FGTS

Manual de Orientações ao Empregador
Retificação de Dados, Transferência de Contas Vinculadas e Devolução de Valores Recolhidos a Maior

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Vigência 27/01/2009

Apresentação

O Manual de Orientações ao Empregador – Retificação de Dados, Transferência de Contas Vinculadas e Devolução de Valores Recolhidos a Maior define as normas e procedimentos relativos à matéria, servindo, como instrumento normativo a ser adotado, doravante, por todos os entes envolvidos no processo do FGTS. Este Manual reúne, de forma clara e objetiva, informações e orientações, aprovadas por meio de Circulares CAIXA, relevantes ao processo de retificação, transferência e devolução do FGTS. Novas versões do presente Manual serão publicadas pela CAIXA no cumprimento de seu papel de agente operador do FGTS, a fim de compatibilizar as mudanças na legislação, inserir procedimentos e orientações ou divulgar novas ferramentas que venham a facilitar ao empregador o desempenho de suas obrigações.

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Legislação

Circular CAIXA 462, de 27 de janeiro de 2009 Retificação/Devolução Circular CAIXA 436, de 02 de junho de 2008. Decreto nº. 99.684, de 08 de novembro de 1990. Decreto nº. 1.522, de 13 de junho de 1995. Instrução Normativa MPS SRP nº. 20, de 11 de janeiro de 2007. Instrução Normativa RFB nº. 748, de 28 de junho de 2007. Lei nº. 105, de 10 de janeiro de 2001. Lei Complementar nº. 110, de 29 de junho de 2001. Lei nº. 5.433, de 08 de maio de 1968. Lei nº. 5, 958, de 10 de dezembro de 1973. Lei nº. 8.036, de 11 de maio de 1990. Lei nº. 8.935, de 18 de novembro de 1994. Lei nº. 9.012, de 11 de março de 1995. Lei nº. 9.601, de 21 de janeiro de 1998. Medida Provisória nº. 185, de 13 de maio de 2004. Medida Provisória nº. 2.164-41, de 24 de agosto de 2001. Portaria CAT-14 de 10 de março de 2006 (Coordenador da Administração Tributária). Resolução do CCFGTS nº. 276, de 16 de dezembro de 1997. Resolução do CCFGTS nº. 318, de 31 de agosto de 1999. Resolução do CCFGTS nº. 388, de 27 de maio de 2002.

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A 4 Vigência 27/01/2009 .Alterações promovidas em relação à versão anterior Não se aplica Versão 1.01.

PTC – Pedido de Transferência de Contas Vinculadas. Equipara-se a diretor não empregado. a opção pelo FGTS passou a ser compulsória para os depósitos do FGTS devidos a partir daquela data. Anexo I. 138. FMP – Fundo Mútuo de Privatização. sendo facultativa até 04/10/1988. CCFGTS – Conselho Curador do FGTS. àquele órgão. tornando-os consistentes e compatíveis nos cadastros do FGTS e do PIS. Art. OPÇÃO PELO FGTS – Opção pelo regime do FGTS. inclusive. GFIP – Guia de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social. criada com a promulgação da Lei 5107 de 13/09/1966. estatuto ou contrato social. OPÇÃO RETROATIVA PELO FGTS – Ato de efetuar a opção pelo regime do FGTS de forma retroativa à data de admissão e/ou à data posterior a esta (a partir de 01/01/1967) opção esta que deve ser manifestada durante a vigência do contrato de trabalho. FGTS – Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. DOU – Diário Oficial da União. RDE – Retificação de Dados do Empregador. GRRF – Guia de Recolhimento Rescisório do FGTS – a partir de 01/08/2007. GRR – Guia de Recolhimento Rescisório do FGTS. que a administração/gestão/gerência da sociedade compete. CNPJ – Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica.404/76. CS – Conectividade Social. NIS – Número de Identificação Social. CEI – Cadastro Específico do INSS.A 5 Vigência 27/01/2009 .Definições CC – Circular CAIXA. NIT – Número de Inscrição do Trabalhador. com fundamento na Lei 6. em empresas sujeitas ao regime da CLT que pode equiparar seus diretores não empregados aos demais trabalhadores sujeitos ao regime do FGTS. independentemente da denominação do cargo. PIS – Programa de Integração Social. IN – Instrução Normativa. PASEP – Programa de Formação do Patrimônio do Servidor. GRFP – Guia de Recolhimento Rescisório do FGTS. o membro do Conselho de Administração de empresa cujo estatuto determina. CÓDIGO DE RECOLHIMENTO – É o código numérico instituído pela CAIXA para identificar o tipo de recolhimento nas guias do FGTS. FPAS – Fundo da Previdência e Assistência Social. para efeito do recolhimento facultativo do FGTS. MPS – Ministério da Previdência Social. Versão 1. DIRETOR NÃO EMPREGADO – É a pessoa física que exerça cargo de administração previsto em lei. A partir da promulgação da Constituição Federal de 05/10/1988.01. DAT – Documento de Atualização de Dados do Trabalhador. GRFC – Guia de Recolhimento do FGTS e Contribuição Social. Qualificação de Contas – Operação realizada para acerto dos dados cadastrais do trabalhador.

SEFIP – Sistema Empresa de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social. RESPONSÁVEL LEGAL . SRP – Secretaria da Receita Previdenciária. SQVG – Saque na Vigência do Contrato de Trabalho. RDT – Retificação de Dados do Trabalhador. Versão 1.Aquele que é revestido de poder legal para assinar em nome do empregador e executar os procedimentos descritos neste Manual.RDF – Retificação com Devolução do FGTS.A 6 Vigência 27/01/2009 . UNIFICAÇÃO OU FUSÃO DE CONTAS – Transporte do saldo de uma conta FGTS para outra de mesma titularidade e vínculo empregatício.01.

Condição para Processamento de Retificação Financeira 4. Retificação de Dados do Trabalhador – RDT Capítulo III – Retificação Cadastral 1.RDT 3. Dados do empregador passíveis de alteração por meio do SEFIP b. Solicitar Relatório de Contas Vinculadas com Inconsistências Cadastrais d.01.Suporte . Reflexos das Retificações 3.Sumário Capítulo I – Considerações Gerais 1. Ouvidoria Caixa 4. Retificação de Recolhimentos Rescisórios Capítulo IV – Retificação de Dados com Devolução de FGTS – RDF Capítulo V – Transferência de Contas 1. Disque Caixa 2. Prazo para Processamento das Retificações Capítulo II – Qualificação Cadastral 1. PTC Total 2. Retificação de Dados do Empregador . Tabela de Códigos de Recolhimento FGTS Versão 1. Deveres e Direitos do Responsável Legal 2. Conectividade Social a. Retificação de Dados do Empregador – RDE 2. Documento de Dados do Trabalhador . PTC Parcial Capítulo VI – Qualificação Cadastral do PIS/PASEP 1. Atualização de Endereço do Trabalhador b. Atendimento à Deficiente Auditivo Capítulo VIII – Quadro Resumo das versões e datas de vigência Capítulo IX – Anexos 1. Comunicar Movimentação de Trabalhadores c.A Vigência 27/01/2009 7 .Help Desk 1. Suporte Tecnológico 3. Princípio da Retificação de Inscrição do Empregador e Competência 5. SEFIP a.DAT Capítulo VII . Dados do trabalhador passíveis de alteração por meio do SEFIP 2.

Modelo de Ofício de Autorização de Devolução 14. Utilizando o SEFIP na Retificação Cadastral exclusiva no FGTS 7. Relação de GIFUG X Abrangência 4. Críticas do SEFIP às Alterações Cadastrais do Trabalhador 6. Tabela Demanda X Prazo de Atendimento 3. Formulário de Retificação de Dados do Empregador – RDE 10. Tabela de Categoria de Contas 8. Relatório de contas com Inconsistências Cadastrais (Leiaute) 9. Requisitos de Localização de Conta na Internet 5.A 8 Vigência 27/01/2009 . Tabela de Código de Movimentação 16. Retificação com Devolução de FGTS .RDF 13. PTC Total 17. Retificação de Recolhimento Rescisório 12. Formulário de Retificação de Dados do Trabalhador – RDT 11. PTC Parcial Versão 1. Check list para Retificação com Devolução de FGTS 15.2.01.

para fins de definição de competência e responsabilidade.gov. Aplicativo SEFIP. Caso as retificações solicitadas não sejam processadas no prazo definido no Anexo II que trata do prazo de atendimento das solicitações apresentadas à CAIXA. As alterações cadastrais nas contas vinculadas do empregador e do trabalhador devem ser geradas em arquivo GFIP/SEFIP. e pela falsidade das informações constantes nas solicitações. verificadas a qualquer tempo. são de responsabilidade do empregador ou responsável legal que as solicitou.01. o empregador deve comparecer a uma agência da CAIXA munido do comprovante de solicitação. também estão disponíveis: Circulares CAIXA. pela inobservância das normas. Versão 1. No site. tratadas pela CAIXA. O empregador e o trabalhador devem atender às solicitações feitas pela CAIXA relativas a documentos complementares. desde que guardem estrita semelhança com os modelos por ela definidos.A 9 Vigência 27/01/2009 . O empregador ou seu responsável legal passam a ser denominados empregador. pedidos de transferência e devolução gerados pelo próprio empregador.br. a CAIXA tomará providências para solução da ocorrência ou prestar orientações ao empregador sobre o procedimento para nova apresentação da solicitação. sem prejuízo de outras ações administrativas cabíveis. via SEFIP ou via formulários.opção downloads/FGTS/Retificação de Dados. mediante apresentação dos comprovantes de tal solicitação e avaliação quanto aos possíveis impedimentos de seu processamento. do protocolo de transmissão emitidos pelo SEFIP.Capítulo I – Considerações Gerais 1.caixa. sujeitando-os às penalidades previstas na legislação. somente serão processados se estiverem corretamente A CAIXA acata formulários retificadores. para que o efetivo e correto processamento da retificação ocorra.Serviços ao Empregador. No caso das retificações solicitadas e não processadas. Os formulários preenchidos. conforme relacionado abaixo: Para retificações via aplicativo SEFIP: relatório de alterações. os modelos vigentes estão disponíveis no endereço eletrônico www. para captura pelos empregadores. e Conectividade Social – Cartilha do Empregador. Manual de Orientação FGTS . Manual Operacional e Manual da GFIP/SEFIP para o Usuário do SEFIP. Deveres e Direitos do Responsável Legal As retificações e transferências de contas vinculadas do FGTS. Para retificações via formulários: a via protocolada do formulário entregue na CAIXA. Para os casos de retificação/transferência/devolução tratados por meio de formulários. observadas as demais orientações contidas no presente Manual.

01.A 10 Vigência 27/01/2009 . facultando ao empregador: Autenticação das cópias em cartório. por 30 anos. ficando a primeira em poder da CAIXA ou do banco conveniado. bem como a data da entrega. nas localidades onde não exista agência da CAIXA. contados a partir do comunicado da agência ou unidade do FGTS. cabendo a CAIXA a comunicação formal do indeferimento. os documentos não retirados serão expurgados. torna as contas vinculadas. que apresentem indícios de inconsistências cadastrais e/ou financeiras. tratar as divergências cadastrais de acordo com as orientações deste Manual. Após 30 dias. vide critérios para disponibilização das informações no Anexo IV. assim como a documentação anexa não serão devolvidos ao empregador. Por essa razão. Compete ao empregador. os formulários não acatados. Para fins de possível fiscalização do órgão competente. Os formulários não acatados ficam à disposição na mesma agência bancária em que foram recepcionados.É responsabilidade do empregador. A CAIXA somente regulariza lançamentos de contas vinculadas de período não atingido pelo prazo prescricional de 30 anos do FGTS. para fins de controle e fiscalização. A CAIXA. indisponíveis para acesso nos canais alternativos de consulta. Versão 1. constando a identificação do banco e do responsável pelo recebimento. Anexo III. A retificação via formulários é processada pela CAIXA desde que apresentado cópia de documentos que comprovem a alteração pretendida. antes de requerer a unificação ou transferência de contas vinculadas. Nota: 1. diretamente à Gerência de Filial do FGTS do domicílio da conta. O gerenciamento dessa operação envolve estágios de análise e controle pela CAIXA das ocorrências para posterior liberação para consulta. A entrega dos formulários retificadores e de transferência é realizada em qualquer agência da CAIXA ou em agência bancária conveniada nas localidades por ela não assistida. da data de solicitação do demandante. no momento da entrega. manter em arquivo os comprovantes de solicitação de retificação e de transferência de contas vinculadas. exceto o RDF cuja entrega deve acontecer nas agências da CAIXA e. com o intuito de preservar os direitos dos trabalhadores e empregadores. para retirada pelo empregador. Os formulários recepcionados pela CAIXA são analisados no ato de sua entrega e também quando do efetivo processamento. mediante documentos originais. o empregador deve manter em seu poder a segunda via dos formulários apresentados. a contar. ou Autenticação por empregado CAIXA. retroativamente. podendo não ser acatados se preenchidos em desacordo com as orientações contidas neste Manual ou não acompanhadas dos respectivos documentos comprobatórios. No caso do pedido de devolução mediante RDF. os formulários devem ser apresentados em duas vias.

388/02. no modelo por ela definido no “Manual da GFIP/SEFIP para Usuário do SEFIP”. por meio do formulário DAT. conforme detalhado no Capítulo III. todas as retificações processadas na CAIXA por solicitação do trabalhador.01. 3.A 11 Vigência 27/01/2009 . 5. observadas as orientações contidas no Capítulo IV deste Manual. Anexo II. Excetua-se a condição aqui descrita a hipótese de erro da inscrição do empregador envolvendo Matriz e Filiais. se aplica a Retificação com Devolução do FGTS. cabendo ao empregador a geração e envio do arquivo SEFIP de Retificação e/ou Pedido de Exclusão. a CAIXA realiza o seu processamento num período de 07 a 30 dias úteis. A quitação do possível débito é realizada conforme Resolução do CCFGTS nº. Reflexos das Retificações A retificação processada no cadastro do FGTS por meio dos registros de alteração cadastral do SEFIP.CRF. Prazo para processamento das retificações Conforme tipo de demanda e documento utilizado para solicitação. do pedido de transferência ou do Conectividade Social.2. A retificação pode ainda. Versão 1. órgão gestor do PASEP. nos recolhimentos regulares. 4. dos formulários retificadores. além de sujeitar o infrator às penalidades previstas em Lei. em virtude de recolhimento com informação inconsistente. As retificações das informações cadastrais de inscrição do PASEP realizadas pela CAIXA no cadastro do PIS não sensibilizam a base de dados do Banco do Brasil. ensejar a geração de débitos para o empregador junto ao FGTS. sob pena de desqualificação dos dados no processo de repasse de novas informações à CAIXA pelo gestor do cadastro do PASEP. Princípio da Retificação de Inscrição do Empregador e Competência As situações de incorreções da inscrição do empregador (CNPJ/CEI) e/ou competência. Assim. deverão ser solicitadas ao Banco do Brasil. Condição para Processamento de Retificação Financeira A retificação financeira está condicionada a existência de saldo disponível e suficiente na conta vinculada do trabalhador. em razão de liberação de saldo de conta vinculada a maior. sem prejuízo de outras ações administrativas cabíveis. A não quitação dos débitos configura irregularidade. impedindo a emissão do Certificado de Regularidade do FGTS . de 27/05/2002. não sensibiliza o cadastro da Previdência Social.

gov. no módulo de entrada de dados.registro 13 (CBO. <nova alteração cadastral> . conforme Anexo IV. e Razão Social. data de admissão. com batimento cadastral entre as bases FGTS e PIS/PASEP. observadas as criticas impeditivas de processamento definidas no Anexo V deste Manual. Versão 1. Endereço. Para a geração do arquivo SEFIP. o empregador observa as orientações contidas no “Manual da GFIP/SEFIP para o Usuário do SEFIP” e “Manual Operacional do SEFIP”. 1. Na hipótese da apresentação do arquivo SEFIP contendo apenas o registro de alteração cadastral para tratamento no cadastro do FGTS. nas opções de importação de arquivo de folha de pagamento e/ou módulo de entrada de dados. e série da CTPS. apresenta opções específicas para a alteração pretendida: <nova alteração de endereço> . nome e PIS/PASEP do trabalhador). nº. A qualificação cadastral é imprescindível. no recolhimento regular ou fora dele. A utilização do código 660 não desobriga o empregador de providenciar o envio de arquivo retificador para a Previdência Social. matrícula. “PIS/PASEP” e “DATA DE NASCIMENTO”. conforme orientações contidas neste Manual.br . <nova movimentação> . As alterações cadastrais podem ser solicitadas pelo empregador em arquivo SEFIP a qualquer tempo.A 12 Vigência 27/01/2009 . desde que previsto no “Manual da GFIP/SEFIP para o Usuário do SEFIP”. disponibilizado para download no sítio da CAIXA na Internet. Para localização das mesmas. data de nascimento.registro 32.caixa.registro 14.01. dispensando a apresentação dos formulários retificadores.Capítulo II – Qualificação Cadastral via SEFIP e Internet Entende-se como “qualificação cadastral” a consistência da conta vinculada quanto aos dados “NOME”. Anexo VI. www. Dados do empregador passíveis de alteração por meio do SEFIP: CNAE. a. SEFIP O aplicativo SEFIP permite solicitar a alteração cadastral dos dados do empregador e do trabalhador. O SEFIP. critérios foram definidos. o arquivo apresentado deve utilizar o código de recolhimento 660. O aplicativo SEFIP gera relatórios específicos de alterações cadastrais do empregador. do trabalhador e de endereço. pois possibilita a visualização das contas pelo empregador e pelo trabalhador na Internet.

devendo a empresa participar do movimento. endereço e razão social.elimina as preposições.→ Exemplo n° 01 – Retificação do CNAE. do protocolo de transmissão emitidos pelo SEFIP. Para qualificar a conta vinculada. Nome.01. Para retificar os dados cadastrais importados pela folha de pagamento ou inseridos pela entrada de dados. deve ser realizada por meio do RDT. Matrícula. A empresa passou a denominar-se Representação de Alimentos YYYYY Ltda. Data de Nascimento. o empregador deve comparecer a uma agência da CAIXA munido do relatório de alterações. Data de Admissão. Nota: 1. abre o movimento. O SEFIP emite um Relatório de Alteração Cadastral do Empregador para acompanhamento das alterações solicitadas. Nota: 1. atividade e endereço. como por exemplo: de. 2. seleciona a empresa. Data/Código de Movimentação. A alteração da inscrição PIS/PASEP/CI é utilizada para os casos em que todas as remunerações contidas na conta FGTS foram individualizadas para o mesmo trabalhador com o PIS/PASEP/CI incorreto. da.. Caso as retificações não sejam processadas no prazo máximo de 07 dias úteis.A 13 Vigência 27/01/2009 . informando-a como participante do movimento. seguindo as regras descritas para o nome e PIS/PASEP do trabalhador. Dados do trabalhador passíveis de alteração por meio do SEFIP: CBO. o empregador acessa o aplicativo SEFIP. Endereço e Razão Social do empregador/contribuinte: O estabelecimento Eletro XXXXX Ltda. que devem ser mantidos em arquivo por 30 anos para fins de controle e fiscalização. teve as seguintes alterações em seu contrato social: razão social. dos. das. assinalando CNAE. e PIS/PASEP/CI. 3. Versão 1. conforme orientações contidas no Manual SEFIP. CNAE 5134900. válido apenas se acompanhado do Protocolo de Envio de Arquivos do Conectividade Social. Clica na opção “Alteração Cadastral”. com sede em Rio Branco do Sul/PR. CTPS (número e série). Na qualificação do dado cadastral “Nome do Trabalhador”: . Preenche os respectivos campos com os dados corretos. Endereço. b. As alterações podem ser comandadas no arquivo de recolhimento normal. A alteração de uma ou algumas remunerações de um PIS/PASEP/CI para outro. o empregador utiliza a funcionalidade de alteração cadastral disponível no aplicativo SEFIP. confirmando em seguida.

observa a obrigatoriedade de informar o número de inscrição do trabalhador. Depois de informar a data correta. 2º e último nome.01. até atingir os 40 caracteres requeridos. o empregador deve proceder a correção dos dados na folha de pagamento para serem importados no próximo arquivo de recolhimento. Opta por “nova alteração cadastral”.A 14 Vigência 27/01/2009 . Filho. vide Anexo VI. o empregador deve. Para retificar os dados cadastrais importados pela folha de pagamento ou inseridos pela entrada de dados. a operação. 3. As alterações podem ser comandadas no arquivo de recolhimento normal ou em arquivo contendo apenas o registro de alteração cadastral. Caso as retificações não sejam processadas no prazo máximo de 07 dias úteis. preenchendo os novos dados em seus campos correspondentes. o registro de alteração cadastral do SEFIP pode ser gerado no arquivo de recolhimento. que deverá ser mantido em arquivo por 30 anos para fins de controle e fiscalização. abre o movimento. 2. O SEFIP emite um relatório para acompanhamento das alterações solicitadas. Após o processamento da alteração no cadastro FGTS. mantendo íntegros o 1º. confirma a alteração. podendo o trabalhador participar ou não do movimento. em seguida.utiliza abreviaturas somente caso o nome do titular da conta vinculada possua mais de 40 caracteres. abreviando do penúltimo até o 3º nome para os quais é registrado apenas a letra inicial.Anexo VI ou Data de Admissão. o empregador escolhe a opção “nova alteração de endereço”. Como forma de não provocar o cadastramento de mais de uma conta para o trabalhador com dados a serem retificados. conforme orientações contidas no “Manual da GFIP/SEFIP para o Usuário do SEFIP”. Na qualificação do dado cadastral “PIS/PASEP”. data de admissão.. teve sua data de admissão informada incorretamente. já que essa inscrição é a chave principal de identificação do titular da conta vinculada no FGTS. efetuado pelo empregador. Versão 1. constante do cadastro dos programas PIS/PASEP. confirmando. observando-se a modalidade específica do movimento. 4. Sobrinho. nesse caso. na hipótese de alteração do PIS/PASEP ou Categoria . Nota: 1. selecionando o tipo de retificação.padroniza os patronímicos de família sem as abreviaturas de filiação. previamente ao próximo recolhimento. → Exemplo n° 02 – Retificação de data de admissão e endereço do trabalhador: O trabalhador X em seu primeiro recolhimento do FGTS. o empregador acessa o aplicativo SEFIP. como por exemplo: Júnior. Para os demais dados. o empregador deve comparecer a uma agência da CAIXA munido do relatório de alterações. Para correção do endereço. apresentar a alteração por meio do arquivo específico de alteração cadastral. do protocolo de transmissão emitidos pelo SEFIP. Neto. seleciona a empresa participante e o trabalhador. . que poderá ou não participar do movimento.

quando possível.A Vigência 27/01/2009 15 . www. opção downloads/ FGTS/Conectividade Social. também.br. c. a inobservância das normas. Somente é possível corrigir a data de movimentação. ser visualizado no formato XML no módulo Visualizador de Relatórios do CS. viabilizando ao mesmo o acompanhamento de sua conta FGTS. Retificação de Dados do Trabalhador – versão ICP-Brasil. mediante uso do Conectividade Social. ocorre por meio da solicitação. b. Comunicação de movimentação de trabalhador. caso o débito ainda não tenha sido lançado na conta ou caso o débito seja cancelado antes da efetivação do saque pelo trabalhador. via RDT.2. Conectividade Social O empregador utiliza o Conectividade Social para realizar as operações de retificação: Atualização de endereço de trabalhador. após a solicitação. disponível no endereço eletrônico da CAIXA. para a Caixa de Mensagens do usuário certificado que efetuou o pedido pelo Conectividade. informar a movimentação definitiva do trabalhador e o respectivo código de saque. de exclusão da data/código de movimentação.01. Solicitar Relatório de Contas Vinculadas com Inconsistências Cadastrais O serviço “Solicitar Relatório de Contas Vinculadas com Inconsistências Cadastrais” permite ao empregador ou seu procurador outorgado eletronicamente.caixa. pelo empregador. É responsabilidade do empregador ou responsável legal. Solicitação de relatório de inconsistência cadastral. verificadas a qualquer tempo. Atualização de Endereço do Trabalhador A operação de atualização de endereço do trabalhador garante o envio pela CAIXA do extrato FGTS para o endereço indicado pelo trabalhador. solicitar a relação de contas vinculadas que apresentem divergências cadastrais. sujeitando-os às penalidades previstas na legislação. registrada em conta vinculada. O cancelamento do débito. a atualização de seu endereço. é enviado em até dois dias. não é permitida a alteração do endereço pelo empregador. via internet. Anexo VIII. Disponibilizado em formato texto. O procedimento para utilização do aplicativo Conectividade Social está descrito na Cartilha do Empregador. Caso o trabalhador tenha comandado nos últimos 12 meses. Para visualizar e/ou imprimir o Versão 1. nos dados número do PIS/PASEP e/ou Nome e/ou Data de Nascimento. pode. O relatório. e a falsidade das informações prestadas por meio do Conectividade Social. Comunicar Movimentação de Trabalhadores O serviço “Comunicar Movimentação de Trabalhadores” permite ao empregador ou seu procurador outorgado eletronicamente. sem prejuízo de outras ações administrativas cabíveis.gov. a.

d. utilize o atendimento telefônico para suporte tecnológico. Para regularização das contas com inconsistências cadastrais no FGTS listadas no relatório gerado por meio do Conectividade Social. O formulário RDT deve ser utilizado no tratamento de conta vinculada de trabalhador em fase de rescisão contratual. realizá-la em uma agência do Banco do Brasil. para empresas que utilizam a certificação digital emitida no padrão ICP-Brasil. além de efetuar a retificação na CAIXA. Para orientação sobre a configuração do CS. do CS. 2. Versão 1. Retificação de Dados do Trabalhador . dirigindo-se a uma agência CAIXA.RDT”. e . efetua o acerto por meio do formulário DAT.vinculada ao CNPJ/CEI da empresa acessada. o CS deve estar devidamente instalado e configurado para uso no equipamento. . NIS (PIS/PASEP/NIT). Para regularização das inconsistências encontradas no cadastro do PIS. ou seu procurador outorgado eletronicamente. Data de nascimento. para viabilizar a geração do Comunicado de Movimentação.RDT O serviço “Retificação de Dados do Trabalhador . Caso a alteração seja de uma inscrição PASEP. o trabalhador deverá. agente operador responsável por aquela base de dados. Somente constará do relatório a conta FGTS: .sem informação de afastamento definitivo. em caráter de urgência. permite ao empregador. o trabalhador.com saldo maior que zero. os seguintes casos: Nome.A 16 Vigência 27/01/2009 .01.relatório. visando a qualificação. NOTA: 1. o empregador utiliza o registro de alteração cadastral do SEFIP ou serviço de Retificação de Dados do Trabalhador – RDT. retificar as contas sem qualificação cadastral desde que não implique na duplicidade de contas para o mesmo contrato de trabalho.

somente. ou Alteração contratual registrada no órgão competente. Versão 1. observa-se: “Protocolo de Recepção” – campo para uso da CAIXA ou agência bancária conveniada onde são consignados os dados da agência. observadas as orientações contidas no Capítulo IV deste Manual. pela conferência e recepção do formulário. mesmo que incorretos. Cancelamento de declaração para o FGTS.Capítulo III – Retificação via Formulários. Os campos da “Seção 1” referem-se à identificação do empregador. Para a alteração da “Razão Social”. Para retificações do Simples e FPAS que redundem em valores recolhidos a maior para o FGTS. quando envolver códigos 604 (produtor rural) e/ou 868 (empregador doméstico) nas competências compreendidas entre 01/2002 e 12/2006. é utilizado para: Alteração de inscrição do empregador envolvendo Matriz e Filiais. informando-o corretamente. o formulário RDE deve estar acompanhado de documento que comprove o dado. Retificação do simples. Para erro na competência e/ou inscrição do empregador. Alteração da razão social. Seu preenchimento é obrigatório de acordo com os dados existentes no cadastro do FGTS. NOTA: 1. A retificação do campo FPAS é necessária. Os campos da “Seção 2” correspondem aos dados a retificar. Retificação de Dados do Empregador – RDE O RDE. Alteração do código de recolhimento em decorrência da utilização indevida dos códigos de recolhimento referentes ao parcelamento (307 a 337) ou uso do código regular quando era Parcelamento de Débitos junto ao FGTS.A 17 Vigência 27/01/2009 . Retificação do FPAS. sem devolução do FGTS 1. para as competências compreendidas entre 01/2002 e 12/2006. deve ser apresentado o formulário “Retificação com Devolução de FGTS – RDF”. por refletirem no cálculo da contribuição social. somente. além da prevista para tratamento pelo formulário RDE. 2. deve ser apresentado o formulário “Retificação com Devolução de FGTS – RDF”. Deve ser preenchido exclusivamente o campo que se deseja alterar. A retificação da opção pelo Simples é necessária. No preenchimento do formulário RDE. como: Cartão CNPJ ou CEI. inclusive. por refletirem no cálculo da contribuição social. sob carimbo.01. observadas as orientações contidas no Capítulo IV deste Manual. Alteração da inscrição do tomador na hipótese de ausência do Tomador Administrativo na Retificação com trabalhadores incluídos em outro tomador e sem recolhimento no código 115. identificação do responsável. Anexo IX.

A empresa que passou a denominar-se Representação de Alimentos YYYY Ltda. Os campos da “Seção 3” referem-se ao pedido de cancelamento de guias declaratórias. o empregador deve anexar ao formulário RDE a cópia da guia a ser cancelada. deve neste caso. 908. comparecer a uma agência da CAIXA munido do relatório de alterações. preenche o campo com a inscrição incorreta e correta e informa a justificativa da solicitação. o empregador deve apresentar o comprovante de envio de arquivo SEFIP no código de recolhimento 906. por meio da consulta ao CS. informar a competência e o somatório da remuneração correspondente à guia a ser cancelada do cadastro FGTS. A retificação da “Inscrição do Empregador por recolhimento para inscrição incorreta (Matriz X Filial)”. o empregador deve anexar ao formulário RDE.A Vigência 27/01/2009 18 . constatou que a referida alteração não foi efetivada no cadastro do FGTS. seleciona a opção desejada e informa a justificativa da solicitação.0 do SEFIP e havendo mais de uma guia informada para a mesma competência. A retificação do “Código de Recolhimento” por uso indevido de código de recolhimento de parcelamento de débito ou por uso indevido de código de recolhimento regular para quitação de parcelamento de débito. O cancelamento somente é necessário quando se tratar de declaração indevida ou em multiplicidade. demonstrando tal inexistência. 907. 905. → Exemplo n° 03 – Retificação da Razão Social O estabelecimento Eletro XXXX Ltda. 2. Passados 07 dias.NOTA: 1. do Versão 1. seleciona a opção desejada. O empregador deve anexar ao formulário a cópia da guia paga a ser retificada. para guias com código 904. Para cancelamento de guias declaratórias apresentadas até versão 7. Deve ser apresentado um formulário para cada guia declaratória a ser cancelada. 909 ou 910 ou modalidade igual a 1 (um). Para cancelamento de guias declaratórias apresentadas após a versão 8.01. preenche o campo com as inscrições incorreta e correta.X do SEFIP e havendo mais de uma guia informada para a mesma competência. Para a alteração do “Simples” ou “FPAS”. No campo “Identificação e assinatura do empregador ou seu representante legal” deve constar. CPF e assinatura do empregador ou do seu representante legal. quando houver mais de uma guia recolhida para a mesma competência. o empregador deve anexar ao formulário RDE o protocolo de transmissão do SEFIP relativo à guia a ser cancelada. alterou a razão social pelo envio do arquivo SEFIP. nome por extenso. NOTA: 1. Para cancelar guias declaratórias. Para o caso de cancelamento de guia em razão de inexistência de fato gerador. A retificação da “Inscrição do Tomador por ausência de recolhimento para tomador”. obrigatoriamente. preenche o campo com os códigos incorreto e o correto. a cópia da guia a ser retificada. fornecida anteriormente à CAIXA em meio papel ou em qualquer versão do SEFIP.. 906. O empregador deve anexar ao formulário a cópia da guia paga a ser retificada.

No campo correspondente da seção 2. o empregador encaminha a cópia do Cartão do CNPJ/CEI ou a alteração contratual registrada no órgão competente. Neste caso. Para corrigir.604 e correto – 515. o empregador deve preencher a seção 1 do formulário RDE com os dados existentes no cadastro do FGTS. Para corrigir. e os códigos FPAS incorreto .protocolo de transmissão emitidos pelo SEFIP ou apresentar o formulário RDE.01. o empregador deve preencher a seção 1 do formulário RDE com os dados existentes no cadastro do FGTS. deve ser informada a competência a retificar – 12/2005 e o código correto de opção pelo Simples . optante pelo simples. Neste caso. Anexa ao RDE. período abrangido pela LC 110/2001. seria dispensada a apresentação do pedido de retificação por não ter reflexo no valor recolhido para o FGTS. Para corrigir. recolheu três guias de FGTS para a competência 12/2005. informa a nova razão social no campo correspondente. Na seção 1 do formulário RDE informa os dados existentes no cadastro do FGTS. No campo corresponde da seção 2. com incidência de Contribuição Social. ou seja. Neste caso. cópia da guia paga onde houve o erro da informação. ou seja. em uma das guias foi informado o código do Simples como não optante – 1. No entanto. com incidência de Contribuição Social. deve ser informada a competência a retificar – 05/2003. Anexo ao RDE. Em uma das guias foi informado o FPAS 868. não é necessário anexar cópia da guia paga ao RDE. Na seção 2. quando o correto seria 604. uma vez que esta competência está fora do período abrangido pela LC 110/2001. quando o correto seria 515. por exemplo. ou seja. período abrangido pela LC 110/2001.2. No campo correspondente da seção 2. a retificação é pertinente por corresponder a uma competência compreendida no período entre 01/2002 e 12/2006. → Exemplo n° 07 – Retificação do FPAS O estabelecimento XX Ltda. não há necessidade de retificação junto ao FGTS. a retificação é pertinente por corresponder a uma competência compreendida no período entre 01/2002 e 12/2006. Se fosse da competência 05/2007. recolheu duas guias do FGTS para a competência 03/2006. → Exemplo n° 05 – Retificação do FPAS O estabelecimento rural X recolheu a competência 06/2008 com FPAS 507. mesmo que incorretos. → Exemplo n° 06 – Retificação do FPAS O estabelecimento Y recolheu a competência 05/2003 com FPAS 604. deve ser informada a competência que está sendo retificada – 03/2006 e os códigos FPAS incorreto 868 e correto – 515. Versão 1. sem incidência de Contribuição Social.A 19 Vigência 27/01/2009 . o empregador deve preencher a seção 1 do formulário RDE com os dados existentes no cadastro FGTS. Como houve apenas um recolhimento para a competência 05/2003. quando o correto seria 515. → Exemplo n° 04 – Retificação do Simples O estabelecimento Representação de AAAA LTDA.

código de recolhimento “DE” 115 e “PARA” 307. neste caso. → Exemplo n° 10 – Cancelamento de Declaração para o FGTS O estabelecimento Restaurante ZZZ declarou incorretamente remuneração para o FGTS na competência 01/2008. o empregador deve preencher a seção 1 do formulário com os seus dados e da guia a ser retificada. com incidência de Contribuição Social. Para corrigir. retificação de remuneração do trabalhador. o empregador deve preencher a seção 1 do formulário com os seus dados e da guia a ser retificada. ocasionando ausência de recolhimento para a filial. retificação da categoria do trabalhador. o valor recolhido não foi abatido do valor total do parcelamento. via Conectividade Social. período abrangido pela LC 110/2001. a retificação é pertinente por corresponder a uma competência compreendida no período entre 01/2002 e 12/2006. onde houve erro de informação. além da justificativa da solicitação. → Exemplo n° 08 – Retificação do código de recolhimento O estabelecimento YY ME efetuou o recolhimento da competência 03/2007. retificações cadastrais que visem a geração do comunicado de movimentação. utilizando o código de recolhimento regular 115. Em razão do erro. Na seção 2. onde houve erro de informação. Neste caso. Para corrigir. Anexa cópia da guia declaratória a cancelar. é aplicável aos trabalhadores de categorias beneficiárias do FGTS (01 a 07). quando o correto seria 307.01. Na seção 2. pedido de unificação de contas referente a um mesmo vínculo. Na seção 3. conforme constantes no cadastro FGTS. e informa o número do processo de parcelamento. inscrição do empregador “DE” XXXXXXXXXXA e “PARA” XXXXXXXXXXB. Retificação de Dados do Trabalhador – RDT A retificação por meio do formulário RDT. preenche com os dados a retificar. retificação da data de opção/data de retroação. Anexa ao formulário cópia da guia paga. somente nas seguintes hipóteses: pedido de atualização de saque na vigência do contrato. o empregador deve preencher a seção 1 do formulário com os seus dados da guia a ser retificada. preenche com os dados a retificar. retificação de dados do empregado doméstico.Anexa ao RDE deve ser encaminhada a cópia da guia paga. conforme constantes no cadastro FGTS. Versão 1. neste caso. informa a competência a ser retificada e os valores de remuneração a cancelar. ou seja. 2. conforme constantes no cadastro FGTS.A 20 Vigência 27/01/2009 . pedido de exclusão da data/código de movimentação informada indevidamente. → Exemplo n° 09 – Alteração de inscrição do empregador envolvendo matriz e filial O estabelecimento WW efetuou o recolhimento referente à competência 08/2008 de uma de suas filiais informando incorretamente os trabalhadores da filial na guia de recolhimento da inscrição da matriz. quando na verdade não houve fato gerador para a competência. referente ao parcelamento. Anexo X. Para corrigir.

para qualificar contas vinculadas. Para conta do FGTS com PIS/PASEP zerado. sob carimbo. mesmo que incorretos.A 21 Vigência 27/01/2009 . o empregador poderá solicitar a correção à CAIXA adotando os seguintes procedimentos: . por meio do Conectividade Social. NOTA: 1. Durante a vigência do contrato de trabalho. pela conferência e recepção do formulário. DATA DE NASCIMENTO e PIS/PASEP que viabilizam a disponibilização da conta vinculada para geração do “Comunicado de Movimentação” e a geração da GRRF. Versão 1. No preenchimento do RDT. Enquadram-se como “retificação cadastral que visa à geração do comunicado de movimentação” a retificação dos dados NOME DO TRABALHADOR. preenchido conforme orientação contida no Capítulo IV. o formulário RDT deve ser acompanhado de: Páginas da Carteira de Trabalho (CTPS) onde constem o número/identificação e a qualificação civil. ou Livro ou Ficha de Registro de Empregado. Para retificação do campo PIS/PASEP. Para a retificação dos campos nome e data de nascimento. o formulário RDT deve ser acompanhado de: Cartão PIS. ou Cartão do cidadão. data/código de movimentação que redundem em devolução de valores. Os campos da “Seção 3” correspondem aos dados cadastrais a retificar. categoria. observa-se: “Protocolo de Recepção” – campo para uso da CAIXA ou agência bancária conveniada onde são consignados os dados da agência e identificação do responsável. ou Livro ou Ficha de Registro de Empregado. listadas no “Relatório de Inconsistência Cadastral” gerado por meio do Conectividade Social.informar no relatório o dado correto para o trabalhador. Os campos da “Seção 2” correspondem à identificação do trabalhador cujo dado cadastral será retificado. Os campos da “Seção 1” referem-se à identificação do empregador. ou Certidão de Casamento com Averbação. Seu preenchimento é obrigatório e deve ser coincidente com os dados existentes no cadastro do FGTS.NOTA: 1. ou Certidão de Casamento. 3. ou Carteira de Identidade. Para retificações de data de admissão. 2. o empregador utiliza a funcionalidade de alteração cadastral disponível no aplicativo SEFIP. ou Anotação na CTPS.01. deve ser também apresentado o formulário “Retificação com Devolução de FGTS – RDF”. Seu preenchimento é obrigatório e deve ser coincidente com os dados existentes no cadastro do FGTS.

páginas de anotação geral. Para a categoria 05 – diretor não empregado. ou Livro ou Ficha de Registro de Empregado. o formulário RDT deve ser acompanhado de: Cópias das páginas da CTPS onde conste o número/identificação. Para retificação do campo categoria. ou Termo de Opção pelo FGTS. . o empregador deve providenciar o pedido de devolução conforme orientações estabelecidas no Capítulo IV deste Manual. ou Cópias das Atas Contratuais de nomeação e subsequentes até a exoneração do cargo nos casos de diretor não empregado. NOTA: 1. quando anterior a 05/10/1988. Para retificação do campo data de opção e/ou retroação. a qualificação civil e o contrato de trabalho. se for o caso. 2. ou Livro ou Ficha de Registro de Empregado.A 22 Vigência 27/01/2009 . o formulário RDT deve ser acompanhado de: Cópias das páginas da CTPS onde conste o número/ identificação. ou Declaração emitida pelo sindicato da categoria/anotação na CTPS constando o período de serviço prestado no sindicato nos casos de trabalhador avulso e portuário. previamente ao pedido de retificação. Caso tenha sido informada categoria 01. quando o correto seria categoria 07. o empregador deve providenciar o recolhimento complementar das competências incorretas. com recolhimento de 2%. Para retificação do campo CTPS.01. a data de opção não pode ser inferior a 03/06/1981. Para fins de comprovação da data de opção. com recolhimento de 8%. NOTA: 1.. Para retificação do campo data de admissão. o formulário RDT deve ser acompanhado de: Páginas da CTPS onde conste o número/identificação. ocorrido na vigência do contrato de trabalho. o contrato de trabalho e. a qualificação civil. quando o correto seria categoria 01. 2. Versão 1. deverá ser apresentada a CTPS onde conste a opção pelo FGTS à época ou o termo de opção também assinado a época. que requer a alíquota de 2%. o formulário RDT deve ser acompanhado de: Página da CTPS onde conste o número/identificação e qualificação civil. 2.anexar o relatório a um formulário RDT apondo na identificação do trabalhador a expressão “Conforme Relação” e no campo PIS/PASEP a retificar. a expressão “ZERADO”. o contrato de trabalho e a anotação de opção pelo FGTS. a qualificação civil. que requer a alíquota de 8%.apresentar em uma agência da CAIXA. Nos casos de PIS/PASEP na situação CONVERTIDO é dispensada a solicitação de retificação. Caso tenha sido informada categoria 07.

quando for solicitada a devolução do recolhimento rescisório efetuado indevidamente. a exclusão da data de afastamento dar-se-á pelo preenchimento do formulário RDF. a anotação deste cancelamento. ou se houve a informação de data incorreta pelo Conectividade Social. Havendo o cancelamento da rescisão. entregue em uma das agências da Caixa. a data de opção não pode ser inferior a 01/03/2000. Caso as informações da “Seção 5” excedam a quantidade de linhas nele disponíveis. de um mesmo contrato de trabalho. Estando preenchida uma das linhas do quadro “DE” é exigida a correspondência no quadro “PARA” referente aos valores de remuneração informados. NOTA: 1.01. de um trabalhador com vínculos trabalhistas distintos. o empregador deve solicitar a exclusão por meio do formulário RDT. a qualificação civil. Os campos da “Seção 6” permitem ao empregador solicitar a unificação de contas vinculadas. Para a categoria 06 – empregado doméstico. O somatório da remuneração informada no campo “PARA” está limitado ao somatório da remuneração constante no campo “DE”. 4. É responsabilidade do empregador o saque do FGTS decorrente de informação indevida de movimentação. Após cancelamento do débito gerado pelo “Comunicado de Movimentação” indevido. Os campos da “Seção 4” são preenchidos com a Data/Código de Movimentação que se deseja excluir. o contrato de trabalho onde consta a data correta ou demonstra a sua inexistência e.3. ou Cópias das páginas da CTPS onde conste o número/identificação. o empregador processa a correção informando a data correta por meio do Conectividade Social. o formulário RDT deve ser acompanhado de: Decisão Judicial que cancela rescisão contratual. admite-se relação anexa contendo os mesmos campos existentes no formulário. estando este sujeito as penalidades previstas na legislação vigente. quando a extinção do vínculo empregatício não ocorreu. NOTA: 1. geradas em decorrência de divergência cadastral. a data de opção não pode ser inferior a 20/12/2000.A 23 Vigência 27/01/2009 . Para exclusão do campo data/código de movimentação. No caso de informação de afastamento ter sido comunicada com incorreção na guia de recolhimento rescisório. comandada por meio do Conectividade Social. Nos casos de informação incorreta da data de movimentação. 2. no caso do cancelamento da rescisão contratual. entre contas vinculadas de trabalhadores diferentes. ou ainda. sem devolução dos valores recolhidos ao FGTS para uma mesma competência. Os campos da “Seção 5” possibilitam ao empregador efetuar a retificação da remuneração. Para a categoria 07 – menor aprendiz. a retificação deverá ser solicitada por meio do formulário retificador de recolhimento rescisório. Versão 1.

Para que a unificação de contas ocorra é necessário que todas as contas envolvidas pertençam a mesma base de recolhimento e ao mesmo titular, com os seguintes dados cadastrais coincidentes: Primeiro e último nome; Número/ série da CTPS; PIS/PASEP; Admissão/opção; Categoria; e Tipo de conta. NOTA: 1. É responsabilidade do empregador tratar as divergências cadastrais antes de requerer a unificação das contas vinculadas. Os campos da “Seção 7” permitem ao empregador ou ao próprio trabalhador solicitar a atualização do saque na vigência do contrato do trabalho e deve ser preenchido com o código da conta cuja atualização se deseja realizar. Na hipótese de existirem saques realizados antes da migração da conta para a CAIXA, é necessária a apresentação do extrato do banco anterior a partir do lançamento de saque, inclusive, e todos os lançamentos posteriores até data de migração. Caso o extrato não seja apresentado, serão considerados apenas os lançamentos de saques ocorridos na CAIXA. Os códigos de saque que são considerados como saques na vigência do contrato de trabalho são: 05 – Aposentadoria por tempo de serviço ou invalidez; 05 A – Aposentadoria por tempo de serviço ou invalidez do trabalhador avulso; 05 E – Aposentadoria por invalidez por acidente do trabalho ou doença ocupacional; 05 F – Aposentadoria maior de 65 anos; 19 – Necessidade grave e pessoal, sem limite de valor – MP 169/04; 19 L – Necessidade grave e pessoal, para desastre natural – Lei 10878/04; 50 – Medida Provisória nº. 55/2002; 70 – Trabalhador maior de 70 anos; 80 – Trabalhador portador de SIDA/ AIDS; 80 D – Trabalhador com dependente portador de SIDA/AIDS; 80 T – Trabalhador portador de SIDA/AIDS; 81 – Trabalhador/dependente acometido de neoplasia maligna; 81 D – Trabalhador com dependente acometido de neoplasia maligna; 81 T – Trabalhador acometido de neoplasia maligna; 82 D – Trabalhador com dependente portador de doença grave estágio terminal; 82 T – Trabalhador portador de doença grave estágio terminal; 88 – Determinação Judicial; 88 M – Determinação Judicial para utilização em moradia; 91 – Pagamento total ou parcial na aquisição de imóvel; 92 – Amortização de saldo devedor de imóvel; 93 - Pagamento de prestação de financiamento habitacional; 94 – Saque Fundo Mútuo de Privatização; 95 – Saque moradia própria em fase de construção;

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Vigência 27/01/2009

96 – Liquidação de saldo devedor de imóvel. NOTA: 1. Para a atualização do saque na vigência do contrato de trabalho solicitada pelo próprio trabalhador, este passará a ser o responsável pelo preenchimento dos campos obrigatórios do formulário RDT e pela indicação de seus dados no campo “Identificação e assinatura do responsável pela empresa”. 2. Para as contas com vínculo empregatício extinto, a CAIXA atualiza o saque até a data do desligamento definitivo, fornecendo documento específico ao interessado, e não registra a informação na conta vinculada. No campo “Identificação e assinatura do empregador ou seu representante legal” deve constar, obrigatoriamente, nome por extenso, CPF e assinatura do empregador ou do seu representante legal. → Exemplo n° 11 – Retificação do nome de solteira para casada A trabalhadora MMM RRR SSS passou a assinar, após sua admissão, o nome de casada MMM RRR SSS de OOO. Para atualizar o nome junto ao FGTS, o empregador utiliza o registro de alteração cadastral do SEFIP. Já, a trabalhadora, preenche o RDT para alteração, anexando o documento comprobatório. O dado nome é inserido no momento do primeiro recolhimento ao trabalhador, devendo ser alterado no cadastro do FGTS, não bastando à empresa alterar o campo na folha de pagamento. Para acerto do nome no cadastro do PIS o(a) trabalhador(a) deve comparecer a uma agência da CAIXA, portando a Certidão de Casamento ou CTPS ou Carteira de Identidade ou Livro/Ficha de Registro, onde conste o nome atual. Para que a conta vinculada permaneça qualificada, no caso de PASEP, o(a) trabalhador(a) deve solicitar a alteração também junto ao cadastro do PASEP, dirigindo-se também a uma agência do Banco do Brasil, agente operador responsável pela manutenção daquela base de dados. → Exemplo n° 12 – Retificação do nome do trabalhador O empregador, ao efetuar os recolhimentos para o trabalhador BBB WWW UUU, informou, indevidamente, o nome de outro trabalhador, BBB YYY UUU e agora, no momento da rescisão contratual, necessita qualificar a conta vinculada para permitir a geração do “Comunicado de Movimentação” e da GRRF. Para corrigir, o empregador deve preencher a seção 1 do formulário RDT com os seus dados. Na seção 2, preenche os dados cadastrais do trabalhador com os dados existentes no cadastro do FGTS, mesmo que incorretos. Na seção 3, preenche apenas o campo referente à alteração pretendida - “nome do trabalhador”. Anexo ao RDT deve ser encaminhada cópia da CTPS, onde conste número/identificação, qualificação civil e contrato de trabalho, e/ou ficha/folha de registro do trabalhador João Acácio da Silva e Oliveira. A retificação do nome junto ao FGTS também pode ocorrer por solicitação do empregador por meio do registro de alteração cadastral do SEFIP. Após processamento da alteração a conta será visualizada no CS e será permitida a sua movimentação.

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Exemplo n° 13 – Retificação de número de PIS O empregador, no momento dos recolhimentos para o trabalhador AAA PPP, informou, incorretamente, o número do PIS de um antigo trabalhador. Ao perceber o erro, efetuou alteração na sua folha de pagamentos e passou a recolher no número correto do trabalhador AAA PPP. Como o número do PIS é um dos campos utilizados para cadastramento e localização de conta vinculada, o trabalhador passou a ter duas contas em seu nome e agora terá seu contrato de trabalho encerrado. Para corrigir, o empregador deve preencher a seção 1 do formulário RDT com os seus dados. Na seção 2, preenche os dados cadastrais do trabalhador com os dados existentes no cadastro do FGTS, mesmo que incorretos. Na seção 3, preenche apenas o campo referente à alteração pretendida - “Nº. do PIS/PASEP” e na seção 6 solicitar a unificação das contas. O formulário deve ser acompanhado de cópia de documentos pessoais do trabalhador que comprovem a titularidade do PIS, como número/identificação e qualificação civil da CTPS ou Carteira de Identidade. A retificação do PIS/PASEP junto ao FGTS também ocorre por solicitação do empregador por meio do registro de alteração cadastral do SEFIP. Após processamento da alteração a conta será visualizada no CS e será permitida a sua movimentação. NOTA: 1. A alteração da inscrição PIS/PASEP/CI é utilizada somente para os casos em que todas as remunerações foram individualizadas para o PIS/PASEP/CI incorreto. A alteração de uma ou algumas remunerações de um PIS/PASEP/CI para outro, deve ser realizada por meio do preenchimento da seção 5 do RDT. → Exemplo n° 14 – Retificação de número e série da CTPS O empregador ao informar o número de CTPS do trabalhador JJJ CCC HHH inverteu os campos referentes ao número e à série. Assim, foi inserido no cadastro do FGTS o nº. de CTPS 1234 e a série 999, quando o correto seria nº. 9991, série 234. A retificação da CTPS junto ao FGTS ocorre por solicitação do empregador por meio do registro de alteração cadastral do SEFIP. O campo CTPS é inserido no momento do primeiro recolhimento ao trabalhador, devendo o empregador, além de alterar o campo em sua folha de pagamento, proceder a retificação no cadastro do FGTS. → Exemplo n° 15 – Retificação do número e série da CTPS O empregador informou, no primeiro recolhimento, o número de CTPS 17050/730 para o trabalhador TTT AAA GGG, quando o correto seria 80240/030. Como agora o trabalhador terá seu contrato rescindido, a empresa necessita qualificar a conta vinculada. Para corrigir, o empregador deve preencher a seção 1 do formulário RDT com os seus dados. Na seção 2, preenche os dados cadastrais do trabalhador com os dados existentes no cadastro do FGTS, mesmo que incorretos. Na seção 3, preenche apenas o campo referente à alteração pretendida - “CTPS: Número/Série/UF”. O formulário deve ser acompanhado de cópia da ficha/folha de

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Vigência 27/01/2009

deve ser realizada por meio do preenchimento da seção 5 do RDT. a data de opção como 05/10/1988. → Exemplo n° 18 – Retificação da data de opção O trabalhador EEEE da KKKK. mesmo que incorreta e. NOTA: 1. demonstrando a data correta. A alteração de uma ou algumas remunerações de um contrato de trabalho para outro. o empregador deve apresentar o formulário RDT com a seção 1 e 2 preenchidas com dados do empregador e do trabalhador. → Exemplo n° 16 – Retificação da data de admissão O empregador. respectivamente. na seção 5. admitido em 03/08/1970. mesmo que incorretos. sendo readmitido em 01/04/2008. Para correção da situação. qualificação civil e contrato de trabalho da CTPS. o empregador. A alteração da data de admissão é utilizada somente para os casos em que todas as remunerações foram individualizadas para a data incorreta. demonstrando o dado correto. a data de admissão e agora pretende dispensá-lo. A retificação da data de admissão junto ao FGTS também ocorre por solicitação do empregador por meio do registro de alteração cadastral do SEFIP. informando o contrato incorreto no campo “DE” e o contrato correto no campo “PARA”. preenche os dados cadastrais do trabalhador com os dados existentes no cadastro do FGTS. qualificação civil. de forma retroativa à data de admissão. As competências 04.“data de admissão”. Considerando que já existe conta com a correta data de admissão. é dispensada a apresentação de cópias de documento que comprovem os dados. o empregador deve preencher a seção 1 do formulário RDT com os seus dados. Para regularização. das páginas da CTPS referentes ao número/identificação. A retificação da CTPS junto ao FGTS também ocorre por solicitação do empregador por meio do registro de alteração cadastral do SEFIP. na seção 3 a data correta de opção como 10/12/1980 e a data correta de retroação como 03/08/1970. Relaciona. contrato de trabalho Versão 1. no momento dos recolhimentos para o trabalhador RRR MMM. Na seção 2.registro ou das páginas referentes ao número/identificação e à qualificação civil da CTPS. → Exemplo n° 17 – Retificação da remuneração sem devolução para o FGTS O trabalhador SSS CCC FFF teve o contrato de trabalho na empresa Papelaria X ME no período de 01/03/2006 a 12/09/2007. informou. Na seção 3. O formulário deve ser acompanhado de cópia da ficha/folha de registro. a seção 2 replicando a informação constante no cadastro do FGTS. fez a sua opção pelo regime do FGTS em 10/12/1980. o empregador deve apresentar RDT. preenche apenas o campo referente à alteração pretendida . as competências a retificar e remunerações correspondentes.01. no momento dos recolhimentos informou incorretamente. O formulário deve ser acompanhado de cópia da ficha/folha de registro ou das páginas referentes ao número/identificação. onde permanece até hoje. No entanto. incorretamente.A 27 Vigência 27/01/2009 . com a seção 1 preenchida com os dados da empresa. Para corrigir. 05 e 06/2008 foram recolhidas incorretamente no primeiro contrato de trabalho.

o empregador deve apresentar RDT. ou ainda termo/declaração de opção pelo regime do FGTS. o empregador deve apresentar o formulário RDT com a seção 1 preenchida com os dados da empresa. As retificações junto ao FGTS só serão processadas após o recolhimento complementar de todas as competências onde houve o erro. qualificação civil. admitido em 05/10/1969. fez a sua opção pelo regime do FGTS em 15/11/1980. → Exemplo n° 21 – Retificação da categoria de 07. a seção 2 replicando a informação constante no cadastro do FGTS. Para corrigir. pertencente a outro trabalhador.menor aprendiz para 01 – empregado O empregador Confecções Z efetuou o recolhimento relativo à trabalhadora HHHH DDDD informando a categoria 07 (alíquota FGTS 2%). foi admitido em 01/07/1993 pela empresa Padaria Y. contrato de trabalho e anotação pertinente à opção. retroativa à 05/10/1970. → Exemplo n° 20 – Retificação da categoria de 01. Ocorre que o empregador efetuou alguns recolhimentos com a informação de PIS incorreto. das páginas da CTPS referentes ao número/identificação. mesmo que incorreta e. já que se trata de diretor não empregado. na seção 3 informar a categoria 01. a seção 2 replicando a informação constante no cadastro do FGTS.01. mesmo que incorreta e. Para efetuar o recolhimento complementar. O formulário deve ser acompanhado de cópia da ficha/folha de registro. relativas ao mesmo contrato trabalhista que Versão 1. a seção 2 replicando a informação constante no cadastro do FGTS. quando o correto seria 05. quando o correto seria 01 (alíquota FGTS 8%). a empresa não recolheu todo o valor devido à trabalhadora. PIS 10487925399. → Exemplo n° 19 – Retificação da data de opção sem retroagir a data de admissão O trabalhador WWW BBBB. na seção 3 a categoria 05. o empregador deve informar a remuneração completa da trabalhadora no campo “Base de cálculo da Previdência Social” da nova GFIP/SEFIP e o valor correspondente a 75% da remuneração no campo “Remuneração sem 13º”.empregado para 05 – diretor não empregado O empregador efetuou o recolhimento relativo ao diretor DDD de AAAA informando a categoria 01. ou ainda termo/declaração de opção pelo regime do FGTS e o extrato analítico emitido pelo banco depositário anterior. O formulário deve ser acompanhado de cópia de todas as atas contratuais desde a nomeação do diretor até a data da retificação. deve realizar o acerto na folha de pagamento para efetuar o recolhimento complementar das competências onde houve a incorreção e apresentar o formulário RDT com a seção 1 preenchida com os dados da empresa. → Exemplo n° 22 – Unificação de contas FGTS O trabalhador EDED. Considerando a alíquota diferenciada para os recolhimentos para menor aprendiz. na seção 3 a data correta de opção como 15/11/1980 e a data correta de retroação como 05/10/1970. Caracterizaram-se duas contas de FGTS para o EDED.e anotação pertinente à opção. com a opção “Sim” no campo “Remuneração complementar para o FGTS”. mesmo que incorreta e. Para regularização. com a seção 1 preenchida com os dados da empresa. Para corrigir.A Vigência 27/01/2009 28 .

preenchendo os campos da seção 1 e 2 com os dados do empregador e do trabalhador.A 29 Vigência 27/01/2009 . portanto. Neste caso o formulário RDT pode ser preenchido pelo próprio trabalhador que passa a ser responsável pelo preenchimento dos campos obrigatórios do formulário e pela indicação de seus dados no campo “Identificação e assinatura do responsável pela empresa”. deve proceder ao acerto do PIS por meio do SEFIP. relacionando os códigos das contas FGTS a serem unificadas na seção 6. De posse do extrato. com dados do empregador e do trabalhador e relacionando as contas vinculadas de interesse na seção 7. houve mudança na legislação de modo que a aposentadoria não mais era considerada como motivo de quebra de vínculo. quando o banco depositário da conta FGTS era o Banco do Brasil. para o FGTS. os saques realizados pelo código 05 passaram a ser considerados como saque na vigência do contrato. porém. a aposentadoria era considerada como quebra de vínculo e era cadastrada uma nova conta com admissão no dia imediatamente posterior a data da aposentadoria. → Exemplo n° 24 – Atualização de Saque na Vigência do Contrato na hipótese de aposentadoria com continuidade do vínculo empregatício O trabalhador VFVF GGGG. o Sr. Para confirmar os valores de saque efetuado durante a vigência do contrato e sua apropriação no valor base para fins rescisórios. solicita a atualização do campo por meio do formulário RDT. conta esta onde eram processados os novos depósitos do FGTS. preenchendo os campos das seções 1 e 2. efetuou saque para utilização em moradia nos anos de 1987 e 1988. manteve o vínculo na mesma empresa. até a data em que a conta migrou para a CAIXA. O seu empregador ou ele mesmo. respectivamente. preenchendo os campos das seções 1 e 2. Para unificar o saldo das duas contas do Sr.devem ser unificadas. O empregador. com dados do empregador e do trabalhador e relacionando as contas vinculadas de interesse na seção 7. em 25/10/1972. O procedimento de solicitação de atualização dos valores sacados por aposentadoria aplica-se aos saques realizados até 09/05/2007. Versão 1. → Exemplo n° 23 – Atualização de Saque na Vigência do Contrato O trabalhador NNNN VVVV. NOTA: 1.01. o trabalhador deve providenciar junto ao Banco do Brasil extratos analíticos desde o ano de 1987. como os saques foram efetuados durante o período em que a conta FGTS esteve sob a administração do banco depositário anterior. Neste caso o formulário RDT pode ser preenchido pelo próprio trabalhador que passa a ser responsável pelo preenchimento dos campos obrigatórios do formulário e pela indicação de seus dados no campo “Identificação e assinatura do responsável pela empresa”. Em JAN/2006. VFVF e incluir o valor sacado para aposentadoria como saque na vigência do contrato. o empregador solicita a unificação das mesmas por meio do formulário RDT. Em JUL/2005. Estando os dados das duas contas coincidentes. consultando o extrato verificou que o valor base para fins rescisórios estava menor do que o previsto pelo tempo de trabalho. primeiro saque. o empregador ou trabalhador solicita a atualização do campo por meio do formulário RDT. VFVF GGGG aposentou-se e realizou saque do FGTS pelo código 05. para correção. Conforme legislação vigente à época. admitido na empresa A S/A em 20/12/1970. admitido na empresa FFFF Ltda.

Note-se que o recolhimento foi lançado na Versão 1. exclusivamente. e Individualização do Recolhimento Rescisório . informando-os corretamente. permite a correção dos dados abaixo: CNPJ/CEI. Para os recolhimentos efetuados em GRFC ou GRRF. preenchido conforme orientação contida no Capítulo IV. Remuneração. Data/Código de Movimentação. PIS/PASEP. No campo “Identificação e assinatura do empregador ou seu representante legal” deve constar. no campo “Valor base para fins rescisórios” informar o valor base para cálculo do recolhimento rescisório. nome por extenso. Valor Base Rescisório. Simples. no campo “Valor base para fins rescisórios” informar o valor da multa rescisória. Indicativo de Dissídio. observa-se: “Protocolo de Recepção” – campo para uso da CAIXA ou agência bancária conveniada onde serão informados dados da agência e identificação do responsável. obrigatoriamente. No preenchimento do formulário para retificação de Recolhimento Rescisório. como 10/11/2005.A Vigência 27/01/2009 30 . No campo “Valor total recolhido” informar o valor quitado na guia rescisória original. 2. Os campos da “Seção 2” correspondem aos dados a retificar. Retificação do Recolhimento Rescisório O formulário Retificação do Recolhimento Rescisório. Anexo XI.3. relativo ao desligamento ocorrido em 10/12/2005. incorreu em erro ao informar a data de afastamento no campo específico da GRFC. Categoria.3” referem-se aos valores corretos de remuneração e valor base para fins rescisórios.01. Para retificações de guias rescisórias que redundem em devolução de valores. NOTA: 1. → Exemplo n° 25 – Retificação de Recolhimento Rescisório A empresa EEEE AAA ME efetuou o recolhimento rescisório do trabalhador TTTT ZZZZ em 20/12/2005. os campos que se deseja alterar. Admissão. Os campos da “Seção 1” correspondem à identificação da guia original e seu preenchimento é obrigatório. Os campos solicitados na “Subseção 2. No entanto. FPAS. Para recolhimentos efetuados em GRR ou GRFP. 3. deve ser apresentado o formulário “Retificação com Devolução de FGTS – RDF”. CPF e assinatura do empregador ou do seu representante legal. pela conferência e recepção do formulário. sob carimbo.total ou parcial. caso em que devem ser preenchidos.

01. o empregador deverá preencher todos os campos da seção 1 da Retificação do Recolhimento Rescisório . conforme constante na guia paga. reservada para informar os dados corretos.FGTS. Na seção 2.competência incorreta. Para correção.A 31 Vigência 27/01/2009 . preencherá apenas o campo data/código de movimentação com 10/12/2005. O formulário deve ser acompanhado de cópia da CTPS ou Ficha/Folha de Registro de Empregado para comprovação da data de rescisão. além de gerar débito junto ao FGTS em razão do atraso consequente do erro de informação. Versão 1.

Depósito efetuado na conta vinculada do trabalhador cujo contrato de trabalho seja declarado nulo nas hipóteses previstas no art. Valor retido indevidamente no FPM . Recolhimento em duplicidade. Erro no recolhimento do Depósito Recursal previsto no art. em decorrência de erro na informação do SIMPLES. os valores recolhidos indevidamente ao FGTS.Fundo de Participação dos Municípios e FPE . ainda que parcial. A devolução de valores recolhidos indevidamente ao FGTS em decorrência de erro na inscrição do empregador ou de erro na informação da competência Versão 1. A conta vinculada do trabalhador possua saldo na data da devolução. NOTA: 1. para recolhimento rescisório realizado no período compreendido entre 16/02/1998 a 07/05/1998. Informação incorreta do Aviso Prévio.A 32 Vigência 27/01/2009 . 37. da Constituição Federal. A empresa esteja em situação regular com o FGTS. equiparado a empregado. 899 da CLT. em que o recolhimento de FGTS é obrigatório (conforme Art. inclusive nos empréstimos lastreados com recursos do Fundo. § 2º. A devolução de valores incorretamente recolhidos ao FGTS é efetivada em favor dos empregadores desde que: Não possua Depósitos a Discriminar no cadastro do FGTS.036/90. 110. Quitação de débito (GRDE. Anexo XII.Fundo de Participação dos Estados.684/90). Recolhimento a maior de encargos. com exceção dos casos de interrupção do contrato de trabalho. devedores ou credores. Ausência de outros depósitos devidos ao trabalhador no decorrer do contrato de trabalho objeto de devolução. Recolhimento para trabalhador afastado temporariamente. Informação incorreta do motivo da rescisão. Recolhimento a maior. Informação incorreta de inscrição do empregador. previstas na Lei 8. Recolhimento posterior à data do término do vínculo empregatício. Informação incorreta de competência de recolhimento. Erro no recolhimento por meio do código 650 e 660.01. Recolhimento indevido da Contribuição Social instituída pela Lei Complementar nº. Informação da categoria indevida para o trabalhador. em âmbito nacional. com uma das seguintes ocorrências: Informação de depósito ou remuneração a maior. Não são passíveis de devolução: Depósito efetuado por liberalidade do empregador ao diretor não empregado.Capítulo IV – Retificação de Dados com Devolução de FGTS . Cancelamento de rescisão. 9º do Regulamento Consolidado do FGTS. Recolhimento posterior à mudança de regime jurídico de trabalho. Recolhimento de cominações previstas no § 6º do art.RDF São passíveis de devolução solicitada por meio do RDF. DERF) indevido.28 do Decreto 99.

e possuir. NOTA: 1. comprovando inexistência de ação trabalhista proposta pelo trabalhador identificado. 2. somente deve acontecer nas agências da CAIXA e. O empregador/contribuinte deve instruir o pedido de devolução com a apresentação de certidões negativas da Justiça do Trabalho. Cópia da procuração específica. Para as guias com recolhimento ao FGTS efetuado pela Rede Mundial de Computadores . diretamente à Gerência de Filial do FGTS – GIFUG – de domicílio da conta. Cópia da identidade do procurador. ao formulário RDF.A 33 Vigência 27/01/2009 . observando detalhamento contido no Anexo XIV. Os campos de 10 a 18 referem-se à Identificação da Guia – seu preenchimento é obrigatório à exceção dos campos 17 e 18. Devem ser anexados. quando o empregador. É aplicado o instituto da compensação automática. os seguintes documentos: Cópia da guia de recolhimento. 3. pela conferência e recepção do formulário. fica condicionada à realização do recolhimento prévio dos valores devidos com a inscrição e/ou competência correta. Cópias das duas guias de recolhimento (incorreta e da correta). A devolução de valores no caso de depósito recursal. No preenchimento do formulário RDF.RE. indevidamente. Cópia de documento que comprove que a conta bancária informada na RDF é de titularidade do empregador. acompanhado da documentação comprobatória pertinente.recolhida. ocorre desde que fique comprovada a inexistência de ação trabalhista que justifique o recolhimento. A entrega do formulário RDF. Versão 1.Internet . 4. ao mesmo tempo. nas localidades onde não exista agência da CAIXA. sob carimbo. objeto da devolução e a Relação de Empregados . como reclamante. realizado para garantia de recurso. atribui . Declaração de autorização de débito.se como banco/agência recebedor aquele/aquela da conta corrente onde ocorreu o débito. a devolução será limitada ao saldo disponível. quando o signatário do pedido de devolução não for o representante legal da empresa nominada no contrato social. débitos identificados junto ao FGTS.01.ou mediante o uso de terminal de autoatendimento. possuir recolhimento indevido e fizer jus à devolução de valores. Os campos de 01 a 09 referem-se à Identificação do Empregador/Contribuinte seu preenchimento é obrigatório de acordo com os dados existente no cadastro do FGTS. no caso de recolhimentos efetuados em duplicidade. assinada pelo representante legal da empresa cuja inscrição foi utilizada indevidamente. Anexo III. Na hipótese do saldo da conta vinculada apresentar saldo parcial. Anexo XIII. observa-se: “Protocolo de Recepção” – campo para uso da CAIXA ou agência bancária conveniada onde serão informados dados da agência e identificação do responsável.

Anexa comprovante de conta bancária para depósito do valor a devolver. CPF e assinatura do empregador ou do seu representante legal. Os campos 25 a 27 só devem ser preenchidos no caso de retificação de categoria.01. → Exemplo n° 27 – Retificação com Devolução por informação de depósito ou remuneração a maior A empresa Y recolheu a competência 07/2008 informando uma remuneração a maior para um de seus trabalhadores no valor de R$ 1. No campo “Identificação e assinatura do empregador ou seu representante legal” deve constar. com os valores de depósito ou remuneração pleiteados. obrigatoriamente. recolheu GRRF para uma se suas trabalhadoras com informação de saldo para fins rescisórios a maior. O campo 19 refere-se ao motivo da devolução devendo ser assinalado com um “X” o campo correspondente ao fato gerador do pedido de devolução. exige-se do empregador apresentar documentação necessária para a confirmação da assinatura do formulário RDF por representante legal da empresa. Para corrigir essa ocorrência. campos 1 a 15 com a identificação do empregador e da guia paga. código de movimentação e data de movimentação. → Exemplo n° 26 – Retificação com Devolução por cancelamento de rescisão A empresa X recolheu guia rescisória no dia 13/09/2006 em nome de um de seus empregados.500. Anexa comprovante de conta bancária para depósito do valor a devolver e cópia da GFIP autenticada com a respectiva RE – Relação de Empregados. Quando não constar da relação de opções de motivos. No momento da entrega da solicitação na CAIXA. cópia da GRRF autenticada. 19 a 24 com o motivo da devolução e dados do trabalhador. deve ser utilizado o campo "outro" descrevendo o motivo de forma resumida e clara. campos 1 a 15 com a identificação do empregador e da guia paga. para cancelar a rescisão. nome por extenso. 28 a 31. deve preencher formulário RDF. com os valores de depósito ou remuneração pleiteados. Para corrigir essa ocorrência. Anexa comprovante de conta bancária para depósito do valor a ser devolvido e cópia da GRFC autenticada. → Exemplo n° 28 – Retificação com Devolução por informação de depósito ou remuneração a maior em recolhimento rescisório O empregador Y. com os valores de depósito ou remuneração pleiteados.A 34 Vigência 27/01/2009 . Versão 1. A empresa. a referida empregada apresentou um atestado médico que declarava gravidez. Os campos 28 a 31 são destinados para lançamento das diferenças pleiteadas. 19 a 24 com o motivo da devolução e dados do trabalhador e 28 a 31. é dispensada essa identificação no formulário.00.00. sendo que o correto seria de R$ 1. Os campos 20 a 24 referem-se aos dados cadastrais que identificam os trabalhadores envolvidos no processo de devolução. o empregador deve preencher o RDF.No dia 14/09/2006. o empregador deve preencher o RDF. 28 a 31. 19 a 24 com o motivo da devolução e dados do trabalhador. Para guia com recolhimento ao FGTS efetuado em Casas Lotéricas. campos 1 a 15 com a identificação do empregador e da guia paga.2.000. NOTA: 1.

sendo readmitido em 02/01/2008. Versão 1. incluindo as competências 10. o empregador deve preencher o RDF.01. 11 e 12/2007. a empresa “W”. e formulário de Retificação de Recolhimentos Rescisórios. Para corrigir essa ocorrência. Relaciona na seção 5 as competências a retificar e remunerações correspondentes. cópia da nova GFIP recolhida na inscrição correta e declaração de autorização de débito.A 35 Vigência 27/01/2009 . respectivamente. O empregador não atualizou a folha de pagamento e continuou a efetuar os recolhimentos com os dados do primeiro vínculo. 28 a 31 com os valores de depósito ou remuneração pleiteados. Para correção das competências 01/2008 em diante. Anexo XIII. o empregador deve apresentar o formulário RDT com a seção 1 e 2 preenchidas com dados do empregador e do trabalhador. Para regularização das competências 10. o empregador Z deve efetuar novo recolhimento da competência 08/2003 utilizando-se de sua inscrição. 19 a 24 com o motivo da devolução e dados do trabalhador. → Exemplo n° 30 – Retificação da remuneração sem devolução para o FGTS e devolução por recolhimento posterior à data do término do vínculo empregatício Um trabalhador teve o contrato de trabalho vigente de 02/01/2007 à 12/09/2007 com a empresa X. 19 com o motivo da devolução. campos 1 a 15 com a identificação do empregador e da guia paga.cópia do demonstrativo do trabalhador. cópia da GFIP incorreta. → Exemplo n° 29 – Retificação com Devolução por informação incorreta de inscrição do empregador O empregador Z efetuou o recolhimento da competência 08/2003 incorretamente utilizando o CNPJ de outra empresa. campos 1 a 15 com a identificação do empregador e da guia paga. preenchida pela empresa W. 11 e 12/2007. e 28 a 31 com os valores de depósito ou remuneração pleiteados. Deve também preencher formulário RDF. Anexa comprovante de conta bancária para depósito do valor a devolver e cópia da GFIP autenticada com a respectiva RE – Relação de Empregados. informando o contrato incorreto no campo “DE” e o contrato correto no campo “PARA”. relativas ao segundo contrato. Anexa comprovante de conta bancária para depósito do valor a devolver. onde permanece até hoje.

as contas vinculadas deverão estar devidamente qualificadas. Quando a situação de movimentação envolver mudança de local de trabalho entre filiais da mesma empresa. deverá ser informado o código de movimentação correspondente a natureza da transferência.A 36 Vigência 27/01/2009 . ou seja. não se aplica a solicitação por meio do PTC à CAIXA. quando este estiver com sua situação cadastral ativa na Receita Federal. Versão 1. Neste caso. com a data da efetiva transferência. O código de movimentação N3 (Empregado Recebido em Transferência de Outro Estabelecimento) deve ser informado pelo estabelecimento que recebe o trabalhador transferido. permanecendo a conta original e todos os seus lançamentos no cadastro FGTS. Recolhimento e individualização prévia no empregador destino.01. quando este estiver com a sua situação cadastral ativa na Receita Federal. a regularização ocorre por meio alocação do trabalhador na inscrição correto. conforme descrito a seguir: O código de movimentação N1 (Transferência de Empregado para Estabelecimento da Mesma Empresa) e N2 (Transferência de Empregado para Estabelecimento de Outra Empresa) devem ser informados pelo estabelecimento origem com a data do dia imediatamente anterior à efetiva transferência. o empregador deve utilizar o formulário PTC Total ou Parcial. cujas contas estejam abrigadas em uma mesma base de processamento do FGTS. A solicitação de transferência deve ser precedida dos seguintes procedimentos: Qualificação das contas vinculadas optantes dos trabalhadores com contrato vigente. no caso de transferência total. Também. faz-se necessário que os responsáveis pela empresa de origem e de destino assinem o pedido. quando do próximo recolhimento ou declaração ao FGTS. para qualquer uma das hipóteses de transferência. A situação de mudança de local de trabalho entre filiais da mesma empresa. também. conforme o caso. os valores de Saque na Vigência do Contrato de Trabalho. Saque para Aplicação em FMP (Fundo Mútuo de Privatização) e Restituições de FMP.Capítulo V – Pedido de Transferência de Contas O procedimento de transferência de contas consiste no transporte do saldo da conta transferida para a conta receptora apropriando-se. no empregador destino e origem. existência de recolhimentos na empresa de origem sem o correspondente valor individualizado nas contas dos empregados ou individualização parcial. cujas contas estejam abrigadas em diferentes bases de processamento do FGTS. São condições impeditivas para o acatamento da solicitação de transferência total ou parcial. com seus dados consistentes tanto no cadastro do FGTS como do PIS. conforme o caso: não apresentação do relatório de inconsistência cadastral. tanto do recolhimento normal quanto do rescisório. para os empregados envolvidos na transferência. No SEFIP para a competência da mudança de local de trabalho. para fins de controle. sem ocorrências de inconsistências cadastrais das contas optantes no empregador destino e origem. Para tanto.

Mudança de CNPJ para CEI referente o titular de cartório. Recursal ou Não Optante. nas hipóteses relacionadas a seguir: a) Mudança de local de trabalho para filial.individualizações efetuadas nas contas dos empregados em valor superior ao efetivamente recolhido pelo empregador.FMP. uma vez que é este quem celebra diretamente os contratos de trabalho. gerando saldo devedor no estabelecimento. e Sem conta vinculada correspondente. 748. e) Cisão de empresas. refere-se à: . d) Mudança de local de trabalho para estabelecimento do mesmo grupo econômico. é necessária a apresentação (original ou cópia autenticada) do ato comprobatório da operação registrado no órgão competente. “f”. . de 28 de junho de 2007. Com data de admissão superior à data de transferência.935/94. publicado no DOU de 2. b) Centralização de recolhimento. Artigo 11. Categoria e Data de Admissão) da conta origem. Bloqueada. sendo a matrícula emitida no nome do titular. conforme previsto na Lei 8. de 11/01/2007 uma vez que. cadastrada em base do FGTS distinta. o gerenciamento administrativo e financeiro dos serviços notariais e de registro é da responsabilidade exclusiva do respectivo titular. no empregador destino. f) Fusão de empresas. A solicitação de transferência total ou parcial ocorre pelo preenchimento do formulário PTC. c) Determinação Legal para alteração do tipo de inscrição – CEI/CNPJ. conforme IN MPS SRP nº. ausência de identificação e assinatura do empregador de origem e destino. h) Sucessão de empregadores. Com data/código de movimentação definitiva. Para o acatamento da solicitação referente às hipóteses contidas nas alíneas “e”. conforme Portaria CAT14/06 e Instrução Normativa RFB nº. e i) Término do período de cessão de trabalhador. g) Incorporação de empresas. Versão 1. Não é passível de transferência a conta: Encerrada por fusão ou transferência anterior. no seu Art. que não é a serventia quem responde. Anexo XV.2007.Mudança de CEI para CNPJ referente aos condomínios. 20.01.A 37 Vigência 27/01/2009 . mas sim a pessoa física de seu titular. ainda que a respectiva serventia seja registrada no CNPJ. decorrentes de cisão/fusão/incorporação/sucessão. que comprove a assunção de trabalhadores. 20 e 21. A hipótese “determinação legal para geração de nova inscrição para o empregador”. com os mesmos dados cadastrais (PIS/PASEP.7. Com saldo zero e sem registro de saque na vigência do contrato trabalho e/ou registro de aplicação em Fundo Mútuo de Privatização . “g” e “h”. NOTA: 1.

As transferências de empregados podem ser efetuadas por meio de: PTC TOTAL. “g” e “h” do formulário. O preenchimento é obrigatório para as hipóteses de transferência descritas nas alíneas “d”. o empregador deve apresentar relatório de inconsistências cadastrais das empresas envolvidas. o empregador deverá preencher o formulário PTC Total nas seções 1 e 2. PTC PARCIAL. Anexo III. Os campos da “Seção 4” devem ser preenchidos com os dados do responsável pela solicitação. “f”. Para que o pedido de transferência seja acatado. os mesmos. até a competência janeiro de 2008 na base Campinas. Seu preenchimento é obrigatório e deve ser coincidente com o cadastro do FGTS. Seu preenchimento é obrigatório e deve ser coincidente com o cadastro do FGTS. assinalado com “X” o campo correspondente. → Exemplo n° 31 – Transferência de Conta FGTS por Centralização de Recolhimento A empresa Y S/A recolheu o FGTS. passando a recolher. O preenchimento é obrigatório para todas as hipóteses de transferência. A empresa deseja centralizar todos os recolhimentos em Curitiba. Para a transferência das contas e unificação dos saldos. No preenchimento do PTC Total. Este relatório é solicitado e capturado pelo Conectividade Social. Anexo XVI. sem ocorrências para as contas optantes. observa-se: “Protocolo de Recepção” – campo para uso da CAIXA ou agência bancária conveniada onde serão informados dados da agência. pela conferência e recepção do formulário. identificação do responsável. Versão 1. Dessa forma passou a ter cadastro dos empregados vinculados ao seu CNPJ em ambas as bases. possibilita a solicitação de transferência de todas as contas optantes aptas. sob carimbo. a partir de fevereiro em Curitiba. No campo “Identificação e assinatura do empregador de origem ou seu representante legal” deve-se informar o nome por extenso e CPF do empregador de origem e sua assinatura.A Vigência 27/01/2009 38 .01.A entrega do formulário PTC ocorre em qualquer agência da CAIXA localizada na Unidade da Federação onde são realizados os recolhimentos regulares ao FGTS. PTC Total O formulário PTC Total. 1. Os campos da “Seção 2” correspondem aos dados do empregador de destino. Os campos da “Seção 3” devem ser preenchidos com a data em que ocorreu a efetiva transferência e o motivo que ensejou a operação. informando os dados do empregador de origem e destino. “e”. e sua assinatura. do empregador origem para o empregador destino. observando a área de abrangência da Gerência de Filial do FGTS. atual sede central da empresa. Os campos da “Seção 1” correspondem aos dados do empregador de origem. neste caso. No campo “Identificação e assinatura do empregador de destino ou seu representante legal” informar o nome por extenso e CPF do empregador de destino.

O formulário deverá ser obrigatoriamente assinado pelos empregadores de origem e destino ou seus respectivos representantes legais. devendo o formulário ser devidamente assinado pelo empregador ou seu representante legal. verificou que novas contas foram abertas para seus trabalhadores.A 39 Vigência 27/01/2009 . 20/2007. os recolhimentos dos trabalhadores assumidos integraram a guia GFIP/SEFIP da empresa AN S/A. Na seção 3. Como a transferência é para o mesmo CNPJ é dispensado o registro de data/código de movimentação por meio do SEFIP. devendo o formulário ser devidamente assinado pelo empregador ou seu representante legal. com a informação do nome por extenso e do CPF dos signatários. A partir da competência 08/2008. 2. por meio do SEFIP. Para transferência das contas vinculadas dos trabalhadores incorporados. neste caso deve haver a rescisão contratual de todos os vínculos trabalhistas quando da mudança Versão 1. → Exemplo n° 33 – Transferência de Conta FGTS por Determinação Legal para geração de nova inscrição para o empregador (CNPJ/CEI) O 5º Cartório de Registro de Imóveis da cidade de XY. ou seja. Tomando providências para o recolhimento do primeiro depósito utilizando o CEI. N2 e N3. é necessário apresentar o registro de data/código de movimentação. Na seção 4. Cabe observar que o PTC. informa a data da efetiva transferência.sendo a única diferença de informação o conteúdo dos campos “código conta empregador” e “base da conta”. competência 07/2008. seguindo as orientações no Manual GFIP/SEFIP e IN MPS/SRP nº. Na seção 4.935/1994 e IN MPS/SRP nº. 8. informando os dados do empregador de origem e destino. com a informação obrigatória do nome por extenso e do CPF do signatário. com a informação obrigatória do nome por extenso e do CPF do signatário. os empregadores deverão preencher o formulário PTC Total nas seções 1 e 2. Para regularizar a situação dos seus empregados deve preencher o formulário PTC Total. preenche os dados para contato. assinalando como motivo a opção B – Centralização de Recolhimento. → Exemplo n° 32 – Transferência de Conta FGTS por Incorporação /Cisão/Fusão de Empresas A empresa AN S/A incorporou a empresa LL S/A em 12/08/2008. informando os dados do empregador de origem e destino. Na seção 3. preenche os dados para contato. necessita alterar sua inscrição CNPJ para CEI. A geração da inscrição CEI em substituição ao CNPJ é procedimento a ser adotado por todos os cartórios do País em cumprimento Lei nº. Como a transferência é entre diferentes CNPJ. Na seção 3. informa a data da efetiva transferência. Na seção 4. Cada tabelião é responsável pelos contratos de trabalho que efetiva. assinalando como motivo a opção G – Incorporação de Empresas. devidamente assinado por ambos os empregadores possui força de declaração de assunção dos encargos trabalhistas. não podendo este ônus ser transferido a um novo titular. aplicando-se o pedido de transferência para unificação do saldo dos trabalhadores. NOTA: 1. marca a opção “C – Determinação Legal para Geração de Nova Inscrição para o Empregador (CNPJ/CEI)”. os dados para contato. 20/2007.01. seções 1 e 2.

PTC Parcial O PTC Parcial. Na hipótese de opção pela apresentação da relação eletrônica preenche o campo com o indicativo “SIM” e. o empregador poderá consultar a CAIXA quanto à possibilidade da utilização do PTC por meio eletrônico. não cabendo. Os campos da “Seção 5“ devem ser preenchidos com os dados do responsável pela solicitação. sob carimbo.de titular do cartório. Seu preenchimento é obrigatório e deve ser coincidente com os dados contidos no cadastro do FGTS. No campo “Identificação e assinatura do empregador de origem ou seu representante legal” informar o nome por extenso e CPF do empregador de origem. O campo da “Seção 3” é preenchido com a data em que ocorreu a efetiva transferência e o motivo que ensejou a transferência. Anexo XVII. 2. Seu preenchimento é obrigatório e deve ser coincidente com os dados contidos no cadastro do FGTS. O preenchimento é obrigatório para as hipóteses de transferência descritas nas alíneas “d”. a identificação do responsável. ao lado de relação. 3. “e”. é dispensado o preenchimento da Seção 4. Para o campo “motivo da transferência”. que consiste na troca de arquivos com leiaute por ela estabelecido. No campo “Identificação e assinatura do empregador de destino ou seu representante legal” deve-se informar o nome por extenso e CPF do empregador Versão 1. “f”. caso específico dos Cartórios. pela conferência e recepção do formulário. refere-se tanto a alteração de CNPJ para CEI.01. No preenchimento do PTC Parcial. como de CEI para CNPJ no caso dos Condomínios. Seu preenchimento é obrigatório e deve ser preenchido conforme constam no cadastro do FGTS. O arquivo deve ser apresentado acompanhado de um formulário PTC PARCIAL.A 40 Vigência 27/01/2009 . Os campos da “Seção 1” correspondem aos dados do empregador de origem. “g” e “h” do formulário. é assinalado com “X” o campo correspondente ao motivo da transferência solicitada. possibilita a solicitação de transferência das contas vinculadas optantes. a solicitação de transferência de contas FGTS. neste caso. devidamente preenchido com o campo “Sim” assinalado. Os campos da “Seção 4” correspondem aos dados do(s) trabalhador(es) a transferir. O procedimento previsto no exemplo. neste caso. Nas situações que envolvam quantidade expressiva de contas vinculadas. relacionadas no formulário. observa-se: “Protocolo de Recepção” – campo para uso da CAIXA ou agência bancária conveniada onde são consignados os dados da agência. PTC Total. do empregador origem para o empregador destino. Os campos da “Seção 2” correspondem aos dados do empregador de destino. e sua assinatura. dispensando-se o preenchimento da “Seção 4”.

obedecendo ao padrão fornecido. entrou em contato com a unidade de vinculação responsável pela administração das contas do FGTS. Com o recolhimento. → Exemplo n° 35 – Transferência de Conta FGTS por Cisão de Empresas Uma empresa do ramo metalúrgico. mantendo o contrato trabalhista original. o empregador deve apresentar o formulário PTC Parcial. devidamente assinado por ambos os empregadores possui força de declaração de assunção dos encargos trabalhistas. O preenchimento é obrigatório para todas as hipóteses de transferência. Para transferir os seis empregados da antiga para a nova empresa. Versão 1. Com a expansão dos negócios. possuindo força de declaração de assunção dos encargos trabalhistas. O relatório conterá as contas a transferir que. A agência. → Exemplo n° 34 – Transferência de Conta FGTS por Mudança de Local de Trabalho para estabelecimento do mesmo grupo A empresa Restaurante NMO recolhe FGTS para seus empregados desde 01/2006. Na seção 3. Após o recebimento do arquivo. A sistemática consiste no fornecimento por parte da CAIXA de um leiaute definido especificamente para o atendimento de transferências quantitativamente maiores. e sua assinatura. o empregador se encarregará de relacionar os empregados a transferir em arquivo eletrônico. constituirá documento comprobatório da solicitação. novas contas serão cadastradas para os empregados a serem transferidos. informando nas seções 1 e 2 os dados das empresas origem e destino. onde tanto o empregador de origem como o de destino ou seus respectivos representantes legais assinam. Na seção 5. buscando solução para o problema apresentado pelo empregador. A partir daqui. o qual deverá ser conferido pelo empregador. procurou a CAIXA para obter orientações sobre uma alternativa mais ágil e menos onerosa do que o preenchimento do formulário PTC Parcial. sob a informação de nome por extenso e do CPF dos signatários. a CAIXA gerará o relatório em formato PDF. o empregador deve efetuar o primeiro recolhimento no CNPJ do Restaurante JKL.de destino. marcar a opção B “mudança de local de trabalho para estabelecimento do mesmo grupo” e relacionar na seção 4. seus sócios abriram mais um restaurante para fornecimento de marmitas. Cabe observar que o PTC. De posse do leiaute. Na seção 3. que indicou a utilização do PTC Eletrônico. foi criado o Restaurante JKL que absorveu seis empregados do Restaurante NMO. impresso e assinado pelos empregadores de origem e de destino. com 1200 trabalhadores. A empresa dá entrada no formulário PTC Parcial. necessita realizar uma transferência por motivo de cisão. preenchendo as seções 1 e 2 com os dados dos empregadores de origem e destino. de 50% de seu quadro.01. Diante da expressiva quantidade de empregados. informar os dados para contato. assinalando a opção “relação eletrônica” e motivo da transferência. com a data da transferência.A 41 Vigência 27/01/2009 . depois de garantir que todas as contas vinculadas estejam devidamente qualificadas e que foi realizado o primeiro recolhimento para os trabalhadores no estabelecimento destino. os trabalhadores envolvidos na transferência. Para tanto.

NOTA: 1. tal fato deve ser relatado à CAIXA para que o processo seja reiniciado.O PTC impresso e assinado retornará à CAIXA para efetivação da transferência. que há inconsistência. no momento da conferência do PTC.A 42 Vigência 27/01/2009 . Versão 1. Tal documento deve ser mantido em arquivo da empresa para apresentação no caso de fiscalização. Caso o empregador constate.01.

realizá-la em uma agência do Banco do Brasil.Capítulo VI – QUALIFICAÇÃO CADASTRAL DO PIS/PASEP 1. portanto. → Exemplo n° 36 – Retificação no cadastro do PIS para qualificação cadastral da conta O empregado GGG solicitou ao empregador. Documento de Alteração de Dados do Trabalhador – DAT Este documento é encontrado para download no site da CAIXA www.01. A partir daí é que a emissão de extrato para o endereço registrado será possível. somente no dia seguinte. o trabalhador deverá.br e só poderá ser assinado pelo trabalhador. É utilizado para retificar os dados cadastrais nos programas PIS/PASEP. O empregador não localizou a conta do trabalhador ao efetuar consulta por meio do Conectividade Social. anexando cópia de sua carteira de identidade.A 43 Vigência 27/01/2009 . Caso a alteração seja de uma inscrição PASEP. é que a conta será visualizada no Conectividade Social. que verificasse o saldo de sua conta FGTS. Não localização da conta pelo empregador no Conectividade Social. Versão 1. verificou que a incorreção encontrava-se no cadastro do PIS. agente operador responsável por aquela base de dados.caixa. Em análise do relatório de inconsistência cadastral. Conferindo nos documentos pessoais do trabalhador.gov. por não estar recebendo extratos em casa. verificou que a data de nascimento do empregado apresentava divergência entre os cadastros do FGTS e PIS. onde preenche o formulário DAT. Retornando à empresa. As divergências cadastrais do PIS são identificadas pela emissão do relatório de inconsistência cadastral. seja para verificação de saldo para cálculo do recolhimento rescisório ou comando de movimentação. Orientou o trabalhador a comparecer a uma agência da CAIXA para regularização. informou ao empregador que a alteração promovida no PIS é apropriada em rotina noturna. solicitado pelo Conectividade Social. solicitado via CS pelo empregador. além de efetuar a retificação na CAIXA. Essas inconsistências têm como reflexo: Não emissão de extrato para o trabalhador.

Disque CAIXA . Reclamações.0800 726 0104 Atendimento realizado 24 horas por dia e sete dias por semana. oferecendo suporte Comercial referente aos produtos disponíveis em horário integral. 3. Reclamações. Suporte Tecnológico . Internet bancking. 2. governo e para você.0800 725 7474 Atendimento realizado de segunda a sexta feira. Informações. tais como: PIS. Abono e Habitação. e Elogios. 4. Arrecadação e Contribuição Sindical.0800 726 0101 Atendimentos realizados das 07h às 20h. das 7h às 20h.01. Site da CAIXA. Ouvidoria CAIXA . Fundos de Investimento. 1. Sugestões e Elogios. Atendimento à Deficiente Auditivo = 0800 726 2492 Atendimentos especializados realizados das 07h às 20h. sobre: Produtos e serviços. Bolsas e Programas Sociais. Seg. e Cancelamento e Suspensões. exceto feriados nacionais. Sugestões. Cobrança Caixa.Capítulo VII – Suporte . exceto feriados nacionais. Desemprego e Cartão do Cidadão. de segunda à sexta feira. Portal do Contribuinte e Portal de Compras. sobre: Abono do PIS. FGTS. Caixa Eletrônico.A 44 Vigência 27/01/2009 . sugestões e elogios. Conectividade Social. Versão 1.Help Desk A CAIXA oferece atendimento telefônico direcionado para empresas. SEFIP e GRRF. Suporte tecnológico. de segunda à sexta feira. Demais Produtos e Aplicativos. Folha de Pagamento. para receber reclamações. Habitação e demais Serviços Bancários.

Transferência de Contas e Devolução de Valores Versão 1.Capítulo VIII – Quadro Resumo das Versões e respectivas datas de vigência. Identificação do Documento Versão Vigência De 01/02/2009 até __/__/____ Manual de Orientações FGTS ao 101A Empregador .01.A 45 Vigência 27/01/2009 .Retificação de Dados.

Versão 1.01.Capítulo IX – Anexos Páginas subsequentes.A 46 Vigência 27/01/2009 .

Recolhimento de Parcelamento de débito com o FGTS priorizando os valores devidos aos trabalhadores. apurada pela CAIXA.01. CÓDIGO 115 130 135 145 150 155 307 327 337 345 418 604 608 640 650 660 Versão 1. Recolhimento ao FGTS para empregado não optante (competência anterior a 10/1988).019/74. de 24/021967 (competências anteriores a 10/1989). 6. Recolhimento ao FGTS e informações à Previdência Social relativas ao trabalhador avulso não Portuário. Recolhimento ao FGTS e informações à Previdência Social de oba de construção civil – empreitada total ou obra própria. Recolhimento ao FGTS de entidades com fins filantrópicos Decreto Lei nº. Acordo.1. em relação aos empregados cedidos. Conversão de Licença Saúde em Acidente de Trabalho. Reclamatória Trabalhista com Recolhimento de Vínculo. Recolhimento ao FGTS e informações à Previdência Social relativo à dirigente sindical. Recolhimento de Parcelamento de débito com o FGTS relativo à diferença de recolhimento. 194. Dissídio ou Convenção Coletiva. Reclamatória Trabalhista. Comissão de Conciliação Prévia ou Núcleo Intersindical de Conciliação Trabalhista. Recolhimento de Parcelamento de débito com o FGTS. Acordo. Recolhimento recursal. Dissídio ou Convenção Coletiva. Recolhimento ao FGTS e informações à Previdência Social relativo a Anistiados. Recolhimento ao FGTS e informações à Previdência Social relativas ao trabalhador avulso Portuário. Recolhimento ao FGTS e informações à Previdência Social de empresa prestadora de serviços com cessão de mão-de-obra e empresa de trabalho temporário – Lei nº. ou de obra de construção civil – empreitada parcial. Comissão de Conciliação Prévia ou Núcleo Intersindical de Conciliação Trabalhista.A 47 Vigência 27/01/2009 . Recolhimento de Parcelamento de débito com o FGTS de empresa com tomador de serviços. Anexo I – TABELA DE CÓDIGOS DE RECOLHIMENTO FGTS SITUAÇÃO Recolhimento ao FGTS e informações à Previdência Social. priorizando os valores devidos aos trabalhadores. Reclamatória Trabalhista. Recolhimento ao FGTS de diferenças apuradas pela CAIXA. Recolhimento exclusivo ao FGTS relativo a Anistiados.

01. Anexo II – TABELA DEMANDA X PRAZO DE ATENDIMENTO DEMANDA PRAZO (DIAS ÚTEIS) 10 10 07 On line 10 15 30 15 Retificação do Empregador – RDE Retificação do Trabalhador – RDT Retificação do Trabalhador – SEFIP Retificação do Trabalhador – CS Retificação de Recolhimento Rescisório PTC Total ou Parcial Retificação com Devolução do FGTS – RDF Outros procedimentos Versão 1.2.A 48 Vigência 27/01/2009 .

3º andar .RELAÇÃO DE GIFUG X ABRANGÊNCIA ENDEREÇO Av. Centro. 1. Centro. 13º andar.Bairro Poção Mato Grosso do Sul Cuiabá/MT CEP: 78015-600 Paraná Rua José Loureiro. 2º andar. CEF . Centro Belo Horizonte/MG CEP: 30120-070 Distrito Federal SBS Qd.015-000 Minas Gerais Rua Tupinambás. Campinas/SP CEP: 13030-710 Mato Grosso Av. 111.15º andar Brasília/DF CEP: 70070-100 Campinas Rua Padre Bernardo da Silva. 3º andar Bairro Agronômica/ Florianópolis/SC CEP: 88025-220 Ceará R: Sena Madureira.PA CEP: 66. 01 Bl.A 49 Vigência 27/01/2009 .3º e 4º andares– Nazaré. 138 . Pará Belém . 1000. Anexo III .Recife Antigo Paraíba Recife/PE CEP: 50030-230 Pernambuco Rio Grande do Norte Espírito Santo Av. “L” Ed.508-001 ABRÂNGÊNCIA Bauru UNIDADE GIFUG/BU Bauru GIFUG/BE Belém GIFUG/BH Belo Horizonte GIFUG/BR Brasília GIFUG/CP Campinas GIFUG/CB Cuiabá GIFUG/CT Curitiba GIFUG/FL Florianópolis GIFUG/FO Fortaleza GIFUG/GO Goiânia GIFUG/MN Manaus GIFUG/PO Porto Alegre GIFUG/RE Recife GIFUG/RJ Rio de Janeiro GIFUG/SA Salvador GIFUG/SP São Paulo Versão 1. Sede. Centro Maranhão Fortaleza/SC CEP 60055-080 Piauí Goiás Rua 11. Bauru/SP CEP: 17010-130 Amapá Av. 174. Ed. 195. Liberdade São Paulo/SP CEP: 01. 596. Magalhães Barata. 4º. 65. Pq.3.Térreo . 421. Fernando Correa da Costa. 4º andar. Industrial.Paralela Sergipe Salvador/BA CEP: 41745-000 São Paulo Rua São Joaquim. Amazonas Manaus/AM CEP: 69120-010 Rondônia Roraima Rio Grande do Sul Rua dos Andradas. 7-40 Vila Antarctica. 4º andar.01. Andar. Rio Branco. 250 10º andar Centro Goiânia/GO CEP: Tocantins 74015-170 Acre Rua Ramos Ferreira. 2235 . 486. 800. Porto Alegre/RS CEP: 90020-900 Alagoas Av. Luiz Viana Filho.Centro Curitiba/PR CEP: 80010-000 Santa Catarina Servidão Nossa Senhora de Lourdes. 842 . Cais do Apolo.160. Nações Unidas. Centro Rio de Rio de Janeiro Janeiro/RJ CEP: 20040-004 Salvador Av. 10º andar .

A 50 Vigência 27/01/2009 . com registro de data de movimentação menor que 06 (seis) meses. Anexo IV . pelo empregador e pelo trabalhador as contas vinculadas que atenderem as condições a seguir: Estar vinculada ao CNPJ/CEI da empresa acessada. São considerados dados cadastrais qualificados aqueles que sejam iguais entre o cadastro do FGTS e PIS. Não estar encerrada por fusão ou transferência. Estar cadastrada no estabelecimento centralizador de conta vinculada.REQUISITOS DE LOCALIZAÇÃO DE CONTAS NA INTERNET Estão aptas para consulta via Internet. Apresentar dados cadastrais qualificados. Neste caso são comparados os dados “Nome”. condicionado à existência atualizada de endereço no cadastro FGTS.4. Ser do tipo OPTANTE ou RECURSAL (empregador) e tipo OPTANTE (trabalhador). Possuir saldo maior que zero ou saldo igual a zero. sem registro de data de movimentação ou saldo igual a zero. 2. Não possuir registro de bloqueio de qualquer natureza. Ter código de categoria do trabalhador igual a 01 a 07. NOTA: 1. Constar do cadastro de contas ativas.01. “PIS/PASEP” e “Data de Nascimento”. Os mesmos critérios de localização de contas na Internet são aplicados para o envio do extrato pelo correio ao trabalhador. Versão 1.

procede a inserção do dado desconsiderando o primeiro número à esquerda. Não ser maior que a data do processamento. Na hipótese da CTPS apresentar mais de 07 dígitos e considerando que o SEFIP possui 07 posições neste campo. Se maior que 04/10/1988. Estar incluído na tabela de “Código Brasileiro de Ocupação” CAMPO NOTA: 1. com menos de Afastamento 1 ano de serviço. Não ser maior que a data do processamento. Não ser menor que 01/01/1967. a alteração é rejeitada se os dois Data de campos não estiverem preenchidos. Anexo V . “N” ou “Y”. Data de Admissão Não ser menor que a data de nascimento. PIS Carteira de Trabalho Nome Data de nascimento Matrícula CBO Não é alterado se a conta já se encontrar qualificada. Não ser maior que a data do processamento. para trabalhador não avulso. assim. Não é permitido alterar somente o código ou a data de afastamento. e o código de afastamento for diferente de brancos. Não é alterado se a conta já se encontrar qualificada. Não ser maior que a data de admissão. Não é alterado se o nome constar da tabela de nomes suspeitos. Data de Opção Não ser menor que a data de admissão. Deve ser diferente de zeros. Versão 1. Afastamento Se a data de opção for menor que 23/09/1971.01. Não ser maior que a data de opção. Não ser menor que 05/10/1988.CRÍTICAS DO SEFIP CADASTRAIS DO TRABALHADOR ÀS ALTERAÇÕES Processamento das alterações solicitadas via SEFIP X Críticas apresentadas CRÍTICAS Estar incluído na tabela de movimentação e não ser igual a Código de “K” – rescisão com justa causa não optante. ser igual à data de admissão. Não é alterado se a conta já se encontrar qualificada. Não ser maior que a data do processamento. ser igual à data de opção. Se maior que 04/10/1988. é calculada a diferença entre as datas de afastamento e de opção.A 51 Vigência 27/01/2009 .5. O campo deve ser preenchido apenas com caracteres numéricos.

“Categoria”. . . previamente. 3. será processada no cadastro. será necessário. no estabelecimento solicitante.A 52 Vigência 27/01/2009 . . solicitar a exclusão da data registrada por meio do formulário RDT.CRÍTICAS DO SEFIP ÀS ALTERAÇÕES CADASTRAIS DO TRABALHADOR . A localização da conta para processamento do registro de alteração cadastral ocorre por meio os dados “PIS/PASEP”. “Data de Admissão”. solicitar a exclusão da data registrada por meio do formulário RDT. da data informada no registro de alteração. será necessário. Situações não previstas no registro de alteração do SEFIP ou incompatíveis com as críticas aplicadas ao registro.Anexo V . Versão 1. 4. previamente.Continuação 2. devem ser tratadas por meio do formulário RDT.01.Conta com movimentação definitiva e com saque já realizado na conta.Se existir movimentação definitiva na conta e for menor que aquela data que está sendo informada no registro de alteração.Se existir movimentação definitiva na conta e for maior que a data que está sendo informada no registro de alteração. será processada a inclusão no cadastro FGTS. No processamento da informação da DATA/CÓDIGO DE MOVIMENTAÇÃO deve ser considerada a seguinte regra de apropriação: .Se não existe movimentação definitiva na conta.

A empresa deve.A Vigência 27/01/2009 53 . seleciona a empresa e marca sua participação. não serão apropriados no sistema do FGTS. . seleciona a opção “No Prazo” ou “Em Atraso”.“Nova alteração de endereço”. "Vara/JCJ" e "Período Início" e "Período Fim". Na aba “Informações Complementares” do movimento. não haverá geração da Relação de Empregados . preenche os campos “Número do Processo”. NOTA: 1. <OK>. antes do envio pelo CS. o SEFIP fecha o movimento e solicita a marcação de uma Característica do Recolhimento. Anexo VI . os campos "Processo"."Período Fim" = Mês/Ano em que o arquivo é transmitido. NOTA: 1. opções "Movimento" ou "Analítico de Alterações".RE. de processo e período informados no início da operação.“Nova Movimentação”. Como não há recolhimento e os trabalhadores não participam do movimento. . Na aba "Movimento". opção “Comprovante/Protocolo”. tendo em vista a natureza de retificação do arquivo.UTILIZANDO O SEFIP NA RETIFICAÇÃO CADASTRAL EXCLUSIVA NO FGTS Por ocasião do envio de arquivos gerados pelo SEFIP. pode ser consultado no menu "Relatórios". deverão ser preenchidos."Vara/JCJ" = 001."Processo" = 001. enquanto que os trabalhadores NÃO devem participar do movimento. Seleciona as opções pretendidas para cada trabalhador: . . 14 e 32).6. Pela mesma razão. Seleciona a terceira característica: “Reclamatória Trabalhista”. o Comprovante/Protocolo estará disponível no menu “Relatórios”. conforme orientação contida neste Manual. “Ano” e “Vara/JCJ” com as seguintes informações: . Este é o documento que deve ser anexado ao RDT. estar participando do movimento. . . Versão 1. clica em <Executar>.4. observado as orientações abaixo: Na abertura do movimento informa “competência” corrente e o “código de recolhimento” 660. Tecla <confirma>. conforme previsto no Manual da GFIP/SEFIP para Usuários do SEFIP 8. também."Ano" = ano em que o arquivo é transmitido.01. NOTA: 1."Período Início" = Mês/Ano em que o arquivo é transmitido. "Ano". Após a transmissão. O relatório de alterações. além da utilização do código de recolhimento 660. No campo “FGTS”. necessariamente. Se não houver inconsistência a apontar. caso a retificação solicitada pelo SEFIP não seja processada em até 07 dias após a transmissão. que contenham somente registros de alteração cadastral para o FGTS (Registros 13.“Nova alteração cadastral”. Após finalizar o cadastramento de todas as alterações pretendidas. . O arquivo de retificação está pronto para ser transmitido. os dados referentes ao nº.

097/2000. 03 04 05 06 07 Trabalhador não vinculado ao RGPS. 10. Art.TABELA DE CATEGORIA DE CONTAS CATEGORIA CÓDIGO 01 Empregado. 16.036/90. Empregado sob contrato de trabalho por prazo determinado – Lei nº. Contribuinte individual – Diretor não empregado com FGTS – Lei nº. 2. 9.7.601/98.01. Empregado doméstico. Versão 1. com as alterações da Medida Provisória nº. Anexo VII . de 24/08/2001.A 54 Vigência 27/01/2009 . 8. Menor aprendiz – Lei nº.164-41. mas com direito ao FGTS.

T.999. C A I X A 1 * * SFG.999/0000. PROMOVER REGULARIZACAO JUNTO A CAIXA.8. Anexo VIII .SA.00 COD EMPRESA: 09901300000000* * ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------* PIS/PASEP: 11111111180 DT ADMISSAO: 26/07/1999 COD EMPREGADO: 00002070800 TIPO CONTA: OPTANTE CATEGORIA: 1 * * NOME DT NASCIMENTO * CADASTRO FGTS: JESZDO SANTIHO CADASTRO FGTS: 21/09/1973 * CADASTRO PIS : CADASTRO PIS: 00/00/0000 * OBSERVACOES : PIS INEXISTENTE. * ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------* PIS/PASEP: 12600000506 DT ADMISSAO: 24/11/1998 COD EMPREGADO: 00001159689 TIPO CONTA: OPTANTE CATEGORIA: 1 * * NOME DT NASCIMENTO * CADASTRO FGTS: SOL AP GASPARZINHO LEGAL CADASTRO FGTS: 20/04/1977 * CADASTRO PIS : ALEXSANDRA MALI PSIT CADASTRO PIS: 16/02/1975 * ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------* PIS/PASEP: 19999999998 DT ADMISSAO: 02/04/2001 COD EMPREGADO: 00004654621 TIPO CONTA: OPTANTE CATEGORIA: 1 * * NOME DT NASCIMENTO * CADASTRO FGTS: ANTONIO FININHO CADASTRO FGTS: 12/09/1972 * CADASTRO PIS : ANTONIO FINADO CADASTRO PIS: 12/09/1972 * ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------* E C O N O M I C A F E D E R A L PAGINA: .G.514 RELATORIO DE CONTAS COM INCONSISTENCIAS CADASTRAIS * BASE DOMICILIO: PR DATA DA GERACAO: 08/03/2005* ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------* * EMPREGADOR: EMPRESA XYZ CNPJ/CEI: 99.RELATÓRIO DE CONTAS COM INCONSISTÊNCIAS CADASTRAIS (LEIAUTE) 001100000100000000000000017963496000016320050308 * F.S.

RDE . Anexo IX .9.

Anexo X .RDT .10.

11. Anexo XI – RETIFICAÇÃO DO RECOLHIMENTO RESCISÓRIO .

Anexo XII .12.RDF .

Atenciosamente _____________________________________ nome completo do representante da empresa função que exerce na empresa receptora Cidade. dd de MMM de AAAA. no valor total de R$ x. autorizamos a Caixa Econômica Federal a promover o estorno dos valores recolhidos indevidamente e a adotar os procedimentos necessários à regularização da ocorrência. vem informar que o recolhimento processado para a inscrição deste empregador na data DD/MM/AAAA. com sede (Endereço completo). não foi realizado por esta empresa.OFÍCIO DE AUTORIZAÇAO DE DEVOLUÇAO À Caixa Economica Federal Gerência de Filial do Fundo de Garantia .xxx. Desta forma. A empresa (Razão social da empresa receptora).Anexo XIII . no banco arrecadador (Nome do Banco Arrecadador).GIFUG Assunto: Recolhimento do FGTS em CNPJ incorreto Senhor Gerente.xx (xxxxxx Reais). UF. (CNPJ/CEI). .

Cancelamento de Guia de recolhimento. objeto de devolução. Informação Guia de recolhimento. no caso de pedido de devolução 28/29 e 30/31 recolhimento realizado em GRRF. objeto de devolução. no caso de pedido de devolução recolhimento realizado em GRRF. de regime jurídico 30/31 Cópia da publicação no Diário Oficial da lei que instituiu a mudança de regime. afastado 30/31 Cópia da página da RE que contém a remuneração/depósito objeto do pedido de devolução. Cópia do comprovante do trabalhador de recolhimento FGTS rescisório. temporariamente 7. empregatício 6.13. no caso de pedido de devolução recolhimento realizado em GRRF. objeto de devolução. Cópia do comprovante do trabalhador de recolhimento FGTS rescisório. Informação depósito remuneração maior. duplicidade Cópia da página da RE que contém a remuneração/depósito objeto do pedido de devolução. posterior à mudança 19 a 24 e 28/29 e Cópia da página da RE que contém a remuneração/depósito objeto do pedido de devolução. rescisão 19 a 24 e 26. 30 e 31 Cópia do comprovante do trabalhador de recolhimento FGTS rescisório. Recolhimento Guia de recolhimento. Cópia do recolhimento. objeto de devolução. de Cópia da página da RE que contém a remuneração/depósito objeto do pedido de devolução. objeto de devolução. 27. objeto de devolução e Guia recolhida corretamente. término do vínculo 30/31 Cópia da página da RE que contém a remuneração/depósito objeto do pedido de devolução. 2. 30 e/ou 31 Cópia do comprovante do trabalhador de recolhimento FGTS rescisório. 27. a 29. incorreta do motivo 19 a 24 e 26. ou 19 a 24 e 28 e/ou Formulário Retificador. Anexo XIV – CHECK LIST PARA RETIFICAÇÃO COM DEVOLUÇÃO DO FGTS CAMPOS RDF SITUAÇÃO MOTIVO 1. Recolhimento em Guia de recolhimento. Formulário de retificação do recolhimento rescisório. quando o depósito do mês da rescisão não corresponder ao recolhimento mensal. 5. Recolhimento para trabalhador 19 a 24 e 28/29 e Guia de recolhimento. 3. 4. no caso de pedido de devolução da rescisão 28/29 e 30/31 recolhimento realizado em GRRF. no caso de retificação de recolhimentos rescisórios. 19. de trabalho de de de de . Guia de recolhimento. objeto de devolução. Recolhimento posterior à data do 19 a 24 e 28/29 e Guia de recolhimento.

objeto de devolução. Para todos os casos de Pedido de Devolução. Cópia do comprovante do trabalhador de recolhimento FGTS rescisório. Cópia da página da RE que contém a remuneração/depósito objeto do pedido de devolução. objeto de devolução. objeto de devolução. Recolhimento a maior. Informação incorreta de competência de recolhimento 16 a 19 19 e 30/31 19 e 30/31 19 e 30/31 19 e 30/31 19 e 30/31 NOTA: 1. no caso de retificação de recolhimentos rescisórios.continuação MOTIVO 8. Informação incorreta de inscrição do empregador 14.Anexo XIV – CHECK LIST PARA RETIFICAÇÃO COM DEVOLUÇÃO DO FGTS . no caso de pedido de devolução de 30/31 recolhimento realizado em GRRF. . no caso de pedido de devolução de recolhimento realizado em GRRF. ou Cartório) de documento que comprove que a conta bancária informada é de titularidade do empregador. Cópia da página da RE que contém a remuneração/depósito objeto do pedido de devolução. Cópia da nova guia recolhida. Cópia da nova guia recolhida. Guia de recolhimento. no caso de retificação de recolhimentos rescisórios. é obrigatório o preenchimento campos 01 a 15 do formulário e o encaminhamento do RDF. Formulário Retificador. Declaração da empresa onde ocorreu o recolhimento incorreto autorizando o débito. objeto de devolução. 19 a 25 e 28/29 e Cópia do comprovante do trabalhador de recolhimento FGTS rescisório. Formulário Retificador. Informação da categoria indevida CAMPOS RDF SITUAÇÃO Guia de recolhimento. 9. Informação incorreta do AVISO PRÉVIO 11. em decorrência de erro na informação do SIMPLES 10. Recolhimento a maior de encargos 13. Guia de recolhimento. Formulário Retificador. Guia de recolhimento. Cópia da página da RE que contém a remuneração/depósito objeto do pedido de devolução. Cópia do comprovante do trabalhador de recolhimento FGTS rescisório. original e cópia autenticada (por empregado CAIXA sob carimbo. Guia de recolhimento. Guia de recolhimento. objeto de devolução. no caso de pedido de devolução de recolhimento realizado em GRRF. Quitação débito indevido 12. objeto de devolução. no caso de retificação de recolhimentos rescisórios. objeto de devolução. Guia de recolhimento.

por período superior a 15 dias. Rescisão do contrato de trabalho por iniciativa do empregado. com justa causa. Rescisão sem justa causa do contrato de trabalho do empregado doméstico. por período igual ou inferior a 15 dias. CÓDIGO H I1 I2 I3 I4 J K L M N1 N2 N3 O1 O2 O3 P1 P2 P3 Q1 . Novo afastamento temporário em decorrência do mesmo acidente de trabalho. Afastamento temporário por motivo de doença. Empregado proveniente de transferência de outro estabelecimento da mesma empresa ou de outra empresa. Afastamento temporário por motivo de licença-maternidade (120 dias). Anexo XV – TABELA DE CÓDIGO DE MOVIMENTAÇÃO DESCRITIVO Rescisão. Outros motivos de rescisão do contrato de trabalho. Novo afastamento temporário em decorrência da mesma doença. com menos de um ano de serviço. por período superior a 15 dias. Afastamento temporário por motivo de acidente de trabalho. por iniciativa do empregador. com justa causa. dentro de 60 dias contados. Rescisão por culpa recíproca ou força maior. Mudança de regime estatutário. Afastamento temporário por motivo de doença. sem que tenha havido rescisão do contrato de trabalho. Transferência de empregado para outra empresa que tenha assumido os encargos trabalhistas. Rescisão por término do contrato a termo. sem justa causa. Transferência de empregado para outro estabelecimento da mesma empresa.14. Rescisão. por período igual ou inferior a 15 dias. Afastamento temporário por motivo de acidente de trabalho. por iniciativa do empregador. inclusive rescisão antecipada do contrato a termo. por iniciativa do empregador. Rescisão a pedido do empregado ou por iniciativa do empregador. sem rescisão do contrato de trabalho. no caso de empregado não optante. da cessação do afastamento anterior.

Licença sem vencimentos. Outros retornos de afastamento temporário e/ou licença. Aposentadoria por invalidez. Outros motivos de afastamento temporário. Retorno de novo afastamento temporário em decorrência do mesmo acidente de trabalho. Retorno de afastamento temporário por motivos de licença maternidade. Afastamento temporário por motivo de licença-maternidade decorrente de adoção ou guarda judicial de criança até 1 (um) ano de idade (120 dias). Remuneração de Comissão e/ou Percentagens devidas após a extinção do contrato de trabalho. . Afastamento temporário por motivo de licença-maternidade decorrente de adoção ou guarda judicial de criança a partir de 4 (quatro) anos até 8 (oito) anos de idade (30 dias). Retorno de afastamento temporário por motivo de prestação de serviço militar. Retorno de afastamento temporário por motivo de acidente de trabalho. Afastamento temporário para exercício de mandato sindical. Afastamento temporário por motivo de aborto não criminoso. Afastamento temporário para presta serviço militar.Anexo XV – TABELA DE CÓDIGO DE MOVIMENTAÇÃO . Falecimento. Afastamento temporário por motivo de licença-maternidade decorrente de adoção ou guarda judicial de criança a partir de 1 (um) ano até 4 (quatro) anos de idade (60 dias). por período igual ou inferior a 15 dias.Continuação CÓDIGO Q2 Q3 Q4 Q5 Q6 R S2 S3 U1 U3 V3 W X Y Z1 Z2 Z3 Z4 Z5 Z6 DESCRITIVO Prorrogação do afastamento temporário por motivo de licença-maternidade. Retorno de afastamento temporário por motivo de acidente de trabalho. Falecimento motivado por acidente de trabalho. Aposentadoria.

15. Anexo XVI – PTC TOTAL .

Anexo XVII – PTC PARCIAL .16.

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