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Jéferson Cabrelon Planejamento e Prevenção a Emergências e Acidentes Industriais

Jéferson Cabrelon

Planejamento e Prevenção a Emergências e Acidentes Industriais

ApresentAção É com satisfação que a Unisa Digital oferece a você, aluno(a), esta apostila de

ApresentAção

É com satisfação que a Unisa Digital oferece a você, aluno(a), esta apostila de Planejamento e Preven- ção a Emergências e Acidentes Industriais, parte integrante de um conjunto de materiais de pesquisa vol- tado ao aprendizado dinâmico e autônomo que a educação a distância exige. O principal objetivo desta apostila é propiciar aos(às) alunos(as) uma apresentação do conteúdo básico da disciplina.

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sUMÁrIo IntroDUção 5 1 pLAneJAMento e preVenção A eMerGÊnCIAs e ACIDentes InDUstrIAIs 7 1.1 Objetivo

sUMÁrIo

IntroDUção

5

1 pLAneJAMento e preVenção A eMerGÊnCIAs e ACIDentes InDUstrIAIs

7

1.1 Objetivo e Características

7

1.2 Estrutura

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1.3 Implantação e Manutenção

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1.4 Resumo do Capítulo

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1.5 Atividades Propostas

10

2 MoDeLo De pLAno De eMerGÊnCIA

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2.1 Utilizados

Formulários

13

2.2 Atividades

13

2.3 Ações de Emergência

14

2.4 Relação de Equipamentos de Emergência

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2.5 Treinamento

22

2.6 Outros Treinamentos

23

2.7 Resumo do Capítulo

24

2.8 Atividade Proposta

24

respostAs CoMentADAs DAs AtIVIDADes propostAs

25

reFerÊnCIAs

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AneXos

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IntroDUção O gerenciamento de riscos em instalações ou atividades perigosas deve contemplar medidas, tanto para

IntroDUção

O gerenciamento de riscos em instalações ou atividades perigosas deve contemplar medidas,

tanto para prevenir a ocorrência de acidentes maiores, o que requer a atuação sobre as frequências de ocorrência de falhas que possam acarretar acidentes, bem como sobre as possíveis consequências desses acidentes, caso os mesmos venham a ocorrer, minimizando assim os impactos causados as pessoas e ao meio ambiente.

O Plano de Emergência é parte integrante de um Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) de

modo que danos causados por acidentes possam ser minimizados ao máximo. Um pré-requisito para a elaboração de um plano de emergência adequado, para fazer frente aos possíveis danos causados por acidentes em uma instalação industrial, é um detalhado estudo de análise de riscos, de modo que as tipologias acidentais, os recursos e as ações necessárias para minimizar os impactos possam ser adequa- damente dimensionados.

Assim, o estudo de análise de riscos deve ser considerado um pressuposto básico para a elaboração de um plano de emergência. A limitação dos danos causados por um acidente maior é proporcional ao nível de planejamento. Logo, um plano de emergência adequadamente elaborado e implantado certa- mente tem maior chance de evitar que um acidente se transforme em um desastre.

Jéferson Cabrelon

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1 pLAneJAMento e preVenção A eMerGÊnCIAs e ACIDentes InDUstrIAIs

e preVenção A eMerGÊnCIAs e ACIDentes InDUstrIAIs Trata-se de toda ação no sentido de manter uma

Trata-se de toda ação no sentido de manter uma estratégia para minimizar ou eliminar riscos no momento de emergências de acidentes. Esta situação pode ser tratada de forma muito global, verificando as atenuantes que existem no ambien- te do trabalho ou situações ao redor deste mesmo ambiente. O tratamento para situações específicas, as quais resolvemos dar uma atenção maior, mes- mo que estes riscos sejam eventuais, é o que cha- mamos de Ações de Contingência.

AtAtençãençãoo Prevenção é a palavra mais utilizada na área de Segurança do Trabalho. Porém, poucos
AtAtençãençãoo
Prevenção é a palavra mais utilizada na
área de Segurança do Trabalho. Porém,
poucos trabalhos ou nenhum são feito
para manter uma prática preventiva nos
órgãos públicos e privados.

É muito comum verificarmos na prática que as pessoas de áreas produtivas, ou até mes- mo do Departamento de Segurança do Trabalho, ficam desnorteadas em ocorrência de média ou alta gravidade, sem saber o que fazer e como fazer.

Por estes motivos, é interessante manter um plano de prevenção à emergência e acidentes in- dustriais.

1.1 Objetivo e Características
1.1 Objetivo e Características

Um plano de emergência tem por objetivo fornecer um conjunto de diretrizes e informações, visando à adoção de procedimentos lógicos, técni- cos e administrativos estruturados, de forma a pro- piciar respostas rápidas e eficientes em situações emergenciais.

De modo geral, o plano deve possuir as se- guintes características:

ƒƒpossibilitar que os prováveis danos res- trinjam-se a uma determinada área, pre- viamente dimensionada, evitando que os impactos extrapolem os limites de se- gurança preestabelecidos;

ƒƒcontemplar todas as ações necessárias para evitar que situações internas ou externas às instalações envolvidas no acidente contribuam para o seu agrava- mento;

ƒƒser um instrumento prático, que propicie respostas rápidas e eficazes em situações de emergência;

ƒƒser o mais sucinto possível, contemplan- do, de forma clara e objetiva, as atribui- ções e responsabilidades dos envolvidos.

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1.2 Estrutura
1.2 Estrutura

Conforme mencionado anteriormente, o es- tudo de análise de riscos deve ser um pressupos- to para a elaboração de um plano de emergência, uma vez que dele devem ser extraídas, entre ou- tras, as seguintes informações:

ƒƒcenários acidentais;

ƒƒconsequências esperadas em cada uma das hipóteses acidentais consideradas;

ƒƒpossíveis impactos e áreas afetadas.

Com essas informações é possível planejar a elaboração do plano de emergência, uma vez que passa ser mais fácil o dimensionamento adequado das seguintes ações:

ƒƒisolamento;

ƒƒsinalização;

ƒƒdefinição de pontos de encontro e rotas de fuga;

ƒƒdimensionamento e localização estra- tégica de equipamentos de combate e proteção individual;

ƒƒdefinição de procedimentos de combate a vazamentos e incêndios.

De modo geral, um plano de emergência para o atendimento a acidentes ambientais cau- sados por produtos ou atividades perigosas, deve conter a seguinte estrutura:

ƒƒintrodução;

ƒƒcaracterísticas das instalações e ativi- dades;

ƒƒobjetivo;

ƒƒárea de abrangência;

ƒƒestrutura organizacional;

ƒƒacionamento;

ƒƒprocedimentos de combate:

avaliação;

isolamento e evacuação;

combate a incêndios;

controle de vazamentos;

reparos de emergência;

ações de rescaldo (pós-emergen- ciais). ƒƒAnexos:

Formulário de registro de ocorrên- cias;

Lista de acionamento;

Recursos materiais;

Fichas de informação sobre substân- cias químicas.

O Quadro 1 apresenta um exemplo de estru-

tura organizacional para um plano de emergência, o qual deve, obviamente, ser adaptado para dife- rentes casos. No entanto, as funções apresentadas devem ser contempladas em qualquer plano.

Embora possam ser definidos procedimen- tos padronizados, é importante que para cada uma das hipóteses acidentais previamente estudadas, e seus respectivos cenários de acidentes, sejam defi- nidas ações de combate, compatíveis com os pos- síveis danos esperados. Os resultados dos estudos de consequências, obtidos através de modelos de simulação, podem fornecer importantes dados para a definição de ações específicas, por exemplo, em relação a isolamento e evacuação de áreas, com base nas distâncias atingidas pelos vazamentos ou outros fenômenos previamente estudados.

O Quadro 1 apresenta um exemplo genérico

de ações baseadas nos possíveis impactos decor-

rentes de diferentes cenários de acidentes

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Quadro 1 - Ações de controle de acordo com os impactos esperados

Impacto

Área 1 (risco de vida)

Área 2 (risco à saúde)

Área 3

(mal-estar)

Explosão

Isolamento e evacuação da área.

Remoção de pes- soas.

Isolamento da área.

Incêndio

Isolamento e evacuação da área;

Isolamento e eva- cuação da área.

Uso de roupas es- peciais.

Uso de roupas especiais.

Vazamento

Isolamento e evacuação da área; Uso de roupas e máscaras.

Remoção de pesso- as de alto risco.

Isolamento; Fechamento de portas e janelas.

tóxico

1.3 Implantação e Manutenção
1.3 Implantação e Manutenção
AtAtençãençãoo O sucesso de uma operação de atendi- mento a acidentes maiores está intima- mente
AtAtençãençãoo
O sucesso de uma operação de atendi-
mento a acidentes maiores está intima-
mente relacionado com as ações de res-
posta previstas e desencadeadas por um
plano de emergência.

Para que as ações previstas em um plano resultem efetivamente nos resultados esperados, quando da ocorrência de situações emergenciais, após a sua elaboração, o plano deve ser devida- mente divulgado internamente à instituição, além de ser integrado com outros planos locais e re- gionais, junto a outras entidades que certamente deverão atuar conjuntamente na resposta aos aci- dentes.

A implantação do sistema (plano), além da devida divulgação, está associada ao suprimento

dos recursos humanos e materiais necessários e compatíveis com o porte das possíveis ocorrências

a

serem atendidas.

Da mesma forma, faz parte da implantação

e

manutenção, um programa de treinamento, em

diferentes níveis de dificuldade, contemplando:

ƒƒtreinamentos teóricos;

ƒƒtreinamentos individuais;

ƒƒexercícios de campo;

ƒƒoperações simuladas de coordenação.

Passada a etapa de implantação, um plano de emergência deve ser permanentemente atua- lizado e periodicamente revisado, de acordo com a experiência adquirida ao longo do tempo, tanto em atendimentos reais, quanto nos treinamentos realizados. É importante que a manutenção do pla- no contemple as seguintes atividades:

ƒƒsistema de atualização de informações;

ƒƒregistros dos atendimentos realizados;

ƒƒreavaliação periódica dos procedimen- tos;

ƒƒreposição e renovação de recursos.

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1.4 Resumo do Capítulo
1.4 Resumo do Capítulo

Planejamento e prevenção a emergências e acidentes industriais tratam de toda ação no sentido de manter uma estratégia para minimizar ou eliminar riscos no momento de emergências de acidentes. Esta situação pode ser tratada de forma muito global, verificando as atenuantes que existem no ambien- te do trabalho ou situações ao redor deste mesmo ambiente.

Um plano de emergência tem por objetivo fornecer um conjunto de diretrizes e informações, vi- sando à adoção de procedimentos lógicos, técnicos e administrativos, estruturados, de forma a propiciar respostas rápidas e eficientes em situações emergenciais.

1.5 Atividades Propostas
1.5 Atividades Propostas

1. Quais são os objetivos gerais de um plano de emergência?

2. Para a elaboração de um plano de emergência, quais as informações que devem ser extraí- das?

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2 MoDeLo De pLAno De eMerGÊnCIA Prezado(a) aluno(a), neste capítulo falaremos mais sobre o plano

2 MoDeLo De pLAno De eMerGÊnCIA

Prezado(a) aluno(a), neste capítulo falaremos mais sobre o plano de emergência. Desta vez, abor- daremos um modelo para fixar melhor o conteúdo. Vamos lá?

daremos um modelo para fixar melhor o conteúdo. Vamos lá? At At ençã ençã o o

AtAtençãençãoo

O Plano de Emergência tem como fina- lidade identificar o potencial de risco de acidentes em áreas críticas, estabelecer treinamentos, rotinas, procedimentos e responsabilidades, para o pronto aten- dimento a situações de emergência, tais como incêndio, derramamento e vaza- mento de produtos perigosos.

As situações de emergência decorrem de fa- tores anormais e adversos e que podem ameaçar a integridade física dos trabalhadores e da comuni- dade vizinha, a continuidade do negócio e a manu- tenção dos bens patrimoniais e o meio ambiente.

O plano contempla basicamente os seguin- tes objetivos:

ƒƒMinimizar o risco à vida e de efeitos agu- dos à saúde das pessoas, colaboradores ou não, e ao Meio Ambiente;

ƒƒMinimizar os riscos ao patrimônio;

ƒƒGarantir que as emergências sejam colo- cadas sob total controle, da maneira mais segura e eficiente possível;

ƒƒGarantir que as atividades da planta se- jam normalizadas o mais rápido possível;

ƒƒFornecer informações e notificar as auto- ridades públicas e mídia.

AtAtençãençãoo Todos os colaboradores têm a responsa- bilidade de cumprir o plano de emergên- cia
AtAtençãençãoo
Todos os colaboradores têm a responsa-
bilidade de cumprir o plano de emergên-
cia para que o mesmo seja bem sucedido.

Existem algumas funções inclusas no plano que têm a responsabilidade de orientar e coorde- nar atividades específicas, conforme citada a se- guir.

Setor de Segurança do trabalho - coordenador de emergência:

ƒƒgarantir a elaboração, revisão e imple- mentação dos planos emergenciais;

ƒƒinterromper as atividades da fábrica, se necessário, e retomá-las;

ƒƒcoordenação geral das ações emergen- ciais durante sua ocorrência, minimizan- do os efeitos do acidente e, após avalia- ção, coordenar a recuperação dos danos decorrentes;

ƒƒelaborar comunicações internas entre setores da fábrica e externas, órgãos am- bientais envolvidos de segurança e im- prensa;

ƒƒresponsável pela aquisição dos kits de emergência de derramamento e vaza- mentos;

ƒƒfuncionamento da brigada de incêndio;

ƒƒlegislação Aplicável: ABNT – NBR 14276 – Programa de Brigada de Incêndio.

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SaibaSaiba maimaiss

Termos recorrentes:

ƒƒSituação de emergência: é toda situação que implica em um estado de perturbação parcial ou total da planta, ocasionada pela possibilidade de ocorrência real ou de um even- to indesejável e cuja extensão possa requerer ajuda superior à disponível na empresa e/ou necessitar de procedimentos especiais;

ƒƒ Risco: é a probabilidade da ocorrência de um evento adverso, associada à magnitude do dano que o evento pode causar;

ƒƒ Perigo: potencial de uma fonte, produto ou situação de provocar danos pessoais à pro- priedade, ao meio ambiente ou uma combinação destes;

ƒƒ Incêndio: fogo não desejável e que pode assumir proporções incontroláveis;

ƒƒ Fogo: reação química na qual se dá a oxidação de um composto em presença de calor. É a mistura, em condições ideais, de oxigênio com um combustível qualquer em presença de calor;

ƒƒ Derramamento: toda e qualquer situação que provoca derramamento ou extravasamen- to do produto contido (líquidos, granulados, sais);

ƒƒ Vazamento: toda e qualquer situação que provoca liberação de gases da tubulação, ou cilindro que o contém. Também, o rompimento de produto contido (líquido, granulados, sais);

ƒƒ Análise de risco: processo global de estimar a magnitude de riscos, e decidir se o risco é baixo, médio ou alto;

ƒƒ Incêndio de pequenas proporções: incêndio que, quando identificado, encontra-se no princípio (baixa carga térmica);

ƒƒ Incêndio de grandes proporções: incêndio que, quando identificado, apresenta-se in- controlável (alta carga térmica);

ƒƒ Derramamento de pequenas proporções: decorrente de pequeno derramamento que, se imediatamente combatido com os recursos humanos e materiais disponíveis no local de sua ocorrência, não põe em risco a segurança de pessoas, instalações ou do meio ambiente;

ƒƒ Derramamento de médias proporções: derramamento que, não havendo pronto com- bate ou controle, pode implicar em prejuízo humano, materiais e/ou impactos ambientais, com risco de comprometimento da continuidade operacional da área atingida, e cujo con- trole somente é possível mediante a atuação da brigada de emergência;

ƒƒ Derramamento de grandes proporções: derramamento que põe em risco a segurança de pessoas, instalações e o meio ambiente, atingindo grandes áreas industriais e compro- metendo a continuidade operacional, necessitando para seu controle a intervenção da brigada de emergência;

necessitando para seu controle a intervenção da brigada de emergência; Unisa | Educação a Distância |
necessitando para seu controle a intervenção da brigada de emergência; Unisa | Educação a Distância |

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SaibaSaiba maimaiss

ƒƒ Transbordamento: transbordamento ocorre quando ultrapassa o limite máximo de ca- pacidade de um tanque, poceto, vala de contenção etc.;

ƒƒ Acidente: acidente é um evento não planejado que resulta em morte, doença, lesão, ou dano de qualquer natureza;

ƒƒ Incidente: incidente é quando ocorre um evento não planejado, que tem o potencial de levar a um acidente;

ƒƒ Severidade: severidade é o potencial de dano das consequências em caso de acidente;

ƒƒ Probabilidade: probabilidade é o grau de possibilidade de ocorrer determinado acidente;

ƒƒ Ação Preventiva: ação implementada para minimizar o risco potencial de uma situação;

ƒƒ Ação Corretiva: ação implementada para corrigir uma falha ocorrida;

ƒƒ Descarte de efluentes fora dos padrões: descartes para a rede pública de efluentes do tratamento superficial fora dos padrões estabelecidos no Decreto Estadual 8468/76, art. 18.

padrões estabelecidos no Decreto Estadual 8468/76, art. 18. 2.1 Formulários Utilizados ƒƒ Anexo 1 – Planta
padrões estabelecidos no Decreto Estadual 8468/76, art. 18. 2.1 Formulários Utilizados ƒƒ Anexo 1 – Planta
2.1 Formulários Utilizados
2.1 Formulários Utilizados

ƒƒAnexo 1 – Planta de Localização das sa- ídas de emergências e ponto de encon- tro, no abandono de área;

ƒƒAnexo 2 – Lista Referencial para Comuni- cação em Emergência;

ƒƒAnexo 3 – Relatório de Ocorrência de Si- tuação de Emergências;

ƒƒAnexo 4 – Checklist – Inspeção de Segu- rança;

ƒƒAnexo 5 – Planilha de Levantamento das Situações de Emergências;

ƒƒAnexo 6 – Fluxograma de Tomada de De- cisão.

2.2 Atividades
2.2 Atividades

Metodologia – para cada um dos setores, fo- ram identificadas as categorias de perigo existente:

ƒƒincêndio;

ƒƒderramamento;

ƒƒvazamento;

ƒƒtransbordamento;

ƒƒreações químicas;

ƒƒexplosão;

Levantamento das situações emergenciais:

ƒƒavaliação das situações. Em toda emer- gência deve ser avaliada a situação, para serem realizadas as ações que venham sanar a ocorrência de forma satisfatória, minimizando ao máximo, danos a pesso- as e a patrimônios da empresa, conforme planilha no Anexo 5. ƒƒfluxograma de tomada de decisão: des- crito no Anexo 6.

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2.3 Ações de Emergência
2.3 Ações de Emergência

Ações em Caso de Incêndio

ƒƒIncêndio de pequenas proporções: incêndio que, quando identificado, encontra-se no princí- pio (baixa carga térmica).

Quadro 2 - Ações em caso de incêndio de pequenas proporções

AÇÃO

RESPONSÁVEL

Acionar o alarme de Emergência.

Colaborador do local.

Reunião de Brigada de Emergência, alarme.

Brigada de Emergência/ Cola- borador do local.

Combate passivo.

Brigada de Emergência/ Corpo de bombeiro.

Combate ativo com extintores portáteis.

Brigada de Emergência.

Armação das linhas e uso de hidrantes próximos.

Brigada de Emergência.

Avaliação e acompanhamento da extinção.

Brigada de Emergência.

Rescaldo do Incêndio.

Brigada de Emergência.

Acondicionar o resíduo do incêndio em recipiente e lo- cal adequado.

Brigada de Emergência.

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Planejamento e Prevenção a Ermergências e Acidentes Industriais

ƒƒIncêndio/explosões de grandes proporções: incêndio que, quando identificado, apresenta- se incontrolável (alta carga térmica).

Quadro 3 - Ações em caso de incêndio/explosões de grandes proporções

AÇÃO

RESPONSÁVEL

Acionar o alarme de Emergência.

Colaborador do local.

Reunião de Brigada de Emergência, alarme.

Brigada de Emergência/ Colaborador do local.

Combate passivo.

Brigada de Emergência/ Corpo de bombeiro.

Deslocar os equipamentos de emergência, combate, isolamento da área.

Brigada de emergência.

Resfriamento lateral, corte / remoção do combustível.

Brigada de Emergência/ Corpo de bombeiro.

Corte de energia elétrica.

Manutenção elétrica.

Primeiros socorros.

Brigada de emergência.

Combate ativo.

Brigada de Emergência/ Corpo de bombeiro.

Armação das linhas de hidrantes.

Brigada de Emergência.

Avaliação e acompanhamento da extinção.

Brigada de Emergência.

Rescaldo do Incêndio.

Brigada de Emergência.

Acondicionar o resíduo do incêndio em recipiente e local adequado.

Brigada de Emergência.

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Ações em Caso de Derramamento e Vazamento de Líquidos, Granulados e Sais

ƒƒDerramamento de pequenas proporções: derramamento que, quando identificado, apre- senta extensão limitada apenas ao setor, com o derrame de até 200l de qualquer tipo de pro- duto químico.

Quadro 4 - Ações em caso de derramamento de pequenas proporções

AÇÃO

RESPONSÁVEL

Identificar o material derramado.

 

Cobrir/ isolar as galerias de água pluvial e esgoto.

Colaborador do local.

Conter e absorver o produto.

Rescaldo do Derramamento.

Colaborador do local.

Acondicionar o resíduo do derramamento em reci- piente e local adequado.

Colaborador do local.

Fazer relatório informando ocorrido.

Colaborador do local.

Encaminhar o relatório à segurança do trabalho.

Colaborador do local.

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ƒƒDerramamento de médias proporções: derramamento que, quando identificado, atinge vá- rios setores da fábrica, com derrame entre 201l e 1000l.

Quadro 5 - Ações em caso de derramamento de médias proporções

AÇÃO

RESPONSÁVEL

Acionar o alarme de Emergência.

Colaborador do local.

Reunião de Brigada de emergência, alarme.

Brigada de Emergência/ Colaborador do local.

Comunicar a portaria.

Brigada de emergência/ Colaborador do local.

Comunicar ao coordenador de emergência e a segurança do trabalho.

Portaria.

Identificar o material e isolar a área.

Brigada de emergência/ Colaborador do local.

Avaliar a severidade e extensão do derra- mamento.

Coordenador de emergência/ Segurança do trabalho.

Conter e absolver o material.

Brigada de emergência/ Colaborador do local

Avaliar a eficiência dos meios de controle para limite de extensão.

Coordenador de emergência

Interromper o processo de operações.

Coordenador de emergência

Efetuar o abandono de área.

Coordenador de emergência/ Segurança do trabalho.

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ƒƒDerramamento de grandes proporções: derramamento que, quando identificado, atinge vários setores e/ou áreas externas da fábrica, com derrame de produtos químicos acima de

1000l.

Quadro 6 - Ações em caso de derramamento de grandes proporções

AÇÃO

RESPONSÁVEL

Acionar o alarme de Emergência

Colaborador do local.

Reunião de Brigada de emergência, alarme.

Brigada de Emergência/ Colaborador do local.

Neutralizar a solução/ Produto químico.

Brigada de emergência/ Responsável Quí- mico.

Comunicar a portaria.

Brigada de emergência/ Colaborador do local.

Verificar a existência de vítimas.

Brigada de emergência/ Colaborador do local.

Deslocar equipamentos de emergência para o local.

Brigada de emergência/ Colaborador do local

Avaliar a necessidade de abandono de área geral.

Brigada de emergência/ Colaborador do local

Acompanhar a situação/ reavaliar decisão.

Coordenador de emergência

Avaliar a extensão de danos externos.

Coordenador de emergência/ Segurança do trabalho.

Solicitar comunicação para apoio.

Coordenador de emergência/ Segurança do trabalho.

Comunicação ao bombeiro, ambulâncias, CETESB, Defesa Civil.

Portaria/ Coordenador de Emergência.

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Planejamento e Prevenção a Ermergências e Acidentes Industriais

Ações em Caso de Vazamento de Gases Inflamáveis – Cilindro/ Tubulação

ƒƒVazamento: toda e qualquer situação que provoca liberação de gases da tubulação, ou cilin- dro que o contém, também provoque o rompimento de (líquidos, granulados, sais).

Quadro 7 - Ações em caso de vazamento

AÇÃO

RESPONSÁVEL

Identificar o vazamento.

Colaborador do setor.

Acionar o alarme de Emergência.

Colaborador do local.

Reunião de Brigada de emergência, alarme.

Brigada de Emergência/ colaborador do local.

Eliminar as fontes de calor próximas.

Colaborador do setor.

Corte de energia elétrica do local.

Brigada de emergência/ manutenção.

Interromper o vazamento.

Brigada de emergência/ manutenção.

ƒƒTransbordamento: o transbordamento ocorre quando ultrapassa o limite máximo de capaci- dade de um tanque, poceto, vala de contenção etc.

Quadro 8 - Ações em caso de transbordamento

AÇÃO

RESPONSÁVEL

Acionar o alarme de emergência, se neces- sário.

Colaborador do local.

Identificar o material derramado.

Colaborador do local/ brigada de emergên- cia.

Cobrir/ isolar as galerias de água pluvial e esgoto.

Colaborador do local/ brigada de emergên- cia.

Conter e absorver o produto.

Colaborador do local/ brigada de emergên- cia.

Acondicionar o resíduo do derramamento em recipiente e local adequado.

Colaborador do local/ brigada de emergên- cia.

Brigada de Emergência

nas

ações de combate a incêndios e extinção dos fatores que geraram a situação emer- gencial; ƒƒComponentes: o 10% dos colabora- dores da empresa, abrangendo produ- ção e administração em todos os turnos de trabalho, incluindo colaboradores ter- ceiros;

ƒƒObjetivo:

participar

ativamente

ƒƒAtividades gerais: as atividades desen-

volvidas pelos membros da brigada de emergência consistem na ação em caso de incêndio, derramamento, vazamento e transbordamento, visando à utilização adequada de técnicas para neutralização dos efeitos;

ƒƒResponsabilidade da brigada de emergência: exercer permanentemen- te a prevenção e combater de imedia- to os fatores geradores de situações de

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emergência, acionando, sempre que necessário, o sistema de alarme previsto nos procedimentos. Além disso, atender imediatamente qualquer chamada de emergência e agir sempre no momento oportuno e de maneira eficaz. Participar dos programas de treinamento de aten- dimento a Emergência, para se manter atualizado quanto aos riscos potenciais, saídas de emergência, equipamentos de combate, sistema de sinalização e comu- nicação e demais procedimentos defini- dos no plano.

Abandono de Área

ƒƒObjetivo: garantir, a todos os colabora- dores o abandono do local de trabalho de forma segura, dirigindo o grupo para os locais determinados.

ƒƒAmplitude: deve ser realizado um pla- no de abandono de área para todas as situações emergenciais que, por ventura, possam vir a ocorrer, tendo como foco principal a segurança de todos os cola- boradores no intuito de evitar pânico, quando da execução em caso real;

ƒƒEtapas do programa:

Que o pessoal grave o significado do sinal de alarme;

Que a evacuação do local se faça em boa ordem;

Que seja evitado qualquer pânico;

Que sejam atribuídas as tarefas e res- ponsabilidades específicas aos em- pregados;

Que seja verificado se a sirene de alar- me foi ouvida em todas as áreas; ƒƒAções preliminares: convocação de colaboradores voluntários, abrangendo produção e administração em todos os turnos de trabalho, incluindo colabora- dores terceiros, das fábricas I e III;

ƒƒInstruções teóricas: a instrução teóri- ca será de acordo com os itens mencio-

nados na etapa do programa, na qual ocorrerá a definição das atividades, pelas quais terão passado todos os membros dos grupos;

ƒƒExercícios simulados: deverão ser exercícios ensaiados, onde situações de

emergências são criadas o mais próximo possível da realidade, cujas ações desen- volvidas para o seu controle e extinção serão avaliadas, tendo como referência

o procedimento em vigor, sempre obje- tivando a melhoria contínua;

ƒƒAtribuições e Responsabilidades: atri- buições – garantir a todos os colabora- dores do setor o abandono do local de trabalho de forma segura, dirigindo o grupo para os locais determinados. As responsabilidades do abandono de área serão específicas de acordo com a for- mação dos grupos, comando (exercido

pelo supervisor), auxiliares, cabeça de fila

e fim de fila – todos estes selecionados

entre os colaboradores do próprio setor.

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2.4 Relação de Equipamentos de Emergência
2.4 Relação de Equipamentos de Emergência

ƒƒIncêndio/ Explosão (Planilha exemplo).

Quadro 9 - Equipamentos para incêndio / explosão

Descrição de equipa- mento

Setor

Local

Finalidade

Alarme de Incêndio

Geral

Geral

Reunir a Brigada de Emergência.

Equipamento autônomo

Mistura de Borra- cha

Próximo ao cilin- dro nº 02

Local confinado.

Extintor portátil

Geral

Geral

Combate a principio de Incêndio.

Hidrante

Geral

Geral

Combate a incêndio.

Maca

Geral

Geral

Retirada de vítimas.

Manta

Mistura

Mistura

Local confinado.

Kits de Emergência

Geral

Geral

Contenção de produ- tos químicos

ƒƒDerramamento/ Vazamento de líquidos.

Quadro 10 - Equipamentos para derramamento / vazamento de líquidos

Descrição de equipa- mento

Setor

Local

Finalidade

EPIs

Geral

Geral

Utilização quando necessitar de con- tato com produtos químicos.

Kits de emergência para usar em óleo água.

Usinagem

Próximo as máqui- nas de corte

Fazer barreira de contenção.

Kits de emergência para usar em ácidos/ alcalinos.

Tratamento Su-

 

Fazer barreiras de contenção.

perficial

Tanques

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ƒƒVazamento de gases / Reações Químicas.

Quadro 11 - Equipamentos para vazamento de gases / reações químicas

Descrição de equipa- mento

Setor

Local

Finalidade

EPIs

Geral

Geral

Proteção dos cola- boradores.

Máscara Autônoma

Tratamento Superficial

Tanques

Local confinado.

ƒƒTransbordamento.

Tabela 12 - Equipamentos para transbordamento

Descrição de equipa- mento

Setor

Local

Finalidade

EPIs

Geral

Geral

Utilização quando necessitar de contato com produtos quími- cos.

Kits de emergência para usar ácidos/ alcalinos.

Tratamento Su-

Tanques

Fazer barreiras de con- tenção.

perficial

Kits de emergência para usar em óleo plastifican- te.

Mistura de Borra- cha

Tanque

Fazer barreiras de con- tenção.

Kits de emergência para usar em óleo BPF.

Caldeira

Tanque

Fazer barreiras de con- tenção.

2.5 Treinamento
2.5 Treinamento

ƒƒBrigada de Emergência: todos os briga- distas devem estar aptos para execução de trabalhos em situações de emergên- cia, no intuito de minimizar as consequ- ências do acidente ambiental envolven- do vítimas;

ƒƒFormação: os treinamentos devem ser teóricos e práticos, relativos ao Plano Emergencial, visando manter os partici-

pantes atualizados quanto aos fatores e riscos potenciais, saídas de emergência, equipamentos de combate, sistema de sinalização e comunicação e demais pro- cedimentos definidos no plano;

ƒƒAbandono de Área: instruções teóricas – a instrução teórica será de acordo com os itens mencionados na etapa do pro- grama, na qual ocorrerá a definição das

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atividades e por onde terão passado to- dos os membros dos grupos. ƒƒExercícios Simulados: deverão ser exer- cícios ensaiados, nos quais situações de emergências são criadas o mais próxi- mo possível da realidade e cujas ações desenvolvidas para o seu controle e ex- tinção serão avaliadas, tendo como refe- rência o procedimento em vigor, sempre objetivando a melhoria contínua.

ƒƒExercícios Práticos Simulados: como parte integrante do plano anual de trei- namentos, deverão, obrigatoriamente, ser incluídos dois treinamentos de reci- clagem sobre este procedimento para todos os colaboradores da empresa.

2.6 Outros Treinamentos
2.6 Outros Treinamentos

ƒƒPortaria: todos os facilitadores da porta- ria devem ser treinados para uma situa- ção de emergência, visando identificar os fatores e a potencialidade do risco, acio- nar os mecanismos de alarme e comuni- cação, ter pleno conhecimento da em- presa quanto às instalações dos diversos setores, acessos, portas de emergência, pátio de estacionamento e áreas livres e garantir o controle de entrada e saída de pessoas no estabelecimento.

ƒƒManutenção: todos os facilitadores da manutenção devem ser treinados para uma situação de emergência, visando agir quando solicitados, principalmente quando da necessidade de intervenção ocorrida, envolvendo máquinas e equi- pamentos energizados.

ƒƒCoordenador de Emergência e Substi- tuto: tendo a responsabilidade de deci- dir as atividades a serem seguidas, atra- vés da descrição do Anexo 6, Fluxograma tomada de decisão, devem ter conheci- mento com base no treinamento que visa a conhecer todo o programa e suas variáveis.

Ações Preventivas de Segurança

ƒƒTeste anual das mangueiras: todas as mangueiras devem ser testadas anual- mente, para garantia de um bom fun- cionamento em caso de necessidade do uso, e ter registro do teste, da empresa que venha a fazê-la.

ƒƒRecarga de extintores: conforme le- gislação, todos os extintores devem ser recarregados anualmente, em seu bojo, registro das inspeções visuais realizadas mensalmente.

ƒƒRecarga anual de cilindro das masca- ras autônomas: os cilindros devem ser recarregados anualmente, para ter ga- rantia de bom funcionamento em caso de necessidade de uso e ter o registro do teste da empresa que venha a fazê-lo.

ƒƒInspeções de segurança: devem ser descritas através de formulário contido no Anexo 4, informando todas as condi- ções das áreas inspecionadas realizadas a cada dois meses pelo brigadista do setor, sendo entregue o formulário preenchido ao setor de segurança do trabalho.

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2.7 Resumo do Capítulo
2.7 Resumo do Capítulo

Prezado(a) aluno(a), o Plano de Emergência tem como finalidade identificar o potencial de risco de acidentes em áreas críticas, estabelecer treinamentos, rotinas, procedimentos e responsabilidades, para o pronto atendimento a situações de emergência, tais como incêndio, derramamento e vazamento de produtos perigosos. Veja que o plano contempla basicamente os seguintes objetivos:

ƒƒMinimizar o risco à vida e de efeitos agudos à saúde das pessoas, colaboradores ou não, e ao Meio Ambiente;

ƒƒMinimizar os riscos ao patrimônio;

ƒƒGarantir que as emergências sejam colocadas sob total controle, da maneira mais segura e eficiente possível;

ƒƒGarantir que as atividades da planta sejam normalizadas o mais rápido possível;

ƒƒFornecer informações e notificar as autoridades públicas e mídia.

2.8 Atividade Proposta
2.8 Atividade Proposta

1. Quais os objetivos de um plano de emergência?

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Capítulo 1 respostAs CoMentADAs DAs AtIVIDADes propostAs 1. Fornecer um conjunto de diretrizes e informações,

Capítulo 1

respostAs CoMentADAs DAs AtIVIDADes propostAs

1.

Fornecer um conjunto de diretrizes e informações, visando à adoção de procedimentos lógi- cos, técnicos e administrativos, estruturados, de forma a propiciar respostas rápidas e eficien- tes em situações emergenciais.

2.

ƒƒCenários acidentais;

ƒƒConsequências esperadas em cada uma das hipóteses acidentais consideradas;

ƒƒPossíveis impactos e áreas afetadas.

Capítulo 2

1. Identificar o potencial de risco de acidentes em áreas críticas, estabelecer treinamentos, roti- nas, procedimentos e responsabilidades, para o pronto atendimento a situações de emergên- cia, tais como incêndio, derramamento e vazamento de produtos perigosos.

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reFerÊnCIAs AMORIM, T. M. Técnicas de análise de riscos: métodos qualitativos e quantitativos. SEMINÁRIO DE

reFerÊnCIAs

AMORIM, T. M. Técnicas de análise de riscos: métodos qualitativos e quantitativos. SEMINÁRIO DE ANÁLI- SE DE RISCOS DE PROCESSOS INDUSTRIAIS, 1., São Paulo: Abiquim, 1991.

MANUAL de Orientação para a Elaboração de Estudos de Análise de Riscos. São Paulo: CETESB, 1994.

SERPA, R. R. Planos de Emergência. São Paulo: CETESB, 1997. (Apostila do Curso Introdução à Análise de Riscos v. 2).

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AneXos ANEXO 1 – PLANTA DE LOCALIZAÇÃO DAS SAÍDAS DE EMERGÊNCIA E PONTO DE ENCONTRO

AneXos

ANEXO 1 – PLANTA DE LOCALIZAÇÃO DAS SAÍDAS DE EMERGÊNCIA E PONTO DE ENCONTRO PARA REFERÊNCIA A SER USADA NO ABANDONO DO LOCAL DE TRABALHO EM CASOS DE EMERGÊNCIAS

As plantas de localização das saídas de emergência e ponto de encontro para referência a serem usados no abandono do local de trabalho em caso de emergências ficam arquivadas e sob responsabi- lidade de atualização do Setor de Segurança do Trabalho. Qualquer modificação na localização destes pontos será realizada pelo Setor de Segurança do Trabalho.

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ANEXO 2 – LISTA REFERENCIAL PARA COMUNICAÇÕES

COMUNICAÇÕES EM EMERGÊNCIAS

ƒƒCONTATOS LEGAIS

TELEFONES

Corpo de Bombeiros 193

CETESB 6440-6688

Defesa Civil 199

147

Polícia Militar (caso de grandes proporções) 190

SABESP (se houver contaminação de corpos d’água)

Ambulância (Rede Municipal)

Hospital mais próximo

Policia Civil (Distrito Policial)

195

192

ƒƒCONTATOS SOCIAIS

Jornais

Folha Metropolitana

Emissoras de rádio

Radio Líder

Sindicato dos Trabalhadores

Contato

TELEFONES

COMUNICAÇÕES INTERNAS

ƒƒRelação dos nomes e funções e telefones das residências dos integrantes do Grupo de Coorde- nação.

Nome

Função

Telefone de Contato

Coordenador de Emergência

Sub-Coordenador de Emergência

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ANEXO 3 – RELATÓRIO DE OCORRÊNCIA DE SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA

1. Local onde ocorreu o sinistro:

2. Tipo de Emergência:

3. Data:

4. Horário de início:

5. Horário de término:

N.º

/

6. Descrever como e quando foi feita a comunicação externa (Bombeiros, hospital, delegacia, rádios, jornais, companhia de seguros e outros).

7. Recursos usados (extintores, hidrantes etc.)

8. Dados complementares que forem necessários

9. Dados do relator, assinatura

EMITENTE

DATA

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ANEXO 4 – INSPEÇÃO DE SEGURANÇA

INSPEÇÃO DE SEGURANÇA

“Programa de Prevenção a Situações Emergenciais”

Vazamento / Derramamento / Incêndio / Explosão/ Reações Químicas/ Transbordamento

SETORES:

Brigadista:

 

Data:

Item

 

Descrição

Situação

Ação

   

OK

Irregular

Corretiva

1

Extintores / Hidrantes inspecionados e deso-

     

bstruídos?

2

Os

Cilindros de gás no depósito encontram-

     

-se sem vazamentos e fixados?

3

Os Cilindros de Acetileno/Oxigênio da Ma- nutenção/ solda encontram-se seguros e sem vazamentos?

     

4

O

Cilindro de Acetileno do Laboratório Quí-

     

mico encontra-se devidamente armazenado e seguro?

5

O

fogão da cozinha e sua tubulação encon-

     

tram-se sem vazamentos de gás GLP?

6

A

Manutenção possui evidência de análise

     

dos óleos dos transformadores?

7

As

portas de saídas externas da fábrica en-

     

contram-se desobstruídas?

8

O

Grupo Gerador está devidamente abaste-

     

cido e sendo testado pela Manutenção?

9

Os alarmes de incêndio estão sendo testa- dos periodicamente?

     

10

O

sistema de pára-raios foi inspecionado

     

anualmente por empresa técnica?

11

O

depósito de Produtos Químicos da fabri-

     

ca

III encontra-se organizado e sem sinais de

derramamentos?

12

Os

tanques de óleos e plastificantes encon-

     

tram-se organizados e sem sinais de derra-

mamentos?

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13

Os

kits de emergências e EPIs estão em con-

dições de uso?

14

A

sala de equipamentos de emergência

encontra-se organizada e em condições de

uso?

15

Os painéis elétricos encontram-se desobs- truídos e sinalizados?

16

O

acondicionamento e descarte de produ-

tos químicos nos Laboratórios Químicos e Físicos estão seguros?

17

O

almoxarifado tem realizado inspeções de

Segurança no recebimento de produtos quí-

 

micos?

18

As empilhadeiras a gás estão sendo

revisadas e encontram-se seguras sem

vazamento?

19

As

baterias utilizadas no carregamento das

empilhadeiras elétricas estão devidamente organizadas e sem sinais de vazamentos?

20

A

Brigada de Emergência está sendo treina-

da

mensalmente?

21

As

cabines de força estão fechadas, sinaliza-

das e com chaves de emergência?

22

Os recipientes e embalagens contendo óle- os, solventes e querosenes de uso nas ferra- mentarias estão devidamente estocados e manipulados com segurança?

23

O

estoque de matéria-prima e produtos

estocados no Almoxarifado está de acordo com as normas de segurança?

24

Os compressores estão devidamente insta- lados, inspecionados e sofrendo manuten- ção preventiva do setor de Manutenção?

25

Os

tanques e tubulações da estação de tra-

tamento de efluentes estão seguros e sem sinais de derramamentos?

26

O

painel sinóptico na portaria está ligado e

identificando os pontos de alarme?

27

O

tanque de óleo BPF da Caldeira encontra-

-se sem vazamento?

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28

Os

recipientes

utilizados

no

preparo

do

adesivo não estão vazamento?

danificados

ou com

29

O acesso aos tanques de gás GLP encontra- -se desobstruído?

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ANEXO 5 – PLANILHA DE LEVANTAMENTO DAS SITUAÇÕES EMERGENCIAIS

ANEXO 5 – PLANILHA DE LEVANTAMENTO DAS SITUAÇÕES EMERGENCIAIS Unisa | Educação a Distância | www.unisa.br

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ANEXO 6 – FLUXOGRAMAS

Fluxogramas de tomada de decisão em caso de incêndio, derramamento, vazamento e transbor- damento estão no setor de segurança do trabalho, e utilizados para o treinamento dos brigadistas de emergência.

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