPB/Editora Universitária. Alvaro Garcia. TOLEDO. FAUUSP. ORSTEIN. Martin. 1992. Paulo F. Manual de propostas técnicas. W.). CUNHA. de Assis. Gili S. (Org). Ediciones G. Studio Nobel. 1992. Luciano. Anésia Barros. Maria Cristina Dias. A. Durabilidade dos concretos de cimento portland. Marcelo. LAY. A. p. DA. São Paulo: Pini. Patologia das edificações. VERÇOZA.PRONK. 1979. São Paulo. Controle e garantia da qualidade na construção. 1994. DUTRA. São Paulo. SCHIFFER. Ênio José. MELO. São Paulo: Sagra. México. Manual de impermeabilização e isolamento térmico. 1997. 1995.ed. 1995. Durabilidade das estruturas de concreto aparente em atmosfera urbana. 1995. Studio Nobel. . São Paulo: E. 17-39. SILVA. São Paulo. Métodos e técnicas para levantamento de campo e análise de dados: questões gerais. ROMÉRO. UFPB/Editora Universitária. Trad.A. Gilda. AZEVEDO. REIS. IPT. Roberto (Org. São Paulo: PW. 1987. Sheila Walbe. São Paulo. Marcelo. TEXSA. ________. LAMBERETS. Eustáquio. 1997. LARA. Blücher. Execução e manutenção de sistemas hidráulicos prediais. FAUUSP. 192p. Emile. Conrado Silva de. João Pessoa. ZELINK. 1982. Antonio Carmona Filho. edusp. PRONK. iluminação de interiores. PANERO. Desempenho do ambiente construído. Antônio Tarcísio da Luz. São Paulo: IPT. 1. ROMÉRO. Julius. 1999. Avaliação pós-ocupação do ambiente construído. São Paulo: Sinduscon/SP/Projeto/PW. São Paulo. Dimensionamento em arquitetura. Eficiência energética na arquitetura. Nobel. Sueli Ramos. Fernando. PEREIRA. Racine T. N. FUPAM. 2000. MESSEGUER. 1991. 1992. Pini. Dimensionamento em arquitetura. Maceió: EDUFAL. A. São Paulo: Studio Nobel. Manual de conforto térmico. 1991.131 FROTA. Encontro Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído. São Paulo. Helene. PRADO. do L. interdisciplinaridade e arquitetura. 1995. Instalações prediais hidro-sanitárias. Roberto J. São Paulo: Pini.

132 Código de obras da cidade .

E conhecer e aplicar os mecanismos e planos de PROGRAMA Objetivos Conhecer as patologias em alvenarias. Conhecer os métodos para diagnosticar as patologias nas construções. procedimentos de re-paro e reforço estrutural e metodologia para análise. revestimentos e concretos. Manifestações patológicas das alvenarias e revestimento: problemas causados por umidade. Conteúdos . Conhecer as patologias do concreto armado: características do projeto recuperação/reforço. manutenção das estruturas.133 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Patologia e Recuperação de Estruturas Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 6o CargaHorária: 80 h/a EMENTA Conhecer. diagnóstico das patologias e aspectos de manutenção das estruturas. Identificar os materiais e as técnicas utilizados na recuperação e reforços de estruturas das construções. Identificar os materiais utilizados na recuperação e no reforço das construções. Conhecer as Técnicas usuais em serviços de recuperação e reforço das construções. Identificar os materiais utilizados na recuperação das construções. por recalques de fundações e falhas de isolamento térmico e acústico. identificar e diagnosticar as patologias nas diversas etapas de uma Construção como também. Aplicar o conceito de patologia aplicado às construções.

Helene.134 1) Conceito de patologia aplicado às construções. Editora PINI. R. Trabalhos individuais e/ou em grupo. Rio de Janeiro.5a Edição. F. São Paulo. Reforço e Proteção de Estruturas de Concreto – 2a Edição. Bibliografia básica CASCUDO. Provas escritas com perguntas e respostas. V.. Thomaz. R. T. Editora L.J. A.C. PINI. e Ripper. ago/1998. 1998. SP. – Trincas em Edifícios . Corrosão em Armaduras para Concreto Armado – 1a Edição. P.1a Edição. São Paulo/SP. Editora PINI. E. São Paulo/SP. Ed. São Paulo/SP. Prevenção e Recuperação -1a Edição. Helene. Helene. 2) Manifestações patológicas de alvenaria e revestimentos. Avaliação Trabalhos individuais e/ou equipe. P. T. e Carmona Filho. Materiais de Construção 1 . R. P. São Paulo. SP. L. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas. 1999. ago/1999. R. A. Controle de Corrosão de Armaduras em Concreto. Patologia. C. Editora PINI. L. Editora PINI. Pesquisas. Oswald. São Paulo/SP. L. . Recuperação e Reforço de Estruturas de Concreto – 1a Edição. SEBRAE/SP E SINDUSCON/SP – Qualidade na Aquisição de Materiais e Execução de Obras . Manual para Diagnóstico de Obras Deterioradas por Corrosão de Armaduras – 1a Edição. Bauer. SP. Editora PINI. out/1998. 1997. São Paulo. Bibliografia complementar Sousa. 3) Patologias do concreto armado. Manual para Reparo. L.Causas. 1998. 1995.. Editora PINI.

135
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE
DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL

PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Qualidade na Construção Civil Professor (a): Curso(s):

Tecnologia em Construção de Edifícios

Período Letivo:

6o

CargaHorária:

80 h/a

EMENTA

Adquirir conhecimentos na área de qualidade, produtividade; competitividade e satisfação do cliente, bem como conhecer os programas de qualidade (Série ISSO; 5S no canteiro de obras; etc.).

PROGRAMA Objetivos

Conhecer os conceitos e filosofias da qualidade, produtividade e satisfação do cliente; Relacionar causa e efeito no controle dos processos construtivos; Analisar os tipos de perdas e seu controle; Conhecer conceitos, ferramentas e métodos de análise do processo de controle da qualidade total; Aplicar métodos de padronização para certificação da qualidade; Conhecer as diretrizes da qualidade no gerenciamento; Aplicar filosofia da qualidade nos serviços de manutenção e assistência técnica; Avaliar indicadores da qualidade.

Conteúdos

1) Estudar filosofias e conceitos básicos de qualidade, produtividade, competitividade e satisfação do cliente – 11 h; 2) Relacionar causa e efeito, controle dos processos de produção e itens de controle – gráfico de ishikawa – 5 h; 3) Analisar os tipos de perdas e seu controle: evitáveis e inevitáveis. Reciclagem de materiais e reuso alternativo – 5 h;

136 4) Conhecer os conceitos, ferramentas e métodos de análise do Processo de Controle da Qualidade Total: Ciclo PDCA, Controle Estatístico do Processo, 14 pontos de Deming , 5S no Canteiro de Obras, Método de Análise de Pareto, Garantia da Qualidade aplicado à Construção (ensaios,controles tecnológicos, compactação, granulometria, e outros sistemas de controle de qualidade) – 20 h 5) Aplicar Métodos de Padronização – Produção de Insumos, habitação popular, equipamentos e Construção Industrializada, Certificação I S O, Certificações (QUALIHAB), Especificações de Materiais (recebimento e utilização Conforme) – 10 h; 6) Conhecer as diretrizes da Qualidade no Gerenciamento: Planejamento estratégico, Diretrizes gerenciais, Metas, Gerenciamento interfuncional, Controle no Gerenciamento – 15 h; 7) Aplicar a filosofia da Qualidade nos serviços de manutenção e Assistência Técnica: Engenharia de Manutenção Preventiva; Tereotecnologia (previsão em fase de projeto), materiais e componentes (projeto do produto) de acesso facilitado à manutenção, Manual de uso e manutenção de edificações – 4 h;
8) Conhecer a avaliar Indicadores da Qualidade: Parâmetros normalizados, Controle implantado, Auditoria da Qualidade – 10 h.

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

Exposição oral de conteúdos; Exposição de conteúdos; Apresentação de resumo de aulas; Visitas técnicas.

Avaliação

Provas escritas teóricas e teórico-práticas; Exercícios

e trabalhos de pesquisa

bibliográfica e de campo; Relatórios das visitas técnicas; Participação em visitas técnicas; Apresentação de seminários temáticos e trabalhos finais e/ou projetos.

Bibliografia básica

MOREIRA, Daniel. Administração da Produção e Operações. Ed. PINI, São Paulo/SP, 2002.

137 SLACK, Nigel, STUART, Chambers e JOHNSTON, Robert. Administração da Produção. 2ª edição, Ed.Atlas, São Paulo/SP. 2002. SOUZA, Roberto de e MEKBEKIAN, Geraldo. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras. CTE/SEBRAE. Ed. PINI, São Paulo/SP, 2001.
THOMAZ, Ercio. Tecnologia, gerenciamento e qualidade na construção. Ed. PINI, São Paulo/SP, 2001.

Bibliografia complementar

Messeguer, Alvaro Garcia – Controle e Garantia da Qualidade na Construção - Sinduscom, São Paulo/SP, 1991. Castro, Jorge Azevedode – Invento e Inovação Tecnológica – Ed. Annablume, São Paulo/SP, 1999. CNI – SENAI – 5S no Canteiro CAMPOS, Vicente F. TQC - Controle da Qualidade Total, 2ª edição. Ed. EDG, Nova Lima/MG, 1999. CAMPOS, Vicente F. Gerenciamento da Rotina do Trabalho do Dia-a-Dia, 8ª edição. Ed. EDG, Nova Lima/MG, 2004.
Deming, Edward – Controle Estatístico da Qualidade

etc. 3) Macrocomplexo da construção civil. seminários de criatividade.Serão utilizados também textos impressos e pesquisa de campo em visitas compartilhadas com outras disciplinas. Conteúdos 1) Conceitos de tecnologia e de técnicas. Organizar banco de dados. seleção. Conhecer as características da inovação tecnológica. planilhas. simulação de procedimentos de registro via internet. Na parte à distância a mídia utilizada para o desenvolvimento de 40% dos estudos é a Internet (Ambiente Virtual de Aprendizagem). Os materiais são projetados e desenvolvidos de forma integrada. Conhecer os procedimentos para o registro de inovações tecnológicas. Conhecer o processo histórico da industrialização da construção civil. classificação. Formular ajustes em produtos e/ou processos de produção existentes. desenvolvimento e análise de implantação de tecnologias construtivas racionalizadas em obras. PROGRAMA Objetivos Conhecer os conceitos de tecnologia de técnica. critérios para análise. 7) Demandas de inovação tecnológica na construção de edifícios (projeto prático de um produto). Conhecer o macrocomplexo da construção civil. objetivando a aprendizagem. 6) Registro de inovação tecnológica na construção civil.138 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Inovação Tecnológica na Construção Civil Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 6o CargaHorária: 60 h/a EMENTA Apresentar e discutir as ferramentas e técnicas do processo criativo para o gerenciamento do processo de inovação na construção civil. . Elaborar textos técnicos. Conhecer os conceitos de inovação tecnológica. o aluno pode acessar as apresentações das aulas. 4) Criatividade e Inovação Tecnológica 5) Inovação tecnológica: conceitos. Avaliar produtos e processos de produções existentes na construção civil. Criar novos produtos e/ou processos de produção para a construção civil. formulários. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos A metodologia contempla a realização de atividades presenciais e à distância. As atividades presenciais: aulas expositivas utilizando slides para projeção. A partir do Grupo de Estudo. acesso a sítios especializados em inovação voltados para a construção civil. Classificar os tipos de inovações tecnológicas existentes na construção civil. Fazer levantamento da necessidade de inovação tecnológica na construção civil. esquemas e gráficos. modelos. fazer download dos textos de estudo e apoio e up-load dos exercícios e trabalho final. tipos e características. 2) Histórico sobre o processo de industrialização nos diversos setores e na construção. Apresentar e discutir novas tecnologias utilizadas na construção civil. Analisar preliminarmente o material coletado.

São Paulo: Nobel. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL . 1989. Participação nos trabalhos práticos. Lúcia (Coord. São Paulo/SP.139 Avaliação Exercícios e trabalhos. 1999. Invento & inovação tecnológica: produtos e patentes na construção. TFD – Trabalho Final da Disciplina. Annablume. Participação durante as aulas. Bibliografia básica CASTRO. Tecnologia & arquitetura. Jorge Azevedo de. Ed. Bibliografia complementar MASCARÓ.).

vigas.140 PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Construção Industrializada Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 6o CargaHorária: 80 h/a EMENTA PROGRAMA Objetivos Especificar componentes pré-fabricados para a construção de edifícios. armazenagem e aplicação. Exercícios e trabalhos práticos orientados pelo . Exposição de conteúdos com auxilio de recursos áudio visuais. 4) Sistemas construtivos industrializados. transporte. processo de fabricação. Conhecer os principais componentes industrializados na construção de edifícios. 2) Pré-fabricados em argamassa armada. Conhecer os sistemas construtivos industrializados mais utilizados na região e no país. insumos. telhas. ligações. painéis. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Exposição oral de conteúdos com auxilio de quadro e giz. quanto ao tipo. nervuras. pórticos. 5) Centrais de concreto. Conteúdos 1) Pré-fabricados em concreto armado: pilares. lajes. 3) Vedação estrutural. Conhecer o funcionamento de centrais de concreto.

de. NUTAU – Núcleo de Pesquisa em Tecnologia da Arquitetura e do Urbanismo. Desempenho térmico de habitações construídas com placas pré-moldadas de concreto.Artigos diversos publicados em Anais de congressos científicos. C. São Paulo: IPT. Participação durante as aulas. .141 professor. Ênio José. Paulo F. CARVALHO. 1999. 1995. Prémoldados e autoconstrução (Anais). Durabilidade dos concretos de cimento Portland. 1992. Mônica M. NUTAU – Núcleo de Pesquisa em Tecnologia da Arquitetura e do Urbanismo. São Paulo: CREA/SP. Durabilidade das estruturas de concreto aparente em atmosfera urbana. F. 1992. Monografia de Especialização. IBAPE/SP. São Paulo: FAUUSP. Participação nos trabalhos práticos. IBAPE/SP. Avaliação Exercícios e trabalhos. LIMA. IPT. São Paulo: FAUUSP. Patologia das edificações. SILVA. Homero Jorge Matos. 1995. UFRN. São Paulo: Sagra. A. 1995. Bibliografia básica Bibliografia complementar ANDRADE. Manual do proprietário: a saúde dos edifícios. Arquitetura de terra (workshop). CREA/SP. São Paulo: Pini. Manual para diagnóstico de obras deterioradas por corrosão de armadura. São Paulo: Pini. Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo. . Visitas Técnicas. VERÇOZA.

. Desenvolver aptidões comportamentais que propiciem a aquisição da competência grupal. no desempenho e comportamento no ambiente de trabalho. quanto às suas características. Identificar as influências do meio no comportamento das pessoas. diferenças e implicações nas relações de trabalho. (drogas). quanto as suas características. da prática da Escuta Ativa e do uso adequado do feedback nas relações de trabalho. Identificar as possíveis influências do uso e abuso do álcool. a partir da compreensão dos processos psicológicos de indivíduos e grupos nas diversas modalidades relacionais. Diagnosticar divergências e manejar conflitos. através do uso adequado das funções de liderança e do poder interpessoal.2 PROGRAMA Objetivos Demonstrar conhecimentos a respeito do indivíduo.142 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNÓLOGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Relações Humanas no Trabalho Professor (a): Curso(s): Tecnologia em Construção de Edifícios Período Letivo: 6o CargaHorária: 60 h/a EMENTA Trabalhar conhecimentos a respeito do indivíduo e das relações de grupos. diferenças e implicações nas relações de trabalho. 1. Comunicar-se eficientemente através do desenvolvimento da capacidade de empatia. Diagnosticar comportamentos éticos na vida profissional.

4) Competência Interpessoal: A expressão das emoções – funções e atuação do sistema emocional. Rio de Janeiro/RJ. Vozes. James L. . 4a Edição. 7) Técnicas de comunicação eficazes: Teoria e prática da escuta ativa. Bibliografia básica ANTUNES. DAVIDOFF. Ed. 5) A inteligência Emocional aplicada às relações Interpessoais: Conflito Interpessoal no grupo. Elaine Maria. Celso. Estilos de administração de conflitos. 9) Uso abusivo do álcool e drogas: Possíveis interferências no ambiente de trabalho e desempenho profissional. Manual de Técnicas de Dinâmicas de Grupo. Teorias contingenciais de Liderança. 6) Comunicação Interpessoal: O processo de comunicação. O repertório emocional e as diferenças individuais. Anthony F. Avaliação Livros. 8) Funções de Liderança: Estilos básicos de liderança. Revistas. et. Trabalhos em grupo. 22a Edição. Seminários Aulas expositivas. Vozes. BOWDITCH. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Estudo de textos. 1987. 24a Edição. 10) Ética e Moral – estudo de casos. 1999. Thomson Pioneira. BRAGHIROLLI. Ed. 2000. Ed. Ed. 3) Socialização – processo de formação. Makron Books. 2000. e BUONO.143 Conteúdos 1) Personalidade – conceito e formação. Grupos de discussão. São Paulo/SP. Rio de Janeiro/RJ. Dinâmicas. 3a Edição. Linda L. São Paulo/SP. Internet. ali. 2) Percepção Social – preconceito e estereótipos. Introdução à Psicologia. Psicologia social. Textos. Elementos de Comportamento Organizacional.

Rio de Janeiro/RJ. . 2a Edição. Idalberto.144 FRITZEN. 32a Edição. MOSCOVICI. José Olympio. Ed. Equipes dão Certo – A Multiplicação do Talento Humano. Desenvolvimento Interpessoal – Treinamento em Grupo. Felá. Vozes. 4a Edição Ed. Felá. 2002. Ed. Gerenciando Pessoas. São Paulo/SP. José Olympio. São Paulo/SP. MOSCOVICI. 1995. Ed. Silvino José. I. 14a Edição. 2003. Exercícios práticos de Dinâmicas de grupo – Vol. São Paulo/SP. 1987. Makron Books. CHIAVENATO. Bibliografia complementar 34.

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