UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO CENTRO DE ESTUDOS SUPERIORES DE IMPERATRIZ DEPARTAMENTO DE QUÍMICA E BIOLOGIA

PROCARIONTES E PROTISTAS FOTOSSINTETIZANTES I – ORGANISMOS PROCARIÓTICOS: dois reinos - REINO ARCHAEBACTERIA - REINO EUBACTERIA ARQUEOBACTÉRIAS: Halófilas e Termófilas Divisão BACTERIOPHYTA: tiobactérias verdes, tiobactérias púrpuras, bactérias púrpuras sem enxofre e Prochloron. Divisão CIANOBACTERIOPHYTA: cianobactérias. II –REINO PROTISTA– ALGAS: Eucarióticas; marinhas, dulcícolas e terrestres (neve, troncos, solo…) e em associações simbióticas com fungos, protozoários e animais. Cerca de 22.800 espécies vivas conhecidas. II.1 – ALGAS INFERIORES - REINO PROTISTA – Unicelulares Divisão EUGLENOPHYTA: euglenofíceas. ≅ 1.000 spp. Divisão PYRROPHYTA: pirrofíceas. ≅ 2.100 spp. Divisão CHRYSOPHYTA: diatomáceas, crisofíceas e xantofíceas. ≅ 7.200 spp. II.2 – ALGAS SUPERIORES - REINO PROTISTA – Total ou predominantemente multicelulares. Divisão CHLOROPHYTA: clorofíceas (uni e multicelulares). ≅ 7.000 spp. Divisão PHAEOPHYTA: feofíceas (multicelulares). ≅ 4.000 spp. Divisão RHODOPHYTA: rodofíceas (uni e multicelulares). ≅ 1.500spp.
DIVISÃO BACTERIOPHYTA Tiobactérias verdes Tiobactérias púrpuras Bactérias púrpuras Prochloron CIANOBACTERIOPHYTA PIGMENTOS Cloróbio-clorofila Bactério-clorofila Bactério-clorofila Clorofila a, b carotenóides. Clorofila ficoeritrina a; ficocianina, Amido das cianofíceas licoproteínas (mucopolissacarídeos) (película): M.P.+ estrias proteínas (Periplasto) Celulose ou sem PC helicoidais de SUBST. RESERVA Carboidratos variados PAREDE CELULAR Ácido murâmico, lipopolissacarídeos peptideoglicano,

EUGLENOPHYTA

Clorofila a e b; α e β Paramido -caroteno, e xantofilas (neoxantina e anteraxantina) Clorofila a e c, β-caroteno, xantofilas específicas (peridinina, piridina, diadinoxantina e dinoxantina) Amido

PYRROPHYTA

CHRYSOPHYTA

Clorofila a e c; Leucosina α-caroteno, xantofilas (luteína, (Crisolaminarina) fucoxantina, violaxantina e neoxantina).

Pectatos + óxidos de silício e celulose

CHLOROPHYTA PHAEOPHYTA

Clorofila a e b Clorofila a e c; fucoxantina

Amido Laminarina, Manitol

Celulose +hemicelulose+pectina Celulose+algina Celulose + polissacarídeos (galactonas das sulfatadas: Agar ou carragenano) ou CaCO3

RHODOPHYTA

Clorofila a; ficocianina; Amido ficoeritrina; carotenóides. florídeas

•As características de Parede Celular são, obviamente, informações que constituem a regra e não a totalidade, pois há exceções dentro de uma mesma Divisão.
BOTÂNICA II Prof. Expedito Barroso

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porém em Phaeophyta há uma organização no talo em estruturas que lembram elementos condutores. Observe que ela apresenta clorofilas a e b. Porém é a partir do Cambriano (600 milhões de anos) que as grandes algas evoluíram Agrupam-se as algas em dois grandes grupos: o Grupo das Unicelulares (Euglenophyta. troncos.. Leucosina . ou ainda. Importantes constituintes também dos ambientes Dulcícolas. pois ajudam a formar os recifes de corais nos oceanos tropicais. Phaeophyta. d) a Divisão Celular é Centrípeta como nos animais e fungos. mantém relações simbióticas com protozoários. fungos e animais. Habitam sempre a Zona Eufótica e. e algumas se incrustam com CaCO3.Algas vermelhas) e lipídeos. podem ser epífitas sobre árvores de mangue ou sobre outras algas. assim como Rhodophyta. sejam de águas paradas – Ecossistemas lênticos.…). ou mesmo bactérias fotossintetizantes. Chrysophyta e Pyrrophyta) e o Grupo das Multicelulares predominantemente (Chlorophyta. exceto em Rhodophyta.algas pardas. com níveis mínimos de O2 no solo). •A bactéria que invadiu a célula eucariótica primitiva e tornou-se simbiótica originando as Mitocôndrias.. Rhodophyta). sendo na primeira e segunda divisão o principal componente.•Tiobactérias só se desenvolvem em ambientes com grandes quantidades de matéria orgânica em decomposição.. •Phaeophyta não apresenta nenhuma espécie unicelular. bactérias extintas. Nucleólo. •Chlorophyta apresenta também spp unicelulares (Chlamydomonas spp. São constituintes do Plâncton. Chlorophyta.5 bilhão de anos que é a possível data de origem dos eucariontes unicelulares. Volvox spp. Leucosina . com menores densidades populacionais. flagelos 9:1 (exceção Rhodophyta) e Sistemas de membranas típico com formação das Organelas celulares. a Zona Disfótica.algas verdes. Amilo – Algas Dinoflageladas. sendo denominadas de algas coralígenas. Phaeophyta e Rhodophyta. Amilo das florídeas. não apresentam centríolos. Centríolos estão presentes. sendo portanto esta Divisão considerada como a mais complexa. A matriz de celulose impregnada com outros poilissacarídeos é que lhes proporciona uma consistência gelatinosa. Amilo . e) as algas multicelulares não formam sistemas complexos de tecidos como das plantas superiores. autótrofas ocupando todos os ambientes da biosfera (lagos gelados a gotículas de água na atmosfera). ou de águas correntes – Ecossistemas lóticos. Cromossomos (DNA+Histona). f) A presença de Núcleo. •Cianobacteriophyta e Rhodophyta são as únicas em que todas as espécies não apresentam flagelos em alguma fase do ciclo de vida. e Bentos Marinho e em áreas de Florestas de Manguezais (Água salobra < 32 ppm. rochas. formação de fibras do fuso. São eucarióticas.algas douradas e diatomáceas. As algas tipicamente unicelulares compreendem cerca de 10. Fósseis de Rodofíceas com ≅ 1.753 na sua obra Species Plantarum. parece indicar BOTÂNICA II Prof.300 espécies vivas e descritas. Laminarina . As algas desempenham uma função nos ambientes aquáticos comparável àquela das plantas nos ambientes terrestres: são os Produtores Primários nesses ambientes. b) todas as algas apresentam as clorofilas em cloroplastos (só α-clorofila presente em todas). Expedito Barroso 2 . Em relação à estrutura celular é importante observar que: a) a presença da Parede Celular com Celulose como Matriz é regra em Pyrrophyta. unicelulares ou multicelulares. sugerindo que através de vários eventos simbióticos entre diferentes cianobactérias. Cloroplastos surgiram de várias simbioses distintas: eucariontes com cianobactérias ou. REINO PROTISTA - ALGAS O termo Alga foi proposto por Karl von Linée em 1. E Prochloron é um gênero de bactérias que vivem como simbiontes em colônias de tunicados (Filo Chordata). Origem Polifilética (as diversas divisões atuais originaram-se a partir de diferentes linhagens) provavelmente com idade de 1. E por fim.algas amareloesverdeadas. A formação de Placa Celular só ocorre em uma Phaeophyta e em poucas Chlorophyta. e diferentes algas eucarióticas tenham evoluído os cloroplastos nas suas formas atuais. •Rhodophyta é a única divisão em que as spp. c) as Substâncias de Reservas são geralmente Carboidratos característicos (Paramilo – Euglenas. lama. era provavelmente uma bactéria púrpura sem enxofre. ou águas continentais. solos áridos dos desertos).1 Bilhão de anos e fósseis de algas verdes multicelulares foram encontrados na Austrália Central com cerca de 900 milhões de anos. em situações extremas (stress) ocuparam o ambiente terrestre (areia perto da praia.

Substância de reserva: Paramilo ou paramido. MORFO-FISIOLOGIA BÁSICA 1 núcleo. Chlorophyta e Cilliophora) com os cromossomos totalmente contraídos na Interfase. b) Maioria das espécies é dulcícola (águas continentais ou interiores).…) Astasiacaeae (Astasia) Rhynchopodaceae (Rhynchopus) Peranemaceae (Peranema. Sem PC. Trachelomonas. Algumas espécies também são Mixotróficas (metabolismo autótrofo ou heterótrofo). Primariamente autótrofos mas que requerem Vitaminas fornecidas pelo ambiente. permitindo até a anemocoria - - Euglena sp.α(reduzido) e β-caroteno) provavelmente adquiridos por ingestão de algas verdes e posterior redução das mesmas. Comprimento de pouco menos de 10 µm a mais de 500 µm. DIVISÃO EUGLENOPHYTA I CARACTERÍSTICAS GERAIS a) Originaram-se a partir de protozoários flagelados que na evolução adquiriram cloroplastos bioquimicamente semelhantes aos das clorofíceas mas estruturalmente diferentes. Phacus. Unicelulares. Fungi. animais e fungos. 1 flagelo longo emergente plumulado 1 flagelo curto não emergente (às vezes 2) 2 corpúsculos basais (Blefaroblastos) Reservatório ou Garganta (Invaginação da MP) onde saem os flagelos e se abrem os Vacúolos n cloroplastos pirenóides . Em Phacus é rígida. segregar uma camada gelatinosa grossa formando cistos palmelóides em condições adversas. N e sais minerais Em luz com meio apropriado: divisão da célula + rápida que de cloroplastos (forma indivíduos incolores) Podem perder os flagelos. a partir de um organismo ancestral que possuísse todas essas características. Todos no nível monadal (móvel). Classe: Euglenophyceae Ordem: Euglenales Sub-ordem: Eugleniales (isoladas) Família: Euglenaceae (Euglena. flagelados. Em condições ambientais desfavoráveis a célula se desfaz dos flagelos. leveduras.≅ 1. mas com Película flexível denominada Periplasto (MP + Estrias de proteína flexíveis entrelaçadas helicoidalmente). Sexuada – evolutivamente perdida). resistentes à dessecação e permitindo a anemocoria. Ottonia. plantas.carotenóides) na garganta Vivem na ausência de luz com fonte de C. formado fora do cloroplasto ao contrário do amido. Reprodução Assexuada: Fissão binária longitudinal a partir do reservatório (sem Rep. Expedito Barroso BOTÂNICA II 3 . heterótrofos os que não têm cloroplastos (absorvem matéria orgânica e fagocitam bactérias.…) Sub-ordem: Colaciinales (coloniais) Prof. presente ainda neoxantina e anteraxantina esta última específica da Divisão. III CLASSIFICAÇÃO .000 spp. Vacúolos contráteis ou Pulsáteis Fototrópica +. ≅ 15 gêneros autotróficos com cloroplastos (clorofila α e β + carotenóides . exceto alta luz Estigma (fotorreceptor avermelhado .…). em Trachelemonas há um envoltório ferroso secretado pelo protoplasto. Durante a Mitose não formam fibra do fuso e a Carioteca permanece intacta (também em Pyrrophyta. arredonda-se e secreta uma gelatina espessa formando as palmelas. hábito gregário só nas espécies do gênero Colacium.uma origem comum a todas as algas. sobretudo em ambiente rico em matéria c) d) e) f) g) h) i) j) II orgânica (eutróficos) onde tornam a água esverdeada. …) Rhizapidaceae (Rhizaspsis. específico.

Vivem em simbiose com muitos filos de animais em oceanos tropicais: esponjas.…) e Gonyaulax spp. onde variam de 20. detritos. neglectum. Luz adequada. Há a formação de cistos no interior das tecas em condições adversas. Conhecidas desde o Permiano. tamarensis) causam o fenômeno da Maré vermelha: Mudanças no ecossistema que causam Bloom das populações. (G. catenella. Placas celulósicas duras (Tecas) formadas em vesículas no interior da célula e não por fora da MP como na maioria das algas.000/l nos mares frios a 2. S‰ baixa.500/l nos mares quentes. mas Glicerol para o animal. Níveis monadal. Peixes e moluscos alimentam-se dessas algas em abundância e pelo consumo exagerado de Oxigênio e toxinas morrem. Peridinium. Os simbiontes não possuem nem teças e nem flagelos e são denominados de zooxantelas.≅ 2. Maioria marinha e importante no fitoplâncton. G. filha com parte da teca e um flagelo). sendo portanto as pirrofíceas ou dinofíceas organismos haplontes típicos. oligoelementos. Substância de reserva: Amido. Algumas spp são Heterótrofas por ingestão de partículas. Cloroplastos originados talvez pela ingestão de Crisófitas e estabelecimento de uma simbiose estável com a evolução. aflageladas ou apenas os zoósporos têm flagelos e não o indivíduo maduro. Expedito Barroso BOTÂNICA II 4 . Algumas espécies imóveis podem ainda apresentar zoósporos. G. e os Autotrófos necessitam de Vit B12. (G. breve. óleos e poliglucanos. Algumas espécies não têm tecas só película. … . *Bioluminescência em algumas spp. muito importantes na produtividade de recifes de corais: até 30. Ceratium. G.costatum.100 spp. Clorofila a e c. Modificações nos níveis de nutrientes.000 ind/mm 3 de tecido animal.Família : Colaciaceae (Colacium.descritas que secretam neurotoxinas (saxitoxina e goniautoxina) que atuam no Sistema Nervoso dos animais. Classe: Cryptophyceae Chloromonadophyceae Desmokontae (Adiniferae) *Dinophyceae (Peridineae) Subclasse: Dinoflagelatae Ordem: Gymnodiniales Família: Gymnodiniaceae (Gymnodinium) Noctilucaceae (Noctiluca) Ordem Peridiniales Família: Peridiniaceae (Peridinium) Gonyaulaceae (Gonyaulax) Ceratiaceae (Ceratium) Subclasse: Phytodiniformes Ordem Rhizodiniales Dinocapsales Dinococcales Dinotrichales Prof. 2 flagelos plumosos: um pélvico e outro perpendicular a esse (movimento de pião). (liberação de energia química em flashes de luz) Noctiluca. na neve e em turfeiras. II CLASSIFICAÇÃO . correntes. Gymnodinium ssp. Reprodução Assexuada: Fissão binária longitudinal ou Oblíqua (cada cél. Piridina. Outras espécies são dulcícolas. mascaradas por carotenóides (β caroteno) e xantofilas (Peridinina. nessas simbioses não produzem Amido. Existem aproximadamente 20 spp.…) DIVISÃO PYRROPHYTA I - - - - CARACTERÍSTICAS GERAIS E MORFO-FISIOLOGIA Maioria das espécies é unicelular biflagelada. … são os principais indutores do fenômeno. com Alternância Zigótica de fases nucleares. Reprodução Sexuada: Isogâmica ou mais raramente Anisogâmica.cordados. outras spp. celeneterados. Dinoxantina e Diadinoxantina) semelhantes ao pigmento fucoxantina. ventos. cocal e trical. To altas . Núcleos são moniliformes (fileiras de pequenas contas). moluscos e protistas.

Muito ornamentada com poros. às vezes formam cenóbios gelatinosos. microlixadores. maior flutuabilidade e. sem a carapaça.DIVISÃO CHRYSOPHYTA I CARACTERÍSTICAS GERAIS E MORFO-FISIOLOGIA Três classes: Diatomáceas. sobretudo. Substância de Reserva: Crisolaminarina (semelhante a laminarina de Phaeophyta). vivas.600 spp. produtos de saúde. de acordo com o plano de Simetria: 1. de protozoários da Ordem Foraminiferida. A maior é denominada de Epiteca e fecha a menor. e gotículas de óleo armazenadas fora do cloroplasto. Substância de Reserva: Crisolaminarina.nH2O) chega a 50% do peso total e formada por duas valvas em encaixe. assim há uma redução do tamanho de parte dos descendentes através das gerações até que quando atinge 30% de redução eventualmente ocorre Reprodução Sexuada (Meiose (R!)).… Apresenta duas ordens definidas. exceto em alguns gametas masculinos. Principal constituinte do fitoplâncton marinho e dulcícola. Elevada diversidade em pequenas áreas Parede celular ou Frústula encontra-se dividida em duas metades. Hipoteca. também de Sílica. embora vivam com epífitas. Apenas 5. Uso da carapaça (Terra de Diatomáceas com Diatomito) em agroindústria. O zigoto formado recebe o nome de Auxozigoto devido ao grande volume (dilatação e silicificação).1 Ordem Centrales - - Simetria Radial Valvas redondas ou triangulares. Constituição diplóide dos cromossomos na fase vegetativa (elevado nível de desenvolvimento). depressões e canalículos que ligam o Protoplasma ao meio externo e servem como auxiliar de locomoção.CLASSE: BACILLARIOPHYCEAE (DIATOMEAE) - - - - Diatomáceas. Evolutivamente próxima da Divisão Phaeophyta. Algumas são heterotróficas obrigatórias. a fucoxantina mascara a cor verde. Frústula (Sílica e Opalina – SiO2. Diferença básica para Phaeophyta: Parede celular composta de substâncias pécticas impregnadas ou não de materiais silicosos que lhes dá extrema rigidez e nas Phaeophyta presença de ácido algínico que confere aspecto gelatinoso ao talo. mais fucoxantina exceto nas xantofíceas (carotenóide castanho-dourado). Incluindo as vivas e extintas. Cloroplastos bioquimicamente semelhantes aos das Phaeophyta e de algumas Pyrrophyta. as Pleuras. Típica alternância gamética. CLASSIFICAÇÃO - - - II 1. Fechadas por contos que se interligam. Diferem das outras crisofíceas pela: ausência de flagelos. 60. dependendo da classe. Unicelulares isoladas. Reprodução Assexuada: Fissão binária complexa: cada teca vai para o indivíduo filho. conforme descrito nas três características acima. mas de estrutura similar como em Phaeophyta. Flagelos desiguais. como em Phaeophyta. portanto maior abundância e diversidade em oceanos e grandes lagos. Níveis de monadal a trical. e outras são simbiontes. Reprodução Sexuada: Isogâmica. indústria bélica. Reprodução Sexuada por Oogamia através de meiogametas flagelados (flagelo pinado) e oosferas. Unicelulares autotróficos. mas no Bentos ou epífitas (marinhas e dulcícolas). Clorofila a e c. Crisofíceas e Xantofíceas. Presença ou não de celulose na Parede Celular. Maioria Autotrófica. Principalmente no Plâncton. Expedito Barroso BOTÂNICA II 5 .000 spp. Prof. Anisogâmica ou Oogâmica com gametas com 1 ou sem flagelo.

maioria isolada. 2. Nutrição: Autotrófica ou heterotrófica por ingestão de bactérias e material orgânico. Eunotia. Reprodução Assexuada: Fissão binária Longitudinal com formação de zoósporos mitóticos.… 1. Cistos quando presentes incrustados de SiO2. Calyptrosphera.ramificadas ou não. Rhizosolenia. Ambiente marinho.1 Ordem: Chrysomonadales 2. Reprodução Assexuada: célula mãe desenvolve-se num auxósporo. Reprodução Sexuada: Isogâmica ou Anisogâmica com gametas sem flagelos. Stephanodiscus. superficiais ou internas. Principais Gêneros: Navicula. quando presentes. Bidulphia.2 Ordem: Silicoflagellatae 2. dulcícola e terrícola. Synura.CLASSE: CHRYSOPHYCEAE - - - - - Crisofíceas ou algas douradas.- Principais Gêneros: Cyclotella. portanto mais freqüentes nos ambientes dulcícolas. outras. Cloroplastos grandes e presentes apenas 1 ou 2 na maioria das espécies conhecidas. Fragilaria. Hydrurus . Com ou sem Parede Celulósica. Coscinodiscus. Strangulonema. com forma navicular ou de bastão. Pinnularia. Expedito Barroso BOTÂNICA II 6 . Distephanus. Entogonia. Isoladas ou Filamentosas.2 Ordem Penales Simetria Bilateral. Diatoma. Geralmente imóveis. Presença de formas encistadas silificadas ou palmelóides (gelatinosas) como estruturas de resistência às condições adversas do ambiente. Maioria das espécies possui flagelos. Descobertas apenas a partir da década de 50 do século passado.000 spp.6 Ordem: Chrysotrichales Principais gêneros: Chromulina. Mallomonas. de pectina ou raramente de celulose. estuarinos. Substância de Reserva: freqüentemente Crisolaminarina e óleos. mas não apresentam a Fucoxantina. 1.5 Ordem: Chrysophaerales 2.3 Ordem: Rhizocrisidiales 2.… 3. e esculturas transversais ao eixo. Pigmentos característicos: Luteína e Fucoxantina Substância de Reserva: Crisolaminarina na forma de um volumoso grânulo e óleos. algumas amebóides. … - 2. Parede celular freqüentemente em duas partes em forma de “H”. não eram capturadas pelas redes de plâncton da época. algumas poucas coloniais. Principal constituinte do nanoplancton marinho (fitoplancton de dimensões microscópicas e provavelmente os grandes Produtores Primários do planeta). Dinobryon. muito delicadas. com ou sem escamas silicosas ou orgânicas (Carbonatos).CLASSE: XANTOPHYCEAE (HETEROKONTAE) - - - - Xantofíceas ou Algas verde-amareladas. Exuviella. Prof. desiguais (heterocontes). pois pelo seu diminuto tamanho. Apresentam clorofila a e c.4 Ordem: Chrysocapsales 2. Reprodução Sexuada: rara. Actynoptychus. Cloroplastos disciformes Às vezes com pirenóides. Valvas com um eixo maior com uma linha central. flagelos. e quando ocorre é por Isogamia. Synedra. ≅ 600 spp. também abundantes em ecossistemas dulcícolas. são aflageladas ou amebóides (com pseudópodos) o que pode indicar uma relação filogenética com o Filo Sarcodina ou Rhizopoda (Amebas e afins).

Reprodução Sexuada: Isogâmica ou Oogâmica com presença no filamento de Zoosporângio.4 Ordem: Heterococcales 3.3 Ordem: Heterocapsales 3. Expedito Barroso 7 .- Reprodução Assexuada: Zoósporos de flagelos desiguais. Goniochloris.5 Ordem: Heterotrichales Principais gêneros: Vaucheria. Monodus. Aplanósporos e Autósporos. 3. Tribonema.… BOTÂNICA II - Prof.a Meiose é gamética em Vaucheria . Ophiocytium. Anterídio e Oogônio (Vaucheria) com gametas de flagelos desiguais .1 Ordem: Heterochloroidales 3.2 Ordem: Rhizochloroidales 3. Botrydium.

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