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A FLORA NATURALIZADA NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, BRASIL: HERBÁCEAS SUBESPONTÂNEAS

Angelo Alberto Schneider 1

RESUMO

O presente trabalho é uma contribuição para o conhecimento das espécies herbáceas não nativas e subespontâneas no estado do Rio Grande do Sul, Brasil. A terminologia que engloba o tema das plantas introduzidas é abordada, citando-se algumas definições, assim como, é apresentada uma lista com 270 espécies (pertencentes a 52 famílias) herbáceas naturalizadas no Estado, com seus respectivos nomes populares, locais de origem geográfica e modo de introdução. Palavras-chave: plantas introduzidas, plantas ruderais, flora do Rio Grande do Sul.

THE NATURALIZED FLORA OF RIO GRANDE DO SUL STATE, BRAZIL:

SUBSPONTANEOUS HERBACEOUS PLANTS

ABSTRACT

The present work is a contribution to the knowledge of the non-native and subspontaneous herbaceous species in Rio Grande do Sul State, Brazil. A revision of the terminology that includes the theme of the introduced plants is boarded, definitions are cited, as well as, a list of 270 herbaceous naturalized species (belonging to 52 families) in this State is presented, with their respective popular name, local of geographical origin and introduction way. Key words: introduced plants, ruderal plants, flora of Rio Grande do Sul.

INTRODUÇÃO

A introdução de espécies estrangeiras em uma determinada região é o episódio inicial do processo de naturalização. Esta introdução pode ser intencional, com alguma finalidade específica, ou acidental, quando introduzida ocasionalmente, de uma forma oportunista e inesperada. Inúmeras plantas exóticas foram e ainda são introduzidas de uma região a outra do globo, tendo um histórico intimamente correlacionado à atividade humana, como o processo de imigração, que traz consigo muitas plantas estrangeiras de utilidade indispensável à fixação do imigrante. As espécies exóticas são encontradas nos mais diversos locais e estão intimamente relacionadas à presença humana: jardins residenciais, quintais, praças, parques, lavouras e culturas, áreas alteradas, calçadas, muros, ruas, margem de caminhos, estradas, rodovias, terrenos baldios, gramados, pomares e hortas. A dinâmica da expansão da área geográfica por uma determinada espécie segue três fases, segundo Groves (1986):

1. Introdução chegada a uma outra área geográfica e o estabelecimento de uma população ou planta adulta; 2. Colonização as plantas da população inicial reproduzem-se e crescem em número formando uma colônia; 3. Naturalização perpetuação e dispersão das espécies estabelecidas, ocasionando sua incorporação na flora autóctone (local). A maioria das espécies naturalizadas é introduzida intencionalmente, com propósitos de utilização determinados, entre eles: forrageiro (gramíneas e leguminosas); olerícola e ornamental (várias espécies de diferentes famílias), que acabam escapando de cultivo e se naturalizando (na Austrália, há estimativas que 65% das espécies naturalizadas no país nos últimos 25 anos tenham sido introduzidas para fins ornamentais e estima-se que da totalidade de espécies introduzidas como ornamental, a metade se torna invasora com o passar do tempo); medicinal e religiosos (ervas utilizadas como chás e cultivadas junto a casas); barreiras (espécies para contenção de dunas, quebra vento); experimentação científica (Ziller, 2004).

1 Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Botânica do Departamento de Botânica da UFRGS, Av. Bento Gonçalves, 9500, CEP 91501-970, Porto Alegre, RS, Brasil. E-mail: angeloschneider@yahoo.com.br

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O estudo das plantas naturalizadas vem se desenvolvendo em inúmeras partes do mundo devido ao constante cosmopolitismo de espécies produzido pelo homem. A naturalização de espécies é o tema central dos trabalhos de Corlet (1988, 1992), Esler (1987), Heenan et al. (1998), Kloot (1987), Trepl (1995), Ricardson et al. (2000), Wells & Brown (2000), Mack (2003) e Wu et al. (2003). Este trabalho tem como objetivo apresentar uma revisão sobre a terminologia que engloba o tema das plantas introduzidas, citar algumas definições e apresentar uma relação das espécies herbáceas naturalizadas no estado do Rio Grande do Sul, Brasil, com seus nomes populares e locais de origem geográfica.

MATERIAL E MÉTODOS

A terminologia foi elaborada a partir de uma revisão do dicionário de botânica (Font Quer, 1993), livros de plantas invasoras (Kissman & Groth, 1992; Lorenzi, 2000) e publicações que abordam o tema das plantas introduzidas e naturalizadas (Heenan et al., 1998; Kloot, 1987). Foi enfatizado o trabalho de Richardson et al. (2000), quem realizaram uma ampla revisão sobre a terminologia em questão.

Para a listagem das espécies herbáceas naturalizadas ocorrentes no estado do Rio Grande do Sul, assim como, para determinar a origem geográfica e os nomes populares, foi realizada uma pesquisa bibliográfica em trabalhos sobre vegetação ruderal, viária, plantas introduzidas, plantas daninhas, infestantes, plantas ornamentais e diversos trabalhos de taxonomia, sendo eles: Rambo (1960), Burkart (1969), Ferreira (1970), Lombardo (1983), Cordazzo & Seeliger (1988), Silveira (1992), Kissman & Groth (1992), Carneiro (1998), Carneiro & Irgang (1999), Giongo (2000), Lorenzi (2000), Lorenzi & Souza (2001), Carneiro & Irgang (2005), Schneider & Irgang (2005), Souza & Lorenzi (2005), assim como, buscou-se também listar espécies naturalizas indicadas por botânicos do Departamento de Botânica da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, que ainda não foram citadas em trabalhos por serem introduções muito recentes ou de ocorrência mais restrita. Após a revisão bibliográfica, buscou-se a comprovação da ocorrência de cada espécie através da revisão no herbário ICN da UFRGS, listando um voucher para cada espécie, tomando o cuidado para que fosse uma coleta de um espécime de ocorrência subespontânea e não cultivado. Quando não foi possível localizar coletas de alguma espécie, foi então listada a citação bibliográfica que a apresenta. O Sistema de classificação adotado para a listagem foi o do Angiosperm Phylogeny Group - APG II (2002), e utilizou-se como auxílio nas delimitações das famílias e ordenamento de alguns gêneros, Souza & Lorenzi (2005).

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Plantas introduzidas - Plantas cuja presença em um determinado local é devida à introdução intencional ou

acidental, como resultado de atividade humana (sinônimos:

plantas exóticas, plantas estrangeiras, plantas não-indígenas, alóctones). Plantas adventícias - São plantas introduzidas pelo homem ou por qualquer outra circunstância, que crescem por um período pequeno de tempo em um determinado local, mas não conseguem estabelecer populações permanentes nem desempenhar uma reprodução com sucesso, não conseguindo se dispersar a partir do seu local de introdução. Algumas espécies cultivadas e largamente conhecidas podem eventualmente escapar do cultivo e através de uma dispersão casual, comportarem-se como adventícias: Chicorium intybus L., Citrullus vulgaris Scrad. ex Eckl. & Zeyh., Glycine max (L.) Merril., Sechium edule (Jacq.) Sw., Nasturtium officinale R. Br., Nicotiana tabacum L., Phaseolus vulgaris L., Solanum tuberosum L., Sorghum bicolor (L.) Moench, Syngonium angustifolium Schott, Foeniculum vulgare Mill., Triticum sp., Zea mayz L. Plantas naturalizadas - Espécies vegetais introduzidas em uma determinada região geográfica, que se adaptam às condições locais e estabelecem populações capazes de reproduzirem-se espontaneamente (sem intervenção humana) e sustentem populações por muitas gerações. Freqüentemente geram descendentes próximo às plantas adultas. O termo plantas subespontâneas pode ser utilizado como sinônimo de plantas naturalizadas. Já, o termo plantas espontâneas é utilizado para as espécies vegetais que se desenvolvem sem cultivo e sem cuidado humano, englobando tanto as espécies nativas (autóctones) quanto as naturalizadas, sendo sinônimo de plantas ruderais. Plantas invasoras - Plantas naturalizadas que produzem descendentes em número muito elevado e que conseguem se dispersar a grandes distâncias da planta mãe e que prontamente competem com as espécies nativas, expandindo-se agressivamente em comunidades naturais, onde sua abundância perturba a estrutura do ecossistema invadido. Espécies nativas também podem se comportar como invasoras, proliferando-se rapidamente dentro de comunidades naturais devido a perturbações criadas por alteração e manipulação do hábitat original. Alguns trabalhos sugerem critérios para determinar se uma espécie é invasora: propagar descendentes a mais de 100m da planta mãe; tempo menor que 50 anos para uma espécie se espalhar amplamente; crescimento superior a seis metros em três anos, para espécies de propagação rizomatosa ou estolonífera. Algumas plantas aqui listadas como naturalizadas são também invasoras. Como exemplo temos o capim-annoni (Eragrostis plana Nees), introduzido da África, sendo talvez a mais agressiva invasora no Rio Grande do Sul, assim como, o capim-favorito (Melinis repens (Willd.) Zizka), o tojo (Ulex europaeus L.), as braquiárias (Urochloa decumbens (Stapf) Webster e Urochloa arrecta (Hack. ex T. Durand & Schinz) Morrone & Zuloaga) e o azevém (Lolium multiflorum L.). Mondin (2006), lista oito espécies de alta agressividade como invasoras em florestas no Rio Grande do Sul, sendo quatro delas herbáceas ou trepadeiras: aspargo-de-jardim (Asparagus setaceus (Kunth) J. P. Jessop.), lírio-de-brejo (Hedychium

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coronarium J. Koing), beijo (Impatiens walleriana Hook.f.) e

a madressilva (Lonicera japonica Thunb). Perturbações no ambiente natural potencializam a dispersão e o estabelecimento de invasoras, especialmente após a diminuição da diversidade natural. Estas perturbações são de origem antrópica, íntima e amplamente correlacionadas à atividade humana, como a agricultura, pecuária, desmatamento, construção de cidades, ferrovias, ruas e estradas, remoção da vegetação natural, acúmulo de lixo e uma série de outras modificações. Além de que, estas espécies exóticas teriam sido pré-adaptadas a viver em ambientes alterados, como resultado de séculos de distúrbio antropogênico nas suas regiões de origem, e posteriormente, acompanharam o homem europeu em sua colonização das terras americanas. Plantas cosmopolitas - para aquelas plantas que não se pode ter certeza definitiva quanto ao seu local de origem geográfica e que ocorrem nos mais diversos continentes e regiões do planeta. Espécies como Cynodon dactylon (L.) Pers., Apium leptophyllum (Pers.) F. Muell ex Benth., Centella asiatica (L.) Urban, Stellaria media Smith, Poa annua L., Taraxacum officinale Weber, Rubus rosaefolius Sm., Pteridium aquilinum (L.) Kuhn, Nymphoides indica (L.) Kuntze, são alguns exemplos. Plantas daninhas (ervas daninhas, infestantes) plantas (não necessariamente introduzidas) que crescem em locais indesejados e que geralmente apresentam algum efeito econômico negativo. Este termo é mais utilizado no sentido agronômico, pois muitas espécies são injustamente enquadradas como negativas, porque apresentam empregos

positivos conhecidos (alimentícia, medicinal, impedem a erosão, forrageira, apícola, pioneiras e fixadoras de nitrogênio)

e outros, talvez ainda desconhecidos. Silveira (1992) realizou um levantamento preliminar das espécies exóticas no estado do Rio Grande do Sul e listou 1547 espécies, distribuídas em 145 famílias. Comparado com a listagem do presente trabalho, concluímos que aproximadamente 15% das espécies exóticas presentes no Estado já se naturalizaram e são herbáceas subespontâneas com diferentes graus de agressividade e invasão. O número de espécies naturalizadas parece ser maior em latitudes mais elevadas (afastando-se da linha equatorial), exemplificando temos o trabalho de Montes (2001) para a flora espontânea de Buenos Aires (34° S), sendo que, do total das espécies encontradas, 75% são espécies exóticas. Já o levantamento de Carneiro (1998) em General Câmara - RS (30° S) apresenta 301 espécies, sendo 38% exóticas. A explicação sugerida é que a elevação da diversidade florística em direção aos trópicos tem como conseqüência uma maior capacidade do ambiente de se defender contra as invasões. A relação das principais espécies herbáceas introduzidas e subespontâneas no Rio Grande do Sul apresentou 270 espécies distribuídas em 52 famílias. As famílias que apresentaram maior número de espécies naturalizadas (Fig. 1.A) foram Poaceae (58 espécies), Asteraceae (34), Fabaceae (20), Brassicaceae (14), Plantaginaceae e Polygonaceae (10), Caryophyllaceae (9) e Apiaceae (6). Quanto a origem geográfica predominaram

espécies oriundas da Eurásia (Fig. 1.B) e quanto ao modo de introdução, prevaleceram espécies introduzidas de maneira acidental (Fig. 1.C).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A influência antrópica de uma ambiente pode ser

evidenciada pela presença de espécies naturalizadas, sendo o levantamento florístico destas espécies (introduzidas, naturalizadas ou invasoras), a base para se estabelecer critérios de prevenção e controle de possíveis danos ao meio ambiente natural, pois muitas vezes não se conhece o grau de agressividade que uma espécie introduzida pode apresentar. A flora herbácea naturalizada do Rio Grande do Sul é constituída por um grande número de espécies que escaparam

de cultivo tanto de fins forrageiros (gramíneas e leguminosas), quanto de fins ornamentais, assim como de espécies com introdução acidental, relacionado ao processo de colonização, urbanização e antropização do ambiente natural.

AGRADECIMENTOS

O autor agradece a todos botânicos colaboradores

para a realização deste trabalho: Bruno Irgang (em homenagem a sua grande contribuição ao estudo das plantas ruderais no RS), Daniel Ruschel, Hilda Maria Longhi-Wagner, Ilsi Boldrini, Lilian Mentz, Luís Fernando Paiva Lima, Mara Rejane Ritter, Nelson Ivo Matzenbacher, Rafael Trevisan, Silvia Miotto, Sérgio Bordignon, Sonia Hefler, Valdely Kinupp, aos funcionários do herbário ICN, Jair Kray, Joana Rocha e Rumi Kubo.

REFERÊNCIAS

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SCHNEIDER A. A. 261 Figura 1. A. Famílias mais representadas na flora herbácea naturalizada no estado

Figura 1. A. Famílias mais representadas na flora herbácea naturalizada no estado do Rio Grande do Sul, Brasil, em ordem decrescente de número de espécies. B. Origem geográfica das espécies encontradas, em porcentagem. C. Forma de introdução das espécies, em porcentagem.

Tabela 1. Relação das espécies herbáceas naturalizadas encontradas no estado do Rio Grande do Sul, Brasil: (i) planta invasora de alta agressividade; (*B) bibliografia em que a espécie é citada como presente no RS; (---) nome popular desconhecido.

 

Forma de

Família / Espécie

Nome popular

Origem geográfica

introdução

Voucher

Acanthaceae

Thunbergia alata Bojer ex Sims

cú-de-cachorro

África

Ornamental

A. Schultz 396 (ICN)

Thunbergia grandiflora Roxb.

carólia

Ásia (Índia)

Ornamental

N. Matzenbacher (ICN 47650)

Agavaceae

Furcraea gigantea Vent.

piteira

América do Norte

Ornamental

*B (Mondin, 2006)

Yucca filamentosa L.

agulha-de-adão

América do Norte

Ornamental

*B (Schneider & Igang, 2005)

Aizoaceae

Lampranthus productus var. productus (Haw.) N.E. Br.

cacto-margarida

África

Ornamental

C. Palma 01 (ICN)

Amaranthaceae

Amaranthus lividus L.

caruru-folha-de-cuia

Europa

Acidental

A. Carneiro 348 (ICN)

Amaranthus retroflexus L.

caruru-gigante

América tropical

Acidental

A. Carneiro 360 (ICN)

Amaranthus viridis L.

caruru-de-mancha

América tropical

Acidental

B. Irgang (ICN 8781)

Celosia argentea L.

crista-de-galo

Ásia

Ornamental

L. Arzivenco (ICN 145278)

Apiaceae

Ammi majus L.

cicuta-negra

Europa

Acidental

V. Kinupp 2511 (ICN)

Ammi visnaga Lam.

bisnaga

Europa

Acidental

L. Arzivenco (ICN 45374)

Conium maculatum L.

cicuta

Europa

Condimento

B. Irgang (ICN 44356)

Coriandrum sativum L.

coentro

Europa

Condimento

B. Irgang (ICN 47747)

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Forma de

Família / Espécie

Nome popular

Origem geográfica

introdução

Voucher

Torilis arvensis (Huds.) Link

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Europa

Acidental

A. Scneider (ICN 123098)

Torilis nodosa (L.) Gaerth.

lapolina

Europa

Acidental

B. Irgang (ICN 7348)

Apocynaceae

Asclepias curassavica L.

oficial-de-sala

América tropical

Cosmopolita

P. Neves (ICN 83443)

Gomphocarpus physocarpus E. Mey.

saco-de-adão

África

Ornamental

*B (Carneiro & Irgang, 1999)

Araceae

Alocasia macrorrhizos (L.) G. Don (i)

orelha-de-elefante

Ásia

Ornamental

B. Irgang (ICN 9278)

Colocasia esculenta (L.) Schott

inhame

Ásia

Ornamental

V. Kinupp et a. 2511 (ICN)

Zantedeschia aethiopica Spreng.

copo-de-leite

África

Ornamental

V. Kinupp et a. 2938 (ICN)

Asparagaceae

Asparagus setaceus (Kunth) J. P. Jessop. (i)

aspargo-plumoso

África

Ornamental

*B (Carneiro, 1998)

Asteraceae

Achillea millefolium L.

mil-folhas

Europa

Medicinal

N. Matzenbacher (ICN 59183)

Anthemis cotula L.

maçanilha

Europa

Medicinal

A. Schneider 1185 (ICN)

Anthemis mixta L.

falsa-camomila

Europa

Medicinal

L. Arzivenco (ICN 42344)

Arctium ninus (Hill.) Bernh.

bardana

Eurásia

Acidental

M. Ritter 598 (ICN)

Artemisia verlotorum Lamotte

artemísia

Eurásia

Acidental

A. Schneider 038 (ICN)

Bidens alba var. radiata (Sch. Bip.) R.E. Ballard

picão-branco

América tropical

Acidental

C. Mondin 2971 (ICN)

Bidens sulphurea Sch. Bip.

cosmos-amarelo

América do Norte

Ornamental

Bidens tinctoria Baill.

margaridinha-escura

América do Norte

Ornamental

C. Azevêdo-Gonçalves 31 (ICN)

Carduus nutans L.

cardo-algodão

Europa

Acidental

A. Schneider 1176 (ICN)

Carduus pycnocephalus L.

cardo

Europa

Acidental

A. Schneider 1192 (ICN)

Carduus tenuiflorus Curtis

cardo

Europa

Acidental

M. Ritter 498 (ICN)

Carthamus lanatus L.

cardo

Europa

Acidental

A. Schneider 1188 (ICN)

Centaurea melitensis L.

cardo-amarelo

Europa

Acidental

A. Schneider 1182 (ICN)

Chamomilla recutita (L.) Rauschert

camomila

Europa

Medicinal

A. Carneiro 162 (ICN)

Cirsium vulgare (Savi) Ten.

cardo

Eurásia

Acidental

A. Schneider 1178 (ICN)

Cnicus benedictus L.

cardo

Europa

Acidental

M. Sobral 2771 (ICN)

Coleostephus myconis (L.) Cass. (i)

mal-me-quer-amarelo

Europa

Acidental

C. Mondin 679 (ICN)

Coreopsis lanceolata L.

margaridinha-amarela

América do Norte

Ornamental

C. Mondin 2993 (ICN)

Cotula coronopifolia L.

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Europa e África

Acidental

M. Porto 1642 (ICN)

Crepis capillaris (L.) Wallr.

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Europa

Acidental

N. Matzenbacher (ICN 61682)

Crepis japonica (L.) Benth.

barba-de-falcão

Ásia (Japão)

Acidental

C. Azevêdo-Gonçalves 125 (ICN)

Helianthus laetiflorus Pers.

girasol-de-jardim

América do Norte

Ornamental

C. Mondim 2880 (ICN)

Hypochaeris glabra L.

almeirão-do-campo

Europa

Acidental

M. Ritter 482 (ICN)

Hypochaeris radicata L.

almeirão-do-campo

Europa

Acidental

V. Kinupp 2536 (ICN)

Lactuca canadensis L.

alface-selvagem

América do Norte

Acidental

V. Kinupp 2914 (ICN)

Lactuca serriola L.

alface-selvagem

Europa

Acidental

V. Kinupp 2469 (ICN)

Lapsana communis L.

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Europa

Acidental

A. Schneider 1146 (ICN)

Senecio madagascariensis Poir. (i)

---

África

Acidental

N. Matzenbacher (ICN 121037)

Silybum marianum (L.) Gaertn.

cardo-santo

Europa

Acidental

C. Alice (ICN 94878)

Sonchus asper (L.) Hill

serralha-de-espinho

Europa

Acidental

L. Arzivenco 181 (ICN)

Sonchus oleraceus L.

serralha

Europa

Acidental

A. Carneiro 22 (ICN)

Taraxacum officinale Weber ex F.H. Wigg.

dente-de-leão

Eurásia

Acidental

C. Azevêdo-Gonçalves 122 (ICN)

Tithonia diversifolia (Hemsl.) A. Gray

girasol-mexicano

América do Norte

Ornamental

N. Matzenbacher (ICN 86066)

Zinia elegans Jaqc.

zínia

América do Norte

Ornamental

A. Schneider 1137 (ICN)

Balsaminaceae

Impatiens balsamina L.

beijo-de-frade

África

Ornamental

M. Sobral 1510 (ICN)

Impatiens walleriana Hook.f. (i)

beijo

África

Ornamental

A. Carneiro 84 (ICN)

Basellaceae

Anredera cordifolia (Ten.) Steenis

bertalha

América tropical

Acidental

V. Kinupp 2921 (ICN)

BIOCIÊNCIAS, Porto Alegre, v. 15, n. 2, p. 257-268, jul. 2007

SCHNEIDER A. A.

263

 

Forma de

Família / Espécie

Nome popular

Origem geográfica

introdução

Voucher

Boraginaceae

Echium plantagineum L. (i)

borrago-do-campo

Europa

Acidental

A. Carneiro 784 (ICN)

Brassicaceae

Brassica nigra (L.) Koch

mostarda-negra

Eurásia

Forrageira

*B (Carneiro, 1998)

Brassica rapa L.

mostarda

Europa

Forrageira

K. Hagelund (ICN 12516a)

Cakile maritima Scop.

---

Europa

Acidental

*B (Cordazzo & Ulrich, 1988)

Capsella bursa-pastoris Medic.

bolsa-de-pastor

Europa

Acidental

A. Carneiro 643 (ICN)

Lepidium aletes J.F. Macbr.

mastruço

Eurásia

Acidental

K. Hagelund (ICN 12439)

Lepidium campestre (L.) R. Br.

mastruço

Eurásia

Acidental

*B (Kissman & Groth, 1992)

Lepidium ruderale L.

mastruço

Eurásia

Acidental

*B (Kissman & Groth, 1992)

Lepidium virginicum L.

mastruço

América do Norte

Acidental

K. Hagelund 6726 (ICN)

Lobularia maritima (L.) Desv.

alisso

Europa

Ornamental

L. Arzivenco (ICN 44545)

Raphanus raphanistrum L.

nabiça

Europa

Forrageira

F. Silveira (ICN 23867)

Raphanus sativus L.

rabanete-silvestre

Europa

Forrageira

K. Hagelund 1356 (ICN)

Rapistrum rugosum (L.) All.

rugosum

Europa

Forrageira

*B (Kissman & Groth, 1992)

Sinapis arvensis L.

mostarda

Europa

Forrageira

*B (Lorenzi, 2000)

Sisymbrium officinale (L.) Scop.

rabanete-silvestre

Europa

Forrageira

L. Arzivenco (ICN 42272)

Caprifoliaceae

Lonicera japonica Thunb. (i)

madressilva

Ásia (Japão)

Ornamental

A. Carneiro 382 (ICN)

Caryophyllaceae

Agrostemma githago L.

agrostema

Ásia

Acidental

E. Alburqerque (ICN 64309)

Cardionema ramosissimum (Weinm.) Nelson & Macbride

espinheira

Europa

Acidental

V. Kinupp et al.2764 (ICN)

Cerastium glomeratum Thuill.

orelha-de-rato

Europa

Acidental

E. Garcia 819 (ICN)

Drimaria cordata (L.) Willd. ex Schult.

cordão-de-sapo

América tropical

Acidental

E. Garcia 459 (ICN)

Polycarpon tetraphyllum (L.) L. f.

---

Europa

Acidental

J. Lindeman et al. (ICN 8516)

Silene anthirrhina L.

alfinete-da-terra

América do Norte

Acidental

A. Carneiro 639 (ICN)

Silene gallica L.

alfinete

Europa

Acidental

B. Irgang (ICN 51679)

Spergula arvensis L.

pega-pinto, gorga

Europa

Acidental

V. Kinupp et al. 2757 (ICN)

Stellaria media (L.) Vill.

esperguta

Europa

Acidental

A. Carneiro 625 (ICN)

Chenopodiaceae

Chenopodium album L.

fedegosa

Europa

Acidental

*B (Kissman & Groth, 1992)

Chenopodium ambrosioides L.

ambrisina

América do Norte

Acidental

A. Carneiro 538 (ICN)

Commelinaceae

Commelina benghalensis L.

trapoeraba

Ásia

Acidental

*B (Lorenzi, 2000)

Murdania nudiflora (L.) Brenan

trapoerabinha

África

Acidental

V. Kinupp 2215 (ICN)

Zebrina pendula Schnizl.

zebrina

América do Norte

Ornamental

S. Marodin 248 (ICN)

Convolvulaceae

Convolvulus arvensis L.

corda-de-viola

Europa

Acidental

*B (Schneider & Irgang, 2005)

Ipomoea fimbriosepala Choisy

corda-de-viola

África

Acidental

B. Irgang (ICN 88126)

Ipomoea quamoclit L.

campainha-vermelha

América tropical

Acidental

*B (Carneiro & Irgang, 1999)

Merremia dissecta (Jacq.) Hallier f.

---

América tropical

Acidental

M. Grings 156 (ICN)

Crassulaceae

Kalanchoe pinnata (Lam.) Pers.

folha-da-fortuna

África

Ornamental

V. Kinupp et al. 2451 (ICN)

Kalanchoe tubiflora Raym.-Hamet

cacto-da-abssínia

África

Ornamental

A. Schneider 1384 (ICN)

Sedum multiceps Cosson et Durieu

estrelinha-gorda

África

Ornamental

J. Lindman et al. (ICN 8179)

Cucurbitaceae

Cucumis anguria L.

pepino-de-espinho

África

Comestível

*B (Lorenzi, 2000)

Luffa aegyptiaca Mill.

bucha

Eurásia

Medicinal

B. Irgang

(ICN 8030)

Momordica charantia L.

melão-de-são-caetano

Ásia

Comestível

B. Irgang

(ICN 27343)

BIOCIÊNCIAS, Porto Alegre, v. 15, n. 2, p. 257-268, jul. 2007

SCHNEIDER A. A.

264

 

Forma de

Família / Espécie

Nome popular

Origem geográfica

introdução

Voucher

Cyperaceae

Cyperus esculentus L.

tiriricão

América do Norte

Acidental

*B (Kissman & Groth, 1992)

Cyperus iria L.

tiririca

Eurásia

Acidental

*B (Lorenzi, 2000)

Cyperus rotundus L.

tiririca

Eurásia

Acidental

*B (Carneiro & Irgang, 1999)

Fimbristylis miliacea (L.) Vahl

tiririca

Ásia

Acidental

Longhi-Wagner et al. 3459 (ICN)

Davalliaceae (Pteridophyta)

Nephrolepis cordifolia (L.) C. Presl

samambaia-de-metro

Ásia

Ornamental

J. Dutra 168 (ICN)

Nephrolepis pectinata (Willd.) Schott

escadinha-do-céu

Ásia

Ornamental

A. Schneider 59 (ICN)

Euphorbiaceae

Croton lobatus L.

mandioquinha

América tropical

Acidental

A. Schneider 88 (ICN)

Euphorbia cyathophora Murr.

leiteira

América do Norte

Ornamental

A. Allem (ICN 25631)

Euphorbia hirta var. ophthalmica ( Pers. ) Allem & Irgang

quebra-pedra

América tropical

Acidental

M. Porto 830 (ICN)

Euphorbia hyssopifolia L.

erva-de-santa-luzia

América do Norte

Acidental

B. Irgang (ICN 9811)

Euphorbia prostrata Aiton

quebra-pedra

América tropical

Acidental

A. Allem (ICN 2542)

Ricinus communis L. (i)

mamona

África

Acidental

S. Marodin 50 (ICN)

Iridaceae

Gladiolus hortulanus L.H. Bailey

palma

Ásia e África

Ornamental

A. Schneider 1177 (ICN)

Fabaceae

Cajanus cajan (L.) Millsp.

feijão-gandu

Eurásia

Comestível

M. Gäelzer (ICN 41326)

Crotalaria lanceolata E. Mey.

guizo

África

Forrageira

A. Flores 201 (ICN)

Lablab purpureus (L.) Sweet

lab-lab

África

Comestível

M. Porto (ICN 25508)

Lotus corniculatus L.

cornichão

Eurásia

Forrageira

J. Jarenkow 1549 (ICN)

Macroptilium atropurpureum Urb.

siratro

América do Norte

Forrageira

S. Miotto 1985 (ICN)

Medicago arabica (L.) Hudson

trevo-manchado

Europa

Forrageira

A. Carneiro 437 (ICN)

Medicago lupulina L.

alfafa-lupulina

Eurásia

Forrageira

S. Miotto 1382 (ICN)

Medicago polymorpha L.

alfafinha, trevinho

Europa

Forrageira

M. Sobral 3086 (ICN)

Medicago sativa L.

alfafa

Europa

Forrageira

A. Ferreira 420 (ICN)

Melilotus albus Medik.

trevo-cheiroso

Eurásia

Acidental

M. Ritter 1237 (ICN)

Melilotus indicus L.

trevo-de-cheiro

Eurásia

Acidental

S. Miotto 1960 (ICN)

Psoralea pinnata L.

---

África

Forrageira

L. Dillemburg (ICN 59433)

Trifolium campestre Schreb.

trevo

Eurásia

Forrageira

S. Miotto 1374 (ICN)

Trifolium dubium Sibth.

trevo

Eurásia

Forrageira

S. Miotto 1745 (ICN)

Trifolium pratense L.

trevo-vermelho

Europa

Forrageira

L. Dillemburg 40 (ICN)

Trifolium repens L.

trevo-branco

Europa

Forrageira

I. Boldrini 1268 (ICN)

Ulex europaeus L.

tojo

Europa

Acidental

S. Miotto (ICN 63218)

Vicia angustifolia L. ex Reichard

ervilhaca, vica

Eurásia

Forrageira

S. Miotto 1329 (ICN)

Vicia sativa L.

ervilhaca, vica

Europa

Forrageira

M. Schifino 969 (ICN)

Vicia villosa Roth

vica

Europa

Forrageira

A. Schneider 1174 (ICN)

Geraniaceae

Geranium dissectum L.

bico-de-cegonha

Europa

Acidental

*B (Kissman & Groth, 1992)

Geranium robertianum L.

bico-de-cegonha

Europa

Acidental

B. Irgang (ICN 5258)

Gentianaceae

Blackstonia perfoliata (L.) Huds.

-----

Europa

Acidental

F. Silva 786 (ICN)

Centaurium pulchellum (Sw.) Druce

-----

Europa

Acidental

M. Ritter 968 (ICN)

Iridaceae

Crocosmia x crocosmiiflora (Lemoine) N.E. BR.

tritônia

África

Ornamental

*B (Carneiro & Irgang, 1999)

Lamiaceae

BIOCIÊNCIAS, Porto Alegre, v. 15, n. 2, p. 257-268, jul. 2007

SCHNEIDER A. A.

265

 

Forma de

Família / Espécie

Nome popular

Origem geográfica

introdução

Voucher

Lamium amplexicaule L.

menta-selvagem

Europa

Acidental

*B (Kissman & Groth, 1992)

Leonotis nepetifolia R. Br.

cordão-de-frade

África

Medicinal

B. Irgang (ICN 27449)

Leonurus sibiricus L.

erva-macaé

Ásia

Acidental

S. Marodin 283 (ICN)

Leucas martinicensis (Jacq.) R. Br.

falsa-menta

América tropical

Medicinal

*B (Lorenzi, 2000)

Marrubium vulgare L.

erva-virgem

Europa

Medicinal

L. Mentz (ICN 101598)

Mentha x piperita L.

hortelã

Europa

Medicinal

A. Schneider 1464 (ICN)

Mentha rotundifolia (L.) Huds.

hortelã

Europa

Medicinal

G. Vendrusculo 128 (ICN)

Prunella vulgaris L.

prunela

Europa

Medicinal

Z. Ceconi (ICN 32329)

Stachys arvensis L.

hortelã-das-roças

Europa

Medicinal

G. Souza (ICN 110727)

Liliaceae

Lilium regale E. H. Wilson

lírio-regalo

Ásia

Ornamental

A. Schneider (ICN 123112)

Malvaceae

Anoda cristata (L.) Schltdl.

malva-de-crista

América do Norte

Acidental

K. Hagelund 6483 (ICN)

Malva parviflora L.

malva

Europa

Acidental

L. Arzivenco (ICN 42312)

Malva sylvestris L.

malva

Europa

Medicinal

S. Marodin 143 (ICN)

Malvastrum coromandelianum (L.) Garcke

malvastro

América tropical

Acidental

A. Carneiro 612 (ICN)

Urena lobata L.

malva-roxa

Ásia

Acidental

*B (Kissman & Groth, 1992)

Myrsinaceae

Anagallis arvensis L.

escarlate

Europa

Acidental

V. Kinupp 2456 et al. (ICN)

Centunculus minimus L.

bacuru-mirim

Europa

Acidental

L. Arzivenco (ICN 42248)

Nyctaginaceae

Boerhavia diffusa L.

erva-tostão

América tropical

Acidental

S. Marodin 87 (ICN)

Mirabilis jalapa L.

maravilha, jalapa

América do Norte

Ornamental

M. Porto (ICN 28854)

Oxalidaceae

Oxalis corniculata L.

trevo-azedo

Europa

Acidental

M. Porto 1053 (ICN)

Oxalis latifolia Kunth

trevo-azedo

América do Norte

Acidental

*B (Lorenzi, 2000)

Papaveraceae

Argemone mexicana L.

papoula-de-espinho

América tropical

Acidental

L. Arzivenco (ICN 44556)

Fumaria officinalis L.

fumária

Europa

Acidental

M. Ritter 1221 (ICN)

Papaver rhoeas L.

papoula

Europa

Ornamental

L. Arzivenco (ICN 42239)

Phytolacaceae

Petiveria alliacea L.

guiné

América tropical

Ornamental

C. Müller 031 (ICN)

Plantaginaceae

Cymbalaria muralis P. Gaertn., B. Mey. & Scherb.

---

Europa

Acidental

A. Carneiro 649 (ICN)

Linaria texana Scheele

---

América do Norte

Acidental

A. Schneider 1322 (ICN)

Plantago coronopus L.

tansagem

Europa

Acidental

V. Kinupp 2547 et al. (ICN)

Plantago lanceolata L.

tansagem

Europa

Acidental

J. Stehmann 387 (ICN)

Plantago major L.

tansagem

Europa

Medicinal

S. Marodin 153 (ICN)

Scoparia dulcis L.

vassourinha

América tropical

Acidental

E. Garcia 788 (ICN)

Veronica arvensis L.

---

Europa

Acidental

A. Carneiro 595 (ICN)

Veronica anagallis-aquatica L.

---

Europa

Acidental

M. Sobral 3365 (ICN)

Veronica peregrina L.

verônica

Ásia

Acidental

A.Carneiro 597 (ICN)

Veronica persica Poir.

mentinha

Ásia

Acidental

A. Carneiro 584 (ICN)

Poaceae

Aira elegantissima Schur

---

América do Norte

Acidental

I. Boldrini 1143 (ICN)

Anthoxanthum odoratum L.

fluva

Europa

Acidental

G. Deiro et al. (ICN 82435)

Arundo donax L.

cana-do-reino

Eurásia

Ornamental

A. Ferreira (ICN 137725)

BIOCIÊNCIAS, Porto Alegre, v. 15, n. 2, p. 257-268, jul. 2007

SCHNEIDER A. A.

266

 

Forma de

Família / Espécie

Nome popular

Origem geográfica

introdução

Voucher

Avena barbata Pott ex Link

aveia-barbada

Eurásia

Forrageiro

J. Valls 41282 (ICN)

Avena fatua L.

aveia-fatua

Eurásia

Forrageiro

A. Girardi (ICN 21954)

Avena sativa L.

aveia

Eurásia

Forrageiro

M. Porto 910 (ICN)

Briza maxima L.

guizo-de-cascavel

Eurásia

Acidental

M. Sampaio 709 (ICN)

Briza minor L.

capim-treme-treme

Eurásia

Acidental

F. Camporal (ICN 142647)

Cenchrus ciliaris L.

capim-búfalo

América do Norte

Acidental

*B (Lorenzi, 2000)

Chloris gayana Kunth

capim-de-rhodes

África

Acidental

A. Pilz 310 (ICN)

Coix lacrima-jobi L.

capim-de-lágrima

Ásia

Ornamental

K. Hagelund 6712 (ICN)

Cynodon dactylon (L.) Pers.

grama-seda

Eurásia, África

Cosmopolita

F. Camporal (ICN 142634)

Digitaria bicornis (Lam.) Roem. & Schult.

capim-milhã

Ásia

Acidental

I. Boldrini 982 (ICN)

Digitaria ciliaris (Retz.) Koeler

capim-colchão-miúdo

Ásia

Acidental

T. Canto-Dorow 610 (ICN)

Digitaria eriantha subsp. pentzii (Stent) Kok

capim-pangola

África

Cosmopolita

I. Boldrini 1161 (ICN)

Digitaria longiflora (Retz.) Pers.

capim

Ásia

Acidental

*B (Canto-Dorow, 2001)

Digitaria sanguinalis (L.) Scop.

capim-colchão

Europa

Cosmopolita

T. Canto-Dorow 405 (ICN)

Digitaria violascens Link

milhã-violeta

Ásia

Acidental

T. Canto-Dorow 319 (ICN)

Echinochloa colona (L.) Link

capim-coloninho

Eurásia

Forrageiro

R. Trevisan 362 (ICN)

Echinochloa crusgalli (L.) P. Beauv.

capim-arroz

Eurásia

Forrageiro

L. Lima 346 (ICN)

Eleusine indica (L.) Gaertn.

capim-pé-de-galinha

Ásia

Acidental

E. Garcia 608 (ICN)

Eragrostis cilianensis (All.) Vignolo ex Janch.

capim

Europa

Acidental

J. Dutra 395 (ICN)

Eragrostis ciliaris (L.) R. Br.

capim-mimoso

África

Acidental

H. Longhi-Wagner 2784 (ICN)

Eragrostis pilosa (L.) Beauv.

capim-peludo

Europa

Acidental

H. Longhi-Wagner 2785 (ICN)

Eragrostis plana Ness (i)

capim-annoni

África

Forrageiro

A. Carneiro 216 (ICN)

Holcus lanatus L. (i)

capim-lanudo

Europa

Forrageiro

Z. Rúgolo 1420 (ICN)

Hyparrhenia rufa (Ness) Stapf

capim-jaraguá

Eurásia

Acidental

*B (Kissman & Groth, 1992)

Koeleria phleoides (Vill.) Pers.

capim

Europa e África

Acidental

A. Carneiro 237 (ICN)

Leptochloa filiformis (Lam.) P. Beauv.

capim-mimoso

Ásia

Acidental

*B (Kissman & Groth, 1992)

Leptochloa virgata (L.) P. Beauv.

capim-olímpio

Ásia

Acidental

*B (Lorenzi, 2000)

Lolium multiflorum Lam. (i)

azevém

Europa

Forrageiro

E. Garcia 606 (ICN)

Lolium perenne L.

azevém

Europa

Acidental

M. Porto 21926 (ICN)

Lolium temulentum L.

joio

Eurásia

Forrageiro

J. Valls et al. 2683 (ICN)

Megathyrsus maximus (Jacq.) B.K. Simon & S.W.L. Jacobs

capim-colonião

África

Forrageiro

K. Hagelund 15223 (ICN)

Melinis minutiflora P. Beauv. (i)

capim-gordura

África

Forrageiro

H. Longhi-Wagner 5086 (ICN)

Melinis repens (Willd.) Zizka (i)

capim-favorito

África

Acidental

A. Pilz 381 (ICN)

Oryza sativa L.

arroz-selvagem

Ásia

Acidental

*B (Lorenzi, 2000)

Panicum repens L.

grama-portuguesa

Eurásia

Forrageiro

I. Boldrini (ICN 138248)

Paspalum boscianum Flüggé

---

América do Norte

Acidental

I. Boldrini 1430 & R. Trevisan (ICN)

Pennisetum americanum (L.) Leeke

milheto

África

Forrageiro

*B (Lorenzi, 2000)

Pennisetum clandestinum Hochst. ex Chiov.

capim-quicuio

África

Forrageiro

A. Carneiro 707 (ICN)

Pennisetum purpureum Schumach.

capim-elefante

África

Forrageiro

A. Carneiro 412 (ICN)

Phyllostachys aurea Carrière ex Rivière & C. Rivière

bambu-de-jardim

Ásia

Ornamental

A. Schneider 1517 (ICN)

Poa annua L.

pastinho-de-inverno

Europa

Acidental

E. Garcia 612 (ICN)

Polypogon maritimus Willd.

---

Europa

Acidental

A. Normann 181 (BLA)

Polypogon monspeliensis (L.) Desf.

capim

Europa

Acidental

J. Sacco 244 (ICN)

Setaria sphacelata (Schumach.) Stapf & C.E. Hubb. ex M.B. Moss setária-amarela

África

Acidental

*B (Boldrini et al., 2005)

Sorghum arundinaceum (Desv.) Stapf

sorgo-selvagem

África

Forrageiro

*B (Lorenzi, 2000)

Sorghum bicolor (L.) Moench.

sorgo

África

Forrageiro

A. Ikuta (ICN123424)

BIOCIÊNCIAS, Porto Alegre, v. 15, n. 2, p. 257-268, jul. 2007

SCHNEIDER A. A.

267

 

Forma de

Família / Espécie

Nome popular

Origem geográfica

introdução

Voucher

Sorghum halapense (L.) Pers. Urochloa arrecta (Hack. ex T. Durand & Schinz) Morrone & Zuloaga (i)

sorgo-de-alepo

Ásia

Forrageiro

J. Valls et al. 3078 (ICN)

tanner-grass

África

Forrageiro

I. Boldrini 1436a (ICN)

Urochloa brizantha (Hotchst. ex A. Rich.) Webster (i)

braquiarão

África

Forrageiro

*B (Boldrini et al., 2005)

Urochloa decumbens (Stapf) Webster (i)

braquiária

África

Forrageiro

*B (Boldrini et al., 2005)

Urochloa mutica (Forssk.) T.Q. Nguyen (i)

capim-de-lastro

África

Forrageiro

Bins et al. 34708 (ICN)

Urochloa plantaginea (Link) Webster (i)

papuã

África

Forrageiro

P. Brack et al. (ICN 62295)

Urochloa ruziziensis (R. Germ. & Evrard) Crins (i)

braquiária-peluda

África

Forrageiro

*B (Boldrini et al., 2005)

Vulpia bromoides (L.) Gray

pastinho-de-inverno

Europa

Acidental

H. Longhi-Wagner et al. 518 (ICN)

Vulpia myuros L.

pastinho-de-inverno

Europa

Acidental

J. Valls et al. 2956 (ICN)

Polygonaceae

Fagopyrum esculentum Moench

trigo-mourisco

Ásia

Forrageiro

J. Lindman (ICN 20892)

Polygonum convolvulus L.

cipó-de-veado

Eurásia

Acidental

N. Matzenbacker (ICN 112535)

Polygonum aviculare L.

erva-de-bicho

Eurásia

Acidental

J. Ruedell (ICN 94762)

Polygonum lapathifolium L.

erva-de-bicho

Europa

Acidental

F. Silva (ICN 94760)

Polygonum persicaria L.

erva-de-bicho

Europa

Acidental

E. Garcia 482 (ICN)

Rumex acetosella L.

língua-de-vaca

Eurásia

Acidental

A. Schultz 664 (ICN)

Rumex conglomeratus Murray

língua-de-vaca

Europa

Acidental

A. Carneiro 679 (ICN)

Rumex crispus L.

língua-de-vaca-crespa

Europa

Acidental

A. Carneiro 682 (ICN)

Rumex obtusifolius L.

língua-de-vaca

Europa

Acidental

A. Carneiro 683 (ICN)

Rumex pulcher L.

língua-de-vaca

Europa

Acidental

*B (Kissman & Groth, 1992)

Portulacaceae

Portulaca oleracea L.

beldroega

Ásia

Acidental

E. Viana (ICN 7905)

Pteridaceae (Pteridophyta)

Pteridium aquilinum (L.) Kuhn (i)

samambaia-das-taperas

Europa

Cosmopolita

S. Marodin 314 (ICN)

Pteris vittata L.

samambaia-de-muro

Eurásia

Ornamental

*B (Lorenzi, 2000)

Ranunculaceae

Ranunculus muricatus L.

---

Europa

Acidental

A. Carneiro 384 (ICN)

Ranunculus parviflorus L.

---

Europa

Acidental

B. Irgang (ICN 29455)

Rosaceae

Duchesnea indica (Andrews) Focke

morango-da-índia

Ásia

Comestível

A. Girardi (ICN 22015)

Rubus rosifolius var. coronarius Sims

morango-do-mato

Europa

Ornamental

A. Schneider 1144 (ICN)

Ruscaceae

Ophiopogon japonicus (L.f.) Ker Grawl.

grama-japonesa

Ásia

Ornamental

*B (Mondin, 2006)

Sansevieria trifasciata var. laurentii (De Wild.) N.E. Br.

espada-de-são-jorge

África

Ornamental

S. Marodin 262 (ICN)

Sapindaceae

Cardiospermum halicacabum L.

balãozinho

Ásia

Acidental

A. Schneider (ICN 123117)

Scrophulariaceae

Buddleja madagascariensis Lam.

---

África

Ornamental

V. Kinupp 2753 (ICN)

Calceolaria chelidonioides H. B. & K.

sapatinho-de-vênus

Andes (Peru)

Ornamental

V. Kinupp 2755 (ICN)

Scrophularia peregrina Benth.

---

Eurásia

Acidental

A. Schneider 60 (ICN)

Verbascum virgatum Stockes

verbasco

Europa

Acidental

J. Stehman 416 (ICN)

Verbascum thapsus L.

verbasco

Europa

Acidental

A. Schultz 392 (ICN)

Solanaceae

Brugmansia suaveolens Bercht. & Presl.

trombeteira

América tropical

Ornamental

M. Falkenberg 289 (ICN)

Datura ferox L.

estramônio

Ásia

Acidental

R. Roehe (ICN 34187)

Datura metel L.

estramônio

Ásia

Acidental

B. Irgang et al. (ICN 140829)

Datura stramonium L.

estramônio

Ásia

Acidental

L. Mentz (ICN 101609)

BIOCIÊNCIAS, Porto Alegre, v. 15, n. 2, p. 257-268, jul. 2007

SCHNEIDER A. A.

268

 

Forma de

Família / Espécie

Nome popular

Origem geográfica

introdução

Voucher

Thelypteridaceae (Pteridophyta)

Thelypteris hispidula (Decne. ) C.F. Reed

---

Eurásia

Ornamental

*B (Carneiro, 1998)

Tropaeolaceae

Tropaeolum majus L.

capuchinha

Andes (Peru)

Ornamental

F. Weberling 44869 (ICN)

Urticaceae

Boehmeria nivea (L.) Gaudich.

ramí, ramí-branco

Ásia (China)

Ornamental

M. Sobral 7852 (ICN)

Parietaria debilis G. Forst.

parietária

América tropical

Cosmopolita

K. Hagelund 13296 (ICN)

Pilea cardierei Gagnep. & Guillaumin

pílea-alumínio

Ásia (Vietnã)

Ornamental

J. Favalli 5847 (ICN)

Pilea microphylla (L.) Liebm.

dinheirinho

América tropical

Ornamental

V. Kinupp 2910 (ICN)

Pilea nummularifolia (Sw.) Wedd.

dinheirio-em-penca

América tropical

Ornamental

R. Schmidt (ICN 67353)

Urtica urens L.

urtiga

Europa

Acidental

P. Brack 661 (ICN 62295)

Violaceae

Viola odorata L.

violeta-européia

Europa e África

Ornamental

G. Vendrusculo 200 (ICN)

Zingiberaceae

Alpinia speciosa (Blume) D. Dietr.

lírio-do-brejo

Ásia

Ornamental

L. Castro (ICN 94891)

Hedychium coccineum Buch.-Ham. ex Sm.

gengibre-vermelho

Ásia

Ornamental

J. Waechter 673 (ICN)

Hedychium coronarium J. Koing (i)

lírio-do-brejo

Eurásia e África

Ornamental

P. Neves (ICN 83272)

BIOCIÊNCIAS, Porto Alegre, v. 15, n. 2, p. 257-268, jul. 2007