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MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DRAGA DE MERGULHO TIPO S e BACKACTER 900 - Uma

MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO

DRAGA DE MERGULHO TIPO S e BACKACTER 900

E MANUTENÇÃO DRAGA DE MERGULHO TIPO S e BACKACTER 900 - Uma nova dimensão em dragagem

- Uma nova dimensão em dragagem -

Introdução

1. Este manual foi elaborado principalmente para os operadores / operários de uma draga para águas profundas equipada com o tipo Backacter 900. Este documento é considerado primordial para a operação e manutenção corretas e seguras do equipamento. Este manual foi elaborado com o objetivo de tentar impedir operações incorretas e displicente do operador da draga e seu Backacter. A máquina só pode ser operada por pessoal qualificado e treinado.

2. Este manual deve ser fornecido a todos os operadores e membros do pessoal, que trabalhe com este equipamento. Por este manual recomenda-se que nenhum operador trabalhe a bordo da draga para águas profundas sem estar familiarizado com as diretrizes e informações deste documento.

Se os termos e/ou conceitos utilizados não estiverem claros ao operador, este deve procurar maiores informações entrando em contato com o fabricante ou um representante autorizado. Obter esclarecimentos sobre as informações técnicas é de responsabilidade dos operadores / proprietários.

3. Além disso os regulamentos neste manual de instruções, os regulamentos e normas nacionais, regionais ou locais do país, no qual a máquina está sendo operada devem ser rigorosamente observados.

4. Todo o pessoal de manutenção / operação deve segui as informações e instruções apresentadas neste manual para o desempenho correto, redução de custos de reparos, perda de tempo e eliminação de riscos.

5. Este manual de operação e manutenção deve permanecer a bordo da draga para águas profundas.

6. Este manual não abrange modificações/reformas extensas, já que estas operações devem ser realizadas por especialistas com experiência suficiente neste campo e/ou somente após a aprovação por ou por meio de consulta ao fabricante.

7. Quando substituir/reparar peças: utilize somente peças originais. Se uma alternativa for utilizada para uma peça, esta deve ser sempre selecionada em consulta ao fabricante ou projeto. O não atendimento a estas dispositivos irá invalidar a garantia e a responsabilidade em relação à escavadeira e outros equipamentos a bordo.

8. Se a draga/escavadeira apresentar defeitos ou falhas que possam colocar em risco a segurança de pessoas e materiais, estes defeitos ou falhas devem ser solucionadas, antes que as operações sejam reiniciadas.

Introdução

9. As figuras, desenhos e imagens neste manual são inseridas para esclarecer os textos pertinentes. Estes elementos podem diferir da situação real.

10.Quaisquer reivindicações de garantia derivadas de operação displicente, manutenção imprópria e inadequada, o uso de componentes / óleos / lubrificantes / combustíveis não autorizados, em conflito com este manual, não observando estas instruções, são afastadas e não podem ser aceitas. A operação com caçambas maiores que as descritas neste manual irá gera/resultar em redução imediata da vida útil de diversos componentes e tais caçambas não são abrangidas pela responsabilidade do projetista / fornecedor da escavadeira.

11.Modificações realizadas na máquina sem permissão do fabricante, invalidam a garantia sobre a draga. Perigo: Modificações na máquina sem consulta ao e aprovação do fabricante podem resultar imediatamente em situações perigosas.

12.Todos os componentes são verificados e ativados por meio do software. Não é possível adquirir e simplesmente instalar componentes como diesel, bombas H, solenóides, etc. mesmo que sejam do mesmo fabricante ou série.

13.A DE DONGE se reserva o direito de cancelar quaisquer reivindicações de garantia, demandas de reparos, etc. sem aviso prévio, se outras peças não originais forem utilizados para reparos e/ou manutenção e em caso de uso não autorizado de caçambas muito grandes.

14.A DE DONGE se reserva o direito de realizar quaisquer alterações técnicas em comparação com as ilustrações/ figuras apresentados neste manual e se reserva o direito de fornecer instruções adicionais e recomendações (posteriores).

15.Garantias e responsabilidades estão sujeitas aos termos e condições comerciais gerais da DE DONGE, não sendo trocadas e sujeitas às informações neste manual.

16.As informações neste manual são de propriedade da DE DONGE e não podem ser reproduzidas, não podem ser utilizadas por qualquer outra razões/ou distribuídas sem a permissão prévia, por escrito, da DE DONGE. Todos os direitos reservados.

Introdução

Este manual é um texto que exigiu muito trabalho e o máximo possível da nossa experiência integrados. Contudo, ele pode ser sempre mais completo e/ou novas experiências podem ser integradas.

Portanto nós esperamos que os operadores/usuários/gerentes de instalações nos forneçam sua visão sobre quaisquer pontos estabelecidos e sobre novos pontos.

- XXX -

A partir deste conceito a Backacter é um rearranjo de técnicas existentes. A amplitude deste desenvolvimento é, contudo, uma "nova dimensão em dragagem".

Doravante as novas experiências são reservadas para adaptação ou adição a este manual.

Em relação aos catálogos de componentes e peças sobressalentes, recomendamos o uso das peças sobressalentes "Docomp". Lembre-se de que tais peças padrão podem conter alterações e adaptações implementadas/incorporadas não encontradas nas especificações do produto (exemplo: solenóides, cilindros, válvulas, filtros, resfriadores a diesel, engrenagens giratórias, motores H, Caixas de engrenagens, acoplamentos, etc.).

Em relação aos tubos hidráulicos, reconhecemos que, em caso de pedidos de novos tubos, pode haver desvios, já que os tubos de serviço podem ter sido adaptados. Isto é especialmente possível para "tubos fechados" e sala de motores / tubulação de base do sistema.

ÍNDICE

Introdução

2

VISÃO GERAL E NOMES DAS PARTES PRINCIPAIS

8

1. INFORMAÇÕES GERAIS

9

1. INFORMAÇÕES GERAIS

10

2. DESCRIÇÃO GERAL

14

3. ESCAVAÇÃO

26

4. AUTO-PROPULSÃO

40

5. ESTABILIDADE

42

6. POSIÇÃO DE TRABALHO

45

7. CAÇAMBAS

47

8. FORÇA / RESISTÊNCIA DOS ESTABILIZADORES DE FUNDO

71

9. TRANSPORTADORA DOS ESTABILIZADORES

73

10. MOVIMENTAÇÃO DA DRAGA

74

11. ALOJAMENTOS DOS ESTABILIZADORES

75

12. REEFING DOS ESTABILIZADORES

77

13. PROCEDIMENTO DE TENSIONAMENTO DO CABO DE FORÇA

82

14. ARMAZENAMENTO DOS EQUIPAMENTOS DA ESCAVADEIRA QUANDO

 

OCIOSOS

83

15. REMOÇÃO DOS ESTABILIZADORES

84

16. MANUTENÇÃO GERAL DO BACKACTER

85

17. Sistema Intermediário do Pedestal

86

18. Sistema de acionamento rotativo

89

19. Anel rotativo

93

20. Carro superior

96

21. CABINE, CONTROLES E INSTRUMENTAÇÃO

98

22. RESTRIÇÃO AO USO DA ESCAVADEIRA

109

23. A lança e seus cilindros (levantamento)

111

24. A extensão e seus cilindros

117

25. O sistema hidráulico

120

26. SALA DE MÁQUINAS PRINCIPAL (E.R.)

172

27. Fontes de alimentação elétrica para um Backacter 1100 (50 Hz)

192

28. SOLDAS NO BACKACTER, ALOJAMENTOS E TRANSPORTADORA DOS

ESTABILIZADORES

194

29. GUINCHOS

195

30. INDICADOR DA POSIÇÃO DA CAÇAMBA

196

31. BATERIAS

197

32.

JUNTA ROTATIVA DO BACKACTER-FLUTUANTE

198

33. ENGRAXAMENTO

199

34. MANUTENÇÃO GERAL

214

35. TRANSPORTE

221

36. AMARRAÇÃO PARA TRANSPORTE MARÍTIMO

223

37. CONDIÇÕES DE OCIOSIDADE

229

38. DIAGRAMA DO PORÃO DE LASTRO

231

39. MONTAGEM DE UM CAPTADOR OU MARTELO DE ROCHA CLAMSHELL

232

40. MOTORES PRINCIPAIS DO BACKACTER

233

41. SOLDAS E TIPOS DE AÇO

234

42. INSTRUÇÕES PARA TRABALHOS EM AMBIENTES FRIOS

236

43. FERRAMENTAS IMPORTANTES

237

44. ADVERTÊNCIAS IMPORTANTES

238

45. REQUISITOS BÁSICOS PARA O PESSOAL

239

46. REGRAS E EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA

240

47. ACOMODAÇÃO

268

48. SALA DAS BOMBAS

269

ANEXOS

270

Anexo 4: Solda na lâmina / adaptadores da caçamba:

271

ÍNDICE

Apêndice 1.

Anel giratório IMO

Apêndice 2.

Acionamento rotativo Siebenhaar

Apêndice 3.

Assento ISRI, manual de instruções

Apêndice 4.

Procedimento de solda para placas fundidas de aço M-122:420 da parte superior / lança /

Apêndice 5.

extensão e para elementos fundidos da caçamba. Características dos motores a diesel Cummmins, Caixa de engrenagens HVP - E4

Apêndice 6.

desenhos 0000 - 011530 manual, Desenho do acoplamento flexível para finalidades de definição. Descrição dos sistemas Donge dredge com escavadeira marítima BA 1100.

Apêndice 7.

- Memo: engraxamento dos pontos de pivotamento Backacter 1100

- Modelo de bomba Multilinhas 215 e bomba Lubrigun.

Apêndice 8.

Plano do tanque

Apêndice 9.

Instalação Hidráulica

Apêndice 10.

Dimensões / pesos do Backacter e diagramas de dragagem

Apêndice 11.

Instalações da sala de bombas

Apêndice 12.

Procedimento da Sala dos Impulsores 103

Apêndice 13.

Plano de amarração para reboque marítimo 4983

VISÃO GERAL E NOMES DAS PARTES PRINCIPAIS

1. Anel rotativo

9. Cilindro da caçamba

2. Engrenagem rotativa

10.Caçamba

3. Carro superior

11.Alavanca

4. Cabine de operação

12.Braço

5. Cilindro do monobloco

13.Proteção do cilindro da caçamba

6. Monobloco

14.Adaptador "Eurlock" da caçamba

7. Cilindro da extensão

15.Dente "Eurdo" da caçamba com sistema de

8. Extensão

fixação "Eurofix".

16.Estabilizador do monobloco

fixação "Eurofix". 16.Estabilizador do monobloco Fig. 1 Os motores a diesel são posicionados na parte

Fig. 1

Os motores a diesel são posicionados na parte interna do casco da draga (não indicados na fig. 1).

1.

INFORMAÇÕES GERAIS

- Informações específicas da draga a serem concluídas pelo proprietário

1.1Generalidades:

 

- Nome

:

No Woman No Cry

- Porto de registro

:

Rotterdam

- Tipo

:

Draga de mergulho Donge tipo S1

- Ano de construção

:

2009

- Número do pátio

:

4983

- Bandeira

:

Holanda

1.2Dimensões

 

1.2.1

Dimensões do casco da draga:

 

- Comprimento (básico)

:

30,00 metros

- Comprimento (total)

:

31,80 metros

- Dimensões

:

1600 mm x 1600 mm

- Peso por estabilizador

:

90 toneladas aproximadamente

1.

INFORMAÇÕES GERAIS

1.2.3 Escavador Backacter:

Fabricante

:

BACKACTER, tipo 900

Peso total

:

Aprox. 300 ton. peso total

Pedestal incluindo anel rotativo e acionamentos (acionamento rotativo sem motor H (4x))

:

(aprox. 2750 kg)

Carro superior, incluindo tubulação

interna

:

Aprox. 65 ton. peso total

Junta rotativa hidráulica (1)

:

Aprox. 2000 kg

Um bloco intermediário de borracha

:

Aprox. 115 kg

Um eixo de montagem vertical

:

Aprox. 70 kg

Cabine

:

Aprox. 4 ton.

Peso do monobloco, 16 m (sem cilindros)

:

Aprox. 75 ton. peso total

Cilindros de peso monobloco, 13 ton.

cada Peso dos cilindros da extensão, cada 6,5

:

Aprox. 26 ton. peso total

ton.

:

Aprox. 13 ton. peso total

Peso da caçamba de 13 m 3

:

Aprox. 16 ton. peso total

Peso da caçamba de 18 m 3

:

Aprox. 19 ton. peso total

Peso dos cilindros da caçamba, 4 ton.

cada Alavancas/braço da caçamba (2x), cada

:

Aprox. 8 ton. peso total

1800 + 500

:

Aprox. 4,6 ton. peso total

Monobloco 20,00 m (sem cilindros)

:

Aprox. 82 ton. peso total

Extensão, 10,00 m (sem braços e

alavancas)

:

Aprox. 28 ton. peso total

Nota: Os pesos acima excluem as fontes de alimentação e a estrutura de base na parte interna do casco.

1. INFORMAÇÕES GERAIS

1.3Equipamentos escavadeiras

1º. Equipamento:

Monobloco

:

16,0 metros.

Extensão

:

7,0 metros.

Caçamba (aprox.)

:

18 m 3 SAE (projeto do fabricante)

2º. Equipamento:

Monobloco

:

16,0 metros (mesmo monobloco)

Extensão

:

10,0 metros

Caçamba (aprox.)

:

13,0 m 3 SAE (projeto do fabricante)

3º. Equipamento:

Monobloco

:

20,0 metros

Extensão

:

7,0 metros

Caçamba (aprox.)

:

9 m 3 SAE (projeto do fabricante)

4º. Equipamento:

Monobloco

:

20,0 metros (mesmo monobloco)

Extensão

:

10,0 metros

Caçamba (aprox.)

:

7,0 m 3 SAE (projeto do fabricante)

O anexo 10 mostra a visão geral dos componentes de acoplamento com seus pesos e dimensões e mostra também as curvas de içamento hidráulico e penetração das configurações acima mencionadas.

1. INFORMAÇÕES GERAIS

1.4Classificação

1.4.1 Generalidades:

Sociedade de Classificação

:

Serviço irrestrito "Bureau Veritas" + Hull, Mach., alimentação assistida.

1.4.2 Reboque "Deep Sea":

O reboque da draga em águas profundas é possível. Sempre antes de um reboque no mar um certificado deve ser emitido para a cobertura do seguro. (exemplo:

a ser emitido pela "Van Woerkom, Nobels en Ten Veen c.s." ou outro)

 

Autoridade

:

"Bureau Veritas"

N o . Certificado

:

11829K

1.4.3

Certificado de tonelagem internacional

 

Autoridade

:

International loadline Committee

Tonelagem regulamentar bruta

:

1140

Comprimento, largura, peso

:

62,40 x 19,00 x 4,00 m

Sinal de chamada

:

PBEP

1.4.4

Certificado da linha de carga

 

Autoridade

:

"Bureau Veritas"

1.5Conclusão da draga

 
 

Data

:

Dezembro de 2009

1. INFORMAÇÕES GERAIS

1.6Generalidades

Os operários da draga devem ter experiência no manuseio de uma escavadeira marítima a bordo de uma draga de mergulho.

Recomenda-se que pelo menos uma pessoa seja mantida a bordo com conhecimento/treinamento em eletricidade geral já que toda a draga de fato trabalha "eletricamente". A experiência mostra que 90% dos defeitos a bordo têm/são de natureza elétrica.

Cada operário deve estar ciente dos riscos em potencial, operando a escavadeira com sua altura máxima trabalhando em profundidades com grandes caçambas.

Manutenção correta, lubrificação adequada e em tempo hábil de acordo com este manual, são procedimentos primordiais (roldanas, guinchos, equipamentos de draga, anel rotativo, etc.).

Quando for realizada solda a bordo, é crucial que o dispositivo terra esteja próximo ao ponto de solda, de forma que o aterramento via eixo ou, por exemplo, via anel rotativo seja absolutamente impossível. O mesmo é válido para solda nos alojamentos do estabilizador, transportadora de estabilizadores, estabilizadores, etc.

Outros manuais de manutenção devem ser consultados:

A. Manual de equipamentos a diesel QSK 60 "Cummins".

B. Manual de equipamentos a diesel QSM 11 - DM "Cummins".

C. Manual do anel rotativo de 4400 mm.

D. Manual da caixa de engrenagens (acoplado entre a bomba H e o motor a diesel principal).

E. O manual de hélices orientáveis.

Tabagismo:

Cigarros e chamas abertas, até lâmpadas descobertas são estritamente proibidos na sala de máquinas, no carro superior e na área do pedestal e ao redor da área do pedestal (espaço de fundação da base).

redor da área do pedestal (espaço de fundação da base). - Manual da draga BACKACTER 900

2.

DESCRIÇÃO GERAL

2.1Projeto da draga Backacter Ao contrário das dragas de mergulho clássicas, a draga Backacter possui as fontes de alimentação na parte interna do casco para a dragagem.

As vantagens a seguir são obtidas devido a, por exemplo:

Nível de ruído mais baixo no deck e na cabine da escavadeira.

Resfriamento a água para os motores a diesel e sistema hidráulico, resultando em um resfriamento

extremamente estável. Detecção da gravidade das bombas hidráulicas.

Peso muito menor montado na parte interna.

Menor perigo de fogo, uma área limitada na qual o fogo pode ser detectado/controlado por meios de extinção de incêndio de CO2.

2.1.1 Especialidades do projeto Backacter:

As caçambas possuem bordas de corte fundidas.

O aço do adaptador "Eurlock" é da mesma qualidade da borda de corte. A solda nestas partes fundidas

deve ser realizada com varetas de solda especiais. Os dentes "Eurdo" são de aço manganês, que endurecem sob impacto. A solda nos dentes devem ser

realizadas com hastes de solda especiais. A extensão e a lança monobloco possuem escotilhas de entrada para verificação da penetração da água

através de trincas. O carro superior e o monobloco possuem grandes peças fundidas, nas quais somente a solda com hastes de solda especiais pode ser realizada.

O carro superior, o monobloco e a extensão são construídos de aço especial fabricados unicamente para

a

"Backacter". Este aço requer pré-aquecimento antes da solda e resfriamento regular, controlado, após

solda. Os reparos devem ser feitos em coordenação com o projetista. Reparos na placa dos componentes acima devem ser realizados com o aço recomendado pelo projetista.

a

2. DESCRIÇÃO GERAL

2.1.2 Equipamentos de dragagem disponíveis (2008):

Monobloco 16,00 m para:

Extensão de 7,00 m - profundidade máxima de trabalho 17,00 m - Uma caçamba de 13 m 3 deve ser instalada Extensão de 10,00 m - profundidade máxima de trabalho 20,00 m - Uma caçamba de 18 m 3 deve ser instalada

instalada Extensão de 10,00 m - profundidade máxima de trabalho 20,00 m - Uma caçamba de

Monobloco de 20,00 m com:

Extensão de 7,00 m

Extensão de 10,00 m

Uma caçamba de 10 m 3 deve ser adicionada

2. DESCRIÇÃO GERAL

2.1.4 Reparos e soldas nos elementos estruturais da Backacter

Antes que qualquer solda seja realizada na parte superior ou nos equipamentos de dragagem o fabricante deve ser consultado para fornecer as recomendações/instruções específicas para o procedimento de solda.

O pedestal flexível é construído com aço S355J2G3, as hastes de solda necessárias para este aço devem

ser utilizadas. O equipamento de draga e o carro superior são construídos com aço especialmente e exclusivamente produzido para o fornecedor.

Reparos e solda nas fundições do carro superior e no equipamento de dragagem são permitidos somente com as hastes de solda como indicado no apêndice 4.

Devido à seleção do tipo de aço para a extensão e monobloco e carro superior, a solda é permitida somente com eletrodos (mistura de gases CO2/argônio, etc. não devem ser utilizadas).

O pré-aquecimento e resfriamento regular de qualquer solda devem ser realizados de acordo com os

requisitos de aço. Nos equipamentos superiores e de draga, a temperatura de pré-aquecimento é de 120°C

durante a solda das peças acima; a temperatura da solda não deve exceder 250°C. Após a solda o resfriamento deve ser realizado gradualmente com tampa xadrez/manta etc. para reduzir a temperatura durante pelo menos 2 horas à temperatura ambiente.

2.1.5 Dragagem:

A

manutenção deve ser executada e os procedimentos devem ser observados:

Extraia duas amostras de óleo hidráulico a cada 500 horas; uma deve ser analisada. A outra deve ser

conservada para referência. Tenha cuidado com filtros de óleo hidráulico limpos.

Repare imediatamente qualquer vazamento nas linhas hidráulicas. Reforme imediatamente quaisquer

mangueiras hidráulicas danificadas ou gravemente gastas. Consulte os manuais para:

o

Anel rotativo

o

Caixas de engrenagens rotativas

o

Caixa de engrenagens entre o motor a diesel e a bomba H.

o

Principais motores a diesel

o

Máquinas de fabricação flexível hidráulicas "Manuli".

A cada 500 horas, verifique se a compressão dos elementos intermediários estão de acordo com a

tabela anexa. Após o comissionamento de 1000 horas o pré-tensionamento dos eixos a 2000 kN deve ser verificado (com o ajuste de tensionamento "Docomp" ajustado para 1132 bar), em seguida o pré-tensionamento deve ser verificado a cada 3000 horas ou semestralmente.

2. DESCRIÇÃO GERAL

Deve-se evitar:

Não reposicione a draga com o acoplamento Backacter.

Se você posicionar a caçamba no piso, por exemplo, próxima ao centro da Backacter, irá destruir rapidamente o s pontos de rotação do acoplamento. NÃO GIRE/DESLOQUE A DRAGA GIRANDO O BACKACTER! ISTO IRÁ DESTRUIR 100% OS PONTOS DOBRÁVEIS DE MONO PARA SUPERIOR IMEDIATAMENTE.

NUNCA REPOSICIONE E MANTENHA O BRAÇO ESCAVADOR SOBRE O FUNDO DO MAR

MOVIMENTANDO BALSAS DIVISORAS 3.000 m 3 AO LONGO DA AMARRAÇÃO.

Nunca gire a parte superior enquanto o equipamento de dragagem está na água. Levante a caçamba

acima da água e então gire para descarregar.

Nunca solde na parte superior, fundação flexível, equipamento de dragagem, caçamba, etc. sem instalar

um dispositivo terra no local da solda.

Durante o levantamento com o cilindro monobloco nenhuma outra função deve ser operada.

2. DESCRIÇÃO GERAL

2.1.6 Tenha cuidado com a draga (esta é uma "máquina extrema"):

Em todas as estruturas da draga/escavador muitas operações de solda foram realizada; a solda resulta em esforço e movimento, mudanças de temperaturas, tensionamento de destensionamento, etc. levando ao alívio do esforço.

Isto é exatamente o que ocorre com todas as estruturas pesadas da draga e do escavador em pontos específicos como a fundação flexível da BA, fundação da base no casco, carro superior, monobloco, extensão. Isto ocorre com a transportadora dos estabilizadores, estabilizadores e alojamentos dos estabilizadores. Subsequentemente estas estruturas devem ser observados durante o primeiro ano de operação.

Além disso, a regra a ser seguida é:

Nas primeiras 500 horas nenhuma dragagem muito penetrante deve ser realizada.

Espaços e alojamentos dos estabilizadores A experiência nos mostra que, por exemplo, o alívio do esforço do alojamento dos estabilizadores leva a um aumento do diâmetro do alojamento (ele é comprimido devido à solda). Portanto é necessário que espaços, desenvolvidos devido a algumas razões nos alojamentos de estabilizador devem ser reduzidos após algumas semanas ou meses, dependendo da intensidade da operação de dragagem e dos espaços medidos. Portanto, meça os novos espaços do estabilizador da draga para referência.

Insira espaços no início do primeiro trabalho da draga:

Estabilizador após S.B.

- parte frontal

:

mm

-

um lado

:

mm

Estabilizador em PS

- parte frontal

:

mm

-

um lado

:

mm

Transportadora de estabilizadores - parte frontal

:

mm

 

-

um lado

:

mm

2. DESCRIÇÃO GERAL

2.1Somente componentes do fabricante devem ser utilizados para:

Pedestal.

Anel rotativo.

Todos os componentes do sistema hidráulico, cilindros hidráulicos incluídos.

A recolocação dos eixos e buchas do equipamento de dragagem.

Engrenagens rotativas.

Resfriadores e bombas.

2.2Generalidades

Com o comprimento do estabilizador de 30,00 m esta draga possui profundidade de serviço máxima de

aproximadamente 22,00 metros; para esta profundidade o comprimento e a resistência dos estabilizadores

e outros componentes são designados.

A penetração inferior do estabilizador desempenha um papel importante na funcionalidade do serviço em

águas profundas.

Quando a(s) balsa(s) com capacidade superior a 1000 m 3 forem atracadas à draga para carga ou descarga, somente uma balsa deve ser mantida atracada à draga.

A draga, quando utilizada com balsas com capacidade superior a 1500 m 3 , devem ter um sistema de pára-

choque, por exemplo, do tipo "Jan de Nul" com esfera de absorção de choque ou pára-choques de bóias

esféricas/pneumáticos do tipo profissional "dummy's".

A draga tem capacidade para operar no mar aberto, em estuários e portos.

Ela pode suportar alturas de ondas de até 2,5 metros, quando suficientemente levantada a 1,25 m fora da superfície de flutuação. Cálculos envolvendo a resistência do estabilizador, capacidade de levantamento, sistema intermediário, etc., aplicam-se a estas condições. Quando as ondas forem superiores a 2,50 m, danos poderão ocorrer devido às cargas de ondas elevadas, no casco e nos estabilizadores.

As ondas que colidem com a draga devem ter a direção de 2 x 22a proa ou popa. Quando na posição transversal nas ondas, a altura máxima de onda para serviço é de 1,25 m. Nesta posição há um risco potencial de "auto-frequência" no período de onda e no movimento da draga.

Nota: A altura da onda é a diferença entre a parte superior da onda e a crista da onda.

Compreenda que, devido à dragagem profunda, as cargas sobre os estabilizadores crescem progressivamente a cada metro e muito mais cuidado deve ser adotado para que os estabilizadores não sejam danificados devido a:

2. DESCRIÇÃO GERAL

Ondas transversais (máximo de 1 metro quando a profundidade da dragagem for superior a 26 m).

Balsas no acostamento, balsas pesadas com a presença de ondas de no máximo 1,5 m e atracadas à

draga na direção longitudinal da corrente. O atracamento da balsa deve ser realizado com grande cuidado. Forças de escavação mais profundas que 28 m não devem ser excedidas, ao serem realizados serviços

de dragagem em mais de 2 x 35fora do centro.

A altura máxima da onda para serviço deve ser reduzida a 1,5 m e subsequentemente a draga deve ser levantada no máximo a 800 m fora de sua flutuação.

Serviços em ondas mais altas que o estipulado acima, não são permitidos

A draga é submetida às seguintes forças: mencionamos, por exemplo, a capacidade de levantamento dos

guinchos, reações horizontais e verticais às ondas, vento, corrente, capacidade do escavador, balsas se movendo e amarração no acostamento. A draga é projetada para suportar todas estas forças, forças atuantes adicionais ou uma combinação destas forças.

O vento máximo para serviço é Beaufort 8 e talvez 7 dependendo do ambiente no qual o serviço é realizado.

A corrente máxima para serviço é de 9 km por hora (corrente a ser mantido na direção longitudinal da

draga).

Um risco potencial é: (balsas) colisões podem danificar/dobrar os estabilizadores.

Portanto, a abordagem da balsa deve ser realizada à mais baixa velocidade possível e sempre obedecendo

a um ângulo determinado em direção à proa da draga. Quanto mais a balsa se aproxima de uma direção

longitudinal, alinhada com a posição da draga, melhor. A regra de aproximação é "Proa para proa".

2. DESCRIÇÃO GERAL

A draga trabalha sobre seus estabilizadores, que podem levantar o peso máximo da draga com

aproximadamente 1000 toneladas fora de sua posição flutuação. Cada estabilizador pode levantar cerca de

340 toneladas de peso de navio.

2.3Posição de serviço normal

2.3.1 A posição normal de serviço é de 600 mm de levantamento a partir do calado de flutuação.

Posições mais elevadas são permitidas somente em ondas acima, por exemplo, 1 metro e a regra é:

A draga deve ser mantida ao nível de, por exemplo, um pouco em direção ao escavador para drenagem de água.

"Quanto mais alto você levantar, menos irá escavar".

Âncoras, com cabos de ancoragem, para manter a draga posicionada, não devem ser utilizadas.

2.3.2 A posição máxima de serviço é: levantamento máximo da draga é de 1250 mm, levantada acima do calado de flutuação.

2.4Condições de ciclone

Nas áreas onde a ocorrência de ciclones pode ser esperada, uma "abrigo contra ciclones" deve ser

instalado para a draga.

Esta área deve fornecer um abrigo contra a rotação e ondas e possivelmente rajadas de vento; uma porta

de proteção ou uma ancoragem resistente para o sistema de ancoragem preparada e uma profundidade de

águas, que permite o abaixamento dos estabilizadores a aproximadamente 2/3 de seu comprimento.

A draga nunca deve ser instalada sobre seus estabilizadores sob possíveis condições de onda superiores a

2,5 metros.

O

tempo suficiente deve ser dedicado em caso de advertência para ciclone para atingir o abrigo preparado.

É

responsabilidade do mestre decidir, por exemplo:

Ancoragem;

Terra para ancoragem;

Condições do cabo de ancoragem;

Etc.

O

"abrigo contra ciclones" deve possuir uma "bóia de amarração" ou condições de onda máximas e maré

que a draga possa ser colocada sobre dois dos estabilizadores em flutuação livre. Para condições de

ciclone as dragas possuem ancoragens muito leves.

2. DESCRIÇÃO GERAL

2.5Manuseio de balsas que recebem descargas da draga.

Balsas auto-impulsionadas são preferidas sobre balsas rebocadas. Deve-se assegurar que operários experientes operem as balsas. Somente pessoas experientes

devem trabalhar a bordo.

A direção da corrente, vento e ondas determina a abordagem e a posição de serviço das balsas à draga.

Independentemente da condição prevalecente quanto à intensidade/efeito, as regras de abordagem devem ser adotadas. A recomendação é a abordagem da draga contra a direção da corrente no lado de sotavento (para vento e/ou ondas) do flutuador. Recomenda-se que antes do início do serviço, um procedimento claro para a abordagem segura seja definido, com base nas condições ambientais prevalecentes.

Imagem 2.1 Abordagem/posicionamento da balsa

VENTO ONDAS CORRENTE ABORDAGEM PELO LADO DE
VENTO
ONDAS
CORRENTE
ABORDAGEM PELO LADO DE

A proa da balsa deverá - pelo menos - ser trazida ao lado da proa da draga (lado da transportadora de

estabilizadores) ou da popa (lado do escavador) antes da sua amarração.

A utilização de cabos de amarração para reduzir a velocidade de abordagem da balsa não é recomendada;

caso contrário podem ocorrer danos permanentes aos guinchos de amarração.

Torna-se claro que balsas grandes (por exemplo, 1200 m 3 e maiores) representam maiores riscos que as balsas pequenas (por exemplo, 500 m 3 ). Forças de escavação mais o tempo de altas cargas de amarração devem ser evitadas.

2. DESCRIÇÃO GERAL

2.6Posicionamento do Escavador durante a abordagem da balsa Para evitar uma colisão da balsa em aproximação com o escavador, este último deve ser direcionado adequadamente durante a operação de abordagem e amarração.

Figura 2.2 - Posição segura do escavador durante a abordagem da balsa

- Posição segura do escavador durante a abordagem da balsa A: Posição segura do escavador B:

A: Posição segura do escavador B: Possível rotação da balsa

Amarre sempre a proa primeiro!

Um pára-choque adequado deve ser instalado entre a draga e a(s) balsa(s) amarradas no acostamento.

Nota:

Especialmente em condições de maré, uma pessoa deve ser encarregada para que ninguém seja surpreendido e caia na água, prestando atenção também para a mudança dos níveis da água nos rios, que "suspende" a balsa até a draga.

Nota:

É mais complexo manobrar um reboque e uma balsa do que trabalhar com balsas de auto- propulsão e cada local tem suas diferentes características.

Portanto, de acordo com o local, um plano de manobra da balsa deve ser implementado.

Nota:

Durante as abordagens da balsa o operador deve permanecer na cabine da escavadeira para poder manobrar a parte superior da máquina.

2. DESCRIÇÃO GERAL

2.7Programação de altura da onda permitida

A) Definição da altura da onda:

"A altura entre a crista e a parte baixa da onda"

B)

Draga de 600 mm levantada

:

Altura de onda de 1,0 metro no máximo

Draga de 800 mm levantada

:

Altura de onda de 1,5 metro no máximo

Draga de 1000 mm levantada

:

Altura de onda de 2,0 metros no máximo

Draga de 1200 mm levantada no máximo

:

Altura de onda de 2,5 metros no máximo

C) Direção das ondas:

Quando as ondas forem superiores a 1,50 m, a proa ou popa devem ser sempre mantidas na direção das

ondas. Um ângulo de abordagem das ondas de 2 x 22é permitido.

Ondas transversais na draga são permitidas até o máximo de 150 cm. Em ondas transversais a balsa deve ser mantida amarrada no lado de sotavento.

Lembre-se de que balsas longas e fundas exercem grande peso sobre o estabilizador da draga quando amarradas nas ondas / corrente transversais.

Neste as forças de escavação devem ser mantidas no lado oposto à direção da corrente.

O plano de manuseio e operação da balsa deve considerar:

Peso e calado das balsas.

Direção do vento e corrente prevalecentes - ondas.

Direção da abordagem / procedimento de amarração.

Prescrição da velocidade de abordagem.

Força máxima do vento para a operação

Corrente máxima para a operação.

Altura máxima da onda para a operação.

A balsa deve ser mantida o máximo possível nivelada durante a carga.

Sistemas de pára-choques devem ser considerados.

Não mais de uma balsa deve ser amarrada.

2. DESCRIÇÃO GERAL

O peso e a superfície das balsas desempenham um papel importante já que altas cargas das balsas amarradas nos estabilizadores das dragas emergem.

Consequentemente: mantenha a balsa, em caso da direção do vento na lateral (e o vento) no lado de sotavento.

Figura 2.6.1 - Direção das ondas.

Corrente ONDAS DE 1,5 m
Corrente
ONDAS DE 1,5 m

3.

ESCAVAÇÃO

3.1Generalidades:

A escavação é simplesmente uma questão de puxar as alavancas da maneira correta, porém sempre

lembre-se de que você manuseia uma escavadeira altamente sensível à técnica e de um peso extremo de cerca de 510 toneladas.

Os motores a diesel do Backacter etc. mantêm revoluções constantes, aplicam à escavadeira a pressão hidráulica máxima e fluxo permitido, continuamente.

O movimento da lança, extensão e caçamba, bem como a rotação da escavadeira, devem ser sempre

realizados de forma suave e controlada. Avançar rapidamente ou abaixar/descer a caçamba mais rapidamente, não realiza qualquer penetração adicional nem aumenta a produção; isto irá somente aumentar o desgaste dos equipamentos e causar danos resultando em atrasos na produção. Portanto, se a escavadeira não for capaz de penetrar ou levantar, não tente aumentar a capacidade por meio de artifícios, isto não irá funcionar.

A

draga deve estar sempre na horizontal ao realizar a dragagem, por exemplo, para proteger o anel rotativo

e

proporcionar um efeito menos negativo sobre as cargas nos estabilizadores.

A

capacidade de penetração da borda cortante da caçamba só pode ser aumentada adaptando o ângulo de

penetração da borda de corte, bem como a caçamba pode ser adaptada nas dimensões (largura) e/ou forma às características do tipo de solo a ser dragado. Além disso torna-se claro que o dente central protuberante em um lábio de forma V possui uma vantagem de penetração definitiva. O fornecedor possui três tipos de dente de caçamba, cada um adequado a uma resistência de solo característica.

Figura 3.1 - Adequação à dureza do solo.

característica. Figura 3.1 - Adequação à dureza do solo. A: Direção da força em solo macio.

A: Direção da força em solo macio. B: Direção da força em sólido duro, tente "remover" as camadas.

3. ESCAVAÇÃO

3.2Ângulos de penetração As capacidades de penetração e levantamento são ampliadas, quando a extensão está operando em distâncias mais curtas a partir do centro da escavadeira, obtendo assim um momento de levantamento máximo mais alto.

A penetração otimizada é obtida tendo o cuidado para operação com os ângulos mais favoráveis da extensão e da caçamba.

Sobre estes ângulos pode-se afirmar que eles existem na posição a partir da metade do curso dos cilindros até 90% da profundidade máxima de dragagem dos equipamentos.

Ao adquirir experiência com a escavadeira, você irá "sentir" estes pontos.

Figura 3.2.1 - Situações a serem evitadas

estes pontos. Figura 3.2.1 - Situações a serem evitadas A: Trabalho afastado da draga. B: Trabalho

A: Trabalho afastado da draga.

B: Trabalho próximo à draga.

Figura 3.2.2 - Faixa de trabalho ideal da extensão

draga. Figura 3.2.2 - Faixa de trabalho ideal da extensão - Manual da draga BACKACTER 900

3. ESCAVAÇÃO

3.3Curva de Penetração

Para que se tenha uma idéia, a figura a seguir mostra uma curva de penetração típica, como basicamente

válida para qualquer escavadeira.

Figura 3.3 - Curva de penetração

Posição reta da ponte dobrável entre a caçamba e o cilindro da caçamba Ângulo Ângulo
Posição reta da ponte dobrável entre a caçamba e o
cilindro da caçamba
Ângulo
Ângulo
máximo
Ângulo de penetração da caçamba, aprox. 138∞
Força

A: Ângulo de trabalho máximo efetivo

Explicação:

Vertical = Força Horizontal = Ângulo da caçamba As forças de penetração mais altas são obtidas ao trabalhar entre +10 e +50 graus do curso da caçamba.

3. ESCAVAÇÃO

3.4Troca da Cinemática da Escavadeira

A figura 3.4 fornece uma idéia de como as forças de penetração serão alteradas, se um operador atua sobre

a alavanca da caçamba, a situação normal é a curva mais baixa e a situação melhorada é a curva mais alta.

A força máxima para penetração é mais alta com a cinemática melhorada, a força mais alta é obtida devido

ao ângulo de abertura menor (X e Y são a diferença!).

Figura 3.4 - Cinemáica Melhorada

faixa de momentum da caçamba Cinemática Ângulo de abertura da caçamba, aprox. conexão) entre a
faixa de momentum da caçamba
Cinemática
Ângulo de abertura da caçamba, aprox.
conexão) entre a caçamba e o clindro da
caçamba
Ângulo de abertura normal, aprox. 168∞
Ângulo de abertura e curso da
caçamba
Força

Notas:

Regra 1: utilize sempre o ângulo de abertura de 139da caçamba.

Regra 2: tenha sempre os toques mecânicos da caçamba atingidos antes que a haste do cilindro esteja completamente fora ou retraído.

3. ESCAVAÇÃO

3.5Rotação e levantamento

O anel giratório é um dos mais vulneráveis e caros componentes da escavadeira.

Uma operação é absolutamente PROIBIDA: Não realize dragagens (mantenha o contato com o solo) enquanto gira o carro superior; mesmo dentro ou fora da água, a operação deve ser realizada somente em linha vertical (levantamento sem quaisquer movimentos para as laterais!!)

Uma pressão lateral de algumas toneladas pode gerar um desgaste extra, ou até danificar o mancal da extensão da escavadeira, etc. Nunca gire a escavadeira durante a dragagem.

Evidentemente, para alguns trabalhos, a direção da corrente desempenha um papel importante para o direcionamento da escavação, quando possível escave de forma que as cargas transversais devido à corrente no equipamento de dragagem sejam evitadas/minimizadas.

A dragagem em correntes transversais de mais de 10 kms por hora é proibida.

A experiência nos mostra que cerca de 25.000 horas de operação para o anel giratório é o limite de tempo

para operações seguras/aceitáveis.

O anel giratório pode ser girado em 180para proporcionar uma vida útil mais longa.

* A recomendação para os proprietários é:

Reduzir a pressão ao girar em 15% para proteger o braço da draga e prevenir danos ao sistema de acionamento-giro relativamente sensível/vulnerável.

3. ESCAVAÇÃO

3.6Dragagem dinâmica Quando a dragagem for realizada em solo duro cuja penetração seja difícil, deve-se adaptar os ângulos de penetração e tentar "remover" a camada rígida para penetrar nas camadas mais rígidas.

A figura abaixo fornece um exemplo de penetração e dragagem em solo rígido.

Figura 3.5 - Camada de solo duro

e dragagem em solo rígido. Figura 3.5 - Camada de solo duro Fases de penetração em

Fases de penetração em uma camada de solo duro

Nota Importante:

A penetração em solo duro depende da direção das camadas do solo quando forem duras para dragagem

de solos oleosos, tente atacar o solo de várias direções para encontrar a direção das camadas / fraturas nas quais os dentes possam penetrar melhor.

Quando a dragagem for realizada em solo duro, os dentes devem se aproximar do solo a um ângulo máximo de 45 graus!

3. ESCAVAÇÃO

3.7Utilização da transportadora de estabilizadores (nota: o projeto 4983 é executado sem o estabilizador do carro).

A transportadora de estabilizadores é utilizada para mover a draga, em linha reta, para outra posição de

trabalho. As figuras a seguir fornecem exemplos de como utilizar a transportadora dos estabilizadores.

Figura 3.7.1 - Colocação da caçamba na parte inferior

Figura 3.7.2 - Elevação do Estabilizador
Figura 3.7.2 - Elevação do Estabilizador

Figura 3.7.2 - Mova a transportadora dos estabilizadores para a posição FWD.

ESCAVAÇÃO

3.7 Utilização da transportadora de estabilizadores (Continuação)

Figura 3.7.3 - Abaixamento do estabilizador FWD.

Figura 3.7.4 - Levantamento do estabilizador STB e PS
Figura 3.7.4 - Levantamento do estabilizador STB e PS

3. ESCAVAÇÃO

3.7Utilização da transportadora dos estabilizadores (Continuação)

Figura 3.7.5 -

Puxe a draga para trás com a transportadora dos estabilizadores (draga levantada até 200 mm)

Figura 3.7.6 - Abaixamento do estabilizador STB e PS
Figura 3.7.6 - Abaixamento do estabilizador STB e PS

Concluindo: Posição de partida: 600 mm levantada.

1. Coloque o braço da escavadeira na parte inferior na posição de derivação e abaixe a draga para uma

posição em que seja levantada até 200 mm. Os equipamentos da escavadeira na parte inferior

assegura que a draga não desvie para os lados.

2. Levante o estabilizador frontal da parte inferior.

3. Direcione o estabilizador frontal para frente e pressione para baixo.

4. Levante os estabilizadores próximos à escavadeira para soltá-los do fundo.

5. Puxe a transportadora dos estabilizadores para a posição em direção à popa!

6. Abaixe os dois estabilizadores próximos à escavadeira.

7. Levante a draga para uma posição horizontal levantando-a 600 mm.

Ou:

Mantenha a posição de dragagem da transportadora dos estabilizadores na direção deslocada para frente.

3. ESCAVAÇÃO

Instruções e recomendações para a posição da transportadora dos estabilizadores durante a dragagem

A posição da transportadora dos estabilizadores é importante para restringir o giro para StB para Ps da

proa, quando a draga estiver operando, por exemplo, mais para Ps ou Stb além de 22(ambas as laterais!).

Especialmente em solos duros, com penetração forçada, é importante prevenir o giro máximo da proa.

Portanto: quando forças de escavação forem aplicadas:

Dragagem 2 x 22no máximo fora do centro.

e

A transportadora dos estabilizadores na posição de avanço.

Esta posição fornece o "contrapeso" máximo, contra as forças de levantamento e penetração da

escavadeira.

Importante:

1. Enfatiza-se que o efeito de giro devido à dragagem fora de centro deve ser o máximo quando a

dragagem for realizada em terreno raso, por exemplo, inferior a 15 m.

2. A instrução acima reforça e realça que todos os espaços na transportadora de estabilizadores e no

alojamento do estabilizador entre o sistema intermediário e os estabilizadores devem ser mínimos.

3. ESCAVAÇÃO

3.8Operação em condições de maré

3.8.1 Posição de trabalho fixa

A draga é parcialmente levantada fora de sua flutuação em seus 3 estabilizadores, para criar uma posição

de trabalho estável (plataforma). Em cada situação de dragagem há uma posição ideal de levantamento, dependendo das condições de onda e corrente. A posição de levantamento padrão é 600 mm.

O operador irá escolher a posição de levantamento desejada, operando manualmente os estabilizadores até

que o nível desejado seja atingido. Quando nenhuma condição de maré ocorrer, este calado será mantido;

se ocorrerem condições de maré, o calado selecionado será alterado e deverá ser corrigido manualmente ou a draga pode ser colocada em "nivelamento automático do calado".

3.8.2 Sistema de nivelamento

Sem o auxílio do sistema de "nivelamento automático do calado" o operador deve corrigir o calado alterado manualmente continuamente, o que significa que ele deve interromper a dragagem (o que significa perda de produção!). Tais correções são necessárias em áreas de maré, mas necessárias também em locais onde os estabilizadores penetram na parte inferior durante a dragagem.

A

De DONGE projetou um sistema para manter o calado ideal selecionado, o operador escolhe e seleciona

o

calado desejado através do sistema operacional PLC.

O

PLC irá então corrigir qualquer diferença automaticamente, o que significa que o operador pode continuar

a

dragagem sem a necessidade se preocupar com o levantamento e inclinação da draga.

Princípio de trabalho:

O calado é medido através de um sensor de calado / inclinação / levantamento. O calado desejado é

inserido no sistema PLC. O calado efetivo é constantemente comparado ao calado desejado; se a diferença

entre estes dois valores atingir um determinado limite, o sistema as corrigirá automaticamente.

O calado é alterado ajustando os estabilizadores (Para cima/Para baixo), que irá alterar, em termos, o

calado em cada estabilizador.

3. ESCAVAÇÃO

3.9Operação de dragagem em relação à "fadiga" / tempo de vida útil dos componentes de aço. Os componentes estruturais do escavador, por exemplo, o anel giratório, o acoplamento (lança e extensão), etc. do "Backacter 900" foram projetados por meio da análise FEM (elemento finito). Como base de tais análises um número de movimentos da escavadeira (ciclos) foi definido. O número disponível teórico de ciclos (= vida útil) é definido de acordo com a fadiga do aço.

Nota: A vida útil da lança e da extensão não são a mesma, presumindo-se que, durante a vida útil do escavador, uma única lança é utilizada em combinação com duas 2 extensões, o tempo de uso dividido igualmente para as duas extensões. Assim, calculando-se corretamente, o número de ciclos disponíveis de uma extensão é á metade do número de ciclos de vida útil da lança. Pelo menos esta é a abordagem teórica.

A "Fadiga" é determinada pelo número de ciclos de dragagem executados pelo acoplamento escavador. Durante a escavação e despejo, as estruturas de aço do escavador realizam deflexões positivas e negativas.

Isto significa que os outros movimentos adicionais excepcionais, com caçambas mais pesadas que as especificações do projeto, altas vibrações de frequência e/ou condições negativas, etc. podem reduzir a vida útil dos componentes estruturais.

Um movimento excepcional é, por exemplo, a ruptura de um equipamento dilatado, descarga além da média durante, por exemplo, side casting, penetração pesada ou ruptura com caçambas de rochas.

Outro movimento "anormal" importante que consome o tempo de vida útil é a dilatação para fora da extensão para descarga. Quanto mais próximo do centro do escavador a descarga for feita, melhor é para a expectativa de vida útil do escavador.

Os operários da draga e especialmente o operador devem estar cientes destes fatores / condições.

3. ESCAVAÇÃO

Mencionamos, por exemplo, os movimentos "proibidos" ou evitáveis a seguir que exercem um impacto direto sobre a vida útil do "Backacter" e da draga:

1. Reposicionamento da draga por meio da ação de puxar/pressionar com o acoplamento do escavador. Os operários frequentemente pensam que tais ações não prejudicam, já que o efeito não é imediatamente perceptível. Contudo, criando forças maiores no acoplamento que o calculado / previsto pelo projetista, a vida útil é muito reduzida e consequentemente trincas podem ser desenvolvidas.

2. Ao adicionar uma caçamba ao acoplamento maior do que a originalmente fornecida, ou utilizando uma caçamba grande sobre um acoplamento, que não seja projetada parra isto.

3. Giro do acoplamento para as laterais na água, criando esforço extra no anel giratório e acoplamento pela pressão da água (para economizar alguns segundos por ciclo). Nota:

Neste quadro mencionamos que em um escavador "clássico" a montagem de uma caçamba muito grande é fisicamente impossível, devido ao uso de pinos com diâmetros menores. Além disso, é preciso reconhecer que o potencial mau uso com um escavador "clássico" é inferior a um Backacter, um Backacter possui cilindros de lança relativamente maiores, já que o projetista tem o objetivo de forças de penetração altas quando da dragagem profunda, e não levantar além do especificado.

4. Movimento da escavadeira para as laterais na água, por exemplo, para verificar debaixo d'água se há quaisquer "pontos altos" deixados. O giro do escavador deve ser feito somente quando o acoplamento estiver fora da água.

5. Escavação de valas extrema e contínua do solo. Esta é uma condição que cria esforços mais intensos sobre a lança. À análise de fadiga foi integrada uma porcentagem de tais movimentos sobre a vida útil geral (na ordem de 5%).

6. Dragagem enquanto a máquina não está nivelada.

3. ESCAVAÇÃO

7. Reparos não imediatos de travessões no acoplamento da escavadeira ou outros componentes, bem como reparos não-imediatos de componentes secundários danificados como, por exemplo, pinos do anel rotativo.

8. Solda na lança ou na extensão. Por exemplo, a soldagem de olhais de levantamento no acoplamento ou olhais para fins de amarração se destinam absolutamente para impedir a destruição da estrutura química do aço.

9. Outros usos / condições criando cargas extremas e/ou condições desfavoráveis no acoplamento, etc., por exemplo, reboque em condições climáticas hostis em combinação com amarrações insuficientes.

10.Outro perigo é a ruptura do solo com a penetração de uma caçamba içada com os cilindros da lança. Nos gráficos de penetração, pode-se notar que há posições em que a capacidade de levantamento é muito superior à capacidade de penetração. Nestas posições a aplicação de capacidade de levantamento deve ser manuseada com o máximo cuidado para evitar a liberação repentina de todas as cargas devido à ruptura da camada de solo rígido.

11.Operação à força (máxima) fora dos limites cinemáticos naturais das dragas, por exemplo, acima da água, em uma posição de extensão dilatada.

Uma maneira suave de operação significa menos choques / vibrações e assim, a fadiga. A instalação de dispositivos eletrônicos para amortecimento dos cursos de extremidade das hastes do cilindro hidráulico é realizada para auxílio a este respeito.

Atenção à ferrugem/corrosão:

Ferrugem: É importante manter o acoplamento bem pintado/conservado. Falhas no acoplamento podem ser um fator de geração de trincas.

4.

AUTO-PROPULSÃO

Esta draga de mergulho foi fabricada com 2 acionamentos hidráulicos - por fontes de alimentação, hélices orientáveis HRP montadas de cerca de 500 kW, compõem as "Hélices orientáveis Holland".

Esta propulsão se destina apenas à manobra da draga até uma posição em linha reta em conjunto com a transportadora de estabilizadores. "Velejar" com estes propulsores não é permitido.

A razão para adquirir esta unidade de propulsão é que agora pode-se evitar fisicamente que a draga pesada

seja posicionada (mantida na posição) pelo equipamento de draga do escavador, por exemplo, em ondas,

corrente, vento forte, durante a movimentação com a transportadora de estabilizadores.

O posicionamento e movimento da draga por meio do "Equipamento de escavação Backacter" são

estritamente proibidos já que limitam e eliminam a vida útil dos componentes estruturais.

O fluxo de retorno dos motores de propulsão H é filtrado

pelos filtros de retorno (2x) "Backacter".

O

vazamento de óleo dos motores é filtrado também.

O

movimento de rotação dos propulsores é feito por um

sistema hidráulico de fluxo menor, em separado.

Observe os técnicos destas unidades.

menor, em separado. Observe os técnicos destas unidades. Vista de um dos propulsores HRP. - Manual

Vista de um dos propulsores HRP.

4. AUTO-PROPULSÃO

4. AUTO-PROPULSÃO Vista interna dos compartimentos do propulsor: Tanque de lubrificação. Unidade de direção. Motor

Vista interna dos compartimentos do propulsor:

Tanque de lubrificação.

Unidade de direção.

Motor

Unidade do propulsor

O aperto dos parafusos dos propulsores ao flutuante deve ser verificado mensalmente em seu assento e

possivelmente re-tensionados já que estes parafusos tendem a ser "assentados".

Para detalhes técnicos/manutenção adicionais, refira-se ao manual HRP.

"Nota de Velejamento":

Para obter mais eficiência e mais segurança, a Sociedade de Classificação e Bandeira de Navegação

fornecem permissões de velejamento limitadas para esta draga como segue:

O velejamento é permitido no local da draga e no porto onde a draga irá operar.

O velejamento pode ser realizado na extensão de 5 milhas náuticas a partir do Porto (já que o grau pode

operar neste ponto), assim a presença de um reboque de reserva não é necessário para a maioria dos

trabalhos.

A demanda da classe é a instalação de diversos instrumentos navegacionais.

Texto em outro idioma: HRP info of 1 april 2010: “Zoals telefonisch al besproken bevestig ik hierbij dat het

input toerental van de thruster HRP401C aan boord van bovengenoemd bouwnummer tot 1350 toeren mag

worden verhoogd. Dit is door onze engineering department uitgerekend, en zo blijf je binnen de toelaatbare

grenzen”.

5.

ESTABILIDADE

A. Cada membro da força de trabalho deve estar ciente de que a estabilidade desta draga é colocada em

risco quando os estabilizadores estiverem na posição alta e/ou quando a escavadeira está girando

sem estabilizadores no fundo.

A inclinação da draga deve atingir um nível que "omvangsstabiliteit" não esteja presente (a água se torna

um deck!). A regra portanto é bem estrita:

É permitido utilizar somente e quando girar a escavadeira quando os pinos estiverem posicionados no fundo!

Não é, portanto, permitido utilizar, ou mesmo girar o carro superior quando os estabilizadores não estiverem

colocados no fundo.

Os valores no folheto de estabilidade da draga são fornecidos para esclarecer ao proprietário e aos

operários que a posição máxima do centro de gravidade dos estabilizadores acima do fundo determina a

inclinação St.B. ou P.s. quando a escavadeira está girando sem que os estabilizadores estejam sobre o

fundo.

A partir do acima há outra "regra de ouro" a seguir:

Quando inclinar os estabilizadores, o equipamento de dragagem da escavadeira deve estar na

posição de apoio (ampliada) no deck.

Nota: Facing aftward é aproximadamente a mesma posição de apóio no equipamento sobre o deck.

Quando inclinar os estabilizadores para a posição horizontal, a inclinação da transportadora dos

estabilizadores é a primeira a ser feita.

Sinal de Advertência:

Estabilidade reduzida

- Perigo -

Quando girar com equipamento escavador longo para o deck, sem

nenhum estabilizador no fundo, os estabilizadores devem ser abaixados

para 8,00 m debaixo da quilha da draga.

Girar sem estabilizadores é somente permitido em concordância com o

departamento técnico.

Donge Dipper

5. ESTABILIDADE

B. Quando o acoplamento de dragagem longo (lança de 20 m e extensão longa) estiver instalado, a rotação para o deck com estabilizadores altos é impossível. Normalmente, contudo, com os equipamentos de dragagem longos para dragagem em águas profundas e graças à lança reta o equipamento pode girar para o centro do deck alongando acima do estabilizador.

Talvez em águas rasas em um atracamento não seja possível ter os estabilizadores em profundidade suficiente que as precauções e preparações especiais sejam necessárias no deck. O tanque vazio no lado exposto da rotação a ser preenchido para criar um contrapeso.

Os estabilizadores a serem trazidos para a posição horizontal na parte interna onde o

monobloco/extensão precisa passar. Uma força de vento inferior a 4 e sem ondas, durante a execução desta ação.

Os outros 2 estabilizadores remanescentes o mais baixos possíveis.

Quando girar para o deck em águas rasas, por qualquer razão, seria necessário e os estabilizadores não serem suficientemente baixos, é imperativo que o estabilizador Stb (deve ser estabilizador stb) é inclinado e estendido em seu apoio.

Assim o equipamento que é muito pesado basicamente pode ser trazido para e do deck. A estabilidade da draga, contudo, é restrita e a lança / extensão longa devem ser puxadas em direção ao centro da escavadeira no máximo.

Além disso o estabilizador do tanque no lado p.s. oposto e tanque vazio no lado p.s. oposto devem ser cheios para ter lastro de contrapeso suficiente e os dois, permanecendo no sentido vertical, os estabilizadores devem estar pelo menos a 6 metros debaixo do fundo da draga.

Quando as precauções imperativas acima forem tomadas, o giro para o deck é seguro com lastro reduzido.

Devemos informar, contudo, que o outro tanque de lastro deve ser preferivelmente cheio para reduzir momentum devido à "Superfície livre" destes tanques.

A manobra acima deve ser executada somente pelos operários, quando o gerente técnico do proprietário tiver emitido a aprovação antes da ação.

5. ESTABILIDADE

Notas:

1. A dragagem with an not by estabilizadores/ a dragagem estabilizada é absolutamente proibida.

2. Estabilizadores longos 41-42 m são considerados para estes capítulos de instruções.

C. Na draga de mergulho do tipo S e balsas de mergulho, nas quais um guindaste auxiliar pesado, por exemplo, DSF 600 é montado, a operação do guindaste é permitida somente quando a dragagem é fixa, estável em seus estabilizadores.

Evidentemente, cargas pequenas - menos de 4 toneladas- dentro da área central e da área da draga podem ser levantadas.

A operação simultânea da escavadeira BA e do(s) guindaste(s) auxiliar(es) é estritamente proibida.

6.

POSIÇÃO DE TRABALHO

Sob circunstâncias normais a draga será levantada até aproximadamente 600 mm fora de sua posição

de flutuação. A draga deve ser sempre mantida na posição horizontal ou um pouco depois da drenagem da água. Considerando a possibilidade de levantamento e abaixamento (movimento para cima no máximo horizontalmente) com 3 estabilizadores ao mesmo tempo, utilize esta função tanto quanto possível, economiza tempo e minimiza o desgaste nas guias dos estabilizadores. Os acessórios na posição de flutuação devem ser mantidos na horizontal o máximo possível, de forma que haja necessidade de apenas correções mínimas quando a draga está sendo levantada. No máximo deve-se levantar e abaixar a draga tanto quanto possível.

A

atuação com dois estabilizadores anteriores em conjunto deve ser preferida em relação à operação de

um por vez, opere estes estabilizadores em conjunto tanto quanto possível para corrigir quando necessário.

Durante o levantamento, abaixamento ou operações for notado que a posição da embarcação não

estiver horizontal, esta condição deve ser corrigida imediatamente. A correção pode ser realizada manualmente ou a draga pode ser fixada em um nivelamento de calado automático. Se não corrigida, a penetração somente de um estabilizador por escavações em um lado irá colocar uma carga mais alta desnecessária neste estabilizador e ao girar a escavadeira será carregada mais pesada que o necessário. Os guinchos hidráulicos possuem força máxima de tração de cerca de 105 toneladas/cada.

O

recolhimento dos cabos é de 4 vezes.

Isto proporciona uma capacidade máxima de estabilização de cerca de 420 toneladas por estabilizador de fundo, no total de cerca de 1260 toneladas. Esta capacidade não é designada para levantar a draga, mas para puxar os estabilizadores penetrados.

Tenha cuidado para que as balsas no acostamente não presas muito apertadamente à draga, de forma

que as balsas possam flutuar independentemente da draga em atura móvel. O terceiro estabilizador (transportadora do estabilizador) deve estar na posição máxima de avanço,

quando da operação em solos duros (extremos); isto proporciona a melhor divisão de peso e o máximo centro de gravidade em avanço (C.O.G.) da draga total. A escavadeira deve ser fixada pela atuação do freio sempre que necessário com o equipamento no deck, na costa ou em uma balsa; nestes dois últimos casos, "Schwimmstellung" (posição de derivação) deve ser aplicada.

Nunca coloque o equipamento de draga na área em períodos de inatividade.

6. POSIÇÃO DE TRABALHO

Atenção:

Tenha cuidado para somente os 2 estabilizadores avançados estejam no fundo se os estabilizadores forem utilizados como "âncoras" (estabilizadores da transportadora para cima!). Nunca desengate todos os três cilindros com os estabilizadores no fundo! Não desengate quando a draga estiver na posição transversal em relação à direção da corrente.

Nota: Não inicie a dragagem imediatamente após a partida do escavador, aguarde algum tempo para aquecimento dos sistemas antes de operar. (pelo menos 4 minutos).

No término do trabalho reduza a RPM e pare após executar durante 4 minutos com a RPM mais baixa.

Emergência:

Se você estiver operando em uma área de maré e os estabilizadores não funcionarem e a maré estiver caindo:

Caso a divisão do peso sobre os três estabilizadores seja igual; a draga é capaz de estar suspensa com o seu próprio peso nos estabilizadores.

Quando a draga estiver suspensa em seus cabos de aço, acima da capacidade (tração) dos guinchos, a operação do guincho abaixando o caso deve ser absolutamente ininterrupto. A ser realizado somente quando o caso estiver ainda na água.

A draga fará uma inclinação crítica para PS ou STB. Deve-se considerar o corte do cabo de aço no lado alto.

Alguns perigos pertinentes à dragagem em relação "à posição de trabalho":

Dragagem em ondas muito altas ou transversal em ondas muito altas. Possível consequência: danos aos alojamentos e à transportadora. Dragagem em caso de flutuante não estabilizado completamente. Consequência: danos aos mancais do equipamento do escavador e anel giratório do escavador. Levantamento excessivo fora da água com a maré baixa. Possível dano: freios e motores H (peso da draga aciona os motores H) em risco. As vedações podem se romper. O peso da draga aciona os motores H. Movimento da draga com o braço da escavadeira (e sua parada). Ocorrência de danos, por exemplo, a estrutura da lança e os mancais serão gastos / até com "estouro". Para mover ou avançar com os estabilizadores em posição, de forma que estes possam tocar o fundo. O peso da draga é parado repentinamente, por exemplo, devido ao assentamento com o estabilizador se levantando, a transportadora e os alojamentos serão danificados.

exemplo, devido ao assentamento com o estabilizador se levantando, a transportadora e os alojamentos serão danificados.
exemplo, devido ao assentamento com o estabilizador se levantando, a transportadora e os alojamentos serão danificados.
exemplo, devido ao assentamento com o estabilizador se levantando, a transportadora e os alojamentos serão danificados.
exemplo, devido ao assentamento com o estabilizador se levantando, a transportadora e os alojamentos serão danificados.

7.

CAÇAMBAS

O elemento que realiza a produção de escavação é subestimada, contudo, é vital para a vida útil da sua escavadeira e para a produção otimizada.

7.1Caçambas a serem utilizadas

A capacidade da caçamba é baseada em um peso específico do solo de 1,8 kg/m 3 e o peso da caçamba

originalmente fornecida pela De Donge. A montagem de uma caçamba maior que a indicada neste manual vai de encontro às instruções da De Donge e é de inteira responsabilidade do proprietário. O projetista não permite caçambas maiores que a maior caçamba produzida, já que resulta em sobrecarga de todas as construções e de toda a draga.

Uma caçamba de movimentação de terra "normal" possui um curso de 168- 169, uma caçamba de draga

de mergulho possui um curso de aproximadamente 140devido às suas diferentes características cinemáticas.

Na prática, definimos 3 diferentes tipos de caçamba, com a possibilidade de adaptar a capacidade da caçamba ao peso específico do solo de dragagem e do tipo de solo.

A divisão é como segue, para quaisquer escavadeiras basicamente 3 tipos de caçambas podem ser

fabricadas / selecionadas:

1. Caçamba leve - para lama - terrenos macios - por exemplo, perfilamento.

Esta caçamba é cerca de 15-20% maior que a capacidade SAE de capacidade normal de uma caçamba normal, já que os sólidos de cerca de 1,6T por m 3 de peso específico são dragados com ela. Esta caçamba pode, por exemplo, ser utilizada para trabalhos de perfilamento também.

A borda de corte é reta e a construção é relativamente leve, a penetração completa pode não ser realizada. Dentes / adaptadores da caçamba podem ser descartados. Uma borda de corte de 160 mm continua sendo necessária.

2. Caçamba padrão normal para sólidos compactos, por exemplo, areia dura, argila dura, rocha sedimentária, etc.

Este é o tipo de caçamba instalada na BA.

A caçamba é baseada no peso específico de 1,8 T por m 3 .

A borda de corte pode ser reta ou cônica. Existem dois dentes centrais protuberantes de acordo com o padrão para os tipos pesados "BA 1100" e "BA 900". Como percebido as caçambas fornecidas contêm bordas de corte "fundidas".

As caçambas "De donge" são normalmente "Caçambas padrão". Estas caçambas são construídas para realizar trabalhos com força de penetração de cerca de 100 toneladas da extensão de 6,5 m

montada no monobloco de 16m, penetração de 45e evitar "domp" da caçamba são pré-requisitos para proteção da integridade estrutural da armação de aço, soldas e bordas de corte fundidas.

3. Caçambas para rocha para solos duros.

São caçambas estreitas e pesadas. Esta caçamba possui uma borda de corte pesado de 200 mm para BA 1100 e possivelmente para BA 900 e um dente central protuberante. A distância da dobradiça até a ponta da caçamba deve ser reduzida para obter mais força de afastamento.

A capacidade SAE é de cerca de 30% menos à da caçamba normal.

Atrás do dente central deve ser instalado um reforço interno duplo.

A caçamba fornecida no escopo do fornecimento de uma série BA pertence às caçambas padrão, com capacidade para realizar operações de força de operação como indicado nos esquemas cinemáticos do equipamento.

As caçambas não se destinam nem foram projetadas:

- Como uma caçamba para pedras

- Como uma caçamba para demolição

7. CAÇAMBAS

72 Notas e requisitos importantes para o uso das caçambas:

Devido ao alto peso e alta força de penetração da escavadeira e seus cilindros hidráulicos, que exercem uma força de, por exemplo, 1000 toneladas, a forma de dragagem deve ser bem adaptada para manter a caçamba em uma parte e evitar partir em duas peças!

Quando considerar a caçamba "BAckacter", deve-se reconhecido que devido à alta força de penetração efetiva e alto peso do equipamento de dragagem (escavadeira) e da draga em si, esta ferramenta de penetração no solo é basicamente o componente que deve absorver todos os movimentos e dinâmicas entre o solo duro e uma draga de aproximadamente 2500 toneladas.

Na prática é impossível construir uma caçamba suficientemente forte para suportar um peso de 300 toneladas e uma força de penetração de aproximadamente 110-100 toneladas em todas as posições da escavadeira. Quando, por exemplo, a draga se move e o fundo irregular com uma pedra poderia permanecer no fundo da caçamba, indentações e trincas, por exemplo, na borda de corte e belly, são inevitáveis.

A essência da resistência / vida útil da caçamba não está na "altura de movimento da draga", formando uma

"ilha estável' na qual a draga pode operar sem o movimento do equipamento de dragagem.

O outro caso em que "Backacter" é vulnerável é o pivotamento da caçamba para romper o fundo ou

pressionar um bloco para afrouxá-lo (veja o esquema anexo).

Consequentemente, a caçamba "Backacter" deve ser operada com muito mais cuidado que as primeiras (tendo em mente uma comparação com uma caçamba "clássica").

Compara-se - considera-se - a produção de uma Backacter BA 900, 500 m 3 por hora ou até mais é normal. Isto corresponderia a, por exemplo, 7500 m 3 por dia e 30.000 m 3 por semana. Em 5 semanas 150.000 m 3 é dragado, a manutenção, vida útil e intensidade dos reparos seriam considerados de acordo com as quantidades produzidas.

7. CAÇAMBAS

Considerando-se o desgaste, manutenção e capacidade de uma caçamba Backacter é maior para comparação com a draga de corte pesado. Reparos regulares podem ser necessários. Uma operação cuidadosa é prioridade.

Reparos na caçamba, devido à relativa vulnerabilidade dos elementos mais dinâmicos a bordo serão regulamente necessários.

A caçamba consiste de dois tipos de aço:

A. Para o corpo Aço Inox 355J2G3 (Aço inox 355J2+N) e

B. Do tipo aço fundido GS 18 NiMoCr 36

A borda de corte e o adaptador são construídos de aço fundido.

1. A caçamba SAE de 18 e 13 m 3 com a borda de corte fundida de 140 mm não deve ser considerada como uma caçamba para rochas, porém é uma caçamba "pesada".

2. Todas as caçambas se destinam à escavação com ângulo de penetração dinâmica normal (máx. 45)

nos sólidos. Ângulos de ruptura de 90para esta caçamba não são factível (consulte o próximo esquema).

3. As caçambas não são construídas nem projetadas, por exemplo, para penetração entre 2 camadas, nem para movimento de rolagem ("dompen" por meio da barriga da caçamba (consulte o próximo esquema).

4. Outras caçambas além das acima descritas não são permitidas pelo projetista. Outras capacidades acima das mencionadas nas especificações técnicas, gráficos dos projetistas, etc. não são permitidas.

7. CAÇAMBAS

Desejamos realçar a importância do ângulo de penetração como segue: Até 140 mm de espessura
Desejamos realçar a importância do ângulo de penetração como segue:
Até 140 mm de espessura da borda de corte da caçamba não é 100% rígida. Quando a força
máxima é aplicada, pode flexionar até mais de 8 cm. Pode-se prever que a borda de corte inteira é
flexionada em um raio, contudo, no dente adaptador isto não é possível, o adaptador mantém a
borda de corte - direta - rígida.
Assim a curvatura é realizada, ao lado do adpatador, de fato onde a solda está!
A consequência das condições acima é que a dragagem deve ser executada de forma que a
curvatura da borda de corte seja evitada.
PENETRAÇÃO DA CAÇAMBA NO FUNDO
INCORRETO
A CAÇAMBA
PODE SER
DIVIDIDA
BOM
PENETRAÇÃO NO
FUNDO COM ÂNGULO
INFERIOR A 45∞

7. CAÇAMBAS

7.3As instruções em relação a novas construções e reparos de caçambas para BA 1100, BA 900, BA

800.

A caçamba é composta dos seguintes tipos de materiais:

A borda de corte é de aço fundido, tipo GS 18 NiMoCr 36 (conforme SEW 520); aço temperado de

granulação fina, oferecendo alta resistência e um ponto de rendimento não inferior a 700 N/mm 2 , em

mais detalhes:

- Re > 750 N/mm 2 .

- Rm > 850 N/mm 2 .

- Alongamento > 16%.

- Teste de impacto em entalhe V Charpy ISO > 42 joule a -40C de 3 testes. Cada teste individual

mínimo >35 joule a -40.

Os adaptadores são feitos do mesmo tipo de aço fundido que a borda de corte.

A placa da caçamba é de aço S 355 J2 (St. 52.3).

3 Tipos de conexões soldadas são executados:

1. S355J2 a S355J2

Para a solda desta conexão (o quadro da caçamba) as hastes de solda corretas e no caso de

espessuras de 40 mm ou mais 110pré-aquecimento e resfriamento gradual a serem aplicados.

A De Donge utiliza "Venvu TM 71" para camadas horizontais e "Venvu PR 116" para posição ou

alternativamente para aplicações chinesas "SH.S541".

2. S355J2 a GS 18 NiMoCr36

Esta conexão é soldada entre a borda de corte e a placa curvada da caçamba bem como suas placas

laterais. A "De Donge" utiliza "Venvu TM 71" para camadas horizontais e "Venvu PR 116" para

posição, ou alternativa para aplicações chinesas "SH.J607Ni".

7. CAÇAMBAS

3. GS 18 NiMoCr36 a GS 18 NiMoCr36.

Esta conexão é montada quando da solda de adaptadores na borda de corte e portanto uma haste de solda de qualidade superior deve ser utilizada, sendo "Fileur AMC 15" ou alternativamente para aplicações chinesas "CHE857CrNi".

Exemplo: os tipos de solda WPS-es na caçamba pertinentes às aplicações chinesas incluídas no anexo 4.

Reparo de rupturas em uma borda de corte da caçamba Estas WPS-es acima mencionadas, feitas para fins de construção, não tratam evidentemente, de um trabalho de solda altamente complexo, como, por exemplo, reparos em uma borda de corte trincada e soldada novamente como um todo.

Neste caso, o que segue deve ser considerado:

1. Pré-aquecimento:

Uma regra básica é válida quando uma placa tem 40 mm ou mais de espessura, sempre que o pré- aquecimento preciso for realizado. No caso de pré-aquecimento do aço S355J2 pode ser realizado pelo queimador (ou elementos de pré- aquecimento elétrico). No caso de pré-aquecimento de GS 18 NiMoCr36 a operação é realizada por elementos de aquecimento elétrico.

O valor equivalente ao carbono (CE) de uma placa determina a temperatura correta. A fundição da borda/adaptadores de corte da caçamba possui um valor CE igual ou inferior a 0,65.

Portanto, a solda no adaptador e na borda de corte e solda de topo ao redor / conexão ao aço S355 deve ser muito cuidadosamente pré-aquecidas.

Uma grande área ao redor e próxima à zona de solda (zona de reparo) deve ser pré-aquecida a 200°C, quando envolve a borda de corte e seus adaptadores, considerando que a espessura da zona de aço pode ser de, por exemplo, 140 mm.

7. CAÇAMBAS

Um ambiente de solda controlado em que tal solda é realizada, na borda de corte da caçamba ou adaptadores, é essencial:

Solda coberta, sem influência de vento e água.

 

Uso de elementos de pré-aquecimento com uma unidade de aquecedor E especial são necessários. Tais

elementos de pré-aquecimento devem ser colocados abaixo da zona de solda (de forma que o calor seja transferido para cima já que o calor é conduzido através da placa e devem ser conectados na esquerda

e

direita da zona de solda em uma distância de cerca de 75 mm).

O uso de mantas de solda é exigido, para atingir as temperaturas necessárias. No início da solda as mantas próximas à zona de solda devem ser removidas. Durante pausas de processo de solda, as zonas de solda devem ser cobertas com estas mantas. Quando a solda estiver concluída, os elementos de aquecimento permanecem ativados durante outras 4 horas e a zona de solda deve ser coberta com mantas de solda. Após 4-6 horas os elementos de aquecimento devem ser desativados.

e a zona de solda deve ser coberta com mantas de solda. Após 4-6 horas os

A

zona de solda deve permanecer

 

coberta,até que a temperatura atina cerca

de 40°C. A solda estará concluída.

Regras de solda a serem seguidas:

Os trabalhos gerais de solda a seguir devem ser considerados no caso de realização da solda de reparo da borda de corte da caçamba (ou adaptadores):

A ser utilizada a marca "Fileur AMC 15", 1,2 mm diâmetro (GMAW), ou alternativamente, CHEJ857CrNi

(SMAW). A folha de dados do "Fileur AMC 15" é reproduzida no anexo 4. Conexão X / K a ser feita, se possível, em caso de ruptura através da borda de corte. Cerca de 3 mm de distância, assim o uso das tiras de reserva de cerâmica (preferivelmente sem contra-gouching).

7. CAÇAMBAS

Durante a preparação da zona de solda, o uso de gouching não é recomendado, se isto for possível por meio de retífica. Se gouching for realizado, o pré-aquecimento e prevenção de resfriamento, o uso de elementos de aquecimento e mantas de solda conforme descrito anteriormente é evidente! Especialmente devido à espessura do aço trabalhado. A zona afetada pelo calor deve ser mínima. Toda a solda de ponto de placas temporárias sobre ou para a borda de corte para manipular o trabalho de solda deve ser evitada, ou quando inevitável, pré-aquecida. Toda a solda em cadeias, não em ondas (veja a foto).

Após soldar cada cadeia, a cadeia deve ser limpa por meio de discos de escova elétrica. Placas de extensão a serem conectadas na zona de solda, comprimento de 50 mm (veja a foto). A primeira cadeia, por exemplo, sendo o núcleo de uma conexão X, deve ser seguida imediatamente pelas 2ª. e 3ª. cadeias (parada de alguns minutos para o soldador é permitida). Nenhuma parada é permitida durante a solda de uma cadeia, a parada é permitida somente após o término da solda de uma cadeia.

permitida somente após o término da solda de uma cadeia. Recomenda-se que as espessuras destas placas,

Recomenda-se que as espessuras destas placas, posicionar o objeto de solda / caçamba de lado sobre o piso. Pode-se dividir as camadas nos dois lados da conexão X. Assim as camadas da solda são divididas e os esforços de solda residuais são mantidos tão baixos quanto possível.

7. CAÇAMBAS

Se não for possível, o que segue deve ser executado no mínimo:

Após cerca de 8 cadeias / camadas, o objeto / placa / caçamba sob solda deve ser girado 180 graus, para solda do outro lado. Com placa com espessura de, por exemplo, 140 mm um conjunto de 20 cadeias pode ser soldada após o que o objeto é girado para a posição original para as próximas camadas, etc. Deve-se considerar que soldas de reparos nunca restauram a qualidade original da borda de corte da caçamba. Por exemplo, sob condições de construção, todas as superfícies de solda desta conexão de placa são usinadas enquanto uma superfície trincada é retificada, uma zona afetada pelo calor é criada, etc.

7. CAÇAMBAS

7.4Seleção da caçamba Para que se tenha uma idéia sobre a importância da escolha e uso de uma determinada caçamba, a tabela a seguir foi elaborada.

Classificação dos materiais x usos de tipos de caçamba e produção estimada.

Extratificação de materiais de acordo com a escala de valores N

Grupo 1 - macio / médio Areia, rocha sedimentária, argila, sedimentos,

areias compactadas, cascalho Grupo 2: média / pesada Areias compactadas, arenito

Calcário, giz, marga, conglomerados, xisto ,etc.

Rochas sedimentárias em geral

Rocha rígida média sedimentar

Alguns conglomerados

Grupo 3: rocha sólida Alguns conglomerados.

Solos sólidos.

Caçambas leves com valor máximo 40 N

Caçamba normal com valor 75 N máximo

Caçambas para rochas

Nenhum valor N válido

A rocha sólida deve ser somente britada, exceto se fraturas suficientes estiverem presentes, então esfoladas em seguida. Os valores estimados de produção são geralmente baseados no uso da caçamba padrão normal e em um peso específico de aproximadamente 1,8 para o material a ser dragado, o valor N relacionado = 55 aproximadamente.

Os resultados acima na tabela a seguir podem ser utilizados para estimar produções:

Produção com caçamba leve até o valor N 40

= 115%

Produção com caçamba normal até o valor N de 45-75

= 100%

Produção com uma caçamba para rochas

= 60% no máximo.

7. CAÇAMBAS

Classificações dos solos

Lista dos solos para uma impressão de suas densidades e resistências e a relação com o uso de um

tipo de caçamba.

Classificação dos solos de acordo com a velocidade sísmica em metros/segundo

Grupo 1 (sedimentos)

Velocidade sísmica em metros / segundo

Densidade aproximada

(ton/m3)

Solo superior

200 -800

1,5 - 1,7

Caçamba leve

Argila

500 - 2300

1,6 - 1,8

Caçamba leve

Silte

500 - 2000

1,6 - 1,8

Caçamba leve

Solo arenoso

200 - 1200

1,4 - 1,7

Caçamba leve

Areia compactada

1200 - 2500

1,6 - 1,9

Caçamba padrão

Cascalho

500 - 2600

1,7 - 1,9

Caçamba padrão

Grupo 2 (rocha sedimentar)

Tufo

1800 - 4000

1,4 - 1,8

Caçamba padrão

Xisto argiloso

2000 - 4000

1,4 - 1,8

Caçamba padrão

Xisto

2000 - 3500

1,4 - 1,8

Caçamba padrão

Arenito

3000 - 6000

2,0 - 2,8

Caçamba padrão

Conglomerado

3000 - 6000

1,8 - 2,8

Caçamba padrão

Calcário

3000 - 6500

2,3 - 3,0

Caçamba padrão

Chalice

3000 - 6500

2,6 - 3,0

Caçamba padrão (mais frequentemente)

Grupo 3 (rocha metamórfica)

Xisto

3000 - 6500

2,6 - 3,0

Caçamba padrão

 

(mais frequentemente)

Gneiss

4500 - 6000

2,5 - 2,9

Caçamba de rochas

Hornfels

4000 - 6000

2,5 - 3,0

Caçamba de rochas

Serpentinas

2000 - 4000

2,8 - 3,1

Caçamba de rochas

Carvões

1000 - 2500

0,7 - 1,2

Caçamba padrão (mais frequentemente)

Nota: A tabela acima se destina ao material basicamente seco, para dragagem deve-se considerar que os

materiais acima são mais macios para penetração (especialmente os do Grupo 2 pela sua natureza),

porém são mais pegajosos para dragagem. Especialmente o calcário / arenitos de calcário quando na

caçamba parecem "fáceis", porém são de difícil dragagem.

7. CAÇAMBAS

Grupo 4

As rochas ígneas, que podem ser consideradas como pertencentes ao grupo 4, são:

Granito

3200 - 5800

2,5 - 2,8

Dolerite

4500 - 6000

2,7 - 3,0

Andesite

3200 - 5800

2,2 - 2,9

Traquite

500 - 5500

2,4 - 2,8

Basalto

3000 - 5800

2,7 - 3,2

Periodotite

5000 - 7000

2,8 - 3,3

Diabase

3800 - 6000

2,7 - 3,2

Nota: Em geral, os valores mais baixos ocorrem mais especialmente em detal, estuário, etc.

Os valores mais altos ocorrem em geral em áreas montanhosas antigas, onde a pressão tangencial comprime as camadas.

Nota: A idade da rocha deve ser considerada em todos os casos! (Grupos 3+4), quanto mais antigo, mais fraturado o solo pode estar.

Esta é uma das razões pelas quais uma draga de mergulho possui, além da capacidade de penetração, também capacidade de fragmentação (caçamba para cima!). Seu ângulo de penetração dinâmica também é uma das características principais e vantajosas.

O grupo 3 mencionado acima também pode ser dragado com uma caçamba para rochas, a produção é de difícil previsão, já que a rigidez e camadas/rupturas destes solos variam bastante.

7. CAÇAMBAS

7.3Borda cortante, adaptadores e dentes das caçambas Devido às forças de fragmentação da Backacter, nenhum sistema de ferramentas de escavação do solo adequado deve ser instalado durante o estágio de projeto da BA.

Sistemas tradicionais como ESCO ® série Super V e outros tipos produtos pelos fabricantes líderes, são constatados como muito limitados na capacidade individual dos dentes para fragmentação. Portanto, bordas de corte, dentes e adaptadores adequados devem ser desenvolvidos.

Borda de Corte Devido às altas forças, as espessuras das bordas de corte devem ser superiores a 120 mm até 200 mm. (BA 1100 e BA 900). As bordas de corte das caçambas Backacter devem ser fundidas.

Bordas de corte especiais, EURDO-G18 ® são fabricadas, combinando a resistência ao desgaste com alta rigidez para prover uma excelente tolerância à ruptura por desgaste, quando altas demandas forem impostas.

Cada borda de corte fundida possui uma resistência de fragmentação de aproximadamente 850 N/ mm2 e um valor de impacto de aproximadamente Charpy-V 42J a -40°C, enquanto os requisitos CEV são ajustados para ,0,65% para assegurar uma boa soldabilidade da borda e adaptadores de corte.

Adaptadores ("Eurlock") Cálculos de engenharia comprovam que a melhor escolha é o uso do material fundido EURDO-G18 ® também. Tanto a borda de corte como adaptadores são fundidos com o mesmo material. Isto aprimora as condições de solda do adaptador para a borda de corte.

Dentes (Eurdo):

Outros fabricantes de ferramentas do sistema de escavação do solo, o projeto dos sistemas de dentes adequados para multiuso pela utilização de um material de alta resistência com propriedades de resistência ao desgaste não tão boas, nem estes materiais projetados ideais em termos de resistência. Além disso nota-se que ninguém possui dentes suficientemente fortes para a série BAckacter (BA 1100 e BA 900). Portanto, a De Donge desenvolveu suas próprias faixas de dentes "Eurdo".

7. CAÇAMBAS

Vistoria dos dentes disponíveis:

3 tipos de formatos de dentes foram desenvolvidos para dentes dos modelos EURDO 250, 200 e 160 toneladas sendo (veja os esquemas):

1. Forma U

Considerada como o modelo geral a ser utilizado, já que este tipo de dente tem o maior volume antes do desgaste.

2. Forma X

Esta forma é considerada uma opção alternativa entre as formas U e V, uma superfície de penetração menor é criada como a forma U, enquanto mais volume para desgaste continua sendo comparado à forma V. A forma X não está disponível para o dente EURDO para 250 toneladas.

3. Forma V

para o dente EURDO para 250 toneladas. 3. Forma V Esta forma é também mencionada como

Esta forma é também mencionada como "dente de ponto de captura".

Este dente cria a mais alta força de penetração por mm 2 devido à superfície pequena. Desvantagem: uma vida útil reduzida como o modelo U (e X).

Nota: O dente em forma de U é o mais forte dente no mundo!

Os testes executados mostram que uma pressão horizontal de até 750 toneladas pode ser exercida no adaptador e uma combinação de dentes sem qualquer dano ao dente.

O ponto de captura em forma de V não é tão forte como o de forma U, os testes executados comprovaram que ele pode suportar uma pressão de cerca de 300 toneladas. Isto se deve ao fato de que há menos aço no corpo. Os operadores e os gerentes de locais são portanto informados de que o ponto de captura deve ser utilizado para penetrar a um ângulo de no máximo 45 graus no solo.

O ponto de captura é menos resistente à tração em uma posição de 90 graus até o fundo para escavar sólidos rígidos verticalmente.

Para a execução do dente da caçamba optamos por aço manganês já que esta composição do aço enrijece ao impacto na superfície externa, enquanto o núcleo permanece doce.

7. CAÇAMBAS

Importante: quando trocar os dentes, os itens a seguir devem ser considerados:

- "Eurfix" (o pino de fixação do dente) deve ser montado sem o uso de graxa e com porca de

trava.

- "Eurfix" precisa ser limpo e seco antes da montagem.

- quando "Eurfix" for aparafusado, ambas as extremidades precisam ser aparafusadas em um

ponto pelo menos 5 mm dentro da borda do dente.

Considerando que as máquinas Backacter são utilizadas principalmente para escavação em solos duros,

nenhum sistema adequado existe que combine as forças de fragmentação de até 250 toneladas por dente.

Portanto, o dente EURDO ® serve a um único propósito; perfuração de rochas duras. Estes dentes são de

aço manganês, a única faixa de dentes de manganês no mundo.

Um dente foi criado com relação preço/desempenho excelente para seu uso pretendido.

7.4Utilização de uma caçamba maior que a permitida:

A caçamba de

m 3 está acima da norma e padrões para o projeto/vida útil de projeto desenvolvido para BA

1100/900. As caçambas leves de

aço leve.

m 3 não devem ter adaptadores e dentes e devem ser de construção de

Quando utilizadas, ao menos, o conselho é: com dragagem de

(S.W.) deve ser evitado. Quando esta caçamba for utilizada, com permissão somente após as primeiras 500

horas, só pode ser utilizada para escavar material leve, até 1 m3 para 1,6 toneladas S.W. (1600 kg de peso

por 1 m 3 ).

.m 3 em qualquer solo duro ou pesado

Considerando a retirada do material de dragagem fora do centro BA consome mais da vida útil, a distância

de descarga, quando aplicando a caçamba SAE de

da escavadeira.

m 3 , deve ser limitada a 16,00 metros fora do centro

"Exemplo de dragagem, fora do lançamento de 16 m do centro, consumindo mais da resistência
"Exemplo de dragagem, fora do lançamento de 16 m do
centro, consumindo mais da resistência à fadiga / vida útil."

7. CAÇAMBAS

7.5Estilo de escavação x influência sobre a caçamba A vida útil de uma escavadeira depende, por exemplo, da técnica e das habilidades de dragagem do operador da escavadeira, consideradas também para um operador de uma escavadeira terrestre e sem surpresas consideradas para uma escavadeira em uma plataforma flutuante. Um favor complicador é:

1. Não há referência/visualização na caçamba durante a dragagem pelo operador. A instrumentação de dragagem como "Ferramentas marítimas" foi desenvolvida como um auxiliar do operador nesta questão.

2. Além disso, durante a dragagem, é importante que as forças / massa de movimento da plataforma flutuante não sejam abaixadas para o equipamento da escavadeira para os quais a escavadeira não foi projetada. As forças / momentum de movimento da atuação da draga sobre a escavadeira podem resultar na falha / rupturas imediatas da caçamba e/ou outras partes da escavadeira e da draga. Por exemplo, a vida útil da escavadeira depende, por exemplo, da estabilização / levantamento corretos da plataforma flutuante por seus guinchos, dependendo muito do próprio operador (e das condições de dragagem efetivas enfrentadas pelo operadores).

3. Além disso, o projeto e a vida útil esperada da escavadeira e do flutuante dependem do solo para o qual estão preparadas (escavação subaquática). Geralmente, quanto mais rígido é o solo, mais curta é a vida útil do equipamento de dragagem. Choques e vibrações devem ser evitados sempre que possível. Um método de transição suave de escavação pelo operador deve ser implementado.

4. Gerenciamento / Planejamento:

Em caso de necessidade de dragagem de um fundo sólido no qual a caçamba não possa penetrar com facilidade, não é aceitável para a vida útil da escavadeira. Portanto:

- Utilize explosivos para fragmentar a massa sólida.

- Utilize ferramentas reconhecidas para trabalhos de demolição como, por exemplo:

- martelo hidráulico e garras hidráulicas.

Se tais ferramentas de demolição forem utilizadas, certifique-se de que os pesos / momentum do flutuante e equipamentos de dragas de escavadeiras não atuem sobre as ferramentas de demolição para não destruir estas ferramentas.

7. CAÇAMBAS

No projeto de uma caçamba padrão "De Donge" aplica uma caçamba em forma de V para aproveitar a oportunidade de que as cargas sejam concentradas na direção central da caçamba, isto é, desta forma as torções no equipamento serão menores.

Advertências explícitas para evitar / minimizar danos à caçamba:

1.

Inspecione a caçamba regularmente / o máximo possível / durante cada troca da balsa divisora. Em cada parada a borda de corte ao lado dos adaptadores devem ser limpas a vapor. Qualquer pequena ruptura pode aquecer até 200°C e uma solda deve ser realizada (esmerilhando ou lixando um pouco primeiramente). Resfrie a solda em 15 - 20 minutos, utilize um medidor de temperatura. Trincas maiores precisam de muito mais tempo, já que toda a borda de corte deve ser aquecida a 200°C e resfriada regularmente.

2.

O

fundo (barriga) de cada caçamba é uma placa grande relativamente leve com reforços. Ela pode ser

danificada quando a caçamba é utilizada para liberar o material puxando o dente para cima enquanto a barriga da caçamba toca / se apóia no fundo.

Quando o dente gira pelo movimento da barriga, toda a força está sobre a barriga; evite esta ação.

A capacidade de levantamento compartilhado da BA 900 deve ser suficiente para erguer o material.

A fragmentação do solo levantando o dente não é necessária e uma operação incorreta do movimento.

3.

A experiência demonstra que a caçamba, buchas, mancais e as melhores construções não resistem ao

trabalho com estabilização insuficiente da draga.

O

braço da escavadeira forma um "quarto estabilizador de fundo" que é combinado com todas as

tensões, variação de comprimento, etc. devido a uma dragagem instável. Cada movimento da draga "flui através" de toda a estrutura e gera efeitos devastadores.

4.

A

caçamba continua sendo o ponto mais fraco.

As bordas de corte mais espessas fazem a diferença (o núcleo de aço se destina à curvatura "neutra").

Simplesmente não há aço melhor, que possa ser soldado, que possa ser aplicado.

A manutenção da caçamba deve ser concentrada na detecção de trincas pequenas e de difícil detecção.

7. CAÇAMBAS

7. CAÇAMBAS Então por que isto é assim? 7.6 Tampa do cilindro da caçamba A intenção

Então por que isto é assim?

7.6 Tampa do cilindro da caçamba

A intenção deste capítulo é esclarecer o

funcionamento e as características das

tampas do cilindro da caçamba" para facilitar

a decisão sobre o uso das tampas do cilindro

da caçamba que podem ou não limitar o risco de danos às hastes do cilindro da caçamba.

Na indústria da mineração este assunto não é realmente relevante, já que praticamente todas as escavadeiras de configuração backhoe, escavam sem uma tampa no cilindro da caçamba. Por exemplo, considerando qualquer publicação sobre escavadeiras hidráulicas de mineração e praticamente nenhuma foto com tal proteção será encontrada.

Toda a operação é visual.

Normalmente o solo é duro, a caçamba não pode penetrar tão profundamente para que possa ser

"enterrada" no solo, até a extensão que as hastes do cilindro podem atingir. Não há movimento de água que possa transportar detritos em direção às hastes do cilindro da caçamba.

Além disso, as tampas de proteção da caçamba representam um risco quando da draga de rocha/solo duro:

o

O componente em si não pode ser seguro contra falhas e é afetado por altas vibrações.

o

As proteções do cilindro podem acumular solo/rochas; o sedimento pode ser acumulado e and do exactly what one deseja para preveni, scrape a haste do cilindro. Infelizmente a escala de dureza da areia/rocha é mais alta que o aço cromado.

Portanto, por que "tampas de cilindros de caçamba" foram desenvolvidos na indústria de dragagem:

A operação não é visual. A abordagem do projeto / ideia principal foi / se destina a impedir que o solo

duro toque a haste do cilindro da caçamba quando a extensão é abaixada e esticada para fora realizando sua escavação inicial. Ao escavar, um perfil / parede pode entrar em colapso e uma pedra pode cair sobre a haste. Portanto, a tampa deve resistir ao impacto de uma pedra em queda, e não vice- versa; a combinação com o peso de uma extensão, slamming contra a rocha. Dragagem não é mineração, frequentemente ela abrange a remoção de sedimentos / solos macios.

Portanto a caçamba pode penetrar muito profundamente no solo (não visual), a caçamba pode ser enterrada no solo até a extensão que as hastes do cilindro o permitam. Caso haja dragagem em solo duro onde a caçamba não possa penetrar no solo até esta extensão, a cobertura de penetração da caçamba é frequentemente removida, que novamente representa riscos e pode frequentemente causar exatamente o que deve ser evitado.

Observação: Uma tampa de cilindro de caçamba não é um componente seguro contra falhas, não pode impedir danos às hastes do cilindro; pode limitar a oportunidade de danos, em determinadas condições. Considerando-se que a dragagem não é visual, é difícil prever em que condições de solo o trabalho será realizado de um momento para o outro.

7. CAÇAMBAS

O que segue deve ser considerado quando aplicar "tampas de cilindros de caçambas":

7.6.1 As condições do solo exigem uma "tampa do cilindro da caçamba"?

Se o solo for tão duro que uma caçamba não possa penetrar até a extensão que as hastes do cilindro o permitam, há menos uso desta tampa, portanto, a recomendação é desmontar a tampa de proteção da caçamba.

O atrito da caçamba sobre / na rocha pode causar altas vibrações. Todas as conexões aparafusadas são

submetidas a estas vibrações, especialmente aquelas mais próximas à caçamba. Por exemplo, sabe-se que

todos os parafusos das placas da tampa dos pinos da caçamba são ejetados, apesar de se utilizar "Locktite"

e serem re-tensionados de tempos em tempos. O mesmo ocorre com a tampa do cilindro da caçamba. Este componente pode ser submetido a altas vibrações, bem como gerar perigos às hastes do cilindro da caçamba quando não verificado constantemente.

7.5.2. Aplicação do estilo apropriado de dragagem, prevenção da "dragagem excessiva"

A dragagem utilizando cursos de extensão desnecessariamente longos

devem ser sempre evitadas, ou seja, o movimento excessivo da extensão para dentro, causando o sobreenchimento da caçamba, o que demanda

energia, reduz o tempo de vida útil, coloca em risco as hastes do cilindro

e polui perfil da draga (o solo é movido para uma posição onde a área foi limpa).

Quando a espessura da camada a ser dragada for conhecida, é fácil calcular o comprimento do movimento / ângulo da extensão para gerar um grau de enchimento suficiente da caçamba.

A partir da figura à direita, torna-se claro que quanto maior o ângulo da

extensão utilizado, mais próximo a haste do cilindro estará do solo.

Foto à direita: Um erro frequentemente observado pelos operadores é que eles desejam avançar a extensão até que esteja quase na horizontal (infelizmente o solo macio em relação à potência de um Backacter torna este estilo de dragagem possível).

Deve-se sublinhar que este é um estilo de escavação não usual

e displicente, que pode tocar os cilindros da caçamba contra o solo/detritos.

Além disso, o solo é mais forte que a caçamba e a lama / rochas / detritos irão cair em direção à extensão.

Nenhuma tampa de proteção da caçamba pode ser construída para suportar tal ação. Além disso o projeto do componente não prevê este tipo de operação.

o projeto do componente não prevê este tipo de operação. Tela de instrumentação de dragagem de
o projeto do componente não prevê este tipo de operação. Tela de instrumentação de dragagem de

Tela de instrumentação de dragagem de BA 1100

7. CAÇAMBAS

7. CAÇAMBAS Foto de uma proteção da tampa Liebherr P995 em uma situação onde o sedimento

Foto de uma proteção da tampa Liebherr P995 em uma situação onde o sedimento macio foi dragado, após cerca de 1/2 semana de operação.

Pode-se perceber que a tampa de proteção esteve frequentemente em contato com o solo; esta condição deve ser evitada.

A espessura do solo a ser removido em um

avanço ou curso da extensão deve ser adaptada,

a ser indicada pela gerência do local aos operadores.

7.6.3 Adaptação da sua "tampa do cilindro da caçamba" à situação real de dragagem.

Adaptação de tampas do cilindro da caçamba padrão como fornecido pela "Liebherr' / "De donge Backacters". Primeiramente mostramos como os padrões são e em seguida mostramos alguns exemplos das maneiras de adaptação destas tampas do cilindro da tampa a situações de dragagem específicas.

Padrões

O projeto básico destas tampas para cilindros de caçamba duplos não varia na escência: Uma
O projeto básico destas tampas para cilindros de caçamba duplos não varia na escência:
Uma caixa fechada básica ao redor do cilindro da caçamba, aberta na parte inferior.
Abra a parte baixa ara permitir a saída do solo capturado (porém, isto permite a entrada do
solo quando um estilo de dragagem incorreto é aplicado).

7. CAÇAMBAS

B. Exemplos de adaptações / Variações

Exemplo 1 Solo duro

Exemplos de adaptações / Variações Exemplo 1 Solo duro P984B da Heron P994 da Macon P994

P984B da Heron

P994 da Macon

P994 da Heron

De fato a "Heron" afirma que: nunca utilizam uma tampa do cilindro da caçamba para as suas escavadeiras P994

e P984B e nunca houve danos às hastes do cilindro em

todos estes anos apesar da dragagem em solo rochoso

e macio. Sua opinião é de que tal proteção pode

também danificar o recalque se estiver dentado, dobrado ou torcido pela ação de rochas ou pedregulhos. Quanto maior a máquina, mais perigosa se torna. Grande parte se deve à atitude e habilidade dos operadores e da presença de monitores de dragagem precisa parra a prevenção de tais danos.

Exemplo 2 Materiais / objetos sedimentares duros

À esquerda: uma foto da P995 da "Macon's" "Embaçada

por nuvens", dragagem de uma mistura de calcarenito / argila na Austrália.

A caçamba pode penetrar facilmente no solo e uma

espessura de camada alta foi removida próximo a um cais, entre as estacas para atracação, onde grandes veículos tanques são amarrados e grandes quantidades de restos (âncoras, etc.) foram dragados, a proteção do cilindro da caçamba mantida a ser montada.

Orifícios foram feitos pelos operários na tampa de proteção padrão da "Liebherr"; o tamanho e forma foram decididos pelo fretador "Houben marine Contracting".

Os orifícios mostram que a tampa de proteção pode reter sedimentos perdidos, quando o solo está solto debaixo d'água.

A idéia é que quando o solo é capturado pela tampa, ele não pode ser acumulado / tem a oportunidade de ser pressionado para fora.

acumulado / tem a oportunidade de ser pressionado para fora. - Manual da draga BACKACTER 900

7. CAÇAMBAS

Outro exemplo: Proteção da caçamba P994 da Ave Caesar's, novamente orifícios foram feitos na placa
Outro exemplo: Proteção da caçamba P994 da Ave Caesar's, novamente orifícios foram
feitos na placa superior da tampa de proteção fechada padrão.

Outra adaptação foi implementada neste ponto, uma placa de inserto foi instalada para impedir a penetração de pdras provindas de baixo das hastes do cilindro. Imaginou-se que isto poderia ser bom quando da dragagem de cascalho. Contudo, tal placa de inserto pode der efeito contrário e acumular sólido.

Outra adaptação possível (nenhuma foto disponível) é soldar uma placa na extensão (desvantagem: vida útil da extensão, pode acumular solo) o que pode prevenir que restos fluam sobre a caçamba, entre as alavancas, para alcançarem a parte de baixo da haste do cilindro, veja as setas vermelhas. Isto foi feito após a percepção de alguns danos na parte inferior da haste em um local de dragagem específico.

Ao dragar em solo duro a tampa não é utilizada com frequência.

em solo duro a tampa não é utilizada com frequência. Exemplo 3 Uma tampa de construção

Exemplo 3 Uma tampa de construção pesada

Uma foto da "Razende Bol" da "Van Oord". Ranhuras abertas estão presentes bem como a placa de inserto.

A diferença neste caso é que "Van Oord" fabricou

uma tampa de proteção para cilindro muito pesada (fabricada com material pesado para proteger o mecanismo deslizante contra impactos importantes).

Dentro da "Van Oord", o uso da tampa não é automático e pensou-se em sua utilização quando a areia fina é dragada e não ideal quando dragar o solo / rocha dura.

A dragagem para frente e para trás é

mencionada como uma decisão importante e também variável.

7. CAÇAMBAS

C. Conclusões

O

uso de uma tampa para o cilindro de uma caçamba não deve ser rotineiro e não há garantias de que

ela pode prevenir danos a uma haste do cilindro da caçamba.

É

consenso entre as pessoas entrevistadas da Heron, Macon, Van Ooord, que, geralmente, quando por

exemplo, ao dragar em rocha dura, com instrumentação de dragagem de precisão e com operadores experientes, deve ser fortemente considerado não utilizar a tampa do cilindro da caçamba, já que ela não oferece proteção para a haste quando pedregulhos entram em atrito, enquanto pequenas pedras podem ser presas entre a haste do cilindro e a tampa. Além disso, especialmente ao suportar altas vibrações, a tampa pode representar um risco. "Heron" nunca utilizou uma tampa e reivindica que nunca presenciou danos às hastes da caçamba.

Na maioria das vezes uma retro escavadeira / draga de mergulho escava para trás. Se uma draga de mergulho realizar a draga para frente, o uso de uma tampa é mais evidente para proteger a haste do cilindro contra um possível colapso do perfil / parede. A altura da camada a ser removida ao avançar é importante; quanto mais alta a camada, maior o perigo para a haste.

A ascensão da instrumentação de dragagem mais moderna é o desenvolvimento que torna o uso de

tampas de cilindros de caçambas menos necessário.

Nenhuma tampa de cilindro de caçamba pode proteger a haste do cilindro contra operadores que aplicam um estilo de dragagem impróprio.

8.

FORÇA / RESISTÊNCIA DOS ESTABILIZADORES DE FUNDO

Faz-se referência ao cálculo da força dos estabilizadores de fundo fornecidos, que mostra que sob condições de trabalho normais, os estabilizadores são fortes o suficientes para suportar as condições de trabalho normais.

As condições de trabalho normal são:

600 mm ou mais, draga levantada, com os guinchos suportando o peso de sobre seus freios.

Vento 7 Beaufort máximo.

Corrente de trabalho máxima de 9 km.

Altura máxima de onda de 2,50 m com 2x 2na proa ou na popa.

Uma balsa no acostamento com dimensões máximas de 55,00 x 11,0 x 4,00 m.

Uma operação com escavadeira com penetração máxima de 185 toneladas, profundidade da água de

até 18,00 m ou com penetração de 150 toneladas, com profundidade máxima da água de 25,00 m. Ondas provenientes da popa ou da proa conforme definido neste manual.

As cargas acima são consideradas no máximo e ocorrendo ao mesmo tempo sobre somente dois estabilizadores e ao valor máximo permitido de dobra / encurvamento dos estabilizadores não alcançados mesmo que a capacidade de reserva seja atingida.

Portanto a segurança no cálculo pode ser influenciada negativamente e assim desaparecer quando outras / mais cargas forem demandadas/ fornecidas / presentes.

A escavação com a força máxima aplica alto esforço sobre a construção dos estabilizadores e guias do

alojamento do estabilizador.

No cálculo padrão todas as cargas são uniformemente distribuídas sobre dois estabilizadores.

No cálculo padrão, todas as forças (p. ex. vento máximo 7 Beaufort, corrente máxima, peso de onda, forças de escavação são consideradas como "ao mesmo tempo". Nosso padrão é que os esforços e o encurvamento estão dentro do limite de segurança.

O sistema intermediário de estabilizadores não é considerado nos cálculos da resistência dos

estabilizadores já que ele forma uma proteção contra choques e picos de carga e necessário para proteger

o

anel rotativo "vulnerável" e mancais dos equipamentos da escavadeira.

O

cálculo da resistência do estabilizador mostra que quando o estabilizador permanece em profundidade

superior a

m de água, a capacidade de suportar simultaneamente todas as cargas acima é reduzida

rapidamente.

8. FORÇA / RESISTÊNCIA DOS ESTABILIZADORES DE FUNDO

Portanto, em profundidades de dragagem de mais de

devem ser reduzidos, por exemplo:

m, pelo menos dois fatores de carga importantes

Maximização da altura da onda para operação com até 700 mm no máximo.

Não utilize a capacidade total de penetração a um ângulo de mais de 35 graus e trabalho suavemente

sem choques. Com o projeto 4983 isto é protegido / arranjado pelo PLC; a pressão de 300 bar é aplicada

até um ângulo de 35(+/-), a partir dali com a pressão sendo progressivamente reduzida até 100 bar de

pressão a 75 graus. Portanto o PLC reduz as quantidades de bar permitida progressivamente; por

exemplo, a um ângulo de 45 graus a pressão de 250 bar continua disponível.

Não amarre as balsas durante a operação de dragagem.

Não trabalhe em ondas transversais.

Existe uma relação direta entre o espaço nos alojamentos dos estabilizadores e a capacidade dos

estabilizadores de suportar altas cargas. Quanto maior o espaço, mais as cargas se desenvolvem

progressivamente. Portanto o espaço entre os estabilizadores deve ser mantido ao mínimo. O uso de balsas

espaçadoras grandes para a série BA exige a necessidade de disciplina neste ponto.

Assim, ao dragar ao ângulo de 90a partir da popa, pode-se questionar que todas as forças (a maioria das

forças) exercem pressão sobre um estabilizador. Este ângulo de dragagem deve ser evitado, pelo menos

quando a força de penetração substancial pra dragagem deve ser aplicada.

Portanto,a regra de ouro é:

Escavar com força máxima entre 35para P.S. e 35para St.B. Utilize somente a penetração limitada caso

seja necessária uma dragagem entre 35e 90a partir da popa.

Esquema (vista superior):

Área de penetração de potência total Área de penetração limitada Área de penetração limitada
Área de penetração de potência total
Área de penetração limitada
Área de penetração limitada

9.

TRANSPORTADORA DOS ESTABILIZADORES

9.1Generalidades

Vão.

A draga 4983 não possui transportadora de estabilizadores, seu reposicionamento é realizado por meio de lemes.

Durante a operação de reposicionamento:

Nenhuma abordagem / amarração das balsas / ou navio, durante a movimentação dos estabilizadores, já

que o amarração pode ser feito contra / para somente um estabilizador!

10.

MOVIMENTAÇÃO DA DRAGA

Para mover a Draga de mergulho de flutuação livre, uma força (tração) de cerca de somente 10 toneladas é

necessária.

O peso da embarcação é de aproximadamente 2300 toneladas, com velocidade, deve ser parada

novamente.

Para parar o movimento de um peso de 2300 toneladas, é necessário muita energia e flexibilidade.

Além disso quanto maior a velocidade de movimento, maior é a necessidade de capacidade de "parada" /

"freio".

Na prática isto significa que não se pode utilizar o equipamento da escavadeira para parar e mover a draga.

O único deslocamento que a escavadeira pode fazer são movimentos laterais na água para proporcionar à

draga um ângulo de dragagem.

Nunca se esqueça que o equipamento da escavadeira é uma conexão fixa entre a embarcação e o fundo

(um quarto estabilizador). Portanto os movimentos da embarcação, que ocorrem enquanto o equipamento

está no fundo, pode dobrar e destruir o equipamento dentro de um curto período de tempo.

Procedimento de dragagem:

O NÚMERO DE MOVIMENTOS COM TRANSPORTADOR DE ESTABILIZADORES PODE SER

REDUZIDO REALIZADO-SE A DRAGAGEM EM UM ÂNGULO, OBTENDO ASSIM UM AUMENTO DA

PRODUÇÃO DE ACORDO COM O LOCAL.

Fig. 10.1 Dragagem em um ângulo.

Direção de trabalho
Direção de trabalho

Área estendida

ÂNGULO DE

EXTENSÃO

11.

ALOJAMENTOS DOS ESTABILIZADORES

11.1

Generalidades

Os alojamentos dos estabilizadores foram projetados para orientar o estabilizador com o espaço mínimo através do casco da draga. Os alojamentos são destacados já que os estabilizadores pesados devem ser inclinados para uma posição horizontal no deck. Assim o centro de gravidade (C.O.G.) é abaixado.

Para amortecer choques e vibrações da escavadeira, balsas e ondas, na parte interna de cada alojamento dos estabilizadores (e na parte interna da transportadora) um sistema intermediário dos estabilizadores é instalado.

Estes sistemas amortecem o choque até o máximo configurado, contudo este conceito é ao mesmo tempo utilizado para manter os espaços entre o alojamento e a transportadora ao mínimo.

O sistema intermediário dos estabilizadores sai de 8 barras verticais. Estas são projetadas para que sejam

permutáveis sem remover os estabilizadores e podem ser levantadas quando as tampas de canto forem removidas.

Durante o comissionamento os espaços devem ser medidos, refira-se à página

(???)

Após a partida, os operários, dentro de cerca de 350-500 horas, devem verificar o espaço máximo em cada lado por estabilizador pressionando o estabilizador em um canto.

Os elementos podem ter sua espessura aumentada (por exemplo, acrescentando placas com espessuras de 8, 10 e 12 mm etc.) na barra de desgaste, de forma que o espaço seja ajustado corretamente.

É óbvio que este procedimento é mais bem realizado com 2 alojamentos com elementos primeiramente em

um lado e em seguida nos outros dois.

Portanto, normalmente 4 elementos por alojamento devem ter sua espessura aumentada. O tempo necessário conforme a nossa experiência para o ajuste dos elementos (e até para o ajuste dos elementos de aço do alojamento está entre 350-500 horas, dependendo da intensidade da operação de dragagem). Quando qualquer elemento estiver danificado, ele deve ser renovado, os novos devem ter as mesmas características e devem ser peças sobressalentes originais.

A vida útil máxima para a absorção efetiva pelos elementos intermediários individuais é de

aproximadamente 2-4 anos. Recomenda-se manter alguns alojamentos de comprimento total com elementos para alojamentos altos e dois elementos de comprimento total pra a transportadora a bordo.

Nota: Talvez não seja possível instalar um alojamento inteiro trocado no alojamento; um suporte deve ser soldado aos estabilizadores e o estabilizador pressionado cuidadosamente. O elemento é pressionado também.

11.

ALOJAMENTOS DOS ESTABILIZADORES

11.2 Blocos do eixo

11. ALOJAMENTOS DOS ESTABILIZADORES 11.2 Blocos do eixo Problemas com o eixo / bloco podem ser

Problemas com o eixo / bloco podem ser esperados quando a draga não for adequadamente estabilizada durante a dragagem, por exemplo, a conexão entre a barra roscada e o bloco pode cair.

Se um bloco for obstruído, pode-se solucionar este

problema puxando um cabo embaixo do bloco e puxando-

o para cima por meio de uma roldana; veja a foto. (A draga será levantada até o máximo, na maré baixa.

A foto à direita mostra o bloco do eixo

em detalhes e 2 dos 3 pontos de lubrificação.

O ponto de lubrificação no lado esquerdo é o ponto de alívio. Quando

Os 2 blocos de eixo vertical por revestiment ofixam o alojamento à parte inferior.

Por meio de uma chave estes eixos podem ser ajustados para baixo ou para cima.

Além disso, 3 pontos de lubrificação e 1 linha de graxa de alívio são conduzidos ao nível do deck.

Estes blocos de eixo devem ser movidos para cima ou para baixo uma vez por mês. Se o espaço ocorrer entre o eixo e o bloco contrário, este espaço deve ser preenchido com placas de aço finas. Após cada movimento a câmara deve ser lubrificada novamente com graxa.

Note que a câmara interna do eixo possui, ao lado das linhas de graxa, também uma linha de alívio.

Assim muita pressão / graxa dentro da câmara pode escapar através desta linha durante o aparafusamento / desaparafusamento do eixo.

Quando o bloco preso for movido para cima, a pressão / graxa na câmara deve
Quando o bloco preso for movido para cima, a pressão /
graxa na câmara deve ser liberada através da linha.
Portanto, não exerça muita pressão e velocidade
combinada sobre a chave manual.

for necessário mover o bloco para cima,

a

na câmara deve ser liberado lentamente para fora da câmara.

Portanto se a chave for utilizada para levantar a barra, isto deve ser feito lentamente conforme a pressão é liberada e desta maneira menos força será necessária, impedindo que as peças internas sejam soltas.

pressão / volume de graxa acumulada

Manutenção:

1 x por mês os eixos devem ser movidos para cima e para baixo. Engraxe 1 x por mês no momento em que os eixos forem puxados para dentro (não para fora, já que isto irá encher a câmara de graxa, o que trará dificuldades ao pressionar o bloco para dentro).

12.

REEFING DOS ESTABILIZADORES

O tipo de cabo a ser utilizado deve ser de 68 mm. 3 vezes pré-esticado, tipo 6 x 41 WS+IWRC, 1960 N/mm 2

. Quando solicitar um novo cabo, não se esqueça de indicar as dimensões do pino (extremidade cega), que deve ser normalmente de 200 mm. (verifique antes de solicitar).

Para o recolhimento normal os estabilizadores devem ser estendidos horizontalmente e 2 recolhimentos devem ser feitos: um no lado inferior e um nas roldanas do lado superior com linhas de propileno leve. Amarre aproximadamente 4 metros do fundo do estabilizador ao qual reefing falso pode ser conectado. Certifique-se de que o mesmo reefing falso para a parte superior através de um segundo, ao redor do estabilizador amarrado, uma corda de polipropileno leve.

Coloque uma peça do cabo ao redor de cada roldana e mantenha as extremidades apertadas.

Abaixe o estabilizador no alojamento até que o cabo, no qual o reefing falso está conectado esteja ao mesmo nível do alojamento do estabilizador na parte superior.

Conecte as duas extremidades do reefing falso, provenientes das roldanas do fundo, até as extremidades do cabo das quais dois reefings estão ao redor da roldana de giro inferior.

O

cabo inferior é agora uma peça do cabo. Conecte um cabo de PVC de 30 mm de espessura no cabo fino

e

puxe-o até que o cabo fino seja completamente substituído.

Mantenha sempre os cabos apertados para evitar que se soltem das roldanas.

Acople ao cabo de 30 mm, os cabos de aço, com um "batente de cabos" especial, que ret