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Redacç ã o

1

Título em cabeçalho: ARTIGO CIENTÍFICO

Redacção de Manuscritos de Estudos Empíricos para Publicação

sob o formato de Artigo Científico

Marina Carvalho, Américo Baptista, José Brites, Paula Carneiro,

Joana Costa, Francisco Esteves, Miguel Faria, Patrícia Ferreira,

Fátima Lory, Beatriz Rosa, Joana Brites Rosa e Isabel Santos

Departamento de Psicologia

Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias

Redacç ã o

2

Resumo

Pretende-se

com

este

documento

fornecer

um

resumo

das

normas

da

Associação

Americana

de

Ps icologia

(APA,

2001)

para

a

redacção

e

preparação

de

manuscr itos

 

de

estudos

empíricos

para

publicação

sob

o

formato

de

artigo

científico.

Após

uma

introdução

às

instruções

gerais

para

a

preparação

do

manuscrito

em papel

e

ao

estilo

editorial

da APA,

são

descritas

as

instruções

para

redacção

e

formatação

de

cada

um

dos

componentes

do

mesmo.

Apesar

de

conter

as

regras

básicas

para

a

redacção

de

trabalhos

de

investigação

de

acordo

 

com

os

pressupostos

das

metodologias

de

investigação

e

com

as

regras

de

estilo

em

vigor,

este

documento

não

dispensa

a

consulta

do

manual

acima

referenciado

nem

de

outra

litera tura

específica,

para

uma

descrição pormenorizada e completa das mesmas.

 

Palavras-chave:

artigo

científico;

redacção;

normas

para

publicação; APA.

Redacç ã o

3

Redacção e Preparação de Manuscr itos de Estudos Empíricos para

Publicação sob o formato de Artigo Científico

A letra a utilizar em todo o manuscrito deverá ter o formato

Times New Roman, 12-pt, normal ou expandida, ou Courier,

12-pt, normal ou expandida. O espaçamento entre

parágrafos deve ser duplo em t odas as linhas do manuscrito, com

uma margem de 2.54 cm em qualquer um dos lados.

Todas as páginas devem ser numeradas, excepto as que

contêm figuras, pela seguinte ordem:

1. Página do título, com cabeçalho de página, título em

cabeçalho para publicação, título, autores e filiação institucional

(uma página em separado, com o número 1),

2. Resumo (numa página se parada, com o número 2),

3. Texto, que contém a introdução, o método, os resultados e

a discussão (com início numa pá gina separada, com o número 3),

4. Referências (com início numa página separada),

5. Apêndices (cada um com início numa página separada),

6. Nota de autor (com início numa página separada),

7. Notas de rodapé (todas em conjunto, com início numa

página separada),

8. Tabelas (cada uma com início numa página separada),

9. Legendas das figuras (em conjunto, com início numa

página separada) e

10. Figuras (cada uma com início numa página separada).

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4

Cada página deve ser identificada, em cabeçalho de página

alinhado à direita, com as duas ou três primeiras palavras do

título, redigidas cinco espaços à esquerda da numeração da

página, a qual deve ser feita desd e a página do título até ao final

do manuscrito, com excepção das páginas que contêm figuras,

conforme foi anteriormente referido.

A primeira linha de cada parágrafo e de cada nota de rodapé

deve ser indentada, atra vés da utilização da tecla Tab , formatada

entre cinco a sete espaços. As restantes linhas do manuscrito

devem ser escritas com alinhament o à esquerda; à excepção (a) do

resumo, (b) das citações em bl oco, (c) dos títulos e cabeçalhos,

(d) dos títulos de tabelas e notas e (e) das legendas de figuras.

A primeira letra das palavras importantes deve ser

capitalizada, ou seja, redigida em letra maiúscula (a) na maioria

dos elementos da página do título (por exemplo, no título e nos

nomes dos autores, mas não no título em cabeçalho para

publicação, (b) nos títulos das pági nas (resumo, notas de rodapé,

etc.), (c) na maioria dos títulos, (d) nos títulos das tabelas e (e)

em alguns elementos das referências.

Um artigo com o formato da APA utiliza entre um a cinco

níveis de títulos. No entanto, pa ra a maioria dos artigos, três ou

quatro níveis são suficientes. A Figura 1 apresenta as diferentes

formatações, consoante o número de níveis necessários (ver

Figura 1).

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No que respeita à redacção das frases e parágrafos, deve ser

deixado um espaço em branco após as pontuações, nas situações

apresentadas em seguida: (a) depois de vírgulas, dois pontos e

ponto e vírgula; (b) depois dos pont os finais, no final das frases;

(c) depois dos pontos finais, em partes de citações; e (d) depois

de pontos finais, nas iniciais de nomes próprios (por exemplo, J.

R. Zhang). As excepções a esta regra referem-se aos pontos finais

utilizados em abreviaturas (por exemplo, O.N.U. ou E.U.A.) e aos

hifens (por exemplo, dia-a-dia), a seguir aos quais não deve ser

deixado qualquer espaço em branco. Quando se utiliza um sinal de

subtracção, o espaçamento deve ser feito antes e depois do mesmo

(por exemplo, a – b) enquanto que, quando se referencia um valor

negativo, deve ser deixado um espaço apenas antes do sinal (por

exemplo, -5.25).

Q u a n d o s ã o u t i l i z a dos parêntesis, a pontuação depende do

contexto. Se uma frase necessita de uma vírgula (tal como esta), a

vírgula deve ser colocada imed iatamente após o fecho do

parêntesis. Se uma frase termina com parêntesis, o ponto final

deverá ser colocado após o fecho do parêntesis (como neste caso).

(Se uma frase como esta estiv er por completo dentro do

parêntesis, então o ponto final de verá ser colocado dentro do

parêntesis.)

Quando existe necessidade de proceder a seriações dentro de

um parágrafo ou de uma frase, deverão ser utilizadas letras

minúsculas, sem ser em itálico, entr e parêntesis, como no seguinte

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6

exemplo: “Os participantes c onsideraram (a) algumas acções

alternativas, (b) os factores que influenciaram a decisão, e (c) a

probabilidade de sucesso.” Quando é necessário fazer esta

seriação em parágrafos separados, por exemplo para apresentar as

conclusões por tópicos ou descrever os vários passos do

procedimento, deve ser atribuída a cada parágrafo uma numeração

árabe seguida de um ponto. A prim eira linha de cada parágrafo

deve ser indentada e as restantes linhas deverão estar alinhadas à

esquerda, iniciando-se o segund o tópico num novo parágrafo.

Ao longo de todo o artigo, as palavras em itálico deverão ser

utilizadas apenas quando é feita referência:

1. A títulos de livros, revist as científicas ou outras

publicações, e ao núme ro do volume dos peri ódicos na secção das

referências (por exemplo, “

Psychology, 26, 46-67.”),

Journal of Pers onality and Social

2. Ao género, espécies e s ub-espécies (por exemplo, Macaca

mulatta ou

Homo sapiens ),

3. À introdução de um novo con ceito técnico ou de um termo

específico, o qual deve surgir em itálico apenas a primeira vez

que é referido (por exemplo, “

introduzidos

”),

os estímulos subliminares foram

4. A palavras que podem ser mal interpretadas (por exemplo,

“ o grupo pequeno

”,

em que a palavra em itálico designa o

significado e não a dimensão do grupo),

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7

5. A letras utilizadas para repr esentar símbolos estatísticos

ou variáveis algébricas (por exemplo, “ F (1, 53) = 10.03”, “

teste t

”,

a/b=c/d

”),

o

6. A alguns resultados de testes ou escalas (por exemplo, “

nas seguintes dimensões do MMPI: H s , P d

”)

e

7. Aos valores de variação de uma escala de resposta (por

exemplo, “ As respostas à medida de avaliação da saúde são dadas

numa escala que varia entre 1 ( fraca ) e 5 ( excelente ).

Não devem ser utilizadas palavras em itálico nas seguintes

condições: (a) frases estrangeiras e abreviaturas (por exemplo,

a priori

exemplo, “

ou

LSD

”),

et

al

“), (b) termos químicos (por

(c) letr as gregas (por exemplo, “

ou (d) letras utilizadas como abre viaturas (por exemplo, “

Eysenck Personality Ques tionnaire – EPQ

”).

α

o

”)

A utilização de números ao longo do texto que compõe um

artigo científico está também suje ita a regras. Os algarismos de

zero a nove devem ser indicados por extenso, excepto nos casos

em que designam tabelas ou figuras. Assim, os algarismos devem

ser representados numericamente apenas a partir do número 10,

capitalizando as palavras que os precedem (por exemplo, “Na

Figura 3, do Bloco 4 da Sessão 2 ocorreu

”).

Quando uma frase se inicia com um número, este deve ser

colocado por extenso (por exempl o, “Trinta e quatro estudantes

participaram

”).

Ao longo de todo o manuscrito, os números

devem ter um formato idêntico, por exemplo, no que se refere à

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utilização do mesmo número de ca sas decimais. Sempre que se

comparam, numa mesma fras e, números diferentes,

independentemente de serem inferiores ou superiores a 10, os

mesmos deverão ser expressos de forma numérica (por exemplo,

“ 2 de 20 respostas

ou

substantivos e 5 adjectivos).

25

palavras, 8 verbos, 12

Os números que precedem unida des de medida são sempre

colocados em forma de algarismo ( por exemplo, “

 

2.5

cm

”),

bem como os números que repres entam funções estatísticas ou

matemáticas, percentagens, ratios, percentis e quartis (por

exemplo “

mais que 5% da amos tra

ou

o

1º quartil

”)

e os números que representam tempos, datas, idades, amostra, sub-

amostra ou tamanho da população, número de participantes ou

sujeitos por grupo, resultados obtidos numa escala e somas

exactas de dinheiro (por exemplo, “

”).

9 ratos

ou

20 anos

A utilização de ideias ou palavras de um autor obriga à sua

citação, existindo várias formas de apresentar referências ao

longo de um texto, por exemplo, “Determinado facto (Baptista,

2002)”, “Baptista (2002), sugeriu que

” ou “Em 2002, Baptista

referiu que

”,

todas elas ad equadas. Quando o mesmo facto é

descrito por vários autores, as referências deverão ser efectuadas

por ordem alfabética, separando os autores através de ponto e

vírgula, por exemplo, “Determina do facto (Carlson, 1972; Moon,

1968; Partin, 1980)

”.

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Da primeira vez que uma referência até cinco autores é

citada no texto, todos os apelidos devem ser escritos (por

exemplo, “Miller, Rosellini, e Se ligman (1975) sugeriram …”). A

partir da segunda vez em que referências com três, quatro ou

cinco autores sejam citadas dentro de parêntesis, deverá ser citado

o autor principal seguido da abre viatura et al. como, por exemplo,

“ (Miller et al., 1975).”; no caso de a citação ser feita fora de

parêntesis, deve ser utilizada a expressão “e colaboradores” a

seguir ao apelido do autor prin cipal (por exemplo, “Em 1975,

Miller e colaboradores sugeriram que

”).

Se necessário, utilizar

a letra e para separar autores; se estes estiverem entre parêntesis,

dever-se-á utilizar a letra & , como, por exemplo, “Determinado

facto (Carlson & Smith, 1972)

”.

ou “Carlson e Smith (1972)

Quando, no texto, é feita referê ncia a trabalhos com seis ou

mais autores, deve ser apenas citado o apelido do primeiro autor

seguido da abreviatura “et al.” ou “e colaboradores”, mesmo da

primeira vez que a citação é feita. Já na secção das referências,

na citação de um trabalho reali zado por seis ou mais autores,

deverão aparecer os seis primeiros apelidos e respectivas iniciais,

seguidos de et al

No caso de ex istirem duas ou mais referências

com mais de seis autores, publicadas no mesmo ano, cujo autor

principal seja o mesmo, deverão ser utilizados tantos apelidos

quantos os necessários para a diferenciação entre referências.

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As citações secundárias, ou seja, as citações de ideias de

autores cujos trabalhos foram cita dos pelo autor do trabalho em

análise, devem ser claramente referidas no texto (por exemplo,

“Determinado facto (Smith, citado por Jones, 1989)

“), mas

sem colocar a data do autor da cit ação secundária. Nestes casos, a

fonte principal é a única a consta r na secção das referências.

Embora sejam de evitar, no caso de se efectuarem citações

directas com menos de 40 pala vras, estas devem situar-se no

texto, entre aspas, com referência ao número da página (por

exemplo, “Smith (1978) referiu qu e “o mundo é redondo” (p. 1)”.

Uma citação com mais de 40 palavr as deverá ser apresentada num

bloco indentado, alinhado à esqu erda. Neste caso, deverão omitir-

se as aspas e o número da página deverá ser colocado entre

parêntesis após o último ponto final. Caso esta citação seja

constituída por mais que um pa rágrafo, o segundo e restantes

parágrafos deverão ter a primeira linha indentada.

Se houver material citado de ntro das citações, devem ser

utilizadas aspas simples (‘ ’) para in cluir esse material, para além

da citação directa entre aspas, quando esta se justificar. Já para

indicar a omissão de parte de uma citação, devem ser utilizadas

reticências. Neste caso, os três pontos são escritos com um espaço

antes e após cada ponto final para indicar a omissão dentro de

uma frase. Para indicar a omissã o entre duas fr ases, devem ser

escritos quatro pontos, em que o pr imeiro ponto representa o final

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da primeira frase e os outros três a omissão da segunda e vice-

versa.

A utilização de aspas em c onjunto com outras pontuações,

por exemplo, para descrever procedimentos laboratoriais, deve ser

feita da seguinte forma: (a) ponto ou vírgula antes de fechar aspas

(por exemplo, “Este é um novo en saio.”), (b) dois pontos, ponto e

vírgula, etc., fora de aspas, a menos que faça parte do material

citado (por exemplo, “Depois de o experimentador dizer, ‘Isto é

um novo ensaio’, o no vo ensaio começou”).

Instruções específicas para a redacção de cada uma das partes do

Capa

manuscrito

A capa inclui como elementos principais o cabeçalho de

página, o título em cabeçalho para publicação, o título, os autores

e afiliação institucional.

O título em cabeçalho, um título abreviado que é utilizado

para identificar o artigo publicado, deve ser escrito no topo da

página de capa, abaixo do cabeçal ho de página, co m alinhamento à

esquerda e em letras maiúscul as, não devendo exceder os 50

caracteres, incluindo pontuação e espaçamento entre palavras.

O título deve ser escrito co m as palavras importantes

capitalizadas, centrado e posicionado na metade superior da

página. Deve incluir as vari áveis principais do estudo e a

população alvo, num número máximo de 10 a 12 palavras que

resuma o objectivo do trabalho.

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O nome dos autores deve ser redigido pela ordem das suas

contribuições, utilizando letra capit alizada, centrado na página,

imediatamente abaixo da linha do título.

A afiliação institucional deve ser redigida também com

alinhamento ao centro, na linha imediatamente abaixo do nome

do(s) autor(es). Se o(s) autor(es) não pertencer(em) a uma

instituição académica, deve ser incluida a cidade. A Figura 2

mostra um exemplo de uma folh a de capa, formatada de acordo

com as normas da APA e com as normas em vigor no Seminário de

Investigação em Psicologia C línica e do Aconselhamento do

Departamento de Psicologia da Universidade Lusófona de

Humanidades e Tecnologias (ver Figura 2).

Se dois ou mais autores consecutivos, colocados por ordem

da sua contribuição, pertencerem à mesma instituição, os nomes

devem ser escritos numa única linha, se o es paço o permitir. No

caso de serem dois autores, os nomes devem ser separados pela

letra e; no caso de serem três ou mais autores, os seus nomes

devem ser separados por vírgulas, inserindo a letra e

imediatamente antes do nome do último autor. A afiliação

institucional aparece na linha segu inte, tal como para um único

autor.

Se vários autores forem provenientes de diferentes

instituições, os seus nomes devem ser escritos em linhas

separadas (ver Figura 3).

Resumo

Redacç ã o

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O resumo de um artigo científic o deve consistir num sumário

breve mas abrangente do estudo qu e se caracteriza por ser preciso,

específico, coerente, legível e não avaliativo. No resumo de um

estudo empírico, deve estar descri to o objectivo da investigação e

o método utilizado, contemplando as características gerais da

população que foi estudada, as medidas de avaliação utilizadas e

os procedimentos e/ou materiais para a recolha dos dados. Devem,

por fim, ser descritos os principais resultados obtidos, podendo

ser feita referência às suas implicações teóricas e/ou práticas.

Tal como foi atrás referido, o resumo inicia-se numa nova

página, identificada com o cabeçalho da página e o número 2 no

canto superior direito da mesm a. A palavra resumo deve ser

capitalizada, centrada, no topo da página. O resumo propriamente

dito é redigido num só parágraf o, num formato único, i.e., sem

indentação e sem exceder as 120 palavras. No resumo, todos os

números devem ser escritos de fo rma numérica, excepto os que

começarem uma frase.

Texto

O texto do artigo científico inicia-se também numa nova

página identificada com o cabeçalho seguido do número três no

canto superior direito. O título do artigo é novamente escrito

centrado no topo da página, co meçando a redacção do texto na

linha imediamente a seguir.

As diferentes secções do texto, ou seja, a introdução, o

método, os resultados e a disc ussão, seguem-se umas às outras

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sem qualquer quebra de página. Todas as páginas que compõem o

texto devem conter igualmente o cabeçalho e o número da página.

Introdução. No primeiro componente principal do texto do

manuscrito deve começar por ser feita uma introdução geral à área

temática estudada, a qual deve ser especificada a partir deste

parágrafo. Se se justificar, pode ser incluída, neste primeiro

parágrafo, a fundamentação da pertinência da investigação.

A partir deste segundo parágraf o, deverá surgir o texto que

inclui a revisão crítica da literatu ra científica existente na área

temática em estudo, e que não se deve limitar a um mero resumo

cronológico de trabalhos publicados . Esta revisão crítica deverá

estar organizada de forma a que seja claro para o leitor o

desenvolvimento das ideias transcritas e exista uma ligação entre

as mesmas.

A literatura que serve de base à fundamentação do estudo

deve ser actualizada, incluindo estudos recentes mas, também,

referências clássicas, com o cuid ado de não omitir referências

pertinentes/importantes. Deve ser dada importância a diferentes

fontes de informação, por exemplo, estudos teóricos e meta-

análises na área em estudo (se existirem) mas, principalmente, a

trabalhos de natureza empírica. A totalidade (ou quase totalidade)

dos estudos citados deverá provir de fontes de informação

primárias, não devendo existir demasiadas citações directas ao

longo deste texto.

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Os estudos directamente rela cionados com a investigação em

questão devem estar explicados com algum pormenor, através da

descrição do seu objectivo, re ferencial teórico, método,

principais resultados e conclusões. No caso de existirem

diferentes estudos que, com as mesmas metodologias, no mesmo

tipo de população, tenham obtido resultados semelhantes, esses

estudos devem ser agrupados para facilitar a organização da

revisão crítica da literatura e o desenvolvimento das ideias.

Após a revisão crítica da literatura, deve ser estabelecido o

referencial teórico que serviu de base ao trabalho. Neste ponto, e

no caso de existirem estudos teóricos (estudos de revisão dos

modelos teóricos existentes na área temática em estudo, por

exemplo), deverão ser resumidas as principais ideias do(s)

autor(es) e indicados os testemunhos que as apoiam ou

fundamentam. Qualquer dedução efect uada a partir do referencial

teórico deve ser lógica e pertinente para a investigação pois, caso

isso não aconteça, seria mais adequada a utilização de outro

referencial teórico. Para além de fazer a ligação com a literatura,

o referencial teórico deve vincular o problema em estudo aos seus

antecedentes de investigação.

Na parte final desta introdução é(são) afirmado(s) o(s)

problema(s)/questão(ões) de inve stigação/objectivo(s), de forma

clara e precisa, evitando ambiguidades. Isto significa que a sua

formulação, independentemente da forma (interrogativa ou

declarativa), deverá conter inform ação precisa sobre as principais

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variáveis do estudo bem como a indicação da população que foi

estudada. A questão de investigação não deve ser demasiado ampla

e complexa, devendo ser resolvida com provas empíricas. Caso

não tenha sido feito anteriormente, pode aqui ser exposta

claramente a importância do problema investigado.

Por fim, deverá(ão) ser mencionada(s) a(s) hipótese(s)

colocada(s), que devem estar de acordo com a(s) questão(ões) de

investigação e com o referencial teórico e os resultados dos

estudos empíricos. Tal como a questão de investigação, as

hipóteses do estudo devem ser colo cadas de forma clara e precisa,

devendo ser submetidas à prova, ou seja, testáveis.

Método. A palavra método deve ser redigida na linha

imediatamente após o final da introdução, capitalizada e centrada

na página. Dentro deste componente, existem três títulos de nível

dois, participantes/amostra, medidas/instrumentos e procedimento,

que devem ser redigidos em itálic o, com alinhamento à esquerda.

Na descrição da amostra utilizada no estudo devem ser

identificadas e descritas as características principais da

população e/ou sub-grupos (caract erísticas socio-demográficas

e/ou relacionadas com uma condição, por exemplo, uma

patologia), bem como a referência ao facto de o estudo abranger

uma população completa ou apen as uma amostra da população.

Devem ser claramente descritos os critérios considerados para a

inclusão dos indivíduos na amostra e para a sua divisão em

grupos, indicando também o número e as razões para a sua

Redacç ã o

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exclusão, se aplicável. O núme ro total de indivíduos que

participaram no estudo, a informaçã o sobre as características da

composição dos grupos (no caso de existirem) e a referência à

significância e/ou representatividade da amostra, deverão também

ser explicitadas neste ponto. Qualquer procedimento estatístico

utilizado para testar determinadas características da amostra deve

ser adequadamente descrito, se necessário, através do recurso a

tabelas que contenham informação sobre os dados descritivos dos

participantes.

Todas as variáveis estudadas devem ser operacionalizadas

através de medidas de avaliação que, podendo pertencer a

diferentes domínios, deverão es tar de acordo com o referencial

teórico do estudo e a literatura utilizada para o fundamentar. No

caso de ter sido criada e desenvolvida uma medida específica,

devem ser descritas e explicadas todas as fases relacionadas com

o processo de constr ução. Para cada uma das medidas utilizadas,

deverão ser indicados o seu nome e sigla, autor(es) da versão

original e da versão aferida para a população em estudo (caso

exista), o número de items que a compõe, formato de resposta e

dimensões da variável em questão, se aplicável.

A amplitude dos

resultados que a medida permite obter e o seu sentido de variação

devem também ser es pecificados, com o objectivo de facilitar a

posterior leitura dos resultados. Por fim, deverão ser apresentados

os resultados que evidenciam as qualidades psicométricas das

Redacç ã o

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medidas utilizadas, dado que são um dos fundamentos para a sua

selecção.

O procedimento da investigação deve incluir toda a

informação necessária e suficiente para que, posteriormente,

qualquer investigador possa executar os mesmos passos que foram

levados a cabo no estudo, de mo do a replicá-lo. Deste modo, no

que respeita ao tipo de estudo, deve ser avaliada a adequação do

carácter longitudinal ou transversal do mesmo. Deve ser descrito

o modo de constituição dos grupos e, caso se justifique, se houve

treino dos investigadores, pré- testes, instruções dadas aos

participantes, controlo de variáv eis confundentes, entre outros.

No caso particular de estudos experimentais, deverão ser descritos

os métodos usados para garantir a constância das condições de

investigação. O local/contexto ond e o estudo é efectuado deve ser

descrito, de acordo com os parâmetros éticos de base ao trabalho.

Deve ser explicada a forma como se estabeleceu o c ontacto com os

participantes e como se obteve a sua autorização para a

participação no estudo (pedido de consentimento informado,

pagamento, contrato, etc.). Todos os aspectos éticos que servem

de base ao estudo, nomeadamente os que se referem à protecção

dos direitos dos participantes, devem ser referenciados.

Resultados. Os resultados resumem os dados recolhidos e o

tratamento estatístico desses mesmos dados pelo que, ao longo

desta secção, os dados devem ser descritos com detalhe suficiente

que justifique as conclusões. Todos os resultados relevantes

Redacç ã o

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devem ser mencionados, incluindo os que não confirmaram a

hipótese de estudo.

Nesta sessão deve-se começar por fazer uma abordagem geral

aos procedimentos estatísticos utilizados e aos objectivos da sua

utilização. Ao longo deste componente do artigo, todos os

resultados obtidos devem ser apre sentados com clareza, de acordo

com a estratégia de análise e as normas para publicação em vigor.

Para além da informação contida no texto, é desejável o recurso a

tabelas para apresentação dos dados e dos índices estatísticos, se

se justificar, na condição de não ser duplicada a informação que é

fornecida. A utilização de tabelas ou figuras deve ser mencionada

no texto, sendo sempre dada i ndicação a propósito do que o leitor

vai encontrar na tabela.

Para cada uma das hipóteses testadas, deve ser indicado o

tipo de análise estatística em função do nível de medida das

variáveis e que provas de significância estatística foram

utilizadas para submeter as hipót eses à prova. As estatísticas

descritivas e os procedimentos estatísticos calculados (valor,

graus de liberdade e significância) devem ser indicados para cada

uma das análises estatís ticas efectuadas para testar as hipóteses

(ver Figura 4).

Redacç ã o

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Discussão. A discussão de um artigo científico deve começar

com a reformulação do problema estudado e das hipóteses de

investigação.

Após esta reformulação, deve ser dada a indicação da

confirmação ou infirmação das hipóteses através dos resultados

obtidos.

Todos os resultados encontrados devem ser mencionados na

discussão, devendo cada um deles ser interpretado em função da

hipótese previamente colocada. Esta explicação deve ser

acompanhada por uma comparação entre os resultados obtidos no

estudo e outros resultados, obtidos por outros autores, sobre o

mesmo problema.

Para além de comparada com a literatura, a interpretação dos

resultados deve ser relacionada com o modelo teórico de base ao

trabalho. Qualquer interpretação deve ser congruente com os

resultados, significativos ou não significativos.

Depois da interpretação do s resultados em função da

literatura e do modelo teórico de vem ser descritas as implicações

teóricas, práticas e/ou científicas das conclusões relevantes, em

consequência dos resultados obtidos no estudo.

As limitações do estudo e as suas repercussões na validade

das conclusões devem ser apontadas devendo ainda ser discutida a

(im)possibilidade de generalização dos resultados (validade

interna e externa da investigação).

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Na sequência das limitações apresentadas, deverão,

posteriormente, ser feitas reco mendações sobre alternativas

possíveis de melhorar o método do estudo (por exemplo, no que se

refere ao número de particip antes ou aos instrumentos e

procedimentos). As recomendações devem ser congruentes com os

resultados da investigação, não devendo haver lugar para

interpretações abusivas ou recomendações pouco relacionadas com

o estudo. Estas sugestões para estudos futuros poderão fazer

referência a novas áreas a estudar ou, mesmo, à avaliação de

variáveis que, não tendo sido estudadas, possam ter influenciado

os resultados.

A discussão deverá terminar com um parágrafo final de

conclusão, por exemplo, sobre a contribuição dos resultados

obtidos para o conhecimento científico.

Referências

A lista de referência s no final de um artigo científico

documenta o artigo e fornece a informação necessária para

identificar e encontrar cada uma das fontes utilizadas. Todas as

referências citadas ao longo de todo o texto deverão ser

encontradas, por ordem alfabética, na secção das referências, de

acordo com o estilo da APA. Por outro lado, nesta secção, deverão

apenas constar as referências que tenham sido citadas ao longo do

texto, independentemente das referências consultadas.

Esta lista inicia-se numa nova página, escrevendo a palavra

Referências ou Referência, se for apenas uma, em letras

Redacç ã o

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capitalizadas, centrada no topo da página. A publicação de

referências segundo as normas da APA assume um formato no qual

a primeira linha de cada referência é alinhada à esquerda e as

restantes são indentadas. Encontra m-se nas figuras 5 e 6 alguns

exemplos de referências a artigos científicos, livros, referências

via www, etc. (ver figuras 5 e 6).

Apêndices

Cada apêndice deve começar numa página em separado,

redigindo a palavra apêndice centrada na página, seguida, em letra

maiúscula, da(s) letra(s) que o identifica(m) (A, B, etc., na ordem

pela qual são mencionadas no texto) . No caso de existir um único

apêndice, não deve ser utilizada uma letra identificativa, sendo a

palavra apêndice suficiente.

Tal como no texto, um apêndi ce poderá incluir títulos e sub-

títulos que deverão seguir as regras acima descritas para os níveis

de títulos. As regras de citação também se aplicam no caso dos

apêndices. Caso sejam utilizadas tabelas ou figuras, estas deverão

ser numeradas após a letra capitalizada que identifica o apêndice

(por exemplo, Tabela A1).

Os apêndices só devem ser incluidos se ajudarem à

compreensão, avaliação ou ré plica do estudo, devendo ser

utilizados unicamente para descrever (a) uma nova aplicação

informática desenhada para a investigação e não disponível noutro

local, (b) um teste não publicado e a sua validação, (c) uma prova

Redacç ã o

23

matemática complexa, (d) uma lista de materiais ou estímulos e

(e) um equipamento complexo, de forma detalhada.

Notas de autor e de rodapé

Existem quatro tipos de notas de acordo com as normas da

APA: notas de autor, notas de r odapé de contéudo e de permissão

de direitos de autor e notas de tabela, estas últimas analisadas na

secção relativa às tabelas, abaixo descrita.

Não sendo obrigatória, a nota de autor não é numerada nem

citada no texto, devendo ser redi gida numa página separada, após

as referências ou os apêndices, caso estes existam. O título Nota

de Autor deve ser redigido com alinhamento centrado,

capitalizado, no topo da página.

No primeiro parágrafo, deve ser feita a identificação da

afiliação de todos os autores no momento do estudo (por exemplo,

“nome do autor, departamento, universidade; nome do próximo

autor, etc.”). No cas o de um autor não es tar afiliado a qualquer

instituição, deve ser fornecida i ndicação da cidade e país. Não

deve ser feita qualquer referência ao grau académico dos autores.

No segundo parágrafo, devem se r referidas as alterações à

afiliação, se estas existirem, ou seja, deve ser indicada qualquer

alteração à afiliação do autor que seja subsequente ao momento do

estudo (por exemplo, “nome do autor encontra-se agora em

afiliação”).

Os agradecimentos devem surgir no terceiro parágrafo,

identificando bolsas ou outros suportes financeiros atribuidos,

Redacç ã o

24

colegas que apoiaram a condução do estudo ou criticaram o

manuscrito. Este espaço não se de stina a agradecer às pessoas que

não estiveram directamente envolv idas na realização do trabalho.

Este parágrafo é ainda o espaço apropriado para revelar qualquer

circunstância especial que tenha envolvido o estudo, por exemplo,

se o artigo se baseia num estudo anterior, é uma tese de

doutoramento ou um artigo efectuado com base numa comunicação

apresentada em congresso.

Por último, deve ser redigida a morada do autor para envio

de correspondência, incluindo correio electrónico, e iniciando a

frase com “A correspondência respeitante a este artigo deverá ser

dirigida a

”).

A s

n o t a s d e rodapé de conteúdo e de permissão de direitos de

autor que forem mencionadas no texto são numeradas

consecutivamente segundo a ordem pela qual surgem no artigo. As

notas de permissão de direitos de autor relativas a tabelas e

figuras são escritas como parte da nota da tabela ou da figura.

Para indicar no texto o material qu e está a ser referido em nota de

rodapé, deve ser utilizada numeração árabe, ligeiramente acima da

linha, como neste exemplo 1 a qual reenvia para a página que

contém a(s) nota(s) de rodapé.

Tabelas e Títulos de Tabelas

As tabelas são numeradas pela ordem em que foram

mencionadas no texto e identificadas pela palavra Tabela, seguida

por uma numeração árabe. Na linha seguinte, deve ser redigido o

Redacç ã o

25

título da tabela, alinhado à esquer da, com as letras iniciais das

palavras principais capitalizadas e em itálico. Cada tabela deve

ser formatada com espaçamento duplo e deve ser apresentada numa

única página. O cabeçalho e a nume ração devem ser colocadas no

canto superior direito, à semelhança da totalidade do trabalho.

Dentro da tabela, os cabeçalhos e sub-cabeçalhos das

respectivas colunas devem ter capitalizada a letra da primeira

palavra. Devem existir pelo menos três espaços entre as maiores

palavras de colunas adjacentes, enquanto que o conteúdo em cada

coluna deve ser alinhado, por exemplo, a partir dos pontos

decimais. O cabeçalho principal da tabela deve abranger o

comprimento total da mesma. Se uma tabela ocupar mais que uma

página do manuscrito, o cabeçalho das colunas deve ser repetido

nas páginas seguintes. Todas as notas das tabelas devem surgir no

final da tabela, alinhadas à esque rda. A palavra Nota deve ser

capitalizada e redigida em itálico.

O título da tabela deve ser separado dos cabeçalhos, através

de linhas horizontais. O mesmo deve acontecer em relação à

separação entre os cabeçalhos e o corpo da tabela, e entre o corpo

da tabela e as notas. Utilize t odas estas regras de separação

apenas se considerar necessário realçar as divisões.

As Tabelas 1 e 2 mostram exemplos de tabelas de diferenças

entre grupos e associações entre variáveis, efectuadas de acordo

com as normas da APA (ver Tabelas 1 e 2).

Figuras e Título das Figuras

Redacç ã o

26

As figuras são numeradas através da ordem pela qual foram

mencionadas no texto e são identificadas pela palavra Figuras com

numeração árabe.

Cada página com uma figura deve conter (a) o número da

figura colocado fora da área de imag em ou por detrás da página e

(b) a palavra TOPO, para indicar a orientação da figura, quando

esta não é óbvia (por exemplo, nas ilustrações de formas).

Cada figura tem que ter um título, no qual o seu número deve

estar incluido (por exemplo, “Fig ura 1. Tempos de reacção nas

respostas à tarefa de completame nto de palavras”). Os títulos de

todas as figuras devem ser redi gidos numa página separada,

incluindo as figuras pertencente s aos apêndices. O título “Título

das Figuras” deve ser centrado no topo da página, seguindo-se,

alinhada à esquerda, para cada figura, a palavra Figura, seguida

do respectivo número (ou a letra e número para figuras dos

apêndices) e de um ponto final, em itálico. No título de cada

figura, que não deve ser formatado em itálico, capitalizar a

primeira palavra e qualquer nome próprio.

O trabalho final não deve ultrapassar as 25 a 30 páginas, e

deve estar formatado de acordo com as normas acima descritas. No

entanto, quando existirem outras regras que possam diferir das

que são propostas pela APA, essas regras têm a precedência.

Redacç ã o

27

Referência

American Psychological Association (2001). Publication manual

of the American Psychological Association ( 5 t h Ed.).

Washington, DC: Author.

Redacç ã o

28

Nota de Autor

Os autores do presente manus crito sublinham a importância

da consulta do manual supra-cita do a fim de obter informação

mais pormenorizada sobre estas e ou tras regras de estilo da APA.

Redacç ã o

29

Notas de Rodapé

1 Os títulos ao longo do texto não devem conter notas de rodapé.

O título “Nota de Rodapé” deve se r redigido no topo de uma nova

página e capitalizado. Todas as notas de rodapé de conteúdos e de

permissão de direitos de autor devem ser redigidas na mesma

página, enquanto houver espaço.

Redacç ã o

30

Tabela 1

Diferenças entre os grupos com baixa e alta ansiedade social

para o temperamento e a inibição comportamental

Baixa Ansiedade

Alta Ansiedade

 

M

DP

M

DP

t

Timidez

11.74

2.67

15.29

3.10

-4.204***

Sociabilidade

17.17

2.81

16.18

2.94

1.162

Actividade

18.46

2.73

17.39

2.79

1.324

Emocionalidade

15.74

3.61

16.71

2.66

-1.136

IC

7.83

3.06

11.04

2.85

-3.798***

Nota . IC = Inibição comportamental.

*** p .001.

Redacç ã o

31

Tabela 2

Associações entre os enviezamentos da interpretação e os

resultados das auto e hetero -avaliações da inibição

comportamental e da ansiedade social

Expressões faciais identificadas como

“zangadas”

Jovens

Jovens

Adultos

Adultos

sexo

sexo

sexo

sexo

masculino

feminino

masculino

feminino

Auto-avaliações

IC

.17

.18

.01

.10

MAN

.12

.17

-.04

.03

MEESSN

.25*

.19

.04

-.01

MEESSG

.04

.15

.02

-.06

Hetero-avaliações

IC

.15

.17

.16

.12

MAN

.14

.14

.17

.16

MEESSN

.29*

.18

.19

.12

MEESSG

.11

.18

.19

.19

Nota. IC= Inibição comportamental; MAN= Medo de avaliações

negativas; MEESSN= Mal estar e evitação social em situações

novas; MEESSG= Mal estar e evitação a situações sociais em

situações gerais.

* p .05.

R e d a c ç ã o

32

Títulos das Figuras

Figura 1. Níveis de títulos.

Figura 2. Exemplo de uma capa.

Figura 3. Exemplos de formatação de capas com autores de

diferentes instituições.

Figura 4. Exemplos de formas de redacção de resultados.

Figura 5. Referências a diferentes fontes.

Figura 6. Exemplos de referências a diferentes fontes.

Comment: Nível 1

Comment: Nível 1 Comment: Nível 1 Comment: Nível 3 Comment: Nível 1 Comment: Nível 3 Comment:

Comment: Nível 1

Comment: Nível 1 Comment: Nível 1 Comment: Nível 3 Comment: Nível 1 Comment: Nível 3 Comment:

Comment: Nível 3

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Comment: Nível 1

1 Comment: Nível 1 Comment: Nível 3 Comment: Nível 1 Comment: Nível 3 Comment: Nível 4

Comment: Nível 3

1 Comment: Nível 3 Comment: Nível 1 Comment: Nível 3 Comment: Nível 4 Comment: Nível 1

Comment: Nível 4

3 Comment: Nível 1 Comment: Nível 3 Comment: Nível 4 Comment: Nível 1 Comment: Nível 2

Comment: Nível 1

1 Comment: Nível 3 Comment: Nível 4 Comment: Nível 1 Comment: Nível 2 Comment: Nível 3

Comment: Nível 2

3 Comment: Nível 4 Comment: Nível 1 Comment: Nível 2 Comment: Nível 3 Comment: Nível 4

Comment: Nível 3

4 Comment: Nível 1 Comment: Nível 2 Comment: Nível 3 Comment: Nível 4 Comment: Nível 5

Comment: Nível 4

1 Comment: Nível 2 Comment: Nível 3 Comment: Nível 4 Comment: Nível 5 Comment: Nível 1

Comment: Nível 5

2 Comment: Nível 3 Comment: Nível 4 Comment: Nível 5 Comment: Nível 1 Comment: Nível 2

Comment: Nível 1

Nível 3 Comment: Nível 4 Comment: Nível 5 Comment: Nível 1 Comment: Nível 2 Comment: Nível

Comment: Nível 2

Nível 3 Comment: Nível 4 Comment: Nível 5 Comment: Nível 1 Comment: Nível 2 Comment: Nível

Comment: Nível 3

Nível 3 Comment: Nível 4 Comment: Nível 5 Comment: Nível 1 Comment: Nível 2 Comment: Nível

Comment: Nível 4

Nível 2 Comment: Nível 3 Comment: Nível 4 Centrar o Título com Letras Capitalizadas Centrar o

Centrar o Título com Letras Capitalizadas

Nível 4 Centrar o Título com Letras Capitalizadas Centrar o Título com Letras Capitalizadas Alinhar à

Centrar o Título com Letras Capitalizadas

Capitalizadas Centrar o Título com Letras Capitalizadas Alinhar à Esquerda, Itálico e Capitalizado Centrar o

Alinhar à Esquerda, Itálico e Capitalizado

Capitalizadas Alinhar à Esquerda, Itálico e Capitalizado Centrar o Título com Letras Capitalizadas Alinhar à

Centrar o Título com Letras Capitalizadas

e Capitalizado Centrar o Título com Letras Capitalizadas Alinhar à Esquerda, Itálico e Capitalizado Indentado,

Alinhar à Esquerda, Itálico e Capitalizado

Indentado, itálico, letras minúsculas.

e Capitalizado Indentado, itálico, letras minúsculas. Centrar o Título com Letras Capitalizadas Centrar, Itálico
e Capitalizado Indentado, itálico, letras minúsculas. Centrar o Título com Letras Capitalizadas Centrar, Itálico

Centrar o Título com Letras Capitalizadas

Centrar, Itálico com Letras Capitalizadas

Capitalizadas Centrar, Itálico com Letras Capitalizadas Alinhar à Esquerda, Itálico e Capitalizado Indentado,
Capitalizadas Centrar, Itálico com Letras Capitalizadas Alinhar à Esquerda, Itálico e Capitalizado Indentado,

Alinhar à Esquerda, Itálico e Capitalizado

Indentado, itálico, letras minúsculas.

e Capitalizado Indentado, itálico, letras minúsculas. CENTRADO E EM LETRAS MAIÚSCULAS Centrar o Título com
e Capitalizado Indentado, itálico, letras minúsculas. CENTRADO E EM LETRAS MAIÚSCULAS Centrar o Título com

CENTRADO E EM LETRAS MAIÚSCULAS

Centrar o Título com Letras Capitalizadas

Centrar, Itálico com Letras Capitalizadas

Capitalizadas Centrar, Itálico com Letras Capitalizadas Alinhar à Esquerda, Itálico e Capitalizado Indentado,
Capitalizadas Centrar, Itálico com Letras Capitalizadas Alinhar à Esquerda, Itálico e Capitalizado Indentado,
Capitalizadas Centrar, Itálico com Letras Capitalizadas Alinhar à Esquerda, Itálico e Capitalizado Indentado,

Alinhar à Esquerda, Itálico e Capitalizado

Indentado, itálico, letras minúsculas.

Itálico com Letras Capitalizadas Alinhar à Esquerda, Itálico e Capitalizado Indentado, itálico, letras minúsculas.

Conhecimento dos Comportamentos

1

Comment: Cabeçalho de Página

dos Comportamentos 1 Comment: Cabeçalho de Página Comment: Título em Cabeçalho Título em Cabeçalho:

Comment: Título em Cabeçalho

Título em Cabeçalho: COMPORTAMENTOS DE RISCO

Conhecimento dos Comportamentos de Risco relacionados com o

VIH/SIDA

Comment: Título

José Brites

Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias

Comment: Autor(es) e Afiliação(ões)

e Tecnologias Comment: Autor(es) e Afiliação(ões) Seminário de Investigação em Psicologia Clínica e

Seminário de Investigação em Psicologia Clínica e

Aconselhamento

Orientador: Mestre Marina Carvalho

Coordenador: Prof. Doutor Américo Baptista

Departamento de Psicologia

Julho, 1998

David Wolf

University of Califórnia, Berkeley

Amanda Blue

Brandon University

Brandon, Manitoba, Canadá

Comment: Dois autores, duas afiliações

Manitoba, Canadá Comment: Dois autores, duas afiliações Mariah Meade e Sylvia Earleywine Georgetown University

Mariah Meade e Sylvia Earleywine

Georgetown University

Jeffrey Coffee

Dartmouth College

Comment: Três autores, duas afiliações

College Comment: Três autores, duas afiliações David A. Rosenbaum University of Massaschusetts, Amherst

David A. Rosenbaum

University of

Massaschusetts, Amherst

Jonathan Vaughan

Hamilton College

Heather Jane Barnes

University of Massachusetts, Amherst

Comment: Três autores, duas afiliações, uma delas partilhada pelo primeiro e terceiro autores.

Massachusetts, Amherst Comment: Três autores, duas afiliações, uma delas partilhada pelo primeiro e terceiro autores.

A tabela X apresenta os valores médios e de desvio padrão,

por grupos, para as auto-avaliações e as hetero-avaliações, bem

como os resultados do teste t de Student para amostras

independentes (ver Tabela X) .

Comment: Referência à tabela no texto e ao que a tabela representa
Comment: Referência à tabela no texto e ao que a tabela representa
Comment: Referência à tabela no texto e ao que a tabela representa

Comment: Referência à tabela no texto e ao que a tabela representa

Comment: Referência à tabela no texto e ao que a tabela representa

A comparação entre o grupo de jovens com alta ansiedade

social e o grupo de jovens com baixa ansiedade social evidenciou

a existência de diferenças estati sticamente significativas para a

 

Comment: Graus de liberdade

Comment: Valor do teste paramétrico da diferença de médias entre dois grupos, t de Student

Comment: Valor do teste paramétrico da diferença de médias entre dois grupos, t de Student

   
 

Comment: Grau de confiança nos resultados

Comment: Estatísticas

 
 

descritivas

 
  Comment: Referência à tabela no texto e ao que a tabela representa

Comment: Referência à tabela no texto e ao que a tabela representa

Comment: Valor do coeficiente de correlação de Pearson

Comment: Valor do coeficiente de correlação de Pearson

 

Comment: Grau de confiança

timidez, t (45)=-4.204, p =.0005, e para a inibição comportamental,

t (45)= -3.798, p = .0005, tendo os primeiros relatado níveis médios

mais elevados de timidez ( M = 15.29; D P = 3.10) e de inibição

comportamental ( M = 17.71; D P = 2.66), comparativamente com os

segundos ( M = 11.74; D P = 2.67 e M = 7.83; D P = 3.06,

respectivamente).

A

tabela Y mostra as associações entre o número de

expressões faciais ambíguas identificadas como zangadas e os

resultados das auto e hetero-avaliações, calculadas com base no

coeficiente de correlação de Pearson (ver Tabela Y).

O

número de expressões faciais ambíguas de jovens do sexo

masculino, interpretadas como zangadas, associou-se de forma

fraca, positiva, e significativa com o mal estar e evitação social

em situações novas quando auto-avaliado (r = .25; p = .026) e

hetero-avaliado ( r = .29; p = .028).

Referências

Autor, A., Autor, B., & Autor, C. (ano). Título do artigo. Título

do Periódico, XX, xxx-xxx.

Comment: Artigo publicado em revista científica.
Comment: Artigo publicado em revista científica.

Comment: Artigo publicado em revista científica.

Autor, A., Autor, B., & Autor, C. (no prelo). Título do artigo.

Título do Periódico, XX, xxx-xxx.

Comment: Artigo aceite para publicação mas que ainda não foi publicado.
Comment: Artigo aceite para publicação mas que ainda não foi publicado.
Comment: Artigo aceite para publicação mas que ainda não foi publicado.

Comment: Artigo aceite para publicação mas que ainda não foi publicado.

Comment: Artigo aceite para publicação mas que ainda não foi publicado.

Autor, A., Autor, B., & Autor, C. (ano). Título do artigo

(Resumo). Título do Periódico, XX, xxx-xxx.

Comment: Artigo publicado do qual apenas se dispõe do resumo.

Artigo publicado do qual apenas se dispõe do resumo. Autor, A., Autor, B., & Autor, C.

Autor, A., Autor, B., & Autor, C. (ano). Título do artigo. Título

do Periódico, XX, xxx-xxx. Retirado em (dia) de (mês), (ano),

de (fonte).

Comment: Artigo publicado numa revista científica online. Comment: Livro publicado.
Comment: Artigo publicado numa revista científica online. Comment: Livro publicado.
Comment: Artigo publicado numa revista científica online. Comment: Livro publicado.

Comment: Artigo publicado numa revista científica online.

Comment: Livro publicado.

científica online. Comment: Livro publicado. Comment: Trabalho publicado mas sem data disponível.

Comment: Trabalho publicado mas sem data disponível.

Comment: Trabalho publicado mas sem data disponível. Autor, A. (ano). Título do livro . Localidade: Editora.

Autor, A. (ano). Título do livro . Localidade: Editora.

Autor, A. (s.d.). Título do livro . Localidade: Editora.

Autor, A., & Autor, B. (ano). Título do capítulo. In A. Editor, B.

Editor, & C. Editor (Eds.), Título do livro (pp. XXX – XXX).

Localidade: Editora.

Comment: Capítulo de um livro publicado.
Comment: Capítulo de um livro publicado.

Comment: Capítulo de um livro publicado.

Autor, A. (ano). Título do trabalho . Retirado em (dia) de (mês),

(ano), de (fonte).

Comment: Trabalho online.
Comment: Trabalho online.
Comment: Trabalho online.

Comment: Trabalho online.

Comment: Trabalho online.

Autor, A., Autor, B., Autor, C., & Autor, D. (ano). Título do

manuscripto . Manuscripto não publicado/submetido para

publicação.

Comment: Manuscrito não publicado ou submetido para publicação.
Comment: Manuscrito não publicado ou submetido para publicação.
Comment: Manuscrito não publicado ou submetido para publicação.

Comment: Manuscrito não publicado ou submetido para publicação.

Comment: Manuscrito não publicado ou submetido para publicação.

Autor, A., & Autor, B. (ano, mês). Título da comunicação .

Comunicação apresentada no Congresso XXX da Instituição

XXX, Localidade.

Comment: Trabalho apresentado num congresso.
Comment: Trabalho apresentado num congresso.

Comment: Trabalho apresentado num congresso.

Autor, A. (ano). Título da tese . Tese de doutoramento/mestrado

não publicada, Nome da Universidade, Localidade.

Comment: Dissertação de mestrado ou doutoramento não publicada

não publicada, Nome da Universidade, Localidade. Comment: Dissertação de mestrado ou doutoramento não publicada

Referências

Comment: Exemplo de uma lista de referências de um artigo
Comment: Exemplo de uma lista de referências de um artigo

Comment: Exemplo de uma lista de referências de um artigo

Carvalho, M., Arsénio, A., & Baptista, A. (Julho 2003). The Test

Anxiety Scale for Children and Adolescents: Construction and

development . Comunicação em formato de poster apresentada na

2 4 ª Conferência da STAR, Lisboa.

Carvalho, M., & Baptista, A. (2002). Naturaleza multifactorial de las

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Manuscrito não publicado.

Lilienfeld, S. O., Turner., S. M., & Jacob, R. G. (1993). Anxiety

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Morris, R. J., & Kratochwill, T. (1991). Childhood fears and phobias.

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Weems, C. F., Hammond-Laurence, K., Silverman, W. K., &

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and depression in children and adolescents referred for anxiety

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