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FACULDADE ANHANGUERA DE PIRACICABA

ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO

SISTEMA DE ILUMINAÇÃO À LEDS PARA BIOFÁBRICAS DE MUDAS

NELSON LUÍS MARQUES

PIRACICABA

2011

RA: 8837371

FACULDADE ANHANGUERA DE PIRACICABA

ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO

SISTEMA DE ILUMINAÇÃO À LEDS PARA BIOFÁBRICAS DE MUDAS

Relatório de Estágio apresentado à Faculdade Anhanguera de Piracicaba como exigência da disciplina Estágio Supervisionado Curricular.

Nelson Luís Marques

Orientador: Prof. Milton Antonio Scarpelin

RA: 8837371

Piracicaba

2011

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Agradecimentos:

À Deus pelo dom da vida, à minha família toda pelo apoio aos estudos.

Aos Engenheiros Dr. Paulo Hercílio Viegas Rodrigues, Denilson Antonio Marques, Paulo Roberto Chioralanza Vilela, Milton Antonio Scarpelin pelas participações neste trabalho.

À Faculdade Anhanguera de Piracicaba e à Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz,

pela oportunidade deste estágio supervisionado.

Conteúdo

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO

4

2 A INSTITUIÇÃO:

5

3 ATIVIDADES DO ESTÁGIO

6

3.1

- Descrição do projeto:

6

3.1.1 Fonte de alimentação:

8

3.1.2 Circuito de controle e de potência:

9

3.2

Distribuição dos trabalhos:

10

3.2.1-

CRONOGRAMA

10

4 PROCEDIMENTOS E RECURSOS UTILIZADOS

11

4.1 PROCEDIMENTOS E METODOLOGIA

11

4.2 MATERIAIS, EQUIPAMENTOS OU FERRAMENTAS

11

5 CONCLUSÃO:

12

6 REFERÊNCIAS

BIBLIOGRÁFICAS

13

ANEXO A Folhas de dados dos LEDs:

14

ANEXO B Esquema elétrico da Fonte ATX

19

ANEXO C Circuito PWM e de potência simulado no Simulink® da NI:

19

ANEXO D Fotos do Sistema de Iluminação à LEDs instalado:

20

ANEXO E Cópia do resumo de artigo:

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1 INTRODUÇÃO

Uma biofábrica de mudas é um laboratório que permite produzir um grande número de mudas de plantas cultivadas a partir da clonagem ou outra técnica como a replicação de indivíduos, através da criação de um ambiente o mais próximo possível do ideal, controlado, visando alta produtividade, baixa contaminação e bom controle da “população”. Para se conseguir tais qualidades numa biofábrica, um dos principais cuidados é com a iluminação adequada, já que a luz é a fonte de energia para o crescimento. Utilizam-se sistemas de iluminação natural (com sombrite, à luz do sol) e iluminação artificial (com lâmpadas fluorescentes, ambiente fechado). Surgiu então a idéia de utilizar-se iluminação a LED (diodo emissor de luz) devido ao baixo consumo relativo, ou seja, alta eficiência em potência, à alta durabilidade, ao fato de não conter mercúrio em sua composição, o qual é altamente tóxico para qualquer ser vivo, incluindo o homem, e ser considerado o futuro substituto das lâmpadas elétricas atuais. Neste trabalho encontram-se descritos os principais passos para se obter um completo Sistema de iluminação à LED para uma biofábrica de mudas, com os recursos disponíveis na moderna eletrônica e utilizando-se dos conhecimentos da engenharia para a correta utilização destes dispositivos, considerados de vanguarda na iluminação artificial. Nos anexos estão características dos componentes utilizados, esquemas elétricos, imagens do aparato em funcionamento no local. Não é do escopo deste relatório pormenorizar os aspectos da biologia que envolve o projeto como um todo, pois focaliza apenas o Sistema de Iluminação. Um resumo do artigo “Avaliação do uso de LEDs (Light Emitting Diode) no cultivo in vitro de Cana de Açúcar” (Maluta et al, 2011) se encontra no anexo D, onde o leitor interessado poderá verificar os benefícios do emprego desta tecnologia.

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2 A INSTITUIÇÃO:

A “Eletrônica Marques”, nome de fantasia da micro-empresa Nelson Luís Marques ME, situada na Avenida São Paulo, 42, é uma empresa tradicional no ramo de assistência técnica e comércio de equipamentos eletro-eletrônicos em Piracicaba. Está inscrita no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica sob nº 73.083.768/0001-40. Devido à sua vasta clientela, eventualmente surgem consultas e pedidos de serviços diferentes da atividade principal da empresa. Deste modo, um grande leque de negócios se forma, na indústria, comércio e instituições de ensino e pesquisa, principalmente nas áreas de engenharia elétrica e de controle e automação. Proprietário desta pequena empresa, hoje com apenas três funcionários, estou feliz com os resultados obtidos e vislumbrando uma perene estabilidade de negócios, mas buscando sempre a diversificação e o foco no cliente. Assim surgiu o pedido do projeto alvo deste trabalho, através do contato com o professor e pesquisador da ESALQ, prof. Dr. Paulo Hercílio Viegas Rodrigues, do LPV (Laboratório de Produção Vegetal), pertencente ao Departamento de Produção Vegetal, o qual solicitou estudos preliminares sobre o assunto. Por ser a ESALQ uma instituição renomada no mundo acadêmico e que desenvolve diversas atividades de pesquisa tecnológica voltada à agricultura, despertou o interesse de se trabalhar neste projeto como parceria. A necessidade de se criar o sistema de iluminação com LEDs abriu um novo mercado que poderá ser explorado pela Eletrônica Marques, como prestador de serviços de projeto e execução em futuras instalações de biofábricas de mudas. Sendo assim, foi iniciado este projeto, desenvolvendo os trabalhos como estágio supervisionado do aluno e proprietário, sob a supervisão do engenheiro elétrico Denilson Antônio Marques.

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3 ATIVIDADES DO ESTÁGIO

Este capítulo descreve as atividades do estagiário assim como apresenta os dispositivos desenvolvidos durante a realização dos trabalhos.

3.1 - Descrição do projeto:

A iluminação artificial na produção de mudas proposta neste projeto foi obtida com a

utilização de LEDs (Light Emitting Diode) de alto brilho e o auxílio de circuitos PWM (pulse width modulation), ou “modulação por razão cíclica”, em português, para a obtenção do ajuste da intensidade luminosa desejada. A justificativa para este tipo de iluminação é o seu baixo consumo de energia, devido aos LEDs, e baixa perda no controle, devido à PWM, além de baixa manutenção. Com isso, reduzem-se significativamente os custos de produção das mudas, além de uma maior versatilidade da biofábrica, considerando o emprego de LEDs de diversas cores, modulando-

se tanto a potência total da luz quanto o espectro, ou seja, controle individual por cor.

A técnica PWM é amplamente utilizada em eletrônica de potência para motores e iluminação, devido a altos índices de eficiência e relativa simplicidade construtiva. Os PWM controlam potência através de ciclos de “ligado” e “desligado”, em freqüências relativamente altas em relação ao que se deseja controlar, ou seja, potência baixa, pouco tempo ligado, potência alta, grande tempo ligado.

pouco tempo ligado, potência alta, grande tempo ligado. Na iluminação, pode ser empregada com freqüências acima

Na iluminação, pode ser empregada com freqüências acima de 120 Hz (ciclos por segundo), acima do limiar de percepção do olho humano. No caso dos Power LED(de alto fluxo luminoso), a preocupação com a dissipação térmica é importante, pois a elevação da temperatura na junção de silício pode ser prejudicial ao seu desempenho e vida útil. Durante o tempo “off” ocorre o resfriamento da junção, ou melhor, a dissipação do calor da junção para o ambiente. Além disso, é preciso tomar algumas precauções com relação à corrente elétrica circulante nos LEDs, para não exceder o seu limite.

As características elétricas dos LEDs estão dispostas no Anexo A. Foram observadas todas as

limitações dos componentes no projeto.

O efeito deste tipo de controle em laboratório foi avaliado com mudas de cana-de-açúcar,

plantas ornamentais, lenhosas e frutíferas.

-Pré projeto:

Optou-se pelo uso de um controle em malha aberta, com um circuito eletrônico devidamente calculado de acordo com as características dos LEDs empregados, escolhidos através de experimentos realizados em laboratório.

A escolha dos LEDs foi feita baseada nas dimensões das bandejas das prateleiras de aço

comumente utilizadas nas biofábricas e na intensidade luminosa desejada (similares às

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empregadas com a iluminação fluorescente), através do departamento de vendas da empresa Cromatek e pela orientação do engenheiro responsável, fornecedores dos LEDs. Escolhidos os LEDs, partiu-se para a decisão da disposição física dos mesmos no laboratório, ou seja, o “lay-out”. A disposição das cores foi definida pelo professor Paulo Hercílio, segundo alguns estudos anteriormente realizados por ele e os experimentos que desejava fazer. Importante ressaltar que o ângulo de emissão dos LEDs escolhidos é de 130º (± 10º), possibilitando assim a sua instalação nas bandejas e a incidência da luz nas amostras de maneira uniforme. -Total de LEDs: 18 -Bandejas: 6 (disposição de 3 LEDs por bandeja) -Distância entre eles: 225mm, centralizados nas bandejas

Linha 1

BRANCO

BRANCO

BRANCO

Linha 2

VERMELHO

BRANCO

AZUL

Linha 3

AZUL

VERMELHO

AZUL

Linha 4

VERMELHO

AZUL

VERMELHO

Linha 5

AZUL

AZUL

AZUL

Linha 6

VERMELHO

VERMELHO

VERMELHO

VERMELHO Linha 5 AZUL AZUL AZUL Linha 6 VERMELHO VERMELHO VERMELHO Foto do sistema instalado

Foto do sistema instalado

8

3.1.1 Fonte de alimentação:

Um critério importante num projeto que utiliza LEDs é a fonte de alimentação. Há no mercado “Drivers” específicos para LEDs, porém todos os pesquisados utilizam séries de LEDs e para este projeto em específico, não satisfazem a necessidade, pois precisávamos instalá-los em trios e com cores diferentes. Os LEDs coloridos (azuis e vermelhos) têm correntes de trabalho diferentes entre si e em comparação com os brancos, portanto escolhi a ligação dos LEDs em paralelo. Além disso, desejava-se o controle de intensidade luminosa independente por bandeja, totalizando seis ajustes independentes de luminosidade. Optou-se por uma fonte utilizada em computadores pessoais (conhecidas como Fonte ATX), devido ao baixo custo e a possibilidade de usar as saídas de 3,3 volts, 5 volts ou a de 12 volts. Elas possuem cerca de 200 a 350 Watts de potência (portanto com boa margem de segurança contra queima por sobre-corrente), possuem gabinete, ventilação forçada e são facilmente encontradas no mercado, sendo necessário apenas que pequenas modificações sejam feitas para satisfazerem a necessidade do projeto. No Anexo B vemos o esquema elétrico de uma Fonte ATX. As modificações feitas na fonte foram:

-Retirada dos cabos não usados; -Ligação do controle de Stand-by para terra, para que funcione assim que a chave Power seja acionada; -Travamento da chave de comutação de voltagem em 220 Volts, compatível com a rede do laboratório. Um sistema elétrico já instalado no laboratório fornecerá a alimentação de 220VAC num período ajustado para dezesseis horas diárias, através de um timer e contator. Foram realizados alguns testes da fonte em ligação direta com trios de LEDs na saída de 3,3 volts e com resistor em série para limitação de corrente nas saídas de 5 volts e 12 volts. O melhor resultado de estabilidade de tensão/luminosidade foi conseguida com a saída de 5 volts, portanto foi a saída escolhida para o projeto. Com esta tensão de trabalho da fonte é possível conseguir a máxima potência do LED sem ultrapassar o limite de tensão direta, mesmo com o transistor de potência em curto-circuito (corrente direta, num caso de defeito).

de potência em curto-circuito (corrente direta, num caso de defeito). Foto da fonte de alimentação e

Foto da fonte de alimentação e comandos

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3.1.2 Circuito de controle e de potência:

Partindo-se das características elétricas dos LEDs e a disposição dos mesmos (em trios), passamos para a escolha do circuito de potência e PWM. Desejava-se um circuito de baixo custo, com componentes fáceis de encontrar no mercado e com boa eficiência energética (baixo desperdício de energia por efeito Joule).

A solução destes parâmetros foi a utilização de transistores de tecnologia MOS FET e o

circuito integrado 555, largamente empregado em protótipos didáticos. Empregou-se a simulação do circuito no software Simulink ® , da National Instruments (Vide Anexo C).

Isto foi possível graças aos conhecimentos adquiridos no Curso de Graduação de Engenharia

de

Controle e Automação, nas disciplinas de Eletrônica 1 e 2, Análise Linear de Sistemas e na

de

Análise e Modelagem de Sistemas com Simulink/Matlab ® .

Obtiveram-se bons resultados na simulação, então se passou a construção de um protótipo real, observando-se as dimensões reduzidas e a disposição de seis circuitos num gabinete, um para cada trio de LEDs. Algumas comparações com circuitos propostos por artigos de revistas especializadas em eletrônica foram feitas, a fim de se adequar o circuito projetado com os que usualmente são empregados, com similaridade de circunstâncias. Isto feito, o protótipo foi testado e o resultado foi satisfatório. A montagem definitiva no gabinete de comando e os aspectos da instalação no laboratório da

ESALQ foram pensados e programados, inclusive antecipando o cronograma previsto. Os testes de funcionamento e medições de tensão, corrente e temperatura nos LEDs foram realizados na última semana de agosto de 2011. Todos os ajustes de luminosidade funcionaram com a linearidade desejada e a intensidade luminosa máxima superou as expectativas. Em projeto futuro, pretendemos utilizar LEDs RGB (Red, Green, Blue) para se obter todo o espectro visível, num sistema de controle realizado por computador e um software adequado, onde se possa controlar desde os comprimentos de onda da luz (pela proporção de R, G e B), o foto período de exposição (tempo de exposição das plantas à luz) e a intensidade luminosa. Com isso poderíamos criar rotinas pré ajustadas, conforme a variedade de muda desejado e realizar ensaios com qualquer espécie que se deseje, ajustando assim a máxima eficiência produtiva.

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3.2 Distribuição dos trabalhos:

A tabela abaixo descreve a distribuição da carga horária do estágio, relacionando com as etapas do projeto, totalizando 260 horas nos meses de agosto a outubro de 2011.

Atividade executada

Agosto

Setembro

Outubro

TOTAIS

Estudo dos dados

8

4

0

12

Elaboração do projeto

40

12

0

52

Lay-out da montagem

6

6

0

12

Montagem do circuito

4

48

0

52

Testes e detecção de falhas

10

18

16

44

Análise do desempenho

4

24

24

52

Relatórios/ Documentação

8

8

20

36

       

260 Horas

Quadro das horas do estágio

3.2.1- CRONOGRAMA

Setembr Novem ATIVIDADE Agosto Outubro o bro P 1. Estudo dos dados R P 2.
Setembr
Novem
ATIVIDADE
Agosto
Outubro
o
bro
P
1. Estudo dos dados
R
P
2. Elaboração do projeto
R
P
3. Elaboração do lay-out da montagem
R
P
4. Montagem física do circuito
R
P
5. Testes e verificação de possíveis falhas
R
P
6. Acompanhamento do desempenho
R
P
7. Documentação
R

Legenda: P- Previsto; R- Realizado

O cronograma previsto no “Programa de Estágio” foi cumprido, conforme se observa no quadro acima.

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4 PROCEDIMENTOS E RECURSOS UTILIZADOS

Neste capítulo, o leitor encontra uma breve síntese dos recursos de que o estagiário se utilizou no desenvolver das atividades.

4.1 PROCEDIMENTOS E METODOLOGIA

O projeto do circuito eletrônico de controle de intensidade luminosa (potência) foi elaborado

observando os critérios de observância das características elétricas dos componentes (LEDs e Fonte), faixa de controle desejado (range) e limitação econômica para construção do mesmo. Conseguiram-se resultados satisfatórios em todos os requisitos, o que surpreendeu as

expectativas, pois se trata de inovação tecnológica.

4.2 MATERIAIS, EQUIPAMENTOS OU FERRAMENTAS

Na simulação e projeto foram usados:

- Computador

simulador Multisim ® (National Instruments) e com acesso à internet;

- Livros e revistas para consulta;

- LED,

eletrônicos para testes iniciais.

pessoal,

de

sistema

Windows

XP ®

Oficce ®

de

com

e

(Microsoft),

e

programa

fonte

alimentação,

ferramentas,

instrumentos

medição

componentes

Na construção do protótipo e instalação:

-18 LEDs de 3watts; fios e cabos; Fonte ATX; placa de circuito impresso; circuitos integrados 555; resistores; potenciômetros; capacitores; parafusos; cintas plásticas de fixação; gabinete plástico (para acondicionar o circuito de controle); adesivos; isolantes, etc.

- Ferramentas diversas como furadeira, alicates, chaves de fenda, estação de solda, etc.

- Instrumentos de medição como multímetro e osciloscópio;

Na avaliação final e acompanhamento dos dados:

- Instrumentos de medição da tensão, corrente, intensidade luminosa;

- Computador pessoal (para relatórios);

- Calculadora científica;

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5 CONCLUSÃO:

Todos os testes do circuito montado no Laboratório de Produção Vegetal da ESALQ demonstraram um funcionamento preciso, eficiente e funcional. A economia no consumo de energia elétrica foi da ordem de 60% quando comparada ao do sistema convencional, o que por si só, já justifica a utilização dos LEDs como fonte de iluminação. Além disso, a longevidade esperada dos componentes trará certamente resultados positivos na manutenção do sistema, contribuindo significativamente para a baixa dos custos da biofábrica. No tocante ao estágio, diversas matérias como Eletrônica, Modelagem e Simulação de Sistemas, Análise Linear de Sistemas e Termodinâmica, foram empregadas neste projeto, contribuindo largamente na consolidação do aprendizado do estagiário. Conforme mencionado na introdução deste, o emprego de LEDs representa uma inovação tecnológica que poderá ser adotada na maioria dos projetos futuros que dependam de uma fonte luminosa artificial econômica, melhor ecologicamente por não conter mercúrio e com muitas possibilidades criativas, pelo uso das cores. Outro importante aspecto é que o projeto todo foi inscrito na Olimpíada USP de Inovação Tecnológica e um artigo será publicado, mencionando o autor do projeto de iluminação a LED, possibilitando novos negócios à empresa (empreendedorismo). As dificuldades encontradas limitaram-se ao início do projeto, na tomada de decisões quanto à disposição e melhor escolha dos circuitos e na fase final de documentação e apresentação dos relatórios, que foram dirimidas com alguma pesquisa e a orientação do supervisor e do orientador do estágio. Posso ressaltar aqui a satisfação do cliente Engenheiro Agrônomo Paulo Hercílio pelo desempenho do Sistema de Iluminação à LEDs e o modo como foi conduzido o projeto, desde sua concepção.

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6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Livros

BOYLESTAD, Robert e NASHELSKY, Louis. Dispositivos Eletrônicos e Teoria de Circuitos. 6ª ed. RJ: LTC, 1999.

DORF, Richard C. e BISHOP, Robert H. Sistemas de Controle Modernos. 8ª Ed. RJ: LTC,

2001.

Artigo de revista

NEWTON C. BRAGA. Controles PWM de LEDs. Saber Eletrônica, edição 421 de fevereiro de 2008. Páginas: 77 a 80.

Pesquisa na internet

Folhas de Dados dos LEDs. Disponível em:

2011.

Olimpíada de Inovação 2011. Disponível em:

<http://www.inovação.usp.br/olimpiada2011/>. Acesso em: junho a outubro de 2011.

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ANEXO A Folhas de dados dos LEDs:

14 ANEXO A – Folhas de dados dos LEDs:

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18

19

ANEXO B Esquema elétrico da Fonte ATX

19 ANEXO B – Esquema elétrico da Fonte ATX ANEXO C – Circuito PWM e de

ANEXO C Circuito PWM e de potência simulado no Simulink® da NI:

19 ANEXO B – Esquema elétrico da Fonte ATX ANEXO C – Circuito PWM e de

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ANEXO D Fotos do Sistema de Iluminação à LEDs instalado:

D – Fotos do Sistema de Iluminação à LEDs instalado: Foto da entrada da Sala de

Foto da entrada da Sala de Crescimento

de Iluminação à LEDs instalado: Foto da entrada da Sala de Crescimento Sistema à LED (esq.)

Sistema à LED (esq.) e convencional (dir.)

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21 Foto com detalhe do painel de controle Foto com detalhe do Timer e Disjuntor

Foto com detalhe do painel de controle

21 Foto com detalhe do painel de controle Foto com detalhe do Timer e Disjuntor

Foto com detalhe do Timer e Disjuntor

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ANEXO E Cópia do resumo de artigo:

22 ANEXO E – Cópia do resumo de artigo: