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Relatório de Estágio em Artes Marciais

O documento é um modelo de relatório de estágio curricular obrigatório em Educação Física, detalhando a experiência do aluno em iniciação esportiva em artes marciais. O estágio, supervisionado por um professor experiente, envolveu atividades práticas e pedagógicas com crianças e adolescentes, enfatizando a importância do ensino técnico e valores como disciplina e respeito. O relatório inclui seções sobre a introdução, caracterização do ambiente de estágio, atividades desenvolvidas, discussões e considerações finais, além de recomendações para a elaboração do documento.

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Relatório de Estágio em Artes Marciais

O documento é um modelo de relatório de estágio curricular obrigatório em Educação Física, detalhando a experiência do aluno em iniciação esportiva em artes marciais. O estágio, supervisionado por um professor experiente, envolveu atividades práticas e pedagógicas com crianças e adolescentes, enfatizando a importância do ensino técnico e valores como disciplina e respeito. O relatório inclui seções sobre a introdução, caracterização do ambiente de estágio, atividades desenvolvidas, discussões e considerações finais, além de recomendações para a elaboração do documento.

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NOME DA FACULDADE
[arial14, caixa alta, sem negrito, centralizado]

CURSO

NOME DO ALUNO

RELATÓRIO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO EM (NOME


DO CURSO)
[arial 14, caixa alta, negrito, espaçamento 1,5 entre linhas]

Público
Cidade
Ano

NOME DO ALUNO

RELATÓRIO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO EM (NOME


DO CURSO)
[ARIAL 14, CAIXA ALTA, NEGRITO, ESPAÇAMENTO 1,5 ENTRE LINHAS]

Relatório de Estágio apresentado ao Curso de (Nome do


Curso) da IES (Nome da Instituição), para a disciplina
de Estágio Curricular Obrigatório em (Nome da
Disciplina de Estágio)
Coordenador de Curso: (Nome do Coordenador de
Curso)

Cidade

Público
Ano

Público
SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO 5
2 CARACTERIZAÇÃO DO AMBIENTE DE ESTÁGIO (escola e/ou empresa) 6
3 ATIVIDADE DESENVOLVIDAS 7
4 DISCUSSÕES 8
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS 9
REFERÊNCIAS 10

[ATENÇÃO APAGAR ESTAS RECOMENDAÇÕES AO CONCLUIR O


RELATÓRIO]

RECOMENDAÇÕES GERAIS PARA A ELABORAÇÃO DO


RELATÓRIO

Público
● Anote, durante o desenvolvimento das diferentes atividades as observações,
sugestões e ideias importantes que forem surgindo.

● Rascunhe antes os dados a serem utilizados no relatório.

● Seja objetivo, não sobrecarregando o texto com detalhes desnecessários.

● Limite-se ao trabalho, evitando abordar assuntos paralelos e pessoais.

● Dê mais ênfase ao trabalho realizado, do que à simples observação e


descrição.

● Não faça afirmações sem comprovação.

● Não faça críticas pessoais.

● A redação deve ser correta e clara: use parágrafos curtos, voz ativa, verbo no
infinitivo. Evite adjetivos e empregue a terminologia técnica adequada.
Apresente dados numéricos sempre que possível, no lugar de expressões:
muitos, poucos, alguns.

● Use abreviações e símbolos adequadamente.

● As ilustrações devem ser claras e legíveis. Não sobrecarregue o relatório com


material complementar desnecessário.

● Observe a ordem das partes que formam o relatório.

● Lembre-se que o sumário é obrigatório e deve anteceder o texto. Por ser uma
parte que depende das demais, já concluídas e ordenadas, deixe o sumário
para ser feito por último.

● Não comece título de seção ao pé da página.

Público
● Ao finalizar o texto, verifique a ortografia, o vocabulário, a gramática e as
normas da ABNT.

Normas gerais para a elaboração de documentos técnicos.

Não serão aceitos arquivos enviados em PDF.

No caso de identificação de qualquer fragmento de similaridade, o trabalho será


invalidado.

A formatação do texto deverá seguir os padrões normativos da ABNT, para


trabalhos científicos.

A fonte do texto deve ser Times New Roman ou Arial, tamanho 12, com
espaçamento de 1,5 entre as linhas, parágrafo de 3 cm.

No máximo 15 páginas, contando a capa.

Pode-se consultar como referência complementar o Manual de Normalização da


Faculdade Pitágoras / Organização: Camila Camilozzi Alves Costa de A. Araújo;
colaboração: Ada Magaly Matias Brasileiro... [et al.]. – Belo Horizonte: Faculdade
Pitágoras, 2012. 51 p.

Público
6

1 INTRODUÇÃO

Durante minha trajetória no curso de Educação Física, compreendi a importância do


estágio supervisionado como parte fundamental da formação acadêmica. No
Primeiro semestre de 2025, realizei o Estágio Curricular Obrigatório na área de
iniciação esportiva em artes marciais, com carga horária total de 120 horas. Essa
experiência prática foi essencial para integrar os conhecimentos teóricos adquiridos
em sala de aula com a realidade da atuação profissional, ampliando minha
percepção sobre os desafios e as possibilidades da prática pedagógica.

O estágio foi desenvolvido sob a supervisão do professor Rodrigo Poderoso de


Souza, profissional autônomo com ampla experiência no ensino de artes marciais,
especialmente jiu-jitsu. As atividades foram realizadas em turmas de iniciação
esportiva formadas por crianças e adolescentes, com aulas organizadas em espaços
alugados e estruturados especificamente para o desenvolvimento técnico e
educativo da modalidade. Mesmo em formato autônomo, o trabalho do professor
demonstrou um alto nível de organização, planejamento e compromisso com a
formação esportiva e cidadã dos alunos.

Ao longo do estágio, participei de forma ativa no apoio às aulas, observando e


auxiliando na aplicação de técnicas básicas, na condução de atividades motoras e
na organização do ambiente de treino. Essa vivência permitiu compreender de forma
prática o processo de ensino-aprendizagem nas artes marciais, valorizando não
apenas os aspectos técnicos, mas também os educativos e sociais que envolvem o
esporte.

Objetivo Geral:
Vivenciar e compreender o processo pedagógico na iniciação esportiva em artes
marciais, com foco na formação de crianças e adolescentes, contribuindo para a
formação profissional no campo da Educação Física.

Objetivos Específicos:

● Observar e participar das aulas práticas de jiu-jitsu com o professor


supervisor;
7

● Auxiliar na aplicação de atividades técnicas, motoras e lúdicas;

● Desenvolver habilidades pedagógicas, comunicacionais e organizacionais;

● Refletir sobre o papel do profissional de Educação Física na formação


esportiva de base;

● Relacionar teoria e prática no contexto do ensino das artes marciais.

Este estágio foi fundamental para o meu desenvolvimento como futuro profissional
de Educação Física, pois possibilitou uma vivência real da atuação docente em um
contexto menos institucionalizado, porém altamente formativo. O contato direto com
os alunos, o acompanhamento do planejamento das aulas e a prática
supervisionada me proporcionaram uma visão mais concreta sobre o potencial
educativo das artes marciais e a importância do educador no processo formativo.

Ao longo deste relatório, apresentarei a caracterização do ambiente de estágio, as


atividades realizadas, bem como uma análise crítica das experiências vividas. O
objetivo é relatar e refletir sobre a prática desenvolvida, destacando os aprendizados
e desafios enfrentados nesta etapa fundamental do meu percurso acadêmico.
8

2 CARACTERIZAÇÃO DO AMBIENTE DE ESTÁGIO (escola e/ou empresa)

O estágio curricular foi realizado em uma academia voltada ao ensino de artes


marciais, sob a supervisão do professor Rodrigo Poderoso de Souza, ministrando
aulas regulares de jiu-jitsu voltadas para crianças e adolescentes em fase de
iniciação esportiva. O espaço físico da academia era utilizado por diferentes
profissionais, cada um responsável por sua própria metodologia, planejamento e
turmas específicas.

A área de atuação do campo de estágio concentrou-se no ensino da modalidade jiu-


jitsu, com foco no desenvolvimento técnico, físico e educacional dos alunos. As
aulas ocorriam em um tatame apropriado, com turmas divididas conforme o nível de
experiência dos praticantes. Não havia estrutura administrativa formal, já que o
professor era o responsável direto pela condução das aulas, organização do espaço
e acompanhamento dos alunos.

O público atendido era composto majoritariamente por crianças e adolescentes, com


idade entre 8 e 14 anos, de ambos os sexos. Os alunos frequentavam as aulas com
o objetivo de iniciar-se na prática esportiva, desenvolver habilidades motoras,
aprender técnicas básicas de jiu-jitsu e também fortalecer valores como disciplina,
respeito e cooperação.

Durante o período de estágio, não houve atividades relacionadas à comercialização


de produtos ou serviços adicionais. Toda a estrutura da aula era voltada ao processo
de ensino-aprendizagem e à formação esportiva dos alunos. A atuação do professor
era individual, sem outros funcionários fixos, exceto pela presença de dois
estagiários que auxiliaram nas atividades: eu e outro colega do curso de Educação
Física.

Mesmo em um contexto simples e sem estrutura empresarial formal, o ambiente


proporcionou uma rica experiência de aprendizagem, com atividades práticas
alinhadas à realidade da Educação Física voltada ao esporte educacional. A
metodologia adotada pelo professor era baseada em demonstrações técnicas,
repetição orientada, exercícios em dupla e simulações de luta (rola), sempre
9

respeitando o nível de cada aluno e incentivando o progresso individual.


10

3 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

Durante o estágio supervisionado na área de iniciação esportiva em artes marciais,


tive a oportunidade de atuar de forma progressiva no planejamento, organização e
execução de atividades práticas voltadas ao ensino do jiu-jitsu para crianças e
adolescentes. As aulas acontecem semanalmente, e cada encontro teve um foco
técnico e pedagógico distinto, respeitando os níveis de desenvolvimento motor,
cognitivo e emocional dos praticantes.

Inicialmente, participei da observação direta do comportamento dos alunos, da


metodologia empregada pelo professor e da organização dos treinos. Em seguida,
fui inserido gradualmente na condução das atividades, iniciando com explicações
teóricas sobre ética e respeito no tatame, valores essenciais no ambiente das artes
marciais. A partir disso, os treinos foram organizados em torno de fundamentos
como equilíbrio, base estável, quedas de segurança, rolamentos e movimentações
básicas.

Ao longo das semanas, trabalhei com os alunos técnicas de pegada no quimono,


defesas básicas contra agarrões frontais, posturas em guarda fechada e aberta,
raspagens simples, passagens de guarda e imobilizações. Também houve a
introdução de técnicas mais avançadas, como estrangulamentos, chaves de braço e
combinações de finalizações. Essas atividades foram intercaladas com treinos de
“rola” (simulação leve de combate), nos quais se buscava estimular fluidez, respeito
e aplicação do que havia sido ensinado.

A teoria esteve presente em todas as aulas, principalmente ao discutir os princípios


biomecânicos dos movimentos (como base, centro de gravidade e alavancagem),
fundamentos pedagógicos (como zona de desenvolvimento proximal e
aprendizagem por repetição) e valores educativos da prática esportiva. Segundo
Gallahue e Ozmun (2005), o desenvolvimento motor infantil pode ser estimulado de
maneira significativa através de atividades físicas sistematizadas e lúdicas — o que
se comprovou em diversas aulas nas quais os alunos demonstraram evolução tanto
técnica quanto comportamental.
11

O método adotado pelo professor foi predominantemente demonstrativo e


participativo. As técnicas eram primeiramente demonstradas, depois praticadas em
duplas sob orientação constante. A avaliação dos alunos foi realizada de forma
contínua e informal, por meio da observação de execução correta dos movimentos,
postura no tatame e nível de participação. Como instrumento complementar, utilizei
um diário onde registrei diariamente as atividades aplicadas, comportamentos
observados, desafios enfrentados sobre a prática.

Além disso, organizei a seguinte tabela com um resumo das principais atividades
aplicadas ao longo do estágio:

Semana Atividade Técnica Habilidade Trabalhada


Principal

1 Ética no tatame, base Valores, equilíbrio


estável postural

2 Quedas de segurança, Segurança, domínio


rolamentos corporal

3 Pegada no quimono, Iniciação ao contato,


defesa contra agarrão técnica defensiva básica

4 Guarda fechada e aberta Postura, noções de


controle

5 Raspagem e passagem Transições e fluidez


de guarda técnica

6 Imobilização lateral e Controle, noção de


defesa espaço

7 Estrangulamentos Técnica, responsabilidade


básicos, chave de braço
12

8 Combinações e treino de Aplicação prática,


rola leve respeito ao parceiro

A tabela acima sintetiza a progressão das aulas, que seguiu um modelo de ensino
baseado na repetição orientada e no aumento gradual da complexidade das
técnicas. Esse processo respeitou o tempo de aprendizagem de cada aluno,
permitindo um avanço contínuo, conforme defendem autores como Darido e Rangel
(2005), que destacam a importância de estratégias pedagógicas progressivas na
Educação Física.

Finalizo destacando que a prática das artes marciais no contexto educacional não se
limita ao ensino técnico, mas contribui para o desenvolvimento global do aluno,
promovendo autoestima, disciplina e integração social. O estágio me permitiu
vivenciar essas dimensões e compreender a importância do papel do professor de
educação física como agente formador de valores por meio do esporte.
13

4 DISCUSSÕES

A realização do estágio supervisionado em iniciação esportiva em artes marciais foi


uma experiência extremamente enriquecedora, que me permitiu compreender, na
prática, os desafios e as possibilidades do ensino de jiu-jitsu no contexto da
Educação Física. A atuação direta com crianças e adolescentes exigiu não apenas
domínio técnico, mas também sensibilidade pedagógica, postura profissional e
flexibilidade na condução das atividades. Ao longo das 120 horas, enfrentei
diferentes situações que me levaram a refletir criticamente sobre o papel do
professor de educação física na formação de jovens por meio do esporte.

Um dos principais pontos positivos do estágio foi a oportunidade de vivenciar uma


metodologia de ensino centrada na prática orientada. As aulas seguiam uma
estrutura que combinava demonstração técnica, repetição com correção e aplicação
em situação simulada. Essa abordagem, ainda que tradicional, mostrou-se eficaz,
pois respeitava o tempo de aprendizagem de cada aluno e permitia a consolidação
progressiva das técnicas. Além disso, a metodologia era colaborativa, pois
incentivava o trabalho em duplas, o respeito mútuo e a cooperação entre os
praticantes — princípios fundamentais nas artes marciais.

Entre as vantagens observadas, destaco a autonomia dada aos alunos para


explorarem as técnicas após as explicações, a constância dos treinos e a
preocupação do professor com a formação integral dos alunos, indo além do
aspecto físico. Os treinos não se limitavam à execução mecânica dos movimentos,
mas eram permeados por conversas sobre respeito, disciplina, autocontrole e
responsabilidade. Isso contribuiu para um ambiente de aprendizagem mais
significativo e motivador, onde os alunos se sentiam valorizados e respeitados.

Por outro lado, algumas limitações também foram evidenciadas. Não havia materiais
didáticos complementares, registro sistemático de avaliação ou acompanhamento
individual estruturado. A ausência de recursos tecnológicos, como vídeos
explicativos ou gravações das aulas, dificultou o processo de feedback mais visual
para os alunos. Também senti falta de instrumentos de avaliação mais objetivos,
como fichas de observação ou planos individuais de desenvolvimento técnico.
14

Do ponto de vista da minha formação, identifiquei inicialmente uma dificuldade em


adaptar a linguagem às diferentes idades, manter a atenção dos alunos mais jovens
e oferecer correções claras sem interromper o fluxo da aula. Aos poucos, com a
observação constante do professor e a prática orientada, fui desenvolvendo mais
segurança, clareza na comunicação e habilidade para lidar com grupos
heterogêneos. Outro desafio foi gerenciar o tempo das atividades e manter o
engajamento dos alunos nos momentos de maior dispersão.

O relacionamento com o professor foi bastante positivo, baseado no diálogo aberto,


troca de experiências e liberdade para sugerir atividades. Também tive uma boa
convivência com o outro estagiário, o que facilitou o trabalho em equipe e permitiu
dividir responsabilidades, especialmente nos momentos de organização do tatame e
supervisão de pequenos grupos. Essa convivência contribuiu para o
desenvolvimento de competências interpessoais importantes, como cooperação,
empatia e liderança.

Como solução para algumas limitações observadas, sugeri ao professor a criação de


um caderno de registro semanal, onde ele pudesse anotar a evolução técnica dos
alunos, dificuldades frequentes e sugestões de atividades futuras. Também propus,
ao final do estágio, que fossem aplicadas pequenas autoavaliações com os alunos
mais velhos, para que pudessem refletir sobre seu próprio desempenho e
estabelecer metas pessoais.

Em suma, o estágio foi fundamental para consolidar minha compreensão sobre o


ensino de artes marciais na Educação Física. A prática me mostrou que o conteúdo
técnico é importante, mas que o verdadeiro impacto da atividade física está na forma
como ela é conduzida. O ambiente do tatame tornou-se uma extensão da sala de
aula, onde não apenas se aprende a lutar, mas também a respeitar, ouvir, cooperar
e evoluir como pessoa.
15

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS

A experiência vivida durante o Estágio foi de grande relevância para minha formação
acadêmica e pessoal. Ao longo das atividades desenvolvidas, tive a oportunidade de
aplicar conhecimentos adquiridos nas disciplinas do curso de Educação Física,
especialmente aqueles relacionados à iniciação esportiva, desenvolvimento motor,
didática e pedagogia do esporte. O contato direto com alunos em processo de
aprendizagem e com o professor contribuiu significativamente para meu
amadurecimento profissional.

Os objetivos propostos para o estágio foram plenamente alcançados. Consegui


compreender e participar de todo o processo pedagógico envolvido na prática do jiu-
jitsu com crianças e adolescentes, desde o planejamento até a execução das aulas.
As atividades realizadas proporcionaram vivências práticas que ampliaram minha
visão sobre o papel do professor de educação física no ensino de modalidades
esportivas, principalmente em ambientes menos institucionalizados, como foi o caso
do estágio com o professor Rodrigo Poderoso de Souza.

O estágio também me permitiu vivenciar a rotina do profissional que atua com artes
marciais, observando de perto os desafios enfrentados no dia a dia, como o controle
da turma, a adaptação das atividades para diferentes faixas etárias e a condução de
aulas com recursos limitados. Esses aspectos foram importantes para que eu
pudesse desenvolver habilidades de improvisação, empatia, comunicação e
liderança.

O contato com meu colega estagiário e com o professor foi positivo e construtivo.
Compartilhamos responsabilidades e aprendizados, o que favoreceu um ambiente
colaborativo e de troca constante. Essa convivência também me preparou para
futuras interações profissionais e para o trabalho em equipe, que é essencial na
atuação em ambientes educacionais e esportivos.

De maneira geral, considero que o estágio foi extremamente satisfatório. A vivência


prática consolidou meus conhecimentos teóricos e reforçou a certeza de que a
atuação no campo esportivo pode transformar vidas, promovendo saúde, disciplina e
16

cidadania. A experiência foi rica em aprendizados e contribuiu significativamente


para minha formação profissional.
17

REFERÊNCIAS

DARIDO, Suraya Cristina; RANGEL, Irene Conceição Andrade. *Educação Física na


escola: implicações para a prática pedagógica*. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2005.

GALLAHUE, David L.; OZMUN, John C. *Compreendendo o desenvolvimento motor:


bebês, crianças, adolescentes e adultos*. 5. ed. São Paulo: Phorte, 2005.

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