CURSO DE ANÁLISE ESTRUTURAL
Volume III Método das deformqõer. Processo de Croa.

CURSO DE ANÁLISE ESTRUTURAL
Volume I I I
Método das deformações. Processo de Cross.

7." Edicão

Copyright O 1973 by José Carlos Sussekind A primeira edição desta obra foi realizada em convênio com a Universidade de São Paulo.

Dados de Catalogação na Publicação (CIP) Internacional (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) S963c v.1-3 Sussekind, José Carlos, 1947Curso de análise estrutural / José Carlos Sussekind. - Rio de Janeiro : Globo, 1987. Conteúdo: v. 1. Estruturas isostáticas. 9. ed. v. 2. Deformações em estruturas. Metodo das forças. 8. ed. -v. 3. Método das deformações. Processo de Cross. 7. ed. ISBN 85-250-0226-7
1. Deformações (Mecânica) 2. Estruturas - Análise (Engenharia) 3. Forças e tensões I. Titulo.

1. 2. 3. 4.

indices para catálogo sistemático: Análise estrutural : Engenharia 624.171 Deformações : Engenharia de estruturas 624.176 Estruturas : Análise : Engenharia 624.171 Forças : Análise estrutural : Engenharia 624.176

Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta edição pode ser utilizada ou reproduzida - em qualquer meio ou forma, seja mecânico ou eletrõnico, fotocópia, gravação etc. - nem apropriada ou estocada em sistema de banco de dados, sem a expressa autorização da editora.

Editora Globo S.A. Rua Itapiru, 1209, CEP 20251, Rio de Janeiro. Tel.: (021)273-5522, telex: (021)23365, RI. Rua do Curtume, 665, CEP 05065, São Paulo. Tel.: (011)262-3.100, telex: (011)54071, SP.

Apresentacão
A idéia de escrever este Curso de Análise Estrutural nasceu da necessidade encontrada de um texto que nos servisse de suporte para o ensino da Isostática e da Hiperestática aos futuros engenheiros civis, idéia esta que cresceu com o estímulo recebido da parte de diversos colegas de magistério, que sevêm deparando com o mesmo problema, e cuja concretização se tornou possível a partir do interesse demonstrado pela Editora Globo em editá-lo.

O Curso de Análise Estrutural será dividido em três volumes, no primeiro dos quais estudaremos os esforços nas estruturas isostáticas, ficando o estudo dos esforços nas estruturas hiperestáticas e das deformações em estruturas em geral para ser feito nos segundo e terceiro volumes. Nestes últimos, incluiremos também o estudo de alguns tópicos especiais, cujo conhecimento julgamos indispensável ao engenheiro civil.
Na apresentação deste Curso, é dever de gratidro mencionar o nome do extraordinário professor que é o Dr. Domicio Falcáo Moreira e Silva, a quem devemos nossos conhecimentos de Mecinica Racional e de Mecànica das Estruturas, e por iniciativa de quem fomos lançados no magistério superior, na Pontificia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Agradecemos antecipadamente aos nossos leitores e colegas quaisquer comentários, sugestões ou críticas que nos venham a enviar através da Editora Globo, pois, a partir deles, estaremos em condições de tentar sempre melhorar este trabalho, no sentido de torná-lo cada vez mais útil ao nosso estudante - objetivo final de nossos esforços. Rio de Janeiro, 10 de abril. de 1974 José Carlos Sussekind

Grrlliar 106 7.1 .Incógnitas I - Númem de incógnitas .1 .1.Simplifica~ãopara o casa d e estruturas elástica e geometricamente simétricas 73 7.2 .2 .Atuacão de carregamento externo 27 5.Caso em que o eixo de simetria intercepta um nó da grclha 106 7.2 .2 .2.1 .Rigidez d c uma barra II 3.3 .1 .1.1 .2 .Roteiro para o metodo das deformações 26 5 .Número total de deslocabilidades 8 3 .óes 24 4.2.R7c.Caso em que o cixo de simetria intercepta tima única s e ~ ã o uma barra 76 de 7.1 .2 .Deslocabilidade interna e externa 5 2.Caso em que o eixo dc simeuin intercepta completamcntr uma barra da estriitiira 75 7.2 .2.2 .ilqur de apoio 44 5.Aplicapies $ estruturas sem deslocabilidades a t a n a s 27 5.1 .Caso em quc o eixo de simctria intercepta uma barra da grelha n u m a Única secão 109 .Caro rm que o cixo d e simetria intercepta um nó da estrutiira 7 3 7.2.Estruturas planas 73 7.Caso em que o cixo de simetria intercepta completamente uma barra da grelha 108 7.1.Sumário CAPÍTULO O METODO DAS DEFORMAÇÕES I I 2 - A idéia d o método .0bservai.Varia~áodc trmperstura 48 6 .Derlocabilidade externa 6 2.1 .3 .Atuaiiio de var?aç2o de temperatura ou recalques de apoios 4 4 5.Grandezas fundamentais 10 3.3 .2.Dcrlocabilidade interna 5 2.Aplicação às estruturas com deslocabilidades externas 5 7 7 .mo minto^ devidos a deslocamentos ortogonais recíprocos 4 - 15 O mecanismo d o método das deformações 20 4.

Inércia da barra varia "em saltos" 120 8.Problemas pmpostos 261 CAPíTULO ííi .Roteiro do proccsso de Cross para estruturas desloçáveis 216 5.3 .1 .Quadros com tirantes (au escoras) 160 9.lntroduçáa 215 5.PROCESSO DE CROSS 181 .Aplicação às estruturas planas indeslodveis 197 5 .2 .Inéroia da barra variando "em misula" 125 8.2 .Cabos 2.8 .2 2.Introdução 2 .INTRODUÇÃO AO ESTUDO DOS CABOS I .2 .Aplicação d o p~ocesíode Cross $s estruturas externamente deslocáveis 215 5.1 2.1 .A idéia do processo 184 3 .Inércia da barra varia aleatoriamente 160 9 - U>nsideração dos efeitos do e f p namal 160 sa 9.Roteiro 234 6.Aplicação do pmcesso de Cross ao t r a p d o de linhas de influência 234 6.Aplica* d o pmcesso de Cross Ps grelhas 248 7.3 .Aplicações 253 8 .Caso de barras com inércia variável 120 8.3 - com carregamento distribuido segundo o vão 268 Relação entre efeitos no cabo e esiorqos na vtga dc substitui~Zo 268 Caso de carga uniformcmcntc distribuída 271 Aplicaqões 275 .1 .Consideraçóea preliminares 267 2 .Apresentação 248 7.1 .Aplicacões 218 6 .2 .Quadros para os quais dcscjamos levar em conta as deformações por ertor~o iiornial 166 10 .Aplicações 238 7 .2 .Roteiro d o pmcesso de Cross para estruturas indeslocáveis 195 4 .1 .Problemas propostos 171 CAPíTULO I n .

2 .Aplicaç6er 290 4 .4.Efeitos secundários nos cabos 279 2.3 .Variacão de temperatura 281 do 2.2.Caso particular: pontos de suspensjo no mesmo nível 289 3.3 .2 .Alongamento clástico de um trccho de cabo com carga uniformemente distribuída 279 2.Caso geral: pontos de suspcnsio em níveis diferentes 285 3.Exercidos propostos 292 .1 .1 .Cabos m m ean-ento uniímemente distribuido segundo seu mmprimento 285 3.A ~ ã a vento 283 3 .4 .4.4.

a mais importante. no caso de estruturas indeslocáveis) em muito a ordem do sistema de equações de compatibilidade em cuja resolução recairá a solução da estrutura estudada.cujos conceitos fomos apresentando. processo este muito rápido e comodo. o f i a l do mesmo. pelo menos nesta primeira fase. a seguir. Encerrando a introdução a este terceiro volume de nosso Curso e que marca. apresentado inicialmente sob sua formulação mais geral (e que é. gostaríamos de alertar o leitoí para um ponto muito importante: somente o conhecimento da Hiperestática Clássica . colaboraram para tornar possível a sua publicação. Na oportunidade. a resolução da grande maioria dos problemas da prática. modernamente. que permite. apresentar nossos agradecimentos ao amigo José de Moura Villas Boas pelo trabalho de revisão de todos os volumes deste Curso e a todos aqueles que.possibilitará ao engenheiro projetar uma estrutura. caso seja possível e conveniente. tendo em vista a possibilidade de automatização do cálculo estrutural através de computadores) e. poderá se lançar mão de determinados programas de computadores. Completa o terceiro volume uma Introdução ao Estudo da Estática dos Cabos. que é o método das deformações.Introducão ao terceiro volume O terceiro volume de nosso Curso abrange o estudo do segundo grande método da Hiperestática. abordando-se um processo particular pertencente a este método geral. escalonadamente. onde apresentamos a teoria de primeira ordem sobre o assunto. mais uma vez. onde se define a qualidade em nossa profissão. de uma forma ou de outra. diminuindo (e as vezes eliminando. com excelente aproximação. 16 de Abril de 1975 José Carlos Susselcind . Rio de Janeiro. visando uma boa sedimentação . mas estes jamais poderão substituir o engenheiro na fase de projeto. introduzido na Análise Estrutural pelo professor Hardy Cross e que consiste numa distribuição simples de momentos em torno dos nós de estrutuia. para o cálculo da mesma. queremos.

não se constituindo este fato em nenhum erro especial peculiar ao método pois. peças protendidas em geral. esforas. então. As incógnitas deste m6todo serão. determinando-se inicialmeiite as deformações sofridas pelos nós das diversas barras da estrutura para. determinados.) quando do cálculo dos 8 . entretanto. Este será o caminho adotado no método que exporemos neste capitulo e que. podiam ser calculados as rotações e deslocamentos dos nós da mesma. Por ora. os ângulos de rotaçào e os deslocamentos lineares sofridos pelos nós das diveisas barras. normalmente. permitiam o conhecimento imediato dos diagramas de esforços solicitantes para a estrutura em estudo. barras de treliças. tambdm no estudo do método das forças. tirantes.CAPITULO I O MÉTODO DAS DEFORMACÕES No método das forças. estruturas para as quais podemos desprezar. vigas. abordada de maneira inversa. quais sejam. será denominado método das deformaçóes. etc. serão desprezadas. as deformaçóes das barras que compõem a estrutura devidas a esforços normais (e tamMm as devidas a esforços cortantes). A resolução do mesmo problema hiperestático poderia ser. isto é. isto é. trataremos apenas das estruturas para as quais estas últimas deformaçúes podem ser desprezadas (quadros planos. para todos os fins práticos. foi usual desprezar estas deformaçúes (a não ser no caso de peças trabalhando basicamente ao esforço normal. arcos. Em seu cálculo. grelhas). as incógnitas do problema hiperestático eram esforços simples (ou reações de apoio) que. por esta razão. a partir dos quais. a partir desses valores. empregando-se o teoreina de Pasternak. pilarcs esbeltos. . obtei os diagramas de esforços solicitantes da estrutura. estudado no 20 volume de nosso Curso. obter deformações. Assim o método das forças inicia a resolução da estrutura pela determinação dos seus esforços para. a partir deles.

1. Seja. 1-1 'Já que estarnos no regime linear e é válido a princípio da superposiçio de efeitos. I . a barra AB indicada na Fig. como o mktodo pode ser igualmente aplicado (ver item 9 deste capitulo). para as estruturas sensíveis às deformaçóes axiais. então. . Começaremos iiosso estudo estabelecendo que deformações de uma barra devem ser conhecidas a fim de que possamos determinar os esforços nela atuaiites. independentes umas das outras:' Fig. ela se deformará assumindo a posição A 8: A passagem da posição AB para a posiçao A E' pode ser encarada como resultante das seguintes deformações. Mostraremos depois.1.I 2 Curso de an8lise estrutural a diferença entre o comprimento inicial de uma barra AB e o comprimento final da corda AB. representando uma barra genérica de uma estrutura: devido aos esforços que solicitam a barra.

indica a figura. como uma viga biengastada em que um dos engastes sofreu um recalque angular de valor p ~ aparecendo um diagrama de momentos fletores conforme .2): durante esta translação. para cada barra da estrutura.4. sem deslocamentos lineares nem rotações de suas extremidades. já que a translação 6 A da barra não introduz qualquer esforço na mesma. a barra se mantém reta e paralela à sua posição primitiva. para esta deformação. a barra se comporta. I . Conforme mostra a Fig.5. h incúgnitas. a partir dele. cujo engaste B . I 1. 4P) 5?) .1.3. problema este resolvido pelo mhtodo das forças e cuja soluçâo. I . eiitão as rotações e os deslocamentos lineares de suas extremidades2 (já que. B ) ao longo de uma direção perpendicular a seu eixo. 20) Deslocamento linear de uma das extremidades da barra (por exemplo. sofreu um recalque vertical igual a p B ~ (este tipo de problema foi resolvido no volume 11 de nosso Curso). Rotação da extremidade B da barra de valor pB: surge o diagrama de momentos fletores indicado na Fig. Nesta fase. para determinarmos o valor do deslocamento ortogonal recíproco 'ver observafão 2. a barra se comporta.1.1. aparecendo o diagrama de momentos fletores indicado na Fig. I .6 e que pode ser determinado sem maiores dificuldades. Conforme indica a Fig. i10 método das defomaçGes.O metodo das deformações 3 10) Translação da barra de hA (Fig. devido ao funcionamento da barra como uma viga biengastada em que um dos engastes sofreu um recalque pB. I . serão. sem rotação das extremidades da barra. para este deslocamento p ~ como se fosse uma viga biengastada AB. de modo que não é despertado qualquer esforço simples nesta fase. está tabelada na Tabela I (para vigas de inércia constante). Concluindo.1. os demais diagramas solicitantes para uma barra de uma estrutura. - 30) Rotação da extremidade A da bana de valor pA. por tratar-se de resolução de uma viga biengastada para um dado carregamento. Deformação da barra. para os carregamentos mais correntes da prática. devido ao carregamento externo atuante. aparecendo então um diagrama de momentos fletores com o aspecto indicado na figura. a seguir . de valor ~ B A (este deslocamento 6 denominado deslocamento ortogonai recíproco do nó B em relação ao nó A ) . basta conhecer os valores de p ~ q~ e PBA para obtermos o diagrama de momentos fletores e. a barra funciona como uma viga biengastada submetida ao carregamento externo.

nos casos mais gerais. precisaremos conhecer a rota@o e o deslocamento linear resultantes de cada extremidade das barras que compõem a estrutura. Esta rotação será dada por suas componentes (vx. 11 - I-15 Fig. precisaremos conhecer as rotaçóes px e py e o deslocamento linear S. \pe e p a ~ para a barra da Fig. nos nós rígidos (não rotulados) de uma estrutura. com o da rotação <pg e com o do carregamento externo. conforme mostra o esquema da Fig. S. nos casos gerais. apenas. Observaçães: 1) No caso de estruturas espaciais. 1-2. Para as grelhas (supostas situadas no plano xy e carregadas na direção z). o número de incógnitas do problema.. necessitaremos conhecer os deslocamentos iineares de suas extremidades). 6.4 Curso de análise estrutural de uma das extremidades da barra em relação à outra. É claro que. pois que o diagrama de rnoinentos fietores final na barra AB será igual à soma daquele provocado pelo deslocamento ortogonal reciproco PEA. a rotação e o deslocamento linear de todas as extremidades de barras nele concorrentes serão os mesmos. . 8. 2) Nu caqo de uma barra AB possuir uma das extremidades rotuladas. As incógnitas serão. o que diminui sensivelmente. pr) e o deslocamento linear por suas componentes (. 1-2 . num total de 3 incógnitas por nó. v... num total de 6 incógnitas por nó da estrutura espacial. 1-2.). (A por exemplo) sua rotapio nesta extremidade rotulada não será incógnita do problema. supostos aplicados numa viga apoiada e engastada AB.

pois é exclusivamente efeito das causas indicadas nas Figs. Assim. de modo que a únicaincógnita. Dizemos que o número de deslocabilidades internas de uma estrutura é igual ao número de rotações de nós que precisamos conhecer para poder resolv6-Ia. A F . a única incógnita do nó C será sua rotação. carregamento externo na barra AB. 3) Notemos que o método das deformações só pode existir devido à existência do m6todo das forças. pois suas cornponentes vertical e horizontal serão impedidas.. respectivamente. já que os engastes A e D não sofrem deformações. pelos engastes A e D. etc. deslocamento ortogonal reciproco ~ B A rotação ipg e . Concluihdo. evidentemente.1-3 l Também o nó B não apresentará deslocamentos lineares.3 a 1-2. quais sejam. será a rotação. que é aquele que fornece os diagramas para vigas biengastadas (ou engastadas e rotuladas) devidos a 9A. Sabemos que as incógnitas do problema são as rotações e deslocamentos lineares dos nós B e C. . Em outras palavras. o número de incógnitas do problema é igual a 2. tis nós internos rotulados). número de nós internos rígidos (não rotulados) da estrutura. . 1-2.DESLOCABILIDADE INTERNA E EXTERNA 2. suposta rotulada em A e engastada em B (no caso.di de uma estruhua é igual ao número de 116s internos rígidos que ela possui3 (não incluindo os nós extremos apoiados ou engastados e. pois o apoio do 10 género impede a componente vertical e o engaste D a componente horizontal (já que desprezamos as deformaçóes axiais das barras) de deslocamento. ara cstriitilras planas. o número de deslocabiidades internas. o nó C não apresenta deslocamentos lineares. + 9.O método das deiormaçks 5 Note o leitor que a rotação da extremidade rotulada não será incógnita.1 . a partir dos quais formularemas o método das deformações. 1. temos: p~ = 9.5. pBA. também no nó B. entretanto.9.NÚMERO DE INCÓGNITAS .Deslocabiiidade interna Seja a estrutura da Fig.3. 2 .). No caso.

pois. não há deslocabilidades internas a considerar). nada impede. 1-4. grelhas. para caracterizar esta nova incógnita. 1-4.2 . no entanto. não haverá componente de rotação em torno do eixo 02). mostrando que seria necessária a existência de mais um vinculo na estrutura para que o nó D não possuísse deslocabilidades lineares. vemos que ele não terá componente vertical de deslocamento.2). Como todos os seus nós internos são rotulados. seu deslocamento na direção horizontal. Para caracterizar esta incógnita. Resta-nos analisar o problema dos deslocamentos lineares dos mesmos para conhecemos o número de incógnitas do problema. precisamos conhecer suas componentes de rotação em torno de cada um dos eixos coordenados. estamos desprezando as deformações axiais das barras). para cada um deles. devido i presença do engaste A (como sempre. pois que. indicaremos um apoio do l ? gênero em D (ver Fig. não precisamos conhecer as rotações das barras nestes nós (em outras palavras. + Tudo que foi feito para o nó D vale.6 Curso de análise estrutural Observações: a) Para o caso de estruturas espaciais. para o nó G. que pode se deslocar na direçáo horizontal (o deslocamento vertical estando impedido pelo engaste C). indicaremos um apoio . a estrutura da Fig. supondo a grelha situada no plano xy.1.Deslocabilidade externa Seja agora. o número de deslocabilidades internas é igual b) Para o caso ao dobro do número de nós internos rígidos que ela possui (pois. 2. Iniciando esta análise pelo nó D. em uma primeira incógnita do problema. que se constituirá. o número de deslocabilidades internas é igual ao triplo do número de nós internos rigidos que a estrutura possui. também.

Definiremos. sendo. se impedidos pelos apoios do 10 gsnero 1 e 2. ObservaçGes: 1) No caso da estrutura da Fig. não terá com onente vertical de deslocamento e. o que acarretaria. . e dizemos. ) também o será. as incógnitas do problema). com menor trabalho de raciocínio. a indeslocabiiidade linear dos nós E e F. por estar ligado a E e C. e o deslocamento horizontal de F. por análise direta da estrutura dada. 1-4. os nós D e G seriam indeslocáveis linearmente. portanto. dois deslocamentos lineares (deslocamentos horizontais dos nós D e C) que.O nó F. conforme mostra o exemplo da Fig. então. 1-4. portanto. por força do engaste B.1. possui então.) 2) É usual chamar-se às estriituras que possueiii deslocabilidades externas de estruturas deslocáveis. E e G . à primeira vista. mas apenas os deslocamentos dos nós D e G são incógnitas independentes (pois o deslocamento horizontal de E. Este número de incógnitas independentes é traduzido. d . não terá componente horizontal de deslocamento. principalmente em casos de estruturas mais complexas. 1-4. E. (Preferimos esta forma de defmição por ela conduzir. o número de incógnitas independentes do problema (que é o número de deslocabiidades externas da estrutura) é apenas 2.2. indeslocável. Assim. a tornariam sem deslocabiiidades lineares.1. G terão deslocamentos horizontais (que seriam. pelo número de apoios do I? gênero que precisamos acrescentar à estrutura para tomá-la sem deslocabilidades lineares e.O m6todo das deformações 7 do l gênero em G. A estrutura da Fig. será igual ao de D.O nó E. senão vejamos: . mostrando que seria necessária a existência de mais este ! ' vínculo na estrutura oara que o nó C não possuísse deslocabilidades lineares. dos deslocamentos de D e C). ao valor de de. por esta razão. então. F. e aquelas que náo as possuem (mesmo tendo deslocabilidades internas) de estruturas indeslocáveis. será função dos deslocamentos destes dois pontos e. Assim. foi lícito definir o número de deslocabilidades externas da estrutura a partir dos apoios adicionais do I ? gênero necessários. por estar ligado a dois nós indeslocáveis (no caso. os nós D. onde não é tão simples reconhecer o número de deslocamentos lineares independentes. que nbmero de deslocabiidades externas de de uma estrutura é igual ao número de apoios do I? gênero que a ela precisamos acrescentar para que todos os seus nós fiquem sem deslocamentos lineares. caso existissem os apoios adicionais do 10 gênero @ e @ indicados na Fig. 1-4. que ela possui dlias deslocabilidades lineares ou externas (esta última denominação sendo mais usual). em última análise. por estar ligado a D por uma barra horizontd. também. por força do apoio do I? gênero 1 .

e Podemos então escrever: d = di + d.). 1-52 a 1-12.1) A exemplificaçáo a seguir esclarecera: Ex. 1. obtemos.8 Curso de análise estrutural 2.Obter o número total de deslocabiiidades para as estruturas planas das Figs.1 . (1. 1-5.2. .Número total de deslocabilidades Como as incógnitas do problema são as rotaçóes dos nós internos rígidos da estrutura (traduzidas pelo valor d i ) e os deslocamentos lineares independentes de seus nós (traduzidos por de).igual ao número total de incógnitas de sua resoluqão pelo método das deformações .3 . indicado ao lado destas últimas figuras: .1 a 1-12.é dado pela soma de seu número de deslocabiiidades interna (di) externa (d. s u número total de deslocabiidades. a partir da expressão (I-]).1 Lstando os apoios do l? gênero adicionais para tornar as estruturas externamente indeslocáveis indicados nas Figs. dizemos que o número total de deslocabiidades d de uma estrutura.

1-12.O metodo das deformações d=4+3=7 Fig.. 1-12. Fig 1-10 2 Ad 1-11.) Fig. pois o balanço pode ser retirado.) 1-10. 1-8 n q' "i A A 1-11.2 d = 3 + O = 3 (A estrutura nào apresenta deslocabilidade externa.1 1-12.. conforme indica a Fig. I+ d = 1 + O = L (A estruhira não tem deslocabilidade externa. 1-11 dFig. .l1-12 = 2 = +l Observaçüo: O caso da estrutura da Flg. DEFJ para a análise do número de deslocabilidades da estrutura. a partir da qual obtivemos o número de deslocabilidades da estruturadada. e substituída sua ação sobre o resto da estrutura pela de um momento e de uma força.1 serve para chamar a atenção do leitor para o fato de qiie não precisamos incluir trechos em balanço (no raso.2.

os diagramas de momentos fletores atuantes numa barra de uma estrutura. para a determinação <'.GRANDEZAS FUNDAMENTAIS d=2X4+0=8 (A grelha não apresenta deslaiabilidades lineares. indicado ao lado de cada estrutura.Obter o número total de deslocabilidades para as grelhas (estmturas planas que serão solicitadas perpendicularmente a seu plano) das Figs.) Fig. 1-15 Conforme vimos no início deste capítulo.1. Partido de (1-1) e levando em conta que cada nó interno rígido de uma grelha tem duas componentes de rotação e uma componente de deslocamento linear (perpendicular ao plano da grelha). Nas Figs.1 a 1-15. al6m do diagrama de momentos fletores qiie ter'ia esta barra . precisamos conhecer. 1-2 . M 3 .2 e 1-14. 1-13. 1-13.10 Curso de analise estrutural Ex. obtemos seu número total de deslocabilidades.2 estão representados os apoios adicionais do 10 gênero necessários para tornar as greihas indeslocáveis.

1. aplicado neste nó. provoca uma rotação unitária do mesmo. Seja a barra biengastada AB da Fig.4) e aquele devido ao deslocamento ortogonal gciproco de uma extremidade da barra em relação à outra (Fig. terminar o momento MA que deve ser aplicado em A para produzir a rotação = 1 indicadana Fig.4. cuja rigi'dez no nóA desejamos determinar. de uma viga biengastada ou engastada e rotulada conforme o caso. 1-1. 1-2. 1-16.6) ou engastada e rotulada (V. 1-1. F? pensando nestes últimos diagramas que vamos agora estabelecer alguns conceitos. 1-16.que é de imediata determinação pelo m6todo das forças e facilmente tabelável para os carregamentos usuais da prática (V. Trata-se.Rigidez de uma barra Denominamos rigidez de uma barra num nó ao valor do momento que. Conforme a definieão. Fig. da resolução da viga biengastada AB para o recalque angular 9 = 1 indicado em 1-163. que serão de importáncia prática fundamental para o mecanismo operatório do metodo das deformações. Fig. Tabela I) . conforme o caso. respectivamente. 3.5) para o carregamento externo atuante . a obtenção do diagrama de momentos fletores pode ser feita pelo processo de . suposto livre para girar.1 .O método das deformações 11 se fosse.1 A 1-16. A B .2.3 ou 1-2. trata-se de de. que introduziremos no item 4 deste capítulo. biengastada (V.5 ou 1-2. Examinemos separadamente os casos de uma barra biengastada e de uma barra engastada e rotulada. 1-16.2 $0 = 1 \I Supondo a barra com inkrcia constante J e mbdulo de elasticidade E. 1-1.3) e que podem ser tratados como recalques angulares e lineares. 1-1.também aqueles devidos às rotações existentes nos nós externos não-articulados da barra (Fig. a) Barra biengastada L I L 7 . então.

3) Obsen>açóes: a) Para o caso de barras que não possuam inkrcia constante. K = -4 E J I interessante notar que. 1 . não se obtém uma expressão tão simples para rigidez e coeficiente de transmissão como a do caso de inércia constante.Assim. apareceu um momento no igual à metade de seu valor na outra extremidade da barrae de mesmo sentido vetorial que o da rotaçáo 9 = 1 e do momento que a provocou. 1-1 7 C a s o de J constante.1 Mohr. como conseqüência da aparição do momento 4EJ igual a 7 bordo que sofreu a rotação unitária. carregada com MIEJ a indicada em 1-17. impondo a esta última as condições estáticas de eauilibrio.3 .' Coeficiente de transmissão de momentos para nó engastado: t = + 0.17. sua rigidez num nó é dada por: Fig. para uma barra biengastada.2) Rigidez em um nó: K = I '. tratar-se-á da resolução do problema indicado em 1-16. é dado por Resumindo. de in6rcia constante. numa barra de in6rcia constante.3 de inércia constante J . Dizemos então que o coeficiente da transmissão t de momentos de um nó para outro nó engastado.s (1. De qualquer forma.Curso de análise estrutural h A Y 1 . e a viga conjugada.17. Sendo o aspecto do diagrama de momentos fletores o indicado em 1-17.2.1. temos: 2 EJ - 4EJ Daí temos: MA = 7 = ?.3 (viga biengastada submetida a .sendo odia- A 4 EJ I erama final o indicado em 11-17. temos 4EJ (1. para uma barra biengastada.

de imediato.e que consiste em chamar de positivos aos momentos e rotaçòes 110s extremos das barras quando os mesmos tiverem o sentido trigonométrico ou anti-horário.O metodo das deformações 13 recalque angular unitário de um de seus engastes) para a lei de variação de in6rcia que tiver a barra. no item 8 deste capitulo. os valores da rigidez e dos coeficientes de transmissão para a barra. conforme indica a Fig.Conven~ão dc sinais para rotação de nós cxtrcmidades da barra. 1-19.1 será igual ao momento fletor que aparecerá nesta seção para a resolução da viga AB para um recalque angular de apoio em A igual a ip = + 1.2. b) Estabeleceremos. Por ora. = + -em B. agora. Assim. estudaremos o caso de barras com iudrcia constante e deixaremos as barras com in6rcia variável para serem estudadas. . 1-19. uma convenção de sinais que será adotada 110 metodo das deformações . usando esta convenção. com detalhes. porque. 1-18 . . as Tabelas IV a VI1 nos fornecerão. sendo negativos eni caso contrário. conforme indica a Fig. para o caso da Fig. b) Barra engastada e rotulada Analogamente ao caso da barra biengastada.3. Em particular. 2y As vantagens de uso desta convenção de sinais ficarão patentes com o correr do desenvolwnento do método. 1-17. . a rigidez em A da barra AB da Fig. i momentos atuantes nas Notar bem que não existe nenhuma relação entre esta convenção de sinais e a convenção às vezes adotada na estática de chamar positivos aos momentos fletores que tracionam suas fibras inferiores e negativos em caso contrário. por exemplo. o conhecimento da rigidez e do coeficiente de transmissão e indispensável ao mecanismo operatório d o m6todo das deformaç3s. a imposição da rotação ip = + 1 em A acarretou o aparecimento de um momento MA = +. 1-18.particularmente útil no desenvolvimento do mesmo . conforme veremos no item 4 deste capítulo. se a lei de variação da indrcia for em misula reta ou parabblica (simktnca ou assimetrica).4 EJ em A e de momentc M. Este problema terá que ser resolvido previamente para tais barras da estrutura.

3 EJ (1. vaiem as mesmas observações feitas para o caso da viga biengastada. . a partir do qual podemos dizer que. o problema foi resolvido n o Exemplo 1-26 do Cap. Assim. num nó engastado de uma barra biengastada de inercia constante J.4) I Para o caso de inércia variável. para um nó engastado de uma viga engastada e apoiada. Observações: Defiiiiremos rigidez relativa ( k ) de uma barra num nó como o quociente de sua rigidez absoluta pelo quádruplo do módulo de elasticidade longitudinal do seu material. virá: A razão da introdução deste conceito (que visa apenas simplificar o trabalho numérico de resolução das estruturas) se fará sentir ao longo das aplicaçOes subsequentes à apresentação do mecanismo operatório do método das deformações. I1 do nosso Curso.K =-J (1. 1 do Vol. sua rigidez K' é dada por: K ' = . temos: k =.3.5) 4E I Para um n ó engastado de uma barra engastada e rotulada de inércia constante J . obtendo-se o diagrama de momentos fletores indicado em 1-19.Curso de análise estrutural Para barra com inércia constante J .

. este problema foi resolvido empregandowe o priicr7so d i Mohr. temos o diagrama de momentos fletores indicado na Fig. pelo so de hlohr.2.1 I-20. empregando o princípio O da superposição de efeitos (efeitos de i p e de +oB). T Partindo dai.1) como superposição dos efeitos de uma rotação ipA = P +T e de uma rotação ipg = +P .AK B~ (1.A &@E =+ (KA + f ~ . pelo qual vemos ser possível enca1a. para a viga bieiigastada AB de váo 1 da Fig. I. Partindo desta grama pode ser empregando-se o ou.r os efeitos do recaique vertical p (Fig. 1-20 Uma outra solução mais elegante paia o problema. I1 dc nossa Curso. 1-20. . na qual aproveitaremos os conceitos de rigidez (K) de um nó e de coeficiente de transmissão (r) de momentos de um nó para outro (instituídos no tópico anterior deste item) pode ser obtida a partir do esquema da Fig. 1-20. por: ~ MA = KAPA + t ~ .3 Fig. 'para barra com inércia constante. cujos valores extremos MA e M B S ~ dados.2 . 1-20. I . Esta convenqão é inteiramente compatível com a convenqão de sinais de momentos e rotações da Fig 1-18 (conforme verificará o leitor da Fig.7) 4~onsideraremogpositivo um deslocamento ortogonal ~ecfpraco quando a extremidade da direita da barra descer em relaçio à extremidade esquerda. ----+1-20.Momentos devidos a deslocamentos ortogonais recíprocos a) Barra biengastada -1- Seja obter.' interpretação. 1-20.2 MA % B 1-20.2)..O metodo das deformações 15 3.3. o diagrama de inoinentos fletores despertado por uin deslocameiito ortogonal reciproco ( + P ) ~ uma cxtreinidade ern relação de a outra e que se comporta. conforine sabemos.na aplicaqão 1-27 do Cdp. 1-20. o diadiretamente obtido método das forças emprego do proces- A -. como se fosse uin recalque vertical de apoio p da viga bierigastada AR. "T+. iiiesrno. vol.

7) e (1. se tivermos numa barra de inércia constante J . de valor pA = +-.Caso de 3 constante. = K .2 expressáo esta inteiramente geral (para qualquer lei de variação de inércia). virá: - 1 A P MA 6 EJp 6EJp 111 F ~ . valendo para qualquer 1pi de variação de inércia da barra biengastada. para este 1 ' caso. a resoluçáo de uma viga engastada e rotulada para um deslocamento ortogonal recíproco ( t p ) de uma de suas extremidades em relação à outra (que é a resolução da viga para um recalque de apoio p.--. o indicado na Fig. C a s a de inércia constante.5. levando em conta a expressão (I. Em particular.1 *A. I-22. obtendo-se. 1-21. no caso. o diagrama de momentos fletores da Fig. se a barra tiver inérB cia constante J.8) sáo inteiramente gerais. 3EJp - . virá nfA MA F i i 1-23 . conforme indica a Fig. I A j . dependendo apenas da rigidez da mesma em seus nós A e B e dos coeficientes de transmissão de um nó para O outro. 1-21 grama de momentos fletores. P conforme indica a Fig. ~ 3 ~ i g 1-22 Em particular.2. 1-22.+- @ Partindo da defmição de rigidez K' de um nó engastado de uma barra engastada e rotulada. pode ser encarada como sendo a resoluç%oda mesma viga para uma rotaçáo imposta em A. representado na Fig. = . obtemos o diagrama de momentos íietores desejado. 1 .9) 1-22. 1-23.1).4 &-----. b) Barra engastada e rotulada Analogamente ao caso da viga biengastada. como Ka.= . >.4). 6EJp -4EJ e t = 0.1' . 1-22.. Os casos de inércia variável serão estudados em detalhes no item 8 deste capítulo.3 e defmido pelo valor MÁ = K i p A = K i -jP (1. 1-22.16 Cuno de analise estrutural As expressões (1.

é mais rápido empregar-se a làbela I1 .) c*) Para este caso.Momentos de engastamento perfeito (Vigas com inércia constante) (Observação: Sinais obedecendo à convenção da Fig. 1-18.O m6todo das deformaç3es TABELA 1 .

18 Cuno de análise estrutural TABELA I1 .Momentos de engastamento perfeito para uma arga wnentrada (Viga com inércia constante) .

3 2 X- 1 1 (Observação: Sinais obedecendo à convenção da Fig.. 6 EJ k.=. '-Q 6 EJP B A 4 --__ B -. 7-k . = .3 EIP l2 A B J 1 K " . 1-18..X2- 2 EJ L n A E q=+i p=+1 - liazi. .O ni6todo das deformaçóes 19 TABELA 111 .Grandezas auxiliares para barras com inércia constante J Barra biengartada A I Barra engastada e ratiilada B k B 4 liJ V A B L A I Y r A3 E1= I 3 k ~ = X -J A B A B kA:- J I 4 1 A ---. -. .) . M A = M ~ = + 7p=-1 M A = + .

1-24 seria igual à soina dos quatro casos indicados nas Figs. neste sistema principal todas as barras esmo funcionando como biengastadas (barras AB e BC) o11 engastadas e rotuladas (barra CD)... dando momentos resultantes em B e C. respectivamenie. por exemplo. A.1. Notemos que: a) Na Fig. que possui 3 deslocabilidades. unitário para estas deformações. impedindo seu deslocamento horizontal. poderiamos dizer que a resolução da estrutura da Fig. .O MECANISMO DO MÉTODO DAS DEFORMAÇÕES Seja resolver o quadro ABCD da Fig. representam a ação das chapas 1 e 2 sobre a estrutura do sistema principal para que os nós B e C não girem.4. conforme indica a Fig. Fig. 1-25.. temos a resolução de duas vigas biengastadas Ai? e BC para o carregamento externo. devendo os efeitos assim obtidos ser multiplicados pelos valores corretos que serão encontrados para A I . sendo 2 internas (rotação dos nós B e C) e 1 externa (deslocamento horizontal da barra BC). 1-24.) e haverá um deslocamento horizorital de barra BC (ao qual chamemos A. e A. A.20 Curso de análise estrutural 4 . iguais a PIO = ! w B ~ . e A. 1-27.MB@ -wp . e de um apoio do I? gênero (3) na barra BC. e A3 ao fm do problema. indicados na Fig. cujos momentos de engastamento perfeito em B e em C. 1-24 -Estrutura dada. Como desconhecemos os valores A.). 1-24 é que existirá rotação dos nós B e C (às quais chamemos A. representando a resolução da estrutura do sistema principal para os efeitos isolados do carregamento externo e de cada uma das deslocabilidades. arbitramos um valor. A 1711 d L l z +*3 17 O Fig.1 a 1-26. Assim. 1-25 e a estrutura dada da Fig. empregando o princípio da superposição de efeitos. Adotando um sistema principal que impeça todas estas deslocabilidades e que consiste na coloca~ãode chapas rígidas que impeçam a rotação dos nós B e C (chapas 1 e 2). 1-26. 1-25 - Sistema principal. Sabemos que a diferença entre o sistema principal da Fie. 1-26.

\A. 1-27 . bii O.2 - Fig. I-20.& - ' f - 3 03.[.=+.O método das deformações . +A.

o primeiro se referindo ao local e o segundo à causa do momento. .1 deste capítulo). Aparecerão nestes nós. onde OS dois índices têm o significado análogo ao do P ou seja. a partir do qual obtemos: . 1-28. para o caso da Fig. então.rjQ. as reações h . teríamos: = -F. temos o esquema detalhado indicado na Fig. caso dos momentos PIO e . é a forca exercida pelo apoio 3 sobre a estrutura do sistema principal para que a barra BC não sofra deslocamento liorizontal quando atuar o carregamento externo. estamos colocando dois índices (analogamente ao que fizemos no método das forças) .22 Curso de análise estrutural Nos valores dos momentos resultantes da ação das chapas 1 e 2 sobre os nós B e C.3.2. indo a reação F B para o apoio ~ do I ? gênero @ indicado no sistema principal. Iizo significa o momento exercido pela chapa 2 sobre o nó C da estrutura no sistema principal. Assim. indo para os outros nbs da barra momentos iguais ao produto desta rigidez pelo coeficiente de transmissão.F@ e F ~ @ irêo para os apoios que a estrutura possui.? e 1-26. 1-26. Devido ao carregamento externo e aos momentos de engastamento perfeito que existem nas barras. Assim. para que o mesnio não gire quando da atuação do carregamento externo (índice O). temos a resolução do sistema principal (estru- tura toda fixada) para rotação unitária de um de seus nós. b) Nas Figs. aparecerá0 as reações de apoio y4 e FB@ na barra e FB@ e F=@ na barra @ . conforme sabemos. 1-26. No caso. por exemplo. momentos iguais à sua rigidez (ver item 3.

pois. e A.3.. ao csquema da Fig. 1-29 e levando em conta as expressões ( 1.O m6todo das deformacões 23 Para o caso da Fig. estes valores de A . o raciocíiiio seria inteirarilente anáiogo. A. que resolve a estrutura a partir do conheciiiiento dos valores de A . 1-26. A. como não existem na estrutura dada as chapas 1 e 2 e o apoio do l'? gênero 3 colocados iio sisteina principal. I Z I e ~ P a o s momeiitos que aparecerão devido a este M deslocaiiiento ortogoiid recíproco. agora. 1-26.@/li c) Na Fig. . e A. resoluçCies estas cstudadas no itein 3.9): Voltaiido.4. tem que ser tais que não . Chamando MA. temos a resoluçáo de uma viga biengastada AU e de uma viga engastada e rotulada CD para um deslocainerito ortogonal recíproco unitário de uma extremidade em rclaçáo à outra. veiiios que. a partir do csqueiiid detaiiiado da Fig. de rcsoluçáo conhecida. . teiiios. sendo problema.2 deste capítulo. obtendo-se lii2 = li22 [CB 4 = = KcO t ~ $ 3 Ki. 1-26.7) a (1.

temos que qualquer efeito final E . pois.1 I). a estrutura está resolvida. fielmente o comportamento estático e elástico da estrutura dada. 1-26. Cargamomento atuante em C = O. bastando tratar cstes efeitos como agentes externos. então.Observições: + P EiAi 11. para o fato de que os valores que arbitramos para a s incógnitas no sistema principal podem ser quaisquer. pelos deslocamentos com os valores arbitrados ( n o caso da Fig...+ 022A1 + 1 1 2 3 a 3 = 0 + /133A3 = 0 030 + & I A .10) Resolvido o sistema (I. Força horizontal atuante em C = O . 10 4 ' . queremos cliamar a atenção. o seguinte sistema de equações dc compatibilidade estática do sisteina principal adotado coiii a estrutura dada: Carga momento atuante eniB =O . . 4. n o sistema principal.. o mesmo reproduzirá. A exemplificação que se segue n o item 5 esclarecerá o assun?o.. o efeito provocado n o sistema principal pelo agente solieitante externo (no caso. pois. isto 6 . de tal forma a serem satisfeitas as equaqões de conipatibiiidade estática do sistema principal com a estrutura dada. empregando-se o principio da superposição de efeitos indicado na Fig. o carregamento) e Ei o efeito provocado. recalque de apoio ou para modificações de comprinieiito impostas durante a montagem. valores estes unitários) .1 1 ) a) Assim como no caso do método das forças. A * .1 .. o raciocínio seria o mesmo.. b) caso de querermos resolver uma estrutura para variaçáo de temperatura.será dado pela expressão (1.. pois os valores finais que acharemos para as mesmas são os fatores-escala tais que corrigem os valores arbitrados. mais unia vez. devemos ter que o moinetito fmal exercido pelas chapas sobre os respectivos nós deve ser nulo. bem como deve ser nula a força exercida pelo apoio suplementar do l ? gênero sobre a barra BC (isto é. 1120 (1. E = E. pelo emprego do principio de superposição de efeitos. 1-26.24 Curso de análise estrutural existam aç6es estáticas f i a i s das cliapas e do apoio adicional do I ? género sobre a estrutura do sisteina principal. 1-26 obtemos. que resolve o problema. analogamentc a um carrcgamento externo. A3.sendo I<(. não existem cargasinomento aplicadas eni B e C c não existe carga horizontal aplicada à estrutura dada em C). assim.. Partindo do esquema da Fig. C 1110 + PliAi + Pi2Aa + Pi3A3 = 0 + 1121~3.lV) e conhecidos os valores de A . Assirn...

chamainos vetor dos termos de carga (no caso de variação de temperatura. conforme o caso).13) f ) Por força do teorema de Betti (que acarreta a simetria da matriz de rigidez de uma estrutura hiperestática. apenas. temos: ou. no entanto. sendo n o número total de deslocabilidades da estrutura dada. por força do teoreina de Betti. mnemonicamente. que será de grande utilidade no estudo das barras biengastadas.O método das deformações 25 c) O trabaiho de resolução de uma estrutura pelo método das deformações. {o. e t 3 . desde que os 4 tenham sido arbitrados com valores iguais). Resolvendo a equação (1.. obtemos a expressão (1. pois tem o aspecto indicial idêntico ao do sistema de equações de compatibilidade elástica do método das forças. conforme ilustra o exemplo d a Fig 1-26. basta substituir os 01. a maliir [li] dc <?r rimétrica. etc.12).13). {A} = -[ol-' {8o) (1. 6~ iiiente . que resolve o probleina e iiiostra que o trabalho de resolução de uma estrutura pelo método das deformaçiies é dado pelo trabalho de inversão de sua niatriz de rigidez.10) sob forma matricial. 1-26.12) Ao vetor onde a ação d o agente solicitante externo se faz sentir. conforme pode observar o leitor p e h análise do cxcmplo da Fig. e) Escrevendo o sistema de equações (1. A matriz [Pl. é o trabalho de resolução de um sistema n X n de equação lineares. mais simplificadamente: {fio) + r81 {AI =o (i.}. sendo f~inçáo. recalque.apenas.. quadrada e simétrica6. deixando. pelos Pir. toda a teoria continua válida. chainamos matriz de rigidez (pois transforiiia deslocainentos ein forças ou rotações em inomcntos. de inércia variável. d) Observe o leitor como. do sistema principal adotado (independeiido completamente do agente solicitante externo). o sistema de equações de compatibilidade estática do método das deformações pode ser escrito diretamente. podenios tirar uma expressão geral. NZo l~iavcránenhum problema especial. fiz. se arbitrnino* valores desiguais para os Ai. relacionando a rigidez da barra em suas extremidades coni os matriz só será simétrica caso arbitrem09 os Ai iguai* riitrr si (não nrccsrariaunitários).

Igualando os dois valores.é válida para qualquer lei de variação de inércia que possua a bana biengastada e mostra que são idênticos os momentos despertados num engaste. qualquer dos dois que ele seja. abordando. pois. quando damos uma rotação unitária ao engaste oposto.1 como estado de carregamento e a Fig. considerando inicialmente a Fig. 1-30 1-30. podemos enunciar o seguinte roteiro para o emprego do método das deformações: i?) Escolha do sistema principal (obtido bloqueando-se as deslocabilidades internas com chapas rígidas e as desloizbilidades externas com apoios adicionais do 10 gênero). conforme perceberá posteriormente o leitor. Oi2 a 02.14) . fornecendo-nos a expressão (obtida igualando. g) Por motivos didáticos. ao caso.2 A expressão (1. já que os das forças internas são iguais entre si). chegamos a K g l g c = K c t c .2 . obteríamos o trabalho virtual ( K c t c ~X 1. e depois.( o s trabalhos virtuais igualados foram os das forças externas. iniciaremos nossas aplicações para estruturas externamente indeslocáveis submetidas a carregamento externo.26 Curso de análise estrutural coeficientes de transmissão. do teorema de Betti. invertendo os estados de carregamento e de ) deformação. etc. 4. os demais casos (estruturas com deslocabilidades externas.). . por exemplo. 'por aplicação direta. ações térmicas e de recalques de apoios. apás.1 Fig. poderíamos escrever esta expressão. escreverimos que o trabalho virtual realizado seria ( K g t g c ) X I . 1-30.tornamos a frisar .Roteiro para o método das deformações A partir do que vimos nos itens anteriores deste capítulo.): Krtro t C ~ Kr 1-30. 1-30.2 coma estado de deformação.

com o valor arbitrado inicialmente. obtemos o sistema principal da Fig.2. 1-32.1 . 40) Obtenção dos efeitos finais (E = E. .] -[81-' {Oo}).O metodo das deformações 27 20) Resoluçáo do sistema principal para o agente solicitante externo.se ao rotciro indicado em 4. Fig. 1-31 0bedecendo. colocando chapas rígidas nos nós B e C.024 ni4. 1-3 1.Obter o diagrama de inomentos fletores e as reaçóes de apoio para o quadro da Fig. 1.. t Z EiAi). s .APLICAÇOES AS ESTRWURAS SEM DESLOCABILIDADES EXTERNAS 5. obtendo-se a matriz 181. Sistema principal Tendo a estrutura dada apenas duas deslocabilidades internas (rotaçóes dos nós B e C). = = 30) Cálculo das deformações (incógnitas) Ai (pela expressão {A. cujo material tem t = 7 X 1 0"/m2 ' e cujas barras possuem inércia constante e igual a 0.3 . temos: 1.A t u a p o de carregamento externo Ex. obtendo-se o vetor { o 0 ) e para cada uma das deforinaçoes incógnitas A.

M .= . obtemos: Ozo = t6 = +18 - 6 = t12 b) Rotaçáo A.iu: . Para a barra 2: k = . 103 103 PB= .Curso de análise estrutural 2. Como. 1-33.= 8 Para barra 3: Temos. a partir d o qual.=+6 p.5 A +2 Fig.i i o3 rad para as nós B c C Ipois dividimos a rigidez por 4F c rotaqào igual a (-) 80biidos os vaiarcs finais de A i c 4E muitiplicamos a inércia por 10". teremos: 1 74 Para a b a r a 1: k = A = L . Assim.0=+12 I ? O +6 n -6 O A I -6 int Fig. obtemos os momentos de engastamento perfeito e que sáo. então. conforme vimos na exposição do método. Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Com o auxilio da Tabela I. trabaiharemos com a rigidez relativa das barras (isto é. o esquema da Fig. ronio arbitramov iIm. não somos obrigados a dar rotações unitárias. 1-34 .4 I h J 24. dividiremos a rigidez real por 4E) e multiplicaremos a inércia por I @ .= 3 1 8 A2 para o problema.Mo Mc = Pl -.~ r' ry-\ Oii= 17 02.. 4F tcrcmas que as rotaçõcs carrcfas de B o C ~er.4KI A e V C = -A2. para trabaharmos com números mais simple~.=+1. 1-33 I . n o caso: Para barra 2: P. girando o rió 1.

portalito. a partir do qual podemos escrever: 8ii 021 = +7 = +1.=+.. conforme indica a Fig.+IO A A Para a barra 3: Fig. então. e A2 Sabemos que: $:I : 6 = Daí..5 c) Rotação A2 Adotando os mesmos fatores-escala que os escolhidos para a rotação A i .~ O~~. Cálculo das incógnitas A. 1-35 . temos. o coeficiente de transmissão vale +0.M i Para a barra 4: Vem. girando o no 2: Para a barra 2: " p.O metodo das deformações 29 Levando em conta que as barras tem intrcia coiistante e que.5. 1-35: 012 = +li5 pz2 = t10 3. 1-34. obtemos o esquema da Fig. obtemos: - a] { ) = Li: i6 ]$ ' @I : ) = .

1 1E. 1-36. 1-37. 6 2 M 1 . . Notar que a sonia dos momentos em torno de cada nó deve dar zero. obtemos as reações de apoios e o diagrama de momentos fletores pedidos.67 mt t2. obtendo-se os momentos finais nas extremidades das barras indicados na Fig. Efeitos finais Seráo dados por E = E. . a partir dos quais.30 Curso de análise estrutural 4.97 + 13. representados na Fig.62E.031 t3.83 = 17..0 . confomie indica em detalhe a Fig. A Fig. pois não existe carga-momento aplicada à estrutura (geralmente existirá Fig. 1-37 - Situagão final dar barras 14.1.I.11M2.0.8r Pig. 1-36 - Momentos finais nas esfremidadcs das b r a ars M = M o . 1-38. 1-38 - DMF ieiii m t l c reqhcr de apoio .

Desde que este resíduo seja suficienteineiite pequeno. 1-40. o sistema principal é o dn Fig. Sistema principal T a cstrtu d a desoaii dades intcrnas (rotações dos nós D e R e nenhuma deslocabilidade externa. 1. em presença dos demais valorcs. A Fig. representando o erro numérico cometido quando do arredoiidmento feito na soluçSo do sistema de equações de coiiipatibilidade cstática. Ex. 1-40 A O O / B .Obter o diagrama dc momcntos fletores e as reações dc apoio para a estrutura de inércia constante da Fig. 4E 103 = - 4X2X10 = -0.4 . 6 tlrn 1. 1-39. Ohseri~acão: As rotaçóes vcrdadeùas (ver nota dc rodnpé 8) dos nós B e C são dadas por: qB=-A.O método das deformacões 31 um valor residual náo-tiulo iicsta soma.C .78 X IO-%ad Os sinais negativos indicam que as rotações cometas sào no sentido liorário. não terá maior expressão).

no nó F.= 1 3 -=11. 60 para todas as barras. = -4 2 = t 8 m t 6 X- +8 Para a barra @: t 8 mt MD = -MF = A Fig. . temos: Para a barra Curso de analise estrutural @: 12 M* = -iw. Trabaihando com rigidez relativa e I = arbitrando . vem. 1-43 (levando em conta que.X . 1-42. para a barra I 2 e para 3 60 a barra @ : k' = .25 = 20 A partir do esquema da Fig. 1-41. 1-4 1 . para uma rotação do nó 1: Barrasa e Barra Barra @: k = -J = -60 = 1 5 60 4 12 +10 Fig. temos. obtemos da Fig. vem: b) Rotação A.M~ J 3 @: k ' = -3X .M o A partir do esquema da Fig.= .25 Pzi = 6 c) Rotação A2 Agindo analogamente ao caso da rotação A .= 15): 4 3 = -= @ :k 60 A~ .32 2.X 4 4 1 J 60 O :k = . 1-42 . Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Pela Tabela I . vem: >ol1 = 55.

No caso deste exemplo... desta forma. Efeitos finais A partir da expressáo E = E.297E2. nos permitiu obter as reações de apoio por uma simples soma de esforços cortantes. Fig. os momentos atuantes nas extremidades das barras e o carregamento externo. com isto obtém-se uma estrutura hipostática com um carregamento auto-equilibrado e.. indicados na Fig. a partir dos quais obtemos o diagrama de momentos fletores (em mt) da Fig.033E. + 0. Cálculo das incógnitas i I E. 1-44. conforine está feito na Fig. 1-45.I = - -' {-i} {-. torna-se possível obter as reações de apoio empregando as equações da Estática.0.} = 1 1 4.} ['a5. 1-47. não é tão simples quanto à do exemplo anterior. obtemos os momentos finais atuantes nas extremidades das barras. por ter todas as barras perpendiculares entre si. 1-45 - Diagrama de mamcntoi fletorcs (em mt). 1-44-M =Mo-O. como cargas.297M2 Fig. ...033M1t 0. A obtenção das reações de apoio.i O método das deformações 3. o procedimento mais fácil será rotular todos os nós da estrutura e aplicar. Senão vejamos: . neste caso. que.

0% o c I I I Fig..8-6X4X2+8. 1-48 - Ileuqõcr dc apoio. ~ o d e n d o adotado em qualquer outro. 1-49.7 9..8 A 0.hi 1% Fig.3St ~or~~@=O.35 . 1-49 .5 . para ohtenção das reações dc apoio.7.. ser t11. Ex. então.8 .35X3+4V~-7. VA = 11.Xt P o r X Y = O . 1-48. 1.34 Por Z X = O ...6 X 8 X4= = O : VB = 26.6 X 8 + 4V8 t + 0.8% tQ..V q . as indicadas na Fig.6t 6 tim Cuno de analise estrutural POI CiClc = O .4 7.i % = = ti^ 0.4=0 . V c = 6 X 8 .Obter o diagrama de momentos fletores para a viga de iiiércia constante da Fig.-. 1 I .0. 1-47 !vc As reações de apoio são..liA = 0..6t t 26. O procedimento empregado neste caso.8t Fig. é inteiramente geral.

+I8 i 1 -4 balanço I I - O -8 i Fii. 1-50. temos. 1-50 1.62 . devido à carga uniformemente distribuída: Para barra @: @: Mq = -Ms = . retirandwse seu balanço.Mo .+12 mt 12 Para barra carga distr. Efeitos no sistema principal: a) Carregamento externo Conforme a Tabela I.O m4todo das deformações 35 A estrutura da Fig. ser encarada de forma indicada na Fig. 1-49 pode. momento do . Sistema principal 2. a partir da qual obtemos: Fig. I I 1 +12 v - - a 1 -12 . 1-52 .

. dar batias: iM := Mo . obtemos o esquema da Fig. a partir do qual vem: Pio = 14 . o diagrama de momentos fletores (em mt) da Fig. = 7 3. temos n o nó B: Para barra Para barra 0: @: ! i = 24 -=4 6 = 3 24 k = -X 4 6 3 Obtemos. 1-52. Efeitos finais 2 Mo.M . Como M = Fig.36 Curso de análise estrutural Devido à influência do balanço. .12 = 2. de (-8 mt).. Com isto. = . que transmitirá i extremidade B da barra @ um momento de (-8) X 0. temos. Cálculo da incógnita: -Pio -2 Temos: A .Pll 7 4.Mornrntor nas cxlremidade. então: O. 1-54. 1-54 . Arbitranco d = 24 e trabalhando com rigidez relativa. a partir dos momentos finais indicados 7 na Fig.s= = -4 mt.= . 1-55. b) Rotação A .L M i 7 . temos um momento em C.

conforme indica a Fig.Mesnio exercício anterior se. A viga tem EJ = 0. então: 1. ao invés do engaste em A . pois podemos rompê-lo. 1-56. haverá a deslocabilidade interna adicional do nó A e teremos.6 X 104 tm2. tivermos um engaste elástico de constante K = 104 mt/rad. 1-55 - DMF (em mt) Obsmvaç50: Note o leitor como a presença de um balanço não introduz nenhuma incógnita adicional no problema. 1-56 Neste caso. Fig. o apoio 0.6 . Ex.O m6todo das deformações Fig. 1. Sistema principal Fig. 1-49. 1-57 . transferindo suas açóes estáticas para o apoio que Ihe é adjacente (no caso da Fig.

1-60 M. temos no nó A : Engaste I0 mt. aliás. - A -8 Fig. pois. temos iiii n 6 B : A.M i Para a barra Para a barra @: -44 = 4EJ X 10-3 . conforme a Fig. iião seria difícil.4 X 0. 1-60. trabalharemos com a rigidez verdadeira das barras. uma rotação A2 = elástico: iC1 = 104 X = rad. = Fig. 1-59 . precisariainos t a n ~ b i mdetiiir rigidez relativa do engaste elástico l o que. Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Os efeitos serão idznticos aos do exemolo anterior e temos. Barra @ : M= 4EJ X 10-3 =4mt. devido à presença do engaste elástico. I A partir dai. . 1-58: pio = t? rl . então: Rotação A2 PII = = C) Dando. levando cm conta a Fig.Curso de análise estrutural 2. temos: Pil pzz = = +2 t14 + 10 +4 - v - - a - +2 Fig. caso coiitrario.6 X 10 [ 6 3EJ X 10-3 = 4mt @: M = I +7 t2 = 3 mt Temos. tainb8m. Dando uma rota$ãu rad. pois bastaria dividir sua constante do engastamento por 4E). NO caso. 1-53 - Mo b ) Rotação A.

87 C i13. aplicado neste nó. temos que a rotação por torção da barra AB em A será dada por -1A B . suposto livre para girar por torção. indicados na Fig. Efeitos finais A partir dos iiiomentos finais nos nós.O método das deformaçóes 3. para cuja resolução precisamos introduzir o conceito de rigidez à torção de uma barra. A B t8. 1-61 . apenas.0425bJl .87 -8 4 4 Fig.0. num nó de uma barra biengastada a torção.0. 1-63.85M2).87 Flg. resolvemos apenas estruturas planas. 1-62.%Io . Para ter1110sp~ I .. 13. obtemos o diagrama de momentos fletores da Fig. o caso de uma grelha.5 -13. Aplicando um momento K T em A . Definimos t o m o rigidez à torção. KT deverá valer: = x 5 Fig.DMF (cm mt) Observação: Até o presente instante. implica.Momentos finais (em mil. uma incógnita a mais (deslocabilidade interna) para o problema. Seja deterrniiiar a rigidez à torça0 eiii A da barra A B da Fig. 1-63 . provoque uma rotação unitária do mesmo. Cálculo das incógnitas Temos: 4. Observe o leitor como a presença de um engastamento elástico em nada modifica o roteiro do método das deformações. 1-61 (M =. Exemplificaremos. a seguir. 1-62 . o valor do momento de torção que.

15) se transformará em: Analogamente ao que fuemos no caso de flexão. qualquer que seja sua lei de variação de inércia. indicamos o sistema principal. Em se tratando de uma grelha externamente indeslocá\~el. todas. a rigidez à torção de uma barra biengastada à torção (qualquer que seja sua lei de variação da inércia). então. O sentido yi @ pala rotaçáo por torção do nó em estudo deve ser.7 . Assim sendo. número de o deslocabilidades é igual ao dobro de nós internos (no caso B e C).15). inteiramente geral. 1-64. 1-63.40 Curso de análise estrutural A expressão (1.Obter os diagramas de momentos fletores e torçores para a grelha da Fig. define. = = 4 X 10q tm2. 1-65. Sislema principal Na Fig.de momentos torçores de um nó para outro de uma barra reta. a grelha da Fig. evidentemente. é igual a (-1).L5. Fig. obtido colocando-se chapas para impedir todas as componentes possíveis de rotação dos nós internos da greiha. pois cada nó possui componentes de rotação em toriio dos eixos . 1. 1-64 . constante. 1-64 possui quatio deslocabilidades e vem. o mesmo que o sentido positivo da rotaçáo por flexáo das barras que chegam ao referido nb. temos: o que nos perniite dizer que o coeficiente de transmissão.r e y (supondo a grelha no plano xy). EJ = 5 X 104 tm? e GJ. No caso particular da barra ter inércia J . biengastada à t o r e o . convencionaremos um sentido positivo para a rotação por torção e os momentos torçores que ela provoca. O Exemplo 1-7 esclarecerá: Ex. a expressão (1. considerando positivo o sentido de P indicado na Fig. Assim. cujas barras têm. i5. então: 1.

1-66. Dando uma rotação A . 1-66 . Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Empregando a Tabela I.E . = 0 . indicados vetorialinente na Fig.4EJAi . obtemos os momentos de engastamento perfeito. 1-67. Fig. = -5.5.4 X 5 X 10 = +40 1 5 . 020 = +2. indicamos também os sentidos que consideraremos positivos para rotações e inomentos em torno dos eixos x e y. confonne indica a Fig. Fig. tenios no nó C: M = .O mhtodo das deformações 41 Na mesma figura. = Para a barra 3: rad à chapa 1. 1-65 2. 1-67 61. a partir dos quais temos: Fig. lBw = + 5 . b) Kotação A.

1-68 .A. obtendo-se.-4 x 10 = +4 10 Obtendo-se.E .. 1-70 . a partir do esquema da Fig. -1 4 X 10 = 4.r{ 4EJA = 2 = 4 X 5 X 10 = 2o 1 1O Fii. p.GJ. temos. = o. 041 = o. M 8 : pil = 44. a partir do esquema da Fig.GJtAl I . temos no nó C: Para a barra 2: n/ . 1o Fig.EI c) Rotação A2 D Dando uma rotação A. 1-69 . Fig. pll = -4. = 10-3 rad a chapa 2. 1-69: d) RotaçZo A 3 Para A.Cuno de analise estrutural Para a barra 2: T=. . = 10-3 rad. no nó E : Para a barra 1: Para a barra 2: T = .E .

Analogamente ao caso da rotação A3. então. 1-70: f l i 3 =O. obtemos os momentos fletores e torçores atuantes nas extremidades das barras. a partir do esquema da Fig.0052E1 . 024 = O. Efeitos finais Pelo emprego da expressão (1.0. 1-72. a partir da Fig.O rnbtodo das deforrnaçoes Para a barra 3: G Jr T = .277E3 . flz3 =O. Momentos Fminais nas extremidades das barras . obtemos. 1144 = 28.277E4 (em mt) .0. f l y ~= 10.A 3 _ 4 X 10 1 5 - 8.0572E1 + 0. obtendo-se. resolvido o problema a partir desses valores. Cálculo das incógnitas A partir da expressão (L13). 1-72 - E = E.0.oo~~I 4. Fig. flS3 = 28.11). 1-71: P14 Fg 1-71 i. 3. f143 = 1Q e) Rotação A. ficando. - E4 = O.7 r4 4 -4 O 01 / 01 ~-o. temos: i~. representados na Fig.

1-75. os momentos de engastamento perfeito que irão surgi! iras extremidades das barras serão função. Devido a este deslocamento. como nãu existem LPA. 1-72. di: PBA.2 - Atuação de variação de temperatura ou recalqoes de apoios - 5. os momentos nas cxtrcrnidadcs da barra são função. Para obtenção dos efeitos no sisteme principal. Em se tratando de uma estrutura com duas deslocabilidades internas. entretanto. rotações nas extremidades de suas barras.1 Recalqije de apoio Seja resolver a estrutura da Fig.T i e m m t ) 5.2. 1-74 .2. iprnds. 1-1.44 Curso de análise estrutural Os diagramas de momentos fletores e torçorcs. apenas. traçado da -- 'ver Pie. Usando as r o t a ( & ~ desta figura. obtidos da Fig. assim. em mt. 1-73 e 1-74. 1-75. Fig. .1 para o recalque do apoio B indicado. provocados pelo agente solicitante externo (no caso o recalque p). dos deslocamentos ortogonais recíprocos de uma extremidade em relação à outra9 e podem ser comodamente obtidos por um williot. L g ncm P carregamento externo. não aparecendo. o sistema principal é o da Fig. nas Figs. que estzo impedidas de girar. o sistema principal se deformará. temos que resolvê-lo para um deslocamento vertical p do engaste E. estão representados. 1-73 - M tcrn mt) Fig.

Ob. em deslocamentos relativos de uma extremidade da barra em relação à outra (e que são os deslocamentos ortogonais recíprocos) e que podem ser lidos diretamente no williot. O. marcando na vertical para baixo.E se+rão dados. no item 3 do Cap. D. da extremidade E em relação a D. para uma barra genérica IJ de uma estrutura. um segmento igual a p . C. 1-76 vetores~n. respectivamente. pelos Fig. vejamos: Seja. o deslocamento ortogooal reciproco da extremidade . I... sim. Assim. D + pDs = bd Dr? + D E + PEC = ce -- ___--__-E P E D = de 0 Fig. já que estes engastes não sofreram recalques). interessados em deslocamentos absolutos. Tirando por n e h perpendiculares às barras 1 e 2. 1-76. respectivainente. Como 02 e 0Zsáo os deslocamentos absolutos de D e E. no entanto. ficando completo o williot. obtemos d e.. I1 de nosso Curso. a partir de a . obtemos e . 1~ + Não estamos. Podemos. então. conforme indica a Fig.ein relação a D será dado por Oe . dizer que. finalmente. então. senão. obter o deslocamento ortogonal reciproco para a barra 3. mas. 1-77 c .O método das deformaçães 45 mesma maneira e com as mesmas notações como foi apresentado para o cálculo de deformações em treliças isostáticas. Os desb d locamentos absolutos dos pontos A . obtemos h . . 0 g d o wiliiot. em relação i extremidade I será i -f dado pelo vetor ij do williot correspondente. chamando de O á origem do wiüliot (que se confundirá com a e c. Vol. por exeniplo. tirando por d e c perpendiculares as barras 3 e 4. o deslocamento * + + relativo de E.Ou = d e .

9) ficando. voltando ao exemplo da Fig.Resolver a estrutura da Fig. a partir do williot da Fig. com isto. da direita para a esquerda. do mesmo engaste. de 2 cm.7) a (1.4) para um recalque horizontal. associado a um recalque vertical. obtidos do wiUiot da Fig. são imediatamente obtidos pelo emprego das expressóes (1. que são: + Para a barra 1: PDA = I nd l = 2. 1. os efeitos no sistema principal.estão indicados na Fig..O cm = Para a barra 6: PEC = Ice I = 3. Sendo o sistema principal o da Fig. provocados pelo recalque de apoio. de cima para baixo. 1-76.46 Curso de análise estrutural Assim. 1-77. 1-75. conhecido o vetar {Si. os deslocamentos ortogonais recíprocos provocados pelo recalque p indicado.5 cm do engaste A . de 1.}. Os exemplos seguintes esclarecem Ex. igual a 103tm2. 1-40. A estrutura tem rigidez constante. obtemos os deslocamentos ortogonais recíprocos. = I ef l = O Para a barra 4: PED = I l = O + Para a barra 5: ~ D B / bd I = 3. 1. 1-39 (Ex.. 1-78. Conhecidos os deslocamentos ortogonais recíprocos.~ = ldfl = O + Para a barra 3 : PFE.s cm Para a barra 2: p.8 . a partir do qual o problema fica resolvido pelo emprego da expressáo {Ai]= -[61-' {Si"}.O cm Os momentos de engastamento perfeito provocados por esses deslocamentos ortogonais recíprocos são: .

M. 1-79.4.O mktodo das deformações 47 - Para a barra 1: Para a barra 5: MR = 6 EMB = 2I p I - 6 X 10' X 2. çonformc a co~ivcriçáoal~rcseiitadaciii 3.) 3 EJp Fig. para o recalque .. obtendo-se. 3 ~ 10-? = -6int = -2O111t = AB = A = I 6FJp I' 9 Para a barra 6: MC = 3X10"3~10~~ = . então: Fig.-I 9 (Os sinais foram obtidos do esquema da 12ig. Como os momentos M . temos. que inostra serem negativos todos os valores dc p . 1-80 . consequentemente. os efeitos dos recalques de apoio no sistema principal são os da Fig. e M.5 X [ O .? 5' ú x 10) x .a. ( e . 1-79 Assim. a matriz [b]) já são conhecidos do Exemplo 1.2. 1-80.

.podemos ao dizer que a solução do caso da Fig. 1-81 5. Os efeitos finais seráo dados. que consiste numa variação de temperatura i. 1-83.1 para a solicitação térmica nela indicada. . 1-81. representados na Fig. (igital S variaç4.1 1-81.481 E.2 - Variação de temperatura Seja resolver a estrutura da Fig.1. e a outra apenas com omn variação unifome de temperatura t.48 Curso de análise estrutural 10 . sem variação de temperatura no centro de gravidade.2 e 1-82. 1-42 e 1-43 do Exemplo 1.2 .3: "0s efeitos E l c E2 rslão indicados nas Figs. 1-82 será a soma dos casos dzib Figs. então. que mostra a decomposição da variação as de temperatura que ocorre em duas parcelas . do interior em relação ao exterior. das fibras externas e numa variação ti das fibras internas em relação ao dia de sua execução.0.uma apen.107E2 obtendo-se.DMF dcvidu aos recalqucs (em mt). Fig. 1-82.i de tempzrztili-s atuante no centro de gravidade da seç%&) longo de toda a selão .4 deste capitiilo. 1-82.2.com uiii gradiente térmico A: = i. por E =Er + 0. o diagrama dos momentos fletores provocados pelos recalques. A partir do esquema da Fig. 1-81.f. 1-81. a partir dos momentos finais nas extremidades das barras indicados (em mt) na Fig. .1.

Af (com tp = 0) No caso da Fig.O metodo das deformaç6es Fig. C 1 9 Fig. do interior em relação ao exterior). como não há variação de temperatura no centro de gravidade. Estes casos podem ser tabelados com simplicidade para barras com inércia constante (trata-se de resolução de vigas hiperestáticas bastante simples para uma variação de temperatura At = ri .t . para conhecermos os efeitos provocados por esta parcela de solicitaçáo no sistema principal (indicado na Fig. 1-82 Fig. submetidas apenas a um gradiente térmico A i = ti . obtendo-se as expressões dos momentos de engastamento perfeito seguintes.I. bastará que conheçamos os momentos de engastamento perfeito emvigas retas biengastadas ou engastadas e apoiadas. 1-84).. 1-82. 1-84 . 1-83 a) Efeitos de. não haverá variação no comprimento das barras da estrutura e.2.

1-18 e os sentidos indicados nas Figs. 11.. 1-86 (barra engastada e rotulada): Os sinais destes momentos obedecem à convenção de sinais da Fig. as mesmas terão variações de comprimento iguais a Al. I. tirando-se por 1 e 2 perpendiculares. do nosso Curso. com isto. apenas está impedida de g k r . 1-85 (barra bieiigastada). AI. 1-85 Para o caso da Fig. obtemos c. Para a obtenção do williot que está traçado na Fig. :@C>1: . das barras 1 e 2. 1-86 Coihecidos os efeitos { l i i A t } do agente solicitante externo no sistema principal. que não introduzirá esforços no sistema principal da Fig.50 Cursa de análise estrutural Para 11 caso da Fig.t e ) h Fig. a. inversos). como há variação de temperatura n o centro de gravidade das barras. A análise do wiüiot nos mostra que a deforO. sendo C obtidos os pontos 1 e 2. a posição do n o C niudará. respectivamente às barras 1 e 2. pelo emprego da expresszo {A4 b) Efeitos de tg (com At = = -[O]-' { b t ~ r l 0) No caso da Fig. o problema está resolvido. = atgl. as variações de comprimento Al. 1-87 (supondo tg > 0) marcamos. Fig. 1-85 e 1-86 estão indicados supondo-se Ar > O (caso contrário serão. a partir da origem o (que coincide. 1-86 (pois a extremidade C das barras n%o está impedida de se deslocar.3. 1-87 riaçáo de temperatura). Vol. podendo ser obtida por um williot traçado da mesma maneira como definimos no item 3 do Cap. com os apoios A e B). 1-82. = otgl. evidentemente. e a Al. ficando completo o williot. no caso. MA = -Mo = Me EJLY(ti . b maçio de cada barra tem duas componentes: uma a i a 1 (que é a variação de comprimento provocada pela vaFig. e AI.

coiiformc o caso (iio exemplo da Fig.= ? c ) .7 a 11. portanto. o que nos conduzirá ao vrtor = t {oirg}.1. evidentemente. em relação a do dia da execução. Sabe-se quc possui seção retangular de 0. sendo. para todas n as barras. obtemos o vctor {oirs}. tcnios ~ C = ! e o.-. C I Fig.9 . 1-88 para a variação de temperatura nela indicada. I I Os exemplos seguintes esclarecem. 1. dados pelas expressões 11. ficando resolvido o problema pela expressão I I {Ai} = -[Pl-' {flirxl Observapio .t] {Ai} = -[O]-' foi!} Este procedimento será. 142. a partir do qual o problema é resolvido pela expressão {oii] {oi.9.Resolver a estrutura da Fig.Podeinos resolver diretamente o problema conjunto da variação de temperatura (Ar t te) bastaiido somar os efeitos das 2 parcelas no sistema principal.I I O m6todo das deformações 51 devido à presença da cliapa I ) e outra perpendicular i barra. mais vantajoso. 1-89 . pois faremos as operações matriciais de uma única vez. A : A Conhecidos os deslocamentos ortogonais rcciprocos. um deslocamento ortogonal recíproco e que provocará o aparecimento de momentos dc cngastamenlo perfeito.s r de altura e que tem EJa = 10-' tm2/'C. Ex.

8 m t 0.r. Sistema principal 2.10-' (-40) = . 1-89. = t180a AIl = atgl. 1-91 . com At = O Devido a rg = +30°C.2. com t.te = -40°C.52 Curso de análise estrutural Sendo a decoinposiçáo da variação de temperatura a indicada na Fig.1. conforme a expressão (1. 1-92 . . temos: 1. Efeitos no sistema principal a) Variação de temperatura a. os seguintes momentos de engastamento perfeito: Para a barra 1: MA = -MC = EJa(ri h . Temos então. = t 3 0 0 a . = O Temos.17). At = ti .s Para a barra 2 : Mc = -MB = -8 mt r a.t .M r E .M. = atgl. as barras sofrerão alongamentos iguais a Ai. do wiüiot daortogonais recíprocos: A -4bh -4 I B I Fig.) _ - -8 Fii. = +3O0C. e os seguintes deslocamentos Fig. 1-93.

a. 1-93 Os momentos de engastamento perfeito serão. 10 A partir do esquema da Fig. o que torna negativo o valor do deslocamento ortogonal reciproco.= 1. = 180ru "00~ 2. a. 1-92. Temos: {A.) = -[P]-' {&I. b Fig. Obtemos. O.A. ela subiu em relação à esquerda. b) Rotação . 1-94. = 0. Trabalhando com rigidez relativa e arbitrando J = 60. Efeitos totais da variação de temperatura Serão obtidos somando-se os efeitos das Figs. obtendo. Cálculo de A. 1-95 . = 16 Fig. então.2.= -= 6 1. entáo: 6EJp Para a barra 1: MA Para a barra 2: MB = = MC = - IZ - 6EJ(-240a) l2 = -4mt MC = 0. Temos. no caso: . obtemos O. c 240 ru 1 AI. 1-91 e 1-92.. 1-95.a). entáo: {&j= {-4). = Para a barra 2: k2 = J 60 -= -= 10 11 6 J 60 . temos: Para a barra I: k . o esquema da Fig. chegando-se aos valores indicados na Fig.3. = -240a (considerando-se C a extremidade direita.Mi 3. conforme a convenção apresentada em 3. Para a barra 2: PCB = 2.O método das deformações Para a barra 1: p c .

E dado: EJa = 10-' tm2/"C. ein mt.25E1.. Sistema principal Em se tratando de uma estrutura com duas deslocabilidades internas Irotaçóes dos nós D e E ) e externamente indeslocável.10 . da Fig.54 Curso de análise estrutural 4.. 1-99. 1-97. a partir dos monicntos finais indicados na Fig.._._. 1. o sistema principal é o da Fig. Temos: 1.I -_ -. 1-98 - D M T (em mt). para todas as barras. . ~-"i I I .. 1-100 ._ . o diagrama de momentos fletores. se a mesma for submetida a um aumento uniforme de temperatura de 20°C..Obter o diagrama de nioincntos fletores para a estrutura da Fig. Fig. 1-98. 1-100._ . Fig. Ex. Fig. 1-99 I I . Efeitos finais Sendo os efcitos finais dados por E = E. temos. + 0.

= tZOOa. temos: AI. na leitiira dos desIorainci%rúsortogonai recíprocos.1 0 1 Wüiiot. + Para a barra 5 : PEB = 5 e = O + Para a barra 6: p ~ = 65 = t1600i c Para a barra 7: PJ-C = 7 f = + 267 a (Os sinais dos deslocamentos ortogonais recíprocos são dados obedecendo-se i convenção de se considerar positiva uma descida da extremidade da direita da barra em relaçào à extremidade da esquerda. conio o williot foi traçado na ordeni e. = Al. Efeitos no sistema principal a) Variação de temperatura Sendo as variaçóes de comprimento das barras Ali = atgli = t 20aIj. riiirica pr>deria ser coiifundido com o deslocamento ortogunal recíproco 70. não seria difícil verificar o engano. na horizontal. é dado + por 7 d e não por 2 e . como A é um apoio vertical do I ? gênero.= A16 = t 1 2 0 a . pois 2: e o desloca4 mento axial da barra e.) Note o leitor que. A partir do wiiliot da Fig. f: d.. ordem e . 1 .) Assim. deve ser respeitada a ordern do t r a p d o do wii:iot.O metodo das deformaçóes 2. pois o wiiiiot partiu de e para d e não de d para c. s6 podendo se deslocar portanto. um de seus lugares geométricos será uma reta horizontal partindo da origem o). = AI. . obtemos os seguintes deslocamentos ortogonais recíprocos: Para a barra 1: p n =~ Ia = -120a (a extremidade da esquerda desceu em relação à da direita) + Fip. o deslocainento+ortogonal recíproco da barra L. (barra DE). Al. = AI. A/. + Para a barra 2: PDE = 7d = 0 Para a barra 3: ~ F E 3 4 : t 2 1 3 a = Para a barra 4: PDB = 4 d = O . no qual os pontos foram obtidos na d. a (notar que. = t 1 6 0 a . a. por exeniplo. 1-101. caso coiiietido. (Aliês.

. então: 3EJp Para a barra I: Mo = -.= 3 6-4 6 24 Para a barra 5: k -. temos: para a barra 1: k . Trabalhando com rigidez relativa e arbitrando J = 24. temos: c . então: 24 =6= 4 Oil = +9.2.25 PZI .-.4 5.65 Fig.X .33 mt 36 Para a barra 7: MC = MF = 0.X . 24 ~ +3 ++1. 5 6 Blo Bzo O +1.5 $= 2.5 Fig. 1-103 - M..10 Vem: 012= + 1.. .+ 1.5 p.33 Fig. = + 10. = 8 = 3 Para a barra 4: k ..1 2 0 4 = P 64 ~ E J P. pois a barra 6 bi-rotulada A partir do esquema da Fig.33 = = -0. 1-104 - M.+ 3 X 2133 = Para a barra 3: ME = - P - 64 Para a barra 6: ME =-- 3EJp P = + 3 X 16 = +. c) Rotação A. = 3 3 24 2. 1-102.56 +2. 1-102 - Mt b) Rotaçáo A.25 ^m iy +2 Para a barra 2: k .= '-4 8 3 24 Pata a barra6: k' .: Temos: Para a barra 2: k .25 Paraa barra3: k ' ..66 Curso de analise estrutural Os momentos de engastamento perfeito são.3EJ ( .. Vem.

233M2 e estão indicados (em mt) na Fig. pois algumas serão deslocamentos lineares para os quais precisamos conhecer que deslocamentos ortogonais recíprocos aparecerão neste sistema principal. 1-105.65J 12. em mt. nem todas seráo rotações. Ex.098M1 0.33J“ ootemos 4. 1 105 - Fig. de cima para baixo associado a um recalque horizontal de mesmo valor da esquerda para a direita. 1-107 devido a cada um dAs seguintes agentes: a) carregamento indicado b) recalque de apoio D de 1 cm. qualquer conceito teórico a adicionar. + - Fig. 6 exatamente dar à estrutura do sistema principal um recalque de apoio). nos moldes do que foi feito para o estudo de recalques de apoio em estmturas indeslocáveis (pois. a partir da qual foi obtido o diagrama de momentos fletores. para torná-la externamente indeslocável. impor um deslocamento a um apoio do I ? gênero adicionado B estrutura. s + 0.O mhtodo das deformqões 3.Obter os diagramas de momentos fletores para o quadro da Fig. 1-106. EJ = 2 X 1 0 4 b 2(para todo o quadro) . da Fig. APLICAÇÁO AS ESTRUTURAS COM DESLOCABILIDADES EXTERNAS A única diferença das estruturas externamente' deslocáveis para as extemamente indeslocáveis está no fato de que. quando impomos as deformações A i no sistema principal. Cálculo das incógnitas A partu de A = - i i0. 1-106 6. então. para as primeiras. Os exemplos seguintes esclarecerão. náo havendo. Este problema será resolvido pelo traçado de um williot. Efeitos finais 0 momentos finais nas extremidades das barras são dados por: M = M . 1-11 .

51 I '8 Fig. teremos o funcionamento da barra BC como engastada e apoiada. por hf8 = + +LX h' . (Nesta figura.+9 int. Sistema principal O qiiadro possui uma deslocabilidade iiiterna. 1-108. 1-107 a) Kesoluçio para o carregamento externo I .Curso de análise estrutural Fig. 1-1 09 . que é a rotaçao do nó B e uma deslocabilidade exteriia.t " ' . aparecendo em B um momento dado pela Tabela 1. Efeitos no sistema principal a) Carregamento exteriio Aplicando o carregamento esterno no sistema principal. ~1u9~ 17.) 2. o sistema principal é o da Fig. que é o deslocamento horizontal da barra BC' (Já que 4 iiecessátio colocar um apoio horizontal em B ou C para tornar estes 116s linearmente indeslocáveis). indicamos o sentido que consideraremos positivo para forças e deslocamentos lineares horizontais do nó E. Assim sendo.

co~ifoime rabcilios. n qicc i: pcrfcip tiimcntr licito.5 L t Fig.1. Dando uliia rotaçáo A.c. daremos tamhéni ii!n desl<ic~rneritoA2 tal q ~ e MA2 = EJA. coni isto. a matriz 1191 rija sriiiltrica Ivlr na Obs. foram obtidas a partir dos esqtiemas da Fig. 2 ciiapa 1. 1-1 10.i 6 ao ~6dilii p5giiiaI. " = 6 trn2 tenios o apareciiiients dos segiiiiites nis!nentos nas ? barras. 1-1 10 f4. . ein torno do nó L: Para a barra 1: Para a harra 2: t0. 4. aparecerio reações verticais em B e C que se traiisniitiráo dirctainente aos apoios A e D. que serão despertadas c que estâo indicadas na Fig. Nenhuma reação horizontal 6 despertada nesta fase. 1-108). tal que EJA. para que. Prla incsma rarza. trabiilharcmas sempre no caro de cslruturas drslocáveis com "gidez absoluta das barras. então: PIO = +9 Pzo = O ( I it/rn ? (não existe r e a ~ á o horizontai n o apoio 2) 7. Temos.57 h) Rotaçáo A . a iiui.O mbtodo das deformações 59 Devido a este funcioiiamento. 1-1 12. Quando formos resolvcr a entriiiiira da sistrnia priticipal para a deslocameiifo &.51 As reaçòes de apoio. eiitáo: a2. Temos.conforme iridica a Fig. "lsto conespotide 3 tcrmas arbitrado um valor r i o i~nitirio u a Ai. 1-1 11. = + i (sir~alpositivo Pll = +7 confc~r~iie conveiição da Fie.

apenas não o fizemos devido igrande simplicidade geomitrica da estrutura. Dando um deslocamento A. 2'TT----P t Fig. Cálculo das incógnitas . 1-1 15 3. pois a barra B bi-rotulada. 1-114 (as reaçóes de apoio obtidas do esquema da Fig. tal que EJA2 = 6 tm3. permanecendo o esquema a barra e conforme indica horizontal da Fig. Para a barra 3: Mc = MD = 0. diretamente. entào.60 Cuno de analise estrutural c) Deslocamento A. a elástica nesta fase. 1-1 13. 3. os momentos e reações de apoio indicados na Fig. a partir de um williot.+ I mt (o sinal é positivo = P 6= porque a extremidade da direita da barra se deslocou de cima para baixo). a partir dos quais podemos escrever: Pi2 = + l P22 = +I13 Fig. ao apoio 2. Estes valores poderiam ser obtidos. evidentemente. 1-1 13 Teremos os seguintes momentos de engastamento perfeito devido a estes deslocamentos ortogonais recíprocos: 6EJA 6 x 6 Para a barra I: MA = MB . teremos o aparecimento de deslocamentos ortogonais recíprocos de igual valor para as barras 12. que nos possibilitou esboçar. 1-115). 1-1 14 -M2 Fig. Temos.

o fato de termos arbitrado A . Os recalques dc apoio acarretam o aparecimento. a partir dos quais temos o diagrama de momentos fletores da Fig. 1-117 -D. iguais a 2 X 104' temos: A I = -0.25E. + 6..obtemos os momentos finais (em mt) nas extremidades das barras.25 M..025 mm (da esquerda para a direita) Abarci BC = b) As reaçõès de apoio finais podem ser obtidas oii pelo emprego do princípio da superposiçào de efeitos. 1 1 16 -M«mcntos finais.2.I cm C f 0. n o sistema principal.a..75 M. por procedimento análogo ao adutado no Exemplo 1-3 deste capitiilo. 1-1 I8 . 1-117. já que a matriz [li] está conhecida do item anterior. dos seguintes deslocamentos ortogonais recíprocos obtidos do williot da Fig. Fig...O método das deformações 61 4. b) Resolução para os recalques de apoio Bastará determinarmos os efeitos dos recalques de apoio no sistema principal. - Fig. 1-1 17. rcp:eseritados nas Figs. Observaç5es: a) Caso desejemos conhecer os valores reais corretos da rotação do i18 B e do deslocamento liorizontal da barra BC. Efeitos finais Da expressão M = M o .I. basta inultiplicar6 . Assim.75E2 (estando E.2. E. . da expressão E = E. lcrnmtl.M. e A. 1-1 18: Para a barra 1: p 8 = ab = O ~ f Para a barra 2: p c = bc = + I cm ~ Para a barra 3 : pco = d? = . 1-116. indicados ria Fig. que leva em conta mos os valores encontrados pelo fator corretivo2ao inves de 1.b 1 crn d Fig.675 X 10-' rad (o sentido correto é o horário) a B 2 x 1o4 h A2 = 2. + 6. 1-109. 1-11 1 e 1-1 14) oir a partir do diagrama final da Fig. E.

para o recalque: Os momentos finais. então.62 Curso de análise estrutural Surgirá momento de engastamento perfeito apenas na barra 2. 1-121 Ex.67 &r = 0 Fig. para a barra 3. obtendo-se: fll. 1-1 19.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig. não surgem momentos de engastamento perfeito. 1-121. os da Fig. 1-122. 1-1 20 Fig.5M2. o diagrama de momentos fletores 6 o da Fig.estão indicados na Fig. para a barra 2: Os efeitos do recalque de apoio no sistema principal são.4. 1-1 19 - iM. Temos. . obtidos a partir da expressão A l = M. já que a barra 1 teni pm = O e que. 1-120. . = + 16. 1-12 . entáo. por ser bi-rotulada. + Fig.17 M l t 12. Temos.

M o apoio 2 do sistema principal. 1-1 22 I. desta forma. 1-123 - Fig. arbitrando como positivas reações do apoio 2 da esquerda para a direita: Pio = 0 020 = -3 f? . Temos então. Assim sriiilo. Efeitos n o sistema principal a) Carregamento externo Devido ao fato do carregamento exteriio ser constituído por uma única foro ça. 1-1 24 . a única deslncabilidade iriterna será a rotação do nó C Exterriameiite.O metodo das deformações Fig. Sistema principal Tendo a barra AB inircia iiirii!ita. ele será diretamente absorvido neste apoio. o sistema principal é o da Fig. que 6 o deslocarnerito Iiorizontal da barra AO. a estrutura tem iiriia deslocabilidade. ticani impedidas as rotações dos nós 4 e E. localizada na linha de ação d o Fig. 1-123 2. não aparecendo qualquer momento de engastamento perfeito lias barras.

conforme indica a Fig.). obtendo-se. ' h Fig.. no caso. que EJA. Com isto.. à chapa 1 . . Dando-se um deslocamento horizontal A. tal . ao apoio 2 tal que W A 2= 6 tm3. função dos momentos atuantes nas barras 1 e 2 valerá: ') = 213 t. da esquerda para a 6 direita.. para as barras 1. Dando uma rotacão A . surgindo em suas extremidades momentos iguais a MA = MC = Mg = 6EJa. 1-125. é fácil ver. imposta à estrutura. = +12. 3 e 4 momentos iguais a tt -I4 conforme indica a Fig. Assim. 1-127. que ela dependerá apenas dos momentos existentes na barra 1. = 6 tm'. temos o. em torno do nó C.64 Curso de analise estrutural 2 +2 b) Rotação A .1 mt. no sistema principal. surgem. 1-125 - Ml Para a obtenção de P. 1 . 1-1 26: A lt 821 = + 1 d (Na Fig. x = MD = p: 4mr C Fig. já que serão desprovidas de significado maior para nós.nz . 1-126 1 . 1-125 não representamos as outras reaçóes de apoio. teremos: + 213t .) c) Deslocamento A. apenas as barras 1 e 2 terão deslocamentes ortogonais recíprocos iguais a (+A.. que 6 a reação horizontal despertada no apoio 2 pela rotação A . IZ - Fig. . 6 61 6 . a partir doesquema da Fig. 1-127 2 +l A reação no apoio 2.

dados por M = M o . que 6 a rotação do nó E. Efeitos finais 3 36 Os momentos finais.O metodo das deiormapaes 3.. 1-130. Sistema principal A viga possui uma deslocabilidade interna. 1-132. 1-129.D. que 6 o deslocamento vertical do mesmo nó (já que. t. 1-130 . 1-131 1. A mola tem constante k = 0. a partir da qual obteve-se o diagrama final da Fig. .1-129 i Fig. devido à presença da mola. Assim sendo. F . 1-131.s X I O ~ I m . (em mt) Ex. que tem rigidez constante igual a 103tm2.Obter os diagramas solicitantes e as reaçóes de apoio para a viga da Fig.M. Fig. e uma deslocabilidade externa.F.M . estão indicados 7 7 na Fig. Cálculo das incógnitas 4. o sistema principal é o indicado na Fig.M. 1-13 . este nó se deslocará).

1-133.3. Efeitos no sistcma principal a) Carregamento externo Superpondo os efeitos do carregamento atuante nas barras& e BC coma do carregamento atuante no balanço. conforme indicam as Figs.25 (arbitramos como positivo o sentido de cima para baixo). .Cuno de analise estrutural Fig. 1-133. obtemos os momentos de engastamento Mo e as reaçóes de apoio indicadas na Fig.2. 1-1 32 2.1 e 1-133. a partir das quais temos: 813 = -1 f120 = -1 1.

Assim.mt Para a barra 2: hfB = 1: 42 Valor arbitrado . Tcnios 1-131: 3 partir do esqiienii u '2.3 W A ' . obtenios a elástica da Fiip. bcni como para garantir a simetria da matriz 12 101.. = -A2 ( a esquerda desceu ein relac.947 2 7 *-- -- . 4+2 3 = iiii = &.6X4. 1-1 35 .iiiisrlhávrl tr.iri à direita).. 1-1 36 Fig. - 0. : +i2 extiemidadc da dircit~i ia dcsccu em relaçã» i da esquerda) e a barra 2 iiin dcslocameiito ortogonal reciprocci p.is para auxiliar os dlciilos.3 mt . tal que L I A 2 = 514.-..M.iii.. . 1-135. que inos mostra ter a l>arra 1 sofrido uiii deslucaineiitti urtogoiiil rccipruço p . No caso. temos os seguintes momentos de engastamerito perfeito: Para a barra 1 : MA = M8 = 6EJ(+A2) . I Dando ao apoio 7 um deslocaii.nlt .7% I 0. = +7 t0.to 4. .. 4 Para a barra 2: 3 X 4 K' .O metodo das deformações 67 Daiido uriia rotação AI i cliapa I do sisieiiia prinrip.4 X 4 . conrornir vercrnos no iteni ?.+ ] .c tirite cxcniplo.L 2 4 1 2 da Fig. . i: ai.ibailiar ram rigidez absoliita a fiin de evitar possíveis rrror devidos à amisrào da fator (4L') ris culisiders$ia ila influéncia <Ia niola.19t Fig. a*.ipen. I -.75 4 7' -i 3 r .-y 1. 2. = sureirâo do nó LI. os monieiitos: Para a barra 1: 4 . eiitZo.5 1: 42 3EJ'J(-Ad --3. = t 4 .il ia! q u c i::ii..

1-138. =-= Temos. F para baixo. Cálculo das incógnitas 4.s = = 0. a partir da Fig. obtemos os momentos finais nos nós (em mt) indicados na Fig. então.75 P22 = 2 9 4 3. .94t.5 + 1. = (I9' + 4 o 75 0.1 Fig.90E2.136: P.94t (para baixo) v.19t vc = L= (para cima) 4 '2') + Ao valor da reação de apoio VB.0. ==e que vale F = kA2 = -~ 4k 2t.1 +9.27E. estão indicadas na Fig. pois: V = I V* I + I I = 0.94 t 2 = 2. 1-1 39 . t 3. estando o diagrama de momentos fletores correspondente desenhado em 1-139. 1-139. .7Si. 1. também.7E -6& 93 m .75 t (para cima) 4 = 0. Efeitos finai A partir da expressão E = E . no sentido do deslocamento imposto (isto é.. (Poderiam. para baixo). As reaçóes de apoio.31 i ffl.68 Curso de análise estrutural v . = +0. temos que somar a força despertada na 4 mola por lhe termos imposto um deslocamento A. EJ A reação final no apoio 2 valerá. obtidas da mesma expressão. Devido aos momentos de engastamento perfeito aparecerá0 as reaçóes 1. ter sido obtidas empregando-se o mesmo tipo de procedimento do Exemplo 1-3:) 9 3 rnt . 1-138 Fig.

a3 Ex.5 X l@trnz. evidentemente.5 X lo3 X X 15. bem corno para os deslocamentos verticais e reaçôes verticais do apoio 3. Sistema principal A grelha possui três deslocabilidades: duas internas.8t. Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Nesta fase. = 1O4tma e 1. que 6 o deslocamento vertical dii nó E.cujasbarras têm EJ 1.6 mm (para baixo) EJ b) A reação na mola 6 vale. 1-139. Na mesma figura. 1-14 GJt = . Assim sendo.Resolver a greiha da Fig.6 X 10-3 = 7. 1-141. confirmando o valor da Fig. surgindo em A e em . A. o sistema principal é indicado na Fig. O 3 Pig. 1-141 2. e uma externa.o metodo das deformações 69 Observações: a) O deslocamento vertical da mola será dado por y s = 4 4 =-A X 3 9 = 1 5. indicamos os sentidos que arbitramos como positivos. Fe = kya = 0. I-140. que sáo as componentes da rotação do nó B em tomo de dois eixos ortogonais pertencentes ao plano da grelha. O A. a barra AB funcionará como biengastada. para rotagóes e momentos em torno dos eixos r e y .

3 rad 1 3 . de módulo igual a . T . para a barra 2.. _ Levando em conta que..= 6 t.= 4 mt - 2 Bio = -6 Fig. então: - B momentos de engastamento perfeito.. i-143. V . temns o aparecimento dos seguintes momentos no nó B. a partir do qual vêm: o. tsc = -1. .T o Dando à chapa I do sistema principal uma rotaçáo A. Temos.70 Curso de análise estrutural 3 X 42 12 e cujos sentidos sc encontram indicados na Fig. No apoio 3.5 X 104 X 4 X 10-3 = +15ilit 4 GJtA. vi-anil" apenas a trabulhwinos com niimcros dc mcrma urdiin de grandeza ein todo o pr<iblciiia. 13vdslor escolhido arbitrariamentç. = O = +I5 15t 15t Fig. = 4 X 1 0 . 1-142 . 12 - + 4 X 1 0 4 X 4 X 1 0 ." = 40mt 4 1. . aparccerá 4 x 3 uma reaçao de apoio igual a . t ~ = +I12 e. a obtemos o esquema da Fig. 1-142.Mo. para a barra 1. 1-143 . = 40 + 15 = t 5 5 $21 O. no sistema principal Para a barra 1: M =--Para a barra 2: T =--1.

de uma extremidade em relação à outra. 1-145 - M3. 1-144. T3 . então: pi3 = t 1 5 Fig. = X 10-'m. 1-145 Obtemos. surgirao. devido ao deslocamento ortogonal recíproco A.= 40 t 15 = 55 = -15 Impondo ao apoio 3 do sistema principai um deslocaiiiento A. o esquema da Fig. 1-143. momeiitos de engastamento perfeito de módulos 6EJA3 . teinos. nas extremidades das harras 1 e 2. a partir do qual podeiiios escrever: piz = 0 p2.O m6todo das deformações 71 Impondo à chapa 2 do sistema priiicipal uma rotação A? = 4 X 10-3rad. por analogia com o caso da Fig.6 X 10" X 4 X 10-3 = 15 mt =4 IZ 42 e cujos sentidos estão indicados na Fig.

obtemos os momentos finais atuantes nas extremidades das barras.18E2 + 0. + 0. que nos conduzem aos diagramas de momentos fletores e torçores da Fig. 1-146.72 Curso de análise estrutural 3.. 1-147 .9 rnt Fig.0. 0. Efeitos finais Da expressão E = E. itidicados na Fig. . 1-147.07E.9 rnt 0. 1-146 Fig. Cálculo das incógnitas -15 4.64E.

7. 1-149. sugerimos o a leitura do i e 2. 1-148 Analisemos cada um dos dois casos: a) Carregamento simétrico Para o caso da Fig. SIMPLIFICACÃO PARA O CASO DE ESTRUTURAS ELÁSTICA E GEOMETRICAMENTE SIMETRICAS As id6ias básicas para estas simplificaç6es já foram apresentadas e discutidas em detalhe no item correspondente do Cap. tm .1. não voltando a apresentar Abordaremos. de modo que tiraremos partido destas conclusões.1 .2.Caso em que o eixo de simetria intercepta um nó da estrutura Seja a estrutura da Fig. leitor sinta alguma dificuldade. Trata. 1-148. em algum ponto da exposi~áo. existindo.2.2 Fig. os casos de estruturas planas e o a~sunto.2e 1-148.1 1-148. Vai.O método das deformaçaes 73 7. elástica e geometricamente simétrica. 11.3. ll. 11. 1-148. em que o vínculo existente em C impede todas as componentes de deformação. separadamente. apenas seu deslocamento vertical. de nosso Curso.Estruturas planas 7.1.se. 1-148. a resolução da parcela sim6trica do carregamento recairá na resolução da estrutura da Fig. 1-148.5 do Cap. submetida ao carregamento indicado. então. sabemos que o nó C (interceptado pelo eixo de simetria) náo terá deslocamento horizontal nem rotaçãõ. o carregamento pode ser decomposto nas parcelas simktrica e anti-simétrica dasFigs. I1 de nosso Curso.'~ grelhas. exceto o deslocamento vertical. de uma estrutura com duas deslocabi14caso.1 . Empregando o artifício do arranjo de cargas. Vol. Assim.

1-149. seria indiferente resolver a estrutura simplificada da Fig. 1-150. n o sistema principal. pois os pontos A e C serào engastes e o ponto B estará ligado por duas barras a estes dois pontos indeslocáveis. Assim sendo. "'1 A 1 . já que. 1-1 50. mento.1-149. sendo portanto. que é a rotação do nó 6 e uma externa. Fig. adicioiiando-se-llie um apoio horizontal do 10 género. . que é o deslocamento vertical de C (basta ver que.2: que possui duas deslocabilidades . simetria. a resolução da parcela ariti-simétrica do carregamento recairá na resolução da estrutura da Fig.74 Curso de analise estrutural lidades .3 S~stemaprincipal vida à simeiria. sabemos que no rió C só não possuirá deslocamento vertical.Simplificaqão devida 2 antircgainonlo anti-simétrico.2 -S~mplifica<ãodr.óss. n o caso da parcela simétrica do carrega.1 -. pois que ela é duas vezes hiperestatica e tem duas deslocabilid. assim. Fig.uma interna. o sistema principal para resolução pelo método das deformaçóes é o da Fig. acrescentarido um apoio vertical do I? gsnero em C.3.uma interna (rotação do nó B ) e uma externa (deslocamento horizontal de C.3 (notar que.ddes. 1-149.3 o seu sistema principal para resolução pelo método das deformações. serido indeslocável tambkm).3 Estruturasiinitrica coin car. então ela ficará indeslocável). 1-150 Sistema principal para o mitodo da? deformações. em qiidlquer dos dois irrétodos teríamos duas incógnitas a determinar. para o m6todo das defoi- myi<.2 pelo método das forças ou das deformações.f-* 1-149. 1-150. o n ó C funciona como engastado).1 1-150. a estriitura ficaré indeslocável. 1-149. 1-149 Observuçãu: Note o leitor que. dado pela Fig.E$trutura simétricd com carregamctiro s i mgtrica. isto é.2 1-150. b) Carregamento anti-simétrico Para o caso da Fig. 1-148.

2 - Caso em que o eixo de simetria intercepta completamente uma barra da estrutura Seja a estmtura. ao passo que tem duas deslocabilidades (duas incógnitas pelo inétodo das deformações). 1-1 51. podem ser resolvidas a partir dos esquemas das Figs. elástica e geometricamente simétrica. esta simplifica~ãopara o carregamento simétrico. ertamos desprcrando a deformação da barra central devida ao esfarfo normal.5.1. o carregamento pode ser decomposto nas parcelas simétrica e anti-simétricas das Figs. I I Empregando o artifício do arranjo de cargas. 1-151. a resolução da parcela anti-simétrica seria mais vantajosa se feita pelo método das forças pois a estmtura da Fig. I1 do nosso Curso. agiríamos conforme indicado no item 9 deste capitulo.2 e 1-151. 1-1 51. pelo método das forças). conforme vimos no Vol. . No caso de querermos Icvá-Ia cin conta.2 é uma só vez hiperestática (uma incógnita.O metodo das deformações 75 Observapo: No caso. I I 7.4 que. 1-150. da Fig.3 e 1-151. submetida ao carregamento indicado.1.

5 e também três vezes hiperestática. teremos uma única incógnita pelo método das deformações (rotação do nó E ) e que. 1-152. teremos a resolver os casos das Figs. pois a estrutura da Fig. pois a estrutura possui duas deslocabilidades internas e uma externa (rotações dos nós B e C e deslocamento horizontal de B 16). ao passo que. o emprego do método das deformações é de todo vantajoso (pois a mesma é três vezes hiperestática). 1-152 a) Carregamento simétrico F . Assim. naresolução da parcela anti-simétrica. teremos três incógnitas. para a parcela anti-simétrica.3. que analisaremos separadamente: Fig. na resolução da parcela simétrica do carregamento. para a resoluçáo da parte simétrica do carregamento. 7.3 .1. no caso. Decompondo o carregamento atuante em suas parcelas simétrica e antisimétrica. 1-151. seria indiferente o emprego de qualquer um dos dois métodos hiperestátikos.1.2 e 1-152.1-193 i . 1-1 52.76 Curso de analise estmtural Observação: Notar que.Caso em que o eixo dc simetria intercepta uma única seçáo de uma barra Seja resolver o quadro elástico e geometricamente simétrico tia Fig.

.3 a 1-153.~ B A K B KB . 1-153. Dentro da sistemática do método das deformações quando formos impor a rotação A.O método das deformacoes 77 ! I I I Para a parcela simétrica do carregamento. aos momentos (simétricos) que devemos aplicar em suas extremidades para que as mesmas tenham rotações unitárias (simétricas). Assim. indicada na Fig. em suas extremidades.) Como demos rotaçaes unitárias simétricas às extremidades da barra AB. unitária ao sistema principal.f ) = = = KB(l-t). 1-1 5 3. denominaremos aos momentos MA e ME de rigidez de simetria da barra AB (por analogia com as condições de definição de rigidez de uma barra num nó). o sistema principal para resolução da estrutura pelo método das deformações é o indicado na Fig. de uma bana biengastada.1-153 i Empregando o princípio 'da superposição de efeitos. 1-153. definiremos rigidez de simetria k. entretanto. 1-153.6. evidentemente. (Os sentidos dos momentos MA e MB são. no caso. que as rotações dos nós A e B serão simétricas. ou seja. elasticamente simétrica. a partir dos conceitos de rigidez e coeficiente de transmissão: ). F . Como a barra é elasticamente simétrica (KA = KB e tAB = ~ B A podemos escrever que: IMAI = I B = KA MI .~ A B K A KA(I .2. Desta forma. uma viga biengastada submetida a recalques angulares unitários simétricos. ) a determinar. impostas. também. havendo então uma única incógnita ( A . obtemos. temos a resolver uma estrutura com duas deslocabüidades internas (rotaçaes dos nós A e B) e uma deslocabilidade externa (deslocamento horizontal da barra Ai?). teremos a resolver o caso indicado na Fig. devido à simetria existente.1. os mesmos das rotações A.3. de modo que se constituirão numa mesma incógnita. sabemos que a barra AB não possuirá deslocamento horizontal (de modo que a deslocabilidade externa não se manifestará) e sabenios. conforine indicado nas Figs.

temos.2 .Mo Fig. 1-153.2 - Mi (Fig. já que sabemos que os valores dos momentos atuantes serão simétricos em relação ao eixo de simetria da estrutura (pela convenção de sinais que adotamos para momentos de engastamento perfeito. + 1-154. provocados pelo carregamento externo carr. . = K (1 . peri. 1-154. = 1 (Fig.19) No caso particular da barra possuir inércia constante J.1) e pelas rotações simétricas A.1 . definiremos aqui o conceito de rigidez relativa da simetria k.154 1-154. 1. O Exemplo 1. ext. A Fig.. a partir dos quais torna-se imediata a formulaçáo das equaçóes de compatibilidade estática que resolvem o problema (no caso. que será dada pela relação: No caso particular da barra possuir inércia J constante. qualquer que reja a lei de variação (simétrica) de inércia da barra..2) e (1.16 esclarecerá.20) Analogamente ao que Fiemos anteriormente. teremos uma só equação).1 será imediata e poderemos trabalhar com apenas metade da estrutura no estudo dos efeitos no sistema principal.3): 2 EJ K. 1-154 indica os efeitos. levando em conta (1. no sistema principal. os momentos simétricos terão sinais opostos). = 1 (1. 1-154.t ) " (1. eng. ficaremos com Com a introdução do conceito de rigidez de simetria dé uma barra.78 Curso de análise estrutural Assim: K. no caso de simetria. a resolução do caso da Fig.supusemos positivo o sentido da rotação unitária imposta ao nó A ) . i7~xpressão válida.

conforme indicado na Fig. como a deslocabiiidade linear da barra AB irá se manifestar e levando em conta. teremos a resolver o problema da Fig.O método das deformações b) Carregamento anti-simétrico 1-155. 1-156 e levando em conta que devido i simetria elástica da harrn temos: KA = KB e t * ~ t g ~ t . (No caso do apoio horizontal que seria necessário adicionar à estrutura para impedir a deslocabilidade linear da barra AB. ainda. no caso. 1-1 56. duas incógnitas a determinar. seja também explorada a anti-simetria existente. vem: = = MA=MB=KA(l+t)=K~(l+t) . 1-155. então.1. obtemos o sistema principal da Fig. quando formos impor a rotação A.2 1-156.1 1-156. que as rotações dos nós A e B serão anti-simétricas.1 1-155. a fim de que A2 também seja anti-simétrico e que. preferimos subdividi-lo em dois apoios.) Dentro da sistemática do método das deformações. uma viga biengastada submetida a recalques angulares unitários. havendo. desta forma.2.2 Fig. ou seja. antf-simétricos.4 Fig. 1-1 55 No caso da parcela anti-simétrica do carregamento. em suas extremidades.3 1-156. 1-156 Empregando o princípio da superposição de efeitos. um em cada extremidade da barra. unitária ao sistema principal. 1-156.

1 será imediata. M . obtendo No caso particular da barra possuir inércia constante J.3 - M2 19 Expressáo vilida para qualqucr lei de variação (simétrica] de inércia da barra. ficaremos com Com a introdução do conceito da rigidez de anti-simetria de uma barra. definkemos rigidez de anti-simetria K . elasticamente simétrica. temos.23) No caso particular da barra possuir inércia constante J .1 . 1-155. o que faremos da mesma forma utilizada para os outros casos.Mo I8 1-157.7). sendo possível (analogamente ao caso do carregamento simétrico) trabaihar com apenas metade da estrutura para o estudo dos efeitos no sistema principal (já que sabemos que os mesmos são anti-simétricos).2) e (1.8) e (1. 1-157 - 1-157. ' 9 ~ f e i t o s z obtidos levando crn conta as cxprcssões (I.2 Ml Fig. a partir dos quais podemos facilmente formular as equações de compatibilidade estática que resolverão o problema. a resolução do caso da Fig. 1-157. 1-157 indica os efeitos no sistema principal.80 Curso de analise estrutural Analogamente ao que fizemos no caso de simetria. provocados pelo carregamento externo e pelas deformações antisimétricas unitárias A I e A2. = K (1 + t) l8 (1. (1. aos momentos (anti-simétricus) que devemos aplicar em suas extremidades para que as mesmas tenham rotações unitárias (anti-simétricas).3): Também aqui definiremos rigidez relativa de anti-simetria k a . Assim: K . levando em conta (1. de uma barra biengastada.14). A Fig.

mais vantajoso resolver a parte simétrica do carregamento pelo método das deformaçóes e a parte anti-simétrica pelo método das forças. pelo outro (dizemos.15 . no caso.1 . da Fig. e que mostram ser. Este tipo de análise deve ser sempre feito. muitas vezes. conduz à resolução de uma parcela do carregamento por um método hiperestático e.Obter o diagrama de momentos fletores. 1-152. Fig. 1.2 . respectivamente. no caso da estrutura da Fig. da outra parcela. caso fôssemos resolver o mesmo problema empregando o método das forças. Comparemos com o número de incógnitas. solicitado simetricamente. as reaçóes de apoio e o diagrama de esforços normais para o quadro simétrico.1 el-158.2. pelo método das deformações. a resolução da parcela simétrica do carregamento apresenta uma única incógnita e a da parcela anti-simétrica do carregamento apresenta duas incógnitas. Ex. As parcelas simétrica e pnti-simétrica do carregamento teriam os sistemas principais e hiperestáticos indicados nas Figs.1.21 esclarecerá Observaçrío: Notar que. quando tal ocorre. 1-159. & S m - ~ B m & S r n ~ S m ~ Fig. que estamos resolvendo a estrutura pelo método misto).1-158. 1-158. 1-159 .Hiperestátiços para 1-158. no sentido de minimizar o trabalho de resoluçáo da estrutura. 1-158 carrcgarnçnfoiuiti-sirn6trico.Hipcrcstáticos para czrregamento simétTiio.O mdtodo das deformações 81 O Exemplo 1.

ainda. 1-160. Sistenia principal Como. Fig. 2 X 6' 12 obtendo-se.161 . = t . 1. Fig. devido i simetria existente. no caso. cujo sisteina principal está indicado em 1-160. a estrutura a resolver é a da Fig. a partir da Fig. Na barra KL: MK = -M/. inúrncro de incógnitas seria 6 .82 Curso de análise estrutural I.1. as deslocabilidades lineares das duas barras horizontais não se manifestam e como.l - Lstrtitiirc ii rrsolver. o que o tornaria contra-indicado. se fõsscmos resolver a estrutura da Fig. o . 1-161: ilio = +9.= +61nt.2 . for~as. Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Os momentos de engastamento per. 20 I-lb0. feito valem: Na barra FG: M~=+---- 8 62 = tgrnt .Sistcma principal 2.2 prlo método da.2. 1-1 h0 1-160. a presença da barra vertical LHC impede o deslocamento vertical dos nós L e H (desprezado o trabalho desta barra ao esforço normal).Mo ilao = f 6 'O~atar que. 1-160.

os seguintes momentos em torno deste nó: +6 + . que nos conduz aos diagramas de momentos fletores. Efeitos finais Da expressão E = E.0.I I O rnéiodo das deforrnaees 1 b) Rotação A . . Cálculo das incógnitas 4.6 I I I I I I Na barra FG: k'=. 1-166 e 1-167.M2 = 0 flZ2 = t12. 1-162. temos. A partir da Fig. de esforços normais e i s reações de apoio dados nas Figs. a partir dos quais podemos montar o esquema da Fig.48E2 obtemos os momentos finais (em mt) nas extremidades das barras. = 24. 1-163 nos fornece: I 812 Fig. obtemos c) Rotação A2 Devido à rotação A*. 1-162 . 1-165. 1-163 .S 3. . devido à rotaçáo A l imposta ao n6 F. .0.3 X (2 X 24) 4 6 Na barra AF: = 6 mt = k = 24 4 6 mt Fig. 1-164. temos os seguintes momentos em torno do nó K: Na barra KG: w I A Fig. Trabalhando com rigidez relativa e arbitrando J . indicados na Fig.75E.M .

.Fig.A n á l i ~ rdo comportamento de cada barra da estrutura Fig. 2 tim Fig. 1-165 . 1-166 - DMF (em mt) e reações de apoio. 1-164 - Momentos fuiais.

1-169 . todas. a mesma inércia. cujas barras tém. Assim seiido. tendo o n o D o comportamento de um engaste e. Sistema principal Levando em conta a simetria do carregamento. 1-167 . D F Fig. o sistema principal é o da Fig. 1-168. Fig. 1-168 1. deveiido ser usado o conceito de rigide~de simetria definido neste item.16 .0 b e r o diagrama de momentos fletores para o quadro simétrico da Fig.DEN (em t ) Ex. sabemos que as deslocabilidades Lineares das barras horizontais não se irão manifestar e que podemos trabalhar com metadc da estrutura. para a barra AB. 1-169.I O mhtodo das deformações I Fig. 1.

a partir do esquema da Fig. Arbitrando J = 24 e trabalhando com rigidez relativa. = +12 b) Rotação A. Ainda trabalhando com rigidez relativa. devidos à rotação A I com valor: . temos o aparecimento nas barras CA. teremos. os seguintes momentos em torno do nó A : Na barra AB: Fig. p2.M I A partir da Fig. devido à rotação A. 1-1 72 - Ma . CF e CD de momentos em torno do nó C .. 1-170 .Curso de análise estrutural 2. 1-1 70: Pio = +6. 1-1 7 1 . Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Os momentos de engastamento perfeito valem: Para a barra AB: Para a barra CD: Fig. Fig. temos: Pll L321 = = 12 +2 c) Rotação A. 1-171.Mo Temos.

0.107M1 . 1-174 - DMI. Efeitos finais A partir dos momentos finais nas extremidades das barras (M = Mo . 1-1 75 . = +2 1 3. 1-173 (em mt). (eni mil. 1-173 . submetido ao carregamento auto-eqiiilibrado indicado. 1-175. Cálculo das incógnitas 4.2. 1.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro fechado de inércia constante da Fig. obtivemos o diagrama de momentos fletores da Fig. Fig. Fig. 1-174. Fig.Momentos finair (em mtl. Ex.17 .36M2) indicados na Fig.O metodo das deformaçõss Na barra AC: Temos: 5 .

=-X 2 6 . do caso estudado no item 7.. 1-177. podemos resolver apenas 114 da estrutura. sendo o sistema principal. 1-1 78 . 1-176.67 h) Rotaçáo A. 2. 1 'i k . temos: pio = +1. o da Fig. Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Temos os seguintes momentos de engastamento perfeito: Barra AB: Barra AD: Fig.A R : L 2 lnt Fig.4' 12 - 12 42 = -1. Sistema principal Explorando a dupla simetria existente (na qual cada eixo de simetria intercepta as barras numa seção.88 Curso de análise estrutural 1. trabalhando com rigidez relativa e arbitrando J = 24 Na barra .Mo 2 nf. em se tratando.M .33 int A partir do esquema da Fig. então. temos os seguintes momentos em torno do nó A .1.3 deste capitulo). = -. 1-1 7 7 . I)evido à rotação A I . portanto.

1-181 . então: !ill= + 5 3.Obter o diagrama de momentos fletores e as reaçks de apoio para o quadro elasticamente simétrico da Fig. 1-479 . Ex. 1-180. 1.O m6todo das deformações Na barra AD: ks=-X 2 1 24 . Fig. submetido ao carregamento indicado. A. Fig.M = Mo . = O .67 + 5A. = -0.33M1 Fig.DMF (em mt). Efeitos finais A Fig.18 . Cálculo da incógnita Temos: 1. 1-179 indica os momentos finais atuantes. 1-180 . 1-181.=+3mt 4 Temos.33 4. a partir dos quais obtivemos o diagrama de momentos fletores da Fig.0.

notamos que a parcela simétrica (Fig.2 Carr. 1-183. conforme indica a Fig. 1-183.1. anti-simétrim Como. pois provocará apenas o aparecimento de um esforço normal de compressáo igual a P na barra DEF. 2'Dcsprr~andose a dcforma~ãoda estrutura devida a este esforfo normal .3 (estrutura simétrica com carregamento anti-simétrico. 1-182. o carregamento atuante em suas parcelas simétrica e anti-simétrica. 1-183.1 . em que o eixo de simetria se confunde com uma das barras) que recairá. 1-182.182.é simétrica. o caso da Fig.2) não contribuirá para o trabalho 2 flexão da estrutura. ainda. na resolução da estrutura da Fig. 1-182 1. decompondo seu carregamento nas parcelas simétrica e anti-simétrica obtemos os casos das Figs. 1-182." Resta-nos resolver.2 (onde aparecerão apenas esforços normais na barra DE) e 1-183. conforme abordamos no item 7.1. simétrico Fig.2 deste capítulo.3 Carr.90 CUFJO analise estrutural de Decompondo. 1-182.3 (em que temos a resolver um quadro simétrico com carregamento anti-simétrico). pois. a estrutura da Fig.

se simplificará para a resolução da estrutura da Fig. 1-184. 1-1 84 1-184.3.2 Da Fig. que é isostática. 1-184. . 1-185. 1-1 83 Finalmente. o caso da Fig.2. 1-183.O método das deformações Fig. indicados na Fig. podemos obter imediatamente o diagrama de momentos fletores e as reações de apoio pedidas. lembrando que na seçáo média da barra DE só existirá esforço cortante.2. 1-184.1 Fig.

. Isto acarreta. 1. não se manifestará a deslocabilidade horizontal da barra DEF. 1-186.Obter o diagrama de momentosfletores para o quadro simétrico da Fig. 1-185 Ex. a estrutura a resolver se simplifica para a da Fig. com o que podemos afirmar que os nós D. desta forma. Fig. E e F são indeslocáveis linearmente. Sistema principal Devido à simetria existente. 1-186 1. a indeslocabilidade Linear do nó G (por estar ligado a dois pontos indeslocáveis D e F) e. 1-187. cujas barras têm as inércias indicadas na figurá (em m4).Curso de anãlise estrutural Fig. cujo sistema principal está indicado em 1-188. então.19 .

M o Temos. os seguintes momentos devidos à rotação A. 1-190. Fig. 1-190 . no sistema principal: M D = -Mc.Estrutura a resolver. Efeito no sistema principal a) Carregamento externo Devido ao carregamento externo temos. 1-189 .O mbtodo das deformações Fig. então. 1-189: oi0 = +12 b) Rotação A Trabalhando com rigidez relativa e multiplicando as inércias por 103. 1-1 88 . : Na barra DG: Fig. vem = +5 .J 1 = - 24 = 2 m t 12 Da Fig. 1-187 . 2.Siatcrna principal. = 1 X 12= 12 = 12 mt Fig.a fim de facilitar os cálculos. da Fig. temos em torno do nó D.hf1 Na barra AD: Na barra DE: k=.

da Fig. ntS. 1-192. a partir do qual obtivemos o diagrama final.4 4. Efeitos finais Os momentos fuiais M = Mo .3. Fig. Cálculo da incógnita Temos: 12 + SAI = O : AI = -2.2. 1-191 (em mt). 1-191 . em mt.4M1 estáo indicados na Fig.

1-194. = d t 1 2 = 10-' X 30 X 10 = 3 mm Barra BE: A l m = ~ A . Desta forma.d da Fig. de cima para baixo. as barras aumentarão seus comprimentos dos valores seguintes: Barra 1: Al. a estrutura a resolver é a da Fig. devemos ter em mente este Ultimo resultado. que o ponto E subirá 3 mm. Efeitos no sistema principal a) Aumento de temperatura Devido ao aumento de temperatura. Sistema principal I Devido à simetria existente. 4.Williot -Escala 1:O.I O m6todo das deformações 95 I Ex. É dado o coeficiente de dilatação linear a do material: a = 10-~/Oc a) Aumcnto de 30°C O X +8-+-sm+ Fig.l. 1-193 1. 1. = aArli = 10" X 3 0 X 4 = 1. cujo material tem E = = 2 X 106t/m2 provocados por: a) aumento uniforme de 30 "C b) recalque do apoio B de 1 cm. cujo sistema principal é o da Fig. 1-20 . 1-195. 1-193. 2.196 . 1-196. do qual obtemos os deslocamentos ortogonais recíprocos das extremidades das barras 1 e 2.Obter os diagramas de momentos fletores para o quadro da Fig. B ? 10-' X 30 X 10 = 3 mm = Para o traçado do williot. dados por: Fig. ou seja. 0 . fica determinado o williot 2.2 mm Barra 2: A1.

76 Fig. os seguintes momentos: J Para a barra 1 : k =-=-=5 1. 1-200.?I. = --. temos Pir = -9 b) Rotação A.-= . 3.mp. . a partir dos quais temos o diagrama de momentos fletores (em mt) da Fig..9. obtemos os momentos finais nas extremidades das barras (em mt) dados na Fig.25 mt 1 4 J 20 ParaabarraZ:k=-=-=2mt 1 10 Da Fig. Caculo da incógnita temos: A.r.oo Pii +0.M.. Fig. 1-198. Efeitos finais devidos à temperatura Da expressão M = Mt + 2. 1-197 .Os momentos de engastamento perfeito provocados são: = -9 mt Para a barra 2:MD =ME = O A partir do esquema da Fig. 1-198 Mi 4.ti. devido à rotação A i . 1-199.62& 11 - 3925 2. Trabalhando com rigidez relativa e multiplicando as in6rcias por 10" temos em tomo do nó D. 1-200 - (DMF)t.ra. 1-199 Fig. 1-197. = 3. vemp.76 M. .25 Fig.

-sirnùolizando os efeitos do recaique de apoio iio sistema principal.0.. Obtemos. dados por: PD* = ad = -0.2 = + 3 0 m t 1o2 oir Da Vig.1 Fig.585 3. deste wiliiot. Para tal. neste caso. AI = --= r O. 1-202 . .25 cm ~ I I Fig. então.Williot (Esc: I : 1) Os momentos de engastamento perfeito provocados são: Para a barra 2: Mg =ME= 6 X 2X 1 0 6 x 20X 10-3X 1. obtido lembrando-se que o nó E teri um deslocamento vertical igual ao recalque vertical de B (1 cm de cima para baixo).9 28. uma situação de simetria o sistema principal ainda 6 o da Fig.25X 1 0 . 1-204. será.l 1 I I i O método das deformafles b) Recalque vertical de apoio em B 1. 1-201. 1-201 . Efeitos no sistema principal Como continuamos a ter. vcin: = + l .M. traçamos o williot da Fig.75 cm * p D = ed = + 1. e basta então estudarmos os efeitos do recalque de apoio no sistema principal. da qual se obtem o diagrama de momentos fletores (em int) da Fig. I-202. estão indicados na Fig. Efeitos finais Os momentos finais. 1-203. Clculo da incógnita l O novo valor da incógnita A.585M. .. 02 deslocamentos ortogonais recíprocos.0. 2. 325 _ . 1-195. obtidos da expressão M = M.

respectivamente. 1-206. respectivamente.(DMF)reialqiie Ex. considerando os carregamentos parciais do item a e supondo que se vá resolver a estrutura pelo metodo das forças e das deformaçóes. 1-204 .Para a estrutura elástica e geometricamente simétrica da Fig. pedem-se: a) Decompor o carregamento em suas parcelas simétrica e anti-simétrica. 1-205. que requerer a determinação de um menor número de incógnitas.Curso de análise estrutural Fig. as matrizes de flexibilidade e de rigidez da estrutura. b) Mostrar como ficam. d) Desenhar o diagrama de momentos fletores final. . 1-205 a) A decomposição do carregamento em suas parcelas simétrica e anti-simétrica é imediata e está indicada na Fig.22 Fig. enunciado deste problema nada mais é da que o roteiro que se deve empregar na resolução de uma estrutura elástica e geomeiricamente simétrica. 1-21 . empregando em cada caso o método hiperestático. c) Resolver a estrutura para as parcelas simetrica e anti-simétrica do' carregamento. 1-20) Fig.

2. 1-207.2 Fig.1 -1-207. 1-208. coiiduzindo a uma matriz de flexibilidade [SI da forma: 1-207.1.1 e 1-207. 1-207 L (Observação: Notar que a barra bi-rotulada AB. Fig. 1-206 b) Supondo que fôssemos resolver a estrutura pelo método das forças. respectivamente. respectivamente.) Para a resoluçáo pelo método das deformaçóes. conduzindo a uma matriz de rigidez [P] da forma: i . 1-207. da Fig.1 e 1-208.1 / O metodo das deformaçóes 1-206. os indicados nas Figs.2. simbolizado pelo hiperestático X.2 . por estar descarregada. os Iiiperestáticos para as parcelas simétrica e anti-simktrica do carregamento seriam. trabalhará exclusivamente ao esforço normal. os sistemas principais e incógnitas para as parcelas simétrica e anti-simétrica do carregamento são O s indicados nas Figs.Parcela simétrica.

Sistema principal Dado ria Fig. 1-209 do 8 1 X 6' Barra CE:Mg = . Resolverido pelo iiiétodo das deformaçóes.1) Parcela simétrica do carregamento (Fig.A f C = I2 A partir da Fig.2). c) ResoluçZo da estrutura para as parcelas simgtrica e anti-simetrica do carregamento: c. concluimos da conveniêricia de resolver a parcela simétrica do carregamento (Fig.1 . 1-208. pois. temos: 1 . temos: Pio= +7. 1-206. 1-206. 1-209.2) pelo método das deformaçòes e a parcela anti-simetrica (Fig.3) pelo método das forças.5 Barra CD: h. Efeitos no sistema principal 2.Carregamento externo ' [ São os seguintes os momentos de engastarnento perfeito: 1 X 6' Barra AC: Mc = +---= 8 +4. em cada caso.1 2. 1-206.5 nit Fig.lc =- 8 4 =-xi2-+ílmt = - = + 3 mt . teremos apenas uma incógnita a determinar.1O0 Curso de anAlise estrutural Da análise feita neste item b.

1-21 1 .67Ml indicados na Fig. Cálculo da incógnita Pii 1-210 .5 =tlmt Na barra CE: k =c -= 2 mt = I' 1 6 Do esquema da Fig. 1-210. = 12.O mlitodo das deformaç6es 2. obtemos o diagrama de momentos fletores da Fig. Efeitos fmais A partir dos mòmentos finais atuantes nos nós M& = Mg .2 . 1-211. 1-212.5 3.Ml 4. temos os seguintes momentos em tomo do nó C devidos à rotação A1: +1.1. obtemos: P l l =+4. Fig.Rotação AI Trabalhando com rigidez relativa e arbitrando J .

2. 1-214 . = 36 X 7 4. Sistema principal 'e hiperestático Dados na Fig. Diagrama de momentos fletores Da expressão Mmt = M: + 6M4. 1-215. 2.6. Cáiculo dos EJc6 Temos: EJ.3). obtemos o diagrama de momentos fletores da Fig.. Diagramas no sistema principal 2. temos: 1.6.M: Fig. Resolveiido pelo método das forças. 1-206. 1-213 .1 M o Fig.2) Parcela anti-simétrica do carregamento (Fig. .36 X 42 EJ. = . = O : X. 1-207.M4 3. = +6 5.102 Curso de análise estrutural c. Equação de compatibilidade e hiperestático Temos: -36 X 42 + 36 X 7 X.

Efeitos no sistema principal 1-217. 1-208. 1-212 (Mh) e 1-215 ( ..R. mostraremos como se chegaria às equaçóes de compatibilidade estática. Empregando-se o roteiro do m6tod0.[(rrn mt). Figs.O metodo das deformacões d) Diagrama final O diagrama de momentos fletores final M será a soma dos diagramas das M. ] obtendo-se aquele representado na Fig. 2. Fig. caso desejássemos resolver a parcela anti-simktrica do carregamento também pelo método das deformações. . 1-217 - Mo.2 Fig. 1-216. Sistema principal Indicado na Fig. Observação: Apenas a título de ilustração.2. 1-216 - Mfi. temos: 1.

2. temos um deslocamento ortogonal reciproco p ~ c + A 2 para a barra AC. t1.1.A. =+6 Fig. O .2). = Para a barra Para a barra = ao sistema principal um deslocamento A .75 L 640.2 Deslocamento A. = 72. obtemos k 2 =+ I . 1-21 7. temos os deslocamentos ortogonais recíprocos seguintes: AC: pca = -A3 CE: p c ~ + A .M2. temos os momentos de engastamento perfeito da Fig. p .104 Curso de análise estrutural - 2. 1-218 . R .A. para a parcela anti-simétrica do carregamento. obtemos: filo -2.1 Carregamento externo Levando em conta que. . . 1-218. tal que EJ.3 . = 2.) - Impondo ao sistema principal um deslocamento A.5 (Supusemos positivos os deslocamentoslineares da esquerda para a direita. = 72. = .25 Om = -6. tal que EJ. = obtendo: Do esquema da Fig. 1-217. = . Impondo &A. e analisando o comportamento de cada barra no sistema principal (o que está feito na Fig.1 .Deslocamento A .

1-219.3.4 .3 X 7 2 Mc = . Impondo ao sistema principal uma rotação A. obtemos. 0 4 4 = + 156 . em torno do nó C...12~X 7 2 = +72 mt CD 12 Para a barra CE. os momentos: = Para a barra AC: 3 U.c A q .+ 3 6 m t AC 6 Para a barra CD: ) A Mc = t ~ E ( ~ J c .A. _ I D2.1 . R3 2. Do esquema da Fig. vem: = t 6 . 1-219 - M3. vem: .--.i I O mbtodo das deformacões 1 1 Obtemos.Rotação A. = EJcA2 = 7 2 .= -6 mt Ac2 6EJ A = t 1 2 mt Para a barra CE: MC = ME = + CE2 Do esquema da Fig. 1-220. então: 3EJ A Para a barra AC: MC = . p 3 3 = 5. tal que EJ. = EJcA. 0% = + 6 .oa3 = t 6 I I 1 Fig.

1 .2. respectivamente. no caso). 1-220 . l . evidentemente.Grelhas 7..R4 O sistema de equações de compatibilidade estática será então: + = Resolvido o sistema. que pode ser decomposto nas parcelas simétrica e anti-simetnca das Figs. seguiríamos a marcha habitual do método das deformações. {r. 1-221 .2 e 1-221. 1-221. situada num plano horizontalxy e submetida ao carregamento indicado.Curso de análise estrutural Fig.] [-i -a I. Analisemos cada caso em separado. 7. 1-215. ate a obtenção do diagrama de momentos fletores (que.2 .M4.} {!) .3. seria o da Fig.Caso em que o eixo de simetria intercepta um nó da greiha Seja a grelha elástica e geometricamente simétrica da Fig.

amento vertical nem rotaçáo em tomo do eixo y .y e seu deslocamento vertical (perpendicular ao plano da grelha).S I S I E ~ I~"Eipal. 1-223. o deslocamento vertical deste nó B e a rotação do nó S em tomo do eixo x . Fig.O método das deformações 107 I a) Carregamento sim6trico Devido à simetria existente. no sistema principal. & e L221.x (pois as tendências de rotaçáo. As incógnitas serão as rotaçóes dos nós B e S em tomo do eixo y -y. 1-222.y). . conforme indica a Fig. 1-222 b) Carregamento anti-sim6trico Para o carregamento anti-sim6trico da Fig. náo terá rotação em tomo do eixo x .x e os deslocamentos verticais dos nós B e S.2. conforme indica a Fig. 1-221. provocadas-pelos carregamentos atuantes à esquerda e à direita. 1-222. Assim. agora. a seção S.2 .x (devido i anti-simetria existente.Cmrpaiin<a Ymitnca 1-222. comportando-se o nó S neste sistema principal como um engaste.x e y .1 . só terá rotação em torno d o eixo x .2.3 .3. como engaste) e as incógnitas são as rotações do nó B em tomo dos eixos x . a rotaçáo do nó B em tomo do eixo x . 1-223.3 (o n ó s comporta-se. 1-222. o sistema principal para resolução da estrutura pelo método das deformações é o indicado na Fig.3. se anularão) permanecenklo existentes sua rotação em tomo do eixo y . não existirá desloc. o sistema principal para resolução da estrutura pelo método das deformações é o indicado na Fig. c"-.DlCocmn+~ d l E ( o ~ b smC.y .x . o nó S (situado na seção de simetria). Assim.

1 lia resolução das grelhas 5 e 4 vezes deslocáveis.1. inipedindo siia rotaçáo em torno do eixo x . 3 X.3 1-221. que subdividiu o traballio de resolução da grelha 9 vezes deslocável da Fig. v e submetida ao carregamento indicado. situada num plano horizontal . L-223.1 I' r-22L2 Seja resolver a grelha elástica e geometricamente simétrica da Fig.3) os vínculos acresceiitados. o úiiico víriculo que precisamos acrescentar à seçáo S para toriiá-lu um engaste no caso da aiiti-simetria. foram a chapa 1 e apoio do I'? g6iiero 2 (impedindo as duas coniponentes de deformação da seção S neste caso.2 e 1-211. 1-221.3). 1-225 . neste caso. n o sistema principal (Fig.x (úiiica comporiente de deformação existente. 1-225. na seção SI. 1-224.--v L-224.' -. para toriiar à seçao S um engaste. v-. Analisemos cada um destes dois últimos casos em separado: a) Carregamento simgtrico 1-225. -.2 e 1-224.3. a vantagem do emprego do artifício do arranjo de cargas.3.2 - Sistema principal Fig. ~ y que pode ser decomposto nas parcelas simétrica e anti-simétrica das Figs. 1-224.Carregamento simétrico. que são a rotaçáo eni torno do eixo . perpendicular ao plano .v e o deslocamento linear na direção v z). foi a chapa I .2 . ainda. 1-221. respectivamente. ---. .-v X --v .1 . x.. 7. b) Notar.Curso de análise estrutural Obseriiac8rs: a) Notar bem que. das Figs.2.Caso em que o eixo de simetria intercepta completamente uma barra da grelha Y-. Para o caso da simetria (Fig. 1-227.

FU = z~ = 0.2. cujo carregamento pode sér decomposto nas parcelas simétrica e anti-sim8trica das Figs.2. 1-222.v-y q8 . 1-226 1-226.2 Sistrni~ principal Pelas mesmas raz6es já apontadas no caso da Fig. o sistema principal para resolução da parcela simétrica do carregamento é o da Fig.uina com 5 dnlocabilidades (Fig.y e seu deslocamento vertical (direção 2): Assim. As incbg- . cliamamos a atenção do leitor para a conveiiiência d o emprego do artifício do arranjo de cargas às grellias simétricas.2 (iiotar bem que a barra SE deve ser tomada com a metade de sua in6rcia):nele se comportando a seção S como um eiigasle. 1-225. 1-227.1 recaiu na resolução de duas grelhas .3.3 . 1-223. iio caso.x permanecendo existentes sua rotaçáo em t o m o do eixo y . Icv:rndii em conta que @ ' s nitas serão I. - e X-X I I I ObservapTo: Mais uma vez. a resoliiçáo da grelha 9 vezes deslocável da Fig. 1-226.1 Carrepamento anti-siml'trico.7) e outra com 4 (Fig.I 1 O método das deformações 109 Conforme já comentamos para o caso do item anterior (Fig. o sistema princi- I I I pal. 1-224.2 e 1-227.2). respectivamente. 1-224. a seção S de simetria não terá rotação em tonio do eixo x . é o da Fig. 1-227. 1-224.3). 7.-I. por exemplo da grelha da Fig. *-" .Caso em que o eixo de simetria intercepta uma barra da grellia iiuma Única seção 1 I c o caso. . As incógnitas serão b) Carregamento anti-simétrico 1-226. .1. Fig.

pois estamos empregando o artifício do grupo de incógnitas. cujas incógnitas a e LI.Sistema principal. do mesmo problema: em ambos os casos temos uma grelha simétrica interceptada pelo eixo de simetria numa única seção S). aparecerão nas extremidades da barra BC mopentos fletores iguais à sua rigidez de simetria.. . 1-228.1.2.2. 1-227 O problema poderia ser abordado de maneira idsntica à adotada n o item 7. para o carregamento simétrico da Fig. a ) Carregamento simétrico 1-228. neste . por exemplo. quando formos estudar a influfncia de 9 = 1. na fase de obteiiç~odos ereitos rio sistema principal. sistema principal. Entretanto. determinar são v. Com isto. o emprego do artifício do grupo de incógnitas introduzirá menos incógnitas a determinar. 1-228 Como sabemos que. Fig. 1-228. 1-228.2 ..1 - Carregamento simétrico. senão vejamos.Curso de análise estrutural Fig. Observações: I) Notar que. deveremos impor uma rotaçáo = I aos nós B e Csimultaneamente. podemos adotar o sistema principal da Fig. as deformações da grelha serão simktricas em relação ao eixo de simetria.1 (pois trata-se. na realidade.

Ex. 1-229. na barra BC. As barras são perpendiculares entre si e medem: A E = EB = CE = ED = 6 in. c? = I . para a barra BC.2 . 1-229. ao dobro da rigidez à torção da barra BC. Tudo se passará. 1-230. que quando fizermos = I . As aplicaçóes seguintes esclarecem. Analogamente.1 é o indicado na Fig. coino se interceptassemos a barra BC n o sistema pruicipal e nele trabalhásseinos com metade da grelha. Fig. sua rigidez de simetria i flexão e rigidez nula i torção. qi b) Carregamento anti-simgtrico Por raciocínio inteiramente anáiogo ao empregado para o carregamento simétrico. em módulo. situada rium plano horizontal ABCD e submetida ao carregamento vertical indicado.Obter os diagramas de momentos fletores e torçores e as reações de apoio para a greiha simétrica da Fig. quando for imposto $2 rão.1 - rarrcgmxnto anti-sim6trico. de anti-simetria à flexão e o dobro de sua rigidez à torpio. lia barra BC. portanto.Sistema pri!icip:il. pois as rotaç6es de B e C s i o no mesmo sentido. nào aparecerào momentos torçores na barra BC. Tudo se passará. 1-229 1-229. 1-22 . usando para a barra RC. surgirão.2. sua rigide?. aparecerigidez de anti-simetria. como se interceptássemos a barra BC no sistema principal e nele trabalbásseinos com metade da grelha usando. em B e em C momentos torçores iguais. ao sistema principal. ainda. o sistema principal para resolução do carregamento anti-simétrico da Fig. portanto. 1-229. não surgindo nenhuma reação devido a elas. Convém notar. pois a rotaçáo relativa por torção de uina extrciiiidade em relação à outra valerá 2 $2 = 2. .1 mbtodo das deformações 111 2) Notar. em B e em C momentos fletores iguais à sua p = 1. que quando impusermos. no caso.

associado ao apoio do I ? gènero adicional 1.lias extreniidades das barras 1 e 2. 2. seu deslocameiito vertical. Fig.. colocanios um bloco rígido n o nó E. x Y podemos afirmar que p~ . então. com o que obtemos o sistema principal da Fig. Efeitos no sistema principal A?/ C XD Fig.. 1-231 Fig. Sistema priiicipal Devido à dupla simetria existente (em relação aos eixos Y .Curso de anãlise estrutural I .M o . V.. A única deslocabilidade do n ó E será.x e ii . da qual obiemos: p.0s selitidos corretos estào I indicados lia Fig. 1-230 a) Carregamelito externo Aplicaiido o carregamento externo ao sistema principal. = -2 X 3 = -6 .3 1.Y = O. no sistema principal. 1-232 .x = pt. faz com que o nó E tenha. 1-33?. impediiido as rotações que sabemos serem iiulas neste nó. o comportamento de um eiigaste). 1-23 1 (neste sistema principal. Este bloco. moI X 6' mentos fielores de niódulo -= I? = 3mt e reações verticais iguais 3 I -.y ) . ap:~rccerão.

feitos finais A partir dos momentos finais nas extremidades das barras (em mt) e rcaqóes de apoio (em t) indicados n a Fig. 2. 1-233 M i . 5 = iiii I 1 4. as barras 1. = I -h+ 1 .= T= i 3 mt. I 3.. 6 = +4 X 1 = 4 Fig. 1-233. 113 Inipondo um deslocamento vertical A . 1-233. ). surgindo em suas extremidades. . 3 e 4 teráo deslocamentos ortogonais reciproci>s iguais a A . + I . i 6 2X 3 e reações de apoio verticais iguais a= 11. 1-235. então: o.. de cima para baixo. da qual obtemos. 1-234 (obtidos da expressão E = = E. . = 18. ao nó E. tal qiic EJA. . conforme indica a Fig. temos os diagramas soiicitantes (em mt) da Fig.iI O m é t o d o das deformações b) Deslocamento A. momentos fletores 6EJA 6 X 18 de módulos . Cálculo da incógnita Temos: A . I'. com os sentidos indicados na Fig.5 E .

perpendiEJ culares entre si.DMT. Ex.DMF.Curso de análise estrutural Fig.Obter os diagramas de rnuiiientos fletores e torçores para a grelha da Fig. + 1. 1-236. e cujas barras.5 E . situada num plano horizontal. 1-23 . DMF DMT Fig. têm: -= 2 GJ. 1-235 . . 1-234 - E = E.

devendo-se. obtemos os efeitos da Fig. trabaihar para as barras interrompidas com sua rigidez de simetria à flexão e sem rigidez à torçáo. o sistema principai 6 o da Fig. reaçóes e deslocamentos verticais do nó L. 2.1-237 i a) Carregamento externo Aplicando o carregamento externo no sistema principal e levando em conta que. Efeitos no sistema principal + 'I ' 0 91ao F . neste sistema principal.3a deste tópico. para as barras KL e lJ os momentos de engastamento perfeito e as reaçóes de apoio têm os valores indicados na Fig. 1-238. 1-236 1. a partir da qual podemos escrever: .2. neste. 1-237.O método das deforma* Fig. 1-239. no item 7. Sistema principal Levando em conta a dupla simetria existente e a conclusão tirada. os sentidos que consideraremos positivos para momentos e rotações. Assinalamas.

(Como K e L terào a mesma rotação Ai r iião haverá rotação relativa dr torçàa entre as mesmas.EJAZ 1 2 lX2 3 . b) Rotação A.5mt L t3f L L Fig. = 12. do qual obtemos: p..16 mt 3 GI.) . = 16 + 4 + 2 = 22 P2i = 0 1031 = +8 =ver item 7. obtemos os seguintes momentos em torno do nó L: Na barra KL: K'~ = O 23 2EJA 2 X 12 . 1-239 . =L= LJ 6 4EJAl 4 X 12 Na barra GL: K = -= . ao nó L no sistema principal tal que EJA.2 m t LD 2I Com isto temos o esquema da Fig.mt Na barra LJ: K.O . G tA 1 _L--Na barra LD: KT = .a.116 Curso de analise estrutural -- PIO = +4. não será despertado qualquer momento dc tor~ão.E.5 Pzo = -3. Impondo uma rotaçáo A.4. 1-240.2. 1-238 D G Fig.3.

Ei c) Rotação A.4 int KL 6 O GJ A EJA. = . obtemos os seguintes momentos em torno do nó L: 2EJA.16mt 3 LD = Na barra LJ: K$ A partir do esquema da Fig.. = . 1-240 .X 12 2 Na barra KI. ao nó L no sistema principal tal que EJA. vem: u .: K. Na barra GL: KT = 3= .= 2mt l2 GL 2 X Z 2X 3 4EJA 4x12 Na barra LD: K =L=-.~ O método das deforma~õer Fig. = 12. 1-241. Impondo uma rotação A.= --.

8 m t e com os sentidos indicados na iguais a IifiJA = @! GL 1 m 2 . 1-244 (em mt). + 1. 1-242. 1-242 - E. 1-243. = f8 -8 Fig. as barras ÇL e LD terão deslocamentos ortogonats recíprocos ~guaisa A.. da qual obtemos: 4 013 = B.118 Curso de análise estrutural d) Deslocamento A3 Dando-se um deslocamento vertical A . surgindo em suas extremidades momentos fletores de módulos ? h l 2 .785ó'.32 Fig. + 0.715 E . obtemos os momentos atuantes nas extremidades das barras indicados na Fig. 3.590E3. (em mt) a partir da qual podemos traçar os diagramas de momentos fletores e torçores da Fig.0.. = 12. Efeitos finais Da expressáo E = . ao n ó L no sistema principal tal que EJA. . Cálculo das incógnitas Temos: [ ' % -8 3213 -i]' 4.

o diagrama dc momentos torforesd anti-simétrico.1 - DMT (simétrico rm relaçáa a o s e i x o s x .y ) Pig.64 / 1. para as grellias simelricas com carregamento simétrico. .i O método das deformações F .1-243 i 7. 1-244 240btivemos o DMT completo lembrando que.43 / / Y / I 1-244.x e y .

o que será feito pela aplicação do método das forças. 1-245. abordados a seguir: 8.120 Curso de análise estmtural 8 . 2s~ão citamos a necessidade de obtenção dos momentos de engastamento perfeito Provocados por recalques verticais dos engastes devidos a deslocamentos ortogonais recíprocos. A obtençáo de rigidez nas extremidades da barra. da bana Ai3 da Fig.1 . de estruturas que possuem barras com inercia variável. Dividiremos nosso estudo em três casos. 1-245 Ex. pois os mesmos sáo. mas mantendo-se constante em cada um dos subtrechos delimitados pelas descontiiiuidades nas suas dimensòes. no caso dc estruturas deslocáveis. . obtidos a partir dos valores da rigidez e dos coeficientes de transmissão de momentos peta emprego das expressóes (I. por exemplo. evidentemente. a resolução de uma viga biengastada (ou engastada e rotulada). doi coeficientes de transniissão de momentos e dos momcntos de engastamento perfeito destas barras para o carregamento externo atuaiitc. recai na determina~ãoda rigidez dessas barras eni suas extremidades.8) e (1.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig.91. cuja uiércia é variável. 1-246 devido ao carregamento atuante.Inercia da barra varia "em saltos" I? o caso. de inercia variável para um recalque angular unitário de seu engaste ou para a atuação do carregamento externo. (1. 1-24 . conlorine esclarece o Exemplo 1-24. imediatamente.7). coeficientes de transmissão de momentos e moinentos de engastainento perfeito (pelo método das forças) não apresentará maiores problemas. pelo método das deformaçóes.CASO DE BARRAS COM INERCIA VARIÁVEL A resolução. J2 Fig.15 A determinação de todos estes valores significará.

1-249 e dos diagramas M o . M. = -7.Sistema principal para resoluqão de viga biengastada ABpclo método das f o r p ~ . temos: Fig. obtemos: EJ.O metodo das deformações Fig.m 1 1. uma deslocabilidade interna. 1-249 .S.. precisamos. 1-250.. a partir do sistema principal e hiperestáticos da Fig.= ~.5X 1 2 X 1 = + 9 2 1 . Efeitos no'sistema principal a) Carregamento externo Para a obtenção dos efeitos do carregamento externo no sistema principal. 1-246 Em se tratando de um quadro com.ó X 1.X EJc620= 141 vi. 1-247 2. inicialmente resolver a viga biengastada da Fig.= 3m I.5 . apenas.= t . para a qual.5 X 12 (2 X 1 +OS)= x1 t Fig. 1-248 i. e M 2 no sistema priiicipal da Fig. 1-248.

5 . então. 1-247.1. 1-251.s As reações de apoio para a viga biengastada da Fig." +2. a partir das quais ficamos em condiçóes de conhecer os efeitos do carregamento externo do quadro n o sistema principal da Fig. 1-248 são. p. 1-250 Diagr~rnas no sistema prin cipal para a viga AB.875 X2 = 10. as indicadas na Fig. 1-252.. a partir da qual temos: 0.54 - .Curso de analise estrutural Daí vem: L.) + Fig. representados na Fig.

= 1.2 e 1-250.) E.. 1-251 - Salu~ão viga AB.O método das deformações 123 Fie 1-252 Fig. 1-254. da mcnto externo no sistema principal da - - Momentos "MO" do carrega- Pig.22 EJ.S. precisamos resolver a viga biengastada AB da Fig. já em EJc termos de T . dados por 1-250.1 (ou na Fig. = 0. .) E. + (1. . 1-253 Chegando-se. 1-248 e levando em conta que: ipA = +I ‘CT I I E& 6 EJ.22 EJ. 1-254. Empregando o mesmo sistema pkicipal da Fig. respectivamente.3. 1-253 para o recalque angular unitário assinalado do engaste A. 1-253 obtidos de E = (0.73 EJ. sendo E. imposta ao sistema principal. 1-247. bem como o coeficiente de transmissão de momentos do nó A para o nó B. b) Rotação A. qa = -EJ. = -EJ.2.. Para a obtenção dos efeitos da rotação A. estão indicados na Fig. a fm de conhecermos sua rigidez neste nó. e E. a X. = Os efeitos finais para a viga biengastada da Fig. igual a 6 m). então. sendo I. no caso. temos: e Fig.

= 12.94EJC I 1. 4 .22EJ. 1-255).38 .38EJc 2.1 1-254. da qual obtemos o diagrama de momentos fletores pedido na Fig.Monicntos pll = 17. estão assinalados na Fig.76 Ai no sistema principal da M l devidos à roFie. 1-252 e M.76A.4.54 + 17. 1-257.73EJc 0.73EJC 0. arbitrando EJ. obtemos: A . K = = 8.94 =---MA 4. obtendo-se. 3.2 Fig.143 M . 1-247 pela rotação A . 1-256. . (Mo estando na Fig. = -0. . I 7. 1-254 A rigidez da barra AB em A vale. .O.b7.0.49 EJ. 12 t 1-254. na Fig. Efeitos finais = 0 .143 Os momentos finais atuantes nas extremidades das barras. _ Assim sendo. então K A = 4. temos: Fig.32 EJ. . os seguintes momentos em torno do nó A: Na barra AB: 4 .76 m t I 6 Na barra AC: +9 I I 1 Da Fig. 3 8 E J c A . 1-247. -- 4.A.124 Curso de analise estrutural 6 X 0. Cálculo da incógnita Da equação 2.38 EJc I e o coeficiente de transmissão de momentos (ta _ B ) d o nó A para o nó B é dado por Mg 2.38 X 12 . 1-255. obtidos de M = Mo . 1-255 tação . estamos em condições de conhecer os efeitos provocados no sistema principal da Fig.

6 suas componentes de deformações passam a ser novas incógnitas pelo m6todo das deformações. os valores de rigidez.cada uma delas de inércia constante.O mbtodo das deforrnaqães Fig.Inércia da barra variando "em mísula" Este caso.2. será resolvido com o auxilio de tabelasz6 (Tabelas IV a XV). a ser o da Fig. 1-258. b) Embora tenhamos feito apenas um exemplo de aplicação. que nos fornecem. 1-246 (e que se constitui numa outra forma geral de resolução de estruturas. dentro deste raciocínio. O Único inconveniente desta forma de r$s~lução que. por Guldsn. Observação: a) Uma outra forma de se resolver o exemplo da Fig. para vigas biengastadas. pela primeira vez. ao inv6s de uma única (no caso de tratarmos AB como uma Única barra). portanto ires incógnitas a determinar. passando o sistema principal. 8. coeficientes de transmissão e momentos de engastamento perfeito para carregamento unifomemente distribuído e para cargas concentradas. havendo. ao que vimos para o método das forças. . conforme mostra a Fig. analogamente. 6 admitir a barra AB subdividida em duas barras AD e DE. cuja lei de variaçáo de in6rcia das barras seja uma variaçáo "em saltos"). *'~prercntadas.1.julgamos ser o mesmo suficientemente esclarecedor para este primeiro tipo de lei de variação de inércia da barra. 1-258.2 . 1-256 - Momentos finais. de modo que passaremos ao estudo do caso seguinte. com a introdução de um novo nó (Djà estrutura.

Coeticientes ai.126 TABELA IV . 0 Curso de análise estrutural .a 2 .

O metodo das deformações .

0 .Coeficientes Q. Cuno de analise estrutural &I.128 TABELA V .

O m6todo dar deformações Voute parabiilica de um r6 lado 129 0 Jmáx 7pm." I 1 L A=: n =- Jmin J máx .

.

.0 Voute parabólica de ambos os lados h=a Jmáx I n=- .... J .I A B P L A VI1 - Curticiciila\ LL. Jmáx ... .. - u 2 .

k2 Voute reta de um r6 lado O Jmgx Jmin 4. I :i: I Jmin Jmãx .132 TABELA VI11 Curso de anãlise estrutural - Coeficientes k i .

O método das deformações .

Curso de analise estrutural TABELA IX . 1 @ Jmin h=? n=- I Jmin .Coeficientes k i .k2 VmtepambÓlicade um r6 lado J ap .

O méiodo das deformações .

M .TABELA X - Coeficientes k. = . = k . = k2 = k Voute reta de ambos os lados H : Jmáx Jmáx M n =.q12 12 7 I f L .I Jmin =a Jmáx a! 1 L I B O 1 M .

.

. . .. . f72 Voute reta de um só lado MI = tQIPI -7hPI O Jmáx ' p a ' h1 2 .Curso de análise estrutural TABELA X I I - Corlicientes VI.. . A I -12 n-- . M2 = - O ~ m i n4 I p1 E X = I0 Jmin Jmáx 1 ..

O método das deformações .

.Coeficientes q.Cursa de analise estrutural TABELA XII . 172 (continuação) .

Voute parab6lica de um só lado u2 O Jmáx Mt=+niPi M z = -QPi i S I h =a I : 1p I E '4 a 7 ! I " =- Jmín Jmáx Y .Cocíicicntei 71.O rnbtodo das deforrnacões TABELA XIII .

q 2 (continiiação) .Coeficientes q i .Curso de analise estrutural TABELA XIII .

Cocficicniçs v i .O método das deformações TABELA X111 . q2 íconriniiaqJu) .

Curso de analise estrutural TABELA XIV .Coeficientes Voute reta de ambos os lados vi. = +ViPI M~ = -QPI r a & + I @ ?min @ 2 k ' I I Jmin n =- Jmáx . qz Jmáx M.

C'oeficientcs 7 1 .O método das deformações 145 TABELA XIV .q 2 (continiia~ão) .

. .. .. Voute parabólica de ambos os lados 72 I =+qlvl M2 = -72PI MI Jmáx o1 I % n Jmáx -- Jmin Jmáx z . .Cuno de analise estrutural TABELA XIV .Coeficientes 771.12 .Coeficientes vi. . qz (continiia@o) TABELA XV . . . . .

O m6mdo dar deformacões TABELA XV .00 073 005 070 007 124 021 116 023 156 046 141 047 165 076 148 074 151 108 142 101 136 136 125 125 108 157 L01 142 076 165 074 148 046 156 047 141 021 124 023 116 005 073 007 070 .50 1.Coeficientes q l . q l (continiia~ão) 0.

Curso de análsie estrutural TABELA XV . q2 (continuação) .Coeticierftes v i .

Fig.dos quais obtemos:27 27~or definipio da cm~tnição tabela. 1-259.Misilla reta siinçtrica. O Jmáx kmJmin Jmdx O ! par. Antes de entramos na aplicação propriamente dita destas tabelas. reservando-se o algarismo 2 para a outra. 1-259 Como no caso do método das forças.Misiila parab5lica asnirniuica. seiido a extremidade da barra com maior inércia. e 0. 1-259.O método das deformações 149 Os tipos de mísulas estudadas são aquelas cujas leis de variação de altura são as iiidicadas na Fig. sempre representada pelo algarismo I. . para as vigas biengastadas.1 . os argumentos de entrada nas tabelas contiiiuam seiido os parârnetros adimensionais h = -ae I .3 . trés coeficientes a . façamos uma descrição sucinta das mesmas: a) Tabelas 1V a VI1 Fornecem. 1-259.2 . peta cada par ( h .4 . n). 20 grau Jmin 1-259.Jrn.Misiila ~ e t a assirn6trica. - Jmin .Misitla purabólica simetria. 1-259. 20 grau 1-259. Estáo tabelados. os valores da rigidez nas extremidades I e Z da barra e o coeficiente de transmissão de momentos ti-2 da extremidade I para a extremidade 2. a. da . par. com os tipos de misula da 1:ig. O Jmáx L * Jmáx c*$mB.

da misula da Fig. = K I .. podemos afirmar que as Tabelas IV a VI1 nos fornecem os valores da rigidez e dos coeficientes de transmissão para misulas com quaisquer condições extremas de apoio. caso 2 fosse a extremidade engastada e 1 a apoiada. .1: 1-260.z t z .0') K'2 -*(oIa2 . teriamos fflff2 K . podemos escrever que (1-31) ff2l Por raciocínio inteiramente análogo. b) Os momentos de engastamento perfeito que precisarão ser calculados.K I f i . a partir dos valores de K .. diretarnente.~ = K 1 (--I=-l P2 EJmin ( a .2 Fig. cheeando-se a: Observafóes: a) Conforme frisamos no início. os valores de rigidez para mísulas engastadas e apoiadas. as Tabelas IV a VI1 nos fornecem. f f 2 .) (1-32) ffll Desta forma. e r.Curso de analise estrutural O coeficiente de transmissão r 2 _ . 1-260 Conforme indica o esquema da Fig. Seja determinar a rigidez K .(3. os valores da rigidez para misulas biengastadas. de momentos do nó 2 para o nó 1 pode ser obtido. no entanto. pela expressão (1-141. senão vejamos. 1-260. para o caso de estruturas extremamente deslocáveis devido ao deslocamento . A partir destes valores podemos.. K . 1-260. obter. comodamente.

= IM2 l . caso a extremidade engastada fosse 2 e I a apoiada._. teríamos: IM. e M. 1-261 Fig. 1-262. a obtençáo do momento de engastamento perfeito pode ser feita a partir da decomposição da Fig.1 1-262. b) Tabelas VI11 a XI e XII a XV As Tabelas VI11 a X1 e XII a XV nos I«riiecein os momentos de engastamento perfeito M . o momento de engastamento perfeito será positivo. para niisulas bieiigastadas carregadas com carregamento uniformemente distribuído ou com cargas conceiitradas conforme indica a Fig.I = IM21 + IM. 1-262 Por raciocínio inteiramente análogo.I i. se o lado engastada estiver à erqorrda. conforme exemplifica a Fig. 1-26 1 Caso a misula seja engastada e apoiada. + B IMi I (1-34) I I As aplicações seguintes esclarecerão: ' ' ~ c t a . I I .2 1-262. pois.1. rendo negativo em caso contrário (lado engastado à direita).3 Fig.O método das deformações 151 ortogonal reciproco das extremidades da barra o serio a partir do cnnliecimento das expressóes (1-271 a (1-311 pelo cniprego das fónnulas gerais (1-7) a (1-9) deduzidas no iiiicio deste capitiilo. obtendo-se: 1-262. que preferimos escrever uma expressão válida em rnbdulo. para carreeamento de cima para baixo. 1-262.

1-263 para o carregamento indicado.I..Resolver o quadro da Fig. =.= 0. iiiicialmente.1 e 1-265. obter os momentos de engastamento perfeito para as vigas engastadas e apoiadas das Figs. e a barra vertical tem inkrcia que pode ser considerada constante e igual a J. precisamos. Sistema principal Em se tratando de um quadro com apenas uma deslocabilidade interna. 3 Jc ambas. Efeitos no sistema principal a) Cai-regamento externo Para conliecerrnos os efeitos do carregamento externo n o sistema principal.. 2. e . 1-263 1. 1-25 . o sistema principal k o da Fie.1.20.I. 1-265. rnísulas retas assimétricas com h = .25 e n == 0.152 Cuno de análise estrutural Ex.. 1-264.2 que são. I '4 I I 9 rn ' L 1 1 I 3m L I L 9 rn 3m Fig. 12 5Jc .& = 5. Sabe-se que as barras Iiorizontais são misulas retas assimktricas com J.

e n t e : M . 8 1111 (I.12 ~ M . 1-266 q .1 j 1-265. pois o lado c n p n s t ~ d uf o d1 crquird. que nos fornece. 1-265 Para o caso da Fig. o 300i n d t: positivo. = 6.fl .0 mt 2 9 ~ caro. de acordo com o esquema da Fig. da tabela XII.I+-nr2 a2 2 9 = ~ ~ ( +-112) q ii i @ a2 Fig.1. para h = 0.20: a. eiitão. os da Fig. = 4.48 X 0. o sinal será iicgativo. k2 = 0.O método das deforrnacües 153 1-265. obtemos. pela expressão (1-33): 3.2)m:p 1 X 1 2 (1. = .190 t Para o caso da Fig.822. s .65 a.48 = 3.190 e q2 = 0.822) = t 2 3 . que nos conduz a o.025 Daí vem.406.025) = - 10.8. a tabela V111 nos fornece: k . = 1. conforme a expressão (1-33): P IM. = t13.I = IM. pois o I:ido c!igaslado i o da direita. 1-265.48 02 Os efeitos do carregamento externo n o sistema priiicipal sZo.4 X 12 (0..12 Obtemos.i.2. h 12 12 4. = 0.2 Fig. 1-265. + .25 e q = 0. obtendo-se. 1-266 A obtenção dos coeficientes B e a2se fará da tabela IV.406 + -X 0. . 4.= -4i2. 1-367.

os indicados na Fig. no sistema principal são.22mt Os efeitos da rotaçáo A .48 12 (6.(a1012 .635 =8. 1-270 (em mt). 1-267 .. 13.3. = 6 tm2. ..8 =h -= -1. 1-269 (em mt). ao nó C. Efeitos finais Da expressão h! = M o . Pig. obtendo-se P. = . tal que EJ.b2) = 4.M l 3. que conduzem ao diagrama de momentos fletores da Fig. . = 8.Curso de analise estrutural Pig. 1-268 .4 X 6 Para a barra RD: A l = -. Cálculo da incógnita Temos: A.mt 1 6 6 LJcA. obtemos os momentos finais indicados na Fig.1.635 M .44 mt .A. Para as barras AB e BC: M . Dando-se uma rotação A .44 Pii 4.65 X 012 1 X 4.48 . temos o aparecimeiito dos seguintes momentos em tomo deste 116: 4EJcAl .M o b) Rotaçào A . 1-268. então.12') = 2.

para fins de determinaçáo dos b. todas. . Assim sendo.1...Obter o diagrama de momentos fletores e as reações de apoio para a viga de inircia variável da Fig. Fig. 1-27]. A mola tem k = 103t/m e a viga tem EJc = 104tm2. 1-270 -DMI Ex. (Assinalamos na figura os sentidos positivos de A . o sistema principal é o da Fig. 1-269 . e A. devido à presença da mola). 1-271 1.5 J c .) . = J . 1-272.635 M . e J.M = Mo.. Sistema principal A viga possui duas deslocabiidades: uma interna (rotação do nó B ) e outra externa (deslocamento vertical de B. 1-26 .O mbtodo das deformações Fig. Fig. parabólicas com J. cujas misulas são.

.A. 1-273. para a qual a tabela jJc XV fornece: No ponto 3: q .20).173 q2 = 0.173 i Os efeitos do carregamento externo no sistema principal são. os da Fig. 12 ii l. 1-273 + 0.84mt + q. então. ao nd B tal que K. V . confornie a Fig. Da tabela Vil.25 e 12 Jc q = .43 mt . = a .I. 1-275: EJ. obtemos os seguintes efeitos no sistema priricipal: b.20. 1-274.= 0. = 0.) = 5 x 12(0. Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Basta estudar a viga biengastada da Fig.25 e 71 = 0.A. vem: M . 0 = 3. que é uma mísula parabólica simktnca com h = -= 0. Vem. = 12. Dando-se uma rotaçào A . então.041 q2 = 0. . 1-274 -Mo. = 6..041) Daí. b) Rotaçáo A . = -M2 = P I ( q : + q:) = PI(q: = 12.95.1) Para a barra AB ímisula parabólica simétrica com h = 0. temos: a.43.156 Curso de analise estrutural 2.041 Nu ponto 9: q l = 0.a 1 = E X 6.43 = 6.173 3 I I I I I I I I I I I I I +3m+6m43rn+ Fig. obtendo-se: Fig.

A partir das Figs. 1-277 - Mi.98 = 10. indicados na Fig. 0 = 2. 1-775 e 1-276. eiitão.20) Da tabela V.25 e 7 = 0. b.2) Para a barra BC (mísula parabólica assimétrica coin X = 0.77') = . Pig. = 5. eiitáo. obtemos os efeitos da rotação A. a2 = 4. Vem.43 + 3.34.75 X 4. temos: a. no sistema principal. nesta fase. Vi .98 mt EJcA. O funcionamento da barra BC será. M .34 l 2 .O mbtodo das deformações Fig. a2 1 (ala2 -oZ)= 4. para a barra AB.Efeitos de Ai para a barraBC.53 Fig. 1-276 . 2 (5. 1-276.Efeitos de A.2.34 . 1-275 .41 P21 = + 0. o da Fig.= = 3. 1-277 e que fornecem: pii = 6.75.77.

A.34 X I 22 I< .95) (6.158 Curso de analise estrutural c) Deslocamento A2 Dando-se um deslocamento vertical A .. 1-279 .A 2 . .7.33 lmt c. 1 Efeitos de & para a barra AB. 3- D t Fig.0.EJc MB=KbX--1 a21 ( a l e 2 0 2 ) X l2 (5.a EJc 1 I I 0 a t . por: MA = Mg = PBA ( K A + tg.-EJc . 1-278 - A2 . no apoio 2 e na base D da mola. : =EJcb 12 + 0)= 7 + 3. ) = _ 4. que provo= cará o aparecimento de monientos M a e MB dados pelas expressões (1-7) e (1-8).A . indicados na Fig. dado pela expressão (1-9).j K B ) = 0.2) Para a barra BC Teremos um deslocamento ortogona1 reciproco pgc = . ao nó B. X -( .Fig.( . dadas por: 12 103 F=kA2=kX-=-X 12= l ?t.3) Para a mola Teremos o aparecimento de forças F. 1-280 -Efeitos de F = 1.34. .1) Para a barra AB Teremos um deslocamento ortogonal recíproco p ~ a + A 2 . tal que EJcA2 obtemos os seguintes efeitos n o sistema principal: c.43 12 c. A partir das Figs.75 X 4.21 A 2 na mola. que provocará o aparecimento de um momento MB. Fig.86 mt = 12. obtemos os efeitos d o deslocametito TIO sistema principal. 1-281 e que fornecem: . 1-280. 1-278 a 1-280.77') = .Flriiui iIc A2 para a barra BC. = .)= a. E J ~ 104 scndo os sentidos os indicados na Fig. por: PBC .

Efeitos finais Da expressão E = E. Pig.. + 1. . 1-282.DMF e reaçòes de apoio.O metodo das deformações 3. Cálculo das incógnitas 4.230E2. 1-283 . obteinos os iiioinentos e reações de apoio finais da Fig.069Ei + 3. 1-283.Efeitos finais Fig. 1-282 . a partir da qual teiii-se o diagrama de momentos fietores da Fig.

estaríamos admitindo serem peças indeformáveis. n o entanto.Resolver o quadro atirantado da Fig. bastando que se siga a metodologia usual do método das deformações. válidos todos os coiiceitos fundamentais e a sistemática do método das deftirniaçòes.3 . conforme esclarece o exemplo a seguir. permanecendo.2. sabendo que (EJlquadro X 103tm' = 2 ~ E S = )103t ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ * 4m + + 4m Fig. n o mais.Curso d e análise estrutural 8. e bij para resoluçao desta viga pelo 1n6todo das (orças devido à variaçào aleatória de inércia.4. caso o f~éssemos. a determinaçáo da rigidez lios iiós.Quadros com tirantes (ou escoras) No caso de quadros com tirantes (ou escoras). Nenhum problema maior irá surgir. 9 . continuará rccaindo na resoluçio de uma viga Iiiperestática (pelo método das forças). devido a isto. sciido o uriico problema a obteiiçáo dos Si. coiifonnc exposto no itcm 1.~I-27.1 . 1-284 .CONSIDERAÇÃO DOS EFEITOS DO ESFORÇO NORMAL 9. Ex. 1-284. dos coeficieiites de transiiiissão c dos mnmeiitos de eiigastamento perfeito para a barra.Inercia da barra varia aleatoriamente Neste caso. O emprego da regra de Sirnpson. pois. não podemos deixar de levar em conta as deformaçóes destes tirantes (ou escoras) devidas ao esforço normal que iráo receber. o que sabemos não ser verdadeiro.3 do capítulo l Volunie I1 de nosso Curso resolverá o problema.

para a qual. 1-286. Fig. 1-286. sendo. no caso.5t 1-286.3) 11. 1-286.1 -Viga a resolver. 1-286.2 e notando-se que o diagramaMo provocado pelo carrcgaiiiento externo no sistema principal é nulo (Fig. deveremos resolver a viga engastada e apoiada da Fig. 1 .O método das deforma~ões 1 . 1-286. As incógnitas do problema serão. 1 4 2 . 1-285. 1-286. então.Efeitos do carregamento externo no sistema principal.2 - Sistema principal adatado. a rotação e o deslocamento horizontal d o nó i.1. ? 2.4 . Sistema principal Levando ein conta a simetria existente. adotando-se o sistcina principal da Fig. Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Aplicando o carregamento externo no sistema principal. concluímos que o nó C não possuirá deslocamento horizontal. o sistema principal o indicado na Fig.Solução da viga da Fig.3 . 1-286 .

pois a presença do apoio adicional 7 iio sistema principal. b) Rotaçáo Dandc-se ao nó B uma rotação A.ao:Notar que. 1-288 . Obteinos. inipediu o trabalho do tirante. fiz.162 Curso de análise estrutural concluiinos que o iiiornento de engastainetito perfeito erii B é nulo (pois 6 .4.. ate aqui. . Assim. obtendo-se: Fig. 1-787. tal que E f A .3 X 15 +9 int Na barra B C M ' = 5 *--_ i. = +15. o esqueina da Fig. então. 1-287 - Mo. Obseri~or. 1-286. R . entáo. = O). a partir do qual tem-se: = t24 = -2 I'ig. surgirão. Os efeitos finais serio. em torlio do nó B.'.3 x 15 Na barra AB: ht' = .t151nt = A 3 3 3 E f A . os seguintes momentos: .. é qiie i? tirante será posto em carga: é o que sucederá a seguir: . os efeitas do carreganiento externo no sistema principal são os indicados na Fig. Apenas quatido impusemlos ao apoio 7 um deslocamento A . os da Fig. R. impedilido o desloçameiito do nó B.M I . 1-288. o tirante não traballioii.

agora. os seguintes momentos devidos a estes deslocamentos ortogonais reciprocas: ~EJPBA = Na barra AB: ME = .. uma força I&- \.88 t. Devido à simplificação de simetria empregada. qual é o comportamento do tirante.3 x 15 = -5 mt A B ~ E J P C B 3 X 25 . no tirante.Na barra BC: MB = ... temos. R 2 Fig. Surgirão. significa alongar o tirante de 2A.1-291 i de traçáo.2 1 2 /' F.Williot. . 1-290. 1-289 - M. igual no caso. = + 15.O metodo das deformações C) Deslocamento A2 Impondo-se ao apoio 2 um deslocamento A2 tal que W A . em tomo do nó $.. conforme indica a Fig 1-291 Coili isto. 1-290 . dar um deslocamento A. F . ao nó B. = ( 2 A 2 ) .55 IID Az = 15 3 Pig. estará sendo despertada. os seguintes deslocamentos ortogonais recíprocos: 15 pBA = -A2= -EJ 25 PCB=+EJ 4. a partir do williot da Fig. a 'tr 103x 2 X - 15 Ft. sobre o quadro estão estudados. = 8 'O3= 1. verifiquenios.= + 3 mt FC 5' Os efeitos do deslocamento A.

tornando-as iiideslociveis. reações de apoio finais indicados na Fig. 1-293. então. 1-292 Fig. + 0. 110 sistema principal estâo. basta inipedir o deslocainento de suas extremidades no sistema priiicipal.Calcular que encurtamento deveremos dar ao tirante do Exemplo 1-27 durante a montagem. agindo-se. não existam reações horizontais em A e E.164 Curso de análise estrutural Os efeitos do deslocainento A. 1-289: fli2= 3 - 3. 1-293 - DMI. . Observu(. complctaineiite deterniiiiados e temos. dai por diante. quando tivermos a presença de um tirante (ou escora) iiuni quadro. Cálculo das iiicógiii!as 4. Fig. obtemos os momentos e . 1-29?. para que.456 E.57 t. + 0 . Ex. 1-28 . quando atuar a carga de 3 t em C. a partir dos quais fica definido o diagrama de niomentos fletores da Fig. da direita para a esquerda. 0 3 8 6 . a partir do esquema da Fig. é fácil verificar-se que. da mesma forma que a empregada neste exemplo. Efeitos finais Da expressão E = E. Formularemos o problema em termos de calcular qual deve ser o encurtamento 8' a dar ao tirante durante a montagem para que a reação de apoio Iiorizontal em A seja 0.üo: Por este exemplo.

Efeitos no sistema principal a) Encurtamento 6' no tirante Impondo ao tirante um encurtamento S'. - 1256' Temos. da Fig. seja nula. = 24.). e deslocamento A2 . quando atuar o carregamento de 3 t em C. adotando o mesmo sistema principal do exercício anterior..1-294 i Os efeitos serão. respectivamente. seu comprimento foi diminuído. Temos. obtemos: 6' = 0. temos.6 cm ao tirante para que a reaçáo horizontal fmal. o.57t. deve ser dado um encurtamento de 1. A. entáo: Eliminando.55 2. dispomos de três equações (dua. nele surgirá uma força de traçáo (pois suas extremidades estão fixas e. evidentemente.016m..O método das deformações 165 Seguindo o roteiro do metodo das deformações... como.. P12 = f121 = -2. os das Figs. = 4. F . da direita para a esquerda) para determinar as três incógnitas do problema (6'. 1-294: S I =O Szenc=+1256' b) Rotação A. do sistema anterior. Cáiculo do encurtamento 6' Para obtermos o encurtamento 6'. ele estará tracionado) igual / AI Ft. equaçóes de compatibilidade estática e uma equação dizendo que a reação horizontal'em~deve valer 0. A.. 1. e A. ou seja. tendo-se: D. sucessivamente. 3. A. 1-288 e 1-289. Efeitos finais Com a atuaçáo conjunta do carregamedto de 3f do encurtamento de .

por termos. excliisiva~ iiielite ao esforçci iiormal. O eshrço normal no tiraiite pode ser deterininado por çonsiderações puramente estáticas. também. o casa de resoli~ção assini chamadas cslriitiiras siiper-rígidas das '&e para variações do temperatura P recalqt~~s apoio (para as estrilttiras siiper-rígidas. É. Como. tio caso. irá traballiar. 1" -2.(i iniposto ao tirante. 1-296..5t t Fig. esfor~osnormais coinprcssivos iio quadro e de traçáo (110 tiraiite). 3 o11 mais barras concorrendo em cada nó. coisa "caso de barras esbeltas siibmetidm a esforqos normais elevados: caso de barras protendidas. 1-295 O b s c r i ~ a ~ a rOs Exemplos 1-27 e 1-28 equivalem ao Exemplo 11-9 do ~: voiunie 11 de nosso Curso. para as quais o trabalho elástico ao esfòrço normal pude trr gande infliiência. o da Fig.% 1.2 . 1-294. N.166 Curso de análise estrutural l . o quadro cm da Fig.Quadros para os quais desejamos levar em conta as deformações por esforço normd3' Seja o quadro da Fig. devemos escoiher tirn s i s t e m prirtcipol q u e irnpeça todos as d e f o r m ç á e s dos nós B e C. não temos condiçoes de obter os williots da maneira indicada nos tópicos carrcspondent~sdeste capitialo). O funciiinamento estático será. coiiio a reayão horizoiital fiiial é nula. 1-295 que mostra só existireni. no seu cálculo pelo metodo das deformaçóes. i10 caso. isto é. para o qual desejamos levar em conta.. em geral. 9. não existir20 iiioiiieiitos fletores. pois. eiitáo.1-296 i mento das barras era invariável. imporido-se a condição de momento fletor niilo na rótula C.51 = +2t tl. . a influência das deformações por esforço normal. independentemente de quaisquer considerações de deslocabilidade extema (pois que o conceito de deslocabilidade extema surgiu da hipótese fundamental feita de que o compriF . S u g e ~ i o a o leitor confrontar os processos de s resolução. devido a estas deformações os nós B e C terão deslocamentos lineares nas direções das barras neles concorrentes.

é o da Fig. 1-298. par de estnit~iras pelo método das deformações e conduzili aos já fmosos programas STRESS. o procedimento adotado na programação para resolii~ão. 1-297 ção. 32 No mais. 1-299. aliás. Sistema principal No caso da Fig. o unico nó de quadro que pode se deformar é o nó E . o s sentidos que consideraremos positivos para A. O exemplo 1-29 esclarece: Obter o diagrama de momentos fletores e as rcaçoes de apoio J para o quadro da Fig. 1-299 321ndependenternente de qiiaisqiier considerações sobre deslocabiüdade externa.O metodo das deformações que não ocorre se levarmos em conta suas deformaçóes por esforço normal). será seguirmos o roteiro usual d o método das deformações. Ex. . generalizaiido. que. 1-198.5 iii2. STRUDL. obtemos o sistema principal da Fig. Impeditido todas as suas componeiites de deformação. o sistema principal a adotar. i t 1l Fig. 110 caso. cujas barras tEm = 0. (Indicamos. cornpiitador. etc. todas as suas comporirntes possíveis de dcloriiiaI2ig. 1-297. [nesta figura. Este é.29 - S I . devemos escollier uni sistciiia principal onde estejaiii iiiipedidas para cada iió. e A 3 ) Aii+i ~ . para resolver um quadro plano A D levando ein conta as deforiiiações axiais de suas barras. 1. Podemos afirmar. 3 Assim sendo.

2 0 Fig. 1-300 - 1. 1-301. neles serão absorvidas. as barras AB e BC terão o comportamento esquematizado nas Figs. as da Fig. = 6. . As reaçóes de apoio serão. 4 X 6 = -= 4 int BC 6 A partir desses momentos. como as cargas de 6 t e 10t estão diretamente aplicadas sobre os apoios 2 e 3. no sistema principal. temos os seguintes momentos em torno do no B: Na barra AB: Na barra BC: 1b1 = 2= .6 m t 4 X 6 - 4EJA hf = - A T 4 4EJA. obtemos o esquema da Fig.1 e 1-302. 1-300.25 +4 - +2 -2. então.168 Curso de análise estrutural 2. tal que EJA. que nos fornece: Pil = 6 t 4 = 10 821 = -1 t l B3. 1-302. 1-301 El - c) Deslocamento A2 Impondo." Impondo. u m deslocamento Az tal que EJAz = 6.25 Fig. = t2. da qual obtemos: Blo = 0 Bzo = .2. uma rotação A. no sistema principal.6 = -10 b) Rotação A. Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Aplicando o carregamento externo no sistema principal.

. --= ? X 1 6 1/31.O método das deformações 169 1-302.1 nos mostra uma barra de comprimento AB i qual Foi imposta uma diminuição de comprimento A. 0. 1-301.6 i . com os sentidos indicados em 1-302. ) .6 ) Bl? 6.5 X 4 O caso da Fig. 1-302. I Fig.1.2 é u i n caso clássico de deslocamento ortogonal reciproco ( p = . 1-303 do qual obtemos: Fig. = -. com o que surgirão reaç0es verticais em B e C de mádulos VB = P(. obtendo-se MB = MC == 6EJA2 .2 O caso da Fig.A . (Os sentidos corretos de momentos e reações estão indicados A Fig. 1-302 nos conduz ao esquema da Fig.Ez . 1-302 1-302. isto despertará em suas ESA = ES X 6 extremidades f o r ~ a s e FA dadas por FA = FB = 4 FB AB EJ X 4 6 = 3t. 1-303 .

1-302 e podemos escrever. as barras AB e BC terão o comportamento indicado na Fig. Trata-se de um caso inteiramente anáiogo ao da Fig. 1-305 . Cálculo das incógnitas 2.. da Fig.6EJA.+2. 3. 1-304.25 .25 2 . .E .125t (sentidos indicados em 1-304.2) 6 X 6 = M A = Mfl =. tal que EJA3 = 6. Fig.Cursa de análise estrutural d ) Deslocamento A3 Para o deslocamento A. = flB = ' 4 2'25 = 1. 1-305: 12..2 Fig. 1-304.1 1-304.25 nit AB 4l H.1) Obtemos então. 1-304 Ffl = Fc = A = BC EJ X 6 = 2 t (sentidos indicados em 1-304. imediatamente.

da qual chegamos ao diagrama de momentos fletores (em mt) da Fig.Calcular o número de deslocabilidades para as estruturas planas da Fig.68E. .0. 1-307.PROBLEMAS PROPOSTOS 10. 1-306 Fig. . Fip. 1-308..60E. 1-307 10 .67E. obtemos os momentos fmais nas extremidades das barras (em mt) e as reações de apoio (em t) indicadas na Fig. + 1. Efeitos fhais Da expressão E = E .O método das deformaç5es 4.1 . 1306. + 3.

igual a p .8 Fig.Partindo da definição de rigidez.2 . de cima para baixo.~ Fig.4 . obter os diagramas de momentos fletores e de esforços cortantes para a barra AB da Fig.Partindo dos resultados do Exemplo 10. calcular a rigidez da barra AB da Fig. 10.5 .. 1-309. 1-308 10. 10.7 1-308. 1-310. no caso do apoio B sofrer um recalque vertical. . 1-31 1.3 .3.Idem. 1-310 10. verificar a identidade K A ta -8 = = KBI~.nós A e B .Obter os diagramas de momentos fletores e as reagões de apoio para o quadro da Fig. 1-3 10 nos . para as greliias da Fig. A seguir.172 Curso de análise estrutural 1-308.

São dados: EJ. 1-312. EJ = 104 tm2 e cujo engaste elástico tem K = 10' tmlrad.Obter o diagrama dc momentos fletores e as reações dc apoio p a n o quadro da Fig.7 .O método das deformaçóes Fig. 10. da esquerda para a direita dc 2 cm do engaste E. cujas barras têm. = 2 X 104 tm2 a = 104/"C .6 . 1-313 devidos a cada um dos agentes seguintes: a ) diminuição uiiiforme de 20" C b) recalque horizontal.Obter os diagramas de momentos fietores para o quadro da Fig. 1-3 1 1 10. todas.

) " ~ e s u b i d o o item o.s X x 1o3 tln2. Val.igniiiias dc moinelitos flctorcs L' torçorçs e ns reafões de apoio para 3 grellia da Fig. de cima para baixo.174 Curso de análise estrutural 10.Obter os diaçrainas de iiioiiicritos fletorcs para o quadro da Fig. tEm F./. obtido eii?. o deslocamento vertical de C será.Obter os di.1 = 10' tin2 e G J . 1-3 15 = 10. 1-314. rvidrntcmentc. já que a barra DE tem inércia infinita.33 10"m2.8 . . a cada uiii dos agciiics seguintes: a) carregamento extcrno indicado h) aiiniento uniiorine de teniperatura de 20°C C ) recalquc vertical de I cm. = 0. 1-315 devidos. a) obter o diagrama de momentos fletores b) calcular o deslocamento vertical de C. 11. I 1 de nosso Ciirso. cujas barrns.10 -Para o quadro da Fig. que tem E. Fig. pcrpcridic~ilaresentre si. = 103 tm2 ru = 10-51°C. pedem-se: (Obsen~ação: Tirar partido na resolução do fato da rotaçáo do nó E ser nula. isoladamente. São dados: EJ. do engastc D.9 . estudado no item 6 do Cap. 1-316.vegando-se o tcorerna de Pasternak. 10.

1-318 10. resolver o quadro de inércia constante da Fig.Calcular o deslocamento liorirontal da barra AB para o quadro da Fig.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig.13 Empregalido o artifici« do arranjo de cargas.1 1 . cujas barras possuem inércia constante. 1-318.Obter o diagrama de moiiientos fletores para o quadro de inércia constante da Fig.O método das deformações 10. 10. = 104 tmZ 5t I I L 4 m 4 175 Fig. Fig. 1-3 17 10. que tem EJ. rrjl L 4 m A 4 m A Fig. 1-320. 1-317. 1-320 . 1-3 10.14 .12 .

.176 Curso de analise estrutural 10. 1-321. 1-323.Obter o diagrama de inoiiicillos fletores para o quadro da Fig. I 41 10.s X 104 mt/rad.Tirando partido da antisiiiietria existerite ( e escolhendo o iiiétodo liiperestático que acarretar nienor número de iricógnitas).Obter o diagrama de iiiomentos flctores e as reações de apoio para o quadro simétrico da Fig.16 . 1-323 . 1-32?. 4tim Fig.17 -. 3m +4m+4m4- Fig. <Illc tetil EJ = )o4 til12 4. para o quadro da Fig. cujas barras têm EJ = ]O4 tm2 C cujo erigaste elástico tem K = 0. calcular O dcslocaineiito Iiorizontal da barra A R .15 . 1-32 1 10. 3m f I .

1-324 10.20 . que tem inércia coiistaiite. Fig.Obter.Ideiii. para o quadro da Fig. 1-326. tirando partido da diipla simetria existente. 1-325 10.O mhtodo das deformações 10. . %rna 1 t/m + i 3 rn 1 t!m 4 Fig. o diagrama de moiiientos fletores para o quadro auto-equilibrado da Fig.19 .18 - 177 Obter o diagrama de momentos fletores e calcular as reaqões de apoio para o quadro da Fig. 1-325. 1-324.

que tem EJ = ZGI. de inércia constante. f I'ig 1-328 10. 1-327. 1-329._.23 . (Empregar as simplificações devidas à antisimetria existente. da Fig. Fig. 1-327 Resolver a grelha da Fig. sendo - 10. perpeiidiculares ao plano da greilia. que tem = 7 .Resolver a grellia simétrica da Fig. &4.21 .Kesolver o quadro.22 (r .) P= lcm.178 Curso de anhlise estrutural 10. # I EJ = ]O4 tm2. se os engastes A e U sofrerem os recalques indicados. . E1 1-328.+4.

1-332.26 - para COS par. I A . que t e m J = -. quc tc1ii ES = I o3 1.4 e o coeficiente de transmissão a barra curva da Fig.Jm 10. 1-331.inrc = 6tlm + v riranre i 2 niZ Calcular a rigidez K.O método das deformações 179 10. Sabc-se que: ( ~J)~. 1-330. cujas barras têin W = !O4 t. 2Pgrau .Obter o diagrama de moiiieiitos fletores que será despertado iio quadro da Fig.24 .- / .Resolver o quadro atirantado da Fig.25 . Fig.-. se for imposto um encurtameiito dc 2 cin ao tirante."a..li" (ES)tir.-. 1-330 10.

de quadros com barras curvas.. i 1-335 . 1-334 J311m 10. obter o diagrama de momentosfletores e calcular as reações de apoio para o quadro da Fig.. = 104 tm2. I-333.Calcular o deslocamento vertical de C se o quadro da Fig. e J.. B .% As barras AB e CD têm J 25. com Jmi. 1-332 provocado por: a) açáo dc uin carregamento uniformeineiite distribuído q de cima para baixo.a empregar naresolução pelo método das deformações. cujas misulas são todas retas = J.. (ES)tirantc = = 104 t. Todas as misulas são retas. 1-334 for subinetido a um aumento uniforme de temperatura de 20°C.27. 1-333 10. de valor p .sendo JM J.27 ...30 . b) recalques horizontais simétricos. SZo com J dados EJ. .~ s t a deve ser a metado1ogia. k = 103 t/m e a = 10-5/"C. e a barra curva BC tem a inércia variando segundo alei J = . = COS q J~ - I I i 6 .Obter o diagrama de momentos fletores para a barra curva da Fig. = 45.Empregando o método das deformaçóes e tirando partido dos resultados dos problemas 10. I Fig.26 e 10. 10. 1-335.180 Curso de análise estrutural 10. A ~ 4 m 1 4 m - C F.28 .. = 2 X 104 tm2. dos engastes A e 8 . = Jc e Jm& = 5Je.21 .Calcular o esforço normal atuante no tirante do quadro da Fig.~ Fig. n . São dados: EJ.

submetido à ação d e uma carga momento M.1. que &o o método das forças e o método das deformqbs. 2.1) 'Chamado por muitos de método de Cross.M. Devido à atuação deste momento M. 11-1. dada n o item 3. aparecendo então. = ~ $ e M. Preferimos. 3 e 4. de u m ângulo p . 11-1. na extremidade das barras 1. = K& 9 (11.CAPITULO II PROCESSO DE CROSS' Seja o n ó A da estrutura representada na Fig.M. O processo de Cross pertence ao método das deformações. num algontmo iterativo de grande simplicidade e rapidez para resoluçáo de estruturas. . os momentos indicados na Fig. chamar de processo de Cross para não haver coniüsãa com a denomina~iio dos dois grandes métodos da hiperestática. no entanto. = K Y ~ . consistindo. de módulos iguais (conforme a definição de rigidez de uma barra n u m nó.2.1 d o capítulo I) a: M. conforme se verá neste capitulo. o nó irá girar. = K Z ~ .

em que parcelas o momento M irá se subdividir entre as diversas barras concorrentes n o nó A . 11-1.2).3). e à qual chamaremos siniplificadamente. ou seja: Da expressão (11.5) .+M. escrevendo-se.Curso de análise estrutural Evidentemente. de cada uma destas barras. Z K i .1) e (11. então: o que nos permite reescrever a expressa0 (1. A relação K.2: M. então. podemos dizer que uma barra genérica r irá receber uma fíaçáo (-) KI Zh'.3) na forma Mi = diM Z~onclusão que é geral. + (simbolizando a fraçáo do momento atuante n o nó que irá para a barra i). neste nú. obtendo-se: De ui 13 maneira geral. podemos escrever: Levando em conta as expressócs (11. por compatibilidade estática do esquema da Fig. podemos determinar.+M. do momento M aplicado no nó. denominaremos coeficiente de distribuição de momentos di para a barra i. podemos tirar a seguinte c o n ~ l u s ã o : ~ Uma carga-momeiito aplicada num nó de uma estrutura totalmente indeslocável irá se distribuir' entre as diversas barras concorrentes neste nó. 11-1.+M4=M Identificando o termo entre parêntesis como a soma dos valores da rigidez em A de todas as barras concorrentes neste nó. segundo parcelas proporcionais à rigidez. devemos ter. esta (11.1 com o da Fig.

M. que se obtém. evidenteineiite. 11-2 onde interceptamos as barras 1. estão indicados. em tudo. 1-18) deste volume. para os quais estabelecemos sinal positivo caso fossem no sentido anti-liorário (convenção da Fig. eiii cada uiiia das barras intcrceptadas. 3 e 4 em seçóes infinitamente próximas ao nó A .. procederemos. . hl. 3 e 4 sobre o iió A . o seiitido oposto ao daqueles exercidos pelas barras sobre o nó A . No método das deformações trabalhamos com os momentos exercidos pelos nós sobre as barras. fixar uma convenção de sinais de momentos que será fundamental para o processo de Cross e que é. escrever: c) Precisamos. Na figura. 11-1. 1-18). 3 e 4. coerente com a convenção apresentada no capitulo I (Fig. b) Analisando o segundo membro da expressão (II. ( A carga-iiioiiiento aplicada foi.) Na iiiesiiia figura. exercidos pelas barras 1. e M. no caso. Para tal. tio sentido anti-horário.Processa de Cross 183 a) Evidentemente. É lícito. o que está feito na Fig.4). 2. isto é.M . a soma dos coeficientes de distribuição de momentos di em tomo de um nó é igual a 1. então. . Estes iiioiiieiitos tkiii. M e Ma no sentido anti-horário exercidos pelo nó . os inorneiitos M . agora.. 2. a uma análise da atuação de momentos em torno do nó A da estrutura da Fig. no sentido horário. através dos momentos M I . se trabalharmos com a rigidez relativa k de cada barra ao invés de sua rigidez absoluta K. é fácil se concluir que ela não se alterará se dividirmos numerador e denominador por ( 4 0 . 2 . no qual está aplicada a carga-momento M. inicialmente. A sobre as barras 1.. mostramos o equilíbrio do nó A .

podemos dizer que o nó A da estrutura da Fig. isto 6 . entretanto. ao nos referir a um momento dc cngastamento perfeito. simbolizar o momento que a barra está exercendo sobre o nó no sistema principal. podemos. ( t M . 11-1. 11-3) opostos a o do iiiomeiito atuante n o nú. poderemos usar. ) e (+Me) exercidos. no sistema principal. 11-4. I deste volume. il-3. 11-4. 3 ~ processo de Cross. 3 e 4 sobre o nó A . conforme se verá iio tópico seguinte deste capitulo. que possui uma deslocabilidade interna (rotação d o nó A ) e para o qual os momentos de engastamento perfeito3 no sistema principal são os indicados na Fig.1. têm sinais (dados pela convenção d a Fig. 11-3 . nu o sistema principal. pelas barras sobre os nós.184 C u n a de análise estrutural Para o processo de Cross. para sermos coerentes com o que fizeinos no método das defonnaçóes.5). neste capitulo. respectivamente.2. ) . Desta forma. em múdulo e sinal.1 está equilibrada por momentos submetido à atuação de uma carga-momento (-M). Fig. ( t M . Assiin. rquc sáa r i s momintus cx~rcidos pelos nós sobrç 2)s barras. pelas barras 1. 2. adotamos c?nvenq&c~ de sinais para estes dois tipos de momentos que conduzcni ao niesmo sinal para ambos. consideraremos positivos os momentos exercidos pelas barras sobre os nús se forem no sentido horário (o que equivale a dizer que continuamos considerando positivos momentos aiiti-horários exercidos pelos nós sobre as extreiiiidades das barras). trabalharemos com os momentos exercidos pelas barras sobre os 116s. Como. todas as tabelas apresentadas n o Cap. deveremos inverter a convenção dc sinais do niétodo das deformaçóes e adotareinos.Convenção de sinais para moiiiciitus cxcriidos pchs barraasobre os nós. sendo seus módulos dados pela expressáo 111. (+A&). . trabalharemos scrnprr çani os momentos cxcrcidos. d) Tendo em vista a convenção dc sinais apresentada na observaçáo anterior. os momentos equilibrantes em torno do iió A . 2 - A IDEIA DO PROCESSO Seja resolver o quadro de inércia constante da Fig. e é assim que deverá ser interpretado sempre este tipo de menqão. de modo que. que tem !mesmo valor c sintido oposta ao dos inonicntoi de cngastaiiiento pcrfcito (ver obscrvaçzio r do item 1 destc capítulo). entáo a da Fig.

Assim. 11-5. isto é. da barra 1 siibmetidos 41: aos momentos de engastamento perfeito t -e .Processo de Cron m q C D ri 185 C D '+ I' 7/L ll-4. o que está indicado na Fig. 11-6. 2 e 3.) 12 12 -. Fig. iguais 2 42 12 a +-e respectivamente.qj: respectivamente 12 12 (isto é. 114 Digamos que.funcionará. então. a partir do instante em que liberamos a rotação da chapa I .Equilíbrio do nó A . 11-5 . conforme vimos no item 1 deste capitulo.1 l2 Ir . será o indicado na Fig. por momentos proporcionais a rigidez em A . que mostra os momentos que surgem nos nós em cada uma das fases de funcionamento da estrutura quais sejam: Fig.- ( a ç k da barra 1 sobre o nó A ) que será equilibrada.2. n o sistema principal. nós A e B. no sistema principal da Fig. das barras I . açóes da barra AB sobze os nós A e B . após liberarmos a rotação da chapa 1: Fig. o funcionamento dos nós do quadro. nós liberemos a rotação da chapa 1: o nó A . 11-4.Momentos de engastamento perfeito no sistema principal. h. como que tendo uma carga-momento aplicada de M = t% I' . . 11-6 la fase: Rotação do nó A impedida.

sendo os momentos finais atuantes em torno de cada i16 os indicados na Fig. a estrutura indeslocável da Fig.1 foi resolvida sem ter sido necessário escrever nem resolver qualquer equação de compatibilidade estática.d . os momentos atuantes em torno de cada nó tèm os sentidos indicados n' Fig 11-8. que nos conduzem i m e d i a t k n : te. Devido ao apareciniento destes momentos equilibrantes. 11-7 Fig. a t0. (-d. 11-8 .5. pois tratam-se de barras biengastadas com inércia constante). igual a M = + . 11-3.M) e (-d.l +L I 2 d -M& -- Fig. então resolvida. niomentos iguais ao produto de seus valores pelos respectivos coeficieiites de transmissão (todos eles iguais.M) atuantes em 1. sendo equilibrado pelos momentos ( . A estrutura está. ao diagrama final de momentos fletores da Fig. Levando em conta a convenção de sinais da Fig. . 11-9 - DMP Observação: Conforme é fácil verificar. D e C. respectivamente. para os engastes B. Fig. o momento nele atuante q12 na fase anterior.Momentos finais nos nós. 11-7 (obtidos pela soma dos momentos que aluam na primeira e segunda fases). 2 e 3.'786 Cirso de análise estrutural 2? fase: Libcranios a rotaçáo do no A . 11-4.(trazido pela barra 1 ) passa a atuar 12 como carga-momento. 11-9. Com isto. no caso. -M(l M i l -d.M). seráo transmitidos. respectivamente.

1: A fim de f i a r e mecanizar a idéia usada na resoluçáo do caso da Fig. 11-12. agora. 11-12 MA = -MB = 2 X 7. pois sua esséncia P o equilíbrio. nos moldes do que se fez para o caso da Fig. 11-10 (e que foram determinados arbitrando-se . +9.5m Fig. 11-4. em torno deste nó.38 Fig. 12 . que valem: /" i . 11-10 cuja Unica deslocabilidade (interna) é a rotação do nó A . dos momentos atuantes em torno de cada nó. então. os seguintes coeficientes de distribuição de rnoinentos. temos a se- Fig. Seja. i = = 30).s2 = +9. Temos.no sistema principal da Fig. 4m + + & 7. mZt 3n r ~ ~ /C 1 D . 11-1 I guinte sequência de operações. os valores dos coeficientes de distribuição em torno do nó interno A e os momentos de engastamento perfeito para a barra carregada.Processo de C i o s 187 Este é o objetivo e a grande vantagem do processo de Cross que. refaremos o exemplo colocando. 11-10 A partir desses valores.38 mt (obtidos da Tabela I do Cap. I?) Marcamos. 11-4. resolve estruturas indeslocáveis (externamente) sem ser necessário escrever qualquer equação. dados numéricos. um a um. obtidos a partir dos valores de rigidez relativa k para as barras 1. 11-4. conforme veremos mais adiante. resolver o quadro de inércia constante da Fig. 2 e 3 indicados na Fig. 1). que reproduzem os passos da análise feita para o quadro da Fig.1.

11-15. uma carga-momento aplicada de (t9. então. 11-13. 11-14. . serão transmitidos para os engastes 5. que nos conduzem ao diagrama de momentos fletores da Fig.188 Curso de análise estrutural 20) Liberamos. a rotação do nóA que terá entào. 11-16. Esta carga-momento será equilibrada por momentos de sinais contrários. Devido a estes momentos equilibrantes. da qual obtemos. assim. 11-3') os sentidos corretos dos momentos atuantes nos nós representados na Fig. 11-15 Fig. todos os nós da estrutura em equilíbrio e. Fig. 11-14 - - Sentidos corretos dos mo- Morncntos finais nos nós. os momentos finais atuantes cni todos os nós do quadro sáo os indicados na Fig.C e D niomeiitos iguais ao produto de seus valores pelos coeficientes de transmissão.38). pela convenção de sinais adotada (Fig. mentos nos nós. iio sistema principal. indicados lia Fig. 11-13 nostra. O esquema de momentos da Fig. em cada uma das barras concorrcntes em A c de módulos iguais ao produto de seii valor pelos coeficientes de distribuição dc momentos para cada barra.

11-1 7 Em se tratando de uma estrutura com duas dcsloçabilidades internas rotaçáo dos nós LI e C .1 ! 4 ~ = 12 = 3 X h2 -= 12 nit q a 2 .Processo de Cross Discutiremos.3 X 8' .u a i sa: ~ qAB2 Para a barra 1 : MB = .. os momentos de engastamelito perfeito indicados na Fig.. 11-1 7.8 - . i. 11-18. dcvido ao carregamento indicado. apbs o qual nos será imediato enunciar um roteiro para resolução de qualquer estrutura externaineiiic indeslocável pelo processo de Cross... um último caso. ll-IR.= +16 iiit Para a bana 3: Mc = -iCIIl = 12 12 .-- 8 *' .-24irit +c) qBC2 Para a barra 2: M B = . Fig. agora.o sistema priiicipal f o da Fig. no qual hloqueamos as rotações existentes nestes nós coni as chapas I e 2 surgindo nele. Seja resolver a viga de inércia constante da Fig. então.

trabalhando com rigidez relativa e arbitrando-se J = 48. o mesmo ficará submetido a uma carga-momento de (-24) + 9 = -15 mt. no nó B da barra . 11-19. equilibrada por momentos iguais a t 1 5 X 0.57 8 + Na Fig. os valores de rigidez indicados na Fig. temos: 1'1 Liberando a rotação. calculemos os coeficientes de distribuição de moiiientos em torno dos nós B e C. = 4'5 .. representamos os momentos de engastamento perfeito no sistema principal e os coeficientes de distribuição de momentos em torno de cada nó interno da estrutura. agora. em se adotar um procedimento análogo ao do exemplo estudado anteriormente. a partir dos quais determinamos os coeficientes de distribuição de momentos em torno dos n ó s B e C. 6 iiit.6 = 0. Sempre raciocinando.36 4. no sistema principal d o n ó B.0. 11-20. 11-19 L' ! Em tomo do nó B: d.5 + 8 Em torno do nó C .36 = t 5 .64 = t 9 .4B + I 5 X 0. 11-18 Pensando. com a figura 11-20. n o nó B da barra BC . Temos.C u n o de análise estrutural Fig. agora. dados por: Fig. d. = 8 . 4 1111.

O esquema atual será. Fig.6 3.23 -0.6 mt está equilibrado e colocaremos então. a estrutura do sistema principal não está ainda. C 4? Eq. que transcreveremos para a Fig.46 ~ 0 .Processo de Cross +9 +9.30 +0. 3? Eq. (Fig.05 1 -0 04 + I I i ? Eq. 11-21 .42 -18. 11-20. então. n6 6 I'?E ~" 6 C .72 1 -5. (Para o n ó A . n6 B I 1727 i +17. 11-21.8 1 I +16 + -1 6 Meng.27 -10.s X 9.6) = 0.01 - + + + -9 +4.6 = 4. não é c transmitido qualquer momento. o da Fig.4 rnt e 9. -2.07 I I - .15 -0. perf.8 mt.) /-- O iió 5. será transmitido ao nó C (que está engastado.42 / t10. n6 6 Z? ~ q"6 C . n6 B 30 E ~ . por se tratar de um n ó rotulado.54 -0. equilibrada.19 -0. 0 9I + + c -0.08 t1. com os morilentos de 5.02 +0.I ? cqiiilibrio do nó B . voltamos a colocar a chapa 1 impedindo novas rotações do mesmo. -6. 11-21).02 -0.61 1 -0. entretanto.79 Momentos finais Devido ao aparecimento destes momentos equilibrantes. 2? Eq. 10) Estalido equilibrado o nó E .36 +2. . pois não liberamos a rotação da chapa 2) um iiiomento igual a r ~ (+9. pois o nó C não está em equilíbrio. urn traço abaixo dos mesmos para caracterizar o equill'brio.

liberamos.36 X 0. agora.O7 nit e ficamos. Assim sendo.43 = -5.36 mt). Esta será equilibrada por momentos iguais a: . no qual o nó B foi. 11-22. transcrito na Fig. ficando o nó submetido a uma carga-moniento de (-3. agora. com o esquema da Fig.60 = +2. então.8 mt. 11-22). impedindo novas rotações d o mesmo.57 = -6. liberamos a rotação da cliapa 2. equilibrado.9) = = +11. a rotação da chapa 2). estamos liberando. o nó CíFig. 11-20.1 1 3 X 0. apenas. nesta fase.21 int. - .8 . ficando o mesmo submetido a uma carga-momento de (16 + 4.15 nit. o nó C está em equilíbrio e ficamos com o esquema da Fig. mais uma vez a rotação da cliapa 1. O esquema da Fig.36 = +1. 3?) Tendo ficado equilibrado. no nó B da barra AB +3.15 X 0.8 X 0. será transmitido um momento igual a (t2. o equilíbrio do nó C. que n nó B ficou desequilibrado. entretalito. mais uma vez. 11-23. no n ó C da barra CD Como nas extremidades B e D esta0 impedidas as rotações (pois.72. voltamos a colocar a chapa2. no nó B da barra BC Para u iió C da borra BC. 11-22 nos mostra. no nó C da barra BC -1 1.192 Curso de análise estrutural Para conseguirmos. Para equilibrá-lo.5) +]. nelas aparecerão inomentos iguais ao produto dos momentos equilibrantes pelos coeficientes de transmissão (iguais no caso. a + 0.08.5. por terem as barras inércia constante). que é equilibrada por momentos iguais a t3.36 X 0.

36: = f l .. entáo. com a liberação da ii!a. este último transniitindo um momento de t0. 11-24. que será resolvida da iiiesina mancira. surgirào momentos equilibrantes de (+0. voltamos à situação do item 3? e. 50) Estando o nó C equilib::id.07 X 0.571 = -0.07 X 0.30 X 0. a carga-momento de ( t 1. Fig. 11-25 nos niostra. . respectivamente. isto é: voltando a colocar a chapa 1 no nó B (em equilíbrio) e liberando a rotaçáo do nó C .19 iiit na harra BC. Temos. O esquema da Fig. uma situação idêntica à do item 20 deste exeinplo.07 itit) que passa a atuar neste último é equilibrada por momentos iguais a (-1. desequilibrado. a situaçso de niomentos atuantes nos nós após o 30 equilibiio de momentos em torno do nó R. l l nit na harra AR e de (+0.Processo de Cross 193 40) A Fig.43) = -0. conforme indica a Fig.61 mt e a (-1. agora.30 X 0. mais uma vez. 11-23 nos mostra o nó B equilibrado e o nó C desequilibrado.641 = = t0. e que provocam a traiismissáo de momentos iguais à metade (r = +OS) de seus valores para os nós B e D.46 iiit nas barras BC e CD. 11-24 - Z? equilíbrio do iió C.09 iiit ao nó C.ão do nó B .i c o n ó R. sem necessidade de maiores comentários.

46 -1 ~ . nos nós 8 das barras AB e BC iguais a (+0.72 +1.+ +1.09 X 0.09 m t ) a quc ele ficará submetido será equilibrada por momentos de (.+ +O@ a c 1 6 -2. respectivamente. a carga-momento de (+0.to.4 4 Fig.02 -0.-0. então.01 +0. .36 t -6.02 X 0.36) = +0.01 - .+9.5 a.05 -0.6 -r .04 nit no n ó C da barra CD. 11-17 como equilibrada. - A A 0.72 5.t2.W +0.08 .02 t F .61 +0.19 -0.01 nit e ri (+0. 11-27 e que está transcrito na Fig.15 0.-t +O.01 mt.-3.ll .08 + -16 -2.02 t 0 0 . com a chapa I e liberando a rotação do n ó C. a chapa 1 .43 A C D -24 8 +9 A +I6 -5.8 -6.09 X 0. surgirão momentos equilibrantes.15 -0.+ +1.07 +2. 11-20. O esquema da Fig.64 0. que não faremos nenhuma transmissão para o 110 C e podemos dar.57 -9 0.11-26 i - A C16 t4.57 1 = = -0..6 0.194 Curso de analise estrutural 6 0 ) Prendendo o n ó B.02 -3.8 -0.02 X 0.11 .23 -0.30 c +o. voltamos a prendè-lo com a chapa Z e liberamos. a fim de equilibrar o n ó B.64) +0.02 m t ) que nele ficará atuando.4 +S.21 . 70) Estando o nó C equilibrado. após este 40 equilíbrio do n ó 8. ficando o esquema final de niomentos o indicado na Fig.05 iiit no n ó C da barra BC e de (-0. 11-27 .04 + 3? equilíbrio do nó C.043) = -0. 11-26 nos mostra. mais uma vez.6 +5.19 -0. agora. então a situação de momcnros atuantes nos nós após o 30 equilíbrio d o n ó C A 0.64 0. Os valores destes momentos já são tão baixos.+ .36 0.43 D -24 +9 t5.57 -9 0.23 -0.54 -0.-t 60 .36 0. já equilibrado. a viga da Fig.-i .07 -0.36 t t i 2 1 . sendo transmitidos para os nós B e D momentos iguais à metade desses valores.4? equilíbrio do nó B.46 .30 t -0.54 -0.4 + +4. Devido a carga-momento de (-0.

11-17. obtendo-se os valores finais apresentados na última iiniia. indicando-os em torno de cada nó (como está feito nas Figs. diretamente. 11-29. devemos fazer a superposição (soma) . mediante o emprego da expressão (11. somando-se os valores indicados em coluna. podemos enunciar o seguinte roteiro para resoluçáo de esrruturas externamente indeslocáveis pelo processo de Cross: 10) Calculamos os coeficientes de distribuição de momentos em torno de cada n6 rígido interno da estrutura.imediatamente. da qual obtemos. 11-28. Fig.6). 9?) Levando em conta a convenção de sinais da Fig.Processo de Cross 195 80) Para a obtenção dos momentos fmais. 11-3.de todos os momentos que apareceram nas diversas fases do equilíbrio da viga. o que pode ser feito. os momentos finais atuantes nos nós são os reprrsentados na Fig. 11-29 - DMF ( m t ) 3 .ROTEIRO DO PROCESSO DE CROSS PARA ESTRLITURAS INDESLOCAVEIS Baseando-nos lias idéias apresentadas para a resolução da estmtura da Fig. no item 2 deste capítulo. na Fig. . iI-20. 11-28 - Momentos lioais (mt) Fig. o diagrama de momentos fletores da Fig. 11-12 e 11-20).

50) Conhecidos os momentos finais nos nós.. para cada nó. até que. Os momentos equilibrantes que surgem serão propagados aos nós opostos de cada barra. de momentos de valor desprezível em presença dos demais momentos atuantes. I deste volume . multiplicados pelos devidos coeficientes de transmissão de m ~ m e n t o s . a partir dele e do carregamento externo (empregando o mesmo procedimento do Cap. empregando as mesmas tabelas do capítulo anterior (válidas. devido à convenção da Fig. 11-3 adotada no processo de Cross). inclusive em sinal.196 Curso de analise estrutural 20) Calculamos. sem dúvida. 1 deste volume). os momentos de engastaniento perfeito no sistema principal (obtido bloqueando-se. por procedimento idêntico.foi apresentado pelo professor norte-americano Hardy Cross em 1932 e é. equilibrando a carga-momento que nele passa então a atuar por momentos (em cada barra c o ~ i c o ~ ~ enot e de sinais opostos ao desta carga-momento n nó) e de módulos dados pela expressão (11. por se tratarem de valores desprezíveis) e daremos por encerrado o equilíbrio dos nós da estrutura. a rotação de cada nó interno. uma de cada vez. 3P) I. uma das mais notáveis contribuições 4~efinidasna Cap. Observações: a) O processo que acabamos de expor t a m b é m chamado de processo de distribuição de momentos . 40) Encerrado o equilíbrio dos nós.iberamos. Neste caso. as rotações de todos os nós internos rígidos da estrutura). chegaremos às reações de apoio e aos diagramas de esforços cortantes e normais. os momentos finais que atuaráo em cada um deles serão iguais à soma dos momentos de engastamento perfeito com aqueles despertados na fase de equilíbrio dos nós (isto é. com chapas. os momentos equilibrantes que nele apareceram acarretem a propagação aos nós adjacentes. voltamos a fixá-lo com a chapa e passamos ao equilíbrio dos outros nós. no último nó equilibrado (ji-esfando os demais em equilíbrio). empregando-se a convenção da Fig.5). ao longo de todas as etapas de resolução da estrutura).Uma ~ vez equilibrado o nó (o que caracterizaremos colocando um traço horizontal sob os momentos equilibrantes). obteremos os diagramas de momentos fletores atuantes na estrutura e. somaremos todos os momentos que neles surgiram. 11-3. não propagaremos estes momentos (cometendo com isto um erro desprezível.

d) Para operarmos com as diversas fases do processo de Cross adotaremos um esquema como o da Fig. às estrutiiras deslocávris. eriormcmcnte a convcrgência do processo. Fig. pois permite.1 . os moriientos de engastamento perfcito e aqueles que surgein devido ao equilíbrio de cada iió. sua única diferença está na adoção de um processo iterativo (muito mais comodo para resolução manual da cstmtur. ~ e r e m o s frisar que o processo de Cross. eiii linhas diferentes. todas as tabelas apresentadas iio método das deformações. 11-3). ' 0 processo de Cross si aplica. Encerrado 6 equilíbrio dos mesmos. 11-30. evideiitemente. apenas. 11. também. . no entanto.Processo de Cross 197 i Análise Estrutural nas últimas décadas. rapidamente para um resultado final preciso. sempre. 11-20. numa série de ciclos convergindo. estamos sempre aiiaiisando os nós. marcando em torno dos nós internos os valores dos coeficientes de distribuiçáo de monientos e depois. encerrado assim que se atinge o grau de precisão exigido pelo problema eni questão. isto é. resolvermos uma estrutura indeslocável sem ser necessário escrever nem resolver qualquer sistema de equaçõesS consistindo o traballio de resolução. . conTorrne vercrnos no itcm 5 deste capitulo. As aplicações seguintes esclarecerão 4 - APLICAÇÃO ÃS ESTRLITURAS PLANAS INDESLOCAVEIS Ex. C) Q~iere~iios voltar a chamar a atenção do leitor para o fato de que.i) para solucionar o problema. pois fizemos a necessária adaptação das convençóes de sinais ( V . erii todas as Cases do processo de Cross. pelos nós mais desequilibrados. a o método das deforniações (lida com as mesmas grandezas e conceitos). rapidainente. estamos lidando com os momentos exercidos pelas barras sobre os nós. simplificando extraordinariamente sua rcwlufào. teoricaiiiente. os momentos finais se obtém somando todos os valoresparciais. Este niirnero de ciclos é. e) F i n a l m e n t e . devernos comcçar.Obter o diagrama de niomentos fletores e as reações de apoio para a viga da Fig. b ) Na fase 3a do processo (fase de equili%rio dos iiós). Continuam validas. pertence. isto acelerará.

67 8 t 4 d. 11-31 Eni torno do nó B : 8 d . dos quais obtemos os coeficientes de distribuição sg* eu: Fig.33 8 + d . = 4 . = - 4 + 3 0.= 0. ~ 4 r n & 4 r n ~ ~ m & 2 r n + Fig. para os nós das barras. pela Tabela 1 do Cap.57 Os momentos de engastamento perfeito são dados.Curso de analise estrutural + 4 m . 11-30 Trabalhando com rigidez relativa e arbitrando J . temos.5 - Em tomo do nó C : d. 11-31.. = .= +4nit 12 Para a barra 2: MB = -MC = t 4 mt . por: 3 X 4= Para a barra 1 : MA = -MB = .4 = 0. os valores de rigidez indicados na Fig. 1. = -= 0. = 16. = 4 4 + 4 = Em torno do nó D: 4 d.

No caso.031 I I 1 -3. nó E ? (Mder = +0. o que está feito na Fig. A partir dai.25) Eq.01 I I I I I I I I I 1 I I Eq.25 + +0.02 -1-0.011 -O 01 --IL I Eq.88/ +5.25 -I I I I -0.01 mt.88 Momentos finais .021 +3. iniciamos o equilíbrio de nós pelo nó D (único nó desequilibrado devido aos momentos de engastamento perfeito atuantes à esquerda e à direita.4 = + 3 . .91 -4.17 I I I I 1-0. podemos iniciar a resolução da viga pelo processo de Cross.Processo de Cross Para a barra 3: Ms = Para a barra 4: MD = -h + 4 m t = 3X42 -+ 8 .14 I 1I t7. nó 8 I I I I I --IL I 1 -O 11 (Mde = +0.111 -0. tendo sido interrompida a propagação de momentos iguais ou inferiores a 0.5 . indicados na última linha da Fig..5 Me.0 -0. d .07 t -0.48 -0. nó C IMder = -0. A B - C - D -4 +4 -4 1 I +4 -4 I i t4 I 1-1 I +--2.061 t0. nó D (Mdes = +0. a sequência de operações está indicada na Fig.5 mt 3 16 De p o s e dos coeficientes de distribuição e dos momentos de engastamento perfeito.17 1-Jl.48 -5.04 1 ..05 I I I I Eq.01 + -0.19 1+4. = +0.19 I j +3. Somando os momentos de engastamento perfeito com os momentos que surgjram nas fases de equilíbrio dos diversos nós.251 I + +0.X 2 X 4 = +7.nóD (Mdes = +3.50 ++0. nó C (Mdes = -1 Eq.5) 1 Eq. n D O (Mde. obtemos os momentos finais neles atuantes. sendo o desequilíbrio igual a +7. 5 int).5 I 1-1.08 + )+0. 11-32.08 + -0.03 t +0. 11-32.021 1 +0. 11-32. Eq.501+0.

aplicando em cada uma delas o carregamento atuante e os momentos nas suas extremidades. nos conduzem às reaçóes de apoio finais. 11-33 M o m e n t o s atuantes nos nós (em mt). Fig. 11-32. Li-35. 11-33. 11-34. na qual isolamos barra por barra. somados. . obtemos. 11-34 - DMF (em mt). As reaçóes de apoio são obtidas do esquema da Fig. reprcsentadas na Fig.A partir dos momentos fmais da Fig. 11-34. conforme o esquema de momentos atuantes nos nós da Fig. o diagrama de momentos fletores da Fig. Fig. calculando os esforços cortantes nas mesmas que.

. então: +m4+.33 3 t 6 Em torno do iió D: d. a partir dos valores representados na Fig. = -.Obter o diagrama de momentos fletores para aviga da Fig.Processo de Cros 201 Ex. a mesma inércia. = --0. 11-38. 11-37 a) Coeficientes de distribiiição Trabahando com rigidez relativa e adotando J = 24.0. 11-36.+r rk 6 nn Fig.2 .60 6t4 . 11-36 Explorando a situação de simetria existente em relaçáo a um eixo perpendicular i viga e contendo o apoio E. Temos. a j a s barras têm. 11-37 (na qual já reduzimos o carregamento do balanço ao nó B e q ) . Fig. obtemos: Em tomo do nó C : d . todas. 11. A precisão desejada no cálculo é de décimos de mt. a estrutura a resolver é a da Fig.

no sistema principal. b) Momentos de engastamento perfeito Temos. 11-39.Rigidez nas nós no sistema principal.= -10. 11-38 .2 11-39. que mostra que = .202 Curso de analise estrutural Fig. obtendoseda Tabela I: Me=- + .3 Fig.1 e 11-39. os seguintes momentos de engastamento perfeito: Barra 1: O momento de engastamento perfeito será a superposição dos casos das Figs. passamos a equilibrar.1 11-39.5 int 2 8 2 8 MB = + 6 int (obtidos da análise do equilíbrio do nó B.2.6 mi e M: = + 6 int) qI2 -+ M 3X62 6 MP 11-39. U-40. . 11-39.= +4mt 12 MD = 5 X 6' -ME = -= 12 + 15 mt c) Equilíbrio de momentos Marcando no sistema principal da Fig. 11-39 Barra 2: Barra 3: Mc = -MD = 3 X 4' . na Fig. os coeficientes de distribuição de momentos e momentos de engastamento perfeito.3.

6 -4. 11-41 .Equilíbrio de rnomcntos.81 I I I I I I 1 -0. Fig. n6 C IMde. 1141. = +0.9 I +0. "6 D (Mder = t0.3 - 1% I -6.31 1 I I I I I I I -6. pelo nó mais desequilibrado que D.2) Eq. 11-40 e levando em conta o esquema da Fig. n6 C (Mdes= -9.Momentos finais nos nós (mt).9 I I t6. Encerramos a propagação de momentos. quando o valor a propagar foi igual ou inferior a 0.9 -9.2 1 1 I -1.3 I + I I 13. m A partir dos valores dos momentos finais indicados na Fig. = -0.91 Eq. obtemos o diagrama 'de momentos fletores da Fig. 11-40 .Processo de Cross 203 é o nó sucessivamente os nós iniciando no caso.2 Eq.6 ~ q n6 D : (Md. .4 -I 1 13.I mt (precisão exigida no exemplo). 11-42.2 -6 +6 1 17.3 1 +0.2 +9.6 -1L I I I -1- - -0. I I I 1-3.8 Momentos finais Fig.3 i - -2.3 1 I 1 I t3.9 1 -1.. n6 D IMder = + l l ) Eq.

Curso de análise estrutural

Fig. 1142

-

DMr \ r m mt).

Ex. 11.3

-

Resolver o quadro da Fig. 11-43.1 para o carreganiento indicado.

i
A

4
2Jc

I

I

4

1

1

1

1

43th
h

7f
3 rn

Jc

~ - 6 r n 4 m 4 4 m - k - 6 r n 4
Fig. 71-43.1

O quadro a resolver possui uma deslocabilidade externa, que é o deslocamento horizontal da barra ABDE que não se manifesta, no caso, devido à situação de simetria existente. Assim sendo, o sistema principal para a estrutura a resolver é o da Fig. 11-43.2. no qual já indicamos os valores da rigidez relativa das barras, determinados adotando-se J , = 24 (notar bem que, no caso da barra BD, devemos trabalhar com a rigidez de simetria relativa).

Fig. 1143.2 S i s t e m a prlncipai e valores da rigidez relativa

Proceso de Cross

Temos, então: a) Coeficientes de distribuição Em torno do nó A:
d, = - = 0,428 6 t 8

6

Em tomo do nó B:

d, = d, = d, =

3 X 8 + 3

= 0,296

b) Momentos de engastamento perfeito Da tabela 1, temos: Para a barra 2: MA = -Mo
=

- t 9 ,,lt 12

Para a barra 4:

2X 8 6 = -= 2 int 8

c) Equilíbrio de momentos

Iniciamos o equilíbrio de momentos no nó A (surgiram os momentos equilibrantes de -3,86 e -5,14), prosseguindo no nó B (momentos equilibrantes de +1,65 e +0.62), novamente no nó A (momentos equilibrantes de -0.47 e -0,35) novamente no nó B (momentos equilibrantes de t0,07 e +0,02) e, finalmente no nó A (momentos equilibrantes de -0.01 e -0.02), quando demos por encerrada a propagação de momentos devido aos valores muito baixos a propagar (0.01 mt). O equilíbrio está indicado na Fig. 11-44. na qual estáo também, representados os momentos finais atuantes nos nós.

d) Diagrama de monientos fletores Sendo os momentos atuantes nos nós os indicados na Fig. 11-45 temos. prontamente, o diagrama de momentos fletores da Fig. 11-46,

Curso de analise estrutural

Fii u-44

Fe 1-5 i.

- Momentos nos n& (em mt),

Fig. u46 - DMF (em mt).

Processo de Croa

207

=

Ex. 11-4 - Resolver a viga da Fjg. LI-47, para a qual tem-se EJ = 2 X 103tm2, para: a) Carregamento indicado b) recalque vertical, de cima para baixo, de 2 cm de apoio E.

K

= 3 X

A constante de engastamento elástico vale: 103mt/rad.

F .I147 i

1) Resolução para carregamento indicado Eliminando o balanço da estrutura, ficamos com a estrutura da Fig. 11-48 para resolver, da qual obtemos:

Fig. 11-48 a) Coeficientes de distribuição
P

Trabalhando com o sistema principal da Fig. 11-49, temos, a partir dos valores de rigidez absoluta6 indicados nesta figura, os seguintes coeficientes de distribuição de momentos:

caso preferimos trabalhar com rigidez absoluta devida à presonca do engaste elástico. Nada nos impede, entretanto, de trabalhar com rigidez relativa. bastando, para isto, que se trabalhe tambCm com a ripidcr relativa db engaste clistira. isto é. dividindo sua rigidez absoluta por ( 4 E ) .

Curso de analise estrutural

Fig. 11-49

Em torno do nó A: d e .,i, =

3.000 = 0,6 3.000 + 2.000

d
I

2.000 - 0,4 5.000 2.000 = 0,67 2.000 + 1.000

Em tomo do nó B: d, =

b) Momentos de engastarnento perfeito Para a barra 1: MA = -MB

t8 mt 12 Para a barra 2: Mc = -12 mt (obtido do esquema da Fig. 11-50)
=-=

6 X 4'

MB=---= 62

8

l2 2

21 m t .

Fig. 11-50 - Obtençào de M C

barra 2 .

c ) Equill'brio de momentos
O equilíbrio de niomentos em torno dos nós está representado, em detalhe, na Fig. 11-51, obtendo-se os momentos finais indicados nesta figura.

Processo de Croa

209

wrf.
Eq. n 6 B Eq. n6 A Eq. "6 6 Eq. n6 A Eq. n6 B Eq. n6 A

Momentos
finais

Fig. 11-51 - Equilíbrio de momentos.

d) Diagrama final A partir dos momentos finais nos nós indicados na Fig. ii-52, obtemos imediatamente o diagrama de momenios fletores da Fig. 11-53,

Fig. 11-52 -Momentos finais (em mt)

r

Fig. 11-53 gamrnto.

DMI' (em mt) para a care-

2) Resolução para recalque vertical de 2 cm do apoio B
a) Momentos de engastamento perfeito

11-55.19 - Eq. 11-55 +0.I .33 mt b) Equilíbrio de momentos Conhecidos os momentos de engastamento perfeito. nó A I I I I I I -7.01 Eq.- -9 - 1 5 i 1 I +0. 11-54.01 - +1.') Na barra 2: ME = -lZ 6' = -3.01 1 Fig. a barra 1 terá um deslocamento ortogonal reciproco de t 2 cm (extremidade da direita desceu em relação à da esquerda) e a barra 2 de (-2 cm).r -0. nó A +I5 -3 t . chegandose aos momentos finais indicados na Fig. nó B Eq. São. 5 i n t Na barra 1: MA = M E = -= IZ 42 3EJp 3 X 2 X 103 (-2 X 10. então.15 t6.33 Meng.+ +0.perf.39 1 . n6 A -0. conforme indica a Fig. nó A Eq. I -0.58 1 -0..73 -2.11 to.Curso de analise estrutural Fig. Eq.03 I . 1 +15 I I A -3.89 1 +1.42 -. nó B Eq.Z = + .2 64 Momentos finais Equilíbrio de momentos.89 1 - -0.78 1 I 1 -2. . 11-54 Devido ao recalque vertical de cima para baixo de 2cm do apoio B.16 1 1 -0.19 1 = + -5. os seguintes os momentos de engastamento perfeito despertados pelo recalque no sistema principal: 6EJp 6 X 2 X 103X 2 X 1 0 . o equilíbrio de momentos em tomo dos nós 6 feito como em qualquer outro caso. nò 8 Eq.15 1 I +7.04 1 .

São dados: EJ.. 11-5 ..Processo de Cross c) Diagrama final 21 1 15 Ex. 11-58 . por lidamos com barras de inércia variável em misula.Obter o diagrama de momentos fletores devido a um aumento uniforme de temperatura de 30 'C para a estrutura da Fig.42 Fig. 11-58. cujas barras são. 11-57. misulas retas com J. = SJ. precisaremos empregar + H Dos momentos finais. y. = J. representado na Fig. = 104 tm2 e a = 10-5/0C O problema é conceitualmente igual a todos os demais. todas. 11-56 (eni mt).á. obtemos imediatamente o diagrama de momentos fletores devido ao recaique. e J. apenas. indicados na Fig. Momentos finais tio3 iiós Fig. 11-56.

coiihecer neste nó os valores da rigidez das barras nele concorrentes. temos: a) Determinação dos coeficientes de distribuição de momentos h v a n d o ein conta a simetria existente.560 int Para a barra 3: Trata-se de uma misula reta assim6tRca. obtendo-se.= 0.90 = 2. necessitando. 5 A = 1 = 0.2 e Levando em conta que estamos buscando a rigidez no nó de maior inércia.51 . temos pela expressão (1-27): . 11-59 Levando em conta que o lado engastado é o da maior inércia. Temos. = 13. (1 . obteiido-se da tabela IV: a.90 (1 .212 Curso de analise estrutural r as tabelas correspondeiites já apresentadas e discutidas rio Cap.2 e & E Fig. da tabela VI: 1o As expressões (1-27) e (1-29) lios coiiduzem a: i 4.55 a2 = 6.2 e h = . temos pela expressáo (1--31): Para a barra 2: Trata-se de uma misula reta sim6trica com n = 0.35 104 Ks = aEJmi.0) = .2. Assim. i1 = 0. só precisareiiios equilibrar o nó B. I deste volume.= 0. 11-50: Para a barra I : Trata-se de uma misula reta assimétrica com n 55.-) a 10 6.X 6. obtendo-se da tabela IV: 0 Jc = . conforme esquema da Fig. para tal.05 = 4. com X = 1.5..

e I as-de b. temos: Al.= -470 X 10-' (sinal negativo . obtemos os deslocamentos ortogonais recíprocos que valem: p . necessitarenios conhecer o coeficiente de transmissão de momentos do nó B para o nó E. e que. o deslocamento horizontal absoluto do nó B é de = 10F5(+30) X 5 = 150 X IO-'m A.Processo de Cross 213 No correr da fase de equilíbrio de momentos. precisaremos conhecer os deslocamentos ortogonais reciprocos das barras. a seçáo central S da barra BC náo tem deslocamento horizontal. entáo: b) Momentos de engastamento perfeito Para conhecermos os momentos de engastamento perfeito no sistema principal. O williot foi traçado levando em conta que. 11-60. porque a extremidade esquerda desceu em relação à direita) p.Williot. por causa da simetria existente. dados pelo williot da Fig. acarretando sinal negativo) 4- X 1 0 = 300 X 10-5 e AI I \I - i Fig. = 1. = 10-'(+30) X 1 3 = 390 X ]O-') Do wiliiot. = O (por simetria) p . = a A t (Para as barras 1 e 3. por isto. D / I I I v c ' I O./)A2 4 k L . dado pela expressão (1-29) por: Os coeficieiites de distribuição de momentos em torno do nó B serão. devidos ao aumento de temperatura de 30 'C. = 10-'(+30) Al. = -36 = -320 X 10-'m (extremidade da direita subiu em relação à esquerda. 11-60 .

51) = -s.EJc ME = i +0 = ) = - 104(-320 X210-5) (6.5. indicados (em mt) na Fig. K. 11-61 (no caso.5 ) ( 1 3 . 6 imediato e obtido de uma só vez.3 2 0 ~ ~ 0 . no caso.214 Cuno de análise estrutural Os momentos de engastamento perfeito vale então.82 mt). d) Diagrama de momentos fletores A partir dos momentos fmais nos nós. ii-63.134 .04 mt Para a barra 1: Mg = 2= -(-470 X I 1o Para a barra 3: Mg = K. K . 11-61 . TP =IX-(e.-+ I P t .í P - + t . ii-62. obtemos o diagrama de momentos fletores da Fig.&I =& X -(e.51) -3. o momento a equilibrar era de -3.05 10 + 4.38mt c) Equilibrio de momentos Fig. . estando representado na Fig. + p) I = 1 0 4 ( ( . _ .78 = -8.Equilíbrio de momentos O equil~l~rio momentos.470 = -3. conforme as expressões (1-7) a (1-9): K'p 6. s s 4. de por s6 haver um n6 a equilibrar. _ .% mt + P K.

Momentos nos nós. 11-64 / ' Fi& 11-65 . 11-63 . 11-66. conforme indicado na Fig.2 . deveremos trabalhar com um sistema principal que torne a estrutura a resolver externamente indeslocável.APLICAÇÃO DO PROCESSO DE CROSS EXTERNAMENTE DESLOCÃVEIS' h ESTRUTURAS 5.Diagrama de momentos fle- tores (em mt). entretanto. Fig.Processo de Cross Fig. empregando o princípio de superposição de efeitos. A idéia é. aremos . 11-64 submetido ao carregamento indicado. intepalmente válida para grelhas ou estruturas espaciais. 5 . diretamente. 114.Sistrma principal (sem dcslocabili&ddes lineares). Fig. obteremos a solução do problema. conforme indicado na Fig.1 . Sabemos que o quadro possui duas deslocabilidades lineares (deslocamentos horizontais das barras ALI e CD): como o processo de Cross (conforme roteiro enunciado no item 3 deste capitulo) só se aplica. a apresentafão para uma estnitura plana. às estruturas indeslocáveis. a partir dele. 11-65 e.Introdução Seja resolver o quadro da Fig.

o problema estará resolvido e.P. e A. analogamente ao que se fez no m4todo das deformações. F. + F2.A. U-66).Cuno de analise estrutural Estrutura a S. + F I ZA* = O (Força horizontal aplicada e m D ) = O ..Roteiro do processo de Cross para estruturas deslocáveis Partindo da conclusáo do Exemplo da Fig. pelas condiçóes de compatibilidade estática d o sistema principal com a estrutura dada e que são. 11-64. + F2. 5. pela resolução do sistema de equações anterior... se obterá com a determinação dos deslocamentos lineares incógnitos A.. a partir d o esquema da Fig. 11-66. com carregamento ] + ( S . . dados por M = M o+ M. com Ai = 4 A resoluçáo da estrutura.2 . podemos enunciar o seguinte roteiro para resolução de estmturas externamente deslocáveis pelo processo de Cross: .. A. os valores de A. chegaremos ao diagrama de momeiitos fletores para a estrutura dada. a partir dos momentos finais nos nós. F.A2= O { Obtidos.. e A. no caso: (Força horizontal aplicada em 5 ) = O ..A... + F. + M2A. que se obtêm. (conforme indica o esquema da Fig.

. ~ ó e '0s dcslocanientos arbitrários não têm obriga~ãade ser unitários. sistema principal e as reações de apoio F O o. E. conforme salirnios. deve ser substituído por E. que todos os Ai srjain arbitrados com o mesmo valor. a fim de ohtcrmus iima matriz simétricz a inverter. F n o .) ~ s ~ ~ c a seguintessesclarecerão. no caso de estarmos resolvendo a estrutura para variaçào de temperatura. os momentos (Mo.. variação de temperatura. isoladamente. pois os valores finais q u e encontraemos para os dedocamentos incógnitos Ai funcionaram. recalque ou modificações de comprimento das barras) e de deslocamentos arbitrárioss A i dados separadamente a cada um dos apoios do 10 gênero adicionados a estrutura. . . ou E. de modo a termos um sistema principal indeslocável. o sistema (11. Adicionamos apoios do I? gênero à estrutura deslocável dada.}. o sistema principal indeslocável obtido no item anterior. obtendo os valores de A. Os efeitos finais (momentos nos nós. apenas. F lI . conforme o caso.. O sistema será da forma Observaçóes: a) Mais compactamente. E.Processo de Croa 217 1.} ou {F. conforme o caso. em cada fase.}. " 1 nos apoios do 10 gênero adicionados de modo a tomar a estrutura indeslocável.8) b) O agente solicitante externo só afeta o vetor {F. n l n . como fator?rescala qiie.. 4. 2. Resolvemos.. reaçóes de apoio. F 2. recalques de apoio ou modificaçóes durante a montagem.7) pode ser escrito na forma { F J + [Fl { A I = {O) (11. M. Aconsclliamos.) nos nós do Ml. .]. recalques de apoio ou modificações de coniprimento impostas na montagem devemos. M 2 . evidentemente. 3. . .} por {F. . substituir os {F. n . etc) serão dados por E = E o +Z EiAi (11. para a atuaçáo do agente solicitante externo (carregamento.9) (No caso de variação de temperatura. corrigem os efeitos arhitradus. Formulamos e resolvemos o sistema de equaçóes de compatibilidade estática. {F. pelo processo de Cross. Obtemos.

fi. Sistema principal Trata-se de uma estrutura com 2 deslocabilidades externas. 1149 Mo = O (Nesta fase. obtendo-se. 11-67 C A E Empregando o roteiro apresentado em 5. nele será absorvido. por ser ele constituído por uma única carga concentrada atuante sobre um dos apoios. -%+ i Fig. li4 . com o acrescimo de apoios do 10 gênero em E e D. 11-68 2..Curso de análise estrutural Ex. sistema qual indicamos o sentido que consideraremos positivo para as reações nos apoios 1 e 2). não aparecerão monientos no sistema principal. 11-67 submetido ao carregamento indicado. temos: 1. Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Aplicando-se o carregamento externo no sistema principal. e temos: n F.) .@ Fig. = -4 = o Fig.2. o 11-68 ( n oprincipal indeslocável da Fig..Obter o diagrama de momentos fletores e as reações de apoio para o quadro de ingrcia constante da Fig. F.

podemos afirmar que todos oS coeficientes de distribuição de momentos são. Dando-se um deslocamento A . r k. 11-71 Na Fig. temos.Processo de Cross b) Deslocamento A . iguais T. n o caso. 11-70. = + 1 ao apoio 1.a. 11-70 6EJp 6 X 100 X 1 = +24 Na barra AB: MA = M B = 7 = 1 s2 6EJp -6 X 100 X 516 = -20 mt Na barra BC: MB = Mc = -- lZ - s2 Na barra CD: Mc = Mo = +20 int Passemos ao equilíbrio de momeiitos. surgirão os seguintes momentos de engastamento perfeito devidos aos deslocamentos ortogonais recíprocos: A 0. 0. interrompemos a propagação para momentos iguais ou inferiores a 0. em t o os os nós temos as barras com igual rigidez.s. 11-72 está feito o equilibrio de momentos que nos conduz aos valores finais de momentos indicados em 11-73 (no equilíbrio. 11-71 que. para o qual precisamos determinar. os seguirites deslocamentos ortogonais reciprocos: Para a barra AB: p = + 1 (extremidade direita desceu em relação à da esquerda) Para a bana BC: p = -516 (extremidade da direita subiu eiii relação à da esquerda) Para a barra p: = +SI6 (extremidade da direita desceu em relação à da esp querda) Para a barra DE: p = O Arbitrando EJ = 100. os coeficientes de distribuição: Notando. - J Fii. inicialmente.d.l mt).e b Fig. a partir do williot da Fig. . pelo esquema da Fig.

ihll(cni mt). que sã<i momentos atuantes nos nós9. de momentos. 11-72 . aos da Fig. pois.Curso de an6lise estrutural Fig. para nós. devendo-sr obedcçer.çumo adotanios cor~vençõcsde sinais consiste~ites uma com a outra para momentos nos nós c nas barras. 1-18 r. 11-73 . 11-3. coiiforme indica a Fig.1. aplicando neles os momentos atuantes nas barras (com sentidos opostos. a convenção de sinais da Fie. . os momentos atuantes nas barras (I'ig. temos: 9~odcriamosmarcar diretamrnte. 11-73.2. seus módulos c sinais são os mcsmos. a da Fig. portanto. 11-74). 11-74 e. para barras. empregando as equaçóes da Estática. Para determinação das reaçóes de apoio. Fig. rotularemos tpdos os nós. 11-73. a partir dos sinais da Fig.Eq.

Por

= O

HA = 22,6.+ 2 1 2 = 8,76 5
Por

21.2

MP

=

O
+

21.
4 1

-

ME =

534

=

3,24 t

22.6

6

5

1 "A

, HA

5.4

tE ;

Fig. 11-74
de apoio.

Determinação das rea~óes

Por Z Y = 0 Por E M B = 0

? Por M

= O

VA = VE i . 22,6 5,4 + 8 v -~(8.76 - 3.24) X 5 = 0 * . VE = V = 1,3 t -4VA + 8HA - 3HB + 18 - 22.6 = 0 .'. HB = 20,09 t

-

Por Z X = O Temos, então:

H[ = 14.57 t

F I I = +20.09 . F,, = -14,57
8.76 3.24

14.57

Fig. 11-75

Reaçóes de apoio (em t).
+1,3

t

1,3

c) Deslocamento A,

Para a atuação de um deslocamento A, = + I, como a estrutura é simktrica e este deslocamento será anti-simétrico do deslocamento A , = + 1 dado no item anterior, podemos escrever iinediatamente, que os momentos nos nós e reações de apoio são os indicados na Fig. 11-76, tendo-se então: FIZ = -14,57 Fz2 = 20,09

{

Fig. 11-76 -

K2 e rcaçóes para 4 = +l.

222

3. Equaçóes de compatibilidade estática:

i

F,, + F , , A , + F,,A, = 0 F2,+ F 2 , A l + F 2 , A 2 = 0

_i

Curso de analise estrutural

-4 + 20,09A1 -14,57A2 = O O 14,57A, +20,09A2 = O

-

4. Efeitos finais Os momentos finais M = M, + 0,422 M , t 0,305 M, = 0,422 M, + 0,305 M , atuantes nus n6s e as reaçóes de apoio (R = R, + 0,422 R , + 0.305 R,) estão indicados na Fig. 11-77 c, a partir do esquema da Fig. 11-78, obtemos o diagrama de momentos fletores da Fig. 11-79.

Fie. 11-77 Efeitos finais (E t 0,422 E, + 0,305 E,).

=

E + .

Fig. 11-78

-

Moineiitos nos 116s (em tiitl.

Fig. 11-79

-

DMF e r e a f k s de apoio.

Ex. 11-7 - Obter o diagrama de momentos fletores e as reações de apoio, para a viga de rigidez constante EJ = 104tm2 da Fig. 11-80, Os engastes elásticos tèm K = 104mt/rad e a mola tem k = 103t/m.

Processo de Crors

A

Fig. 11-80

1. Sistema principal Levando em conta a simetria existente, o nó B não terá rotação e a estrutura a resolver 6 a da Fig. 11-81 (na qual o nó B só pode ter deslocamento vertical), a partir da qual, adicionando um apoio vertical em B, obtemos o sistema principal indeslocável da Fig. 11-82,

Fig. 11-81

-

Estrutura a resolver.

Fi. 11-62

Sistema principal

2. Efeitos n o sistema principai
a) Carregamento externo Trabalhando com rigidez absoluta, os coeficientes de diitribuigão de momentos e 9 m o dos n6s '4 e C, são:

Os momentos de eiigastamento perfeito para as barras I e 2 têm módulos
iguais a -= 6 mt, com os sinais indicados na Fig. 11-83, onde já fizemos
u equilíbrio de momentos.

2 X úZ 12

Fig. 11-83

EqujlÍbrio de momentos = M o

Curso de analise estrutural

Fig. 11-84 - Cálculo das

riaçori dr apoiolo

-

R.

Temos, entZo: FIO -13,2 = b) Deslocamento A , Dando à estrutura do sistema principal um deslocamento A, = + I , conforme indica a Fig. 11-85, teremos, para a barra 1 um deslocamento ortogoiial recíproco p = + 1 e, para a barra 2, p = - 1 . Surgem, então, os momentos de engastamento perfeito seguintes:

6EJp Para a barra 1: MA = ME = - = + -

P

6'

I*

=

t1.666 mt

Para a barra 2: ME = MC = -1.666 mt

Fig. 11-85

Notar que. quando rotulamos os nós para calcular as reaçòes de apoio, devemos trabalhar com os momentos atuantes nas barras, para os quais a convengo de sinais é a da Pig. 1-18 do Cap. I . podendo ser usados em módulo e sinal os momentos da Fig. 11-83 pois, embora eles sejam momentos atuantes nas nós, as convenções dc sinais para momentos atiiantes nos nós (Fig. 11-31 e para momentos atuantes nas barras (Fig. 1-18) foram consistentes uma com a outra, de moda que, ambos, têm o mesmo sinal. Assim, no caso da Fig. 11-84, iisamos os momentos da Fig. 11-83 com a convenção de sinais da Fig. 1-18. por desejarmos os momentos atuantes nas barras.

10

Processo de C r o s

225

O equilíbrio de momentos esta feito na Fig. 11-86 e o cálculo das reaçòes de apoio na Fig. 11-87. Notar que, para a determinação da reação de apoio em B. devemos somar, àquela devida aos momentos, a influência da mola, igual a (k A,).

Fig. 11-87

Rcavòes iIc.apoio:R I

Temos, então: F,,

=

+ 1.777.7

3. Cálculo de A ,

4. Efeitos finais
Os mgmentos fmais e as reaçóes de apoio. dados por M = Mo + 0,0074M1 e R = R ,+ 0,0074 R, estão representados na Fig. 11-88. da qual obtemos o diagrama fmal da Fig. 11-89.

Curso de analise estrutural

-

Fi& 11-88 - Efeitos finais: E = E. + 0,0074EI.

Fig. 11-89

-

DMF e rea~ões a p o i o ( de

Ex. U.8 - Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig. 11-90, cujas barras têm as inércias constantes indicadas.
2t

A

3t

0.018m4

, 0.018m4

+3m-+8m4

Fig. 11-90

O carregamento atuante pode ser decomposto nas parcelas simétrica e anti-simétrica indicadas nas Figs. 11-91.2 e 11-91.3, que mostram que a resolução da estrutura recairá na resolução do carregamento anti-simétrico da Fig. 11-91.3.

f

Processo de Cross

227

( J á que, para o carregamento simétrico, existirá, apenas, um esforço normal de compressão na barra BC.)"
A resolução da estrutura da Fig. 11-91.3 será a resolução de uma estrutura com uma deslocabilidade linear (deslocamento horizontal da barra 80, tendo-se:

I . Sistema principal
É o indicado na Fig. 11-92 onde, já

A"

explorando a anti-simetria existente, pudemos rotular o nó A (já que sabemos ser, nesta seção, M = 0). 2. Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Não existindo cargas aplicadas nas barras (estão aplicadas, apenas, 110s nós), não existirão momentos Mo no sistema principal devido à aplicaçtio do carregamento externo, aparecendo as reações de apoio indicadas na Fig. 11-93, a partir das quais temos:
Fig. 11-92

F,, = -5
b) Deslocamento A,

Fig. 11-93 -

Mo = O

Impondo-se ao sistema ~rincipalum deslocamento A , , surgirão deslocainentos ortogonais recíprocos de igual valor, apenas para as barras verticais, conforme indica a Fig. 11-94. Trata-se de um caso de estrutura simétrica m m solicitação anti-simétrica, podendo-se trabalhar, apenas, com metade da estrutura para equilibrar os momentos.
A partir dos valores de rigidez em torno d o nb B indicados na Fig. 11-95,
Fig. 11-94

J

)

"Desprezando sua deformaGão por esforfo normal, o que é usual, no caso.

em E. Devido ao deslocaniento ortogonal recíproco (+A.046. 11-96. obtemos. 11-97 - M i . um momento de engastamento perfeito MB Arbitrando-se EJAI = M. tendo-se: FI1= + 1. 11-96 . 11-97. vem: M g = + -.67h - temos os seguintes cocficientes de distribuição de momentos em torno deste nó: I<'= 4 9 Fig.Equilíb~iode momentos. levando em conta a anti-simetria existente. 11-95 .Rigidez rc6tiva cin torno do i16 B (traballiondo-sc com inércias inultiplicadas por 1001.= 3 EJA . teremos.228 Curso de analise estrutural 3 -X 10 =0. Fig.+4. Fig. ) da bana BD.68 int 8' A partir do equilíbrio de momentos da Fig. os momentos nos nós e reações de apoio da Fig. 12 joO 100.

Cálculo de A. a mesma inércia. Fig.. A -2 t'm t 6 m6 + m + 6 Fig.3. cujas barras têm.046 4.. Temos: A I = Fio 5 . 11-100 r n 4 .79 FII 1.Obter o diagrama de momentos fletores para a assim chamada viga vierendel da Fig.9 . 11-98.= 4. 11-100. 11. todas. Fig. 11-99. 11-98 . Momentos finais Da expressáo M = Mo + M I A 1 = 4. a partir dos quais obtivemos o diagrama de momentos fletores da Fig. 11-99 - DMF (em mt) Ex.Monientos finais nas nós (em mt)..79M1. temos os momentos finais nos nós indicados na Fig.

Devirio à situação de simetria existente. que &o os deslocamentos verticais das barras BF e CG. 11-101 2. 11-101. e o deslocamento liorizontal da barra AD.230 Curso de an6lise estrutural 1. Devido à simetria existente. Fig.Coeficientes de distribui $50 dc momentos. Efeitos no sistema principal Determinemos. no caso. o sistema principal indeslocável é o da Fig. 11-103 . 11-102 - Rigidez relativa das barras. apenas. a partir dos valores de rigidez relativa (obtidos arbitrando-se J = 24) da Fig. os coeficientes de distribuiçáo de momentos da Fig. esta última deslocabilidade não se mariifestará e as duas primeiras terão valores idênticos. previamente. com metade da estrutura e temos. de modo que. os coeficientes de distribuição de momentos em torno dos nós. 11-103. Fig. 11-102. Sistema principal A estrutura possui três deslocabilidades lineares. . poderemos trabalhar. Fig.

09 Fig. Fig.Determinação das rrações Fig. 11-105. 11-105 . 11-104 - F. 2 tim -6.18 1 1 1 1 1 1 -0.quilibrio de momentos. 11-104 (cessamos a propagaçáo para momentos inferiores a 0.76 16.69 0.l mt) conduzindo aos valores finais representados na Fig.Mo dc apoio. 11-106 . .a) Carregamento externo Os momentos de engastamento perfeito sáo: Para a barra AB: Pata a barra BC: MA = -MB = 2 X 6' -= 12 t6 mt Ms = 2 X 6 ' -= t6 nit 12 O equilíbrio de momentos está feito na Fig.

ele provocará. 11-107 .+.7 i7.83 t 0. conduzindo aos valores finais representados na Fig.O mt.16) = 5..76 t 3.35 b) Deslocamento A i Impondo ao sistema principal um deslocamento A i tal que 6EJA.Equilíbrio de momentos -6.0 6. Fig.360 iguais a -J a i. então: F i o = -12. 62 . 11-106: (-6. l mt).MI . 1d-107 (cessamos a propagaçáo para momentos inferiores a 0 .0 1 Fig. 6 E. = 360.69 + 0.36 \ O equilíbrio de momentos está feito na Fig. nestas barras. a partir da Fig. momentos de engastamento perfeito ). nas barras AB e EF deslocamentos ortogonais recíprocos iguais a (+Ai surgindo.232 Curso de analise estrutural As reações de apoio valem.. 11-108.0 ~1.65 vE=3x2+ 6 Temos.7 +6. 11-108 .

a partir da Fig. . 7 M . Fll = +4. .57 t 7 VF - 4 12. 11-1 10. Il-LI1 - DMF (em mt).FIO . 11-1 10 - M = Mo + 2. Momentos íiiais Fig. a partir da qual temos determinado o diagrama de momentos fletores da Fig. 11-1 11.35 A i = .7 = F I ~ 4.. 11-109: Temos.finais nos nós.Processo de C i o s As reaçóes de apoio valem.7M1 (em mt).= 2. 11-109 de apoio. Determinação das reações Da expresso M = M o + 2 . representados na Fig. Cálculo de A. obtemos os momentos . Fig. Fig.57 4. então: 3.

cujos coeficientes de distribuição de moinentos em torno do nó a equilibrar são os indicados na Fig.APLICAÇÃO DO PROCESSO DE CROSS AO TRAÇADO DE LINHAS DE INFLUENCIA'^ 6. No caso da Fig. que frações do momento de engastamento perfeito de uma barra no sistema principal vão se transformar nos momentos fletores atuantes nos nós da estrutura dada. apresentaremos. Não o fizemos. ''A mesma idéia que apresentaremos aqui poderia ter sido desenvolvida.Coeficientes de distribui$30 de momentos. devido ao fato do processo de Cross resolver o problema de maneira muito menos trabalhosa. sendo os diagramas de momentos fletores por elas provocados os indicados nas Figs.1 . em Última análise. diretamente. diretamente. 11-1 12.2 e 11-115.234 Curso de analise estrutural 6 .o que está feito nas Figs. o roteiro para resolução do problema. 11-1 12 Fig. Por comodidade de exposição. 11-1 14. .2. ao final do qual o leitor terá compreendido a idéia usada para esta resolução: l?) Aplicamos momentos de engastamento unitários nas extremidades adjacentes aos nós internos de cada uma das barras sobre as quais a carga unitária pode se deslocar. devemos analisar a atuação de momentos unitários em Besq e gdr. 11-1 13 e para o qual desejamos obter linhas de influência. 11-1 12. 11-1 13 . estaremos conhecendo. no método das defomacões. 11-114 e 11-115. Fig.Roteiro Seja o quadro da Fig. Desta forma. resolvendo a estrutura para a atuação destes momentos. entretanto.

DMF I Fig.I 1 Processo de Cross Fig. o esquema da Fig.Equilibrio de momentos. teremos o aparecimento de um momento fletor em gdir dado por MBdir = d . I I Seja obter a linha de influência de momentos fletores em LIdb. 11-1 14.I. conrorme é praxe na Estática.R e w l u ~ á op.1 . 11-115 .2 . 1 11-1 15. 20) Obtemos as linhas de influBncia de momentos fletores nas extremidades das barras percorridas pela carga móvel. Medir = d . m k (para o trecho AB) I " ~ s t a m o s considerando positiva o momento fletor que tracionar as fibras do lado pontilhado. qualquer que seja a posição da carga unitária (no trecho AB). L. mB ' 13. temos: a) Carga unitária no trecho AB - I Chamando m i ao momento de engastamento perfeito em Bem no sistema principal para a barra AB submetida à açáo da carga unitária.1 .DMF Fig. 11-114 .I. Fig.drd atuação de momento dc engastamento perfeito unitirio em P q .2 -. isto é: L.Equilíbrio de momentos. 11-1 15.Resoluçào para atuaçào de momento de engastamcnta perfeito unitário em fldir. 11-1 14. . 11-114 nos mostra que. por exemplo: Analisando cada trecho.

I6 Com isto. a liniia de influência no trecho A B . conhecidas as linhas de influência dos momentos fletores atuantes nas extremidades das barras percorridas pela carga móvel.I.236 Curso de analise estrutural Ora. fica determinada a L. deveremos criar previamente uma tabela especial para o caso. ficando. a partir do esquema da Fig. obteremos as L. ela poderá ser representada na forma indicada na Fig. com simplicidade. bastando para tal tirar tantos valores da tabela correspondente à lei de variação de inércia da barra quantos forem os p ntos de passagem que desejemos para o traçado da linha de influência. m i = . conforme indicar a fórmula para o o s o em questão.d.'~ Assim. então. 1 .MBdi' e. f b) Carga unitária no trecho BC O raciocínio é completamente análogo ao usado no trecho AB. 11-1 16. lSCOeficicnte afetado do sinal + o u -. obter as linhas de influência de momento fletor e esforço cortante na seçáo genérica S da barra BC. por 'raciocínio inteiramente análogo. o valor de m j. 11-1 15 podemos escrever que: X B X (coeficiente da tabela C correspondente para a posição da carga unitária).Mgesq e L.'~ Desta forma. por exemplo. senão vejamos.I.I. ao momento de engastamento perfeito em B"" no Chamando m sistema principal para a atuação da carga unitária concentrada na barra BC. teremos.MC.(I .I. L 6 ~ ~ a l e m notar 1 3 c 15 as . atuantes em suas extremidades.MBdil = d2 X 1 X AT X (coeficiente da tabela para a posição da carga ~nitária). podemos construir. 14~o caso de tcrmos uma barra cuja lei de variaçào de inércia não a situe dentro dos casos tabelados. Destacando a barra da estrutura e aplicando os momentos Retores MeSg e Mdi. para inércia constante ou variável em rnisula é dado.(1 d ) L. 1 conforme mostram as tabelas I1 (inércia constante) e X 1 a XV (para inércia variando em mísula) por produtos da forma: (P/) coeficiente da X tabela ~orrespondente.) 3?) Obtenção de outras linhas de influência a) Esforços simples no tabuleiro e reações verticais Seja.I. no caso: L. L 1 .

P=I %r Ms = I-x -Mesq 1 + X \ Mdir + t y I Mo3 L. a seguir: L.hfs = L. prontamente..LMdi. as L.1.10) e (11. Mesq 1-x I (11. + I X . para estas últimas.I.1. Desta forma. apenas.M.I. o seguintes esclarecerão. As aplicações a) O processo apresentado é integralmente válido para estmturas indes locáveis e deslocáveis.Q.I. como no caso a carga unitária não percorre estas barras. lembrando que V = Qdir .I. para uma dada posição da carga unitária: M . bastando lembrar que.) são os esforços simples na viga As linhas de influência de reaçóes verticais V são obtidas.I.1 1). teremos L. tendo-se. 11-1 16 + . Mos e Q.Qdir - L.1. a barra BD .M e L.10 e IL1 I . = o. Qs = QoS + Mdir 1 Mesq --- I i---_ A partir destas duas expressões.Processo de Cross 237 i da qual obtemos. então: L.Q continuam sendo dadas pelas expressões (11. 11-112. M . V = L. obtemos imediatamente as linhas de influência dos esforços simples em S.12) b) Esforços simples em barras perpendiculares ao tabuleiro" Para barras perpendiculares ao tabuleiro. a está completamente resolvido.Qess. . i Fig. = = L.L.QCsq (11.10) (Nas expressões 11.L. dadas pelas expressões(l1.l. a I ? fase (obtenção dos diagramas de momentos fletores devidos i atuação de momentos de engastaI 7 ~ o caso da Fig.1.10) e (II. biapoiada de substituição.11).

10 . traçando em cada caso os diagramas solicitantes.'~ b) Uma outra forma .não deve aparecer mais de uma deslocabilidade cxtcrna. Msdir = . Este procedimento . a partir dos quais obterfamos os diversos pontos de passagem para o traçado de cada linha de influência desejada. .238 Curso de analise estrutural mento perfeito unitários nos nós) será um pouco mais trabalhosa. 11-1 1 7 Empregando o roteiro definido em 6. 11-120. pais as pontes em quadro (de urn anilar) podem possuú uma deslocibilidade horizontal (deslocimenta Iiarizontal da tabuleiro) e ar pontesemviga são indeslodveis. por análise do equilíbrio do nó B. '8~omalrneiitc. temos o equilíbrio de momentos da Fig.118. 11-1 19. conforme indica a Fig. de modo que não receberá maior ênfase em nosso Curso.Aplicações Ex. do qual obtemos o diagrama de momentos fletores da Fig. 6. as linhas de influência a seguir.para obtenção delinhas de influência.2 . 11. ii.1.1.espontânea . temos: 1") Resolução da estrutura para momentos de engastamento positiws e ) unitários nos nós a) Carga-momento em BeS4 Aplicando um momento de engastamento (t 1) em Be". cotando-as nas seções indicadas. seria resolver a estrutura para diversas posições da carga concentrada unitária (pelo processo de Cross). empregando o processo de Cross. Assim sendo. temos.conduz a um trabaiho mais demorado e mais sujeito a erros do que o desenvolvido por nós. Fig.Traçar. para a viga de inércia constante da Fig.embora conceituaimente imediato . 11-117. pois Gnsistirá na resolução de uma estrutura deslocável pelo processo de Cro~s.

Eq. q c) Momentos em cdirgdir e Por analogia com os casos a e b.Processo de Cross 239 Fig. do equilíbrio de nós feito na Fig. 11-121. FS~. 11-122. o balanço AB não funcionari. 11-1 L8 - Eq. obtemos os diagramas de momentos fletores das Figs. o diagrama de momentos fletores da Fig. . siugindo apenas um momento em C e q no sistema principal. nó B. 11-1 19 . de momentos Fig. Fig. 11-123 e 11-124. obtemos. 11-120 .DMI: devido a i i i ~ c s = +I. respectivamente. caso esteja no vão BC. Fig.DMF devido a mBesq = + I . surgirá um momento em B O q no sistema principal e. de momentos. 11-121 - Eq. 19 - b) Momento em CcS9 Aplicando um momento de engastamento (+I) em CeSq. " ~ ã o estamos estudando a atua$ão de um momento unitário em gdirpois. 11-122 . caso a carga unitária esteja no balanço AB.

5) Inces¶ = (t0. por se tratar de u m balanço. dado. confornic indica a Fig.DMF devido a mDdir = + I 20) Obtenção das linhas de influência de momentod fletores nas extremidades das barras Trata-se de uma linha de influência isostática.$l~ b.Curso de analise estrutural Fig. por \ b.1) Carga no trecho AB Sabemos que a linha de influencia.5) X [-P/X = -0.DMF devido amCdiI: +I.. Fig. teremos ?7trcc. 11-12?.ia~~ = tabela 11)l (+0. no sistema principal. estando representada diretamente na Fig. ll-I24 . 11-123 .l. 11-125. sendo definida por seu valor cm A . será retilinea.5 X 1 X 20 X k . . sendo o momento de engastamento perfeito dado por (-k4PI). 11-125 - L. 11-1 20. Fig.2) Carga no trecho BC Conforme indica a Fig. apoiada à esquerda e engastada à direita. = -10 k . (coeficiente k4 da m~rata-se de uma viga.

= -10 b. estando representada na Fig 11-127. obtemos a linha de influência representada na Fig.I. 11-126. 11-127 .I.1875 = -1.L. +1.641 va = -10 kOs5. 11-126.172 X 0.Mc é simétrica em relação a C. pois sabemos que a L.25 Fig. 11-129.I. Qn Da expressáo (11.LMD 30) Obtenção das linhas de influência pedidas a) L.25 +1.875 qnr = -10ko. então: q 1 = -10 ko.I. não precisaremos refazer os cálculos.1641 = -1. desenhada na Fig.5 = -10 X 0.L. temos: L1.. 11-126 . Qn = L.I. estando representada na Fig. 20 bvandoae em conta o quadro de valores da Fig. Fig.Processo de Cross Temos.3) Carga nos trechos CD e DE Devido à simetria. = -10 X 0.(L. Qon + 1 .1 I).Mc .Mc Trata-se de uma linha de infiuência isostática.L.1172 = -1.. b) L.I.. 11-128. . Desta forma. está definida a linha de influência de momentos fletores em C.L Mc Já foi obtida anteriormente.MB).

I. -0.063 r0.Mc 20 20 = L. M ~+ .I.Obtençáo da L.Afoni t t 5 15 .082 Iv 0. 11-131.I. 11-130 . temos: L.I.594 - Obtçnçio de L.MC 4 \ A partir do quadro de valores da Fig.I. 11-129 - L.406 Fig. 11-128 -0.Mlv.Ql1 Da expressão (11.094 -0.QII. I .I.+ 4 3 L. Fig.10).Morv L.I. 11-130.059 " E v 10. .L . obtemos a linha de influência representada na Fig.I.313 +0.Mw = L.l.Mu + --.242 Curso de analise estrutural Fig.L.

l.I.Vc.Qcdir 1 . VC = L.I.Mc t 1o 1 1 .. ! I d) L. .1 Processo de Cross +2.L. da expresso (lI.l. 11-131 .I.Qcesq = (L.MB + 20 1 L.Mc t 10 Levando-se em conta o quadro de valores da Fig.I. 11-132 . I Fig.52 Fig.I. que L.Qflcdir + . representada na Fig.MD 20 I ?_O L.I..L.L. obtemos a linha de influência. VOc . Vc Sabemos.(L. .I.I. 11-133.I.Obtengo da L.L.I.l.Mp.12). 11-132.Mc) .I.L.MD) = L.

Fig.O0 Fig. mg.375 I I1 III C IV v VI O E A O +0.914 +1 .2 . ma de momentos fletores da Fig.5rnn 2. 2.5m .DMF mbOZI k0.03 Fig.2.1 - Equilibrio de momentos.5m* 2.Curso de analise estrutural -0.5rnr .. VC E .1. 11-133 . 11-134. 11-135.L.Obter a linha de influência de momento fletor na seção V do quadro de inércia constante da Fig.m tl c n ti-135.5m* 2.I.5mq 2.51~" 2. 11-1 34 l?) Resolução da estrutura para momentos de engastamento unitários nos nós a) Momento em Beq A partir do equilíbrio de momentos feito na Fig.5m' 2. cotando-a nas seçóes indicadas.5rn" 2.5m" 2. 11-135 . li-135. 11-135.5m 2.5rn'i. temos o diagra. 1 1 1 . w 2.

por analogia com o caso da Fig.ii-137 . 11-136.74 i 1 90 -0. 11-136 C) Momento em L ? Devido à simetria existente. 11-138.27 - A . -0. temos o diagrama de momentos fletores da Fig.03 0.Processo de Cross 245 I I h) Momento em Bd' A partir do equilíbrio de momento feito na Fig.2. r . 11-136. 11-135.1 - Eq. Fig. temos o diagrama de momentos fletores da Fig. temos o diagrama de momentos fletores da Fig.DMF i d) Momento em cd' Por analogia com o caso da Fig. mgdlr =+i I n +0. 11-136.27 .01 t0. 11-137. 11-136. . de momentos.13 +0.1.

087 -7.1406 = -0.050 = -7.0469 = -1. 11-136.125 = -1.427 a.0. U-138 .I.26 (-1 X 10 X k4) = -2. L . temos: R ~ BC =~(-0.k.6 X 0. l 0.188 I)[X = 0. não há necessidade de obter L.487 viir = -2. vem: = 0.117 "NO caso.74) ~ m B * h ~( 0 .Cursa de análise estrutural Fig. ) m c e ~= (-0.304 1 = -2. MBdir a . obtidos da Tabela 11.Carga unitária n o trecho A B Conforme indica a Fig.10 X 1 X 10 X k.03 20) Obtenção das linhas de influência de momentos fletores em B ~ ' e Cesq 21 a) L.6 X 0. e X. k3 ?v11 Da Tabela 11.4 X 0.I.489 a. temos qtrcciioC .3 - Carga unitária no trecho CD = Da fig.DMI: 0.0.0.6k4 A partir dos valores de k . 11-135.26) m B e q = +0.. 11-138.? .4kl . temos: 7 = -2.74 X 1 X 10 X k l ) ~ ~ -(0.10X 1 X 10k2)= -7.I.-0. M ~ ~pois elas náo in ".4 X 0.2 e 11-137. obtidos da Tabela 11.1875 = -0. . I .125 .1406 = .2.1641 . temos: t j i v = -7.1172 = -0. = (f0.Carga unitária no trecho BC Conforme indicam as Figs.6 X 0. .164 rivi11 = 0. A partir dos valores de k.0469 . temos vtrecho AB = (+0.10) mCd" ~ = t0.Mv.MBW e tlusnciaráo o traçado de L.4 X 0.

10).I. obtemos a linha de influsncia representada na Flg.a (calculado. 11-140 - L. 11-139 - L. definida. 11-140. então.Processo de Cross 247 A linlia de influência está. devido à simetria da L.LMC). estando desenhada na Fig. temos: Levando-se em conta o quadro de valores da Fig. a linha de influência representada na Fig. 11-141. . apenas.M~~U Devido à simetria existente.I.L&dir.I. para a metade da estrutura. 11-141.MV Da .MceS4 30) Obtenção da L. 11-139. por analogia com a L.expressáo (n.b. Fig. m Fi. não é necessário refazer os cdculos. obtendose.

cujas banas nào são ortogonais entre si (caso pouco usual).130 t0.MCew t L. recomendamos a leitura d o capitulo correspondente no livro "Ebene und r2rimliclie Ralimentrsgwerkc de V. tamEm. um primeiro.M".094 -0. os momentos exercidos pelas b r a sobre os nós (que tém sentidos opostos aos dos ars momentos de engastamento perfeita.094 -0. em certos casas. Kupferscliniid (Springer-Verlag V i e n a 1952). respectivamente) e os momentos exercidos. portanto. tornando-se.l.cliegando. pelas barras sobre os riós2%s indicados nesta mesma figura.250 +2.I.a O b t e n ~ ã o L. 11-141. neste sistema principal. o processo de Cross pode ser. 2 3 ~ o i s .094 -0.MOV 0.462 t 1.130 Fig.MBdr) -0.1 .150 -0. trabalhamos com os momentos atiiantes nos nós. 11-143 (no qual bloqueamos as rotações do nó B em torno dos eixos x .no processo dc Cross.I. da -0. 11-142 (cujas barras formam ângulos de 90" no nó 8). 0-141.150 -0. em torno do eixo x . as grelhas compostas de barras perpendiculares entre si.y pelas chapas 1 e 2. vemos que há dois momentos a equilibrar tio nó B.150 -0. aplicado.130 -0.1.s (L. neste item.b - L. só que u equilíbrio de momentos uàa mais poderá ser feita independentemente eiii torna de cada eixo. Sendo o sistema principal o indicado na Fig. a se mostrar <Irsaconselliável o emprega do processo de Cross.eXercidos pelos nós sobre as barras). 22~bordarcmos. submetida ao carregamento indicado.x e y . isto é.x .050 - L.M" 7. Para a análisç das grelhas.450 I 11 I11 IV V O O O +1. .248 Cumo de analise estrutural Seção L.Apresentação Seja resolver a greiha de inércia constante da Fig. que Go o caso mais frequente na prática e cujo equilr'brio de momentos pode ser feito %paradamente em torno de cada eixo.788 -1.M" -0. No caso de não existir ortogonalidade das barras que constituem a grelha. bastante mais trabalhosa.1.1.50 Fig.

11.e um segundo.v . vaieiido . tio Rm. ein tortio do eixo .x só introduzirá momentos fletores na barra AB e momento torçor na barra BC e. = 8 vençao de sinais. . indicada tia Fig. entro. a resolver os casos das Figs.Processo de Cross Fig. valendo M B = .142 . 11-144 (iio qual devemos equilibrar momentos em torno de x . os resultados..Y. arhitruriu. 11-142).I s t r i i t i i r &a ri-solver. Temos. P/ + 2 (OS sitiais destes mornciitos atuantes nos n6s obtidos da con- Como a rotaçáo do tió B em torno do eixo x . ql' 12 M. adicionaiido. 0 rquilibno de mornenlos em tomo do e i x o x .y ) . isoladamente. . e monientos fletores ria barra BC. podemos fazer. a rotação de B em tortio de y -v só introduzirá momento torçor tia barra AB . -.x e do eixo?. inversamente.v .x ) e 11-145 (no qual devemos v equilibrar momentos em torno de .

) 1.2 1 . 1 .Momentos em torno de 114 . 1161 . Fig. de momentos. 12 O equilíbrio de momentos está feito na Fig. = K Q +KT . 11-144.Eq. sendo K 0 e a Kp K? respectivamente os valores da rigidez à flexão da barra AB em B e da rigidez 4EJ GJ à torção da barra BC (K@ = . 11-146.4 .1.e K? = L . obtendo-se os momentos finais Mxt nos nós indicados na Fig. . - Momentos em torno de Para o caso da Fig.4 . os coeficientes de distribuição de momentos em tomo do nó B sáo: K0 dlx =KQ +KT e d.X. 11-146. ii-145 Y-Y.250 Curso de análise estrutural X Fig.

Fig. O equilíbdo de momentos está feito na Fig. de momentos. 11-145. K@ = -).2.2 -Momentos finais.y no nó E: dly = KT 0 ~ $+K@ 3 4EJ 12 e dw = KT + K @ K@ (sendo GJ KT = 2e 1. temos os seguintes coeficientes de distribuição de momentos em tomo do eixo y .Processa de Cross 11-146. ü-147. para o caso da Fig. 11-147.1. 11-146 Analogamente. .1- Eq. obten- do-se os momentos finais My nos nós indicados na Fig. 11-147.

1181 - DMP U-148.2 que resolvem. o problema.1 e 11-148.2 . 1-4.DMT Fig. Assim.Diagramas finais. 11-146. 11-147 Superpondo os momentos das Figs. para os equilíbrios de momentos indicados nas . obtemos os diagramas de momentos fletores e torçores da grelha dada.Curso de análise estrutural 11-147. 11-148. traçados nas Figs.2 e 11-147. entào.2.2 - Momentos finais. Observações: a) A fm de facilitar o aigontmo do equilíbrio de momentos. Fig. 6 usual retificarmos a grelha. 11-148 .

1 deste volume. em detalhes. b) Na fase de transmissão dqs momentos equilibrantes. no Cap.1 e para momentos fletores os valores de r. devemos estar. cujas barras. . sendo 24para barras biengastadas no sistema principal.Processo de Cross 253 Figs. têm inkrcia constante.)24 7.1 e 11-147.1.Obter os diagramas de momentos fletores e torçores para a grelha da Fig. a fim de usar os coeficientes de transmissão adequados ao caso. 11-12 . 11-146.50. deveríamos trabalhar com os esquemas das Figs. 11-1.5. foram discutidos.2 .1 e 11-149. sempre. (Para momentos torçores: f = .2. todas. 11-149. atentos no sentido dr verificar se os mesmos são momentos fletores ou torçores.Aplicações Ex. de inércia constante: = +0. dependendo da lei de variaçáo de inércia da barra.

= 2 - 0 Mx 16 Fig. EJ = 8). tarnbem. 11-152.5 4x8 K=--4 KT= . = KT - = 0.mt 12 Os valores dc rigidez à flexão e torçáo das barras nos iós. v Fig. na qual representamos.254 Cuno de analise esirutural Temos: 1. 4x8 . \ K=- f . 0 momentos exercidos pelas barras sobre os nós. 11-151. \ 6 3 . conseqüentemente. 11-153 O . 11-153. obtidos arbitrando-se GJt = 4 (e. obtidos da Fig. 11-152 -= 4 m t 8 4x8 E2 =6". no sistema principal. os sentidos que consideraremos positivos para momentos nos nós. 11-151 Fig. Momentos de engastamento perfeito no sistema principal e valores de rigidez à flexão e torção. s estão indicados na Fig. estão indicados na Fig.

I A Torv-o I FIexdO I TocSo 4 rO.0 hc Fikii-155 .90 * -0. : d.915 Em torno do nó C: d.W -1.=0. \ M& h1.71) Fig.0 (em mtf.70 1 tl. = 0.0. distribuição de momentos: Em tomo do nó B: d. Equilibrio dos momentos Mx Para equiiíbno dos momentos M... ..Momentos Mx 09 .157 A partir do equilíbrio de momentos da Fig. representados em 11-155.085 .90 / +O. = K@ 1613 +KP -=0.'.70 09 . 11-154 .2..70 -1. obtemos os momentos finais M. 11-154... = temos os seguintes coeficientes de - Kp K@ .843 1613 + 1 - .Equilibrio dos momentos Mx. d.

923 = 0. 11-156. Equilíbrio dos momentos My Temos os seguintes coeficientes de distribuição de momentos: Em torno do nóB: d = ' . dZy = 0. . Em torno do n6 C d K@ KO +K@ =4+2/3=0.representados na Fig.Equilibrio dos momentos M.256 Curso de analise esirutural 3. Fig.145 .'. 11-156 . Fig. U-157. mentos fmais My. 11-157 - MomentosMy (em mt).+K - * 2/3+8 .855 = 4 "-K.077 Partindo do equilíbrio de momentos da Fig. d? : = 0. . obtemos os mo.

2.= 1.5. Fig. s . 11-158 Ex.DMF (em mti.1 e 11-158. cujas barras de inercia constante têm: . obtemos imediatamente. os diagramas de momentos fletores e torçores.1 .4. GJ I v ' \ . 11-159 . Fig. Diagramas fmais Partindo dos momentos Mx e My atuantes nos nós indicados nas Figs.. U-155 e ii-157. 11-159. 11-13 . 11-158. \ A 1.Obter os diagramas de momentos fletores e torçores para EJ a grelha da Fig. traçados nas ~ i ~11-158.

258 Curso de analise estrutural A grelha possui uma deslocabilidade linear. 11-161 .Mo= To=O b) Deslocamento AI Dando-se um deslocamento AI no sistema principal. Sistema principal e rigidez à flexáo e torção O sistema principal está indicado na Fig. arbitrando-se GJ. Assim sendo. conforme indica a Fig. ao apoio 1.5 X 12 = = 18). temos os valores de rigidez à flexão e torção em tomo do nó B indicados. = = 12 (o que equivale a EJ = 1.4mt = 36 . surgirão momentos exercidos pelas barras 1 e 2 sobre os nós com os módulos seguintes e os sentidos indicados na Fig. 11-161: Mx=My=Oe FIO -4 = Fig. Para a barra 1: IMAl = IMBl = Para a barra 2: IMBI = IMd 6EJAl 6 X 24 . temos. 11-162.mt A=T6 X 24 = . 11-160 e. Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Aplicando o carregamento externo n o sistema principal. = 24 tm3. 2. tal que EJA. 11-160 Fig. que B o deslocamento vertical do nó B. temos: 1.

5) -4 -2. por .2 I = I 11 = 0.Mx + Tov-o -. tendo-se: F.. os diagramas de momentos fletores e torçores da Fig. que se encontra feito nas Figs.obtemos. Ii-164 . imposto.Passando ao equilibrio de momentos.90 = Fig. U-163 (para momentos M ) e 11-164 (para momentos MY).8 it = -1) 1 +0.8 -0.8 1y? Fig. 11-165.53 = 1.99 4. Flexão I C -0.4 +1.46 + 0. influência do deslocamento A..95 + 0. = 1. 11-163 .My = 0. .s.8 - -4 f3.6 M.

= -= 2. e T = 2. i 3. Diagramas fuiais Levando em conta que Mo= To = O. estando representados na Fig. e T i (em m t ) . 11-166 .01 M . FIO 4 Temos: A .C u m de análise estrutural F . os diagramas fmais seráo: M = 2. = ..M.01 T I . Fig. 11-166 (em mt).11-165 .01 F11 1 9 9 4. Cálculo de A.

11-168 se o mesmo for submetido à variaçáo de temperatura indicada. Fig. Sabe-se que a seção transversal das barras é retangular. 8.3 . 11-167 8.Calcular o deslocamento vertical de E para a viga da Fig. que possui indrcia constante.Obter o diagrama de momentos fletores e as reações de apoio para a viga de rigidez constante EJ = 1@tm2 da Fii.4 . 11-167. U-167. com 0. O engaste elástico tem: K = 0.8.2 . 11-169.s m de altura e que o quadro tem EJa = 10-'tm2PC.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro simétrico da Fig. 11-169 . 8.1 .s X l@mt/rad Ag.

e J. 11-171.5 .Calcular o deslocamento horizontal da barra CD. Fig. 11-170. = 104tm2..a = 10-' tm210C Fig. todas elas. = SJ.para o quadro da Fig. E dado: EJ. a) resolvê-lo para o carregamento indicado.. para o quadro da Fig. b) resolvê-lo para um aumento uniforme de 30 'C. 4t A I i F$ C ..I=- D Fie. É dado: EJ. 11-171 -6m-r 8.262 Cursa de ahlise estrutural 8. 11-172.Sabendo-se que. e as barras horizontais sáo.7 . as barras verticais têm inkrcia constante J.6 . 11-170 8. 11-172 .Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig. misuias retas = J. pede-se: com J.

11-173 para: a) carregamento indicado b) dirniuuiçio uniforme de 30 'C c) recalque vertical.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro de inércia constante da Fig. fl:i 4- + F . São dados: EJ==I O ...Resolver o quadro de in6rcia constante da Fig. h Fig. 11-176 . 11-174.173 1 8..8.~tm2 u 105 / " C -I . 11-176. + 3m 3 Fig. de cima para baixo. A . de 1 cm de B.Idem. 3m 6 rn Fig. --.9 . 11-174 &3m 8.10 .Obter o diagrama de momentos fletores e do esforço cortante para o quadro da Fig. 11-175. n-I75 8. para a Fig. 1 ..1 1 .8 .

e J. para a viga da Fig.Obter os diagramas de momentos fletores e de esforços normais para o quadro atirantado de inércia constante da Fig.13 . = J.12 . cujas barras são misulas parabólicas com J. 11-179.Obter.Qb.Idem.I.I.4 m .k = 1 0 4 t/m I I I A I I I L3r n ~ rn 6 9m Fig.Vc. para o quadro de inércia constante da Fig.1 Fig. L. cotando-as nas seçóes indicadas. É dado: (Desprezar o trabalho do quadro ao esforço normal.I.264 Curso de anslise estrutural 8.14 ..I. 11-177. L. L. = 5.MG. L. L.7. 11-178.IMm. Sáo dados: EJ.á. = 2 X 104tmz. 11-178 8. 11-1 77 d 8. .C F . as linhas de influência dos seguintes esforços simples.Qcda..) d L 4 m i .

todas. para o quadro de in6rcia constante da Fig.MBdu.ME.I. . L. 11-180. = J. = 10Jc.Processo de Cross 265 8.r.LMll.l.15 . Gf J . k 12m q L L . cujas barras têm. 11-182.I eL L .= 2.Obter as linhas de influência de momentos fletores 110s apoios e das reações de apoio para a viga da Fig. L. cujas barras são.17. cotando-as nos quartos de vão. " lb 4 . 11-180 8.I. cotando-as nas seçóes iridicadas: L. Fig. e Jmá.QE.16 .Obter as linhas de influência seguintes.I. mísulas parabólicas com Jmi. L. 11-181 8.V. L. 11-181. todas.Obter os diagramas de momentos fletores e de momentos torçores EJ para a greiha sim6trica da Fig. 4m 16rn 4rn4rn 4m4m 16m l i 4m Fig.

8.Calcular o deslocamento vertical de B para a grelha da Fig.11 de nosso Curso). 11-184 As barras têm. (sugere-se aproveitar o resultado do ex. 11-185. para a Fig..= 0.18 . 11-15 do Vol. 11-185 . Fig.Obter os diagramas de momentos fletores e torçores para a grelha simét5ica da Fig. 11-184 8.2 X 104tm2.Curso de análise estrutural 8. todas: EJ = 104tm2 e GJ. Fig.19 . que tem EJ = GJ.Idem. 11-183.20 .

os cabos ficam submetidos apenas.' O estudo estático dos cabos é feito assumindo-os perfeitamente flexíveis. o peso próprio) assumirão uma configuração deformada dada por uma catenária. são os elementos estmturais empregados para condução da energia elétrica nas linhas de transmissáo. hipótese esta confirmada. O estudo exato do comportamento dos cabos envolve conhecimentos matemáticos mais sofisticados que os apresetitados nos cursos de graduação das Escolas de Engenharia mas. mesmo sem . podemos apresentar uma primeira análise do problema que conduzirá à obtenção de determinadas reldções fundamentais de grande importância para o engenheiro estrutural e. para o engenheiro eletricista.estes conhecimentos. a esforços normais (de tração). tendo momento fletor nulo em todas as seçóes. vencendo os vãos entre as torres da linha e. os cabos submetidos a uma carga uniformemente distribuída ao longo de seu comprimento (por exemplo. modernamente. para os cabos submetidos à carga distribuída ao longo de seu vão (caso das pontes pênseis. 267 . vêm sendo empregados.INTRODUCÃO AO ESTUDO DOS CABOS Os cabos são um elemento estmtural usado em diferentes tipos de estruturas: são as principais peças portantes nas pontes pênseis e nos telef6ricos. como elemento portante de coberturas de grandes vãos. Conforme veremos neste capitulo. também. tarnbem. . onde o carregamento principal 6 dado pela ação 'NO dirnensionainrnto dos cabos para uso em linhas de transmissão. Desta forma. No estudo que apresetitaremos neste capítulo. desprezaremos a influencia da deformação elástica dos cabos sobre a sua configuração de equilíbrio de forma que a teoria apresentada será de primeira ordem.por verificações experimentais cuidadosas. isto é.

. I de nosso Curso. Para o caso de cabos com flecha grande em relação ao vão f (i> 0. (Estes valores foram calculados para cabos com pontos de suspensão no mesmo nível. pendurado no cabo).. de 3~ssurninda a configura~ão parabólic~ ao invés de catcnária para cabos com -~ f < 0. a configuraçáo deformada será dada por uma parábola do 2? grau. para a atuação de carregamenna prática ~ P.CABOS COM CARREGAMENTO DISTRIBUIDO SEGUNDO O VÃO 2. 2 . Pi. o erro cometido B mínimo assumindo que a configuração deformada seja parabólica ao invBs de ser dada por uma catenária. apresentamos no item 3 deste capitulo uma introdução ao seu estudo. podemos identificar. 2 ~ a s o maior inçidgncia. .Relação entre efeitos no cabo e esforços na viga de substituição Seja o cabo da Fig.. 111-1. erros estes perfeitamente toleráveis face aos valores dos coeficiri~tes s w r a n de $a adotados. usado para se instituir as expressões que definiram linhas de pressões em sistemas triarticulados e que transcreveremos na Fig. 111-53 do Cap. inteiramente. levando-se em conta que.20)será de 6's para menos valor dos srforyoa normais máximos e de 0. acarretando esta diferença o trabalho dos cabos a esforços normais de traçáo e dos arcos a esforços normais de compressão. o máximo erro qite se cometerá (caso der= tio 0.20. desenvolveremos nosso estudo supondo cargas distribuídas segundo o vão do cabo.. submetido à atuação das.5% para mais no comprimento total do cabo. 111.2) com carga distribuída segundo seu comprimento. mesmo no caso de carga distribuída ao longo do comprimento.. Como o cabo 6 um sistema estático perfeitamente flexível (M = 0). indicadas.) . nI-1 com aquele da Fig. que a única diferença entre ambos está no fato de uma estrutura se desenvolver para baixo da linha de fechamento que une suas extremidades (caso dos cabos) e da outra se desenvolver para cima da mesma (caso dos arcos)..268 Curso de análise estrutural do tabuleiro da ponte. para cabos cuja flecha seja pequena em relação ao vão2 (f/l < O. P.1 .. A análise deste último caso é bastante mais simples que a do primeiro (caso da catenária) e. no dimensionamcnta de cabos. instituindo as relaçóes fundamentais para o mesmo. Vol.2Os. 1 1 2 a fim de mostrar 1-. o esquema estático da Fig. cargas verticais .

pois ambas. _ C _ ~ Fig.Esquema estático para estudo dos arcos trabalhando na linha de pressões. sem que o da Fig. I d e nosso Curso. 'AS expressões que estão transcritas a seguir correspondem i s expressões 111-7 a 111-9 e 111-11 a in-13. funcionam como se todas as suas seções fossem rótulas. 111. 01-2 possuir indicada uma rótula intermediária 17. 111-53 d o Vol. UI-2 . então.) to vertical de cima para baixo (caso usual)? Podemos empregar. n i . 4 .Introdução ao estudo dos cabos Fig. por terem M = O. deduzidas para definiçáo da linha de pressóes no Cap. para os cabos as expressóes deduzidas para os arcos triarticulados5. trabalhando O fato do esquema da Fig. náo se constitui em diferença entre os esquemas.i . Vol. . I de nosso Curso. (Transcnçáo da Fig. 111-1 também a possua.

111-1. + Q + H'sena . caso V. III-1.3)i se simplificam para: y* =. as expressóes (111. relativa aos eixos cartesianos x e y da Fig. e Q. obtemos..1.á. c) Caso desejemos definir a configuração do cabo por uma função y = y (x). imediatamente.3) Observnções: a) No caso particular da reta AB. lu-3 y = x tga .3).4) b) Conforme mostra a expressão (II1. tgv = Ns = J (Q. que une as r6tulas extremas.270 Curso de analise estrutural segundo a linha de pressóes (M = O) do carregamento atuante e temos. ser horizontal (a = O). = VB).).2) e NS ao esforço normal atuante numa seçáo genbrica do cabo. a partir do esquema da Fig. os esforços normais máximos no cabo ocorrerão quando tivermos (Q.1) a (I11. ao momento fletor e ao esforço cortante atuantes na viga de substituição submetida ao mesmo carregamento que o cabo (representada na Fig. OU seja: M s y=xtga. - M s H (111. IU-3: -x+ Fig. o que sucedera num dos apoios (OUem ambos.y *.2) (111. chamando M. H'cosa sena na)' + (H'cosa)' (111.H' cosa .

temos: qlx Ms(x) =--.. íii-l. acrescido ou não da pressão do vento). . Ficamos com: . Os dados mais comuns são o valor da ordenada de alguma seção do cabo ou de seu esforço n o d em alguma seção (geralmente N. chamando-se f à distância vertical da reta AB à seção M do cabo definida na Fig.) A aplicação UI.Introdug-o ao estudo dos cabos nl d) Conforme mostram as expressões (111. a partir de um dado suplementar necessário.1) a (111.7) que resolvem o problema.1 para este caso. vem: Fig. esta resolução implicará. o conhecimento do valor de H' que será definido. 111-4 C a s o de r u g a unifarmerncnte distribuída. onde o carregamento é o peso próprio do cabo. na prática. sempre.2 ... o caso de cabos submetidos a um carregamento uniformemente distribuído 'Qq"(casode linhas transmissão.8) 2 2 e que. em cada caso. de modo que particularizaremos as expressks gerais deduzidas em 2. a) Determinação de y * e y: Levando em conta que. na viga de substituição.qx2 (111.Caso de carga uniformemente distribnída Ocorre com grande incidência.1 esclarecerá 2.

8n tga I I (111.14) e (111.1 1) b) Determinaçáo dos esforços normais Ns: Temos.15) se transformarão em: .8 n t g a (111.Cuno de analise estrutural ou y ( x ) = x tga --4fx ( I . Ns(0)=NA =H'cosuJl Para x = 1 : + 1 6 n Z +t g 2 a . 8 cos a ' f 2 introduzindo o parimetro adimensional auxiliar Nsíx) = = I H'cosa J1 += P + 16n2 + tg2a . as equaçóes (111.obtemos. conforme (111-3): Ns = + H' sen a)' + (H' cos ai)' qP Levando em conta que: Qs(x) =.14) N s / ~ ) = N B = ~ ' c o s a J 1 +1 6 n 2 + t g 2 a + 8 n t g a (111.41 .64n2x +.16nx tg a .15) Para o caso especial da reta AB ser horizontal (a = O).13) Os esforços normais máximos ocorrerão numa das extremidades do cabo e temos: Para x i O:.qx e que H' = .x ) P (111.

no comprimento do cabo. já obtemos uma aproxùnação bastante precisa para o valor do comprimento do cabo6.1 I). Calculando o comprimento destes diversos trechos. no caso dos cabos.Introduç50 ao estudo dos cabos 273 c) Comprimento do cabo: Uma grandeza cujo conhecimento 6 indispensável. para ele. sua soma dará o comprimento total do cabo. sendo evidentemente. fazendo-se a seguir a integração definida. podemos 6~ara cabos com n f =-< 0. b) Para o caso particular de cabo submetido a carga vertical uniformemente distribuída e com linha de fechamento AB horizontal (a = O). Trabalhandose. chamando L ao comprimento do cabo: L -dx Levando em conta (111. cada trecho do cabo entre duas cargas concentradas adjacentes será parabólico sendo váiida.^ erro comctida desprezando o terceiro termo d a série cm diante é de no máximo 0. irrisório.para mais.20. pois. com os dois primeiros termos da série. apenas. vem: A resolução da integral acima é muito trabaíhosa e 6 feita desenvolvendo-se o integrando em série.-( I +-n2cos4a) cos a 3 No caso particular da reta AB ser horizontal (a = O). a fim de ser possível encomendá-lo ao fabricante.18) a) A expressão 111. Temos. entáo.17. r 8 I ( 1 t7n2) (U1. dada pela expressão 11L17. a expressão (111. é o seu comprimento.1 7) se transformará em: L .9%2.17 é particularmente vantajosa para a determinação do comprimento de cabos submetidos a cargas concentradas e uniformemente distribuídas segundo o vão. . que é o caso que cstamos I estudando. 1 8 L . a relação 111.

22).20) sendo: kl = = v J X Ji+isnZ' 8n (in. e k2 estão indicados junto à Fig.274 Curso de análise estrutural f tabelar.16) e (I11. P . (91) L = k. os esforços normais máximos atuanes no cabo e seu comprimento. a partir dos quais.. pois este é o caso que ocorre com maior frequência na prática. em função da relação n =Tos coeficientes adiiensionais k . e k 2 . Nmáx = kl (91) L = k.21) e (III.21) Os valores destes coeficientes k .19) (111. para . = k. temos..18).l (111. levando em conta as expressões (111.19) e (111. definidos pelas relaçóes (IlI. determinados pelas expressões i(II1.& caso de a! = 0: N. 111-6 e serão bastante Úteis para o trabalho do engenheiro.20).l e L.111-6 i Determinação de N.

Introduçáo ao estudo dos cabos 275 c) Comparemos. V = 4.3463 ql 1 f 0.077 H'. III-6: Para-f = 0. 'A não ser par motivas topográficos muito especiais.10 com o valor de H': Temos: Da Tabela da Fig. para-1Temos.191. para o caso da Fig. acrescido ou não da pressão do vento. :.' Devemos ter: 412 ou seja: S c r ~> v-. um cabo cuja carga b igual ao seu peso próprio.. 111-7 é igual a 11. conforme o caso). o valor de Nm. normalmente. = 1.& a tensão de ruptura do material que constitui e v o coeficiente de segurança contra a ruptura desejado no caso. vem.6 m. para eles que N. 3 1.lO. 'para m h s de apo adota-se.A flecha máxima admissivel para um cabo de 100 m de vão que será submetido ao carregamento indicado na Fig.250ql Da expressão 111. o que mostra que o esforço normal máximo atuante num cabo de pequena flecha é sensivelmente igual ao valor da reação horizontal H' nos pontos de suspensão do cabo. com linha de fechamento horizontal. pois os cabos das redes elétricas das cidades nunca7 têm f > O..lO: Nm.lO: H ' = 1. 8f 2. Seja S'a área do cabo. .9. então: N. Til-1 . Esta é uma conclusão muito importante sob o ponto de vista prático. podemos chegar a uma expressão de aplicação muito cómoda e que nos fornece o valor da flecha mínima necessária para um cabo que deve vencer determinado vão numa rede elbtrica ou telegráfica (isto é.3 . Para valores aiperiores deveremos empregar o de Nmáx dada pela expressáa (111. então.11 e poderemos assumir. correspondente i relação n =-= f 1 0. '~xpressão válida valor f para-< I 0. H' = v (no caso da reta AB ser horizontal) Partindo daí.Aplicações Ex. 1114.

o problema está resolvido e temos: a) Geometria do cabo: É dada pelas distâncias y* da reta AB ao cabo. .Estudo da viga biapoiada de 2? grau).b m: Da expressão 111. 111-9 (os trechos AC. levando em conta que y & = 11. b) Calcular as reaçóes de apoio e o esforço normal máximo atuante. 111-8 temos. 3 1 -4 1 a da Fig. iguais a: 39t M s Y* =Ii= -1O0 M s 100 Qlem tl A configuração geom6trica do cabo -21 para o carregamento indicado 6. CD e DB são. c) Calcular a inclinação do cabo junto dos apoios. FiS. evidentemente.Configuração deformada do cabo e reaçáes de apoio (em escala deformada). G 4 0 m +4Om +ZOm+ Fig. substituição. Fi& UI-9 .4: H' = r 100 t. a partir dela. 111-7 Sendo a viga biapoiada de substituição a indicada na Fig. parábolas do. 111-8 . d) Calcular o comprimento total do cabo. então. = Ymáx MS" Conhecido o valor de H'.276 Cuno de análise estrutural Pedem-se: a) Definir a geometria do cabo.

08 t de tração.6. = +H" = d 4 I 2 + 1002= 108. CD e DB.71 m 8 40 8 1 t-n2cos4a) = 3 0.6 .Esquemas para emprego da expressão 1 1 1 . atuando emB.2 = 4.Trecho DB (cosa = 0.I. \ C I 1 L-rn-* '------I D I y h i O .9409)4 1 = 21. deirnáx $(1 c) As inclinações do cabo junto aos apoios A e 6.Trecho AC UI-10..1 .9409 [ +-(L i ' .17). dadas por q~ e eB. t LI 11.99401. a partir dos esquemas das Figs.5). Fig.VSmá. Temos.31° = 21' 18'21" d) Determinação do comprimento do cabo Calcularemos o comprimento do cabo como soma dos comprimentos dos trechos parabblicos do 20 grau AC. forme indica a Fig.\ . 111-9 e. da expressão 111.3 I = 40m A * -.7. (COS a = 0. 1.4m .con.1 a 111-10. ( [ - (0.9604 1 + ?.39 = 21.AC = = J J m-10.3 .9409t (COS a = 0. 111-10.9604)4] Para o trecho CD: Para o trecho DB: LDB = O '0.9604).Introduçio ao estudo dos cabos 277 b) As reaçóes de apoio estão indicadas na Fig.Trecho CD IU-10.2 .7 i -(1 cos a 41. valendo 9~ = ang tg = ang tg 0.I$ I = 20m v Para o trecho AC: I. 111-10 . para os quais é válida a expressão (111. obtemos ..26 m .O : I? <0. 111-9 são obtidas da expressão (I11.

278

Cuno de analise ertnitural

O comprimento total L do cabo C dado, então, por:
L = LAC

+ LCD + LDB = 41,71 + 40,31 + 21.26

=

103,28 m

Ex. 111-2 - Qual o valor da menor flecha que pode ter um cabo de aço, cuja tensão de ruptura é UR = 100.000 t/m2 para vencer, com segurança i ruptura superior a 4, um vão de 400 m.
O peso especifico do aço 6 y
vq12 , ou seja: f . 8SuR mm
=

7,85 t/m3.

Temos, conforme indica a expressão 111.23, chamando S i área do cabo:

f>--

-

vySIZ v7P 8 % ~ 8oR

No caso, ficamos com:

Observaçáo: Notar que, como-f < 0,10 a expressão (111.23) pode ser, I realmente, empregada, com precisão satisfatória.
Ex. 111-3 - Um cabo está suspenso em dois pontos situados no mesmo nível e distantes de 500m. suportando uma carga de 0,M tlm. Sabendo-se que o esforço normal máximo atuante é igual a 60 t, pede-se determinar:

a) a flecha do cabo b) seu comprimento total a) Determinação da flecha: Temos, da expressão (111.19):

NO caso, ficamos com: 60 = J 1 f 1 6 i 1 2 X ~ , ~ X 5 0 0: 8n Vem, então: f = r11 = 0,0422 X 500 b) Compnmento total do cabo: Da expressão Ill.iY, temos: I. = 1 (1 8 + -ri2) 3
= =

n=0,0422

21,1 m

8 5 C (I +X 0.042Z2) Oi i

=

502.38 m

Introdução ao estudo dos cabos

279

Observação: Poderíamos ter resolvido este problenia. com excelente precisào, empregando a Tabela da Fig. 111-6, senão. vejamos: 60 = 3 Como N,,á, = ( q l ) k , , temos: /c, = 0.04 X 500
Para descobrirmos a que valor de empregando interpolação linear:
11

corresponde o valor k , = 3. temos,

vem entào: f

= ri1 =

21,3 m
I!

Também empregando interpolação liiicar, obtemos, para

= 0.W27:

k 2 = 1.0043

+

0.27 (1,0067
=

-

1,0043) = 1,00495

vem então: L

k21 = 502,47 m

Conforme se verifica. poderíamos ter resolvido o problema através de uni simples emprego da Tabela da Fig. 111-6. obtendo resiiltados cnm Stinia precisào (o erro cometido seria inferior a 1%).

2.4

-

Efeitos secuiidários :]os cabos

2.4.1 - Alongamento elástico de um trecho de cabo coli carga ~iniformemente distribuída Seja o czbo da Fig. 111-11, submetido ao carregamento distribuído q. Sabemos, da ResistÊncia dos Materiais, que seu alongamento será daao por:

Fig. 111-1 1

280

Curso de análise estrutural
:

por 2.Y = O a Fig. 111-12.

N , (x) = H'cos a x

H'cos zq= a -, d.7

(1s

coiiforme indica

Fip. 111-12 - Uetrrrninaqào de NS /xJ = J I H 1 .
tVA

Ficamos então, levando eni conta (111.1 I), com:

obtendo-se: H' cos a

AL =---

I (sec2a + - i ? ' ) . OU 3 substituindo H' pelo valor definido em (111.9):
ES

16

Ohseri~a~õe.~: caso de termos um cabo com cargas concentradas e a) No uniformemente distribuídas. o cálculo do alongamento elistico do mesmo será feito, sucessivamente, para cada trecho entre duas cargas coiicentradas adjacentes (sendo válida, para eles. a expressáo (111.24)). obtendo-se o valor final pela adição dos resultados encontrados para cada um destes trechos.
h ) No estudo que estamos fazendo. estamos desprezando, na determinação da configuração de equilíbrio do cabo, a influêricia de seu alongamento elástico, de modo que toda a teoria desenvolvida pressupõe o regime das pequenas deformações. A consideração. na determinação da configuraçêo de equilibrio do cabo, de seu alongamento elástico, torna a solução matematica do problema bastante mais complexa, fugindo do nível em que estamos abordando o assunto (nível este que já fornece precisão suficiente para resolução de grande número de problemas). c) A considcraçáo da influêricia do alongamento elástico do cabo na obtenção de sua configuração de equilibrio acarretaria, evidentemente, um pequeno aumento de sua flecha, com uma conseqüente pequena redução de seus esforços normais. Pode-se mostrar, para cabos parabólicos de pequena flecha (11 < 0,20), nos quais esta redução de esforços normais d um pouco

Introdução ao estudo dos cabos

281

mais sensível, submetidos a carregamento uniformemente distribuído "q': que os esforços normais (bem como a reação horizontal), calculados desprezando-se a influência do alongamento elástico do cabo, podem ser multiplicados pelo fator redutor

sendo E o módulo de elasticidade longitudinal e S a área da seção transversal do cabo. Nos casos correntes, este coeficiente redutor 6 tão próximo da unidade que pode ser desprezado, razão pela qual não estamos dando maior ênfase ao assunto. 2.4.2 - Variação de temperatura Seja o cabo parabólico da Fig. 111-13 (isto é, um cabo cuja carga atuante
é uniformemente distribuída) e suponhamos a atuaçáo de uma variação de

temperatura A t em relação à temperatura do dia da fixaqão do cabo.

F .111-13 i

Chamando:f, L, H' ads valores da flecha, do comprimento total do cabo e da reação de apoio na direçáo AB. antes da atuação davariação de temperatura;

fr, LI, H;

aos valores das mesmas grandezas após a atuaçáo da variação de temperatura;

a, ao coeficiente de dilatação linear do material do cabo, temos: L , = L + acAIL

Levando em conta (III.17), vem: 1 8 ftZ 1 X - X cos4a) = -(I 1 cosa c - (I +

8 f + - X - cos4a) (1 + a, A,)
3 1

''A d e d u ~ ã o desta expressão é inteiramente análoga e possui as mesmas simplificações feitas no rstudo da influência da variação d e temperatura feito a seguir.

282

Curso de análise estrutural

Desenvolvendo. obtemos:

- fl e levando em conta que, no regime Substituindo f - f7 por (rt + fl : das pequenas deformações If, + fl ; 2f obtemos: i

Por outro lado, levando em conta (111.9). temos:

Dividilido esta última expressão por H', obtemos, levando, niais uma vez. em conta (111.9).

Introduzindo a expressão (111.26) em (111.27), obtemos:

Notaiido. agora, que o terceiro termo do parsntesis tem valor desprezível em presença dos demais, ficamos com
3acAl (111.28) 16ri2cus4a) Como os esforços ~iormaisatuantes n o cabo são proporcionais ao valor da reação H' (ver expressão 111.13), podemos escrever, finalmente, que o valor dos esforços iiormais N l atuantes após a variação de temperatura A , em função do valor dos niesmos esforços N atuantes antes da variação de temperatura é dado por:
H ; = H'(I -

Observações: a) A expressão 111.29 mostra que. iio caso de aumento de temperatura ( A , > O), os esforços normais existentes n o cabo irão abaixar (o que 6 razoável. pois o aumento de temperatura provoca um aumento de flecha do cabo). Para diminuição de temperatura ( A , < O), entretanto, como Iiaverá redução da flecha, os esforços normais aumentarãg, podendo este aumento assumir valores apreciáveis para o caso de cabos com flechas muito pequenas. não podendo se deixar de levar em conta, neste caso a influência deste aumento de esforço normal no dimensionamento do cabo.

Introdução ao estudo dos cabos

283
0.01. A, = -30 "C,

I a , = 10-5/"C e com linha de fechamento horizontal:
Teremos pela expressão (111.29):

f Por exemplo, suponhamos um cabo com n =-=

o que mostra que a variação de temperatura majorou em 56% o esforço normal atuante no cabo. pouco maiores, a influência de diminuição de I c temperatura já cai bastante. Se tivkssernos 11 = $ = 0,03, mantendo os
=

Para relações n =-um

f

outros dados do exemplo anterior desta obsewaçáo, obterí&os: .V, = 1,063 N. o que mostra a baixa sensibilidade às variaçóes t6rinicas normais de cabos com flechas não excessivamente pequenas.

b) A variaçio de comprimento A L de um cabo parabólico devida à variação de temperatura Ar vale, evidentemente:

AL = a , A t L ou seja, levando-se em conta (111.17): 8 AL = acAt 1 (1 +-ii2cos4a) COS N 3

-

2.4.3 - Ação do vento No projeto de um cabo, caso exposto, não podemos deixar de levar em conta, al6m da influéncia das cargas tipo permanentes (peso próprio, etc.) a influência do vento que 6 traduzida por uma carga uniformemente distribuída v. definida pelas normas de projeto de cada país e que deve ser somada vetorialmente ao carregamento p atuante, conforme indica o esquema da Fig. 11-14.1, dimensionando-se o P',. -Lq cabo para o carregamento resultante q. " O valor do ângulo u dependerá, evidentemente, da direçào em que o vento sopra, e devemos atentar para Fi.111-14.1 os pontos seguintes:

pv
-.

II

Pernianrçcndo válidas, para este carregamento

'bq" todas % expressões deduzidas

no item 2 deste ca~itulo.

111-15.-.31).- Conforme mostra a Fig. para a carga í$ + + v cos a). 111-15 I) fVert. . haverá uma inversão no sentido da solicitação vertical atuante sobre o mesmo..__ -. Fig..31) Fig.284 Curso de analise estmtural a) Caso de - 5<a < 2 - . 111-14. o que acarretará. passará a ser (p + v cos a).. obtida do esquema da Fig.i. ficando definida a altura minima de cada torre da linha de transmissão (que são os elementos mais caros da linha) pela expressão (111.2 A consideração deste aumento de flecha do cabo devido ao vento é particularmente importante no projeto das linhas de transmissáo.'% _ --. conforme mostra a Fig.. que d o de vento succionando o cabo. 111-14. 2) Os esforços normais no cabo são calculados para q = d(p + v cos a)' + ( V sen a)' Neste caso. [ V sen oi H >fven.I temente. pois nelas exige-se uma distância minima dmh do cabo a? solo. + dmin (111. 111-14. que passará a ser . é calculada. um aumento da flecha vertip+vmsar cal do cabo.. a componente vertical de carga devido à = influência do vento. eviden.. máx.

1 . o cabo tenderia a trocar a sua concavidade. não podemos deixar o cabo mudar sua concavidade. . f " ~ a s o em que-> 0. de tal forma que. o peso do cabo sucção (carga de baixo para cima). a). que funciona como cobertura. Quando tal ocorre. funcionará o cabo @ (recebendo.20. Esta trndencia chega a ocorrer para cabos suportando coberturas muito leves e.Caso geral: pontos de simpensão em níveis diferentes a) Determinação da elástica Seja o cabo AB da Fig. passando a ter flechas para cima. indicado na figura. trabaihando o cabo @ para a situação de inclusive. 111-16. 111-16 3 . pois isto implicaria na destmição do material suportado pelos cabos. pois buscaria a configuração na qual estivesse trabalhando à tração. Fig. adotamos a solução esquematizada na Fig. basicamente. no qual a hipótese de considerarmos o carregamento disI tribuido segundo o vào introduziria nos resultados enos superiores aos aceitáveis.CABOS COM CARREGAMENTO UNIFORMEMENTE DISTRIBU~ SEGUNM) SEU COMPRIMENTO 3. alem de introduzir &rios problemas de vibração na estrutura. 111-17.Introdução ao estudo dos cabai 285 contrária à da gravidade. submetido à atuação do carregamento q uniformemente distribuído segundo seu comprimento. na adoçáo de dois cabos portantes @ e @ de concavidades opostas. interligadas por barras verticais capazes de trabalhar à compressão ou à tração. evidentemente. constituindo-se. que 6 a única forma de trabalho estático capaz de desempenhar. para a situação de cargas de cima para baixo.

/ ' . - F-"--- tgip. = = H'cosa (111. vem: tgq . podemos escrever. a partir do esquema da Fig. *X Fig.Cursa de análise estrutural l t . definido por (UI. . A / . Por 2 X = O Ncosq = NA cos q. 111-1 8 Introduzindo o parâmetro auxiliar a. 111-17 Chamando q. . . 111-18.34). à inclinação do cabo com a horizontal em A e ip à inclinaçáo numa seção genérica S (x. . y ] . as seguintes relaç0es entre o esforço iiormal N atuante numa seção gen6rica S do cabo e o esforço n o m a l NA atuante em A .33) e levando em conta que ds = c 1 + (-)' dx. + qs H ' cos rr Fig. vem: .32) Por XY = O Nsenq = NA senq. ficamos com: =- H ' c o s <r 4 Diferenciando (111. obtido destacando o arco AS do cabo. t qs Dividindo membro a membro as duas últimas igualdades.

que fica definida desde que se conheça o valor de a.35) O valor de h é obtido da condiçáo ' . ficamos com . = (-) = a (- dl~ dx .y = n = senh R.36) A equação (111.cosli (-+ a U . . ~1. d obtendo-se: I K) . obtemos s x Como.v (li = d . Notar bem que. o valor de K náo será iiic6gnita adicional. para o que cada problema deve possuir um dado adicioiial que permita sua obtenção.tg q. oii desenvolvendo-se: (cosh- 1 a - 1 ) cosh K senh-senh a I K =a (111. então: . ou seja: ..v = a [cosh (-+ a X K ) . Levando em conta que. iiitegrindo-a sucessivameiite duas vezes: *= dx x serih (a a cosh: ( + I ' a + K).z=y 1 JJJdvz' 1 +(A) dx Esta equação diferrncial defiiie a elástica do cabo e temos. seiido K uma coristatite de integração K) y = + C. b) Determinação do comprimento do cabo Da expressão !111. temos: y ( 0 ) = 0. para x = 0 .cosh K] (111. conhecido a. =-=ds a a n 1 + (dY d dr r .d? = senh (-+ dx a tgq.35) mostra que a elástica do czbo 6 dada por uma catenária.36) (iiormalmente resolvida por tentativas). sciido C uma segunda constante dc integração. obtemos: O = u cosh R + C : C = -a cosh K A eqiiaçio da elástica do cabo 6.) K )e di.cosli + K .Introdução ao estudo dos cabos Sy dx dx2 d2i.x . pois pode ser determinado pela eqiiação transceiideiite (111.33).

321. valendo.cos a 4 (111. a partir do conheciniento de a.36).34). chegando-se à expressão (111. obtido fazendo-se x = 1 nesta última expressão. simbolizando esta expressão o comprimento - do cabo medido desde o apoio A até uma seção genérica S.37. todas elas função do parâmetro a. quando y for miximo (no caso da Fig.38) e (I11.35): a K) N. então.dy = senh (-+ dx a K). + a cosh K) d) Resumo do formulário (U1. a partir de (111. observando que $9 =.34) . (111. então. pela resolução da equação transcendente (III. 111. c ) Detenninqão dos esforços normais Os esforços normais N atuantes numa seção genérica S do cabo São prontamente obtidos a partir das expressóes anteriores.39) O estudo de um cabo. submetido a um carregamento uniformemente distribuído segundo seu comprimento.i. O comprimento total L do cabo é.39). (ILI.18. definido por (II1. por: q a cosh (X a + K) (111. ficamos com: X N = q a J I + senh2 (L+ K) a N (x) = = q a cosh (-+ a K) Os esforços normais (de tração) atuantes numa seção genérica do cabo são dados. H' a = . = q @.288 s = Curso de analise estrutural x a [senh (-+ a K) senh K]. 3 5 . isto ocorreria para o apoio B do cabo).34). ou seja.38) X Observação: O esforço normal máximo ocorrerá quando cosh (-+ for máximo. fica resolvido atraves das expressões 1 1 .á. vem: N = q a sec 9 x Finalmente. temos N = H' COS O = ~ ' c o a sec 9 s Levando em conta (111.38) e (111. senão vejamos: De (III.37) que o define. sendo o valor de K obtido.

Caso particular: pontos de suspensão no mesmo nível Para o caso particular de termos os pontos de suspensão A e B no mesmo nível.36) N ( x ) = q a cosh (ã+ K ) X (111.2 .Introducáo ao estudo dos cabos 289 Fig. 111-20 .. 111-20 Fig. as expressóes do item anterior se simplificarão extraordinariamente com a adoção do sistema de coordeiiadas representado na Fig.39) 3.. nl-I 9 1 (cosh-a 1) cosh K + senh-senh a 1 K =- d a (111.áx +a COS~ K ) (111.38) ~~a~ = O>.

111-19 por . definido por (111. (Os dados mais usuais são a flecha f do cabo ou o esforço . por procedimento matemático inteiramente análogo ao adotado no item anterior. diretamente a partir do esquema da bip. 111-4 Um cabo pesando 0.40) e referindo-se à Fig.3 t/in 6 suspenso em dois pontos situados no mesmo iiível e distaiites 400 m.41) a (111.290 Curso de analise estrutural (obtido adotando-se como origem o ponto de máximo da catenária). Determinar o esforço iiormal máximo nele atuante e o comprimento total do cabo. as expressóes (111. Observa~áo:Cada problema deverá apresentar um dado suplementar que conduza à determinação d o parâmetro auxiliar a.44) que resolvem o problema. desejado no cabo. 111-20. ocorre em A c B. I3l'sta obqervaçào r' vilida para o caso dc pontos de suspensão no mesino nível ou rm níveis difcrcntrs. '4~má. podendo ser obtido. todas elas em função do parimetro auxiliar a. a partir do qual a cateliiria fica defiiiida.)I3 normal N 3. sabendo-se que a fleclia desejada é de 100 ni.3 .Aplicações Ex. obtendo-se.

= 2 X 215 senh 20 215 I 200 = 460. no qual vamos experimentando diversos valores para a. Iiitroduzindo-se estes valores na expressão (lII. Fig.s t Por (111. por tentativas.h.42): 1. a partir de um quadro de valores como o indicado na Fig.. para x = 200 : y = f = 100. a a a A resolu+o desta eqiiaçáo transcendente em a 6 feita.I). para que o mesnio fique siibmetido aos menores esforços normais possíveis? Qual o valor do esforço normal máximo que atuará n o cabo nestas condiçóes? Da expressáo (111. 111-22- Obtincáo iie o Obtemos. ciitáo: a = 215 m Dai vem: Por (111.Que flecha f devemos dar a um cabo submetido a uma carga distribuída q segundo seu comprimento e vencerido um váo I (estando os pontos de suspensão no mesmo nível).Introdução ao estudo dos cabos 291 Conforme indica a Fig.3 (215 + 100) = 94. = q (a + f) = 0.44) temos que o esforço normal máximo atuante no cabo será mínimo quando a soma (a + fj for mínima Qá que q é coiistante). usualmente. .2 m Ex. 111-5 . 111-22. = 20 senh .. . ou seja: cosh -= 1 + -.41) obtemos 200 200 1O0 100 = a (cosli -.44): N. temos. até t e m o s uma diferença desprezível entre os dois membros da equação em face da precisão desejada n o cálculo. 111-21.

1 . Sabendo-se que sua flecha B de 60 m. pede-se determinar a área necessária de sua seção transversal. na prática. esta equação transcendente (por procedimento inteiramente análogo ao do exemplo anterior). 4.2 .O cabo de aço de uma ponte pênsil de 800 m de vão. obtemos I --.292 CUM de anblise estrutural Explicitemos esta soma S = (a + f) como função de a: Temos: 1 I S = a + a (cosh 1) = a cosh 2a 2a dS Para que S = S(a) seja mínimo.000 t/mz. deve suportar uma carga total máxima uniformemente distribuída de 8 t/m.4 ' 1 -2a 1) = 1) = 0.Para os valores do exemplo anterior. cujos pontos de suspensão estão no mesmo nível. calcular: a) Comprimento total do cabo.2 2.(cosh 1.8%1 O esforço normal máximo atuante nestas circunstãncias (equivalendo a mí~mo esforço normal máximo para o vão 1 e a carga distribuída Q atuante) valerá: Obse~~<~çiio: o leitor o grande partido que pode ser tirado.. enião: $h 1 20 -= 20 1 Resolvendo.3381 = 33.1.EXERCfCIOS PROPOSTOS 4. sabendese que a tensão admissivel deste aço à tração é de õ = 20. C) Variação do esforço normal no cabo se o mesmo for submetido a uma diminuição uniforme de temperatura de 50 'C. ou seja: da -- Obtemos. 4 . Note das conclusóes obtidas neste exercício. b) Alongamento elástico do cabo. devemos ter . .2 20 A flecha valera. então: f = a (cosh .= O. por tentativas.

Sabendo-se que o esforço normal máximo admissivel que o cabo pode suportar vale 100 t.5 . Calcular sua flecha e o valor do esforço normal máximo atuante. 4. sabendo-se que o caboBCD.da barra AB.005 t/m segundo seu comprimento. pesa 5 kg/m e esta em equilibrio com a corda CD de 65 m pendendo Livremente. = 2 X 10't/mz 4. deve vencer um vão de Som. 4. pede-se determinar seu comprimento total.4 .Calculas a flecha do cabo da Fig 111-23 e os esforços simples na seção A .3 .Um cabo deve suportar uma carga uniformemente distribuída de 1 t/m segundo o seu vão.Introdução ao esiudo d a d o s 293 São dados: ol. Iii-23 . com um comprimento total de 110 m. O atrito e as dimensóes da roldana em C são despreziveis. Eab. tendo uma carga distribuída de 0. que é de Som. existindo um desnível de 1 0 m entre os pontos de suspensão.O cabo de uma linha de transmissão suspenso em dois pontos no mesmo nível. de comprimento total = = 185 m. 'r Fig.b = 10-s/oC.

Para pedidos telegráficos deste livm. para pedir 5 exemplares. não é necessário transmitir a letra A. Desejando-se encomendar 10 ou mais exemnlares. é suficiente telegrafar assim: Dicionário . basta indicar o número 2575 A.EDIÇÃO 2575 A . Por exemplo.Rio de Janeiro . . antepondo a esse número a quantidade desejada.52575 A.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful