Curso: Serviço Social 2º Semestre Disciplina: Psicologia Social Professora Tutora presencial: Fabiana Araújo Professora Tutora EAD

: Helenrose Pedroso Coelho

HUMILHAÇÃO SOCIAL E INVISIBILIDADE PÚBLICA

Componentes: Neide Avelino de Castro Alexandro Caetano de Assis Ubirajara Vieira Silva Rosiane Aparecida Oliveira Takenaka

RA: 285980 RA: 285340 RA: 296003 RA: 285966

Brasilia DF. Abril de 2011

HUMILHAÇÃO SOCIAL E INVISIBILIDADE PÚBLICA Brasilia DF. Abril de 2011 .

Introdução Aqui pretendemos fazer análise de textos e estudos sobre a Humilhação social. Brasilia DF. e uma de suas principais consequências a invisibilidade pública. Abril de 2011 . Analisaremos este mal da sociedade e buscamos compreender como tal se manifesta e quais seus efeitos.

um Estado Democrático de direito a cidadania. Ser rico foi e ainda é uma imposição do capitalismo para com a sociedade. fundamento da Constituição. Com tanta Brasilia DF. com soluções pacificadoras. tende a ser social e ao mesmo tempo individual. principalmente para os pais de uma vida melhor com dignidade para os seus. Ter posses era uma demonstração do consenso da sociedade com relação ao trabalho. que resguarda a dignidade da pessoa humana com seus valores sociais sem a grande humilhação social. como visão ampla do mundo. sempre impulsiona uma ação. ou seja. já que uma razão. é o ser social que vai determinar a sua consciência segundo Marx. enquanto tantos estão em palacetes luxuosos não é fácil aceitar.. A visão cosmo.Humilhação Social Não há como relatar o texto “Humilhação Social” sem citar dois grandes filósofos com grande capacidade e competência de falar e dialogar: Freud e Marx. ou mesmo uma emoção. Direitos. de justiça para a vida. Quando se fala em dignidade do ser humano trata-se da sua inserção no Estado Democrático com seus direitos. pois assumindo essa inferioridade o cidadão assume a imposição da sociedade. tem-se uma sociedade igualitária e digna. Sendo esses os valores de uma sociedade fraterna. consequentemente. com a estrutura do ser humano. É o seu pensar e agir isso tudo mexe com o ego. Num mundo com tanta desigualdade onde o ser humano muitas vezes não tem uma casa. a razão. “pais da psicanálise”. capaz de saber os seus direitos e. há também excesso de comodismo. principalmente para a grande massa de uma sociedade excluída. sendo a maneira como nos entendemos e nos relacionamos com o mundo e com as pessoas. pois o sofrimento da falta de um Estado Democrático onde o descaso e o descuido são muito grandes. Um grande alvo da humilhação social é o posicionamento de inferioridade do cidadão. e desse modo assegura-se a liberdade de expressão. atitude contemplada com normalidade. mas para isso ocorra é necessário uma razão. para os discriminados. Quem determina um ser não é a sua consciência. O ser humano pode mudar tudo. o bem estar. o mais importante é a busca incansável no sentido de transformação. Promessas criam expectativas. a justiça. pois muitas vezes falta oportunidade. Abril de 2011 . a igualdade. Todavia. ao progresso socioeconômico. liberdade e garantias reconduziriam o ser humano à condição de cidadão e detentor de dignidade da pessoa humana. os direitos sociais e individuais dentro de um sistema capitalista. Para Freud o passado é que determina o futuro. no entanto.

Não são respeitados os direitos. à educação e tantas outras coisas mais. do ponto de vista social é surpreendente a desigualdade. principalmente no interior do país. visto que a maior parte da população não tem acesso à saúde. isso para não dizer que tem uma parte grande que morre de fome. e as pessoas estão esquecidas talvez recebendo as migalhas dos países dominantes. é muito urgente resolver esses tipos de problemas. onde as pessoas pouco se conhecem. o sustento com isso eles não sairiam do campo para as grandes cidades onde tudo precisa do dinheiro. A generosidade. o homem moderno precisa ficar atento às evoluções e tentar acompanhar. não perde. naturalmente. difícil encontrar solução para tanta desigualdade. Somente com a ética e moral o interesse social pode harmonizar a natureza econômica com o valor social. A solidariedade praticamente inexiste. A palavra globalização tão dita nos últimos anos. pois as consequências do resultado final podem ser até mesmo fatais. mas a alimentação. Abril de 2011 . Se um indivíduo abandona a sua peculiaridade em favor da massa e deixa de produzir. muitas das vezes quando tem recurso falta à vontade. infelizmente a tecnologia não consegue aproximação aos habitantes da mesma maneira. Enquanto perdurar essa relação é. pode ser compreendida de maneira bem simples por meio da seguinte exemplificação: apenas uma pequena minoria tinha ou tem acesso ou mesmo condições para comprar um computador. assim garantiria a sobrevivência. quando as Brasilia DF. É possível um mundo onde todas as pessoas trabalhem e gostam do que faz respeitando as diferenças. mas que apenas uma minoria entende ou entendeu. ética e verdade estão mal. no homem do campo. Ainda existem locais que se quer possui eletricidade. na verdade são os mesmos clãs políticos que vão ao longo dos tempos se consolidando. mesmo não mostrando claramente sua faceta. Os governantes deveriam investir grande parte dos recursos na agricultura familiar. um mundo onde podemos recolher o nosso lixo e não esperarmos o outro recolher. poderes políticos que vão passando para filhos. Existe uma população esquecida que às vezes só apareceu nos noticiários dos jornais por causa de uma estatística que alguém lembrou acerca da pobreza. a água potável sim. a solidariedade nos indivíduos e a sua conduta moral é que pode vencer os valores individuais tanto para o bem como para o mal. Talvez um computador não seja tão importante à vida. O ser humano que descobre que tem a força. pois tem que ser um jogo rápido para o lucro ser também rápido e a qualidade de vida para a população estão em segundo plano. grande parte da população vive com o mínimo necessário para sobreviver. pensa que faz porque tem a necessidade de estarem em harmonia com os outros e não de se opor. O capitalismo é um grande problema. netos. principalmente em cidade grande. O coronelismo continua presente. A ação e a reação tem que andar juntas com os habitantes. etc.dificuldade o índice de criminalidade aumenta.

sob o mesmo céu e sobre a mesma terra porque estamos nessa disputa ferrenha? Temos que nos unir para podermos vencer os desafios de cada dia. É preciso uma mudança primeiramente de nós mesmos e depois olhar para o seu. É o respeito independente da crença ou da sua origem. buscam trazer a tona e tentar explicar tal doença que insiste em se manter no cerne da estrutura social brasileira. E. precisamos resgatar a humanidade com uma luta de crescimento. para o outro. as pessoas ainda são o que possuem. pois acredita que os mesmos não levam em conta ou se atrelam a um único fator para explicar a desigualdade social brasileira. autores como Jessé Souza e Fernando Braga da Costa. é o reconhecimento do homem e não uma norma que tem de ser seguida. A Desigualdade Social é impregnada na sociedade brasileira. O mundo é muito complexo e todos nós estamos inseridos nesse sistema. mostrando apenas sua aparência e escondendo as demais qualidades. camuflando a realidade. a agressividade são dissociados. mascarando. assim cada um poderá ajudar o semelhante que também precisa sobreviver. A massa organizada acaba expressando o sentimento. na qual a integridade e a inviolabilidade da pessoa humana. ou seja. pois a dignidade é um valor. no entanto se vivemos em um planeta. Para Jessé Souza não é o suficiente apenas descrever a realidade da população socialmente humilhada e desta forma definir o que é desigualdade e sua origem. quando fala sobre a aparição. Para o mundo. o princípio do respeito à liberdade. Abril de 2011 . Em suas obras o autor critica vários outros estudiosos. Souza diz que Sérgio Buarque de Hollanda defende que os brasileiros se definiram através de uma busca em se tornar iguais aos portugueses. Diz Brasilia DF. somos partes do mundo e ele de nós. Quando Marx diz que a reificação é a transformação de ideias em verificar. Dignidade e liberdade estão juntas à pessoa humana. ele quis dizer que a burguesia é a classe dominante do modo de produção capitalista e vive em um mundo de aparências. à justiça e a paz tem o reconhecimento à dignidade e aos direitos iguais do ser humano. quando se defende o direito a morrer com dignidade. contudo. Para ele é necessário ir a fundo na formação dos sujeitos “invisíveis”. buscar entender a sociedade em seu todo e também sua história.pessoas estão unidas. Em determinada ocasião a dignidade vem à frente da própria vida. Desse modo. ainda estamos empenhados em uma luta para o crescimento da humanidade no sentido de desenvolvimento de potencialidade como o amor. consequentemente resgataremos o respeito “próprio” e encontraremos o reconhecimento da dignidade da pessoa humana. confirmar ou mesmo conferir a independência das forças. as pessoas participam do que lhe dão prazer. pelas condições econômicas individuais.

A pesquisa demonstra e relata a humilhação social sofrida na pele pelo autor e pelos garis. Souza em suas obras sempre tenta explicar a história da identidade brasileira e também qual o inicio da desigualdade no Brasil. Jessé Souza se interessa mais pelos estudos de Gilberto Freyre. Outra questão que Souza retoma é a relação entre negros e portugueses. Outra observação de Freyre. a etonografia. ela é próxima e distante ao mesmo tempo. Para ele a desigualdade surge ramifica-se e se mantém por motivos fortes. Jessé Souza esforça-se para romper com as explicações tradicionais encontradas na sociologia brasileira. Fernando Braga da Costa se utiliza de uma psicologia critíca. e concorda com os pensamentos do autor sobre as caracterisiticas e valores que se tornaram dominantes na sociedade brasileira. esta pode ser considerada que tem um compromisso social. a independência e a abolição da escravatura. Esta criticidade é essencial para que ele ofereça uma visão completa da invisilidade social e das suas influências na sociedade brasileira. que seleciona seus indivíduos. (SOUZA. uma ralé. Jessé Souza critica muitos autores que comparam o Brasil aos Estados Unidos. Assim os negros foram libertos porém não havia mais uso para os mesmos formando uma classe rejeitada. uma invasão de práticas européias burguesas. por espaços habitados por brancos e negros. Ela. a chamada “ocidentalização” do Brasil. Inserindo-se entre seus objetos de estudo os garis da USP. Assim. 2003). e estas trazem a desiguldade junto consigo. mas também da adoção destas práticas. Critica fortemente o “iberismo” criado entre a cultura Brasileira e Estadunidense. Para compreender seu objeto de estudo ela não apenas acompanha e observa seu objeto de estudo. mas sim. Também fala sobre a desigualdade em forma geográfica. Abril de 2011 . A melhor explicação de Souza para a desigualdade é que nas “periferias as práticas modernas são anteriores às ideias modernas”. No século XIX houve a chegada da família real. que se deu com a chegada da Familia Real na colônia. Não é a cultura brasileira que busca a modernização do país. e não se pode acostumar-se a essa idéia. a desigualdade não deriva apenas da colonização. procurou acompanhar a rotina destes para poder caracterizar e vivenciar as dificuldades diárias de uma classe desprezada socialmente. também foi essencial para a obra de Souza. Para tal ele se utiliza de um metódo de pesquisa antropólogico. Brasilia DF. ele se torna um deles.também que muitos autores definem a cultura como algo hereditário e ligado a cultura lusitana.

confiança e espaço para debate. Abril de 2011 . Há um compromisso social do autor verdadeiro. A invisibilidade social para Costa. Ele compõe sua pesquisa através de dois metódos a observação participante e numa entrevista onde busca histórias de vida. ele também faz uma interlocução com as demais áreas das ciências humanas. Ele em seu mestrado reconheceu que o trabalho de gari – considerado um trabalho braçal e subalterno – é marcado pela humilhação social. chegando a não ser reconhecido por seus colegas. Jessé Souza conclui que o desejo dos “invisíveis” era ser visto. Assim após passar dez anos trabalhando e participando da vida de um grupo de garis. principalmente pela invisibilidade pública. Costa traz a tona desigualdade que muitos insistem em não ver. o desaparecimento no meio da sociedade. Assim cria-se o dialógo. Para um real entendimento dos oprimidos é necessário uma imersão em seu mundo. Ao “menos-cidadãos”. é o resultado da humilhação social. tem sua origem principal no antagonismo de classes. tornar-se gente. mas a pesquisa do autor buscou lidar tanto com o grupo e também com cada indivíduo. Souza busca entender e explicar essa distância entre classes e tornar público o desejo de participação da sociedade como um todo dos invisíveis. Costa busca romper esta invisiblidade quando adentra no cotidiano dos “menoscidadãos”. Porém deve se tomar cuidado ao inserir-se dessa forma. ele sente na pele esse esquecimento. Tal invisibilidade Brasilia DF. Assim o que vem de Classes “inferiores” não interessa a ninguém e a nenhuma outra classe. o homem só é reconhecido quando contribui para a o Estado. mas se sentir agraciado caso algum destes lhe for garantido. o autor Fernando Braga da Costa. e passa a mostrar claramente pessoas esquecidas por muitos. pois ele se enganja com o contexto social e busca compreender a realidade deles a todo momento. O autor durante o processo de pesquisa de campo também sofreu com a invisibilidade pública. e esta é resultado de um olhar estreito. criando-se também um retrato dos indivíduos. vem através de seu doutorado fazer uma reflexão sobre a vida e as experiências de dois garis aposentados: Moisés e Nilce.Costa combate a psicologia individualista e se volta para as relações interpessoal e para a comunidade em que vivem. esses sujeitos podem ser definidos como menos-cidadãos. Tal “invisibilidade”. pois corre-se o risco de se voltar apenas para um lado da moeda. As enormes diferenças sociais e econômicas prejudicam o poder de comunicação entre os seres humanos. e defender em demasia apenas uma classe. para Sposati (1995). não lhe cabem exigir direitos.

O autor se integrou de forma a não ser considerado mais um corpo estranho no grupo de trabalhadores. uma luta de classes econômicas e sociais. pertencem a uma classe de trabalho braçal e desqualificada pelas classes superiores. como lembranças variadas. Toda sua convivência também foi útil. Abril de 2011 . das histórias e convivências dos mesmos para demonstrar e representar a humilhação social. quando esta é dirigida a outros seres humanos. o indivíduo é perceptivel só que em um nível rebaixado. o autor deu conteúdo ao seu doutorado. Muitas vezes nem mesmo enxergamos estes trabalhadores que desempenham um papel de muita importância atualmente. afetando a ação dos trabalhadores. o comandante limita-se a dar suas ordens enquanto o comandado se limita a segui-las. Tais insultos e situações constrangedoras afetam toda uma classe. faz perder a voz e baixar a cabeça. Muitos são moradores de rua. montanhas de lixo têm seu destino para a reciclagem graças a esses trabalhadores. Brasilia DF. Os seres humanos têm sua percepção alterada. ou vivem no entorno de Brasília. Carroceiros de Brasília Os carroceiros de Brasília. como uma luta. desaparecer a imagem da pessoa e tais condições trazem efeitos chocantes. A invisibilidade pública afeta até em momentos em que não há o confronto entre os opostos. Por meio da interpretação das histórias e da experiência do autor e dos conhecimentos de outros estudiosos.chateia a quem sofre. Atráves da conversa informal e sem roteiros pode-se obter a verdade de forma pura. Trabalham com materiais que podem ser reciclados. As classes mantêm seus papéis. sua ambientação e intimidade com os entrevistados. A invisibilidadepública é a expressão de dois fenômenos psicossociais: Humilhação social e reificação. porém quando se trata do ser invísivel a visão não se altera o suficiente. Usou da oralidade. Esta situação se torna-ra uma questão política. ou carregando entulhos ou objetos de um local a outro. como fato natural. todo o grupo. Esta já se apresenta comum na sociedade.

Com histórias diferentes mas que se cruzam. muitos se entregam as drogas e a bebida. Brasilia DF. estes indivíduos normalmente se originam de outros estados. sofrem violência por forças repressoras do estado.Excluídos e muitas vezes acusados de serem marginais. Abril de 2011 . vivem de forma simples e sempres buscando formas de melhorar de vida. nem sempre é o que encontram. Mas seguem trabalhando e sobrevivendo as intempéries da vida na Capital Federal. e vem para Brasília buscando uma vida melhor.

causando um estranhamento e necessidade de não se envolver mais com as classes superiores. onde se congelam os papéis dos indivíduos na sociedade e se cria uma invisibilidade das classes mais pobres. Brasilia DF. Através da comunicação direta e inserção nestes grupos é possível criar vinculos e através deles compreender os efeitos e motivos dessa desigualdade e invisibilidade pública.Conclusão Após leitura e discussão dos textos. concluimos que a humilhação social. O que degrine e deprime os individuos dessa classe. através do dialógo é possivel a compreensão de qualquer situação e sua análise nos revela as repostas para o melhoramento do dia-a-dia. Assim podemos tentar moldar a sociedade para uma nova realidade e aprender com toda a individualidade que existe nas pessoas. vem de uma antiga luta de classes um estreitamento de visão. Abril de 2011 .

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