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A FLORA NATURALIZADA NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, BRASIL: HERBÁCEAS SUBESPONTÂNEAS

Angelo Alberto Schneider1

RESUMO
O presente trabalho é uma contribuição para o conhecimento das espécies herbáceas não nativas e subespontâneas no estado do Rio Grande do Sul, Brasil. A terminologia que engloba o tema das plantas introduzidas é abordada, citando-se algumas definições, assim como, é apresentada uma lista com 270 espécies (pertencentes a 52 famílias) herbáceas naturalizadas no Estado, com seus respectivos nomes populares, locais de origem geográfica e modo de introdução. Palavras-chave: plantas introduzidas, plantas ruderais, flora do Rio Grande do Sul.

THE NATURALIZED FLORA OF RIO GRANDE DO SUL STATE, BRAZIL: SUBSPONTANEOUS HERBACEOUS PLANTS ABSTRACT
The present work is a contribution to the knowledge of the non-native and subspontaneous herbaceous species in Rio Grande do Sul State, Brazil. A revision of the terminology that includes the theme of the introduced plants is boarded, definitions are cited, as well as, a list of 270 herbaceous naturalized species (belonging to 52 families) in this State is presented, with their respective popular name, local of geographical origin and introduction way. Key words: introduced plants, ruderal plants, flora of Rio Grande do Sul.

INTRODUÇÃO A introdução de espécies estrangeiras em uma determinada região é o episódio inicial do processo de naturalização. Esta introdução pode ser intencional, com alguma finalidade específica, ou acidental, quando introduzida ocasionalmente, de uma forma oportunista e inesperada. Inúmeras plantas exóticas foram e ainda são introduzidas de uma região a outra do globo, tendo um histórico intimamente correlacionado à atividade humana, como o processo de imigração, que traz consigo muitas plantas estrangeiras de utilidade indispensável à fixação do imigrante. As espécies exóticas são encontradas nos mais diversos locais e estão intimamente relacionadas à presença humana: jardins residenciais, quintais, praças, parques, lavouras e culturas, áreas alteradas, calçadas, muros, ruas, margem de caminhos, estradas, rodovias, terrenos baldios, gramados, pomares e hortas. A dinâmica da expansão da área geográfica por uma determinada espécie segue três fases, segundo Groves (1986):
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1. Introdução – chegada a uma outra área geográfica e o estabelecimento de uma população ou planta adulta; 2. Colonização – as plantas da população inicial reproduzem-se e crescem em número formando uma colônia; 3. Naturalização – perpetuação e dispersão das espécies estabelecidas, ocasionando sua incorporação na flora autóctone (local). A maioria das espécies naturalizadas é introduzida intencionalmente, com propósitos de utilização determinados, entre eles: forrageiro (gramíneas e leguminosas); olerícola e ornamental (várias espécies de diferentes famílias), que acabam escapando de cultivo e se naturalizando (na Austrália, há estimativas que 65% das espécies naturalizadas no país nos últimos 25 anos tenham sido introduzidas para fins ornamentais e estima-se que da totalidade de espécies introduzidas como ornamental, a metade se torna invasora com o passar do tempo); medicinal e religiosos (ervas utilizadas como chás e cultivadas junto a casas); barreiras (espécies para contenção de dunas, quebra vento); experimentação científica (Ziller, 2004).

Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Botânica do Departamento de Botânica da UFRGS, Av. Bento Gonçalves, 9500, CEP 91501-970, Porto Alegre, RS, Brasil. E-mail: angeloschneider@yahoo.com.br
BIOCIÊNCIAS, Porto Alegre, v. 15, n. 2, p. 257-268, jul. 2007

Freqüentemente geram descendentes próximo às plantas adultas. 2007 . ex Eckl. Lorenzi (2000). & Zeyh. mas não conseguem estabelecer populações permanentes nem desempenhar uma reprodução com sucesso..). (1998). Mondin (2006). proliferando-se rapidamente dentro de comunidades naturais devido a perturbações criadas por alteração e manipulação do hábitat original. v. RESULTADOS E DISCUSSÃO Plantas introduzidas . Silveira (1992). Syngonium angustifolium Schott. 1987). Algumas plantas aqui listadas como naturalizadas são também invasoras. Após a revisão bibliográfica. Ferreira (1970). buscou-se também listar espécies naturalizas indicadas por botânicos do Departamento de Botânica da UFRGS Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Sechium edule (Jacq. com seus nomes populares e locais de origem geográfica. sendo quatro delas herbáceas ou trepadeiras: aspargo-de-jardim (Asparagus setaceus (Kunth) J. assim como. Carneiro (1998). o tojo (Ulex europaeus L. Durand & Schinz) Morrone & Zuloaga) e o azevém (Lolium multiflorum L. Citrullus vulgaris Scrad.. englobando tanto as espécies nativas (autóctones) quanto as naturalizadas. MATERIAL E MÉTODOS A terminologia foi elaborada a partir de uma revisão do dicionário de botânica (Font Quer. (2000). Lorenzi & Souza (2001). Br. Kissman & Groth (1992).) Merril. não conseguindo se dispersar a partir do seu local de introdução. Souza & Lorenzi (2005). infestantes. lista oito espécies de alta agressividade como invasoras em florestas no Rio Grande do Sul. Solanum tuberosum L. A naturalização de espécies é o tema central dos trabalhos de Corlet (1988. Carneiro & Irgang (1999). (2000). citar algumas definições e apresentar uma relação das espécies herbáceas naturalizadas no estado do Rio Grande do Sul.. lírio-de-brejo (Hedychium BIOCIÊNCIAS. Carneiro & Irgang (2005). A. Trepl (1995). 1998. Foeniculum vulgare Mill. Este trabalho tem como objetivo apresentar uma revisão sobre a terminologia que engloba o tema das plantas introduzidas. 1993).... Plantas naturalizadas . 2000) e publicações que abordam o tema das plantas introduzidas e naturalizadas (Heenan et al.). Plantas invasoras . o capim-favorito (Melinis repens (Willd. O Sistema de classificação adotado para a listagem foi o do Angiosperm Phylogeny Group . e utilizou-se como auxílio nas delimitações das famílias e ordenamento de alguns gêneros.) Sw.Plantas naturalizadas que produzem descendentes em número muito elevado e que conseguem se dispersar a grandes distâncias da planta mãe e que prontamente competem com as espécies nativas.Espécies vegetais introduzidas em uma determinada região geográfica. Brasil. como resultado de atividade humana (sinônimos: plantas exóticas. assim como. 1992). Plantas adventícias . ex T. plantas introduzidas. expandindo-se agressivamente em comunidades naturais. Já. Espécies nativas também podem se comportar como invasoras. P. foi realizada uma pesquisa bibliográfica em trabalhos sobre vegetação ruderal. Giongo (2000). introduzido da África. Sorghum bicolor (L. comportarem-se como adventícias: Chicorium intybus L. plantas não-indígenas. Heenan et al. tomando o cuidado para que fosse uma coleta de um espécime de ocorrência subespontânea e não cultivado. quem realizaram uma ampla revisão sobre a terminologia em questão. 258 O estudo das plantas naturalizadas vem se desenvolvendo em inúmeras partes do mundo devido ao constante cosmopolitismo de espécies produzido pelo homem. 257-268. onde sua abundância perturba a estrutura do ecossistema invadido. p. buscou-se a comprovação da ocorrência de cada espécie através da revisão no herbário ICN da UFRGS. Nasturtium officinale R. Porto Alegre. Burkart (1969). Kloot (1987).. sendo talvez a mais agressiva invasora no Rio Grande do Sul. Mack (2003) e Wu et al. Souza & Lorenzi (2005). Foi enfatizado o trabalho de Richardson et al.. Cordazzo & Seeliger (1988). sendo eles: Rambo (1960).) Zizka). para determinar a origem geográfica e os nomes populares. jul. plantas ornamentais e diversos trabalhos de taxonomia. Quando não foi possível localizar coletas de alguma espécie. Para a listagem das espécies herbáceas naturalizadas ocorrentes no estado do Rio Grande do Sul. plantas daninhas. Esler (1987). 1992. 2. Triticum sp.Plantas cuja presença em um determinado local é devida à introdução intencional ou acidental. Como exemplo temos o capim-annoni (Eragrostis plana Nees).SCHNEIDER A. Jessop. Ricardson et al. listando um voucher para cada espécie. crescimento superior a seis metros em três anos. Zea mayz L.). sendo sinônimo de plantas ruderais. 15. Schneider & Irgang (2005).São plantas introduzidas pelo homem ou por qualquer outra circunstância. (2003). Wells & Brown (2000). plantas estrangeiras.APG II (2002). que se adaptam às condições locais e estabelecem populações capazes de reproduzirem-se espontaneamente (sem intervenção humana) e sustentem populações por muitas gerações. viária.) Moench. Alguns trabalhos sugerem critérios para determinar se uma espécie é invasora: propagar descendentes a mais de 100m da planta mãe. Nicotiana tabacum L. assim como. O termo plantas subespontâneas pode ser utilizado como sinônimo de plantas naturalizadas.. foi então listada a citação bibliográfica que a apresenta. Kloot.. Lorenzi. Lombardo (1983). as braquiárias (Urochloa decumbens (Stapf) Webster e Urochloa arrecta (Hack. Phaseolus vulgaris L. tempo menor que 50 anos para uma espécie se espalhar amplamente. o termo plantas espontâneas é utilizado para as espécies vegetais que se desenvolvem sem cultivo e sem cuidado humano. que ainda não foram citadas em trabalhos por serem introduções muito recentes ou de ocorrência mais restrita. que crescem por um período pequeno de tempo em um determinado local. Algumas espécies cultivadas e largamente conhecidas podem eventualmente escapar do cultivo e através de uma dispersão casual. para espécies de propagação rizomatosa ou estolonífera. n. Glycine max (L. alóctones).. livros de plantas invasoras (Kissman & Groth.

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S.RS (30° S) apresenta 301 espécies. e posteriormente. A. a base para se estabelecer critérios de prevenção e controle de possíveis danos ao meio ambiente natural. impedem a erosão. IRGANG. A explicação sugerida é que a elevação da diversidade florística em direção aos trópicos tem como conseqüência uma maior capacidade do ambiente de se defender contra as invasões.) Kuntze.C). Revista Faculdade Zootecnia Veterinaria e Agronomia de Uruguaina. n.. Vegetação ruderal da Vila de Santo Amaro.para aquelas plantas que não se pode ter certeza definitiva quanto ao seu local de origem geográfica e que ocorrem nos mais diversos continentes e regiões do planeta. 60. pois muitas vezes não se conhece o grau de agressividade que uma espécie introduzida pode apresentar. Rio Grande do Sul. V. Comparado com a listagem do presente trabalho. 1969. Iheringia. como resultado de séculos de distúrbio antropogênico nas suas regiões de origem. sendo que.SCHNEIDER A. p. 257-268. Nelson Ivo Matzenbacher. Colonização vegetal em aterro sanitário na região peri-urbana de Porto Alegre. 21-28. Série Botânica. exemplificando temos o trabalho de Montes (2001) para a flora espontânea de Buenos Aires (34° S). 1. 2007 .) e a madressilva (Lonicera japonica Thunb). Koing). Sérgio Bordignon. 174 f. 96 p. Joana Rocha e Rumi Kubo. talvez ainda desconhecidos.. muros. – Ruas. [6] CORDAZZO. Rio Grande: FURG. pioneiras e fixadoras de nitrogênio) e outros. 75% são espécies exóticas. acúmulo de lixo e uma série de outras modificações. Espécies como Cynodon dactylon (L. n. A. Já o levantamento de Carneiro (1998) em General Câmara . As famílias que apresentaram maior número de espécies naturalizadas (Fig.. [3] CARNEIRO. CONSIDERAÇÕES FINAIS A influência antrópica de uma ambiente pode ser evidenciada pela presença de espécies naturalizadas.. Origem e distribuição geográfica das espécies ruderais da Vila de Santo Amaro. Caryophyllaceae (9) e Apiaceae (6). Plantas cosmopolitas . Além de que. jul.. Taraxacum officinale Weber. apícola. 1998. ruas e estradas. beijo (Impatiens walleriana Hook. I. I. Centella asiatica (L. construção de cidades.1.A) foram Poaceae (58 espécies). n. Rafael Trevisan. 1999. 259 coronarium J. Lilian Mentz. desmatamento. infestantes) – plantas (não necessariamente introduzidas) que crescem em locais indesejados e que geralmente apresentam algum efeito econômico negativo. pecuária. Morfologia e taxonomia de gramíneas sulrio-grandenses. ferrovias. Daniel Ruschel. v. v. A. IRGANG. concluímos que aproximadamente 15% das espécies exóticas presentes no Estado já se naturalizaram e são herbáceas subespontâneas com diferentes graus de agressividade e invasão. especialmente após a diminuição da diversidade natural. forrageira. SEELINGER. A flora herbácea naturalizada do Rio Grande do Sul é constituída por um grande número de espécies que escaparam de cultivo tanto de fins forrageiros (gramíneas e leguminosas). remoção da vegetação natural. Brasil. acompanharam o homem europeu em sua colonização das terras americanas.B) e quanto ao modo de introdução. BOECHAT.) F. O número de espécies naturalizadas parece ser maior em latitudes mais elevadas (afastando-se da linha equatorial).. Nymphoides indica (L. 2005. terrenos baldios e passeios públicos.6. M. Pteridium aquilinum (L. 2. Buenos Aires: Colecion Cientifica del INTA. sendo 38% exóticas. B. BR. naturalizadas ou invasoras). medicinal. 2005. M. do total das espécies encontradas. Município de General Câmara. Brassicaceae (14). aos funcionários do herbário ICN. relacionado ao processo de colonização. Plantaginaceae e Polygonaceae (10). Sonia Hefler. LONGHI-WAGNER. Rubus rosaefolius Sm. A. Quanto a origem geográfica predominaram espécies oriundas da Eurásia (Fig. Stellaria media Smith. v. Jair Kray... 1. 15. 1. porque apresentam empregos positivos conhecidos (alimentícia. Estas perturbações são de origem antrópica. Porto Alegre. Muell ex Benth.. Apium leptophyllum (Pers.) Urban. sendo o levantamento florístico destas espécies (introduzidas. 175-188. distribuídas em 145 famílias. AGRADECIMENTOS O autor agradece a todos botânicos colaboradores para a realização deste trabalho: Bruno Irgang (em homenagem a sua grande contribuição ao estudo das plantas ruderais no RS). Dissertação (Mestrado em Botânica) . A. pois muitas espécies são injustamente enquadradas como negativas. prevaleceram espécies introduzidas de maneira acidental (Fig. C. Perturbações no ambiente natural potencializam a dispersão e o estabelecimento de invasoras. Hilda Maria Longhi-Wagner. [2] BURKART. Ilsi Boldrini. como a agricultura. estas espécies exóticas teriam sido pré-adaptadas a viver em ambientes alterados. [4] CARNEIRO. 275 p. Uruguaiana. Este termo é mais utilizado no sentido agronômico. V. B.

36. GLENNY. 2006. B. Gramado. Flora espontánea del Sudeste Bonaerense. (Ed. p. Levantamento preliminar das espécies exóticas de plantas no Estado do Rio Grande do Sul. n. 11. L.. In: SKOPP.org. 1987.pdf> Acesso em 20 de jan. p. Junk. 45-78. Checklist of dicotyledons and pteridophytes naturalized or casual in New Zealand: additional records 1994-96. The naturalization of plants in urban Auckland. Agric. S.B. I. The naturalized flora of Singapore. Virginia. & REJAMÁNEK. 257-268. BIOCIÊNCIAS. 1983. N. S. A. 2001. n. In: CONGRESSO FLORESTAL ESTADUAL. /EMATER/CIENTEC/UFSM1992. A. Plant naturalizations and invasions in the Eastern United States: 1934-1860. [15] HEENAM. R. In: Dell. Espécies vegetais exóticas invasoras em florestas no Rio Grande do Sul. 2004. 10. Oxford. In: CONGRESSO NACIONAL DE BOTÂNICA. Porto Alegre. P. Gramado.institutohorus. IRGANG. GUMA.). 1993.6. [20] LORENZI. jul. B.J. R. M. p. Wellington. D. Porto Alegre. [21] MACK. Oxford. S. n. 15. GROTH. A. [17] KLOOT. Resilience in Mediterranean-Type Ecosystems (ed.. Nova Odessa: Instituto Plantarum. D. H. 155-162. [13] GIONGO. n. Lamont). p. & ECHARTE. R. Plantas infestantes e nocivas. L. Dell. & BROWN. 2000. [24] RAMBO. 1986. [30] ZILLER. Buenos Aires: INTA. P. New York: Columbia University Press. Barcelona: Editorial Labor. Anais do 7° Congresso Florestal Estadual. 57. p. 7. [29] WELLS. p. The naturalized flora of Hong Kong: a compsrison with Singapure. A. Itajai. 1262 p. N. Os avanços da botânica no início do século XXI: morfologia. 529-531. Dissertação (Trabalho de Conclusão) – Instituto de Biociências. CLAUSEN. at al. & BROWNSEY.br/download/artigos/invbio logsziller2000. p. Elsevier Publishing Company. p. 441-485. Journal of Biogeoghraphy. 75-97.. 1992. I. 2000. p. B. [12] FONT QUER. 1992. Nova Prata. Porto Alegre. p. Florística e fitossociologia da vegetação viária no Município de Não-MeToque. p. Os processos de degradação ambiental originados por plantas exóticas invasoras. Montevideo: Intendencia Municipal de Montevideo. M. 90. v. T. Diccionário de botánica. n. 1088 p. Série Botanica. S. p. A. Plantas ornamentais no Brasil. Estudo da vegetação ruderal e adventícia da região central de Viamão-RS. 81-90. 1998. t. H. 1987. n. Disponível em:<http://www. São Paulo: BASF. n. A. J. Diversity and Distributions. PYŠEK. F. C. P. 44. Journal of Biogeoghaphy. M. [11] FERREIRA. A. An integrated system of classification of flowering plants.. A. Oxford. 1998. J. M. New Zeland Journal of Botany. M. & KOWARIK. Plantas daninhas do Brasil: terrestres. [18] LOMBARDO. Brasil. Invasion of Mediterranean ecosystems by weeds. Journal of the Adelaide Botanical Gardens. E. [28] TREPL. 31-53. Nova Odessa: Instituto Plantarum. 2000. H. B. v. 2001. R. G. n. 511-522. v. Hopkins & B. Naturalization and invasion of alien plants: concepts and definitions. F. J... 1970. R. P. v. Rio Grande do Sul. I. The documentation of its development... [8] CORLETT. 1-3. [26] SCHNEIDER. 1244 p. 102p. New Zealand Journal of Botany. BREITWIESER. Flora Montevidensis. Adelaide. H. M. 12. K. D. 129–145. [27] SILVEIRA. n. 49-62. [16] KISSMANN. The naturalized flora of South Australia. 2003. Nova Prata: Prefeitura Municipal/Sec. Naturalized Fabaceae (Leguminosae) species in Taiwan: the first approximation. E. M. Anthropogenic migration of plants and naturalization. Missouri. Brasil. H. A. 421-430. 25. Botanical Bulletin of Academia Sinica. 1995. R T. p. aquáticas. taxonomia. Porto Alegre. [19] LORENZI. 1-3. New Zealand 1. p. 93107. 77-90. [23] MONTES. I. 2000. Iheringia. [22] MONDIN. parasitas e tóxicas.. 1960. Sellowia. Pittsburg. M. [14] GROVES. (Org. Huntia.. Annals of Missouri Botanical Garden. 1981. Urban Ecology. 60. n. M. il. & WEST. A. 14. A. NUCIARI. fisiologia. CHAW. D. p. L. 1. BARBOUR. ecologia e genética: Conferências plenárias e simpósios do 57°Congresso Nacional de Botânica. A. 2007 . Iheringia. 657-663. by B. C. 2003. REJMÁNEK. Dordrecht. P. 23-43. Série Botânica. S. 110 f. ALONSO. C.SCHNEIDER A.. Flora da praia de Belas. 260 [7] CORLETT. 2005..M. Naturalized alien plant species at Mount Vernon. Taipei. 2000. 2006. 59-66. n. Brasil.). PANETTA. 2004. DE LANGE. Simpósio 38. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Amsterdam. HEJN. G. R. [9] CRONQUIST. 608 p.19. 2. & SOUZA. The introduction and spread of alien plants. [10] ESLER.. Wellington. P. 15. [31] WU. Abast. p.. RS. 1992. S. [25] RICHARDSON. p. Die Europäischen Unkräuter in Südbrasilien.

257-268. Carneiro 360 (ICN) B. productus (Haw. 15. Conium maculatum L. Arzivenco (ICN 145278) cacto-margarida África Ornamental C. Irgang (ICN 44356) B. Coriandrum sativum L. Amaranthus retroflexus L. Tabela 1. Relação das espécies herbáceas naturalizadas encontradas no estado do Rio Grande do Sul. C. Irgang (ICN 47747) caruru-folha-de-cuia caruru-gigante caruru-de-mancha crista-de-galo Europa América tropical América tropical Ásia Acidental Acidental Acidental Ornamental A. Schultz 396 (ICN) N. 2. jul. p. Forma de introdução das espécies. v.SCHNEIDER A. Ammi visnaga Lam. em porcentagem. 2007 . (*B) bibliografia em que a espécie é citada como presente no RS. (---) nome popular desconhecido. Origem geográfica das espécies encontradas. cicuta-negra bisnaga cicuta coentro Europa Europa Europa Europa Acidental Acidental Condimento Condimento V. em porcentagem. A. Arzivenco (ICN 45374) B. 261 Figura 1. Yucca filamentosa L. 2006) *B (Schneider & Igang. Família / Espécie Acanthaceae Thunbergia alata Bojer ex Sims Thunbergia grandiflora Roxb.) N. A. Kinupp 2511 (ICN) L.E. Palma 01 (ICN) piteira agulha-de-adão América do Norte América do Norte Ornamental Ornamental *B (Mondin. Brasil. n. Apiaceae Ammi majus L. Amaranthaceae Amaranthus lividus L. Matzenbacher (ICN 47650) Nome popular Origem geográfica Forma de introdução Voucher BIOCIÊNCIAS. Carneiro 348 (ICN) A. Aizoaceae Lampranthus productus var. Famílias mais representadas na flora herbácea naturalizada no estado do Rio Grande do Sul. Br. Amaranthus viridis L. Irgang (ICN 8781) L. 2005) cú-de-cachorro carólia África Ásia (Índia) Ornamental Ornamental A. B. Brasil: (i) planta invasora de alta agressividade. Agavaceae Furcraea gigantea Vent. em ordem decrescente de número de espécies. Celosia argentea L. Porto Alegre.

Senecio madagascariensis Poir. Kinupp 2536 (ICN) V. 15.) Wallr. Bip. Gomphocarpus physocarpus E. Asparagaceae Asparagus setaceus (Kunth) J. Arctium ninus (Hill.SCHNEIDER A. Ritter 482 (ICN) V. Crepis japonica (L. (i) Asteraceae Achillea millefolium L. Cnicus benedictus L. Carneiro 22 (ICN) C. Schneider 1188 (ICN) A. Artemisia verlotorum Lamotte Bidens alba var. Bip. Impatiens walleriana Hook. Kinupp et a. Don (i) Colocasia esculenta (L. 1999) B. Mey. Schneider 1146 (ICN) N.E. jul. Ballard Bidens sulphurea Sch. Mondin 2971 (ICN) C. Mondin 679 (ICN) C.f. Matzenbacher (ICN 121037) C. Kinupp et a. Irgang (ICN 7348) P. Bidens tinctoria Baill. Carduus pycnocephalus L.) Schott Zantedeschia aethiopica Spreng.) A. Schneider 1178 (ICN) M. Gray Zinia elegans Jaqc.) G. Carneiro 84 (ICN) América tropical Acidental V. Porto Alegre. Carduus tenuiflorus Curtis Carthamus lanatus L. Carduus nutans L. Alice (ICN 94878) L.) Gaerth. Schneider 1176 (ICN) A.) Hill Sonchus oleraceus L. Matzenbacher (ICN 59183) A.) Steenis Nome popular --lapolina oficial-de-sala saco-de-adão orelha-de-elefante inhame copo-de-leite aspargo-plumoso mil-folhas maçanilha falsa-camomila bardana artemísia picão-branco cosmos-amarelo margaridinha-escura cardo-algodão cardo cardo cardo cardo-amarelo camomila cardo cardo mal-me-quer-amarelo margaridinha-amarela ----barba-de-falcão girasol-de-jardim almeirão-do-campo almeirão-do-campo alface-selvagem alface-selvagem ----cardo-santo serralha-de-espinho serralha dente-de-leão girasol-mexicano zínia beijo-de-frade beijo bertalha Origem geográfica Europa Europa América tropical África Ásia Ásia África África Europa Europa Europa Eurásia Eurásia América tropical América do Norte América do Norte Europa Europa Europa Europa Europa Europa Eurásia Europa Europa América do Norte Europa e África Europa Ásia (Japão) América do Norte Europa Europa América do Norte Europa Europa África Europa Europa Europa Eurásia América do Norte América do Norte África África Forma de introdução Acidental Acidental Cosmopolita Ornamental Ornamental Ornamental Ornamental Ornamental Medicinal Medicinal Medicinal Acidental Acidental Acidental Ornamental Ornamental Acidental Acidental Acidental Acidental Acidental Medicinal Acidental Acidental Acidental Ornamental Acidental Acidental Acidental Ornamental Acidental Acidental Acidental Acidental Acidental Acidental Acidental Acidental Acidental Acidental Ornamental Ornamental Ornamental Ornamental Voucher A. 2511 (ICN) V. Schneider 1182 (ICN) A. Kinupp 2914 (ICN) V. Irgang (ICN 9278) V. radiata (Sch. Scneider (ICN 123098) B. 2938 (ICN) *B (Carneiro. Hypochaeris radicata L. (i) Silybum marianum (L. 257-268. Taraxacum officinale Weber ex F. Matzenbacher (ICN 61682) C. Crepis capillaris (L. Schneider 1137 (ICN) M. Lactuca serriola L. Porto 1642 (ICN) N.) R. Anthemis cotula L. 2007 . Chamomilla recutita (L. Wigg. Sobral 2771 (ICN) C. (i) Coreopsis lanceolata L. Centaurea melitensis L. Balsaminaceae Impatiens balsamina L. P. Cotula coronopifolia L. Mondim 2880 (ICN) M.) Bernh. Sonchus asper (L. Mondin 2993 (ICN) M. Azevêdo-Gonçalves 122 (ICN) N. Lactuca canadensis L. Kinupp 2469 (ICN) A. Schneider 038 (ICN) C.) Cass.) Link Torilis nodosa (L. p. Arzivenco 181 (ICN) A. Coleostephus myconis (L.) Benth. Sobral 1510 (ICN) A. Ritter 498 (ICN) A. 1998) N. 2. Arzivenco (ICN 42344) M. Carneiro 162 (ICN) A. n. Azevêdo-Gonçalves 125 (ICN) C.) Gaertn. A. Apocynaceae Asclepias curassavica L. Kinupp 2921 (ICN) BIOCIÊNCIAS. Hypochaeris glabra L. Jessop.H. Helianthus laetiflorus Pers. Matzenbacher (ICN 86066) A. Schneider 1185 (ICN) L. Schneider 1192 (ICN) M. Tithonia diversifolia (Hemsl. Lapsana communis L.) Rauschert Cirsium vulgare (Savi) Ten. Azevêdo-Gonçalves 31 (ICN) A. Anthemis mixta L. v. Ritter 598 (ICN) A. 262 Família / Espécie Torilis arvensis (Huds. Araceae Alocasia macrorrhizos (L. Neves (ICN 83443) *B (Carneiro & Irgang. (i) Basellaceae Anredera cordifolia (Ten.

) All. Stellaria media (L. Murdania nudiflora (L.) Nelson & Macbride Cerastium glomeratum Thuill. Irgang (ICN 27343) BIOCIÊNCIAS.) Hallier f. Sisymbrium officinale (L. Lepidium aletes J. Kinupp et al. (i) Caryophyllaceae Agrostemma githago L. Lindman et al.SCHNEIDER A. Spergula arvensis L. Kinupp et al. jul. Alburqerque (ICN 64309) V.) Desv. Hagelund 1356 (ICN) *B (Kissman & Groth.) L. 15. Sinapis arvensis L. Arzivenco (ICN 42272) A. A. ex Schult.) Koch Brassica rapa L. Convolvulaceae Convolvulus arvensis L. 2000) L. Carneiro 639 (ICN) B. Silene anthirrhina L. Hagelund (ICN 12516a) *B (Cordazzo & Ulrich. Lepidium ruderale L. 1998) K. Garcia 459 (ICN) J. Rapistrum rugosum (L. (ICN 8179) *B (Lorenzi. Schneider 1384 (ICN) J.F. 263 Família / Espécie Boraginaceae Echium plantagineum L. 1992) K. Carneiro 538 (ICN) *B (Lorenzi. Br. f.) R. Luffa aegyptiaca Mill.) Brenan Zebrina pendula Schnizl. Kalanchoe tubiflora Raym.) Willd. Kinupp et al. 2. Lobularia maritima (L. p. Carneiro 784 (ICN) *B (Carneiro. Irgang (ICN 8030) B. Carneiro 625 (ICN) *B (Kissman & Groth. Marodin 248 (ICN) *B (Schneider & Irgang. 1992) *B (Kissman & Groth. 1992) *B (Lorenzi. Silene gallica L. Raphanus sativus L. 2007 . Momordica charantia L. n. Irgang (ICN 51679) V. Irgang (ICN 88126) *B (Carneiro & Irgang. Hagelund (ICN 12439) *B (Kissman & Groth. Macbr. 257-268. Merremia dissecta (Jacq. 2005) B. Caprifoliaceae Lonicera japonica Thunb. Hagelund 6726 (ICN) L. Porto Alegre. Nome popular Origem geográfica Forma de introdução Acidental Forrageira Forrageira Acidental Acidental Acidental Acidental Acidental Acidental Ornamental Forrageira Forrageira Forrageira Forrageira Forrageira Ornamental Acidental Acidental Acidental Acidental Acidental Acidental Acidental Acidental Acidental Acidental Acidental Acidental Acidental Ornamental Acidental Acidental Acidental Acidental Ornamental Ornamental Ornamental Comestível Medicinal Comestível Voucher borrago-do-campo mostarda-negra mostarda --bolsa-de-pastor mastruço mastruço mastruço mastruço alisso nabiça rabanete-silvestre rugosum mostarda rabanete-silvestre madressilva agrostema espinheira orelha-de-rato cordão-de-sapo --alfinete-da-terra alfinete pega-pinto. v. Chenopodiaceae Chenopodium album L. Lindeman et al. Silveira (ICN 23867) K. Crassulaceae Kalanchoe pinnata (Lam. Chenopodium ambrosioides L. Lepidium campestre (L. 1992) A. 2451 (ICN) A. Carneiro 382 (ICN) E. 2000) B. 1999) M. Arzivenco (ICN 44545) F. (i) Brassicaceae Brassica nigra (L. 2757 (ICN) A. Polycarpon tetraphyllum (L. Cakile maritima Scop. Commelinaceae Commelina benghalensis L.-Hamet Sedum multiceps Cosson et Durieu Cucurbitaceae Cucumis anguria L. Lepidium virginicum L.) Vill. Raphanus raphanistrum L. 2000) V. Cardionema ramosissimum (Weinm. (ICN 8516) A. 1988) A. Carneiro 643 (ICN) K.) Pers. Drimaria cordata (L. gorga esperguta fedegosa ambrisina trapoeraba trapoerabinha zebrina corda-de-viola corda-de-viola campainha-vermelha --folha-da-fortuna cacto-da-abssínia estrelinha-gorda pepino-de-espinho bucha melão-de-são-caetano Europa Eurásia Europa Europa Europa Eurásia Eurásia Eurásia América do Norte Europa Europa Europa Europa Europa Europa Ásia (Japão) Ásia Europa Europa América tropical Europa América do Norte Europa Europa Europa Europa América do Norte Ásia África América do Norte Europa África América tropical América tropical África África África África Eurásia Ásia A. Kinupp 2215 (ICN) S. Capsella bursa-pastoris Medic. Garcia 819 (ICN) E.2764 (ICN) E. Ipomoea fimbriosepala Choisy Ipomoea quamoclit L. Grings 156 (ICN) V.) Scop.

Dutra 168 (ICN) A. Mey. (i) Iridaceae Gladiolus hortulanus L. BR. Silva 786 (ICN) M. 1999) Longhi-Wagner et al. Trifolium repens L. Sobral 3086 (ICN) A. n. Ritter 968 (ICN) *B (Carneiro & Irgang. Cyperus rotundus L. Miotto 1374 (ICN) S. 15. Geranium robertianum L.) Sweet Lotus corniculatus L. Euphorbia prostrata Aiton Ricinus communis L. Irgang (ICN 5258) --------tritônia Europa Europa África Acidental Acidental Ornamental F.) Druce Iridaceae Crocosmia x crocosmiiflora (Lemoine) N. Porto 830 (ICN) B. Medicago arabica (L. Allem (ICN 2542) S. 264 Família / Espécie Cyperaceae Cyperus esculentus L. Ferreira 420 (ICN) M.E. Allem (ICN 25631) M. Gentianaceae Blackstonia perfoliata (L. Irgang (ICN 9811) A. 3459 (ICN) J.) Schott Euphorbiaceae Croton lobatus L.) Huds. Boldrini 1268 (ICN) S. ex Reichard Vicia sativa L. Miotto 1382 (ICN) M. Presl Nephrolepis pectinata (Willd. A. 2000) *B (Carneiro & Irgang.H. Schneider 1174 (ICN) *B (Kissman & Groth. vica ervilhaca. Euphorbia hirta var. Trifolium pratense L. Trifolium dubium Sibth. Miotto 1985 (ICN) A. 1992) B. 2007 .) Vahl Davalliaceae (Pteridophyta) Nephrolepis cordifolia (L. 257-268. Centaurium pulchellum (Sw. Medicago polymorpha L. jul. Melilotus indicus L. Miotto 1745 (ICN) L.) C. Trifolium campestre Schreb. Gäelzer (ICN 41326) A. Cyperus iria L. Schneider 59 (ICN) A. Marodin 50 (ICN) palma feijão-gandu guizo lab-lab cornichão siratro trevo-manchado alfafa-lupulina alfafinha. Ritter 1237 (ICN) S. 1992) *B (Lorenzi. Dillemburg (ICN 59433) S. Euphorbia cyathophora Murr. Melilotus albus Medik. Carneiro 437 (ICN) S. Fimbristylis miliacea (L. p. Bailey Fabaceae Cajanus cajan (L. Schneider 1177 (ICN) M. Vicia angustifolia L. Miotto (ICN 63218) S. Psoralea pinnata L. Miotto 1960 (ICN) L. v. ophthalmica ( Pers. Schneider 88 (ICN) A. Miotto 1329 (ICN) M. trevinho alfafa trevo-cheiroso trevo-de-cheiro --trevo trevo trevo-vermelho trevo-branco tojo ervilhaca. vica vica bico-de-cegonha bico-de-cegonha Ásia e África Eurásia África África Eurásia América do Norte Europa Eurásia Europa Europa Eurásia Eurásia África Eurásia Eurásia Europa Europa Europa Eurásia Europa Europa Europa Europa Ornamental Comestível Forrageira Comestível Forrageira Forrageira Forrageira Forrageira Forrageira Forrageira Acidental Acidental Forrageira Forrageira Forrageira Forrageira Forrageira Acidental Forrageira Forrageira Forrageira Acidental Acidental A.SCHNEIDER A. Porto (ICN 25508) J. Ulex europaeus L. Medicago sativa L. 2. 1999) BIOCIÊNCIAS. Jarenkow 1549 (ICN) S. Dillemburg 40 (ICN) I.) Hudson Medicago lupulina L. Vicia villosa Roth Geraniaceae Geranium dissectum L. Flores 201 (ICN) M. Macroptilium atropurpureum Urb.) Millsp. ) Allem & Irgang Euphorbia hyssopifolia L. Lablab purpureus (L. Schifino 969 (ICN) A. Crotalaria lanceolata E. Lamiaceae Nome popular Origem geográfica Forma de introdução Voucher tiriricão tiririca tiririca tiririca samambaia-de-metro escadinha-do-céu mandioquinha leiteira quebra-pedra erva-de-santa-luzia quebra-pedra mamona América do Norte Eurásia Eurásia Ásia Ásia Ásia América tropical América do Norte América tropical América do Norte América tropical África Acidental Acidental Acidental Acidental Ornamental Ornamental Acidental Ornamental Acidental Acidental Acidental Acidental *B (Kissman & Groth. Porto Alegre.

& Scherb. Leonurus sibiricus L. Carneiro 612 (ICN) *B (Kissman & Groth. Mentha rotundifolia (L. jul. Nyctaginaceae Boerhavia diffusa L. Plantago major L. Souza (ICN 110727) A. Mentz (ICN 101598) A. Arundo donax L. Linaria texana Scheele Plantago coronopus L. Oxalis latifolia Kunth Papaveraceae Argemone mexicana L. Schneider 1322 (ICN) V. Carneiro 584 (ICN) I. 2000) L. Nome popular menta-selvagem cordão-de-frade erva-macaé falsa-menta erva-virgem hortelã hortelã prunela hortelã-das-roças lírio-regalo malva-de-crista malva malva malvastro malva-roxa escarlate bacuru-mirim erva-tostão maravilha. 1992) V. Prunella vulgaris L.Carneiro 597 (ICN) A. Stehmann 387 (ICN) S. Kinupp 2547 et al. Plantaginaceae Cymbalaria muralis P. Vendrusculo 128 (ICN) Z. Centunculus minimus L. Mirabilis jalapa L. B. Veronica persica Poir. Liliaceae Lilium regale E.SCHNEIDER A. (ICN) L.) Schltdl. Malvastrum coromandelianum (L. 15. Leonotis nepetifolia R. Scoparia dulcis L.) Garcke Urena lobata L. (ICN) J. v. Müller 031 (ICN) A. Marodin 283 (ICN) *B (Lorenzi. Schneider 1464 (ICN) G. Porto (ICN 28854) M. Oxalidaceae Oxalis corniculata L. Leucas martinicensis (Jacq. 2000) L. Mey. Marodin 87 (ICN) M. Boldrini 1143 (ICN) G. Kinupp 2456 et al. Phytolacaceae Petiveria alliacea L. Schneider (ICN 123112) K.) Huds. 2007 . Gaertn. Mentha x piperita L. Hagelund 6483 (ICN) L. Irgang (ICN 27449) S. Porto 1053 (ICN) *B (Lorenzi. Arzivenco (ICN 42312) S. jalapa trevo-azedo trevo-azedo papoula-de-espinho fumária papoula guiné ----tansagem tansagem tansagem vassourinha ----verônica mentinha --fluva cana-do-reino Origem geográfica Europa África Ásia América tropical Europa Europa Europa Europa Europa Ásia América do Norte Europa Europa América tropical Ásia Europa Europa América tropical América do Norte Europa América do Norte América tropical Europa Europa América tropical Europa América do Norte Europa Europa Europa América tropical Europa Europa Ásia Ásia América do Norte Europa Eurásia Forma de introdução Acidental Medicinal Acidental Medicinal Medicinal Medicinal Medicinal Medicinal Medicinal Ornamental Acidental Acidental Medicinal Acidental Acidental Acidental Acidental Acidental Ornamental Acidental Acidental Acidental Acidental Ornamental Ornamental Acidental Acidental Acidental Acidental Medicinal Acidental Acidental Acidental Acidental Acidental Acidental Acidental Ornamental Voucher *B (Kissman & Groth. Arzivenco (ICN 42248) S. Br. Wilson Malvaceae Anoda cristata (L. 2. Myrsinaceae Anagallis arvensis L. Br. Garcia 788 (ICN) A. Malva sylvestris L. Arzivenco (ICN 44556) M. Deiro et al. Marodin 153 (ICN) E. Arzivenco (ICN 42239) C. Papaver rhoeas L. Carneiro 595 (ICN) M. Ritter 1221 (ICN) L. Ferreira (ICN 137725) BIOCIÊNCIAS. Plantago lanceolata L. 1992) B. Marodin 143 (ICN) A. Porto Alegre. p. Veronica anagallis-aquatica L.. 257-268. Poaceae Aira elegantissima Schur Anthoxanthum odoratum L. Marrubium vulgare L. A. Veronica arvensis L.) R. H. Sobral 3365 (ICN) A. Veronica peregrina L. 265 Família / Espécie Lamium amplexicaule L. Malva parviflora L. Stachys arvensis L. (ICN 82435) A. n. Fumaria officinalis L. Carneiro 649 (ICN) A. Ceconi (ICN 32329) G.

) Roem. Ikuta (ICN123424) Setaria sphacelata (Schumach. A. p. Leptochloa filiformis (Lam.) Pers. Porto 21926 (ICN) J. Eragrostis cilianensis (All. Digitaria bicornis (Lam. Normann 181 (BLA) J. Rúgolo 1420 (ICN) *B (Kissman & Groth. Eragrostis plana Ness (i) Holcus lanatus L. Carneiro 237 (ICN) *B (Kissman & Groth.) P. Briza maxima L.) Pers. 2005) *B (Lorenzi. Jacobs Melinis minutiflora P. 2000) A. Camporal (ICN 142634) I. Beauv. Beauv. 257-268. Eragrostis ciliaris (L. Boldrini 982 (ICN) T.SCHNEIDER A. n. Canto-Dorow 319 (ICN) R. Garcia 608 (ICN) J. Trevisan 362 (ICN) L. Girardi (ICN 21954) M. 266 Família / Espécie Avena barbata Pott ex Link Avena fatua L. 2000) A. Longhi-Wagner 5086 (ICN) A. Cynodon dactylon (L. Hagelund 6712 (ICN) F. & Schult. ex M.. Carneiro 707 (ICN) A. Schneider 1517 (ICN) E.) Pers. Sacco 244 (ICN) *B (Boldrini et al.) Beauv. África Ásia Ásia África Ásia Europa Ásia Eurásia Eurásia Ásia Europa África Europa África Europa Eurásia Europa e África Ásia Ásia Europa Europa Eurásia África África África Ásia Eurásia América do Norte África África África Ásia Europa Europa Europa África África África Forma de introdução Forrageiro Forrageiro Forrageiro Acidental Acidental Acidental Acidental Ornamental Cosmopolita Acidental Acidental Cosmopolita Acidental Cosmopolita Acidental Forrageiro Forrageiro Acidental Acidental Acidental Acidental Forrageiro Forrageiro Acidental Acidental Acidental Acidental Forrageiro Acidental Forrageiro Forrageiro Forrageiro Acidental Acidental Forrageiro Acidental Forrageiro Forrageiro Forrageiro Ornamental Acidental Acidental Acidental Acidental Forrageiro Forrageiro Voucher J.) P. Longhi-Wagner 2784 (ICN) H. Longhi-Wagner 2785 (ICN) A. Lima 346 (ICN) E. Chloris gayana Kunth Coix lacrima-jobi L.) Moench. Phyllostachys aurea Carrière ex Rivière & C. sorgo-selvagem sorgo BIOCIÊNCIAS. Eleusine indica (L.) Link Echinochloa crusgalli (L. 15.) Koeler Digitaria eriantha subsp. Moss setária-amarela Sorghum arundinaceum (Desv. 2000) A. 1992) *B (Lorenzi. Polypogon monspeliensis (L. Canto-Dorow 610 (ICN) I.) P. 2000) I. Valls 41282 (ICN) A. 2001) T. Nome popular aveia-barbada aveia-fatua aveia guizo-de-cascavel capim-treme-treme capim-búfalo capim-de-rhodes capim-de-lágrima grama-seda capim-milhã capim-colchão-miúdo capim-pangola capim capim-colchão milhã-violeta capim-coloninho capim-arroz capim-pé-de-galinha capim capim-mimoso capim-peludo capim-annoni capim-lanudo capim-jaraguá capim capim-mimoso capim-olímpio azevém azevém joio capim-colonião capim-gordura capim-favorito arroz-selvagem grama-portuguesa --milheto capim-quicuio capim-elefante bambu-de-jardim pastinho-de-inverno --capim Origem geográfica Eurásia Eurásia Eurásia Eurásia Eurásia América do Norte África Ásia Eurásia. Lolium temulentum L. (i) Hyparrhenia rufa (Ness) Stapf Koeleria phleoides (Vill. Dutra 395 (ICN) H. 2007 .) Stapf Sorghum bicolor (L. Simon & S. Digitaria violascens Link Echinochloa colona (L.B. 2000) E.E. Pilz 381 (ICN) *B (Lorenzi. Megathyrsus maximus (Jacq. Camporal (ICN 142647) *B (Lorenzi. Porto 910 (ICN) M. Pennisetum purpureum Schumach. Porto Alegre. Boldrini 1161 (ICN) *B (Canto-Dorow. Boldrini (ICN 138248) I. Panicum repens L. Garcia 612 (ICN) A.K. ex Chiov. Digitaria sanguinalis (L.) Scop.) Leeke Pennisetum clandestinum Hochst. Garcia 606 (ICN) M. pentzii (Stent) Kok Digitaria longiflora (Retz. 1992) A. Digitaria ciliaris (Retz. Canto-Dorow 405 (ICN) T. Sampaio 709 (ICN) F. Briza minor L. Rivière Poa annua L. v.) Vignolo ex Janch.) R. Avena sativa L. Valls et al. Cenchrus ciliaris L. (i) Lolium perenne L. Beauv. Lolium multiflorum Lam. jul. Carneiro 412 (ICN) A. Pilz 310 (ICN) K. Carneiro 216 (ICN) Z. Beauv. 2683 (ICN) K.) Desf. Eragrostis pilosa (L. Leptochloa virgata (L. Paspalum boscianum Flüggé Pennisetum americanum (L.) Stapf & C. Hubb.) Gaertn. Polypogon maritimus Willd.W. (i) Melinis repens (Willd.) Zizka (i) Oryza sativa L. Trevisan (ICN) *B (Lorenzi. Hagelund 15223 (ICN) H.L. Br.) B. 2. Boldrini 1430 & R.

2956 (ICN) J. Rumex conglomeratus Murray Rumex crispus L. Falkenberg 289 (ICN) R. B. ex A. v. Datura ferox L. Stehman 416 (ICN) A. Nome popular sorgo-de-alepo tanner-grass braquiarão braquiária capim-de-lastro papuã braquiária-peluda pastinho-de-inverno pastinho-de-inverno trigo-mourisco cipó-de-veado erva-de-bicho erva-de-bicho erva-de-bicho língua-de-vaca língua-de-vaca língua-de-vaca-crespa língua-de-vaca língua-de-vaca beldroega Origem geográfica Ásia África África África África África África Europa Europa Ásia Eurásia Eurásia Europa Europa Eurásia Europa Europa Europa Europa Ásia Forma de introdução Forrageiro Forrageiro Forrageiro Forrageiro Forrageiro Forrageiro Forrageiro Acidental Acidental Forrageiro Acidental Acidental Acidental Acidental Acidental Acidental Acidental Acidental Acidental Acidental Cosmopolita Ornamental Acidental Acidental Voucher J. Nguyen (i) Urochloa plantaginea (Link) Webster (i) Urochloa ruziziensis (R. Girardi (ICN 22015) A. Mentz (ICN 101609) BIOCIÊNCIAS. Carneiro 682 (ICN) A.) Webster (i) Urochloa decumbens (Stapf) Webster (i) Urochloa mutica (Forssk. Irgang (ICN 29455) samambaia-das-taperas Europa samambaia-de-muro ----Eurásia Europa Europa morango-da-índia morango-do-mato grama-japonesa espada-de-são-jorge balãozinho --sapatinho-de-vênus --verbasco verbasco trombeteira estramônio estramônio estramônio Ásia Europa Ásia África Ásia África Andes (Peru) Eurásia Europa Europa América tropical Ásia Ásia Ásia Comestível Ornamental Ornamental Ornamental Acidental Ornamental Ornamental Acidental Acidental Acidental Ornamental Acidental Acidental Acidental A. Longhi-Wagner et al. Brack et al.) Gray Vulpia myuros L. Sapindaceae Cardiospermum halicacabum L. Sansevieria trifasciata var. Boldrini 1436a (ICN) *B (Boldrini et al. Valls et al. Polygonum aviculare L. Scrophularia peregrina Benth. Polygonum persicaria L. Marodin 262 (ICN) A. A. Rumex acetosella L. Carneiro 683 (ICN) *B (Kissman & Groth.) Pers. Ranunculus parviflorus L. Solanaceae Brugmansia suaveolens Bercht. laurentii (De Wild. Calceolaria chelidonioides H. 2000) A. Valls et al. p. 34708 (ICN) P. Br. (ICN 62295) *B (Boldrini et al. Schultz 664 (ICN) A. 2. Roehe (ICN 34187) B. Datura stramonium L. Lindman (ICN 20892) N. 1992) E. ex T. coronarius Sims Ruscaceae Ophiopogon japonicus (L. Schultz 392 (ICN) M. 2005) *B (Boldrini et al. Ruedell (ICN 94762) F. Verbascum virgatum Stockes Verbascum thapsus L. Ranunculaceae Ranunculus muricatus L. & Evrard) Crins (i) Vulpia bromoides (L. Garcia 482 (ICN) A.SCHNEIDER A.) T.) Kuhn (i) Pteris vittata L. Marodin 314 (ICN) *B (Lorenzi.Q. (ICN 140829) L.) N. 2007 . Matzenbacker (ICN 112535) J. & K. Rumex obtusifolius L. Rumex pulcher L. 15. Schneider 60 (ICN) J. Kinupp 2755 (ICN) A. 2005) Bins et al.. Carneiro 384 (ICN) B. 257-268. 2006) S. 518 (ICN) J. Polygonum lapathifolium L.E. 267 Família / Espécie Sorghum halapense (L. Rosaceae Duchesnea indica (Andrews) Focke Rubus rosifolius var. jul. Schneider (ICN 123117) V. Schneider 1144 (ICN) *B (Mondin.f. Germ. Porto Alegre.. Carneiro 679 (ICN) A. Datura metel L. Irgang et al. Kinupp 2753 (ICN) V. Portulacaceae Portulaca oleracea L. & Presl. Scrophulariaceae Buddleja madagascariensis Lam. Viana (ICN 7905) S. Durand & Schinz) Morrone & Zuloaga (i) Urochloa brizantha (Hotchst. Rich.) Ker Grawl. 2005) H. Pteridaceae (Pteridophyta) Pteridium aquilinum (L.. Silva (ICN 94760) E. 3078 (ICN) I. Polygonaceae Fagopyrum esculentum Moench Polygonum convolvulus L. n. Urochloa arrecta (Hack.

Hagelund 13296 (ICN) J. n. Forst. Violaceae Viola odorata L. Waechter 673 (ICN) P. Sobral 7852 (ICN) K.F. 1998) capuchinha ramí. Neves (ICN 83272) BIOCIÊNCIAS. & Guillaumin Pilea microphylla (L. Porto Alegre. A. Kinupp 2910 (ICN) R. Vendrusculo 200 (ICN) L. Hedychium coronarium J.) Gaudich. Brack 661 (ICN 62295) G. Favalli 5847 (ICN) V.SCHNEIDER A. Hedychium coccineum Buch. Reed Tropaeolaceae Tropaeolum majus L. Pilea cardierei Gagnep. jul. ) C. Castro (ICN 94891) J. Urtica urens L. Weberling 44869 (ICN) M. Zingiberaceae Alpinia speciosa (Blume) D. 257-268. ex Sm. Pilea nummularifolia (Sw. p.) Liebm. 268 Família / Espécie Thelypteridaceae (Pteridophyta) Thelypteris hispidula (Decne. 15.) Wedd. Dietr. ramí-branco parietária pílea-alumínio dinheirinho dinheirio-em-penca urtiga violeta-européia lírio-do-brejo gengibre-vermelho lírio-do-brejo Andes (Peru) Ásia (China) América tropical Ásia (Vietnã) América tropical América tropical Europa Europa e África Ásia Ásia Eurásia e África Ornamental Ornamental Cosmopolita Ornamental Ornamental Ornamental Acidental Ornamental Ornamental Ornamental Ornamental F. 2007 . v. Koing (i) Nome popular Origem geográfica Forma de introdução Voucher --- Eurásia Ornamental *B (Carneiro. Parietaria debilis G. Urticaceae Boehmeria nivea (L. 2. Schmidt (ICN 67353) P.-Ham.