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Planejamento Estratégico 2005 - 2008

PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA Francisco Sales de Albuquerque SUBPROCURADORA-GERAL DE JUSTIÇA Eleonora de Souza Luna CORREGEDORA GERAL Janeide Oliveira de Lima SECRETÁRIO GERAL Charles Hamilton dos Santos Lima CHEFE DE GABINETE Clóvis Ramos Sodré da Motta

Rua do Imperador Dom Pedro II, 473, 4˚. andar, Edf. Promotor de Justiça Roberto Lyra, Santo Antonio, Recife, PE – CEP 50101-240 . Tel: (81) 3419-7000, Fax: (81) 3419-7160 www.mp.pe.gov.br

Planejamento Estratégico 2005 - 2008

Recife, 2006

organização.gov.mp. Ministério Público. il. 50101-240 Tel: (81) 3419-7109.413(PE) Direitos desta edição reservados ao MINISTÉRIO PÚBLICO DE PERNAMBUCO Rua do Imperador Dom Pedro II. – Recife : Procuradoria Geral de Justiça. Edf. CDDIR 341. 473. 124 p. Promotor de Justiça Roberto Lyra. Ministério Público do Estado de Pernambuco.pe. COORDENAÇÃO Secretaria Geral Charles Hamilton dos Santos Lima ORGANIZAÇÃO Assessoria Ministerial de Planejamento e Estratégia Organizacional George Hamilton Paes Barreto José Arnaldo Moreira Guimarães Neto CONSULTORIA PARA ELABORAÇÃO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Áxon Tecnologia em Informação e Gestão Ltda.br . 2006. Santo Antonio. Planejamento estratégico – Ministério Público. 4˚. andar. George Hamilton Paes Barreto. 2. desde que citada a fonte. 1. REVISÃO TÉCNICA Charles Hamilton dos Santos Lima George Hamilton Paes Barreto José Arnaldo Moreira Guimarães Neto PROJETO GRÁFICO Via Design CAPA Acervo da Fundação Joaquim Nabuco – Recife – PE FOTOS Acervo da Fundação Joaquim Nabuco – Recife – PE Arquivo Público Estadual Jordão Emerenciano PRODUÇÃO EXECUTIVA Assessoria Ministerial de Comunicação Social Evângela Andrade COLABORAÇÃO Carla Renata dos Reis Leal de Barros Carlos Antonio Gadelha de Araújo Júnior Fernando da Costa Gama Júnior Levi Coimbra do Nascimento Sayonara Freire de Andrade P452 Pernambuco. Planejamento estratégico : 2005-2008 / coordenação. PE – CEP.Copyright©2006 by MPPE É permitida a reprodução parcial desta obra. Charles Hamilton dos Santos Lima . Fax: (81) 3419-7160 www. Recife.

Conselho Superior do Ministério Público Presidente: FRANCISCO SALES DE ALBUQUERQUE .Corregedora Geral Procuradores de Justiça/Conselheiros: Antônio Carlos de Oliveira Cavalcanti Fernando Barros de Lima Gilson Roberto de Melo Barbosa Luciana Marinho Martins Mota e Albuquerque Maria Aparecida Caetano dos Santos Maria Bernadete Martins de Azevedo Figueroa Paulo Bartolomeu Rodrigues Varejão Procuradores de Justiça/Suplentes: Itabira de Brito Filho Renato da Silva Filho Gerusa Torres de Lima Lúcia de Fátima Souza Ribeiro Maria Betânia Silva Maria Francisca de Mendonça Silva Maria Helena Nunes Lyra Mário Germano Palha Ramos Milta Maria Paes de Sá Nelma Ramos Maciel Quaiotti Nilton de Araújo Barbosa Paulo Bartolomeu Rodrigues Varejão Renato da Silva Filho Solange Maria de Oliveira Cunha Waldir Barbosa Júnior Zulene Santana de Lima Norberto Órgão Especial do Colégio de Procuradores de Justiça Adriana Gonçalves Fontes Fernando Barros de Lima Francisco Sales de Albuquerque Gerusa Torres de Lima Gilson Roberto de Melo Barbosa Itabira de Brito Filho Itamar Dias Noronha Izabel Cristina de Novaes de Souza Santos Janeide Oliveira de Lima Maria Bernadete Martins de Azevedo Figueroa Milta Maria Paes de Sá Nilton de Araújo Barbosa Paulo Bartolomeu Rodrigues Varejão Renato da Silva Filho Colégio de Procuradores de Justiça Adriana Gonçalves Fontes Ana de Fatima Queiroz de Siqueira Santos Antônio Carlos de Oliveira Cavalcanti Eleonora de Souza Luna Fernando Barros de Lima Francisco Sales de Albuquerque Gerusa Torres de Lima Gilson Roberto de Melo Barbosa Itabira de Brito Filho Itamar Dias Noronha Ivan Wilson Porto Izabel Cristina de Novaes de Souza Santos Janeide Oliveira de Lima João Antônio de Araújo Freitas Henriques Laís Coelho Teixeira Cavalcanti Lúcia de Fátima Souza Ribeiro Luciana Marinho Martins Mota e Albuquerque Luiz Diogo Filho Maria Aparecida Caetano dos Santos Maria Bernadete Martins de Azevedo Figueroa Ouvidoria do MPPE Ouvidora:Gerusa Torres de Lima .Procurador-Geral de Justiça JANEIDE OLIVEIRA DE LIMA.Procuradora de Justiça Escola Superior do Ministério Público Diretor: Ivan Wilson Porto .Procurador de Justiça .

Promotores de Justiça Adalberto Mendes Pinto Vieira Adlla Rijo Farias Costa Adriano Camargo Vieira Aguinaldo Fenelon de Barros Aída Acioli Arruda da Silva Alda Virginia de Moura Alen de Souza Pessoa Alexandre Augusto Bezerra Alexandre Fernando Saraiva da Costa Alfredo Pinheiro Martins Neto Alice de Oliveira Morais Allana Uchoa de Carvalho Allison de Jesus Cavalcanti de Carvalho Amaro Reginaldo Silva Lima Ana Carolina Paes de Sá Magalhães Ana Claudia de Sena Carvalho Ana Claudia Walmsley Paiva Ana Clézia Ferreira Nunes Ana Cristina Barbosa Taffarel Ana Jaqueline Barbosa Lopes Ana Joêmia Marques da Rocha Ana Luiza Pereira da Silveira Ana Maria do Amaral Marinho Ana Maria Guerra Pereira Ana Maria Moura Maranhão da Fonte Ana Maria Sampaio Barros de Carvalho Ana Paula dos Santos Ana Paula Nunes Cardoso Ana Rúbia Torres de Carvalho André Felipe Barbosa de Menezes André Múcio Rabelo de Vasconcelos André Silvani da Silva Carneiro Andrea Fernandes Nunes Padilha Andrea Karla Maranhão Conde Freire Andrea Karla Reinaldo de Souza Andrea Magalhaes Porto Oliveira Andréa Walmsley Soares Carneiro Ângela Márcia Freitas Cruz Antonio Augusto de Arroxelas Macedo Filho Antonio Carlos Araújo Antonio Fernandes Oliveira Matos Júnior Aurea Rosane Vieira Belize Câmara Correia Bettina Estanislau Guedes Bruno Melquíades Dias Pereira Camila Mendes de Santana Carla Verônica Pereira Fernandes Carlan Carlo da Silva Carlos Alberto Pereira Vitório Carlos Augusto Arruda Guerra de Holanda Carlos Eduardo Domingos Seabra Carlos Roberto Santos Carolina Maciel de Paiva Charles Hamilton dos Santos Lima Christiana Ramalho Bezerra Leite Christiane Roberta Gomes de Farias Santos Claudia Ramos Magalhães Clênio Valença Avelino de Andrade Clóvis Alves Araújo Clóvis Ramos Sodré da Motta Cristiane de Gusmão Medeiros Cristiane Maria Caitano da Silva Cristiane Wiliene Mendes Correia Daisy Maria de Andrade Costa Pereira Daiza Maria Azevedo Cavalcanti Dalva Cabral de Oliveira Neta Daniela Maria Ferreira Brasileiro Darwin José Henrique da Silva Júnior Delane Barros Mendonça Carneiro Deluse Amaral Rolim Florentino Diego Pessoa Costa Reis Diliani Mendes Ramos Dinamerico Wanderley Ribeiro de Sousa Djalma Rodrigues Valadares Domingos Sávio Pereira Agra Edgar Braz Mendes Edgar José Pessoa Couto Édipo Soares Cavalcante Filho Edson José Guerra .

Eduardo Henrique Borba Lessa Eduardo Henriques Tavares de Souza Eduardo Luiz Silva Cajueiro Edvaldo Oliveira da Costa Eleonora Marise da Silva Rodrigues Eli Gomes dos Santos Eliane Gaia Alencar Dantas Elza Roxana Álvares Saldanha Emanuele Martins Pereira Epaminondas Ribeiro Tavares Érica Lopes Cezar de Almeida Erik de Sousa Dantas Simoes Erika Loaysa Elias de Farias Erika Sampaio Caria Cardoso Ernando Jorge Marzola Euclides Rodrigues de Souza Júnior Euclydes Ribeiro de Moura Filho Eva Regina de Albuquerque Brasil Evandro Sergio Netto de Magalhães Melo Fabiano de Araújo Saraiva Fernanda Arcoverde Cavalcanti Nogueira Fernanda Ferreira Branco Fernanda Henriques da Nóbrega S. de Albuquerque Isabelle Barreto de Almeida Bezerra Itapuan de Vasconcelos Sobral Filho Ivo Pereira de Lima Izabel Cristina Holanda Tavares Leite Izabela Maria Leite Moura de Miranda Jacy de Brito Picorelli Massa Jaime Adrião Cavalcanti Gomes da Silva Janaína do Sacramento Bezerra Java Bezerra de Melo Jeanne Bezerra Silva . de Oliveira Fernando Antonio Carvalho Ribeiro Pessoa Fernando Cavalcanti Matos Fernando Falcão Ferraz Filho Fernando Portela Rodrigues Fernando Tenório da Silva Flávia Maria Mayer Feitosa Gabinio Flávio Henrique Souza dos Santos Flávio Roberto Falcão Pedrosa Francisca Maura Farias Bezerra Santos Francisco Ângelo Silva Assis Francisco Assis da Silva Francisco Cruz Rosa Francisco das Chagas Santos Júnior Francisco Dirceu Barros Francisco Edilson de Sá Júnior Francisco Ortêncio de Carvalho Frederico Guilherme da Fonseca Magalhães Frederico José Santos de Oliveira Garibaldi Cavalcanti Gomes da Silva Genivaldo Fausto de Oliveira Filho George Diógenes Pessoa Geovana Andrea Cajueiro Belfort Geovany de Sá Leite Geraldo dos Anjos Netto de Mendonça Júnior Geraldo Margela Correia Giani Maria do Monte Santos Gilka Maria de Almeida Vasconcelos Giovanna Mastroianni de Oliveira Gipsy Santos da Silva Telles Glaucia Hulse de Farias dos Santos Glória Maria Pereira da Costa de Souza Ramos Guilherme Vieira Castro Gustavo Lins Tourinho Costa Helder Limeira Florentino de Lima Helena Capela Gomes Carneiro Lima Helena Martins Gomes Hélio José de Carvalho Xavier Heloísa Pollyanna Brito de Freitas Henrique Ramos Rodrigues Henriqueta de Belli Leite de Albuquerque Herbert José Albuquerque Ramalho Hilário Marinho Patriota Júnior Hipólito Cavalcanti Guedes e Silva Hodir Flávio Leitão de Melo Humberto da Silva Graça Irene Cardoso Souza Iron Miranda dos Anjos Isabel de Lizandra Penha Alves Isabela Rodrigues B.

Jecqueline Guilherme Aymar Elihimas Joana Cavalcanti de Lima João Alves de Araújo João Elias da Silva Filho João Luiz da Fonseca Lapenda João Maria Rodrigues Filho João Paulo Pedrosa Barbosa Jorge Gonçalves Dantas Júnior José Alcebíades da Silva José Augusto dos Santos Neto José Bispo de Melo José Correia de Araújo José Edivaldo da Silva José Elias Dubard de Moura Rocha José Francisco Basílio de Souza dos Santos José Lopes de Oliveira Filho José Miguel de Sales José Paulo Cavalcanti Xavier Filho José Raimundo Gonçalves de Carvalho José Ramon Simons Tavares de Albuquerque José Roberto da Silva José Vladimir da Silva Acioli Josedith Castro Oliveira Vieira de Mello Josenildo da Costa Santos Judith Pinheiro Silveira Borba Julieta Maria Batista Pereira de Oliveira Julio César Soares Lira Jurandir Beserra de Vasconcelos Katarina Morais de Gusmão Keyller Toscano de Almeida Kivia Roberta Ramos de Souza Ribeiro Laudicea Barros de Santana Lauriney Reis Lopes Leonardo Brito Caribe Liliane Asfora da Cunha Cavalcanti Liliane da Fonseca Lima Rocha Liliane Jubert da Cruz Gouveia Luciana Albuquerque Prado Luciana de Braga Vaz da Costa Luciana Maciel Dantas Figueiredo Luciano Bezerra da Silva Lucila Varejão Dias Martins Lucile Girão Alcântara Lúcio Luiz de Almeida Neto Luis Sávio Loureiro da Silveira Luiz Guilherme da Fonseca Lapenda Luiz Gustavo Simões Valença de Melo Mainan Maria da Silva Maísa Silva Melo de Oliveira Manoel Alves Maia Manoel Cavalcanti de Albuquerque Neto Marcellus de Albuquerque Ugiette Márcia Bastos Balazeiro Márcia Cordeiro Guimarães Lima Márcia Maria Amorim de Oliveira Marco Aurélio Farias da Silva Marcos Antonio Matos de Carvalho Marcus Alexandre Tieppo Rodrigues Maria Amélia Gadelha Schuler Maria Aparecida Alcântara Siebra Maria Aparecida Barreto da Silva Maria Carolina Miranda Jucá Maria Célia Meireles da Fonseca Maria da Conceição de Oliveira Martins Maria da Conceição Nunes da Luz Maria da Glória Gonçalves Santos Maria de Fátima de Araújo Ferreira Maria de Fátima de Moura Ferreira Maria do Socorro Santos Oliveira Maria Fabianna Ribeiro do Vale Estima Maria Helena da Fonte Carvalho Maria Helena de Oliveira e Luna Maria Ivana Botelho Vieira Maria Izamar Ciríaco Pontes Maria José Mendonça de Holanda Maria Lizandra Lira de Carvalho Maria Rita Machado Figueiredo Maria Tereza de Oliveira e Silva Mariana Pessoa de Melo Vila Nova Marilea de Souza Correia Andrade Marina Gadelha Simas Accetti Resende Marinalva Severina de Almeida .

Maurílio Sergio da Silva Maviael de Souza Silva Maxwell Anderson de Lucena Vignoli Mônica Erline de Souza Leão e Azevedo Lima Muni Azevedo Catão Nancy de Albuquerque Tojal Natália Maria Campelo Nivaldo Rodrigues Machado Filho Norma da Mota Sales Lima Norma Mendonça Galvão de Carvalho Núbia Maurício Braga Patrícia Carneiro Tavares Patrícia da Fonseca Lapenda Pimentel Patrícia de Fátima Oliveira Torres Patrícia Ramalho de Vasconcelos Paula Catherine de Lira Paulo Augusto de Freitas Oliveira Paulo Cesar do Nascimento Paulo Henrique Queiroz Figueiredo Paulo Roberto Lapenda Figueiroa Petrúcio José Luna de Aquino Quintino Geraldo Diniz Melo Raimunda Nonata Borges Piauilino Fernandes Raimundo Bispo Filho Regina Coeli Lucena Herbaud Rejane Strieder Reus Alexandre Serafini do Amaral Ricardo Guerra Gabinio Ricardo Lapenda Figueiroa Ricardo Van Der Linden de Vasconcelos Coelho Rinaldo Jorge da Silva Rivaldo Guedes de França Roberto Brayner Sampaio Roberto Burlamaque Catunda Sobrinho Rodrigo Costa Chaves Romilda Maria Fernandes Galvão Coelho Romualdo Siqueira França Rômulo Siqueira Franca Ronaldo Roberto Lira e Silva Rosa Maria de Andrade Rosa Maria Pragana Dias Rosa Maria Salvi da Carvalheira Rosangela Furtado Padela Alvarenga Rosemary Souto Maior de Almeida Rosemilly Pollyana Oliveira de Sousa Salomão Abdo Aziz Ismail Filho Sandra Maria Mesquita de Pessôa Lapenda Sara Souza Silva Sebastião Ramalho de Alencar Selma Carneiro Barreto da Silva Selma Magda Pereira Barbosa Sergio Gadelha Souto Sérgio Roberto da Silva Pereira Sérgio Tenório de França Severina Lúcia de Assis Nogueira Shirley Patriota Leite Silvia Amélia de Melo Oliveira Sílvio José Menezes Tavares Sineide Maria de Barros Silva Solon Ivo da Silva Filho Sonia Mara Rocha Carneiro Stanley Araújo Corrêa Sueli Araújo Costa Sueli Gonçalves de Almeida Sylvia Camara de Andrade Taciana Alves de Paula Rocha Almeida Tania Elizabete de Moura Felizardo Tathiana Barros Gomes Tatiana de Souza Leão Araújo Theresa Cláudia de Moura Souto Tilemon Gonçalves dos Santos Ulisses de Araújo e Sá Júnior Valdeci Alves dos Passos Valdecy Vieira da Silva Vandeci Souza Leite Vera Rejane Alves dos Santos Mendonça Virginia Bivar Leobaldo de Moraes Vivianne Maria Freitas Melo Monteiro de Menezes Waldemir Tavares de Albuquerque Filho Waldir Mendonça da Silva Walkis Pacheco Sobreira Welson Bezerra de Sousa Westei Conde Y Martin Júnior Yelena de Fátima Monteiro Araújo .

Apresentação 13 Metodologia 17 Capacitação do corpo gerencial 25 Elementos indutores do Planejamento Estratégico 29 Seminário de Planejamento Estratégico 41 Identidade e análise da estrutura organizacional 45 Encontros regionais 51 Mapa estratégico 55 Perspectivas. 5. 7. 13. estratégias e programas 59 Indicadores de desempenho 65 Plano de trabalho 73 Metodologia de monitoramento e avaliação 113 Participantes 113 Anexo 123 . 6. 4. 8. 2. 9. 3. 10. 11.Sumário 1. 12.

PE .Apresentação Acervo Fundação Joaquim Nabuco .Recife .

Este documento representa a síntese dos esforços do Ministério Público do Estado de Pernambuco. ocasião da formulação de seu primeiro Planejamento Estratégico. servidores e de atores externos da sociedade. bem como. os interesses sociais e individuais indisponíveis. realizados no sentido de dar continuidade ao programa de gestão estratégica adotado desde 1999. PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS Plano Estratégico 2005 2008 15 . A gestão estratégica é uma ferramenta para medir e controlar ações para atender às demandas da sociedade. que forneceram subsídios para a elaboração deste Plano Estratégico. buscou-se ampliar o nível de participação nos trabalhos. Essas obrigações estão previstas na Constituição e fundamentam a autonomia da instituição em relação aos Poderes. por meio da qual são elaborados indicadores de desempenho para garantir o efetivo cumprimento dos objetivos propostos. É um aspecto relevante a adoção da metodologia de planejamento focada em resultados.Apresentação O Ministério Público tem como missão preservar a ordem jurídica. No atual ciclo. garantindo a contribuição de membros. além de defender a democracia do país. Processo de responsabilidade da alta administração. acompanhamento e correção dos rumos adotados. execução. o beneficio será sentido pelo seu cliente final. gerenciamento. em última análise. Ao adotar esta moderna técnica gerencial. o cidadão. a gestão estratégica exige o envolvimento e o comprometimento de todos no planejamento. denominada Balanced Scorecard. Isso justifica a continuidade do processo e garante o compromisso da instituição com a busca da modernização organizacional e a crença no Planejamento Estratégico como instrumento de construção de um Ministério Público capaz de ser reconhecido como real defensor da sociedade e agente transformador da realidade social. proporcionar a avaliação do efetivo cumprimento da missão constitucional do Ministério Público.

PE .Recife .Metodologia Acervo Fundação Joaquim Nabuco .

a partir do “Plano de Ações Estratégicas do MPPE”. foi construído o “Plano Estratégico do Ministério Público de Pernambuco”. o Ministério Público de Pernambuco vem. 2. com a escolha de novas ações para um período futuro. definindo MEIOS (ações a serem implementadas). 2. dos interesses sociais e individuais indisponíveis e do próprio regime democrático. com alterações posteriores).1 Etapas do trabalho A revisão do Plano Estratégico do MPPE foi conduzida em diversas etapas.956/2005. com duração de 40 horas-aula. Elaboração de diagnóstico organizacional com base em entrevistas semi-estruturadas. a defesa da ordem jurídica. tendo sido adotado o Planejamento Estratégico como principal instrumento deste processo de mudança. tendo contribuído significativamente para a obtenção dos excelentes resultados alcançados. assim distribuídas: 1. Os benefícios auferidos pelo órgão com a adoção dessa moderna técnica gerencial foram evidentes. PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS Plano Estratégico 2005 2008 19 . a avaliação do grau de implementação das ações anteriormente propostas e a reflexão acerca de novos desafios a serem enfrentados. O É o momento da REVISÃO do Planejamento Estratégico.Metodologia Ministério Público tem como atribuições finalísticas. com o foco final nos resultados organizacionais e no processo do seu monitoramento e avaliação. Caracterizase pela sua autonomia em relação aos demais poderes. O momento atual traz o desafio da atualização deste Plano. Seu quadro de apoio e órgãos auxiliares são regulados pela Lei nº 12. Capacitação de equipe de facilitadores internos do MPPE (força-tarefa). RESPONSÁVEIS. desde 1999. Especificamente em Pernambuco. acompanhamento e avaliação das ações do plano de controle dos indicadores de desempenho institucional. PRAZOS e ORÇAMENTOS necessários para essa consecução. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO é o processo de elaboração de um PLANO DE AÇÃO. Priorizando a cultura de foco nos resultados. que estabelece as METAS e OBJETIVOS a serem alcançados por uma organização neste horizonte de tempo. o Ministério Público se encontra organizado nos termos da Lei Orgânica Estadual (Lei Complementar nº 12. dotados de independência funcional. normalmente de médio prazo (3 a 5 anos). de 27/12/1994. Em 2001. buscando otimizar a condução dos seus processos organizacionais. O processo de revisão do Plano Estratégico foi conduzido pelo MPPE em parceria com a Áxon Tecnologia da Informação e Gestão Ltda. para desenvolvimento do Plano Estratégico organizacional e em técnicas de criação. contendo os principais cenários. bem como FORMAS DE VERIFICAÇÃO do cumprimento desses objetivos. implementado em 2002 com um horizonte temporal de três anos. monitoramento. instituídas pela Constituição Federal de 1988. exercendo sua função de fiscal da ordem jurídica por intermédio de Procuradores e Promotores de Justiça. elaborado em 1999.

6. 5. mapeamento do principal processo crítico e dos produtos. metas e resultados que reflitam as expectativas das partes interessadas da organização. serviços e partes interessadas da organização. foram utilizados os autores Shaw & Perkins. Realização de pesquisas com os públicos externo e interno para coleta de subsídios para o planejamento. 7. alcance de gerência e identificação de es-truturas formais e informais.2 Ferramental teórico utilizado Na análise organizacional. Fixação dos principais resultados concretos esperados. A reavaliação do projeto organizacional foi realizada com uma abordagem ambiental. além de autores consagrados em administração como Mintzberg. que tratam do aprendizado nas organizações. Uma visão esquemática do modelo conceitual de planejamento adotado na revisão do Plano Estratégico do MPPE para o período 2005-2008 pode ser obtida no diagrama abaixo: 2. 20 Plano Estratégico 2005 2008 PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS . forças e fraquezas do ambiente interno. para definição de macro-objetivos e resultados a serem perseguidos no período 2005-2008. à implementação de ações e ao monitoramento e avaliação de resultados. Desdobramento das diretrizes estratégicas em planos operacionais segmentados por estratégias e programas. monitoramento e avaliação do Plano Estratégico. utilizando estruturas contemporâneas (por produto e matriciais). desafios estratégicos e metas focais.suas perspectivas. foram utilizados os conceitos de divisão do trabalho. Realização de seminário de concepção do Plano Estratégico. ameaças e oportunidades do ambiente externo. com a realização de encontros regionais e setoriais para coleta de sugestões e validação das ações propostas. Prahalad e Porter. não desprezando as possibilidades clássica e neoclássica. dos cronogramas para disponibilização de produtos dos indicadores de desempenho e de suas metas. Alcançar esses objetivos pressupõe o encadeamento de uma série de ações ligadas à formulação de estratégias. 4. à definição de resultados e metas. 3. A adoção do Planejamento Estratégico como ferramenta gerencial configura-se como o instrumento mais eficiente para o alcance dos objetivos. com participação maciça da força de trabalho da instituição. Como referências conceituais para a modelagem do Planejamento Estratégico. Concepção da sistemática de acompanhamento.

modelo analítico para orientar a formulação. A figura abaixo contempla o conjunto de elementos constantes do Plano Estratégico : Para orientar este processo de mudança. sendo hoje um instrumento de planejamento obrigatoriamente adotado por todas as organizações que postulam financiamento junto àquele banco. foram utilizados os preceitos da Teoria do Marco Lógico. com o menor consumo possível de recursos organizacionais. O produto final desse processo de mudança materializa-se com a produção de um plano. criada na década de 1970 pelo BID. que elenca um conjunto de ações que configurarão o melhor caminho possível para a passagem de uma situação atual para uma situação desejada. a execução. PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS Plano Estratégico 2005 2008 21 . o Planejamento Estratégico é um processo de mudança.Em suma. o acompanhamento e a avaliação de programas.

3 Preceitos da intervenção organizacional A intervenção organizacional necessária para a condução de um processo de revisão de um Plano Estratégico é de responsabilidade primeira da instituição. liderar equipes e com formação acadêmica. estabelece-se uma relação ensino X aprendizagem. cujas responsabilidades foram definidas de acordo com a matriz a seguir: Adicionalmente. desenvolvendo com o cliente o máximo de comprometimento para obter os resultados organizacionais pretendidos. estabelecer cenários.corretivamente. planejada (intervenção programada) e sistêmica (holística). O papel da equipe de consultoria é não-prescritivo. Com isso. Em outras palavras. Para tanto. subsidiado pela progressiva transferência. com visão sistêmica. auxiliando a organização a diagnosticar a sua própria situação e a agir 22 Plano Estratégico 2005 2008 PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS . foi utilizada a metodologia desenvolvida na Universidade de Harvard. competiu ao MPPE a condução do processo. compete à organização – e somente a ela – a condução do processo. denominada Balanced ScoreCard. da consultoria para a instituição. focado no processo. O consultor não é um semideus que detém a chave do paraíso. 2. Deve atuar de forma analítica (baseada em diagnósticos). Assim sendo. construído em conjunto com os integrantes da própria organização. a metodologia de trabalho utilizada contemplou o uso do Benchmarking. mas sim um profissional com experiência em seu campo de atuação. o MPPE indicou uma força-tarefa composta por representantes do seu corpo gerencial e do seu corpo técnico. do conhecimento teórico necessário. capacidade de negociar. como insumo no estabelecimento de metas e na pesquisa de melhores práticas organizacionais. de acordo com as orientações conceituais de Zairi e Leonard. e nunca de dependência. Para a fixação dos indicadores de desempenho. Compete ao consultor o papel de mentoring.

PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS Plano Estratégico 2005 2008 23 .

Capacitação do Corpo Gerencial Acervo do Arquivo Público Estadual Jordão Emereciano .

monitoramento e avaliação. F oi realizado. a fim de atuarem internamente como facilitadoras e mentoras do processo de planejamento.Capacitação do corpo gerencial e servidores selecionados pelo MPPE. para um conjunto de membros PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS Plano Estratégico 2005 2008 27 . inicialmente. que foram capacitadas como multiplicadoras dos conceitos. O público-alvo foi de 40 pessoas. Durante o curso foram abordados temas como: • Fundamentos de planejamento estratégico • Ciclo de implementação de políticas públicas • Países que usam sistemas avançados de M&A • Por que avaliar resultados? • Barreiras na implementação de processos de planejamento estratégico • Teoria da Mudança ou Marco Lógico • Dez passos para construir um sistema de M&A (Metodologia de Desenvolvimento Institucional – MDI) • Balanced ScoreCard • Mapa estratégico • Exercícios. um curso sobre técnicas de planejamento estratégico com foco em resultados.

Recife .Elementos indutores do Planejamento Estratégico Acervo Fundação Joaquim Nabuco .PE .

a partir de modelo discutido e validado em oficina de trabalho. abordando temas como fatores críticos de sucesso.Elementos indutores do Planejamento Estratégico 4.1 Entrevista com a administração superior Foram realizadas entrevistas semi-estruturadas com os líderes da organização. desafios organizacionais. conhecimento de usuários e partes interessadas. principais metas e objetivos para o Ministério Público de Pernambuco. PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS Plano Estratégico 2005 2008 31 . assim distribuídas: Foram entrevistados 22 integrantes do Colégio de Procuradores de Justiça do Ministério Público de Pernambuco: • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Francisco Sales de Albuquerque Milta Maria Paes de Sá Itabira de Brito Filho Eleonora de Souza Luna Adriana Gonçalves Fontes Ivan Wilson Porto Gilson Roberto de Melo Barbosa Luciana Marinho Martins Mota de Albuquerque Maria Aparecida Caetano dos Santos Zulene Santana de Lima Norberto Lúcia de Fátima Souza Ribeiro Nelma Ramos Maciel Quaiotti Nilton de Araújo Barbosa Gerusa Torres de Lima Luiz Diogo Filho Janeide Oliveira de Lima Mário Germano Palha Ramos Maria Bernadete Martins de Azevedo Figueroa Itamar Dias Noronha Solange Maria de Oliveira Cunha João Antônio de Araújo Freitas Henriques Gustavo Augusto Rodrigues de Lima. etc. As entrevistas foram conduzidas por membros do MPPE. e obedeceram a um roteiro com seis perguntas abertas.

representantes de várias organizações (órgãos do Poder Executivo. ONGs. foram determinadas e elencadas a partir de encontros com membros. deve ter entre 6 a 10 membros. O que é um grupo focal? O grupo focal é uma técnica de avaliação e diagnóstico que oferece informações qualitativas sobre um determinado tema ou problema específico. com a presença de mais de 70 convidados. segmentados por áreas de atuação. os formulários de pesquisa externa disponibilizados aos presentes. das 14h às 19h.2 Audiência pública Como estratégia para o lançamento da pesquisa de opinião com o público externo e para ouvir contribuições dos presentes para o Planejamento Estratégico do MPPE. hoje tem vasta aplicação em pesquisas mercadológicas e campanhas políticas. PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS 32 Plano Estratégico 2005 2008 . trocando experiências e interagindo sobre suas idéias. Os grupos focais são formados com participantes que têm características em comum e que são incentivados por um moderador a conversarem entre si. Na oportunidade. coube ao Procurador-Geral de Justiça expor brevemente o processo de Planejamento Estratégico do MPPE e convidar os presentes a preencher.3 Grupos focais As principais metas a serem perseguidas pelo Ministério Público de Pernambuco no período de 2005 a 2008. parlamentares. importantes para a consolidação do Plano Estratégico da instituição. empresas. Geralmente. Esses encontros seguiram a metodologia dos grupos focais. foi realizada audiência pública em 7 de fevereiro de 2006. foram extraídas idéias-força para a consolidação das metas organizacionais e insumos para o levantamento das forças e fraquezas do ambiente interno e das ameaças e oportunidades do ambiente externo. valores. em primeira mão. Legislativo e Judiciário. como aspectos relacionados a dificuldades. sentimentos. necessidades ou conflitos não claros ou pouco explicitados. imprensa. 4. inspirada em técnicas de entrevista não direcionada e técnicas grupais usadas na psiquiatria. realizações que mobilizariam e que seriam capazes de dar foco e visibilidade à instituição e de melhorar seu desempenho. 4. dificuldades. que foram agregadas ao Plano Estratégico da instituição. Foram colhidos importantes depoimentos das entidades sugerindo ações norteadoras para a atuação do Ministério Público. Pode ser utilizado quando investiga-se questões complexas no desenvolvimento e implementação de programas. igrejas. Essa metodologia. tanto no nível macro quanto no nível finalístico de cada segmento organizacional. etc.Das entrevistas.).

relevantes e ligadas à missão e visão da organização. incolumidade física. pessoas com deficiência. varas criminais. alimentação. deve-se elaborar um relatório (usando preferencialmente dois relatores). criança e adolescente. consumidor. saúde. registros públicos. • Criminalidade comum (juizados especiais criminais. Os analistas podem buscar tendências e formular tentativas de conclusões sobre as conexões encontradas. em cada área de atuação. transporte. pontuando ou avaliando interpretações dos participantes. A técnica prioriza a interação informal entre os participantes. lavagem de dinheiro. fazenda pública). habitação. execuções sumárias). A análise deve tentar capturar as idéias principais que apóiem as conclusões. • Atuação cível (família. corrupção.As principais vantagens dos grupos focais são: • Baixo custo • Resultados rápidos • Formato flexível. função social da propriedade). segmentados em quatro principais áreas de atuação finalística ministerial: • Direitos sociais (educação. as questões colocadas foram as seguintes: Grupos focais no MPPE Foram realizados encontros distintos. quando e quanto? • Poucas. sucessões. capazes de conduzir toda a instituição em sua busca. Ao final. permitindo que o moderador explore perguntas não previstas • Clima relaxado das discussões • Confiança dos participantes em expressar suas opiniões • Participação ativa e obtenção de informações que não ficam limitadas a uma prévia concepção dos avaliadores • Alta qualidade das informações obtidas. Nesses encontros. • Criminalidade organizada (sonegação. entendidas como: • Resultados concretos esperados em um determinado tempo. metas mobilizadoras para o MPPE. evitando generalizações e acentuando as relações entre os elementos identificados. meio ambiente. execução penal). • Quais os principais desafios do MPPE nas suas áreas de atuação? • Quais os principais obstáculos para atingir esses resultados? • Quais os seus principais pontos fortes para enfrentar esses desafios? PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS Plano Estratégico 2005 2008 33 . os participantes foram instados a debater. a partir de um roteiro básico de perguntas propostas pelo moderador. • Constituídas de forma a serem capazes de responder às questões: o que. Para orientar o debate.

9%. 74. também foi realizada uma pesquisa de clima organizacional com membros e servidores do MPPE. Período de realização: 7 de fevereiro a 17 de março de 2006 2. • 25.4 Pesquisa interna No escopo do Planejamento Estratégico. • 55. com o intuito não só de aferir o grau de satisfação dos res-pondentes com o ambiente de trabalho da instituição. 43. principalmente. 19.1% estavam lotados na capital e RMR enquanto o restante. Avaliação do grau de vivência no MPPE dos valores organizacionais definidos no Plano Estratégico anterior: 34 Plano Estratégico 2005 2008 PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS . Agreste e Sertão.6% afirmaram não possuir nenhum conhecimento e 14. 25.5% possuem entre 3 e 10 anos de tempo de serviço no MPPE. da visão e dos valores organizacionais.4% dos pesquisados atuavam na área meio.9% do TOTAL do quadro de pessoal do MPPE (membros e servidores) • Número de questionários respondidos pelos SERVIDORES = 272 (68. • 53. Número total de questionários respondidos: 398 • 44. para a avaliação da missão. Perfil dos pesquisados: • 54.5% eram membros (Procuradores e Promotores de Justiça). Grau de conhecimento do Plano Estratégico anterior: Quanto ao grau de conhecimento do Plano Estratégico de 20022004. Os principais resultados coletados são os que se seguem: 1. criminal e defesa da cidadania.0% possuem menos de 2 anos de casa e 25.5% possuem mais de 11 anos.4%) • Número de questionários respondidos pelos MEMBROS = 126 (31. para colher sugestões quanto a metas mobilizadoras para a organização.2% dos pesquisados eram do sexo feminino e 45.5% afirmaram conhecer bem o Plano.3% dos pesquisados eram servidores de carreira. 25.8% responderam que possuíam algum conhecimento. 4. enquanto 46. como também o de colher subsídios para a avaliação do Planejamento Estratégico 2002-2004.4. para a sondagem sobre pontos fortes e fracos do MPPE.6%) 3. 5.8% eram do sexo masculino. estavam lotados na Zona da Mata. 59.2% eram servidores à disposição do MPPE e 31. • Quanto ao local de lotação dos pesquisados. sobre ameaças e oportunidades do ambiente externo e.6% atuavam nas áreas cível.

Principais metas mobilizadoras definidas pelos membros do MPPE: 10.2% dos pesquisados percebem a missão do MPPE como plenamente coerente. PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS Plano Estratégico 2005 2008 35 . foram elencadas as seguintes: 9. 7. 8. Pesquisa de clima organizacional: itens com percentual de desaprovação superior a 20% 11.6. Avaliação da percepção do grau de coerência existente na missão institucional do MPPE definida no Plano Estratégico 2002-2004: • 79. 19.8% acreditam que ela foi plenamente alcançada e 10.0. Avaliação do grau de alcance da visão de futuro definida no Plano Estratégico 2002-2004: • 74. Média geral da avaliação de satisfação e clima organizacional do MPPE: 8.4% acreditam que a visão de futuro não foi alcançada.0% como sendo parcialmente coerente e 1. Principais metas mobilizadoras (geral – membros e servidores): Dentre as metas mobilizadoras mais prioritárias para a instituição. 14.8% dos pesquisados acreditam que a visão de futuro estabelecida foi parcialmente alcançada.8% como não sendo coerente.

sugestões e desempenho global. Número total de questionários respondidos: 330 3. pontos fortes e fracos do MPPE. Relação institucional dos pesquisados com o MPPE: 5. Principais instituições pesquisadas (10 maiores): 4. Foram coletadas mais de 500 sugestões e registros de pontos fracos e de pontos fortes. metas mobilizadoras. Os principais resultados coletados são os que se seguem: 1. grau de conhecimento e avaliação das atividades do MPPE. Percentual de respostas por região do estado: 6. Período de realização: 7 de fevereiro a 17 de março de 2006 2.4. Essa sondagem teve o intuito de coletar informações sobre dados institucionais. Questionários respondidos por esfera de poder: 36 Plano Estratégico 2005 2008 PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS .5 Pesquisa externa Também foi realizada pesquisa externa de opinião com os atores externos que interagem com o MPPE.

Grau de acessibilidade ao MPPE: 11. segundo os pesquisados: PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS Plano Estratégico 2005 2008 37 . Grau de conhecimento das atividades exercidas pelo MPPE por área de atuação: 9. Relacionamento da instituição do respondente com o MPPE: 10. Grau de opinião quanto à publicidade das informações sobre as investigações e processos em que o MPPE está atuando: 8.7. Metas mobilizadoras mais prioritárias. Grau de satisfação com as atividades exercidas pelo MPPE por área de atuação: 12.

as organizações. produção. RH. bem como que as etapas de medição e controle sejam adequadamente definidas. ou setor. qualquer que seja ela. então. podemos definir processo. ou departamento). equipamentos. assim denominados. Os outputs de um processo de um departamento específico podem ser o input de outro processo de outro departamento. Esses subprocessos se referem a setores organizacionais diversos. de procedimentos e de instruções de trabalho. como sendo um conjunto de ações que ligam os fornecedores (internos ou externos) aos clientes (internos ou externos) de uma organização (ou divisão. como finanças. etc. numa seqüência de etapas ou ações sistemáticas.4. Cada subsistema de uma organização (divisão. tecnologia. Isso inter-relaciona as diversas partes da organização. 38 Plano Estratégico 2005 2008 PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS . departamento) tem seus próprios processos. são entendidas como sistemas formados por diversos subsistemas estreitamente relacionados entre si. Nessa visão. são aqueles que têm suas etapas diretamente voltadas para o cliente externo. públicas ou privadas. marketing. Os recursos necessários a um processo podem incluir pessoal. setor. métodos e técnicas.6 Mapeamento do processo crítico O processo de uma organização. Essa é uma abordagem baseada na visão sistêmica das organizações. O processo pode exigir que a seqüência de etapas seja documentada por meio de especificações. Essa transformação deve agregar valor à percepção dos clientes do processo e exige um certo conjunto de recursos. Nessa linha de raciocínio. finanças. se subdivide em vários outros subprocessos. Podemos definir processos como um conjunto de ações inter-relacionadas destinadas a transformar insumos em produtos e/ou serviços em uma organização. Os objetivos de cada subsistema devem estar dirigidos para a consecução do objetivo global do sistema da organização. Processos críticos. instalações. que por sua vez se subdividem em atividades e estas em tarefas.

em inglês. foi designado para realizar esse mapeamento. É de fundamental importância conhecer os fornecedores da organização e comunicá-los quais requisitos de qualidade são importantes para os insumos dos processos organizacionais. para as atividades finalísticas. Foi gerada uma representação esquemática. Esse grupo identificou. formado por membros e servidores. PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS Plano Estratégico 2005 2008 39 . quem são os principais FORNECEDORES. como MACROFLUXO da organização. são aqueles que têm suas etapas diretamente voltadas para atender às gerências internas da organização. quais os INSUMOS disponibilizados por esses fornecedores. de cada elemento da cadeia). A atividade de mapeamento dos processos críticos do Ministério Público de Pernambuco ainda não foi totalmente realizada. Processos de apoio. Idem para os inputs do processo. Compete ao grupo a continuidade do trabalho. na literatura. A base para o início da metodologia dos processos críticos é o conhecimento dos clientes (quem são) e das suas necessidades. O atendimento desses requisitos deve ser monitorado através de indicadores. é necessário que a organização possua um canal de comunicação com os seus clientes.Os processos críticos são suportados por processos de apoio. no apoio ao cliente externo. Caso haja falha nesses processos. Não possuem o cliente externo como alvo do output do processo. o cliente externo não perceberá imediatamente. considerando que esses processos devem ser codificados em todos os segmentos organizacionais. suas expectativas e requisitos. Para tanto. A metodologia de levantamento dos processos críticos sugere o mapeamento dos seguintes elementos: • Fornecedores (suppliers) • Insumos (inputs) • Processamento (process) • Produtos (outputs) • Clientes (clients) A representação esquemática do processo crítico (também conhecido como SIPOC – iniciais. Considerou a instituição como um todo. quais os diversos PROCESSAMENTOS realizados pelo MPPE nas principais atividades finalísticas. mapeando os processos críticos de cada um dos segmentos ministeriais. assim denominados. Um grupo específico. é referida também. É um trabalho que continua. quais os principais PRODUTOS gerados e quais os CLIENTES que são atendidos pelo trabalho ministerial. tendo sido iniciado com o mapeamento do processo principal. analisando as principais atividades finalísticas do MPPE. apresentada a seguir. visando captar suas necessidades.

40 Plano Estratégico 2005 2008 PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS .

PE .Recife .Seminário de Planejamento Estratégico Acervo Fundação Joaquim Nabuco .

definindo os principais RESULTADOS a serem alcançados no quadriênio 2005/2008. Os objetivos desse seminário estavam focados na construção conjunta e na obtenção de consenso quanto às linhas-mestras de um Plano Estratégico para o MPPE. reunindo cerca de 70 membros e servidores. de forma intensamente participativa. • Divisão dos grupos pelas principais linhas de ação do MPPE. • Escolha de 20 resultados para desdobramento. • Avaliação. • Troca de informações entre os grupos de trabalho para conhecimento dos resultados escolhidos. realizado em imersão total. • Plenária de considerações gerais. o Seminário de Planejamento Estratégico do MPPE. foi realizado em Caruaru. encaminhamentos e próximas etapas. • Apresentação dos resultados dos grupos (10 min/grupo). • Sensibilização final. • Deliberações. responsáveis e prazo. no período de 22 a 25 de março de 2006. destacando-se: • Jantar de boas vindas. • Encerramento oficial pelo Procurador-Geral de Justiça e comprometimento coletivo.cada uma das mesas do jantar tratou de três questões: . várias atividades foram realizadas em grupo ou em plenária. Nesse seminário.Seminário de Planejamento Estratégico C oncluídos os trabalhos dos grupos que definiram os elementos indutores para o Planejamento.Qual a nossa maior contribuição para o sucesso do seminário? . Mensagem de mobilização do Procurador-Geral de Justiça e orientações do Secretário Geral. Plano Estratégico 2005 2008 • Abertura do seminário.Que fato curioso ou pitoresco ocorrido com algum dos componentes do jantar pode ser relatado no dia seguinte? • Divulgação dos resultados da pesquisa interna e da pesquisa externa. • Priorização dos principais resultados a serem desdobrados. as AÇÕES mais relevantes para o alcance desses resultados e os principais INDICADORES a eles associados. Tempo livre para escolha dos quatro principais resultados em cada uma das linhas de ação. Atividade de integração . PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS 43 . • Segundo trabalho em grupo: desdobramento dos 20 principais resultados em ações e metas.Qual a nossa maior expectativa neste processo? .

89. Os 10. o seminário foi aprovado por 92. Nenhum participante avaliou que os objetivos não foram alcançados. De um modo geral.5% restantes registraram que o objetivo foi parcialmente alcançado e demonstraram preocupação com a continuidade do processo (ausência de participação de alguns membros. 44 Plano Estratégico 2005 2008 PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS .5% dos participantes acreditaram que o seminário atendeu aos objetivos propostos.2% (com 73.5% dos participantes (soma de todos os conceitos bom e ótimo). visão e valores da organização. baixa mobilização).Foram também realizados exercícios de análise da estrutura organizacional e de validação da missão.4%). O maior índice de desaprovação foi quanto à infra-estrutura (21.7% considerando-o ótimo). enquanto que o desempenho da consultoria foi aprovado por 98.

Identidade e análise da estrutura organizacional Acervo do Arquivo Público Estadual Jordão Emereciano .

definida quando da preparação de seu Planejamento Estratégico original. A missão é relativamente imutável. capaz de traduzir um benefício para os clientes. definindo aquilo a que ela se propõe: para que serve? O que é a instituição realmente? Para que existe? Uma declaração de missão DEFINE O NEGÓCIO da instituição sucintamente. clara e concisa. aos motivos pelos quais foi criada. Normalmente. um Ministério Público preparado para enfrentar os desafios exigidos na defesa da sociedade e se constituir num agente transformador da realidade social. É aquilo que dá direção e significado a essa existência. A visão de futuro do MPPE foi assim codificada quando da sua criação: VISÃO DE FUTURO: “Ser. É uma ferramenta de COMUNICAÇÃO. pois mudá-la significa um reposicionamento da organização.” PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS Plano Estratégico 2005 2008 47 . é de longo prazo (pelo menos. É importante que a visão seja um desafio organizacional. até 2008. A visão deve ser inspiradora. Visão de futuro é a imagem viva de um futuro ambicioso e desejável. A missão do MPPE. A comunicação da visão aumenta o engajamento dos colaboradores. A missão orienta e delimita a ação da organização. É uma descrição clara de intenções estratégicas da organização em prazos determinados. Já a visão é mutável.” Já a visão é o sonho de uma organização.1 Identidade organizacional A identidade de uma organização é traduzida em três elementos principais: sua declaração de missão. A missão da organização está ligada diretamente aos seus objetivos institucionais. pois a instituição está sujeita ao ambiente externo dinâmico. É aquilo que ela espera ser num determinado tempo e espaço. A visão é um plano. pois a missão representa a sua razão de ser.Identidade e análise da estrutura organizacional 6. foi estabelecida da seguinte forma: MISSÃO: “A missão do MPPE é a de garantir o estado democrático de direito e a cidadania da sociedade do Estado de Pernambuco. fornecendo aos stakeholders uma indicação clara do que ela está tentando fazer. 5 anos). relacionado com a máxima satisfação dos clientes internos e externos. sua declaração de visão e seus valores organizacionais. Missão é a finalidade da existência de uma organização. uma idéia mental que descreve o que a organização quer realizar objetivamente nos próximos anos de sua existência.

Os valores devem ser vivenciados verdadeiramente por todos. O exercício solicitou a cada participante. atualizando-se apenas seu horizonte temporal. a manifestação. a partir dos exemplos da liderança. Os valores do MPPE são os que se seguem: VALORES: •Independência •Ética •Honestidade •Probidade •Comprometimento com a dignidade humana.Os valores de uma organização representam os princípios éticos que norteiam todas as ações dessa mesma organização. Normalmente os valores compõem-se de regras morais e crenças. Avaliação do grau de alcance da visão de futuro definida no Plano Estratégico 2002-2004: 13. visando verificar se ela realmente reflete a razão de existir da organização. como válidos e realmente vivenciados. deixando a impressão de hipocrisia. a princípio. necessariamente: •A análise da declaração de missão. isto é. dos valores organizacionais. Os dados colhidos na pesquisa apontaram o seguinte quadro: 12. Avaliação da percepção do grau de coerência existente na missão institucional do MPPE definida no Plano Estratégico 2002-2004: O processo de revisão do Plano Estratégico demanda. As tabelas mostram. individualmente. durante o seminário foi realizada atividade específica de análise e revalidação desses elementos. devem ser percebidos por todos. que as declarações de missão e visão poderiam ser mantidas para o próximo ciclo de Planejamento Estratégico. •A atualização da declaração de visão. através de um código de cores (azul – PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS 48 Plano Estratégico 2005 2008 . que simbolizam os atos de seus fundadores. Mesmo de posse dos dados oriundos da pesquisa interna. Pior que não ter valores instituídos é ter falsos valores. administradores e colaboradores em geral. com a sociedade e com a instituição •Eficácia Os elementos da identidade organizacional foram alvo de questionamentos específicos na pesquisa interna quanto a sua coerência e grau de implementação. como letras mortas. •A verificação da permanência. É importante destacar que os valores devem realmente fazer parte da cultura organizacional da instituição. visando agregar novos desafios organizacionais a serem alcançados a longo prazo.

ajustando o período de vigência da visão para o ano 2008. tendo o público presente manifestado o cumprimento pleno e/ou parcial da missão e da visão. revalidou as declarações atuais. amarelo – cumprimento parcial. demonstrado acima. além da vivência efetiva dos valores organizacionais declarados pelo MPPE. O resultado final do exercício.cumprimento pleno. vermelho – não cumprimento). PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS Plano Estratégico 2005 2008 49 . quanto ao grau de cumprimento das declarações e quanto ao grau de vivência dos valores.

utilizando-as como insumos para a proposição de um reestudo do desenho organizacional.2 Análise da estrutura organizacional A análise da estrutura organizacional do Ministério Público de Pernambuco foi realizada a partir dos dados coletados no preenchimento. De acordo com as respostas dos participantes. sem a existência de rodízios e multifuncionalidades. sendo mais relevantes para o estudo das adaptações necessárias no desenho organizacional: i) a turbulência e a imprevisibilidade do ambiente externo. A análise consistiu no estudo da MODA e da MÉDIA das respostas coletadas durante o evento. A consolidação das opiniões coletadas está representada a seguir. tais como grupos de trabalho ou equipes multifuncionais dinâmicas para a resolução de problemas busca melhor adaptar o MPPE aos desafios do ambiente externo turbulento. 50 Plano Estratégico 2005 2008 PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS . uma melhor adequação técnica e uma maior otimização do fluxo vertical de diretrizes e informações na organização.6. duas questões afloraram como significativas. pelos participantes. durante o seminário. de formulário específico. Estão ressaltadas no formulário a moda de cada questão e a média obtida. a proposição da adoção de estratégias colaborativas entre a força de trabalho. onde se solicitava uma reflexão sobre o posicionamento da instituição face aos desafios do ambiente externo. conferindo-lhe mais agilidade na condução dos processos organizacionais. e ii) a estabilidade no desenho dos cargos e funções. Com base nessa realidade. mais adaptado para o enfrentamento das questões levantadas pelo grupo.

Recife .Encontros regionais Acervo Fundação Joaquim Nabuco .PE .

Encontros regionais
pós a realização do Seminário de Planejamento Estratégico, no qual foram produzidas as diretrizes gerais para o MPPE no período 2005-2008, optou-se pela realização de uma série de seminários regionais nas sedes das circunscrições com o objetivo de apresentar o plano em versão preliminar e desdobrá-lo no plano regional. O modelo adotado foi o de oficinas de trabalho e a programação dos encontros foi assim distribuída: • 01:00h: Explanação do processo de planejamento estratégico e orientações para o trabalho em grupo. • 01:30h: Contribuição dos membros e servidores (inclusões, exclusões, alterações e priorizações). • 01:00h: Apresentação das contribuições, plenária, delibe-rações e encaminhamentos. Foi produzida uma apresentação síntese para os membros e servidores das 14 circunscrições do estado e, de 23 a 31 de maio de 2006, aconteceram os encontros, facilitados por membros do MPPE. Antes dos encontros regionais foi feito um teste de consistência do modelo, na sede das Promotorias da Infância e Juventude da Capital, no dia 17/05/2006.

A

Após um relato geral do processo de planejamento, foi distribuída uma planilha para as contribuições (em grupos). Essa planilha era validada pelos presentes e recolhida pelos facilitadores para envio à Secretaria Geral e à Assessoria de Planejamento. Algumas contribuições chegaram através de e-mail, pois membros e servidores pediram um tempo adicional para analisar o conteúdo do plano. É preciso enfatizar que foi enviado previamente todo o material produzido até então, constando de um CD-Rom e material impresso com os seguintes arquivos: - Apresentação do histórico de planejamento - Mapa estratégico - Plano de trabalho com todas as planilhas dos programas - Resumo das pesquisas interna e externa - Formulário para trabalho em grupo - Tabela com as perspectivas, estratégias e programas do Plano Estratégico.

PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS Plano Estratégico 2005 2008

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Em resumo, foram feitas 233 sugestões ao Plano Estratégico, aproveitadas em sua grande maioria, seja no registro de novas ações, mudanças de prazos, priorizações de atividades ou exclusão/revisão de metas. O sucesso desses encontros no interior fez com que a experiência fosse repetida na capital, em outro formato, mas com o mesmo espírito de contribuição para o Plano Estratégico. Entre 19 e 21 de junho/2006, foram convidados membros e servidores que trabalham nos prédios Roberto Lyra (sede), IPSEP, Paulo Cavalcanti e Centro de Defesa da Vida e do Patrimônio Público. Nessa oportunidade foram registradas 70 contribuições de membros e servidores. Nos 14 encontros regionais e 4 encontros específicos foi registrada a participação de aproximadamente 230 membros e servidores do MPPE.

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Plano Estratégico 2005 2008

PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS

Mapa estratégico

Acervo do Arquivo Público Estadual Jordão Emereciano

surge a estratégia realizada. Importante lembrar que estudos da Universidade de Harvard mostram que há quatro barreiras fundamentais para a efetiva implantação da gestão estratégica. Tem a função adicional de comunicar claramente a todos os integrantes da organização quais os resultados principais a serem alcançados. fruto das turbulências. implementar e avaliar continuamente uma estratégia que assegure o êxito atual da organização e construa as competências essenciais para o seu sucesso no futuro” (Mintzberg). mudanças e incertezas do ambiente. O mapa estratégico cumpre com essa função. tentando traduzir a estratégia formal ou pretendida para todos os integrantes da organização. a gestão estratégica é uma atividade contínua que consiste em estabelecer uma estratégia pretendida (plano formal) e compatibilizá-la com a estratégia emergente. de forma simples e direta. O A literatura define gestão estratégica como “o processo de conceber. e uma delas é a falta de comunicação: “Os gerentes conseguem transmitir corretamente a estratégia a apenas 5% dos colaboradores”.Mapa estratégico mapa estratégico da organização representa a visualização da estratégia a ser seguida no período de referência do planejamento. Daí. Uma das principais atividades desse processo de gestão estratégica é a comunicação. Assim. com a necessidade de desenvolver novas competências para manter o ciclo em constante alimentação. PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS Plano Estratégico 2005 2008 57 .

A seguir.O mapa estratégico do MPPE para o período 2005-2008. está dividido em quatro perspectivas essenciais para atingir a missão institucional (defender a sociedade e o estado democrático de direito. assim distribuídas: perspectiva “articulação” – 10% e perspectiva “institucional” – 20%. pela relevância dada pelos participantes ao tema “corrupção” em todos os níveis das pesquisas: 40%. Garantia dos direitos humanos por meio da atuação cível. São elas: • • • • Enfrentamento à criminalidade e à corrupção. temos a perspectiva “cível” com 30%. duas de articulação e três de atividadesmeio. As perspectivas dividem-se em estratégias. garantindo os direitos humanos). restando 30% para as áreas de articulação e atividades-meio. sendo 10 finalísticas. totalizando 15. Articulação e integração interna e externa. para contagem do grau de avanço do planejamento e para o balanceamento dos indicadores. a pesquisa externa e os exercícios de priorização feito no seminário de Planejamento Estratégico em Caruaru. foram atribuídos pesos a cada uma das perspectivas. Dessa forma. De acordo com a pesquisa interna. A visualização do mapa pode ser vista a seguir: 58 Plano Estratégico 2005 2008 PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS . Desenvolvimento institucional. as áreas finalísticas estão com 70% da pontuação do planejamento. Para a perspectiva “crime” foi reservada a maior pontuação.

Perspectivas. estratégias e programas Acervo do Arquivo Público Estadual Jordão Emereciano .

e estas por sua vez. A esse conjunto de programas. cada PERSPECTIVA divide-se em estratégias para alcançar RESULTADOS. A quantificação do Plano é a seguinte: • 4 perspectivas • 15 estratégias • 39 programas PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS Plano Estratégico 2005 2008 61 .Perspectivas. são divididas em PROGRAMAS. estratégias e programas C omo mostrado no mapa estratégico da organização. estratégias e programas. A seguir é apresentada uma tabela com a divisão de perspectivas. ações. Para isso. damos o nome de PLANO DE TRABALHO. é necessário definir o responsável por cada programa estratégico que será o articulador das ações constantes do programa. metas e responsáveis. que contam com ações e metas com prazos e responsáveis. A estrutura do Plano Estratégico do MPPE consiste no monitoramento e avaliação periódicos das ações dos programas e dos resultados dos indicadores.

62 Plano Estratégico 2005 2008 PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS .

PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS Plano Estratégico 2005 2008 63 .

Indicadores de desempenho Acervo da Fundação Joaquim Nabuco .PE .Recife .

Podem ser chamados de índices de controle e de verificação e um sem número de divisões voltadas para cada tipo de instituição ou caso de uso. com elementos indutores cientificamente levantados. .Balanced ScoreCard. • A divisão por camadas de governança. as suas especificidades exigem uma classificação distinta. PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS Plano Estratégico 2005 2008 67 . com elementos de ação definidos e.Critérios da Fundação para o Prêmio Nacional da Qualidade. finalmente. como o seu enorme raio de abrangência e influência.Drivers e Outcomes. os indicadores podem ser de eficiência. sem contudo exercer governança sobre alguns pontos que dependem do Poder Executivo ou Judiciário. serão utilizadas duas classificações base no Plano Estratégico do MPPE: • A divisão por perspectivas do mapa estratégico. efetividade ou qualidade. Além dessas.Perspectivas da qualidade total. . Para que um sistema de indicadores te-nha êxito. Podem ainda ser indicadores de resultado ou de processo. No caso do MPPE. .Marco Lógico.1 Indicadores estratégicos Um dos maiores desafios da administração moderna é a conquista de resultados efetivos. pois o Ministério Público no Brasil guarda algumas características peculiares. mostrados através dos indicadores de desempenho. Dessa forma. com indicadores que possam traduzir esse desempenho.Indicadores de desempenho 10. eficácia. A literatura guarda uma série de classificações sobre indicadores de desempenho: . com resultados palpáveis a serem alcançados. . é preciso que o Plano Estratégico seja extremamente bem concebido.

Assim. O Ministério Público faz o papel de indutor dessas mudanças. peso 60% x 40% = 24%. dependem da ação do Poder Executivo ou Judiciário. a taxa de evasão escolar ou o grau de ressocialização dos apenados egressos do sistema prisional. não estão na completa governança dele. que estão na governança do MPPE como. Exemplificando. suas pontuações obedecerão aos pesos das perspectivas: Para calcular o peso de um indicador no escore final de pontuação do MPPE. sua pontuação para o Plano Estratégico do MPPE será 10% x 30% = 3%. o tempo médio de tramitação dos atos ministeriais ou a taxa de congestionamento. é preciso acompanhar os resultados de impacto junto à sociedade. nos quais é fundamental o acompanhamento do Ministério Público. como por exemplo a taxa de efetividade. isso quer dizer que a taxa de congestionamento das Promotorias criminais PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS 68 Plano Estratégico 2005 2008 . um indicador terá peso máximo se for de controle na perspectiva crime. Além desses. seja no âmbito judicial ou extrajudicial. o indicador for de interesse na perspectiva cível. ficando difícil estabelecer uma relação direta de causalidade entre o Plano Estratégico e o resultado do indicador. como mostrado na tabela abaixo: Como os indicadores estarão também distribuídos nas perspectivas do mapa estratégico. conforme mostrado no gráfico da página anterior. já que. pode-se dividir os indicadores em três camadas. Exemplos desses indicadores poderiam ser o IDH municipal. a camada de governança dos indicadores de interesse. cada uma das quatro perspectivas terá um conjunto de indicadores que mostrarão se os resultados daquela perspectiva estão sendo alcançados ou não. A camada de governança dos indicadores de controle mostra todos os indicadores essenciais para a obtenção dos resultados do plano de acordo com a perspectiva adotada. mas não refletem uma ação direta do MPPE. mostra aqueles índices que são de interesse de acompanhamento do Promotor e Procurador. apesar da ação decisiva do MPPE. mas não é possível dissociar da atuação conjunta com outros atores sociais e republicanos. Por fim. para a pontuação do Plano. Para efeito de pontuação no Plano Estratégico. reflete aqueles indicadores que. Se. bastará multiplicar o seu peso na classificação por camada de governança pelo peso na perspectiva. faz parte do seu Plano Estratégico. os indicadores distribuídos em camadas de governança terão pesos distintos. Em outras palavras. A camada dos indicadores de influência. dependem da ação de outros atores institucionais. ou seja. em sua maioria.Como explicado no capítulo sobre o mapa estratégico. que na maioria dos casos. por exemplo. todavia.

denúncias. propõe-se alguns indicadores. Além disso. na visão e no seu mapeamento dos processos críticos. Os indicadores deverão ter preenchida uma ficha com os seguintes dados: • Sigla do indicador. no âmbito judicial ou extrajudicial. • Linha de base. Possibilita verificar a cobertura das ações ministeriais pela população alvo de sua atuação. • Descrição completa do indicador. • Série histórica. termos de ajustamento de conduta e outros procedimentos formais. • Metas de curto prazo e de longo prazo. • Fórmula de cálculo do indicador.000 habitantes. • Sentido desejado para o indicador (“quanto maior melhor” ou “quanto menor melhor”). O Plano Estratégico propõe uma série de indicadores distribuídos por perspectivas. para que representem a efetividade. estes deverão apresentar as fichas de todos os indicadores de seu programa devidamente preenchidas. Plano Estratégico 2005 2008 69 .3 Descrição de alguns indicadores Os indicadores de desempenho do MPPE foram desenvolvidos a partir do mapa estratégico da organização. recomendações. • Responsável pela apuração do indicador. PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS 10.2 Indicadores tático-operacionais Além dos indicadores gerais do MPPE que refletem o avanço do Plano e a conquista dos resultados. cada programa terá o seu indicador de desempenho. ações propostas. multiplicada por 100. • Unidade de medida. • Fonte de coleta de dados do indicador. Dessa forma.(24%) terá uma pontuação oito vezes maior que a taxa de mortalidade infantil do município de um determinada Promotoria (3%). considera toda a produção ministerial dividida pela população total. • Referenciais comparativos (benchmarks). Pode ser dividida em três categorias: − Por habitante: para efeitos de comparabilidade. • Periodicidade de medição. com base na missão. 10. Uma vez escolhidos os responsáveis pelos programas. por camadas de governança e por programas. com seu respectivo detalhamento: − Produção ministerial: visa medir toda a quantidade de trabalho produzido pelos membros do MPPE. Considera a quantidade de pareceres. atrelando-os aos resultados e aos programas propostos. • Quantidade de faixas de pontuação com pesos balanceados. alguns indicadores agregados são necessários. eficácia e eficiência da ação ministerial.

Estabelece parâmetros quantitativos de produtividade. toda a produção ministerial no campo criminal (total de denúncias. − Por tipo: é a divisão da produção ministerial em grupos específicos. quanto à demanda de atuação e à capacidade operacional da instituição. considerando características de similaridade. − Taxa de congestionamento: este indicador também é utilizado no Poder Judiciário e no Tribunal de Contas. É apresentado sob forma percentual. Seu objetivo é medir a taxa de evolução do trabalho do MPPE. como. A produção ministerial por tipo também pode ser calculada por habitante ou por membro. por exemplo. A média dos tempos de processamento de cada ato dá uma noção da eficiência de seus membros para agilizar o processo. temos a proposição de uma ação ou arquivamento. contemplando o princípio da celeridade. a produção ministerial extrajudicial. A taxa de efetividade é a razão entre as ações ministeriais efetivas e a produção ministerial total. por exemplo. considerando a sua atuação judicial ou extrajudicial. Esse conjunto de procedimentos ministeriais deve ser estabelecido previamente.− Por membro: é a razão entre a produção ministerial bruta e o número de membros (Promotores e Procuradores) em exercício de suas funções. − Tempo de processamento dos atos ministeriais: considera o tempo de tramitação dos vários atos ministeriais desde a sua provocação (entrada no MPPE) até a sua ação final (saída do MPPE). Pode ser estratificado em grupos. O tempo transcorrido entre a entrada e a saída de cada ato ministerial é a base de cálculo deste indicador. assim como o indicador “produção ministerial”. Para cada representação ou notícia-crime que ingressa na instituição. − Taxa de efetividade: mede o percentual de sucesso das ações ministeriais. Uma ação ministerial é tida como efetiva quando o procedimento proposto pelo MPPE é acatado pelo Poder Judiciário ou suas recomendações são atendidas.) ou ainda. etc. de interesse da instituição. O congestionamento considera o estoque de ações ministeriais ainda em tramitação. Pode ser calculado por grupos de acordo com sua especificidade. a produção de atos ministeriais no período (saídas) e a proposição de novas ações ministeriais (entradas). na seguinte fórmula: 70 Plano Estratégico 2005 2008 PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS .

PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS Plano Estratégico 2005 2008 71 .

72 Plano Estratégico 2005 2008 PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS .

Plano de trabalho Acervo da do Arquivo Público Estadual Jordão Emereciano .

Contém ações com os respectivos responsáveis e metas para os anos de 2006 e 2007.Plano de trabalho Plano de Trabalho 2006-2007 é composto por planilhas que relacionam os programas estratégicos às estratégias organizacionais e às perspectivas do MPPE. distribuídas em quadrimestres. São quase 300 ações estratégicas distribuídas em 39 programas estratégicos. O plano é listado a seguir. Cada planilha representa o trabalho de um programa estratégico. de forma a facilitar o monitoramento e avaliação das atividades. Um modelo de planilha pode ser visto abaixo: O PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS Plano Estratégico 2005 2008 75 .

76 Plano Estratégico 2005 2008 PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS .

PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS Plano Estratégico 2005 2008 77 .

78 Plano Estratégico 2005 2008 PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS .

PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS Plano Estratégico 2005 2008 79 .

80 Plano Estratégico 2005 2008 PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS .

PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS Plano Estratégico 2005 2008 81 .

82 Plano Estratégico 2005 2008 PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS .

PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS Plano Estratégico 2005 2008 83 .

84 Plano Estratégico 2005 2008 PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS .

PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS Plano Estratégico 2005 2008 85 .

Metodologia de monitoramento e avaliação Acervo do Arquivo Público Estadual Jordão Emereciano .

1 Considerações gerais O sistema de monitoramento e avaliação. dificuldades. mas de fato. Cada programa terá um responsável nomeado oficialmente por resolução (ato normativo) do Colégio de Procuradores do MPPE.2 Reuniões de análise crítica As reuniões de análise crítica do Plano deverão ser mensais e se constituirão no fórum de discussão sobre os principais avanços. Esse responsável é o articulador principal para que as ações e metas contidas nas planilhas aconteçam de fato. Os gerentes de programas apresentarão os seus resultados ao Órgão Especial do Colégio de 12.Metodologia de monitoramento e avaliação 12. é uma forma de assegurar o cumprimento do Plano Estratégico e o atingimento dos resultados esperados. Não é necessariamente o responsável direto por todas as ações. sem prejuízo das demais instâncias deliberativas e executivas da instituição. PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS Plano Estratégico 2005 2008 89 . O sistema de monitoramento e avaliação será constituído de reuniões periódicas de análise crítica do desempenho do MPPE. tendências e medidas corretivas a serem tomadas em cada um dos 39 programas estratégicos escolhidos pelo MPPE para o período 2005-2008. Procuradoes de Justiça. dificuldades de realização. a cada quatro meses. As reuniões serão mensais e. medidos através dos indicadores de desempenho. Já as reuniões de avaliação geral do Plano buscarão o atingimento dos resultados e o alcance das metas dos indicadores de desempenho balanceados. será feita uma avaliação geral do Plano. medidas corretivas e tendências) e nos indicadores dos programas.3 Foco das reuniões As reuniões por perspectivas deverão ter foco no cumprimento das ações dos programas (avanços. é ele que será cobrado pelas instâncias superiores da organização quanto ao alcance dos resultados dos programas. de acordo com o cronograma seguinte: 12.

Por exemplo. novembro e dezembro. maio. a reunião de fevereiro deverá fazer a avaliação do III quadrimestre do ano anterior. A reunião de análise crítica de outubro poderá ser substituída por um seminário anual de replanejamento. junho e outubro de cada ano. A Secretaria Geral. avaliação do plano por perspectivas. Todo o processo poderá ser apoiado por ferramentas de gestão estratégica. tanto quanto ao cumprimento das ações. sem descer a detalhes de cada um dos programas. Nestas reuniões o gerente de programa deverá ter uma ação mais propositiva e apresentar ao Órgão Especial do Colégio de Procuradores de Justiça o andamento dos programas sob sua responsabilidade. a reunião deve ter foco principal na análise dos indicadores e resultados mostrados por perspectivas e por camadas de governança. por meio da Assessoria de Planejamento disponibilizará os formulários-padrão de monitoramento e avaliação. a de junho deverá avaliar o I quadrimestre do ano em curso e assim por diante. agosto. ocorrerão as reuniões de PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS 90 Plano Estratégico 2005 2008 . julho. priorizações ou quaisquer outras medidas de suporte à gestão. setembro. quanto aos resultados dos indicadores dos programas.4 Reuniões de avaliação geral do Plano As reuniões de avaliação geral do Plano Estratégico do MPPE 2005-2008 ocorrerão nos meses de fevereiro. Para esta tarefa. O Órgão Especial do Colégio de Procuradores de Justiça avaliará o avanço da gestão estratégica e sugerirá correções de rotas.12. abril. março. consolidará os resultados e regulamentará o assunto com o apoio de ferramentas de gestão estratégica 12.5 Reuniões de avaliação do plano por perspectivas Nos meses de janeiro. poderão ser designados responsáveis. com base nas metas previstas no último quadrimestre do plano de trabalho. Nessas reuniões. Além da breve notícia sobre o andamento dos programas. contando com as diretrizes estabelecidas na reunião de junho (para conciliar com a data de preparação do orçamento anual). deverá ser feita uma apresentação sucinta pelo Procurador-Geral de Justiça ou pelo Secretário Geral do grau de cumprimento das ações dos programas.

Participantes Acervo do Arquivo Público Estadual Jordão Emereciano .

R. em cada uma das fases do planejamento: Antonio Carlos C.1 Dos participantes do curso de Planejamento Estratégico com foco em resultados: Aline Etiene A. sob pena de cometer inevitáveis esquecimentos. Santos Janaina Negreiros João Maria Rodrigues Filho José Arnaldo Guimarães José Paulo C. análise e validação.Participantes O processo de elaboração do Plano Estratégico do MPPE 20052008 foi extremamente participativo em suas múltiplas etapas de concepção. Xavier Ingrid Martorelli G.Oliveira Itamar Dias Noronha Ivan dos Santos Telles Ivan Wilson Porto Izabel Cristina de Novaes S. Correia Eugênio Antunes Eulina Pedrosa Arruda Evângela Andrade Felipe da Fonseca Lins Francisco Bonifácio Francisco Cruz Rosa Francisco Edílson de Sá George Hamilton Paes Barreto Geraldo Margela Correia Gerusa Torres de Lima Gilson Roberto de Melo Barbosa Gipsy Santos da Silva Telles Helena Capela Hélio José de C. mas registre-se a presença de todos aqueles que contribuíram para a elaboração deste documento: 13. Xavier Filho José Roberto da Silva Josenildo Melquiades de Lima Seria impossível listar todos os participantes. Jordão Ana Joêmia Rocha PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS Plano Estratégico 2005 2008 93 . A tabela a seguir mostra o número aproximado de pessoas que atuaram ativamente no processo. Rodrigues Ester de O. de Gusmão Carlos Alberto Feitosa Charles Hamilton dos Santos Lima Clóvis Ramos Sodré da Motta Daisy Maria de Andrade Costa Pereira Eleonora Marise S. de Almeida Adalberto Mendes Pinto Vieira Artur C.

Rodrigues Ernando Jorge Mazolla Ester de Oliveira Correia Eugênio José Batista Antunes Eulina Pedrosa Arruda Fábio Carneiro de Lima Felipe da Fonseca Lins Fernanda Henriques da Nóbrega Fernando Falcão Ferraz Filho Francisco Bonifácio de Souza Francisco Cruz Rosa Francisco Hortêncio Francisco Sales de Albuquerque Genildo Silva do Nascimento George Hamilton Paes Barreto Geraldo Margela Correia Gerusa Torres de Lima Gipsy Santos da Silva Telles Guilherme Francisco L. de Arruda Helena Capela Gomes Carneiro Lima Hélio José de Carvalho Xavier Humberto da Silva Graça Ingrid Martorelli Gurgel de Oliveira Ivan dos Santos Telles Janaína Vieira Negreiros Janeide Oliveira de Lima João Maria Rodrigues Filho José Arnaldo Moreira Guimarães Neto José Paulo Cavalcanti Xavier Filho José Roberto da Silva Josenildo Melquiades de Lima Judith Silveira Borba Lauriney Reis Lopes Leia dos Santos Neves Liliane da Fonseca Lima Rocha Lincoln de Santa Cruz Oliveira Luciana Marinho Martins Mota e Albuquerque Lúcio Luiz de Almeida Neto Márcia de Morais Nunes Machado Maria Bernadete de Azevedo Figueroa Maria da Conceição de Oliveira Martins Maria da Glória Gonçalves Santos Maria do Socorro N. Assunção Maurício Borges Leão Milta Maria Paes de Sá Rhassanno C. B.2 Dos participantes do Seminário de Planejamento Estratégico Adalberto Mendes Pinto Vieira Alfredo Pinheiro Martins Neto Aline Etiene de Arruda Jordão Allana Uchoa de Carvalho Ana Joêmia Marques da Rocha Ana Rúbia Torres de Carvalho Antônio Carlos Cavalcanti de Almeida Bettina Estanislau Guedes Carlos Alberto do Nascimento Feitosa Charles Hamilton dos Santos Lima Clóvis Ramos Sodré da Motta Daisy Maria de Andrade Costa Pereira Décio de Carvalho Padilha Edson José Guerra Eduardo Luiz da Silva Cajueiro Eleonora de Souza Luna Eleonora Marise S. Patriota Sálvea Campelo Sérgio Roberto da Silva Pereira Sílvio José Menezes Tavares Sueli Maria do Nascimento Westei Conde y Martin Junior 13. de Oliveira Marilúcia Arruda de Assunção Marinalva Severina de Almeida Mário César Tavares Maurício Borges Leão Milta Maria Paes de Sá Nelma Ramos Maciel Quaiotti PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS 94 Plano Estratégico 2005 2008 .Lincoln de Santa Cruz Maria da Paz Figuerêdo Marilúcia A.

P.4 Da coordenação do processo Charles Hamilton dos Santos Lima Evângela Azevedo de Andrade George Hamilton Paes Barreto José Arnaldo Moreira Guimarães Neto PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS Plano Estratégico 2005 2008 95 . Galvão Coelho Sérgio Roberto da Silva Pereira Sílvio José Menezes Tavares Sueli Maria do Nascimento Vandeci Souza Leite Westei Conde y Martin Junior Ivan dos Santos Telles Marilúcia Arruda de Assunção 13.Paulo César do Nascimento Paulo Henrique Queiroz Figueiredo Raimunda Nonata B.5 Da equipe de consultoria Acácio Ferreira de Carvalho Filho Maurício Serra Moreira da Cruz APOIO Verônica Braga Viana Magalhães Melo Zilda Maria de Albuquerque Oliveira 13.3 Da equipe da Assessoria Ministerial de Planejamento e Estratégia Organizacional George Hamilton Paes Barreto José Arnaldo Moreira Guimarães Neto Sayonara Freire de Andrade Carlos Antonio Gadelha de Araújo Júnior Fernando da Costa Gama Júnior Estagiários Carla Renata dos Reis Leal de Barros Levi Coimbra do Nascimento 13. Fernandes Romilda Maria F.

Barbosa Lima. instrutor da Escola de Governo (FCAP/UPE). engenheiro eletrônico. Alfredo Fernandes. 149 – Ed. implementação.13. MBA em administração de empresas pela UFPE. contando com o apoio dos consultores.6 Consultoria A consultoria externa contratada para apoiar o trabalho atuou de forma a preparar os integrantes do MPPE a conduzirem o processo de formulação. Antonio Carlos Maciel Amaral Analista de sistemas sênior. professor universitário. consultor de empresas.030-330 Fone: (81) 3224-7100 Consultores Acácio Ferreira de Carvalho Filho Engenheiro Civil. sala 315 Bairro do Recife Antigo – Recife/PE. pós-graduado em gestão de negócios pela Fundação Dom Cabral. Todo o trabalho foi de mentoring. experiência de 15 anos em gestão de organizações. Consultoria Externa Áxon Tecnologia em Informação e Gestão Ltda. com mais de uma centena de trabalhos de desenvolvimento organizacional. CEP: 50. Empresa localizada no Porto Digital – Recife/PE Av. com experiência de 15 anos em gestão estratégica de organizações. Maurício Serra Moreira da Cruz Administrador. monitoramento e avaliação do processo de gestão estratégica . ou seja. professor universitário. curso de especialização em ciência da computação na UFRJ. créditos do mestrado em ciência da computação cumpridos na UFPE. com experiência de 15 anos em desenvolvimento de softwares. 96 Plano Estratégico 2005 2008 PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS . As atividades foram inteiramente desenvolvidas pelos membros e servidores do MPPE. apenas de orientação. especialista em planejamento estratégico e gestão empresarial.

Anexo SIGLA AJM AMCS AMPEO AMSI ASTECM-CIV ASTECM-CRIM COADM-CIRC CAOPJDC CAOPCON CAOPCRIM CAOPIJ CAOPMA CAOPPPS CAOPCSF CINQ CDEN CRCIV CRCRIM CHEFGAB CMA CMAC CMAT CMFC CMGP CMTI COORDGAB CGMP CPJ PROCCIV PROMOTOR DOS DIREITOS HUMANOS Plano Estratégico 2005 2008 NOME Assessoria Jurídica Ministerial Assessoria Ministerial de Comunicação Social Assessoria Ministerial de Planejamento e Estratégia Organizacional Assessoria Ministerial de Segurança Institucional Assessoria Técnica em Matéria Cível Assessoria Técnica em Matéria Criminal Coordenação Administrativa da Circunscrição Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Defesa da Cidadania Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Defesa dos Direitos do Consumidor Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça Criminais Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Defesa do Meio Ambiente Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e Social Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Combate à Sonegação Fiscal Central de Inquéritos Central de Denúncias Central de Recursos Cíveis Central de Recursos Criminais Chefia de Gabinete Coordenadoria Ministerial de Administração Coordenadoria Ministerial de Auditoria e Controle Coordenadoria Ministerial de Apoio Técnico Coordenadoria Ministerial de Finanças e Contabilidade Coordenadoria Ministerial de Gestão de Pessoas Coordenadoria Ministerial de Tecnologia da Informação Coordenadoria do Gabinete do Procurador-Geral de Justiça Corregedoria Geral do Ministério Público Colégio de Procuradores de Justiça Coordenadoria das Procuradorias Cíveis PROCCRIM CSMP ESMP GEM-CONTAB GEM-INFRA GEM-PSICO GT-RACISMO JECRIM NIRCO OECPJ PGJ PJ PJCID PJCIDCAP PJDDC PJCRIM PJDDH PJEDUC PJ-EXECMED PJ-EXECUÇÃO PJ-FALÊNCIAS PJ-FAMÍLIA PJ-FAZENDA PJDH-PI PJ-INFJUV PJ-JUIZADOS PJ-MA PJ-PPS PJ-PPSCAP PJ-REGIONAL PJ-SAÚDE SGMP Coordenadoria das Procuradorias Criminais Conselho Superior do Ministério Público Escola Superior do Ministério Público Gerência Ministerial de Contabilidade Gerência Ministerial de Infra-Estrutura Gerência Ministerial Psicossocial Grupo de Trabalho de Combate ao Racismo Juizado Especial Criminal Núcleo Integrado de Repressão à Criminalidade Organizada Órgão Especial do Colégio de Procuradores de Justiça Procurador-Geral de Justiça Promotoria de Justiça Promotoria de Justiça de Defesa da Cidadania Promotoria de Justiça de Defesa da Cidadania da Capital Promotoria de Justiça de Defesa dos Direitos do Consumidor Promotoria de Justiça Criminal Promotoria de Justiça de Defesa dos Direitos Humanos Promotoria de Justiça de Defesa do Direito Humano à Educação Promotoria de Justiça de Execução de Medidas Sócio-Educativas Promotoria de Justiça de Execução Penal Promotoria de Justiça de Falências. Concordatas.Pessoa Idosa Promotoria de Justiça de Defesa da Infância e Juventude Promotoria de Justiça com Atuação junto aos Juizados Especiais Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e Social Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e Social da Capital Promotorias de Justiça Regionais Promotoria de Justiça de Saúde Secretaria Geral do Ministério Público 97 . Recuperação Judicial e Liquidação Extrajudicial Promotoria de Justiça de Família Promotoria de Justiça da Fazenda Pública Promotoria de Justiça de Defesa dos Direitos Humanos .