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MARIANA LOPES QUIRRENBACH

PÁGINA RESPOSTA– PROBLEMAS AMBIENTAIS COMO DESAFIO PARA A PSICOLOGIA

PONTA GROSSA 2010

MARIANA LOPES QUIRRENBACH PÁGINA RESPOSTA – PROBLEMAS AMBIENTAIS COMO DESAFIO PARA A PSICOLOGIA Página resposta elaborada como forma de avaliação parcial à disciplina de Psicologia Ambiental. do curso de Bacharelado em Psicologia -IESSA. PONTA GROSSA 2010 .

pois não se torna cultural.. as gerações subseqüentes . questionamentos como: “nossa matéria prima um dia irá acabar”. caso sejam mantidos os modelos de produção econômica e exploração dos recursos naturais vigentes no século vinte”. expandir. Analiso assim tomada por uma experiência familiar. não tem uma efetividade. e seguiram um ramo próprio: Serraria. é como falar para um fumante: cigarro mata. então ficam as questões: como alcançar essas soluções? Como atingir o interesse real das pessoas a ponto de fazê-las mudar de atitude? O que nos fará marcharmos em uma direção oposta ao esgotamento do planeta? Penso que mesmo que os fatos apontados não sejam novidade. mudar essa ótica? Uma mudança brusca. a exploração excessiva dos recursos naturais. mas parece que não atinge as pessoas. antes das campanhas exaustivas que contemplaram a proibição das propagandas. Esse tema é abordado em várias áreas. a fazer algo. ser economicamente estável. Meus avós são alemães e vieram para o Brasil por questões de guerras e caos de outrora. como várias colônias. “Hoje” é destruição. como poderiam passar se o foco era outro? Talvez vendo sob esse ângulo de uma simples história familiar. em tempo hábil. possamos entender. como um modo de reverter a situação vigente. Não é também novidade a origem desse “caos”: o padrão vigente. “Ontem” devastar era crescimento. devastaram muitas áreas. O fato é que se fixaram aqui. ainda fumam. O objetivo era fixo: crescer. ou grande parte delas de maneira a movê-las. ou ao menos pensarmos o porque parece estarmos andando a “passos de tartaruga” em relação à preservação ambiental. não se torna parte da moral das pessoas. e ele. Parece-me como um “chover no molhado”. derrubaram árvores de centenas de anos sem ter em suas mentes o fato que estavam “destruindo”. continua a fumar. ao meu ver. mesmo ciente disso.Esse capítulo inicia-se com uma afirmação que não parece novidade: “O planeta Terra chegará à condição de ser impróprio para a vida humana. e muito menos as soluções apontadas. radical. Como indústrias no auge do crescimento industrial. é tudo muito recente. Como simplesmente de uma hora para outra. porém. parece que nem passaram pela cabeça. E de fato.. Como o exemplo que citei anteriormente do cigarro: muitos que já fumavam. o consumismo.

pode. a psicologia. É visto que teremos muitos efeitos colaterais. conscientizar e agir.já apresentam diminuição do uso de cigarro. pesquisando. mas também de nada resolve se virmos isso de maneira crítica a ponto de cegarmos aos pontos positivos disso. avaliar todas as óticas. hoje virou uma propaganda de “venda” de consumo. mas um tanto complicada de se efetuar a pequeno prazo. mudanças exigem e necessitam de tempo. estudando. É inquestionável que o marketing ambiental.. Parece-me uma receita eficaz. a passos de tartaruga. por mais que tenham obscuridades. um pouco de consciência ambiental acaba por estar embutido em tudo isso.. cabe aqui o papel do psicólogo: ir conscientizando.estudar assuntos efetivamente inseridos na vida das pessoas”. Acredito que o caminho contrário à exaustão do Planeta esteja sendo traçado. e muito ajudar nessa “receita”. Então lendo o texto. não deixa de ser mais um passo. porém isso não pode nos impedir de frearmos o presente para que no futuro esses efeitos sejam menores. pois de qualquer modo. o que interfere. em devoção. . e procurando caminhos. Sem contar que também não podemos deixar de levar em consideração. mas em frente. o que indica que situações de mudança implicam em tempo. já que se propõe a “. ou melhor: o que está por trás de todos esses conceitos e supostas soluções. É uma rede. modelando atitudes para que se atinja futuramente o que se busca há algum tempo. conclui que o psicólogo. Ver de vários ângulos.