Você está na página 1de 32

26/10/2010

1
Teor ia da Pr odução e
Teor ia dos Cust os de
Pr odução
UFCG / UERN
Cursos de Ciências Cont ábeis e Administ ração
Disciplina: I nt rodução à Economia
Prof . Enéas Net o
I nt r odução à economi a
I nt r odução
 A impor t ância das empr esas par a a at ividade
econômica;
 Relação ent r e pr odut ividade do t r abalho e
melhor ia no bem-est ar da população;
 Cr esciment o nos países r icos Ver sus
Cr esciment o nos países pobr es
2
26/10/2010
2
I nt r odução à economi a
3
I nt r odução
 Como def inir a pr odução de uma f ir ma?
Aqui si ção e t r ansf or mação de bens e ser vi ços em out r os bens e
ser vi ços, ou sej a, é a f or ma pela qual uma empr esa adqui r e
i nsumos de pr odução e os t r ansf or ma, vi a ut i li zação de
det er mi nado pr ocesso pr odut i vo (t ecnologi a), cr i ando assi m
det er mi nados bens e ser vi ços que t em valor par a os
consumi dor es f i nai s (i ndi víduos) ou i nt er medi ár i os (empr esas).
(OLI VEI RA, 2006)
I nt r odução à economi a
4
I nt r odução
 Pr odução ver sus f at or es de pr odução;
26/10/2010
3
I nt r odução à economi a
5
Alguns conceit os básicos
 Fir ma ou empr esa:
 A uma uni dade t écni ca que pr oduz bens e ser vi ços;
Empr esár io:
É quem deci de quant o e a manei r a pela qual uma ou mai s
mer cador i as são pr oduzi das;
O empresário est abelece os obj et i vos da empr esa, negoci a
com os di f er ent es f at or es dela e coor dena as r elações no
cont ext o em que ela se desenvolve.
Suj ei t o a r eceber lucr os ou i ncor r er em pr ej uízos;
Fat or es de pr odução:
São bens e ser vi ços t r ansf or mávei s em pr odução;
I nt r odução à economi a
6
Alguns conceit os básicos
 Pr odução:
 Tr ansf or mação de f at or es de pr odução adqui r i dos pela f i r ma,
par a venda no mer cado;
 A pr odução se or gani za em empresas por que ger alment e só
se consegue a ef i ci ênci a pr oduzi ndo em gr ande escala.
Pr odut o:
Qualquer bem ou ser vi ço r esult ant e de um pr ocesso de
pr odução.
Tecnologia:
É o conj unt o de t écni cas (pr ocessos) de pr odução conheci dos.
Habi li dade t écni cas pelas quai s os f at or es de pr odução ser ão
t r ansf or mados em pr odut o.
26/10/2010
4
I nt r odução à economi a
7
Ef iciência t écnica Ver sus Ef iciência
econômica
 Ut ilização de dif er ent es t ecnologias:
 Volume det er minado de pr odução;
 Volume dif er enciados de f at or es ut ilizados;
 Diver sas combinações de f at or es de pr odução
necessár ios.
Ef iciência t écnica: Obt er o mesmo volume de pr odução com uma
menor ut i li zação de f at or es de pr odução.
Ef iciência Econômica: Obt er o mesmo volume de pr odução que os
mét odos alt er nat i vos, com um menor cust o de pr odução possível.
I nt r odução à economi a
8
Função de Pr odução
 Conceit o:
 Relação que i ndi ca a quant i dade máxi ma que se pode obt er de
um pr odut o, por uni dade de t empo, a par t i r da ut i li zação de
uma det er mi nada quant i dade de f at or es e medi ant e a escolha
da t ecnologi a mai s adequada.
.) . , , , ( Emp Cap L K T f Q =
A f unção de produção especif ica a r elação ent r e a
quant idade de f at or es ut ilizados par a pr oduzir um
bem e a quant idade pr oduzida desse bem.
26/10/2010
5
I nt r odução à economi a
9
Fat or es de pr odução f ixos e
var iáveis
 Fat or de produção f ixo: f at or cuj a quant idade não
pode mudar de imediat o, quando se desej a uma r ápida
var iação na pr odução (equipament os, edif icações,
t er r as et c.;)
 Fat or de produção variável: f at or cuj a quant idade
pode var iar f acilment e, quando se desej a aument ar ou
diminuir a pr odução. (Mat ér ias-pr imas, ener gia,
combust íveis, t r abalho et c.)
I nt r odução à economi a
10
Per íodos de t empo r elevant es par a
a f ir ma
 Dada a classif icação dos r ecur sos pr odut ivos,
podemos def inir como:
 Cur t o pr azo: per íodo de t empo em que pelo menos
um dos f at or es de pr odução empr egados na
pr odução é f ixo.
 A var i ação no nível de pr odução só ocor r er á medi ant e a
ut i li zação i nt ensa do f at or var i ável;
 Longo pr azo: per íodo de t empo que t odos os
f at or es de pr odução são var iáveis.
No LPa t amanho da empr esa pode mudar
26/10/2010
6
I nt r odução à economi a
11
Pr odução no cur t o pr azo
 Toda ação econômica t em lugar no cur t o pr azo;
 Exemplo de uma f azendo que pr oduz t r igo.
 Det er mi nada ár ea cult i vável – 10 ha (f at or f i xo);
 A mão-de-obr a ser á o úni co f at or var i ável;
 O nível do pr odut o var i a apenas em f unção de alt er ações na
mão-de-obr a, a cur t o pr azo, cet er i s par i bus.
) ( ) , ( L f Q L T f Q = =
I nt r odução à economi a
12
Exemplo da pr odução de t r igo
Quant i dade de
Ter r a (T)
Uni dades de
t r abalho
empr egadas (L)
Pr odut o t ot al
(Q)
Pr odut o médi o
(Pme)
Pr odut o
mar gi nal (Pmg)
10 0 0 - -
10 1 10 10 10
10 2 22 11 12
10 3 39 13 17
10 4 52 13 13
10 5 60 12 8
10 6 60 10 0
10 7 56 8 -4
10 8 48 6 -8
26/10/2010
7
I nt r odução à economi a
www,professoreneasneto.googlepages.com 13
Curva de produção total de trigo
I nt r odução à economi a
14
Lei dos r endiment o decr escent e
 A lei dos rendiment os decrescent es est abelece que, se na
pr odução há pelo menos um f at or f i xo e vamos acr escent ando a
ele uni dades sucessi vas do f at or var i ável, chegar á um moment o a
par t i r do qual os i ncr ement os na pr odução ser ão cada vez
menor es.
 Aument ando-se a quant i dade de um f at or de pr odução var i ável em
i guai s i ncr ement os por uni dade de t empo, enquant o per manece
f i xa a quant i dade dos demai s f at or es, a pr odução aument ar á, mas
a par t i r de cer t o pont o, os acr ésci mos r esult ant es no pr odut o se
t or nar ão cada vez menor es. Cont i nuando o aument o da quant i dade
ut i li zada do f at or var i ável, a pr odução alcançar á um máxi mo,
podendo, ent ão, decr escer .
26/10/2010
8
I nt r odução à economi a
Lei dos r endiment o decr escent e
 Se a Lei dos Rendiment o Decr escent es não
oper asse na pr odução, bast ar ia apenas em uma
f aixa de t er r a f ixa, adicionar f at or es
var iáveis de pr odução e aliment ar t oda a
população mundial, por exemplo.
15
I nt r odução à economi a
16
Pr odut o médio do f at or var iável
(Pme)
 O Pme (ou pr odut ividade
média) do f at or var iável
é obt ida a par t ir da
divisão da pr odução
t ot al pela quant idade de
f at or de pr odução
var iável empr egada.
L
Q
Pme =
26/10/2010
9
I nt r odução à economi a
17
Pr odut o mar ginal do f at or var iável
(Pmg)
 O Pmg (ou pr odut ividade
mar ginal) do f at or
var iável é def inido com a
var iação na pr odução
t ot al decor r ent e da
var iação de UMA
unidade no f at or de
pr odução var iável.
L
Q
Pmg
A
A
=
I nt r odução à economi a
18
Cur vas de Pme e Pmg
26/10/2010
10
I nt r odução à economi a
19
Relação ent r e Pme e Pmg
 Pmg é dado pela inclinação da cur va de
pr odut o t ot al ent r e dois pont os;
 As f or mas das cur va de Pme e Pmg der ivam,
por t ant o, do f or mat o do pr odut o t ot al;
 Qual a explicação par a a r elação ent r e a
cur vas de Pme e Pmg?
I nt r odução à economi a
20
Relação ent r e Pme e Pmg
 Por exemplo:
71 , 1
4
84 , 6
= = Média
26/10/2010
11
I nt r odução à economi a
21
Relação ent r e Pme e Pmg
 Se:
 Pmg >Pme = Pme aument a;
 Pmg <Pme = Pme diminui;
 Pmg = Pme = Pme é máximo.
 Par a o empr esár io a var iável impor t ant e ser á
não só o Pme, mas t ambém a cont r ibuição que
cada t r abalhador acr escent a ä pr odução.
 Por que?
I nt r odução à economi a
22
Por Exemplo
26/10/2010
12
I nt r odução à economi a
23
Cur vas de Pme e Pmg
I nt r odução à economi a
Pr odut o t ot al e Pr odut o médio
0
10
20
30
40
50
60
70
0 1 2 3 4 5 6 7 8
P
r
o
d
u
ç
ã
o
Nº Trabalhadores
Produt o t ot al
L Q Pme Pmg
0 0
1 10 10 10
2 22 11 12
3 39 13 17
4 52 13 13
5 60 12 8
6 60 10 0
7 56 8 -4
8 48 6 -8
0
2
4
6
8
10
12
14
0 1 2 3 4 5 6 7 8
24
26/10/2010
13
I nt r odução à economi a
0
10
20
30
40
50
60
70
0 1 2 3 4 5 6 7 8
P
r
o
d
u
ç
ã
o
Nº Trabalhadores
Produt o t ot al
L Q Pme Pmg
0 0
1 10 10 10
2 22 11 12
3 39 13 17
4 52 13 13
5 60 12 8
6 60 10 0
7 56 8 -4
8 48 6 -8
-10
-5
0
5
10
15
20
0 1 2 3 4 5 6 7 8
Pr odut o t ot al e Pr odut o mar ginal
25
I nt r odução à economi a
0
10
20
30
40
50
60
70
0 1 2 3 4 5 6 7 8
P
r
o
d
u
ç
ã
o
Nº Trabalhadores
Produt o t ot al
L Q Pme Pmg
0 0
1 10 10 10
2 22 11 12
3 39 13 17
4 52 13 13
5 60 12 8
6 60 10 0
7 56 8 -4
8 48 6 -8
-10
-5
0
5
10
15
20
0 1 2 3 4 5 6 7 8
Pme e Pmg
Pr odut o t ot al e Pr odut o mar ginal
26
26/10/2010
14
I nt r odução à economi a
27
Comparação ent re
o Q, Pme e Pmg.
Pmg =
inclinação do Q
ent re dois
pont os
Pme =
inclinação de
uma ret a que
part e da
origem at é um
pont o do Q.
I nt r odução à economi a
Cust os de pr odução
 Discur so dos gest or es em t or no do ger enciament o de
negócios Ver sus Maximização de lucr os;
 Mot ivação cent r ada na r acionalidade econômica da
f ir ma;
 Mi ni mi zar a di f er ença ent r e RT e CT de pr odução...
 Pr eocupação cent r ada nos cust o de pr odução
 Como são medi dos?
 O que os economi st as ent endem por cust os?
 Como eles se compor t am?
28
26/10/2010
15
I nt r odução à economi a
Cust os explícit os Ver sus Cust os
implícit os
 Os economist a e o cust o de opor t unidade t ot al de um
negócio;
 Noção de cust o cent r ada nest e conceit o.
 O pr incípio-chave do cálculo do cust o econômico é o
pr incípio do cust o de oport unidade.
 Cust o de opor t unidade t ot al de um negócio é a soma de:
 Cust os explícit os e Cust os implícit os.
 Cust o econômico: a soma dos cust os explícit os
mais os cust os implícit os.
29
PRINCÍPIO do custo de oportunidade
O custo de oportunidade de algo consiste no sacrifício de obtê-lo.
I nt r odução à economi a
Cust os explícit os Ver sus Cust os
implícit os
 Cust os explícit os
 Pagament os explícit os r ealizados pela f ir ma;
 Cust os explícit os: os pagament os ef et uados em
dinheir o (desembolsos) pelos insumos.
 A noção de cust o cont ábil de uma empr esa envolve
soment e seus cust os explícit os;
 Aluguel, água, ener gia, mat ér ia-pr imas, salár ios et c.
30
26/10/2010
16
I nt r odução à economi a
Cust os explícit os Ver sus Cust os
implícit os
 Cust os implícit os
 Cust o de opor t unidade pela ut ilização dos r ecur sos
de pr opr iedade da pr ópr ia f ir ma;
 Cust os implícit os: o cust o de opor t unidade dos
insumos que não são ef et ivament e compr ados.
31
I nt r odução à economi a
Exemplif icando
 Suponhamos um loj a de r oupas:
 Não paga nenhum aluguel, pois a empr esa ut iliza seu
pr ópr io pr édio;
 C.E. c/ aluguel = zer o
 C.I . c/ aluguel = pr eço que pagar i a pelo aluguel se caso
t i vesse que f azer i sso ou pr eço que r eceber i a se alugasse
o seu pr édi o;
 Suponha agor a que em vez de f azer um empr ést imo
bancár io, a f ir ma ut ilizou seus pr ópr ios r ecur sos:
 C.E c/ empr ést i mo = zer o;
 C.I c/ empr ést i mo = r endi ment o que obt er i a se apli casse o
di nhei r o na poupança por exemplo;
32
26/10/2010
17
I nt r odução à economi a
Lucr o econômico Ver sus Lucr o
cont ábil
 Lucr o cont ábil = RT – Cust os explícit os
 Lucr o econômico = RT – Cust o de opor t unidade
t ot al;
 Lucr o econômico = RT – (C.E. + C.I .)
 Pode ser posit ivo, zer o, ou negat ivo;
33
I nt r odução à economi a
Exemplif icando
I t em Lucro cont ábil Lucro econômico
RT 900. 000, 00 900. 000, 00
Cust os explícit os 830. 000, 00 830. 000, 00
Mat ér ia-pr ima 250.000,00 250.000,00
Salár ios 500.000,00 500.000,00
Elet r icidade 20.000,00 20.000,00
Pr opaganda 40.000,00 40.000,00
J ur os pagos 10.000,00 10.000,00
Out r os pagament os 10.000,00 10.000,00
Cust os implícit os 0 120. 000, 00
Salár io 0 70.000,00
Aluguel 0 30.000,00
J ur os 0 20.000,00
34
26/10/2010
18
I nt r odução à economi a
Lucr o econômico Ver sus Lucr o
cont ábil
 O lucr o econômico ser á sempr e mais baixo do
que o lucr o cont ábil. (dedução do C.I .)
 O lucr o na per spect iva da economia ser á:
 Lucr o nor mal = lucr o econômico igual a zer o;
 Lucr o ext r aor dinár io = lucr o econômico pur o ou
posit ivo;
 Pr ej uízo econômico: lucr o econômico negat ivo;
 Cabe lembr ar que nem sempr e um P.E. i ndi ca um Pr ej uízo
cont ábi l.
35
I nt r odução à economi a
Quadr o sínt ese
Lucro cont ábil = RT – C. E.
Lucro econômico = RT – (C. E. + C. I )
Lucro normal = Lucro econômico zero
Lucro ext raordinário = Lucro econômico
posit ivo (lucro puro)
Prej uízo econômico = Lucro econômico
negat ivo
36
26/10/2010
19
I nt r odução à economi a
Cust os de pr odução no cur t o pr azo
37
I nt r odução à economi a
Cust os de pr odução no cur t o pr azo
 Cust os f ixos (CF)
 Associ ados ao empr ego
dos f at or es f i xos;
 Alguns i mpost os,
aluguel, segur os et c.
 A f i r ma paga t ai s
cust os
i ndependent ement e de
pr oduzi r ou não;
38
26/10/2010
20
I nt r odução à economi a
Cust os de pr odução no cur t o pr azo
 Cust os var iáveis
(CV)
 Associ ados ao empr ego
dos f at or es var i ávei s;
 Mat ér i a-pr i ma,
salár i os, et c.
 I r ão var i ar de acor do
com o nível de
pr odução;
39
I nt r odução à economi a
Cust os de pr odução no cur t o pr azo
 Cust os t ot ais (CT)
 Soma do cust o f i xo e
var i ável
 I dênt i co a cur va de CV,
por ém não par t e da
or i gem, dado o CF.
 CT = CF + CV
40
26/10/2010
21
I nt r odução à economi a
LRD e f or mat o da cur va de cust o
var iável
41
I nt r odução à economi a
Cust o f ixo médio (CFme)
 Cust o f ixo dividido
pela quant idade
pr oduzida
42
26/10/2010
22
I nt r odução à economi a
Cust o f ixo médio (CFme)
 Cust o f ixo dividido
pela quant idade
pr oduzida
43
I nt r odução à economi a
Cust o var iável médio (CVme)
 Cust o var iável
dividido pela
quant idade
pr oduzida
44
26/10/2010
23
I nt r odução à economi a
Por que o Cvme t em f or mat o de
“U”?
 Devido a LRD:
45
I nt r odução à economi a
Cust o médio (Cme)
 Cust o t ot al dividido
pela quant idade
pr oduzida;
46
26/10/2010
24
I nt r odução à economi a
Cust o mar ginal (Cmg)
 Acr éscimo no CT
r esult ant e do
acr éscimo na
pr odução.
47
I nt r odução à economi a
Por que o Cmg t em f or mat o de “U”?
 Também devido a LRD:
48
26/10/2010
25
I nt r odução à economi a
49
 Relação ent r e Cmg,
Cme, CVme e CFme.
 Cmg cor t a o Cme,
Cvme nos
r espect i vos pont os
de míni mos.
 LRD e as cur vas de
cust os;
Relação ent r e Cmg, Cme, CVme e CFme
I nt r odução à economi a
50
 Relação ent r e Cmg,
Cme, CVme e CFme.
 Cmg cor t a o Cme,
Cvme nos
r espect i vos pont os
de míni mos.
 LRD e as cur vas de
cust os;
Relação ent r e Cmg, Cme, CVme e CFme
50
26/10/2010
26
I nt r odução à economi a A LDR e os cust os de produção
51
I nt r odução à economi a
Análise do Pont o de equilíbr io
(Br eak- Even Point )
 Pont o de equilíbr io da f ir ma:
 Nível de pr odução em que t odos os cust os f ixos e
var iáveis são cober t os pela r eceit a t ot al.
 Nest e pont o, lucr o é igual a zer o;
 Nest e t ipo de análise, são consider ados apenas os
cust os cont ábeis.
 Ele pode ser det er minado algébr ica e
gr af icament e.
52
26/10/2010
27
I nt r odução à economi a
Análise do Pont o de equilíbr io
(Br eak- Even Point )
 Det er minação algébr ica:
 Hipót eses:
 pr essupõe-se que o empr esár i o conheça os seus cust os
t ot ai s de pr odução;
 Cust os e r ecei t as t enham compor t ament o li near ;
 Pr opor ci onali dade ent r e as var i ações dos cust os t ot ai s e
das r ecei t as t ot ai s e a pr odução da f i r ma.
 Gr áf i cos t r açados como li nhas r et as.
53
I nt r odução à economi a
Análise do Pont o de equilíbr io
(Br eak- Even Point )
 No pont o de equilíbr io o
lucr o é igual a zer o, ou
r eceit a igual a cust o.
CT RT
CT RT LT
Q P RT
CV CF CT
=
÷ =
× =
+ =
No pont o de equi líbr i o
54
26/10/2010
28
I nt r odução à economi a
Análise do Pont o de equilíbr io
(Br eak- Even Point )
 Subst it uindo t emos:
 Par a achar o CV, t emos:
CV CF Q P
CT RT
+ = ×
=
Q CVme CV
Q
CV
CVme
× =
=
55
I nt r odução à economi a
Análise do Pont o de equilíbr io
(Br eak- Even Point )
CF CVme P Q
CF Q CVme Q P
Q CVme CF Q P
CV CF Q P
CT RT
= ÷
= × ÷ ×
× + = ×
+ = ×
=
) (
CVme P
CF
Q
CF CVme P Q
÷
=
= ÷ ) (
Quant i dade ou volume de
vendas no P.E.
56
26/10/2010
29
I nt r odução à economi a
Análise do Pont o de equilíbr io
(Br eak- Even Point )
000 . 2
50 100
000 . 100
=
÷
=
÷
=
Q
Q
CVme P
CF
Q
000 . 200
000 . 2 100
=
× =
× =
RT
RT
Q P RT
Quant i dade ou volume de
vendas no P.E.
000 . 200
000 . 2 50 000 . 100
=
× + =
× + =
+ =
CT
CT
Q CVme CF CT
CV CF CT
57
I nt r odução à economi a
Análise do Pont o de equilíbr io
(Br eak- Even Point )
 Det er minação gr áf ica
58
26/10/2010
30
I nt r odução à economi a
Análise do Pont o de equilíbr io
(Br eak- Even Point )
59
I nt r odução à economi a
Análise do Pont o de equilíbr io
(Br eak- Even Point )
60
26/10/2010
31
I nt r odução à economi a
Análise do Pont o de equilíbr io
(Br eak- Even Point )
61
I nt r odução à economi a
Análise do Pont o de equilíbr io
(Br eak- Even Point )
 Alt er ações no Pont o de equilíbr io:
500 . 2
50 100
000 . 125
=
÷
=
÷
=
Q
Q
CVme P
CF
Q
Aument o do cust o f i xo
PE CF
PE CF
¬+ +
¬| |
62
26/10/2010
32
I nt r odução à economi a
Análise do Pont o de equilíbr io
(Br eak- Even Point )
 Alt er ações no Pont o de equilíbr io:
250 . 1
20 100
000 . 100
=
÷
=
÷
=
Q
Q
CVme P
CF
Q
Di mi nui ção no CVme
PE CVme
PE CVme
¬+ +
¬| |
63
I nt r odução à economi a
Análise do Pont o de equilíbr io
(Br eak- Even Point )
 Alt er ações no Pont o de
equilíbr io:
000 . 1
50 150
000 . 100
=
÷
=
÷
=
Q
Q
CVme P
CF
Q
Aument o no pr eço de venda
PE P
PE P
¬| +
¬+ |
64

26/10/2010

Introdução à economia

Introdução à economia

Introdução

Introdução

Como definir a produção de uma firma?
Aquisição e transformação de bens e serviços em outros bens e serviços, ou seja, é a forma pela qual uma empresa adquire insumos de produção e os transforma, via utilização de determinado processo produtivo (tecnologia), criando assim determinados bens e serviços que tem valor para os consumidores finais (indivíduos) ou intermediários (empresas). (OLIVEIRA, 2006)

Produção versus fatores de produção;

3

4

2

26/10/2010

Introdução à economia

Introdução à economia

Alguns conceitos básicos

Alguns conceitos básicos

Firma ou empresa:

A uma unidade técnica que produz bens e serviços;

Produção:
Transformação de fatores de produção adquiridos pela firma, para venda no mercado;  A produção se organiza em empresas porque geralmente só se consegue a eficiência produzindo em grande escala.

Fatores
São

de produção:

bens e serviços transformáveis em produção;

Empresário:
É

Produto:
Qualquer

quem decide quanto e a maneira pela qual uma ou mais mercadorias são produzidas; O empresário estabelece os objetivos da empresa, negocia com os diferentes fatores dela e coordena as relações no contexto em que ela se desenvolve. Sujeito a receber lucros ou incorrer em prejuízos;
5

produção.
É

bem ou serviço resultante de um processo de

Tecnologia:

o conjunto de técnicas (processos) de produção conhecidos. técnicas pelas quais os fatores de produção serão transformados em produto.
Habilidade
6

3

Emp. K . por unidade de tempo.  Diversas combinações de fatores de produção necessários. L.  Conceito:  Relação que indica a quantidade máxima que se pode obter de um produto.) A função de produção especifica a relação entre a quantidade de fatores utilizados para produzir um bem e a quantidade produzida desse bem.  Volume diferenciados de fatores utilizados. Eficiência Econômica: Obter o mesmo volume de produção que os métodos alternativos. Eficiência técnica: Obter o mesmo volume de produção com uma menor utilização de fatores de produção. Cap. com um menor custo de produção possível. Q  f (T . 7 8 4 . a partir da utilização de uma determinada quantidade de fatores e mediante a escolha da tecnologia mais adequada.26/10/2010 Introdução à economia Introdução à economia Eficiência técnica Versus Eficiência econômica  Função de Produção  Utilização de diferentes tecnologias: Volume determinado de produção.

26/10/2010 Introdução à economia Introdução à economia Fatores de produção fixos e variáveis  Períodos de tempo relevantes para a firma  Fator de produção fixo: fator cuja quantidade não pode mudar de imediato.) Fator de produção variável: fator cuja quantidade pode variar facilmente. combustíveis. 10 9 5 . quando se deseja aumentar ou diminuir a produção. energia. edificações. podemos definir como:  Longo prazo: período de tempo que todos os fatores de produção são variáveis. quando se deseja uma rápida variação na produção (equipamentos..  No LP a tamanho da empresa pode mudar   Curto prazo: período de tempo em que pelo menos um dos fatores de produção empregados na produção é fixo. (Matérias-primas. A variação no nível de produção só ocorrerá mediante a utilização intensa do fator variável. trabalho etc.) Dada a classificação dos recursos produtivos. terras etc.

ceteris paribus.   Determinada área cultivável – 10 ha (fator fixo). L)  Q  f ( L)  O nível do produto varia apenas em função de alterações na mão-de-obra. A mão-de-obra será o único fator variável. a curto prazo.26/10/2010 Introdução à economia Introdução à economia Produção no curto prazo   Exemplo da produção de trigo Quantidade de Terra (T) 10 10 10 10 10 10 10 10 10 11 Toda ação econômica tem lugar no curto prazo. Unidades de trabalho empregadas (L) 0 1 2 3 4 5 6 7 8 Produto total (Q) 0 10 22 39 52 60 60 56 48 Produto médio (Pme) 10 11 13 13 12 10 8 6 Produto marginal (Pmg) 10 12 17 13 8 0 -4 -8 12 Q  f (T . Exemplo de uma fazendo que produz trigo. 6 .

podendo.26/10/2010 Introdução à economia Curva de produção total de trigo Introdução à economia Lei dos rendimento decrescente  A lei dos rendimentos decrescentes estabelece que. decrescer.  www. se na produção há pelo menos um fator fixo e vamos acrescentando a ele unidades sucessivas do fator variável. a produção aumentará.com 13 14 7 . então.professoreneasneto. mas a partir de certo ponto.googlepages. chegará um momento a partir do qual os incrementos na produção serão cada vez menores. a produção alcançará um máximo. Continuando o aumento da quantidade utilizada do fator variável. Aumentando-se a quantidade de um fator de produção variável em iguais incrementos por unidade de tempo. enquanto permanece fixa a quantidade dos demais fatores. os acréscimos resultantes no produto se tornarão cada vez menores.

26/10/2010 Introdução à economia Introdução à economia Lei dos rendimento decrescente  Produto médio do fator variável (Pme)  Se a Lei dos Rendimento Decrescentes não operasse na produção. por exemplo. O Pme (ou produtividade média) do fator variável é obtida a partir da divisão da produção total pela quantidade de fator de produção variável empregada. Q Pme  L 16 15 8 . adicionar fatores variáveis de produção e alimentar toda a população mundial. bastaria apenas em uma faixa de terra fixa.

Q Pmg  L 17 18 9 .26/10/2010 Introdução à economia Introdução à economia Produto marginal do fator variável (Pmg)  Curvas de Pme e Pmg O Pmg (ou produtividade marginal) do fator variável é definido com a variação na produção total decorrente da variação de UMA unidade no fator de produção variável.

portanto.84  1. Qual a explicação para a relação entre a curvas de Pme e Pmg? Por exemplo: Média  19 6.71 4 20 10 .26/10/2010 Introdução à economia Introdução à economia Relação entre Pme e Pmg  Relação entre Pme e Pmg    Pmg é dado pela inclinação da curva de produto total entre dois pontos. As formas das curva de Pme e Pmg derivam. do formato do produto total.

26/10/2010 Introdução à economia Introdução à economia Relação entre Pme e Pmg  Por Exemplo Se: Pmg > Pme = Pme aumenta.    Para o empresário a variável importante será não só o Pme.  Pmg < Pme = Pme diminui. mas também a contribuição que cada trabalhador acrescenta ä produção. Porque? 21 22 11 .  Pmg = Pme = Pme é máximo.

26/10/2010 Introdução à economia Introdução à economia Curvas de Pme e Pmg Produto total e Produto médio Produto total 70 60 50 Produção L 0 1 2 3 4 5 6 7 8 Q 0 10 22 39 52 60 60 56 48 Pme 10 11 13 13 12 10 8 6 Pmg 10 12 17 13 8 0 -4 -8 40 30 20 10 0 0 1 2 3 4 5 6 7 8 Nº Trabalhadores 14 12 10 8 6 4 2 0 0 1 2 3 4 5 6 7 8 23 24 12 .

26/10/2010 Introdução à economia Introdução à economia Produto total e Produto marginal Produto total 70 60 50 Produção L 0 1 2 3 4 5 6 7 8 Q 0 10 22 39 52 60 60 56 48 Pme 10 11 13 13 12 10 8 6 Pmg 10 12 17 13 8 0 -4 -8 Produto total e Produto marginal Produto total 70 60 50 Produção L 0 1 2 3 4 5 6 7 8 Q 0 10 22 39 52 60 60 56 48 Pme 10 11 13 13 12 10 8 6 Pmg 10 12 17 13 8 0 -4 -8 40 30 20 10 0 0 1 2 3 4 5 6 7 8 Nº Trabalhadores 20 15 10 5 0 -5 -10 40 30 20 10 0 0 1 2 3 4 5 6 7 8 20 15 10 5 0 0 -5 -10 1 2 Pme e Pmg 3 4 5 6 7 8 0 1 2 3 4 5 6 7 8 Nº Trabalhadores 25 26 13 .

.  Custos de produção Discurso dos gestores em torno do gerenciamento de negócios Versus Maximização de lucros. Motivação centrada na racionalidade econômica da firma. 27  Minimizar a diferença entre RT e CT de produção.26/10/2010 Introdução à economia Introdução à economia Comparação entre o Q.  Pmg = inclinação do Q entre dois pontos Pme = inclinação de uma reta que parte da origem até um ponto do Q..  Preocupação centrada nos custo de produção Como são medidos? O que os economistas entendem por custos?  Como eles se comportam?   28 14 . Pme e Pmg.

 Aluguel.  Custo de oportunidade total de um negócio é a soma de:  Custos explícitos e Custos implícitos. salários etc.  Custos explícitos: os pagamentos efetuados em dinheiro (desembolsos) pelos insumos.  Custo econômico: a soma dos custos explícitos mais os custos implícitos.26/10/2010 Introdução à economia Introdução à economia Custos explícitos Versus Custos implícitos  Custos explícitos Versus Custos implícitos  Os economista e o custo de oportunidade total de um negócio. energia. água.  A noção de custo contábil de uma empresa envolve somente seus custos explícitos.  Noção de custo centrada neste conceito. 29 30 15 . PRINCÍPIO do custo de oportunidade O custo de oportunidade de algo consiste no sacrifício de obtê-lo. matéria-primas.  O princípio-chave do cálculo do custo econômico é o princípio do custo de oportunidade.  Custos explícitos Pagamentos explícitos realizados pela firma.

  C.  Custos implícitos: o custo de oportunidade dos insumos que não são efetivamente comprados. 32 31 16 .I c/ empréstimo = rendimento que obteria se aplicasse o dinheiro na poupança por exemplo. a firma utilizou seus próprios recursos:   C.E. C.  Suponha agora que em vez de fazer um empréstimo bancário. c/ aluguel = preço que pagaria pelo aluguel se caso tivesse que fazer isso ou preço que receberia se alugasse o seu prédio.E c/ empréstimo = zero. c/ aluguel = zero C.26/10/2010 Introdução à economia Introdução à economia Custos explícitos Versus Custos implícitos  Exemplificando  Custos implícitos Custo de oportunidade pela utilização dos recursos de propriedade da própria firma.I. pois a empresa utiliza seu próprio prédio.  Suponhamos um loja de roupas:  Não paga nenhum aluguel.

00 30.000.000.26/10/2010 Introdução à economia Introdução à economia Lucro econômico Versus Lucro contábil   Exemplificando Item RT Custos explícitos Matéria-prima Salários Eletricidade Propaganda Juros pagos Outros pagamentos Custos implícitos Salário Aluguel 33 Lucro contábil 900. ou negativo.00 500.000. + C.00 10.00 10.00 20.00 120.00 830. Lucro econômico = RT – (C.000.000.000.00 10.E.00 20.000.000.000. zero.00 20.000. Juros 17 .000.000.000.000.00 34  Lucro contábil = RT – Custos explícitos Lucro econômico = RT – Custo de oportunidade total.00 0 0 0 0 Lucro econômico 900.00 10.000.00 500.000.00 830.00 40.00 70.00 250.00 40.000.I.00 250.000.000.000.)  Pode ser positivo.

35 36 18 . + C.) O lucro na perspectiva da economia será: Lucro normal = lucro econômico igual a zero.E. (dedução do C. indica um Prejuízo contábil.E.I) Lucro normal = Lucro econômico zero Lucro extraordinário = Lucro econômico positivo (lucro puro) Prejuízo econômico = Lucro econômico negativo  O lucro econômico será sempre mais baixo do que o lucro contábil.I.26/10/2010 Introdução à economia Introdução à economia Lucro econômico Versus Lucro contábil  Quadro síntese Lucro contábil = RT – C.E.  Prejuízo econômico: lucro econômico negativo.   Cabe lembrar que nem sempre um P. Lucro econômico = RT – (C.  Lucro extraordinário = lucro econômico puro ou positivo.

37 38 19 . aluguel. seguros etc. A firma paga tais custos independentemente de produzir ou não.26/10/2010 Introdução à economia Introdução à economia Custos de produção no curto prazo  Custos de produção no curto prazo Custos fixos (CF)  Associados ao emprego dos fatores fixos.   Alguns impostos.

dado o CF.   Matéria-prima. porém não parte da origem.  CT = CF + CV  Associados ao emprego dos fatores variáveis.26/10/2010 Introdução à economia Introdução à economia Custos de produção no curto prazo  Custos de produção no curto prazo  Custos variáveis (CV)  Custos totais (CT) Soma do custo fixo e variável  Idêntico a curva de CV. salários. 39 40 20 . Irão variar de acordo com o nível de produção. etc.

26/10/2010 Introdução à economia Introdução à economia LRD e formato da curva de custo variável  Custo fixo médio (CFme) Custo fixo dividido pela quantidade produzida 41 42 21 .

26/10/2010 Introdução à economia Introdução à economia Custo fixo médio (CFme)  Custo variável médio (CVme)  Custo fixo dividido pela quantidade produzida Custo variável dividido pela quantidade produzida 43 44 22 .

45 46 23 .26/10/2010 Introdução à economia Introdução à economia Porque o Cvme tem formato de “U”?  Custo médio (Cme)  Devido a LRD: Custo total dividido pela quantidade produzida.

26/10/2010 Introdução à economia Introdução à economia Custo marginal (Cmg)  Porque o Cmg tem formato de “U”?  Acréscimo no CT resultante do acréscimo na produção. Também devido a LRD: 47 48 24 .

LRD e as curvas de custos. Cvme nos respectivos pontos de mínimos. Cme. CVme e CFme. CVme e CFme  Relação entre Cmg. CVme e CFme Relação entre Cmg.   Cmg corta o Cme. Cme. 49 50 25 . Cmg corta o Cme.   LRD e as curvas de custos.26/10/2010 Introdução à economia Introdução à economia Relação entre Cmg. Cme. Cvme nos respectivos pontos de mínimos.  Relação entre Cmg. Cme. CVme e CFme.

lucro é igual a zero.  51 52 26 .  Neste ponto.26/10/2010 A LDR e os custos de produção Introdução à economia Introdução à economia Análise do Ponto de equilíbrio (Break-Even Point)  Ponto de equilíbrio da firma: Nível de produção em que todos os custos fixos e variáveis são cobertos pela receita total.  Ele pode ser determinado algébrica e graficamente.  Neste tipo de análise. são considerados apenas os custos contábeis.

 RT  P  Q LT  RT  CT RT  CT No ponto de equilíbrio No ponto de equilíbrio o lucro é igual a zero. ou receita igual a custo. Proporcionalidade entre as variações dos custos totais e das receitas totais e a produção da firma. Custos e receitas tenham comportamento linear. 53 54 27 . Gráficos traçados como linhas retas.26/10/2010 Introdução à economia Introdução à economia Análise do Ponto de equilíbrio (Break-Even Point)  Análise do Ponto de equilíbrio (Break-Even Point)  Determinação algébrica:  Hipóteses:  CT  CF  CV   pressupõe-se que o empresário conheça os seus custos totais de produção.

E. temos: CV Q CV  CVme  Q CVme  55 Q( P  CVme )  CF CF Q P  CVme Quantidade ou volume de vendas no P.26/10/2010 Introdução à economia Introdução à economia Análise do Ponto de equilíbrio (Break-Even Point)  Análise do Ponto de equilíbrio (Break-Even Point) RT  CT P  Q  CF  CV P  Q  CF  CVme  Q P  Q  CVme  Q  CF Q( P  CVme)  CF Substituindo temos: RT  CT P  Q  CF  CV  Para achar o CV. 56 28 .

26/10/2010 Introdução à economia Introdução à economia Análise do Ponto de equilíbrio (Break-Even Point) CF Q P  CVme 100.000 Q 100  50 Q  2.000 CT  200.000  50  2.000 Quantidade ou volume de vendas no P.000 Determinação gráfica CT  CF  CV CT  CF  CVme  Q CT  100.000 RT  200.E.000 57 58 29 . Análise do Ponto de equilíbrio (Break-Even Point)  RT  P  Q RT  100  2.

26/10/2010 Introdução à economia Introdução à economia Análise do Ponto de equilíbrio (Break-Even Point) Análise do Ponto de equilíbrio (Break-Even Point) 59 60 30 .

000 Q 100  50 Q  2.500 Q  CF  PE  CF  PE 61 62 31 .26/10/2010 Introdução à economia Introdução à economia Análise do Ponto de equilíbrio (Break-Even Point)  Análise do Ponto de equilíbrio (Break-Even Point) Alterações no Ponto de equilíbrio: Aumento do custo fixo CF P  CVme 125.

000 Q  P  PE  P  PE 64 63  CVme  PE  CVme  PE 32 .000 Q 150  50 Q  1.250 CF P  CVme 100.26/10/2010 Introdução à economia Introdução à economia Análise do Ponto de equilíbrio (Break-Even Point)  Análise do Ponto de equilíbrio (Break-Even Point)  Alterações no Ponto de equilíbrio: Diminuição no CVme Alterações no Ponto de equilíbrio: Aumento no preço de venda CF Q P  CVme 100.000 Q 100  20 Q  1.